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                    <text>c ONG R E S SO

B RA S I L E I RO'
DE BI BLIOTECON OMIA
E DOCUMENT ACAo

..
'

'

.REGULAMENT O

29 de julho a 4 de agosto
de 1973

BELÉM - PARA

�7. o Congresso Brasileiro ~e Bi~lioteconomia e Documentação
Caixa Postal, 1330
Belém - Pará

..'

REGULAMENTO
29 de julho a 4 de agosto de 1973

BEL ÉM - PARA

�CAPITULO

I

Do Congresso
Art. 1.° - O 7.° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação será realizado em Belém (Pará), no período
de 2Y de ' Julho a 4 de agosto de 1973.
Art. 2.° - O Tema do Congresso. aprovado em Sessão do
VI Congresso, em Belo Horizonte, é o seguinte:
-

2 -

TEMA CENTRAL: - "As Bibliotecas e os Centros
de Documentação em função do Sist.ema Nacional de
Informação Científica e Tecnológica.
SUB-TEMAS:
Informática
Planejamento
Instalações e equipamentos
Organização Bibliográfica

2 -

O Tema Central e os Sub-Temas serão discutidos
dentro dos seguintes Tópicos:
-

Documentação Agrícola
. Documentação Bío-M édica
Documentação Jurídica e Administrativa
Documentação Bóclo-êconômíca
Documentação Cient.ífica e Tecnológica
Bibliotecas Universitárias
Bibliotecas Públicas
Bibliotecas Infantís, Escolares, Ambulantes
Especiais.
-~-

e

�CAPITULO

II

Participação e Inscrições
Art. 3.° Poderão participar Bibliotecários devidamente
registrados em Conselho Regional de Biblioteconomia com recibo da anuidade de 1973, tendo direito a voto e apresentaçáo
de trabalho.
Art. 4.° - O Bibliotecários deverão solicitar Inscrições
prévias à Comissão Organizadora do 7.° Congresso Brasileiro
de Biblioteconomia e Documentação, até 30 de abril de 1973,
após o preenchimento de impresso próprio e pagamento da taxa,
de acordo com ~ seguinte tabela:
.._ . Qiblrotecários até 30.4 .73
Cr$ 100,00
Bibliotecários de 1.0 a 31.5.73
crs 150,00
Bibliotecários de 1.0 a 30 .6.73
200,00
Outros Profissionais
Cr$ 100,00
crs 200,00
Acompanhante
Instituições
200,00

c-s

c-s

§ 1." - O pagamento das inscrições deverá ser efetuada
através de cheque visado em nome do 7.° Congresso Brasileiro
de Biblioteconomia e Documentação, pagável em Belém.
§ 2.° - O pagamento das inscrições é extensivo aos relatores, e presidentes de sessões de estudos e especializadas.
§ 3.° - Não serão aceitas inscrições após 1.° de julho de
1973. em virtude da dificuldade de acomodações em hotéis.
Art. 5.° - As Instituições inscritas terão direito ao recebimento das publicações do Congresso, mesmo que não sejam
representadas oficialmente nas sessões.
§ 1.° - As Instituições só poderão inscrever-se mediante
ofício do Órgão responsável.
§ 2.° - Só poderão ser credenciados, com o direito a voto,
os representantes das Instituições que comprovarem seu registro em Conselho Regional de Biblioteconomia.
Art. 6.° - Não serão aceitas inscrições de alunos de Biblioteconomia, que já estão organizando certames próprios da
classe.
Art. 7.° - Por iniciativa da Comissão Organizadora e Executiva poderá haver convidados especiais.

-4-

�CAPITULO

I II

Apresentação de Trabalhos
Art. 8.° - Os trabalhos deverão ser apresentados por intermédio das Associações de Classe onde houver. Caso contrário, diretamente à Comissão Organizadora do 7.° Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, Museu Goeldi Caixa Postal, 1330 - 66.000 - Belém-Pará, sob registro postal
com aviso de recebimento (AR).
Art. 9.° - O prazo para entrega dos trabalhos, em Belém,
terminará impreterivelmente a 30 de abril de 1973.
Art. 10 - Os trabalhos deverão ser apresentados em (um)
original e) (duas) cópias, acompanhados dos respectivos stenceis Gestetner, para mimeógrafo à tinta, a fim de que possam
ser duplicados em Belém.
Art. 11 - Para normalização dos trabalhos, deverão ser obedecidos os seguintes requisitos :
a) Máximo de 15 (quinze) folhas tamanho padronizado pelo
Serviço Público Federal, datilografadas em espaço duplo;
b)

conter, na primeira folha:
Cabeçalho com os dizeres: 7.° CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLlOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO.
Belém, 29 de julho a 4 de agosto de 1973. Centrado
na página e distanciado 3 (três) espaços duplos de máquina do corte superior do papel;
A 10 espaços duplos, a indicação do Tópico ao qual se
refere o trabalho, e o Sub-Tema. Ex. Documentação
Agrícola - Informática.
A 2 espaços dessa indicação, o título do trabalho e, a
seguir, a indicação de seu autor, procedido ad preposição por;
Em seguida, com 1 (um) espaço de intervalo, os títulos profissionais do autor e seu número de registro no
respectivo Conselho Regional de Biblioteconomia.

c) Ser acompanhado de Resumo, elaborado de acordo
com as normas Técnicas da Associação Brasileira de Normas
Técnicas, para facilidade de dlvulqação prévia.

-5-

�d) Deverão mencionar a Classificação Decimal de Dewey
e CDU entre o cabeçalho, e o item do Ternário.
Art. 12 - A Comissão Organizadora Executiva reserva-se
o direito de recusar o trabalho que deixar de obedecer o prescrito nos art. 9, 10, 11 e seus incisos.
Art. 13 - Aos autores será concedido um Certificado de
Apresentação de Trabalho.
Art. 14 - Cada congressista inscrito terá direito a receber
todos os trabalhos apresentados e o certificado de frequência.

CAP(TULO I V

Estruturação do Congresso
Art. 15 - A Comissão Organizadora-Executiva, coordenará
os trabalhos coadjuvada pelos seguintes titulares:
Presidente de Honra
Presidente do Congresso
Presidente Executivo
Coordenador - Relator Geral.
Secretário Geral
Tesoureiro Geral

§ único - De acordo com as necessidades de trabalho a
Comissão Organizadora-Executiva poderá designar coordenadores especiais e formar sub-comissões, para o desempenho de
funções específicas.
Art. 16 - Haverá para cada Tópico um Relator previamente
inscrito, designado pela Comissão Organizadora-Executiva.

§ Único - O Relator dará o diagnóstico da situação, no
setor escolhido, por exemplo: Agricultura no Brasil, e fará a
apreciação dos trabalhos técnicos de documentação sobre o assunto.
Art. 17 - Para cada sessão haverá um Presidente, e um Secretário escolhidos na Sessão Preparatória entre os Btbliotec ários inscritos.

-6-

�CAPiTULO V
Funcionamento do Congresso

Art. 18 - Durante o 7.° Congresso, serão realizadas as seguintes Sessões:
Sessão Preparatória
Sessão Solene de Abertura
Sessões de Estudos Setoriais
Reuniões Especializadas
Sessões Plenárias para o Tema Central
':

Sessão Plenária Final
Sessão Solene de Encerramento

Art. 19 - Na Sessão Preparatória serão escolhidos os Presidentes e Secretários das Sessões de Estudos Setoriais.
Art. 20 - As Sessões Solenes de Abertura e Encerramento
serão presididas por autoridades convidadas, obedecendo cerimoniai próprio.
Art. 21 - As Sessões de Estudos Setoriais abrangerão fundamentalmente os seguintes Tópicos.
Documentação Agrícola
Documentação Bio-Médica
Documentação Jurídica e Administrativa
Documentação Sócio-Econômico
Documentação Científica e Tecnológica
Bibliotecas Universitárias
Bibliotecas Infantís, Escolares, Ambulantes e
Especiais.
Reprografia, Equipamento e Automação.

§ Único - Outros tópicos poderão ser incluídos de acordo
com a natureza dos trabalhos apresentados, por exemplo: Documentação Filosófico-Religiosa, Documentação Htstõrlco-Geográfica, etc.
Art. 22 -

As reuniões serão simultâneas e não plenárias.

-7-

�Art. 23 -

As reuniões Especializadas serão as seguintes:
Conselho Federal de Biblioteconomia e Conselhos Regionais.
FEBAB e Associações de Classe.
IBBD/CDU
16BD/CCO
ABEBD
Rede de Informações do MINTER
Subsistema de Informação do MME.

§ Único to próprios.

As Reuniões terão organização e funclonamen -

Art.,.'· 24 - As sessões Plenárias para o Tema Central terão vários Relatores para apresentação e dlscussão dos Painéis:

Bibliotecas Públicas. a cargo do INL.
Centros de Documentação Sistema Nacional de
Informação Científica e Tecnológica, a cargo do
CNPq/IBBI).
Art. 25 - Na Sessão Plenária Final o Relator Geral fará a
sua exposição e, serão aprovadas as resoluções das respectivas sessões e a escolha da sede do 8.° Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação .
CAPITULO VI
Disposições Transitórias

Art. 26 - A Comissão Organizadora-Executiva incumbir-se-á
de preparar um Manual de Procedimentos destinado aos seus
membros para orientação dos trabalhos.
Art. 27 - A organização das sessões e as atribuições dos
Presidentes, Secretários, Relatores serão determinadas pela Comissão Oragnizadora-Executiva.
Art. 28 - Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pela Comissão Organizadora-Executiva.
-8-

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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DE

BIDLIOTECAS

SÃO

PADLO

PÓBLICAS

MDNICIPAIS

SimiClO E SUCESIOES

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente

-

FEBAB

Bibliotecária Chefe da Divisão de Documentação
Prefeitura do Município de São Paulo

ílPS
^4 -r •;í' •

São Paulo
FEBAB
19 7 3

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

■yís^r.-

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�Kí'"w“.

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Digitalizado
gentilmente por

�#

ESTADO DE SÃO PAULO
BIBLIOTECAS POBLICAS MUNICIPAIS
SITUAÇÃO E SUGESTÕES

/

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente, - FEBAB

j

Bibliotecária Chefe da Divisão de Documentação da
Prefeitura do Município de São Paulo

Sao Paulo
FEBAB
19

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

7 3

�9

Russo, Laura Garcia Moreno
Bibliotecas públicas municipais (do]
Estado de São Paulo: situação e sugestões.
são Paulo, FEBAB, 1973.
9Op . ilu s . 3 3cm.

CDD :
CDIT:

027.4816
027.52(816.1)

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
sí em
Ciereaclanento

♦

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14

15

16

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18

19

�PESQUISA

REALIZADA

CONHECER A

PARA

SITUAÇÃO

REAL

DAS BIBLIOTECAS MUNICIPAIS
DO

cm

2

3

4

5

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ESTADO DE SÃO

LEVADA

A

FEBAB,

NO

EFEITO

PELA

PERÍODO

FEVEREIRO

DE

FEVEREIRO

DE

Digitalizado
gentilmente por:

PAULO,

DE

1971

A

1973.

�Digitalizado
gentilmente por:

I Scan
st em
I GercBclanimto

�ILUSTRAÇÕES

GRÃFICÒS
Grafico n9 1

Padrões para o Município de São Paulo

14

Gráfico n9 2

Padrões para o Interior de São Paulo

15

/
QUADROS
Quadro n9

1

Regioes-habitantes-acervos

Quadro■n9

2

Padrões mínimos

Quadro n9
Quadro n9

3
4

Padrões mínimos
são Paulo - Distritos

Quádro n9

5

são Paulo - Sub-Distritos

Quadro n9

6

CULT-2 - Estatística de empréstimos

34-35
41

Quadro n 9

7

CULT-2 - Estatística de leitura

42

Quadro n9

8

CULT-6 - Estatística de leitura
CULT-6 - Processamentos técnicos

51
52
50

Regiões Administrativas

2

Regiões - população-acervos.....

7

Mapa n9 3

Sedes das Reg. Administrativas e redes de bibliotecas

28

Mapa n9 4

Município de São Paulo e bibliotecas municipais

32

Quadro n9 9
Quadro n9 10

6
.

12
13
33

CULT-6 - Estatística de frequência e leitura,

MAPAS' J
Mapa n9 1
Mapa n9 2

,

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st em
I Oereaclaniento

�SUMÃRIO

1.

Considerações

sobre a pesquisa

2.

Padrões mínimos de atendimento

8-15

3.

Instituições que intervém na problemática

17-19

4.

Questionário

20

5.

Legislação sobre bibliotecas de São Paulo

21-22

6.

Legislação sobre bibliotecas do Interior de SP.

23-24

7.

Sugestões para a busca de soluçoes

25-30

8.

Primeira Região - Município de São Paulo

31-52

9.

Primeira Região - 0 Grande Sao Paulo

53-54

10.

Segunda Região

55-56

11.

Terceira Região

57-58

12.

Quarta Região

59-60

13.

Quinta Região

61-63

14.

Sexta Região

64-66

15.

Sétima Região

67-68

16.

Oitava Região

69-71

17.

Nona Região

72-73

18.

Décima Região

74-75

19.

Décima Primeira Região

76-77

20.

Bibliotecas

21.

Visão geral da situaçao

22.

índice dos municípios e suas

com acervos

Digitalizado
gentilmente por:

inferiores a 500 volumes

1-7

78
79-80

regiões

81-90

�1,

CONSIDERAÇÕES SOBRE A PESQUISA

Em 1970 a
Bibliotecários

Federação

(FEBAB)

Brasileira

Associações

iniciou o levantamento das

Publicas Municipais do Estado de São Paulo,
questionário simples,

de

que foi enviado aos

de

Bibliotecas

através
senhores

de

um

Prefeitos

dos 571 Municípios,
A tarefa dispendiosa e árdua foi desenvolvida no
ríodo de dois anos,
tionários.

durante os quais oito vezes enviamos

peques-

Com a decorrer do tempo e com a insistência

FEBAB foi possível coletar o material desejado.
Prefeituras enviaram o questionário em branco,

Dezenas

população do município,

itens

20 a 24,

de

acompanhado de

ofício explicando os motivos da falta de bibliotecas;
preencheram somente os

da

outros,

que tratavam de saber

o nome do Prefeito e seu mandato,

a
os

endereços da Prefeitura e do Arquivo Municipal.
‘
samos

Em fevereiro de 1973 ,

encerramos o levantamento e pas
.
^
^
a tabular os dados fornecidos, que acusaram índices v'erd£

deiramente impressionantes.

Nosso trabalho foi orientado de m£

neira a localizar as bibliotecas em suas respectivas
pois

o território do Estado está dividido em 11 Regiões

nistrativas,

a saber:

Região

Sede

la.

Região

São Paulo

2a,

Região

Santos

3a. Região

Sao José dos Campos

4a.

Região

Sorocaba

5a.

Região

Campinas

6a.

Região

Ribeirão Preto

7a.

Região

Bauru

8a.

Região

São José do Rio Preto

9a.

Região

Araçatuba

10a.

Região

Presidente Prudente

11a.

Região

Marília

-1-

Digitalizado
gentilmente por:

regiões,
Admi-

�SUMÃRIO

1.

Considerações

sobre a pesquisa

2.

8-15

3.

Padrões mínimos de atendimento
}
(
Instituições que intervém na problemática

4.

Questionário

20

5.

Legislação sobre bibliotecas de São Paulo

21-22

6.

Legislação sobre bibliotecas do Interior de SP.

23-24

7.

Sugestões para a busca de soluçoes

25-30

8.

Primeira Região - Município de São Paulo

31-52

9.

Primeira Região - 0 Grande Sao Paulo

53-54

10.

Segunda Região

55-56

11.

Terceira Região

57-58

12.

Quarta Região

59-60

13.

Quinta Região

61-63

14.

Sexta Região

64-66

15.

sétima Região

67-68

16.

Oitava Região

69-71

17.

Nona Região

72-73

18.

Décima Região

74-75

19.

Décima Primeira Região

76-77

20.

Bibliotecas com acervos

21.

Visão geral da situação

79-80

22.

índice dos municípios e suas regiões

81-90

Digitalizado
gentilmente por:

inferiores a 500 volumes

1-7

17-19

78

�1,

CONSIDERAÇÕES

Em 1970 a
Bibliotecários

Federação

(FEBAB)

SOBRE A PESQUISA

Brasileira

de

Associações

iniciou o levantamento das

de

Bibliotecas

Publicas Municipais do Estado de São Paulo, através
^
V
questionário simples, que foi enviado aos
senhores

de

um

Prefeitos

dos 571 Municípios,
A tarefa dispendiosa e ãrdua foi desenvolvida no
ríodo de dois
tionários.

anos,

durante-os quais oito vezes enviamos

peques-

Com of decorrer do tempo e com a insistência

FEBAB foi possível coletar o material desejado.
Prefeituras enviaram o questionário em branco,

Dezenas

população do município,

itens

20 a 24,

de

acompanhado de

oficio explicando os motivos da falta de bibliotecas;
preencheram somente os

da

outros,

que tratavam de saber

o nome do Prefeito e seu mandato,

a
os

endereços da Prefeitura e do Arquivo Municipal .
V
' ’,
Em fevereiro de 1973 , encerramos o levantamento e pas
samos a tabular os dados fornecidos,
deiramente impressionantes.

que acusaram índices verda

Nosso trabalho foi orientado de ma

neira a localizar as bibliotecas em suas respectivas
pois o territõrio do Estado está dividido em 11 Regiões
nistrativas,

a saber:

Região

Sede

la.

Região

São Paulo

2a,

Região

Santos

3a. Região

Sao José dos Campos

4a.

Região

Sorocaba

5a.

Região

Campinas

6a.

Região

Ribeirão Preto

7a.

Região

Bauru

8a.

Região

São José do Rio Preto

9a.

Região

Araçatuba

10a.

Região

Presidente Prudente

11a. Região

Marllia

-1-

Digitalizado
gentilmente por:

regiões,
Admi-

��Os mapas,

quadros e gráficos

inseridos nesta

evidenciam a disparidade existente entre as
trativas,
gram.

obra

11 Regiões Adminis-

no que respeita ao número de municípios que elas int£

Enquanto a Primeira Região,

a Capital de São Paulo,
habitantes,

com 36 Municípios,

conta com uma população de

2.204.250

a Sexta Região tem 80 Municípios com uma

estimada em 1.428.029.

0 mesmo ocorre com os

veis que são paupérrimos.

excluída

população

acervos

disponí-

0 da Capital, distribuído

em

uma

rede de 37 bibliotecas,

sendo 13 de adultos e 24 infanto-juvenis,

é de 1.033.574 volumes,

quando o padrão seria de

mes,

1.326.200 volu

para atender a sua população de 6.000.000 de habitantes.

Acresce o fato das 35 bibliotecas ramais terem sido construídas
sem planejamento de local.

Há porisso grandes

e

populosas

áreas da Capital sem bibliotecas.
Há,
vos.

ainda,

A Nona Região,

índices contristadores em matéria de acercom 37 Municípios e 543.243

habitantes,

dispõe apenas de 17.648 volumes.

A tabulação acusou os seguintes dados:

Bibliotecas com mais de 500 volumes.....

173

Bibliotecas com menos de 500 volumes....

33

Municípios sem bibliotecas

365

Na primeira etapa da tabulação não foram considerados
os

acervos até 499 volumes, por não constituírem

bibliotecas

propriamente ditas, mas coleções de uso do prõprio corpo
nistrativo das respectivas Prefeituras e que nada
para a difusão do livro e da cultura.
cas

informaram que

admi-

contribuem

Muitas dessas

bibliote-

recebem consulentes, mas os benefícios desse

atendimento precisariam ser testados pessoalmente.
dessas bibliotecas encontra-se na

página

-3-

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st em
Oereaclanento

78

A

relação

deste volume.

�Quando nos

referimos ã

Biblioteca Publica,

nio-la com dependências próprias,

acervos,

equipamentos,

habilitado e verbas para sua manutenção.
mas

indispensável

organismo,

consider£
pessoal

Ela ê um dispendioso,

que deve fazer parte

de

qualquer

administração municipal.
As pequenas coleçoes doadas;

as

salas de

apoio de instituições de qualquer cidade,

leitura

sao uteis,

blicos,

interesse:

sofrem

do

poderes pú-

que não consignam verbas para a sua melhoria constante;

por parte de particulares,
cio;

por parte dos

o

evidente-

mente, mas o tempo jã nos provou que as bibliotecas
mal da descontinuidade de

e

por parte dos

que se cansam de

consulentes,

que

prestar

o benefí-

se enfadam com os

pequenos

acervos das bibliotecas desprovidas de encanto.
Pequenas e grandes bibliotecas
siasmo, vivem mal e sao extintas.

são criadas

Os exemplos

com

mais

entu-

chocantes

dessa triste realidade são a extinção da Biblioteca Pública
Estado de São Paulo,

em 1937,

e,

do

recentemente, do Oabinete Por-

tuguês de Leitura, na cidade do Rio de Janeiro.
Não são também satisfatórios os
pelas Bibliotecas Estaduais,
rios para mantê-las

serviços

apesar do esforço

dos

prestados
bibliotecá-

com a necessária dignidade.

A falta de verbas

para construção de edifícios e esta

belecimento ou melhoria de acervos,
reclamos dos escolares e público
gência de se estabelecer planos

que

realmente atendam

adulto, demonstra que
estaduais,

aos

ha

ur-

para resolver probl£

mas que são do interesse de milhões de brasileiros,

de

cada

a reforma do ensino,

estabe_

Estado e de todo o País.
A alfabetização em massa,
lecida pela Lei 5692/71,

os

avanços da tecnologia,

a capacitaçao para a mao de obra,
bibliotecas públicas

que

exigem

fazem com que a demanda

aumente consideravelmente.

Isto

as
ocorre

porque os estabelecimentos de ensino ainda nao assumiram a responsabilidade que

lhes compete, na

formaçao de

sua*;

próprias

bibliotecas.
Esse problema é de

tamanha envergadura que bem merece

ria ser tratado no Encontro Nacional
Educação,

anual

dos

Secretários

a que comparecessem professores e bibliotecários.

-4-

Digitalizado
gentilmente por:

de

�0 levantamento da situação das bibliotecas

públicas

municipais do Estado de São Paulo deixou-nos um pouco descrente
da possibilidade de se resolver a curto prazo o problema

das

demais bibliotecas do país.
Ê evidente que a maioria dos 3952 municípios brasilei^
ros não possui condições para instalar e manter bibliotecas.
Isto foi declarado em dezenas de ofícios que nos foram
dos,

encaminhando os questionários preenchidos.

porisso,

Acreditamos,

ser benéfica a medida determinada pelo Ministro da Edij

cação e Cultura, na Portaria 76A, de

1971, beneficiando

1000 volumes, os Municípios que construirem
publicas.

remeti-

0 Instituto Nacional do Livro,

envio das doações,

suas

com

bibliotecas

ao qual compete

o

estã realmente interessado em contribuir pa-

ra a melhoria das bibliotecas públicas.
Entre os seus numerosos
são mantidos

convênios destacam-se

com as Escolas de Biblioteconomia,

os que

para que alunos

atuem nas bibliotecas e com as Associações de Bib1iotecãrios, p£
ra que se editem revistas onde possam ser publicados
de

interesse da coletividade e da própria classe bibliotecária.

xXx

-5-

cm

trabalhos

Digitalizado
gentilmente por:

�0 quadro n?
te situação:
ção;

1 e

o mapa n? 2

ilustram,

panoramicamente,

regiões com os municípios que

acervos existentes;

Quadro n9

acervos padrões.

1

-6-

Digitalizado
gentílmente por:

as

integram;

a

seguin
popula-

��/

(

cm

Digitalizado
gentilmente por:

Scan
ste m
GereacUmmto

3

14

15

16

17

18

19

�2.

PADRÕES MÍNIMOS DE ATENDIMENTO

Em 1966,
padrões.

publicamos

primeiro

Nele consta um quadro onde foi

padrão mínimo 15,000 volumes,
habitantes,

para

o que deu como razão

um livro para 3 habitantes,
lo.

nosso

do quadro, -

. -

(1)

como

de

1ivro/habitante 0,33,

50.000
isto é,

excluindo-se a aproximação do cãlciJ

resolvemos

o.

índices e

por estar a

inserir nesta obra o referi^

Para estabelecer
pressupostos,

estabelecido

uma comunidade

Em virtude da grande procura desses

publicação esgotada

trabalho sobre

esses

padrões,

partimos

de cinco

que em 1966 eram bem sentidos:

inexistência de bibliotecas públicas,

na

maioria

dos municípios brasileiros;

falta de tradição de cultura,
ções a não considerar

que

a biblioteca

instituição indispensável

alto índice de analfabetos
vel número de analfabetos

zões dos maus

como

absolutos e

considerá-

relativos;

trabalho

o que constitui uma das

e
ra-

serviços prestados ã coletividade;

falta de pessoal

(1)

pública

ã vida de uma cidade;

falta de obediência aos padrões de
atendimento público,

levava as popul£

Pevista Acrõpole, n9 329,

qualificado nas bibliotecas.

junho de
-9-

Digitalizado
gentilmente por:

1966,

p.

21.

�0 conhecimento das dificuldades
as bibliotecas públicas;

a neces sidade'd**

com que se

defrontam

contribuir

solução do trinômio ensino - biblioteca - pessoal ,

para

levou-nos

a
a

considerar vãrios aspectos do problema da seguinte maneira:
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: ,
-

,

I

,i

-r.i b :

!’

^a falta de bibliotecas entrava a difusão do livro e da cul,, , r.tur a;

.

■

; í , ,

, ' ;

•

hã necessidade urgente de se criar ou reestruturar os

servi

ços bibliotecários em todos os municípios brasileiros;

a crescente afluência de escolares às bibliotecas públicas,
ê motivada pelas
todos

inovações

a que se sujeitou

o ensino,

de

os graus;

o hábito da leitura ê formado nos anos

de

estudo

elemen-

tar e o pensamento crítico ê estabelecido pelo uso e avalia
ção do material bibliográfico e audiovisual;

o entrosamento das atividades das bibliotecas públicas

com

os estabelecimentos de ensino ê matéria necessária e urgente, porque são escassas

as verbas e pobres os acervos;

a.S: pequenas coleções cansam os consulentes
as bibliotecas;

^

e

desacreditara

,

os processamentos técnicos das coleçoes,
acesso rápido ã informação»

que

permitem

o

sao dispendiosos e nao devem ser

elaborados em todas as bibliotecas, mas em centrais bibliográficas.

-10-

Digitalizado
gentilmente por:

�QUE g UM PADRÃO?
I
De acordo com os dicionários,
cido por autoridade,
V'
'
'
do .
'
,

costume ou uso,

padrão é algo estabele-

como um modelo a ser

segui^

‘

Por que motivo os bibliotecários ,devem contar com padrões para as

suas atividades?

Como pode a Administração Municipal medir
cios prestados aos munlcipes,

os benefí-

através de seus serviços bibliot£

cários?
A única maneira de determinar respostas ãs
formuladas,
quais

perguntas

é o estabelecimento de instrumentos de medida,

se denominam padrões.

Estes,

por sua vez,

necessitam

aos
se

ajustar à realidade de cada comunidade.
Uma vez aceito o princípio dos padrões,
meçar por medir a quantidade e qualidade dos
pela biblioteca.

é preciso co-

serviços prestados

Comparar o que existe cora os padrões

recomendados, pois eles,

com os dados estatísticos,

facilitar a fixação de prioridades,

mínimos

servem para

ajudam no planejamento

de

expansão da biblioteca e no estabelecimento de seu acervo.
Os padrões
planejamentos

ideais sao

também indispensáveis,

para

os

a longo prazo.

Os padrões cobrem vários aspectos da atividade biblio
tecaria,

assim como horas de trabalho,

auxílio ao

leitor,

práticas de

empréstimo,

processamentos técnicos.

A organização e a difusão dos acervos devera correspon
der ãs exigências da comunidade, daí a necessidade de haver uma
política de seleção de
rios

livros,

levada a termo

por

bibliotecá-

e professores.
Para se fornecer bons

por de pessoal

serviços,

é imprescindível dis-

suficiente e capaz.

Todas as pbsiçoes numa biblioteca devem ser estabelecidas como parte de um todo, mas
benefícios das

reconhecemos

funções gratificadas,

para

os

as

vantagens

setores

e

de maior

responsabilidade.
A tabulação de dados,

provenientes dos

recebidos das bibliotecas municipais do Estado
levoii-nos

questionários
de

São

a elaborar uma tabela complementar de padrões.

consideramos acervos

até 2.500 volumes,

des de 3.000 habitantes.
-11-

para servir

Paulo,
Nela

a comunida

�Razão livro por habitante

BIBLIOTECAS COM ACERVOS DE

2.500 A 14.000 VOLUMES

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♦

�1 400,000

ACERVO PADR

50 000
1 3 00 00 0
50.000
1.200,000
MUNICÍPIO

DE

50.000
1. 1 00.000

SÀO

PAULO

50.000

ACERVO REAL

1,000.000
50.000
900 000
50,000
800 .000
50.000
700.000
50 000
600.000
50 000
500.000
50.000
400 OOO
50 000
300.000
50.000
GRÁFICO N2 1

200.000
50.000
1 00,000
80.000
60 000
40.000
20 000
00 000
li REGIÃO - município de S PAULO
-14-

Digitalizado
gentilmente por:

■^'3

14

15

�o
EXCLUÍDO

GRANDE
O

REGIÕES

SÀO

PAULO

MUNICÍPIO

DE

S.

PAULO

administrativas
LEGENDA
ACERVO PADRÃO
ACERVO REAL

/

GRÁFICO N2 2

-15-

Digitalizado
gentilmente por:

3

14

1

�/

Digitalizado
gentilmente por:

3

14

15

16

17

18

19

�3.

INSTITUIÇÕES QUE INTERVgM NA

PROBLEMÁTICA DO

LIVRO

E DAS

orientação,

doa

BIBLIOTECAS EM SÃO PAULO

1.

INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO - INL
Estabelece convênios,
livros,

fornece

através de sua

Representação em São Pau-

1 o.
■ ‘
2.

•v ■

1 •

FUNDAÇÃO PARA 0 LIVRO ESCOLAR
Procura promover o livro em todas as

suas

formas

e conseguir o seu barateamento.

.
3.

i
CENTRO DE ESTUDOS E

PESQUISAS

DE

ADMINISTRAÇÃO

MUNICIPAL - CEPAM
0 Grupo esta ligado ã Secretaria do Interior.
Promove cursos e tem como objetivo realizar
'

4.

pes-

quisas sobre a Administração Municipal.

SUB-COMISSÃO ESTADUAL DE BIBLIOTECAS
Está vinculada ao Conselho Estadual de Cultura.
Desde a sua criação doava pequenos

.

1

vr&amp;s is bibliotecas do Interior.

■ ;

lotes de
Não

desde o advento do atual Governo.

.

,

,t

funciona

Alias,

;

ou alguém. ,
0 .Governo de

livros,

' '
São Paulo, não querendo nomear

vos membros para a Sub-Comissão de

omissão estadual em matéria de bibliotecas
completa e não camuflada.

-17-

Digitalizado
gentilmente por:

no-

Bibliotecas,

fê-lo por achar a medida ridícula e para

1

ul-

em solenidades que visavam promover alguma coisa,
^

cm

com

isto concordamos plenamente, pois nos parece
trapassada a era das pequenas doações de

,

li-

que

a

fosse

�5.

CÂMARA BRASILEIRA DO LIVRO
Congrega editores,

livreiros

ao problema do livro.

e

pessoas

Ultimamente,

ligadas

vem

contri-

buindo para a melhoria dos processamentos
cos dos acervos bibliográficos,

técni-

através do

Cen-

desenvolvidas

junto

tro de Catalogação na Fonte.

5.

ASSOCIAÇÕES DE PAIS E MESTRES
Como

as

suas

is Escolas,

atividades

são

as doações de livros

têm sido

feitas

as bibliotecas escolares.

7.

LIONS CLUBES DE

SÃO PAULO

Algumas doações de livros

têm sido

estabelecimentos de ensino e

feitas

bibliotecas

aos
publi-

cas .

8.

FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES DE

BIBLIOTE-

CÁRIOS - FEBAB
Tem como um de seus

objetivos estimular a

cria-

ção e melhoria das bibliotecas e centros de documentação.
mações.

Realiza levantamentos e fornece
Todos os dados

camente.

As

Comissões

são tratados

FEBAB,

que estudam os problemas das bibliotecas

biome-

dicas,

públi-

cas e escolares,
sas áreas,

as regiões

jurídicas,

agrícolas,

congregam os bibliotecários des-

a fim de estabelecer homogeneidade

sistemas e métodos de

trabalho,

condizentes

onde atuam os Grupos Estaduais,

dos ãs Associações de Bibliotecários.

-18-

cm

estatistida

tecnológicas,

Permanentes

infor

Digitalizado
gentilmente por:

de
com

filia-

�- 19 -

Digitalizado
gentilmente por:

♦

I"

ORGANOGRAMA N2

PROBLEMÁTICA

DO

LIVRO

E

DAS

NA

BIBLIOTECAS

INSTITUIÇÕES QUE INTERVEM

�FEDliRAÇÃO BRASILT.IRA DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS
Rua Av anil an d ava , 4 0 , conj .

110 - Sao Paulo

QUESTIONÁRIO
bibliotecas PfÍBLICAS

1.

DENOMINAÇÃO DA BIBLIOTECA;

2.

ENDEREÇO:

3.

CAIXA POSTAL;

_

4.

BAIRRO:

CIDADE:

5.

nome do DIRETOR:

6.

QUAL O HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA BIBLIOTECA?

7.

QUANTAS PESSOAS TRABALHAM NA BIBLIOTECA?

8.

QUANTOS BIBLIOTECÁRIOS?

8.1

EM QUE ESCOLA O BIBLIOTECÁRIO SE FORMOU?

9.

DATA DE FUNDAÇÃO DA BIBLIOTECA:

10.

ESPECIFICAR FUNÇÕES EM FOLHA A PARTE:

11.

ACERVO:
N9 de livros:
N9 títulos de jornais ;
N9 títulos de revistas:
N9 de gravuras:
N9 de mapas:
N9 de incunãbulos:

TELEFONE:

N9
N9
N9
N9
N9

ESTADO:

de
de
de
de
de

diafilmes:
diapositivos:
partituras:
manuscritos:
folhetos:

12.

MÉDIA MENSAL DE CONSULTAS:

13.

JUNTAR ORGANOGRAMA, ESPECIFICANDO DIVISÕES E SECÇÕES:
ples)

14.

QUAIS OS FICHÁRIOS MANTIDOS: AUTORES:
tITULOS:
SISTEMÁTICO:

'

15.

QUAL A CLASSIFICAÇÃO USADA?

16.

QUAL O CÕDIGO USADO NA CATALOCAÇÁO ?

17.

QUAL A VERBA PARA A COMPRA DE LIVROS EM 1969?

18.

QUAL A VERBA PARA A COMPRA DE PERIÓDICOS EM 1969?

19.

QUAL O EQUIPAMENTO REPROGRÁFICO DE QUE DISPÕE?

20.

QUAL A POPULAÇÃO DESSE MUNICÍPIO?

21.

NOME DO ATUAL PREFEITO:

22.

MANDATO DO PREFEITO:

23.

ENDEREÇO DA PREFEITURA:

24.

ENDEREÇO DO ARQUIVO MUNICIPAL:

NOTA :

(desenho sim-

se não houver Biblioteca Municipal,
preencha os itens
20 a
24 deste questionário e o devolva com urgência para o endere
ço supra citado.

-20-

Digitalizado
gentílmente por:

Sc a n
Sy st e m

I"
♦

14

15

16

17

18

19

�LEGISLAÇÃO SOBRE

5

BIBLIOTECAS MUNICIPAIS
ESTADO DE

DO

SÃO PAULO

CAPITAL
Lei 2836, de 25 de fevereiro de 1925.
Autoriza o Presidente da Câmara a reformar a Bibliote
ca Municipal.
Ato 861, de 30 de maio de 1935.
Organiza o Departamento de Cultura e de Recreação.
artigo 29,
seções .

item II - Divisão de Bibliotecas,

Titulo III - capitulo I - Das bibliotecas
34 , 35 , 36 , 37 , 38 e 39) .
^

com duas

( arts.

33,

Ato 1146, de 4 de julho de 1936.
Consolida e modifica disposições referentes aos servi
dores (repartições e funcionários) da Prefeitura e d¥
outras providencias.
Decreto-Lei 404, de 8 de março de 1947.
Dispõe sobre a reestruturação das carreiras do funcÍ£
nalismo municipal, e dâ outras providências.
Decreto-Lei 430, de 8 de julho de 1947.
Reorganiza a estrutura administrativa da
Prefeitura,
com o desdobramento da Secretaria de Cultura e Higiene, criada pelo Decreto-Lei 333, de 27 de dezembro de
1945, e dã outras providências.
Lei 3853, de 18 de março de 1950.
Dispõe sobre instalação de
Bibliotecas
Infantis
diversos distritos e subdistritos da Capital.

em

Conteúdo: Distritos e Subdistritos:
Santana,
Brás,
Lapa; Butantã (Pinheiros), Ipiranga, Penha,
Tatuapé,
Vila Maria, Casa Verde, Vila Mariana, São Miguel Paulista e Itaquera, e na sub-prefeitura de Santo Amaro.
Lei 3887, de 6 de maio de 1950.
Cria a Seção de Microfilme na Biblioteca Municipal.
Lei 4053, de 30 de maio de 1951.
Cria a Divisão de Bibliotecas
Cinema Educativo.

Infanto-Juvenis

e

de

Lei 4763, de 2 de julho de 1955.
Denomina Ilans Christian Andersen,
a
atual Biblioteca Infantil do Tatuapé, localizada na Avenida
Celso
Garcia, no subdistrito do Tatuapé.
Lei 4793, de 15 de setembro de 1955.
Denomina Biblioteca Municipal Infantil
Monteiro Loba
to a atual Biblioteca Infantil de Vila Buarque, e
dX
outras providências.

-21-

Digitalizado
gentilmente por:

�Decreto 4591, de 15 de fevereiro de 1960.
Denomina Mario de Andrade a Biblioteca Municipal.
Lei 5971, de 2 de maio de 1962.
Denomina Sala de Arte Sérgio Milliet a
Sala de
Arte
da Biblioteca Municipal Mario de Andrade, e dã outras
providências.
Decreto 6586, de 9 de agosto de 1966.
Denomina Adelpha Figueiredo a Biblioteca Municipal do
Canindê.
Decreto 8347, de 7 de agosto de 1969.
Dispõe sobre a transformação da Seção de
Microfilmes
da Divisão de Bibliotecas em
Seção
de Atendimento e
Informação.
Decreto 8746, de 7 de abril de 1970.
Dispõe sobre a criação de Biblioteca Infanto-Juvenil.
Local:
Penha.
Biblioteca Infanto-Juveni1
Cultural da Penha.

do Centro

Decreto 8747, de 7 de abril de 1970.
Dispõe sobre criação de Biblioteca.
Conteúdo:

Biblioteca do Centro Cultural da Penha.

Decreto 8160, de 8 de maio de 1969.
Dispõe sobre denominação de Biblioteca Infantil.
art. 19 - Fica denominada Biblioteca Infantil Viriato
Correia a atual
Biblioteca
Infantil de Vila Mariana
-BI-3.
Decreto 8804, de 27 de maio de 1970.
Dispõe sobre denominação de Biblioteca.
Conteúdo: Artigo 19 - Passa a denominar-se Biblioteca
Francisco Pati a Biblioteca Municipal da Lapa.
Decreto 10.310, de 8 de janeiro de 1973 .
Denomina Ministro Genesio de Almeida Moura a
teca do Ipiranga.

-22-

Digitalizado
gentilmente por:

Biblio-

�INTERIOR
PRIMEIRA REGIÃO
20.
21.
22.

BIBLIOTECA PObLI CA DE BARUERI
BIBLIOTECA PÜBLI CA DE FRANCISCO MORATO
BIBLIOTECA MUNIC IPAL MONTEIRO LOBATO ,
DE SÃO BERNARDO

Lei 3, de29-5 -19 6 8 .
Lei 85, de 9-3 -1967 .
Lei 179, de 20 -10-1952 .

QUARTA REGIÃO
23.
24.
25 .
26.
27.

BIBLIOTECA
BIBLIOTECA
BIBLIOTECA
BIBLIOTECA
biblioteca

PÚBLICA
PÚBLICA
PÚBLICA
PÚBLICA
PÚBLICA

DE
DE
DE
DE
DE

ANHEMBI
BOITUVA
CONCHAS
ITAPETININGA
SALTO DE PIRAPORA

Lei
Lei
Lei
Lei
Lei

506, de 20 -8-1968.
881, de 25 -10-1968.
242 , de 17 -5-1956.
18, de 19- 10-1948.
34 , de 9-1 0-1972.

PÚBLICA
PÚBLICA
PÚBLICA
PÚBLICA
PÚBLICA
Pública
PÚBLICA

DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE

ANALÃNDIA
CORUMBATAt
DIVINÕPOLIS
ITAPIRA
JUNDIAI
SÃO PEDRO
TAMBAÚ

Lei 333, de 2- 10-1965.
Lei 193, de 6- 9-1965.
Lei 433 , de 8- 6-1970.
Lei 184, de 1- 12-1953.
Lei 1656 , de 1 1-12-1969.
Projeto de Lei 34, de 1971.
Lei 96, de 5-5 -1962 .

QUINTA REGIÃO
28.
29.
30.
31.
32.
33.
34.

BIBLIOTECA
BIBLIOTECA
BIBLIOTECA
BIBLIOTECA
BIBLIOTECA
BIBLIOTECA
BIBLIOTECA

/

SEXTA REGIÃO
35.
36.
37 .

BIBLIOTECA pública DE-, MORRO AGUDO
PAUBIBLIOTECA PÚBLICA DE PATROCiNIO
LISTA
H
BIBLIOTECA PÚBLICA DE TAQUARITINGA■

Lei 335 , de 9- 9-1965 .
Lei 264, de 27 -11-1962 .
Dec. 8, de 22- 1-1942.

SÉTIMA REGIÃO
38.
39.
40.

BIBLIOTECA PÚBLICA DE BARRA BONITA
BIBLIOTECA PÚBLICA DE GUARANTÃ
BIBLIOTECA PÚBLICA DE lACANGA

Lei 456, de 17 -11-1965 .
Lei 227 , de 6- 12-1960 .
Lei 463, de 17 -3-1965 .

OITAVA REGIÃO
41 .
42.
43.

BIBLIOTECA PÚBLICA DE FERNANDÚPOLIS
BIBLIOTECA PÚBLICA DE PALESTINA
BIBLIOTECA PÚBLICA DE UCHOA

Lei 1 , de 3-4- 1951 .
Lei 551 , de 22 -11-1969 .
Lei 127, de 16 -12-1952 .

NONA REGIÃO
44.

BIBLIOTECA PÚBLICA DE MURUTINGA DO SUL

DÉCIMA REGIÃO
45.
46.

Lei 90, de 13- 11-1959 .

'

BIBLIOTECA PÚBLICA DE JUNQUEIrOPOLIS
VENbiblioteca'‘pública DE PRESIDENTE
CESLAU

Lei de 11-12-1 957 .
Lei 382 , de 16 -3-1961.

DÉCIMA PRIMEIRA REGIÃO
47 .
48.

Dec. 266, de 11-11-1965.
Lei de 3-1-1941.

BIBLIOTECA PÚBLICA DE ASSIS
BIBLIOTECA PÚBLICA DE MARÍLIA

-23-

cm

Digitalizado
gentilmente por:

♦

�PESSOAL MILITANTE

INTERIOR

Bibliotecários

45

Estudantes de biblioteconomia

0

Atendentes de biblioteca

0

Funcionários burocráticos

522

Bibliotecários

115

CAPITAL

Estudantes de biblioteconomia

40

Atendentes de biblioteca

201

Funcionários burocráticos

634

SALÁRIOS PAGOS PELA PREFEITURA DO MUNIcIpIO DE SÃO PAULO

Bibliotecário Chefe de Divisão

- Ref. XI-B

- 2.434,80

Bibliotecário Chefe de

- Ref.

- 2.213,30

Seção

XI-A

Bibliotecário

- Ref. VIII-D - 1.918,20

Bibliotecário

- Ref.

VIII-C - 1.770,80

Bibliotecário

- Ref.

VIII-B - 1.623,30

Bibliotecário

- Ref. VIII-A - 1.475,60

Estudantes de biblioteconomia
2 sal. mínimos, 90 h mensais
Atendentes de biblioteca

- Nível

-24-

Digitalizado
gentílmente por:

System
Oereaclamento

♦

II

-

624,00

-

655,90

�7.

SUGESTÕES PARA A BUSCA DE SOLUÇÕES

A criação de um SERVIÇO CENTRAL DE BIBLIOTECAS é

matéria

que deveria ser cogitada pelo Governo, uma vez que Sao Pa^
lo é um dos poucos Estados que não possuem
Estaduais.
■i .
'■ X'

Bibliotecas

‘ ’

A carência de verbas para atender a

centenas de

biblio-

tecas justificaria a sua consignação a um Serviço Central,
onde a aquisição e preparação dos acervos seriam
por meios eletrônicos.

obtidas

Economizando numerário e tempo,ele

poderia propiciar ao público um serviço rápido e homogêneo,
pois os processamentos

técnicos vêm contribuindo,

ra apreciável, para que os

de mane^

livros nao cheguem ãs mãos

dos

leitores em seu devido tempo.

0 surgimento de novas bib1iotecas;

os processamentos

nicos cada dia mais difíceis; os milhares de

obras

processamentos nas bibliotecas do pais, fizeram
Deputado Faria Lima

(1)

técsem

com que o

da representação de São Paulo apr£

sentasse ã Cãmara Federal um Projeto de Lei,

obrigando ãs

Editoras e Autores do pais a adotarem o sistema de catalogação na fonte,
tar,

porém,

em todo livro publicado.

É medida

salu-

estamos convencidos de que os problemas

dos

Processamentos Técnicos sõ serão resolvidos, no dia em que
forem centralizadas essas

atividades,

em Serviços Centrais,

nas Bibliotecas estaduais.

As bibliotecas existentes nas sedes das Regiões
trativas

Adminis-

deveriam servir como Bibliotecas Regionais,

en-

trando em contato com o público dos Municípios que agrupam.
Através do atendimento ãs pequenas bibliotecas,
ou caixas-bib1iotecas,
todas as pequenas
locais,

(1)

com carros

fariam circular seus acervos

comunidades,

em

atendendo ãs peculiaridades

em seu raio de açao.

José Roberto de Faria Lima.
2-4-1973.
-25-

Digitalizado
gentílmente por:

Projeto:

Congresso

Nacional,

�7.1

COOPERAÇÃO ENTRE AS BIBLIOTECAS PÜBLICAS E ESCOLARES

Entre os primeiros problemas da cooperação entre
tecas municipais e escolares,
rios

itinerantes.

circuito fixo,

esta a falta de

biblio-

bibliotecá-

Gastando horas ou dias, viajando

eles poderiam,

automaticamente,

num

fazet

com

que as bibliotecas relacionassem seus programas de ativida
de .

7.2

CATÁLOGOS COLETIVOS

Para que houvesse controle dos acervos,

seria

o estabelecimento de Catálogos Coletivos de
riódicos, no Serviço Central.

livros e

Ele deveria existir,

bém, nas Bibliotecas Regionais de cada sede
va,

necessário
petam-

administrati-

abrangendo os acervos de suas respectivas

áreas

de

jurisdição.

7.3

SELEÇÃO DO MATERIAL BIBLIOGRÁFICO
à
Deveria ser feita por uma Comissão,
tecários e professores,

constituída de

atendendo quanto possível

biblio
às

soli-

citações das Bibliotecas Regionais.

7.4

TREINAMENTO DE PESSOAL

0 treinamento de pessoal e outro problema a ser
do,

pois,

considera

deveria ser ministrado por bibliotecários,

em

cada Regional, obedecendo ás peculiaridades do meio.

Obvia

mente,

todas

as Regionais devcriam ter seu quadro de

bliotecários e Atendentes
volume de

dc Biblioteca, de

trabalho.
-2 b-

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
sí em
Ciereaclanento

acordo

Bicom

o

�s

7.5

PLANEJAMENTO E RESPONSABILIDADE OFICIAL

As providências assim tomadas, pelos governadoresj
cendo acervos processados e pelos Prefeitos

ofere-

Municipais

construindo edifícios e mantendo o quadro do pessoal, dentro de suas possibilidades, eliminariam drasticamente

os

problemas que as bibliotecas enfrentam para atender ao sem
pre crescente desejo dos cidadãos, no tocante ao
mento de

forneci-

livros.
/

Sem a adoção de um plano formal de criação e
mento de bibliotecas;

desenvolvi-

sem que o Estado assuma suas

respon

sabilidades bãsicas nesse aspecto da educação, os serviços
bibliotecários existentes estão seriamente ameaçados
colapso e a criação e manutenção de bibliotecas

de

tornar-

se-ão cada dia mais difíceis.

Não estamos pregando nada de novo e

temos

não chegamos a conclusões pessimistas.

a certeza

Estamos,

que

sim, mani^

festando nossa preocupação pelo destino dos serviços

bi-

bliotecários, não sõ em São Paulo, mas do país, dos

quais

dependem os estudantes e todos aqueles que procuram,

atra-

vés do livro, o progresso material e espiritual
pode dar,

permanente e silenciosamente.

xXx

-27-

Digitalizado
gentilmente por:

que

ele

��Gentileza do SESI
-29-

cm

Digitalizado
gentilmente por:

�CAIXA- ESTANTE

GENTILEZA

DO

-30-

Digitalizado
gentilmente por:

SESI

�'

W

M
■

‘

l' ■
.* í '
’
JL . V ' - ‘
PRIMEIRA

' ji'
•
\
•
REGIÃO

municIpio de São paulo

POPULAÇÃO

6.631.000

í)

ACERVO

1.033.574

BIBLIOTECAS

37

BIBLIOTECÁRIOS

115

ESTUDANTES DE BIBLIOTECONOMIA TRABALHANDO

..

9

ATENDENTES DE BIBLIOTECAS

201

FUNCIONÁRIOS BUROCRÁTICOS

634

-31-

Digitalizado
gentilmente por:

�CIDADE

cm

1

DE

SÃO

Digitalizado
gentilmente por:

PAULO

^^ystem
Ciereaclanento

3

14

15

16

17

18

19

�MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
POPULAÇÃO URBANA DOS

DISTRITOS E SUBDISTRITOS

BIBLIOTECAS

Quadro n9 A

-33-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�MUNICÍPIO DE SÃO PAULO
POPULAÇÃO URBANA DOS

DISTRITOS E SUBDISTRITOS
/
BIBLIOTECAS

'

Bibliotecas
População

Subd i s t r i to s

Adultos

Infantis

50.000

1.

Aclimação

2.

Alto da Moõca

3.

Barra Funda

30.000

A .

Bela Vista

62.000

5.

Belenzinho

55.000

6.

Bom Retiro

26.000

7.

Brás

55.000

8.

Brasilândia

100.000

9 .

Butantã

176.000

10.

Cambuci

49.000

11 .

Cangaíba

60.000

12 .

Casa Verde

99.000

13.

Cerqueira César

44.000

14.

Consolação

63.000

15 .

Ibirapuera

111 .000

16.

Indianõpolis

17 .

Ipiranga

172.000

18.

Jabaquara

196.000

19.

Jardim América

48.000

20.

Jardim Pau 1ista-11aim

92.000

1

21.

Lapa

123.000

2

22 .

Liberdade

60.000

23 .

Limão

70.000

24.

Mooca

36.000

A transportar

140.000

71.000

....

1.988.000

Quadro n9 5

-34-

Digitalizado
gentilmente por:

�Bib1iotecas
Subdistritos

População
Adultos

De transporte

Inf antis

....

,988.000

4

7

25. Nossa Senhora do Õ

142.000

1

1

31.000

1

1

1

1

26 .

Pari

27.

Penha de França

138.000

28.

Perdizes

100.000

29 . Pinheiros

44.000

1

30.

Pirituba

87.000

1

31.

Santa Cecília

68.000

1

32.

Santa Efigênia

40.000

33 .

Santana

199.000

1

34.

Santo Amaro

378.000

1

35.

Saúde

235.000

1

36 .

Sé

37 .

Socorro

166.000

38. Tatuapé

255.000

39 .

Tucuruvi

359.000

40.

Vila Formosa

10.000

97.000

41. Vila Guilherme

74.000

42 .

Vila Jaguara

52.000

43.

Vila Madalena

34.000

44.

Vila Maria

117.000

45.

Vila Mariana

810.000

46.

Vila Matilde

152.000

47.

Vila Nova Cachoeirinha

310.000

48.

Vila Prudente

359.000

Total Geral

6.245.000

13

24

-35-

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
sí em
Ciereaclanento

♦

li/ 3

14

15

16

17

18

19

�DIVISÃO DE BIBLIOTECAS CULT-2

1 . 1

1 .

2

1 .

3

1

. 9

I .9.1
1 . 4

1.9.2

1 . 5

1 .9. 3
1.9. 4

1 .

6
1.9.5

1 .

7
1.9.6
1.9.7
1.9.8
1.9.9
1.9.10
1.9.11
1.9.12

ORGANOGRAMA N£ 2

-36-

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

■C'

I

�■
’ ■■
■, -'M'
DIVISÃO DE BIBLIOTECAS - CULT-2
ESTRUTURA ATUAL

1.1

auxiliar de gabinete

1.2

SEÇÃO DE CLASSIFICAÇÃO E CATALOGAÇÃO - CULT-201

1.3

SEÇÃO DE AQUISIÇÃO E REGISTRO - CULT-202

1.4

SEÇÃO DE BELAS ARTES, RARIDADES E MAPOTECA - CULT-203

1.5

SEÇÃO DE REVISTAS E JORNAIS - CULT-204

1.6

SEÇÃO CIRCULANTE - CULT-205 /

1.7

SEÇÃO DE EXPEDIENTE - CULT-207

1.8

SEÇÃO DE atendimento E

1.9

BIBLIOTECA MUNICIPAL MÃRIO DE ANDRADE

INFORMAÇÃO - CULT-208

RAMAIS

í
1.9.1

Tatuapé

1.9.2

Ipiranga - Ministro Genesio de Almeida Moura

1.9.3

Moõca

1.9.4

Lapa - Francisco Pati

1.9.5

Santana

1.9.6

Piritub a

1.9.7

Santo Amaro - Presidente Kennedy

1.9.8

Cruz das Almas - Afonso Schmidt

1.9.9

Canindé - Adelpha de Figueiredo

1.9.10

Vila Formo s a

1.9.11

Jardim da Saude

1.9.12

Penha

-37-

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�DIVISÃO DE BIBLIOTECAS
CULT.

2

A Biblioteca Pública Municipal,
25-2-1925,

foi

criada

inaugurada em 14-1-1926,

pela

2836,

tendo como

sede um edifício situado à Rua 7 de Abril,
de são Paulo,

Lei

37.

o Doutor Firmiano de Moraes Pinto.

de

primeira

Era

prefeito

0

primeiro

Diretor da Biblioteca foi o Doutor Eurico Doria de Araújo Goes.

A Biblioteca começou a funcionar com 15.000 volumes,

tendo

si-

do enriquecida em 1937 com 40.000 volumes, doados pelo Governo
do Estado que, naquele ano,
dual.

resolveu fechar a Biblioteca Esta-

0 acervo da Biblioteca do Estado deu entrada na Biblio-

teca Municipal em 1-1-1939.

0 edifício onde atualmente se aloja a Biblioteca Publica
cipal,

i Rua da Consolação,

Pela Lei 4591,

de

15-2-1960,

94,

foi

Muni

inaugurado em 25-1-1942.

a Biblioteca Pública

Municipal

passou a denominar-se Biblioteca Municipal Mario de
em homenagem ao grande escritor e poeta,

Andrade,

primeiro diretor

do

Departamento de Cultura.

0 acervo atual e de 844.271 volumes,
doze

ramais.

Essas bibliotecas funcionam em edifícios

prios, nos seguintes

B.C.

locais:

BIBLIOTECA MUNICIPAL MARIO DE ANDRADE
Rua da Consolação,
Tel.

34-7880

94

PBX 36-7126

BIBLIOTECAS RAMAIS

R.

1

incluindo as coleções das

BIBLIOTECA DO TATUAPG
Avenida Celso Garcia,
Tel.

4200

295-4448

-38-

Digitalizado
gentílmente por:

R.7

pró-

�BIBLIOTECA MINISTRO GENESIO DE ALMEIDA MOURA
Rua Cisplatina,
Tel.

505 - Ipiranga

273-9A71 e 273-2390

BIBLIOTECA DA MOÕCA
Rua Bresser,
Tel.

2557

292-5126

BIBLIOTECA FRANCISCO PATI - LAPA
Rua Catão,
Tel.

611

262-0456

BIBLIOTECA DE SANTANA
Praça TenÕrio de Aguiar
Tel.

298-0072

BIBLIOTECA DE PIRITUBA
Avenida Mutinga,
Tel.

1425

260-2476

BIBLIOTECA PRESIDENTE KENNEDY - SANTO AMARO
Avenida João Dias,
Tel.

822

269-0513

BIBLIOTECA AFONSO SCHMIDT - CRUZ DAS ALMAS
Avenida Elizio Teixeira Leite
Tel.

266-0524

BIBLIOTECA ADELPHA DE FIGUEIREDO - CANINDÉ
Praça Illo Ottani
Tel.

92-1343

BIBLIOTECA DE VILA FORMOSA
Avenida Renata,
Tel.

163

295-8051

BIBLIOTECA DO JARDIM DA SAÚDE
Praça Conselheiro João Rodrigues
Tel.

63-1214

BIBLIOTECA DO CENTRO CULTURAL DA PENHA
Rua Dr.

João Ribeiro

-39-

Digitalizado
gentilmente por:

�ATENDIMENTO PUBl.ICO

Em 1972 as Bibliotecas de adultos

atenderam a 471.798

consu-

lentes.

EX-DIRETORES DA DIVISÃO DE BIBLIOTECAS

Eurico Doria de Araújo Goes

1925

Rubens Borba Alves de Moraes

1935

Sérgio Milliet da Costa e

1943

Silva

Renato Snell

1959

Francisco José de Almeida Azevedo

1959

Adelpha Rodrigues de Figueiredo

1964

Afra de Lima

1964

Maria Amélia de Moura Afonso

1965

Laura Garcia Moreno Russo

1968

Mozart Lambert

1968

A atual Chefe de Divisão de Bibliotecas é a Bibliotecária Noemi
do Vai Penteado.

HORÃRIO DE ATENDIMENTO

segundas as sextas

8:00 ãs

24:00 h

sábados

9:00 ãs

18:00 h

13:00 ãs

18:00 h

domingos

-40-

Digitalizado
gentilmente por:

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Ciereaclamcnto

3

34

35

36

37

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5

6

Digitalizado
gentilmente por:

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�MOVIMENTO ESTATiSTICO DE
•

1

LEITORES NAS

BIBLIOTECAS PARA ADULTOS
1972

BIBLIOTECA MUNICIPAL MÁRIO DE ANDRADE

471.798

CANINDÉ - ADELPHA DE FIGUEIREDO

34.952

CRUZ DAS ALMAS - AFONSO SCHMIDT

59.976

IPIRANGA - MINISTRO GENESIO DE ALMEIDA MOURA...

52.182

JARDIM DA SAÚDE

54.991

MOÕCA

21.731

LAPA - FRANCISCO PATI

7.421

PENHA

42.003

PIRITUBA

32.041

SANTANA

20.812

SANTO AMARO - PRESIDENTE KENNEDY

71.990

TATUAPÉ

26.449

VILA FORMOSA

43.005

Quadro n?

7

-42-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

♦

�Dados

a serem levantados,

jamento de atividades,

para que se possa elaborar um

tendo era vista o precioso

plane-

manancial

de

informações que poderá ser posto á disposição do público.

1.

Numero de obras não catalogadas na Biblioteca Central.

2.

Núraero de obras não catalogadas nas Bibliotecas Ramais.

3.

Número de títulos de periõdicos por catalogar.

4.

Número de folhetos por catalogar.

5.

Material da ONU por catalogar.

6.

Material da UNESCO por catalogar.

7.

Produção diária de pesquisas para entrada de nomes

em

6

horas.
8.

Produção diária de um Bibliotecário c1 assificador em 6 horas .

9.

Produção diária de um Bibliotecário catalogador em 6 horas.

10.

Consulentes atendidos por um Bibliotecário de

Referência

em 6 horas.
11.

Produção diária de um Atendente de Biblioteca em
por atividades.

12.

Obras tombadas por um Atendente em 6 horas.

13.

BOLETIM BIBLIOGRÁFICO:

periodicidade e

-43-

Digitalizado
gentilmente por:

tiragem.

6 horas,

�ORGANOGRAMA N2 3

-44-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�DIVISÃO DE BIBLIOTECAS INFANTQ-JÜVENIS E CINEMA EDUCATIVO
CULT-6

ESTRUTURA ATUAL
2.1

Auxiliar de Gabinete

2.2

Serviço de Almoxarifado

2.3

Sala Braille

2.4

SEÇÃO DE BIBLIOTECAS INFANTO-JUVENIS, CINEMA

EDUCATIVO

E TEATRO INFANTIL - CULT-601

2.5

SEÇÃO DE PSICOLOGIA, ORIENTAÇÃO ARTiSTICA E REVISTA INFANTIL - CULT-602

2.6

/

biblioteca MONTEIRO LOBATO
RAMAIS

2.6.1

Itaim - Anne Frank

2.6.2

Vila Mariana - Viriato Corrêa

2.6.3

Tatuapé - Hans Christian Andersen

2.6.4

Santo Amaro

2.6.5

Santana

2.6.6

Pinheiros

2.6.7

Vila Mariana II

2.6.8

Bairro Siciliano

2.6.9

Chácara do Castelo

2.6.10

Moóca

2.6.11

Tatuape II

2.6.12

Vila Maria

2.6.13

Vila Nova Manchester

2.6.14

Vila Prudente

2.6.15

Vila Romana

2.6.16

Aclimação

2.6.17

Pirituba

2.6.18

Vila Formosa

2.6.19

Guaianazes

2.6.20

Perus

2.6.21

Canindé - Adelpha de Figueiredo

2.6.22

Cruz das Almas - Afonso Schmidt

2.6.23

Penha

-45-

cm

1

Digitalizado
gentílmente por:

�DIVISÃO DE BIBLIOTECAS INFANTO-JUVENIS
CULT.

A

Biblioteca

Infanto-Juveni1

30-5-1935 como uma das

6

foi

criada

pelo Ato

832,

de

Seções da Biblioteca Publica ílunicipal.

Pela Lei 4053 de 30-5-51 constituiu-se na Divisão de Bibliotecas

Infanto-Juvenis e Cinema Educativo,

General Jardim,

485,

Lobato, em homenagem ao grande escritor,
ças grande parte de sua obra.
vinte e três bibliotecas,

B.C.

funciona

à

Rua

em magnífico edifício desde 24-12-1950.

Pela Lei 4793/55 passou a denominar-se

te construídos nos

que

Biblioteca

Monteiro

que- dedicou às

£ a central de uma

crian-

rede

de

instaladas em edifícios especialmen-

seguintes

locais:

BIBLIOTECA INFANTO-JUVENIL MONTEIRO LOBATO
Rua General Jardim, 485
Tel.
256-6675

BIBLIOTECAS RAMAIS

R.

1

BIBLIOTECA INFANTIL ANNE FRANK - ITAIM
Rua Cojuba, 7
Tel.
282-8558

R.

2

BIBLIOTECA INFANTIL VIRIATO CORRÊA
Rua Sena Madureira, 298
Tel.
71-3724

R.

3

BIBLIOTECA INFANTIL IIANS CHRISTIAN ANDERSEN
Avenida Celso Garcia, 4142
Tel.
295-3447

R.

4

BIBLIOTECA INFANTIL DE
Rua Campos Sales, 228
Tel.
269-0408

SANTO AMARO

-46-

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st em
CàereaclanKnto

3

34

35

36

37

�R.

5

BIBLIOTECA INFANTIL DE^ SANTANA
Rua Particular, 2
Tel.
298-4461

R.

6

BIBLIOTECA INFANTIL DE PINHEIROS
Rua Pedroso de Morais, 1919
Tel.
286-7784

R.

7

BIBLIOTECA INFANTIL DE VILA MARIANA
Rua Corredeiras, 26
Tel.
70-2267

R.

8

BIBLIOTECA INFANTIL BAIRRO SICILIANO
Rua Jaricunas, 458
Tel.
262-1423
/

R.

9

BIBLIOTECA INFANTIL CHÃCARA DO CASTELO
Rua Brás Lourenço
Tel.
71-4672

R.IO

BIBLIOTECA INFANTIL DA MOÕCA
Praça Ituzaingõ
Tel.
295-4974

R.ll

BIBLIOTECA INFANTIL DE TATUAPÉ
Praça Engenheiro Joaquim Bohn
Tel.
295-0785

R. 12

BIBLIOTECA INFANTIL DE VILA MARIA
Praça J. J. da Nova Tel.
92-5142

R.13

BIBLIOTECA INFANTIL DE NOVA MANCHESTER
Rua Haroldo Daltro, 451
Tel.
295-2295

R.14

BIBLIOTECA INFANTIL DE VILA PRUDENTE
Praça Veiga Cabral, 531
Tel.
273-4860

R.15

BIBLIOTECA INFANTIL DE VILA ROMANA
Rua Araçatuba, 522
Tel.
260-0004

-47-

Digitalizado
gentilmente por:

3

14

15

16

17

18

19

�BIin.lOTECA INFANTIL DA ACLIMAÇÃO
Rua Muniz de Souza, 1155
Tel.
278-1895

BIBLIOTECA INFANTIL DE PIRITUBA
Avenida do Mutinga
Tel .

BIBLIOTECA INFANTIL DE VILA FORMOSA
Rua Alves de Almeida, esquina da Avenida Renata
Tel.
295-8073

BIBLIOTECA INFANTIL DE CUAIANAZES
Rua Otelo Augusto Ribeiro, 21
Tel.
297-800A

BIBLIOTECA INFANTIL DE PERUS
Rua Onze , 2 7 0
Tel .

BIBLIOTECA INFANTIL
Praça Illo Ottani
Teli
92-1343

^DELPHA FIGUEIREDO - CANINDÊ

BIBLIOTECA INFANTIL AFONSO SCHMIDT - CRUZ DAS ALMAS
Estrada do Sabao - esquina Eliseo Teixeira Leite
Tel .

BIBLIOTECA INFANTO-JUVENIL DO CENTRO CULTURAL
DA
PENHA
Rua Doutor João Ribeiro, esquina da Rua Almeida Nogueira
Tel .

xXx

-48-

Digitalizado
gentílmente por:

System
Oereaclamento

♦

�ACERVO
!
O acervo
189.303,

da

Divisão

de

Bibliotecas

Infanto-Juvenis

e de

incluindo toda a rede.

ATENDIMENTO PÜBLICO

Em 1971 as

Bibliotecas

Infanto-Juvenis atenderam a 2.496.296

consulentes .
i

•

./

.

EX-DIRETORAS DA DIVISÃO DE BIBLIOTECAS INFANTO-JUVENIS
»
}!

Lenyra de Camargo Fraccaroli
Maria Emilia Soares de Souza

A atual Diretora da Divisão de Bibliotecas
bibliotecária

Infanto-Juvenis é a

Ophelia França.

HORÁRIO DE ATENDIMENTO

segundas

ás

sextas

s ab ados

7:00 as

19:00 horas

9:00 ãs

17:00 horas

;A Biblioteca não abre aos domingos e feriados.

-49-

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

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-50-

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�MOVIMENTO ESTATÍSTICO DE FREQUÊNCIA E LEITURA DA

DIVISÃO DE

BIBLIOTECAS INFANTO-JUVENIS E CINEMA EDUCATIVO
1936 - 1972

ANO

1936
1937
1938
1939
1940
1941
1942
1943
1944
1945
1946
1947
1948
1949
1950
1951
1952
1953
1954
1955
1956
1957
1958
1959
1960
1961
1962
1963
1964
1965
1966
1967
1968
1969
1970
1971
1972

FREQUgNCIA

25.547
36.308
40.522
48.621
44.138
44.060
43.038
44.111
46.091
44.667
59.592
66.022
41.691
54.945
76.860
74.267
91.795
181.494
191.850
208.317
309.080
513.914
531.390
518.459
561.299
547.502
571.622
536.615
560.827
566.494
581.544
675.557
716.314
766.723
787.195
809.709
967.591

QUADRO N2 8
-51-

Digitalizado
gentilmente por:

LEITURA

25.639
31.623
38.051
50.267
61.999
77.122
78.160
88.490
78.117
82.657
86.717
91.199
125.461
181.251
186.256
230.822
296.088
567.390
483.818
541.657
893.433
1.501.666
978.878
1.480.119
1.943.155
1.982.441
2.140.096
2.165.512
2.074.568
2.118.258
2.088.536
2.460.833
2.484.803
2.568.758
2.753.564
2.496.296
2.556.465

�niVISÃO DE

bibliotecas

INFANTO-JUVENIS
CULT. 6
estatística de 1971

BIBLIOTECAS
B.C.

acervo

freqüEucia

MOV.leitura

Monteiro Lobato

17.103

48.771

121 .588

Serviço Braille

3.991

3.186

11 .138

9.809
10.440

22.915
50.861

9.888

71 .194

46 .747
239 .900
142 .761

B.I.

1.

Anne Frank

B.I.

2.

Viriato Corrêa

B.I.
B.I.

3.
4.

Hans C. Andersen
Santo Amaro

9 .569

62.481

B.I.

5.

Sant ana

11.072

60.617

B.I.

6.

Pinheiros

10.155

20.891

B.I.

7.

Vila Mariana II

8.500

33.479

B.I.

8.

Bairro Siciliano

7.216

42.790

B.I.
B.I.

9.
10.

Chácara do Castelo
Moõca

8.899

20.819
25.994

B.I.

11.

Tatuapá II

B.I.

12.

Vila Maria

B.I.
B.I.

13.
14.

Vila Nova Manchester
Vila Prudente

B.I.

15.

B.I.

8.561
6.297

148 .686
281 .590
50 .131
59 ..181
60 ..568
52 ..240

3.825

40 ..693
16 ..960

7 .. 160
6 .939

59.809

267 ..888

76.603
5.659

Vila Romana

7 ,. 721
6 ,.239

123 ..332
155 ..646

16.

Aclimação

9 ,.299

B.I.

17.

Piritub a

22.080

B.I.

18.

Vila Formosa

5 ,.265
5 ,.116

59 ..796
65 ..149
86 .,405

46.183

134 . 353

B.I.

19.

Guaianazes

5 ,,942

33.437

58. 158

18.292
33.392

B.I.

20.

Perus

3 ..660

B.I.

21.

Adelpha Figueiredo

6 ., 140

17.111

72.976

B.I.

22.

Cruz das Almas

4 . 322

29.320

200.410

B.I.

23.

Penha de França
189.303

809.709

2.496.296

Total

Geral

QUADRO N2 9

-52-

Digitalizado
gentilmente por:

�PRIMEIRA

REGIÃO

O GRANDE SÃO PAULO
36

Municípios

excluindo o Município da Capital

/

POPULAÇÃO

2.227.152

ACERVOS

97.255

BIBLIOTECÁRIOS

6

FUNCIONÁRIOS BUROCRÁTICOS

-53-

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

...

101

�PRIMEIRA

MUNICiPIO

POPULAÇÃO

ACERVOS

9 .599

1.600

Aru j a
Barueri

38 .077

Biritiba Mirim

8 .997
15 .631

Caieiras

REGIÃO

Caj amar

10 .452

400

Carapicuíb a

55 .339

790

Cotia
Diadema

31 .007
79 .316

1.890

Embu

18 .183

1.933

Embu Guaçu

10 .325

Ferraz de Vasconcelos
Francisco Morato

25 .353
11 .230

614

Franco da Rocha

36 .447

950

Guar arema

12 .767

Guarulhos

237 .900

Itapecerica da Serra

25 .382

Itapevi

27 .648

Itaquaquecetuba

29 .159
12 .501

Jandira

BIBLIOTECÁRIOS

FUNC.BUR.

13.321
390

7 . 306
19 .650

Juquitiba
Mairiporã

102 .188

Mauã
Mogi das Cruzes

139 .666
285 .160

Osasco

9.600
8.156

10
14

3 .720

Pirapora do Bom Jesus
Poã

32 .448

1.600

3

Ribeirão Pires

29 . 391

2.014

4

Rio Grande da Serra
Salesõpolis

8 .329
10 .084

Santa Isabel

17 .240
5 .454

4.120

2

Santo André

420 . 828

19.232

19

Sao Bernardo do Campo

202 .505
151 .012

17.485
8.200

18
8

55 .734
41 .124

4.000
960

4
1

2.227.152

97.255

101

Santana do Parnaíba

são Caetano do Sul
Sti zano
Taboão da Serra

-54-

Digitalizado
gentilmente por:

�SEGUNDA REGIÃO
23

Municípios

POPULAÇÃO

846.937

ACERVOS

21.083

BIBLIOTECÁRIOS

4

FUNCIONÁRIOS BUROCRÁTICOS

-55-

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

16

�segunda região

-56-

Digitalizado
gentilmente por:

�TERCEIRA
32

REGIÃO

Municípios

POPULAÇÃO

799.682
/

ACERVOS

72.549

bibliotecários

0

FUNCIONÁRIOS BUROCRÁTICOS

-57-

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

46

�TERCEIRA

MUNICÍPIO

REGIÃO

POPULAÇÃO

Aparecida

ACERVOS

Bananal

13 .010

Caçapava

31 .509
17 .423

10.000
5.000

Cruzeiro

20 .528
46 .199

Cunha

22 .087

Guaratinguetã
Igarat ã

70 .241

J acarel

62 ..023

10.000

Jambeiro

2 ..884

800

Lagoinha

5 ..663

Lavrinhas

3 . 203

Cachoeira Paulista
Campos do Jordão

3.857
2.100
8.538

11

3 ..746

Lo rena

46 ..954
3 ..209

Monteiro Lobato
Natividade da Serra
Paraibuna

10 ..039
13 ..882

Pindamonhangaba
F i que t e

48..653
14 ..434

Queluz

6 ,.105

Redenção da Serra

5 ..193

Roseira

3 ..520

Santa Branca
Santo Antonio do Pinhal

6 ..874
5 ..502

Sao Bento do Sapucaí

9 ..424

Sao José do Barreiro

5 ..485
150 ..884

Sao Jose dos Campos
Sao Luiz do Paraitinga

T r ememb e

FUNC.BUR,

25 .314
4 .150

Areias

Silveiras
Taubaté

BIBLIOTECÁRIOS

8.000

8.670
1.600

13.934

10

72.549

46

11 . 767
5 ..452
112 ..574
11 . 751
799.682

-58-

i
cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
sí em
C.ereaclanento

3

14

15

15

17

18

19

�QUARTA REGIÃO
59 Municípios

/

POPULAÇÃO

1.111.159

ACERVOS

52.769

BIBLIOTECÁRIOS

FUNCIONÁRIOS BUROCRÁTICOS

Digitalizado
gentilmente por:

1

...

32

3

34

3

�QUARTA REGIÃO

MUUICiPIO

POPULAÇÃO

Angatuba
Anhembi
Api al
Araçoiaba da Serra
Ar andu
Areiõpolis
Avar i
Barão de Antonina
Barra do Turvo
Bofete
Boituva
Botucatu
Bur i
Cabreúva
Capão Bonito
Capela do Alto
Cerqueira César
Cerquilho
Cesãrio Lange
Conchas
Coronel Macedo
Guapiara
Guareí
Ibiúna
Iperõ
Iporanga
Itaberâ
Ital
Itapetininga
It apeva
Itaporanga
Itararé
11 atinga
Itu
Laranjal Paulista
Mairinque
P aranap anema
Pardinho
Pereiras
Piedade
Pilar do Sul
Porangaba
Porto Feliz
Ribeira
Ribeirão Branco
Ribeirão Vermelho do Sul
Sal to
Salto de Pirapora
Santa Barbara do Rio Pardo
são Manoel
são Miguel Arcanjo
são Roque
Sarapuí
Sorocaba
Taquarituba
Tapiraí
T a tu í
Tietê
Votorantim

15 .277
3 .549
20 .051
6 .630
5 . 264
5 .739
38 .221
^ ' 4 .350
4 .183
5 .378
9 .051
52 ,.653
9 ..047
7 ,.699
30 ..375
5 ..054
9 ..626
6 ..996
5..759
10.. 158
5..84 5
14 ..291
7 ..540
24.. 783
6 ..499
3..944
14 ..789
13 ..569
64 ..138
49 ..376
14 ..676
30..755
9 ..609
49 ..299
13 ..300
19 .,026
10..150
3 ..158
4 . 857
27 . 774
10 . 345
7 . 540
22 . 243
7 . 337
10. 125
9 . 189
22 . 006
9. 052
4. 733
28. 043
13. 855
37. 353
5 . 036
177 . 769
14. 121
5 . 276
40. 056
17 . 560
27 . 082
1.111.159

-60-

cm

Digitalizado
gentilmente por:

ACERVOS

BIBLIOTECÁRIOS

FUNC.BUR.

500
753

100
1 .190
2.148
2.000

1.500

1 .755
1.782
1.327
3.718
223
3.608
3.500

5.000

20.000
1.590
2.075

1
2

52.769

32

�-t. , ■

QUINTA REGIÃO
83 Municípios

POPULAÇÃO

2.121.794

ACERVOS

160.404

BIBLIOTECÁRIOS

15

FUNCIONÁRIOS BUROCRÁTICOS

...

95

-61-

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

♦

�quinta região
r

MUNICÍPIO

POPULAÇÃO

Aguaí

ACERVOS

bibliotecários

FUNC.BUR,

13 .342

Águas da Prata

5 .937

6.661

Águas de Lindóia

7 .001

2.239

1 .156
66 .665
32 .197

5.630

Águas de São Pedro
Americana
Amparo
Anal andia

7.800

Araras

2 .616
53 .774

Artur Nogueira

10 .225

At ibaia
Uom Jesus dos Perdões

37 .300
3 .865

6.200

Bragança Paulista
Brotas

64 .387
12 .115

4.232

1

500

1

19.536

13

5.000

1
2

Cacond e
Campinas

15 .386
382 .097

Campo Limpo Paulista

120
19.212

9 .292
19 .074
18 .429

2.355

8 .071

1 . 750
405

Cosmopolis

7 . 855
8 .008
2 .845
12 . 148

Divinolândia
Elias Fausto

12 .474
6 .161

Indaiatuba
Ipeúna

30 .659
2 .098

Iracemãpolis

6 .951
40 .064

Capivari
Casa Branca
Charqueada
Conchal
Co rd eirópo1is
Corumbataí

Itapira
11atib a
Itirapina
I tob i
Itupeva
Jaguariúna
J arinu
J o an opo1is
Jundiaí

180
1.200
331
500
3.115

5.095

28 .456
7 .100
5 .538
7 . 142
10 .426
5 .157

1.410

7 , ,401
170, ,402
31 , ,434

5.171

Limeira

91 , ,515

4.500

Lindóia
Louve ira

2. 279

Leme

Mococa

6. 467
35. 096

Mogi-Guaçu

43. 003

A transportar

1.343.608

-62-

Digitalizado
gentílmente por:

3.763

106.905

13

50

�QUINTA REGIÃO
MUNICÍPIO
De transporte
Mogi-Mirim

POPULAÇÃO

ACERVOS

BIBLIOTECÁRIOS

FUNC.BUR.

1.343.608

106.905

13

50

36.615

Mombuca
Monte Alegre do Sul

4.792

Monte Mor

7.948

Morungaba

5.101

3.020

Nazaré Paulista

2.154

10.200

Nova Ode s s a

8.386

P aulínia

10.836

Pedra Bela

5.266

Pedreira

15.123

Pinhal

27.882

Pinhalzinho

4.942

Piracaia
Piracicaba
Pirassununga
Porto Ferreira

7.689

13.084

/
3.700

2

154.855

18.334

19

37.966
19.335

Rafard

6.523

5.120

Rio Claro

79.164

Rio das Pedras

8.963

Santa Barbara d'Oeste

31.173

3.036

Santa Cruz da Conceição
Santa Cruz das Palmeiras

2.197
13.204

1.765

Santa Gertrudes
Santa Maria da Serra

6.047
2.149

Santo Antonio de Posse

7.946

Santo Antonio do Jardim
são João da Boa Vista

4.876
44.780

são José do Rio Pardo

31.903

são Pedro

10.300

são Sebastião da Grama

11.808
13.953

500

Serra Negra
Socorro
Sumaré

20.853
23.611

1.967

T amb aú

12.356

980

9.310

800

Torrinha
Valinhos

6.475
30.864

1.551

Vargem Grande do Sul
Vãrzea Paulista

13.475
9.910

Vinhedo

12.398

Tapiratiba

2.121.794

4.500

160.404

-63-

Digitalizado
gentilmente por:

2c a n
sí em
Ciereaclanento

15

95

�SEXTA REGIÃO
80

Municípios

POPULAÇÃO

1.428.029

ACERVOS

84.976

BIBLIOTECÁRIOS

7

FUNCIONÁRIOS BUROCRÁTICOS

...

-64-

Digitalizado
gentilmente por:

♦

68

�SEXTA REGIÃO
municIpio
Altinõpo1is
Américo Brasiliense

POPULAÇÃO acervos

FUNC .BUR,

11.094
5.930

Aramina
Araraquara

BIBLIOTECÁRIOS

5.062
102.381

22.109

12

Barretos

66.097

3.128

3

Barrinha
Batatais

8.449
29.588

Bebedouro

38.219

Boa Esperança do Sul

6.402

Borborema
Brodõsqui

9.589
8.561

Buritizal

5.645

C aj u ru

13.887

cândido Rodrigues

2.270

cássia dos Coqueiros

2.627

Colina

11.805

ColSmbia

4.226

Cravinhos

14.298

Cristais Paulista
Des calvado

3.611

- /

1.723

5.018
15.562

Dobrada
Dourado

2.779

Duraont

3.072

6.010

5.686

Fernando Prestes

4.428

2.023

Franca
Guaíra

95.018
27.147

4.000

Guará

12.804

Guariba

11.745

Ib até

7.508

Ibitinga

24.120

1.200

Igarapava
Ipuã

21.605
10.031

1.204

11 ãpolis

21.127

Itirapuã

4.695

Ituverava

27.725

J aborandi

5.833

Jaboticabal

39.531

Jardinõpolis

17.212

Jeriquara

1.715

Luís Antonio

3.110

A transportar

713.601

-65-

Digitalizado
gentilmente por:

13

808

45.816

41

�SEXTA REGIÃO

POPULAÇÃO

ACERVOS

713. 601
22 , 091

45.816

Miguelõpolis

18, 644

345

Monte Alto

21 , 760

Monte Azul Paulista

10, 509

Morro Agudo

16, 631

Nova Europa

3 , 873

Nuporanga

5 , 727

MUNICiPIO
De transporte
Mat ão

18 , 429

2.583

8. 659

416

Pedregulho
Pirangi

15 , 038
6 , 247

358

Pitangueiras

15 , 928

Pontal

13 , 777
5 , 838

Restinga

5 , 717

Ribeirão Bonito

6 , 883

Ribeirão Corrente

2 , 205

”if aina
Rincão

6 , 557

Sales de Oliveira

7 . 188
2 , 889

Santa Ernestina

285
171

4 , 349

Santa Lúcia
Santa Rita do Passa Quatro

19 , 232

2.761

Santa Rosa do Viterbo

11 , 891
4 , 626

790

86 , 385
24, 702

5.800

Santo Antonio da Alegria
são Carlos
são Joaquim da Barra
são José da Bela Vista

6 , 788
12 , 906

Serra Azul
Serrana
Se rt ao z inho

8.573
4.138

4, 742
9 , 039
31 , 235

9.099

6 , 885
2 , 968

Tab atingâ
T a i açu
Tai uva
T aquaritinga

41

218. 584
6 , 420

Ribeirão Preto

são Simão

FUNC.BUR.

336

Or1 andia
Patrocínio Paulista

Pradõpolis

BIBLIOTECÁRIOS

4. 123
27 , 862

2.748

Terra Roxa

5 , 844

Viradouro

8 , 867
2 , 376

757

1.428.029

84.976

Vista Alegre do Alto

-66-

Digitalizado
gentilmente por:

68

�SÉTIMA REGIÃO
38 Municípios

./

POPULAÇÃO

553.391

ACERVOS

54.286

BIBLIOTECÁRIOS

2

FUNCIONÁRIOS BUROCRÁTICOS

32

-67-

Digitalizado
gentilmente por:

♦

�SÉTIMA REGIÃO
MUWICfPIO

POPULAÇÃO

ACERVOS

18, 877

2.004

Agudos
Arealva

6, 532

Avaí
Balbinos

5 , 56 3

Barra Bonita
Bauru

3.100

135 , 366

8.046

6 , 959

Boracéia

2 , 666

Cabrãlia Paulista

3 , 371
17 , 724

Dois córregos

13, 479

Duar tin a

10, 935

1.000

Ce tu1ina

12 , 215

764

Guaiçara
Guaimbê

5, 212

734

Gu arant ã
lacanga

5, 805
7 , 231

Igaraçu do Tietê

8 , 883

11 a j u

3 , 263
6 , 756

5 , 057

Jau
Julio Mesquita
I.ençõis Paulista
Lins
Lucianopolis

1 . 300

320

56 , 811
4 , 702

2.432

22 . 611

10.491

47 , 397

9.798

2 , 229
7 , 754

Mac atub a
Mineiros do Tietê

5 , 112
18 , 493

154
2.800

P i raj uí

20, 528

2.086

Piratininga

10, 229

Presidente Alves
Promis s ao
Reginõpolis

/

3, 299
5, 157
20, 977

Sabino

4 , 506
5 , 050

Ubiraj ara

4 , 832

Uru

1 , 487
553.391

-68-

1

1.257

C af e1 andia

11 apu í

cm

8.000

17, 636
17 , 514

Bocaina

Pongal

FUHC.BUR .

1 , 123

Bariri

Pederneiras

BIBI.IOTECARIOS

Digitalizado
gentilmente por:

54.206

32

�OITAVA REGIÃO
85 Municípios

POPULAÇÃO

941.758

ACERVOS

63.441

BIBLIOTECÁRIOS

3

FUNCIONÁRIOS BUROCRÁTICOS

-69-

Digitalizado
gentilmente por:

....

56

�OITAVA REGIÃO
MUNICiPIO

POPULAÇÃO

Adolfo

4 , 024

Alt air
Ãlvares Florence

2 , 573
8, 349

Américo de Campos

6 , 188

Aparecida d'Oeste

7 , 929

Ariranha

5 , 127

Bady Bassitt

2 , 675

Bálsamo

5 , 817

Caj obi

6 , 786

C ardos o

17, 715

Catanduva

59 , 714
5 , 210

Catiguá
Cedral
Cosmorama

9.930
620

3 , 290
10 , 986

540

39 , 343

2.430

7 , 596

Guapiaçu
Guarani d'Oeste

5 , 208
7 , 942

Ib i r ã
Icem

7 , 305
6 , 095

Indiaporã

5 , 951

Irapuã
11aj obi

6 , 093
11 , 602

Jaci
Jaies

4, 025
39, 103

800

José Bonifácio

20 , 807

1.300

552

Macaub al

7 , 091

Macedônia
MarinõpoIis
Mendonça

5 , 704
2 , 707
4 , 193

Meridiano

5 , 856

Mira Estrela

4 , 119

300

20 , 829

5.722

Miras o I andia

2 , 973

Monções

2 , 530

Monte Aprazível

17 , 627

Nh and e ara

11 , 046

150

1.386

Neves Paulista

8, 248

Nipoã
Nova Aliança

3 496
4, 645

Nova Granada

11 983

1.260

437.363

27.173

A transportar . . .

FTJNC.BUR,

2,183

Guaraci

Mirassol

BIBLIOTECÁRIOS

6 , 576
10, 287

Dolcinépolis
Estrela d'Oeste
Fernandópolis

ACERVOS

-70-

Digitalizado
gentilmente por:

22

�OITAVA REGIÃO
MUNICÍPIO
De transporte

POPULAÇÃO

ACERVOS

437 . 363

27.173

Nova Luzitânia

2 . 721

Novo Horizonte

23, 241

Olímpia

29. 550

8.342

2 . 187

797

2, 483
12. 231

707

Onda Verde
Or indiuva
Palestina
Palmares Paulista

15 , 415

Paraíso

2.299

9 . 570

Pontes Gestal

3 , 473

Pedranõpolis
Pindorama

4 , 520
9 , 082

Planalto

7. 478

Poloni

5 , 156

1.526

Populina

8, 151
9 , 881

1.000

Potirendaba
Riolândia
Rubinéia

9. 706
4 , 906

Sales

4, 087

Santa Adélia

8, 883

Santa Albertina

9 , 819

Santa Clara d'Oeste
Santa Fe do Sul

3, 935
17 , 191

Santa Rita d'Oeste
Santana da Ponte Pensa
são Francisco
são João das Duas Pontes
são José do Rio Preto

300

124 , 034

8.999

Seve rínia

6 , 815

Uchoa
União Paulista
Urânia
Urupês
Valentim Gentil
Votuporanga

1.192

6 , 766
4 , 062
3 , 002

Tu rraalina

/
2.400

6 , 576
3, 922

Sebastianõpo1is do Sul

Três Fronteiras

22

3, 428
9 , 244

Paranapuã
Paulo de Faria

Tanabi

FUNC.DUR.

3. 082

Palmeira d'Oeste

T ab apuã

bIBLIOTECÃRIOS

1.934

11, 265
20, 597
12 , 060
3, 747
7 , 465

1.303

1 , 737
16, 877

592

10, 396

2.290

5, 769
39, 885

2.587

941.758

63.441

-71-

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m
&lt;iereaclar»ento

56

�NONA REGIÃO
37 Municípios

POPULAÇÃO

543.2A3

ACERVOS

25.067

BIBLIOTECÁRIOS

2

FUNCIONÁRIOS BUROCRÁTICOS

-72-

Digitalizado
gentilmente por:

....

20

�NONA REGIÃO
MUNICiPIO
Alto Alegre
Andradina
Auriflama

13 .415

Avanhandava

6 .032

Barbosa

4 .972

Bento de Abreu

2 .570

Bi 1 ac

6 .020

Braúna

35 .267
5 .041

Buritama

10 .081

Castilho

15 .555
5 .276

Coroados
F1ore al
Gabriel Monteiro
Gastão Vidigal
General Salgado
Glicério

6.820

4.000

6 .641
4 .726
3 .358
4 .453
16 .737
5 .182

Guaraçaí

10 .287

1.854

Guararapes

23 .713

2.274

Guzolândia

7 .661

Itapura
Lavínia

4 .302

Luisiânia
Magd a
Mirandõpolis
Murutinga do Sul
Nova Independência

850

8 .415
4 .472
4 .265
23 .909
5 .432

2.500

2 .043

Penãpolis

34 .737

Pereira Barreto

57 .655
5 .380

Piacatu

3.410

200

Santõpolis do Aguapeí

3 .412
3 .603

Sud Menucci

8 .808

399

5 .003
14 .775

2.760

543.243

25.067

Rubiãce a

Turiúb a
Valparaíso

FUNC.BilR.

52 .393

Ar aç atub a

Clementina

BIBLIOTECÁRIOS

7 .480
110 .172

Biriguí

ACERVOS

POPULAÇÃO

20

-73-

Digitalizado
gentilmente por:

2c a n
st em
Oercacla mento

■^'3

14

15

16

17

�DÉCIMA REGIÃO
50 Municípios

POPULAÇÃO

718.169

ACERVOS

38.303

BIBLIOTECÁRIOS

2

FUNCIONÁRIOS BUROCRÁTICOS

/

-74-

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

33

�nfiClMA REGIÃO
MUNICÍPIO
Ad amantina
Alfredo Marcondes
Ãlvares Machado
Anhumas
Caiabu
Caiuá
Dracena
Estrela do Norte
Flora Rica
Flórida Paulista
lepê
Indiana
Inóbia Paulista
Irapuru
João Ramalho
Junqueirópolis
Lu célia
Marabá Paulista
Mariápolis
Martinopolis
Mirante do Paranapanema
Monte Castelo
N arandib a
Nova Guataporanga
Osvaldo Cruz
Ouro Verde
Pacaembu
Panorama
Parapuã
Pauliceia
Piquerobi
Pirapozinho
Presidente Bernardes
Presidente Epitácio
Presidente Prudente
Presidente Venceslau
Rancharia
Regente Feijõ
Rinópolis
Sagres
Salmorao
Sandovalina
Santa Mercedes
Santo Anastácio
Santo Expedito
são João do Pau d'Alho
Tacib a
T arab aí
Teodoro Sampaio
Tupi Paulista

POPULAÇAO

ACERVOS

32. 141
6 . 911
17. 434
5. 615
7 . 041
5 . 322
35 . 676
3. 348
4 . 576
17 . 807
12. 682
5 . 190
5 . 257
12 . 131
2 . 823
22. 784
20 . 560
7 . 043
7. 552
23 . 316
21 . 961
6 . 415
4 . 080
2 . 381
23. 563
7 . 722
17 . 264
6. 680
11 . 247
3 . 401
5. 373
16. 014
25 . 828
26. 850
107 . 334
26. 251
22 . 279
10. 394
14. 475
4. 083
4 . 966
3. 138
4. 930
25 . 637
4 . 161
3. 732
7 . 207
3. 604
26. 250
15. 740

3.700
1.271
1.235
333

718.169

38.303

FUNC.BUR.

1.500

1.549
1.002

184
2.001
272
3.723
291

8.394
2.119
5.375
1.500
347
450

345
1.132
300
1.280

-75-

Digitalizado
gentilmente por:

BIBLIOTECÁRIOS

Sc a n
st e m
Ciereaclanento

♦

3

�DÉCIMA PRIMEIRA REGIÃO
47

Municípios

POPULAÇÃO

688.642

ACERVOS

37.181

BIBLIOTECÁRIOS

3

FUNCIONÁRIOS BUROCRÁTICOS

-76-

Digitalizado
gentílmente por:

25

�DÉCIMA PRIMEIRA REGIÃO

-77-

cm

Digitalizado
gentilmente por:

�MUNICÍPIOS
BIBLIOTECAS COM
ACERVOS
INFERIORES A 500 VOLUMES

REGIÕES

POPULAÇÃO

ACERVOS

5a.

2.616

120

10a.

5.615

333

4a .

4.350

100

11a.

10.342

496

Caj amar

1a .

10.452

400

Cananéia

2a.

6.112

120

C on c h a1

5a.

7.855

405

Corumbatai

5 a.

2.845

180

Divinolãndia

5a .

12.474

331

11a.

37.614

498

Itapevi

1 a.

27.648

390

11 apul

7a.

6.756

320

Marinõpolis

8a.

2.707

150

Miguelõpolis

6a .

18.644

345

Mineiros do Tietê

7a.

5.112

154

M ir a Estrela

8a .

4.119

300

Morro Agudo

6 a.

16.631

336

Nova Guataporanga

10a.

2.381

184

Ouro Verde

10a.

7.722

272

Parapuã

10a.

11.247

291

Pardinho

4a .

3.158

223

Patrocínio Paulista

6a.

8.659

416

Pirangi

6a .

6.247

358

Regente Feijó

10a.

10.394

347

Rinópolis

10a.

14.475

450

Rubiãce a

9a.

3.412

200

Sales de Oliveira

6a .

7.188

285

Santa Ernestina

6a.

2.889

171

Sao João das Duas Pontes

8a .

4.062

300

10a.

3.732

345

9a.

8.808

399

Tarab aí

10a.

3.604

300

Timburi

11a.

4.292

418

284.162

9.937

Analãndia
Anhuinas
Barão de Antonina
Bernardino de Campos

Garça

Sao João do Pau d'Alho
Sud Mennucci

-78-

Digitalizado
gentílmente por:

Oereaclamento

14

15

16

17

18

19

�MUNIcIPIO de são PAULO

BIBLIOTECAS MUNICIPAIS

N9 DE BIBLIOTECAS ACERVOS HABITANTES

ADULTOS

13

600.000

INFANTO-JUVENIS

24

189.303

ESTADO DE

REGIÕES

SAO PAULO

N9 DE MUNICÍPIOS

HABITANTES

ACERVOS

la.

36

2.277.152

97.255

2a.

23

846.937

21.083

3a.

32

799.682

72.549

4a.

59

1.111.159

52.769

5a .

83

2.121.794

160.404

6a.

80

1.428.029

84.976

7a.

38

553.391

54.286

8a .

85

941.758

63.441

9a.

37

543.243

25.067

10a.

50

718.169

38.303

11a.

47

688.642

37.181

-79-

2

6.500.000

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-80-

Digitalizado
gentilmente por:

�ESTADO DE

SÃO PAULO

/

INDICE DOS

571 MUNIClPIOS

-81-

Digitalizado
gentilmente por:

�MUNICÍPIO

REGIÕES

MUNICÍPIO

REGIÕES

A
Adamantina

10a.

Areiõpolis

4a.

Adolfo

8a.

Ariranha

8a.

Aguai

5a.

Artur Nogueira

5a.

Águas da Prata

5a.

Arujã

la.

Águas de Lindõia

5a.

Assis

11a.

Águas de São Pedro

5a.

Atibaia

5a.

Agudos

7a.

Auriflama

9a.

Aval

7a.

Alfredo Marcondes

10a.

Altair

8a.

Avanhandava

9a.

Altinõpolis

6a.

Avaré

4a.

Alto Alegre

9a.

Álvares Florence

8a.

B

Álvares Machado

10a.

Álvaro de Carvalho

11a.

Bady Bassitt

8a.

Alvinlândia

11a.

Balbinos

7 a.

Americana

5a.

Bálsamo

8a.

Américo Brasiliense

6a.

Bananal

3a.

Américo de Campos

8a.

Barao de Antonina

4a.

Amparo

5a.

Barbosa

9a.

Analândia

5a.

Bar iri

7a.

Andradina

9a.

Barra Bonita

7a.

Angatuba

4a.

Barra do Turvo

4a.

Anhembi

4a.

Barretos

6a.

Anhumas

10a.

Barrinha

6a.

Aparecida

3a.

Barueri

Aparecida d'0este

8a.

Bastos

Apiaí

4a .

Batatais

6a.

Araçatuba

9a.

Bauru

7a.

Araçoiaba da Serra

4a.

Bebedouro

6a.

Aramina

6a.

Bento de Abreu

9a.

Arandu

4a.

Bernardino de Campos

Araraquara

6a.

Bilac

9a.

Araras

5a.

Biriguí

9a.

Arealva

7a.

Biritiba Mirim

la.

Areias

3a.

Boa Esperança do Sul

6a.

-82-

Digitalizado
gentilmente por:

la.
11a.

11a.

�MUNICÍPIO

MUNICÍPIO

REGIÕES

Bocaina

7a.

cândido Rodrigues

6a.

Eofete

4a.

Capão Bonito

4a.

Boituva

4a.

Capela do Alto

4a,

Bom Jesus dos Perdões

5a.

Capivari

5a.

Caraguatatuba

2a.

B or ã

11a.

Boracéia

7a.

Carapicuíba

la.

Borborema

6a.

Cardoso

8a.

Botucatu

4a

Casa Branca

5a.

Bragança Paulista

5a.

Cassia dos Coqueiros

6a.

Braúna

9a.

Castilho

9a.

Brodosqui

6a.

Catanduva

8a.

Brotas

5a.

Catiguá

8a.

Buri

4a.

Cedral

8a.

Buritama

9a.

Cerqueira Cesar

4a.

Buritizal

6a.

Cerquilho

4a.

Cesârio Lange

4a.

Charqueada

5a.

C

Chavantes

11a.

Cabrália Paulista

7a.

Clementina

9a.

Cabreúva

4a.

Colina

6a.

Caçapava

3a.

Colômbia

6a.

Cachoeira Paulista

3a.

Conchal

5a.

Caconde

5a.

Conchas

4a.

Cafelândia

7a.

Cordeiropo1is

5a.

Coroados

9a.

Coronel Macedo

4a.

10a.

Corumbatal

5a.

Cajamar

la.

Co smõpo1 is

5a.

Cajobi

8a.

Cosmorama

8a.

Caj uru

6a.

Cotia

la.

Campinas

5a.

Cravinhos

6a.

Campo Limpo Paulista

5a.

Cristais Paulista

6a.

Campos do Jordão

3a.

Cruzãlia

11a.

11a,

Cruzeiro

3a.

Cubatão

2a.

Cunha

3a.

Caiabu
Caieiras
Caiuã

Campos Novos Paulista
Cananéia
cândido Mota

10a.
la.

2a.
11a.

-83-

cm

REGIÕES

Digitalizado
gentilmente por:

�REGIÕES

MUNICÍPIO

REGIÕES

iiÜííâJi^

MUNICÍPIO

I
i

D,

G

Descalvado

6a.

Gabriel Monteiro

Diadema

la.

Galia

11a.

Divinoiândia

5a.

Garça

11a.

Dobrada

6a.

Gastão Vidigal

9a.

Dois córregos

7a.

General Salgado

9a.

Dolcinópolis

8a.

Ge tulina

7a.

Dourado

6a.

Glicório

9a.

Dracena

10a.

Guaiçara

7a.

Duartina

7a.

Guaimbê

7a.

Dumont

6a.

Guaira

6a.

Guapiaçu

8a.

Guapiara

4a.

Guará

6a.

Guaraçaí

9a.

E
Echaporã

11a.

Eldorado

2a.

Guaraci

8a.

Elias Fausto

5a .

Guarani d'0este

8a.

Embu

la.

Guarantã

7a .

Embu Guaçu

la.

Guararapes

9a.

Estrela d'0este

8a.

Guararema

la.

Guaratinguetã

3a.

Guareí

4a.

Guariba

6a.

Guaruj á

2a.

Guarulhos

la.

Guzolândia

9a.

Estrela do Norte

10a.

F
Fartura

11a.

Fernandópo1is

8a.

Fernando Prestes

6a.

Ferraz de Vasconcelos

la.

Flora Rica
Floreal

H

10a.
9a.

Flórida Paulista

10a.

Florínea

11a.

Herculándia

1

Franca

6a.

Francisco Morato

la.

1 ac ang a

Franco da Rocha

la.

lacri

Digitalizado
gentilmente por:

11a.

I

-84-

cm

9a.

7a.
11a.

'

j

�MUNICÍPIO

REGIÕES

MUNICÍPIO

Ibate

6 a.

Itapui

7a.

Ib irá

8a.

Itapura

9a.

Itaquaquecetuba

1 a.

Ibirarema

11a.

Ibitinga

6a.

Itararé

4 a.

Ibiúna

4 a.

Itariri

2 a.

I cem

8a.

Itatiba

5 a.

lepê

10a.

Itatinga

4a.

Igaraçu do Tietê

7a.

Itirapina

5 a.

Igarapava

6a.

Itirapuã

6 a.

Igaratá

3a.

Itobi

5a.

Iguape

2a.

Itu

4a.

IIh abe 1 a

2a.

Itupeva

5a.

Ind aiatub a

5 a.

Ituverava

6a.

Jaborandi

6a .

Indiana
Indiaporã

/

10a.
8a.

Inúbia Paulista

10a.

Ipauçu

11a.

Ipero

4a .

Jaboticabal

6a.

Ipeúna

5a.

Jacarex

3 a.

Iporanga

4a.

Jaci

8a .

Ipuã

6 a.

Jacupiranga

2a.

I racemápo1is

5a .

J aguariúna

5 a.

Irapuã

8a .

Jales

8a.

Jambeiro

3a .

Irapuru

10a.

Itaberã

4a.

Jand ira

1 a.

Itaí

4a .

Jardinópo1is

6a.

II aj obi

8a.

Jarinu

5 a.

11 a j u

7a.

J aú

7a.

11 anh aém

2a .

Jeriquara

6 a.

Itapecerica da Serra

1 a.

Joanõpo1is

5a.

Itapetininga

4a.

João Raraalho

Itapeva

4a.

José Bonifãcio

8a.

Itapevi

1 a.

Julio Mesquita

7a.

Itapira

5a.

Jundiaí

5a.

11 ãpo1is

6a.

Junqueirõpolis

Itaporanga

4a .

Juquiã

2a.

Juquitiba

1a

-85-

cm

REGIÕES

Digitalizado
gentilmente por:

2c a n
sí em
Ciereaclanento

10a.

10a.

�MUNICÍPIO

REGIÕES

L

REGIÕES

Mauá

la.

Mendonça

8a.

Lagoinha

3a.

Meridiano

8a.

Laranjal Paulista

4a.

Miguelõpolis

6a.

Lavínia

9a.

MineirosdoTietê

7a.

Lavrinhas

3a.

Miracatu

2a.

Leme

5a .

MiraEstrela

8a.

Lençóis Paulista

7a.

Mirandópolis

9a.

Limeira

5a.

Mirante do Paranapanema

Lindóia

5a.

Mirassol

8a.

Lins

7a.

Mirassolândia

8a.

Lo rena

3a.

Mococa

5a.

Louveira

5a.

Mogi das Cruzes

la.

10a.

Mogi-Guaçu

5a.

Lucianõpolis

7a.

Mogi-Mirim

5a.

Luís Antonio

6a.

Mombuca

5a,

Luisiânia

9a.

Monções

8a.

Lucélia

10a.

Lupércio

11a.

Mongaguã

2a.

Lutécia

11a.

Monte Alegre do Sul

5a.

Monte Alto

6a.

Monte Aprazível

8a.

Monte Azul Paulista

6a.

M
Macatuba

7a.

Monte Castelo

Macaubal

8a.

Monteiro Lobato

3a.

Macedônia

8a.

Monte Mor

5a.

Hagda

9a.

Morro Agudo

6a.

Mairinque

4a.

Morungaba

5a.

Mairiporã

la.

MututingadoSul

9a.

10a.

Manduri

11a.

MarabaPaulista

10a.

Maracaí

11a.

Mariãpolis

10a.

Narandiba

Ilarília

11a.

Natividade da Serra

3a.

Nazaré Paulista

5a.

Neves Paulista

8a.

Nhandeara

8a.

Marinópolis
Martinópolis
Ma t ão

N

8a.
10a.
6a.

-86-

cm

MUNICÍPIO

Digitalizado
gentilmente por:

10a.

�MUNICÍPIO

REGIÕES

MUNICÍPIO

Nipoã

8a.

Paraíso

8a.

Nova Aliança

8a.

Paranapanema

4a.

Nova Europa

6a.

Paranapuã

Nova Granada

8a.

Parapui

, Nova Guataporanga

lOa.

.

8a.
10a.

Pardinho

4a.

Nova Independência

9a.

Pariquera-Açu

2a.

Nova Luzitânia

8a.

Patrocínio Paulista

6a.

Nova Odessa

5a.

Paulicêia

8a.

Paulínia

5a.

6a.

Paulo de Faria

8a.

Pederneiras

7a.

Pedra Bela

5a.

Pedranõpolis

8a.

i Novo Horizonte
Nuporanga
0

10a.

Ocauçu

Ila.

Pedregulho

ÕIeo

11 a.

Pedreira

5a.

i

6a.

Olímpia

8a.

Pedro de Toledo

2a.

Onda Verde

8a.

Penãpolis

9a.

Oriente

Ila.

Pereira Barreto

9a.

Orindiúva

8a.

Pereiras

4a.

Or1 and ia

6a.

Peruíbe

2a.

Os as CO

Ia.

Piacatu

9a.

Oscar Bressane

Ila.

Piedade

4a.

Osvaldo Cruz

lOa.

PilardoSul

4a.

Ourinhos

11a.

Pindamonhangaba

3a.

Ouro Verde

10a.

Pindorama

8a.

Pinhal

5a.

Pinhalzinho

5a.

P

Piquerobi
Pacaembu

10a.

10a.

Piquete

3a.

Palestina

8a.

Piracaia

5a.

Palmares Paulista

8a.

Piracicaba

5a.

Palmeira d'0este

8a.

Piraju

11a.

Palmital

11a.

Pirajuí

7a.

Panorama

10a.

Pirangi

6a.

Paraguaçu Paulista

11a.

Pirapora do Bom Jesus

la.

Paraibuna

3a.

Pirapozinho

-87-

cm

REGIÕES

Digitalizado
gentilmente por:

10a.

�MUNICÍPIO

REGIÕES

REGIÕES

Pirassununga

5a,

Regente Feijõ

Piratininga

7a.

Reginópolis

7».

Pitangueiras

6a.

Registro

2a.

Planalto

8a.

Restinga

6a.

P1 atina

11a.

10a.

Ribeira

4a.

Poã

la.

Ribeirão Bonito

6a.

Poloni

8a.

Ribeirão Branco

4a.

Ribeirão Corrente

6a.

Pompéia

lla.

Pongaí

7a.

Ribeirão do Sul

Pontal

6a.

Ribeirão Pires

la.

Pontes Gestal

8a.

Ribeirão Preto

6a.

Populina

8a.

Ribeirão Vermelho do Sul

4a.

Porangaba

4a.

Rifaina

6a.

Porto Feliz

4a.

Rincão

6a.

Porto Ferreira

5a.

Rinõpolis

10a.

Potirendaba

8a.

Rio Claro

5a.

Pradõpolis

6a.

Rio das Pedras

5a.

Praia Grande

2a.

Rio Grande da Serra

la.

Presidente Alves

7a,

lla.

Riolândia

8a.

Presidente Bernardes

10a.

Roseira

3a.

Presidente Epitácio

10a.

Rubiãcea

9a.

Presidente Prudente

10a.

Rubinéia

8a.

Presidente Venceslau

10a.

Promissão

7a.

S

0

Sabino

7a.

Sagres

lOa.

Quatã

lla.

Sales

8a.

Queiroz

lla.

Sales Oliveira

6a.

Salesõpolis

la.

Queluz
Quintana

3a.
lla.

Salmorão

R
Rafard
Rancharia
Redenção da Serra

5a.
10a.
3a.

-88-

cm

MUNICÍPIO

Digitalizado
gentilmente por:

lOa,

Salto

4a.

Salto de Pirapora

4a.

Salto Grande

lla.

Sandovalina

lOa.

Santa Adélia

8a.

Santa Albertina

8a.

�&gt;
f

MUNICÍPIO

Santa Barbara d'Oe s te

Sao Joaquim da Barra

6a.

Santa Bárbara do Rio Pardo

são José da Bela Vista

6a.

Santa Branca

são José do Barreiro

3a.

Santa Cl ara d ' Oeste

são José do Rio Pardo

5a.

Santa Cruz da Conceição

são José do Rio Preto

8a.

Santa Cruz das Palmeiras

são José dos Campos

3a.

Santa Cruz do Rio Pardo

são Luiz do Paraitinga

3a.

Santa Ernestina

são Manoel

4a.

Santa Fé do Sul

são Miguel Arcanjo

4a.

Santa Ge rt rude s

são Pedro

5a.

Santa Isabel

são Pedro do Turvo

Santa Lucia

são Roque

4a.

Santa Maria da Serra

são Sebastião

2a.

Santa Mercedes

são Sebastião da Grama

5a.

Santana da Ponte Pensa

Sao Simao

6a.

Santana do Parnaíba

são Vicente

2a.

Santa Rita d'0este

Sarapui

4a.

Santa Rita do Passa Quatro

Sarut aiã

Santa Rosa do Viterbo

Sebastianõpo1is do Sul

8a.

Santo Anastácio

Serra Azul

6a.

Santo André

Serrana

6a.

Santo Antonio da Alegria

Serra Negra

5a.

Santo Antonio de Posse

Sertãozinho

6a.

Santo Antonio do Jardim

Sete Barras

2a .

Santo Antonio do Pinhal

Severinia

8a.

Santo Expedito

Silveiras

3a.

Santopolis do Aguapeí

Socorro

5 a.

Santos

Sorocaba

4a.

S ao Bento do Sapucai

Sud Menucci

9a.

S ao Bernardo do Campo

Sumaré

5a.

S ao Caetano do Sul

Su zano

1 a.

11a.

11a.

são Carlos
S ao F rancisco

T

são Joao da lioaVista

5a.

são João das Duas Pontes

8a.

são Joao do Pau d'Alho

10a.

-89-

cm

Digitalizado
gentilmente por:

Tab apuã

8a .

Tabatinga

6a.

�'

MOUÍCÍPIO

REGIÕES

Taboão da Serra

MUNICÍPIO

la.

REGIÕES

U

Tacib a

10a.

Taguaí

11a.

Taiaçu

6a.

Ubatuba

2a.

Taiuva

6a.

Ubirajara

7a.

Tambaú

5a.

Uchoa

8a.

Tanabi

8a.

União Paulista

8a.

4a.

Urânia

8a.

Tapiratiba

5a.

Uru

7a.

Taquaritinga

6a.

Urupês

8a.

Taquarituba

4a.

Tapiraí

Tarab ai

^

10a.

Tatuí

4a.

Taubaté

3a.

V

Tejupá

11a.

Teodoro Sampaio

10a.

Valentim Gentil

8a.

Terra Roxa

6a.

Valinhos

5a.

Tietê

4a.

Valparaíso

9a.

Vargem Grande do Sul

5a.

várzea Paulista

5a.

Timburi

11a.

Torrinha

5a.

Treraembé

3a.

Três Fronteiras

8a.

s

Vera Cruz

11a.

Vinhedo

5a.

Tupã

11a.

Viradouro

6a.

Tupi Paulista

10a.

Vista Alegre do Alto

6a.

Turiúba

9a.

Votorantim

4a.

Turmalina

8a.

Votuporanga

8a.

-90-

Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Estado de São Paulo - Bibliotecas Públicas Municipais: situação e sugestões</text>
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                <text>Em 1970 a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB) iniciou o levantamento das Bibliotecas Publicas Municipais do Estado de São Paulo, através de um questionário simples, que foi enviado aos senhores Prefeitos dos 571 Municípios, A tarefa dispendiosa e árdua foi desenvolvida no período de dois anos, durante os quais oito vezes enviamos questionários. Com a decorrer do tempo e com a insistência da FEBAB foi possível coletar o material desejado. Dezenas de Prefeituras enviaram o questionário em branco, acompanhado de ofício explicando os motivos da falta de bibliotecas; outros, preencheram somente os itens 20 a 24, que tratavam de saber a população do município, o nome do Prefeito e seu mandato, os endereços da Prefeitura e do Arquivo Municipal. Em fevereiro de 1973 , encerramos o levantamento e passamos a tabular os dados fornecidos, que acusaram índices verdadeiramente impressionantes. Nosso trabalho foi orientado de maneira a localizar as bibliotecas em suas respectivas regiões, pois o território do Estado está dividido em 11 Regiões Administrativas.</text>
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                    <text>�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA

ORCANIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente - FEBAB

são Paulo
FEBAB
19 7

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

3

CS’
3

14

15

16

17

18

19

�Conselho Federal de Biblioteconomia.
Organização e legislação.
São Paulo, FERAB,
1973.
/
264 p. 31 cm.

CDD: 021.7-026
CDU: 061.2(094)

Digitalizado
gentilmente por:

�sumXrio

Apresentação

3~4

CFB - 19

5-68

triênio

CFB - 29 triênio

69-88

CFB - 39

89-124

triênio

Lei

125-132

Decreto 56.725/65

133-144

CRB-1

145-152

CRB-2

153-156

CRB-3

157-158

CRB-4

159-166

CRB-5

167-174

CRB-6

175-182

CRB-7

183-208

CRB-8

209-244

CRB-9

245-250

CRB-10

251-260

Quadro de diplomados em Biblioteconomia
Quadro de

associados da FEBAB

Quadro de registrados no CFB

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

...

261
262
263

�i

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�APRESENTAÇÃO

Desde
ser objeto de

1958 a profissão de Bibliotecário

regulamentação oficial.

7 de outubro de
Social,

1958,

começou

Pela Portaria 162,

do Ministério do Trabalho e

essa atividade foi

incluída no

19?

a
de

Previdência

Grupo das

Profis-

sões Liberais.
A Lei 4084, de 30 de junho de 1962, dispôs
profissão de Bibliotecário,

sobre

regulou o seu exercício e

leceu as prerrogativas dos portadores de diploma

a

estabe-

de

Bacharel

em Biblioteconomia.
Pela Resolução 326, de

16 de novembro de 1962,

o Con

selho Federal de Educação estabeleceu um currículo mínimo para
o ensino da biblioteconomia,

fixando em três

anos

a

duraçao

do curso .
Apôs
de

1965,

que

a expedição do Decreto 56.725, de

16 de agosto

regulamentou a Lei 4084, de 30 de junho de

1962,

a FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS

e suas

quinze Associações filiadas,

solicitaram do MTPS as

cias

instalar o Conselho

cabíveis, no sentido de

providên-

Federal

de

expedidas

e a

Biblioteconomia.
Algumas Portarias Ministeriais foram
eleição e sorteio dos doze membros e três
saram de acordo com o Art?

11,

suplentes

letras b e £

no Auditório do Ministério do Trabalho e

da

se proces-

Lei

4084/62,

Previdência

Social,

Composto o Conselho Federal, no mesmo local

e hora,

no dia 16 de dezembro de 1965.

foi procedida a eleição dos membros que compuseram a lista tr£
plice,

para ser enviada ao Excelentíssimo Senhor Presidente da

República,

a fim de ser nomeado o Presidente do CFB .
Por decreto expedido em 28 de fevereiro,

a Bibliotecária Laura Garcia Moreno Russo,
selho durante o triênio

foi nomeada

para dirigir o Con-

1966-1969.

A posse do Conselho se deu no

Gabinete do

do Trabalho e Previdência Social, no dia 16 de março,

Ministro
no Esta-

do da Guanabara.
A partir dessa data,

passou o CFB a desenvolver

tensa atividade, no sentido de desincumbir-se de
missão:

-3-

3

sua principal

fiscalizar o exercício profissional no Brasil.
Pela Portaria 675, de

2

in-

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

18 de novembro

de 1965,

foi

�fixada a sede do CFB na Capital de
anos,

São Paulo,

durante

três

findos os quais passou a funcionar na Capital da Repúbli^

ca, de acordo cora o artigo 10, da referida Lei e Portaria 3164,
de 24 de raarço de

1969,

publicada era 11 de

foi expedida a pedido do Presidente,

abril, p.

que passou o

3099,

seu

que

raandato

no dia 31-3-1969.
0 bibliotecário Antonio Agenor Briquet de Leraos
raou posse era 31-3-1969,

to-

em Brasília.

0 bibliotecário Murilo Bastos da Cunha

foi

nomeado

Presidente do CFB, em 6-7-1973.
Em cumprimento ao que determinam o artigo 15,
e^, da Lei 4084 ,
to 56.725,

de

de 30-6-1962 e artigo 27,

16 de agosto de

1965,

inciso

10, do Decre-

o Conselho Federal de

blioteconomia deve publicar anualmente o

Relatório

trabalhos e,

todos os

periodicamente,

letra

a relação de

de

Biseus

profissio-

nais registrados nos CRBs.
A estruturação do Conselho Federal de
mia e dos Conselhos Regionais,
fa fácil de realizar,
tretanto,

em número de dez, não foi tare-

isto já á do conhecimento de

os problemas que dependeram do espirito

dos que governaram e governam os Conselhos
a contento.
que

Bibliotecono-

todos.
de

foram

En-

classe

satisfeitos

Tal não ocorreu com o cumprimento das

obrigações

implicaram em despesas maiores que as disponibilidades

que foram passíveis de espera.
sente,

Assim foi postegada,

esta publicação, que encerra dados

sobre

a

e

ate o pr£
legislação

profissional e organização dos Conselhos.
0 volume já estava pronto,
tar o
que,

quando decidimos

solici-

apoio do atual Presidente do CFB, Murilo Bastos da Cunha
imediatamente,

luções e

listagens,

a partir de

1969,

se prontificou em nos enviar algumas Resorelativas aos

registros de bibliotecários,

quando terminou nosso mandato,

como presiden

te do CFB.
É esta obra o fruto do perfeito entendimento existen
te entre o CFB e a FEBAB,

entidade que patrocinou a publicação,

como subsídio a uma nova edição,

se os

CBs

mantiverem em dia

os seus cadastros.
Agradecemos a colaboraçao dos Conselhos,
enviaram as

listagens dos bibliotecários

que

nos

registrados.

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente da FEBAB
Ex-Presidente do CFB

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gentilmente por:

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g

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�MNIST^RIO DO TRABALHO B PREVIDBíJnTf aQOT,i^L
BIBLIOTSCÍRIQS - PROFISSÃO LIBERAL
IQfl

GRUPO

Por Portaria do Ministério do Trabalho, Industria e Comércio, a profissão de bibliotecário
enquadrada como profissão liberal*

Eis

o

texto

foi
da

Portaria:

"0 Ministro de Estado dos Negócios do Trabg^
Iho, Industria e Comercio, usando das atribuições que
lhe confere o art* 570 da Consolidação das Leis do Tz^
balho, aprovada pelo Decreto-lei 5452, de
de 1943» d, tendo em vista a proposta da

1® de maio
Comissão do

Enquadraunento Sindical resolve:

N® 162 - Criar, no quadro de

atividades

e

frofissões a que se refere o artigo 577 da citada Consolidação,

no

19® grupo Bibliotecário, compreendido no plano da Confederação
cional das Profissões Liberais*

as)»

Fernando NÓbrega
Ministro do Trabalho

Portaria de 7 de outubro do 195Ô
Publicada no Diãrio Oficial da Ifeiao
de 11-10-1953, p* 22*036

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Digitalizado
gentilmente por:

Na-

�PORTAP.IÀ 585, de 22-10-65

0 MIIíISTRO Dá 3STAD0 DOS NfiGOCIOS DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL,
tendo em vista o que dispõe o Art« 46, do Decreto 56»725&gt; de I6-8-65,

RESOLVE constituir um Grupo de Trabalho, integrado pelo Diretor da
Divisão do líão de Obra do Departamento Nacional de Emprego e Salário ,F^icLes
de Faria Mello Carvalho, como representante deste Ministério}

Nair

Portes

Abu-Hehri e Francisco Figueiredo Luna de Albuquerque, como representantes do
Ministério da Educaçao e Cultura, Antonio Caetano Dias, como

representante

dos Cursos da Biblioteca Nacional} laura Garcia Moreno Russo e I^Iaria

Alice

de Toledo Leite como representantes da Federaçao Brasileira de Associações do
Bibliotecários para, sob a presidência do primeiro coordenar os trabeuLhos pa
ra a eleição da primeira Diretoria do Conselho Federal de Biblioteconomia •

ass.)

Arnaldo Lopes Sussekind
Ministro do Trabalho

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gentilmente por:

�MNISTÉRIO DO TRiLMLHO B PRSVIDENGIA 3XUL

PORTARIA 675, de 18 DE NOVEMBRO DE I965

O MINISTRO DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL, no uso de suas

atribuisões

e a fim de dar cumprimento ao disposto noa arts. 33 Q
36 da Lei 4DS4, de 30 de Junho de 1962 e nos arts* UO
e 49 do Decreto 56*725, de 16 de agosto de 1965,0 ai^
da atendendo ao que foi solicitado pelas entidades i^
teressadas*

RESOLVE:

a)

marcar para 0 dia 16 de dezembro do corrente ano,
às 15 (quinze) horas, a data para a reallza$ão da
eleigão do Conselho Federal de

Biblioteconomia,

designando 0 auditório do Ministério do

Trabalho

para os trabalhos dessa eleigao;
b)

determinar que a sede provisória para o funcionamento do Conselho seja na Capital do Estado de Sao
Paulo, ate ulterior deliberação, na forma
determina a legislação sancionada•

Arnaldo Lopes Susseklnd
Ministro do Trabalho

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Digitalizado
gentílmente por:

do que

�Mllíismio DO TR&lt;IB.L:I0 S PRJVIDüi^JIA S-XIàL

PORTAHIA 761, DE 3 DS D3ZSIÍBRO D3 I965

O MINISTRO DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL, usando das atribuições que lhe confere o artigo 46 do
Regulamento
aprovado pelo Decreto 56,725, de 16 de agosto de I965, e tendo em vista as
demais disposições do mesmo Regulamento,
RESOLVE

expedir as seguintes instruções para a eleição da Primeira Diretoria do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB).

ART. IQ - A eleição s^ra realizada no dia 16 de dezembro de 19§5» as I5 ho
ras, ^o Palacio do Trabalho, 6° (sexto) andar, Auditorio, em Assembléia constituída por Delegados-eleitores,^como representantes credenciados das Associaçees de Bibliotecários e Escolas de
Biblioteconomia era funcionamento, anteriormente a 16 de
agosto
de 1965.
ART, 2° - Cada associaçao e escola poderá credenciar ura delegado-eleitor,
eleito em Asserableia, por voto secreto e seguindo as formalidades estabelecidas para escolha de suas diretorias,
A prova de encontrar-se nas condiçoes^referidas no art, anterior
sera feita por parte de cada associaçao ou escola, mediante or.
seguintes documentos:
Estatutos registrados
Ata registrada da Reunião ou Assembléia na qual foi
Delegado-eleitor,

escolhido 0

ART, 3° - A eleição do CFB far-se-á por escrutínio secreto, presentes pelo
menos 2/^ (dois terços) dos (Relegados credenciados, em primeira
convocação, e com qualquer numero, uma hora depois,
^
M»
^
ART,
- Qualquer impugnaçao as eleições realizadas devera ser apresentada ao Grupo de “^aballao referido na Portaria 5§5, de 22 de outubro de 1965,^ate 48 (quarenta^e oito) horas apos
assinatura da
ata da eleição, para apreciaçao q encaminhamento a decisão final
do Ministro do Trabalho e Previdência Social.
ART. qQ - Caberá ao Grupo de Trabalho, constituído pela Portaria 585,de 72
de outubro do corrente ano o seguinte:
I

-

coordenar a realizaçao da eleição a que se refere o artigo 46, do Decreto 56.725, de 16 de agosto do corrente
ano}

II

-

apreciar a docuraentaçao mencionada no parágrafo 5*^,
Art, 46 do citado Decreto}

III

proceder a apuraçao da eleição}

IV

opinar sobre as impugnações das eleições,
ocorridas}
m»
\
0»
submeter a ata da§ eleições a aprovaçao do
Trabalho e Previdência Social}

V

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Digitalizado
gentílmente por:

do

porventura
Ministro do

�VI

-

resolver as dúvidas porventura
teria da eleijao.

suscitadas sobre

a ma

ART. 6° - A eleição de que trata o artigo primeiro sera presidida
pelo
Presidente do Grupo de Trabalho a que se refere este artigo.
ART. 7^ - A Diretoria do CPB, eleita de acordo com estas instruções, toma
ra posse ate 15 dias apo§[ a homologagao da eleição, pelo Ministro do Trabalho e Previdência Social.

Arnaldo Lopes Sussekind
Ministro do Trabeilho

0000

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gentilmente por:

�ATA DA ASSE3«IBLálA DS DDLÍGADOS SLEITORES PARA A CONSTITUigÃO DO PRD^DSIRO CON
SELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONaiIA, REALIZADA PARiV ATENDER O QUE DETSR*MINAH OS
ARTIGOS 11 A 25 DA LEI 4O84, DE 3O DE JUNHO DE I962, CQÍIBINADO COM O DECRETO
56.725, DE 16 DE AGOSTO DE I965 E COM A PORTARIA 761, DE 3 DE

DEZEl-QRO

DE

1965, DO MINISTRO DO TRADhLIIO E PROVIDENCIA SOCIAL.

As quinze horas do dia dezesseis de dezembro de I965, de
acordo
com o que estabelece o artigo primeiro da Portaria 761, de 3 de dezembro de
1965, do Senhor^Ministro do Trabalho e Previdência Social, teve início a reji
niao da ijsserableia eleitora do primeiro Conselho Federal de Biblioteconomia,
no Auditorio do Palacio do Trabaiho, sexto andar, tendo comparecido as seguia
tes pessoas: Pericles de Faria I-fello Carvalho, Nair Fortes Abu-Merhy, Francisco Figueiredo Luna de Albuquerque, Antonio Caetano Dias, laura C^rcia Moreno Russo e M^ia Alice de Toledo Leite, todos integrantes do Grupo de Trabalho, instituido pela Portaria 585, de 22-10-65, do Senhor Ministro do Trabalho e Previdenci^ Social, sendo o primeiro o Presidente do Grupo e representante do Ministério d(j Trabalho e Previdência Social, os dois
seguintes
representantes do Ministério da Educaçao e Cultura, o quarto repr^3entendo os
Cursos de Biblioteconomia, digo da Biblioteca Nacional e as duas ultimas como represeçtantes da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários,
Atenderam a chamada os seguintes delegadoij eleitores: Alice Camargo Guarnieri, pela Associação Paulista de Bibliotecários; Ida Brandao de Sa Pessoa, pg,
la Associação Pernambucana de Bibliotecários; Zilda Galhardo de Araújo pela
Associação Brasileira de Bibliotecários; Lourdes Catharina Gregol, pela Asso
ciaçao^Riograndense de Bibliotecários, leure Garcia Moreno Russo, em representação da Associação Bahiana^de Bibliotecários; Marcelina Dantas pela Asso
ciaçao^Paranaense de Bibliotecários; Augusta Amélia Sobral Gustavo, pela Associação de Bibliotecerios Municipais de Sao Paulo; Relinda Koehler pela Associação de Bibliotecários do Parana, Ruth Versiani Moreira, pela Associação
de Bibliotecários de Minas Gerais; Adelia Leite Coelho pela Associação dos 3i
bliotecarios do Distrito Federal; Eurydice Pires de SanfAnna, pela ^Associação Bahiana de Bacharéis era Biblioteconomia; Mercedes de Jesus Thome Forti,
pela Associação C^pineira de Bi^liotec^ios; Oscar Manoel de Castro Ferreira, pela Associação de Bibliotecários Sãocarlenses; Lydig de Queiroz Sambsquy, pelo Curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional,Rio de Janeiro-Gug
nabara; Zilda^Machado Taveira, pela Escola de Biblioteconomia de 3ao Paulo;
Francisco Jose Liberato de Matos Carvalho, pela Escola de Biblioteconomia e
Documentação da Universidade Federal da Bahia, Salvador; Maria Antonia Ribas
Pinke,^pela Faculdade de Biblioteconomia da Universidade Católica de Campinas, são Paulo; Minda Qroisman, pela Escola de Biblioteconomia e Documentação
da Universidade Federal do Rio Grando do Sul, Porto Alegre; Ivanilda Fernandes da Costa, pelo Curso de Biblioteconomia e Documentação da
Universidade
Federal de Pernambuco, Recife; I-laria Martha de Carvalho, pela Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte; Maria
Dorothea Barbosa, pelç Curso de Biblioteconomia e Docu; entaçao da Universidade Federal do Parana, Curitiba; Alfredo Américo ''lamar, pela Escola de Biblioteconomia e Documentação de Sao Carlos, Sao Paulo; Ãbr.er IjoIIís
Corrêa
Vicentini, pela Faculdade de Biblioteconomia da Universidade Nacional de 3rg
sÜia. Foram apresentadas, de inicio as credenciais, bem como a documentação relativa go registro dos Estatutos das Associações de Bibliotecários e
atas de eleições dos delegados eleitorais digo, eleitores, registrados devidamente. As Escolas de Biblioteconomia e Documentação aoresentaram ata de
eleição do Delegado eleitor e a lista tríplice para o sorteio dos Delegados,
representantes das Escolas reconhecidas ou equiparadas. Examinados 05 documentos pela iíesa Diretora, foram os mesmos julgados conformes e as duvidas
surgidas foram dirimidas pela mesa, com a aprovaçao do plenário. A Mesa sug.
pendeu 03 trabalhos por dez minutos, para que se organizassem os eleitores e
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gentilmente por:

�apresontassern os candüitos ao primeiro escrutir.io que deveria eleger os seis
(6) primeiros membros do Conselho, de acordo com o artj 33 da Lei 4084/62.
Reaberta a sessão, os votos foram colocados era urna própria e terminada a v^
taçao 0 Presidente designou dois escrutinadores entre os presentes,
liaria
Alice de Toledo Leite e Francisco Figueiredo Luna de Albuquerque, Feita
a
apuragao verificou-se o seguinte resultado, num total de vinte e cinco(25)v2
tantes: para membros efetivos; 1^ Laura Garcia Moreno Russo com 24 votos; 2®
Adelia Leite Coelho, com 23 votos; 3*' - empate, com 22 votos, Lourdes Catha
rina Gregol, Surydice Pires de SanfAnna e Marcelir.a Dantas; em 5® lugar-Ali
ce Camargo Guarnieri, com 17 votos. Ainda obtiveram outros votos os seguintes delegados: Zilda Galhardo de Araújo, ó votos; Francisco Figueiredo Luna
de Albuquerque, 2 votos; e Ruth Ver^iani Moreira, com 1 voto. Para suplentes foram eleitos: Ida Brandao de Sa Pessoa, com 24 votos; Ruth Versiani Moreira, com 23 e Mercedes de Jesus Thome Forti, com 21 votos. Ainda obtiveram votos para suplentes os seguintes delegados: Alice Guarnieri, com 2 votos e Zilda Galhardo, com 2 votos. Em face do resultado o Presidente declarou eleitos e empossados os seguintes Membros do Conselho, na forma do artigo 33 da Lei 4084 de 1962: Laura Garcia Moreno Russo, Adelia Leite
Coelho,
Lourdes Catharina Gregol, Eurydice Pires de SanfAnna, í-larcelina Deuitas
e
Alice^Camargç Guarnieri. Como suplentes foram proclamados os Delegatjos: Ida
Brandao d^ Sa Pessoa, Ruth Versiani Moreira e Mercedes de Jesus Thome Forti.
A assembléia recebeu com prolongada salva de palmas. Os eleitos foram conv^
dados a assumir a diregao dos trabalhos na forma do art. 24 da referida Lei
e, iniciando a reunião preparatória do segundo escrutínio, convidaram a Professora Nair Fortes Abu-l-íerhy para a presidência_^do grupo. Assumindo a presidência a referida Professora deu inicio a sessão^convidando cada delegado
eleitor das Escolas de Biblioteconomia, presentes a reunião, p6u:*a colocarem
na urna os três nomes oriundos da lista triplice de professores que deveriam
ser sorteados para integrar os seis (6) restantes postos no Conselho Féderel.
Terminada a votaçao, a Presidente designou o Professor Abner Corrêa Vicentini e Francisco Jose Liberato de l*latcs Carvalho, para, como
escrutinadores,
apurar o pleito. Terminado o ^rabalho dos escrutinadores, verificou-se o sfi
guinte resultado: a primeira cédula retirada foi a do Curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional, tendo aceitado a indicaçao a Professora Lydia de
Queiroz Sarabaquy. A segunda foi o Curso de Biblioteconomia e Documentação
da Universidade Federal de Pernambuco, tendo aceito a Professora
Ivanil^
Fernandes da Costa. A terceira foi a da Escola de Biblioteconomia de
São
Paulo, tendo a delegada professora Zilda I-Iachado Taveir^, indicado a professora Heloisa de Almeida Prado, que constava da lista tríplice da Escola. A
quarta foi a Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal de Itinas Gerais, tendo a delegada Maria 1'í^tha de Carvalho indicado a professora Etelv^
na Lima, copstante da lista tríplice para o Conselho. A quinta cédula retirada coube a Escola de Biblioteconomia e Documentação de São Carlos, tendo o
delegado Alfredo .^merico Hamar, desistido da indicaçao por achar que o Estado de Sao Paulo |a estava representado e que,seria interessante nova escolha.
Retirada outra cédula para substituir o quinto escolhido, foi sorteado o Cu£
so de Biblioteconomia e^Documentação da Universidade Federal do Parana,tendo
o Delegado Maria Dorothea Barbosa, aceitado a indicação. Por ultimo foi so£
teada a Faculdade de Biblioteconomia da Iftiiversidade Nacional de
Brasilia,
tendo o professor Delegado Abner Lellis Corrêa Vicentini, escolhido o nome
da Professora Cordelia Robalinho de Oliveira Cavalcanti. Dessa Forma, cumprindo a legislação e o regulamento, ficarsim eleitos os seguintes membros do
Conselho, para completar o total, na forma do art. 35 da Lei citada:!®)Lydia
de Queiroz Sambaquy (Guanabara2; 2® Ivanilda Fernandes da Costa(Pernambuco);
3® Heloisa de AJ^eida Prado (Sao^Paulo); 4®) Etelvina Lima (Minas Gerais);
5® l-laria Dorothea Barbosa (Parana) e 6“) Cordelia Robalinho de Oliveira Cavalcanti (Brasilia-D.F,). Aclamados os sorteador, ficou o Conselho integrai
mente formado e a sessão foi novamente suspensa por dez minutos peiça que os
membros eleitos do Conselho se articulassem no sentido de si^bmeter a votaçao
a lista tríplice, para ser encaminhada ao Presidente da Republica, na forma

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�do art. 11, letra a, da Lei 4084, de 1^82, com os nomes para a escolha daRrs,
didencia do Conselho. Reaberta a Sessão, sob a Presidência ijo representante
do íüniatro do Trabalho, foi procedida a votaçao, em urna própria, tendo cada um dos membroç eleitos para o Conselho apresentado a lista^triplice
de
seus candidatos a Presidência do Conselho, Terminada a votaçao, os
mesmos
escrutinadores apuraram os mais votados, tendo sido obtido o seguinte resultado: laura Garcia l-Ioreno Russo, 11 votos} Adelia Leite Coelho, 8 votos; Má£
celina Dantas e Lyd:^a Queiroz Sambaquy - ambas com 6 votos. Tendo havido eja
pate entre as duas ultimas, procedeu-se a novo escrutínio somente para
os
dois nomes cujo resultado final foi o de Marcelina Dantas com 8 votos a lydia
Sambaquy, 4 votos. De acordo com o resultado, ficou assim constituída^a lijg,
ta tríplice de nomes a^serem encaminhados ao Senhor Presidente da Republica
para escolher a nomeaçao do 1° presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia - 1® leura Garcia Moreno Russo; 2® Adelia Leite Coelho e 3® Marcelina
Dantas. Concluídos os trabalhos, o Presidente da mesa se congratulou com os
presentes pela forma altiva e harmoniosa pela qual correram os trabalhos e
desejando aos eleitos os melhores votos de sucesso na honrosa missão que receberam de sua classe. E nada mais^havendo a declarar, eu Francisro F.L, de
Albuquerque, na qualidade de Secretario ”ad-hoc”, lavrei a presente ATA que
Vai assinada por mim e pelo Grupo do Trabalho instituido pela Portaria 585,
de 22 de outubro de I965, do Senhor Ministro do Trabalho e Previdência Social,

000

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gentilmente por:

�TBRilO OS COMFBOMiaSO E PQSSg DOS MBKBR09 DO PRS-IBIRQ
BIBLIOISCONaíIA

Àos dezfaseis dias de marjo do ijll novecentos ^ sessenta e seis,
cen^esimo quadragésimo quinto da Independencia e aeptuageglmo oitavo
da
Republica, perante o Senhor Ministro do Trabalho e Arevidencia
Social,
Dr. Uaiter Feracchi de Barcelos, compareceramt laura Garcia Moreno Russo,
presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia, nomeada por decreto do
Senhor Presidente da Republica, ^ 28 de fevereiro de mil novecentos
e
sessenta e sais, publicado no Diário Oficial da lAiião, U Sessão, de 2 de
morso de mil novecentos e sessenta e seis e os conselheiros eleitossAllce
Camargo Quamleri,de São Paulo, Heloísa de Almeida ^ado,de São Paulo,
rydice Pires de Sant'Anna,da Bahia, Ivanilda Fernandes da Costa,de PemasL
buco, Btelvina Flana Idma,de Minas Gerais, Lourdes Gatharina Gregol^Rio
Qrand) do Sul, I^dia de Queiroz Sambaquy^da Guanabara, Ikreelina Dastas^o
Parana, Maria Dorothea Barbosa, do Paran^ e os suplentes Ruth Versianl Ha
relra, de HLnas Gerais, Ida Brandao de S^^ Pessoa, de Pernambuco e Mercedes de Jesus Thome Fortl, de Campinas, Sao Paulo. Estiveram ausentes os
seguintes conselheiros: Adella Leite Coalho e Cordella Robalinho da ^Oliveira Cavalcanti, ambas de Brasília* A posse desses membros se dara na
Primeira Sessão do CFB, em Julho do corrente ano* Os senhores conselheiros apresentaram dec^araçãe^ de bens e valores, previstos no artigo 24 do
Estatuto dos Funcionários hiblicos da thiao, cujos originais foram entregues ao Departamento Nacional de Mao da Obra* 0 Presidente o os Membros
assinaram o compromisso de bem servir, tomando posse nas referidas
funções* Para constar, eu, Maria Jose Susseklnd de Miranda Montenegro sacra,
tarla "ad-hoc" lavrei a presente ata que vai assinada pelos Senhor Ministro do Trabalho e Previdência Social e demais membros empossados*
U. P. Barcelos

1*

laura Garcia Moreno Russo

2*

Heloísa de Almeida Prado

3*

Maria Dorothea Barbosa

4*

Marcellna Dantas

5*

lourdes Gatharina Gregol

6o

Adella Leite ‘Coelho

7*

Cordella R* 0* Cavalcanti

8*

Etelvina Idma

9*

Eurydice Pires de SanfAnna

10*

Alice Camargo Gtiarnleri

11*

I^rdia de Queiroz Sambaquy

12*

Ivanilda Fernandes da Costa
ooo

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Digitalizado
gentilmente por:

�MIMI3TÍRI0 DO TRABALHO E FREVIDÊNOTA SOCTAT.

DECRETO de 28 de fevereiro de I966

O Presidente da República resolve
KCMSAR

De acordo com os artigos 11 a 14 da lei 4^84»
d* 30 de junho de 1962, a Bibliotecária
Moreno Russo, Presidente do Conselho

laura

Federal

Garcia
de

Bi-

Brasilia, 28 de fevereiro de I966, I452

da

bliote c onomia•

A
^
Independencia e 78® da ReputíLica.

H. Castello Branco
Walter Peracchi Barcellos

Diário Oficial da União, de 2-3-1966,
p» 2293» Seçao I, Parte I.

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Digitalizado
gentílmente por:

�PRIMEIRO CONSELHO FEDERAL DE

BIBLIOTECONOMIA

1966-1969

■J

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cm

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gentilmente por:

�DISCURSO DS POSSS D£ UURA GARCIA MORENO RUSSO. Ca-IO PRESIDENTE

DO

FEDERAL DS BIBLIOTSCONailA, NA CIDADE DO RIO ‘DE JANEIRO, HIKISTáRIO

CONSELHO
DO TRA-

BALHO S PREVIDÊNCIA SOCIAL, EM 16 DE MARÇO DE I966

Ebccelentíssimo Senhor Doutor P&amp;racchl Barcei^os, digníssimo
tro do Trabalho e Previdencria Social» Senhor Doutor Pericles dç Faria
Carvalho, Diretor do Departamento de Mao de Obra, deste Mdniaterioj
Doutor fíermano Cordeiro Psssoa Cavalcanti, Chefe do Gabinete do MTPS}
Augusto Meyer Pilho, Diretor Administrativo do Instituto Nacional do
Meus colegas.

líLnisMello
Senhor
Senhor
Livro.

Ao tomarmos posso do cargo que 0 Excelentíssimo Senhor Presidente
da República» Marechal íisnb^rto de Alencar Castelo Branco, nos investiu, por
Decreto de 28 de fevereiro ultimo, e que a generosidade da classe nos
confiou, consideramos o momento oportuno para dizeç algumas palavras sobre o de
senvolvimento da biblioteconomia brasileira. Ha 50 anos, justamente,foi in&amp;
talado o primeiro Curso de Biblioteconomia, o da Biblioteca Nacional. Durante 23 anoa, foi esse o unico curso que capacitou pessoal para trabalhar nas
bibliotecas. Em 1938, foi criado o Curso de Biblioteconomia, da Prefeitura
Municipal de Sao Paulo, cuja duraçao foi efêmera mas a^iniciativa teve continuidade por ter sido encampada a Escola, pela Fundação Escola de Sociologia^de Sao Paulo* Das escolas da Guanabeura e de Sao Paulo salram^os bibliotecários fundadores das^que hoje existam na Bahia, Brasilia, Ceara, Guanabara, Minas Gerais, Parana, Pernsunbuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, S^o
Carlos e Campinas, no Estado de São Paulo. ^Sao I5 ao todo e I5 também, sao
as Assoclaçees de^Bibllotecarloa, filiadas a Fe^eraçao Brasileira de Assoei^
çoes de Bibliotecários, a FEBAB, sigla com que e conhecida nos meios profissionais. A Federagao nasceu da aprovagao unanime de uma tese,apresentada ao
II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, realizado rnBalm,
em 1959 e que alertava a classe para o nmil de isolamento. Sete Associações
existiam; porem, não se comunicavam quase nunca. Quarenta e quatro^anos eram
passados, desde a fun^ção do primeiro Curso de Biblioteconomia. Vários pr^
jetos de regulamentação haviam sido arquivados e o que estava em curso na Ca
m^a em 1959» corria 0 mesmo risco. Havia muito descontentamento. Bibliotecários de alguns Estados depositavam confiança em seus líderes;^muitos
deles, entretanto, haviam desistido de lutar. Nesse clima melancólico&amp;i crig,
da a FEBAB, com o objetivo de concorrer para a solução de dois problemas fuü
damentais: a regulamentação profissioneú. e 0 reconhecimento das escolas de
biblioteconomia. A partir daquele momento, as Associações passaram a operar
como trincheiras avançadas, de onde partiram constantes e inceuisavelmente as
sugestões e os apelos aos poderes constituídos* Dentro de um clima de confiança 03 antagonismos encontraram um ponto de contato e os
bibliotecários
foram obtendo tudo quanto reivindicavam, para 0 seu bem estar social e
melhor desempenho de suas funções. Seria ocioso relatar, neste momento, as di
ficuldades que encontramçs para se conseguir essa legislação que nos beneficia a que hoje nos tra^ a presença de Vossa Excelência, senhor Ministro. Ioü
vamos a ação do Í-Iinisterio do Trabalho e Previdência Sociel que^ ao expedir
a portaria 162, de ^ de outubro de 1958 que incluiu o bibliotecário no
19°
Grupo da Confederação Nacional das profissões Liberais, Foi essa iniciativa
que facilitou a entrada no Congresso Nacional do Ante-Projeto, 4770/58,de au
toria do Deputado Roge Ferreira. Apos 4 anos de ingentes esforços o projeto
se transfonnou na Lei 4084/62. Logo ao ser promulgada, a FEBAB solicitou a
sua reguleunentação e nova lista foi empreendida para qi^e fosse expedido
o
competente decreto. Felizmente, encontramos no Ministério do Trabalho e Pra,
videncia Social homens de alto gabarito in^jjelectual como 0 Doutor
Arnaldo
Sussekind, digno antecessor de Vossa Excelência; 0 Doutor Moacyr Velloso Ca£

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�doso de Oliveira, que ao estudar o relatorio deu-lhe a forma jurídica e, finaLnonte, o Dr. Pericles de Faria Mello Carvalho, cuja inteligência e senso
prático permitiram que estivessemos aqui reunidos, em tao curto prazo, desde
a expedição^do Decreto 56.725, de 16 de agosto do ano findo. Louvamos, igual
mente, a ação do Ministério da Bducagão e Cultura, por sua Diretoria do Snsi
no Superior e pelo Conselho Federal de Educaçao, que possibilitaram a
consecução de um Currículo MÍnimo de Biblioteconomia, sua elevaçao e nivel superior, 0 reconhecimento das escolas e 0 reçistro dos diplomas por elas conferidos. Apos 03 contatos que tivemos nos últimos anos, com os professores
que dirigem a educação em nossa terra e deles ter recebido tratamento compra,
ensivo e amigo, justo que citemos nesta oportunidade alguns nomes que ficaram indelevelmente gravados em nossa memória. 0 Professor Durraeval Trigueiro
Mendes, que à testa do Ensino Superior, iniciou 0 dialogo entre bibliotecarios e a Diretoria} a^inceuisavel e culta Professora Nair Fortes,que entendeu
as nossas reivindicações e dificuldades, procurando soluciona-las com rigor
e com acerto e o Professor Almeida Junior, membro do Conselho Federal de Edji
Cação, que sempre nos ajudou e atendeu com seu costumeiro cavalheirismo.
A
quantos intervier^ em nossa campanha, nestes anos heroicos de biblioteconomia, nossa gratidao. A partir de 1962, muitos decretos e port^ias
vieram
beneficiar a classe, dando-lhe o adicional por nível ur.iversitario e melhor
enquadramento. Este era almejado desde a promulgação da lei 3780,de 12-7-60,
que havia incluido os bibliotecários em níveis 1^, 14 e 16 e, pior ainda, em
nivel 7, (^ezenas de diplomados, enquanto funcionários com diploma e
nenhum
preparo técnico, foram incluidos em nível 17, como docuraentaristas. Injustiças não geram bom clima para 0 desenvolvimeijto do trabalho e, pori3SO,aFüDAB
perseguiu o objetivo de colocair o bibliotecário no conceito social que lhe
era devido e no escaJ-çnamento que diferencia os funcionários, segundo a si^
formação cultural e técnica. Atualmente, acham-se os bibliotecários em níveis 19 e 20, de acordo com o numero de anos do curriculo profissional,na ea,
fera federal e os governos de quasi todos os Estados cuidam de restruturar a
carreira de bibliotecário. Alguns problemas ainda existem, mas esperamos em
breve vê-los solucionados, a fim de que cada ^ibliotecario possa se sentir ffi.
liz pessoalmente e útil a coletividade, pois e o que 0 Brasil espera de cada
um de no's. Qual teria sido 0 fenômeno que possibilitou realizar em
cinco
anos o que a classe esperou durante nove lustroa?
por que pode ela se desenvolver com tal magnitude? Tudo resultou da união da classe. Porque os bi
bliotecarios souberam confisor no trabalho de suas Associações e da FEBA3 que
as uniu. Foi o resultado do aprimoramento da consciência profissional
que
se vinha operando, desde a realizaçao do I Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, realizado no Recife, em 1954, qU-Q alcançou sua forma atuante
na
Bahia, por ocasião' do II Congresso, em 1959 e que a partir de 1961, no Para
ná, em sei^ II Congresso, atingiu ao climax, unindo definitivamente a família
bibliotecária. O3 colegas de minha geração, aquelas que dirigiram e dirigem
Associações e Escolas de Biblioteconomia, ou que de alguma maneira
exercem
influência no meio da classe, sabem o que significa a inst^laçao deste Conselho Federai de Biblioteconomia.^ Sabemos ter diante de nos mais ^problemas
que soluções, porem, os bibliotecários hao de traballjar pela criaçao e aprimoramento (^s bibliotecas e, no dia em^que a nossa patria atingir a sua matü
ridade política, social e econômica, ha de se fazer justiça ampla
àqueles
cuja função e possibilitar à criança a leitur^ de ura livro interessante por
suas cores e conteúdo} ao jovem os livros didáticos, procurados avidamente}
ao grande público a satisfação de encontrar os livros que 0 recreiam Q instruem} aos cientistas e pesquisaijores, os livros e documentos necessários a
realização de seus trabalhos. Ha de se reconhecer, finalraente, 0 seu esforço honesto, no sentido de colaborar na gçeinde obra de soerguimento ijacional:
a educação e cultura do povo. Ásperas tem sido as campanhas que ate
agora
sustentamos, reivindicando legítimos direitos, esclarecendo a opinião púbica e 03 poderes públicos sobre a ut:^lidade das bibliotecas e dos centros de
documentação. Em que pesem os obstáculos encontrados no caminho e as incompreensoes que nos dificultaram a tarefa aqui estamos. Hoje e sempre, os bi—

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�bliotecarios saberao defender oa seaa direitos, porque se fecharam para eles
as portas do desânimo que contaminou, durante anos seu setor de atividades.
Quando falamos em significação des^e Conselho, nao nos referimos somente aos
benefícios que ele pode propiciar a classe fazendo respeitar a legislação vi
gentej mas, principalraente, nos referimos ao trabalho organizado e ativo que
devera desenvolver seus membros, junto aqueles que se interessam ou são res,
ponsaveis pelo desenvolvimento^das bibliotecas. Decorrida esta primeira eta
pa da_^jornada, com uma prestação de contas que encerra saldo positivo do rea
lizaçoes, iniciamos hoje as atividades do Crâ cuja plataforma de
trabalho
seus memtoos apresentam: 1® Defesa intransigente dos direitos da classe.2® Ia
vestigaçao dos recursos econômicos, destinados ao desenvolvimento das biblio
tecas públicas e escolares. 3® Planejamento da atividade biblioteconômica.
4® Golaborajão cora o INL, no sentido de resolver os problemas da difusão do
livro, através das bibliotecas publicas. Vamos, pois, continuar com redobra
do alento a caminhada, cuja segurança nos e desde logo garantida pela presea
ça do estado maior que compartilha conosco, na direção desta entidade maxlma
da biblioteconomia brasileira. Nele saudamos velhos e novos
companheiros,
autênticos expoentes da nossa classe. Rejubilarao-nos, como presidenta
do
CFB, com o espírito do compreensão que identifica os bibliotecários como téç,
nicos da civilização atual. Honramo-nos com o mandato que nos permite a alta distinção de presidir esta expressivo grupo de ilustres Colegas. Esperamos todos contar com a compreensão e ajuda dos membros da classe para firmar
as bases do exercício profissional que a legislação nos garante e contribuir
para o desenvolvimento das bibliotecas e dos centros de docuíaentaçao do Brasil. Finalizando, queremos agradecería Vossa Eixcelência a magnífica acolhida que tivemos por parte deste Ministério, as reivindicações de uma
classe
que deseja para todos os brasileiros um caminho mais rápido para a obtenção
da paz espiritual e de uma vida mais digna de ser vivida.

Rio de Janeiro, Palácio do Trabalho
16 de março de 1966

■000.

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�MEMBROS DO COIBSLHO FEDERAL DE BIBLIOTECONCT-ÍIA

ADELIA LEITE COELHO
Senado FedersúL - Biblioteca
BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL

-

Tel. 2-4700

ALICE CAMARGO GUARNIERI
Instituto de Ele Eletrotécnica da Universidade de Sao Paulo
Prasa Cel* Fernando IVeates» 152
SÃO PAULO - capital - Tel. 34^8329
CORDELIA ROBALINHO 0. C3AVALCANTI
Faculdade de Biblioteconomia da lAiiversidade Nacional de Brasília
APT-15
BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL - Tel. 3-llH
ETELVINA VIAIíA LIMA
Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal de Minas Gerais
Caixa Postal, 1906
BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS
EURYDICE PIRES^DE 3ANT'ANNA
Rua Padre Feijó, 10 - Apto. 302
SALVADOR - BAHIA
HELOÍSA DE ALMEIDA PRADO
Ibiversid^de Mackenzie - Biblioteca
Rua Itambe
SÃO PAULO - CAPITAL - Tel. 62-5720
IVANILDA PER1ÍANDE3 DA COSTA
Curso de Biblioteconomia e Documentagao da líaiversldade F.
Avenida Ruy Barboza, 870
RECIFE - FERNABRUGO
lAURA GARCIA MORENO RUSSO
Avenida 9 de julho, 889, apto. 31
SÃO PAULO - CAPITAL - Tels. 32-0778
LOURDES CATHARINA GREGOL
Caixa Postal, 2344
PORTO ALEGRE - RIO (SANDE DO SUL
IDA BRANDÃO DE SÃ PESSOA
Avenida Ruy Barbosa, 8?0
RECIFE - PERNAMBUCO
1-IARCELINA DAOTAS
^
Bibliçteca Publica do Parana
Rua Cândido Lopes
CURITIBA - PARANÃ
MARIA DOROTHÍA BARBOSA
Edifício ASA, apto, 1306
CURITIBA - PARANÃ

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e

33-7355

Pernambuco

�SUPLüOTfiS

i-EACiSDüIS DE JESUS TUQ-IÉ EORTE
Rua Culto a Ciência, H4
Ç^íPimS - SÃO PAULO
RUTU VEHSIAKI TAVARES
Caixa Postal, 1906
BELO HORIZOI^O - MINAS GERAIS

ROTAS
A Conselheira Lydia de Queiroz Sambaquy renunciou
ao Cargo em I2-77I966, tomando posse a suplente
Id§ Brandao de Sa Pessoa que cumpriu o mandato de
tres anoso
Por licenciamento da Conselheira Maria Dorothea
Barbosa, em ll-l-1967,a suplente Ruth Versiani T^
vares foi chamada como sua substituta, assumindo
o cargo de Conselheira Efetiva em 28-7-1968, por
abrir-se vaga no CF3,

DIRETORIA ELEITA EH ~ 12-7-1Q66

PRESIDENTE

-

I*ura Garcia itoreno Russo

SECRSTÍRIA

-

Alice Camargo Guarnieri

TESOUREIRA

Heloisa de Almeida Prado

COMISSÃO DE TOMADA DE COIVrAS

EIRYDICE PIRES DE SAI’T.'Airi^A
LOURDES CATíLiRINA GREGOL
rLARCELIi.A DANTAS

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�DECRETO «;q.76Q

DE 16 DE DEZEIfflRO DE 1066

Fixa as taxas e anuidades a serem cobradas pelos Conselhos Regionais
de
Biblioteconoinia*

ART, 1« - De conformidade com o disposto no artigo 28 da Lei 4084, de 30
de junho de 1962, que dispêe sobre a profissão de

bibliotecá-

rio e regula seu exercício, fica aprovada a seguinte tabela de
taxas e anuidades, a

serem cobradas pelos Conselhos Regionais

de Biblioteconomia:

Anuidades pagas ate 31 de março

20,000

Anuidades pagas apos 31 de março: art, 26, lei 4084/62
Inscrição

•••

Acr. 20^

•••«..•..••••••••o»**

10,000

A
m»
Transferencia de inscrição

«•••••o,.

6,000

a*
**
^
Anotaçees, averbaçoes, arquivamentos e atos analogos

3,000

Certldães e atos análogos, por folha

3,000

••«•o

ARI, 2^ - 0 presente Decreto entrará em vigor na data de sua publicação,
revogadas as disposições em contrário.

H, Castello Branco
Presidente da Republica

Diário Oficial da União de 26-12-1966

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�CONSSLHO y^DSRAL DS BIBUOTECONaiIA

RSSOLÜGÃO 1

O GONSSLHO FSDERAL DE BIBLIOTEGONO('I1A| no uso das
qUQ lhe são conferidas pela Lei 4OS4 de 30 do junho de 1962 e

atribuições
Decreto

56*725 de 16 de agosto de 1965*

RESOLVE

ART, 1» - Empossar os membros do Gonselho Federal de

Biblioteconomia,

eleitos por escrutínio secreto, no dia 11 de julho de I966, pa
ra constituição da Diretoria, relativa ao trienio I966/I968*

PRESIDENTE

laura Garcia 1'breno Russo
Presidente do CFB

PRIMEIRA SECRETÍRIA

Alice Camargo Guarnieri
Membro do CFB

SEGUlíDA SECRETJÍRIA

l^íaria Dorothéa Barbosa
Membro do CFB

TESOUREIRA

Heloisa de Almeida Prado
Membro do CFB

ART, 2° - Revogam-se as disposiçees em contrario

Sao Paulo, 11 de julho de I966

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente

Alice Camargo Guarnieri
Primeira Secretaria

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�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONa-IU

RESOLUCSO 2

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONaUA, no uso das

atribuições

que lhe são conferidas pela Lei 4084&gt; de 3^ de junho de 1962 e

Decreto

56,725, de 16 de agosto de I965,

RESOLVE

ART. 1° - A organização e funcionamento do CFB obedecerão ao Regimento Iji
terno, anexo a presente Resolução e que a integra,

ART. 20 - A presente Resolução entrará em vigor na data de sua

publica-

ção, no Diário Oficial da União.

são Paulo, 12 de julho de I966

/
Laura Garcia Moreno Russo
Presidente

Álice Camargo Cxua^nieri
Primeira Secrecaria

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�C0NSSL30 FEDER&amp;L DE BIBLIOTECONCHIA

RESOLUCSO 3

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONQUIA, no uso das
que lhe aão conferidas pela Lei 4084» de 30 de junho de 1962

atribuições
e

Decreto

56.725, de 16 de agosto de I965,
RESOLVE
ART. 1° - Aprovar a seguinte tabela de taxas e anuidades:

Cr$ 20,000

Anuidades pagas até 31 de março
Anuidades pagas apés 31 de março: Art. 26 Lei 4084/62

Acr,

..

Cr$ 10.000

Inscrição
A
•«
Transferencia de inscrição

CrO

6.000

CrO

3,000

Gr$

3.000

0 preço da carteira profissional será fixado, de acordo

com o

Anotações, averbagões, arquivamentos e atos analogos ...
00
^
Certidões e atos analogos, por folha .••••.••.••«•.••••o

ART. 2a

20^

seu custo unitário.

ART. 30 - No exercício de 1966 os Conselhos Regionais de Biblioteconomia
cobrarão as anuidades e taxas integrais, sem multas, até

30

(tl*inta) dias apés a expedição do Decreto Federal a que se refere o Art. 28 da Lei 4^^4/62

ART.

00
^
00
- Esta Resolução entrara em vi^or na data da sua decretação, revogando-se as disposições em contrario.

Sao Paulo, 12 de julho de 1966

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente

Alice Camargo Guarnieri
Primeira Secretaria

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�CONSaLHO FEDERAL DE BIBLIOTSCONQICEA

RESOLUÇÃO A

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA, no uso
que lhe são conferidas pela Lei 4084, de 30 de Junho de
56.725, de 16 de agosto da I965,

das atribuições
1962 e Decreto

RESOLVE
ART. Ifl - Ficam criados dez (lO) Conselhos Regionais de^Biblioteconomia,
dotados da personalidade jurídica de direito publico, autonomia
a^inlstrativa e financeira, cujas siglas, jurisdições e sedes
sao as seguintes:
SEDES
CRB-1

Distrito Federal.^ Estados:Goj,ás,Mato Gro^
80, Acre e Território de Rondonia .o.....

Brasília, D.F,

Estados: Pará,Amazonas• Territórios: Amapá
e Roraima

Belem, PA

CRB-3

Estados: Ceara, Maranhao e Piaui

Fortaleza, CE

CRB—4

Estados: Pernaijbuco, Páraíba,Rio Grande do
Norte e Terrltorio Fernando de Noronha ••

Recife, PE

CRB-5

Estados: Bahia, Sergipe e Alagoas

Salvador, BA

CRB-6

Estado: Minas Gerais

B, Horizonte, MG

CRB-7

Estados: Guanabara, Rio de Janeiro e Espírito Santo

R. Janeiro, GB

CRB-8

Estado: Sao Paulo

Sao Paulo, SP

CRB-9

Estados: Paraná e Santa Catarina

Curitiba, PR

CRB-10

Estado: Rio Gr&amp;mde do Sul

Porto Alegre, RS

CRB-2

•••••••

ART. 2fl - Os Conselhos Regionais de Biblioteconomia se constituem de 12
(doze) membros efetivos e 3 (tres^ suplentes, todos brasileiros
natos ou naturalizados, bibliotecários eleitos pelas Escolas de
Blbi^ioteconomia e Documentação e pelas Associações de Bibliotecários •
S teo - Os Diretores de Escolas e os Presidentes de Associações de Bibliotecários sao membros natos dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia, de acordo com 0 ert. 21 da Lei 4O84/62.
ART. 30 - As eleições pcra a composição doa Conselhos Regionais de Blblip
teconomia^processar-se-ao em 16 de agosto, trlenalmente,e a po^
se se dara em 16 de setembro do mesmo ano.
ART. Afl - 0 mandato será trienal.
àSSjL^ - Cada ijembro do Conselho Regional escolherá por escrutíni(j secr^
to tres Conselheiros, dentre os quais, 0 mais votado sera o pr^
sidente.
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�ART« qO

- Na mesma reunião do Conselho Regional do Biblioteconomia em que
se dor a posse dos novos eleitos, seus membros elegerão entre
si, por escrutínio secreto, uma Diretoria, constituida de Presidenta que sera o Presidente do CRB, Vice-Presidente,Primeiro
Secretario, Segundo Secretario e Tesoureiro.

§ ÚNICO

- A posse seguir-se-á a proclamaçao do resultado.

ART.

- Â Diretoria tem mandato de ura ano, podendo ser reeleita.

ART. Sfl

- Compete aos Conselhos Regionais de Biblioteconcxnia, além de oii
tras atribuições da Lei, eleger na primej-ra quinzena de outubro, trienalmente, ura representante seu a Assembléia Geral dos
Delegados-Eleitores, com mandato específico para votar na elei
çao de novos Conselheiros Federais.

ART. Qfl

- Os Conselhos Regionais de Biblioteconomia poderão criar
SecÇoes e Sub-Secgoes em sua jurisdição, ouvido o CPB, agrupando
no mínimo 20 (vinte) bibliotecários.

ART. IQfi - Cada Conselho Regional de Biblioteconomia terá
Permanentes:

duas Comissoes

a)

COMISSÃO DE TaiADA DE CONTAS, constituída de 3
Conselheiros efetivos, sera cargo na Diretoria,pa
ra exames e parecer sobra as contas do exercício;

b)

COMISSÃO DE áTICA PROFISSIONAL,constituida por 3
(tres) Conselheiros efetivos, sem cargo na Diretoria, presidida polo Primeiro Secretario, encajt
regado de eatudçir^e dar parecer sobre os assuntos referentes a etica dos que exercem atividades em Biblioteconomia e Documentação.

ART. 11fl - 0 Presidente dos Conselhos Regioajais do Biblioteconomia,
uma
vez aprovadas aia contas do exercício cog observencia das norraas
de contabilidade publica, as encaminhara ao CFB ate 31 do dezembro de cada euio, respectiva prestaçao, perante^o Tribunal de
Contas da União. Igualmente se obriga a acompanha-las do Rela
torio Anual de suas atividades.
§ ÚíiíIOO

- Trimestralmente, os Conselhos Regionais de Biblioteconomia preg.
tarão contas ao CPB das contribuições previstas no art. 30 da
lei 4O84 de 1962, com a respectiva demonstração.

ART. 12fl - As anuidades, taxas e emolumentos a serara cobradas pelos
selhos Regionais de Biblioteconomia, serão estabelecidos
CFB, trienalmente*

Conpelo

ART. I3Q - Era caráter provisorio e até que o CFB possa fornecer as cartei
ras profissionais aos Conselhos Regionais, para a
competente
expqdição em benefício dos grofisgionais inscritos, compríjvarse-a a inscrição por certidão autentica do despacho favoravel.
5 ÚNICO

- 4 certidão será fornecida mediante o pagamento
a taxa do expedição da carteira profissional.

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correspondente

�ART« 14° - Os Coaselhos Regionais de Biblioteconomia entrarao em
mento na data de sua posse.
ARI.

funciona-

- Os atos e resoluções dos Conselhos__Regiona^s de Biblioteconomia
entrarão era vigor com aua publicação no Diário Oficial da resge^i
tiva sede^ sendo firmados pelo Presidente. De todas as reuniões
se lavrarao atas circunstanciadas em livrç proprio, assinadas pe
lo Primeiro Secretario e pelos presentes a respectiva reunião.

ART. 16° - Os Conselhos Regionais de Biblioteconomia deliberarão com a presença de metade mais ura, do seu^ Conselheiros efetivos, era primeira convocajao ou com igual numero, em segunda convocação,triji
ta minutos apos.
(Art. 29, Decreto 56.725/65).
ART. I7Q - Após trinta dias a instailação dos Conselhos Regionais de Bibli^
teconomia deverão ser encaminhados a aprovaçao do CFB os respectivos projetos de Regimento.
ART. 18^ - A presente Resolução entrará em vigor na data de sua publicação,
revogando-se as disposiçees em contrario.

Sao Paulo, 12 de julho de I966

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente - FS3AB

Alice Camargo Guaçnieri
Primeira Secretaria

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gentilmente por:

�C0IJ5ELH0 FÜD^RAL D£ BIDLIQT^GOIJOI IA

RgiiCjOLUCrt-Q ^

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTEGOHOlilA, no uso das atribuiooes que lhe
sao conferidas pela Lei 4084, de 30_^de junho ds 1962 e Decreto 56.725,de 16 de
agosto de I965, aprova pela Resolução 5, de 13 de julho de I966, 0
CÓDIGO DE ETIÜA PROFISSIOI^L
que consubstancia as nornuis dos deveres profissionais do 3I3LI0TECaRI0

ART. jg - 0 bibliotecário deve preservar 0 cunho liberal e humanista cfe sua pr^,
fissão, fundamentado na liberdade de investigação cientifica e
na
dignidade da pessoa humana.
ART. 2° - O^bibliotecário deve, acima de tudo capacitar-se de que a sua profig.
sao nao se exerce num circulo restrito de interesses pessoais, mas
constitui ura elemento substancial da comunidade.
/
/
A
ART. 3° - Aplicara 0 bibliotecário todo zelo e diligencia e os recursos de seu
saber, era prol do progresso da profissão e bom nome da
instituição
onde sirva.
ART. 4^ - Os deveres do bibliotecário compreendqm a defesa dos direitos e int^
resses que lhe sao confiados, o^prestigio de sua classe, a dignidade
e aperfeiçoamento das instituições biblioteconoraicas.
ART. &lt;,0 - 0 bibliotecário nao se valera de sua irifluencia politica em beneficio proprio, quando essa atitude comprometer o direito de un colega
ou os direitos da classe em geral.
ART. 6^ - Todo bibliotecário deve assumir posição vigilante no momento da feitura das leis, para preservar 0 carater tecnico-cultunal da profissão e os interesses da classe.
§ ÚNICO - á dever do biULiotecário, sempre que for solicitado a prestar qualquer informação que vise 0 interesse da cls.sse, comunicar 0 foto ao
CR3 a que estiver filiado.
ART. 7^ - 0 bibliotecário deve eximir-se de praticar, direta ou indiretaí.onte,
ato de natureza publica ou privada, capaz de comprometer a sua dig^
dade, o renome da profissão e a fiel observar.cia da regulamentação
profissional.
ART. 8^ - Havendo queixas serias e documentadas de cqrater profissional contra
um colega, seja qual for 0 cargo ocupado, e de obrigaçao representalas ao CR3 através de sua Associação de Classe.
ART. 9^ - Sao condenáveis e devera ser proscritas as discussões de carater pessoal pela imprensa, felada e escrita.
ART.10^ - líao deve 0 bibliotecário apontar falhas da forraaçao profissional ou
associativa brasileira, em Congressos ou Reuniões
Internacionais,
deixando para faze-lo em suas Associações de Classe, em Reuniões e
Congressos Macionais.
ART.11g - Declinará o bibliotecário de mandato para o qual tenha sido
logo que lhe sinta faltar a confiança dos seus colegas.
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eleito,

�AHTJ.2A - No caso de renuncia de mandato, terá o bibliotecário o maior cuidado
em preserv^ a defesa dos direitos a ele confiados e abster-se de d^
claraçao publica.
ART.1'^° - Deve o biblioteçário levar ao conhecimento de^sua Associação de Cla^
se, com dlscrejao e fundamento, as transgressoes^das normas deste
digo, cabendo a Assoclaçao encaminhar o assunto a consideração do CHB,
se necessário.
ART.TAfl - Quando em duvida sobre questão de etlca profissional, nao
prevista
neste Codigo, o bibliotecário dçve, antes de qualquer atitudeapresentar 0 caso em termos gerais a consideração de sua Assoclaçao
de
Classe.
ART.l«&gt;fl - Caberá ao Conselho Regional de Biblloteccmomla aplacar as
previstas no seu regulamento e recorrer, se necessário, ao
Federal de Biblioteconomia.

sanções
Conselho

ART.16P - A entBDeração dos preceitos expressos neste Oodigo, não exclui outros
deveres que aos bibliotecários impõem as le^s e Regulamentos que r^
gem o^jjais, nem os que resultem da Independãncia, probidade,virtudes
que hao de ser as insplradoras de todos e de cada um de seus atos da
vida profissional.
ART.17° - Qi^quer modificação deste Codigo, somente será feita em Reunião
narla do CFB, em virtude de proposta de um de seus membros ou de qual
quer Conselho Regional.
ART.lBfl - 0 presente Codigç, aprovado em 13 de Julho de 1966, entrará em vigor
em todç o Território Nacional, cabendo aos Conselhos Regionais e Associações de Classe promover a sua mais ampla divulgação.
ART.19&lt;» - Revogam-se as disposições em contrário.

são Paulo, 13 de Julho de 1966

laura Garcia Moreno Russo
ft^sldente FEBAB

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Digitalizado
gentílmente por:

�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONailA

RESOLUQgO 6

D CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONCIIIA, no uso das

atribuições

que lhe são conferidas pela Lei 4084» de 30 de junho de 1962 e

Decreto

56.725, de 16 de agosto de I965,

RESOLVE

ART. 10 - Aprovar 0 texto do Juramento ProfissionaJ.: "PRQíETO TUDO FAZER
PARA PRESERVAR 0 CUNHO LIBERAL E HUMA^IISTA DA PROFISSÃO DE BIBLIOTECÃRIO, FUNDAllENTADO NA LIBERDADE DE INVESTIGAgÃO CIENTÍFICA E NA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA".

ART, 2^ - Esta Resolução entrara em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrario.

Sao Paulo, 13 de julho da I966

laura Garcia Itoreno Russo
Presidente - CFD

Alice Camargo Gijarnieri
Primeira Secretaria-CFB

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gentilmente por:

�CONSELHO PEDERIL DE BIBLIOTECOíTOMIA

SSâSiMíLI

0 CONSELHO FEDERàL DE BIBLIOTECONCMU, no uso das

atribuigSos

que lhe são conferidas pela L«1 40Ô4 de 30 de junho de 1962,

e

Decreto

56.725, de 16 de agosto de 1965i
RESOLVE
ART. 1° - Desconhecer a Talldade de cursos de biblioteconomia,

mlnlstr^

dos em nível medio, para o registro nos Conselhos Regionais de
Biblioteconomia e exercício da profissão no campo da biblioteeonotnia e da documentagão.

ART. 2fl O Promover a estudo minucioso, visando a demanda do

mercado

de

trabalho.

ART. 3* - Comunicar as irregularidades existentes ao Conselho Federal de
se
A
^
A
Educagao, para as providencias cabíveis, evitando desobediência da leglslagão vigente.

ART. A° - A presente Resolugao entrata em vigor na data de sua
S*
^
A
gao, no Diário Oficial da União.

publica-

são Paulo, 29 de julho de I966

/

I
Laura Qarcla Moreno Russo
ft^sidente- CFB

Alice Camargo Qtj^mileri
Primeira Secretaria-CJPB

32-

Digitalizado
gentílmente por:

�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOl^CONOMIA.

resolüc£o &amp;

0 CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA, no uso das

atribuições

que lhe s«o conferidas pela Lei AOèUt de 30 de Junho de 1962

e

Decreto

56o725, de 16 de agosto de 1965,
V
RESOLVE

ART, 10 - Modificar o Regimento do CFB, aprovado pela Resolução 2, publi
cada no Diário Oficial da União,em 17-8-1966, nos seguintes ajj
tigos: 2fi e 7«i 30 § 22, § 5® Q 5 62; 33® 5 unico.

ART. 22 - Suprimir o Art2 35 e renumerar de 36® a 41®»

ART. 32 - Acrescentar o Capítulo das DISPC3SIÇÕES GERAIS,

Capítulo

IX,

Art. 422.

ART. 42 - Acrescentar 0 Art. 44 no Capítulo das DISPOSIÇOeS TRANSITÓRIAS,
00
^
ART. 52 - A presente Resolução entrara em vigor na data de sua

publica-

ção, revogando-se as disposições em contrário.
I

Sao Paulo, 11 de janeiro de 1967

laura Garcia Moreno Russo
Presidente - CFB

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�Gommo TODERAL DS BldLlOWimmA

HB30LtJGgO 9

Ó CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONailA, no uso daa
que lhe sso conferidas pela Lei 40^4 de 3® de junho de 1962

atribuições
e

Decreto

56*725» de 16 de agosto de 1965,

msm

ART»

» Os Henbros natos em cargos de Diretoria dos ORBs» deveraío permanecer nos mesmos até o fim doa mandatos para os

quais

fo-

ram eleitos*

ART* 2° - A presente Resolução entrara em rigor na data de sua

publica-

ção, revogando-se as disposições em contrario*

/

são Paulo, 11 de Janeiro de 196?

laura Garcia Moreno Russo
Presidente - CFB

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gentilmente por:

�CONSELHO FBPaRAL D£ BIBLIOriSGONQMIA

RaSOLJGfiO 10

0 COI^iJLHO FSDíSRàL DE BIBLIOTEGONQ-ilA, no U30 das
que lhe sao conferidas pela Lei 4084 de 30 de junho de I962

atribuições
e

Decreto

56.723 de 16 de agosto de 1965»

RESOLVE

ART, is - Adotar em carteiras, a seguinte formula para a transferencia de
profissionais de uma Região para outra;

CR3
CRB

~
-

Nfi da Região/n° de Inaerici^o
N® da Regiao/n® de Inscrição

ART. 2° - A presente Resolução entrará em vigor na data de sua

publica-

ção, revogando-se as disposições em contrário.

Sao Paulo, 12 do janeiro de 1967

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente - CF3

Alice Ceunargo Gu^nieri
Primeira Secretaria

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gentilmente por:

�CONSELHO FBDSRàL DE BIBLIOnSCONOMIA

mmçÃo, II

0 CONSELHO FBDSH^ DE BIBLIOTECONOMIÀ, no uso das
que lhe sáto conferidas pela Lei 4^4 de ^0 de junho de 1962

atrlbul§õe3
e

Decreto

56.725 de 16 de agosto de I965,

RESOLVE

ART. 18 - ?ara registro das Bibliotecas e Centros de Documentação nos Coxi
selhos Regionais de Biblioteconomia^ serão cobradas
anuidade igual ao dobro das que são cobradas dos

taxas

de

profissio-

nais, de acordo ccxn o Decreto 59.769/66.

ART. 2fl - As demais taxas não sofrerão alterações.

ART.

- A presente Resolução entrara em vigor na data de sua

publica-

çao, revogando-se as disposiçees em contrario.

são Paulo, 12 de janeiro de 1967

Laura Garcia Moreno Russo
ftresidente - CFB

Alice Camargo Guaraierl
Primeira Secreteurla

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Digitalizado
gentilmente por:

�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTaCONQlLil

RESOLUÇÃO 12

O CONSELHO FEDERAL DE BI3LIOTEGON05IIA, no uso das
que lhe são oohferidas pela Lei 4084 de 30 de junho de 1962

atribuições
e

Decreto

56.725 de 16 do agosto de 1965,

RESOLVE

ARTa 1^ - Ob depósitos dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia, devem
A
rao ser feitos nas Caixas Econômicas Federais, dos respectivos
Estados e, em Brasília, na Matriz*

remessas de numerário para o Conselho Federal de

Bibliote-

conomia, relativas ao artigo 29 da Lei 4084/62,deverão ser fei
tas através do Banco do Brasil.

ART* 3^ - A presente Resolução entrará em vigor na data de sua

publica-

ção, revogando-se as disposições em contrário.

Sao Paulo, 12 de janeiro de 1967

laura Garcia Moreno Russo
Presidente - CFB

Alice Camargo Guaçnieri
Primeira Secretaria

-37-

Digitalizado
gentílmente por:

�1

CONSELHO FSDERAL DB BIBLIOTECONOMIA

RESOLUCSO 13

O CONSELHO FEDERA DE BIBLIOTECONOMIA, no uso das

atribuições

que lhe são conferidas pela Lei 40^4) de 30 de junho de I962

e

Decreto

56.725, de 16 da agosto de I965,

RESOLUÇÃO

ART. 1° - Para registro das Bibliotecas e Centros de DocumentaÇao nos Cba
selhos Regionais de Biblioteconomia será cocada uma
NCRí^ 3,00 (treis cruzeiros novos) de acordo cora 0

taxa

de

Decreto Fe-

deral 59.769 de 1966.

ART. 2^ - Anula em todos os seus termos a resolução 11, expedida an]2 de
janeiro de 1967.

ART»

- A presente resolução entrará em vigor na data de sua

publica-

çao, revogando-se as disposições em contrsu^io.

Sao Paulo, 9 de julho do 1967

la-ura Garcia Mareno Russo
Presidente - CFB

Alice Camargo Gua^ieri
Primeira Secretaria

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�C0NS5LH0 FSDEHAL DE BIBLIOraCONaiIA

RESOLüQÃO lA

0 CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOIHÂ, no uso das
que lhe são conferidas pela Lei 4084 de 30 de junho de 1962

atribuijoes
e

Decreto

56.725 de 16 de agosto de I965,

RESOLVE

ART, 1° - Os depósitos doa Conselhos Regionais de Biblioteconomia, deverao ser feitos nas Caixas Econcmicas Federais, dos respectivos
Estados e, em Brasília, na %trlz.

ART. 2° - As remessas de numerário para o Conselho Federal de Biblioteca,
nomia, relativas ao arrigo 29 da Lei 4084/62, deverão ser feitas através da rede bancaria, por cheques visados.
00
^
ART, 3^ - A presente Resolução entrara om vigor na data de sua
00
00
^
gao, revogando-se as disposições em contrario.

publica-

Sao Paulo, 9 de julho de I967

laura Garcia íforeno Russo
Presidente - CF3

Alice Camargo Guarnieri
Primeira Secretaria

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^Scan
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jÊÊj^
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�C0N3SLH0 FSDSRAL DB BIBLIOT-SCONaiIA

RasoLucr^o

O CONSaLHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOIIIA, no uso das
que lhe são conferidas pela Lei 4O84 de 30 de junho de 1962

atribuições
e

Decreto

56.725 de 16 de agosto de I965,

RESOLVE

ART. jP - Fixar 0 limita de tempo de licenciamento aos Conselheiros
derais e Regionais era cento e oitenta dias (I8O)

Fe-

prorrogáveis

por igual período.

ART. 2° - A presente Resolução entrará era vigor na data de sua

publica-

çao, revogando-se as disposições era contrario.

Sao Paulo, 9 de julho de 196?

/

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente - CFB

Alice Camargo Guaçnieri
Pri-raaira Secretaria

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�CONSELHO FEDERAL DS BIBLIOTBCONailA

RSSOLUCjkO 16

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTSCONOIIIA, no uso das
m
que lhe sao conferidas pela Lei 4084 de 30 de junho de 1962

atribuições
e

Decreto

56»725 de 16 de agosto de 1965»

RESOLVE

ART« 1^ - Reconduzir e empossar os membros do Conselho Federal de Bibli^,
teconomia, no dia 8 de julho de 1967, para constituição da Diretoria, relativa ao período de julho 1967 a julho de I968,
PRESIDENTE

•••••••••••••••••••.•«

PRIMEIRA SECRETÍRIA
'

SEGUNDA SECRETÍÍRIÂ
TESOUREIRA

•••••••••••••
e»»*»**o**«**«

•••••••••••••••••••••.

laura Garcia I^breno Russo
Alice Camargo Guarnieri
Maria Dorothea Barbosa
Heloisa de Almeida Prado

ART, 2° - Revogam-se as disposições em contrário.

são Paulo, 9 de julho de I967

Laura Gaircia Itoreno Russo
Presidente - CFB

Alice Camargo Guarnieri
Primeira Secretaria

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�CONSaLHO FSDSa.a.L DS BIBLIOTaCONaiIA

M2QLU.S^0,1Z

0 CONSELHO FEDERâL DE BIBLIOTEGONCt iL\, no uso

das atribuijoas

que lhe são conferidas pela Lei 4084, de 30 de junho de 1962

e

Decreto

A
Estabelecer normas disciplinadoras para o tramite dos

proces-

56,725, de 16 de agosto de I965,

RESOLVE

sos de infração, prazos e interposiçoes de recursos,

a

serem

observados pelos CRBs,
%
«w
/
ART, 1° - 0 candidato a inscrição nos Conselhos Regionais tera direito a
recurso administrativo ao CF3, no prazo de trinta (30) dias da
publicação do ato denegatorio,

5 1“ - A interposiçao do recurso dara entrada no Conselho
Secçao ou Subsecção a cuja jurisdição pertencer 0

Regional,
candidato,

sendo protocolado em livro próprio,

§ 2® - Os Conselhos Regionais, suas Secçoes ou Subsecções exigirão nos
processos de recursos administrativos e disciplinares,

que os

documentos sejaim apresentados em duas vias, uma das quais fica
ra sempre era poder do Conselho Regional, destinando-se a outra
a encaminhamento ao CF3,
/
§ 3*^ “ Interposto o recurso, no prazo referido no Art. l'', o Conselho
Regional e encaminhara com a respectiva cooia do processo, deii
tro de trinta (30) dias ao CF3, de acordo cora 0 Art, I5, letra
a, da Lei 4O84/62,

§ 4® “ 0 CF3 julgara de recurso na primeira Reunião ELenária, sendo a
deliberação publicada em acordao no Diário Oficial da União
comunicada por certidão ao Conselho Regional respectivo,
ser executada, (Art, I5, da Lei 4O84/62, letra

-42-

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para

�§ 5^ “ Ca decisão do CFB nao poderá ser interposto qualquer

recurso

na esfera administrativa»

§ 62 - É licito a parte interessada acompanhar o julgamento,por si ou
por procurador legalmente habilitado»

ART. 22 - Observar-se-á o disposto no Art. 1® no que for aplicável, rela
tivamente aos processos disciplinares»

A interposiçao de

re-

curso, dentro do prazo, terá efeito suspensivo, no caso cte apLi
caçao pelo Conselho Regional das penalidades de
§m
eliminação.

PARÍGRAFO falCO

-

suspensão

ou

A penalidade, uma vez definitiva, será aplicada pelo
/A
Conselho Regional, que dela dara ciência ao CFB, tea
do em vista os Arts. 22 e 23 da Lei 4084/62

e Arti-

go 44» do Decreto 56.725/65•

ART» 32 - Em caso de Infraçao, o Presidente do CRB lavrará o

competente

auto, notificando 0 infrator para, no prazo de dez (10)
a contar do recebimento do mesmo, apresentar a defesa

dias,
que ti-

ver, com seus documentos e alegações, proseguindo-se 0 processo na forma regulamentar.
0m
/
ART. 42 - Revogam-se as disposições em contrario, entrsmdo esta

Resolu-

ção em vigor na data de sua publicação.

Sao Paulo, 23 de agosto de 1967

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente - CFB

-43-

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gentílmente por:

�C0N3SLH0 FSPaRAL PS BIBLIOTeCONOITIA

RSSOLUCÃO 18

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONailA, no uso das

atribuições

que lhe são conferidas pela Lei 4084, de 30 de junho de 1962

e

Decreto

56.725, de 16 do agosto de I965,

RESOLVE
Baixar normas para a devolução de numerário aos

candidatos

a

registro nos Conselhos Regionais.
«w
ART. 1° - Os Conselhos Regionais de Biblioteconomia devolverão as importâncias recebidas dos candidatos, cujos registros

tenham sido

negados.

ART, 2° - Da importância a ser devolvida, serão deduzidos NCR^? 3,00(tres
cruzeiros novos) relativos a taxa do arquivamento, conforme Dg,
ereto 59*769, de 16 de dezembro de 1967, publicado em 21 de á§,
zerabro de I966.

ART. 3-‘ - Esta Resolução entrara era vigor na data de sua publicação, re&lt;»
/
vogadas as disposições em contrario.

/

Sao Paulo, 23 de agosto de 1967

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente - CF3

-44-

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�CONSiCLHO

DB 3I3LIQTaC0I-iaiIA

r.í:sqlugaO 19
0 C0N3:í:L!í0 F3D3RAL DE BI3LIOTEGONa-:iA, no uso das atribuigões -;ii3
lhe sao conferidas pela Lei 4084 de 30 de junho de 1962 e Decreto 56*725»de
de 16 de agosto de 1965»
RESOLVE
ART. 1^ - I^odificar o Reg^ento Interno do CF3, aprovado pela Resolução 2,
publicada no Diário Oficial da União, em 17-8-66 e__modifiçado pela Resolução 8, publicada no Diário Oficial da União em 10-3-67
nos seguintes artigos: 18, 21 e 29» 33 e paragrafo unico.
ART, 2° - Acrescentar os seguintes artigos, cora a nova numeraçao:
28 a 31» 33 parágrafo unicoj 36, 42 5 1^ e 2^ e 43.

21 a 24»

ART, 3° - Renuraerar os artigos 31 a 44»
ART. AS - A presente Resolução entrara em vigor na data de sua
revogando-se as disposições em contrario.

publicação,

Sao Paulo, 10 de fevereiro de I968

Laura Garcia Koreno Russo
Presidente GFB

EMENDAS AO REGUIENTO INTERi:0 DO CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOrEGOlO.ZA

Eiism

1

No Parágrafo único do art. 18, mude-se "realizado durante" para "realizada
antes ou depois" e tarabem "Congresso iJarional" para "Congresso Brasileiro",
JUSTIFICAÇÃO
Durante a realizaçao do V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, ein Sao
Paulo, era 1967, vimos a impossibilidade da rea.lizaçao de oumras
reuniões
conjuntamenté. Assim, nas Recomendações Gorais, aprovadas no referido Congresso encontramos no Tema VIII - item J - a recomendação para que se reali
zassem tais reuniões uma semana antes do Congresso Brasileiro,
Colocamos
tambpem "depois", porque assim dara maior liberdade de açao ao CF3 para pro
gramar seus trabalhos,
Foi citado "Congresso Nacional", essa denorainaçao nunca foi usada para 03
Congressos Brasileiros de Biblioteconomia, E mais uma questão de igualdade
de terminologia.

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�j!Ü'1-&gt;í&lt;íDá

2

AcroscontoT o art. 21^coib à seguinte redagão; "Cada Sessão constará de e:jpâ
diente, cora duragao maxlraa de 30 minutos e de Ordem do dia, cora duríção raaxi
ma de I50 minutos (duas horas a meia)".
PivSXGit&gt;/0 Úin.C0 - ^Terminada uma Sessão o Presidente convocará os
Conselieiros para a ^ssao seguinte, determinando a hora de seu inicio, "ad refj^
rendum" do Plenário".

Acrescentar 0 art. 22® com a seguinte redagão;
"Cada Conselheiro teira direito a palavra para expor qualquer proposigao, pe
lo prazo do 10 (dez) minutos. Nenhum Conselheiro poderá usar da palavra pâ,
la segunda vez para expor a mesma proposigao".
P-v-jáÇílAFO ÚNICO ~ Podara ser concedida uma prorro,gagao do ^prazo ,para mais
5 (cinco) minutos, quando solicitada, e concedida pelo Plenário.
JUCriFICACAO
as exposigoes dos Senhoras Çonselheiros deverão ser precisas e coi^cisas, ra
zao pela qijial o tempo dado a palavra foi^delimitado, levando t-&gt;.mbein era consideragao o limite de tampo para a duragao de cada sessão, Foi, norera,nbe£
tq uma possibilidade de prorrogação, quando o assunto ior do suma
imnortanciao

Ái-mm

L

Acrescentar o art. 23® com a seguinte redagão;
Os apartes nao serão permitidos durante a exposigao, mas apenas durante 03
debates".
PAí^.gRti.i«'’0 UiOiCO
cada um.

-

Os apartes não poderão ultrapassar de 3 (tres)

minutos

JUSTIFICAÇÃO
Os apartes nao foram permitidos durante a expoaigao;
1® - Para nao interromper a unidade da mesmaj
2‘ - Para nao abrir os debates antes que aquela estivesse terminada.
Foi também delimitado 0 tempo para o aparte, a fim de que este não se alongasse mais que a exposição.

FildlIDA
Acrescentar 0 art. 24® cora a seguinte redagão:
ados cada exposição serão abertos os debates sobre a mesma, sendo dada a ça
lavra aos Conselheiros, por ordem de solicitação, durante 5 (cinco)mir.uto3,
JUSTIFICA aão
S para possibilitar ao Plenário, durante a exposigao tomar suas notas, e os
Senhores Conselheiros solicitarem a palavra, por ordem, a fim de não tuirailtu r 03 trabalhos da sessão. 0 limite do prazo ci;do, foi considerado e ,1
laçao ao tempo de duragao da sessão (duas horas e meia).

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�gMSNDA

6

Acrescentar ao art. 27®, antigo 23®, o seguinte: ”coraunicando~a ao CF3 ate
0 dia primeiro de novembro". ^Acrescentar o § 1®, cora a seguinte
redaçao:
"0 Delegado Eleitor não poderá ser candidato ao Conselho Federal do Biblioteconomia".
JUSTIFICA'lÃO
0m
Foi um lapso quando da elnboraçao do Regimento, nao determinar o prazo para
essa comunicação, de acordo com o § 2“ do art. 22^ do Decreto 50.725/65.
Foi inserido o f 1®, a fim de dar maior li^rdade do ajao aos Delegados Elei
tores cumpr:^ora çeus mandatos. Segue, alias, a tradiçao das eleições indiretas no Pais, mflxima as dos Delegados Eleitores, previtos pela Constituição Federal de 1934, para a escolha dos Deputados Classistas.

EMSNDà

7

Modificar a redaçao do então art. 24^, para a seguinte;
"Ob candidatos ao CFB deverão fazer seus registros nos respectivos CR3s, ate
o dia 15 d# outubro, trienalmente, mediste oficio, era duas vias, indicando
nome e qu^ificaçães profissionais. Alem dos requisitos legais os candidatos deverão ^er no ijinimo 5 (cinco) anos de exercício profissional". Acrescentar 0 Paragrafo único.
- "Não poderão ser candidatos ao CFB os profissionais sobre os quais
qualquer impedimento legal ao exercício da profissão".

pese

JUSTIFICAÇÃO
A data de 15 de outubro e para pogsibilitar^tempo habil aos C13s,para,encaminhar a Secretaria Geral do CFB as inscrições.^ Em duas vias, os ofícios,
porque a primeira ira ao CFB, e a segunda ^ficara arquivada no CRB ■'•espectivo. á muito justo que qualquer Bibliotecário que nao esteja no gozo cte seus
direitos^profissionais, não concorra a cargos eletivos, pois nao tem capaci
dade juridica para tanto.

EMENDA

8

Acrescentar o art. 29®, com a seguinte redação:
00
%
"Oa CRBs deverão encaminhar a Secretaria Geral do CFB, a primeira via do r^
gistro doa candidatos, ate o dia primeiro de novembro, trienalmente".

9
Acrescentar o art. 3G®, com a seguinte reda,çao:
M
"A^ Escolas de Biblioteconomia deverão encaminhar
até primeiro de novembro, trienalmente, una lista
fessores, era efetivo exercício, e registrados nos

%
a Secretaria Geral cb CFB,
tríplice de nomes de proCRBs, respectivos".

JUSTIFICAÇÃO
Foi um lapso na elaboraçao do Regimento,nao colocar um artigo sobre a parti
cipaçao das Escolas de Biblioteconomia, uma vez que o art. 17-ítem III do
ereto 56.725/65 as cita expressamente.
A
#
/
%
A exigencia quanto a professor, -^em efetivo exercicio, - e devida a conveniência que 0 mesmç tenha uma visão atual da realidade profissional, e também seja Bibliotecário, registrado no respectivo CRB,de acordo cora o art.17-'
do Decreto 56.725 de 1965»

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�10
Âcraacontar o art. 31 &gt; cora a seguinte reda;jão:
"Os Conselhos Ilegionais de Biblioteconomia que nao credenciarem seus representantes para a eleigão ao CF3, dentro do prazo fixado no art» 27deste
degiaiento e as liscolas do Biblioteconomia que nao remeterem suas listas tr£
plices no prazo fixado no artigo anterior, perderão o direito de se fnzerem
representar".
JUSTIFICÁ^lãO
0 art* 22'' - i 2^ do Decreto 56*725/65 e muito claro a respeito do acsuj to,
^ 0 cumprimento de um disposto legal, para a boa marcha dos trabalhos ciei
torais*

dllilhDA

11

iJo então art* 25^ modificar a redaçao no^seguinte trecho: "publicado até I5
d^ dezembro", para publicado durante o mes de dezembro". Acrescentar um
ra;Jafo unico.
- "0 Presidente do CFB fara uraa comunicagao as dscolas de Bibliotecor.orãa'ii
realizagao da Assembléia Geral, através de carta registrada AR,convidanid£
as para comparecerem como observadores",
JUSTIFICAÇÃO
As Sscolas de Biblioteconomia na eleigão do CFB não tem direito a voto, mas
sim sao sorteados seus representantes, coni‘orrae 0 parágrafo único d) art, 21
do Decreto 56*725/65* No entanto, seria justo que as mesmas se fizessem r^
presentar a fim de assistir, como observadores, a realização desse sorteio,
e acompanhar a marcha dos trabalhos eleitorais*

d.ai:DA

1?.

Dar nova redação ao então art* 26'^: "Gabe ao Presidente do CFB instrl r n
Assembléia Geral e designar a líesa áleitoral, exigida era primeira convocação a presença ratnima de 2/3 (dois terços) e, era segunda, com qunlcuer nur.£
ro de representantes, apos 1 (uma hora) da primeira convocação"*
JUCTIFICaÇÃO
ho atual Regimento^exige-se para a instalação da Asserableia Geral, para que
se proceda a eleição do CFB, "a presença da maioria absoluta dos Delegr-Jos
dleitores"* Maiçria absoluta, ou seja, 50^ + 1, desses_^Delegados
Fleitores, Nao alude a possibilidade de Uíiia segunda convocação, se faltar 0 cuorum regiiaent-l. Ora, 0 Decreto 56*725/65 determina para que a
Asserableia
fu::cione, em primeira convocação, ^"a presença miniri-.a de 2/3". F, se
não
ocorrer, segunda convocação* Hipótese em que os trabilhos se
realizarão
"com qualquer naraero de representantes".

I3
entfto BTtm 27‘ passa a ter a se^oiinte redaçao:
"a votiçao será por escritínio secreto, considerando-se eleitos os 6 (sois)
caíididatos que obtiverem maior numero de votos para Conselheiros e para suplentes os 3 car.didatos seguintes mais votados" *
J UòTII Ca Ui 0
Fel-s modificações do art. anterior, necessário se fez modificar,
iste artigo.
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terabera

�.

u
*■
«w
Acrescentar o art. 35®&gt; com a seguinte redação:
"pleitos os Conselheiros e Suplentes a que se refere o artigo anterior, será realizado perante eles, o sorteio dos 6 (seis) Conselheiros representantes das Congregações das Escolas de Biblioteconomia, dentre os nomes constantes das listas tríplices mencionadas no art. 30 deste Regimento",
PARÁGRAFO UinCO - "Cada Escola de Biblioteconomia não poderá contar
mais de um representante no CF3",

com

JUSTIFICAÇÃO
Para dar cumprimento ao item III do art, 17® do Decreto 56.725/65,que havia
sido omitido no Regimento,
A impossibilidade de uma Escola de Biblioteconomia ter mais que ura represeji
teuite, esta declarada no item^III do art. 17® do Decreto 56,725/65,que diz:
"representantes das Congregações das Escolas Superiores de Biblioteconomia
do Distrito Federal e todo o Brasil". Qrn, se jima Escola tem mais de um rg,
presentante no CFB, por sorteio,^não permitira as outras se fazerem representar, de acordo com a legislação em vigor.

Emimk 15
Acrescentar 0 art. 36®, cora a seguinte redaçao:
"Constituido o Conselho Federal^de Biblioteconomia, seus membros organizarão uma lista tríplice, que sera apresentada ao Presidente da Republica, pa
ra nomeação do Presidente do CFB".
JUSTIFICAÇÃO
Omissão no Regimento, que nao deu cumprimento ao art, 17® - item I do Decrg,
to 56.725/65.

gHEI^m 16
Dar nova redaçao ao então eurt. 29®:
"A posse dos Conselheiros eleitos será dada em reunião do CFB,
quinzena de março.

EMSm

na

segunda

17

No então art. 33“ inserir os § 1® e 2®, com a seguinte redação:
"§ 1® - A Certidão do Exercício Profissional deverá ser a assinada pelo Pre
sidente ou Diretor e 0 Chefe de Pessoal da Entidadej
5 2® - Deverá constar na referida Certidão 0 numero do livro^de
Registro
de Empregados e o seu numero de registro como funcionário na Tlrraa".

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�JUSXI3TGAvàO
0
rc^,xiT*.©nto 6 Iriconxcoj cjUcinto a.o contoucio
Gortxclsto dG
Profissional, g qual a autoridade qUG deveria passa-la.

iiii

ii&gt;cGrcxci.o

18

Transforrn.ar o parágrafo unico do entío art. 33S em ura novo art. (43^), com
a seguinte redaçao: *'As___carteiras dos Profissionais mencionados no Xi^dro '!]
do artigo anterior, serão expedidas com a seguinte observação: "I,'ão possui o
de Bacharel em Biblioteconomia . Beneficiado pelo"art. 3- da Lei

GIuiNDA

IQ

iienumerar os artigos, de 21'=*' a 44-,,

âao Paulo, 22 de jai.eiro de 1968

J ose Dalrao Fairbanks Belfort de 1'attos

ooo

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�GOi^SciL.IO FÍ)Dü:íUL D£ BIBLIOTgGO.IOMIA

R^SOLUGÃO 20

0 GOilSSLiíO FEDi^líÜlL Jii BIjlLIOrGGOiíOii^LA, no uso das atribuições que
lhe sao conferidas pela Lei 4084 de 30 de junho de I96B, Decreto 5Ó.725 de
16 de agosto de I965,
RESOLVE
Fixar normas para a eleigao dos Gonselhos Regionais
de Biblioteconomia.
ARf, 1° - A Assembléia Geral dos Delegados Eleitores constituiu-se de ura re
presentante de c^da Escola de Biblioteconomia e de cada Associação de Bibliotecários, devidamente registrados no respectivo CB3,
reunindo-se no dia 15 de dezembro, trienalmente, para o fim especifico de eleger os membros do Gonselho Regional de Biblioteconomia e seus suplentes.
ART« 2^ - Cada Escola^de Biblioteconoiida e cada Associação de
Bibliotecários elegera um Delegado Eleitos, credenciando sua representação.
A Assembléia Geral, comunicando-a no respectivo CRB ate primeiro
de novembro.
§ l'»* - 0 Delegado Eleitos na.o poderá ser candidato ao CRB,
§ 2'^ - 0 mandato de Deleg ado Eleitor se extingue com a missão a
destina.
§ 3^ - á vedado 0 exercício do mandnto de Delegado Eleitos, por
curação.

que

se
pro-

ART. 3P - As Escolas de Biblioteconomia e as Associações de Bibliotecários
que nao credenciarem seus representantes para a eleigao do
GR3,
dentro do prazo previsto no -artigo anterior, perderão 0
direito
de se fazer re resentar (vide -irtigo 22 § 2® dp Decreto 56o725/65.
ART. 4° - Os Diretores de Escola de Biblioteconomia e Presidentes de
ciações de Bibliotecários sao membros natos dos CRBs,

Asso-

ART. 5^ - Os candidatos aos GRBs dever-jo fazer seus registros na Secretaria
dos CRBs a que pertencem, ate 0 dia I5 de outubro, trienalmente,
mediante oficio, indicgjido nome e qualificações profissionais.
PARjCGR;..-0 URICO

líao poderão ser candidatos ao CRB os profissionais sobre 03 quais pese qiialquer impedimento legal ao exercício da profissão.

ART. 6*- - 0 Presidente do CRB fará a convocaçao da Asseijbleia Geral dos Delegadoq Eleitorais por Edital, publicado no Diário Oficial do Est^
do, ate 15 de novembro, confirmado gor carta registrada AR as Escolas de Bibliotecono!'.ia e Associações de Bibliotecários,
ncompanh.-.ida da relaçao de todos os candidatos inscritos.

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�AKT, 7^ - Cabe ao Presidente do GR3 instalar a Assembléia Geral e desi;^'nar
a llesa Eleitoral, exigida em primeira convocagao a presença mínima de 2/3 (dois terços, e, era seguida, com qualquer muíáero de representantes, apos» 1 (uma hora da primeira convocação.(vide arti
go 22 3 - Decreto 56.725/65).
***
0
Arj,
- A votaçao sera por escrutínio secreto, considerando-se eleitos os
candidatos mais votados, ate perfazer 0 numero de vagas, deixadas
pelos membros natos, e para suplentes, os 3 (tres) candidatos seguintes, mais votados.
ART. 9^ - Apos a eleição dos membros do CRB, estes elegerão sua Diretoria.
ART. 10 - Da Assembléia lavrar-se-a Ata era livro próprio, assinada pelo Pr^
sidente do CRB expela Mesa Eleitoral, publlcando-se 0
resultado
da eleição no Diário Oficial do Estado, no prazo de J5(qxinze) dias.
ARTa 11 - A posse dos membros do Conselho e sua Diretoria será dada em reunião do CRB, no dia 2 de janeiro.
ART, 12 - A presente Resolução entrará em v^gor na data de sua
revogadas as disposições em contrario.
Sao Paulo, 10 de fevereiro de I968

laura Garcia Moreno Russo
Presidente - CFD

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publicação,

�CONSaLHO FSPaRAL

BIBLIOIECONailA

REdOLUCÃO 21

0 CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTSCONOiíIA, no uso das atribuições que
lhe sao conferidas pela Lei 4084 de 30 de junho de 1962 e Decreto 56*725 de
16 de agosto de I965,

RESOLVE
ART« 1° - Fica prorrogado até 2 de janeiro de 1970 0 mandato dos atuais Coa
selheiros Regionais de Biblioteconomia.

ART, 2*^ - Fica revogado o art* 3“ da Resolução 4 de 12 de julho de I966,dea
to Conselho»

ART, 3° - As eleições para Diretoria dos CRBs, processar-se-ao anualmente a
15 de dezembro, e a posse se dara a 2 de janeiro,

ART. 4^ - Pica prorrogado até 2 de janeiro de 1969 o maridato das atuais Diretorias dos CRBs.

ART, 5° - A presente Resolução entrara era vigor na data de sua
revogadas as disposições em contrário.

são Paulo, 10 de fevereiro de I968

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente - GFB

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Digitalizado
gentílmente por:

publicação,

�CQI^SflLHO ?SD£R.iL D£ BIBLIOTaCONQíIA

RasoLu:Ão 2?

O CONaüLHO j?iííDLR(i.L Diii BI3LIOTSCOMC5ÍIA, no uso das
que lhe são conferidas pela Lei 4084, de 30 de junho do I962

atribuições
e

Decreto

56,725, de 16 de agosto de I965,

RiilSOLVB

- Baixar normas para 0 registro de profissionais, beneficiados $
lo art, 3^ da Lei 4084/62,

" Os Conselhos Regionais de Biblioteconomia exigirão dos candida
tos ao registro no Quadro II a seguinte documentação;
PARA OS SiíjRVIDORES PlÍBLICOS
AUT^RjUICCS a Portaria ou Ato de
Noraeaçao, publicados no Diário Oficial da União, Estadual
ou
^^icipal, que provem o exercício efetivo do cargo de bibliota
cario ou documentarista, em 3&amp;-6-62,
PARA 08 QUE_^BXERCEI-I FUNÇÕES EM ffliPRESAS PEHTICULARS3 será exigida certidãoj onde óonstem 0 ^uraero do Livro do Registro
de
Empregados,^numero da folha, nunero de registro como funcionário da empresa e data de admissão»

3.i ” As carteiras desses profissionais serão expedidas cora a seguir,
te observação: "Nao possui o diploma de Bachnrem em Biblioteca
noraia.

Beneficiado pelo art, 3^ da Lei 4O84/62,

“ As exigências feitas pelos CRBs, concernentes a essa matéria ib
ram homologadas polo CFB e deram motivo a presente

Resolução,

ART, 5^ - Revogam-se as disposições em contrário.

Sao Paulo, 10 de fevereiro de I968

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente - CFG

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�CONSaLHO FSDSRAL DE BIBLIOTSGOIJaiIA

RaSOLUaÃO 23

O CONSELHO FEDERàL DE BIBLIOrECONaUA, no uso das

atribuições

que lhe são conferidas pela Lei 4084/62, Decreto 56.725,Etecreto 56.769/65
A
e, considerando a necessidade de disciplinar as transferencias de profi^
sionais de uma para outra Jurisdição,

RESOLVE

ART, 1^ - 0 pedido de transferencia de profissional, de uma para

outra

jurisdição, 30 poderá ser atendido mediante a apresentaçao pelo requerente, dos seguintes documentos:
a)

requerimento solicitando a trpjisferenciaí

b)

prova de quitaor.o das anuidades e taxas em seu Conselho de
origeti}
)##
^
certidão passada polo Conselho nnde esta registrado,da qual
devem constar os elementos da ficha registro do requerent^, asoin como outras ir.fcr.naçoes complementares.

ART« 2° - A certidão a que se refere a alínea a, do artigo 1°, será fornecida no prazo máximo de 30 dias e mediante 0 pagamento

da

taxa de 3»00 (tres cruzeiros novos).

ART. 3° - A transferencia sera concedida, em outra jurisdição, apos 0exa
me dos documentos legais e mediante o pagamento da taxa efe 6,00
(seis cruzeiros novos).

ART. 4^ - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrario.

Sao Paulo, 3 de fevereiro de I969

laura Garcia Moreno Russo
Presidente - CFB

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�CONSELHO FEDERAL D£ DIBLIOTaCOíJOllIA

RESOLUÇÃO 2A

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOIIIA, no uao das

atribuições

que lhe aao conferidas pela Lei 4084/62, Decreto 56,725 e,considerem do a
necessidade de evitar duplicidade de registros de bibliotecários,

pelos

CRBs,

RESOLVE

ART» 1^ - 0 Conselho RegioneuL de Biblioteconomia que receber

pedido

de

inscrigao de profissional, cujo diploma haja sido expedido por
Escola situada fora dos limites de sua jurisdição, deverá soli
citar ao Conselho territorialraente competente as seguintes informaçães;
se 0 candidato solicitou inscrição em oportunidade
terior}
b)

an-

se existe processo de registro em andamento ou Auto de Infração contra o requerenteo

ART. 2^-- 0 mesmo procedimento deverá ser observado em relaçao aos

pro-

fissionais que, anteriormente, exerceram a profissão em outras
jurisdições e que pedirem registro no Quadro I ou Quadro II de
um Conselho.

aRT. 3° - Apos a obtenção das informações necessárias, o Conselho estara
habilitado a conceder ou negar o registro,

ART,

- Esta Resolução entrará em vigor, na data de sua publicação, r£
vogadas as disposições em contrario,
m
Sao Paulo, 3 de fevereiro da 1969

laura Garcia Moreno Russo
Presidente- CFB

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�CONSELHO FEDEPJ.L DE BIBLIOTECONaUA

RESOLUÇÃO 2^

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONClíIA, no uso das

atribuições

que lhe são conferidas pela Lei 4084/62, Decreto 56»725/65 o» consideroji
do a divergência na cobrança de anuidades, multas e peneúLidades, por pax
te dos CRBs,

RESOLVE
A
ART. 1° - Recomendar aos Conselhos Regionais a observância do disposto ro
artigo 26 da Lei 4084/62 e artigos 43 e 44 do Decreto 56»725/65»

ART« 2° - Ob bibliotecários que em I966 ja exerciam a profissão, deverão
pagar, de uma

30 vez, ao inscrever-se, as anuidades e multas,

assim como as penalidades aplicadas pelos respectivos Gbnselhos
Regionais de Biblioteconomia, relativas aos anos em que

vem

exercendo ilegalmente a profissão,

ART,

- Às situações irregulares, de bibliotecários, perante seus Conselhos Regionais, deverão ser normalizadas ate 31 de

março do

corrente ano,

ART, A° - Revogam-se as disposições em contrário.

são Paulo, 3 de fevereiro de I969

leura Garcia Moreno Russo
Presidente CF3

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�CONSSLÜO FEDERAL DE BIBLIOTaCONaiIA

RflSOLUCÂO 26

O CONSiiLHO FEDERAL DE BIBLIOTECONQilA, no uso das

atribuições

què lhe são conferidas pela I«i 4084, de 30 de junho de 1962 e

Decreto

56,725, de 16 de agosto de 1965»

RESOLVE

ARTb 1° - As anotações na carteira profissional de presidente do CFB, 3§,
rao feitas pelo presidente que o seguir no cargo.

ART. 2^ - As anotações em carteiras profissionais, referentes ao exercício de mandatos de conselheiros federais, serão feitas
Presidente do CFB, que acompanhou o mandato

do

pelo

respectivo

trienio.

ART. 3a - As anotações em carteiras profissionais, referentes ao término
de mandatos de conselheiros regionais, serão feitas pelo presi
dente eleito cada trienio, do respectivo CRB,

ART,

«V
m
é
- 0 conselheiro que nao terminar o seu mandato, nao tera direito
a anotaçoes em sua carteira, pelo exercício de uma
tm
terrompida, exceção dos membros natos,

ART.

- A presente Resolução entrara em vigor na data de sua
0»
«*
/
çao, revogadas as disposições em contrario.

função in-

publica-

3ao Paulo, 25 de janeiro de I9ó9

Laura Garcia Moreno Russo
Presidente - CFB

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�MINI3T&amp;II0 DO TRABALHO S PR^VlOaNCIA SXIAL
GONSaLHO FiSDSRAL DE BIBLIOTECONOMIA

EDITAL

Serão realizadas na Capital de Sao Paulo, a Rua Avanhar:dava&gt;
conj. 110, nos dias 24 a 2Ô de Janeiro de 1969, as seguintes reuniões:

4^

a)

Reunião Pleneiria, constituída de quatro sessões, para os Membros do CF3

b)

Assembléia Geral dos Delegados Eleitores e eleição constituída
sessões.
Convocamos os seguintes Conselheiros Federais e Delegados

res:
C0NSEL'rL}IRQS FEDERAIS
Alice Camargo Guarnieri
Heloisa de Almeida Prado
Lourdes Catharina Gregol
Adelia Leite Coelho
Cordelia Robalin^o de 0, Cavalceuiti
Ida Brandão de Sa Pessoa
Eurydice Pires de SanfAnna
Etelvina Lima
Ivanilda Fernandes da Costa
Ruth Versiani Tavares
Marcelina Dantas
DELEGADOS ELEITORES
PRBílIRA REGIÃO
SEGUIDA REGIÃO
TERCEIRA REGIÃO
QUARTA REGIÃO
QUIIÍTA REGIÃO
SEXTA REGIÃO
SETE^IA REGIÃO
OITAVA REGIÃO
NONA PÓSGIÃO
DáCEIA REGIÃO

-

Antonio Agenor Briqu^t de Lemos
Ruth Pinheiro Conduru
Lilian Piraentel Gomes
Cremilda Leda Perruci
Gilda Pires Ferreira
1'laria í'Iartha de Carvalho
Lel:^a Galvao Caldas da Cunha
Edmea Gorga
lone Sanwais
Lourdes Catharina Gregol
Sao Paulo, 15 de dezembro de I968
leiura Garcia Moreno Russo
Presidente - CFB

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de

dua

Eleito

�IgNIST^RIO DO trabalho E PRgVIDZNCIA SOCTAL
CONSaLHO FEDERAL DE BIBLIOraCONa.fTA

aieiçao para composigao do
Segundo GFB, I969-I97I.

cii-:didã.tcs inscritos

PRII'iEIRA RaGlÂO

—

Neusa Dias 1'Iacedo

SiGUIíDà REGIÃO

—

Clara Maria GaJLvao

TERCEIRA REGIÃO

Sem candidato

iUARTA REGIÃO

Ida Brandao de Sa Pessoa

wUim REGIÃO

1'ía.ria Miranda de Carvalho Britto
Octavio Conceição Mendonça

SSm REGIÃO

Maria de Lourdes Borges de Carvalho
Vera Amalia Amarante I-lacedo
Annaiz Maria Pereira Vial

SáTBiA REGIÃO

Francisca Barros Penna Firme Dlanes
George Cunha de Almeida

OITAVA REGIÃO

Mercedes de Jesus Thomé Forti

noi:à região

Marilena Zicarelli
Clio Petterle
Maria MH.der Gonçalves

DácilIA REGIÃO

Juliana Viana Rosa
Adda Drugg de Freitas
Sonia Alba Jolff

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�COUSiLHO FEDíIl-UL Dii BIBLIOTüCONaiIii
coNsiiTuigÃo DO SiSamiDo coks^ílho
ÜT^IÇÃO aii'i.LIZADA m 27-1-1969

Cora a presença do fiscal do Ministério do Trabalho e

Previdência

Social, realizou-se na Capital de Sao Paulo, no auditório da Biblioteca Mu%
f»
«w
«•
nicipal, a rua da Conaolaçao, 94, a eleição para constituição
do éegundo
Conselho Federal de Biblioteconomia. Em obediência a Lei 4OB4/62,
forara
A
eleitos seis membros efetivos e tres suplentes e sorteador seis membros das
listas tríplices enviadas pelas Escolas de Biblioteconomia.

O3

nomes

bibliotecários que constituem o novo CFB, sao os seguintes:

MSl^aOS ELEITOS
Adda Drugg de Freitas (HS)
Annaiz I^laria Pereira Vial (MG)
Clara Maria Galvão (PA)
George Cunha de .^Imeida (GB)
Ida Brandão de Sa Pessoa (PE)
Maria 1'íá'der Gonçalves (PA)
3UPIÜNTES
Maria Mii*anda de Carvalho Brito (B^í)
Neusa Dias Macedo (3R)^
Mercedes de Jesus Thorae Forti (SP)
MEMBROS SORTEADOS DAS LISTAS TRÍPLICDS DAS ESCOLAS
Antonio Agenor Briquet de Lemos (BRA)
Héloisa de Almeida Prado (SP)
Jandira Baptista Assunção (14G)
Maria de ífazareth M. de Barros (PA)
Maria Lecticia de Andçade Lima (PE)
Nancy Westfallen Corrêa (PR)

LISTA TRÍPLICE
1.
2.
3.

Antonio Agenor Briquet i^e Lemos (BRA)
Clara líaria Galvao (Para)
Adda Drugg de Freitas (RGS)

-61-

Digitalizado
gentilmente por:

dos

�TERMO DE COMPROMISSO E POSSE DOS MEMBROS
DO SEGUNDO CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA

Aos trinta e um dias do mês de março, de mil novecentos e
sessenta e nove, às dez horas, centésimo quadragésimo
sétimo
da Independência e octogésimo da República, compareceram
perante o Ministro do Trabalho e Previdência Social, Dr.
Jarbas
Passarinho, representado na cerimônia que foi realizada na Biblioteca Central da Universidade de Brasília, Laura Garcia Moreno Russo, presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia;
Alice Camargo Guarnieri, secretária; Heloisa de Almeida Prado,
tesoureira; Cordelia R. 0. Cavalcanti, Adelia Leite Coelho, to
dos representando o primeiro Conselho; compareceram ainda,
os
novos conselheiros eleitos e sorteados, em cerimônia
realizada na Capital de São Paulo, no dia 27 de janeiro de mil
novecentos e sessenta e nove: Antonio Agenor Briquet
de
Lemos,
Maria Lecticia de Andrade Lima, Maria MHder Gonçalves,
Clara
Maria Galvão, George Cunha de Almeida, Heloisa de Almeida Prado, Annair Maria Pereira Vial e Jandira Batista de Assunção.
Não compareceram as conselheiras Ida Brandão de Sá Pessoa,Adda
Drügg de Freitas, Nancy Westfallen Corrêa e Maria Nazareth
M.
de Barros.
Assumindo a presidência a senhora Laura Russo disse da finalidade da Reunião, que era a passagem de mandato
do
CFB no último dia que lhe permitia a Lei 4084/62 , a qual dete_r
mina, em seu artigo 10, que a posse do novo CFB se dará na segunda quinzena de março, de cada triênio.
Compareceu,
como
convidado de honra, o Dr . Rubens Borba de Moraes, a quem a senhora presidente agradeceu a presença, aproveitando a oportun^
dade para enaltecer sua obra como professor, bibliófilo e, sobretudo, como precursor da biblioteconomia brasileira. Após as
formalidades de praxe, a presidente discorreu sobre as ativid£
des do Conselho no triênio 1966/1969.
0 representante do
Ministro do Trabalho dirigiu algumas palavras ao Auditório,
dizendo de sua satisfação em ter sido o escolhido para representar o Ministro em tão significativa Reunião, pois ele,
pessoalmente, admira o trabalho árdu do bibliotecário em
benefício da educação do povo e estava certo que esse é o pensamento
de quantos dirigem o seu Ministério.
Encerrando a Reunião,
o
conselheiro Antonio Agenor Briquet de Lemos, indicado para pre
sidir o novo Conselho/ dirigiu algumas palavras aos presentes.
Disse de sua satisfação em poder abrigar na Universidade
de
Brasília a sede do CFB, uma vez que isto lhe fora
autorizado
pelo Magnífico Reitor.
Ressaltou a importância da atuaçao dos
dois profissionais presentes, Rubens Borba de Moraes e
Laura
Russo, no cenário bib1ioteconômico do pais.
O primeiro
pela
luta de formação profissional; o segundo, por seu trabalho incessante, tornando-se sem nenhum favor, a líder da classe
bibliotecária.
Essas duas fases de atuaçao profissional,
devem
ter sequência pelos jovens que agora se preparam, pois, a
biblioteconomia necessita ser consdidada, nao so no respeito
ã
legislação conseguida, mas pelo melhor preparo dos
profissionais que devem ocupar postos em nossas bibliotecas.
Disse que
se torna necessário definir os objetivos e que as r e s p on s ab i 1
dades não apareçam, apenas, nas leis e regulamentos.
Os novos
conselheiros assinaram o compromisso de bem servir,
tomando
posse nas referidas funções.
Os oradores foram saudados
com
palmas e a cerimônia foi encerrada às doze horas.
Eu,
Alice
Camargo Guarinieri, transcrevi na íntegra o discurso da presidente e lavrei a presente ata, que vai por mim assinada e pela
senhora presidente.
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gentilmente por:

�MIMISTfellO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL

PROCESSO

PSBAB/113,925/69

SENHOR MIHISTRO

No presente processo, que foi encafldnhado a esta CPDS ea virta
de de aqui ter sido processada não só a regulamentação da profissão,como
também as primeiras eleições, o Conselho Federal de Biblioteconomia soli
cita a Vossa Excelência seja expedida Portaria, de acordo com o

art* 49

do Decreto 56o725, de 16-S-65, transferindo a sede do órgão para Brasília*

Ate 0 momento, o referido Conselho vem funcionando, provisori^
mente, na Capital do Estado de São Paulo, nos termos da

Portaria

675»

de 18~U~65 •

Achando-se agora o Conselho perfeitamente estruturad, desapara
ceram os motivos que deteminaram a indicação daquela sede
provisória,
tm
^ tm
razao porque o orgao de classe requer sua transferencia para aquela Capi
tal, dando-se, assim, efetivo cumprimento aos argigos 10 da Lei

4O84/62

e 16 do Decreto 56*725/65» que reguleuaentou a referida lei*
^
^
m
**
Parece-nos que e de se atender a solicitação em causa,tendo em
vista as razões apresentadas pelos interessados e os disi'ositivos legais
que a amparam.

CPBS, em 21 de março de I969

Moacyr Velloso Cardoso de Oliveira
Presidente

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gentilmente por:

�íII:;I3t1iI0 do TR&lt;iDALHO '£ PRaVIDÊlIGIA SOCIAL

Portaria 316/^, do 24 do marjo de I969

0 ICNISTRO JE ESTADO DOS ÍIEGÓGIOS DO T*iABAL:iO E PREVIDERCU
CIAL, no uso de suas atribuigoos a a fim de dar curaprirnento ao
art, 10 da Lei 4084, do 30 de junho de 1962 e nos arts. 16 e 49
to 56o725, de 16 de agosto de I965, s ainda atendendo 0 que

SO-

disposto no
do
consta

Decredo

irrP3-ii3.925/69,
.ISSOLYE

Revogar a Portaria 675, de 18 de novembro de I965 - que autorizou
o funcionamento provisorio da sede do Conselho Federal do
Biblioteconomia
m
A
na Capital do Estado de Sao Paulo - e determinar a transferencia do citado
órgão, em caráter definitivo, para o Distrito Federal.

Jarbas G. Passarinho

Publicada nb Diário Oficial da União de 11 de a':Dril de I969, p» 3^9

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gentilmente por:

�DISCURSO PROFERIDO PELA PRESIDENTE DO CFB EM 31-3-1969, NA
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

Senhor Representante
do
Ministério do Trabalho e Previdência
Social, Senhores Conselheiros Efetivos do CFB, Senhores profes
sores da Faculdade de Biblioteconomia da Universidade de
Brasília, Senhores Conselheiros do CFB que hoje deixam seus manda
tos. Alunos de Biblioteconomia, Senhores e Senhoras. Ao transmitir o mandato do CFB para o Colega que foi eleito a 27 de
neiro ultimo, respeitamos nosso proprio Regimento, que, em seu
artigo 38 manda que na segunda quinzena de março, trienalmente,
se de a posse de Conselheiros eleitos e sorteados. Não seria o
mesmo Conselho, que elaborou esse Regimento, em bases tão ríg^
das, o primeiro a desregpeitã-lo. Não acreditamos, também, que
ninguém o faça futuramente. Estaríamos satisfeitos se, ao
entregar o nosso mandato, fosse concomitantemente entregue a pre
sidencia. Os trâmites burocráticos do processo, no
Ministério
do Trabalho e Previdência Social não permitiram que nossa ceri
monia fosse completada com a posse do novo presidente
do CFB,
que, de acordo com a Lei 4084/62, deve ser nomeado por S. Exa.
o Presidente da República, Cremos, entretanto, que essa formalidade nao trarã impasses ao novo Conselho, pois todos
sabem
que as atividades do CFB não podem ser interrompidas. Em
nome
dos Conselheiros que hoje entregam seu mandato em mãos de
outros Colegas, cumpre-nos tecer considerações sobre as atividades de nosso primeiro CFB, cujo mandato teve início a 16 de mar
ço de 1966. Ao tomarmos posse do cargo de presidente do
CFB,
dissemos no Gabinete de S. Exa., o Ministro do Trabalho e Previdência Social, Dr. Peracchi Barcellos, que, oportuna ou
ino
portunamente, defenderiamos nossa legislação, duramente conseguida. Assim, convictos de nosso dever, partimos para a missão
de fiscalizar a profissão, através dos Conselhos Federal e Regionais de Biblioteconomia. As dificuldades foram grandes
e
suas manifestações ainda são tão obvias e múltiplas
que
não
cremos necessário enumerá-las todas. Indiquemos tão sõ,como as
mais notáveis, as exigências e intransigências dos Ministérios
aos quais estamos vinculados por Lei; a falta de subvenção governamental à altura das mesmas exigências; as
transgressões
sistemáticas de compromissos assumidos, pela renúncia de
cargos de conselheiros e prazos não respeitados para o envio
de
documentos exigidos pelo Ministério do Trabalho. ATIVIDADES DO
TRIÍNIO - Dando cumprimento ãs exigências da Lei,
procuramos
durante o primeiro ano de nosso mandato instalar o
Conselho
Federal de Biblioteconomia ã semelhança de outros Conselhos Fe
derais e, no mesmo ano de 1966, instalamos 10 Conselhos Regio~
nais, cujas sedes de jurisdições se situam em Brasília, Belém,
Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de
Janeiro,
são Paulo, Curitiba e Porto Alegre. 0 Conselho Federal de
Biblioteconomia realizou em seu triênio seis (6) Reuniões Plenárias, sempre com o quorum legal. Realizou duas Assembléias Gerais dos Conselhos, a primeira em janeiro de 1967, a
segunda
em fevereiro de 1968, Sua Diretoria se reuniu 9 vezes em 1966;
26 vezes em 1967 e 25 vezes em 1968. Realizou, no dia
27
de
janeiro, a Assembléia de Delegados-Eleitores para
compor
o
Conselho que hoje se empossa. Durante a gestão foram
baixadas
26 Resoluções, que visaram esclarecer a Classe e os poderes pú
blicos e particulares sobre as nossas atividades. Essas Resolu
ções foram publicadas no Diário Oficial da União,
de
acordõ^
com a Lei. 0 Conselho teve a seu cargo o dever de elaborar de-

-65-

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�zoito (18) memoriais de reivindicações em 1966;
dezenove (19)
em 1967 e quinze (15) em 1968. 0 CFB manteve uma
Secretaria
aberta ao público, das 13 às 18 horas, de segunda a sexta-feira
semanalmente. Através de sessenta e duas (62) circulares
os
Conselhos Regionais e Escolas de Biblioteconomia receberam esclarecimentos necessários. A correspondência expedida foi, durante o triênio, de mil quinhentos e vinte (1520) ofícios
e
cartas. Recebeu no mesmo período seiscentos e dez ,,(610)
expedientes. A atividade mais .árdua da Diretoria se constituiu
na
reviaão dos Regimentos dos Conselhos Reg.ionais, nao .para padro
nizá-los, ma,s para harmonizá-los, de acordo com os
princípios
que norteiam nossa profissão. A presidente, do CFB visitou, durante o seu mandato, todos os Conselhos Re.gionais, verificando
&gt; sua composição, documentação e esc 1 arecen.do dúvidas. Dando cum
primento a seus deveres, o Conselho elaborou o CÕdigo da Êticã
Profissional, tendo como base o da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, que foi promulgado pe1 a Resolução
n9 5, do Conselho. Não é privilégio da Classe
Bibliotecária
possuir um CÕdigo de Ética, pois todas as. Classes de profissio
nais de nível universitário também o possuem e procuram respei
tã-lo. Nosso CÕdigo, como os demais, se constitui de.um conjun
to de normas que regulam as relações dos hibli otecários com os
seus colegas, com o seu público,, com a sociedade. Os bibliotecários,. como tantos outros profissionais, .têm
responsabilidades legais e morais. Desde que assumem.seus cargos, estão obri
gados a um estudo consciencioso dos progressos no campo de sua
profissão. Ser amigo dos livros, sem sentir afeição por
seu
mundo, não é suficiente para ser um bom bibliotecário, ou para
governar uma biblioteca, fazendo-a útil- aos demais. 0 erudito,
o acadêmico, que por uma especialização fosso designado i para
dirigir uma biblioteca, poderia chegar a ser o primeiro inimigo de sua função social, nos dias de hoje. Ser- bibliotecário,
a
nosso ver, e sentir
a biblioteca como empresa a serviço da
coletividade. 0 mundo integrado pelos elementos de
propagação
da cultura se ampliou extraordinariamente. 0 livro e a biblioteca não representam tudo. Existem as microtecas,
filmotecas,
discotecas, centros de documentação, arquivos administrativos e
históricos. Todo esse material de cultura técnica,
científica
e literária, cada dia exige mais técnicosj para a sua classificação, ordenaçao, seleção de métodos e sistemas para o armazenamento e recuperação de informações preciosas. No
desempenho
de suas funções nesses organismos, ou no exercício de qualquer
mandato que a confiança da classe lhe graduar, em nossas Associações ou Conselhos, o bibliotecário tem o dever de por espírito. 0 dever- é uma cousa a que é rigorosamente obrigado
todo
aquele que deseja evitar o descrédito moral. É uma
obrigação,
uma dívida, que não pode ser paga senão por esforço voluntário.
FORMAÇÃO PROFISSIONAL - A formação integral do bibliotecário é,
provavelmente, o assunto mais descuidado de nosso ensino.Ele é,
entretanto, de grande importância para os alunos, futuros
bibliotecários, dirigentes de nossas Associações e nossos Conselhos de Biblioteconomia, pois os problemas do bib1iotecário,no
seu ambiente de trabalho, diferem bastante dos problemas
técnicos. Eis porque se faz urgente formar nos alunos uma
nova
consciência de direitos e de deveres o que não pode ser obtido
somente por palestras esporádicas daqueles que se propõem
ou
sao convidados para falar de nossa legislação. Isto sempre dei
xa saldos positivos, mas nao é o que verdadeiramente preconiza

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�mos. Nosso ideal e conseguir que o comportamento de bibliotec£
rios melhore, através do exemplo diãrio de seus próprios
professores e dirigentes. Todo aquele que exerce
o magistério da
biblioteconomia sabe que a instalação, no país, da
fiscalização profissional veio fortalecer de maneira evidente
as escolas, como atestam as estatísticas de ingresso do
ano de
1962
ao presente ano de 1969. A rigidez de princípios do CFB e
dos
Conselhos Regionais influiu decisivamente na renovação de nossas bibliotecas, na criação de outros cursos e na formação
de
um espírito profissional, até então inexistente em
nossa
pétria. Na última Reunião do CFB, realizada no dia 27 de janeiro
em são Paulo, jS nos despedimos dos excelentes colegas e
amigos que o integraram. Âs palavras que deles ouvimos,
embora
acima de nossos méritos, valeram como a maior recompensa
que
poderiamos receber, pela sincera dedicação que sempre
devotamos ao cargo que tivemos a honra de exercer. Se mais não fizemos, foi porque a ninguém é dado fazê-lo acima de suas forças.
Colegas, Membros do Conselho que hoje se empossa, nos quais os
bibliotecários do Brasil confiaram ao dar-lhes o voto, nós, os
Conselheiros aqui presentes e ausentes, trazemos os
sinceros
votos de feliz gestão. Nosso maior desejo é que o Grupo se man
tenha unido, apesar das dificuldades que irão encontrar.
Não
esmoreçam, não transijam. Não procurem modificar uma
legislação a duras penas conseguida, porque os oportunistas se
aproveitarão. Deixem que passem os anos, que disseminemos
escolas
de biblioteconomia, que fortifiquemos a consciência da
classe
e que se instale no Brasil uma verdadeira valorização do livro
e da biblioteca. Com a experiência que temos no trato das ques^
toes atinentes ã classe, acreditamos que dez anos serão necessários para que aconteça tudo quanto preconizamos e que representam os anseios dos bibliotecários. Cremos,
sinceramente,
que todos estarão coesos e na sua dedicação a bib1ioteconomiae
competência profissional, vemos a garantia mais segura de continuidade dinâmica do Conselho Federal de Biblioteconomia.

xXx

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Sc a n
st em
Ciereaclanent»

�CONSELHO FiengRAT. Pg BIBLIOTECONOMIA
OOMPOSIGÃO DO II CFB
19697^9.71

MEMBROS EFETIVOS

Ad4a Orftgg de Freitas
Annaiz Maria Pereira Vial
^

Antooio Agenor Briquet de Lmuos
Clara Maria Galvão
Qeorge Cunha de Almeida

^

Hslolsa de Almeida Prado
Ida Brandao de Sa Pessoa

»

Jandira Batista Assunção

«

Maria de Nazaré th M« de Barros

*

Maria lecticia de Andrade Lima
Maria Mlder Gonçalves

*

A
Nancy Westfallen Corrêa

SUPLENTES

Maria Miranda de Carvalho Britto
Néuea Dias Macedo
Mercedes de Jesus Thome Forti

NOTAt

Os nomes iscados com asterísticos foram sorteados das
listas tríplices das Escolas de Biblioteconomia.

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�iClilSTÉRIO DO TRABALIIO S PRflVIDÊl^CIA SOCIAL

DECRETO de 23 de setembro de 1969

Os Ministros da Marinha de guerra,

do Exército

e da Aeronáutica Militar, usando das atribuições que lhes
confere o artigo 1® do Ato Institucional numero 12, de 31
de agosto de 1969» combinado com o artigo 83, item II, da
Constituição, resolvem
íiaEAR

De acordo com os artigos 11 e 14 da Lei 4084, de
30 de junho do 1962, o Bibliotecário Antonio
quet de Lemos, Presidente do Conselho Federal

Agenor Bride Biblio-

teconomia.

Brasilia, 23 de setembro de I969, lAS'^ da
A
0
pendencia e 81® da Republica .

Augusto Hamann Rademaker Grünewald
Aurélio Lyra Tavares
Mareio de

Souza Mello

Jarbas G. Passarinho

Diário Oficial da Uniao , de 24-9-1969,
p, 8060, Seçao I, Parte I

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Inde-

�DSCRSTO 67.380 - DS lÁ DS ODTÜBRO DE 1970

Altera os valores das taxas e anuidade a serem oobradas pelos
Conselhos
Begionais de Biblioteconomia*

0 Presidente da Bepubllcaf usando da atrlbuigao que lhe

confere

o artigo 81, Item III da Constitul9ao, decreta:

ART* Ifl - Pica alterada, a partir de janeiro de 1971, a tabela aprovada pa
lo Decreto 59*769, de 16 de dezembro de 1966, publicado no

Diá-

rio Oficial de 21 do mesmo mes e ano, de acordo com os valores a
seguir indicados:

Anuidade paga ate 31 de março ••••••**•.*•••

4^,00

Anuidade paga após 31 de maiçço:
Art* 26 da Lei 4064/62, acréscimo de 20^ •*.

46,00

Inscrição

20,00

Transferencia de Inscrição

12,00

Anotaçoes, averbaçoes, arquivamentos
analogos

e atos

Certidões e atos análogos, por folha ••••*••

ART, 2° - 0 Presente Decreto entrara em vigor na data de

6,00
6,00

sua

revogadas as disposições em contrario*

Brasília, 14 de outubro de 1970
A
^
149® da Independencia e 82® da Republica.

Smilio G* Mediei
Julio Barata
Publicado no Diário Oficial da Ifaiao, em 15-10-1970
Seção I, Parte I

-

p* 8865

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publicação,

�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONailA

RESOLUÇÃO 27

O CONSELHO FEDERA.L DE BIBLIOTECONCfUA, no uso das

atribuições

que lhe são conferidas pela Lei 40Õ4» de 28-6-1962, e o Decreto 56.72,de
16&gt;-8-196.5,

RESOLVE

ART. 1° - Os candidatos a registro profissional de bibliotecário

que se

tenham formado por estabelecimentos de ensino ainda não leconha
cidos, mas com autorização de funcionamento,terão direito a ra
gistro provisório junto aos Conselhos Regionais

de

Bibliote-

conomia*

ART. 2^^ - 0 registro provisório poderá ser renovado anualmente, até 0 rg,
conhecimento dos respectivos cursos pelo Conselho

Federal

de

ART. 3'*^ - Esta resolução entra em vigor nesta data e ficam revogadas

as

Educação e registro dos diplomas dos interessados*

disposições em contrário*

Brasília, 1 de março de 1970

Antonio Agenor Briquet de Lemos
Presidente do CFB

Diário Oficial da União de 23-3-70
Seção I, Parte II, p* 686

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�G0H3SLH0 FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA
RESOLUÇÃO 28
m
No uao daa atribuições que lhe conferem a Lei 4084, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 56o725, de 16 de agosto de I965, o Conselho
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,o o£
Çamento para I969, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 1* Região.
Brasília, 20 de abril de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQÜETDE LEMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 12-5-70
Seçao I, Parte II, p» 1118

RESOLUÇÃO 2Q
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 56*725, de 16 de agosto de I965, o Conselho F^
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,o ox
çamento para 1969, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 3* Região.
Brasília, 20 de abril de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE LEMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 12-5-70
Seçao I, Parte II, p. 1119

RESOLUÇÃO 30
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, o Conselho F^
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme 0 quadro em anexo,o__or
Çamento para 1969, do Conselho Regional de Biblioteconomia da lOfi Região.
Brasília, 20 de abril de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE LEIIOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 12-5-70
Seçao I, Parte II, p« 1119

RESOLUÇÃO 31
No uao das atribuições que lhe conferem a Lei 4084, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, o Conselho F^
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,o o£
çamento para 1969, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 4* Região.
Brasília, 20 de abril de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE LEMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da Tfeião de 12-5-70
Seçao I, Parte II, p. 1120

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�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA

RESOLUÇÃO 32
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 40Õ4) de 30 de
Junho de 1962, e o Decreto
de 16 de agosto de 1965, o Conselho Fa
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,o 0£
gamento para 1970, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 1* Região.
Brasília, 20 de abril de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE LEMOS
ft*esidente do CFB
Diário Oficial da União de 12-5-70
Seção I, Parte II, p. 1120

RESOLUÇÃO 33
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 56.725» de 16 de agosto de 1965, o Conselho Fa
deral de Biblioteconomia resolvo aprovar, conforme o quadro em anexo,o 0£
çamento para 1970j do Conselho Regional de Biblioteconomia da (A Região.
Brasília, 20 de abril de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE LEMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 12-5-70
Seção I, Parte II, p« 1121

RESOLUÇÃO 3A
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, 0 Conselho Fa
deral de Biblioteconomia resolve aproveur, conforme 0 quadro em anexo,o or
çajnento para 1970, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 8* Região.
Brasília, 20 de abril de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE LEI-IOS
Presidente do CFB
Diário OflclEÚ. da União de 12-5-70
Seçao I, Parte II, p. 1121

RESOLUÇÃO
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, 0 Conselho Fa
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,0 or
Çamento para 1970, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 6s Região.
Brasília, 20 de abril de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE lEMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 12-5-70
Seçao I, Parte II, p. 1122

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�cTOiflo yEppAi, pfi simmQomTh

RESOLUÇÃO 36
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084» de 30 de
Junho de 1982, e o Decreto 58*725» de 16 de agosto de 1985» o Conselho
deral de Biblioteconomia resolve aprovar» conforme o quadro em anexo»o o£
çamento para 1970» do Conselho Regional de Biblioteconomia da 9* Região.
Brasília» 20 de abril de 1970
ANTONIO AGENCR BRIQOET DE LEMOS
R:esid8nte do CFB
Diário Oficial da Ifaião de 12-5-70
Seçao I» Parte II» p* 1122

RESOLUÇÃO 37
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084» de 30 de
Junho de 1982» e o Decreto 5é*725» de 16 de agosto de I985» o Conselho
deral de Biblioteconomia resolve aprovar» conforme 0 quadro em anexo»o o£
Çamento para 1970» do Conselho Regional de Biblioteconomia da 4^ Região.
Brasília» 20 de abril de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQUBT DE LEMOS
Presidente do CFB
Diorio Oficial da União de 12-5-70
Seçao I» Parte II» p«, 1123

RESOLUÇÃO 18
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084» de 30 de
Junho de 1982» e o Decreto 56,725» de 16 de agosto de I985» o Conselho F^
deral de Biblioteconomia resolve aprovar» conforme o quadro em anexo»o or
Çamento para 1970» do Conselho Regional de Biblioteconomia da 7* Região.
Brasília, 20 de abril de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQUST DS LEMOS
ft^sidente do CFB
Diãçio Oficial da Iftiião de 12-5-70
Seçao I» Parte II» p. 1123

RESOLUÇÃO 3Q
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084» de 30 de
Junho de 1982» e o Decreto 56.725» de 16 de agosto de I965» o Conselho F^
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo»o 0£
çamento para 1970» do Conselho Federal de Biblioteconomia.
Brasília» 20 de abril de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE LEMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da üniao de 12-5-70
Seçao I» Parte II» p, 1124

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Digitalizado
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�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTSCONa-lIA

RESOLUÇÃO AO
m
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084,

de

30

de

junho de 1962, e o Decreto"56»725, de 16 de agosto de 1965, o Conselho Fg.
deral de Biblioteconomia resolve aprovau:, conforme o quadro era anexo,o 0£
Sarnento para 1970, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 2* Região.
Brasília, 7 da julho de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE LE1'I0S
Presidente do CFB
Diário Oficial da Uhiao de 29-7-70
Seçao I, Parte II, p. 1977

RESOLUÇÃO Al
m
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084,

de

30

de

junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, 0 Conselho Fg
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme 0 quadro em anexo,o or
Çamento para 1970, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 5* Região.
Brasília, 3 de novembro de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE LEMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da União

RESOLUÇÃO L2

No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084,

de

30

de

junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, 0 Conselho Fg
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme 0 quadro era anexo,0 or
çajnento para 1970, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 10«J Região.
Brasília, 3 de novembro de 1970
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE L£:.0S
Presidente do CFB
Diário Oficial da União

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�Q0ISBL30 FSqmL DS BIBUOTECONa^IA

RESOLUÇÃO Á3

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA, no uso

das

atribuições

que lhe conferam a Lei 4084, de 30 de julho de 1962, e o Decreto

56»725»

de 16 de agosto de 1965, resolve:

ART« Ifl - são obrigados a pagar anuidade ao Conselho Regional da Bibliotâ,
w
.
^
conomia da região onde estiverem sediados os escritórios, emprs.
sas. Organizações ou outras instituições, legalmente estabelecí
dos, com finalidade lucrativa, predcaninante ou secundária,

de

prestíur serviços a terceiros no que se refere a:
a)

planejamento, organizaçao e implantaçao de bibli£
tecas, seirviços bibliográficos, centros ou serviços ^de docuraen^^açao, centros ou serviços de infor
inaçao bibliográfica;

b)

execução de serviços técnicos de
geral;

c)

execução de pesquisas bibliográficas»

bibliotecas, era

?a - A anuidade a ser paga por essas instituições sera igual

ao do-

bro da anuidade fixada para bibliotecários, com a multa

de 20^*

se for paga após o dia 31 cie março de cada ano.

PARéCRAFO felGO - No exercício de 1971 nao haverá cobrança de multa.

ART. 3° - A presente resolução entrará em vigor na data de sua
M
m
^
çao, revogando-se as disposições era contrario.

Brasília, 11 de março de 1971
ÀNTONIO AGENOR BRIQUST DE LEMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 9-8-71
Seçao I, Parte II, p» 2290

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gentilmente por:

publica-

�GQK35IIÍ0 raSBRAI.,!» BIBI^IOTEGORaiIA

RaSOLUGÃO LL

O CONSSIJIO FBDSRàL DS BIHLIOTECONCl^IA, no uso das
quo lhe conferem a Lei 4084» cie 30 de Junho de 1962

atribuições

e o Decreto 56.725,

do 16 de agosto de 1965, e com base na atuallzaçao da tabela de anuidades
e taxas determinada pelo Decreto 67.380 de 14 de outubro de 1970,resolve:

ART. 1&lt;&gt; - são fixados os seguintes valores para taxas cobradas pelos Coq
selhos Regionais de Biblioteconomia:
onv)
6,00

a)

Taxa de arquivamento

b)

Taxa de registro de bibliotecas e centros
tação

de

documen10,00

c)

Carteira de Identidade profissional obrigatória

10,00

d)

Certidão de registro provisório

* 6,00

e)

Anuidade de instituições de organizaçao e prestação ds se£
vlços de biblioteconomia (Resolução 43)

80,00

ART. 2fl - Esta resolução entrara em vigor na data de sua publicação, revogando-ss as disposições cm contrario.

Brasília, 15 de março de 1971
AKTONIO AGENOR BRIQUET DE I£MQS
Presidente do CFB
Dla^lo Oficial da lÃiiao de ^8-71
Seçao I,Parte II, p* 2290

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Digitalizado
gentilmente por:

�CONSELaO FBDSRAL DE BIBLIOTECONaCA

RESOLUÇÃO

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOílIA, no uso das atribuições
lhe conferem a Lei 4084, de 30 de junho de 1962 e o Decreto 56.725, de

que
16 de

agosto de I965 resolve;
ART. Ifi - é incompatível o exercício cumulativo ou concomitante do mandato de
membros do Conselho FederauL e de Conselhos Regionais

de

Biblio-

teconomia»

§ 1® - Sempre que as Assembléias de Delegados-Eleitores a que se referem o
artigo 11, alinea b, da Lei 4084, de 30 de junho de 1962, o

arti-

go 17, inciso II, 0 artigo 32 do Decreto 56.725, de 16 de agosto de
1965, e a Resolução 20 deste Conselho Federal, de 2-12-968,elegerem
para o Conselho Federal ou para ura Conselho Regional

bibliotecário

que ja esteja investido era um dos Conselhos, o eleito deverá

optar

por um dos mandatos.

§ 2® - No caso de representemte de escola de Biblioteconomia,

sorteado era

lista tríplice para conselheiro do Conselho Federal, nos

terraos do

artigo 17, inciso III do Decreto 56. 725, de 16 de agosto de 1965,e
que esteja investido em algum Conselho Regional, apliceir-se-á

tam-

bém o disposto neste artigo.

§ 3® - No caso de que a renuncia dos eleitos ou as vacancias que

vierem a

se verificar impliquem na convocação de suplentes nas mesmas condiçoes de incompatibilidade, devera ser convocada a respectiva Assembléia de Delegados-Eleitores.

ART. 2® - Esta resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.

Brasília, 15 de março de 1971
MITONIO AGENOR BRIQUET DE LEMOS
Presidente do CFB
Diáçio Oficial da União de 9-8-71
Seçao I, Parte II, p. 2290

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cm

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�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONailA

RESOLUÇÃO Z.6

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONCEIIA, no U30 das atribuições
lhe conferem a Lei 4084, de 30 de junho de I962 e o Decreto 56.725, de

que
16 de

agosto de I965 resolve:

ART.

- Modificar 03 Artigos 22, 24 e 25 do Regimento Interno do

Conselho

Federal de Biblioteconomia, que passam a ter a seguinte redação:
a)

Art. 22 - Â Assembléia Geral dos Delegados - Eleitores
constitui-se de um representemte de
cada
Conselho Regional de Biblioteconomia, reun^
do-se em data oportuna, fixa^ pelo Plenário do CFB, para 0 fim especifico de eleger
03 membros do Conselho Federal de Biblioteconomia e seus suplentes.

b)

Art. 24-0 registro da candidatos ao CFB será feito
em sua Secretaria-Geral, oelos Conselhos Hg
gionais, ate 60 (sessenta) dias antes da da
ta fixada para a elelgao, mediante ofício,
indicando /lorae e qualificações
profissionais. Alem^dos requisitos legais, os candi
datos de^^rao ter, no mínimo, 2 (dois) anos
de exercício profissional.

c)

Art. 25 - 0 Presidente do CFB fará a convocação da Ag,
sembleia Geral dos Delegados-Eleitores^ por
edital publicado no Diário Oficial ate 3G
(trinta) dias antes da data fixada para a
eleição, confirmado por carta registrada aos
Conselhos Regionais,^dentro do mesmo prazo,
acompanhada da relaçao do todos os candidatos inscritos.

ART. 2*&gt; - Esta resolução entrara em vigor na data de sua publicação,
das as disposições em contrario.

Brasília, 22 de março de 1971
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE LEMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 9-8-71
Seçao I, Parte II, p. 2290

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revoga-

�CONSELHO FSPgRAL m BIBLIOTSCONOMU

RESOLUOSO A7

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONCMIA, no uso das

atribuições

lhe conferem a Lei 4084» de 30 de junho de 1962 e o Decreto 56*725» de

que
16 de

agosto de 1965» e o seu Regimento Interno» resolve:

ART. 10 - A Assomhlela-Goral da Delegadoa-Eleltoree» a que se refere

0

Art.

Up b, da Lei 4084» de 30 de junho de 1962, o Art. 17» inciso II» do
Decreto 56*725» de 16 de agosto de I965, e o Art. 22 do

Regimento

Interno do CFB, com as modificações determinadas pela Resolução 46»
de 22 de março de 1971» será realizada no dia (três) de

outubro de

1971» na sede do CFB» em Brasília.

ARI.

- A Assembláia-Geral dos Delegados-Bleitores reunir-se-á nessa

data,

com 0 fim específico de eleger os membros do Conselho Federal de B^
blioteconomla e seus suplentes» para o mandato trlenal a ter início
na segunda quinzena de março de 1972.

ART. 3^ - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação,
«•
^
das as disposições em contrario.

Breuiília» 25 de março de 1971
ANTOlíIO ACffiNOR BRIQUET DE lEMOS
Presidente do CFB
Diáçio Oficial da União da 9-8-71
Seçao I» Parte II» p. 2291

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revoga-

�CQNSSLHO FEDERAL DE BIBLIOTECONCT-IIA

RSSOLUGÃO AS

O CONSSLHO PEDSRAL D3 BIBLIOTECONOMIA, no uso das

atribuições

lhe conferem a Lei 4084y de 30 de junho de 1962 e o Decreto 56»725» de

que
16 de

agosto de I965, resolve:

ART. 1&lt;^ - As anotações na carteira de identidade profissional
de
Presidenm»
te do Conselho Federal de Biblioteconomia serão feitas pelo Presidente que o seguir no cargo*

ART* 2° - As anotações em carteira de identidade profissioneil,

referentes ao

exercício de mandatos de conselheiros federais,serão feitas pelo Pr^
A
sidente do CFB que acompanhou o msjidato do respectivo trienio.

ART. 3° - As anotações em carteiras de identidade profissional, referentes ao
exercício de mandatos de conselheiros regionais, serão feitas pelo
Í/
A
cio no ultimo ano do trienio.

ART.

- As anotaçoes nas carteiras de identidade profissional,referentes ao
exercício de cargo de Presidente de Conselho Regional, serão feitas
pelo Presidente que o seguir no cargo.

ART.

00
00
^
- 0 conselheiro que nao terminar o seu mandato nao tera direito a an£
tações em sua carteira, pelo exercício de uma função

interrompida,

com exceção dos membros natos.

ART.

00
^
00
- A presente Resolução entrara em vigor na data de sua publicação, rg,
00
^
00
vogadas as disposições em contrario e, especificamente, a Resolução
26-1969.

Brasília, 6 de abril de 1971
ANTONIO AGEKCE BRIQUET DE LEMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da ühiao de 9-8-71
Seçao I, Parte II, p. 2291

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gentilmente por:

�QONSSMO FBDEML DE BIBLIOTECOKaiIA

RES0LUCÍ[0 AQ
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 56»725, de 16 de agosto de 1965, o Conselho
derol de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,o or
çamento para 1971, do Conselho Federal de Biblioteconomia.
Brasília, 6 de maio de 1971
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE LEMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da Ifciao de 8-6-71
Seção
Fárte II, p* â.606

No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4^84, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 56*725, de 16 de agosto de 1965, o Conselho
doral de BitíLioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,o oj;
çamento para 1971, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 9® Região.
Brasília, 6 de maio de 1971
ANTONIO AQSNOa BRIQUET DE LSMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 8-é&gt;-7l
Seção I, Parte II, p. 3.606

RESOLUGãO tg
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4C84, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, o Conselho Fg,
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro e.-n anexo,o or
çamento para 1971, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 7® Região.
Brasília, 6 de maio de 1971
ANTONIO AGEI.QR BRIQUET DE LEMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da Upiao de 8-6-71
Seçao I, Parte II, p. 1607

RESOLUÇÃO q?.
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4984, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 56.725, de. 16 de agosto de I965, o Conselho Fg
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro era anexo,0 0£
Çamento para 1971, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 4^ Região.
Brasília, 6 de maio de 1971
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE LEMOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 8-6-71
Seção I, Parte II, p, 1607

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�ÇP.mao lUC^iioyiAL DE BIBLIOESCONOHIA

RESOLUÇÃO
No uao das atribuições que lhe conferem a Lei 4084, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, 0 Conselho
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,o^o£
çamento para 1971, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 10* Região.
Brasília, 6 de maio de 1971
AIÍTONIO AGEi:CR BRIQUET DE I£I-I0S
Presidente do CFB
Diário Oficial da Ifoião de Ô-6-71
Seção I, Parte II, p. 1606

RESOLUÇÃO &lt;=,L
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 5b.725, de 16 de agosto de I965, o Conselho F^
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme 0 quadro em anexo,0 o£
Çamento para 1971, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 1® Região.
Brasília, 6 de maio de 1971
ANTONIO ACffiNCR BRIQUET DE LEl-íOS
Presidènte do CFB
Diário Oficial da União de 8-6-71
Seção I, ftu*te II, p. 1608

I.

RESOLUÇÃO

No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4^84, de 30 de
junho de 1962, e 0 Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, o Conselho Fe
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,0 ou
Çamento para 1971, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 8* Região.
Brasília, 6 de maio de 1971
ANTONIO A(ffii:0R BRIQUET DE LElíOS '
Presidente do CFB
Diário Oficial da üniao de 8-6-71
Seção I, Parte II, p. I6O9

RESOLUÇÃO «;6
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084, de 30 de
junho de 1962, e o Decreto 56.725, de I6 de agosto de I965, 0 Conselho Fg,
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,0 oj;
çamento para 1971, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 6* Região.
Brasília, 6 de maio de 1971
ANTONIO AGENCR BRIQUET DE LEIGOS
Presidente do CFB
Diário Oficial da Ifciiao de 8-6-71
Seção I, ftüíte II, p. I6O9
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�CONSELHO FaDSUA-L DS BIBLIOTEGOIiaiU

RESOLUÇÃO

No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4^84j

de

3^

de

junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de l9o5, o Conselho
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,o o£
çamento para 1972, do Conselho Federal de Biblioteconomia.
Brasília, 17 de abril de 1972
ANTONIO ACffiKOR BRI^^UET DE LEi iOS
Presidente do CFB
/

.

.~uii3CLUCA0 ^8

No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084»

de

30

de

junho de 1962, e o Decreto 5^.725, de 16 de agosto de I965, o Conselho F§[
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro era anexo,0 0£
çajnento para 1972, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 1^ Região.
Brasília, 17 de abril de 1972
ANTONIO AGEI':0R BRI^UET DE LtSlICS
Presidente do CFB

RESOLUÇÃO

No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4C84,

de

30

de

junho de 1962, e o Decreto 56*725, de 16 de agosto de I965, o Conselho F^
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme 0 quadro em anexo,o o£
Çamento para 1972, do Conselho Regional de Biblioteconor..ia da 4® Região.
Brasília, 17 de abril de 1972
ANTONIC AGENOR 3RIQUET DE LEMOS
Presidente do CFB

�■ GQMSELHQ WXEBR^L TSR. RTRLTOTO^QWn^r^||

RESOLUÇÃO 60

No uso das atribulgões que lhe conferem a Lei 4084»

de

30

de

junho de 1962, e o Decreto 56*725, de 16 de agosto de I965, o Conselho
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,0 or
gamento para 1972, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 5® Região.
Brasília,17 de abril de 1972
ANTONIO AGENOR BRIQUET DB LEMOS
Presidente do CFB

RESOLUÇÃO 61

Nb uso das atribuigões que lhe conferem a Lei 4084,

de

30

de

Junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, o Conselho
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme 0 quadro em anexo,0 o£
gamento para 1972, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 6® Região.
Brasília,17 de abril de 1972
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE lEl-IOS
Presidente do CFB

RESOLUÇÃO

No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4O84,

de

30

de

junho de I962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, 0 Conselho F^
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme 0 quadro em anexo,0 oj;
gamento para 1972, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 7® Região.
Brasília, 17 de abril de 1972
ANTONIO AQElíOR BRIQUET DE LEMOS
Presidente do CFB

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�CONSELHO FE33ERAL DE BIBLIOTECONailA

RESOLUÇÃO 63

No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084,

de

30

de

junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agoato de 1965, o Conselho
deral de Biblioteconomia resolve aproveir, conforme o quadro em anexo,o o£
çamento para 1972, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 83 Região.
Brasília, 17 de abril de 1972
ANTONIO AGENOR BRIQOET DE lEMOS
Presidenta do CFB

RESOLUÇÃO 6á

00
No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084,

de

30

de

junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de 1965, o Conselho
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,o oj*
çamento para 1972, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 9® Região.
Brasília, 17 de abril de 1972
ANTONIO AGENOR BRIQUET DE lEllOS
Presidente do CFB

RESOLUÇÃO 6t;

No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084,

de

30

de

junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de 1965, o Conselho F^^
deral da Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,o o£
Çamento para 1972, do Conselho Regional de Biblioteconomia da lOâ Região.
Brasília, 17 de abril de 1972
ANTONIO AGEI.OR BRIQUET DE LEí-IOS
Presidente do CFB
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�/

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�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA
1972 - 1975

COMPOSIQSO do III CONSELHO

ABNER LELLIS CORRÍA VICENTINI
ADDA DRÜGG DE FREITAS

(DF)

(RS)

CECÍLIA ANDREOTTI ATIENZA

(SP)

DENISE HELENA FARIAS DE SOUZA

(PA)

DINORÃ LüNA DE ASSIS QUARESMA

(BA)

ETELVINA lima (MG)
FRANCISCO FIGUEIREDO LUNA DE ALBUQUERQUE
MARIA DAS GRAÇAS DE LIMA MELLO
MÃRIO FERREIRA DA LUZ

(GB)

MURILO BASTOS DA CUNHA (DF)
NANCY WESTPHALLEN CORRÊA
VANDA SUAIDEN

(PR)

(DF)

ZILDA GALHARDO DE ARAÚJO

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(GB)

(PE)

(GB)

�MINISTÉRIO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA 80CUL

D3CRET0 de 6 de julho de 1972

O Presidente da República resolve

NCMEAR

De acordo com os artigos 11, letra ^ e 14

da

Lei 4084, de 30 de junho de 1962, o Bacharel em Biblioteconomia l^irilo Bastos da Cunha, para exercer a

função de

Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia,com maa
A
■*
dato de tres anos*

Brasilia, 6 de julho da 1972, I5I® da

Indepen-

dência e 84° da República.

Emilio G* Mediei
Julio Barata

^

Diário Oficial da Dniao de 7-7-1972»
p, 5964, Seção I, Parte I.

-90-

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�CONSELHOS BE BIBLIgTEOOHOMIA

CCWSELIIO PEDER^ DE BIBLIOTECONOMIA
PRESIDENTE - MURILO BASTOS DA CUNHA
edifício MARCIA, Sala 211 - SCS - tel. 23-1561
70000 - BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL

CO^ISELHOS REGIONAIS DE BIBLIOTECONOMIA

CRB-1
PRESrDE2íTE - HÍIR JOSE SUAIDEN
EDIFÍCIO MARCIA, sala 211 - SCS
APT - 15
70000 - BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL

CRB-2
PRESIDENTE - ELNA TATIWA FERREIRA
Travessa Padre EutíçLuio, 1370
66000 - BELEM - PARA

CRB-3
PRESIDENTE - MARIA IRENE PEIXOTO BEZERRA
CAm POSTAL, 1343
60000 - FORTALEZA - CEARA .

CR3-4
•PRESIDENTE - MARIA APARECIDA ESTEVES CALDAS
R\oa do Hospício, 299 - sala 4, térreo
50000 - RECIFE ~ PERNAMBUCO

-91-

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�1.5

CR3-5
PRESIDEllTE - DEIÍISE PERNAIIDES TAVARES
Biblioteca Pública da Bahia
Rua General Labatut, 27| sala 80 - Barris
40000 - SALVADOR - BAHIA

1.6

CR3-6
PRESIDEIWE - JACY PIETRA DE VASCONCELLOS MOREIRA
Rua Tupis, 38 ~ 11® andar - sala 1108
Edifício Itamarati
30000 - BELO HORIZONTE - MÍMS GERAIS

1.7

CRB-7
PRESIDENTE - PAULO PY CORDEIRO
Biblioteca Nacional
Avenida Rio Branco, 219/239
20000 - RIO DE JANEIRO - ESTADO DA (TOARABARA

1.8

CRB-8
PRESIDEIÍTE - CECÍLIA ERNESTINA D'0TAVIAN0 ARMEWTANO
Avenida Ipiranga, 877 ~ 9® andar - sala 95 “ tel. 35-5931
01039 - SÃO PAULO - CAPITAL

1.9

CRB-9
PRESIDENTE - LIGIA BRAMBILA DE BONA
Biblioteca Pública do Paraná
Rua Cândido Lopes - tel. 23-7922
80000 - CURITIBA - PARANA

1.10

CRB-10
PRESIDENTE - MARIA CLIVIA BANDEIRA MARTHA
Rua dos Andraidas, 1137 - sala 1318
90000 - PORTO ALEGRE - RIO GRANDE DO SUL
-92-

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�CONSELHO FEDERAL D2 3I3LI0TSC0N0I'IA

RESOLUÇÃO 66

O CONSELHO FEDERAL I)E BIBLIOTECONCtlIA, no uso das

atribuições

que lhe sao conferidas pela Lei 4084/62, parágrafo único do artigo

11, e

pelo Decreto 56.725/65, parágrafo 1° inciso 3^ do artigo 17,
RESOLVE:
ART, 1^ - Aumentar para 13 (treze) o número de Conselheiros do

Conselho

Federal de Biblioteconomia.
ART. 2° - Convocar a Bibliotecária Vanda Suaiden, primeira suplente, para
preencher a 13* vaga de Conselheiro, criada no artigo anterior.
ART. 3° - Elsta Resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposiçees era contrario.

Brasília, 16 de novembro de 1972
MURILO BASTOS DA CUim
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 21-12-72
Segao I, Parte II, p. 4540

RESOLUÇÃO 67

0 CONSELHO FEDERAL DS BI3LI0TEC0NCI HA, no uso de sua.s

atribui-

ções e tendo era vista a Resolução 66 de 16 de novembro de 1972,
RESOLVE:
ART. 1&lt;^ - Fixar em 7 (sete) o quorum rainimo para deliberação a que se refere o artigo 16 da Lei 4084/62 e o artigo 29 do Dec. 56.725/65.
ART. 2° - Esta Resolução entra era vigor nesta data, revo&gt;gadas as disposiçoes em contrario»

Brasília, 16 de novembro de 1972
MURILO BASTOS DA CUNHA
Presidente do CF3
Diário Oficial da União de 21-12-72
Seçao I, Parte II, p. 4540

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Digitalizado
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�CONSELHO FEDERAL DS BIBLIOTaCONCMIA

RESOLUÇÃO 68

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA, no uso das
que lhe conferem a Lei 4084&gt; de 30 de junho de 19^2, e

atribuições

o Decreto 56«725i

de 16 de agosto de 1965&gt;
RESOLVE;
ART. 10 - Em Reuniões e Assembléias do Conselho Federal de

Bibliotecono-

mia não será válida a representação por procuração.
ART. 2° - Esta Resolução é extensiva aos membros dos Conselhos

Regionais

de Biblioteconomia.

Brasília, 16 de novembro de 1972
MURILO BASTOS DA CUlíHA
Presidente do CFB
Diário Oficial da Iftiiao de 21-12-72
Seçao I, Parte II, p. 4540
'

RESOLUÇÃO 6q

0 C0NSEL;I0 FEDERAL DE BIBLIOTECONCíilA, no uso das
que lhe conferem a Lei 4084| de 30 de junho de 1962, e

atribuições

o Decreto 56.725&gt;

de 16 de agosto de I965»
RESOLVE;
ART. 1&lt;&gt; - Revogar em todos os seus termos a Resolução 20/68 que fixou no£
mas para a Eleição dos Conselhos Regionais

de Biblioteconomia.

ART. 2^ - A presente Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 16 de novembro de 1972
MURILO BASTOS DA CUNHA
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 21-12-72
Seçao I, Parte II, p. 4540

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�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTSCONOtlIA.

RESOLUÇÃO 70

0 CONSSLHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOl-IIA, no uso das atribuições que
lhe conferem a Lei 408^/62, de 3^ de junho de 1962, e o Decreto 56«725, de 16
de agosto de 1965, e considerando a necessidade de sistematizar a constituição e 0 processo das eleições dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia,
RESOLVE;
ART. 1° - Os Conselhos Regionais de Bibliçteconomia serão ^constituídos de 12
(doze) membros efetivos e 3 (^res) suplentes, alem dos membros natos ^ nos termos do Paragrafo unico do artigo 21 da Lei 4084/62 e do
Paragrafo unico do artigo 32 do Decreto 56.725/65»
§ 1® - Os membros natos terão direito a voto, embora sua presença nao seja
computada para efeito do quorum exigido para as deliberações do GRB,
§ 22 - SÓ poderão ser aceitos como membros natos os representantes devidamente registrados no CRB.
ART. 2° - A ele:^çao doa membros efetivos e suplentes do CRB sera feita em Assembléia Geral, por voto direto e secreto.
§ 12 - 0 voto sera obrigatório para todos os inscritos noa quadros do CRB
e o nao cumprimento desta obrigação implicara em mult^ correspondea
te a 25^ (vinte e cinco por cento) do maior salario mínimo vigente
no ^ís.
S 2“ - Sera permitida aos Bibliotecários resid§ntes fora da sede do CRB a
votaçao por correspondência endereçada a ífesa Escrutinadora do respectivo CRB, registrada com "Aviso de Recebimento" e garantido o sjL
gilo do voto.
ART. 3Q - A Assembléia Geral para as eleições sera convocac^ trienalmente pelo presidente^do CRB, por edital publicado no Diário Oficial do e§tado sede, ate I5 (quinze) de novembro e divulgado por corresponde^
cia registrada com "Aviso de Recebimento" aos núcleos do concentraçao de eleitores.
ART.

- Cada Associação de Bibliotecários e cada Escola, Faculdade, Departa
mento ou Curso de Biblioteconomia, elegera^^um Delegado
Escrutinador, devidamente registrado no CRB da Região e ara dia cora o gagaraea
to ^ anuidade do ano era curso, credenciando sua representação junto a Assernbleia Geral.

§ 12 - Esta representação deverá'ser comunicada ao CRB respectivo
(des) de dezembro.

atá

10

§2^-0 Delegado Bscmitinador nao poderá ser candidato a cargo do CRB,
§ 32 - 0 mandato do Delegado Escrutinador se encerra cora a missao a que se
destina.
§ 42 _ É vededo 0 exercício de mandato de Delegado Escrutinador por procuração .

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Digitalizado
gentilmente por:

�A Mesa üscrutinadora será constituída pelos^ Delegados eleitos
nos termos do artigo anterior, sob a presidência de uíh deles,so£
teado no momento, reunindo-se no dia 15 (quinze) de dezembro, na
sede do GRB para o fira específico de çeceber e apurar os votos
emitidos diretaraente e por correspondência.
§

ÚNICO

ART.

§

6^

Cada eleitor receberá uma lista de todos os c^didatos
inscritos, autenticada gela Mesa, na qual assinalara 05 I5 (quinze) ng,
mes de sua preferencia, depositando-a em urna própria.

IÍNICO

Serão anulados os votos cora mais de I5 (quinze) nomes assinalados, com rasuras ou com qualquer tipo do identificação.

ART.

§

A Ilesa jíscrutinadora, se ^julgar necessáriOj^ poderá solicitar
a
colaboraçao^de Bibliotecários membros ou nao da Diretoria do 213,
desde que nao sejam candidatos.

70

Serão considerados eleitos os I5 (quinze) candidatos mais votados sendo 03 12 (doze) primeiros, como membros efetivos e os 3
(tres) seguintes, como suplentes.
/A
Era caso de empate, tera preferenciasucessivamente, 0 candidato
mais antigo no exercicio da profissão, o formado ha mais
tempo
e, por ultimo o,de mais idade.

ÚiíICO

ART.

80

As Associações de Bibliotecários e as Faculdades, Escolas, Depa£
tamentos ou Cursos de Biblioteconomia que não credenciarem Delegados Escrutinadores para a eleição do CR3, dentro do prazo previsto no Artigo 4® desta Resolução e seus paragrafo, perderão o
direito de se fazerem representar junto ap CR3 (Artigo 22, Parágrafo 22 do Decreto 56.725/65).

ART.

qa

A comprovação de votaçao nas eleições para os CRBs se fará mediag
te registro lançado pela Mesa Escrutinadora na parte de
anotações da Carteira de Identidade Profissional.
A
O3 que votarem por correspondência terão 0 registro de seu voto
lançado posteriorraente, mediante a apresentaçao de si^a carteira
9 do "Aviso de Recebimento" do Correio que comprovara seu voto.

§ 1»

§ 22

Os profissionais cora registro provisório terão comprovado
voto em atestado fornecido pela Mesa no ato da votaçao ou
determina 0 paragrafo anterior.

ART. IQO

Os candidatos/deverão solicitar seus registros nas
Secretarias
dos CRBs a que pertencem, ate o dia I5 (quinze) da outubro^ trig
nalmente, mediante requerimento do inscrição e apresentaçao de
"curricolum vitae".

§ 12

Nao poderão ser camdidatos aos CRDs os profissionais sobre
__os
quais pese qualquer impedimento legal ao exercicio da profissão.

§ 22

Compete ^os CRBs divulgar a lista dos candidatos
apresenta-la aos eleitores.

registrados

e

ART. 11

A Assembléia Geral para aç eleições dos CRBs funcionará, ininte£
ruptamente, das 9 (nove) as 17 (dezessete) horas, no dia I5 (quig
ze) de dezembro, trienalraente.

§

A apuraçao das eleições sara iniciada as 17 (dezessete) horas do
mesmo dia.

ÚNICO

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2

0 seu
como

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Digitalizado
gentilmente por:

�ART. 12

Da Assembléia lavrar-se-á ata em livro proprio, assinada pelo pra
sidente do^CRB e pela Mesa Escrutinadora, pu^icando-se o resultado no Diário Oficial do estado, no prazo máximo de 15 (quinze ) dias•

ART. 13

-

Â posse dos membros do Conselho será dada em reunião
dia 2 (dois) de janeiro subsequente.

do CRB, no

mjLJA

-

Na reunião de posse os novos membros do CRB elegerão
retoria.

sua • Di-

§

-

Os membros natos nao podeiãío fazer peu:te da Diretoria dos CRBs.

íhíICO

DISPOSIÇÕES TR^TJ.«^i;TrtRTA3

ART. l*í

-

Pára as eleijões de 15 (quinze) de dezembro de 1972, o prazo para a inscrição de candidatos fica prorrogado ate o dia 10 (dez)
de dezembro.

ART. 16

-

Para as eleições de 15_(quinze) de dezembro de 1972,__os
Conselheiros Federais deverão instruir os CRBs, a que estão filiados,
sobre as disposições desta Resolução.

ART. 17

-

Parg as eleições de 15 (quinze) de dezembro de 1972 os CRBs deverão providenciar ampla divulgaçao pela Imprensa e expedir circulecr endereçada a cada membro, enfatizando a obrigatoriedade de
voto e a penalidade a ser aplicada aos faltosos.

ART. 18

-

Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogadas as
ções em contrario.

Brasília, 17 de novembro de 1972
MURILO BASTOS DA CUNHA
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 21-12-72
Seção I, Parte II, p. 4540

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gentilmente por:

disposi-

�CONSaLHO yaPERAL

BIBLIOTiSCOHOIIIA

RESOLUÇÃO 71

O CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOIHA, no uao das atribuições

que

lhe conferem a Lei 4084, de 30 de junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de
agosto de I965, e considerando as constantes consultas de cunho

nitidamente

jurídico que lhes sao feitas e a decorrente necessidade de elementos capacita
dos nesse campo,

RESOLVE!
\
ART. 10 - Autorizar 0 Presidente a contratar serviços profissionais de advoga
dos, de sua escolha, para assessora-lo em questões de ordem jurídica pertinentes a esta Conselho Federal.

ART. 2^ - Os trabalhos assim contratados, poderão ser remunerados.

Brasília, 16 de novembro de 1972
Murilo Bastos da Cunha
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 21-12-72
Seçao I, Parte II, p. 4540

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gentilmente por:

�GONSgLHO FEDERAL DS BIBLIOTBCONCSIIA

assomado 72

0 COKSiSLHO FEDiiSRAL DE BIBLIOTECONOMIii, no uso das atribuições.
que
lhe conferem a Lei 4084, de 30 de junho de 1962, e o Decreto 56*725, de 16 de
agosto de I965,
RESOLVE;
Aprovar as modificações do Regimento do Conselho Regional de
Biblioteconomia - 6* Região (CRB-6), nos artigos^abaixo relacionados, que passam a ter nova redaçao e inclusão de matéria, a saber:
"ARTIGO q

-

CCTIPETS AO C0I'1SSL!I0 REGIOm DE BIBLIOTECONOMIA
IV

-

Fiscalizar 0 exercício da profissão de bibliotecário, ia
pedindo e punindo as infraççes a legislação biblioteconomica, dando conhecimento as autoridades dos fatos que
apurar e cuja solução nao seja de sua alçada".

XI

-

Registrar os ceindidatos ao Conselho Regional de 3ibliot£
coijomia - 6â Região, mediante requerimento assinado
de
proprio punho, devendo 0 candidato, alem dos^ requisitos
legais, ter no mínimo 2 (dois) anos de exercício profissional".

"ARTIGO 9

IV

-

Em 2 de janeiro, trienalmente, para dar ^sse aos
Conselheiros eleitos na forma do Art. I4 § unico, e anualmente para dar posse a Diretoria".

»ARTIGO 1/, -

PARÁGRAFO felCO - A Diretoria será eleita em I5 de
empossada a 2 de janeiro".

"ARTIGO l«í -

A Diretoria reunir-se-á, ordinariamente uma vez por mes,indepea
dentemente de convocação, conforme agenda dos trabalhos organizada em janeiro de cada ano, extraordinariamente sempre que necessário, por convocação do Presidente, com tres (3) dias de aji
tecedencia, por simples comunicação".

"ARTIGO 27 -

I

-

Bacharéis de Biblioteconomia de acordo com 0 Art. 2^, Ig.
tra "a" e "b", da Lei 4084,^62, que devergo apresentar di
ploma registrado no Ministério da Educaçao e Cultura ou
em Universidade credenciada para este fim".

"ARTIGO 28 -

a)

-

Diploma de Bacharel em Biblioteconomia registrado no IffiC
em Universidade para este fim credenciada ou diploma de
instituição estrangeira devidamente revalidado".

"ARTIGO 32 -

Ifediante certidão de conclusão de curso fornecida
3scola de Biblioteconomia sera çoncedida inscrição provisória
nos
quadros do CRB-6, que poderá ser prorrogado anualmente".

"ARTIGO 39 -

PARÁGRAFO falCO - Nenhum relator poderá reter 'qualquer documento ou processo por mais de 30 (trinta)
dias
consecutivos, contados da^data de entrega; os
documentos ou processos nao devolvidos ^serao
relacionados e reclamados em remião Henaria".
Brasília, 17 de novembro de 1972
MURILO BASTOS DA CUNHA
Presidente do CFB
Diáj^io Oficial da União de a-12-72
Seçao I, Parte II, p. 4550
•-QO-

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dezembro

e

�CONSELHO FgPERAL DE BIBLIOTECONaiIA

RESOLUÇÃO 7^

O presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia, no

uso

atribuições que lhe conferem a Lei 4084, de 30 de Junho de 1962, e o

das
Decre-

to 56.725i de 16 de agosto de 1965i ad referendum do Conselho,

RESOLVE:

ART. 1&lt;^ - Abrir credito especial no vedor do Cr$ 57.000,00 (cinquenta e sete
mil cruzeiros), nos seguintes elementos de despesa:

3.1.2.0 - Material de Consumo

2.800,00

3.1.3»1 - Hemuneraçao de Serviços Pessoais

2.200,00

3.1.3*2 - Outros serviços de Terceiros

*.

42.000,00
N

3*1*4*0 - Fncargos Diversos
TOTAL

10.000,00
57.000,00

ART. 2° - Os recursos necessários ao credito acima correrão por conta do ConA
venio celebrado entre o Conselho Federal de Biblioteconomia e o In£
m
tituto Nacional do Livro para realizaçao do "Primeiro Encontro dos
Responsáveis pela Execução do Programa de Bibliotecas no Brasil".

ART»

- Esta Resolução entra em vigor nesta data.

Brasília, 18 de dezembro de 1972
1-IURILO BASTOS DA CUNHA
Presidente do CFB
Diário Oficied da União de 18-5-73
Seçao I, Parte II, p. I5O7

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�CONSELHO FÜDSRAL D£ BIBLIOTSCONOIgA

RESOLUÇÃO IL

O Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia, no uso das. atri
buigoes que lhe conferem a Lei 4084, de 30 de junho de 1962,eo Decreto 56.725,
de 16 de agosto de 1965, ad referendum do Conselho,

RiüjOLVEi

I

-

Abrir crédito suplementar no valor de CR$ 1.600,00 (Huín mil e seisceji
tos cruzeiros) nos seguintes elementos de despesas tendo em

vista

a

insuficiência de dotação no vigente orçamento.
3.1.0.

0 - Despesas de Custeio

3.1.1.0 - Pessoal
3.1.2.0 - 1'iaterial de Consumo..

200,00

3.1.4.0 - Encargos Diversos......

900,00

302.0.

0 - Transferencias Corrente

3«2.5.0 - Contribuições de Rrevidencia Social....

200,00
1.600,00

II

-

Os recursos necessários ao crédito acima, correrão por conta do caü
celamento de igual quantia da dotaçao consignada no elemento.
2.1.1.3.2

-

Outros serviços de terceiros, do Orçamento

deste exer-

cício do Conselho Federal de Biblioteconomia, publicado no Diário Ofj,
ciai de 26 de abril de 1972, página 1467.

Brasília, 20 da dezembro de 1972
MURILO BASTOS DA CUim
Presidente do CFB
Diájio Oficial da União de 18-5-73
Seçao I, Parte II, p. I5O7

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�CO.iSaLHO FSDSUAL DE BIBLIOT£CONa-^lA

RESOLUÇÃO 7^

O CONSELHO ?EDSRí'iL DE BI3LI0TSC0MQIIIA, no uso das atribuijoss que
lhe conferem a Lei 4084, de 30 de junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16
de agosto de 1965, 0 considerando a necessidade de sistematizar as tarefas
típicas do Auxiliar de Bibliotecas,
RESOLVE
ART. 1° - são consideradas tarefas típicas do Auxiliar de Bibliotecas,
seguintes;
1

-

SERVIÇOS AILCILLIRES DE AJUISIGÃO
1)
2)
3)
4)
5)
6)
7)
8)
9)
10)
11)
12)
13)
14)

2

-

2)
3)
4)
5)
-

2)
3)
4)
5)
-

Consultar catálogos proprios para encomenda de fichas catalo,
gráficas empressas;
Encomendar fichas impressas^de catalogaçao;
Transcrever fichas catalograficas de outras procedências;
Desdobrar fichas para os çatalogos;
Intercalar fichas aos çatalogos;

PREPARAÇÃO E CONSERVAÇÃO DO liATERIAL BIBLI0GRÃ7IC0
1)

4

Conferir os pedidos de aquisiçao com o acervo;
Preparar e encaminhar ordens de compra;
Receber e conferir as obras adquiridas;
Abrir e conferir as folhas dos livros;
Colocar os carimbos da Biblio^^eca
Registrar o material Bibliográfico recebido;
Conferir e arquivar faturas;
Encaminhar o pagamento de contas;
l^lanter registros dos gastos;
^
Devolver materiais aos fornecedores;
Organizar o arquivo de catálogos de livreiros e editores;
Executar permuta de materiais documentais;
Acusar o recebimento e registrar doagoes;
Registrar as baixas do material documental.

SERVIÇOS TÉCNICOS AUXILIARES
1)

3

as

Preparar fichas e bolsos para empréstimo de material docur;.e|i
tal;
Etiquetar ou gravar 0 numero de chamada do material;
Recuperar e restaurar o material;
Preparar e controlar material para encadernaçao;
Limpar e tratar 0 material para preservação.

SERVIÇOS AUXILB.RES DE AUDIVISUAI3
1)
2)

Conservar e arquivar o material;
Manter e opereir o equipamento.

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-

SSRVICOS AUXILURgS DE CONSULTA £ EMPR^TIMO
1)
2)
3)
4)
5)
6)
7)
8)

Explicar o funcionamento da bitüLioteca aos leitoresí
Orientar 0 uso do material de^Referencia»
^
Explicar aos leitores quais são as normas de emprestlmo}
Efetuar, renovar e controla 0 registro dos leitores;
Emprestar, renovar e controlar a devolução do Material}
^S5Ulter em ordem 0 fichario de empréstimo}
Controlar os pedidos de reserva}^
Msnter em ordem o balcao de empréstimo, estantes e salas -de
leitura }
!4anter a estatística da circulação}
Fazer 0 inventario do acervo.

9)
10)
6

-

DIVULaÃ.C!So
1)

Datilografas e distribuir material ^e divulgação, tais como:
lista de aquisição» boletins, relatorio, estatísticas, etc.
Preparar 0 material destinado a jornais murais, exposições,
cartazes, e-^c*
^fanter ficharios de endereços.

2)
3)
7

-

SERVIOOS AUXILIARES DE PROCESSAMENTO DE DADOS.
1)
2)
3)

8

-

Preparar material^para perf^ação de cartões}
Operar a perfuração de cartees e equipamentos correlatos;
Mánter os arquivos pertinentes.

OUTRAS TAREFAS
1)
2)
3)
4)
5)

Compilar estatísticas}
Despachar correspondência}
l^lanter o arquivo de corresçondencia e outros afins}
Operar com maquinas repograficas}
Executar, eventualmente, outras tarefas auxiliares

ART» 2^ - Esta Resolução entra em^vigor na data de sua publicaçao,revogadas
as disposições em contrario.

Brasília, 28 da abril de 1973
MURILO BASTOS DA CUl^IHA
Presidente - DFB
Diãçio Oficial da União de 20-6-73
Seçao I, Parte II - p. 1923

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�COIISaLHO FEDSRAL DE BIBLIOTECQUaiIA

RESOLUÇÃO 76

No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084,de 30 de junho
de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 da agosto de I965, 0 Conselho Federal de
Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo, 0 orçamento pa,
ra 1973, do Conselho Federal de Biblioteconomia.

Brasília, 8 de junho de 1973
MURILO BASTOS DA CÍLÍHA
Presidente do CF3

Diário Oficial da União de 20^6-73
Seção I, Parte II, p. 1924
^

xbSSOLUCÃO 77

No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084,de 30 de junho
de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, 0 Conselho Federal de
Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo, o orçamento pa
ra 1973, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 1® Região.

Brasília, 8 de junho de 1973
MURILO BASTOS DA CUIÍHA
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 20-6-73
Seção I, Parte II, p. I925

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Digitalizado
gentilmente por:

�CONSELHO KEDSRAL DS BIBLIOTECONCHIA

RESOLUÇÃO 78

No uao das atribuições que lhe conferem a Lei 4^4»

de

30

de

Junho de 19^2y e o Decreto 56o725» de 16 de agosto de 1965» o Conselho Federal de Biblioteconomia resolve aprovar» conforme o quadro em anexo»o o£
Çamento para 1973» do Conselho Regional de Biblioteconomia da 3* Região.
Brasília» 8 de Junho de 1973
MURILO BàSTOS EA CUNHà
Presidente do CFB
Diário Oficial da Ifciiao de 2(^-6-73
Seção I» Porte II» p. 1925

RESOLUÇÃO 79

No uso das atribuições que lhe coaoferem a Lei 4084»

de

30

de

Junho de 19^2» e o Decreto 56o725» de 16 de agosto de 1965» o Conselho
deral de Biblioteconomia resolve aprovar» conforme o quadro em anexo»o o]^
Çamento para 1973» do Conselho Regional de Biblioteconomia da 5® Região.
Brasília, 8 de junho de 1973
MURILO BASTOS DA CUNHA
Rresidente do CFB
Dlá^o Oficial da Hiião de 20-6-73
Seção I» Parte II» p. 1927

‘

Nò uso das atribuições 'que lhe conferem a Lei 4084»

RESOLUÇÃO 80

de

30

de

junho de 1962» e o Decreto 56.725» de 16 de agosto do 1965, o Conselho Fa
deral de Biblioteconomia resolve aprovar» conforme o quadro em anexo»o o£
çamento para 1973» do Conselho Regional de Biblioteconomia da 6* Região.
Brasília» 8 de Junho de 1973
MURILO BASTOS DA CUNHA
Presidente do CFB
Diário .Oficial da Ibião de 2D&gt;6-73
Seçao I» Purto II» p. 1926
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gentilmente por:

�COxNSELHO FSDSRAL DE BIBLIOTECONa»IIA

RESOLUÇÃO 81

No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084,

de

30

de

junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto da I965, o Conselho
deral de biblioteconomia resolve aprovar, conforme 0 quadro em anexo,o o£
Çamento para 1973, do Conselho Regional da Biblioteconomia da 7* Região.
Brasília, 8 de junho de 1973
MURILO BASTOS DA CUNHA
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 20-6-73
Seção I, Parte II, p. 1926

RESOLUÇÃO 82

No uso das atribuições que lhe conferem á' Lei 4084,

de

3O

de

junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, o Conselho
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,0 or
çamento pax&amp; 1973, do Conselho Regional de Biblioteconomia da 9* Região,
Brasília, 8 de jurJio de 1973
MURILO BASTOS DA CUlíHA
Presidente do CFB
Diário Oficial da União de 20-6-73
Seção I, Parte II, p. 1927
/

RESOLUÇÃO 83

No uso das atribuições que lhe conferem a Lei 4084,

de

30

de

junho de 1962, e o Decreto 56.725, de 16 de agosto de I965, 0 Conselho Fg^
deral de Biblioteconomia resolve aprovar, conforme o quadro em anexo,o o£
çamento para 1973, do Conselho Regional do Biblioteconomia da lOa Região,
Brasília, 8 de junho do 1973
MURILO BASTOS DA CUNHA
Presidente do CFB
Diário QficieúL da União de 20-6-73
Seção I, Parte II, p. 1924
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Digitalizado
gentilmente por:

�CONSELHO gEDERAL DE BIBLIOTECONailA
ATA DA SEXTA REUNIÃO PLENÍRIA DO CONSELHO FEDERAL DB BIBLIOTECONailA

Aoa vinte e sete dias do mes de abril de 1273&gt; na sede do Conselho, em Brasília, de acordo com o edital de Convocação, reuniram-se em Sessão Fleneü^ia os Conselheiros Adda QrUgg de Freitas, Cecília Andreotti Atie^^
za, Dinora luna da Assis Quaresma, Denise Helena Farias de Sousa| Francisco
Figueiredo Luna de Albuquerque, I4ea*la das Graças de Lima ^lo, Mario FerreJ,
ra da Luz, Mirilo Bastoç da Cunha, Nancy Westphallen Corrêa, Vanda Suaiden
e Zido Galhardo de Âraujo» Deixaram de comparecer os conselheiros
Abner
Lellis Corrêa Vicentini e Etelvina Lima, que Justificaram a ausenci^.
Foi
dada por aberta a sessão pelo IVesidente Murilo Bastos da Cunha, apos o registro de assinaturas e verificação do quor^» Foi lida e aprovada a ata
da sessão anterior» Foi aprovada a Resolução 73 no qual o Presidente do CFB
resolveu ad referendum do Plenário, aprovar o plano de aplicação, no valor
d^ CR$ 57*000,00 (cinquenta e sete mil cruzeiros) para realizaçao, em convênio com o Instituto Ifeicional do Livro, do ''ft*imeiro Encontro dos responsáveis pelo programa de bibliotecas do Brasil"• Foi aprovada a Resolução 7
referente ao credito suplementarei no valor de CR$ 1.600,00 (hum mil e seiscentos cruzeiros), para acomodaçao do orçamentq vigente, e que tinha
sido
baixada pelo Presidente, ad referendum do Plenário. 0 plenário aprovou o
aqmento da anuidade do bibliotecário, para o período^de 1973/1976, que devg.
ra ser, digo, para o período de 1974/1976, que devera ser de C^ 100,00(cem
cruzeiros), tendo em vista as taxas de inflação ocorridas aos últimos anoq
e também as reais neqessldades dos Conselhos ^glonals. Tal aumento
sera
solicitado do Ministério do Trabalho e IVevidencia Social, a fim de que sua
homologação seja referendado atraveq de decreto federal. Ficou decidido o
aumento dos vencimentos ^os funcionários do Conselho Federal, na mesma proporção^do aumento do salario mínimo. Foram apresentadas pelo Presidente as
situações dos Conselhos Regionais, obtidas na reunião ocorrida com todos os
presidentes dos Conselhos de Biblioteconomia^ realizada no dia 17 de^abril
em Brasília. 0 IVesidente mencionou que sera dinamizada a fiscalização do
exercício profissional em todas as regiões abrangidas pelos Conselhos Regi£
nais. Foi recebido q lido o processo do CR1^6 que encaminhou o recurso solicitado pelo Pe. Ilario Zandonade. 0 Plenário autorizou o Presidente^a eg.
tudar^o assunto, devendo tal recurso ser apreciado e, relatado na
próxima
reunião. Foram apreciadas e aprovadqs aa prestações de contas do exercício
de^l972 do Conselho Regional-IÂ Região (CRB-l), do Conselho Reglonal-2&amp; Região (CRB-22, do Conselho Regional-3* Região (CRB-32, do Conselho
Regional-4^ Região (CRB-4), do Conselho Reglonal-5* Região (CRB-5), do Conselho
Regional-6» Re^ão (CRB^6). do Conselho Regional-9^ Região (CRB-9 e do Conselho Regional-lC* ^gião (CRB-IO). Foram apreciadas e^aprovadas as presta
ções de contas trimestrais do Conselho Regional-5^ Região, referente ao 3° e
4® trimestres de 1972| do Conselho Regional-lOa Região, referentes ao 1® e
4® trimestres de 1972J do Conselho Regional-^* Região referente ao 1® trimestre de 1972| do Conselho RegionsúL-^ Região, referente ao 4®
trimestre
de 19721 do Conselho Regional-IA Região, referentes ao 1®, 2®, 3® e 4® trimestre de 1972. Ainda foram aprovadas as prestações de contas do Conselho
Federal referentes ao exercício de 1972, do 4® tçimestre de 1^72 e 1® trimestre de 1973» 0 Pregldente apresentou ao plenário a sugestão de se fazer
um seguro daq instalações e documentos do Coqselho, a qual foi aprovada.Foi
feita uma analise do "1® Encontro de responsáveis pelo programa de bibliotecas no Brasil", tendo sj^do lido todos os documentos do referido Encontro
e apreciado as recomentaçees emanadas. Foi sglicitadq aos Oonse^eiros Federais, por parte do |^sidenta,^a apresentado na próxima reunião, de sugestões para elaboração dos padres mínimos de blbllotecaq brasileiras.
0
Conselheiro Francisco Figueiredo Luna do Albuquerque propos que fosse feito
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Digitalizado
gentilmente por:

�um voto de louvor a Assessoria Especial de Relações Publicas j^AERP), órgão
da Presidência da Republica, pela campanha encetada najjromogao do gosto gg,
la leitura em todo o Brasilo A proposta foi aceita unanimente pelo plenário. Foi estudado e elaborado o curriculum m^imo, para curso em nível de
2® grau, do Auxiliar de Biblioteca, e que sera apresentado ao Conselho . Federal de Educaçao como sugestão. Foi aprovada a Resolução 75 que trata sobre as tarefas típicas a serem desempenhadas pelo Auxiliar de Biblioteca.Fg
ram aprovados os orçamentos para 1973 dos seguintes^Conselhos* Conselho Federal de Biblioteconomia} Conselho Regional-2» Região} Conselho Regional-3®
Regiao} Conselho^Regional-4* Regiao} Conselho^Regional-5â Região} Conselho
Regional-6ft Regiao} ConseUio Regional-TIl Regiao} Conselho Regional-Ô^RegSão}
Conselho Regional-9* Regiao} Conselho Regional-lOa Regiao} e que serão irera.
formados em Resoluções. 0 Presidente solicitou aos Conselheiros que trouxessem subsídios e sugestões para a regulamentação da profissão de Auxiliaide Biblioteca, e que devera ser analisada na próxima reunião. Nada mais hâ
vendo a trateur foi encerrada a reunião, lavrando, eu Vanda Suedden a preseji
te ata, que vai assinada por mim e pelo Senhor Presidente.

\

000

-108-

Digitalizado
gentilmente por:

�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA
PRIMEIRO TRIENIO

-

1966/1969

RESOLUÇÃO

1

-

Eleição e posse da Diretoria do CFB.

RESOLUÇÃO

2

-

Regimento Interno do CFB.

RESOLUÇÃO

3

-

Tabela de taxas e anuidades a serem
pelos CRBs.

RESOLUÇÃO

A

-

Criação de dez Conselhos Regionais de Biblioteconomia.

RESOLUÇÃO

5

-

código de Ética Profissional.

RESOLUÇÃO

6

-

Juramento para figurar na Carteira Profissional .

RESOLUÇÃO

7

-

Desconhecer a validade de Cursos de Biblioteconomia, ministrados em nível médio e comunicar as irregularidades ao Conselho Federal de
Educação.

RESOLUÇÃO

8

-

Modificações de alguns artigos do
do CFB.

RESOLUÇÃO

9

-

Os membros natos, em cargos de
Diretoria dos
CRBs, deverão permanecer nos cargos até o fim
dos mandatos para os quais foram eleitos.

RESOLUÇÃO 10

-

Adoção de fórmula para a transferência de pr£
fissionais.
»

RESOLUÇÃO 11

-

Deliberação para o registro de Bibliotecas
Centros de Documentação nos CRBs.

RESOLUÇÃO 12

-

Depósitos de numerário dos CRBs
deverão
ser
feitos nas Caixas Econômicas e as
remessas
para o CFB, pelo Banco do Brasil.

RESOLUÇÃO 13

-

Sobre o Registro de Bibliotecas e, Centros
Documentação nos CRBs.

-109-

2

3

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cobradas

Regimento

e

de

�-

Sobre depósito de numerário pelos CRBs
Caixas Econômicas Federais e envio de
ao CFB pela rede bancária.

RESOLUÇÃO 15

Fixando o limite de tempo de
dos senhores Conselheiros.

RESOLUÇÃO 16

Recondução da Diretoria do CFB.

RESOLUÇÃO 17

-

nas
cotas

iiiÍÉiilÉilÉ

RESOLUÇÃO 14

licenciamento

Normas disciplinadoras para o trâmite de processos de infrações, prazos e
interpôsiçóes
de recursos .

RESOLUÇÃO 18

Devolução de numerário aos candidatos,
registros são negados pelos CRBs.

RESOLUÇÃO 19

Modificação do Regimento Interno do CFB,
publicada no Diário Oficial da União, em 3-6-1968,
Seção I, Parte II, p. 1208.

RESOLUÇÃO 20

Fixa normas para a eleição dos Conselhos
gionais de Biblioteconomia.

RESOLUÇÃO 21

Prorrogação de mandatos dos atuais Conselheiros Regionais até 2-1-1970 e das
Diretorias
até 2 de janeiro de 1969.

cujos

*

RESOLUÇÃO 22

Re-

Normas para o registro de profissionais, ben£
ficiados pelo artigo 39 da Lei 4084/62,
Quadro II.
/

RESOLUÇÃO 23

2

Re-

RESOLUÇÃO 24

-

Regula o processo de inscrição de bibliotecário formado em jurisdição diferente aonde pede o registro.

RESOLUÇÃO 25

-

Recomenda aos CRBs observância da Lei, no que
tange ao registro de bibliotecários e cobranças de anuidades, taxas e penalidades,
desde
1966.

Estabelece a forma de anotações na
profissional.
-110-

cm

3

4

5

6

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{
i
j
1
I
i
i

Regula o processo de transferencias de
giões, de bibliotecários inscritos.

RESOLUÇÃO 26

'

carteira

j
i

�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA
SEGUNDO TRigNIO - 1969/1971

RESOLUÇÃO 27

-

Sobre o registro provisório de bibliotecários
formados em estabelecimentos de
ensino,
com
autorizações de funcionamento.

RESOLUÇÃO 28

-

Aprova o Orçamento do CRB-1, para 1969.

RESOLUÇÃO 29

-

Aprova o Orçamento do CRB-3, para 1969.

RESOLUÇÃO 30

-

Aprova o Orçamento do CRB-10, para 1969.

RESOLUÇÃO 31

-

Aprova o Orçamento do CRB-4, para 1969.

RESOLUÇÃO 32

-

Aprova o Orçamento do CRB-1, para 1970.

RESOLUÇÃO 33

-

Aprova o Orçamento do CRB-6, para 1970.

RESOLUÇÃO 34

-

Aprova o Orçamento do CRB-8, para 1970.

RESOLUÇÃO 35

-

Aprova o Orçamento do CRB-6, para 1970.

RESOLUÇÃO 36

-

Aprova o Orçamento do CRB-9, para 1970.

RESOLUÇÃO 37

-

Aprova o Orçamento do CRB-4, para 1970.

RESOLUÇÃO 38

-

Aprova o Orçamento do CRB-7, para 1970.

RESOLUÇÃO 39

-

Aprova o Orçamento do CFB, para 1970.

RESOLUÇÃO 40

-

Aprova o Orçamento do CRB-2, para 1970.

RESOLUÇÃO 41

-

Aprova o Orçamento do CRB-5, para 1970.

RESOLUÇÃO 42

-

Aprova o Orçamento do CRB-10, para 1970.

RESOLUÇÃO 43

-

Dispõe sobre o pagamento de
anuidades
aos
CRBs, por parte de escritórios, empresas, organizações e outras instituições com qualidade lucrativa.

RESOLUÇÃO 44

Fixa a nova tabela trienal de taxas
cobradas pelos CRBs.

a

serem

*
^
Sobre a incompatibilidade de exercício concomitante de Membro do CFB e do CRB.

RESOLUÇÃO 45

RESOLUÇÃO 46

-

Modifica os artigos 22,
do CFB.

24 e 25 do

Regimento

RESOLUÇÃO 47

-

Dispõe sobre a Assembléia Geral dos Delegados
Eleitores, no CFB.

RESOLUÇÃO 48

-

Dispõe sobre anotações nas
sionais.

carteiras

profis-

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1

I
g

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�RESOLUÇÃO 49

Aprova o Orçamento do CFB,

RESOLUÇÃO 50

Aprova o Orçamento do CRB- ■9 , para 1971 .

RESOLUÇÃO 51

Aprova o Orçamento do CRB- 7,

RESOLUÇÃO 52

Aprova o Orç amento do CRB- 4, para 1971.

RESOLUÇÃO 53

Aprova o Orçamento do CRB- 10, para 1971

RESOLUÇÃO 54

Aprova o Orçamento do CRB- 1, para 1971 .

RESOLUÇÃO 55

Aprova o Orçamento do CRB- 8, para 1971.

RESOLUÇÃO 56

Aprova o Orçamento do CRB- 6, para 1971.

RESOLUÇÃO 57

Aprova o Orçamento do CFB,

RESOLUÇÃO 58

Aprova o Orçamento do CRB- 1, para 1972 .

RESOLUÇÃO 59

Aprova o Orçamento do CRB- 4, p ara 19 7 2 .

RESOLUÇÃO 60

Aprova o Orçamento do CRB- 5, para 1972 .

RESOLUÇÃO 61

Aprová o Orçamento do CRB- 6, para 1972.

RESOLUÇÃO 62

Aprova o Orçamento do CRB- 7, para 1972.

RESOLUÇÃO 63

Aprova o Orçamento do CRB- 8, para 1972.

RESOLUÇÃO 64

Aprova o Orçamento do CRB- 9, para 1972.

RESOLUÇÃO 65

Aprova o Orçamento do CRB- 10, para 1972

para 1971.

para 1971.

para 1972.

/

xXx

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3

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6

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1

�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA
TERCEIRO

TRigNIO ^ 1972/1974

RESOLUÇÃO 66

-

Aumenta para 13 o numero de
CFB.

Conselheiros

do

RESOLUÇÃO 67

-

Fixa o quorum de sete, para deliberações
CFB.

RESOLUÇÃO 68

-

Não serão válidas representações por procurações, em Reuniões e Assembléias do CFB.

do

RESOLUÇÃO 69

Revoga a Resolução 20/68.

RESOLUÇÃO 70

Sistematiza a constituição e o processo
eleições dos CRBs.

RESOLUÇÃO 71

Contratação de serviços profissionais jurídicos para o CFB.

RESOLUÇÃO 72

Aprova as modificações introduzidas no
mento do CRB-6.

RESOLUÇÃO 73

Abre credito especial para CFB,
ta Convênio com o INL.

RESOLUÇÃO 74

-

de

Regi-

tendo em vis-

Abre credito suplementar para custeio do CFB.

RESOLUÇÃO 75

Sistematiza as tarefas típicas do Auxiliar de
Biblioteca.

RESOLUÇÃO 76

Aprova o Orçamento do CFB, para 1973.

RESOLUÇÃO 77

Aprova o Orçamento do CRB-1, para 1973.

RESOLUÇÃO 78

Aprova o Orçamento do CRB-3, para 1973.

RESOLUÇÃO 79

Aprova o Orçamento do CRB-5, para 1973.

RESOLUÇÃO 80
RESOLUÇÃO 81

-

Aprova o Orçamento do CRB-6, para 1973.

RESOLUÇÃO 82

Aprova o Orçamento do CRB-7, para 1973.
»
Aprova o Orçamento do CRB-9, para 1973.

RESOLUÇÃO 83

Aprova o Orçamento do CRB-IO, para 1973.

xXx

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cm

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2

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I
g

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I Sc a n
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3

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19

�C0:j3SL'-í0 FSDfiHAL D3 BIBLIOTEGONatlA

RasoLuoSas pu3Ligaj;as no piXaio ofigul da unuo. secão i. parte ii

M
Resolujoes

1 a 7

17-8-66 - po 2358-2361

Resolugoas

8 a 12

10-3-67 - p. 625-627

Resolugoes

13 a 16

-

17-7-67 - p, 1686

Resoluções

17 a 18

-

5-9-67

- p. 2077

Resolugoes

19 a 22

-

3-6-68

- p. I2O8-I2O9

Resolugoes

23 a 25

-

5-3-69

- p. 435

Resolug&amp;o

26

27-3-69 - p • 645"^46

Resolução

27

23-3-70 - p« 686

Resoluções

28 a 39

Resolução

40

29-7-70 - p. 1977

Resoluçao

41

3-11-70 -

Resolução

42

3-11-70 -

Resoluções

43 a 46

-

9-8-71

- p. 2290

Resoluções

47 a 48

-

9-8-71

- p. 2291

Resoluções

49 a 50

-

8-6-71

- p. 1606

Resoluções

51 a 52

-

8—6—71

— p. 1607

Resoluções

53 a 54

“

8-6-71

- p. 1608

Resoluções

55 a 56

-

8-6-71

- p, 1609

Resoluções

57 a 65

-

17-4^72 -

Resoluções

66 a 71

-

21-12-72- p. 4540

Resolução

72

Resoluções

73 a 74

Resolução

75/

20-6-73 - p. 1923

Resolução

76

20-6-73 - p. 1924

Resoluções

77 a 78

Resolução

79

Resoluções

80 a 81

Resolução

82

20-6-73 - p. 1927

Resolução

83

20-6-73 “ p. 1924

-

21-12-72- p. 4550
-

-

5

6

10.5-73 _ p. 1507

20-6-73 - p. 1925
20-6-73 - p. 1927

-

-114-

3

12-5-70 - p. 1118-1124

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20-6-73 - p. 1926

�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA
REGIMENTO INTERNO

Aprovado pela Resolução 2, de
12-7-66, modificado pela Res£
luçio 8, de 11 de janeiro
de
1967, modificado pela Resolução 19, de 9-2-68.

CAPÍTULO I
DA ORGANIZAÇÃO

Art . 19-0 Conselho Federal de Biblioteconomia, designado abreviadamente pela sigla CFB, com sede na Capital da República, de acordo com
o Art. 9 da
Lei 4084/62 e
Art.
15
do
Decreto 56.725/65, tem personalidade jurídica de direito públ£
CO, autonomia administrativa, patrimonial e financeira e juri£
dição em suas atribuições, sobre todo o território nacional.

Art. 29-0 Conselho Federal de Biblioteconomia serã cons
tituído de brasileiros natos ou naturalizados e obedecera
a
seguinte composição:
a) um Presidente, nomeado pelo Presidente da República
e
escolhido dentre os nomes constantes da lista tríplice organizada pelos membros do conselho;
b) seis (6) conselheiros federais efetivos e três (3) suplentes, escolhidos em Assembléia constituída por
delegadoseleitores de cada Conselho Regional de Biblioteconomia;
c) seis (6) conselheiros federais efetivos,
representantes das Congregações das Escolas de Biblioteconomia do Distrito Federal e de todo o Brasil, cujos nomes serão
encaminhados
pelas Escolas em listas tríplices, ao Conselho Federal de
Bib1ioteconomia.
Parágrafo único - 0 número de conselheiros federais poderá ser ampliado de mais de três, mediante resolução do
Conselho Federal de Biblioteconomia, conforme necessidades futuras.

Art. 39 - são õrgãos executivos do CFB, com personalidade
jurídica própria e autonomia nas respectivas jurisdições,
os
Conselhos Regionais de Biblioteconomia, designados
abreviadamente pela sigla CRB, criados e organizados de acordo com a Lei
4084 de 30-6-1962 e Decreto 56.725, de 16-8-1965.

Art. 49-0 CFB compreende os seguintes õrgãos
disciplinados por este Regimento:
a) Plenário;
b) Diretoria;
c) Assembléia Geral‘dos Conselhos;
d) Assembléia Geral dos Delegados-Eleitores.
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internos,

�Art. 59 - Os cargos eletivos serão exercidos por brasile^
ros natos ou naturalizados e suas atividades serão
reconhecidas como serviços relevantes ã profissão e ã coletividade.
Parágrafo único - 0 CFB não distribui lucros,
bonificações ou vantagens a seus dirigentes e não os remunera sob qual
quer forma ou pretexto.

Art. 69-0 pessoal contratado para a Secretaria Executiva, de acordo com o Art. 25 do Decreto 56.725/65,
parágrafoúnico, será regido pela Consolidação das Leis de Trabalho.

CAPÍTULO II
DO PLENÃRIO

Art. 79-0 plenário do CFB é o seu órgão
deliberativo,
de acordo com o Art. 25 do Decreto 56.725/65 e constitui-se de
12 (doze) membros efetivos e 3 (três) suplentes,
deliberando
com a presença da metade mais um de seus conselheiros efetivos,
ou em segunda, dos que se apresentarem em primeira convocação.
§ 19 - A convocação compete ao Presidente, por si ou
mediante solicitação escrita de A (quatro) Conselheiros,
procedendo-se por carta registrada, ate 15 dias antes da reunião.
§ 29 - Em caso de urgência, a convocação far-se-á por via
telegráfica, reduzido o prazo para uma semana.
§
nião,

39 - A convocação indicará data, hora e local da
sua natureza e pauta dos trabalhos.

§ A9 - De
prio, assinada
ções aprovadas
Diário Oficial

reu-

todas as reuniões lavrar-se-á ata em livro própelo presidente e pelos secretários. As resoluserão publicadas pelo Presidente do CFB,
no
da União, dentro do prazo de 15 dias.

Art. 89-0 plenário do CFB reunir-se-á,
ordinariamente,
durante o mês de janeiro, para conhecimento do Relatório Anual
da Diretoria e para aprovação das Contas do exercício anterior,
a fim de apresentá-las ao Tribunal de Contas da União, de aco£
do com o Art. 31 da Lei 408A/62.
Parágrafo único - A prestação de contas dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia deverá ser apresentada ao CFB
até
31 de dezembro de cada ano.

sede,

Art. 99 - As reuniões extraordinárias realizar-se-ão
sempre que convocadas, nos termos deste Regimento.

na

Parágrafo único - Em caráter extraordinário, poderá ainda
o CFB reunir-se em sede predeterminada de um Conselho Regional

Art. 109 - A suspensão de decisão do CFB, pelo
Presidente, obriga-o ã convocação do Plenário, no mesmo ato, nos
termos do Art. 17 e seu parágrafo único da Lei 4084/62 e Art.
28
do Decreto 56,725/65 e seu parágrafo'único. 0 ato
suspensivo
obedecerá ã mesma forma da deliberação em causa,
registrandose no livro de atas das reuniões do CFB.
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�CAPÍTULO III
DA DIRETORIA

Art. 119 - A Diretoria serã constituída pelo
Presidente
do CFB, pelos 19 e 29 Secretários e pelo Tesoureiro
eleitos
dentre os membros efetivos.
§ 19 - A eleição proceder-se-á na mesma reunião ordinária
em que tomarem posse os novos Conselheiros, por escrutínio secreto.
§ 29 - A escolha do Presidente do CFB será feita nos termos do Art. 11, letra a da Lei 4084/62.

Art.^129 - A posse da Diretoria será realizada na la.
nião plenária do CFB após a nomeação do Presidente.

reu

Art. 139 r A Diretoria reunir-se-á, sempre que necessário,
por simples convocação do Presidente, deliberando
coletivamente com a presença de trás membros. As decisões constarão de
Ata em livro próprio.

Art. 149 - Compete ao Presidente do CFB,
administrativo:

como responsável

a) dar cumprimento ãs Resoluções do CFB, firmando os atos
de sua execução;
b) dirigir as reuniões e assembléias, assistido pelos Secretários ;
c) nomear comissões especializadas, para o estudo de
assuntos administrativos e profissionais, assim como o
pessoal
necessário aos serviços do Conselho Federal' de
Biblioteconomia, firmando os respectivos atos com o Secretário;
d) firmar com o Tesoureiro todos os atos de responsabilidade financeira, inclusive autorizações de despesas,
cheques,
contratos, procurações, títulos e mais documentos de
natureza
econômica;
e) representar o CFB, ou designar representantes, perante
autoridades e órgãos públicos, inclusive judiciais, praticando
todos os atos de direito, necessários ao pleno vigor de
seus
estatutos legais e ao exercício de suas atribuições.

Art. 159 - Ao 19 Secretário, além da gestão dos
administrativos internos e externos, incumbe:

serviços

a) secretariar as reuniões e assembléias, elaborando seus
atos preparatórios, suas Atas e Resoluções e providenciando sua
respectiva publicidade;
b) organizar o cadastro dos profissionais registrados, as
sim como sua publicação no Diário Oficial da União e em
jornais de ampla circulação, quando determinada pelo CFB;
c) elaborar o Relatório Anual da Diretoria;
d) responder pelo expediente do CFB, propondo ao Presiden
te e com ele firmando os atos de nomeação do pessoal
necessário ã execução dos serviços.

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Sc a n
si e m
C.ereaclanKnt»

�Art. 169 - Ao 29 Secretário compete auxiliar e
o 19 em suas faltas e impedimentos legais.

substituir

Art. 179 - Incumbe ao Tesoureiro, além da gestão finance^
consoante as normas de contabilidade publica:

ra,

a) fiscalizar a arrecadação e a despesa, preparando o orçamento anual e elaborando as contas do exercício;
b) examinar as contas dos Conselhos Regionais, para o dis^
posto no Art. 31 e seus parágrafos, na Lei 4084/62 e Art. 37 e
seus parágrafos do Decreto 56.725/65;
c) firmar com o Presidente todos os atos de responsabilidade financeira, inclusive autorizações de despesas, cheques ,
contratos, procurações, títulos e mais documentos de
natureza
econômica;
d) propor ao Presidente a contratação do pessoal dos serviços a seu cargo;
^
^
^
e) providenciar os meios necessários á execução do dispôs^
to nos Arts. 26 a 30 da Lei 4084/62 e 36 a 38
do
Decreto
56.725/65, exigindo seu rigoroso cumprimento.

CAPÍTULO IV
DA ASSEMBLÉIA GERAL DOS CONSELHOS

Art. 189 - 0 CFB, anualmente, mediante convocação do
seu
Presidente, realizará na sede do Conselho uma Assembléia Geral,
constituída pelos membros dos Conselhos Federal e Regionais.
Parágrafo único - A Assembléia Geral dos Conselhos poderá
ser realizada antes ou depois e no local onde for realizado um
Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação.

Art. 199 - A Assembléia Geral dos Conselhos terá por fina
lidade o estudo de matérias de interesse profissional,
com
a
duração de no mínimo 3 (três) dias e no máximo uma semana, com
preendendo levantamentos gerais do exercício de atividades biblioteconômicas e documentolõgicas nas várias regiões do País,
sob os aspectos b ib lioteconômi co,
técnico, científico, jurídi^
CO e econômico.

Art. 209 - 0 temário das Assembléias Gerais dos Conselhos
poderá incluir conferências e debates com especialistas, inclii
sive de outras profissões, nacionais ou estrangeiros, como con
vidados.

Art. 219 - Cada Sessão constará de expediente, com
duração máxima de 30 minutos e de Ordem do dia, com duração máxima
de 150 minutos (duas horas e meia).
Parágrafo único - Terminada uma Sessão o Presidente convo
cará os Conselheiros para a Sessão seguinte, determinando
a
hora de seu início, "ad referendum" do Plenário.

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�Art . 229 - Cada Conselheiro terá direito à
palavra
para
expor qualquer proposição, pelo prazo de 10 (dez) minutos. Nenhum Conselheiro poderá usar da palavra pela segunda vez
para
expor a mesma proposição.
Parãgrafo único - Poderá ser concedida uma prorrogação de
prazo, para mais 5 (cinco) minutos, quando solicitada e concedida pelo Plenário.

Art. 239 - Os apartes não serão permitidos durante a exp£
sição, mas apenas durante os debates.
Parágrafo único - Os
(três) minutos cada um.

apartes não poderão ultrapassar de 3

Art. 249 - Apõs cada exposição serão abertos
os
debates
sobre a mesma, sendo dada a palavra aos Conselheiros, por
ordem de solicitação, durante 5 (cinco) minutos.

Art. 259 - 0 CFB promoverá ampla divulgação dos trabalhos
e conclusões aprovadas, incumbindo-lhe a execução das diretrizes firmad as.

CAPITULO V
DA ASSEMBLÉIA GERAL DOS DELEGADOS ELEITORES

Art. 269 - A Assembléia Geral dos Delegados-Eleitores con£
titui-se de um representante de cada Conselho Regional de
Biblioteconomia, reunindo-se em janeiro, cada três anos, para
o
fim específico de eleger os membros do Conselho Federal de Biblioteconomia e seus suplentes.

Art. 279 - Cada Conselho Regional elegerá um
DelegadoEleitor, credenciando sua representação na Assembléia Geral,c£
municando-a ao CFB até o dia 19 de novembro.
§ 19 - 0 Delegado-Eleitor não poderá ser candidato ao Con
selho Federal de Biblioteconomia;
§ 29 - 0 mandato do Delegado-Eleitor se extingue com
missão a que se destina;

a

§ 39 - É vedado o exercício do mandato de Delegado-Eleitor
por procuração.

Art. 289 - Os candidatos ao CFB deverão fazer.seus registros nos respectivos CRBs, até o dia 15 de outubro, trienalmen
te, mediante ofício, em duas vias, indicando nome e qualificações profissionais. Além dos requisitos legais os
candidatos
deverão ter no mínimo 5 (cinco) anos de exercício profissional.
Parágrafo único - Não poderão ser candidatos ao CFB
os
profissionais sobre os quais pese qualquer impedimento
legal
ao exercício da profissãa.

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�Art. 29? - Os CRBs deverão encaminhar ã
Secretaria Geral
do CFB a la. via do registro dos candidatos, até o dia 1?
de
novembro, trienalmente.

Art. 309 - As Escolas de Biblioteconomia deverão
encaminhar ã Secretaria Geral, até 19 de novembro, trienalmente, uma
lista tríplice de nomes de professores, em efetivo
exercício,
e registrados nos CRBs respectivos.

Art. 319 - Os Conselhos Regionais de Biblioteconomia
que
não credenciarem seus representantes para a eleição
ao
CFB,
dentro do prazo fixado no art, 279 deste Regimento e as
Escolas de Biblioteconomia que não remeterem suas listas tríplices
no prazo fixado no artigo anterior, perderão o direito
de
se
fazerem representar.

Art. 329 - 0 Presidente do CFB faré a convocação da Assem
bléia Geral dos Delegados-Eleitores por edital, publicado
durante o més de dezembro no Diário Oficial da União,
confirmado por carta registrada aos Conselhos Regionais, dentro do me£
mo prazo, acompanhada da relação de todos os candidatos inscr^
tos .
Parágrafo
ção ãs Escolas
Geral, através
parecerem como

único - 0 Presidente do CFB fara
uma comunicade Biblioteconomia da realização da
Assembléia
de carta registrada AR, convidando-as para comobservadores.

Art. 33? - Cabe ao Presidente do CFB instalar
a
Assembléia Geral e designar a Mesa Eleitoral, exigida
em
primeira
convocação a presença mínima de 2/3 (dois termos) e, em segunda, com qualquer número de representantes, apos 1 (uma)
hora
da primeira convocação.

Art, 349 - A votação será por escrutínio secreto,
considerando-se eleitos os 6 (seis) candidatos que obtiverem
maior
número de votos para Conselheiros e para Suplentes os 3 (três)
candidatos seguintes mais votados.

Art. 359 - Eleitos os Conselheiros e Suplentes a
que
se
refere o artigo anterior, será realizado perante eles o
sorteio dos 6 (seis) Conselheiros representantes das Congregações
das Escolas de Biblioteconomia, dentre os nomes constantes das
listas tríplices, mencionadas no Art. 30 deste Regimento.
Parágrafo único - Cada Escola de Biblioteconomia não pod£
rá contar com mais de um representante no CFB.

Art. 369 - Constituído o Conselho Federal de Bibliotecono
mia, seus membros organizarão uma lista tríplice,
que
sera
apresentada ao Presidente da República, para nomeação do Pres^
dente do CFB.
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�Art. 379 - Da Assembléia lavrar-se-ã Ata em livro,
assinada pelo presidente do CFB e pela Mesa Eleitoral, publicandose o resultado da eleição no Diãrio Oficial da União, no prazo
de 15 (quinze) dias.

Art. 389 - A posse dos Conselheiros eleitos será dada
reunião do CFB na segunda quinzena de março.

em

CAPÍTULO VI
DOS RECURSOS ADMINISTRATIVOS E DISCIPLINARES

Art. 399 - 0 candidato ã inscrição nos Conselhos
Regionais terã direito a recurso administrativo ao CFB, no prazo de
30 (trinta) dias de publicação do ato denegatõrio.
§ 19 - A interposição do recurso dará entrada no
Conselho
Regional, Seção ou Subseção a cuja jurisdição pertencer o candidato, sendo protocolado em livro próprio.
§ 29 - Os Conselhos Regionais, suas Seções ou
Subseções
exigirão nos processos de recursos administrativos e
discipli^
nares, que os documentos sejam apresentados em duas vias,
uma
das quais ficará sempre em poder do Conselho Regional,
destinando-se a outra a encaminhamento ao CFB.
§ 39 - Interposto o recurso, no prazo referido no Art.39,
o Conselho Regional encaminha-lo-á com a respectiva cópia
do
processo, dentro de 30 (trinta) dias ao CFB, de acordo com
o
Art. 15, letra £, da Lei 4084/62.
§ 49 - 0 CFB julgará o recurso na primeira Reunião Plenária, sendo a deliberação publicada em acórdão no Diário
Oficial da União e comunicada por certidão ao Conselho
Regional
respectivo, para ser executada (Art. 15, da Lei 4084/62, letra
d) .
§ 59 - Da decisão do CFB não poderá ser interposto
quer recurso na esfera administrativa.

qual-

§ 69 - Ê lícito á parte interessada acompanhar o julgamen
to, por si ou por procurador legalmente habilitado.

Art. 409 - Observar-se-á o disposto no Art. 39, no
que
for aplicável, relativamente aos processos disciplinares.
A
interposição de recurso, dentro do prazo, terá efeito suspens^
vo no caso de aplicação pelo Conselho Regional das
penalidades de suspensão ou eliminação.
Parágrafo único - A penalidade, uma vez definitiva,
será
aplicada pelo Conselho Regional, que dela dará ciência ao CFB,
tendo em vista os Arts. 22 e 23 da Lei 4084/62, e Art. 44,
do
Decreto 56.725/65.

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�CAPÍTULO VII
DA CARTEIRA PROFISSIONAL

Art. 419 - Â carteira profissional obedecera a modelo un^
forme em todo o território nacional, fixado pelo CFB,
servindo de identidade e habilitando ao exercício profissional,
nos
termos da Lei 4084/62 e Decreto 56.725/65.
Parágrafo único - Da carteira profissional constarão
seguintes dados:

os

a) nome por extenso do profissional;
b) filiação;
c) nacionalidade;
d) data do nascimento;
e) estado civil;
f) denominação da Escola em que se diplomou ou declaração
de habilitação, na forma deste Regimento;
g) número do registro do diploma na Diretoria do
Ensino
Superior do MEC, ou em Universidades;
h) número de registro no CRB respectivo;
i) fotografia de frente;
j) impressão dactiloscópica;
k) assinatura do Presidente do CRB respectivo e do profÍ£
sional.

Art. 429 - Os Conselhos Regionais organizarão dois
dros de profissionais, nos termos da Lei:

qua-

Quadro I
- De Bacharéis em Biblioteconomia, de
acordo
com o Art. 29, letras £ e
da Lei 4084/62, que deverão apresentar diploma, registrado na Diretoria do Ensino Superior, do
Ministério de Educação e Cultura ou em alguma Universidade Bra
sileira.
Quadro II - De profissionais beneficiados pelo Art. 39 da
Lei 4084/62, que continuam exercendo o mesmo cargo efetivo
de
bibliotecário ou documentalista, no qual foram atingidos
pelo
benefício da Lei e que deverão apresentar certidão de
exercício profissional, expedida pela Entidade onde estiverem
exercendo funçõe s.
§ 19 - A Certidão do Exercício Profissional deverá
ser
assinada pelo Presidente ou Diretor e o Chefe de Pessoal da En
tidade;
§ 29 - Deverá constar na referida Certidão o número
do
livro de Registro de empregados e o seu número de registro como funcionário da Firma,

Art. 439 - As carteiras dos Profissionais mencionados
no
quadro II, do artigo anterior, serão expedidas com a
seguinte
observação: "Não possui o diploma de Bacharel em Biblioteconomia. Beneficiado pelo Art. 39 da Lei 4084/62".

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�Art. 449 - Para o competente registro sera exigida a
guinte documentação:

se-

a) diploma de Bacharel em Biblioteconomia, registrado
no
MEC ou Universidade Brasileira; diplomas estrangeiros
devidamente revalidados;
b) certidão que prove o exercício no cargo efetivo de bibliotecário em 1962;
c) prova de quitação do Serviço Militar, quando de
idade
inferiora45anos;
d) titulo eleitoral, provando ter votado na ultima
eleição anterior ao registro.

CAPÍTULO VIII
DA GESTÃO PATRIMONIAL E FINANCEIRA

Art. 459 - 0 Conselho Federal de Biblioteconomia
as taxas e anuidades a serem cobradas pelos Conselhos
nais.

fixará
Regio-

§ 19 - A fixação das anuidades e taxas e sua alteração sõ
poderá ter lugar com intervalos não inferiores a três anos, me^
diante proposta do CFB e decreto do Poder Executivo, de acordo
com o Art. 28 da Lei 4084/62.
§ 29 - As taxas de expedição de carteira profissional
e
anuidades sõ poderão ser alteradas em intervalos nunca
inferiores a três anos, de acordo com o Art. 28 da Lei 4084/62.

Art. 469 - As multas aplicáveis aos infratores do presente Regimento e previstas na Legislação, serão cobradas de aco_r
do com o Art. 44, do Decreto 56.725/65 .'

Art. 479 - Qs Conselhos Regionais enviarão, trimestralmen
te, ao CFB a parte da arrecadação procedida e que por lei
a
este compete.

Art. 489 - Anualmente, atê 31 de dezembro, os
Conselhos
Regionais prestarão contas ao CFB das rendas auferidas, nos ter
mos dos Arts. 37 e 38 do Decreto 56.725/65.

Art. 499 - A aquisição, alienação ou oneração de bens imõ
veis do patrimônio do CFB dependem de autorização expressa
do
Plenário .

Art. 509 - 0 CFB aprovará, durante o mês de janeiro,
o
Orçamento da Receita e Despesa para o exercício corrente, elaborado pelo Tesoureiro e submetido à sua apreciação pela Diretoria.

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st em
CiereaclanKnl»

�Art. 519 - 0 CFB elegera, dentre seus membros, sem
cargo
na Diretoria, uma Comissão de Tomada de Contas, constituída de
três (3) Conselheiros, para o exame e parecer sobre as
contas
da Diretoria, que, uma vez aprovadas, serão encaminhadas
ã
apreciação do Tribunal de Contas da União.

CAPiTULO IX
DAS DISPOSIÇgES

GERAIS

Art. 529 - Em caso de dissolução do CFB, o seu patrimônio
será dividido, em partes iguais, entre as Escolas de Biblioteconomia, Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários,
considerada de utilidade pública, por Decreto Federal 59.503^6
e Associações de Bibliotecários de Estados, que tenham
sido
reconhecidas por Decretos dos respectivos governos estaduais.

CAPÍTULO X
DAS DISPOSIÇgES TRANSITARIAS

Art. 539 - 0 CFB em seu primeiro mandato terá sede na Capital do Estado de São Paulo, de acordo com a Portaria
675,
de 18-12-65 do Ministério do Trabalho e Previdência Social.

Art. 5A9 - 0 presente regimento entrará em vigor na
de sua aprovação, revogadas as disposições em contrário.

são Paulo,

D.

0. União,

9 de fevereiro de 1968

3-6-68, p.

xXx

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Seção I, Parte II

data

�LEI N9 4084. DE 30 DE JUNHO DE

Dispõe
sobre
bibliotecário
exercício.

1962

a
e

0 Presidente da Republica: Faço saber que o
Nacional decreta, e eu sanciono a seguinte Lei:

profissão
de
regula
seu

Congresso

DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE BIBLIOTECÁRIO E
DAS SUAS ATRIBUIÇÕES

Art.
19 - A designação profissional de Bibliotecário,
a
que se refere o quadro das profissões liberais, grupo 19, anexo ao Decreto-lei n. 5452, de 19 de maio de 1943 (Consolidação
das Leis do Trabalho), é privativa dos bacharéis em Biblioteco
nomia, de conformidade com as leis em vigor.
~

Art.
29-0 exercício da^profissão de Bibliotecário,
qualquer de seus ramos, s5 será permitido:

em

a) aos Bacharéis em Biblioteconomia, portadores de diplomas expedidos por Escolas de Biblioteconomia de nível superior,
oficiais, equiparadas, ou oficialmente reconhecidas;
^
b) aos Bibliotecários portadores de diplomas de instituições estrangeiras que apresentem os_seus diplomas
revalidados
no Brasil, de acordo com a legislação vigente.
__PARÃGRAF0 ÜNICO - Não será permitido o exercício
da profissão aos diplomados^por escolas ou cursos cujos estudos
hajam sido feitos através de correspondência, cursos intensivos
cursos de ferias, etc.
’

Art,
39 — Para o provimento e exercício de cargos técnicos de Bibliotecários e documentalistas, na administração
pública autárquica, paraestatal, nas empresas sob
intervenção
governamental ou nas concessionárias de serviço público,
é
obrigatória a apresentação do diploma de bacharel em Biblioteconomia, respeitados os direitos dos atuais ocupantes efetivos.
PARAGRAFO ÚNICO - A apresentação de tais documentos
dispensa a prestação do respectivo concurso, quando este
exigido para o provimento dos mencionados cargos.

não
for

Art.
49 - Os profissionais de que trata o art. 29,letras
a e b
desta lei,^sõ poderão exercer a profissão após
haverem
registrado seus títulos ou diplomas na Diretoria de
Ensino
Superior do Ministério da Educação e Cultura.

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�Art.
59-0 certificado de registro ou a
apresentação
do título registrado será exigido pelas autoridades
federais,
estaduais ou municipais para assinatura de contratos,
termos
de posse, inscrição em concursos, pagamento de licenças ou imposto para exercício da profissão e desempenho de
quaisquer
funções a esta inerentes.

Art.
69 - são atribuições dos Bacharéis em Biblioteconomia: a organização, direção e execução dos serviços
técnicos
de repartições públicas federais, estaduais, municipais e
autárquicas e empresas particulares concernentes ãs matérias
e
atividades seguintes:
a) o ensino da Biblioteconomia;
b) a fiscalização de estabelecimentos de ensino de BiblÍ£
teconomia reconhecidos, equiparados ou em via de
equiparação;
c) administração e direção de bibliotecas;
d) a organização e direção dos serviços de documentação;
e) a execução dos serviços de classificação e
catalogação de manuscritos e de livros raros e preciosos, de
mapotecas , de publicações oficiais e seriadas, de
bibliografia e re
fe réncia.

Art.
79 - Os Bacharéis em Biblioteconomia terão preferên
cia quanto ã parte relacionada ã sua especialidade nos
serviços concernentes a:
a) demonstrações práticas e teóricas da técnica biblioteconõmica em estabelecimentos federais, estaduais, ou
municipais;
b) padronização dos serviços técnicos de biblioteconomia;
c) inspeção, sob o ponto de vista de incentivar e
orientar os trabalhos de recenseamento, estatística e cadastro
das
bibliotecas;
d) publicidade sobre material bibliográfico e
atividades
da biblioteca;
e) planejamento de difusção cultural, na parte que se refere a serviços de bibliotecas;
f) organização de congressos, seminários, concursos e exposições nacionais ou estrangeiras, relativas a
Biblioteconomia e Documentação ou representação oficial em tais
certames.

DOS CONSELHOS DE BIBLIOTECONOMIA

Art.
89 - A fiscalização do exercício da profissão
de
Bibliotecário será exercida pelo Conselho Federal de
Bibliote
conomia e pelos Conselhos Regionais de Biblioteconomia,
criados por esta lei.

Art.
99-0 Conselho Federal de Biblioteconomia e os Con
selhos Regionais de Biblioteconomia são dotados de personalida
de jurídica de direito público, autonomia administrativa e patrimonial .

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�Art. 109 - A sede do Conselho Federal
serã no Distrito Federal.

de Biblioteconomia

Art. 119 - 0 Conselho Federal de Biblioteconomia
serã
constituído de brasileiros natos ou naturalizados e
obedecerá
ã seguinte composição:
a) um Presidente, nomeado pelo Presidente da República
e
escolhido dentre os nomes constantes da lista tríplice organizada pelos membros do Conselho;
b) seis (6) conselheiros federais efetivos e três (3) suplentes, escolhidos em assembléia constituída por
delegadoseleitores de cada Conselho Regional de Biblioteconomia;
c) seis (6) conselheiros federais efetivos,
representantes da Congregação das Escolas de Biblioteconomia do
Distrito
Federal e de todo o Brasil, cujos nomes serão encaminhados pelas Escolas em listas tríplices ao Conselho de Biblioteconomia.
PARÁGRAFO ONICO - 0 número de conselheiros federais poderá ser ampliado de mais de três, mediante resolução do
Conselho Federal de Biblioteconomia, conforme necessidades futuras.

Art. 129 - Dentre os seis conselheiros federais efetivos
de que trata a letra ^ do art. 11 da presente Lei, quatro
devem satisfazer ãs exigências das letras a e b e dois
poderão
ser escolhidos entre os que se enquadram no art. 49
desta mes
ma Lei.
~
PARÁGRAFO OniCO - Na escolha dos dois conselheiros
federais efetivos de que trata o art. 11 da presente Lei,
haverá
preferência para os titulares que exerçam cargos de chefia
ou
direção.

Art. 139 - Os suplentes indicados na letra b do art.11 sõ
poderão ser escolhidos entre os que se enquadram~nas letras
a
e b do art. 29 da presente Lei.
~

Art. 149 - 0 mandato do Presidente, dos Conselheiros fede
rais efetivos e dos suplentes terá a duração de 3 (três) anosT

Art. 159 - são atribuições do Conselho Federal de Bibliot economia:
a) organizar o seu Regimento Interno;
b) aprovar os regimentos internos organizados pelos
Conselhos Regionais, modificando o que se tornar necessário,
com
a finalidade de manter a unidade de ação;
c) tomar conhecimento de quaisquer dúvidas suscitadas pelos Conselhos Regionais de Biblioteconomia, promovendo as providências que se fizerem necessárias, tendentes a
favorecer a
homogeneidade de orientação dos serviços de biblioteconomia;
d) julgar, em última instância, os recursos das deliberações dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia;
e) publicar o relatório anual dos seus trabalhos e, perio
dicamente, a relação de todos os profissionais registrados;

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�£) expedir as resoluções que se tornarem necessárias para
a fiel interpretação e execução da presente Lei;
g) propor ao Governo Federal as modificações que se
tornarem convenientes para melhorar a regulamentação do exercício
da profissão de Bibliotecário;
h) deliberar sobre questões oriundas do exercício de atividades afins ã especialidade do bibliotecário;
i) convocar e realizar, periodicamente, congressos de con
selheiros federais para estudar, debater e orientar
assuntos
referentes ã profissão.
PARÁGRAFO ÜNICO - As questões referentes ãs
atividades
afins com as de outras profissões serão resolvidas através
de
entendimentos com as entidades reguladoras dessas profissões.

Art. 169 - 0 Conselho Federal de Biblioteconomia sõ deliberará com a presença mínima de metade mais um de seus membros.
PARÁGRAFO ONICO - As resoluções a que se refere a
alínea
_f do art. 15 sõ serão válidas quando aprovadas pela
maioria
dos membros do Conselho Federal de Biblioteconomia.

Art. 179 - Ao Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia compete, até julgamento da direção do Conselho, a suspensão de decisões que o mesmo tome e lhe pareça inconveniente.
PARÁGRAFO ONICO - 0 ato de suspensão vigorará até o
novo
julgamento do Conselho, caso para o qual o presidente
convoc£
rá segunda reunião no prazo de 30 (trinta) dias, contados
do
seu ato.
Se no segundo julgamento o Conselho mantiver por dois
terços de seus membros a decisão suspensa, esta entrará em vigor imediatamente.

Art. 189 - O Presidente do Conselho Federal de
Biblioteconomia é o responsável administrativo pelo Conselho
Federal
de Biblioteconomia, inclusive pela prestação de contas,
perante o õrgão competente.

Art, 199 - 0 Conselho Federal de Biblioteconomia fixará a
composição dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia,
procurando organizá-los ã sua semelhança: promoverá a instalação de
tantos õrgãos quantos forem julgados necessários,
fixando
as
suas sedes e zonas de jurisdição.

Art. 209 - As atribuições dos Conselhos Regionais de
blioteconomia são as seguintes:

Bi-

a) registrar os profissionais de acordo com a
presente
Lei e expedir carteira profissional;
b) examinar reclamações e representações escritas
acerca
dos serviços de registro e das infrações desta Lei e
decidir,
com recurso para o Conselho Federal de Biblioteconomia;
c) fiscalizar o exercício da profissão, impedindo e punin
do as infrações ã Lei, bem como enviando ãs autoridades competentes relatórios documentados sobre fatos que apurarem e cuja
solução não seja de sua alçada;
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�d) publicar relatórios anuais dos seus trabalhos e, perio
dicamente, relação dos profissionais registrados;
e) organizar o regimento interno, submetendo-o ã
aprovação do Conselho Federal de Biblioteconomia;
£) apresentar sugestões ao Conselho Federal de
Biblioteconomia;
g) admitir a colaboração das Associações de Biblioteconomia, nos casos das matérias das letras anteriores;
h) eleger um delegado-eleitor para a Assembléia, referida
na letra b do art. 11.

Art. 21? - A escolha dos conselheiros regionais
efetuarse-ã em assembléias realizadas nos Conselhos Regionais, separ£
damente, por delegados das Escolas de Biblioteconomia
e
por
delegados eleitos pelas Associações de Bibliotecários, devidamente registrados no Conselho Regional respectivo.
PARÁGRAFO ÜNICO - Os diretores de Escolas de
Biblioteconomia e os Presidentes das Associações de Bibliotecários
são
membros natos dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia.

Art. 229 - Todas as atribuições referentes ao registro
ã
fiscalização e ã imposição de penalidades, quanto ao exercício
da profissão de Bibliotecário, passam a ser da competência dos
Conselhos Regionais de Biblioteconomia.

Art. 239 - Os Conselhos Regionais de Biblioteconomia pod£
rão, por procuradores seus, promover perante o Juiz da Fazenda
Publica e mediante o processo de executivo fiscal, a
cobrança
das penalidades ou anuidades previstas para a execução da presente Lei.

Art. 249 - A responsabilidade administrativa de cada Conselho Regional cabe ao respectivo presidente, inclusive a pre£
tação de contas perante o órgão federal competente.

Art. 259 - 0 Conselho Federal ou regional que, durante um
ano faltar, sem licença prévia dos respectivos Conselhos,
a
seis (6) sessões consecutivas ou não, embora com justificação,
perderão automaticamente o mandato que passará a ser exercido,
em caráter efetivo, pelo respectivo suplente.

AS anuidades e taxas

Art. 269 - 0 Bacharel em Biblioteconomia, para o
exercício de sua profissão, é obrigado ao registro no Conselho Regio
nal de Biblioteconomia a cuja jurisdição estiver sujeito,
ficando obrigado ao pagamento de uma anuidade ao respectivo Conselho Regional de Biblioteconomia até o dia 31 de março de cada ano, acrescida de 20Z (vinte por cento) de mora, quando fora desse prazo.

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�Art. 279 - Os Conselhos Regionais de Biblioteconomia
brarão taxas pela expedição ou substituição de
carteiras
anotação de função técnica.

coa

Art. 289 - 0 Poder Executivo provera em decreto a fixação
das anuidades e taxas a que se referem os artigos 26, 29 e
30
e sua alteração so poderá ter lugar com intervalos não inferio^
res a três anos, mediante proposta do Conselho Federal de
Bib1iote conomia.

Art. 299 - Constitui
teconomia o seguinte:
a)
b)
c)
d)
e)
f)

renda do Conselho Federal de Biblio-

1/A da taxa de expedição da carteira profissional;
1/A da anuidade de revogação do registro;
1/A das multas aplicadas de acordo com a presente Lei;
doações;
subvenções dos governos;
1/A da renda de certidões.

Art. 309 - A renda de cada Conselho Regional de Biblioteconomia será constituída do seguinte:
a) 3/A da renda proveniente da expedição de carteiras pr£
fissionais;
b) 3/A da anuidade de renovação de registro;
c) 3/A das multas aplicadas de acordo cora a presente Lei;
d) doações;
e) subvenções dos governos;
f) 3/A da renda das certidões.

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 319 - Os presidentes dos Conselhos Federal e
Regionais de Biblioteconomia prestarão anualmente suas contas peran
te o Tribunal de Contas da União.
§ 19 - A prestação de contas do presidente do Conselho F£
deral de Biblioteconomia será feita diretamente ao
referido
Tribunal, apõs aprovaçao do Conselho.
§ 29 - A prestação de contas dos presidentes dos
Conselhos Regionais de Biblioteconomia sera feita ao referido
Tribunal por intermédio do Conselho Federal de Biblioteconomia.
§ 39 - Cabe aos presidentes de cada Conselho a
sabilidade pela prestação de contas.

Art. 329 - Os casos omissos verificados nesta Lei
resolvidos pelo Conselho Federal de Biblioteconomia.

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respon-

serão

�DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

Art. 339 - A Assembléia que se realizar para a
escolha
dos seis (6) primeiros conselheiros efetivos e dos
três
(3)
primeiros conselheiros suplentes do Conselho Federal de BiblÍ£
teconomia, prevista na conformidade da letra ^ do art. 11 desta Lei, serã presidida pelo consultor técnico do
Ministério
do Trabalho e Previdência Social e se constituira dos
delegados-eleitores , dos representantes das Associações de
classe,
das Escolas de Biblioteconomia, eleitos em assembléias das res
pectivas instituições por voto secreto e segundo as formalidades estabelecidas para a escolha de suas diretorias ou
órgãos
dirigentes.
§ 19 - Cada Associação de Bibliotecários indicará um único delegado-eleitor que deverá ser, obrigatoriamente,
sócio
efetivo e no pleno gozo de seus direitos sociais, e profissional de biblioteconomia possuidor de diploma de bibliotecário.
§ 29 - Cada Escola ou Curso de Biblioteconomia se
fará
representar por um único delegado-eleitor, professor em exerc£
cio, eleito pela respectiva congregação.
§ 39 - SÓ poderá ser eleito na assembléia a que se refere
este artigo, para exercer o mandato de conselheiro federal
de
biblioteconomia, o profissional que preencha as condições est£
belecidas no art. 13 da presente Lei.
§ 49 - As associações de Bibliotecários, para
obterem
seus direitos de representação na assembléia a que se
refere
este artigo, deverão proceder dentro do prazo de noventa
(90)
dias, a partir da data desta Lei, ao seu registro prévio peran
te o Consultor Técnico do Ministério do Trabalho e Previdência
Social, mediante a apresentação de seus estatutos e mais documentos julgados necessários.
§ 59 - Os seis conselheiros referidos na letra £ do
art.
11 da presente Lei serão credenciados pelas respectivas
Escolas junto ao Consultor Técnico do Ministério do Trabalho e Pre
vidência Social.

Art. 349 - 0 Conselho Federal de Biblioteconomia procederá na sua primeira sessão ao sorteiro dos conselheiros
federais de que trata a letra £ do art. 11 desta Lei e que deverão
exercer o mandato por três (3) anos.

Art. 359 - Em assembléia dos conselheiros federais efetivos eleitos na forma do art. 11, presidida pelo Consultor Técnico do Ministério do Trabalho e Previdência Social,
serão vo
tados os tríplices a que se refere a letra £ do art. 11 da pr£
sente Lei para escolha do primeiro presidente do Conselho
Federal de Biblioteconomia.

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�Art. 369 - Durante o período da organização do
Conselho
Federal de Biblioteconomia, o Ministro do Trabalho e
Previdên
cia Social designara um local para sua sede, e, ã
requisição
do presidente deste Conselho, fornecerá o material e
pessoal
necessários ao serviço.
I
Art. 379 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publ^
cação, revogadas as disposições em contrário.

Brasília,

30 de junho de 1962; 1419 da Independência e
749 da Republica.

a)

JOÃO GOULART

(Diário Oficial da União, n9 123,

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I Ciereaclancnto

de 2 de julho de

1962)

�DECRETO N9 56.725 - DE

16 DE AGOSTO DE 1965

Regulamenta a Lei n. 408A , de
30 de junho de 1962, que dispõe sobre o exercício da profissão de Bibliotecário.

0 Presidente da República, usando da
atribuição que
confere o artigo 87, item I, da Constituição, decreta:

lhe

TÍTULO I
DA

PROFISSÃO DE BIBLIOTECÁRIO
CAPÍTULO I
DO BIBLIOTECÁRIO

Art. 19 - A Biblioteconomia, em qualquer de
seus
ramos,
constitui o objeto da profissão liberal de Bibliotecário,
da
natureza técnica de nível superior.

Art. 29 - A designação profissional de Bibliotecário passa a ser incluída no Quadro das profissões liberais, grupo 19,
anexo ao Decreto-lei n. 5452, de 19 de maio de 1943 ( Consolidação das Leis do Trabalho ), sendo privativa dos bacharéis em
Biblioteconomia de conformidade com as leis em vigor.

Art. 39 - A profissão de Bibliotecário será exercida, exclusivamente, pelos:
I
- Bacharéis em Biblioteconomia, possuidores de diplomas expedidos por Escolas de Biblioteconomia de
nível
superior, oficiais, equiparadas ou oficialmente reconhecidas;
II
- bibliotecários diplomados por escolas estrangeiras,
reconhecidas pelas Leis do país de origem cujos diplomas
tenham sido revalidados no Brasil, de conformidade com a legislja
ção em vigor.
PARÁGRAFO ÚNICO - Não poderão exercer a profissão de
Bibliotecário os diplomados por escolas ou cursos cujos
estudos
hajam sido feitos através de
correspondência, cursos intensivos, cursos de férias, seminários, etc.

‘
Art. 49 - Os profissionais de que trata o artigo anterior
somente poderão exercer a profissão apõs satisfazer os
seguin
tes requisitos :
I
- registro dos diplomas ou títulos na Diretoria
do
Ensino Superior, do Ministério de Educação e Cultura;
II
- registro no Conselho Regional de Biblioteconomia
a
cuja jurisdição estiverem sujeitos;
III - pagamento da anuidade ao Conselho
Regional de
Biblioteconomia, na forma estabelecida neste Regulamento.

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�CAPÍTULO II
DA ATIVIDADE PROFISSIONAL

Art. 59 - A profissão de Bibliotecário, observadas as con
dições previstas neste Regulamento, se exerce na órbita pública e na órbita privada por meio de estudos, pesquisas,
análises, relatórios, pareceres, sinopses, resumos,
bibliografias
sobre assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação,
supe_r
visão, direção, execução ou assistência nos trabalhos
relativos ãs atividades bib1ioteconómicas, bibliográficas e
documen
talógicas, em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou
por outros meios que objetivarem, tecnicamente, o
desenvolvimento das bibliotecas e centros de documentação.

Art. 69 - Os documentos referentes ao campo de açao
profissional de que trata o artigo anterior só terão validade quan
do assinados por Bibliotecários devidamente registrados
na
forma deste Regulamento.

Art. 79 - Ê obrigatória a citação do número de registro de
Bibliotecário no competente Conselho Regional de Biblioteconomia, após a assinatura de qualquer trabalho relacionado com as
atividades a que se refere o artigo 59.

Art. 89 - são atribuições do Bibliotecário a organização,
direção e execução dos serviços técnicos de repartições públicas federais, estaduais, municipais e autárquicas, bem como de
empresas particulares, concernentes ãs matérias e
atividades
seguintes:
I
- o ensino das disciplinas específicas de Bibliotecon omia;
II
- a fiscalização de estabelecimentos de ensino de Biblioteconomia reconhecidos, equiparados ou em via de equiparação ;
/ _
III - administração e direção de bibliotecas;
IV
- organização e direção dos serviços de documentação;
V
- execução dos serviços de classificação e
catalogação de manuscritos e de livros raros ou preciosos, de
mapotecas, de publicações oficiais e seriadas, de bibliografia e ref e rência.

Art. 99 - 0 Bibliotecário terá preferência, quanto a parte relacionada com sua especialidade, no desempenho das atividades concernentes a:
I
- demonstrações práticas e teóricas da técnica biblio
teconómica em estabelecimentos federais, estaduais ou
municipais;
II
- padronizaçao dos serviços técnicos de biblioteconomia;

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�III - inspeção, sob o ponto de vista de incentivar e orientar os trabalhos de recenseamento, estatística e
cadastro
das bibliotecas;
IV
- publicidade sobre material bibliográfico e
ativida
des da biblioteca;
V
- planejamento de difusão cultural, na parte
que
se
refere a serviços de biblioteca;
VI
- organização de congressos, seminários, concursos
e
exposições nacionais e estrangeiras, relativas a Biblioteconomia e a Documentação ou representações oficiais em tais
certame s .

Art. 109 - 0 provimento e exercícios de cargos
técnicos
ou de magistério de Biblioteconomia, em qualquer de seus
ramos, na forma especificada no artigo 59, na administração
pública federal, estadual ou municipal, autárquica, paraestatal,
nas empresas sob intervenção governamental, nas
concessionárias de serviços públicos, são privativos dos
profissionais
de que trata o artigo 39.
§ 19 - 0 disposto neste artigo não prejudica direitos dos
atuais ocupantes efetivos dos cargos a que alude este
artigo,
os quais ficam obrigados às exigências constantes dos itens II
e III do artigo 49.
§ 29 - Â apresentação do comprovante de habilitação
profissional não dispensa a prestação do respectivo concurso,quan
do este for exigido para o provimento dos cargos a que se
refere este artigo.

Art. 119 - As autoridades federais, estaduais ou
municipais, bem como as empresas particulares, deverão exigir os documentos mencionados no artigo 49
para assinatura de
contratos, termos de posse, inscrição em concursos, pagamento
de
licença ou imposto para o exercício da profissão de
Bibliotecário e desempenho de quaisquer funções a esta inerentes.

tItulo

II

DOS CONSELHOS DE BIBLIOTECONOMIA
CAPÍTULO III
PARTE

GERAL

Art. 129 - A fiscalização do exercício da profissão
será
exercida pelos Conselhos Regionais de Biblioteconomia (C.R.B.),
sob a supervisão do Conselho Federal de Biblioteconomia(C.F.B.) .

Art. 139 - 0 C.F.B. e os C.R.B. são dotados de personalidade jurídica de direito público e de autonomias administrativa
e patrimonial.

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�Art. 149 - 0 Poder Executivo fixará mediante decreto
as
anuidades e taxas previstas neste Regulamento, as quais somente poderão ser alteradas, com intervalo não inferior
a
três
anos .
PARÁGRAFO ÜNICO - As medidas de que trata este artigo serão propostas pelo C.F.B.

CAPiTULO

IV

DO CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA

Art. 159 - 0 C.F.B. tem por finalidade orientar, supervisionar e disciplinar o exercício da profissão de Bibliotecário,
em todo o território nacional, na forma deste Regulamento, bem
como contribuir para o desenvolvimento biblioteconómido
no
paí s .

Art.

169 - A sede do C.F.B.

será no Distrito Federal.

Art. 179 - 0 C.F.B. será constituído de
bibliotecários,
brasileiros natos ou naturalizados, e obedecerá á
seguinte
composição ;
I
- um presidente, nomeado pelo Presidente da
Republica, e escolhido dentre os Conselheiros federais, indicados
em
lista tríplice organizada pelos membros do C.F.B.;
II
- seis (6) conselheiros federais efetivos e
tres (3)
suplentes escolhidos em assembléia constituída por
delegadoseleitores dos C.R.B.;
III - seis (6) Conselheiros federais efetivos,
representantes da Congregação das Escolas Superiores de
Biblioteconomia do Distrito Federal e de todo o Brasil, cujos nomes
serão
encaminhados pelas Escolas, em listas tríplices, ao C.F.B.
§ 19 - 0 número de Conselheiros federais poderá ser
ampliado de mais três, mediante resolução do C.F.B.,
conforme
necessidades futuras^
/
§ 29 - 0 Presidente e demais Conselheiros do C.F.B. tomarão posse perante o Ministro do Trabalho e Previdência Socál.

Art. 189 - Dentre os seis (6) Conselheiros federais
efetivos de que trata a parte final deste artigo, terão preferência os que forem titulares de cargos ou funções de chefia
ou
direção .

Art.
artigo 17
nos itens

199 - Os três (3) suplentes indicados no item II
do
só poderão ser escolhidos entre os que se
enquadrem
I e II do artigo 39.

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�Art. 209 - O mandato dos membros efetivos e suplentes
C.F.B. serã de três anos, podendo ser renovado.
PARÁGRAFO OnICO - O mandato do Presidente se
juntamente com o dos demais conselheiros.

do

extinguirã

Art. 219 - As eleições para escolha dos membros do C.F.B.,
efetivos e suplentes, de que trata o item II do artigo 17, serão realizadas, na sede do C.F.B., trienalmente, no último tr^
mestre dos mandatos vigentes, pelos delegados-eleitores representantes de cada C.F.B,
PARÁGRAFO CniCO - Eleitos os Conselheiros a que se refere
este artigo, serã realizado perante eles, o sorteio dos Conselheiros de que trata o item III do artigo 17, dentre os
nomes
constantes das listas tríplices mencionadas nesse artigo.

Art. 229 - As assembléias de Delegados-eleitores, para os
fins previstos no artigo anterior, serão realizadas, em prime^
ra convocação, com a presença mínima de 2/3 (dois terços)
e,
em segunda, com qualquer número de representantes, sendo insta
ladas pelo Presidente do C.F.B. e presididas por um
de
seus
membros.
$

19 - 0 C.F.B. baixara e publicara normas para as

elei-

ções .
§ 29 - As entidades que não credenciarem seus representan
tes para o fim previsto no artigo 17, dentro do prazo
fixado
pelo C.F.B., perderão o direito de se fazerem representar.
§

39 - Cada C.R.B.

terã um delegado-eleitor.

Art. 239 - Os membros do C.F.B. serão substituídos,
nos
casos de faltas, impedimentos ou vacâncias, pelos suplentes na
ordem de votos por estes obtidos e, em caso de número
igual
de votos, por aquele que for escolhido em escrutínio
secreto
do plenário.

Art. 249 - 0 membro do C.F.B. que faltar, sem prévia
licença, embora com posterior justificação, a seis (6)sessões or
dinarias, consecutivas ou não, no período de um ano,
perderlí
automaticamente o mandato, que passará a ser exercido na forma
do artigo anterior.
PARÁGRAFO ÚNICO - 0 membro do C.F.B. que tiver necessidade de ausentar-se da sede, por prazo superior a trinta
(30)
dias, poderá ser licenciado a pedido, por deliberação do Plen^
rio.

Art. 259 - 0 C.F.B. terá como õrgão deliberativo o Plenário, cabendo ã respectiva Presidência as atividades executivas
de administração.
va,
no .

PARÁGRAFO ÚNICO - Haverá no C.F.B. uma secretária executi^
com organização e atribuições definidas no Regimento Inte£

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�Art. 269 - 0 C.F.B. poderá organizar Comissões ou
de Trabalho para execução de determinadas tarefas.

Art.

Grupos

279 - Compete ao C.F.B.:

I
- elaborar e expedir o seu regimento interno;
II
- promover estudos e campanhas em prol do
desenvolvimento bib1ioCoconômico do País.
III
- elaborar anualmente o programa das atividades def^
nidas neste Regulamento;
IV
- aprovar a proposta orçamentaria;
V
- organizar os C.R.B., fixando-lhes a composição,
a
jurisdição e a forma de eleição de seus membros, adaptadas
às
normas constantes deste Regulamento;
VI
- examinar e aprovar os regimentos internos dos CJl.B.,
podendo modificã-los no que se tornar necessário, a fim de man
ter-se a respectiva unidade de ação;
VII
- julgar em última instância os recursos das deliberações dos C.R.B . ;
VIII - tomar conhecimento de quaisquer dúvidas suscitadas
pelos C.R.B. e dirimi-las;
IX
- adotar as providências que julgar necessárias para
manter, uniformemente, em todo o País, a devida orientação dos
C.R.B . ;
X
- publicar o relatório anual de seus trabalhos e, pe
riodicamente, a relação de todos os profissionais registrados;
XI
- expedir resoluções visando ã fiel execução do presente Regulamento;
XII
- propor ao Governo Federal as modificações
que
se
tornarem convenientes para melhorar a legislação referente
ao
exercício da profissão de Bibliotecário;
XIII - deliberar sobre questões oriundas do exercício
de
atividades afins ã especialidade do bibliotecário;
XIV
- convocar e realizar, periodicamente, congressos de
Conselheiros federais, para estudar, debater e orientar assuntos referentes à profissão;
XV
- orientar e supervisionar o exercício da
profissão
de Bibliotecário, em qualquer de seus ramos; e
XVI
- propor as anuidades e taxas a serem fixadas
pelo
Poder Executivo nos termos do artigo 14.
§ 19 - As questões referentes às atividades de Bibliotecá
rio que guardem afinidades com as de outras profissões
serão
resolvidas através de entendimentos com as entidades reguladoras dessas profissões.

Art. 289 - Ao presidente do C.F.B. compete, até julgamento do Plenário do Conselho, suspender a decisão que o
mesmo
tome e lhe pareça inconveniente.
PARÁGRAFO ÜNICO - 0 ato de suspensão a que se refere este
artigo vigorará até novo julgamento do C.F.B., mediante convocação do Presidente, dentro do prazo de trinta (30) dias, contado a partir de seu ato. Caso a decisão do C.F.B. seja mantida, por 2/3 (dois terços) de seus membros, a decisão
suspensa
entrará em vigor imediatamente.

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�Art. 299 - 0 C.F.B. deliberará com presença mínima de metade mais um de seus membros.
PARÁGRAFO ONICO - As resoluções a que se refere o item XI
do artigo 27 só serão válidas quando aprovadas pela
maioria
absoluta dos membros do C.F.B.

Art.

309 - Constitui renda do C.F.B.:

I
- 1/4 (um quarto) da taxa de expedição da
carteira
profis sional;
II
- 1/4 (ura quarto) da anuidade de renovação do
registro ;
III - 1/4 (um quarto) das multas aplicadas na forma deste
Regulamento;
IV
- doações;
V
- subvenções dos governos;
VI
- 1/4 (um quarto) da renda das certidões.

CAPÍTULO V
DOS CONSELHOS REGIONAIS DE BIBLIOTECONOMIA

Art. 319 - A composição e organização dos C.R.B.
estabelecidas pelo C.F.B., a sua semelhança.

serão

PARÁGRAFO ONICO - 0 C.F.B. promoverá a instalação de tantos C.R.B. que forem julgados necessários, fixando as suas sedes e zonas de' jurisdição.

Art. 329 - A escolha dos Conselheiros regionais
efetuarse-á em assembléias realizadas, nas sedes dos C.R.B.,
separadamente por delegados das Escolas de Biblioteconomia c por delegados eleitos pelas Associações de Bibliotecários, dividamen
te registrados no C.R. respectivo.
PARÁGRAFO ÚNICO - Os diretores de Escolas de
Biblioteconomia e os Presidentes das Associações de Bibliotecários
sao
membros natos do C.R.B.

Art. 339 - Os C.R.B. poderão, por procuradores seus, promover a cobrança judicial das anuidades e multas previstas nes
te Regulamento.

Art. 349 - 0 Conselheiro regional que, no período dc
um
ano, faltar a seis (6) sessões, consecutivas ou não, sem licen^
ça prévia do respectivo C.R.B., embora com posterior
justificação, perderá, automaticamente, o mandato que passa^^á a
ser
exercido, até o seu término, por um suplente.

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�Art.

359 - Compete aos C.R.B.:

I
- registrar os profissionais de que trata o presente
Regulamento e expedir a carteira profissional, apõs a cobrança
da respectiva taxa;
II
- fiscalizar o exercício da profissão de Bibliotecário, punindo as infrações a este Regulamento, bem como
envian
do ãs autoridades competentes relatórios documentados sobre f£
tos que apurarem e cuja solução não seja de sua alçada;
III
- realizar o programa anual de atividades
elaborado
pelo C.F.B., a que se refere o item III do artigo 27;
IV
- elaborar o seu regimento interno, submetendo-o
ao
exame e aprovação do C.F.B.;
V
- arrecadar as anuidades, taxas, multas e
demais
rendimentos, bem como promover a distribuição das cotas,
na
forma prevista neste Regulamento;
VI
- examinar e decidir reclamações e representações e£
critas acerca dos serviços de registro e das infrações
deste
Regulamento, cabendo de suas decisões recurso ao C.F.B.;
VII
- publicar relatórios anuais de seus trabalhos,
nos
quais deverá constar a relação dos profissionais
registrados;
VIII - apresentar sugestões ao C.F.B.;
IX
- admitir a colaboração das Associações de
Bibliote^
cários, sobre as matérias de sua competência;
X
- eleger um de 1egado-e1eitor para a assembléia referida no item II do artigo 17;
XI
- registrar os documentos a que se refere
o
artigo
69, deste Regulamento.

Art.

369 - Constituem rendas do C.R.B.:

I
- 3/4 (três quartos) da renda proveniente da
expedição de carteiras profissionais;
II
- 3/4 (três quartos) de anuidade de renovação do
registro;
III - 3/4 (três quartos) das multas aplicadas;
IV
- doações;
V
- subvenções governamentais;
VI
- 3/4 (três quartos) da renda das certidões.
/
CAPÍTULO

VI

DAS PRESTAÇÕES DE CONTAS

Art. 379 - A responsabilidade administrativa do C.F.B.
de cada C.R.B. caberá aos respectivos Presidentes inclusive
prestação de contas perante o orgão federal competente.

e
a

Art. 389 - Os Presidentes do C.F.B. prestarão,anualmente,
suas contas perante o Tribunal de Contas da União.
§ 19 - A prestação de contas do Presidente do C.F.B.
feita diretamente ao referido Tribunal, apõs a aprovação
Plenário.

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será
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�§ 29 - A prestação de contas dos Presidentes do
C.R.R.,
apõs a sua aprovação pelo Plenário, será feita ao referido Tri
bunal, por intermédio do C.F.B.

CAPÍTULO VII
DO REGISTRO E DA CARTEIRA DE IDENTIDADE PROFISSIONAL

Art. 399 - Os profissionais a que se refere este
Regulamento só poderão exercer legalmente a profissão após
prévio
registro de seus títulos ou diplomas na Diretoria do
Ensino
Superior, do Ministério da Educação e Cultura, e quando
port£
dor da Carteira de identidade profissional, expedida pelo respectivo C.R.B., sob cuja jurisdição se achar o local
de
sua
atividade.

Art. 409 - Ao profissional devidamente registrado
será
fornecida, pelo C.R.B. respectivo, uma carteira de
identidade
profissional, da qual constarão:
I
- nome por extenso do profissional;
II
- filiação;
III
- nacionalidade;
IV
- data de nascimento;
V
- estado civil;
VI
- denominação da Lscola em que se diplomou ou declaração de habilitação, na forma deste Regulamento;
VII
- número do registro do diploma na Diretoria do Ensi
no Superior;
VIII - número de registro no C.R.B. respectivo;
IX
- fotografia dc frente;
X
- impressão d acti1oscópica;
XI
- assinatura do Presidente do C.R.B. respectivo e do
profissional.
PARÁGRAFO ÜNICO - A expedição da carteira de
identidade
profissional é sujeita ao pagamento da taxa fixada em decreto.

Art. 419 - A carteira profissional servirá de prova
para
o exercício da profissão de Bibliotecário, de carteira de iden
tidade e terá fé pública.

Art. 429 - 0 profissional referido neste Regulamento fic£
rá obrigado a pagar uma anuidade ao respectivo C.R.B.
PARÁGRAFO ÚNICO - A anuidade de que trata este artigo deverá ser paga na sede do C.R.B., a que estiver sujeito o
profissional, até 31 de março de cada ano, salvo a primeira,
que
será paga no ato da inscrição ou do registro.

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�CAPÍTULO VIII
DAS PENALIDADES

Art. 439 - A falta do competente registro no C.R.B. torna
ilegal o exercício da profissão de Bibliotecário e punível
o
infrator.

Art. 449 - Os C.R.B. aplicarão as seguintes
penalidades
aos infratores dos dispositivos do presente Regulamento;
I
- multa de valor variável entre 1/10 (um décimo)
do
maior salário mínimo no País e o total deste salário;
II
- suspensão, de um a dois anos, do exercício da
profissão do bibliotecário que, no âmbito de sua
atuação,
for
responsável, na parte técnica, por falsidade de documentos
ou
pareceres dolosos que assinar;
III - suspensão, de seis meses a um ano, ao
profissional
que demonstrar, comprovadamente, incapacidade técnica no exercídio da profissão, facultando-lhe ampla defesa;
IV
- suspensão, até de um ano, do exercício da profissão
do bibliotecário que agir sem decoro ou ferir a ética
profissional .
PARÁGRAFO OnICO - No caso de reincidência da mesma infração, verificada no prazo de dois anos, a penalidade
aplicável
será elevada ao dobro.

Art. 459 - 0 C.F.B. estabelecerá normas
disciplinadoras
dos processos de infraçao, prazo e interposições de
recursos,
a serem observados pelos C.R.B.

TÍTULO III
CAPÍTULO ÜNICO
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÕRIAS
/
Art. 469 - A assembléia para a escolha dos seis (6)
primeiros Conselheiros efetivos e dos três (3) primeiros
Conselheiros suplentes do C.F.B. prevista no item II do
artigo 17,
será presidida pelo Consultor Técnico do Ministério do
Trabalho e Previdência Social ou, na sua falta, por funcionário designado pelo Titular daquela Secretaria de Estado e
realizarse-a de acordo com as instruções que forem expedidas pelo
Ministro do Trabalho e Previdência Social, no prazo de
sessenta
(60) dias, contado da publicação deste Regulamento.
§ 19 - A assembléia de que trata este artigo será constituída de de 1egados-e1eitores , representantes das
associações
de classe, das Escolas Superiores de Biblioteconomia, eleitos,
em assembléias das respectivas instituições, por voto
secreto
e segundo as formalidades estabelecidas para a escolha de suas
diretorias ou õrgãos dirigentes.

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�§ 29 - Cada Associação de Bibliotecário indicará um
del£
ado-e 1 e i t or , que deverá ser, obrigatoriamente, socio
efetivo
e no pleno gozo de seus direitos sociais, assim como possuidor
de diploma de bibliotecário.
§ 39 - Cada Escola ou Curso
Superior de
Biblioteconomia
se fará representar por um delegado-eleitor, professor em exejr
cicio, eleito pela respectiva congregação.
§ 49 - Sõ poderá ser eleito, na assembléia a que se refere este artigo, para exercer o mandato de Conselheiro
Federal
do C.F.B., o profissional que preencha a condição estabelecida
no item I ou II do artigo 39 do presente Regulamento.
§ 59 - As associações de Bibliotecários, para obterem
o
direito de representação na assembléia a que se refere
este
artigo, deverão, dentro do prazo de noventa (90) dias, contado
da publicação do presente Regulamento, providenciar o seu
registro prévio perante a autoridade do Ministério do Trabalho e
Previdência Social, mencionada neste artigo, mediante a apresen
tação de seus Estatutos e demais documentos julgados
necessários .

Art. 479 - Os seis (6) Conselheiros federais do C.F.B., a
que se refere o item III do artigo 17, serão credenciados
pelas Escolas Superiores de Biblioteconomia respectivas,
junto
i autoridade do Ministério do Trabalho e Previdência
Social,
referida no artigo anterior.
PARÁGRAFO OnICO - 0 C.F.B. realizará, em sua primeira se£
são, o sorteio dos Conselheiros federais de que trata
o
item
III do artigo 17 e que deverão exercer o mandato por três
(3)
anos .

Art. 489 - Os Conselheiros federais efetivos do
C.F.B.,
eleitos na forma dos artigos 46 e 47, em sessão presidida pela
autoridade do Ministério do Trabalho e Previdência Social, nien
cionada no artigo 46, escolherão, dentre eles, os tres
nomes
que constituirão a lista tríplice a ser submetida ao Presidente da República, para nomeação do primeiro Presidente do C.F.B.

Art. 499 - Até que se efetive a mudança de todo o
Ministério do Trabalho e Previdência Social para o histrito Federal,
a sede provisória do C.F.B. será determinada mediante portaria
do Titular daquela Pasta.
PARÁGRAFO ONICO - Caberá ao Ministro do Trabalho e Previdência Social, mediante requisição do Presidente do
C.F.B.,
ordenar o fornecimento de pessoal e material necessários
ã
implantação dos respectivos serviços.

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�Art. 509 - Dentro do prazo de cento e vinte (120)
dias,
após a sua instalação, o C.F.B. expedirá os atos de composição
e organização dos C.R.B., a que se refere o artigo 31
deste
Regulamento, e tomará as providências indispensáveis ã
eleição dos Conselheiros Regionais.

Art, 519 - Na execução deste Regulamento,
sos serão resolvidos pelo C.F.B.

os casos

omis-

Art, 529 - 0 presente Regulamento entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Brasília,

16 de agosto de 1965; 1449 da Independência
e 779 da República.

ass)

H. CASTELLO BRANCO
FLÃVIO LACERDA
ARNALDO SUSSEKIND

(Publicado no D.O.
/

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�coijsaLHOS Raaio:iki3 d£ bibliotegonoiiia

PROFISSIOMIS RáGISTRADCe

ne 1966 a 1973, PRIl-EIRO TRIHBSTRS, SE

QUNDO AS LISTAGENS EIíVIADAS

PELOS CRBs.

-1A5-

Digitalizado
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À

FE3AB

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I Scan
si em
I Oereacbinimta

�CONSELHO RSGIOmLL DE BIDLIOTSCONCIIIA

CRB-1

BRASÍLIA

QUADRO I

1,

Abner Lellis Corria Vioentini

2.

Adelia Leite Coelho

3*

Adoa Nicolau Eid

4.

Alcidi Mendes Teixeira

5é

Ana Maria Ferreira de Freitas

6,

Ana Marly Queiroz de Melo

7,

Angela Barcelos Vale

8,

Angela Maria C, M. Crespo

9*

Angela Maria líachay de A. Pereira

10,

Aníbal Rodrigues Coelho

11,

Antonia Motta de Castro

12,

Antonio Agenor Briquet de Lemos

13»

Arilda Fonseca de Souza

14.

Aurora Gonçalves Barbosa

15•

Berenice Aparecida P, Ferreira

16,

Branca Tamra Rabelo

17,

Carmelita Corrêa Henning

18,

Carolina Maria Pompeu Fortuna

19,

Celmy Pinheiro de Souza

20,

Cilene Sapede

21,

Cinilda de Carvalho Tfedeiros

22,

Claudia Rossi Gonçalves

23,

Cléa de Ceroueira C, R, da Silva

24,

Cleusa Aparecida Valin

25,

Cordélia R. de Oliveira Cavalcanti

26,

Cybele Villares Coelho

27,

Dercy Fátima Cardoso Lima
-147-

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�2C,

Dilice liaria lenedicta Salgado Falhares

1-9.

Dinalva Brito Gromes

30.

Dinaura Brito Gomes

31.

Sdila Costa de Araújo

32.

Sdith Porto

33.

Edna Gondin de Freitas

34.

Edson ITery da Fonseca

35.

Eladir de Paria

36.

Elaine Pinheiro Rezende

37.

Elanita liaria Lima Corrêa

3?.

Sliezita Rone.y de Carvalho

39.

Elisa Nogueira Campos

40.

Eleita Lorlai C. Campos da Paz

41.

Elta Dorjrado Brandão

42.

Elton Eugênio Volpini

43.

Emir José Suaiden

44.

Eni J'Iaria de Araújo Serzanink

45»

Ethel de Oliveira Dornas

46.

Eugênia Correia. l-Iaraniiao

47.

Eunice liaria Sombrio

45.

Francisco Bahia TIargalho

49»

Geni Casemiro Lourenço

50.

Genoveva Maria P, p, de Almeida

51.

Geraldina Mo-.teiro Flek

52.

Gilson Cesário da Silveira

53.

Helena I&gt;Iaria Pomneu de Camargo

54.

Ileris Moraes de Medeiros Joffily

55.

Hilda de Oliveira. Lima

56.

Hilda Soares Braga

57.

Hileda Brant Bisaglia

58.

Inâcia Rodrigies dos Santos

59.

Iracema Almeida Lima

60.

Iraci Rodrigies Pereira

61.

lo-a Araújo de Alegria

óR.

Isabel Enes Teixeira Gsério

03.

Joana d'Arc Fernandes S. Silva
-148-

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�64.

Joao Laurontino de Sousa

65.

José Fréspero Dantas

í)o»

Julia Paulo de Paiva Perpétuo

67.

Juracy Peitosa Rocha

68.

Katia liaria Medeiros J. Aires

69.

Kira Maria Tarapanoff

10»

Lais da Boa Moirte

71.

Leda Gamara Laboriau

72.

Levergina Campos Martins

73.

Liliam Tomé Andrade

74.

Liza Preudenfeld

75*

Lola Azra Barrenechaa

76*

Louis Josep Le CocQ d'Oliveira

77.

Lucy Natalia Kanyé

78.

I'Iaga Rouède Bernardes

79.

Maroia de P. B. de São José

Co,

líargarida Maria Augusto Lima

81.

Maria Abadia da Silva

82.

Maria Alice Guimarães Borges

83.

Maria Alice Machado

84.

Maria Amélia E, C. Veríssimo

85.

Maria Aparecida de Cérdova

86.

Maria Aparecida Monteira de C, Pinto

87.

Maria Celeste Balby Silva

88.

Maria Celina de A, Figueiredo

89.

Maria Clementina Rosa de Oliveira

90.

Maria da Conceição Moreira Sàlles

91.

Maria de Lourdee Dantas

92.

Maria de Lourdes Pessoa Maciel

93.

Maria do Carmo Santos

94.

Maria do Socorro Xavier Sampaio

95.

Maria Edite Mendes

96.

Maria Elisa Nogueira Loddo

97.

Maria Elizabeth Preire Gameiro

9C.

Maria Emília Barbosa

99.

Maria Emília T. Regis da Silva
-149-

2

3

4

5

6

Digitalizado
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�100,

Maria Fátina 3, P, Lima

101,

Iferia Helena de Almeida Pereira

102,

Maria lelva Veiga de Oliveira

103*

1'Iaria Ines Villefort de Bessa

104,

Maria Irlandia de Almeida Farias

105,

Maria Ises Bezerra de Melo

106,

Maria Ivonete de P, Cunha

107»

Maria José da L, V, H, de Oliveira

108,

Miaria José de Almeida Dias

109»

Jlaria José d'Avila Paes

110,

Maria Julia Rabelo de Moura

111,

Maria Laura Coutinho

112,

Maria Laiira da Cunha Lyon

113,

Maria Lucia Vilar de Lemos

114,

Maria Luzia da Costa e Silva

115,

Maria Luzia Reis Camargo

116,

Maria Madalena Bastos

117,

Maria Risa Baptista Dutra

118,

Maria Salete Costa Carvalho

119,

Maria Stella Ilachay Dubugras

120,

Maria Teresinha de Lima

121,

Maria Yéda Falcão Soares

122,

Marietta Telles Machado

123,

Marina Dourado Sampaio

124,

Mariza Freire Dittma

125,

Marlene Almeida Borges

126,

Marlene da Silva N\ines

127,

Marlene Piche Seabra

128,

Marli Elizabeth Ribeiro

129,

líarly Alves Camara

130,

Iferta Assenço Tavares dos Saintos

131,

I&amp;rynice de Medeiros Matos

132,

Mátié Nogi

133,

Murilo Bastos da Cunha

134»

I-Í7lci Sousa Ferreira

135»

I^/riam Gurjao de Melo
-150-

2

3

4

5

6

Digitalizado
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�136.

Hora I!aldo :ado de Carvalho

137.

Naurican Ludovico P. Lacerda

13?.

Neide Galdino de S. Janveja

139.

IJelci Aires de /ilarcão

140.

Nelraa Pinheiro Cavalcanti

141.

Neusa lleigalhaes Dourado

142.

Nilcéa Ainabilia Rossi Gonçalves

143.

Ililza Bivar Soares Dias

144.

Nilza Teixeira Soares

145.

Nina Jlaria Silva Corrêa

146.

Nivalda Cassiano Silva

147.

Normanda dos Santos lliranda

148.

Nydia da Silveira Caldas

149.

Odete Paes

150.

Odilon Pereira da Silva

151.

Olga Cruz

152.

Ophelia Drumond Andrade

153.

Orion Gonçalves da Silva

154.

Osete Pamplona Leoncy

155.

Osmar Bettiol

156.

Pedro Pelix de Sousa

157.

Pérola Cardoso Raulino

15?.

Regina Cavalcanti Albuciuerque

159.

Regina Lucia de Alencar Fonte

160.

Roberto Bulhões Natal

161.

Rosa Sdite Lemos A. Pereira

162.

Rosa liaria de Oliveira

163.

Sandra Regina de P. Cavalcanti

164.

Sebastiao de Sousa

165.

Sheila Alice de Brito S. da Fonseca

166.

Sonia de Paria Vicenzi

167.

Sonia Maria de Oliveira Abreu

168.

Suelena Pinto Bandeira

169.

Suzana Pinheiro Machado Mueller

170.

Tarcizio José França

171.

Tarcizio Zandonade
-151-

Digitalizado
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�172,

Teresinha de Oliveira Peixoto

173,

Vanda Ferreira da Silva

174,

Vera Amâlia Amarante Macêdo

175,

Vera de são Paulo

176,

Vera Monteiro Pereira

177,

Vera 01ivia Gomes Guimarães

178,

Veronice de Matos J!aia

179,

Vicente Prancimar de Oliveira

180,

Vilma Cardoso da Silva

181,

Vilma Pereira Pinheiro

182,

Virginia Antrid Albuquerque S. Santos

183«

Volioa Campeio S, Borges da Fonseca

184,

Walter Monte da Cruz

185,

Zeneide Cavalcanti Q. Ubirajara

186,

Zilah Ferreira Mottinha

QmPRO II

1,

Angela Bvelin Coelho

2,

Doris de Queiroz Carvalho

3,

Edna Baker

4,

Helena Fonseca Neves /

5,

Isnaia Fernandes da Graça e Silva

6,

Juberta Bartolo de Andrade Patterson

7,

liaria Helena Poças Fonseca

8,

Ifyriam Gusmão de Martins

-152-

2

3

5

6

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�GQIIS^iO RGGIOi:áL
GHB-2
PA rX

QUrtJRO

I

1,

Ana Augusta Fernandes de Amorim

2,

Ana Siagenia

3,

Ana Lucia Tavares de Moraes

4*

Ana Maria de Souza Sampaio

5.

Anna liaria Rintoja Freire

6,

Anna Maria Pirá Cordeiro

7.

Canaem Lucia Raiol dos Santos

8,

Célia 1‘íaria Lopes Pereira

9»

Celizia Vasconcelos Guimarães

10.

Clara I^laria Galvão

11,

Denise Benchimol de Rezende

12»

Denise Helena Farias de Souza

13»

Diana Maria Paiva Pontes Vieira

14.

filizabeth lone Certraro Ramos

15»

Sina Tatiwa Ferreira

16»

Eunice da Gosta Pena

17»

Genésio Braga

18,

Iraci da Silva Rodrigues

19,

Iracy de Oliveira Ferreira

20,

Ivany Sarmento Franco

21,

Jane Veiga

22,

Julieta Maria M, Cunha

23,

Juruacy í-íarques da Silva

24,

Kilvia Kazare í-íartins Pacheco

25,

Lea Maria Monteiro Diniz

26,

Lea Nazaré Ganpos Freire

27,

Lena Vania Ribeiro Pinheiro

28,

Leonor Maria Sanç&gt;aio Faganha

29o

Lia Marques Bellesi

Gallo Cassini

-153-

Digitalizado
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LIIjLIJV-.GQ::o:ilÁ

�30,

Lina Celeste Pereira Valente Pinheiro

31,

Lina Cunha de Melo

32,

Mágali Renata Van Dijk Vergolino

33,

Mareia Guimarães Dona

34*

Mareia Pereira Veras

35,

Mareionilia Coelho Lopes

36,

Margarida ^íartins Veloso

37,

Maria Augusta Bastos Velloso

38,

Maria Celia Ferreira Chagas

39,

Maria Celina Aquino Maeiel

40,

Maria Conceijao Leite Ruffeil

41.,

Maria Cristina I-Ies quita Fontes

42,

Maria Cristina S, M, Duarte

43,

&gt;fa.ria da Consolagao de Almeida Canços

44*

í^laria da Graga Araorim Carvalho

45o

Maria da Graga F, Navegante

46,

Iferia das Gragas da Silva Bena

47,

Maria das Gragas Freitas Souza Filho

48,

Maria das Gragas Vaseoncelos Coelho

49,

Maria de Fatima Verbiearo Ramos

50,

Í^Iaria de Nazaré Barroso da Silva

5L,

Maria de Nazaré Freitas Pereira

52,

í-Iaria de Nazaré Jacob da Silva Nunes

53,

Maria de Nazso*é Macedo Costa

54«

I*Iaria de Nazaré Monteiro líarinho

55,

l^ria Diva Figueiredo da Silva

56,

!'fa.ria Dolores de Almeida Figueira

57,

Maria ELizabeth d'Oliveira lauande

58,

Maria Hilda de Medeiros Gondim

59,

fiaria Ibiapina Cavaleiro de Macedo

60,

!4aria José Bastos Veloso

61,

í-íaria José de Almeida Dias

62,

Maria José Ferreira

63,

Maria Jose Lemos Batista

64,

Maria Julieta Frazão Batalha

65o

Maria LÚcia Alves Verbiearo

66,

Maria LÚcia P, de Almeida

67,

I-laria LÚcia V, Coelho

68,

^kria Luiza de Magalhães Cordeiro

-154-

3

5

6

Digitalizado
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�69«

Maria Odaisa Sspinheiro de Oliveira

70.

Maria Regina Sauma Jorge

71.

Maria Ruth l^rtires Leau&gt;

72.

Maria Thereza Alves da Süva

73.

Marilda de Aragao Serique

74*

Marly de Nazaré Almeida Fernandes

75.

Nazária Hlgashi

76,

Nazira Leite Nassar

77.

Olindina Martins Tos cano

78.

Qneide da Silva Abud

79,

Qrlandina Maria de Oliveira Alves

80.

Osvaldina Amador Rabelo

81,

Raimunda Cortez Moreira

82,

Regina de íntima Mandonga Alves

83,

Regina Ruth Pinto Mota

84.

Rosa Maria de Paiva Melo

85.

Ruthe Condurú Chalala

86,

Sandra l-loria Palmeira Greidinger

87.

Sandra Santos Bordalo

88,

Saphira Farias Leitão

89.

Selma LÚcia Ataíde de Canços

90,

Suely das Gragas Lauter Cardoso

91»

Tania Maxa Guedes Botelho

92,

Tereza de Jesus Castro Lobato

93,

Tereza lone Souza Filho Moura

94,

Terezinha Tavares da Silva

95,

Vera Maria Novo Simas

96,

YvonetRocha d‘Oliveira

-155-

2

3

4

5

6

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�1

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1

5

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si em
I Oereacbinimta

3

14

15

16

17

18

19

�CONSSLHO RSGIOrAL D2 BIBLIOTiSGONOíHá
ÇRB--3
Gia.RX

QlADRO I

1*

Almory Cordeiro Lima

2#

àlmira Miranda Santos

3»
4»

Araoy Fiúza Costa
A
Candida liaria Bastos Campos

5*

Claudia ^b.ria Inchado Coelho de Castro

6*

Cleide Ancilon de Alencar Pereira

7.

Diana Maria Girino Bessa

8»

Elba 1'laria Queiroz Cavalcanti

9»

Blida Fagundes Schirmer

10,

Fernanda Nery Coelho

11»

Femandina Fernandes

12,

Francisca Lieda e Silva

13»

Hedla Maria Lopes Sampaio

14*

Julla Maria Barroso

15»

Lilian Plnentel Gomes

16,

Luiza 1'íaria de Alcantara e Saraiva Leao

17,

Luzia Maria Pbnqpeu Sidrim Vasconcelos

18,

Maria Antonieta Figueiredo Bezerra

19,

Maria Augusta Silva Thó íbta

20,

Maria de Fátima Bezerra Feri-eira Lima

21,

^íaria do Carmo Gomes de Paula

22,

Maria do Socorro Castro Melo

23»

f-Iaria Herbene Barbosa Liraa iíaia

24*

1'íaria Hilzanir Gala de Abreu

25,

í'b.ria Irene Peixoto Martins

26,

&gt;'laria Ivonilde da Silva

27»

Miria José Gochrane Santiago

28,

Maria Nancy da Cruz

29,

1'íaria Tereza Bezerra de Menezes Fontenele

-157-

Digitalizado
gentilmente por:

�30,

I»Iarlene Menezes de Albuquerque

31*

Nirvanda de Lima Medeiros

32,

Ofélia Maria Ifedina Landin

33»

Raimunda Iva Xavier Gouveia

34*

sálemraa t-íaria Lima Sugette

35,
3o,

Senhorinha Augusto Bezerra
A
Vania de Holanda Farias

37,

Vera Maria Gomes de Almeida

38,

Verbana Neiva Eulálio

39,

Zélia Souza de Oliveira

40,

Zildena Baima Amora

QUADRO

II

1,

Ana &gt;fa.ria Furtado da Costa

2,

Anete Aguiar

3»

Antonio Albuquerque Meirtins

4*

Ariceya Moreira Lima da Silva

5»

Coragao de I«Èiria 14atos Lago

6,

Elda Archer Serra Martins

7,

Evelyne de Almeida Braga

8,

lóle Moreira Maranhão

9,

Jeane de Alencar Pinto

10,

José de Ribamar Delgado Ribeiro

11,

Leonel Soares Lobato

12,

Mareia Maria Nogueira Prata

13,

Maria da Conceigao Souza

14»

Maria Darcilia Bezerra Monteiro

15,

Maria de Jesus Martins Braga

16,

Maria de Jesus Medeiros Muniz

17»

l^Iaria do Rosário Aqulno l^íatos

18,

Maria do Socorro Serra Lima

19,

l&lt;laria Heloisa Barbosa Gondim

20,

Maria Ismenia Peixoto Bezerra

21,

Mirian Elizabeth Jatahy de Albuquerque

22,

Rosilda Raposo Miranda

23,

Tereza de Jesus Saraiva Gamara

24,

Terezinha Rocha Grisostomo
-158-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�CQflSSmO REGIONkL DE BIBLIOTBGQMONfTA

PERIJàMBUGO

QUàDRO

I

1«

Adeilda Maria do Socorro Rigaud da Silva

2*

Agenor Mandes Filho

3*

Aida Nery da Fonseca de Aquino

4*

Alba l«cia Bezerra Monteiro

5*

Alcione Gongalves Vieira de Melo

6*

Alda Araújo de Carvalho Fsxtxandes

7.

Alda Costa Qomss

8.

Aline &gt;feiria Freitas Athayde Cavalcanti

9.

Ana ílávia Torres Pereira da Silva

10.

Ana Helena Montenegro dos Guimarães Wanderley

11*

Ana Isabel de Sousa Leão

12,

Ana Maria das Chagas Lins

13*

Andréa Galhardo Monteiro Motira

14*

Angela Maria Saraiva de Moura

15.

Anna Maria Bandeira de divelra l^ciel

16.

Annalucia Barros Coelho de Oliveira

17.

Antonio Nunes da Silva

18.

Aracy Magalhaes

19.

Ariadne Costa e Silva Abreu

20.

Aruza de Holanda Cavalcanti

21.

Aurea Xavier de Albuquerque

22.

Azenate Senna de Oliveira

23.

Benigna de Melo Calado

24.

Bemadete Pinto Vilela

25.

Berta Rosa da Silva

26.

Brani Gorodovits Margolis

27.

Cacilda Gonçalves Marçal

28.

Carmela Maria Lucena Cavalcanti

29.

Carmem de Andrade Mello Trajano

-159-

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�30,

Carraen de Farias Panet

31o

Carmen Rejanc Gomes de Carvalho Beirgetzi

32,

Catarina Pontual de Petrlbu

33*

Ceei Conte

34*

Celeste de Oliveira Azevedo

35,

Celia Caldas Veloso da ^ilveira

36 o

Ceres Rabelo Beirbalho

37,

Clarice I-laria Pontes de Lima Canto

3S,

Clea Dubeaux Pinto Pimentel

39o

Clicis de Almeida Alencar

40,

Consuelo I-fcntenegro Abath

41o

Cremilda Leda Pasquali Perruci

42,

Creusa da I-bta Valenga

43o

Dalka Alves Cartaxo

44o

Dalvanise da Rocha Silva

45o

Dayse Oliveira

46o

Denaura Barbosa Moreno

47o

Denise Moraes e Silva

48o

Dijane de Oliveira Borba

49o
50,

Dirceu Pedro' r-do
-Vé j ■ Nascimento
Djanira de Barros Carvalho

51o

Dolores Garcia Farrapeira

52,

Doralice Didier de 1-braes

53o

Doris dos Santos Dias

54o

Edilma Coutinho dos Santos

55o

Edine NÓbrega Lima

56,

Eliane Fontes I^kia

57,

Eliene Cursinho Lima

58,

Elza l-kria Pinto de Vasconcelos

59o

Emeide NÓbrega

60,

Éolo Ramos de A, Andrade Lima

61,

Ermelinda Maria de Mele

62,

Exigenia Correia Maranhao

63o

Eulina de Barros Correia

64o

Eunice Coutinlio Robeú-inho de Oliveira Cavalcanti

65o

Eunice Pessoa de Vasconcelos Dantas

66,

Eimice Ribeiro Barbosa

67,

Eutímia de Oliveira Lima

68,

Eva í4aria Viana Costa

-160-

Digitalizado
gentilmente por:

�69*

Sva Vieira da Süva

70*

Evane Rodrigues Machado

71.

Evangelina Souza

72*

Fernanda Ivo Neves

73*

Gilberto Nasciiaento

74*

Gilda Maria Whitaker Verri

75*

Gildete Moura do Figueiredo

76*

Giselda Maria de Moura Martins ^íDreira

77*

Gleyde Bezerra Costa

78,

Qlyce Gonjalves de Freitas

79»

Hebe Robalinho de Barros

80,

Helena íferia de Louvor Soares Borges

81,

Helena Pires lacerda

82,

Ida Brandão de sá Pessoa

83,

leda Ferreira de So\^

84*

Ua Rodrigues dos Semtos

85,

Uce Gonçalves Milet Cavalcanti

86,

Ihalda Loureiro Acioli Silva

87*

Inalda Monteiro Silvestre

88,

Iraci de Oliveira e Silva

89*

Irene Judith de Carvalho Marques

90,

Isavalda Maria Ferreira Lim

91o

Ivanilda Fernandes da Gosta

92,

Ivone da Cunha Andrade

93o

Jamira Guedes

94o

Jane Falcão íhrias

95,

Jeruza lyra Lucena

96,

Joana de Deus Santos Silva

97,

Jose Mussoline Brandão

98,

José ftitrício Bezerra

99o

José Pereira da Silva

100,

Josefa Pereira Barbosa

101,

Judith Gui.meurães dos Santos

102,

Kiola Kenna Ribeiro Alves

103*

Lais Galvao Cavalcanti laureano

I04o

Laura Mariz Rebelo

105*

Leonice Ferreira dos Santos Silva

106,

Letice de Oliveira Salles

107,

Ligia Souto de Araújo

-161-

Digitalizado
gentilmente por:

�108,

Lilian Saraiva Gamara

109,

Lindalva Lins de Oliveira

110,

Luba Diniz Pbreira de Mendonga

111,

Lucia Cai^lheira Cunha

112,

Lucia Helena Borges da Carvalheira

113,

Lucia Helena Cavalcanti de Albuquerque

n

Lucia Helena Motta CoUier

115,

Lucia lfe.ria Bezerra de 1'felo

116,

Lucia Maria Coelho de Oliveira

117,

Lucia l-Iaria de Freitas Brandao

118,

Lucia Maria Figueiredo Lima

119,

Lucia Maria Mota de Menezes

120,

Lucy Marques

121,

Margarida 1'fe.ria de Andrade Matheos de Lima

122,

Margarida Maria Fernandes de Almeida

123,

Maria Adelaide do Rego Barros
Maria Albina Simões

125,

Maria Aliette Peixoto Wanderley

126,

Maria Alves de Albuquerque

127,

Maria Anelcira Falcão de Barros

128,

Maria Angela Cesar de sá Leitão

129*

Maria Angela dos Santos

130,

Iferia Antonieta Oliveira de Barros Leal

131,

^feria Aparecida Esteves Caldas

132,

^kria Auxiliadora de Carvalho

133,

Iferia Bemadete de Queiroz Cavalcanti

134,

Iferia Carolina Moreira Alcides

135,

Maria Celeste Finno Pires

136,

Maria Christina Malta de Almeida

137,

Maria dara Cavalcanti dos ^antos

138,

Ifaria Cristina de Freitas Monteiro

139,

14a*ia da Gonceigão Baptista Castellar

14D,

Maria da Gonceigão Costa Luna

141,

Iferia da Gonceigão Lins de Albuquerque

142,

Maria da Glória de Souza Leão

143,

I&lt;bria da Guia de Queiroz Fernandes Melo

1 /,/,,

Iferia das Gragas Cavalcanti Modesto Martins Silvestre

145,

Maria das Gragas de Lima Melo

146,

Maria das Gragas Fíeire e Silva

-162-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

—

�147*

Maria das Graças Gonçalves Wanderley

148*

Maria das Graças Monteiro Rolim

149»

Maria de Fatim Pinto Diniz

150,

Í4aria de Fátima Vieira Peixoto

151,

Maria de Jestis de Souza Leao Albuquerque

152,

I^ria de Jesus de Souza Leao Veiga

153*

Maria de Lourdes de Arruda Melo

154*

Maria de Lourdes Diniz Gomes

155,

l-Iaria de Lourdes Dmraond Pinto

156,

Maria de Lourdes Freire

1S1»

Maria de LoiJrdes Gomes Cavalcanti

158,

Maria de Lourdes Guimaraes Ribeiro

159,

Maria Denise Travassos Sarinho de Almeida

160,

Maria do Carmo Corrêa Doraingues

161,

Maria do Carmo Guedes de Andrade

162,

Maria do Carmo Pontes Lyra

163,

Maria do Carmo Rocha da Cunha Barreto

164*

Maria do Carmo Wanderley de Miranda

165,

Maria do Perpétuo Socorro Gomes Barbalho

166,

Iferia do Rosário Cesar GongeúLves Bezerra

167,

Maria do Socorro Antunes Galindo

168,

1'feria do Socorro Barbosa

169,

Maria do Socorro Cabral Bezerra de l*Iello

170,

Maria do Socorro Meira Lima

171,

Maria dos Anjos Corrêa de Araújo Gaspar

172,

Maria Dolores do Rego Beutos Raposo

173,

&gt;kria Dulce Gonçalves de Melo

174«

Maria D\ílcinea Sales Dieis

175#

Maria Esteia de Souza Lyra

176,

Maria Fatima l-lachado

177,

Maria José Diniz

178,

Maria José Duperron Cavalcanti

179,

Maria José Pereira

180,

Maria José Soares da Fonseca

181,

Maria José Xavier de Albuquerque

182,

Maria Laura Santos de Menezes

183»

Maria Lecticia de Andrade Lima

184*

1'fe.ria

185,

Maria Lucia Cavalcanti de Moura

Guedes Al coforado

-163-

Digitalizado
gentilmente por:

�186*

Idaria Lucia de Freitas Almeida

187.

Maria Lucia de Freitas Monteiro

188.

Maria Lucia Duarte Santos

189.

Maria Lucia Itendonga Melo

190.

Maria Lucia Pimentel Palacio

191.

Maria I%ura Wanderley

192.

Maria Nazareth de Melo Fontes

193.

Í4aria Neusa de 1‘brais Costa

194.

Maria Ofélia da Silva Seixas Maia

195.

Maria Orlando de Andrade Bezerra Seixas

196.

Maria Salazar Venâncio

197.

Maria Socorro Rodrigues de Araújo

198.

Maria Teresa Amorim Pacoiaio

199.

Meiria Yvette Bezerra Cavalcanti

200.

Maria Zelia Costa Menezes

201.

I4aria

202.

Maria Zorica Leal de Beirros

203.

Maria Zuleide Rocha Accioly

204.

Marilda Trigo Lapa

205*

Marilena da Silva Monte

206*

Márilia de Dirceu Pinto de Souza

207,

1'fa.rilourdes Fernandes Dourado

208,

Marluce Teixeira Marinho

209,

Márlucy Farrapeira Ghada

210,

Martha Lobo Cabral de Vasconcelos

211,

Mercedes auto de Souza Leao

212,

I'íilton Ferreira de Mello

213,

Í-Iiriam Rushansky

214,

Mirtis do Andrade de Garrido Cid

215,

ífyriara de Lima Cavalcanti

216,

Nadia Ceres de Abreu Ifendes

217,

Naide Dionisio de Moraes

218,

Nair Goraos da Silva

219,

Nara Lins e Silva Pires

220,

Neide Lyra Pinto da Silva

221,

Neusa Ferreira da Rocha

222,

Nilda de Araújo Galvao

223,

Nilza Macedo Gomes de i-lattos

224,

Noemi de Albuquerque Cavendish

Zenilda Feitosa Barros

-164-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�225*

Norma Leite de Albuquerque I-laranhão

226,

Norma Maria Fernandes Nogueira

227,

Rachel Bordo Kaufman

228,

Rachel Rocha de Oliveira

229,

Risoleta da Costa e Silva

230,

Romelita Maxia Loureiro Porto Carreiro Carneiro Leao

231,

Rosa Iferia de Araújo da Costa Pereira

232,

Rosa Nila de Almeida Cavalcanti

233»

Rosali de Oliveira Almeida

234*

Ruth Costa de Andrade

235*

Ssifira Tavares Ferreira

236,

Sanea Maria do Rego Feitosa

237,

Severlno Silvio do 1-bnte

238,

Sheila de Almeida Leite

239*

Silvia Augusta 1'fe.rques

240,

Silvia Carvalheira Fernandes

241,

Silvia Gondim de Mendoza

242,

Sonia Almeida de Barros

243*

Sonia Maria de Souza

244»

Sonia Maria Pereira de Araorim

245,

Sonia Paiva Canços

246,

Susana Maria Meira de Vasconcelos

247,

Suzana de I‘üranda Henriques Ribeiro Gongalves

248,

Sylvia Gonçalves dos Santos Pereira

249»

Tania 1'faria Urbano da Silva

250,

Teresa Cristina de Andrade Maciel Schettini

251,

Teresa Cristina de Souza câraara

252,

Teresa Cristina de Souza Dantas

253»

Teresa de Jesxjs Pereira Ramos

254»

Teresinha de Jesus Duarte

255,

Teresinha Oliveira Peixoto

256,

Thereza Rosa Borges de Holanda

257,

Valdecila Costa Gonçalves de Brito

258,

Valquiria Lavareda Riboiro Lima

259,

Vanderli do Bom Parto Paes de Andrade Guinho

260,

Vera Lucia Costa Cavalcanti

261,

Vera Lucia dos Santos Chianca

262,

Vera Lucia Esteves Seabra

263,

Vitoria Maria Kessler de Almeida
-165-

Digitalizado
gentilmente por:

�264*

Voline Gardim

265*

Waldemar Bispo Duarte

266,

Zenaide 1'fendonga da Costa

267,

Zeny Rocha de Oliveira

268,

Zila da Costa 14amede

269o

Zoya Luzia Dias Calmon de Oliveira Cabral

270,

Zuleide Medeiros de Souza

QUàDRO

II

1,

Álba Rosa da Matta e Silva

2,

Albanlse Barbosa Pereira de Mello

3,

Ivonete da Silva Aragão

4o
5^

Josefa Marisa Brito de Melo
A
A
Leoncio Teixeira Gamara

6,

Maria Dulce labambo CoUassius

7,

Maria Idalina de Arruda Palcão Fonseca

Õo

Odete Santos Vasconcelos
/

-166-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�CONSELHO REGICIIAL DE BI3LIOTBC0NCIILI

CHB-5

BAHIA

QUADRO I

1,

Adalgisa Moniz de Aragão

2,

Adelaide Maria Veiga

3»

Aidil Lirio Melo da Silva

4*

Alice do Valle

5•

Almira Raupp

6,

Alzira Conceição Passo de Oliveira

7«

Amandina Angélica de Santeuia

8,

Ana Julina Barreto de Araújo

9»

Ana Maria Caldas Simas

10,

Ana I&amp;ria de Oliveira

11,

Analuce Vieira Regis

12,

Angela Maria de Barros Alonso

13,

Angela Maria Pinho Souza Bra^

14»

Anita da Conceição Costa

15*

Anna do Biro Silva

16,

Antonio Vieira da Silva

17,

Aurea Gomes Liberato de Tíatos

18,

Azenilda Maria Santos Soledade

19,

Cfindida Maria de Santiago Linhares

20,

Carmella

21,

Carmem de Preitsua Borja Guimarães

22,

Celeste Maria Oliveira Santana

23,

Célia Maria de Almeida Matos

24*

Célia Maria de Oliveira

25.

Célia Maria Nascimento Farias

26,

Ceres Iferia Andrade Soares

Regina de líattos

-167-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�27*

Clara Maria Weber Barreto

28,

Cleunice Diva Guimarães

29*

Climário Joaquim Ferreira

30*

Dalva da Conceição Natal

31*

Daria Mattos do Rio

32.

Denise Fernandes Tavares

33*

Dilza da Silva Rivera

34*

Dinah Terezinha dos Santos

33*

Dinorá Luna de Assis Quaresma

36,

Diogenisa Conceição B, de Oliveira

37»

Diogenisa Oliva da Silva

38,

Diolinda Margarida Rodrigues

39»

Dione Freire Costa

40.

Dircáa Maria Pinto Guimarães

41*

Diva Seixas de Lucena

42,

Djalma Lima Pereira

43*

Bdelzuita líarly Guimarães I«foreira Souza

44*

Edna Maria Brayner de Cerqueira

45»

Edna Maria Cardoso Fonseoa

46,

ERiana Maria Sampaio de Oliveira

47,

Eliete da Luz Alves

48,

Elvira Maria Aroucha de Santana

49»

Elza Celeste Figueiredo Sampaio

50,

Enoe de Souza Bernardes

51,

Esmeralda liaria de Aragão

52,

Esteares Rosa da Silva

53»

Eugenia Rodrigues Lima Tanajura

54»

Eurydece Pires de SanfAnna

55»

Felisbela Liberato de Matos Carvalho

56,

Flavia Branco Bahiense Guimarães

57»

Francisco Josá Liberato de Matos Carvalho

58,

Gilce Lima das Graças Borda

59»

Gilda Maria Pondé Bastianelli

60,

Gilda Pires Ferreira

61,

Gildete Barros Ti'''urcio
-168-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�62,

Glaucia I.fajria de Mattos

63#

Heduvigec de Sooiza Pontes

64»

Helenaura Mendonça Chetto

65*

Hortência Vieira Rocha

66,

leda l&amp;chado Ribeiro dos Santos

67*

Iguatemy de Souza Lima

68,

Ilka Ribeiro de Araújo

69,

lima Reis de Aragão

70,

lolete Santiago

71,

Iracy Borges Palcão

72,

Isabel MarçLues Chagas de Araújo

73»

Isnais Santana Dias

74*

Itair Melo de Oliveira

75*

Ivanise de Azevedo Tourinho

76,

Ivelise Porto Guedes

77*

Jacira Bandeira Alvares

78,

Jacy Pereira da Silva Moacyr

79»

Jaira Rebouças Tio

80,

Jane Shirley T, Oliveira

81,

Janira Almeida Mignac dos Santos

82,

Joselina Maria de Almeida

83*

Josenice Morais Coelho Teixeira

84,

Judith Celestino Mota

85*

Julieta Carteado Monteiro Lopes

86,

Juranice Matos de Souza

07,

Kâtia Maria de Carvalho Silva

88,

Leda Catarino Gomes Ribeiro

89#

Leda Margarida de Almeida Rabelo

90,

Leda Maria Angelin Teixeira

91*

Leda I-Istria Rabelo Noya

92,

Licia Maria Freire Branco

93»

Licia Maria Gumes

94*

Licia Maria Moreira Pontainha

95»

Licia Maria Vita do Eirado

96,

Licia Iferia Wagner Figueira

Mello

-16 9 -

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�9-7«

Licia Ifelo de Paiva

98*

Lina Maria de Castro Trigo

99*

Lindaura Alban Corujeira

100*

Lindoya Vieira de Carvalho

101*

Lisete Maria Bahia Monteiro

102*

Livinia de Arg6lo Bulcão

103•

Lucia de Oliveira Barros

104*

Lucia Melo de Vhlor

103»

Lucinda Belmiro de Santana

106,

Lucinda Ribeiro dos Santos

107*

Luisa Vaisconcelos de Jesus

108*

Luisa Paraiso Guimaraíes

109*

Magaly Barros Conceição

110«

Magnólia I&gt;Iaria da Mota Cedráz

111*

Maiza Santana Neves

112.

Ibrgarida GuerinurS Sampaio Qdelweiss

113*

Margarida Pinto Oliveira

114*

lfeu?ia Alda !&gt;lachado Santana

115»

Maria Angela Ferreira Gomes Lima

Il6«

Ifeu?ia Angela Spinola Principe de Oliveira

117*

Maria Augusta C, de Oliveira

118,

Maria Beatriz dos Santos Novaes

119*

Maria Bernadete da Cunha Amaral

120,

Maria Cira Padilha da Luz

121,

Maria Clotilde Braga Pinho de Souza

122,

Maria Consuelo Pinheiro Santos

123,

Maria da Conceição Carvalho de Freitas

124,

Maria da Conceição Lins Freire

125,

Maria da Luz Moncorvo Coelho de Sá

126,

Maria das Graças Burgos

127,

ílaria de Fátima Carvalho Rego

128,

Maria de Lourdes do Carmo Conceição

129,

liaria- de Lourdes Santos Almeida

130,

Maria de Nazaré Marques

131»

Maria do Carmo

trela Hoccovits
-170-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�132«

liaria do Carmo Pondô

133*

liaria Helena de Azevedo P6voa

134.

Maria Helena Saldanha de Barros

135*

Maria InSs Afonso dos Santos

136*

Maria José Rabelo de Freitas

137»

Maria Lucas Mattos

138»

Maria Li5cia de Goes Americano da Costa

139*

Maria Luoia P* Pederioo

140.

Maria Luíza Andrade Di Oiorgio

141.

Maria Luiza Brasileiro Pires da Rocha

142.

Maria I^la Ferreira

143.

Maria I^gia Alves de Souza

144.

Maria Miranda Carvalho Brito

145.

Maria Noide da Silva

146.

Maria Nelcy de Mendonça Leal

147.

Maria Meyde Silva Cruz

148.

Maria Nilza de Souza Silva Dantas Mendes

149.

Maria Salomé de Cerç.ueira Bastos

150.

Maria Stela Santos Pita Leite

151.

Maria Wilma D»Avila de Oliveira

152.

Iferiângela Pedreira

153.

Mariene Souza Nunes

154.

Marilena Lima Jfeithias da Silva

155.

Marilene Lobo Abreu Barbosa

156.

Marinha de Andrade

157.

Iferlane Maria Pereira Simões

158.

Iferlene Maia Moreno

159»

Marli da Vei^a Pessoa Barreto

160,

^&amp;rly Magalhães de Freitas

161,

Marly Oliveira de Andrade

162,

Mercês Carvalho Teixeira

162«

Milta de Azevedo Santos

163,

Minervina Mendes da Cunlxa

164,

Hiralva Helena Lemos de Santana

165,

Moema Figueiredo Brsisileiro
-171-

Digitalizado
gentilmente por:

�166*

Deir6 Brandao

167.

Hyrna liaria Dairó de SanfAnna

168.

Nadja F, de Souza

169.

Nair de Souza Rangel

170.

lleide Rodrigues Poggio

171.

Neuza Tinoco Melo

172.

Nidia Maria Lutisco Potella

173.

Nilza Maria Gouveia de Santana

174.

Nilza Medrado Santos Cabral

175.

Nilza Souza Santos

176.

Nina Maria Gesteira Duarte

177.

Noelia Rodrigues
da Silva
-

178.

Noreth Calraon de Cerq,ueira Ribeiro

179.

Nylda Moreira

180.

Octávio Conceição Mendonça

181.

Odete Conceição Oliveira

182.

Olívia Cardoso Barros

183.

Osvaldina de Jesus Machado

184.

Percília Fonseca de Santana

185.

Raquel Falcão de Almeida Souza

186.

Regina Lúcia Magalhaes Araújo

187.

Regina Santos Silva

188.

Rilza Crisóstomo Cavalcanti Sales

189.

Rosália Ovídio dos Santos

190.

Rosaura Lima Rocha

191.

Rosina Bahia Alice Carvalho dos Santos

192.

Ruth Machado José dos Santos

193.

Sandra Maria Mascarenhas Falcao

194.

Selma Guedes de Miranda

195.

Solange Maria Bittencourt Chastinet Guimaraes

196.

Sonia Glaucia de Freitas Fernandes

197.

Sonia Maria Costa Oliveira

198.

Sonia Maria Costa Santos

199.

Sonia Maria d'Oliveira Santos

200.

Sonia liaria Magalhaes Dias

Pontainha

-172-

3

Digitalizado
gentilmente por:

�201.

Suzana ílary Barroa Presídio

202.

Tereza da Costa Falcão

203.

Terezinha Costa Machado

204.

Terezinha Lins Rocha

205.

Thereza Maria Sá Carvalho

206.

l^erezinha Barros Conceição

207*

Vanda Angálica da Cxinha

208.

Vânia Mendonça do Oliveira

209.

Vera Ldcia Ãrgólo Cajazeira

210.

Vera Ldcia Costa Lins

211.

Vera Ldcia Ramos da Silva

212.

Vera Violeta Calasans Rodrigues

213.

Vorhena Carvalho Pondá

214.

Whnda Costa Marques

215.

Wilma de Albuquerque Franco

216.

Wilma de Moura Medeiroâ

217.

Yeda de Araujo Santa Sé

218.

Selia Maria Martinez Marques

219.

Zilda da Silva Bastos

220.

Zilma Antonio Lapa Monte Negro

221.

Zoraide Bastos de Santana

222.

Zuleica Palmeirim Freitas

-173-

Digitalizado
gentilmente por:

�Digitalizado
gentilmente por:

�CONSELHO RSGIOKàL DE BIBLIOTEGONOm
GR&amp;-6
Mims GSRàlS

QIADRO

I

1.

Adélla Nbrcia Velloso de Azevedo

2«

Affonsina Nogueira Lamonlor Ferrari/

3*

Alayde Pinto Coelho

4,

Alexandre do Espírito Santo

5*

Alvlna Ramos de Castro

6.

Alzira da Cunha Peixoto

7*

Ana Guimarães

8.

Ana Helena Goulart de Andrade Botelho

9*

Ana Lucia Brant de Menezes

10.

Ana Lucia Pereira Leite

U.

Ana Maria Athayde Polke

12.

Ana Maria Buccini

13*

Ana Maria BÚffalo

14.

Ana íferia Cardoso de Andrade

15.

Ana Maria de Mendonga

16.

Andréa Gonzalez

17.

Anésla Carvalho Lamego

18.

Angela Maria Cardoso Pires de Moraes

19*

Angela Maria Lima Ratton

20.

Angela Maria Meirtlns Vaz de Oliveira

21.

Angela Maria Santos Uchoa

22.

Angela Regine Slisabeth Lindnau Moura Costa

23.

Anna da Soledade Vieira

24«

Aima Elisa de Azevedo Meyer

25,

Annaiz Iferia Pereira Vial

26,

Auri Maria TAvonard dos Santos

27,

Auri Maria Vale do Amaral

28,

Bertha Kendler
-175-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�29*

Bemadete Santos Campeio

30«

Carllta Maria Campos

31*

Carmen Carvalho de Lena

32«

Carmen Pinheiro de Carvalho

33*

Celia Maria de Oliveira Pulgancio

34*

Cileia Gomes Paleiro Ferreira

35*

Clara de Àssis Magalhaes Gomes Paniago

36«

davidia de Vasconcellos

37«

Claudia Selrai-Dei Falei

38.

deusa Maria Cesar Magalhães

39*

deyde Marly Neves

40»

Decio Pereira de Vasconcelos

41-*

Oenia Diniz de Freitas

42*

Donise Magnolia Barbosa

43*

Dirce Maria Soares Penido

44*

Diva dos Santos

45*

Dora Martins Belém

46.

Sllsabeth Lutfy

47*

Sllsabeth Rodrigues Dleguez

48*

Estefania Rocha Paixão

49*

Esther Cerqueira da Silva

50o

Btelvina Lima

51*

Sunlce de Faria Lopes

52*

Eunice de Souza Pires e Albuquerque

53o

Eunice Maria Frota Ferreira

54o

Evmice Mendes Campos Magnanl

55o

Fátima de Souza Martins

56o

Geralda Maria Alves de Sousa Ministério

57o

Gerda Juliana da Abreu Machado

58o

Gllcy Ppo copio Pontes

59 o

Gloria Caetano da Cruz

60 o

Hayte Brant Aleixo Schmal

61 o

Helena Brasil Lopes Cangauio

62o

Helenice Lima Soriano CaMalade

63o

Heliana Cerqueira Silva

64o

Heloisa Angélica Corrêa Vrandecio

65o

Heloisa Guimarães Oliveira

66o

Heloisa Mxrie Donnard

67o

Hilda Carmen Plrani

-176-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�68,

lone Moura Bonfim

69«

lone Palm Lima

70,

Isabel Emilia Furtado de Azevedo

71,

Isis Palm

72,

Itália Sebastlana de Sá

73»

Ivana Cançxos Mendes dos Santos

74»

Izabel Maria Paulo Guilherme Zeh Pinto

75*

Jacy Pietra de Vasconcellos Moreira

76,

Jandira Batista de Assunção

77,

Jane Lovalho Mourao

78,

Jane Vargas Neto

79*

Jeannette Marguerite Kremer

80,

Jucy Borges

81,

Juliana Wanderley Nogueira

82o

Laura Martins da Costa

83,

Leda Pranciscsa Viana Pena

84,

Lenira Lucia Santos

85,

Leonor Rannó SaúLoraon

86,

Lia Inez Xavier Bicalho

87,

Lidia Alvarenga

88,

Lidia de Carvalho Serpa

89,

Ligia Bruzzi de Andrade

90,

Lucia de Moura

91o

Lucia Maria

92,

Lucia Maria de Oliveira Lage

93o

Lucia Mirla Pereira Diniz

94o

Lucia Pimenta Guimarães

95o

Lucia Victória de Avellar

96o

Luciana Pace Duarte Lanna

97o

Lucilia Lisboa Peres

98o

Lucy Gonçalves Fontes

99o

Luzia Maria Borges

100,

Luzia Penido de Resende

101,

Luzia Ramos Valadares

102,

Lydia Cristina Brunetta

103o

Magdala 1-lachado Arantes

104,

Malvina Gomes Santos

105,

Margarida Maria Soares de Moura

106,

Maria Albertina Ceimpos Weber

Alves

-177-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�107,

Maria Alice Schmidt de Andrade

108,

Maria Aline Tibxarcio Gançws Gonçalves

109,

Maria Angela Mouiao Mesquita

110,

Maria Angela Teixeira

111,

Maria Aparecida Rodrigues Cambraia

112,

Nfeiria Augusta da NÓbrega Cesarino

113,

Maria Auxiliadora Cameiro de Moura

114,

Maria Auxiliadora de Can^s Andrade

115,

Maria Beatriz Cameiro do Rezende

116,

Maria Cecilia de Souza Lima

117,

Maria Celia de Mouara Mattos

118,

Maria Ghristina de Mello Ferreira Pinto

119,

Maria Claudia Cameiro

120,

Maria Coeli Machado

121,

Maria Consuelo Xavier Lima

122,

Maria Cristina Balbi SoUero

123,

Maria Cristina de Oliveira Costa

124,

Maria Cristina Gontijo Ceseir

125,

Maria da Conceição Carvalho

126,

Maria da Glória da Castro Platrício

127,

í&amp;ria da Glória Ribeiro Soares

128,

Maria de Jesus Fonseca

129,

Maria de Lourdes Benfica

130,

Maria de Lourdes Borges de Carvalho

131,

Miaria de Lourdes Cortes Romanelli

132,

Maria de Lourdes Leite Martins

133,

Maria de Loxirdes Marques Guerra

134,

Maria de Lourdes Rodarte

135,

Maria de Lourdes Tito de Oliveira

136,

Maria de Nazeireth Souto ífeiior FiUizzola

137,

Maria Dias Bicalho

138,

Maria do Carmo Andrade Brandão

139,

Maria do Carmo Marinho de Oliveira

140,

Maria do Carmo Ramos

14L.

^faria Erailla Azevedo Reis

142.

Maria Eunico de Figueiredo Cunha

143.

Maria Eunice Mourao

144.

ífaria Evangellna Deschanqps Pires

145.

&gt;feria Francisca de Macedo

-178-

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�146,

Maria Helena Batista de Asaurujao

147.

'-laria Helena da Fonseca Costa Couto Gomes Pereira

US»

'4aria Helena de Andrade

149,

^laria Helena do Valle

150,

Maria Ignez de Faria

151,

^4aria José Gazola Ferreira

152,

Maria José Ias Casas Ignácio da Silva

153,

Maria José Portvigal

154»

Ç'laria José SoeLres

155,

^-laria José Vilella Paschoal

156,

I-laria Licia Bastos I4arques

157,

Maria Lourdes Freire

15ÍÍ,

Maria Lucia Amorim Borges

159,

Maria Lucia Donnard

160,

%ria Luiza Alphonsus de Guimaraes Ferreira

161,

^4aria Luiza de Almeida Carneiro

162,

Maria Luiza Nogueira Teixeira Pinto

163,

Maria I^rly de Sousa

164*

^'laria Marta de Moura Reis

165,

Maria Majrtha de Cai*valho

166,

Maria Regina Gongalves de Souza

167,

Maria Rita Aguiar

168,

Maria Salomé Reis

169»

f-Iaria Stella Penido Vannucci

170,

ífaria Tereza de Pinho Tavsires

171,

Maria Vera de Oliveira Rocha e Barcelos

172,

Maria Vllma Bertoni Gonçalves

173«

14ariangela de Macedo Cunha

174»

Marilia Almeida de Faria

175,

Marilia Alvarenga Rocha

176,

Marilia de Albuquerque SeúLgado

177,

Marilia Guimarães Lima Freitas

178,

Marilia Junia de Almeida

179,

Marilia Mendes Campos Versiani

180,

Marilia Pereira de Amorim

181,

Marilia Vidigal Carneiro

182,

Marina Camargos Tymburibá

183*

Marisa Lana Pessoa

184»

Í*lari3a Uzeda I^íascarenhas

^

-179-

Digitalizado
gentilmente por:

�185.

Marlene da Conceição Silveira

186.

Marlene de Assis Aguiar

187.

Marlene de Oliveira

188.

Marta Pinto

189.

Martha Mouro Ferraz

190.

Marysia Malheiros Fiúza

191.

Miriam Rocha de Araújo

192.

Monica Cardoso Pittella

193.

Nair Ponzio Teoharevic

194.

Neide Alves de Souza

195.

Nelia Auxiliadora Dupin Franco

196.

Neusa Maria de Magalhaes

197.

Neusa l-iaria Ferreira Campos

198.

Nicia Iferia das Graças Alves

199.

Niva Cerqueira Silva

200.

Norma da Silva

201.

Norma Guilhermina da Silva Almeida

202.

Norma Maria de Vasconcelos

203.

Odilia Claidc Peres

204.

Olegária Portela de Aguiar

205.

Olivia l-kria Lacerda Pereira

206.

Oralda Fllgueiras Bartolozzl

207.

Otilia Borja Pereira e Ferreira

208.

Patrícia Wanderley Borja

209.

Paulo da Terra Caldeira

210.

Paulo Tareisio Mayrink

211.

Raflsa Canais

212.

Raquel Maria de Souza Costa Sanches

213.

Regina l-feria Marlné da Cunha

2L4.

Regina Mai*ia Morteleto

215.

Rita Celeste BeOiia Horta

216.

Rita de Cassla Pereira

217.

Rosa Alice Godoy

218.

Rosa Maria Barreto Antuna

219.

Rosele Maria Rios Machado

220.

Rute dos Santos Rosa

221.

Ruth Versiani Tavares

222.

Samarltana Contljo Barbosa

223.

Sandra Maria Menezes Marques de Sousa

-180-

Digitalizado
gentilmente por:

�224*

Silvia Ladeira Purquim Wemeck

225,

Sofia Aparecida Gomes da Cruz

226,

Solange Soares Hostalácio

227,

Sonia Claret Torres

228,

Sonia MEiria Mascarenhas Dalle Motta Miranda

229,

Sonia Maria Fenido de Freitas

230,

Sonia Pereira de Cerqueira

231,

Sonia Queiroz Pontenelle

232,

Stella Maris Borges

233,

Suzy de Souza Queiroz

234*

Teresa de Carvalho Silva

235.

Teresinha de Lourdes Porto

236.

Teresinha Itoia de Sousa

237,

Thalia Costa Pederico

238,

Tharcilia Vivacqua Martins

239.

Théa Glad-ia de Linhares Godoy

240,

Thereza Maria Sotto Maior Esteves

24L.

Vania dos Santos Pontenelle de Araújo

242,

Vania Lucia Jardim da Silveira Pinto

243,

Vania Maria Correia

244,

Vania Van dar Maas

245,

Vera Glaaola

246,

Vera Lucia Alvim Soria Coelho

247,

Vera Lucia Soares Bastos

248,

Vera Luiza de Almeida Cesar

249,

Vera fhiria Cunha Nicolau da Rocha

250,

Verônica Stehling

251,

Violeta Garcia

252,

Virginia Guimaraes Bahia

253,

Waldett Vial Ribeiro

254,

Wilrna Fuchs

255,

Zilka Mendes Faleiro

/

Mourão

-181-

Digitalizado
gentilmente por:

|i"

�ttUàPRO

II

1,

Bi^ca da Conceição Teixeira

2,

Francisco Mstrinho dos Santos

3«

Hélio de Matos Gravata

4«

Maria Abraino Pinheiro

5.

Maria Aparecida Pinto

6o

Maria da Conceição Rodrigues de Freitas

7o

Maria Eugenia Guanabarino de S* Mello

8.

Maria Magdalena Ribeiro de Oliveira

9,

Miriam de Oliveira Martins Pereira da Silva

10.

Neide Azevedo Beaumord

11,

Walter de Mello Silva

/

-182-

Digitalizado
gentilmente por:

3

14

�CONSELHO RaaiOUAL DE 3I3LI0TEG0NaiLi
QSO-7

gUAMBARA

J.UADRO I

lo

Abd^arirao Madlan

2o

Ada Maria Goaracy

3*

Adalgisa da Silva Moraes

4o

Adelaide Berta Ribeiro

5.

Adelaide Prestes Maia

6o

Adelaide Vieira Pinheiro .

7o

Adelaydes Pinheiro de Araújo Feio

8o

Adelina Castelo Branco

9o

Adelrao da Silva

10,

Adezirene de Oliveira Cerqueira

11o

Adilia Florentina da Fonseca Santos

l2o

Afonso Celso Mendonça Paula

13 o

Aglacy Freitas de sá

14o

Agostinho Maciel

l5o

Agripina Cavalcanti Siqueira

lóo

Alayde Julia Bernardo

17o

Alba Abrantes Del Vecchio

18o

Alberto Nasclnento

l9o

Alcides Dias de Souza

20.

Alciretiia Leal Parrilha

21o

Alda Maria Gomes de Castro

22,

Alfida Silva de Andrade

23o

Alfredo Bastos de Miranda Jordão

24«

Alice Alves de Sousa Nascimento

25o

Alice Barros Maia

2Ó0

Alice Chaves de Melo

27o

Alice i-Iaria Pires Caldas

2S0

Alice 'ínrtins de Carvalho

29o

Alice Nasscr

/

-183-

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�ilice Principe Barbosa
íil^Tiira Lir.3 da Albuquerque
Álvaro Sobral Barcelos
Alzira iíaria Rodrigues Ferreira
i/najida Pereira Diniz Kand
Amélia de Figueiredo Land
Amélia I%ria Ferreira Borges
Amélia Rosauro de Almeida
Ana Kiajman
Ana Leopoldina Rodrigues Santos
Ana Lucia Alencar da Conceição
Ana Lucia Araújo do Couto
Ana Lucia de Ulboa Cavalcanti
Ana Maria Ayres Cguiiurça Lima
Ana Maria Azevedo
Ana liaria D'Ângelo Siano
Ana Maria Dantas Cavalcanti
Ana i-íaria de Andrade Rodrigues
Ana l-feria de Goes Andrade Costa
Ana Maria de Lima Brandao
Ana Maria dos Santos Rosa
Ana Maria Innecco Pereira de Mello
Ana Maria Maciel Martins
Ana Maria I-fettos de Lemos
Ana Maria Mayr
Ana Maria Pecorelli
Ana Maria Santos Thoraaz
Ana Maria Vareia Caruso
Ana Mary Valporto Peyroton
Ana Regina Soares da Silva
Anna Aliina 'iaddock Lobo
Ana Thereza Bley de Figueiredo
Anna Elizabeth Armstrong
Anna Ferrjira Parente
Anna Maria Bayma
Anna Maria Oliveira Pinto
Anna I^faxia Schimidt Belchior
Anna Maria Senna Sophia
Anam/uria Da Costa Cruz
Anamaria Severiano Ponce Maranhao
Angela Margarida Nascijiiento de Carvalho Barro
Ângela 1-faria do Castro Lyra Porto
Angela Maria Dias Peixoto
-18A-

Digitalizado
gentilmente por:

�73»

Angela Maria Ledo Fornsuidee

74»

Angela íiaria Nogueira Lopes

75*

Angela l^laria Vergueiro Borralho

76.

Angelina Guedes Pinto

77.

Àniza Moniz Aragao de Lemos

78.

Antoinette Llanche Marie Brosar

79.

Antonina de Mello Leal

80.

Antonio Caetano Dias

81.

Antonio Julio Salgado Pettezzoni de Almeida

82o

Antonio Simões dos Heis

83.

Antonio Teixeira Escudine

84*

Antonira

85»

Anyde Telles da Costa

86.

Aracy Alves Fernandes Guimaraes

87.

Aracy Oliveira l-lágalhães

880

Arminda Pedreira Heis Martins

89.

Arnaldo Paiva de Pino

90,

Aurora Vieira Hasseimann

91»

Avete de Almeira Simões

92.

Beatriz de í'bura Combacau

93.

Beatris lb.chado Bona

94»

Berenice Corrêa da Silva

95»

Berenice Luiz Fagundes Hibeiro

96»

Black Ghidalevich

97,

Cadem Soriano Mussatché

98,

Candida Monteiro de Castro Pedroza

99,

Carrnem Maria Carpes Neiva

100,

Carmen Campos Costa

101,

Carmen Corrêa Quadros

102,

Cari.ien Coo Rodrigues da Costa

103,

Carmen de Andrade Botelho

104,

Cariaen Fernandez Otero

105,

Carmen Luz Hibeiro

106o

Caraen Moretzshon

107,

Carmen Torelly 1'feurer

108,

Carmosina Novaes Ferreira

109,

Carol Lima de Vasconcellos Braga

110,

Cecilia Celeste Hibeiro Enout

111,

Cecília Duprat do Britto Pereira

112,

Cecília Lacerda Nunes de Andrade

113o

Cecilia Malizia Alves

114.

Cecilia Maria do Nascinento Soares

115o

Cecília Nogueira Trindade

Saramago Bastos

^

-185-

Digitalizado
gentilmente por:

|i"

�116»

Cecilia Soares Brandão

117o

Celeste Aida Hamos Bessa

118o

Celeste Ferraz de Magalhães

119 o

Celia de Queiroz Balteur

120,

Celia Ribeiro Zaher

121»

Cely de Souza Soares Pereira

l22o

Charlote Preudenfeld

123 o

Cineida l-loreira Itonteiro de Castro

124»

Clara de Oliveira Roselli

125*

Clarisse Guimarães da Rocha

126»

Claudia Âbigail Costa laux

127»

Claudia Albuquerque 1'íaranhão da Amoriin

128»

Claudia Cerqueira Negrão

129o

Claury Costa Horylka

130»

Clea de Mello Belletti

131«

Clea Fonseca Pizetta

132»

Clea l»farques Ferreira

133»

Clea Rodrigues Chaves Rotelia

134»

Cleber França

135 •

Clelia Maria de Mello e Silva

1360

Cleusa 1'faria Cesar Guimarães

l37o

Cleusa Maria Magalhaes Khair

1380

Colraeia de Vasconcellos Ferreira

139o

Consuelo Bittencourt Chermont de Britto

140»

Corina Helena Barros Teixeira

141»

Crerailde Affonso Araújo

142o

Cinthia Ines de Gentil Cabral

143 o

Dagraar Este ves Dias

144o

Daisy Alves da Cunha

145 o

Dal va I^íaria Monteiro de Castro

146.

Damares Bacellar Santos Bragança

147o

Darcilia de Freitas l-íendes

I4S0

Darcy Figueira Prado

149o

Dea 1'fa.ria Cordeiro de l-lello

I5O,

Dea Santos de Araújo Coutinho Amadeo

I5I0

Dea Xavier l-Ioreira

l52o

Delce Silva

l53o

Denise Lima Mascarenhas

l54o

Deoclecio Leite de Macedo

l55o

Deodato Muniz Rezende de Carvalho

1560

Desiree Baptista Corrêa

l57o

Diana Alves Curty

Guimaraes

-186-

Digitalizado
gentilmente por:

�158»

Diana Justo Coachman

l59e

Diléa Pedrosa de Albuquerque

160,

Dilma Ribeiro Furtado

161,

Diomar da Silva Ramos

162,

Dirce Campos de Itoraea

163,

Dolores Rodrigues Perez

164,

Domingo Gonzalez Cruz

165,

Dulce da Fonseca Fernandes da Cunha

166,

Dulce Leite Gomes de Pinho

167o

Dulce Lontra Netto

168,

ádelweiss Stumff de Maracaja

169,

:idgard Abreu Farias da Silva

170,

ádgard lauria

171,

Jádila Butori Rivera

172 o

iidina Taunay Guimaraes do Amaral

173,

fidinea Simões Reis Navegantes Oliveira

174,

iSdix Inez Dias Ferreira

175,

íldith de Souza Gouvea

176,

fidueirdo Valdetaro da Fonseca

177,

ED-ba Quedes Arueira

178,

Elida Aparecida Sampaio Itilholiand

179,

Eliana Andréa Basbaum Magoulas ^

180,

Eliana da Silva e Souza

181,

I

Eliana liar cia Vilela Gomes Soares

182o

!
I

Eliana Maria Gonçalves NÓbrega

183,

Eliane Carino Salomao

184,

Eliane de Oliveira Saboia Ribeiro

185,

Eliane Quadros de Castro

186o

Eliane Ribeiro Denizot

187o

Elidia Victoria da Silva

188o

Eliezita Roracy de Carvalho

I89,

Elisa 1-feria Brum Pinheiro

I9O0

Elisabete Kazan Schimidt

I9I0

Elisabeth Augusto do Carvalho

192,

Elisabeth Schneider

193,

Elisabeth Tavares

l94o

Elizabeth Georgette Neviere

195 „

Elizabeth &gt;fcLria Ramos Caiveilho

1960

Elizabeth Maria Schuter Vasconcelos

197o

Elizabeth Villaça Wanderley

198,

Elmano Paiva dos Santos

199,

Eloisa Carvalho Pimentel
-187-

Digitalizado
gentilmente por:

�200.

jSloisa lelana de Oliveira Caldas

201o

Elsy Guiinaraes Ferreira Pereira

202o

Slvia

203,

Slyanna de Niemeyer Mesquita

204,

ülza de Oliveira Campinho dos Santos

205o

Slza Fontoura de Andrade

206.

31za Lima e Silva Maia

207,

i21za Maria Gontijo de M, Gomes

208,

jdlza Mattos da Silva

209o

filzira Silva

210o

£my do

211.

Fneida Fontes Vieira

212.

Sponina TLmotheo da Costa

213.

Srraelinda da Silva

214.

listela Jansen Marques

215.
216.

Suclydes da Costa Lima
A
Fugenia Vendrameto Peres

217 o

Eulalia Ferreira de Souza

218.

Eulalie Ernestine Ligneul

219.

Sulina Cláudio da Silva

220.

Eunice Alves Numan

221.

Eunice Cabral Zoéga

222.

Eunice Silva Santos de Souza

223 o

1

Amarail Pamplona

Euphemia do Ceu Guedes de

Amorim

Evelyse Maria Valladão Freire

224.
225.

de Andrade

'

Faraildes Fernandes Ventura

226.

Felicidade da Graça Santos Torres

227 o

Fernanda Figueiredo Saraiva Sanches

228.

Flávia Rubens Accioli Prado

229.

Flora King

230.

Flora Maria Resende Libanio

231.

Floripes I^fendes Castilho

232.

Francisca Barros Penna Firme Blanes

233.

Francisca Buarque de Almeida

234.

Francisca Marcondes Portugal

235.

Francisca Pessoa Coelho

236.

Francisca Ribeiro Salgueiro Felisberto Souza

237.

Francisco das Chagas Pereira da Silva

238o

Francisco de

239.

Francisco Figueiredo Luna de Albuquerque

240o

Frida Garbati

2a.

Frida Issler

Almeida Oliveira

-188-

Digitalizado
gentilmente por:

�242.

Gaisa Brandão

243.

Geisa Fi£:ueiredo líitidieri

244o

Genovava 1-laria Pires Ferreira de Almeida

245.

George Cunha de Almeida

246o

Geraldo de Abreu Camargo

247o

Garaldo Martinelli

248.

Gerson Alves I^tllanez

249o

Giannetto Joffily Pereira da Costa

250.

Gilda Bastos de Menezes

25I0

Gilda de Almeida Dias

252.

Gilda Duarte Alves

253o

Gilda Gama de Queiroz

254.

Gilda Goedert Massari

255o

Gilda Hollender Martins

2560

Gilda 1'íaria Braga

257.

Gilda Maria Pinto

258.

Gilda Maria Rodrigues I^rques

259.

Gilda Nunes Pinto

260o

Giselda Fonseca Lima

261.

Gislene Figueiredo da Costa e Souza

262 o

Gloria Maria Teixeira Grego

263.

Graciema Fibger Lopes

264.

Guaraciaba Faria de

265.

Guilma Vidal Viruez

266.

Guioraar de Mattos Goulart

267.

Guiomar Dias de Carvalho

268.

-lagar Espanha Gomes

269.

Hároldo Estefanio Pacheco

270.

Hávilah Cunha Pinto

271.

'lebe Apparecida Teixeira da Cunha

272.

Hedine l^ria Jansen Counago Novelle

273.

Hedvrig Brunow

274.

Helena Corrêa Machado

275.

Helena de Mirainda Rosa e Souza

276.

Helena Maria de. Costa Azevedo

277 o

Helena Medeiros Pereira Braga

278.

Helena Soares Brandão de Oliveira

279.

Helene Caraara de Broutelles

280o

Helenir Coutinho

281.

Helenita Pinto Rodrigues da Fonseca

282.

Heliane de Mello Fonseca

283.

Heliane I-Ioreira de Barros

y

Rolim

Azevedo Coutinho

Ferreira

-189-

Digitalizado
gentilmente por:

�284.
285.
286.
287 o
288.
289.
290o
291.
292.
293.
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297.
298.
299 o
300o
301.
302.
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3O80
309.
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311.
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314.
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316.
317.
3I80
319o
320.
321.
322o
323.
324.

lelio do Albuquerque
Heloisa áe BuatEimente Cruz Sacco
Heloísa de Carvalho Cabral iopea
Heloísa Leite Soares de Azevedo
Heloísa Lohinann Falhares
'ielolsa 1'Iarla Navarro da Costa Salles
Heloísa Novaes Hering
Heloísa Rios Gusmão
Heloísa Tardin Crlstovão
Hermlla Alclna Pereira de Figueiredo
Hilda Lucia Alves de Medeiros
Hilda Soares Braga
Honorina de I-léllo Domingues
A
Hòrtencia Silva
laci Waldiria de Sampaio Pires
Ida Araújo Arruda de Albuquerque
Ida Maria Cardoso Lima
Idalia Carmen Raymundo da Silva
Idalina Rocha Pinto
Ignácia Pires Jatobá
Ilda Centeno de Oliveira
Ilda Mòrelli

Alvarenga

Iliria Therezinha Buede
Ilka da Costa Paiva
Use Dumpel Cesar
Use ítoller
Hza I«ite de Azevedo Santos Lopes
Ilza Teresa Bastos Vlegas
Inah de Oliveira Mendes
Ines Portinari Pinto de Carvalho
lolanda Silveira Pereira
lonia Pinto Bastos
Iracema Celeste Rodrigues Monteiro
Iracema Oliveira de Macedo
Iracema Rodrigues Gonzalez
Iracy Alves Fernandes Guimarães
Irene de Menezes Doria
Irene Gerber Figueira da I-lello
Irene I-tonteiro Reis
Irene Roxo Freitas
Isa Brandao Araújo
Isabel Pereira Meireles

-190-

Digitalizado
gentilmente por:

4ÇS?

I"

�326.

Isaura de Souza

327o

Isaura Maria Barrozo Sardinha

3280

Isis Castelo Branco

329*

Iva

330.

Ivanir de Souza Pinto

33I0

Ivete de Gateno

332.

Iza Araújo de Alegria

333®

Jacy Escolástica dos Santos

334®

Jandyra Rodrigues Figueira

335®

Jannice de Msllo Mònte-Mor

336.

Jeanete da Silveira Lopes

337®

João Carlos da Silva Borda

338.

Joao Carlos Gomes Ribeiro

339®

Jorge Pereira da Silva

340®

Jorge Santos

341®

José Carlos Abreu Teixeira

342.

José de Carvalho Accioly

343®

José íiigo Fernandes de diveira

344®

José Luiz Braz de França

345®

Jucy Aparecida Néiva

346®

Julia Corrêa da Silva Freire

347o

Julia Godois Vianna

3480

Julieta Nunes Bastos

349o

Julieta Villela de Andrade

350®

Junia Maria de Andrade Lopes

351®

Jupira da Silva Barbosa

352.

Juraci Mendes Rodrigues

353®

Juracy de Alencar Santiago

354®

Jurema Barbosa Diério

355®

Jussara Correia Pinto Rodrigues

356®

Jussara Rocha da Silva

357®

laire Barreira Gadelha

358®

laura Beirreira Merched

359®

Laura l&amp;ia de Figueiredo

360.

Laura 1-Iaya Werneck l-Iagalhães

361,

Léa Almeida Chaves

362®

Léa da Motta Fernandes

363®

Léa Gerevine

364®

Lea GuimEiraes Almeida

3650

Léa Maria Barbosa Damiano

366,

Lecy I^lária Iteiiz Caldas

367®

Leda Maria da Silva Santos

Alves de Almeida

Chaves

-191-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�368,

Leda Hotta Tortelly Costa

369,

Lelia Galvao Caldas da

370,

Lena Venia Ribeiro Pinheiro

37I0

leni Cardoso Veloso

372o
373*

I«nira de Ifcraes Martins
A
Lenira lacerda da Camara Lima

374»

Leobina Lins e Silva

375*

I«onor Goos Telles do Amaral

3760

Lia Galdo Fomra Damasio

377,

Lia Gomes Peregrino da Silva

378#

Lia i'lanhae3 de Andrade Frota

379»

Lia Temporal Avena

380o

Lieny Cunha do Amaral

38I0

Liette Cravo de Mattos Rodrigues

382o

Ligia I-laria de Barros ífeia Serrao

383o

Ligia 1'fe.ria Fontoura Vigne

384o

Lila Leite Ferreira

3850

Lilia Teresa Vasconcelos Torres

3860

Lilian Maria Braga

387o

Linda Toop

3880

Lisa Freudenfeld

389o

Lisete Amaral de Sousa

390,

loida Vaz

391o

Lucia Duthu de Cerqueira Lima

392o

Lucia Helena de Castro Ificerda

393o

Lucia Helena de Oliveira Doffrayer

394o

Lucia Judith Galvao Lardosa

395«

Lucia íferia Califfa

3960

Lucia Maria D'Abreu Gomes I^ite

397o

Lucia l-laria de líacedo Rego

3980

Lucia liaria Gouveia

399o

Lucia Maria Virgilio de Carvalho

400,

lucia Mendes Ribeiro

401o

Lucia Regina de Paula Basílio

402,

Lucia Schleram Borgly

403 o

Lucilia líeyer Friedmann

404o

Lucy Domingues Escobar

4050

Lucylea Ferreira Zappa

4O60

Ludmila Popow

407o

Luiza America de Almeida Wishart

4O80

Luiza Feio Victorino

409,

Luiza M'oura Ribeiro

Cunha

-192-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�ao.

lulza Ramoa Bernardi

ai.

lAizia Helena de Araújo Goes

a2.

luzia lacerda de Araújo Feio

a3.

luzinete de Lima lamenha

04.

Lybia de Magalhães Garcia

05.

Lydia de Leorne Menescal

O6o

lydia de Queiroz Sambaquy

07.

Lydia Maria Cambacau de Miranda

08,

Lydia Padilha Gomes da Silva

09.

Lygia da Fonseca Fernandes da Cunha

420.

Lygia de Lourdes Saide

421.

lygia líazareth Fernandes

422o

Magali Garcia Cremona

423.

I-^gda Schieck Chaves Lopes

424.

í-íagnólia Freire Coqueiro Mendes

425.

1'felvina Kraizer

426.

1'fenoel Adolpho Víanderley

427.

MarceILa Cheferrino Martini

428.

Mareia Carvalho Rodrigues

429.

Mareia de Castro Faria Graça I-Ielo

430.

Mareia Japor de Oliveira Garcia

431.

Mareia Maria Erthal Serrão

432 o

Margarida Maria de Magalhaes Figueira

433.

Margarida Maria Galrao

434.

Margarida Nunes Senda

435.

Margsürida Rinelli de Almeida

436.

Margarida Vianna Marques

437.

r-iaria Alexandrina da Costa e Souza

438.

I^ria Alice Amaral Paternot

439.

l-feria Alice Batista Mansur

440.

l^íaria Alice Castelo Branco

40.

Maria Alice Giudice Barroso Soares

442.

l%ria Alice MLgliora

443.

liaria Alice Tacques do Rego Monteiro

444.

Maria Amélia Vale Barreto Vianna

445»

l^ria Ambrosina Paes lennes

446.

Maria Amélia de Mendonça Lemos

447.

Maria Amélia Martins de Araújo

448.

Maria Amorim Wiedemann

U9.

Maria Angela Moutinho Reis

450.

Maria Antonieta Requiao Piedade

451.

Maria Aparecida Bransford de Oliveira e Borges

Gerdeira

-193-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�452.

Maria Aparecida de Aboim Aranha

453.

Maria Aparecida Trindade Cabral

454.

Maria Barbosa Alves de Brito

455.

Maria Beatriz

456.

Maria Bentes de Carvalho

457.

l”íaria Carraen de Menezes Raposo

458.

Maria Carolina Motta MLnelli

459.

ilaria Cecília de Queiroz Egteves

460.

Ifeiria Cecilia Malta Valle

461.

tferia Celeste Espínola Guedes

462.

Maria Celia da Matta

463.

Maria Celina de Faria

464.

l'faria Celina Studart de lavander

465.

l^íaria Clea Machado Ferreira

466.

l^ia Cleide Bomfim Almeida

467.

fferia Cristina de Oliveira Coutinho

468.

Maria Cristina Ferreira de L^mn leal

469.

Maria Cristina Mesquita Fontes

470.

Maria da Conceição Bravo Barbosa

471.

Maria da Conceição de Olivaes

472.

Maria da Conceição Freire DÓria

473.

Maria da Conceição &gt;fertins Castelo Branco

474.

Maria da Conceição Ribeiro de Oliveira e Souza

475.

Maria da Cruz Santos

476.

l-faria da Gloria de Araújo Ifarrison

477.

l'íaria da Gloria Leal Ivo de Carvalho

478.

Maria da Gloria Stroebel Carneiro

479.

Maria da Gloria Tavares ft*ice

480.

Maria da Graça Amorim Moreira de Souza

481.

l^ria da Graça Maciel de Araújo Penna

482.

l“Soria da Penha Araújo Mattos

483.

í'íaria da Penha Ceu^neiro Monteiro

484.

'■feria da Penha de Miranda Pinto

485.

1'faria das Graças Nascimento Vieira

486.

Iferia das líeves França Leite Kruger

487.

Maria das Neves Tíiederauer Tavares Cavalcanti

488.

I-laria das Vitórias Casado Rego

489.

Maria de Fatima Baird Rosas

490.

Maria de La Encarnación de Espana Iglesias

491.

iferia de lourdes Aroso Mandes

492.

iferia de Lourdes Claro de Oliveira

493.

Maria de Lourdes Corrêa e Castro Sampaio

Gouvea Pontes de

-194-

Digitalizado
gentilmente por:

Carvalho

�494»

Maria de Lourdes Gill

495»

&gt;íaria de Nazareth Fendt

4960

&gt;feria de Nazareth Ferreira Faria

497»

Maria de Nazareth l&lt;lontojos Tacques

498.

I-Iaria de Pompeia Araújo Lima

499*

Maria do Carmo das Neves e Alves Dias

500,

Maria do Carmo de Almeida

501,

Maria do Carmo Soares Cordeiro

502,

Maria do Rosário de Quadros Junqueira

503»

Maria Dagmar de Lima

504»

l^laria Diva Soares-de Oliveira

505»

Maria Dulce legoeiro de l-Iagalhaes

506,

Maria Edileuza Cavalcante Renault

507o

Maria Eliza Pimenta Baptista

5O80

Maria Emilia Fernandes Costa

509o

Maria Ercinda Esteves Pires

510*

14o:ia Feijo de Souza

5II0

l«laria Helena Bentes Baptista

512 •

Maria Helena Couto Duarte

513 o

Maria Helena da Silva

5i4o

Maria Helena de Souza ítoiiz

515»

Maria Helena Gomes da Paiva

516.

Iferia Helena Mazzillo Calazans

517•

Maria Helena Ramires Lopes Gomes Freire

5I80

Maria Helena SeJ-gado dos Santos

519o

Maria Herbinia de Oliveira Braz

520,

Maria Idalina Magalhães Pereira Baltazar

521.

^feria Ignez Azambuja Lemos

522#

Maria Ignez de Collo Dias

523o

Maria Ines D'Avila Pilla

524o

l-faria Inez Affonso de Araújo

525o

Mfeu^ia Inez Maranhão Gomes Ferreira

5260

Maria lolanda Mezavilla

527o

Maria Irlandia de Almeida Farias

5280

Maria Isabel Cabral da Freuica

529o

Maria Ivo Ferreira Santos

530#

l%ria José Braga Dias da

531o

Maria José Calmon de Britto Magalhaes

532o

I^laria José Cerqueira Lima

533o,

Maria José de Souza Bizarro

534o

íferia José dos Santos Freitas

535 o

I-laria Jose Miranda Sepulveda

.

Costa

-195-

Digitalizado
gentilmente por:

^

�536.

liaria Jose Rodrigues de Souza

537.

Maria i&lt;atia de Mondonça Maia

538.

Maria Lucia Antunes lagaz ■

539.

I-laria Lucia Behring Coimbra

540.

l^íaria Lucia Castelo Branco

5a.

liaria Lucia Costa Ferreira

542.

Maria Lucia de Gusmão Pereira

543 o

l-feria lucia Pires de Amorim

544.

l^ia Lucia Poubel Bastos

545.

1’laria Lucia Xavier de Brito 14iller

546.

Maria Luiza Campos Ramos Martha

547.

Maria Luiza de Souza I^lattos Bujacher

548.

l^ia I^za do Herval Fernandes da Silva

549 o

Maria Luiza Fernandes de Carvalho

550.

Maria Luiza Loures Rocha Perota

55le

Maria luiza Raposo Nlina rfehrs

552.

Maria Luzia Cerqueira dei Valle

553.

Maria Lygia Barreira da Fonseca

554.

Maria Magdala de Abreu Paiva

555.

Maria 1'fergarida Albano Bento Ribeiro

556.

Maria Mirto da Silveira

557.

Maria Ifylce de I^íendonça Taveira

558.

Maria Parente Napoleão

559.

Maria Perpétuo Socorro Benages Gonçalves

560.

Maria Regina da Cunha Azevedo

561.

l%ria Regina Gomes

562.

Maria Regina Valle de Cocq d'Oliveira

563.

Maria Risoleta Braga de Andrade

564.

Maria Salete Costa Ceirvalho

565.

Maria Salome Costa

566.

Maria Salome Pedrosa Caldas

567.

Maria Sueli Carneiro Alencar

568.

l-kria Sylvia Lindgren Alves

569.

Maria Tereza Coutinho

570.

Maria Tereza de Siqueira

571.

Maria Tereza dias da Silva

572

Maria Tereza Fialho Barcelos

573.

Maria Tereza Guimarães Ferreira de Albuquerque

574.

í-faria Tereza Gusmão

575.

Maria Tereza Parente Napoleão

576.

íferia Tereza Rego Teixeira

577.

Maria Tereza Ribeiro Massow

Digitalizado
gentilmente por:

•

'

Martins Secco

-196-

3

"

�578.

Maria Terezinha de Miranda Pinto

579.

Iferia Thereza de Avila Pires

580.

Nfauria Thereza de Mello e Souza

581c

Maria Therezinha MarirJio Scaldini

582o

l%ria Victoria Pinto Coelho

583 o

Maria Vido

584o

&gt;fciria Virginia Ruas Santos

5850

Maria Walda de Aragão Araújo '

5860

Maria Zilma de Cavalcante Queiroz Barros

587.

Morieta latorre

5880

Marllde Maria &gt;fethilde Santiago

589o

Morileide Dias Lima

590*

Marilena Bastos Ribéiro

591»

Marilena Leite Paes

592o

Marilena Possato Saraiva

593o

Marilena Soares Viana de Oliveira

594o

Morilene Nogueira Nunes

595»

Morilene Silveira Lima Teixeira

5960

Morilia Coelho NÓtrega Martins

597 o

Morilia Gama Canetti

5980

Morilia Penteado Procópio Rodrigues Valle

599o

Morilia Pereira de Carvalho -

600o

1'krina da Silva Parreira

601o

íferina de Barros Franco

602o

Marina Fanfa Ribas

603o

Marina Montero Ferreira de Souza

604o

Marina Pinto Pereira

605,

Marinalda de Arruda Melo

606.

i-íário Augusto Paixão Passos

607o

Mario Ferreira da Luz

6O80

íferisa Trivella

609o

I'ferisa Vidal dos Reis

610o

íferistela Torres Potiguar

611.

Irrita Borba de Araújo

612o

I^ferlene Inácio da Rosa

613 o

&gt;íarlene l^rinho Moraes

614o

líarlene Meireles

615o

MarIene Monteiro de Castro

616.

j

'

Marlens Silva

617.

Marlisa Nordskog Duarte

618.

I-íarlise Rezende de Aguiar

619o

Marlu de Oliveira Vitorino
-197-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

^

.

3

�620o

l-krly Jobim Gomes

621o

í-feirly Medeiros Barbosa

622o

Marly Tapajós de Souza Guariglia

623 o

Marta do Rosário de CeirvsJ.ho Barbosa

624»

Marta Paruolo

625»

líary de Nazaré Fernandez Sanchez

6260

ríary Socei Camelier

627o

Maryse Alves Coelho de Lima

628,

Ikryse Teixeira Spinola

629 o

ilathilde Napoleão Haddock Lobo

630*

Matilde Benchimol

631»

Mercia SanfAnna Sampaio

632.

Mereda Fiorillo Bogado

633*

Mila Rabello Saldanha

634o

llira Chigres

635o

Miriam Figueiredo Vieira da Cunha

636»

Miriam Yanitcheis

637»

Moema Cruz Perrone

6380

I-fonica de Castro Faria Neves

639»

%lene Ventura de Mello

640»

I«fyriam

64I0

I^na Therezinha Oliva Tietbol

642#

i^thes Iferia Freire

643 o

lyrtila

644o

Nadir Duarte Ferreira

645»

-ladir Regina Titton

6460

ííadyr Seba Silva

647o

Nair Lopes de Oliveira Pujol

6480

Nair Marques Lisboa de Freitas

649o

Naisa Peluso de íiiranda

656c

Nancy do Carmo Speranza Monteiro

651»

Nedra Barros Graça

652o

Nellie Figueira

653 o

Nely Marad

654o

Neomisia Maria de Macedo Rego

655©

Nereida Salazar Bergo de lacerda

6560

Neusa de Araújo Prado

657o

Neusa de Noronha Santos

6580

Neuza Bressane

659 o

Neuza do Nascimento Kuhii

660,

Neuza Satiko Hirota

661.

Neuze Martins

Tavares Kauss

Gomes Cavalcanti

Franco
-198-

Digitalizado
gentilmente por:

-li/

�662 o

Neyde dos

663»

Neyde Lyra Pinto da Silva

664*

Neyde Mello de Almeida

665.

Nice Santos Correia

6660

Nilce 1'íartins de Almeida

667.

Nilde Ferreira Gamara

6680

Nilza Apparecida de Freitas da Silva

669.

Nilza Bretas

670.

Nilza Dolores de Carvalho

671.

Nizeth lázara Gohen

672.

Nolka Nascimento de Freitas

673 o

Norma de Oliveira Lima

674.

Norma Fonseca Paiva

675 o

Norma Maria Fonseca Dantas

676.

Norma Moraes Thebaldi

677.

Norma Saraceni

678.

Norma Stenzel

679.

Norma Toop

680.

líylma Thereza de Salles Velloso Amarante

681.

Octavio Guilmar da Silva

682.

Odete Senna de Oliveira Penna

683 o

Odila Passos

684c

Qlga Castro Acatauassu Nunes

685.

Clga de Freitas

686.

Olga Machado de Luna Freire

687.

Qlga Pereira de Andrade

688.

Olinda íii^el Lucidi

689.

Olivia de Oliveira

690.

Orlando da Costa Ferreira

691c

Orlando de

692 o

Otto Naltz

693 c

Ozea Botelho Fernandes

694c

Ozilda Garcez Peixoto

695o

Palmira Moreira Dias

6960

Raquita Pereira da Costa

697.

Paulo Cezar Franco Pereira

6980
699.

Paulo PY Cordeiro
A
Prudência Yolita de Aquino

700.

Rachel Tavares Joffily Bezerra

701.

Raimunda Emilia Barbosa

702.

Rebeca Salama

703.

Rebeka Tiorany de Alencar Osário

Santos Soto

Vilela

Almeida

-199-

Digitalizado
gentilmente por:

�704.

Regina Beatriz Valle Barreto Vianna

705o

Regina Celia Breviglieri Herlin

706o

Regina Celia Vogei Teixeira

707o

Regina Coeli Teixeira Brasil

708.

Regina Helena Lefayette Pinto

709.

Regina I«cia Costa Rodrigues Lobo

710.

Regina Lucia de Almeida Bakker

711o

Regina Lucia de Carvalho Fonseca

712 o

Regina Lucia Dias da Silva

713.

Regina Macedo Caldo

714o

Regina Iferia de Sa Neves Monteiro

715.

Regina í^feria Gaio

716o

Regina Maria Itoura

717.

Regina Maria Moutinho Gouthex Pedarnaud

718.

Regina í^fciria Soares de Oliveira

719 o

Reinaldo Corrêa Bispo

720o

Renato Gaudie Ley Linhares

721.

Risoleta Carmen Pimentel

722o

Roberto Clins de Mello

723.
724.

Roberto Jose Nogueira
A
Romulo Baptista Morato

725o

Rosa Kolody

726o

Rosa 14aria Cândido de Oliveira

727.

Rosa ifeiria Moraes Rego Santos CarveúLho Castro

728.

Rosa Maria Oliveira Grande

729.

Rosa Maria Rinaldi

730.

Rosali Pacheco Fernandez

731.

Rosane Teles Lins

732.

Roselyz Guadalupe Dinamarco Feitosa

733 o

Roseraary

734.

Rosimar Torres de Mello Littell

735o

Rosina Maria l^Iazzillo

736.

Rosines Medeiros Vale

737.

Rosy Bleggi Peixoto

738.

Ruth l^íaria Carvalho Fangueiro

739.

Ruth 1'fertins de Magalhães

740.

Ruth Villela Alves de Souza

741.

Ruy Carlos Bizarro Nanderley

742.

Saide ;iaddad de Castro

743.

Semiraimis Siqueira de Giacomo

744o

Senia Sampaio

745 c

Sheila Gomes

Salgado

-200-

Digitalizado
gentilmente por:

�74Ó.

ailea Castro da Silva

747.

Silvia Helena de Oliveira Grande

743.

Silvia Maria Gurgel Nogueira da Franga

749»

Silvia Regixia de Oliveira e Silva

750.

Silvia Hejane Britto de Mello

751»

Silvina da Cunha Gonçalves

752.

Solange Fei-nandes Meurtinez

753.

Sonia Cristina de Oliveira Grande

754.

Sonia de Campos Ifello

755o

Sonia Grilo Pontes de l'íir£inda

75Ó0

Sonia Guanabara Pinto

757.

Sonia Msiria Caldereuri Boscardin

7580

Sonia Maria de Magalhaes Castro Reray

759o

Sonia Iferia Loureiro

76O0

Sonia Maria Santiago Dreyssig

761.

Sonia MEiria Stevanin de Oliveira

762 o

Sonia 1'fe.ria Vieuma Asaiag

7Ó3.

Sonia Pimentel Ramos

764.

Sonia Regina Faber Torres

7Ó5.

Sueli Angélica do Amaral

766.

Suely da Silva Ifendonga

767o

Suely do Carmo Bellas

7680

Suely Cambraia Alves

769.

Suzana Milanes Cavalcanti de Albuquerque

770.

Suzana Tavares Price

771.

Sylvia Cavalcante Pereira Nunes

772.

Sylvia Guedes l^fcurtins Costa

773*

Sylvio do Valle Amaral

774»

Tania Aparecida de Carvalho Vieira Nizzo

775»

Tania Mara Guedes Botelho

776.

Telma de Menezes Sevallio

777o

Telma Teles de Freitas

778.

Tereza Cristina Santos do Carmo

779»

Tereza da Silva Aguiar

780,

Tereza de Magalhães Requiao

781,

Tereza do I^nino Jesus Niederauer Tavares Cavalcanti

782o

Terezinha 'fermont

783.

Terezinha Lima Novilla

784o

Terezinha Lindgren Carneiro

785o

Terezinha Menezes

786,

Thais Caldeira Henriques

787o

Thereza Ferreira de Carvalho de lemare

Ernesto

-201-

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�788o

Thereza Sita de Cars

789 o

Ulrike Gertrud Cefa Wehemeier

79 Oo

Uraberto Pereira

791.

Uyara Alves Schiefer Junqueira

792.

Valdete Airão

793.

Valéria Oeircia da Silva Maron

794.

Vania Lucia Diz

795.

Vania 1-fa.ria de Almeida Rabello

796.

Vera Almeida de Oliveira

797.

Vera Lucia da Costa Mouren

798o

Vera Lucia Fernandes Alves

799.

Vera Lucia Gress Pereira

8C0.

Vera Lucia liedina Coeli

801,

Vera Lucia Paracampos Silva Lijna

802o

Vera Lucia Silveira de Almeida

803 o

Vera 1'laria Almeida de Abreu

804.

Vera I-laria Corrêa

805.

Vera Maria do Couto Corrêa

806.

Vera Maria Furstebau

807o

Vera Maria lage Pontes

808.

Vilma Andrade de Lemos Cordeiro

809.

Vilma da Costa

810,

Vilma da Silva Lauria

8U.

Virginia de Castro Hodrigues

812 o

Virginia Doyle Louzada

813.

Xavier Placer

814o

Walkiria de Almeida

815.

Walkyria Toews de Oliveira

81Ó.

Walter Pontas Teixeira

817.

'Janda Coelho Silva

818o

Wanda Costa Spinelli

819 o

iJanda Ferreira de Zouza

320.

Jilma Sleggi Peixoto

821.

'Jilma Teixeira Gonçalves

322.

Wilson Magalhaes Gama de Araújo

323 o

Yeda Gappo Vianna de Brito

324o

Yedda liaria Lobo Xavier da Silva

825o

Yolanda Teixeira Vieira de Andrade

826.

Yvette Fernandes Lima

327 o

Yvonne Iforeira Hodrigues Barbosa

328.

Yvonne Rasina Constantino

329 o

Zelia Maria Vasconcellos Ramos
-202-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�830,

Zenia Brava Bittencourt

831.

Zenilda Binotte de Almeida

832 o

Zenilda l^laria Almeida Muller

833o

Zilda

834o

Zulea Guimaraea de Souza

835»

Zuleika Sapucaia Durval

836.

Zulrtia Iva Ramos de Brito

837,

Zulraira Branco Canário

Galhardo de Araújo

/

—— 000 —

-203-

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�/

Digitalizado
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�ÇO'1331/ÍO HaGIOKÂL DE BIBLiar^GONg-IIA
CRB-7

ampRo

II

I.

Accacio Vaz

2*

Aclair Ramos de Oliveira

3»

Aida Baltar I-íoreira Pinto

4«

Alcidia Wanderley de Miranda

5*

Alcir Guimarães Chaves

6.

Alexandre Passos da Silva

7»

Alice de Agiiirre Horta Beurbosa

8*

Ana Barbosa Cavalcanti de Amo rim

9»

André Demidoff

10,

Angela Carneiro Felippe Vianna de Lima

II,

Anny de Almeida Rodrigues Pereira

12,

Antonio Rodrigues Piraentel

13,

Apparecida l^rina Mendes LÔ

14*

Aracy Carvalho Belfort

15,

Aracy Coelho Pontes

16,

Arnaldo Gonçalves de Brito

17,

Arthur Luiz

18,

Augusto Souza Meyer

19»

Aurea Maria Freitas de Carvalho

20,

Beatriz dos Reis Carvalho

21,

Benjamim Mello

22,

Birthe Gudrun Lerche

23,

Branca Rosa Meninéa de Mello

24*

Carmen Serra de Oliveira

25,

Cecy Fagundes Ribeiro

26,

Celia ^felria Pereira Pizzéquero

27,

Dahyl Benévolo Agtiiar

28,

Diva DÓria

29,

Deusdedit Leandro de Oliveira

30,

Djalma Coutinho Rebuzzi

31,

Edel de Cerqueira Gomes

32,

Edyr da Aquino

33»

Elias Apóstolo Marchetto

34»

Elias Jorge da Gosta

35,

Eliseu Fernandes Pinto

Rabaça

-205-

Digitalizado
gentilmente por:

�36,

Elizabeth Louse Úrsula Mtaigard de Magtlhaes

37,

Elza Cavalcanti Albuquerque

38,

Elza Coelho Vital

39,

Enunanuel Adolpho Pinheiro Haaselmann

4D,

Esther Almeida dos Santos

41,

Esther Fortuna Teixeira

42,

Emice Alves de Lima

43,

Patina de Jesus Rebello Neves

44*

Felicidade da Silva lto*tins

45,

Geraldo Barbosa

46,

Gloria Duze Simonetti Bello

47,

Gloria 1-ferly Duarte Nunes de Carvalho Fontes

48,

Guelfo Oscar Oswaldo Cançiglia

49,

Helena Palmeira

50,

Helena Sampaio da Motta

51,

Hercilia de Souza

52,

Hesperia Zuna de Rosco

53*

Inah Oyrino Werhoenen

54*

Iracema de íiueiroz Camargo

55,

José de Araújo Coutinho

56,

José de Britto Reis

57,

José Duarte de Faria

58,

José Lima de Carvalho

59,

José Silva Leal

60,

Josephina Oiticica Harris

61,

Juracy do Couto Monteiro

62o

Juremdyr Teixeira de Carvalho

63,

Leila Nogueira Filpo

64,

Leocadia da Silva Martins

65,

Leonor Sampaio

66,

Lisette Barbosa Moreira Araújo

67,

Lucia Feital do Amaral Caldeira

68,

Lucia Franco Lopes

69,

Luiz Carlos Rodrigues de Novaes

70,

L\aiz de Souza Lima

71,

Luiz Rosso

72,

Luiza de Carvalho Bela

73,

lygia Fernandes do Oliveira
A
i-largarida Diniz Caraara

74,

-206-

Digitalizado
gentilmente por:

�75.

Maria Amélia Porto Migueis

7ü,

Maria Erailia Ámareil de Mello e Cunha

77.

Maria Baker de Andrade Botelho

7f5.

Maria d'Apparecida Maffra

79»

Maria Bdith de Avellar

50.

Maria Erailia Pinto Gomes

51,

Maria Esther da Costa Santos

82,

Maria Esther Ximenes

83,

Maria Ilka da Silva Ifonteiro

84*

Maria Imaculada de Miranda

85,

Maria José de Andrade Costa

86,

Maria José de Carvalho Pacheco

87,

Maria José dos Santos Brura

88,

Maria Luiza da Costa Denot

89,

l^ria Luiza de Barros Gomes Reis

90,

Marilda Oliveira de Moraes Cardoso

91,

Maryse lAfayette Tapajós Gomes

92,

ífyrthes da Silva Ferreira

93,

Ifyrthes dos Santos Teixeira

94*

Musmé Machado de Fabris

95,

líagilda Gaglione da Silva

96,

Nair Augusto Carneiro

97,

Nathalia Alves Ferreira Ramos

98,

Nazian Azevedo de Itoraes

99,

Neyde Pires de Carvalho Pacha

100,

Newton Canç&gt;os de Araújo

101,

Nilza Bivar Soares Dias

102,

Nizethe Barbosa do Nascimento

103,

Odete Silva da Brito Magnan

104,

01ga Cruz

105,

Oscarina Prado Boiteux

106,

Oscarina Xavier da Silva

107,

Otilia Brasil

108,

Paulo de Toledo Castro

109»

Pedro Corrêa de Aquino Netto

110,

Regina Alves Vieira

111,

Rita Luiza Junqueira Drumond

112,

RÓmulo Fuirtado Cesarino

113,

Ronald Frederico dos Santos I-bntoiro

-207-

Digitalizado
gentilmente por:

�114o

Rviy ^avr.ro.T Dnanmond

115.

Salvadora Rodrigues de Souza

13.6.

Seraphini Chaves da Costa Megraes

U7.

Sylvia Reis Brs.ga

IIP,

Therezinlm de liaria Marinho de Carvalho Smith

119,

Therezinlaa iarish Ferreira

120,

There^inha Porto

121,

Venicio Ribeiro de Oliveira

122,

Vicente Prancinnr de Oliveira

123,

Walderaar Raposo de Almeida

124,

Waldyr Camil.ln de .attos

125,

Wanda Faracampos Silva Lima

126,

Wilina Schaefer Corrêa

127,

Wilma Teixeira Gonçalves

12B,

Wilson iiagalhaes

129.

Zenira Queiroz de Araújo
/

Gama de Araújo

o 00

-208-

Digitalizado
gentilmente por:

�CONSELHO RSGIONAL DS BIBLIOTECONOMIA
CRB-^
SÃO PAULO

QUADRO I
1,

Abigail de Barros Mello

2.

Acstcio Jostf Santa Rosa

3»

Adail Odin de Arruda

4.

Adalbert Torok

5»

Adalgiza Perracini

6.

Adalgiza Milameto Ponseca

7.

Ada Tereza Spina Martinelli

8.

Adília Garcia Prei

9.

Adhemar '.íatzl Barreto

10.

Adília Tei^zinha Cançado

11.

Adma Eid llavarea de Araújo

12.

Aida da Silva Alves Pezi

13*

Alair de Alencar Lui

14»

Alayde 5b,ria

15*

Alba Regina Caldeira Pb,cioli

16.

Albertina Wellicham

17.

Alberto Scripilliti

18.

Alda Escobar Steagall

19.

Alda Guilherme

20.

Alderica Barboza Mearim

21.

Alfredo Américo Hamar

22.

Alice Camargo Guarnieri

23»

Alice de Preitas Vilalva

24,

Alice Gonçalves Strazzacappa

25.

Alice Maria de Moura Lima

26,

Alzira Eeko Puruya de Carvalho

27.

Amília Maria Moreira

Herndndes

-209-

Digitalizado
gentilmente por:

3

1

�Amélia R:-.malho'
Amélia Sadumy de Aloé
Amélia Shizuko Kojé
Ana Cristina da Costa Pires
Ana Gabriela Pedroso
Ana Helena Azevedo de Assis Oliveira
Ana Lucia I.íaia Bonato
Ana Luiza Pereira Abraraides
Ana Luiza Vieira Fonseca
Ana Maria Cardoso de Araújo
Ana Maria Costa Gianciarullo
Ana Kaiia de Arruda Camargo
Ana Maria de Camargo Schmitzler
Ana Maria de Mendonça
Ana Maria de Oliveira Telles Nunes
Ana Maria de Salette Pinheiro Lima
An^ Maria de Santa Eulália Guedes
Ana Maria Fernandes
Ana Maria Pedroso Voss
Ana Maria Rode11a CorrSa
Ana Maria Silveira Barone
Ana Maria 7a.i.a.
Anna de A evedo Antunes
Anna Gagliardi Queiser
Anna Luiza Silveira Kairalla
Anna ílaria de Selleo Freire
Anna Maria Machado "Bambellini
Anna Maria Silveira Câmara
Ana ir de Lima Monteiro de Bru^
Angela do Aguiar iíhitaker
Anita Augusta Solfa
Anneliese Carneiro tia Cunha

-210-

�60«

Amvy Brtmner Peanet
Antonia Garribeiro do Amaral

&lt;52,

Antonia Weinzierl Ribeiro da Silva

63*

Antonieta Angelina Costa Travassos

&lt;54»

Antonio Gabriel

65*

Antonio Stingel

66,

Anunziata Santos Abreu Cardoso (láximo

67.

Aparecida Bonavita Soares

68,

Aparecida Walqpiiria Fagundes Montagna

69.

Aracy dos Santos Souza Patrocinio

70,

Aracy Siras Qaroia

71,

Aracy Girâo Fragata

72.

Aracy Ventura Gomes da Cruz

73.

Ariadne Corbari Qrion

74»

Arinda Araújo

75.

Acmara Fantozzi Giorgetti

76.

Assunta IJovelli Bronzatto

77.

Astrid Breuel Wiesel

7^-.

Augusta Amélia Sobral Gustavo

79.

Augusta Assruni

80.

Aurea Beatriz Siqueira

81.

Ayda Gerpa Conte

82.

Beatriz Almeida

83.

Beatriz Bergonzoni

84.

Beatriz Constança Meirelles

85.

Beatriz Cortez Nogueira

06,

Beatriz Olegôrio I)'Amore

87.

Beatriz Pereira da Silveira Sudário

88.

Beatriz Silva Ferreira

89.

Benilda Jos6 de Souza

90.

Benir Uehara

91.

Bemadete Penalva da Silva

'

-211-

Digitalizado
gentilmente por:

�92.

Brasília de Souza

93»

Cacilda Basilio de Souza Reis

94»

Cantldio Corrôa de Toledo

95.

Carmem Aleixo Nascimento

96.

Carmem Arruda Botelho Lorena

97.

Carmem de Angelis Nicoletti

98.

Carmem Maria Sette Guizo

99»

Carmem Prates Valls

100*

Carmem Sylvia Arantes Leal Aguiau^i

101,

Carmem Sylvia Motta Franco de Lacerda

102»

Carm.inda Nogueira de Castro Ferreira

103*

Carolina Bressiau A\ist

104.

Catharina Cristoforo Henriques de Araújo

105*

Catharina da Assumpção Russo

106,

Cecilia Andreotti Atienza

lOT.

Cecilia dc Tamandaré Uchoa Gomes

108.

Cecilia Ernestina D*0ttaviano Armentano

109.

Cecilia Guarnieri Denari

110.

Cecilia Helena Sartorelli Kehl

111.

Cecilia Mitsvíko Kiyazawa

112.

Cecilia Possolo laraarino

113.

Celestina Bianco Conca

114.

Célia Melon Reiggio

115.

Célia Nunes Rosa

116.

Célia Sizidío Miyashiro

117.

Célia Wolff

118.

Celina Muniz de Souza

119.

Celina Teresa Magalhães Ippolito

120.

Celso Pousa

121.

Ceres Wemeck da Silva

122.

Chaia Ziria Eisenbaum

123.

Charitas Marialuise Edle Von Gtisseck Glankirchen

-212-

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�124.

Ciiristina liaria Godoy

125.
126.

Cibele Camarco de Oliveira
t
Cibele Santini

127.

Cibéli Martins Domingues

128.

Clara Thereza Holtkauzen de Almeida

129»

Claudete Cury

130.

Claudia Maria Diniz Spinelli

131.

Cleide Maria de Luca

132.

Cleide Martins de Oliveira

133.

Cleusa Aiirelia Theresinha Maradei

134»

Cleusa Duarte

135.

Cleyde Jorge

136.

Clôris Alessi

137.

Conceição Apparecida Aranha Monteiro

138»

Consuelo Godoy Damasio

139.

Consuelo Stamato Cupini

140,

Cora Lacerda Cordeiro Garcia

141*

Cristina Antonio Capriolli Lodi

142.

Cristina Atsumi Nagahashi

143.

Cristina Estevam

144.

Cyra iJlaria de Almeida Dias

145.

Daisy Pirés Noronha

146.

Darci Assaco Kaneko

147»

Darci Pellegrini Zerbinatti

I4C,

Darclée Arena Daumas

149»

Darcy Mitsuko Kitano Ilamaoka

150»

Dasy Maria de Moura Prado

151.

Daura Fonseca Raposo de Mello

152.

Déa Gonçalves Arantes

^53.

Deana Rosa Assef

154.

peisi Darci Miriau Levi

155.

Deisi Loureiro Giaco Metti

-213-

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�136*

Denioc líaxia de Lima Go^lld

15Y«

Dina liaria Bueno Moretti

Ijb,

Binah Appareciãa de Itello Aguiar Poblocion

139»

Diva Carraro de Andrade

160«

Diva Cioni

l6l«

Diva Mau?ia Oallucci

162.

Dolores Ayako Yoda

163*

Doralice Nicoluoci GonieB Bernardo Soares

l64,

Doroty Francischelli Mattos

163«

Doloe Dias Moreiza

166•

Dulce Srminia Souto Nocetti

167»

Dulce Inês Rodrigues Marangoni

l6tí«

Dulce Odete Pinto da Fonseca
Dulcinéia Dilva Jacooini

170.

lüdena Spaciani

171»

Edilze Bonavita Martins Mendes

172,

Edite Maria de Lima Santos

173»

Edite Martins Carolo

174.

Edith Barth de Freitas Lorctti

175»

Edith Beatriz Sachs

176,

Edith Corrêa Praga Moreira

178,

Edxnea Gorga

179,

Edna Alves de Almeida Moreira

180*

Edna Maciel

iCl,

Edna Maria Gonçalves Knorich

182«

Edna Maura Valério I^jiitioe

183»

Edna Pivi

164»

Edna Teresinha Rother

183*

Edneuza Sousa Póvoa

Ibó,

Edy de Mello Mattos Warschauer

187»

Egla Mastrangelo

188«

Elena lakako Mizuta

-214-

Digitalizado
gentilmente por:

�189»

Elga de Souza Ffeistore

190.

Eliana Aparecida Belluomini

191«

Eliana I^zzari Tolentino

192.

Eliana Pettinati

193.

Elisabete Vital Guimarães

194.

Eüisabeth Bitchamaya Chammas

195»

Elisabeth Rocha Pimenta

196.

Elisa Helena Andrade Costa Vieira

197.

Elizabeth Azaline Rodrigues

198.

Elizabeth Carneiro Campos

199»

Elizabeth Iladdad

200»

Elizabeth Mareia Martucei

201.

Eliza Moniwa

202.

Eloá Gonzaga Muniz

203.

Eloisa de Almeida Prado

204.

Elsa racheco e Silva

205»

Else Yvonne Pinto da Silva Cruz

206.

Elvina Pellegrino Faciornik

207.

Elza Corrêa Granja

208.

Elza Guinarães da Costa

209»

Elza LÔbo

210.

Elza Lyrio Mello

211.

Elza Maria de Miranda e Silva

212»

Elza Maria de Souza Hladdad

213»

Elza Marina Pereira da Silva Sandoval

214.

Elza Yulaie Maeda

215»

Emiliana Ignes Guimarães Arantes

216.

Enaura Maria de Pádua Camargo

217»

EJnilda Maria da Roclia

218.

Enny Dias

219.

Eny de Oliveira e Silva

220.

Eonice de Souza

221.

Ercília Maria Aparecidíi. Albertini

Monteiro

222. Ercy Fatrizi Jorge
-215-

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�223*

Esmeralda Ferreira Pinheiro Luoas

224*

Estella Ferraz Costa Negraes

225*

Ester Keiko Ishida

226,

Eufélia Camargo Pupo de Paula

227,

Eugênio Martinez Oomes

228,

Eimice Diva Garcia da Silva

229*

Eunice Petrillo Scavone

230,

Eunice Rheifranck Ribeiro Costa

231«

ífva Leonor Pb.nny Stem

232,

Eva Tereza de Figueiredo

233»

Bfvanda

234»

Evandro Aliieve Prado

235*

Bvangelina Temple Garcia

236,

Bveline Maria Casale Luochese

237»

Fanny Amado

238,

Pb-nny Berti

239*

Fh,ride Dabague

240,

Ptítima Gobbo

241,

PStima Helena Marques Lima

242,

Pb,usta Aparecida Silva

243*

Fernanda Imparato Piochi

244»

Plavia Simieri

245,

Flora de Barros Giufe

246,

Plorinda Kazuko Shimazaki

247,

Francis Baptista Sierra

248,

Francisca Pimenta

249»

Francisca Ribeiro Mira de Assumpção

250,

Gabriella Menni

251»

Gabriella Monteiro de Carvalho

252,

Genes ííaria Nogueira Bastos

253»

Geraldina Ferreira de Toledo Piza

254«

Geraldo Leme Silva

Aparecida Verri Fhulino

-216-

Digitalizado
gentilmente por:

�255*

Giacomina Del Valle de V&amp;z F^ldini

256»

Gilda Helena Gandolfo Rigato

257.

Gilda Varoli

258.

Gilza Rocha Secchi

259»

Gisela Guimarães Krauser

260«

Gisela Vicente de Azevedo

261,

Giselda de Souza Peldman

262,

Giselda Ribeiro de Souza

263»

Gladys Teixeira Cesar de Oliveira

264.

Gláucia Helena Barbosa

265«

Gláucia Maria Ayres Brandão

266.

Graça Maria Simões Luz

267*

Graziella Seixas de São Tiago

2Ó8,

Graziella Talleri

269*

Guiornar Augusta de Carvalho Franco

270.

Guiomar Pinto da Fonseca

27 !•

Hajdée de Mii«.nda

272.

Haydée Polito Peris

273»

Hebe Arantes Lima

274»

Hebe Prado Cacharias

275»

Hedda Maria Margarita Wamcke

276,

Heidi Aparecida Terezinba Epiphanio Wolf

277»

Helena loshico Miura

270,

Helena Margarida Teixeira de Castro

279,

Helena Maria Josephina Litjens

280,

Helena Mhirdaui

281,

Helena MCnica Comália Defilippi

282,

Helena Pimenta

283,

Helena Souza e Silva de Oliveira

284#

Helenice Gomes

285.

Helga IIse Ramcke

286,

Heliette Marques Marques

-217-

Digitalizado
gentilmente por:

�287»

Heloisa Andrielli

288,

Heloisa de Almeida Prado

289»

Heloisa de Arruda Camargo Mansur

290.

Heloisa de Oliveira Perro Antunes de Siqueira

291»

Heloisa Liberalli Bellotto

292»

Heloisa Maria Amorim

293*

Heloisa Villaboim de Carvalho Pombo

294»

Henny Petersem Prança

295#

Henriete Simões Perreira

296»

Henrique de Moraes Bastos

297»

Hermínia Muzanek

298,

Hermínia Natividade RSgo Earros

299*

Hilda Jensen Rovai

300,

Hilda Maria Ramos Duarte

301,

Hilda Therezinha Pecora Lisboa

302,

Hiroko Uchida

303»

Hisaco Toda

304»

Hisami Kurihara

305»

Hulda Olail de Carvalho

306.

Hylga Soulié

307.

Iara Cassiano Ricardo

308.

Icléa de Siqueira Vidal

309*

Idaty Guerra Brandão Onaga

310,

Idelma Preitas F&amp;gliusi

311,

lêda Ponseca da Silveira Polegatti

312,

Ignez Maria Biondo São Pedro

313»

Ileana Maria Pioarelli

314»

Ilka de Lourdes BrandSo Bezerra

315»

Ilka Maria Marohesem

316,

lima Aparecida dos Reis

317«

Ilsa Bierrenbach de Litra

318,

Ilse

t

Pranco do Amaral

Pranceschini

-218-

Digitalizado
gentilmente por:

�319*

Iná Bentim

320*

InetJb de Anhaia Leite .

321.

Inara Figliolia Maz^ins Ffetssos

322.

InSs Maria de Noraie Imperatriz

323*

loshico Arima Abukawa

324*

Iiaoaoa Mocoelin

323*

Iraci Feroandaa

326.

Irene de Oliveira Santos Befilippi

327»

Irene Lerche Bleutério

328,

Irene Maria Meneguetti

329»

Irene Santini

330»

íris de Pinheiro Vuyth Kronsforth

331»

Imna Block

332*

Isahel Maria de Castro Ferreira

333,

Isa Maria Alves Fernandes

334*

lukie Ujikawa

335.

Ivany do Carmo Guidolin Gerola

336*

Ivete Maria Melare

337o

Ivete Rondinelli Pari

3380

Ivone Itílama

339o

Ivonete Poschini Klein

34O0

Ivone Vilalva

341o

Ivonne Bueno de Barros

342o

Jacqueline Braga Montenegro

343,

Jacy de Oliveira

343,

Jamile Japur

344,

Jandira Alves e Silva

345,

Janeta Zaidman Charatz

346,

Janete CicUClia Lishoa

347o

Janeti Lourdes Bomhini de Moura

348,

Jasmira Marqties de Oliveira

349,

Joana Margarida Violini Sohelini

-219-

Digitalizado
gentilmente por:

�330*

Josefa Nacx:o Uratsuka

351*

Joeephina Tuna

352*

Jxiarez Benedioto Cordeiro

353»

Judith Rabeca Schleyer

354*

Julieta Hasoitti

333*

Jviracy Ghislotti Âranda

336#

Jurena Ferraz Cardoso

337*

Karin Ella Irma Sommer

338*

Keiko Abe

339*

Laila Baddad

360.

Laila Ralml

361«

Lais Fernandes de Carvalho

3Ó2*

Lais CSodoi Cones

363*

Laiz Gonçalves HLtoaer

364*

l&amp;ura do Vai Penteado

363*

La^oa Cazxiia lúoreno Russo

366*

latira Kikue Nasuno

367»

Laura Ilarques

368*

Laura Llenezes de Castro

369*

Laura Petracco Ruiz

370.

Laura Rosa dc Af^ostinho Azar

371*

Laurita Peatzeck Senra

372.

Lêa Víanda !b,urano Cstronoff

373»

Leda Amélia Bicalho

374»

Leda Aparecida Piason Leite da Silva

375»

Ledo CCrrea Porto de Canpos Camarco

2,'JC,

Leda ííacco

377»

Leila Aparecida Russulo Brandão

378#

Leila Bdorab

379»

Leila Lisete Pencoa Nobre

38.0.

Leila Incalliães Serlotti Mercadante

381,

Leila Maria Torres Rossette

-220-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�Leila ITovaes
3Ó3*

Lcilah Paroni Medeiros

3C4*

Lelia Vásconcellos de Mello Barreto

385,

L61ia Vercesi Mader

386,

Lenice Iteunájsio da Silva

387,

Lenira Lima Melo de Carvalho

38-8,

Leonilda AiJ^sta Bincoleto de Freitas Baeno

3C9,

Leonor liaria Margarido Bertocco

390»

Leopoldina Angelina dos Santos Oliveira

391*

Ida Becker Rocha

392#

Lia Matos da Veiga

393»

Ida Torezinha de I^iva Ramos

394*

Liana Catharina Lomhardi

395»

Líbia Harumi Sekito

3S?&lt;5«

Idcinia Pereira de lAma ITigro

397*

Ligia dos Santos França

398,

Ligia CJullo

399*

Ligia Scaranelli Homem de Mello

400.

Lila Mlan Bania

401.

Liliana Malzoni

402.

Lillian Thestrup laconis

403*

Lily Margaret Kolb Aranjo

404.

Lina Pia Sleonora Lamanna

40%

Linei Aparecida Vitaliano Aseis

40Ó,

Lineidi Beck Strabclli

407.

Livia Liaria Girardi de Brito Gaspar e Silva

408.

Loren Cury Macctir

409«

Loiirdos Mesquita Siqueira

410.

Lourdes Haomi Hamada

411.

Lourdes Noronha Tp.eonini

412.

Lucia Aguiar Bergamin

413.

Lucia Amôlia Ferrari

-221-

Digitalizado
gentilmente por:

�414»

Lucia Bevervanço

415.

Lucia Lanari Ozolins

416,

Lucia Mana Meira Lins D*Aln]eida Magalhães

417»

Lucia Maria Sérgio Moreira

418.

Lucia Marlene Ferraz da Cjtuz

419»

Lucia VasconcellOB de Arruda Botelho

420.

Luci da Costa Bruni

421.

Lucila Eva Protti

422.

Lucila Maria Giacomini

423»

Lucila Procópio Ferraz Ferreira Cintra

424»

Lucilene Gentil Moreira Piogliesi

425*

Lucy Pinheiro de Lacerda

426,

Lucy Teixeira

427»

Luiz Augusto Milanesi

428,

Ltiiz Borçato

429»

Luiza Fonseca

430*

Luiza Maria Rodrigues Cepede

431»

Luiza Suzana Ernestina Hermann

432.

Ltizia Aparecida Martins Toshida

433»

Luzia Maria Monaco

434»

Luzia Salecte Gonçalves da Silva Rosa

435•

Ltizia Wilma Giangrande

436.

Lygia Bohn Gonçalves

437»

Lylian Guimarães de Vasconcellos

438,

Madalena de Cassia Ciari de Almeida

439»

Magali Mancini

440»

Magali Marques de Souza Nogueira

441»

Magaly França Villaça

442.

Magdelisia de Andrade Lima

443»

Makiko Saito

444»

Mareia Arruda Stella

445»

Mareia Bizarro

-222-

Digitalizado
gentilmente por:

�446.

Mareia Conceição Sampaio Ferraz

447»

Mareia Cortese Barreto

448.

I-fe rcia Ferreira ¥az

449.

Mareia Helena Da Gosta Agnesini

450.

Mareia Kretzer Fhillippi Almeida

451.

Mareia Maria Mota Simonetti

452.

Margarete Ilelsna Johanna Dietrich

453*

Margarida Angélica Lemos Cupini

454.

Margarida Carvalho e Silva

455.

Margarida Maria Santos V/hitaker

456.

ífa-rgarida Martins Velloso

457.

Margarida Piplack

458.

Margarida Rubião Martins Rodrigues

459»

Maria Alice de Toledo Leite

460.

Maria Alice de Vicencio

461.

Maria Alice Fernandes Carreira

462.

Maria Alice ftiganotte

463.

Maria Alice Sequeira

464.

Maria Almeida Sales

465.

Maria Alonso de Barros

466.

Maria Alves de Fdula

467.

Maria Amália Chaib

468.

Maria Amélia Rocha

469.

Maria Angela Colli Badino

470.

Maria Angela Marques

471.

Maria Angélica Albano de Sylos

472.

Maria Angélica Carneiro Martorano

473.

Maria Angélica Dupas

474.

Maria Angélica Rodri.gues

475.

Iferia Antonia Ribas Pinke Belfort de I&lt;fa.ttos

476.

Maria Antonia Sundfeld

477.

Maria Antonieta Ferraz

Quemol

-223-

Digitalizado
gentilmente por:

�1

478,

Liaria Aparecida Bandeira de Melo Campos

479»

Maria Aparecida Borges de Carvalho

480.

Maria Aparecida de Ângelo Oliveira

481.

Maria Aparecida de Lima Osório

482.

Maria Aparecida de Oliveira

483.

Maria Aparecida Perin

484.

Maria Aparecida Gomes de Moura

485.

Maria Aparecida Kaysel

486*

Maria Aparecida Lopes de Almeida

487»

Maria Apparecida Borges CarValho

488,

Maria Beatriz Carneiro Martorano

489,

Maria Beatriz Ffeicheco Abrantes de Fíiula Dias

490,

Maria Beatriz Von Riesenkampf de Almeida

491»

Maria Benedita Araújo Alvin

492.

Maria Brizolla

493.

Maria Carmera Monzoni dos Santos Avancini

494.

ílaria Cecília Camargo Guarniero Alves de Carvalho

495.

Maria Cecília da Cunha Parraz

496.

Maria Cecília de Oliveira Duarte

497.

Maria Cecília Perreira de Pigueiredo

498.

Maria Cecília Pleuiy da Silveira

499»

Maria Cecília Gviarim Fassalacqua

500,

Maria Cecília Luz Regina

501,

Maria Cecília Marohetti

502,

Maria Cecília Monteiro

503,

Maria Cecília Pimenta Pinheiro

504,

Maria Cecília Simões Camin

505»

Maria Cecília Villani

506,

Maria Célia Amaral

507,

Maria Christina Barbosa de Almeida

508,

Maria Christina de Almeida Nogueira

509,

Maria Christina de Moraes Tavares

-224-

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

�510.

Maria Christina Girão Pirolla

511.

Maxia Christina Machado Zanetti

512.

Maria Cristina Augusto Corrêa

513.

Maria Cristina Barbosa de Almeida

514.

Maria Cristina Cavarette

515.

Maria Cristina de Oliveira Rocha

516.

Maria Cristina Dias de Siqueira

517.

Maria Cristina Gaspari

518.

Maria Cristina Machado Bignardi

519.

Maria Cristina Pereira Dias

520.

Maria Cristina Sciainni Olaio

521.

Maria Clara Figueiredo Padovein

522.

Maria da Glória Paiva Qmst

523.

Maria da Glória Picchioni

524.

Maria da Glória Vasco de Toledo

525.

Maria da Graça Lotareiro Costa

526.

Maria da Graça Pedreira Ibanez

527.

Maria da Guia de

528.

Maria de Jesua Camargo

529.

Mctria de Loxirdes Carneiro de Figueiredo

530.

Maria de Lourdes Costa Manso

531.

Maria de Lourdes Figueiredo

532.

Maria de Loiirdes Gentil da Costa Manso

533.

Maria de Lourdes Grael de Moraes

534.

Maria de Lourdes Pinto e Silva

535.

Maria de Lo\u?des Sampaio Cintra de Camargo

536.

Maria de Lourdes Serafin Dias da Silva

537.

Maria de Lourdes Silveira

538.

Maria de Loxirdes Trevisan

539.

Maria de NazeLreth Martin da Gama e Silva

540.

Maria de Pompéia Sampaio de Mello

541.

Maria de Toledo Cruz

Oliveira Santiago

-225-

Digitalizado
gentilmente por:

3

14

15

16

17

18

19

�542»

Maria dei Pilar Puertas

543*

Maria Dilma de Oliveira Gonçalves

544»

Maria do Carmo Berthe Rosa

545*

Mauria do Carmo Borges Scigliaino

546»

Maria do Carmo Cavarette

547*

Maria do Carmo Colli Badini

548*

Maria do Carmo Fernandes da Silva

549»

Maria do Carmo Gutierrez Pisani

550*

Maria do Carmo Lázaro

551*

Maria do Carmo Honzoni dos Santos Avancini

552*

Maria do Carmo Silveira Duarte

553*

Maria do Carmo Soeurez da Costa

554*

Maria Dulce Baptista Moraes e Silva

555*

Maria Dulce de Soviza Almeida Prado

336*

Maria Edith Chrispin Giusti

337»

Maria Elisabeth Ferreira de Carvalho

538.

Maria Elisa de Lamano

559«

Maria Elizabeth Braga Sodré

560.

Maria Emilia Felicia Gravina

561.

Maria Emestina Alcantara Calazams

562.

Maria Esteia Cruz Novaes

563.

Maria Esteia Morales

564.

Maria Esther Ramos

565.
566.

Maria Eugênia Gonçalves
/
Maria EiigSnia Mendes de Almeida Franco

567.

Maria Eunice de Andrade Corrêa

568.

Maria Eunice Dôria

565.

Maria Evangelina Guerner Monteiro Pinheiro

570.

Maria Florência Tonani Peixoto

571.

Maria Gabriela Villela Lima

572.

Maria Geralda Leonel Ribeiro de Castro

573»

Maria Helena Betti de Oliveira e Sotiza

-226-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�574.

Maria Helena Burse

575*

liaria Helena Caleiro Narciso

576,

Maria Helena Cardinali

577*

Maria Helena Cintra de Oliveira

578,

Maria Helena Cuiy

. 579«

Maria Helena de Oliveira e Souza

580,

Maria Helena Fonseca Nicoletti

581,

Maria Helena Franco de Camargo

582,

Maria Helena Freire Aiatangy Piegas

583»

Maria Helena Gonçalves Dente

584#

Maria Helena Guimarães da Costa e Silva

585,

Maria Helena Haberbeck Brandão

586,

Maria Helena Marques

587*

Maria Helena Paula de Oliveira

588,

Maria Helena Pennà Tobar

589*

Maria Helena Ribeiro

590,

Maria Helena Rodrigues Muus

591*

Maria Helena l^ddei Abritta

592,

Maria Heloisa Bentes de Siqueira

593»

Maria Heneyda Monteiro de Alvarenga

594*

Maria Idalina Lobo Schlichting

595#

Maria Ignez de Almeida Toledo

596,

Maria Ignez Rivabem Ricci

597*

Maria Ines Carpinetti Pinto

598,

Maria InSs Rodrigues de Moraes Leme

599*

Maria Ines Vieira Arruda Camargo

600,

Maria Isabel Bilotta Bemabá

601,

Maria Isabel Gomide Ribeiro Ibrahim

602,
603»

Maria Isabel Santoro
Maria Ivone Montag

604,

Maria Jostf Camargo de Carvalho

605.

Maria José da Silva

-227-

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�ó06,

l&gt;laria José de Freitas

607*

Maria José Moreto

608,

Maria José Reníié

609,

Maria José Rua de Souza

610,

Maria Josefa Peres

611,

Maria Julia Pelchar Madureira

612»

Maria J^lieta Autram Silveira Camargo

613.

Maria Lemos dos Santos

614«

Maria Leonor Cardoso Gomes dos Santos

615.

Maria Leontina da Conceição Pinke Luiz

616,

Maria Letfcia Prada

6l7»

Maria Letfcia Sobral

618,

Maria Lia Pb.sano Soares

619*

Maria Lucia Alves Silveira

620.

Maria Lucia CorrSa de I^ula

621.

Maria Lucia Costa

622.

Maria Lucia Galvão Veniss

623»

Maria Lucia Nogueira de Sá

624»

Maria Lucia Penteado Ferraz Alves

625«

Maria Lucia Rosa

626,

Maria Lucia Wodewotzky

627,

Maria Lucinda Sobral Kuchembuck

628,

Maria Luisa Monteiro da Cunha

629»

Maria Luiza Ale^ndre Peão

630,

Maria Luiza Almeida de Souza Queiréz

631,

Iferia Luiza Azevedo Poli

632»

Maria Luiza Degni

633»

Maria Luiza do Espírito Santo Silva

634.

Maria Luiza Gugliano

635»

Maria Luiza Lotunulo

636,

Maria Luiza Martinelli

637.

Maria Luiza Pereira de Souza Lina

-228-

Digitalizado
gentilmente por:

�638,

Maria Luiza Pinto de Moura Ribeiro

639,

Maria Luiza Rigo

640,

Maria Luiza- Serpe Pires de Oliveira Dias

641,

Maria Luiza Viola Trotta

642,

Maria Makiko Matsumoto Gallo

643*

Maria Martha Guimarães Gandara

644,

Maria Martha Lupo

645»

Maria Matilde Dias Machado

646*

Maria Matilde Negrão

647*

Maria Moraes e Silva

648,

Maria Nazareth Coelho Antunes de Oliveira

6495

Maria Nazareth de Castro Penna

650,

Maria Nazareth Ferreira

651,

Maria Nilse Uliani

652,

Maria Olivia de Almeida

653»

Maria Olympia Guedes de Souza Pinto

654»

Maria Regina de Castro Antunes

655»

Maria Regina de Castro Brochado

656.

Maria Regina Leal Freitas

657»

Maria Regina Tullio

658,

Maria Rosa Voltas Martinez Carrera

659»

Maria Ruth Rossi Caram

66o»

Maria Salette de Almeida Geribello

661,

Maria Stella de Castilho

662»

Maria Stella Veroesi Silva

663»

Maria Sylvia Mascia

664»

Maria Sylvia Fb,chaco do Amaral

665»

Maria Tereza de Soviza P&amp;checo

666,

Maria Tereza Ferreira Rebello

667»

Maria Terezinha Dias de Andrade

668,

Maria Thereza Aratangy Amaut

669»

Maria Thereza Botelho Fadim

-229-

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

3

14

15

16

17

18

19

�670,

Maria Thereza Cesar Pinheiro

671,

Maria Thereza de Almeida Côsta Piochetti

672,

Maria Theireza Franco Mathias

673»

Maria Thereza Fusco

674»

Maria Thereza Malheiro Stempniewski

675*

Maria Thereza Ramos Mendonça

676,

Maria Therezinha Sagnone Figueiredo

677»

Maria Vallim Hoehne

678,

Maria Victoria de Menezes Camargo

679»

Maria Virgínia Bastos de Mattos

680,

Maria Virginia Galetti

681,

Maria Virginia Leite Ribeiro

682,

Maria Virginia Moralis

683,

Maria Zdlia Fernandes

684,

Marianice Figueiredo Silva

685,

Marieta Pestana Novaok

686,

Marilena Gtonçalves Dellamanha

687,

Marilena Jorge

688,

Marilena Pinheiro L6bo

689,

Marilena Prado

690,

Marilene denovese Teixeira

691,

Marilia âlon^o de Barros

692,

Marilia Fieire Sanches

693*

Marilia Malheiro

6p/!.

Marilia Manzano Grellet

695»

Marilia Pederneiras

696,

Marilia Vallim Hoehne

697,

Ilarilisa Caldeira Pacioli

698,

Marilisa Glercan

699»

Marilsa Rodrigues da Silva

700,

Marily Cfodoy Antonelli

701,

Marina Campos Cunha

/

-230-

Digitalizado
gentilmente por:

4ÇS?

�702*

Marina Christina Oirão Pirolla

703,

Marina CorrÔa Treuherz

704»

Marina da Rocha Miranda

705*

Marina de Arruda Queiroz

706,

Marina de Campos Ferraz

707o

Marina de Carvalho

708•

Marina de Souza Campos Qranja

709*

Marina dos Santos Almeida

710,

Marina Hayashida

711*

Marinalva Lopes Freitas

712o

Mariota Pestana Novack

713»

Marisahel Regina Rodrigues

714*

Marisa da Costa Terza

71%

Marisa da Silva Andrade

716.

Marisa Lourenço

717.

Marisa Mártire

718.

Marisa Rejane Franco Ladeira

719#

Marisa Ribeiro de Souza Pomela

720,

Mariza Signorelli Pinto

721,

Marlene Arakaki

722,

Marlene Gaia Bohn

723»

rarlene Gomes Martinez

724,

Marlene Souza Santos

725o

Marli Terezinha Reis

726,

Marly dos Reis

727o

Marly Navarezzi Galves

728,

Martha Batista de Martino

729,

Martha Lilian Belmudes Bitran

73O0

Mary Assef

73I0

Massako Matubara

732o

Mathilde Wendel Nunes do Amaral

733,

Matilde Barbosa Silva
-231-

Digitalizado
gentilmente por:

�734*

Matilda de Assis Pires

735*

Maura Duarte Moreira Guarido

736,

Maura Eloisa Baimabá

737»

May Brooking Negrão

738,

Mayra Ribeiro Porto

739.

Melania Dalla Torre

740*

Melani Berezovski Galman

741.

Mercedes de Jesixs Thomé Porti

742*

Mercedes Delia Puente

743,

Mery Piedad Zamudio Escudero

744,

Mesrre Raquel Tosi

745,

Miriam Bruma Sztulman Perel

746,

Miriam Mani Zambel

747*

Mirian Talariço

748,

Miti Kato lakahashi

749,

Moema Lomonaco

750,

Mozart Lambert

751,

í^riam Aparecida Dias de Andrade

752»

Myrian Pisaneschi Petrossi Rosa

753»

Myrla de Abreu Brandão

754.

Myma Matheus Piza

755.

Myrthes Mendes de Paria

756.

Nadia Samira Jubran

757.

Nair da Rocha Miranda

758.

Nanci Oliveira Toledo

7 59.

Nancy Buenc

760,

Nancy Pellicano Souza Ribeiro Ferreira

761,

Neddy Branda Tancredi

762,

Neide de Carvalho

763,

Neide Maria Amaral Machado

764,

Neisc Aparecida Rodrigues Garcia

765,

Nélcia Fernanda Balloni Gomes

-232-

Digitalizado
gentilmente por:

�766,

Nelly Dabague

767,

Nelsita Marone Ferraz de Campos

768,

Neube Dotto

769,

Neube Esteia Pumagalli Vieira

770,

Neusa Dias Macedo

771,

Neusa Keiko Imano

772,

Neusa Maria Guedes de Freitas

773*

Neuza Ferraz Cid

774*

Neuza Maria Bemardes Vieira

775,

Neuza Terezinha Mossin Celere

776,

Neyda Rodrigues Alves

777,

Neyde Nogueira Lucarelli Siqueira

778,

Neyde Pedroso Pdvoa

779»

Neyse Santos

780,

Nice Menezes de Figueiredo

781,

Nicia Navarro de Oliveira Lisboa

782,

Nicia Ribeiro Barbosa

783,

Nilcea Piedade Braga

78/!.

Nilda Gomes Garcia

785,

Nilma Helena França

786,

Nise Garcia

787,

Nisia Ciaccio

788,

Noely Du&lt;5 Pb,va

789,

Noeme Câmera Rezende Leite

790»

Noemia Lentino

791»

Noemi Bierrenback de Lima

792,

Noemi do Vai Penteado

793»

Nora Lucia Dias Moreira

794»

Norka Monte Cagnacci

795,

Norma Machado

796,

Norma Soares Rocto

797»

Nydia Monte Gobbo
-233-

Digitalizado
gentilmente por:

�798»

Nympha Assef

799»

Nysia Maria Dorsa Maurício Cardoso

800,

Odette Corre Praga Moreira

801,

Odette de Aguiar Bueno e Castro

802,

Odette Simão

803,

Odila Mattiolli

804«

Odila Rimoli

805«

Olga Alves Pequeno Mendonça

806,

Olga de Toledo Fonseca

807,

Olga Maria Rondinelli Spolzino

808,

Olga Mendonça Franca Carvalho

809»

Olga Pereira Eça Barros

810,

Olimpia Amaral Marcondes

811,

Olimpio Jorge de Medeiros

812,

Olívia Maria Pereira

813*

Olivia Miuako Ohta

814,

Onáia Rodrigues Venturi

815,

Oíhelia Ferraz do Amaral

816,

Ophelia França

8l7*

Orlando Francisco Bellagamha Orlandi

818,

Oscar Manuel de Castro Ferreira

819,

Oswaldo de Souza

820,

patrícia Maria Machado de Almeida

821,

laula Hirata Hasegava

822,

Paula Lauria

823»

Paulo Olail de Carvalho

824»

paulo Tarcísio Mayrink

825*

paulo Zink

826,

Pedro Luiz Martinelli

827*

Hiilomena Boccatelli

828,

Poliana Margarida Boulanger de Moura

829.

Priscila Zioni Perretti
-234-

Digitalizado
gentilmente por:

Penido

�830,

Railda Neto D*Sampaio Ferraz

831,

Raquel Maria Giancolli

832,

Regina Affonso de Vasconcellos

833,

Regina Barone CemiiBchi

834,

Regina Carneiro

835*

Regina Célia Porto Macedo

836,

Regina Maria Sette de Moraes

837*

Regina Resurreição Danza e Silva

838,

Riolanda Rodrigues de Rezende Braz

839»

Rita Maria Helena Falhares

840*

Roherta Maria Scianni Olaio

841,

Roberto Braga

842,

Ronioe Maria Albamonte

843,

Rosa Brasilina Ramacciotti

844»

Rosa Edith Pleury Chamillot

845,

Rosa Kolody

846,

Rosa Maria de Lourdes Monaoo

847,

Rosa Maria Guimarães Seixas

848,

Rosa Maria Sati

849,

Rosa Tereza Camargo

850,

Rosaly F^vero Krzyzanowski

851*

Rosamaria Eisirré Mene

852.

Rosângela Zabotto Souza

853*

Roseli Cleraar Muraro Sanches

854»

Roseli Maria Médes

855»

Roseli Teresa Silva Leme

856,

Roseline Balloni Romeiro

857,

Rose Marie Petracco

858,

Rose Mary Vilela Coronato

859»

Rosemarie Erika Horch

860,

Rosmarie Appy

861,

Rozina Guamieri Marques

-235-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�862.

Rutene Maria

C««t

863.

Rúbia Raquel Magalhães Santos

864*

Ruth de Barros Penteado

865.

Ruth Martins dos Santos

866,

Ruth Von Ochel Diera

867*

Ruth Wemer

868,

Sahina Pestalozzi

869,

Sandra Christina Marcolini

870,

Sandra Porte Cuelho

871*

Sara Correia

872.

Sarah Aurora Galvão de França

873»

Saia Tetner Burstein

874,

Satie Sakai

875,

Soheila Fernandes

876,

Sedeorem Stamato

877,

Seila Maia Lemos

878,

Sheila Maria Riccieto Loyola

879,

Silvia de Lima Vaz

880,

Silvia Helena Botta

88l«

Silvia Helena Ratai Bruno

882,

Silvia Helena Salvador Leme

883,

Silvia Lesse

884,

Silvia Luoia Ribeiro

885,

Silvia Neto do Vale Sverzut

886,

Silvia Pedroza de Andrade

887,

Silvia Platcido Campozana

888,

Simone França de Castro

889,

Solange Barbosa Azzi

890,

Solange Monteiro de Bruyn

891,

Sonia Alba Giquer Wolff

892,

Sonia Beatriz Pimentel de Mello

893,

Sonia Cairvalhaes de F^iva Xande

-236-

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�894»

Sonia CorrÔa da Rocha

895»

Sonia Paria Hellmeister

896,

Sonia Kritsherg Pisch

897,

Sonia Maria Angelino Spínola

898,

Sonia Maria Masson

899,

Sonia Maria Peleggi Farlatori

900,

Sonia Maria Saloinão

901,

Sonia Maria Sohimidt

902,

Sonia Maria Trombelli^

903,

Sonia Pereira de Castro Boelinan

904»

Sonia Sterman Ferraz

905*

Sonia Therezinha Dias da Silva

906,

Sonia Villaça Machado de Oliveira

907,

Stella Maria da Ponseoa Barison

908,

Suely Maria grisanti de Moura

909*

Suzana Quirini dos Santos Alessio

910,

Suzana Soarez Bonsegno

911»

Suzana Tepedino

912,

Suzete Maria Thienne

913*

Sydow Lopes

914»

Sylene Rocha Baoarat

911&gt;«

Sylvia Maria de Sampaio Góes

916,

Tania Maria Soaloppi

917,

Tania Sandra Cósar Llorens

918,

Tania Sueli Martinelli

919»

Tatiana Doucl-ikin

920,

Teresinha do Menino Jesus Mello

921,

Tereza Felfcia Almásio Hamel

922,

Tereza Moralcs Josó

923»

Terezine Arantes Ferraz

924.

Terezinha Abs

925»

Terezinha Aparecida de Freitas Castro

-237-

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

^

�926,

Terezinha Brisino Faulino

927,

Terezinha Caires Spakauskas

928,

Terezinha Camargo Pereira

929,

Terezinha de Noronha Bacohiega

930,

Thelma Vitols

931,

Thereza Christina Ferreira D&lt;5ria

932,

Thereza Diacoli Quadrelli

933,

Thereza Sonia Olmo

934»

Therezinha Augusto Carvalho Gandra

935»

Therezinha Candida Duprat Macedo

936,

Therezinha Gonça^.ves da Silva

937,

Therezinha Maria Berlinck de Toledo Bamhini

938,

Therezinha Maria Chaves de Carvalho Polimeno

939»

Therezinha Rtiiz

940,

Tieko Oda Oseko

941*

Tirseia Vera Almeida

942,

Tomoko Yomogita

943*

Ursulina Bianco

944*

Valderes Aparecida Coelho

945»

Valderez Tufik Cury Orfali

946,

Vanda Garcia de Freitas

947,

Vania Assumpçao de Indiada e Silva

948,

Vania Ida Kalvxosi de Oliveira

949,

Vania Lando de Carvalho

950,

Vania Terezinlia Araújo Cunha
Vera Alice Ferreira Kuhl

932#

Vera Anna líaria Centin Caffarello

9-'3»

Ver . Beatri:^ Schueler Liehling

9i4»

Vera Cilda

955,

Vera de Arerjo Cintra Aguiar

956.

Vera Helena Pir.entel Fferinas

9‘^'7.

Vera Luci?! de Arruda Camargo

'arbosa

-238-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�958*

Vera Lucia Pinheiro da Silva

959»

Vera Lucia Tokairim

960»

Vera Lucia Valle Naccimentc

961,

Vera Karia Buffa

962,

Vera Karia Reis Rodrigues I^checo

963,

Vera Martha Schneider

964»

Vera Menino Rigo

965.

Vera Regina Miranda Portugal

9(*'6,

Vera Silvia Stenghel Pr&lt;5es

967.

Vera Sylvia Rosa Cintra

968»

Vilian Jane Piorito do Amaral

969»

Vilma Brani

970,

Vilcifi de JesviB Coelho

971»

Vilma dei Guerra

972.

Vilma Souza Queiroz Di Donato

973»

Violeta da N(5brega Cabral

974»

Virginia Celia Toscano Sanchez

975*

Vitória Atra

976»

Waldecila Regina Pereira de Carvalho Moreno

977»

líalflor Costa Pinto

978,

Walmary de íciria

979,

Víilcerley Quatrochi

980,

Wilma Alfano Bellagente

981,

iíilma Aparecida Schmidt

982,

Wilma Espinheira Teixeira Ferraz

983»

Víilse Teresinha Blanco

984»

Wilson Colorato

989»

Xênia Lacerda Cordeiro

986,

Yare Bastos dos Contos

987,

Yara Pabri

988,

Yara Karia Nascimento

989»

Ynah Bittencourt

990.

Yolanda Dias
-239-

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

3

14

15

16

17

18

19

�991*

Yone Maria de Oliveira

992.

Yvone Borçato

993»

Yvone Bueno de Barros

994»

Yvone Leite de Aguiar Alves de Lima

995,

Zelia Sumie Ikeda

996,

Zelma Maria Varella

997,

Zenaide Gonçalves Duvra

998,

Zenobia Pereira da Silva de Moraes :te.ctos

999,

Zilah Maria Victor Rodrigues

1000,

Zilda Machado Taveira

1001,

Zilda Scalco

1002,

Zilda Shirlei Rezende

1003,

Zilda Therezinha Braga Braidato

1004,

Zilpha Rizzo Piazza

1005,

Zuleika de Godoy Gomes

QUADRO II

1,

Abrahão Dawidson

2,

Adolpho Almeida Fernandes

3,

Alda Olga Stolf Alessi

4,

Alice de Mattos

5,

Altayr Braga Dorigo

6,

Antonia Augusta Cantelli Xavier da Silva

7,

Antonieta Alexandrina Batti de Mendonça

8,

Aparecida Kaeetti Mismetti

9,

Aracy Girão Fragata

10,

Archibald Rehder

11,

Aurea de Andrade Mansur

12,

Benedita Cardoso da Silva

13,

Benedito de Olyveira

14,

Ce-mien Plandir Gomieri Molinari

^

-2A0-

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�15.

Cyrema Camargo

16,

Daisy Costa Costillas

17*

Diva Florindo Coelho Peres

l8.

Bdith Praga Perrarini

19*

Elisa de Oliveira Gomes

20..

Elisa El vira Magri Avônia

21.

Elza Tebet

22.

Esmeralda Gonzaga Carneiro

23.

Eugênio Cypriano Pinto

24»

Fernando Pedro Alves Jorge

25.

/~
Prancisca Riheiro Mire da Assxmçao

26.

Francisco Egydio Martins dos Santos

27.

Francisco Ladeira

28.

Gessia Pereira Ferraz

29»

Giselda Martins Ferreira Botelho Junqueira

30,

Grazia O^ga Vessani

31,

Guilherme Antunes Figueiredo

32,

Hebe Ferreira

33,

Hebe Rangel Pestana de Campos Salles

34,

Helia Di Cierrc Japvir

35,

Hálio Castanho de Almeida

36,

lolanda Guglielminetti Moita

37*

Irene Colmenero

38,

Irene Lima

39*

Isabel dos Santos Corradi

40,

Isa Ruiz Cunha

41.

Isaura Lança Rodrigues Próes

42»

Jr.abel Magalhães Stabile

43.

Jessi Bueno de Arruda Camargo

44,

João Bork

45.

Joaquim Francisco de Oliveira

46,

Joci Maria Silveira Neves

-241-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�47.

José Pereira Pü-rtins

4b,

Judith Ramos

49,

Julia,Bernabé Burkart Porti

50,

Lais Fragoso de Almeida

51,

Lais Hitzel

52,

Leor.il da de Freitas Bravo

53»

Leonor de Miranda

54,

Leonor Peres

55,

Lina Tamborra

56,

Lucy de Castro Menoni

57,

Lucy de Freitas Marcos

58,

Luiza Keffer

59,

Luiza Kubinszky

60,

Maria Andlia Nantes

61,

Maria Aparecida Bretas

62,

Maria Aparecida Pires do Rio Pinho

63,

Maria Augusta de Fh,ria Franco

64,

Maria Candida Moultinho Villalta

65,

Maria Cecília Amaral Catimda

66,

Maria de Lourdes P&amp;rani

67f

Maria de Lourdes Ph.ria Pinoti

68,

Maria de Lourdes Mendonça Hazzeo

69,

Maria de Lourdes Seiffarth Emmerich

70,

Maria do Carmo Aguiar Moreira

71,

Maria Elisa Ditt Fhes de Barres

72,

Maria Ismênia Cardoso de Mello

73,

Maria José Sales de Moraes

74*

Maric' Julia de Mattos

75,

Maria Marquer. de Freitas

76,

Maria Martins de Souza

77,

Maria Rosa da Silva Pereira

78,

Maria Selma Vieira Ehrenberg

-242-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�79*

Maria Tliercza de Toledo Costa

80«

liaria Zélir, Bertolucci

81,

Kichel Parhat

82,

Natalina Schmidt

83*

Nelly

84,

Nora Goiaes Torres

83*

Octavia Maia de Freitas (hiimarâes

86,

Odette Caiuby

87,

Odila Belfort Rizzi

88,

Odila Maria José de lãma GuimarSes

89,

Orls de Oliveira

90,

Orminda Pires

91,

Osmar de Azevedo

92,

Rraredes Gomieri Boni

93,

Pura Torres

94*

Hegina Helena Pessoa Guimarães

95*

Renata Carvalho e Silva

96,

Rita Ilutton

97*

Ruth Alice Bork

98,

Semiramic Anita Tucci

99»

Sonia de Campos Barros

100,

Tereza Pinheiros Castilhos

101,

Thereza Orou Leal

102,

Valderez Leme Amaral

103,

Vircinia Nascimento do Vai

104*

Wadington de Carvalho Dotti

105»

Waldanar Alves da Silva

106,

Waldemar Fantini

107,

Víilma Boretti Jacociini

108,

Yvone Ferreira de Carvalho Drassoloto

109*

Zacharias Caselli de Carvalho

Klein de Oliveira

-243-

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

3

14

15

16

17

18

19

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Digitalizado
gentilmente por:

I Scan
si em
I Oereacbinimta

�ÓQN3ELH0 REGIONàL DE BIBLIOTEGQNOMIà
CRB-9

QUàDRO

I

lo

Almê Chineisso Saquelll

2,

AXice Bark

3«

llvaceli Luaa Braga

3*

Ana Zélla Prado Paraná

4«

Angela Carmem Nobre Machado

5o

Annelie von Baranow

6«

Antonla Leiva de Castro Moraes

7o

Aymara Feuerschuette Ribas

8,

Bemadete Trzeciak

9,

Candida Otília de Luca

10o

Carmem Passos de Araújo

11o

cália Maria Teuber Diedrichs

12o

Cicelina de Barros

13o

Clio Petterle

13o

Oanúsia Thereza Zelak

14o

Dea Catharina Reichmann

15o

Diva Rosa l^lucelli de Oliveira

16o

Dora Regina Seben

17o

Dulce Maria Bastos Metchko

18o

Dulcinéia Gomes Delatre

19o

Edith Dias

20,

Edy Gonçalves Vilchez

21o

ELiane Araújo Lisboa Kaminski

22o

KLiane Machado Fontana

23 o

Emiko Terada

24o

Emília Numata

25o

Eneida de Mello

26o

Bny Hugues de Souza

-245-

Digitalizado
gentilmente por:

�27»

Esfie Rosy Riskala

28,

Ester Carneiro Giglio

29*

Eulália IíaJ.evaiko

30,

Ezilda Gladys Sichero

31,

Germana Felfel I4oreira

32,

Gilda Ikculan Vicentini

33,

Gleci de Freitas

34»

Hebe Negrão de Jimenez

35o

Iara l-íaria Pereira da Costa

36,

Iara Regina Loyola Rocha

37o

lima Zechynski

38,

lone Sanwais

39o

Irene Bindo Westphalen

40,

Irene Josefa Czajkowska

41,

Irene Kipraan

42,

Ivanilde Franco de Souza

43,

Ivaylda Costa Gazziero

44,

Ivone Yoko Koiko

45,

Judite Paulina Mayer

46,

Lea Terezinha Belczeúc

47,

Leilah Santiago Bvifrem

48,

Liane dos Anjos

49,

Lidia Maria de Almeida Bindo Dely

50,

Lieselotte Rechenberg

5L,

Ligia Brambilla De Bona

52,

Lila Sperandio Grohs

53o

Lilia í-lara Conter Paes Barreto

54o

Liliam Bedene 'NÍsio

55o

Liliana Spemindio

56,

LÚcia Soriano de Cavalcanti Papeuüúk

57,

Lúciana Samraut Rosenthal

58,

Luiza Santos Lima

59 o

Mae ve Lis I'-faxques

60,

Mara Müller

61,

Marcelina Dantas

62,

Maria Aimée do Amaral Portes

63,

liaria Augusta de Castro Correia

64o

Maria Celina Rocha Wolski

65,

Maria da Luz Feilce Schult
-246-

Digitalizado
gentilmente por:

�66.

Maria de Lourdes Barbosa Borba

67.

Maria de Loimies Tavares

6S»

Maria Dorothéa Barbosa

69*

Ma.ria Bznestina de Oliveira Vargas

70.

Maria Bugêinia de Souza Chedld

71*

Maria Grazla 2íolet

72*

Maria Helena Barbierl Imayukl

73*
74»

Maria Ines Spagolla
A
Maria Iphigenia Ramos May

75*

Maria José Iliereza de Amorim

76*

^faria Leonlce Lucchesi Leandrini

77*

Maria LÚcia MilLer

78,

Maria Lulza Loures Rocha

79*

Maria Luiza Santos Ribas

80.

Maria MItder Gonçalves

81»

Maria Neusa Magalhães Corrêa

82,

Maria Otílla Ladviruskl

83*

Maria Stella Albuquerque do Amaral

84.

Maria Terezinha Neves Freitas

85»

Maria Thereza Lacerda Feijó

86,

Marilda Carraro Merlin

87,

Marilene Santos

88,

Marilene Zaruch

89,

Marilene Zicarelli Millarch

90,

Marina Zeni Guedes

91,

Mario Beckmann Rubinski

92,

Marisa Karam Saltori

93,

Marisa ^bntanari

94*

Marly Schaffer Dias

95,

Miriajn Ibranho Fionani

96,

Mitsl Westphal

97,

Iboma Bueno e Silva

98,

Nancy Pereira dos Santos Lima

99,

Nancy Westphalen Corrêa

100,

Neusa Cordeiro Bonetto

101,

Nilza liaria Pinto Guiraaraes

102,

Nylzaaira Cunlia Bejes

103,

Orlis Anna Tesch

104,

Regina Buffara Zaidan

/

-247-

Digitalizado
gentilmente por:

�105*

Regir.a Haxia A, Omana

106,

Regina Maria lamas Pegoraro

107,

Regina Ikria ííiller de Canqpos

108,

Regina Rosa Mehl

109,

Relinda Kohler

110,

Riette Keves Agviiar

lUo

Rosane Maria Filizola Wexneck

112,

Rosemarie Margit Reinhardt RAhrig

113»

Rosi Luiza Stoppa

114*

Rosi I-íarta NÍsio

115,

Rosi Slaviero Porath

116,

Rosina Alice Alvina Prueter Pazin

117,

Ruth Pa] mqulst Arias

118,

Saira Burstein

119,

Sarah A, Sperandio Juliatto

120,

Saü^aJi Guimaraes Costa

121,

Selma Carneiro

122,

Slgrid Úrsula Litzinger

123,

Sonia iíaria Alves Kaestner

124,

Sonia ^fa.ria Boscardin Pereira

125,

Sonia í-íaria Merlo PÓsnik

126,

Sonia de Souza Brustolin Moraes

127,

Suzana Guimaraes Castilho

128,
129,

Tania Maria Moisa
A
Tania lfa.ria Pereira Walger

130,

Telma Vera de A, Baraldi

131,

Tereza Mania Rocha de L, Pezza

132,

Terezinha de J, M, P, de Miranda

133,

Tharcila Boff

134«

Tomie Kuraata

135,

Valdelis Vanderbergs

136,

Verc ;iaria de Almeida Pinto

137,

Virgilia Rabnllo Baeta de íkria

138,

Wanda íkria da Rocha Paranhos

139,

Zaira Bank

140,

Ziloá Marge

141,

Zina Fiulina Bittencourt de Souza

142,

Zuil G'ij_L:;„iraGr. Costa

-248-

Digitalizado
gentilmente por:

4ÇS?

�GRB-q

màú

QUilDRO

II

1,

Maura Barcelos Garcia

2,

Shirley Carlomgno Moreno

3»

Stephania Augusta Splawa Neymsua
/

000

-249-

Digitalizado
gentilmente por:

�cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

MSca„

�CONSEIJiQ RSGICmL DE BIBLIÜTl^COtJOim

RIO GRàim

QUkDRO I

1.

Adda Drugp de Freitas

^

2,

Adolfo Del Rio Castilho

3«

Aglaia üzLTáta Armani

4»

Agnes 1-íaria Albert

5.

Alice Amoud Heredia

6,

Alice SLma Tanscheit

7»

Amparo Silva Mello

8.

Ana Catarina Barschak

9.

Ana Maria Siqueira Karam

10.

Ana Ladislava Rendwanski

11.

Ana Valderez Sartori

12.

Anedóra Lina

13*

Anira Lidia Hirtenkauf

14«

Anna Maria Corrêa i^isonnave

15.

Antonio da Silva Filho

16.

Ariana Varela Velho

17.

Astrid Weisseheimer

18.

Atenéa Felistoffa Galo

19*

^urea Viola da Costa

20.

Balbina Maria Sparano Siqueira

21.

Beatriz Helena Rech

22.

Beatriz I-krona de Oliveira

23.

Beatriz Pitta Fischmann

24*

Berenice Apes Endler

25.

Berenice Cousandier

26,

Carmem Gosta

27»

Carmen liaria Gastillo

28,

Carnien Regina Porres Menegotto

29,

Cecília Ceres Mil man Eppinger

Galeint

-251-

Digitalizado
gentilmente por:

DO SUL

�30,

Cecília Safir

31,

Celia Axelrvid Copstein

32,

Celia Ignes Plccoli

33,

Cely Farias Raphael

34,

Cigié Bins Pinto

35,

Clara l-Jaria Bocha Pontes

36,

Claudia Walther Zanenga

37,

Cleonice Sperling

38,

Dagmar Telles Silveira

39,

Daniela Bohnen

40,

Delta Selistre da Silva

41,

Denise Perozzi Rosa

42,

Dinorá 1'fe.ria Bohrer Silva

43,

Dorinha Teixeira Siegmann

44,

Doris MlíLler Willhelm

45,

Doris Schultz Timm

46,

Dulce l^ria Daudt

47,

Dulce Ruschel Marinho

48,

Dulcina Soares Conde

49,

Doroti Terezita Hoff

50,

Eda Therezinha Kvmes da Cunha

51,

Edi Peiir. Vogei

52,

Elaine Soares Borralho

53,

Elianr dos Santos Lonardi

54,

Eliane iíiguel Keidann

55,

Elisabete I-Iaisonnave Heidrich

56,

Elizabeth Bizarro Cesar

57,

Eloisa liaria Peiruque Hexsel

58,

Elsa Voitowitz de Moura

59,

Elvir^. Barcelos Sobral

60,

f.ttititI Borges de Freitas Xavier

61,

Ercila "eresinha Ambros Cardoso

62,

Erika Lori Mennella

63,

Ester Knijnik

64,

Esther Eunice Linderaayer

65,

Eunice Cruz Pinto

66,

Eunice Ester Schmit

67,

Eva Lea Cczar Rodrigues

Engelman

-252-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�ó8,

Evangelina de Azevedo Veiga

69»

Frida 2nk Kaufman

70*

Geny Kruter

71,

Qladis Finkelstein

72,

Qladis Wiebbelling Amaral

73,

Gloria Isabel Sattaraini Ferreira

74»

Gongeilvina Vieira Bueno

75,

Haydée Leao de líadureira

76,

Hedi Schutz

77,

Helena M, de Araújo Vianna Antunes

78,

Helena Osório Lehnen

79,

Helena Rodrigues Russo

80,

Helina Bomgrâber

81o

Heloisa Benetti Schreiner

82,

Heloisa do Valle Tschiedel

83»

Heloisa l-Iuccillo Saraiva

84«

Hilcke Frederica Weis

85,

Iara Goulart Guerisoli

86,

Iara Maria Ravçp Student

87,

Ida Maria Qreen Caiado de Castro

88,

Ida Regina Chitto Stumpf

89,

Ireda Conceigao dos Santos Silva

90,

Irena liaria Wilin

91,

Isabel I-krtinez Issa

92,

Itália I^ria Falceta da Silveira

93,
94,

Izabel Alves
A
Jahyra Corrêa Santos

95,

Jorge Thofehm Neto

96,

Josefina Amália Baldasso

97o

Josselia Castro Coll

98,

JÚlia Ines Junges

99,

Julia Teresa í-lartins Tettamanay

100,

Juliana Vianna Rosa

101,

June Maria de Ifcraes Hernnann

102,

Jussara Barbieri

103,

Jussara Pansardi da Cuniia

104,

Jussara Silva

105,

Jussara Terezinha Pellin Mielniczuk

106,

Kristine Victoria Dillan

-253-

Digitalizado
gentilmente por:

/

�107»

Lahyr Theresinha Fialho Hubert

108,

Laura Corrêa Oliveira

109,

Laurita Mota Boeira

110,

Lea Maria Aragon Bome

111,

Leda Alemndrina Koch

112,

Leda do Amaral Freire

113,

Leda Wiebbelling Loureiro

114,

Lena Pijióa Alves

115,

Letiise Leusin Dal Pai

116,

Leonora Geiss Lund

117,

Lia Gressler Tesche

118,

Liana Otília Andrade

119*

Liana Schramm £ly

120,

Liane Bielinski

121,

Liane Lourdes de Bem

122,

Liane Meiria Wolf

123*

Libera Magro

124,

Liége Tartarelli Tondo

125,

LÍgia Maria Eifler Fonyat

126,

LÍgia Sassem Dirani

127»

Lila I-íaria Dahne Bard

128.

Lilia Conceisao I&amp;iewitz Levy

129.

Lilia Maria Manganelli Manica

130.

Lilia Maria Vargas Lopes

131.

Liseti líOller

132.

Loiodes C, J. Gregol Fagundes da Silva

133*

Lourdes Silva Furtado

134*

Lucia Liebling Kopittke

135,

Lucia Maria Prosdocimi

136,
137,

Lucia I-iaria Salgado Gonzalez
A
Lucia Pegas de Lima

138,

Lucia Saint-Rsistous Vauthier de Souza

139*

Luzia Valdete de Ávila Goulart

140,

I^rgia Carneiro Nadruz

14L,

Ljygia Therezinha Rech

142,

Lygia Vianna Barbosa

143.

Lyryss de Braga SchRnell

144»

Malvina Vianna Rosa

145.

Mara Hemb
-254-

Digitalizado
gentilmente por:

4ÇS?

I"

�146*

Mara Flva Bocha

147.

Maria Alice Wallau Lobato

14B.

Maria Amália Netto Soares

149,

Maria Amélia Laurent Silva

150,

Maria Aparecida Ck)sta Borges

151,

Maria Apparecida Vera Tibirigá

152,

Maria Beatriz Porto

153,

Maria Beatriz Ramos Palie Ore

154*

Maria Benedita Menoni

155,

Maria Cecy Ferreira Arrospide

156,

Maria da Graça Fonseca Fernandes

157,

Maria da Graça Lienert Lubisco

158,

Maria de Lourdes Azevedo 1‘fendonça

159,

Maria de

160,

Maria de Lourdes Guimarães

161,

Iferia de Lourdes Guimaraes de Carvalho

162,

Maria de Lourdes Sortica

163,

I4aria

164o

Maria Eduarda Velho

165,

Maria Elisa Teixeira Thevenet

166,

Maria Elisabete Adams

167,

Maria Elisabete Maurer Garcia

168,

Maria Eugenia Souza Lima Pacheco

169,

Maria Fernanda Melo langon

170,

Maria Qlací Maia Gabellini

171*

Maria Hedy Lubisco Pandolfi

172,

Maria Helena Davi Mazzei

173*

Maria Helena de Aguiar Cai*valho

174o

Maria Helena Fernandes Plalnúni

175,

Maria Helena ftaewitz de Lima

176,

Maria Helena Miranda Palma

177,

Maria Helena Muccillo Alves

178,

1-fa.ria Helena Pereira Rego

179o

Maria Isabel de Mattos Luz

180,

Maria José Gema Carlos Teresa Biasotti

181,

Maria Lucia Fantin

182,

Maria Lucia Nogueira Gudolle

183o

Maria Luiza Anselmo Ribeiro

Lourdes Furtado Rahde

Dinah Fenz Bergmuller

-255-

Digitalizado
gentilmente por:

|i"

�isu,

Ife.ria Luiza Stefani Ceratti

185.

Maria Lulzinha Rimolo

186,

Maria Olinda Cozza Magrisso

187o

l-kria Olivia Bandeira I-krtha

188.

Maria Penck Messinger

189.

Maria Regina I'krques Teixeira

190.

Maria Rita Webster

191.

I%ria Silva Gudolle

192.

Maria Teresa Wiltgen Tavares

193.

í-kria Teresa Zampieri

194.

1'fe.rilda Diederichs de Araújo

195.

l*lariléa íbbião Borralho

196.

Marilena França Sarmento Barata

197.

Marilene Schfinke Gomes

198.

Marilia de Castro Perrone

199.

Marília Pasqualin de Canços

200.

Marion Iserhard

201.

Marisa Lourdes Malinoski

202.

líarisa Silva Becker

203.

Marisa Soares Castilhos

204.

Marisa Victória Chittó

205.

Marisul Terezinha Giugno

206.

Mariza de Castro I-Iartau

207.

Marlene Serra Paranhos

208.

i-larlene Therezinha Garcia

209.

1'fa.rli Sch&amp;nke Gomes

210.

1'fe.rlise Rech Silveira de Castro

211.

1'fa.rly Terezinha Foresta

212.

Mercedes l^Eingeon Gonçalves

213.

Minda Grcisraan

214.
215.

Miriam ELisabete Silveira Pereira
A
Miriam Sirangelo do Valle

216.

Miriam Velei Fernandes Traniontina

217.

líirian Mara Dantur de la Rocha Biasotti

218.

Mirian Modelevski Almaleh

219.

Neiva Helena Ely

220.

Neusa Lenhardt Rangel

221.

Neusa Maria de Moraes

-256-

I
g

Digitalizado
gentilmente por:

3

�222*

Nevisa Regina da Silveira WUdner

223*

Nice Maria Amorim Garcia

224«

Nilse Eva Rocha Oliveira

225o

Nirce Boianovsky Treigner

226o

Nora Masi Gellberto

227o

Nonna Goeth Viamonte

228o

Oiara Peixoto Kraiee

229o

Olinda Paixão

230,

Olinda Teixeira

231,

Paiilete Krumholz

232o

Regina Glecy Fo de Souza Lim

233o

Regina Tolpolar Jovchelovitch

234o

Regina Yurgel

235o

Regis Maria Dominguee

2360

Rejane Gontow Maron

237o

Renate Vera Harff Sindermann

2380

Riva Lapchik Borenstein

239o

Rosa Maria Dieder ^fa.ttos

240,

Rosa Maria Ferraro

24I0

Rosa Metria Franco Malheiros

242o

Rosa Maria Gastai de Menezes

243,

Rosa Maria Teresinha Zerbinatti

244«

Rosalla Coelho Comberlato

245o

Rosana (ILadys Hoffmann

2460

Rosaria Maria LÚcia Prenna

247o

Rosemary Rheinhelmer

2480

Rosinha Hoffteann Stefani

249o

Samuel José de Souza Filho

250o

Sandra Cini

25Lo

Sandra Maria Adami da Silva

252,

Sandra Tereza Mottola Lemos

253,

Sara Roitman Jakobson

254,

Sara Silveira Fernandes

255o

Sarah Duarte Bazán

256o

Selma Garcia ELaskiviski

2^0

Selma Kem

258,

Silvia Ferlini de Araxijo Da Camino

259,

Silvia Fillmann Teixeira

/

-257-

Digitalizado
gentilmente por:

�260,

Silvia Hofineister Barcelos

261,

Silvia Rech De Gen

262,

Sirley Motta Oxarique

263*

Sonia Beatris Bresolin de Oliveira

264*

Sonia Dulce Carvalho da Silva

265,

Sonia Kras Domeles

266,

Suely Ângelo Gullhembemard

267»

SuUy Brodbeck

268,

Susana Michielon Flentz

269»

Suzana Beatriz Stolaruck

270,

Suzana Bernardo da Rosa

271,

Suzana Binato de Moraes

272,

Suzana M. Esteves Leite Brennelsen

273*

Suzette Levy

274*

Tamine Keldann

275,

Tania l-Iaria Grehs do Oliveira

276,

Tania Maria Silva Keller

277,

Tania Marion Zlmmermann

278,

Tania Morandi Ayub

279*

Tania Regina Saffi de Viveiros Leiria

280,

Tania Rohrsetzer de Leon

281,

Theresinha de Jesus Alves Buarque

282,

Therezinha de Jesus Barcellos

283»

Úrsula Nicklas

284*

Valdete Glugno

285,

Valéria de Albuquerque Jacomettl

286,

Vana Maria KoUet Schmidt

287»

Vanderlan Simor

288,

Vania Steigleder Metzger

289*

Vera Aniola

290,

Vera Beatriz Bragio

291*

Vera Beatriz Cruz Speggiorin

292,

Vera Hom Puperi

293*

Vera 1-kria Dohms Santos

294»

Vera I-kria Rangel Daudt

295,

Vera M, Pigozzl de Araújo

296,

Vera Regina Ramondini Cândido

297,

Virginia Capparelli de Andrade

-258-

Digitalizado
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�298o

Vivian Alice Tisser Pitemian

299o

Vivian Schuch Ambros

300,

xênia Elisa Doki Falcão

301,

Yaci Damiani Pinto

302,

Yara Vianna SanfAnna

303*

Yedda Maria Babot Gomes

304*

Yvette Zietlow Duro

305o

Zahyra de Albuquerque Petry

306.

Zaida l-íaria Moraes

307o

Zélia Baptista Soares

308,

Zelia Dutra Lisboa

309o

zélia Glória S, C, do Eo Santo

310o

Zenaira Garcia Marquez

311o

Zita Catarina Prates de Oliveira

312o

Zuleika Berto

313o

Zulena Sirãngelo

QUADRO

II

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Adoaldo I-krino de Queiroz

2o

Beatrice íhglert

3o

Breno Dutra

4o

Cenira Monteiro da Silva

5o

Decio Brasil

6.

Elorinda Azevedo Toires

7o

Gllda Fagundes Echenlque

8o

Harry Roth

9,

Maria de Lourdes Soares da Silveira e Souza

10,

Maria Lucllla Dutra

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19

�CONSELHO federal DE BIBLIOTECONOMIA

RESOLUÇÃO 84

Fixa prazo para encaminhamento
dos
orçamentos dos Conselhos
Regionais
ao Conselho Federal de Bibliotecon£
mi a.

0 CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA, no uso das atr^
buições que lhe conferem a Lei n9 4084, de 30 de junho de 1962,
e o Decreto n9 56.725, de 16 de agosto de 1965.
a)

considerando que os
nais de Biblioteconomia devem ser encaminhados

por

intermédio do CFB ao Ministério do Trabalho e Previdência Social,

conforme disposto no Decreto

Lei

n9 200 de 1967;
b)

considerando que es
tados ao Ministério do Trabalho e Previdência Social
até 30 de abril de cada ano,

de acordo com o art.112

da Lei n9 4320/64.

RESOLVE
ART.

19 - Estabelecer o prazo até 30 de novembro de cada ano pa
ra os Conselhos Regionais de Biblioteconomia apresentarem ao Conselho Federal os seus orçamentos para

o

exercício imediatamente subsequente.
ART.

29 - Esta Resolução entra em vigor nesta data,

revogadas

as disposições em contrário.

Brasília,

16 de agosto de

Murilo Bastos da Cunha
Presidente do
CFB

Publicado no Diário Oficial da União
Seção I - Parte II
em 16/10/73.
p.3473

3

5

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gentilmente por:

1973

�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA

RESOLUÇÃO

85

Disciplina a elaboração dos
atos
que instrumentam o exercício
das
atribuições legais e
regimentais
do Conselho Federal de Biblioteco
nomia e dá outras providências.

0 conselho FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA, no uso das
atribuições que lhe conferem a Lei n9 4084, de 30 de junho de 1962, e
o
Decreto n9 56.725, de 16 de agosto de 1965,
Considerando que hã necessidade de uma racionalização
para
elaboração e controle dos atos que instrumentam a disciplina
das
matérias compreendidas em suas atribuições legais e regimentais;
Considerando que há necessidade de distinguir o ato de cará
ter normativo daquele que expressa e traduz simples decisão em c£
so concreto;
Considerando que a elaboração, sob um único nome jurídico Resolução - de atos dedicados ã regência de matérias
díspares,
instaura uma situação de difícil controle, não rato com
aspectos
anárquicos e confusos,

RESOLVE
ART.

19 - Resolução é o ato de caráter normativo do Conselho Fed£
ral , ou de seu Presidente, quando o exercer ”ad referen
dum", para disciplinar matérias de sua atribuição legal
e regimental, tais como:
a)
regimentos
b)

elaboração de seu reg
internos dos Conselhos Regionais;

aprovação do orçament
créditos adicionais;

c)
gos e funções,
res ;

disposições sobre o q
e fixação de vencimentos dos
servido-

d)

disciplina das operaç
moniais ;

e)

ART.

2

adoção de providência
me, em todo o País, as atividades dos Conselhos Regio
nais.

29 - Deliberação é o ato de competência exclusiva do
Conselho Federal, para instruir suas decisões em casos
concretos, tais como:

3

4

a)

aprovaçáo dos balance
balanços do exercício;

b)

licença a Conselheiro

c)

solução de dúvidas ar

5

6

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gentilmente por:

�d) autorização, era cada caso, de operação referente à
tação patrimonial;
e)

julgamento dos recursos das
gionais;

f)

imposição de penalidades aos
bros dos Conselhos Regionais;

g)

homologação de eleições dos

h)

concessão, denegação ou canc
pessoas jurídicas;
i)
aprovação das admissões, nom
sões e destituições de funções, feitas pelo Presidente ;

j)
90

(noventa)

suspensão de servidor, quand
dias;

l)licença a servidor por prazo/superior a 6
ses.

ART.

(seis)

me-

39 - Portaria é o ato de competência exclusiva do Presidente
do Conselho, para disciplinar matérias que compõem suas
atribuições regimentais, tais como:
a)

regulamentação dos

atos do

xe cuç ão ;
b)

abertura de créditos

adicion

ção ;
c)

concessão de dispensa, e lic
quando não superior a 6 (seis) meses;

d)

aplicação ao servidor das p
preensão e de suspensão até 90 (noventa) dias.

ART.

49 - As Resoluções deverão ser redigidas com clareza e preci^
são, sendo elencadas em artigos, e contendo logo abaixo
do título, a ementa anunciativa de seu objeto.

ART.

59 - As Resoluções serão numeradas
ção anual .

ART.

69 - A elaboração técnica dos atos de que trata esta Resolução, observara, além de outros, os seguintes
princípios :

seguidamente,

sem renova-

a)

nenhum ato serã redigido se
anteriores que tratam do mesmo assunto;

b)

quando o ato anterior ao no
derãvel, aquele serã expressamente revogado, consolidando-se nesse ultimo todas as disposições sobre a m£
téria;

c)depois de aprovado, datado e assinado, o ato sera numerado e indexado, pela ordem numérica e. por assunto.

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3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

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ART.

79 - Os atos do Conselho Federal e dos Conselhos
Repionaís
caracterizam-se pelas siglas, respectivamente, "CFB" e
"CRB", colocadas junto ao título.

ART.

89 - Os Conselhos Regionais só podem regulamentar as Resolu
ções do CFB quando indispensável à sua fiel execução e
desde que não lhe introduzam qualquer alteração.

ART.

99 - A presente Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Brasília,

16 de agosto de

Murilo Bastos da Cunha
Presidente do
CFB

Publicado no D.O.
Seção I - Parte II
em 16/10/73 - p.3473.

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1973

�CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA

RESOLUÇÃO

86

Fixa prazo para encaminhamento
das
Prestações de Contas Anuais dos Con
selhos Regionais ao Conselho
Federal de Biblioteconomia.

0 CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA, no uso das atribuições que lhe conferem a Lei n9 4084, de 30 de junho de 1962,
e
o Decreto n9 56.725, de 16 de agosto de 1965,
a)

considerando a necessidade de
ções que disciplinam as prestações de contas dos
Conselhos Regionais de Biblioteconomia ao Egrégio
Tribunal de Contas da União;

b)

considerando que as contas dos
vem ser remetidas ao Tribunal de Contas da União, atr£
vés da Inspetoria Geral de Finanças do Ministério
do
Trabalho e Previdência Social e por intermédio do Conselho Federal, conforme disposto no art. 99 do Decreto
n9 61.386 de 1967, combinado com o parágrafo único
do
Item VIII do art. 18 do Ato n9 8 do Tribunal de Contas
da União,

RESOLVE
ART.

19 - As prestações de Contas anuais dos Conselhos
Regionais
de Biblioteconomia deverão ser remetidas ao Conselho Federal até o último dia do mês fevereiro, de acordo com o
disposto no art. 79, capítulo I, do Ato n9 8 do Tribunal
de Contas da União.

ART.

29 - O Presidente, em exercício, do CRB, é o responsável pelo
levantamento e encaminhamento ao CFB da Prestação de Con
tas da execução orçamentária referente ao exercício imediatamente anterior.

ART.

39 - Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogadas
disposições em contrário.

Brasília,

16 de agosto

as

de 1973

Murilo Bastos da Cunha
Presidente do
CFB

Publicada no Diário Oficial da União
Seção I - Parte II
em 03 de outubro de 1973,
p.3340.
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��CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA

RESOLUÇÃO 87

Autoriza a criação de
Delegacias
estaduais e municipais dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia
e dã outras providencias.

0 CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei n9 4084, de 30 de
junho
de 1962 e o Decreto n9 56,725, de 16 de agosto de 1965,
Considerando a conveniência de permitir maior fiscaliza
ção do exercício da profissão em todo o território nacional.
Considerando que a inexistência de representação
dos
Conselhos Regionais fora da ãrea de suas sedes respectivas
dificulta essa fiscalização e não facilita a congregação dos bibliote^
cãrios residentes no interior das regiões.
Considerando que cumpre ao Conselho Federal adotar
as
medidas mais adequadas ao desenvolvimento da fiscalização na defe^
sa dos interesses da instituição profissional.

RESOLVE

ART,

19 - Fica instituído o sistema de Delegacia dos Conselhos R£
gionais, que serã dirigida por um Delegado,
§ único - 0 Delegado serã escolhido pelo Conselho Regi£
nal e sua designação devera recair em Bacharel em
Biblioteconomia de comprovada idoneidade, com mais
de
2 (dois) anos de exercício profissional e, no
mínimo
com l(um) ano de registro no CRB da jurisdição,
sendo
indispensável que resida no local-sede da Delegacia,

ART,

29 - 0 Delegado serã designado para representar o CRB,
sem
substituí-lo, competindo-lhe atuar em carãter
administrativo, exclusivamente, na ãrea municipal e na
estadual, quando a sede do Conselho Regional se
encontrar
em outra unidade da Federação,

ART,

39 - são atribuições dos Delegados dos Conselhos Regionais:
a)

exercer a fiscalização do exercíc
formando ao Conselho Regional qualquer irregularidade,
ilicitude e zelar pelo cumprimento da legislação esp£
cífica, sobretudo pelo prestígio e bom nome da
Classe ;

b)

receber e encaminhar ao Conselho
de inscrição, cancelamento, certidão, declarações, r£
querimentos de qualquer natureza, representações,etc;

Digitalizado
gentilmente por:

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st em
CiereaclanKnt»

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c)

promover a mais am
do CRB;

d)

cadastrar os biblio
informação ou documentação das respectivas
jurisdi- |j
ções ;

e)

arrecadar e encami
pelos bibliotecários e entidades;

£)relatar ao CRB mensal, trimestral e anualmente, as
correncias e fatos de interesse, prestando contas
bens e valores sob sua guarda ou responsabilidade.

ode

ARI.

49 - A função de Delegado, exercida a título gratuito,
considerada serviço relevante.

ART.

59 - A presente Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogando todas e qualquer disposições em contrário .

Brasília,

16 de agosto de

.
Murilo Bastos da Cunha
Presidente do
CFB

Publicado no Diário Oficial da União
Seção 1 - Parte II
era 03 de outubro de 1973,
p.3340.

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1973

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�CONSELHO federal DE BIBLIOTECONOMIA

RESOLUÇÃO 88

Considera relevante o serviço pres^
tado» durante o exercício de mand£
to de Conselheiro, aos Conselhos F£
deral e Regionais de
Bibliotecon£
mi a.

0 CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA, no uso das atribuições que lhe conferem a Lei n9 4084, de 30 de junho de 1962, e
o Decreto n9 56.725, de 16 de agosto de 1965,

RESOLVE

ART.

19 - O serviço prestado aos Conselhos Federal e Regionais de
Biblioteconomia, durante o exercício de mandato de Conselheiro, é considerado de natureza relevante nos
termos .

ART.

29 - Concluídos os mandatos dos Conselheiros, o CFB expedirá
o respectivo diploma certificando a prestação de serviço.
§ 19 - SÕ será expedido o diploma ao Conselheiro
cumprir seu mandato por tempo não inferior a 2/3
terços) do prazo de sua duração legal.

que
( dois

§ 29 - Para efeito do disposto neste artigo, considerase como de efetivo exercício o tempo de afastamento por
motivo de doença.
§ 39 - Em caso de renúncia ou perda de mandato, não será considerado válido, para efeito desta Resolução,
o
tempo de exercício, qualquer que ele seja.

ART.

39 - Os Conselhos Regionais, no prazo de 30 (trinta) dias
a
contar da expiração do mandato de seus membros,
enviarão ao Conselho Federal a relação dos mesmos,
esclarecendo com referência a cada Conselheiro, o nome, filiação, número de registro e número de sessões a que compa
receu.
~

ART.

49 - 0 diploma de que trata esta Resolução também será confe
rido ao Conselheiro Suplente do Conselho Federal de Biblioteconomia, desde que, residindo fora da sede,
tenha
exercido o mandato com revezamento com o membro
efetivo .

ART.

59 - 0 diploma cuja expedição é da exclusiva competência

Digitalizado
gentilmente por:

do

�Conselho Federal de Biblioteconomia, devera ser assinado
por seu Presidente e 19 Secretário, e será entregue
pelos respectivos Conselhos Regionais,em sessão solene, e£
pecialmente convocada.

ART.

69 - Os Conselhos Regionais, dentro de 90 (noventa) dias
a
contar da data desta Resolução, remeterão, ao Conselho Fe^
deral, observado o disposto no art. 39, a relação de todos os ex-Conselheiros que no exercício dos mandatos
já
expirados, atenderem ãs condições estabelecidas
no
art. 29, para fim de lhes conferir os respectivos diplomas .

ART.

79 - Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação.

Brasília,

16 de agosto de

Murilo Bastos da Cunha
Presidente do
CFB

Publicado no Diário Oficial da União
Seção I - Parte II
em 03 de outubro de 1973,
p.3340.

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1973

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CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA

RESOLUÇÃO 89
Estabelece sanções aplicáveis no ca
so de não cumprimento das
Resoluções e normas baixadas pelo
Conselho Federal de Biblioteconomia.

0 CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA, no uso das
atribuições que lhe são conferidas pela Lei n9 4084, de 30
de
junho
de 1962, e o Decreto n9 56.725, de 16 de agosto de 1965, art.27 e
51.
Considerando que é expressa na legislação vigente a atr^
buição do Conselho Federal de manter a respectiva unidade de ação
dos Conselhos Regionais.
Considerando que compete ao Conselho Federal tomar todas
as providências que julgar necessárias para manter homogênea e uniforme em todo o pais, a necessária e devida orientação dos refe_
ridos Conselhos.
Considerando, ainda, que as Resoluções emanadas do Conse^
Iho Federal, consubstanciando normas e diretrizes, visam a disciplinar a atuação dos Conselhos Regionais para manter a unidade de
ação das mencionadas entidades,
RESOLVE
ART.

19 - Estabelecer sanções aplicáveis aos Conselhos Regionais,
no caso de não cumprimento de Resoluções baixadas
pelo
Conselho Federal:
a)
b)
c)
d)
e)

ART.

advertência reservada;
censura pública;
suspensão do Presidente do Conselho Regional
infrator ;
intervenção;
comunicação ás autoridades superiores, para a aplic£
ção das cominações legais cabíveis aos
responsáveis
pelo CRB inadimplente.

29 - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação e revogadas as disposições em contrário.

Brasília,

16 de agosto de 1973

Murilo Bastos da Cunha
Presidente do
CFB

Publicado no D.O. da União
03/10/73 (Seção I - Parte II)

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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Desde 1958 a profissão de Bibliotecário começou a ser objeto de regulamentação oficial. Pela Portaria 162, de 7 de outubro de 1958, do Ministério do Trabalho e Previdência Social, essa atividade foi incluída no 19? Grupo das Profissões Liberais. A Lei 4084, de 30 de junho de 1962, dispôs sobre a profissão de Bibliotecário, regulou o seu exercício e estabeleceu as prerrogativas dos portadores de diploma de Bacharel em Biblioteconomia. Pela Resolução 326, de 16 de novembro de 1962, o Conselho Federal de Educação estabeleceu um currículo mínimo para o ensino da biblioteconomia, fixando em três anos a duraçao do curso. Apôs a expedição do Decreto 56.725, de 16 de agosto de 1965, que regulamentou a Lei 4084, de 30 de junho de 1962, a FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS e suas quinze Associações filiadas, solicitaram do MTPS as providências cabíveis, no sentido de instalar o Conselho Federal de Biblioteconomia. Algumas Portarias Ministeriais foram expedidas e a eleição e sorteio dos doze membros e três suplentes se processaram de acordo com o Art? 11, letras b e £ da Lei 4084/62, no Auditório do Ministério do Trabalho e Previdência Social, no dia 16 de dezembro de 1965. Composto o Conselho Federal, no mesmo local e hora, foi procedida a eleição dos membros que compuseram a lista tríplice, para ser enviada ao Excelentíssimo Senhor Presidente da República, a fim de ser nomeado o Presidente do CFB. Por decreto expedido em 28 de fevereiro, foi nomeada a Bibliotecária Laura Garcia Moreno Russo, para dirigir o Conselho durante o triênio 1966-1969. A posse do Conselho se deu no Gabinete do Ministro do Trabalho e Previdência Social, no dia 16 de março, no Estado da Guanabara. A partir dessa data, passou o CFB a desenvolver intensa atividade, no sentido de desincumbir-se de sua principal missão: fiscalizar o exercício profissional no Brasil. Pela Portaria 675, de 18 de novembro de 1965, foi fixada a sede do CFB na Capital de São Paulo, durante três anos, findos os quais passou a funcionar na Capital da República, de acordo cora o artigo 10, da referida Lei e Portaria 3164, de 24 de março de 1969, publicada era 11 de abril, p. 3099, que foi expedida a pedido do Presidente, que passou o seu mandato no dia 31-3-1969. O bibliotecário Antonio Agenor Briquet de Lerms tomou posse era 31-3-1969, em Brasília. O bibliotecário Murilo Bastos da Cunha foi nomeado Presidente do CFB, em 6-7-1973. Em cumprimento ao que determinam o artigo 15, letra e, da Lei 4084 , de 30-6-1962 e artigo 27, inciso 10, do Decreto 56.725, de 16 de agosto de 1965, o Conselho Federal de Biblioteconomia deve publicar anualmente o Relatório de seus trabalhos e, periodicamente, a relação de todos os profissionais registrados nos CRBs. A estruturação do Conselho Federal de Biblioteconomia e dos Conselhos Regionais, em número de dez, não foi tarefa fácil de realizar, isto já á do conhecimento de todos. Entretanto, os problemas que dependeram do espirito de classe dos que governaram e governam os Conselhos foram satisfeitos a contento. Tal não ocorreu com o cumprimento das obrigações que implicaram em despesas maiores que as disponibilidades e que foram passíveis de espera. Assim foi postegada, ate o presente, esta publicação, que encerra dados sobre a legislação profissional e organização dos Conselhos. O volume já estava pronto, quando decidimos solicitar o apoio do atual Presidente do CFB, Murilo Bastos da Cunha que, imediatamente, se prontificou em nos enviar algumas Resoluções e listagens, relativas aos registros de bibliotecários, a partir de 1969, quando terminou nosso mandato, como presidente do CFB. É esta obra o fruto do perfeito entendimento existente entre o CFB e a FEBAB, entidade que patrocinou a publicação, como subsídio a uma nova edição, se os CBs mantiverem em dia os seus cadastros. Agradecemos a colaboraçao dos Conselhos, que nos enviaram as listagens dos bibliotecários registrados. Laura Garcia Moreno Russo - Presidente da FEBAB - Ex-Presidente do CFB.</text>
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        <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/16/1005/Febab_Movimento_Classe_Tema_X_Com02.pdf</src>
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                    <text>ASSOCIAÇÃO PARAENSE DE BIBLIOTECÁRIOS
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DA UFPa,

INFORMAÇÕES SOBRE O CAMPO BIBLIOTECONOMICO
BELÉM

EM

(Pa.)

Maria Lucia Pacheco de Almeida
Ruth CondurG Chalala

Belem
1973

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

&lt;/

14

15

16

17

18

19

�M C OTT RO^ DOJffl S P ORS A VEIPES CUy 10^ 10^ ^392M^

ÜL IJIÍ?S:^=- =

I|TO^5ÕES^S0B|ffl^0_CAtÇ0^BIBLI0TEC^^

Maria Lúcia Pacheco de Almeida (•')

Ruth Condurú Chalala ("")

Informações necoss.árias à

discussão,

de acordo com o quostion.ário recebido,
abrangendo os itens do número 7 a- 20,

1,

número do bibliotoc&lt;ários associados, por Estado.
A Associação Paraense do Bibliotecários foi criada em 5 úg
de I9Õ6, contando atualmente com 107 (conto o sete)

março

associados,

dos quais 7 (sete) não são bibliotecários,
2.

números do bibliotecários diplomados em cada curso do biblioteconomia Gxistonto em cada Estado, por ano do conclusão do curso.
0 Curso de Biblioteconomia da Universidade Podoral do Pará diplomou até o ano de 1972, um total de 146 (cento o quarenta, o

seis)

bibliotecários, de acordo com o quadro abaixos
,

número do Bibliotecários formados
desde a data de fundação

Ano

n Ü M B R 0

1965

17

1966

11

1967

18

1968
1969

16

1970

27

1971

25

Total,

■=JI=
146

(")

Coordenadora do Curso de Biblioteconomia da Universidade P, do Par

("")

Presidente, em exercício, da Associação Paraense de Bibliotecários
Digitalizado
gentilmente por:

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15

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�- 2 3»

Número ie "bibliotecários diplomalos que não exorccm a profissãos pornão ter encontrado lugar em biblioteca, por proferir outra

ocupação

ou por abandono devido a motivos vários (oasamcnto, doença, aposenta
doria etc.)

Por não encontrar lugar como bibliotecário

-

32

Por proferir outro

-

8

Por abandono

-

20

0 Curso do Biblioteconomia da Universidade Podoral do Pará,

formou

até a presente data, 146 (conto o quarenta o sois) bibliotecários
sendo que destes, 74 (setenta o quatro) exercem a profissão,

,

nesta

cidade. Doze (12) outros profissionais transferiram residência

para

outros Estados o exterior, avaliando c percentual do, aproximadamente, 40^ do desemprego, na profissão.
4.

Cursos realizados pola Associação nos três últimos anos visando

o

aperfeiçoamento o a,tualização do seus associados.
Foi realizado no período do 12 a 16 do fevereiro do 1973, o Curso de
Atualização sobro "Estudo comparativo entro as 16a., l7a. e I8a. od^
çSos do Dowoy", ministrado pola professora Assistente ARA.CY

FIÚZA

COSTA, da Universidade Federal do Coará, tendo participado 68 biblio_
tecários.
A AsPaBi tom na sua prograça9ão,para o próximo mês lo agosto a realização de um curso sobro Catalogação Simplificada.
5.

Distribuição de profissionais por atividade (om cargo de assessora-'
mento, direção, serviços técnicos do aquisiçao, catalogação, o classificação, referência, bibliografia, microfilmagem, etc.)
DISTMBUI^ÃO^ DE^ |R0|U SSIOM

-ô- L

X í_ í*_

^

==j=^ =X ?= IL1= Jl

I-

t
Chefia

Bibliografia

t
{
I
{

Aduisição, cat., cias.
^
Divulgação

}
1
J

Realizando .

|
1
}
I
}

Referência

todos os serviços, ..

inclusive de chefia
Magistério

cm

1

2

3

T

0

4

5

T

6

A

9
10
2
20
3

22
9

L

Digitalizado
gentilmente por:

76

r

14

15

16

17

18

19

�- 3 Além das 74 tibliotoccárias diplomadas pola Univorsidado

Fodoral

do Parcá, em atividado, duas são formadas pelo Curso do Biblioteconomia da Bibliotoca Nacional do Rio do Janoiro.

6.

Bibliotoccários quo realizaram curso do didática geral o didática
Gspocial babilitando-oG pa,ra, ensino om cursos de profissionaliza
ção do 22 grau para auxiliares do bibliotoca.

Dois (2) bibliotecários cursando liconciatura plona do 22

grau,

em disciplinas específicas (História da Arte).

7.

Em qual matória são abordados os problemas do poquonas bibliotecas públicas, escolares o infantis, ação do Instituto

Nacional

do Livro o política educacional do Brasil.
Na disciplina do Organizaçao o Administração de Dibliotoca.s -

8.

I

Em qual matória ó ministrada instrução sobre técnica do El&lt;a,boraçao 0 avaliaçao do projetos (na,o se trata somente de projetos ar^
quitotônicos do bibliotecas, mas do esquema prográmatico 0 opora
ti vo.
Na disciplina do Organizaçao o Administração do Bibliotecas - II

9.

Qual a escala do salários pagos aos bibliotecários ora cada Estado?
Qual a gradaçao entre salários pagos pelos órgãos federais,

es-

taduais, municipais o ontidados privadas?
órgão Federal

-

Níveis 19 o 20

do

Serviço Público.
órgão Estadual

-

Cr$-1. 200,00 inicial

Entidades privadas - Colégios particulares - Ci&lt;$
Economia Mixta .... -

10.

800,00

Ctfi-2.200,oo inicial

Interfere no salário o fato de um profissional exercer docência'
om Biblioteconomia, ter trabalhos publica.dos o maior ou

menor

tempo de serviço ativo na especialização?
Apenas o Instituto do Dosenvolvimento Sconômico-Social do Pará IDESP, leva em consideração a publicação de traba,lhos, qua.ndo
partir do segundo ano de serviço são promovidos

a

.com maiores van

tagons.

11.

Quantoscarros-biblioteca estão om atividades em cada Estado?
Quem patrocina este serviço?

3

5

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Digitalizado
gentilmente por:

áT:?
r

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�- 4 Aponn-3 ijun, patrocinado polo Instituto Nacional do Livro o a disposição da Socrotaria do Estado do Educação, sondo quo suas atividades são orientadas por duas profossoras primárias.

12.

Númoro do alunos cursando Bibliotocon-ania, por somostre, ou

ano

lotivo.
Nosto 12 soraostro do 1973, o Curso dc Bibliotoconomia tom 20 alu
nos matriculados,

13.

Númoros do candidatos n,o vostibula-r do bibliotoconomia (ou opção
ao curso, no caso do básico único), nos trôs últimos anos,
1973 - 106 (conto o sois) candidatos (apenas 50 classificados do
acordo com o númoro do va,gas).
Em 1971 G 1972 as inscrições foram foitas para o Contro do Filosofia 0 Ciências Humanas, não tondo havido pró-opção, sendo
os inscritos om 1971 o matriculados

quo

nas disciplinas profissio -

nais om 1972, foram em númoro do doze (12) e, os inscritos

om

1972 c matriculados om 1973, (l° semestre), foram oito (8).

14.

Númoro do alunos quo participaram do Projeto Rondon nos trôs últimos anos,
Nenhum.

-

Prosidonto da Associação Paraense de Bibliotecários - AsP.aBi.

-

Chefe da Biblioteca Contrai o Documentação da Univorsidado Po_
doral do Pará.

-

Chofo ;lo Centro do Documentação o Publicação do IDESP.

-

Prosidonto do Conselho Regional do Biblioteconomia - 2a.Região

-

Coordenador do Curso do Bibliotoconomia da Universidade Federal do Pará.

-

Chofo do Dopartaraonto do Registro e Controlo Acadêmico da Uni
vorsidado Fodoral do Pará,

-

Socrota,ria do Estado de Educa.ção,

-

Secretário la Fundação Educacional do Município dc Bolóm.

Belém,

Digitalizado
gentilmente por:

de abril do 1973

r

14

15

16

17

18

19

�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Encontro dos responsáveis pela execução do programa de bibliotecas no Brasil. Apresenta informações sobre a profissão de bibliotecário no Estado do Pará.</text>
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                    <text>[O

FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS

/

MERCADO DE TRABALHO

SÃO ÍAULO
FEBAB
1973

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a H
st em

�SUMARIO

Agência Nacional
Congresso Nacional
CAPES
MA/Instituto de Pesquisa Agropecuária do Norte
MA/Superintendência do Desenvolvimento da Pesca
MEC/FEFIEG
Ministério do Interior e Autarquias Vinculadas
EMFA
IBC
INCRA
Comis sao Nacional de Energia Nuclear
GEIPOT
Serviço Público Federal
Serviço Público Estadual de

Sao Paulo

Serviço Público Municipal de Sao Paulo
SESC e SENAC,

São Paulo

Digitalizado
gentilmente por:

Ciemclancm»

/“ I

�AGÊNCIA NACIONAL

EMPREGOS DE NÍVEL SUPERIOR

Gratificação Reajustada - Cr$

Denoninação

Documentarista

1.225.00

Documentarista

1.125.00

Documentarista

975,00

(Aumento de Cr$

D. 0.

União, de

156,00,

correspondente ao do nível

8-3-1973,

p,

2354,

Seção

I,

Parte

20)

I

-1-

3

5

g

Digitalizado
gentilmente por

14

15

16

17

18

19

�GiLfíREIM DS BIBLIOTECIrIO
CQNSRaSSO

/v^CIOIC^L

CÂMAM E SEI.-A30

KÍ7SL UIs^VBRSIIÍRia

VSNCD-SKTCS

PAIg^,0

P.L, - 3

1,614,16

15^ = 242,12

1,856,28

P*J«* “• 4

1,511,10

15$ = 226,66

1.737,76

P f Xi« •“ 5

1.463,95

15$ = 219,59

1.683,54

Qratificeçfeo pela função àe Diretor

1.150,00

Gratificaçao pela função de Chefe de Seçao

1.104,00

Atualizado em 31 de março de 1973

-2-

2

7mL

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

^

r

�COORDENAÇÃO DO APERFEIÇOAMENTO D£ PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR

CAPES

Tabela Frovisoria de Encargos

D.

O. União,

de

10-4-1973,

de Direção e Chefia - C.L.T.

p.

3485,

Seçao I, Parte I

II

-3-

Digitalizado
gentilmente por:

&lt;/

14

15

16

17

18

19

�M

Pí
o
H
W
fs5

Seção I, Parte
1183,
p.

Ü
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M
O
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de 1-2-1973,

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pí
H
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M

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I
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P-i
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M
H
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União,

ICS
P4

W
H
Pi
O

O
o

-4-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

C3?
r

14

15

1

�MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

superintendEncia do desenvolvimento da pesca

Empregos de Nível

Superior

(Aumento de 15%)

D.

O. União, de 30-4-1973

p.

4239,

Seção

I,

Parte

I

17

18

-5-

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

r

14

15

16

19

�MINISTgRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
FEDERAÇÃO DAS ESCOLAS FEDERAIS ISOLADAS DO ESTADO DA GUANABARA

EMPREGOS DE NÍVEL SUPERIOR

D,

O. União, de 19-3-1973, p.

2726,

Seçao I,

Parte

I

-6-

Digitalizado
gentilmente por:

r

14

15

16

17

18

19

�MINISTÉRIO DO INTERIOR E AUTARQUIAS VINCULADAS

EMPREGOS DE NÍVEL SUPERIOR

D-anominação

Salãrio Reajustado - Cr$

Pv.ef erência

Bibliotecário

III B

3.044.00

Bibliotecário

III A

2.900.00

Bibliotecário

II B

2.684.00

Bibliotecário

II A

2.540.00

Bibliotecário

I B

2.324.00

Bibliotecário

I A

2.180.00

(auaanto de Cr$ 156,00,

correspondente ao cargo de nível

20 )

t

D. 0. Unieo, de 8-3-1973, p.

2360,

Seção I, Parte

I

-7-

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st e m
I Gereflclancnto

r

14

15

16

17

18

19

�EMFA

ESTADO-MAIOR DAS FORÇAS ARMADAS

Enpregos de Nível

Superior

UNIT .
N9

DENOMINAÇÃO

02

BIBLIOTECÁRIO

D.

3

O.

União,

5

6

de

UNIT .

2.406,00

13-4-1973, p.

Digitalizado
gentilmente por:

12

MENSAL

57.744,00

4.812,00

3666,

C3?
r

MESES

Seçao I, Parte I

14

15

16

17

18

1

�INSTITUTO BRASILEIRO DO CAFf

EMPREGOS DE NÍVEL SUPERIOR

(Aumento de Cr$

D.

156,00,

correspondente ao cargo de nível

O. União, de 10-4-1973,

p.

3487,

Seçao I, Parte

20)

I

-9-'

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

r

14

15

16

17

18

19

�INSTITUTO nacional DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA - INCRA

(Aumento de 15Z,

correspondente ao nível

20 e de 15%

para não ultrapassar o percentual do aumento)

D.

0.

União,

de

14-5-1973,

p.

4658

I

I
-10-

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

r

14

15

16

17

18

19

�PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR

Empregos de nível
de níveis
demais,

7 e 8,

(aumento de

correspondente

ao de nível

1256, de

190,00 aos empregos
22,

0. União, de

5

6

e

de

15%

fixado pelo

1973).

15-5-1973, p.

4712,

-11-

3

cr$

a fim de nao ultrapassar o percentual

creto-lei n.

D.

superior

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st e m
I Gereflclancnto

r

Seçao I,

Parte I

aos
De-

�PRESIDÊNCIA DA REPUBLICA

GRUPO DE ESTUDOS PARA A

INTEGRAÇÃO DA POLÍTICA DE TRANSPORTES
GEIPOT

EMPREGOS DE NÍVEL SUPERIOR

(Aumento de Cr$

156,00

correspondente

ao

cargo de

acrescido de 5,9% relativos à gratificação de
dedicaçao exclusiva do

D,

0. União,

referido cargo

de 22-6-1973,

p.

nível

20..

tempo integral

e

tomado como paradigma).

59S9,

Seção I,

Parte

I

-12-

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Ciemclancm»

/“ I -*

14

15

16

17

18

19

�GAJlBEm DS BIEUOIEGÍKIO
SERVIÇO FfeLICO rSDERAL
DECRETO-IEI 12S6.DS 26-1-73

BIELIOIEG£rIO

I-A

2o327,60

BIBLIOTBCijlIO

I-B

2.493,20

BI3LI0IEGÍRI0

II-A

2.741,60

BIBLIOSSaCRIO

II-B

3.0075,20

BIBLIOTEGXrIO

III-A

3.155,60

BXBltlOIEGj^RIO

IIj.*~B

..«a.e...e.«.c.*.«*

3.321,20

CADA QUIKQUêNIO

8 HCEULS DIÍRXfeS, SÍBADO LIVRE

Atuelisado em 31 ô.a março de 1973

-13-

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st e m
¥

�GARRSIM m BIBUQIggL^O
SSHVICO FÚBLTGO ESTADUkL DS SÃO PAULO
LSI Cggl£;-EI,T^ 7A. DS Iq SS a5Zg-13R0 .PS 1972

lEMPO PARCILL

TEJ-iPO IIÍISC21Ê.L

12:00 - 18:00 HOrlAS

- NÍvel A ... 1.238,X

2.476.00

- NÍvel B ... 1.310,X

2.620.00

•” líível C .** 1*/(11,00

2.822,X

- Ílível D ... 1.526,X

3,052,X

- NÍvel E ... 1.642,00

3.284,X

2. reksre:?cia 23

- NÍvel A ... 1.52ó,X

3.052,X

Chefe da Seçao
Técnica

- NÍvel B ,.. lo642,X

3.284.00

- NÍvel C ... 1.711,X

3.422.00

NÍveia cada 5 anoa

- NÍvel D ... 1.9l5í«^'0

3.830,X

- NÍvel E .0. 2.016,00

4.Q52,X

3. REFERENCIA CD-11 - NÍvel A ... 2.C0.6,X

4.Q52,x

Diretor de Divisão
Técnico

- NÍvsl B ... 2«117,X
__
q
2.203,00

4.234.00

- NÍvel D ... 2,304,X

4«6X,00

1. BSrSBÊ^fiI4

ZQ

Níveia cada 2 anoa

- NÍvel E ... 2.405,X

4.406.00

•••o««

4^810,00

4. REFERENCIA CD-Q

- NÍvel A ... 1.771,00

3.542.00

D:^etor de Serviço
Técnico

- NÍvel B ... 1.915,X

3.830.00

NÍvel C ... 2.00.6,00

4.032.00

NÍvel D ... 2.117,00

4.234.00

NÍvel S ... 2.203iCO

lOOí'.

I«•o•«

4.400,00

5^ cada q'iinquenio
1/6 parte depcia de 25 anoa
90 dias de licença prenic cada 5 snos

Atualizado em 31 de aarço ds 1973
-14-

Digitalizado
,^|fsy"re.
gentil mente por:

14

15

16

17

18

19

�smsm
§mmo.jMãS9 miQIEL^ Pg.. sãQ paitip
m 786^ D£ 1^3-73

HCaÍRIO PARCIAL

1.

2.

M

m

...

1.283,10

VIII-B

...

viii^

...

n-A

...

XI-B

HOeÍRIO HÍTEC2UL 33^

1,

...

1.710,46

1.411,50

VIII-B

...

1.882,00

1.539,so

viii-c

...

2.053,07

2.

1,924,60

...

2.117,20

...

537,60

REFERENCIA

BIBLIOTECÍRIO CHEFE DS SECÃO

RSÍERENCIA

3.

REFERENCIA

90 horaa por mês

Atualisado em 31 òLe março de 1973

-15-

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

\S.

Xl-A

...

2.566,13

3I3LI0TEGÍRIQ CHEFE DS DF/ISÃO

fiSTUMOTS ESXAGXjCrIO

2 SAIÍRI03 MÍNIMCB

8:30-11 - 12:30-18:36

VIII-A

BIBUOrSOÍRIO .CHEFK DS PIYI3Ã0

referencia

4.

VIII-A

BJBUçemihio omfs ds segão

REFSRálíCIA

3.

12 Is 18:36

ty St em
r

XI-B

...

2.822,93

�Cm^EIRA DE BIBLIOIECÍRIO
SERVIÇO SOCIAL DO
SESC

s

CCKÉRCIO

smc

bibuotecírio chefs

5.500.00

BIBLIOTSGÍRIO

I

1.661.00 + RSR = 1.930»

bibliotegjCrio

II •

lo8^4,00 + RSR = 2,116»

BIBUOTEGÍRIO

III

2.002.00 + RSR = 2.323»

BIBLIOTECÍRIO

IV

2.202.00 + RSR = 2.555»

BIBUOTEGÍRIO

V

bibliotecXrio

VI

.

,

,

2.421,00 + RSR = 2.809»

, 2.656,00 + RSR = 3.071^

&lt;»

+

555 CADA QTmJQüÊNIO

8 HORAS DIÍRIAS, SÍBADO LIVRE

R3R « REPOUSO SEMANAL REMUNERADO

Atualizado en 31 de março de 1973

-16-

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

\S.

ty St em
r

14

15

16

17

18

19

�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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72 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
BELÉM,

29 DE JULHO A 4 DE AGOSTO DE 1973

CDU 002.6:354.62(81)

SUB-TEMA; DOCUMENTAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA - INFORMÁTICA

TÍTULO:

0 CENTRO DE INFORMÁTICA DO MME E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA
0 DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DO BRASIL

POR

AUTORES:

ABNER LELLIS CORRÊA VICENTINI

(CRB-l/20)

JOÃO LAURENTINO DE SOUSA (CRB-l/PROVISÓRIO)
EDELWEISS SAUERBRONN (CRB-7/571)
ARUZA HOLANDA CAVALCANTI CARVALHO (CRB-4/191)
BIBLIOTECÁRIOS DA
ASSESSORIA DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO DO
MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA,

BRASÍLIA, DF

DOC. Ci. 7ííZ:'C2m

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
Sy st e m

�1
0 CEMTKO DE INFORMÁTICA DO MME E SUA CONTRIBUIÇÃO
PARA O DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DO BRASIL

POR

ABNER LELLIS CORRÊA VICENTINI
JOAO LAURENTINO DE SOUSA
EDELUEISS SAUERBRONN
ARUZA HOLAÍs^DA CAVALCAÍ-ITI CARVALHO

CONTEÚDO

1

Ros^imo

2.

Introdução Teórica: Desenvolvimento,

3

Planos c Metas do Governo para o Desenvolvimento:

Tecnologia e Informação
Legislação

Específica
4.

O Sistema Nacional de Informação Científica c Tecnológica
(SNICT) G o Miffi

5

Contribuição do Ministério das Minas c Energia na Área da
Investigação Científica e Tecnológica

cm

1

2

6

Sig''as citadas

7.

Bibliografia consultada.

3

4

5

6

.

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
Sy st e m

�2,

0 CENTRO DE INFORl^lÂTICA DO I'1ME E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O
DESENVOLVIMENTO DO BRASIL

1.

Resumo
A informação c o elrmcnto básico da investigação ou pesquisa,

Scin pGS^^TAiSci cl tecnologia não se- desenvolve- c o progresso,
de maneira muito lenta c- penosação moral de procurar,

se vior,

Por isso o bibliotecário tem a

por todos os meios,

alertar a opinião

será

obrigapública,

principalmente os elemçntos-chaves dos órgãos pxiblicos,

para o

importância da organização da informação em suas áreas

0 Ministério das

Minas c Energia,
mento,

fato

da

seguindo os planos e metas do Governo para o dcsenvolv_i

oferece sua contribuição através de seu Centro de Informática

do Centro de Processamento de Dados,

e-

que centralizarão todas as informa-

ções contidas nos centros de documentação e nas bibliotecas de seus

di-

versos órgãos; Departamento Nacional da Produção Mineral, Dcpiartamento ’
Nacional de Aguas e Energia Elctrica,

Conselho Nacional do

Petróleo,

Comissão Nacional dc Energia Nuclear,

Companhia Brasileira de

Tecnologia

Nuclear,

Petr-^brás,

Eletrobrás,

boquímica Catarinense,

Companhia Vale do Rio Doce,

Indústria Car

Companhia do Pcsqiiisa de Recursos Minerais e

to-

das as suas respectivas subsidiárias.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�3.

2.

Desenvolvimento,, Tecnologia e Informação

0 desenvolvimento e o progresso de um país depende fundamentaliiiente da existência e da organização de seus centros de docmentação
e de seus sistemas de informação-

Somente com docimaentos prontamente a-'

cessíveis e com informações realmente atualizadas e completas,
decisões,

em* qualquer campo,

ra segura.

é que

as

poderão ser tomadas na hora certa e de mane_i

Somente com informações precisas e abrangendo as diversas fa-

cetas do problema

em focc^ é que se pode criar algo de novo no campo

ciência, da tecnologia,

da indústria,

e nos demais caimpos da atividade

humana, de maneira competitiva com os países mais adiântados.
mente na administração pública,
"laissez faire,

Principaldo

é indispensável o assessoramento

com

para que o Gc vemo possa aplicar suas ri que

zas de modo correto e consciente, visando progresso que tenha em
a melhoria das condições de vida do povo,
cios da previdência,

•

onde a tendência predominante é a

laissez passer”,

informações exatas e atuais,

da

vista

envolvendo a todos nos benefí-

da escolarização e do saber,

A informação é o elemento básico da investigação.

Com

base

no conhecimento das experiências levadas a efeito em outras nações
mais
adiantadas, e que os países menos desenvolvidos poderão determinar quais
as inovaçoes ou adaptações,

ou quais as novas pesquisas que devem ser e-

fetuadas em sua tecnologia,

para fazer algo novo,

ma trilha dolorosamente já descoberta por outros.
queimar etapas e ganhar

tempo

,

evitando seguir a mesDessa forma

poderemos

alcançando os mais desenvolvidos,

as inúmeras dificuldades por eles já superadas e que nos servem
de exemplo,

para adaptaçao ao nosso meio.

sem

apenas

Não podemos querer ser origi-

nais em tudo. Nem sempre é possível a originalidade em assuntos técnicos
e científicos.

No campo da informática,

nao podemios nem pensar em opções,
atingiu este campo,
ou cria-la,
der.

cm

que mais de perto nos toca,-

já não pode-mos recuar.

e o que nos resta a

fazer é importá-la,

de acordo com modelo já existente,

Nesta era nuclear,

eletrônica e espacial,

2

Digitalizado
gentilmente por:

3

4

5

6

A

já

tecnologia
adaptá-la

pois não há tempo a perdesenvolvimento que não

�ã^
utilize a moderna tecnologia,
volvido.

nao é desenvolvimento;

já nasce

subdesen-

Por desconhecimento de causa ou por falta de coragem, de enfren-

tar mudanças,

há quem critique o avanço que desejamos imprimir cm nossos

centros de informática o cm nossos sistemas de informação
não devemos cair no exagero d
de bibliotecas tradicionais.

entanto,

só pensar no Brasil cm termos de
Temos UNIVERSIDADES que

ros de pesquisadores e técnicos competentes,
aos de outros países,

No

MOBRAL e

já constituem cclc_i

cuc nada tem de

a não ser a falta de condições de

inferior

pesquisas,

em

vista dos meios inadequados para a recuperação e disseminação da informa
ção,

c falta de salários compensaLdores,

em vista da incompreensão

cial para com as atividades de apoio das entidades que

ofi-

só pensajn em ter-

mos de lucro imediato,
É;
nião pública,
mental,

pois,

obrigação moral de-: todo bibliotecário alertar a opj^

principalmcnte esclarecer os que manejam a. máquina governa

para o fato da impoertáncia da orgenização da inforaação, de

ma

neira. a se aproveitar o que há disponível no campo da informação científica e tecnológica,

no Faís e no Exterior

0 Governo finalmente' compreen

deu a situação c está empenhado neste problema

0 brasileiro criado e e-

ducado sem bibliotecas, não sentiu ainda a necessidade da documentação,
e sorri incrédulo de novas ciências tais como a informática.
por todos os meios,

Urge,

seja feito uim esclare.cimento persistente e

junto a ensas pessoas,

pois,
ativo,

para que não ponham impecilhos nos planos

que

eles chamcjn de "mirabolantes"' como o do SNICT (Sistema Na.cional de Infor
mação Cientifica e Tecnológica).

(30)

Temos que lutar para que sejev implantado e funcione
SNICT,

instrumento fmdamental do nosso desenvolvimento.

fez sentir a intervenção do Governo nesta área.

’ logo

Em boa hora

A história do

o
se

progresso

da humenidade nê.o ó outra coisa senão a relação de fatos de como o homem
decidiu usar seus conhecimentos advindos das informações que lhe. estavam
á mão,

cm busca da verdade,

do desenvolvimento, do bem-estar.

primordial do SNICT seja, no entanto,
ra certa e na dosagem necessária,

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

a dc

Que a meta

transmitir informações na ho-

a TODOS os que delas necessitem

14

15

16

17

18

19

�5.
A disseminação das informações até agora armazenadas,

de maneira infrut_í

fera, nas bibliotecas, deve agora ser incentivada ao máximo para que advenha o maior proveito possível em benefício de todos,
que formamos a Pátria-

É 'um direito que o povo tem,

de pesquisar, de ser bem informado,
formação,

pois todos nós

o de ler,dc

sstudar,

Toda biblioteca e todo sistema de in

principalmente quando financiados por dinheiro público,

ser acessível a todos.
público preferencial,

é

Mesmo quando a coleção é especializada,

deve

e tem

em vista de fi,inçSes específicas relacionadas com a

coleção, nem por isso o acervo deve ficar limitado àquele público restri^
to,

com exclusão dos demais,

É na colaboração o boa vontade quanto à di-

vulgação do acervo de suas bibliotecas,

jimto a q^aantos se interessam

por informações, que vemos o maior cunho daquela ^função social” de
todo bibliotecário deve estar convencido que pratica.
esconder informações,
vadas ou secretas,

Não tem

’
que

sentido

a não ser que sejam realmente confidenciais,

reser

por questões de segurança nacional.

Longe do bibliotecário os interesses individualistas com relação às informações,

pois é dever profissional colaborar com todos,

acordo com o interesse comum,

que é o desenvolvimento.

Para melhor

laboração é que a biblioteca tem que estar devidamente aparelhada
meios eletrônicos,

cocom

de acordo com as técnicas modernas de armazenagem,

cuperação e disseminação da informação.

Assim,

Sem organização ’

interna, não poderá haver criação de sistemas de bibliotecas,
não podemos colaborar, nem receber colaboração,
real e verdadeiro do País,
que sabem colaborar,

re

seremos úreis á sociedade

e acreditados junto às autoridades e ao povo em geral.

do mundo moderno,

de

E assim

'

para o desenvolvimento

0 progresso e o desenvolvimento são para

os

aproveitando o intercâmbio científico e tecnológico

sem barreiras de língua,

de J.deologia e, muito

menos,

de fronteiras.
0 Presidente Médici,

desde o início de seu mandato,

preocupado com o problema do desenvolvimento,
tecnologia moderna.

tem

se

através do uso devido

da

Suas palavras são muito claras:

"A Nação Brasileira,

por todas as suas forças vivas, está empenhada em dar o grande salto

te

�6.
cnológico,
mento.

sem qual não será possível acelerar o ritmo de seu aesenvolv_i

Por essa razão o Brazil quer ter as mãos livires em todos os seto-

res da pesquisa científica e tecnológica e da aplicação pacífica das novas e ilimitadas fontes de energia"
ação,

(28

o Presidente criou o I PBDCT (

8

)-

E passando das palavras

â

) dentro do qual está inserido o

SNICT.
0 programa de desenvolvimento do Governo é realista,
dinâmico, visando vencer o conformismo e a rotina,
que a bomba atômica" pois,
ra fins produtivos,
do progresso,

intenso,

"mais catastrófica

enquanto a energia nuclear pode ser usada pa-

a rotina não ajuda em nada,

antes perturba a

marcha

(33)

Os pl£inos estão traçados,

Agora precisamos agir, cientes

qvie a vitória contra o subdesenvolvimento antes depende de nós , do
do Governo.

É urgente que,

firme e decididamente,

minho e fixemos os nossos objetivos,
pois,

como diz um velho provérbio,

sabe aonde vai",

de
que

escolhaimos o nosso ca-

dentro dos sistemas de informação ,

"não há vento favorável para quem não

(33)

Como disse o Ministro do Planejamento e Coordenação
João Paulo dos Reis Veloso,
Nacional,

'

em 13,10.71,

Geral,

em Exposição à Comissão Mista do Congresso ’

"nenhuma oportunidade mais indicada para que

a

nação reafirme consigo mesma o compromisso com as trasnformações fecun-*
das que se fazem mister, nesta fase carregada de história.
mações que continuam promovendo a verdadeira Revolução,
var o crescimento acelerado, de forma continuada,

seja para efeti-

seja para assegurar

'

mais justa distribuição de renda, numa sociedade moderna que permita

o

bem-estar,

a

a liberdade criadora,

a democratização de oportunidades,

preservação, na sociedade industrial,

dos valores humainos e culturais da

civilização brasileira

Nunca,

como agora,

pôde o País olhar para o futu

ro com tanta confiança,

Essa confiança foi conquistada na procura de ru-

mos, no esforço realizado, nas realizações alcançadas,
pela gente brasileira,
da unidade nacional,

cm

Transfor-

2

3

4

5

a partir de 1964,

E está servindo para dar maior alcance ao milagre

que assim deixa de representar apenas a consciência

6

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19

�de lima herança .comiim e passa a adquirir o sentido da tarefa comum em pro
cesso de realização

Essa tarefa,

a tarefa de uma geração,

deve ser a dc

realizar uma experiência dc desenvolvimento de tal modo bem sucedida que
a próxima geração já possa receber o Brasil na categoria das nações
senvolvidas,

de-

em todas as dimensões de uma sociedade moderna e humana"

(14 )
Informa-nos o renomado economista paulista,

Mário

Simonsen
'V

(32 ) que dos cinco fatores básicos do desenvolvimento nacional,

três

têm perspectivas otimistas,

e

quinto está esquecido
rior c motivaçã

o quarto sofre encaminhamento razoável

Os três primei tos são:

nacional.

educação,

comércio

o

exte-

0 quarto é a taxa de poupança e o quinto é

o

controle- demográfico
Para o nosso Ministro do Planejamento,
últimos anos,

três estágios bem distintos:

de 196^ a 1967;

atravessamos,

1) o da reconstrução que

foi o período do ataque frontal â inflação,

de estímulo e poupança aos investimentos,
tais no sistema de mercado.

2) o de expansão,

1967 a 1970,

através

do,

e 3) o da trõinsfore

da

(32).

analisando-se a ação dos três últimos governos

vêm dirighdo a Nação Brasileira,
ma dc ação,

medidas

através da auto-sustentação do processo

incorporação de novas dimensões
De fato,

das

foi

da correção de distorções biru-

crescimento acelerado na indústria e na agricultura,
mação, de 1970 em diante,

nestes

que

podemos constatar claramente um progra-

tendo como meta principal o desenvolvimento
0 Governo do Presidente Castelo Branco

mente da reconstrução cconomica,

cuidou

essencial-

através do combate à inflação galopante

que assolava o País, deuido novas diretrizes à economia e criando ima infra-estrutura para a construção de um Brasil Grande
ênfase à expansão de Energia Elétrica;
rentes a transporte,

Neste sentido,

deu

deu nova vida aos asstintos refe-

e estabeleceu fundos especiais para o financiamento

industrial e de casas próprias e ingressou na era moderna das telecomim^
cações,
0 Governo do Presidente Costa e Silva, continuou o

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4

5

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*y.

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programa

18

19

�. 8.
-&lt;
de ação iniciado em 1964,

através da expansão econômica acelerada,efeti-

vando ambiciosos programas de trasnporte c comunicações,
mos financeiros para o setor de Educação,

criando mecani_s

implantando efetivamente novas

estmtturas na administração federal e, principalmente, criemdo as
do Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e,
mais importante,

bases

o que

é

dando condições para seu funcionamento através da cria-

ção do FNDCT (9

) de acordo com o Decreto-Lei 719/69,

res n2Sc

de 1969 (4,5 ) e da FINEP,

43 e 76,

Atos Complementa

Decreto 61,056/67.

0 Governo do Presidente Médici despertou,

de fato,

(

6

)

a consci-

ência nacional, no sentido de se atingir o alto objetivo de elevar
Brasil à categoria dos países de alto nível de desenvolvimento em
os setores,
tecários:

o
todos

inclusive nos que nos diz respeito mais de perto, como biblio

0 SNICT.
Ao longo dos três Governos da Revolução, constituiu o desen-

volvimento uma grande experiência de crescimento e de trasnformação, manifestados nos excepcionais indicadores quantitativos de desempenho, como - no período 1964/1970 - o aumento de 52% na renda global
expansão de 69% na produção industrial,
tal das exportações,

(PIB),

a elevação ao dobro no valor to-

a duplicação da rede nacional de rodovias paviment_a

das, o atmiento de 140% nas matrículas do ensino médio e de 200% nas
ensino superior.
setores,

a

Em verdade,

tudo se tornou maior no Brasil.

Em

do

muitos

o realizado no período 1964/1970, ultrapassou o que se consegud^

ra desde o início do século. (17)
Mais significativas,

ainda,

foram, no entanto,

ções qualita-^ivas assinaladas na economia.
nômico, definiu-se, mais nitidamente,

as transforma

Consolidando-se o projeto ec£

o modelo social.

E o desenvolvimen

to científico e tecnológico se tornou possível. . Est£unos,

assim,

sem ufa-

nismo e sem utopismo, vivendo a grande experiência de crescimento e ,tran_s
formação,

através da qual queremos construir umasociedade industrial

’

nos trópicos e nos trasnformar numa sociedade plenamente desenvolvida.
Visando a tr£msformação do País e baseado na experiência obtida a partir de 1964,

cm

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3

4

5

o I2 PND

6

(II/4) constitui uma definição de estra-

Digitalizado
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�tégia que vem sendo empregada

denominada Modelo Brasileiro de Desenvo]^

: vimento r- que visa assegurar a continuidade do crescimento e a consolida
!

ção de uma economia modernai
, tempo,

democracia econômica,

; le brasileira»

competitiva e dinâmica e realizar,
social,

racial e política,

ao mesmo

consoante a indo

Isso implica notadamente em mudança de concepção, no

í vemo, na empresa privada e nos demais agentes econômicos,

Go-

como educação

!e conscientização do povo.
Três são os grandes objetivos nacionais do desenvolvimento
brasileiro,

de acordo com a política que vem sendo adotada pelo Governo:

!is) colocar o Brasil, no espaço de uma geração, na categoria
das nações plenamente desenvolvidas.
22) duplicar,
ção com 1969,

1980,

a renda per capita do Brasil,

devendo verificar-se,

para isso,

crescimento anual do Pro-

duto Interno Bruto equivalente ao dos últimos tres anos.
o Ministro de Ciência e Tecnologia da Alemanha,

em compara

É verdade

que

Gehardt Stotenberg, em

discurso feito no Parlamento Alemão, há pouco tempo,

já dizia,

com razão

que não é mais a renda f^er capita'' que mede o estágio de desenvolvimento
de um País«

0 que mede o estágio de desenvolvimento de um País é a situa

ção em que ele se encontra em face da energia nuclear para fins pacífii COS,

da exploração espacial e da cibernética (que inclui a Informática),

0 que se adapta também ao caso brasileiro.
32) elc'ar a economia,
de expansão do emprego;

em 1974, mediante-o aimento da

redução da taxa de inflação,

se relativa estabilidade de preços,
i de 10% ao ano,

ou seja,

taxa

permitindo alcançar

taxa de inflação da ordem ’

até o final do mandato do atual Governo,

e política econ£

; mica internacional que acelere o desenvolvimento do País,

sem prejuízo

' do controlo progressivo da inflação.
Para conferir auto-sustentação e caráter integrado ao processo,

o desenvolvimento pressupõe:

[ progresso econômico,

ampla disseminação dos resultados do

alcançando todas as.class-^

sociais

e todas as regi-

I ões; transfomação social, para modernizar as instituições, acelerar
I
içrescimento, distribuir melhor a renda e manter uma sociedade aberta;
estabilidade política,

cm

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o
'

para realizar 0 desenvolvimento sob regime demo-

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�10.
crático;

segurança nacional,
vê-se,

pois,

interna c externa.

que o le PND mais que tut projeto,

é a diretriz

básica de Governo e sua filosofia administrativa. Nele sente-se tun Gover
no que sabe o que quer e que sabe para onde vai,
os caminhos.

pois

ele mesmo

traça

Sente-seum Governo consciente de sua missão, dos problemas

que afligem o País e seu povo, do tempo em que vive e da evolução

dos

tempos.

3.

Plenos e Metas do Governo para o Desenvolvimento.

0 15 P«D 1972/74,
■de 1971,

prevê entre

Legislação Específica

criado pela Lei ne 5.727, de 4 de novembro

outras realizações a implementação da Política Te-

cnológica Nacional que permita a aceleração e orientação da transferência
de tecnologia para o país,

associada à forte componente de elaboração

tecnológica própria.
0 Brasil ingressará na ora nuclear com a construção da prij meira Central Nuclear ( 17

) com a realização do Ciclo do Combustível

i Atomico para exploração e processamento de urânio em escala ampla.

0

I programa de pesquisa de urânio nos colocará como o segundo ou terceiro
país, no mundo, nesse campo.
Serão implantados sistemas de centros de tecnologia em áreas
de infra-estrutura e indústrias básicas, como sejam:
icnologia Nuclear, Petróleo,

Telecomunicações,

Energia Elétrica,

Siderurgia,

Te-

Pesquisa Mineral,

Pesquisa Espacial e será reformulada a carreira de pesquisador i.;ra assegurar-lhe condições de trabalho satisfatórias,

através da Comissão inte-

-grada pelo Ministério do Planej£imento e Coordenação Geral, DASP e CNPq
que irá propor as bases dessa reformulação.
0 Decreto n9 70.553/72
no Setor de Ciência c Tecnologia,

(8

cabendo ao CNPq ‘o assessoramento sob

o ponto de vista científico-tecnológico c
os aspectos economico-fincinceiro,

) define áreas de competência

ao MPCG o assessorsimento sob

tendo em vista o entrosamento do desen-

volvimento científico-tecnológico com a estratégia geral do desenvolvimen
to nacional.

I
/'

cm

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�n.
Todas as atividades na área da ciência e tecnologia scrao or
ganizadas dc

nu-Jicira a

coniplcmcntcrcm

o Sistema Nacional

xinidades organizacionais de qualquer grau,

as

sem prejuízo da subordinação

ao órgão cm cuja estrutura administrativa estiverem integradas,

que uti-

lizem recursos governamentais para realizar atividade de planejamento,
supervisão, coordenação,

estímulo,

'

execução ou controle do pesquisas ci-

entíficas ou tecnológicas
A exemplo do atual Sistema Nacional dc Tecnologia
ser constitinidas sistemas setoriais, na área d&amp; indústria,
litar a coordenação das unidades componentes tais como:
ra, mineração,

energia,

deverão

para possibi-

saúde,

agricultu

telecomunciações e atividades nucleares

A atuação integrada do Sistema Nacional s'erá. objeto de
•instrumento de previsão,

orientação e coordenação,

o PBDCT (8

terá como esquema financeiro um orçamento-programa trienal,
ano,

),

um
que

revisto cada

acrescentando-se-lhe as previsões e indicações de mais um ano
Seja qual for a categoria econômica da despesa a ser realiza

da, o PBDCT compreenderá a programção com todas as fontes de recursos internos. ou externos..
Caberá ao CNPq,
com o MPCG (30

como órgão central do Sistema conjuntamente

);

a) realizar estudos relativos à formulação da Política Nacional de Desen
volvimento Científico e Tecnológico,
jetivos,

princípios,

compreendendo a definição de ob-

diretrizes gerais, critérios e prioridades,

ten-

do em vista a contribuição da Ciência e da Tecnologia para o desenvo_l
vimento econômico e social do País; efetuando a análise e consolidação dos progrêunas e projetos específicos para efeito da consecução do
Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico;

e incenti-

vando, mediante cooperação financeira, a realização de pesquisas
sociedades de Economia Mista e organizações- do Setor Privado,

por

bem co-

mo a sua articulação com os órgãos de pesquisa governamentais.
b) acompcinhar a execução de programas,

subprogramas,

atividades ou proje

tos de pesquisas decorrentes do Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

cm

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�12c

I
c) coletar,

analisar,

armazenar e difmidir dados de interesse científico

e tecnológico.
d) participar de estudo de atos internacionais de interesse para a Ciência c

Tecnologia

e) assistir financeiramente à pesquisa,

dentro do seu orçamento de apli-

cações
f) elaborar cadastros e estatísticas que proporcionem conhecimentos atua
lizados do potencial científico e tecnológico nacional,
g) avaliar periodicamente a consecução do prograjna de Ciência c Tecnologia e a sua adequação aos objetivos do Governo..
h) os Órgãos Setoriais da área de Ciência e Tecnologia fornecerão
•CNPq as informações por este solicitadas,
o caso,

ao

resguardando-se quando for

o sigilo das mesmas

i) quando não ocorrerem razões específicas de sigilo,

o CNPq fará a

di-

vulgação das informações aos componentes do Sistema.
j) os Ministérios interessados deverão propor a organização dos sistemas
setoriais de sua responsabilidade,

(Para a contribuição do MME ver

o

Item 4).
1) a operação do sistema financeiro para o desenvolvimento tecnológico ’
será realizado através do FNDCT,
ao CNPq e o FUNAT (INT)
L
\
|.

período,

o FUNTEC

(BNDE),

o fundo associado ’

Esse conjunto de f-undos deverá realizar,

aplicações de Crf; 1,100 milhões

no

(preços de 1972).

m) o programa de aplicações dos recursos do FNDCT será submetido á apro-

I
í

vação do Presidente da República pelo Presidente do Conselho-Diretor
✓
ou^^ndoo CNPq no tocante aos aspectos científicos e tccnologicos,

4.

0 Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica e o MME

Como já foi dito anteriormente o 12 pND previu o estabelecimento do SNICT no Brasil

0 Plano em questão lictcrminou que o Sistema de_

verá ser funcionalmente articulado ao CNPq e operar em caráter dcscentra
lizado.

0 CNPq na elaboração das Diretrizes Básicas para Implantação

do

SNICT contou com uma Comissão Representativa integrada por representan-

cm

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�13.
tes dos seguintes órgãos:
:

MRE,

MA,

IBBD G IBGE,

;

da Saúde,

inicialmcnte CNPq,

c posteriorracnte,

Ministério des Trasnportes,

EMFA,

MEC, MIC,

MME,

a Biblioteca Nacional,

Miárná^crio

Ministério do Interior e SUDAM.

A flexibilidade do Sistema deverá ser assegurada pelo
[

intercâmbio entre seus componentes,

MPCG,

isto é,

livre

os diversos subsistemas.

subsistemas serão coordenados por centros ou núcleos vinculados aos

Os
Mi-

nistérios ou órgãos componentes, que agruparão unidades caracterizadas
por áreas de assunto,

regiões geográficas e funções.

a Administração Federal,

No que diz respeito

todos os órgãos que desenvolvem atividades

de

documentação e prestam serviços, de informação, deverão ser agrupadas,
áreas de atuação,

em Subsistemas de informação.-

a pedido do CNPq,

Borko (

2

o Prof.

H-

por

Para definir a estrutura

do-SNICT e seus subsistemas iniciais esteve no Brasil c^omo consultor
UNESCO,

'

da

Borko da Universidade da Califórnia

) sugeriu em seu relatório que os seguintes subsistemas deve-

riam funcionar inicialmcnte:
Subsistema de Informação Científica
Subsistema de Coleta e Disseminação da Informação no Exterior
Subsistema de Informação Educacional
Subsistema de Informação Tecnológica e Industrial
Subsistema de Informação sobre Infra-estrutura e Serviços
Subsistema de Informação Agrícola
Subsistema de Informação sobre Saúde
.

Subsistema de Informação sobre Minas c Energia
A Comissão Representativa que assessorou o CNPq recomendou '
relatório apresentado por A.

L.

C.

Vicentini,

e em seu relatório

a implantação inicial dos subsistemas acima enumerados,

final,

especificando

'

que suas funções seriam:
a) Estudar e avaliar a demanda de informação de seus usuários
:

b) Desenvolver atividades de documentação e prestar informações em suas
áreas de assunto,

de forma normalizada,

rápida,

eficiente e precisa.

; c) Coordenar as suas unidade componentes;
= d) Planejar suas próprias atividades e

serviços,

bem como solicitar

aplicar recursos financeiros e técnicos necessários às operações.

e

�14.
0 Subsistema de Informação sobre Minas e Energia dentro
SIIICT,

estará a cargo do MííE.

Para sua implantação 5 Mí-IE devera,

de sua Assessoria dc Documentação e Informação,
condições atuais,

do

através

proceder a análise

estabelecer a política global,

das

definir as áreas de atu

ação prioritária e estabelecer as normas de funcionamento do Subsistema
e dos seus componentes setorias.

Todas entidades subordinadas e vincula-

das ao í-E-íE foram consultadas e já designaram seus representantes
SINFORI-ÍIIE

(29

) - o Sistema do Informação do Ministério das Minas c Ener,

gia que deverá abranger as áreas de energia elétrica e niiclcar,
mineração, hidrologia,

combustíveis sólidos,

petróleo.

geologia,

0 órgão central de

coordenação do Sistema sera o Centro dc Informática do MME,

5.

no

o CIMME.

Contribuição do MME na área da Informação Científica e Tecnológica

Tecnologia é o conhecimento das artes industriais.
tecnologic'% portanto,
da produção

é e.ltcração que afeta

Mudança

um produto ou o processo

Embora a tecnologia não seja a única maneira dc reduzir di_s

paridades entre países desenvolvidos e países cm desenvolvimento, não há
dúvida de que o progresso tecnológico é a base essencial para isso

Daí

a importância da informação científica e' tecnológica
A tecnologia na área das minas e da energia,
fimdamcntal no desenvolvimento do Paíspecial pr::i gruidc
cimento econômico,

importanci;.

Os computadores,

neste campo,

tem um

pÇpel

de modo todo e£

pois eles apressam o cre^

facilitando a organização e a centralização da infor-

mação nos diversos setores da tecnologia e da ciência.

(27)

Por isso é que o MME mantém em funcionamento uma Assessoria
de Documentação e Informação (ASDOCJ),
dc Dados,

que,

em trabalho conjunto,

bem como um Centro de Processamento

têm levad :&gt; a efeito estudos prepara

tivos e executado seiviços na área da Informática,
órgãos do MME,
CPRM,

CBTN,

quais sejam: DNAEE, DNPM,

envolvendo todos

PETROBPáS,

ELETKOBRÂS,

os

CVRD,ICC,

CNEN.e CNF
Agora com o SNICT, o MME já está preparado para sua integra-.

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19

�15.ção e participação na rede. nacional c internacional de- inforraaçõcs,

que

sf' afigura como inevitável, com a criação teimbcm do UNISIST (sistema Mun
dial de Informação Científica)

Para isso foi criada, no início de 1971,

a Assessoria de Documentação e Informação do IfME,

cuja atividade prccí-

pua c a im.plantação do Sistema de Informaçãoes sobre Minas c Energia
(SINFOPMME),

que integrará o SNICT,

da das atividades de controle,

como Sub-sistema

Esta Assessoria ciU

processamento e disseminação das informa-

ções de interesse direto do MME.

Como .resultado prático,

oficialização do seu Centro de Informática,
LEMME

’

antes mesmo

da

já foi implantado o Projeto

(índice Analítico Mc-canizado da Legislação no âmbito específico

do

(31)
Por outro lado,

a Assessoria de Processamento de Dados,

seu Centro de Processsimento de Dados,

vem implantando projetos de mecan_i

zação e automação de diversos serviços nos órgãos do MMI,
temas de caráter técnico,

com

definindo sis-

tais como:

a) Projeto Geologia - para processamento de dados geológicos - DNPM
b) Projeto Hidrologia - procesaaraento de dados hidrológicos - DNAEE.
c) Energia Elétrica - sistema de cadastramento das concessionárias,
dos de rotina,

estatística,

da-

e arquivo das empresas.

d) Administração - implantação do Cadastro Geral de Pessoal do MME,
e) Projeto LEMME - processamento da Legislação do MME, cujos serviços de
análise c programação foram executados pela Assessoria de Doctimentaçao
e Informação,

com a colaboração da IBM/Filial de Brasília.

Para melhor execução de seus serviços,

o Centro de Processa-

mento de Dados está se instalando no andar térreo do Edifício-Sede

do

MME,

que substituirá o

da.

Vale ainda salientar que os trabalhos de assessoramento

no

era B.rasília,

CPRM,

com um computador IBM

370/145,

que vinha sendo usado até agora.

camj&gt;o da Informática e Processamento de Dados,

são executados através de

convênios entre o MI4E e a Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas Bras_i
leiras
CLT,

(CAEEB),

Sociedade de economia mista,

que contrata pessoal,

.pela

para instalação e administração de centros de pesquisas e investiga

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�16
çõcs tecnológicas,
essa mesma CAEEB,
soal

(PLANFAP),

ligados aos setores mineral c; energético

através do Plano de Forma,.ção e Aperfeiçoaimento de Pes-

cuida da organização c administração dc programas de aper

feiçoamento de pessoal técnico dc nível superior,
cursos especializados no Brasil e- no Exterior,
com bolsas dc estudo.
eficiente,

Além disso,

A CAEEB, vem,

pois,

oferecendo estágios

e

em nível dc' pós-graduação,

colaborando de maneira muito

*

para o aperfeiçoamento não só dos serviços do MME, mas dc to-

da a mão-de-obra dc nível universitário no Brasil-

(22)

Outra contribuição do MME na área da informação científica e
tecnológica e que merece ser aqui realçada é a refcrEntc ao Projeto RADA.M
t
IRadar da Amazônia), É a participação do MME no Programa dc Integração '
Nacional

Este Projeto teve início em dezembro dc 1970,

foram traçados,

organizados os voos c os trabalhos de campo.

teve início cm agosto dc
(mosaico),

quando os planos
Sua execução

1971 e sua finalidade é usar imagens de radar

cm conjunto com quantidade limitada, dc fotografias aéreas in~

fravermrIho-colorido c multicspcctrais,

tomadas dc alta e baixa altitude

e com verificação de campo para mapear os recursos naturais, nas regiões
Norte e Nordeste do Brasil,

que

não haviam sido fotografadas pelo chama-

do Voo AST-10 (Acordo Governo Brasileiro e USAF)
tem a responsabilidade do planejamento,
to,

0 DNPM,

órgão do

MT-E,

coordenação e execução do Proje-

c tem a assitcncia tccnicci da EARTH Satellitc Co

à preparação de especificação e aquisição dc

, no cuc se refere

dados terrestres,

e aceitação das imagens e dos mosaicos finais,

inspeção

bem como da. companhia bra

sileira LASA - Engenharia e Prospecções S/A, no que se refere à execução
dos vôos, controle dc
semi-controlados
fia,

terra c constnição dos mosaicos não controlados

As imagens adquiridas são interpretada.s para hidrogra-

geomorfologia,

geologia,

vegetação e solos.

0 Museu da Terra c Energia
nota

e

.(

26

)

é outro-empreendimento digno

de

Em termos técnicos,

será iim centro de difusão dc conhecimentos te-

cnológicos e científicos,

com a finalidade dc promover o entrosamento da

ciência com o ensino profissional.

No Museu da Terra e Energia ficarão á

mostia riquezas minerais c. energéticas c seus sistemas dc aproveitamento,
c como são feitas, a localicação e a exploração dessas riquezas no subsolo
Este Museu difere,

pois,

das instituições tradicionais:

tratem o passado e

a evolução até nossos, dias,

pretende mostrar o presente e
passado,

cm

2

enquanto elas re_

o Museu da Terra c

a j'&gt;erspectiva do futuro

Energia

Referências

ao

só quando indispensáveis ã compreensão dos visitantes ou usuários

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Embora todos os museus tenhrjíi finalidade- didática,
siderará o ensino como sua finalidade preexpua,

tendo por princípio trom

mitir o máximo de conhecimentos ao maior niimcro de pessoaso
tem idealizado um sistema de cxTiosições móveis,
ser levadas a todo o território nacional

este con-

E assim,

já

que poderão c deverão

E&gt;essa forma,

»

o Museu se preocu

pará em ensinar a história viva, mostivndo a riqueza mineral e

energéti-

ca do país ej o esforço das gerações para CLproveitá-la em benefício da co
letividade.

Ê o Centro de Difusão de Conhecimentos Tecnol.

e Científicos,

Integra o conjunto arquitetônico do Museu, um anexo destinado a Biblioteca Especializada do MME,
banco de dados,

que se tronsfoxmiará em poderoso

com informações atualizadas e precisas,

’

Todas as empre-

sas vinculadas ao Ministério participarão finíinceiramente da execução do
projeto e terão um representante jmto ao Mxiseu para transmitir todas as
informações necessárias,

referentes ao seu setor,

(20)

A propósito, o Cori^eio Braziliense em editais sob o
"Ciência e Tecnologia"

( 21

)

título

trataram largaraente da conveniência e uti-

lidade da iraplontação ckstc Museu, em Bnesília»
0 Dr,

Yvon Barreto de Carvalho, Dirctor-Geral do DNPM,

se expressa na apresentação do I Anuário Mineral Brasileiro:

assim

'lluma época,

em que a cvolxição tecnológica se acelera e os meios econômicos são,
consequeneia, modernizados,

a revolução nas máquinas administrativas

em
go-

vernamentais dos países em vias de desenvolvimento se faz necessária
naturalmente,

sua prática sr impõe,

parex acompanhar aquela evolução

As mudanças são bruscas o requerem xima aceitação atenta e,
to,

ousada,

senão mesmo agressiva, no sentido de,

(1

Assim entendendo,
tes c jurisuiciona.uos,

até certo pon

adaptando-se ás

o I#1E,

com todos òs seus órgãos integrín-

-.rtá procurando absorver essas novas concepções

distanciado da nova. realidade

Por isso c que os órgãos do Governo,

em geral ,

É...
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6

’

em consequência do progresso com que se aprcscntsim

as modernas sociedades.

cm

*

),

se auto-revolucionando para nao se perder,
que surge a cada diai,

-.

queimando-se etapas,

poder-se no menor espaço de tempo, utilizar os serviços,
exigências da evolução"

e,

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estão se esquecendo des velhas imagens^

constituindo-sc cm suporte

pri-

mordial c cglutinador das atividades globaãs para o desenvolvimento cien
tW ico,
MílE;

tecnológico c

no que sc

econômico de um modo totrol e,

refere à Mineração,

cspccificamcntc,

no

Geologia e Energia Elétrica c Nuclc;&lt;ar,

de acordo com a política desenvolvida pela administração do Minist: o Dias Leite

(25

)

Sabendo-se

que a evolução do processo desenvolvimentista

Pais requer cooperação harmoniosa de- todos,
COS agrupados

numa mesma áreu;

do

cm todos os setorc:;s cspecíf_i

sondo imprescindível a integração, nes-

ta era das comunicações que interligam todo o mundo,

concluímos que

MME não está alheio a esta visão,

acha-se

e,

por isso mesmo,

o

impregnado

do sentido e da necessidade de intcr-relacio-amento com todos os demais
órgãos, públicos c privados, visando a aceleração do desenvolvimento

te-

cnológico do Brasil

6 '

Siglas citadas

ASDOCI

Assessoria de Documentação e

Informação

BNDE

- Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico

CAEEB

- Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas Brasileiras.

CBTM

Companhia Brasileira de Tecnologia Nuclear

CIMME

Centro de Informática do Ministério das Minas c Energia.

CLT

Consolidação das Leis do Trabalho

CNEN

Comissão Nacional de Energia Nuclear

CNF

Conselho Nacional de Petróleo

CNPq

Conselho Nacional de Pesquisas.

CPRM

Companhia de Pesquisa c P.ecursos Minerais

CVPD

Comp.anhia Vale do Rio Doce

DASP

Departamento Administrativo do Pessoal Civil

DNAEE

Departamento Nacional dc Águas c"Energia Elétrica.

DNPM

Departamento Nacional da Produção Mineral

ELETROBRÂS- Centrais Elétricas Brasileiras S.A.
EMFA

cm

Estado Maior das Forças Armadas.

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FINEP

~ Financiadora do Estudos c

Projetos S A

FNDCT

- Fujido Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

FUNAT

- Fundo de /irnparo à Tecnologia do INT

FUl-JTEC

- Fundo de Desenvolvimento Tccnico--Científico do ENDE

IBBD

- Instituto Brasileiro dc^ Bibliografia c

IBGE

- Instituto Brasileiro de

IBM

- International Businens Machine Corporation o

ICC

- Indústria Carboquímica Catarinense S A,

INT

- Instituto Nacional de Tecnologia

LEMI-IE

- Denominação dada ao Projeto de

Documentação

Geografia c: Estatística

Indexação da LEgislação refe-

rente ao Ministério das Minas e Energia.

.

MA

- Ministério da Agriceilture..

MEC

- Ministério da Educação e- Culturei

MIC

- Ministério da Indústria c do Comércio-

M''IE

- Ministério das Minas e- Energia.

MFCG

- Ministério do Planejamento e Coordena.çao Geral.

MRE

- Ministério das Relações Exteriores.

PBDCT

- Pleno Bcésico do Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

PETROBEÁS - Petróleo Brasileiro S.A

*

PIB

- Produto Interno Bruto

PLA1'IFAP

- Plano de Formação e Aperfeiçoamento de Pessoal de NÍvel
Superior

PND

- Plrno Nacional de Desenvolvimento

RADAM

- Denominação dada ao Projeto de Levantamento RADargramctrico
da Aííazonia

SINF0RI'1ME - Sistema de Informação do Ministério das Minas e Energia.
■- Sistema Nacional de- Informação Científica e Tecnológica

SNICT
SUDAM

- Superintendência do Dc.senvolvimento da Amazônia.

UlíESCO

- Organização das Nações Unidas paõra q Educação,

Ciência

c Cultura.

cm

UNISIST

- Sistema Internacional de Informação Científica.

USAF

- United States Air Force.

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(UNESCO Serial 2824/RMO ED/DEA)

Consc Iho Nacioncvl dc Pesquisas

DirC:trizes básicas pcarca

imp 1ontgção do_ Sistema Naciona 1 dc. Informação Cienj^ficc.__£
cnológica SNICT;

doccimento clpborado pela Comissão dc.

Te-

Redação do

Grupo de Traba.lho do SKICT c aprovado na lOâ Reunião p..ra a

( 4)

plantação do sistema,

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6p

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1969,

Decreto n,

76 de 21 out
p

200,

Estudos e Projetos

dc 25 fov
S A

Diário Oficial, Brasília,
(7)

Decreto n.

1967.

jun
C 8)

p

p

1969

Diário Oficial,

Diário Oficial

25 jul

68 748 - 15 jiui,

p

1971

A.ltera para financiadora

7824,

S A,

2

3

4

5

(FINEP) a denominação
61 056,

dc 24 dc

Diário Oficial,

jul

Brasília,

16

1972. Define áreas dc compc_

,

Brasília,

18 maio 1972

719 - 31 jul

1969

Desenvolvimento Científico e. Tecnológico

cm

191

1967

70 553 - 17 maio dc

Dccreto-lci n

videncias,

'

4595

Decreto n

9)

1057,

Regulamenta o art,

tencia no Setor dc Ciência e- Tecnologia c

(

43, de 29 jan

(FINE?) e dá oeitra^s providencias..

c. dá outras providencias

1971

)

1969.

dc. empresa pública criada pelo Decreto n
1967,

(mimeog

1969, constitui a FinanciCi.dora

de Financiadora de. Estudos c Projetos

dc

1973

8930-31

61 056 - 24 jul

do Deere ti-lei n,
dc

30 jen

im-

Rio de Janeiro,

Ato complementar n

Brasília,

A.to complementar n
Brasília,

XI..

of a National System *

of Seientifie and Technological Information,
UNESCO,

1972. n.

Diário Ofj.clal Brasília,

6

Digitalizado
gentilmente por:

dá outras providencias.
p

4355-56.

Cria o Fundo Nacional de
(FNDCT) e dá outra-S pro-

31 jul

1969.

14

15

p

16

6522,

17

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BRASIL

Leis,

de 7 abr.

decretos,
1972r

etc.

Exposição de. motivos do I^IPCG n.

Aprovaçõo de

diretrizes e medidas setoriais pa

ra implantação de programas c projetos do governo
cial,
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Brasília.,
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Diário Ofi-

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Diário oricia.l,

31“B

para o período de. 1972 a 74

1971

p

Brasília,

8969

8 nov

1971.

Suplmcnto

1-19
.

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to e de senvolvimento no Brasil
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1973/

PlanejamenSSp^

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1972

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Brasília,

Brasília,

1971

77p
comentários

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Informr.ção Ciaitíf icg c Tc-

rc Ir.tório apresentado ao CíJPq í.;-.''. 23 de
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <description>A name given to the resource</description>
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                <elementText elementTextId="11377">
                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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              <description>The topic of the resource</description>
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                <elementText elementTextId="11378">
                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                  <text>FEBAB</text>
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              <name>Date</name>
              <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                <elementText elementTextId="11380">
                  <text>1973</text>
                </elementText>
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              <name>Language</name>
              <description>A language of the resource</description>
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                  <text>Português</text>
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              <name>Coverage</name>
              <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <elementText elementTextId="11382">
                  <text>Belém/PA</text>
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    </collection>
    <itemType itemTypeId="8">
      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
    </itemType>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
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              <elementText elementTextId="13408">
                <text>O centro de informática do MME e a sua contribuição para o desenvolvimento tecnológico do Brasil</text>
              </elementText>
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            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <elementText elementTextId="13409">
                <text>Vicentini, Abner L. C. </text>
              </elementText>
              <elementText elementTextId="13410">
                <text> Souza, João Laurentino de </text>
              </elementText>
              <elementText elementTextId="13411">
                <text> Sauerbronn, Edelweiss </text>
              </elementText>
              <elementText elementTextId="13412">
                <text> Carvalho, Aruza Holanda Cavalcanti</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
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            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <elementText elementTextId="13413">
                <text>Belém/PA</text>
              </elementText>
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            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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                <text>Febab</text>
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                <text>A informação é o elemento básico da investigação ou pesquisa. Sem pesquisa a tecnologia não se desenvolve e o progresso, se vier, será de maneira muito lenta e penosa. For isso o bibliotecário tem a obrigação moral de procurar, por todos os meios, alertar a opinião pública, principalmente os elementos-chaves dos órgãos públicos, para o fato da importância da organização da informação em suas áreas. O Ministério das Minas e Energia, seguindo os planos e metas do Governo para o desenvolvimento, oferece sua contribuição através de seu Centro de Informática e do Centro de Processamento de Dados, que centralizarão todas as informações contidas nos centros de documentação e nas bibliotecas de seus diversos órgãos: Departamento Nacional da Produção Mineral, Departamento Nacional de Aguas e Energia Elétrica, Conselho Nacional do Petróleo, Comissão Nacional de Energia Nuclear, Companhia Brasileira de Tecnologia Nuclear, Petrobrás, Eletrobrás, Companhia Vale do Rio Doce, Indústria Carboquímica Catarinense, Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais e todas as suas respectivas subsidiárias.</text>
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                    <text>VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOniA E DOCUMENTAÇÍÍO,
Belém, 29 de julho a 4 de agosto de 1973,

CDU 025.347
CDD 029.54

Documentação Científica e Tecnológica - Organização Bibliográfica

ÍNDICE EH CADEIA
por
Evangelina de Azevedo Veiga
CRB-10-79
Chefe do NÚcleo da Classificação da Biblioteca
pública do Estado e

professora de Classifica-

ção da Faculdade de Biblioteconomia e Comunic_a
ção da Universidade Federal

do Rio

Grande do

Sul.
e
Sara Roitman Oakobson
CRB-10-83
Chefe do NÚcleo de

Catalogação

pública do Estado e professora
da Faculdade de

da Biblioteca
de Catalogação

Biblioteconomia e Comunicação

da Universidade Federal do Rio Grande do Sul,

DOC Cl, TECNOU

cm

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�1 -

ÍNDICES AUXILIARES DU CATAlOGD SISTERAtICD

1,1 ~

índice Alfabético

Assuntos

0 acesso ao Catálogo Sistemático se efetua por meio do índice Alf£
bético de Assuntosj o qual constitui seu instrumento essencial, Tem^ por f^
nalidade, servir de chave verbal para os símbolos numéricos do Catalogo Si_s
temático, mostrando as relagoes entre assuntos que, tendo concordância entre si, não se encontram reunidos na tabela sistemática,
Uma das grandes vantagens do Catálogo Sistemático o a de reunir a_s
suntos logicamente relacionados. Contudo, e certo que nenhum sistema

de

classificação pode agrupar todo o material bibliográfico para todas as finalidades, em vista da crescente complexidade do conhecimento atual,
No Catálogo Alfabético, esse material é reunido através das remissivas "ver também", que conduzem o leitor às diversas secçães do catálogo,
No Catálogo Sistemático, estas remissivas sao desnecessárias, pois
as entradas r.o índice Alfabético de Assuntos incluem o cabeçalho correspo^
dente ao símbolo de classificação em todos os aspectos sob os quais

pode

se apresentar. Exemplo;
Casamento; Costumes

392,5

Casamento; f^loral

173,1

Casamento; Direito de familia

347,62

0 índice Alfabético de Assüntos, portanto, por apresentar nao apenas o termo que traduz o símbolo de classificaçao, mais os termos

sinôni-

mos e correlates, dispensa.as fichas remissivas de "ver" e "ver também", .
Assim, no exemplo dado acima, é feita ainda entrada pelo

sinonimo

"matrimônio", usando a mesma notaçao convencional e ainda invertendo os te^
mos, como segue;
Matrimônio; Costumes
Matrimônio; Moral

392,5

173,1

Matrimônio; Direito de familia
Moral; Casamento

347,62

173,1

Moral; Matrimônio 173,1
Direito de familia; Casamento

347i62

Direito de familia; Matrimônio

347,62

Costumes: Casamento

392,5

Costumes: Matrimônio 392.5
-

índice Numérico
0 índice Alfabético- taJ como i ci elaborado, tem sua origem no ín-

dice Numérico, onda são registrados os símbolos de classificaçao

referen-

tes aos assuntos das obras existentes na biblioteca, Para cada numero e d_a
do o termo correspondente e todos os seus sinônimas e/ou correlatos, pelos
quais 0 leitor pode verbalizar o assunto.

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�^.2
Faz parta do Catálogo Interno o tem a finalidade do uniformizar a tormi
nologia empregada no índice Alfabético, controlando os assuntos já existentes no
acerve, portanto, como índices Numéricos correspondentes aos índices

Alfabéti-

cos, já exemplificados, 'temos o seguinte:
173,1

Horal; Casamento
'^r'lo^al: fiatrimonio
■í-Casariiento; Horal
•tMatrimônio; floral

392«5

Costumes: Casamento
^•Costumes; patrimônio
•^Casamento; Costumes
i-Patrimônio; Costumes

347-62

Direito de familia: Casamento
•í-Oireito do familia: Patrimônio
-t-Casamento: Direito de familia
•^Patrimônio: Direito de familia

Uerifica-se que, além de todos os termos correspondentes ao

símbolo de

classificação, devo sempre ser mencionado o aspecto ou faceta em que o assuntoc
tratado, a fim de evitar duplicidade de símbolos para um mesmo assunto, como f_i
cou demonstrado no exemplo dado acima, no caso de haver omissão dos termos

das

classes gerais, como Poral, Costumes e Direito de familia»
2 -

ÍNDICE EP CADEIA

2.1 -

Origem
0 sistema de indexar em cadeia, criado pelo biblictecário indiano S. R.

Ranganathan, tem por finalidade a elaboração de um índice de assuntos que ofer^
ça maior rendimento, com c máximo da economia pela aplicação do processo que analisa em profundidade os assuntos, substituindo o método de inversões, sem

a-

fastar, porém, os termos da classe geral,
2.2 -

Aplicação
0 Sistema em Cadeia é muito econômico, qu.ando usado em bibliotecas espe

cializadas, para pesquisadores em um determinado _campo do conhecimento,

porque

controla com exatidão o aspecto ou faceta sob o qual o assunto é tratado, lirnitando o número de palavras-ch ,'.&gt;C',
Na sua obra "Classi^ied Catalogue Code", Ranganathan rocõmonda que a In
dexação em Cadeia deve ser aplicada a Sistemas de Classificação que tenham

umo

"estrutura expressiva", isto é, baseados no princípio ''ana'^ítico-sintético", on_
do os símbolos de classificação exprimam subordinação, Uma classificação analítico-sintética ou facetada "é aquela na qual uni assunto é analisado em seus ele
mentos constituintes f undamont &gt; is, para os quais a tabela o .eve números do cia-sificação 0 sintetiza estos elementos através de símbolos 'le cenexão e relações

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�apropriadas, formando assim

o númoro do classificação para os assuntos compos-

tos ou complexos". Ató ontão as classificações oram enumeratiuas ou

hierárqui-

cas, isto ó, enumeravam os assuntos em uma seqUencia derivada da lógica aristotélica, cOm correlacioná-los, í o que acontece com a classificação da Biblioteca do Congresso o com a classificação decimal de Deuey, embora, este último faculta este método, como por exemplo, através da síntese, divisões de forma e lu_
gar,
A CDU, embora basicamente enumerativa, permito que as diferentes
de assuntos complexos ou compostos possam ser reunidos a

partir de

partes

diferentes

partes do sistema, constituindo-se em um sistema analítico-sintético, como

por

exemplo, quando usa os dois pontos para relacionar um assunto complexo, isto é,
aquele que interessa a mais de uma classe;
Econoiiiia agrícola

338;ò3

Q mesmo acontece, quando se trata de um assunto composto, isto é,

aque-

le que interessa a várias facetas previstas dentro de uma classe, como por exern
pio, no assunto "Efeitos térmicos dos raios infra-vermelhos", cuja

classifica-

ção é; 535,211-15 que corresponde a uma sub-ciasse, traduzindo ao mesmo tempo _u
ma substância e uma operação, reunidas através de uma analítica.
A analise da faceta, em que p baseado o sistema analítico-sintético, teve sua origem na "Colon Classification" e consiste na particularização de
aspecto de um assunto e deverá ser q base de futuros esquemas de

cada

classificação

bibliográfica.
Segundo Dubuc, "o termo faceta não pertence ã terminologia

própria

da

CDU, tendo sido empregado muito tempo depois de sua elaboração, por Ranganathan
que fez. dele um elemento de sua "Colon Classification". Contudo, é uma

expres-

são comoda e simples, cuja concisão é útil, para simbolizar um dos pontos essejn
ciais de uma classificação moderna, e que pode ser utilizada sem

incovenientes

na CDU, a qual pela sua estrutura, distingue as facetas do uma classe

por três

procedimentos;
1 - índices principais
2 - Divisões analíticas
3 - Divisões comuns

_

Embora, o índice ern Cadt-ia seja indicado para classificações inteiramento facetadas, pode também ser aplicada ã CDU ou acordo com o exposto acima,
2,3 - ^Nomenclatura
2.3.1 - Clas^ - conjunto de assuntes que possuem uma qualidade ou

propriedade

em comum.
2.3.2 - Cadeia - série de termos ou símbolos de classes representando os assuntos, sendo quo cada um está subordinado ao precedente.
2.3.3 - Facota - o conjunto das divisões (focos ou sub-facotas), produzidas pe-

�- 4
la

subdiuisão.

2,3,4 -

du um asauntü, a partir du uma única característica,

- ü um dígito do numoro de clossificaçãu, representante do assunto,

dentro da cadeia, ^prosonta as seguintes denominações:
2.3.4.1 - Elo falso - aquele que não e um número clcesificador, isto é, não é uma concatenação de dígitos, não tem significação, Um elo e falso, se termina com
um símbolo de ligação,
2.3.4.2 - Elo fundido - elo dentro de uma parte do símbolo de classificação, obtido por meio de recursos auxiliares, como forma e tempo, e que,

separadamente,

perdem seu sginificado,
2.3.4.3 - Elo procurado - aquele que possui significação e que será

verbalizado

pelo leitor,
2.3.4.4 - Elo não procurado - aquele que representa um termo ou expressão

sobre

o qual pode não surgir material de leitura ou que não será verbalizado pelo leitor.
2.3.4.5 - Elo superior - aquele que antecede a etapa procurada em uma cadeia,
2.3.4.6 -

inferior - elo localizado abaixo da etapa procurada.
Exemplo; 17

elo procurado

173

elo procurado

173,

elo falso

,1

elo procurado
"18" elo fundido

2.4 -

método de indexação em cadeia
Este método consisto em inverter a ordem das facetas, dada no símbolo de

classificação, Quando um documento é indexado, seu assunto é disposto em
de cadeia, anotando-se as diversas etapas da divisão, desde

forma

a classe principal,

ã qual ele está ligado, até o assunto específico tratado no documento, estabelecendo-se assim a hierarquia preliminar.
Sempre que possível, cada etapa deve ser expressa por uma sé palavra ou
uma sé expressão.
Os termos usados são extraidos das tabelas do sistema de

classificação

adotado. Quando estes termos se tornam desatualizados ou não correspondem aos usados pelos leitores, devem ser substituidos por _expressõus adequadas,
0 fato de a biblioteca não possuir o assunto de certas etapas signific£
tivas da cadeia, não impede a indexação das mesmas, pois o leitor será levado ao
assunto existente, o qual tem conexão com as demais etapas da Cadeia,

Portanto,

sempre serão indexadas todas as etapas significativas, exjatindo ou não obras, i
soladas sobre o assunto das mesmas.
As fichas-guia, por revelarem o padrão básico da classificação e mostr^a
rem as relações légicas dos assuntas, fazem com que o leitor chegue aos documentos que a biblioteca possui sobre o assunto específico, passando pelas

fichas-

guia mais gorais sobre as quais a biblioteca não possui nenhum trabalho. Caso

o

leitor queira um documento sobro o assunto mais geral, encontrará no assunto es-

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pacífico as genaralidadus do mosmo,
Sinonimos sao indoxcdos, quando absolutamente necessário,

tendo-su o

cuidado dü não multiplicó-los em excesso, o fim de evitar acúmulo de fiches no
catálogo. Pode-se, porém, usar uma única forma, fazendo-se rcrnissivas "ver” p_a
ra os outras. Adotando-se o índice em Cadeia é recomendado c uso de remissivas,
com a finalidade de economizar o número do entradas no índice Alfabético.
Cada assunto dará entrada no índice Alfabético uma única vez.
Supondo que o primeiro documento a ser indexado trata do assunto "Oca
sarnento como costume através dos tempos", a analise do conteúdo, em que é

be-

seado o índice em Cadeia, é apresentada da seguinte manoirai
ETAPAS
1

3

2

39

3

392

HIERARQUIA
Ciências sociais
Costumes.
Costumes relativos à vida privada

4

Casamento, hatrimonio

.5

Iniciando-se o trabalho com a última etapa da divisão, que representa
o assunto básico do documento, deve-se verificar se tal ternie ou expressão of£
rece condiçãos para ser indexado, isto é, se pode desta forma ser

verbalizado

pelo leitor. Em caso positivo, inicia-se o trabalho de acordo com a etapa núme_
ro 4, empregando-se os seguintes cabeçalhos paro a entrada nu índice Alfabético;
ETAPAS

entradas NO ÍNDICE ALFABÍTICü

4

Casamento; Costumes

392.5

4

Matrimônio; Costumes

392,5

2

Costumes

1

Ciências sociais

39
3

A etapa 3, "costumes relativos à vida privada", não o indexada, poi:j}uo
seu conteúdo está implícito no conteúdo das outras etapas.

0 sinonimo usado na etapa 4 "Matrimônio" pode ser eliminado, como eta
pa indexada no índice Alfabético, sendo substituido por uma remissiva, com

a

finalidade de diminuir o número de entradas pelas^quais o leitor pode verbalizar o assunto, pois se trata de expressão perfeitamonte sinônima. Esta remissi
va serve para todos os símbolos de classificação aplicáveis ao assunto

repre-

sentado pelo verbete "matrimônio",
Uerifica-se, também, que embora a biblioteca não possua assuntos correspondentes às etapas 2 c l,clas foram indexadas pois se trato de elos significativos.
Segundo Mills, "a primeira palavra de

entrada no Índico, o cabeçalho

principal (no exemplo dado "casamento"), dawo sur qualificada como termo principal da hierarquia, o fim de mostrar que aspecto do assunto

representa,

üs

termos, qualificativos são chamados da sub-cabeçalhos e são escolhidos na ordem

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Bstrita da prograssão dos generalidcdes",
são acrescentados na ordem ascendente da cadeia para manter o índice em
jma linha coerente, Esses termos
anterior e nunca

(sub-cabeçalhos) são sempre tomados

da parte

da porte posterior da Cadeia, são sempre escolhidos os termos

característicos mais expressivos e que correspondam exatamente ao

símbolo

de

classificação. Assim, para_ 39, encontramos os termos;
Folclore. Custumeg, Usos. ^ida Social
No entanto, indexamos apenas "Costumes", uma vez que, para

"Folclore",

existe o símbolo específica 398 e paro "Uidu Social" 394, Portanto, se
mos também para 39 os termos "Folclore" e "Uida Social", hauerio

usásse-

uma repetição

injustificável.
0 termo "Usos" não foi indexado, por se tratar de um sinonimo pouco expressivo de "Costumes",
No exemplo dado acima, o termo "costumes" é registrado como sub-cabeçaIho do cabeçalho principal "Casamento", porque outros encadeamentos

são possí-

veis, como por exemplo;
Casamento; floral

173.1

Casamento; Direito de familia

347.62

0 sub-cabeçalho indica, portanto, a classe à qual está ligado o assunto
indexado.
Os termos para um cabeçalho não são jamais tomados, como já foi mencionado, dentre as palavras que se encontram na Cadeia abaixo desse cabeçalho.
Assim, não se fará entrada para
V
Costumes; Casamento
De acordo com

Dubuc "e precisamente da observância desta regra que d^

pende a economia do índice em Cadeia, Porque, se os termos subordinados sao empregados como sub-cabeçalhos, resultará em um aumento considerável do número de
cabeçalhos, visto que as trocas permitidas se multiplicarão".
0 exemplo abaixo elucidará melhor esta regra. Supondo que

o assunto

a

ser indexado seja "Cultivo de cereais", a analise do assunto resultará no segui_n
te;
ETAPAS

HIERARQUIA

1

6

Ciências aplicadas

2

63

3

633/635

4

633

5,

.

Agricultura
^

Produtos vegetais
Tipos de cultura

,1

Cereais, Grãos

Não esquecendo que a "Indexação em Cadeia" consiste em inverter a ordem
das facetas dada no número de classificação, inicia-se o trabalho de acordo com
a etapa número 5, criandu-se os seguintes cabeçalhos que darão entrada no índice Alfabético;

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ETAPAS

ENTRADAS Nü ÍNDICE ALFABÍTICu

5

Ceroais: Agricultura

633.1

5

Grãos; Agricultura

633,1

4

Tipos do Cultura; Agricultura

633

3

Produtos vegetais; Agricultura

633/635

2

Agricultura

1

Ciências aplicadas

63
6

A ordem e inversa ò seguida para um catálogo sistemático. Para ostu aseunto, caso não fosse observada a regra citada anteriormente, teríamos um aumeri
to considerável de fichas, como se vê;
Agricultura; Cereais

633,1

Agricultura; Arroz

633.18

Agricultura; Milho

633,12

Agricultura; Aveia

633,13

í preciso^ entretanto, ter em menta que, para cada um dos produtos agrí
colas, ou seja, para cada um dos tipos de cereais, será feita uma entrada no ca
tâlogo sistemático, à medida que forem sendo incorporados

ao acervo,e,

conse-

quentemente, incluidos na cadeia já iniciada para o símbolo 633.1, Teremos, então as seguintes entradas no catálogo sistemático;
633.1
633.12
633.13
633.18
e os índices Alfabéticos serão;
Cereais; Agricultura

633,1

Arroz: Agricultura

633.18

Aveia: Agricultura

633,13

Milho; Agricultura

633.12

Uerifica-se, pois, que o que foi agrupado no Catálogo Sistemático não sie
rá agrupado no índice Alfabético de Assuntos. Como se viu, os símbolos

corres-

pondentes aos diferentes tipos de cereais foram agrupados no Catálogo Sistemáti
CO, mas dispersos no índice Alfabético, Inversamente., os diversos

aspectos

de

ura assunto serão reunidos no índice Alfabético e dispersos na ordem sistemática;
Agricultura; Seguros

368,5

Agricultura; Ensino

373,68

Agricultura; Legislação econômica

351,823.1

Como se verifico pelos exemplos dados, apesar de o tibliotoca não

pos-

suir nenhum documento correspondente a "Tipos de cultura", "Produtos vegetais",
"Agricultura" e "Costumes", isto é, aos assuntus gerais tratados

isoladamente,

B imprescindível a indexação dos mesmos, pois existe algo sobru eles. Além disso, é provável que apareçam documentos sobre a grande maioria

dos

cabeçalhos

que correspondem ãs etapas gerais da Cadeia. Portanto, é necessário indexá-los.

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l\lo momento que derem entrada na coleção os assuntes:
Tipos de cultura: Agricultura
Produtos vegetais: Agricultura
Agricultura,
assim como
Costumes,
todos os cabeçalhos correspondentes aos eles da cadeia estarão prontos, completamente indexados.
2,4.1 - Indexação d_e documentos sobro assuntos subordinados aos _ J_ó

existentes

na coleção
Os novos documentos que cerão entrada na coleção,

concernentes

classe ou divisão do classe, já indexada, não exigem tantos* cabeçalhos

a

uma

como

o

primeiro.
Supondo que devam ser indexados cs seguintes assuntos;
a) Emprego de adubos no plantio de cereais
e
b) Casamento como costume,

na Europa, na Idade Nedia

De acordo com os exemplos apresentados, verifica-se que, para o primeiro, o único cabeçalho

a dar entrada será;

Adubos; Cereais; Agricultura

633.1-18

Todas as outras etapas já estarão indexadas, A cadeia será complementada com as etapas correspondentes ao novo assunto;
633,1-1

Agronomia geral

-18

Adubos

A etapa correspondente ã Agronomiá gèral não foi indexado, pois o símbo_
lo 633,1-1 é o resultado de uma síntese (feita através da seguinte indicação, ejn
contrada na tabela; 633-1/-2//631/632), para determinar o assunto Agronomia geral em conexão com Cereais,
0 assunto "agronomia geral" equivalente ae símbolo 631 terá

entrada no

fndice_ Alfabético, quando for aberta a Cadeia correspondente ao mesmo,
Para o segundo exemplo, verifica-se a necessidade de
no índice Alfabético;

uma única entrada

'

Europa; Casamento; Costumes

392.5(4)

Todas as outras entradas já estão prontas, A Cadeia, já

indexada, será

apenas complementada com o novo assunto, como segue;
392,5(4)

Europa
"04/14"

Idade f'lédia

A última etapa não foi indexada por se tratar de um "elo fundido". As f_i
chas-guia, no catálogo sistemático, complementarão o assunto. Assim, para a última etapa, a ficha-guia apresentará;
3 92.5 (4) "04/14"

..-V

Uorifica-se que, tanto os "elos fundidos" como os "elos não procurados"

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4

5

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18

1

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(que não aporecom no índice Alfobotico) constarão em fichos-guia o nas fiches de
assunto do catálogo sistomático, pois correopondum a coda etapa

indexada na Ca-

deia,
2,4.2 - ”Elo_s procurados" £ "Elos não procurados" dentre os rucursos

auxiliares

_d_a 03 U
Entre os recursos auxiliares da CUU são cunsiderados "Elos

procurados",

isto é, os que darão entrada no índice Alfabéticos
a) Analíticas
b) Divisões de lugar
c) Divisões de raça
Entre os "Elos não procurados" (fundidos) estão;
a) Divisões do tempo
b) Divisões de forma
c) Divisões de ponto de vista
d) Divisões de língua
Os "Elos fundidos", embora em alguns casos, constituam termos signific_a
tivos, nunca darão entrada no índice Alfabético e, sempre que necessário, serão
indicados através do auxilio de remissivas "ver".
Exemplos;
1) Dicionários especializado, ver o assunto
2) Idade flédia, ver o assunto
3) Reforma sobre um assunto, ver o assunto
Para o exemplo "Europa; Casamento; Costumes", poderá aparecer um documeji
to que trate do mesmo sob a forma de dicionário. Nenhuma nova

etapa será aberta

no índice Alfabético, assim como não o foi para a divisão de tempo

"Idade

('le-

dia", pois os remissivas de "Dicionário" e "Idade Média" guiarão o leitor poro o
assunto específico existente no índice Alfabético,
Tratando-se de "Reforma", como analítica, no assunto Educação, 37,014.3,
este termo será indexado .normalmente, pois se trata de um "elo procurado", o que
não acontece quando se tráta do seu emprego como Punto de )/_is_ta.
Exemplos;

1, Reformo educacional

37

Educação
,01

_ _

Fundamentos

,014

Educação e vido pública
,3

Reforma

Entradas no índice Alfabético
Reforma; Fundamentos; Educação
Educação e vida pública
Fundamentos; Educação
Educação

37,014.3

37,014
37.01

37
2, Reforma na administração pública

35

Administração pública
,001.7

cm

1

Reforma

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st em
14

15

16

17

18

19

�- 10
Entradas no fndicu Alfabético
Administração pública 35
Reforma sobro um assunto, ver o assunto
No catálogo sistemático, o assunto será apresentado de forma completa;
35.001.7
Qeye-se, portanto, distinguir

o emprego da "analítica" e do "ponto

de

uista" para uma indexação correta.
~ 0 mesmo ocorro com; "Estatística", como assunto, na classe geral 31 e cj^
mo divisão de forma (083); "Dicionário especializado" como divisão de forma (03)
B como analítica, na filologia -3, etc.
2.5 -

Trcnsposição d^ terfno_s não consultados
Uma vez elaborada a Cadeia para um determinada assunto, poder-se-a ver^

ficar que o termo correspondente a ultima etapa e uma expressão abstrata e, cojn
seqUentemente, com poucas possibilidades de ser verbalizada pelo

leitor. í

um

problema que o bibliotecário deverá resolver, tendo em mente a regra basica para a confecção do índice em Cadeia, que nao admite a transposição de termos, ou
seja; Ü5 TERflUS PARA Un CABEÇALHu NÃO SÃO OAMAIS TÜtiAÜüS DENTRE AS PALAURAS QUE
SE ENCONTRAM NA CADEIA, ABAIXO DESTE CABEÇALHO.
Exemplificando; para a analise do assunto "Controle de métodos na administração", 65.012.7, teremos o seguinte;
65

Administração
.01

Teoria e prática

,012

Métodos
,7

Exame, Controle

Os cabeçalhos correspondentes serão;
Controle; Métodos; Administração
Exame; Métodos; Administração
Métodos; Administração

65,012.7

65.012

Teoria e prática; Administração
Administração

65,012.7

65,01

65

Poder-se-á objetar que as expressões "Exame" e 'Controle" oferecem
cas possibilidades de consulta e,

consequentemente, passíveis

pou-

do transposição,

embora infringindo a regra fundamental de indexaçao em cadeia, pois que da a um
termo (métodos) um sub-cabeçalho tomado de suas próprias divisões;
Métodos; Exame
Métodos; Controle
Esta transposição, porém, é desnecessária, pois as fichas-guia do Catalogo Sistemático, demonstrando o padrão básico da classificaçao, conduzem o lei
tor do assunto geral para o particular. Caso o leitor nao verbalize

o assunto

pelas expressões "Controle" ou "Exame", irá ao termo mais geral "Métodos" cue o
conduzirá, no catálogo sistemático, ao assunto especifico.
Do'ia ã dificuldade de determinar a exatidão dos termos

cm

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st e m

♦

14

15

consultados,

16

17

18

a

19

�- 11
transposição dove sur civitccia. '-'aso utilizada, dava sar muita astritamanta controlada aos termos exatos não consultados (em geral as operações a processos).
Urna nota especial douo ser inserida, am fichas-guia, no

catálogo,

para

registrar claramente que se trata de uma exceção h regra, obseruada no resto do
índice.
2.6 -

Entradas únicas e_ Entradas múltiplas

2,6,1 - Entradas únicas
0 processo de Entradas Únicas consiste em não inverter a ordem dos símbolos de classificação para entrada no catálogo sistemático, o que

é feito

no

índice Alfabético através dos cabeçalhos. Exemplo;
Biografias de compositores
92:78-u71.1
ETAPAS
1

HIERtíhdUIA

92

2

Biografias
;7Ü

fiúsica

3

.07

4

,071

5

Profissões
Artistas
,1

Compositores

ETAPAS

ENTRADAS NO ÍNDICE ALFABÍTICÜ

5

Compositores; Biografias

4

Artistas: fiúsica; Biografias

3

Profissões: fiúsica; Biografias

2

Fiúsica; Biografias

1

Biografias

92:78,071,1
92;7S,071
92;78,07

92:78

92

TICHAS-GUIA [\ld CATAlüGO SISTEMAtICO
92

Biografias

92:78

. Fiúsica

92;78',07
Profissões
92;78;071’
Artistas
92í78,071.1
Compositores
ENTRADA Nü CATÂLüGu SISTEFIAtICG
92:78.071.1
Pelo exemplo acima, conclui-se que, em ura_sistema de Entradas Únicas ao
se tratar de um assunto complexo, os termos que dão entrada no índice Alfabético correspondem à segunda fase. Inversamente, no catálogo sistemático, são ind_e
xados os símbolos correspondentes à primeira fase, A parte do índice reunida por
dois pontos ;78 deve ser tratada corno uma sé etapa da divisão, após a

classe

precedente, 0 símbolo 78 dará entrada no catálogo sistemático, quando for aberta a cadeia para o assunto correspondente,
2,6,2 - Entradas múltiplas
0 processo de entradas múltiplas consiste em inverter a ordem dos sír.;b_a
los do classificação em assuntos complexos, indexando a cadeia correspondente a
cada parta do Índico, separadamente e reunindo-as no catálogo sistemático.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�- 12
Para o assunta üxetnplificado na sistama da antradas únicas, ucrificamos
a saguinta cadaia para um sistama do antradas múltiplas:
Primeira fasu

92

ETAPA

HIERARQUIA

1

Qiugrafias

ETAPA

ENTRADA NO ÍNDICE ALFABÚTICü

1

Biografias

92

ncHAS-GuiA Nu catAlüGü sisteííAtico
92

Biografias

92:78,071.1

Compositaras

ENTRADA NQ CATAlUGu SISTEPiAtICO
92:78.071.1
Segunda fase

78,071,1

ETAPAS

HIERARQUIA

1

7

Belas Artes

2

78

f'

fiúsica

3

,07

4

,071

5

.

Profissões
Artistas

,1

Compositores

ETAPAS

ENTRADAS NO ÍNDICE ALFABÍTICO

5

Compositores

4

Artistas: fiúsica

3

Profissões: fiúsica

2

Fiúsica

1

Belas Artes

78,071«1
78,071
78,07

78
7

FICHAS-GUIA Nu CATALlGu SISTEflATICO
Belas Artes

7
78

Fiúsica

78.07

Profissões
.

78,071

Artistas
Compositores

78.071,1

Biografias

78.071.1:92

_ _

^

ENTRADA Nü CATAlOGu SISTEmATICU
78.071.1:92
Como se uê, os assuntos complexos, ralacionados pelos dois pontos, aparecem apenas no catálogo sistemático, sendo o encadeamento correspondente a cada classe, feito separadamente,
Para melhor esclarecimento, ú apresentado mais um exemplo, aplicando—se
o sistema de Entradas Únicas e de Entradas flúlti|.ilas; "A atuaçao dos trustes no
exploração de minúrios na Doliuio",

338,85:622,3(84)

Entrada Únic^
CADEIA
33

cm

1

Economia

Digitalizado
gentil mente por:

14

15

16

17

18

19

�- 13
338

Produção
,8

Monopólias

,85

Trustüs
;622

.

['linurius
,3

Exploração
(8)

Amúricc do Sul

(84)

Bolivia

EfJTKADAS NÜ ÍNDICE ALFABÍTICO
Boliuia; Exploração; Eiinúrios: Trustus; produção uconomica
338.85:622.3(84)
América do Sul; Exploração; f-linérios; Trustos; Produção econômica
338.85:622.3(8)
Exploração; Hinérios; Trustos; Produção econômica
ninérios; Trustcs; Produção econômica
Trustes; Produção econômica

Economia

338,B5;622

338,85

Monopólios; Produção econômica
Produção econômica

338,85:622,3

338,8

338

33

FICHAS-GUIA Nü CATAlüGÜ SISTEMAtICü
33

Econoicia

338

Produção

338,8

Monopólicfl

338,85

Trustes

338,85:622

Minérios

338,85:622,3

Exploração

338,85:622,3(8)

América do Sul

338,85:622,3(84)

Boliuia

ENTRADA Nü CATÍLÜGü SISTEMAtICU
338.85:622.3(84)
Entrada néltipla
CADEIA

338.85 '

Primeira fase

33

Economia

338

Produção
,8

”

Monopólios

,85

Trustes

ENTRADAS NO ÍNDICE ALFABÍTICÜ
Trustes; Produção econômica
Monopólios: Produção econôiiiica
Produção econômico
Economia

338,85
338,8

330

33

FICHAS-GUIA NG CATAlüGü SISTEMAtICO
33

Economia

338

cm

2

3

4

Produção

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�14
33B,B

Honopólios

338,85

Trustos

338,85;622,3(04)

('linúrios; Exploração: Boliuia

ENTOADA NO CATAlOGÜ SISTEMÁTICO
33B.85:622,3(84)
CADEIA

622,3(84)

62

Segunda fase
Teonologia, Engenharia

622

Minérios
,3

Exploração
(8)

América do Sul

(04)

Boliuia

ENTRADAS NO ÍNDICE ALFAtíÍTICO
Doliv/io; Exploração: Minérios

622,3(84)

América do Sul; Exploração; Minérios
Exploração; Minérios

622,3

Minérios; Tecnologia

622

Minérios; Engenharia

622

Tecnologia

62

Engenharia

62

622,3(8)

FICHAS-GUIA NO CATAlLGO SISTEMATICO
62

Engenharia

622

Minérios

622,3

Exploração

622,3(8)

Américo do Sul

622.3(84)

Boliüia

622,3(84);338.85

Trustos

ENTRADA NO CATAlüGÜ SISTEMATICO
622.3(84);338,85
Pelos dois exemplos expostos, conclui-se que, o que caracteriza o essS_n
cia de um Sistema de Entrados Múltiplas é a pluralidade de entradas, para um a^s
sunto, no CQtólogo sistemático, oberuando-se que os recursos auxiliares
"lugar" e "raça" jamais darão entrada neste,

como

_

A diferença entre os dois sistemas encontra-se na

elaboraçao do índice

Alfabético de Assuntos; em um Sistema de Entradas Únicas, o índice é considerado como um todo, indexando-se a cadeia do assunto no suo integridade. Em um Sis
temo de Entradas Múltiplas, a indexação é feita para o Cadeia correspondente

a

cada parta do índice.
3 -

CüNCLUSuES
Segundo Foskett, o ÍNDICE EM CADEIA tom sua amplo aplicação em sistemas

do classificação facetada, ainda em estudo no época atual.
Esto afirmativa baseia-su no foto de que "enquanto um sistema de classi^

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

-li/

14

15

16

17

18

19

�15
sificação clGue optar por uma seqUência e assim, só opresantando uma sór*f

ra-

lações, os leitores podem abordar o material a partir de outros aspectos, devendo estes ser incluidos no índice Alfabético de Assuntos da maneira mais eficiente G econômica possível. Ao classificar o assunto do documento, suas partes componentes ou facetas devem ser dispostas em uma seqbencia determinada, sendo a f£
ceta inicial aquela pela qual o documento será armazenado. 0 critério para a escolha da faceta inicial é o da utilidade para o consulente".
Sendo a CDU um sistema de classificaçao "facetada em parto", nao

apre-

senta todas as vantagens oferecidas pelo índice em Cadeia como uma classificação
inteiramente facetada.
Levando, porém, em consideração, a aplicação do índice em Cadeia à CDU,
concluimos que;
1 - A economia preconizada pelo índice em Cadeia será evidenciada, qua£
do usado em bibliotecas especializadas (referentes às ciências puras e

aplica-

das), cujo assunto abranja apenas um determinado campo do conhecimento, a fim de
assegurar que as etapas abertas no índice, relativas a assuntos não

existentes,

serão preenchidos com documentos incorporados ao acervo,
2-0 índice em Cadeia deverá ser elaborado para leitores de nível inte_
lectual elevado, que dominem perfeitamente o assunto de sua especialização,

e,

portanto, capazes de através de uma indicação do assunto geral no índice Alfabético, chegar ao assunto específico no catálogo sistemático ou vice-versa,

isto

é, através do assunto específico encontrar as generalidades do mesmo,
3 - Em bibliotecas, onde o leitor não domina parfeitamente o assunto, s£
râ inconveniente e infrutífero o uso do sistema de Indexação em Cadeia, pois

o

índice Alfabético, guiando o leitor para as fichas-guia de assuntos inexistentes
no catálogo sistemático, o deixará confuso e insatisfeito, dada a sua incapacida_
de de determinar o assunto específico através do geral e vice-versa,
Achamos conveniente um estudo profundo do índice em Cadeia,

antes

de

ser determinada a sua adoção indiscriminada em bibliotecas.

cm

2

3

4

5

6

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15

16

17

18

19

�BIBLIOGRAFIA CuWSULTADA
1 - BENETTIi Heloisa Domingues - A clossificaçao
1960.

porto Alegra,

21p,

2 - DüBLt^ Rena -

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Paris, Gauthiar-

210p,

3 - FOSKETT, D. 3. - Serviço de informaçõo em bibliotecas.
gono, 1969,

Sao Paulo, Polí

159p,

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New York, Scarecrou Press, 1959.

5 - niLLS, 3, - Chain indexing an_d th^ cias si fie d

347p,
catalogue.

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6

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School of Librarie Service, 1964,

Neiu Brunsuick, Graduate

132p,

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Doutsch, 1965,

London, Andre

259p,

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Ed, Universidade de Brasilia, 1969.
li - UICKERY,

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174p,

C. - La classification à facettes.

Paris, Gauthier-

Uillars, 1963,
12- —— - Faceted classification schemes,
School of Librarie Service, 1966,

Neu Brunswich, Graduate
I08p,

�ANEXO
Exemplificação suplamantar
1 -

"Estudos arqueológicos sobre inscrições em Lagoa Santa"
571,74(015,12Lagoa Santa)
CADEIA
5

Ciências puras

57

Ciências biológicas

571

Pré-história
•7

Objetos de arte

,74

Inscrições
América do Sul

(0)
(81)

Brasil

(015)

Região Sudeste

(815.1)

Hinos Gerais

(815,12)

Hunicipiüs

(815,12Lagoa Santa)

Lagoa Santa

ENTRADAS NO ÍNDICE ALFABÓTICO
Lagoa Santa: Inscrições; pré-história

571,74(815,12Lagoa Santa)

Hunicipios; Hinas Gerais; Inscrições: Pré-história
ninas Gerais; Inscrições; Pré-história

571.74(815,12)

571,74(815,1)

Região Sudeste; Brasil; Inscrições; Pré-história 571,74(815)
Brasil; Inscrições: Pré-história

571,74(81)

América do Sul; Inscrições;Pré-história 571.74(8)
InscriçõesíPré-história 571,74
Objetos de arte;Pré-história 571,7
Pré-história 571
Ciências biológicas 57
Ciências puras 5
ENTRADA NO CATAlOGO SISTEhAtICO
571,74(815,12Lagoa Santo)
2-

"Dicionário sobre o indigena na historia do Brasil"
981(bo82)(o3)
CADEIA
9

Historia

980

América do Sul

981

Brasil
(=082)

Indigena
(o3)

Dicionários

ENTRADAS NO ÍNDICE ALFABÉTICO
fndigenas; Brasil: História 981(=oB2)
Brasil; História

981

América do Sul: História

cm

1

Digitalizado
gentil mente por:

98o

14

15

16

17

18

19

�.1..
História

9

ENTRADA NO CATAlOGO SISTEMÁTICO
981(= ■82)(03)
3-

"Dicionário do sinônimos da língua espanhola"

806.0-314*1

CADEIA
Lingüistica e Filologia

8C
Bi,'

Questões gerais

£06

Linguas ibéricas
Espanhol

.0
-3

Dicionários

-31

ClcsificaçSü de palauras

-314

Palf ras relacionadas p/forma
.1

Sinônimos

EiTIRADAS iJO ÍNDICE ALFABÍTICO
Sinônimos; Dicionários; Espanhol
Dicionários; Espanhol
Espnmhol

806,0-314.1

806*0-3

806*0

LÍnguas ibéricas
Ling^líisticao

806

e Filologia 80

ENTRADA NO CATAlOGO SISTEMAtICO
806o0-314*l
Observações; neste exemplo, a etapa correspondente a dicionários
foi indexada por se tratar de uma analítica e

não

de uma divisão da forma,
4■^

"Maravilhas do conto Universal"

82-34(082)

CADEIA
82

Literatura

-3

Ficção

-34

Contos
(082),

Antologia

ENTRADAS NO ÍnDICE ALFABÉTICO
Contos; Literatura

82-34

Ficção: Literatura

82-3

Literatura
ENTRADA

" ~

82

Nü CATALOGO SISTEMÁTICO

82-34(082)
Obseryai^c r. j\io índice Alfabético constará uma remissiva; Antologia
Sobre assunto especial,ver o assunto,
5-

cm

2

"Antologia da literatura mundial"

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

82-82

*y.

14

15

16

17

18

19

�CADEIA
82

Literatura
-B

Miscelânea

-82

Antologia

ENTRADAS NO ÍNDICE ALFABÍTICO
Antologias Literatura
Miscelânea: Literatura
Literatura

82-82
82-8

82

ENTRADA NO CATALOGO SISTEMÍTICO
02-82
Observaçãos Neste exemplo, a etapa correspondente à "Antologia';,
foi indexada por tratar-se do emprego de,analítica,
0 símbolo -82 indica uma forma literária,
Uerifica-se que, em todos os exemplos referentes à "filologia" e "Lit_e
ratyra", não foi aberta a etapa para o símbolo 8, por englobar ambos os assujo
tos.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

*y.

14

15

16

17

18

19

�UEIGA, Evangelina de Azeuedo &amp; dAKOBSGN, Sara Roitman - Índice bjti_ Cad^Bia»
Trabalhe apresentado ao V/II Congresso Brasileiro de Biblioteconomiae Ü£
cumentação, Belém, 1973.

RESUnO
Catálogo sistemático: índices auxiliares, finalidadtB elaboraçao. Uso do índice em Cadeia, em substituição ao índice Numérico, sua origem, aplicação, nomon
clatura e método. Tipos de entradas no Catálogo Sistemático; ánicas e Múltiplas e suas estruturações e_s
pBcíficas no índice em Cadeia, Exemplificação aplica,
do à CDU,

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

*y.

14

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16

17

18

19

�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <elementText elementTextId="11377">
                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
                </elementText>
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              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
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                <elementText elementTextId="11378">
                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              </elementTextContainer>
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                <text>Catálogo sistemático: índices auxiliares, finalidade e elaboração. Uso do Índice em Cadeia, em substituição ao índice Numérico; sua origem, aplicação, nomenclatura e método. Tipos de entradas no Catálogo Sistemático: Únicas e Múltiplas e suas estruturações específicas no índice em Cadeia. Exemplificação aplicada à CDU.</text>
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                    <text>7» CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUiviENTAçXO
BELÉT.!,

29 DE JULHO A 4 DE AGOSTO DE 1973

CDU 002.009.7

SUB-TET.1A;

TÍTULO;

DOCUTvIENTAÇXO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA - INFORIvíAtICA

0 USUÁRIO BRASILEIRO E 0 SNICT

POR

AUTOR;

JOÂO LAURENTINO DE SOUSA (CRB-l/PROVISÓRIO), ^!LS
DA

-

ASSESSORIA DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO DO
MINISTÉRIO DAS ffiNAS E ENERGIA, BRASÍLIA, DF.
Ex-Ch.efe da Divisão de Auxilio aos Leitores da
Universidade de Brasilia, DF.

*'“‘“*i**’*9 **T**0"*“! ’*”* ’'"*0

goç, çi. TECNOL.

�0 usuArio brasileiro E o SNICr
por
João Laurentino do Sousa, )iLS
Assessor de Documentação c Informação do
Ministério das Minas e Enor/^ia - Brasília, DF
f
"Na sociedade atual quem nao estiver totalmente confuso e porque
esta desinformado".

At Nogueira de Lima (8)

Sob o impacto deste conceito que nos faz pensar com humildade na magnitude
do problema do usuário brasileiro face o SNICT (Sistema Acionai de Informação Científica e Tecnológica) e em nossa responsabilidade como bibliotecários, iniciaremos este
trabalho cora noções gerais sobre os termos que me recem í fcenç^o especial no contexto, is
to é, Sistema e Informática.
Sistema é a integração de todos os eiementoe que formam um todo complexo ou
unitário, com operaçoes efetuadas através de processamento de dados. Suas diversas partes, cada uma com valor em si mesma, unem-se em jeríeita harmonia, com a finalidade de
nrover, em tempo e modo oportunof toda a informação necessária para planejar, organizar,
dirigir e controlar as atividades de uma entidade particular ou do Estado.

Em outras

palavras, sistema é ”uma reunião de coisas e idéias interdependentes, necessárias a conquista de um grupo de objetivos relacionados.,. c'i’.e se caracteriza por insumos (inputs)
que são processados para atingir produtos (outputs) requorides para a conquista de objetivos determinados..." (5).
Sistema eficiente é aquele que alcanf-a o equilíbrio adequado entre seus recursos e a realização de suas metas. Sua verdadeira eficienoia so pode ser provada còm
^
&gt;
•
base na vàlidàde dás operaçoes de seu contexto totàl^ e so pode ser avaliado de acordo,
éom SL influencia que exercer nàs profissões dos usuários á que se destina (3).
0 estudo de sistemas, hoje, e indispensável. Ja nao basta a informaçáo individiiálizada, nem sequer üm determinado mecanismo de informaçres, como uma biblioteca es—
péciálizáda ou üm centro de informiáticá, sem a devida conexãc com outros. Temos que re correr aos sistemas de informação corapatibilizades entre si e, naturalraente, automatizados, Esta e a unica maneira de atender, de maneira complct?. e efetiva, as necessidades
; dos utilizadores de nossos serviços, principalmerte quanco se trata de funcionários

de

orgãos governamentais, e quando esses órgãos estão empenhados nao somente era tomar decisões sobre problemas imediatos, mas querem tambér. decidir era função do futuro, cora o intuito de dar continuidade ao processo de desenvolvimento.

�7» CX)NGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONa-ilA E DOCUt.IENTAÇXO
BELÉT4, 29 DE JULHO A 4 DE AGOSTO DE 1973

O USUArIO brasileiro E 0 SNICT

Resumo
O brasileiro não tem educaçao orientada para a leitura nem para a pesquisa sistemática. Nao acredita ainda nas possibilidades de nossas bibliotecas

nem

dos centros de documentação. Tende a zombar da Informática, como algo mirabolante e
distante, que so preocupa a alguns maníacos de novidades, Com o advento do

SNICT,

que representa um grande esforço humano e um enorme investimento publico, nao podemos deixar fora de nossas preocupações prioritárias o usuário. Ele tem que ser preparado para poder utilizar os modernos meios de recuperação da informação, pois

o

que realraente interessa em todo serviço de documentação e de bibliotecas, e o reconhecimento e o uso de suas vantagens, Tudo o que se fizer no campo dos sistemas

de

informação e no planejamento dos centros de informática, de nada adicintara se os cli
entes não forem atingidos pela informação. Chegou a hora em que o bibliotecário re—
almente participara das funções docentes que lhe sao inerentes, através da grandiosa
tarefa de preparar o brasileiro de hoje para participar aceleradamente no desenvolvi
mento do País, utilizando todo o potencial que se acha armazenado nas bibliotecas e
centros de documentação, prantamente recuperável por meio dos sistemas setoriais,
regionais, nacionais e internacionais de informação.

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A sociedade humana está cada vez mais complexa e comp&gt;etitiva« Se nao forem
usados sistemas de informação, qualquer organizaçao estara irremediavelmente condenada
ao subdesenvolvimento econômico, social, político e tecnológico. De fato, os sistemas
serão os elos que nos ligarão aos países mais desenvolvidos, fazendo com que participe—
nos dos beneficios gerais do avanço cientifico e tecnologico de que eles ja usufruem.
Poucos administradores tem se dado conta das mudanças ocorridas nas ultimas
décadas, no campo da informação e da comunicação. Cabe aos bibliotecários alerta-los para os novos problemas e novas necessidades nesta area, para a qual, felÍ2anente, a Alta
Administração deste País já voltou seus cuidados e suas atenções.

Não e suficiente, po-

rém, Se os funcionários que deten uma parcela de autoridade e de poder de decisão, dentro
dos diversos orgãos do Governo, não estiverem esclarecidos sobre a real necessidade

da

criação e implantação imediata do SNICT, dificilmente teremos um sistema perfeito, envolvendo todas as areas essenciais do saber humano, Se isso acontecer, muito era breve nao
havera mais possibilidade de se continuar a acelerar o desenvolvimento do País, por fal—
ta de mecanismos de planejamento, decisão e apoio, E, o que e pior, pode-se prever, com
bastante certeza, a derrocada das infra-estruturas que estão sendo criadas, no momento,
com muito esforço e investimentos enormes de recursos, nos diversos setores básicos: estradas, energia elétrica e nuclear, minérios, agricultura, educação, comunicações, tecnologia, etc,

0 SNICT, cujas bases estão sendo também lançadas, vai se constituir em pe-

dra fundamental do desenvolvimento, em todos os ceirapos.

Daí a preocupação que devemos

ter não somente era esclarecer e motivar aqueles que põem em duvida ou ridicularizam

a

praticabilidade desses sistemas e ate dos centros de informática, nas também de nos manter firmes era nosso trabalho de atualização pessoal nesse novo ramo e de preparo antecipado dos futuros usuários dos novos métodos de recuperação da inforaaçao,
Não podemos falar era sistemas de informação, sem fazer referencia ã Informática, alma dos sistemas, e aos centros de informática, suas células vitais ou molas propulsoras.
Informática, dentro deste contexto, é o estudo das propriedades, do comportaimento e do escoamento da informação, Ela abrange: j) todos os aspectos afins da infor
mação e comunicação; II) einalise da linguagem e da informação; IIl) organizaçao mecanizada da informação e IV) relações horaem/sisteraa (l7)«
A função básica dos centros de informática e a comunicação eficiente da informação, Suas atividades são: l) coleta de documentos; II) analise de documentos e extração da informação válida, viscindo c preparo de fontes secundárias de informação; IIl)
tratamento da informação ou processamento técnico através de computador e IV) difusão da
informação e dos documentos.

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Esta última atividade, difusão da informação e dos documentos, engloba

a

utilização da informação pelos usuários e, por isso, e o objetivo específico de todo
trabalho na area da informação.
Outras funções dos centros de informática, que poderiam ser chamadas

de

políticas, são: l) criar os meios e modos de difusão para "sensibilizar" a Administração Publica, em relação ao uso e ventagens da Informática; II) estimular as iniciativas
dos organismos da Administração que visem a automaçao do seu funcionamento; III) coordenar essas iniciativas em um contexto apropriado para homogeneizar as normas e os pro
cedimentos em relação ac manuseio da informação; IV) participar na formulação e por era
prática a política oficial de automação da Administração Publica e de implementação

de

sistemas de informação (2),
Com o advento da Informática, é certo que "o Homem cada vez sabe menos

de

tudo, Ein compensação, tem cada vez mais possibilidade de saber tudo sobre determinado
assunto, 0 Homem tem sido a medida de todas as coisas, Agora e o Computador que da novas medidas a tudo," (l0,17)«

É neste sentido que interpretamos a citaçao inicial, "na

sociedade atual quem não estiver totalmente confuso é porque está desinforraado,"

Não

obstcinte o uso de teinta comunicação de massa, hoje em dia, so o computador e capaz de
tratar eficazmente da informação, cujo fluxo aumenta cada vez mais assustadoreunente atra
vás de fontes sempre renovadas,

Se o Governo n~ao vier era socorro urgente dos que pre-

cisara de informação científica e tecnológica, eles ficarão cada vez mais atoleimados,
nao pela falta, mas pela enxurrada de dados e informações que invade o mundo. É tempo de
passar da fase de experimentação para a de utilização dos novos métodos de contrxjle

da

informação, através do computador, pois está comprovado que 90?í dos clientes de sistemas
automatizados ficaun inteiramente satisfeitos cora o resultado de suas pesquisas, enquanto
que nos sistemas tradicionais de nossas bibliotecas, duvido que V/o fique bem seirvido (20)
No Brasil, onde as universidades e escolas até bem recentemente nao daveun a
menor importância ãs bibliotecas, de um modo geral, já se começa a entender a urgência
com que deve ser criado ura sistema de cooperação nacional e internacional, visando o uso
da herança comum de toda a humeinidade, que é a informação, o saber, o resultado das pes—
quisas ao longo dos séculos. Também nao tem faltado quem, prevendo o futuro, incentive
os responsáveis pela solução dos problemas relacionados com este assunto. Em artigo publicado no Caderno Cultuml do Correio Braziliense, de 30/5/70» sob o título "0 bibliotecário na era do computador", dizia seu autor, com bastante ênfase, antes de se pensar
no SNICT: "Estamos certos do que o brasileiro tem qualidades de inteligência e espírito
de realizaçao em nada inferiores ãs de outros povos, Ele tem ap&gt;enas que tomar consciência

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de suas limitações'e de seus defeitos (improvisação, inconstância, indolência, individualismo e vaidade), fazer de tudo isso novas fontes de energia canalizada, superar-se,

e

saltar, confiante, para o futuro, que já chegou... Nossas contradições espantam o mundo,
e provcira a nos mesmos do que somos capazes.

Pulamos da idade da comunicação e transpor-

te "em lombo de jumento" para a idade do jato; passamos da deficiência de telefones a manivela à idade das comunicações via satélite; chegeimos à Brasília supermodema, ao lado
da Amazônia virgem a civilização; estamos saindo do subdesenvolvimento e zmalfabetisrao,
mas de ha muito ja contamos com Sao Paulo progressista. Agora, estamos saindo da idade
do bibliotecario-guardião-e-defensor do livro, para a época histórica do bibliotecário—
computador, cuja finalidade e fornecer informaç~oes a quantos estudam, pesquisaxra e progridem. Da classificação de material por caixetas de papelão, estamos pulando para a In
fcrmatica mais avançada." (13).

Era 19/3/71» o mesmo autor escreveu outro artigo para o

Caderno Cultural do mesmo jornal de Brasília, sob o título "Rede mundial de informações
e cooperação entre bibliotecas", cuja conclusão era a seguinte: "Se começássemos agora,
oficialraente, a ver seriaraente este problema, poderiamos ainda alcançar os programas internacionais que ja estão sendo implantados. Infelizmente, porem, é possível que no Brasil nem saibamos ainda o que queremos, o que realmente temos que fazer para marchar, ombro a ombro, com os países desenvolvidos, no dia de amanhã. As experiências isoladas

a

que assistimos quase nada significam face ã magnitude do problema. Ja e hora de alertar^
mos as autoridades brasileiras não somente para os problemas quase pessoais de adminis —
traçao desta ou daquela biblioteca. Ja e tempo de que as autoridades levem a serio o pro
blema da disseminação organizada da informação, que deve ser em âmbito nacional, e logo •
em seguida, em âmbito internacional. Chegou a hora de cada ura lutar pela união das biblio
tecas, com muito mais veemência, do que se luta pelos direitos individuais e pela excelên
cia de sua biblioteca particular. Assim sendo, estaremos preparados para abrir o caminho
que o usuário da biblioteca de amanhã deve trilhar para encontrar e ter â sua disposição,
de um modo instantâneo, todas as informações registradas na memória do computador, o único capaz de armazenar toda a documentação escrita de todas as bibliotecas do mundo" (l4).
É com alegria que vemos, então, surgir no Brasil, concretanente, o esforço co
ordenado de cima para baixo, no sentido de implantar o SNICT, que vai ser ura sofisticado
, sistema de informação, era áreas setoriais e de ^âmbito nacional, mas já programado
integrar sistemas mundiais existentes ou que venham a existir.

para

Alguns julgam (jue ainda

'e cedo para a implantaçao de tal sistema, pois o usuário brasileiro não estaria preparado
para utiliza-lo»nem suspeitando das vantagens cjue dele advirieun, tendo-se como base a pequena frequência de especialistas e de profissionais, era geral, ãs bibliotecas atuais.

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Este argumento, no entanto, nao e suficiente« Grande parte de culpa pode-se atribuir as
próprias bibliotecas que não tem meios de atrair nem de satisfazer os leitores e pesquisadores, era vista das barreiras ã informação que lhes sao antepostas, como veremos.
0 que nao resolve e ficar apenas batendo palmas para o que os países desenvolvidos estão fazendo ou sonhar com planos impraticáveis e em areas restritas. Natural
mente a prudência há de imperar na implaintação de qualquer sistema. A improvisao não de
ve superar o estudo, o planejamento, a análise,

a programação e a criatividade. Mas is

so tudo tem limites e deve ceder lugar ã implantação, à execução e ã utilização. Para
muitos brasileiros, a velha imagem do latino-americano, sentado com a mao no queixo, a
sonhar com um olhar sentimental perdido no infinito, ainda ó válida, infelizmente.

0

tempo e de açao, pois o planejamento não constitui um fin em si mesmo. Ê tempo de Brasí
lia, ha tanto

planejada, e mesmo depois de inaugurada, ate bem pouco ainda criti-

cada. E tempo da Belóm/Brasília asfaltada, ate bem pouco satirizada como a "estrada das
onças", constituindo agora um traço de união e ura enorme pelo de desenvolvimento de toda
a Nação. E tempo da Transamazonica e ca Ferimetral Norte, estradas de integração total,
cuja implantação, cora alta tecnologia brasileira, deixa o mundo boquiaberto.

É tempo,

também, de SNICT, ja planejado, já com recursos à disposição, mas ainda incompreendido
por muita gente, que esta pagando para ver, Mas o Governo aceitou o desafio e espera que
todos

nos cumpramos o nosso dever qucuito ã parte que nos toca no planejéimento e

na

implantação dos sistemas setoriais e sub-iistemas .
Ehi nível nacional, estames à frente dos demais países quanto ã estruturação
de um sistema de informação científica e tecnológica, abrangendo todos os setores. Creio
que temos razões para nos orgulhar, co:r. a condição, porém, de que este orgulho sirva-nos
I de incentivo para continuação do trabalho iniciado, apenas tal. Temos, sempre, muito medo do otimismo exagerado, da mesma forma que do pessimismo doentio e inoperante. Temos
certeza de que estamos na estrada certa. Forem, ela ainda é longa e sacrificada, e o des
tino que almejamos é atingir o usuário.
A realidade brasileira,' como, aliás, a de todi a América Latina, no que

se

refere a usuários, e constrangedora. De acordo com estudo' recentes sobre o preparo dos
usuários para eficiente utilização da literatura científica e técnica, conclui-se que os
centixjs de documentação e informação, de fato n ao são suficientemente consultados, Além
disso, as pessoas que os procuram, preferem ainda a forma tradicional de leitura e pesquisa manuais que, na opinião delas, oferece naior confort &gt;, melhores condições de legi
bilidade, maior prazer em folhear livros e revistas, mas f .cil acesso aos documentos nas
estantes.

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No entanto, sabemos que esse tipo cie leitura e

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e pesquisa não atende mais às

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necessidades de nenhum pesquisador, realmente interessado em fazer bom trabalho, pois a
inforraaçao só pode vir incompleta e/ou obsoleta, era vista do contínuo fluxo de publicações, em qualquer área, por todo o mundo. Para obter informações atualizadas ele tera
que dispor de algo capaz de receber pergxintas específicas e dar instantaneamente informaçoes exatas do que esta sendo publicado em todas as partes, 0 bibliotecário que se pre
ze, terá vergonha de dizer ao usuário; "Aqui estão documentos que devem conter material
de seu interesse. Escolha o que quer e deixe o resto em cima da mesa," Quem consulta ago
ra vuna biblioteca espera que se diga; "Aqui está

a exata informação solicitada." É cla-

ro que isso exige pessoal competente, amor ao trabalho, automação dos serviços e recur sos.

Exige, sobretudo, banco de dados, em cada setor específico, centralizando as in -

formaçoes, independentemente do local dos documentos, e meio"de recuperação dessas informações, era qualcjuer lugar, através de terminais de computadores,

É a isso que

se

propõe o SNICT, e para o que devemos estar preparados.
Enquanto isso não acontece, porém, de maneira generalizada e rotineira, ire^
*1
^
nios preparando gradualmente os usuários, despertando neles o interesse com relaçao
riquezas e aos serviços das bibliotecas.

^
as

Atraí-los e mostrar-lhes boa vontade quanto ao

atendimento a seus pedidos, explicando-lhes ao mesmo tempo os planos para implantaçao de
métodos mais eficazes de recuperação da informação. Aos arredios, aos que temem perturbar o sossego do bibliotecário de referência ou

aos que se acanham de perguntar algo

a tentam por si mesmos resolver seus problemas, temos que entende-los e, com cautela,
onenta-los

para as fontes primarias e secundairias de informação, para que nao percam

tempo, nao dupliquem trabalhos já feitos por outros,

não desanimem em suas pesquisas

e sintam que os bibliotecários estão dispostos a ajudá-los (l6).

Através deste contato

areliminar com os utilizadores da biblioteca, o bibliotecário deve ir estabelecendo os
lerfis de interesse e providenciando a disseminação seletiva da informação, crizmdo nos
leitores o habito de recorrer

às bibliotecas em suas dificuldades. Deste modo, quando

5s terminais dos computadores estiverem a disposição deles nos centros de informática
ou, quiça, em seus proprios ambientes de trabalho,

serão capazes de usufrui-los adequa-

lamente, pois a máquina pode e deve ajudá-los, A Informá"tica não está chegando para nos
leixar frustrados e constrangidos, mas, pelo contrário, para nos poupar esforços e nos
Topiciar o usufruto do progresso tecnológico, implantado pelo Governo,
Não queremos dizer com isso, que os leitores dispensarão os serviços dos bibliotecários ou docuraentalistas, quando tiverem à sua disposição o computador,

A não

-.er aqueles que fatc-m uso constante dos terminais, os outros dificilmente se farailiari—
.
«MM
#
arao com as regras de armazenagem e recuperação da informação, o que constituira a eseciéilidade dos docum^ntalistas, como intermedi^arios entre o sistema e o usuário. (20),

�7
Pelo que ja dissemos até aqui,

percc-be-se

que há diversas categorias

de usuários. Poderiamos classifica-los da seguinte maneira:
1) Minoria insatisfeita - compreendendo aqueles que lamentara não haver no Brasil bibliotecas e centros de informação que estejam a altura de lhes propiciar o ap&gt;oio adequado
as pesquisas e estudos. São em geral professores, técnicos ou especialistas, que já fizeram cursos no Exterior e estranhara a pobreza de nossas bibliotecas.
2) Mediocridade tranquila ~ os que, era número razoável, estão contentes com as bibliote
cas brasileiras e seus serviços.

Professores tradicionais, técnicos e especialistas

sem grande cimbiçoes, que se contentam em fazer suas tarefas do jeito que aprenderam,
sem incentivo para o progresso e sem

coragem para a procura de novas idéias, para ara—

pliaçao e atualização em sua área de atividades»
3) Maioria adormecida - cs que ainda nem despertarcim para o problema da informação. Acham que as bibliotecas são para os que não tem o que fazer e podem passar perfeiteunen
te sem elas, São usuários ainda em potencial, Foram educados ou instmídos sem bibliotecas; orgulham-se, até, de nunca ter entrado nelas, a não ser por curiosidade. Convém
salientar que neste grupo há pessoas de nível stç&gt;erior, que ocupara altos postos da Ad— ,
ministraçao e se admiram da importância que os bibliotec^arios atribuem aos serviços de
biblioteca, acham exorbitantes os recursos solicitados e, sempre que podem, avançara nas
verbas destinadas ã aquisição de material bibliográfico.
4) Estudcintes - vão ã biblioteca porque são obrigados a fazer trabalhos escolares ou por
que nao tem aonde ir. Alguns, porem, mcinifestara realmente desejo de estudar e pesquisar
mais do que lhes pedem os professores, São poucos e poderiam ser incluídos entre os que
chamamos de "minoria insatisfeita". Todos eles perdera muito tempo procurando por si mesmos as informações desejadas, até que uns resolvem consultar o bibliotecário, e outros
deséuiimam e "chuteim" seus trabalhos e lições. Alguns poucos, ainda, acham que o biblio—
tecario teria obrigaçao de fazer seus trabalhos ou, ao menos, dar-lhes todas as infor —
maçoes necessárias para isso, de modo que perdessem o menor tempo possível era suas pesquisas .

..
Para cada grupo de usuários, teríamos que usar estratégias diferentes para

conseguirmos incentiva-los e orienta-los quanto aos serviços de informação. De ura modo
geral, no entcinto, poderiam ser tomadas as seguintes providencias:
1) Organização, em larga escala, da comunicação científica, de acordo com as técnicas
modernas, era lugar de promoção, em carater definitivo,*^ma disseminação pouco eficiente,
A criaçao de ficharios de perfis de interesse dos usuários, a disscraiinação seletiva da
informação (22) e a pratica de uma referencia ativa, irão criar ura clima favorável, e des

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pertar confiança junto aos utilizadores dos serviços de documentação e informação,
2) Obrigatoriedade de cursos de orientação sobre o acervo c os serviços das bibliotecas,
no início de cada semestre, nas universidades e nas escolas, incluindo a participação de
alunos, professores, pesquisadores e estudiosos, en geral,

A Universidade de Brasília

oferece visitas orientadas aos alunos, no início de cada semestre, mas nao e suficiente.
De fato, nunca atinge nera a todos os alunos, pois não é obrigatório, e a maioria dos pro
fessores nao reconhecem sua utilidade.

As autoridades responsáveis pela educaçao deve —

riam fazer com que os alunos, desde o primeiro grau até a pós-graduação, utilizassem as
bibliotecas como fonte de pesquisa e moderno meio de aprendizagem. Assim eles aprenderíam, na pratica, que elas constituem ricas fontes de informação e . . não

simples de —

positos de livros e documentos,
3) Inclurão, i.c r cursos superiores, de matérias relacionadas com a Ciência da Informa ção, tais como: Pesquisa Bibliográfica, Referenciaçao, Bibliografia, Técnica de Indexaçao e Resumos, Teoria da Comunicação Cientifica, etc.

Exemplar, neste sentido, e a Bi-

blioteca Central do Centro Técnico Aeroespacial, de São Jor-ó dos Campos, SP, que há vários anos vem ministrando c "Curso de Pesquisa Bibliográfica e Apresentação de Trabalhes
Científicos", no Instituto Tecnológico de Aeronáutica, para alunos e professores de Enge
nharia Aeronáutica, Eletrônica e Mecânica,

0 ITA, segundo nos consta, esta oferecendo

também cursos em nivel de pos-graduaçao para cientistas da informação,
4) Libertação da informação e do conhecimento especializado, quando não envolvem problemas de segurança nacional, das maos do Governo e de uma pequena elite.

Temos que demo-

cratizar a informação. Ja nao vivemos no tempo de Alexandre, o qual, conforme nos relata Plutarco, escrevera a Aristóteles; "Não fizeste bem em publicar tuas obras de doutrina oral; pois, em que nos diferenciamos agora dos outros, se as ciências em que nos instruiste serão comuns a todos? De minha parte, asseguro-te, quero sobressair-me mais pe lo conhecimento do que e util e honesto do que pela amplitude de poder e domínio" (2l),
Atualmente e injusto e anti-econcraico nao abrir todas as_ bibliotecas c centros de documentação, bem como os sistemas de informação, para que todos cs cidadãos tenham livre
acesso a informação e possam se atualizar e progredir em suas atividades.
5) Uso de todos os meios de comunicação de massa para divulgação dos serviços e do acervo dos centros de documentação, bem como das vantagens da leitura e da organização

da

informação. Televisão, radio, cinema, jornais, cartazes e murais (no interior de cnibusurbanos, por exemplo), etc.

0 Instituto Nacional do Livro, era ceunpanha sobre a utilida-

de da leitura e da informação, criou na televis ao o personagem sofredor, mas simpático,
do "Simplorio". Publicidade muito bem feita, mas que precisa ter continuidade. Que

os

�J

9.
perponagens e as cenas se renovem, mas a mensagem precisa ser transmitida com frequência
para que seu conteúdo se transforme em vivência para o povo.
6) Participação mais efetiva do bibliotecário nos serviços ao público, principalmente
através das funções docentes de professor, que lhe são peculiares.

Assim ele há de pla-

nejar e desenvolver cursos especiais na biblioteca, usando as novas técnicas de ensino,
enquanto nas escolas e nas universidades não se ministram cursos regulares, dos quais
ja falamos.

Neste sentido, o bibliotecário ha de suprir as deficiências das Escolas de

Biblioteconomia, que dificilmente consideram matérias importcmtes a serem incluidas em
suas curriculos, as que re referem ao papel de professor que o bibliotecário tem que desempenhar, tais como: Líetodologia do Ensino, Didatica, Ketodos Audiovisuais na Transmissão da Informação, Psicologia Aplicada, Filologia, Estatistica, etc. Grande parte dos bi
bliotecarios se dedica a um trabalho eminentemente técnico que não exigiria nível supe rior, enquanto os serviços diretamente relacionados com o público, para os quais, alem
de muita cultura geral, e necessário também especialização, estão nas mãos de auxiliares
sem nenhuma formação superior. Os processos técnicos são necessários, não ha duvida. Mas
haveria termo de comparaçao satisfatório entre os recursos neles investidos e o uso
material; entre os requintes de catalogaçao e classificação

do

e a disseminação da infor—

maçao, e entre a perca de tempo com or procescoc tecnicoc e a atençao devida aos usua rios?

0 que realraente interessa e que o acervo alcance o usuário o mais rapideimente pos

sível. E para isso e que o bibliotecário deve dar cursos extensivos a

todos os utiliza-

dores; orientar individualmente; promover visitas dirigidas; promover conferências; distribuir folhetos sobre os serviços e a orgemizaçao da biblioteca; divulgar listas de li—
vros novor, resumoe, traduções, copia de conteúdo de periódicosj preparar bibliografias,
e, por todos os meios,

procurar criar estratégias que atraiam e motivem os usuários

a

comprar seu produto ou sua mercadoria, que e a informação (6). Se os livros, revistas e
outros documentos ficam nas prateleiras por falta de processamento ou de consumidores
(que nao sejam: rato, tempo, barata, poeira, traça, incêndio, humidade ou ladrão),

é

tempo de fechar para balanço, admitir novos funcionários, modificar métodos de operação
e reabrir somente quando houver algo a oferecer a um público esclarecido e interessado.
.) Cooperação com as associações de classe e os conselhos, no sentido de cuidarem nao so
da atualizaçao dor bibliotecários, através de cursos, seminários, conferências e publicações especializadas, mas também da identificação e do levcintamento sistemático das reais necessidades dos usuaricr da informação cientifica,

A criação de fichários de per —

fis de interesse dos usuários, e vital, no Brasil, para a conquista do credito, da estima e da confiança de que a profissão de bibliotecário está precicéindo. Por isso as enti-

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dader de ci.-.jsc tem que re intercetar pelo ass-unto. Tenor que utingir or usuarior com a
infornaçao, aiiter nermo de rua .eolicitaçao. E a unica maneira de elevar a profissão perante o público, tcrnonílo-nor nair viteir.

Norte rentido, temor o exemplo do dinâmico

Gruno de Tralalho en Tecnologia, da Arrociaçao Paulirta de Bablaoteca.rios, que, faz al—
gum tempo, ncmoeu uma Ccm.irrao para líotivaçao dor Ucuarior era potencial da Documentação.
A bibliotecárir. ib.gaip Trança Villa.ça chegou a aprerentar, por escrito, algumas idéias
para ccncr:cir.açro derva Comirsao, tendo rugerido forre feita uraa pesquisa junto aos usu
ários, para dol‘c?';'.iir-açao do conceito que eles fazen da documentação e o que conhecem ou
desconhecem, poisam e osoeram des bibliotecárior, das bibliotecas e serviços afins (13)•
Nao sabemos que p"ovidenoias posteriores foram tomadas, mas fazeraos votos que isso seja
o principio de umi i-ovo cnfoíme profissional, que desperte o interesse de todos para

o

grave problei.'.a do usuorio brasileiro, que, era termos gerais, e ura doente que nao sabe
consultar o mecr^b c nao encontra sozinho o remedio para sua doença desenvolvimentista.
8) Identificaça.o c lemcçao dns barreiras que separam a infornaçao do usuário ou que diminuem a eficacia da busc i, do encontro e da utilização da infornaçao. Dentre os numerosos impecilhos cu cireunrtcmciiE que constituem barreiras a infornaçao, podemos citar as
seguintes:
8.1) Pouca íaniliuridace des usuários ate mesmo com as técnicas tradicionais quanto

ao

uso de bibliotecas. Os 'gue ja utilizam métodos automatizados e listagens de computador,
encontram dificuldades em decifrar os cedigos e em compreender os resumos e os métodos
de indexaçno utilizados. Por isso o documentalista tem que ser o interprete entre a in—
foraaçao e o usu.iric, embera erte ultimo -rliv . ser preparado para a foraulaçao de perguntas de acordo com or métodos de recuperação da infornaçao,
8.2) i.ía voutàde, falta ds preparo ou incapacidade do bibliotecário en sua função de intermediário entre as fontes de informação e o usuário. A formação em generalidades que
caracteriza o bibliotecário atual c a legislação brasileira'que proibe o ingresso de especialistas em rerviror ce rtferencin das bibliotecas, impede, sem duvida, ura dialogo
mais perfeito ccín cr utiliradorer cie inforrr.açoer técnicas ou ernecializadas. 0 IBBD esta
atento ao problenin (23) e espera^aos que a solução

do bibliotecario/documentalista seja

adotada o quanto anter, cora a alteraçao dor curriculos da' Escolas de Biblioteconomia.
8.3) Falta cie soi".'içor adequa,dor de referencia,

era decorrenaia da incompreensão da admi

nistraçao da biblioteca, para cera os serviços de auxilio aos leitores, dando enfase

aos

proce F so r técnico r-.
■8.4 Falta de se.^iço'’ erpeciair, tais como: reprografia, fotocopia, traduções, bibliogra
fias, resumos, etc.

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8.5/ Ac-^rvo Jeü.', falta de serviços de intercâmbio e de empréstimo entre biblio
tecas c rcdec ce informeção, para cobertura total da area em que a biblioteca se pix&gt;põe
atender,
8,6) Infl exibilidede dor regulamentos da biblioteca, quanto ao uso de seu acervo e aos
c-eir/ices de e::’e rescir.o rcs leitores, prejudicando grupos interessados mas que nao perten
cen a entidade s-ervida pela biblioteca.
8.’^) Falta ce ocr liçces ilslcas adequadas- ao estudo, quanto a espaço, moveis, ambiente
silêncios-.', etc.
8.3) Falta de incentivos, para que o usuário ce mantenha atualizado sobx^e as ultimas informaçoes. centro de sua area ds atividades. (Todo professor ou funcionário de nivel superior, por cnemplo, devia ser instado pela Administração a publicar trabalhos, dentro
cie certos praros, e,-cu proferir conferências e/ou

ministrar cursos dentro de sua espe-

cialidade ' .
8.9) Nunoro '■sdaxico d-e boas bibliotecas, mesmo nas grandes cidades. O leitor que vai
ouas ou tror vezes, a nr.-a biblioteca e nao consegue encontrar o que deseja, sentir-se-a
frustrado e perder-a o animo'

novas tentativas.

8.10) Dicteneia entre bibliotecas e residência dos usuários. Este fator, aliado ao comodismo, ao dcce-et; r.;ulc, as dificuldades de condução ç. a falta de confÍ2inça nos meios
A*
^
C’j'tr‘â.
informarao, e uma grande barreira
8.11) Iclic„

de

estr-ngeiror em que são publicadas a maioria das obras especializadas. Di-

ficilmente as bibliotecas podem dispor do tradutores, por razões obvias.
3,1F^“ Custo «o material bibliográfico. É uma das razoes para se apoiar a centralizaçao
da infcmaç::o,

redes- de bibliotecas ou sistemas.

8.13) Aum-ento exp-^ncnciai do conhecimento e da informação, 0 conhecimento duplicou pela
primeira vez em 1?50| pela segunda vez, em I9OO (I50 anos depois); pela terceira vez, em
1950 (50 anos- dopois/. Dai para ca, levou apenas 10 anos para se duplicar. Atualmente,
peritos no assunto calculam uma duplicação anual. Cerca_de_1.000 titulos novos de livros
sao pvblicadjs diarumc-rite, aleni de 33*000 jcmais, 70.000 revistas e mais outros tipos
especiais de documentos, o que montara a 10.000.000 de titulos identificáveis separadamente (1.5),

dia.

8.14) Fa.lta de ccndiçÕos para se proceder a uma aquisição planificada, principalmente na
area 03 p ’’"'! ■ es.j-oor gevemanantaisj muitas das- quais sao rotuladas de reservadas ou

con-

fidenc:ais.
8.15) Falta do c endiçoes favoráveis para

o us-uario manter o devido contacto cora ou-

tros pi ofissionsis e cen os re-eultados- de conferências, congressos, seminários, painéis,

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�reunioec, etc.

Iceo clerpertaria o derejo de atualizaçao e de novac informaçõee.

a.i6) Derccnhecimen tc, por parte da Adr,iiuirtraç~ao, da imperiosa necessidade de apoio
atraver de bibliotecas e centros de documentação. Em geral as verbas destinadas as bibliotecas

o irrisórias.

8.1',’) Falta de espírito ccmpetitivo, em maior escala, na

industria e nas prcficsoes li

berais, para forçar mais a adaptação de novas t ecnicas, através do estudo e da pesquisa.
8.18) Kcraric das bibliotecas. Muitos estudeuites que trabalhara, e estudiosos que nao tem
terapo durante o horário comercial, deixam de frequentar as bibliotecas

porque em suas

horas livres elas estão fechadas. Se funcionassem a noite e nos fins do cer;ana, a fre-quencia, de certo, aumentaria muite mair.

•

3.19) Dificuldades de comunicações, mesmo com satelites, DDB, telex, video-fone e tudo
o raais. A demora nos serviços postais e telefônicos., sao grandes obstáculos na obtenção
rapida dc informações. Na teoria, podemos afirmar que ja poderiamos obter dados, em minutos., vindos de qualquer biblioteca do mundo, via satelitei mas na realidade ainda nao
podemos contar com isso, dentro de nossas rotinas.
8.20) Acervo mal orgainizado cu com sistemas de classificação por demais complicados ou
desconhecidos, que dificultam o encontro do material nas estantes. Ja vimos que o leitor brasileiro gosta de ir direto as estantes e, portanto, precisaria de u:r, sistema de
classificaçac simples que facilitasse sua pesquisa. Porem, sistema de classificaçao mui
to simplificado pode também dificultar a recuperação de uma informação exata e precisa.
Por isso, nem sempre o leitor poderá di.spensar a colaboração dc bibliotecário.
8.21) Terminologia científica e técnica, ou seja, o conjunto de termos peculiar a uma
ciencia, arte, profissão, ao comercio ou a um assunto especial. E através ua linguagem
técnica e cientifica que a ciencia, a tecnologia e o ensino evolvem, transferindo in forraaçoes. Mas , de fato, apresenta vuaa barreira a comunicação, principalme;ite era nosso
País, pois o termo poderá apresentar diversidade de traduções e varias conotaçoes. Isso
prejudica c dialogo com o especialista nos diversos campos dc saber humanD.

Ein muitos

casos sera precise "traduzir" a pergunta para a linguagem dc repertoric do sistema de
informaçac. E um grande trabalho para c bibliotecário, compreender e normalizar a terminologia técnica e cientifica, para entender p usuário (24).
Resumindo, as barreiras a informação tanto podem provir da ma orgeinizaçao
e da falta de instrumentos bibliográficos , como da incapacidade do bibliotecário e dc
desinteresse do proprio ufuario.
Atenção especial, porem, merecem cs usuários, que constituem os eixos em re
dor dos quais devem girar bibliotecas, centros do documentação e sistemas de informação

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�A averiguaçao de reur habitoF c problemas, deve ser feita continuamente, para atualizaçao dor perfir de interesse

que devem substituir as. siriples fichas de errorestirno,

isse poderá ser feito por meio da comunicação pessoal, entrevistas, questionários, obser
vaçoes diarias e analise critica do acervo da biblioteca. Identificar as necessidades
I do usuário e antecipar-nes as suas solicitações (?-), e cooperar para o despertar do 3rasil/Gi"ante, cuja populaçao, sob este aspecto, ainda dorme. Temos provas, no entanto,
de que esta populaçao espera apenas que lhe ofereçaia condições, de leitura e de típesquira, para entrar en açao. Na Biblioteca Central da Universidade de Brasilia, por exemplo,
os alunos che.5p4.rajn a exibir o funcionamento ininterrupto da Biblioteca (24 horas p&gt;cr
dia) e a frequência média diária atingiu o númerc de 5.000 (tempo de exame) e 3.000 (nc-r
Ealmente).

Se ha quadros constrangedores de profissionais, em qualquer setor, cada vez

mais d£."a-nializadcr, ha também grande ansia de informações por toda parte.

Em São Pau-

lo, por exemplo, na Biblioteca Regional de Medicina, a proporção de pedidos de xeroco pias de artigos especializados cresceu na proporção de 350/"^

dois anos. Em I969,

a

DIREME forneceu a particulares um total de 12.OCO fotocopias de artigos de revistas bionedicas, e em 19 T, esse numero saltou para l2.,oS2, para mcdicos nao sc de Sao Paulo,
Eas de toda a America Latina. Nesta mesma Biblioteca, foram preparadas 337 bibliografias
diferentes, em 19"’l (9).
Esses fatos provam que ha sede de informações em qualquer área.

Há usuá —

rios em potencial, em grande escala, aguardando ansiosos a melhoria de nossos serviços
de informação. Nao podemos continuar com ziraontoados de livros velhos e coleções incompletas de revistas. Tenor que mudar as estruturas, pois o ritmo de desenvolvimento do
Brasil, esta exigindo,de maneira cada vez mais imperiosa, estudo, atua?.ização e aplicaçao de tecnologias modernas, em todos or setores da atividade humana.
0 Seminário Interamericano sobre a Integração dos Serviços de Informação e
Arquivos, Bibliotecas e Centros de Documentação na Am.erica Latina e nas Antiihas, realizado em Washington, DC, de 6 a 1. de novembro de -9 ’2, considerou qu': tede plano nacional integrado de serviços de infomaçao, deve estabelecer as seguintes prioridad.es:
l) fcmaçac e treinamento de pessoal em nivcl de liderança e apoio; II) enriquecimento
seletivo G organizaçac das coleçces; IIl) treinamento de usuários e participaçao

na

formaçao deles; IV) aquisiçao de equipamento que permita processar e utilizai’ a informação em iiivel otime de custo, eficiência o proveito-; V) integração e normalização seletiva de processos técnicos e serviços ao publico em nível de sistemas, subsistemas c cem—
penentes; Vl) aproveitamento dos serviços de infomaçao oferecidos em nivel intemacio—
nal.

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Alem disso, a Declaraçac n5 4, do mesmo Seminário, diz c seguinte: "...

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aoE governo? coiocai’ e inlorinaçao a ocr^v^iço cio sociedade, cea o fin dc: l) facilitar
Eua utilir.açüO

tede? o? hacl tcu*tes do poie, eejaa quais foren seu nivel cultural,

grau de eFCoicridi^d:;, forr.açao éicadcr.ica ou pi'ofissao; II) instruir adequacamente os
usuários para cuv; chverlicúi cr noiores ceiiefioioc doesa infori.iaçao; III) fazer com que
a informação re ccr./erta

ioa ácc apoios da educaçao er. todos os níveis e especialmen-

te da pesquisa c da edacoço/j pí.roovierteoj iV) dirpc"’ dco dados, informes, estudos e ava
liaçoes necessários :.o gc^erao perro enfrent.r

seus problcmr.s e projetos (l4).

Tambc'! o rroòoosor Koiku, ei.vre as prinr.lpois recomendações para iraplantaçao do SNICT, diz qwe ''programas de treinamento para bibliotecários e documentalistas,
bem como para os cientistas e tccnicos, cruante ao uso da informação, devem ser iniciados o nais cedo possivel"(15)•
Orala todos os bibliotecários ccmpreendani sua i'esponsabiIidad3 no limiar
desta Idade da InformaçjiO e lutem para que todos cs bre.sileiios, atroves da leitura,
da pesquisa e da. apiicaçao dos tecnologias modernas, poooau, dentro de suas atividades,
cora o apoio do Goverao, racii-.r^ en breve, plenamente, aquela sede de conhecimentos, de
atualizaçao c de prog^^esso, que, graças a Deus, atingiu a todos os rincões da Patria.

BIBIJOCÕÁFICAS

1 - ARBCLLDA-SbPóbVbDA, òrlar.do Sl ALVioAR, /ilfredo.
cion de urr.arrcs de la infor.aaoicn,

Ivletodos audiovisuales en la instruc

frabelho apresentado no Seminário Latino—

Amer-lcar.o sobr-e P^eparaço.o de vienti-stas da Infor.nnçao. l‘íexico, D.F., 23-25 de
agosto dc I97IL

22pt

(liineografado).

2 - BAHIA, Secretaria da Cie:ic'.a e Trenoiogia, A Infc vnatica e o desenvolvimento.

Re-

vista do Serviço Frblico, DASP, i05(2) :3G9-H, ma.ão/agosto 1972.
3 - BELLClLf, Fred L.

Management planning for libr.a.i'^/' systeus developnent.

Journal of

íji-keT-Fy’ Chicago, 2:l37-237j Dec. 19^94 - BORKO; !!.

Brasil

ri

--.nd stru^bar- of ^ National Sysjbcm ^j^Scientific

euid Tecl^nclcgic:nl 1'nfomaticn, jlbliCT.
5 - BÜRNS, Jr. Kobert !f.

Paris, UNESCO, 1972»

Biblioteca e enfeque sistêmico.

Carvalho e liilda P. S. riaoiel.

27'-!-22p. (Mimeog.).

Trad. do Abigail de Oliveira

Revista da_ Escola de^

Belo Ilorizorte, 1 •;.2 J í164-Õ3, seterabre 19’’2c
6 - GIETZ, Ricirco A.

La .lormacion y el sidiestramicnto dcl investigador ceme usuário

de la informaciõn. fraboiihc

prerentado no Soninario Latino-Americano sobre Pre-

paraçao de Cientistas da infermanao. México, D.F., 23-25 de agosto de 1972.

15P'

(Mimec'rafado).

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�15
LICEA DE AREfíAS, Judith.

Problemar de loe ucuarioe: un encueeta.

Trabalho apreron-

no Seminário La^^inc-Americano pobre Preparaçao de Cientirtac da Infcrmaçao,
xico, D.F., 23-25 de agorto de 19"^2.
5 - LIIv!A, A. Nogueira. Apreeentaçac.
na adminictraçao.
- liOURA, Naohington,

35p.

He -

(Mimeografado).

In: CONSO, Pierre &amp; COULIN, Pierre, Informática

Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1972.

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Americana da Saude em prol do Deeenvclvimento da Informação Cientifica na America
Latina.

In? CONGRESSO REGIONAL SOBRE DOCUT&gt;IENTAÇÃO, 32, e REUNIÃO DA FID/CLA, 11^,

Lima, Pem, 20/24 de retembro de IQ"^!.

Anais. ..

Rio de Janeiro, IB3D, 1972.

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10 - PuiNGANATHAN, S.R,
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Scientific and technica.1 infcrmation: storage, disscraination and

Library Herald,

Delhi, índia, 4(2):43~51&gt; 1961-62.

11 - SEHINÁRIO INTERAMERIQ\NO SOBRE A INTEGRAÇÃO DOS SERVIÇOS DE INFORl,CAÇÃO DE ARQUIVOS,
BIBLIOTECViS E CENTROS DE DOCUT.EMTAÇÃO NA AIffiRICA L/íTINA E NAS ANTIIilAS. Nashingtcn, D.C. , 6/l"^ de novembro do 19'72.

Declaraçao, conclusões e recomendações.

Brasilia, Centro de Documentação e Informaçac da Camara dos Deputados, 1973»
6p.

(Mimeografadc)

12 - SKEPARD, Marietta Daniels.
logica.

Mecanismo de inforraacion: La infraestrotura biblioteco-

Trabalhe apresentado no Seminário Latino-Americano sobre Preparaçao

Cientistas da Informação. México, D.F., 23-25 de agosto de 19''2,
13 - SOUSA, João Laurentino de.

0 bibliotecário na era dc computador.

de

l?lp.(Mimeos.)
Gerreio Brazili-

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- SOUSA, Joao Laurentino de.

Rede niundial de infermaçoes e coeperaçao entre bibliote

cas. Correio Braziliens-e, Brasilia, 19 de março de 19Jl. Caderno Cultural, p,2.
- STINGEL, Antonio.

0 usuário da informaçac cientifica. Noticiário GBB. São Paulo,

2:105, 19'^1..
16 - VICSNTINI, Abner L.C.

Aspectos teoricos e interdisciplinares na comunicação da in-

formação. Trabalho apresentado nc Semin ario Latino-Americano sobre Preparação
do Cientistas
17 —

da Informação, México, D.F., 23-25 de agosto de 1972.

. Da Biblioteconomia

llp.(Mimeog.)

a Infcroatica. Revista do Serviço Publico, D^ISP, 105(3)-

251-295, set./dez. 19':^0.
18-

cm

« Infcrmatica. Revista do Serviço Publico, DASP, 105(2):314-13, maic/ago. 19'^

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Digitalizado
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�16
9 - VILLAÇ/i, Magaly França. Sugestão para a criaçao, na APB, de urr.a comissão para motivação doF uauárioç e-n potencial da docur.cntaçãoc

São Paulo, Grup:: c?c. Trabalho cm

Tecnologia da Associação Paulista de Bibliotecários, 1972.

3p,

(biueografado).

0 - VERNI^S, Cario. A coraputorissd information svcten faces its customcis. s.l., s.e.,
Is.d.

(separata...)

1 - FOSIíETT, D.

Alguns aspectos sociologicos des sistemas formais de comunicação do co-

nhecimento. Trad. de Antonio Agenor Briquet de Lemos.

Revista do Biblioteconomia

de Brasília, l(l);3» jan./jun. 19'’322 - ZAHER, Célic-, Ribeiro &amp; GUI7ARÃES, Yons C.D.

Sistema KTÍIC versus

Pascritores.

In:

CONGRESSO REGIONAL SOBRE D0CL7ÍENTAÇÃ0, 29, e REUNtíO DA FID/CLA, 99, Rio de Janei
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Anais... Rio de Janeiro, IBBD, I9TO.

23 - GOMES, Hagar E. &amp; ZAKER, célia Ribeiro.
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A experiência do IBBD na preparação de cien

Trabalho apresentado no Seminário sobre Preparação de Ci -

entistas da Informação.

Kcxico, D.F,, 23/25 de agosto de 1972.

24 - MIRANDA NETO, Antonio Garcia de.
municação e a autoniaçac.

6p. (laimeog.)

Terminologia científica e técnica, barreira a co-

In: CCMGRESSO REGIONAL SOBRE DOCUfuENTAÇAO, 29, e REUNI—

Ao DA FID/CLA, 9-j Rio dg Janeiro, 23/2S de novembro de 1969»
Janeiro, IBBD, 1970.

p.195/206.

Anais...

Rio

de

p.36l/?6.

25 - FROTA, Lia M. de Andrade &amp; NUNES, Renaldo Pereira.
na elaboraçao de catalogos de bibliotecas.

Emprego de sistema eletrônico

In: CONGRESSO RE)GICN/*L SOBRE DOCÜi.iEN—

TAÇAO, 22, e REUNIAO DA FID/CLA, Q9, Rio de Janeiro, 23/28 de novembrxj de 1969.

cm

Anais...

Rio de Janeiro, IPBD, 19t'0.

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p.l3o.

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Ciência da Informação</text>
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                <text>O brasileiro não tem educação orientada para a leitura nem para a pesquisa sistemática. Não acredita ainda nas possibilidades de nossas bibliotecas nem dos centros de documentação. Tende a zombar da Informática, como algo mirabolante e distante, que só preocupa a alguns maníacos de novidades. Com o advento do SNICT, que representa um grande esforço humano e um enorme investimento público, não podemos deixar fora de nossas preocupações prioritárias o usuário. Ele tem que ser preparado para poder utilizar os modernos meios de recuperação da informação, pois o que realmente interessa em todo serviço de documentação e de bibliotecas, é o reconhecimento e o uso de suas vantagens. Tudo o que se fizer no campo dos sistemas de informação e no planejamento dos centros de informática, de nada adiantará se os clientes não forem atingidos pela informação. Chegou a hora em que o bibliotecário realmente participará das funções docentes que lhe são inerentes, através da grandiosa tarefa de preparar o brasileiro de hoje para participar aceleradamente no desenvolvimento do País, utilizando todo o potencial que se acha armazenado nas bibliotecas e centros de documentação, prontamente recuperável por meio dos sistemas setoriais, regionais, nacionais e internacionais de informação.</text>
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                    <text>V

VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belém,

29 de Julho a 4 de Agosto de 1973

CDU

002!: 681.3

CDD

029.7

DOCUMENTAÇÃO CIMTÍEICA E TECNOLÓGICA

-

INEORILItICA

A BIBIiIOTECONÇgspA FRENTE 1 INFORMÃTICA
K)R
SEBASTIÃO DE SOUZA

Bihliotecô'Central da Universidade de Brasília
Rrofessor da Fundação Educacional do DF
Registro provisério no CEB-1, nS 86

DOC CL TECNOIW

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1

�;
smiÍHio

.Jntróduçao

•

• • • «r « *

«««•••#•».••«« H;: •'tf

2

•• ••••«.

3

C^iedLtoB I Biblioteccaioinia
Docrunantação

3
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*

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Infomátioa

3

■ Ciência da Infonmção

».»•••

PunçÕeJ^-&gt;-Bililiotecário-J)oc'unentalis-ta
. . t

3
•*««••••••

InfoTEiólogo

5

Cientista da Infomação
Bitliotecário versus Infomologo
Conclusão
-

4

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• • •« «#«

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«é«••&gt;«•••••»••

7

««•«•••••••«••»•«4««••«•••é*»**
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Bibliografia consultada

•44*«*..4»4«4#.««»«44**»

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�2
A BIBLIOTECOI-TOICLA BBEITTB \ IBBOCT/UÍTICA

BESUMO

A ■utilização doo computadores nos Serviços
de Informação bibliográfica troimce problemas
para a Biblioteconomia e Documentação,

devi-

do ã impossibilidade atual de definição
campo da Infoimiática.

do

Conceitos e s-ugestães

são apresentadas tentando soluçoes para

o

fu-turo da Documentação o da Informática,

INTHODUÇlO

Vivemos a era da cibernética,

da automação. Passamos a depen-

der de "uma série de m^piinas complicadas,

e ç[ue já fazem parte de

nossa vida quotidiana.
Por •uma questão de sobrevivência, não podemos ficar alheios
aos progressos da ciência e da técnica,

sob pena de ficarmos obso-

letos, -ultrapassados ou caiimos num perigoso ostracismo profissional.
Com 0 aparecimento do computador aplicado aos Serviços do
Infommaçao,

surge um problema que bibliotecários e técnicos de com-

putação devem se ocupar :

a Informática,

inbos possuem o mesmo

objetivo; e quando duas ou mais classes diférentes de profissionais
cuidam da mesma coisa,

o que poderá acontecer?

globar as atribuições do outro?
as duas profissões?

Não quererá -um en-

Quais os pontos de contato entre

Devem ou nao trabalhar en conjunto?

A quem

irá pertencer a informática?
X essas e outras questões é que procuraremos apresentar algumas soluções,

apenas como sugestão e ponto de partida para discus-

sões.

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CONCEITOS

•

- . ilginnas noçoea proliíiinares fs^en-se necessáriai! para inellior

conceitucir os elenentos antes de tentar una, solução.
Sen qiierer ser eiícaustrvo nen dognático,
TECONOIIIA consiste en adquirir,

processar,

livros e periüdicos nas estantes,
curá-los o

dizenoe que BIBLIO-

preparaj? e colocar os

esperando que o leitor vá pro-

Pertence ao usuáiúo o prineiro passo en direção á

pesquisa, Esta e a noção conservadora de Billiotecononia, Aos poucos essa noção ovolui.u;

aAguns bibliotecários nais audazes,

taran una atitude le vanguarda ben nais ativa,
frente de seus leitoi^es,

ado-

e se colocaran na

se interessando por suas pesquisas e es-

taJbelecondo taji-^efas, quase que sistenáticas, de bibliografias gerais e especializadas,

íTessa hora nasceu a docuaentação.

Á IOCU15ENTAÇ/3) inclui,

portanto,

as atividades da biblioteco-

nonia acnnc citadas, nais as de preparar e reproduzir nateriais,
distribuir e õisseninar as infomaçoes,
pre en área esiJecializada.

A Doc-unentação c.tua sen-

'•'■■ ''aves de. Centros de Docunentação,

Seiariços de Irlornaoão, Serviços de Notificação Corrente,

Servi-

ços de Análise de Inforcnc.çoes e Disseninação Seletiva da Infomação,

A II'T}?0KA/LTICA fornece à bibliotecononia e à docunentação o
caráter de necanizadas e autona-tizadas,*

a fin de nelhor e nais
rát

pido processar os seus serviços e recuperar as inforaaçces,
í.Iikhailov defino a Infomática cono una nova disciplina científica,
cessar,

relativa ao estudo dos netodos e neios de coletar,

arnazenar,

pro-^

recuperar e disseninar a_infomação científica,

I)3,‘e;7±uc utilizou-a pai'a designar "a ciência que se ocupa do
trabaJlio racional, nediante náquinas autonáticas, da infomação
tonada conc suporte de conhecinento e ccnunicação nos donínios
técnicos,

econonico e social'',

■ De una foraa ben prática,

podenos dizer que Infomática e

a técnica da nanipulação da infomação,

a-traves de conputadores

eletrônicos.

A CIÊNCIA DA INEOEIíAÇaO difore das outras tres,

pcesu.i netodclogia c cb^otos próprios

cialncnto teórica;

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per sor essen-

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É una

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ciência interdisciplinar e diretaacnte ligada a natenática,
gica,. à linguísti_ca,
ção,

à infomática,

às artes gráficas,

à psicologia,

à laibliotecononia,

à cibernética, "à conimi.cação,

à ló-

à docuaenta-. .

à administração,

etc.

Tentando definí-la,

podemos dizer que ciência da informação

é o conjunto de conhecimentos humanos relativos à produção,
organização,

armazenamento, recuperação,

coleção,

reprodução,utilização,

co-

municação da informação e a devida preparação do pessoal especializado para desempenhar todas essas funções,

Ela abrange,

todos os aspectos afins da informação-comunicação,
linguagem e da informação,

portanto,

a análise da

a organização da informação e as rela-

ções homem-sistema de informação.

EUNQgES DO BIBLIOTECàHIO-DOCUMENTÁLISTA

Não podemos conceber um bibliotecário, nos dias atuais,

ape-

nas como um técnico que prepara os livros e os coloca nas estantes,
não se interessando pelo tipo de leitor que sua biblioteca possui*
0 bibliotecário hoje,

é sobretudo documentalista,

Aatonio Agenor Briquet de Lemos, Professor da Universidade
de Brasília, num levantamento feito para o Conselho Pederal de Educação e publicado no Boletim da ABDP, Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal, baseando-se na legislação da profissão
de bibliotecário, compilação feita pelo Conselho Federal de Biblioteconomia,

assim enumera as atribuições do bibliotecário—

documentalista :
mentação,
pol^ecas,

"planeja e organiza bibliotecas, centros de docu-

serviços de informação especializada, hemerotecas, madiscotecas e outras coleções de registros gráficos,

sono-

ros ou visuais do conhecimento | administra os serviços técnicos
de bibliotecas e instituições afinai revê e avalia os pedidos de
aq.uisiçao de livros,

periódicos, filmes,

discos e outros materi-

ais; planeja e supervisiona a política de aquisição,

estabelecendo

as prioridades que forem pertinentes; realiza as operações de análise de conteúdo e de características formais de cada item, destinadas a estabelecer sua identidade e descrição,
tir a posterior recuperação da informação;

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de modo a permi-

planeja a organização

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técnica do ser^/iço de atendinento aos loitorcs; rea^-isa pesq^uisas
visando a recuperação das informações consentoneas con as solicitações dos usuários;

realiza pesquisas bibliográficas, nuitas -• -

vezes sobre tenas especializados, o elabora listas con os resultados dessas pesquisas; organiza e administra serviços de reprografia destinados a increnentar ou facilitar a utilização dos materiais da biblioteca;

organiza e nanten serviços de disseninação

seletiva de infomações,

en bibliotecas especializadas, utilizan-

do netodos nanuais ou automatizados;

planeja e supervisiona servi-

ços de conservação e restauração do documentos bibliográficos;
responsável pelo ensino da biblioteconomia,

e

en cursos de nável me-

dio e superior",

PmggES DO II^OMÓIOGO

Una nova ciência está surgindo

:

a Informática, á justo que

esteja surgindo também um novo profissional,

que brevenente estará

lutando pela ratificação de sua profissão e ve-la reconhecida le—
galnente•
Este novo profissional possui vários nomes

: infomologo,

infematologo, infomata e informático. Suas atribuições,
como a própria disciplina,

assim

ainda não estão de maneira alguma bem

definidas,
Um bibliotecário de referencia que preste informações, utilizando-se de computadores eletrônicos,

e um infomologo. Um ope-

rador qualquer de computadores, devidamente treinado para recuperar
é
infomações bibliográficas e um infomologo,~
Com 0 mesmo nome estão sendo chamados os programadores, os
perfura,dores e os analistas de computadores eletrônicos.

Enfim,

todos 03 que manejam o computador estão se apossando da infemática e dão a si mesmos os nomes convenientes,
Se quisemos, .porem, dar ao infomologo utia a.tribuição de
nível superior, diriamos que ele pode ser comparado ao analista de
sistemas, dentro da linguagem comum da. ciência da computação,
cujas funções consistem en interi^rotar da melhor maneira possível
as infomações e dados que lhe são fornecidos pelos usuários dos

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conputadores 5 decidi^ c-n quads ároas do trabalho irá trabalhar o
deteroinar ao tarofas a seren executadas pelo conputadoro
De qualquer foma, no entanto,

tenos que definir prineiro

o canpo da infomática, para depois deteminar con precisão as
atribuições do profissional correspondenteo

FIMÇgES DO CIENTIST^i DÁ

Apesar das confusões existentes entre infomática e ciência
da infomação,

e apesar das opiniões divergentes nessas duas áreas,

nesno entre renorados expoentes da biblictecononia brasileira e
internacional, nc arrisco a dizer que cientista da infomação
e o teórico da infomática;

é o pesquise.dcr da infomação#

Yan Dijk e Van Slype en seu livro
tion face a 1*expiosion de 1'infomation,

i Le serviço de dccunenta~’
dizen que para os aneri-

canos os cientistEis da infomação (infomation scientists) são
pesquisadores,

professores ou práticos, que estudan e ensinan as

novas técnicas da infomação o as enpregaa para criar e nelhorar
sistenas de tratanento de infcmaçÕes docunentais,"
^'Of ingleses são nais nodestos,

continua Van Dijk;

ali os

especialistas da infomação são os que, dispondo de una base nais
profimda do que a dos utilizadores a que serven,
sua equipe,

se integran en

participan de reuniões onde são definidas os prograr-

nas de pesquisas e de trabalho e participan de sinpósios onde são
ê
expostos periodicanente os resultados obtidos# De preferencia,
o especialista da infomação deve possuir i’na cxperiencia concreta junto a seus clientes,
nilares# Sua fomação,

ou en foma de estágio cu atividades si-

seu conhecinento íntino das necessidades

dos usuários c de
partioiilt^^Cx-'-'

,^o trabalho, lhe pemiten ser

''■p-i cientes en nateria de docunentação#»

Na França os especialistas da infomação operan igualncntc
tanto no sentido dado pelos anericanos, quanto no dos ingleses e
parece que não existe ainda ui^ tradução oficial do temo anericano 'rnfomation scientists*-^ As atribuições dos cientistas da
infomação para os franceses ^ tenden nais para a infomática do que
para a. cien-^ia da, infomação#
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Os russos não fazen diferença entre infomática e ciência
da infornação; por conseguintej

para GlGS-,--infomólogo e cientis-

ta da inforaação são a ncsna coisa,
No Brasil,
Celia Zaher,

o temo cientista da infornação,

cono nos afima

está se afimando no sentido anericano de pesquisador

e teórico da infornação.

BIBLIOTEClEIO VEESDS INPOEMÓlOGO

Qu.ais os pontos de contato entre o bibliotecário e o técnico de conputação?

0 prineiro vai buscar as infcmações na fonte

e as transfoma en nateria apta a dar entrada nos conputadores,
0 segundo amazena en rolos ou fitas nagneticas,
recebidas,

as infomaçães

e sabe cono recuperá-las nellior e nais rapidanente,

0 prineiro influi na qualidade das infomaçães e constitui a par*
to inteletual do sistena, 0 segundo influi na quantidade daq infomaçoes

e integra a parte técnica do sistena,

Anbos são profissionais,

técnicos e de nível superior,

Possuen os nesnos objetivos e trabalhan para os nesnos usuáoios,
Deverian tanben perceber os nesnos salários, Poren,

o que aconte-

ce e que os infomólogos receben duas ou tres vezes nais do que
os seus colegas bibliotecários I

Qual a razão dessa diferença ?

Será talvez pela existência insuficiente de técnicos de conputação 0 pela crescente procura no nercado de trabalho, desse tipo
de profissional ?
Não resta duvida qvie ser técnico de conputador e hoje oxoa
profissão atraente, Poren,

a que disciplina-nais específica está

ele ligado? Con qual disciplina, poderá o infomólogo nelhor se
relacionar? Tendo en vista a am.a,zenagcn e recuperação da infornação bibliográfica,

en que área ele se enquadraria?

Os franceses estão chanando de Infomático gualquer un que
trabalhe nas diversas nodalidades dos conputadores, 0 nesno está
acontecendo aqui no Brasil, na. aplicação prática dos conputadores:
todos quantos nexen con conputa.dores queren para si o novo desgnativo inventado : infomático,

infomólogo,

infomatólogc ou nesno

infomata.

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Muitas disciplinas se relacionan dirotanente con a infomática* Se levamos en conta o problena da infomação autonatizada,
0 problena da amazenagen e recuperação da infomação, no seu sentido bibliotecononico, qual seria a disciplina nais achegada ã ela?
Sen dúvida alguna que seria a DOCüMENTAÇãO, Por conseguinte,
nos, bibliotecários-docunentalistas,
ra cuidar da infomação autonatizada,
qualitativa.

sonos

as pessoas nais indicadas paespecialnente na sua parte

nosso dever nos preparar para tal nissao;

e cono

tal, "urge a renodelação dos currículos de estudos de nossas Escolas de Bibliotecononia,
algunas que os ten,

os quais deverian possuir,

a exenplo de

certas disciplinas cono necanização e auto—

nação; visão geral de aplicações e fluxos de infomaçães; fundanentos de conputação eletrônica e de progranação; introdução a
sistenas de infomaçães e noções de tele-processanento de dados#
En nível de especialização poderenos ter o bibliotecario-analista,
0 bibliotecário-progranador^o bibliotecário especialista en sistenas de infomação autonatizada#

CONCLUSãO

Para c futuro e preciso que nós nos capacitenos dos novos
horizontes que a ciência e a técnica nos abriran; procurenos definir as áreas da infornatica,

pois ela no seu sentido docunental

nos pertence; e sobretudo não deixenos que ela caia en nãos de
estranhos,
Arthur Clarke,

en un de seus livros, diz que o futuro da

conunicação e da infomação nos levará a una especie de biblioteca universal e a un banco de nenória, regido por aparelhos telesensoriais; o que traduzido en nossos temos seria un Serviço de
Infornatica ultra rápido e eficiente,

con o possível amazenanen-

to e inediata recuperação de toda e qualquer infomaçao terrestre
'
iP
e extra-terrestre.
Não ha dúvida que vai nisso un pouco de fn|cção
científica ou futurologia. Porón, quon e que poderá contestar tal
afimação,

e dizer que a realidade futura da docunentação e da in-

fomática não será assin ?

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                    <text>79 CONGRESSO BR/.SILEIRO DE BIBLIOTECONOilU
E DOCÜIiENTAÇÃC
Belém, 29 de julho a 4 de agosto de 1973

:o!aíioraç5o tío ÍRSfííulo Racíoaa! ío L!ito

DOCUIIENT/.ÇÃÜ CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA

O SISTEIiA CENTRi\LIZADO DE AQUISIOZO E UE TIUT/EIEWTO DO
H/^TERIAL BIBLICGR/iFICO DO CENTRO TSCKICG AEROESPí-CIAL
por

LOURDES 1'IESOUIT.* SIOUEIRi*. '■ CR3 8a. n.361
Chefe da Biblioteca Central do ITA
Professora do Curso lEI, do ITA
Membro da Comissão de Tecnologia da
Educação do ITA
Membro da CCB, do CTA
Representante do CTA no Grupo de_^
Trabalho do CNPq, para implantação
do SNICT.

DOC ci, Tfl^. (^{.

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�R E S U !í 0

Estrutura do sistena centralizado de aquisição a da tra
tamento do material bibliográfico do C.T.A., tendo em vista as van'
tagens da aquisição planificada, o nelhor intercâmbio de infornaçoes
e a prÕxina inplantaçao do 3istema Nacional de Informação Científica e Tecnológica, no País.
0 controle e localização das fontes de informação cons ■
titucn pontos primordiais na inplantaçao de qualquer sistena de ín-formação. 0 estabelecimento pois, desta centralizaçao, teve por finalidade alicerçar ainda mais, as baseo do Sistena de Infcrnaçao
Aeroespacial do C.T.A., a ser integrado na rede de infomaçces

~
do

SNICT.

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�A Libliotaca Cenural do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA),
ten atuado como verdadeiro Centro de Infomaçao, procurando con esta finalidade incentivar e coordenar o nelLor aproveitanento dos

recursos docunentários

do lals e dc Exterior, para o ensino, a pesquisa a desenvolvimento,

no

setor

aeroespacial e conpos afins.
0 desenvolvinento do Centro Técnico Aeroespacial (CTA), a nultirlicidade de seus programas de pesquisa e a distância entre os seus vários Institutos, trouxeraro como conseruencia a criaçao de pequenas bibliotecas nuito es
pecializadas neste ,^u naquele órgão, con orientação e tratamento diferentes.
Considerando porén^ a conveniência de uma aquisiçac planiricada e a
necessidade de padronização na organização dessas bibliotecas, providências in
ternas foran tomadas nesse sentido. Criou-se um sistema centralizado de aquis_i
çac e de tratamento do material bibliográfico.
Estas medidas contribuiram para facilitar a estruturação do Sub-si£
tema de Informação Aeroespacial integrado no Sistema de Infomaçao

Cientifica

e Tecnológica, a ser implantado no Brasil sob a coordenação do CNPq, e
boa hora delineado para melhor atender as necessidades do ensin^, da

em tão
pesquisa

s dc desenvolvimento em nosso pais.
0 projeto do Sub-sistena de Inforoaçao Aeroespacial apresentado pelo ilinisterio da Aeronáutica ao CNPq, atenderá ãs solicitações do
nistério e estenderá seu campo de ação â indústria aeroespacial

proprio liie

indústrias

de apoio; ós indústrias, escolas e centros de pesquisa do Vale do Paraiba, região geo-econónica contida na área técnico-cientlfica do DEFED; as empresas de
Transporte AÚreo e as demais universidades e instituições de pesquisas,

inte-

ressadas no intercâmbio tecnico-cientifico de alto nível, no domínio aeroespacial e campos afins.
Este trabalho versará apenas sobre o sistema centralizado de acuis^
ção e de tratamento do material bibliográfico no CTA, considerando que a esperiência talvez possa ser útil a outras instituições, tendo em vista

c elevado

custo das í v.b!'icaçoes e a escassez de pessoal especializado para este trabalho.

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�'ÜÜÜTÍVTJ?:-.

pp SI?TSI!A
i.jsiccoric l'L'cii:.cü-Cifcntifica Jo C.T.A.
■Joi.:Í2f^(_o Gciatrai cie Liblioteca
Coniscoes de Ascecsoranento düs Institu-os
Liblioíieca do ITA. Orp.au Executivo Central
Libliutecas Satélites

•CT'*;rí?7I0A ')G C.T.A,
Cabe a Ausessoria Tecr.ico-Cicntifica apreciar e encaaiinhar para apro
vaçao da r^irc-^ao do C.T.A. toda a estrutura du Sistena que lhe for

apresenta-

da pela C:nis''ãj Contrai ce biblioteca.

CGiíic "7.0^ C'.' .TT ‘ '• r-’j igELicrbCt.
A Cuaiccao de biblioteca criada de acordo con a decisão
de Direção

r

do Conselho

oonotituida dos sepuintes uenbrosí

Acsossor Técnico Cientifico do CTA (Centro Técnico Aeroespacial)
Chefe da bfbiiote^ i Central do ITA (Instituto TecnolSpico de Aeronaii
t;ca)
Ibiitor do ITA (Ir.otftuto Tecnolõpico de Aeronáutica)
Vlc.a Mvater TÕcr.ico do IPD (Instituto de Pesquisas e Desenvolvinento)
Vice Tirotor ^'sc-ico do LtVE (Instituto da Atividades Espaciais)
nepresentonte do IFI (Ir.jtituto da Fenento e Coordenação Industrial)
Representante da Congreçarão do ITA
Rej,recor.tante do GCPV (Curso de Conunicações e Troteção ao Voo)
Cs neabros acima poden ser cubstituidos por representantes devidanen
te crciencianos j;:ato a Assessoria Tecnico-Cientifica.
e. C^niesao porepate;
1 - Estruturar e iaplantar o Sub-sistena de Infomação Aeroespacial
2 “ Assassorur os órgãos competentes nos assuntes referentes à
tra" '^.ao, reru-^craçao e aperfeiçoamento do pessoal do setor

conbi-

bliop .'.cario, cm parci.-u''de nível superior.
3 - Assessorar as decisões administrativas referentes a assuntos

de

documentação técnico-cientifica nos Institutos do C.T.A.
4 - Estabelecer no;raa3 para as atividades de documentação técnico-ci&lt;.vt!-fir,a nos Institutos do C.T.A., incluindo; •

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�a) planejanento, coordenação e controle dos serviços bibliotecários do
C.T.A.;
b) planejaoento orçamentário; e
c) planejamento e aquisiçHo de todo naterial bibliográfico c eruipanu_n
to de suporte.
0 representante da Assessoria Técnica-Cientifica» o Vice-Reitor do ITA
e o Chefe da biblioteca são considerados nenbrcs ex ofício,
7. Comissão compete
le das verbas

«

planificação da aquisição, a obtenção e contro-

e a coordenação de todo o Sistema.

PLAinFICACÃO DA AQUISIÇÃO
A planificação da aquisição e feita considerando o acerve já existente
nas bibliotecas dos vários Institutos, pois a duplicação de publicações

onera

sensivelmente a Administração.
Compute S Comissão:
a) Receber, estudar, discutir e aprovar as propostas de aquisiçao de livros
e de assinaturas de revistas apresentadas pelos Institutos.
b) Estudar as duplicações necessárias, atendendo as exigências do ensino

e

da pesquisa.
c) Promover uma aquisição centralizada na IDL.
d) Estudar cen o auxílio dos õrgãos competentes do C.T.A. un sistema de pre£
tação de contas que facilite o trabalho dc setor, considerando

que

as

verbas para a aquisição centralizada procederão de várias fontes (verbas
orçamentárias, verbas de projetos especiais, etc).

OhTENÇÃO E COHTROLE DAS VEREAG
No Sistema Centralizado de aquisição cabe à Comissão;
a) Ter conhecimento dos projetos especiais principalnente no que tange

ã

aquisiçao de publicações.
b) Enpenhar-se na obtenção de outras verbas.- c) Suprimir as assinaturas de revistas que já venham sendo doadas a Institti
tos do C.T.A., como é o caso das doações do Conselho Lritanico, Embaixada Francesa, etc.
d) Consultar os especialistas de cada Instituto sobre a possibilidade

de

una triagem na atual coleção de x&gt;eri3dicos, visando a assinatura de

no-

vos periódicos.
e) Zelar pelo pagaroento anual das assinaturas para evitar interrupção no r£
cabimento des periódicos, considerando o elevado custo dos fasciculos

-

atrasados e das reimpressões.

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�COORDENAçr.O DO SIST£:L\
Cout^etc a ConisGao atravÓs das re-iresentantaò d.s Institutos;
a) Frcvidenciar ;:ara oua todas as publicações recebidas por conpra

ou

doaçao sejar* rcpistradas, classificadas e catalogadas na IDI faciH
tando 0 contrCle das infcruações.
b) Decidir sobre a localização de obras muito esp-^cializadas nesta

ou

nasuela biblioteca, levando en consideraçac os reais interesses

do

ensino e da pesquisa.
c) Estudar a forma de contrataçac dos bibliotecários tendo en vista

a

estrutura centralizada do sistena.
d) Zelar pelo aperfeiçoamento dos bibliotecários apoiando a sua particirjação en congressos e cursos especializados de alto nível.

LILLIOTECA CENTRi‘xI. DO ITA
A biblioteca Central do ITA Õ o õrqão central executivo Je todo o Sistema *Cabe~lbe a orientação e coordenação dos serviços biblioteconônicos visando a padronização dos trabalhos técnicos,
A biblioteca compoe-se de;
Chefia
Secretaria
Departamentos
Tecnico-Adninistrativo
Processos Técnicos
Informação e Referencia
Bibliotecas Satelitos

CllEEIA
Ao Chefe da biblioteca, ccmpete;
a) Supervisionar, orientar e coordenar con a colaboração do Chefe
Departamento de Bibliotecas Satélites, todas as atividades do

do
Sis-

tema.
b) Planejar, diripir e controlar com os Chefes de Departatientos da IDE,
os trabalhos administrativos e técnicos executados na biblioteca.
c) Apresentar anualmente ã Comissão, o quadro ds pessoal, a

previsão

de despesas e a aplicaçao dos recursos do Sistema.

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�d) Prcpor a C^aissao, a adiiissao, prcnoçao^ denissão a det-iais atas

dc.

adriinistraçao de ' ecsoal do Cistena qua escapar., a sua conT etencia.
e) Assessorar a Cocássãc nos assuntos do sua especialidade.
f) Irovidenciar, ou^/ida. a Cenissão, a ac;uisiçãc tanto no Lrasil ceno no
exterior dos docunencos considerados indispensáveis ao ensino

e

a

pesquisa.
c) Sugerir a aquisição dc equipar.ento necessário ao bon andanento

dos

trabalhos planej ados.
h) üanter contatos pen:anentes con outras bibliotecas e centres de do™
cureentaçao tanto nacionais cono estrangeiros, visando o intercánbio
de inforr.açocs.
i) Colaborar con o ensino' e a pesquisa incentivando e coordenando o ne
Ihor aproveitanente dos recursos bibliorráficos e documentários

do

1'ais e do Exterior.
j) Zelar pelo aperfeiçoanente das atividades do pessoal técnico envolvido nc Sistena.
k) Ministrar cursos na área de sua especialidade.
l) Realizar reuniões periõdicas_ccn o pessoal técnico adninxstrativo -para apreciar e discutir os proclenas relativas ãs atividades

do

Sistena.
n) Participar das reuniões da Conissao.'

SECRETdiRIA
Conpete a Secretaria da biblioteca!
a) Selecionar, analisar, instruir e oncaninhar S Chefia,

correspondên

cia e dccunentos, ou despachá-los quando rotineiros.
b) Aconpanhar, orientar e fiscalizar toda a novinentaçao

de Jocunentos

referentes a inpcrtação de publicações ou equipanentos, nantendo • se
a par da legislação virente.
c) Planejar, organizar e encarregar-se dos trabalhos de arquivo e ficr.^
rios de sua área de atividades.

_ -

d) Ilantor en dia listas de endereços de bibliotecas, institutos de pesquisa, centres de docunentação e universidades do lais e do Exterior
e) Elaborar processos, partes, nencrandos, etc.
f) Controlar a carga de Sistena
g) Enca^-regar re dc controle e revisão dos inprasscs

corão sejan;

car-

tas, avisos, .•egulanenr.''*!. etc.

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�di:farTi\:iei]to tlcitico adi:inistr;*tivo
0 Dvipartancntj Tccnicc-AduiniíJtrativa c constituído das L.çcoO.
Aquisição
Registro
Intercâoibio e Doaçoes
Reprografia
Encadernaçao
Pintura

SEÇÃO DE AQUISIÇÃO
A seleção das obras a sereri adquiridas a das revistas a soreii assinadas será feita pela Ccuissâo Central de biblioteca. Ã Chefia da -iolicteca Con
trai conpete irovidenciar a sua aquisiçao através da Seçao de Aquisição locali
zcda na IDE.
Conpete à.Seção:
a) Receber os pedidos aprovados pela Conissão Central du biblioteca e
verificar se a IDE possui as obras solicitadas. En caso positivo conunicar ã Chefia da biblioteca para conhecinento da Conissao,

e

estudo da conveniência ou iiao de una duplicação.
b) Providenciar as solicitações de profomas no exterior u pronover o
processo de conpra (renessas bancárias, comprovação de paganentos,
prestação da contas).
c) i-rcaover ao coupras no brasil e ccuprovar os paganontos.
d) Providenciar para que os representantes dos Institutos -ot^jan sen
pre a par do recebinento das publicações solicitadas veles nesnos.
e) Solicitar da Seção de Periódicos, una relaçao dos fasciculos eu atraso para reclanaçoes junto as editoras nacionais e estranjeiras.
f) Atualizar e divulgar entre os Institutos a coleção de catálogos

e

listas de editoras, livrarias e instituições especializadas en assuntos de interesse do pessoal técnico e docente.
g) Elaborar listas das publicações selecionadas pela Co-vissao e enviâ
Ias ãs livrarias para concorrência de preços.
h) Atualizar c catálogo de sugestões e enccnendas.
i) Agradecer as publicações recebidas por doaçoes.
j) Selecionar as obras doadas.
k) Encacinhar as sugestões da Conissão ao Departamento de Libliotecas
Satelitts para posterior distribuição das obras.
l) Enviar as publicações a Seçao de Registro.

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�n) Ilanter en dia o catalogo de editoras nacionais e estrangeiras, con os
respectivos endereços atualizados
n) Elaborar a estatística da Seção.

SEÇÃO DE REGISTRO
Cabe ã Seção da Registro.
a) Registrar e carinbar o naterial recebido do Serviço de Aquisição
b) Organizar e nanter atualizados os registros dos diversos tipos de materiais adquiridos pelos Institutos por ccnpra ou. doação; livros, folhetos, periódicos, uapas, filnes, nicrofilnes, diapopitivos e outros
c) Ereparar e encaminhar as publicações ã Seçao de Encadernação
d) Promover levantamentos periódicos do acervo do Sistema
e) Encaminhar o naterial registrado ao Departamento de Processos Técni COS (catalogaçao e classificação)
f) Elaborar estatística da Seção.

SEÇÃO DE INTERCÃIÍEIO
Cabe ã Seçao de Inte-^cambio:
a) Promover c intercâmbio das duplicatas de p'ublicações existentes nos
Institutos, con a finalidade de completar as coleçoes de periódicos
e melhor atender aos interesses do ensino e da pesquisa.
b) Promover o mesmo intercâmbio com entidades nacionais e estrangeiras
c) Organizar o Catalogo e difundir periodicamente a coleção de duplic£
tas a serem pemutadas, nãc só no País como no Exterior.
d) Atualizar a catalogo tías instituições cue

mantém’

intercâmbio

com a biblioteca.
e) Acu?ar e agradecer as publicações recebidas por pernuta.
f) Celfccionar as obras recebidas.
g) Encaminhar ã Seçao de Registro as publicações adquiridas.
h) Elaborar a estatística da Seção.

SEÇÃO DE REPROGRAFIA
Ã Seçao de Reprografia compete;
a) Reprodução macanografica dc naterial bibliográfico
b) cópias dos sumários de revistas para distribuição nãc só ao

pesso-

al técnico e dccer'*’^ dos Institutos, como também âs indústrias
outras instituições

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�c) Atender as solicitaçoas de copias de artigos cu de cutres trabalhos.
d) llanter eia dia o catalo.^o de interessados no recebiraento' das copias
doe suraários.
e) lücrofilua^eude docunentes (ainda eio projeto)
i
SEÇÃO DE EaCADZPdTAÇÃO
A encadernaçao do material bibliof^rafico e centralizado no l',rvíço
lublicaçoes co C.T.A. 0 controle geral da encadernaçao caberá a Seçao de

da
Re-

gistro da IDd.

SEÇÃO DE PiriUR/i
A pintura de "n9 de chanada" na l„nbada dos livros e feita

cada Ins

tituto , sob a orientação do responsável pela Seçao. na IDE.
0 controle da Seçao . é

feito por dados estatísticos.

DSP.^RTdddENTO DE I-ROCESSOS TSCNICOS
!
i
i

0 Departanento de l-rocesscs Técnicos coupreende.
a) Seçao da Livros, Folhetos, Relatórios, Filnes, liicrofilr.es,, etc.

*I
í

b) Seçao dc publicações periódicas e seriadas.

SEÇÃO DE LIVROS. FOLHETOS, REL.dT8RI0S, FIU-ÍES, líICROFILI-IES. ETC.
Ccnpete à Seçao:
a) Coordenar, controlar e revisar o registro das publicações e executar
i*
:
1

a catalogaçao e classificaçao dos livros, folhetos, m.icrofil:.ies,etc.
b) Zelar pela ordenaçao e conservação des catálogos.
c) Enviar ao Departanento de bibliotecas Satélites as publicações
preparadas cen as respectivas fichas, para encaninhanent

jã

a^s Ins-

titutos,
d) Colaborar con a Seção de Mecanização na codificação de dados para o
processanente não só de Catálogo Coletivo dc C.T.A.

(en procossacen

to), cono tanben de bibliografias especializadas c de outros

servi^

çGS que se fizeren necessários,
e) Oferecer sugestões para o aperfeiçoanento e atualização dos processos adotados.
f) Apresentar periodicanente ã Seção de Intercánbio, una relaça.

das

duplicatas da Seçao para o serviço de pemuta de publicações.
g) Elaborar a estatística da Seção.
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�SEÇÃO DE PULLICAÇÜES 1-ERIÜDICAS E GEPI/iDAS
Cüupete a Saçao:
a) Coordcnarj ccntrclar, -í executar o registro, a catalo^açHo e cias
sificaçao das publicações pe-ribdícaá^.e seriadas.
b) Zelar pela ordenaçao e conservação dos catãloeos da Seção.
c) Colaborar con a Seçao de Ilecanizaçao na codificação dos dados para o levantanento de bibliografias especializadas, fazendo indexa
çao de artigos de periódicos.
d) Apresentar periodicanente ã Seção de Intercâmbio uraa relação

das

duplicatas existentes na Seçao, con a finalidade de facilitar

o

serviço de penauta de publicações.
e) Oferecer sugestões para o aperfeiçoamento e atualização dos

pro-

cessos adotados.
f) Elaborar a estatística da Seção.

DEPARTAMENTO DE REFEREnCIA E INFORIIAÇÃO
0 Departamento de Referencia e Informação ó constituído de;
Seção de Circulação
Seçao de Dibliografia
Seção de Traduções e THESAURUS
Seçao de Publicações
Seçao de Mecanização

SEÇÃO DE BILLIOGRAFIA
Compete â Seçao de bibliografia;
a) Promover c levantanento de bibliografias especializadas, de interesse dos Institutos.
b) Zelar pela divulgação a atualização dessas bibliografias.
c) Promover a analise e resumo dos documentos' de interesse de ensino
e de pesquisa, providenciando a sua circulação pelos Institutos.
d) Colaborar con a Seçao de mecanização na codificação de dados para
o processamento dessas bibliografias.
a) Prestar auxilio ao leitor na consulta aos "abstracts” especializa^
dos.

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�ssçÃo Dz c::.üi^Ag?lo
Ü Seçao de Cirru.:.a;;.cc cc;.peí:e:
a) Cccrdcnar to:In o laoviuiato de circulação
ueriÕdirc:.

de publicações

(livros,

ní.crcfilmes, etc.)

.'^controlar o enpréstino-entre-bibliotecas, nao sõ

no

rd': ccno no Z rf arior.
c) i/r.rtcr en dia, C3 perfis de interesse dos usuários
d) Elaborar, diarlananto, a estatística de Seção.

Sr-^AG UE TRAEUÇÕBS
Ã Geçao de Traduções compete:
a) Tronove- a tredução a versão de artigos
tconico-cientlficoc de interesse

ou

de outros

trabalhos

dos Institutos.

b) Au::ilicr a redação em língua estrangeira dos resumos de

trabalhos

d ■ peirc-al tÕcnico e docente.
c) irromover a elaboração de un 'Thesaurus“ de termos aeroespaciais

e

campos afins.

SEÇlO l;Z rZELI
Compete ã Geçao de rr’*''' "ações:
a) Coordenar, revisar e providenciar d divulgação do Boletim Informativo.
b) Revisar e divulgar as bibliografias especializadas
c) Revisar e divulgar os trabalhos de autoria do pessoal

técnico

e

docente.
d) Orientar a aprascntaçao de trabalhos, tendo em vista as normas internacionais divulgadas pelo ICO, ABKT, COPANT,
e) Divulgar as normao enistentes para a apresentaçao dos trabalhos c_i
entificos.

GEÇÃO DE IJZCAITIDAÇÃO
Compete H Seçao da llanar-'~=çao;

- -

a) Froaovar a analise de sistemas e a elaboraçao de programas para os
trabalhos de automatizaçao.
V) Processar no computador o Catálogo Coletivo de Publicações do

CTA

(já em andamento).

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�c) PrciCussar nc couí^utador as biblici-rafias especializadas levantadas
pela Seção de l^iblioí-;rafia (Jã eu andamento)
d) irocessar no couputaJor o desdobtauento das ficdas, para os catalw
$wS Cós Institutos (já ei.: anda:;ento)
e) Ilccanizar a Siça^ de Circulação para _ue as infon.»açoes sejav, r.ais
rapidas e set;uras (em projeto)

DdPdRTAlZdTÜ Dd LI^^IOTEC..S SAToLITES
Sara instalado na IDL o Departaueutõ de Libliottcas Satélites,

para

orientaçãoj controle e coorcenaçaò des serviços das bibliotecas especializadas
i-iantidas pelos Institutos.
Compete ao Departamento:
a) Orientar &lt;j pessoal encarre?;ado das bibliotecas satelites
b) Receber

as obras jã registradas, catalogadas e classificadas

na

IDa e distribui-las as bibliotecas satelites, con as respectivas fichas desdobradas (autor,titulo, serie, índice de assuntos,

as-

sunto, etc)
c) iíanter en dia c CatSlop'0 Coletivo de fublicações Ja teio o

C.T.í*.

nao só para uua visão f:eral do acervo do Sictena, coiio taubém para
consulta, aa op^^rtunidade da seleção das obras para a._uisiçao.
d) Colaborar cora a 3ação de jlecanização, codificando dades

para

o

processamento elstrcnic^ do Catálogo Coletivo de 1’ublicaçoes

do

C.T.A.

RECOI-IEIIDAÇÕES
1. Que seja estudada eu todas as universidades a possibilieade d-a inplantaçao
de uu Sistema centralizado de aouisiçao e de tratamento de material biblicí^rãfico, tendo em vista o elevado custo das publicações^«

a escassez de pes

soai especializado de alto nível, e a implantação do SMICT,
2. Que as Escolas de Libliotecononia estudem un curriculo nais compatível
G desenvolvimento da ciSneia e da tecnologia, fornn.ndo profissionais

con
pue

possam executar satisfatoriamente funçães de envergadura na implantaçao

e

desenvolvimento de sisteraas de informação,
3. Que sejam oferecidas maiores oportunidades de aperfeiçoaroento ao pessoal jã
existente, com o desenvolviraent.- de cursos de pSs-:^';raduaçao etn Ciência

da

Informação, com a finalidade de desenvolver capacidade técnica (knovhov;)
de planejamento e nontacem de bancos de dados para os Sistemas Setoriais oue
irao compor o Sistema iíacional da Informação Cientifica e Tecnolépica a ser
implantado no brasil.

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text> Tratamento da informação </text>
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                <text>Estrutura do sistema centralizado de aquisição e de tratamento do material bibliográfico do C.T.A., tendo em vista as vantagens da aquisição planificada, o melhor intercâmbio de informações e a próxima implantação do Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica, no País. O controle e localização das fontes de informação constituem pontos primordiais na implantação de qualquer sistema de informação. O estabelecimento, pois, desta centralização, teve por finalidade alicerçar ainda mais as bases do Sistema de Informação Aeroespacial do C.T.A., a ser integrado na rede de informações do SNICT.</text>
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                    <text>1

79 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belém,

29 de julho a 4 deagosto de 1973

C.D.D.

029.018.3

C.D.U.

002‘.681.3

Documentação Científica e Tecnológica - Informática

AUTOMATIZAÇÃO DO SISTEMA DE DOCUMENTAÇÃO

por:
THERESINHA BACCHIEGA SENATORE
Bibliotecária - 89 Unidade Regional de Operação
C.R.B - 8/640
RACHEL TAUARES 30FFILY BEZERRA
Chefe da Biblioteca - CENTRO NACIONAL DE TREINAMENTO
C.R.B. - 7/387
REGINA DE BARROS CIANCONI
Bibliotecária - CENTRO NACIONAL DE TREINAMENTO
C.R.B. -processo 1.245/73
FRANÇOISE SYLUIA PERRET DE AGUILAR
Analista de Sistemas - 8â Unidade Regional de Operações

^G, CL

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�APRE5ENTAÇÍ:d

Este trabalho descreve algumas das diversas maneiras em que o
computador pode ser usado num sistema de documentação,
A relação entre a biblioteca e o computador ainda não está estabelecida, 0 processamento de dados desenvolveu-se rapidamente desde suas origens há vinte anos e agora a biblioteca,

ela mesma,

está

se modificando sob a influência da máquina,
0 papel do bibliotecário industrialé satisfazer as necessidades e interesses de sua empresa,

Um especialista no campo da infor-

mação pode suprir informações para empregados

da

empresa mais efi-

cientemente que eles poderiam obter por eles mesmos,

com precisão e

economia de tempo,
0 presente sistema de automatização da documentação do SERPRQ
foi inicialmente elaborado para
pela

bibliotecária ' Teresinha

a

Bacchiega

Françoise Sylvia Perret de Aguilar,
ministração Central

8§ Unidade Regional de Operações
Senatore e

pela

analista

Posteriormente foi trazido ãAd-

pela bibliotecária Rachel Ooffily Bezerra

que

juntamente com a bibliotecária Regina de Barros Cianconiea analista acima mencionada revisaram eampliaram o sistema, Esta complementação visa à integração de pequenas bibliotecas, fisicame nte separadas,

em uma grande unidade de documentação

e

informação

principalmente para os objetivos do 5ERPR0,_mãs extensível

voltadas
a- qual-

outro tipo de biblioteca.
Sua implantação

está

sendo efetuada

naqueles

dois órgãos

e

brevemente será adotado pelas demais seções de documentação, 0 projeto vem da necessidade de recuperação da informação.
objetivo é a formação de um Catálogo Coletivo,
cumentação da empresa,

Seu principal

incluindo toda a do-

tornando possível sua rápida localizaçao.

0 sistema inclui aspectos de organização
tálogo Coletivo, Registro do Usuários

e

e

divulgação do Ca-

Controle de Circulação,

de

�modo a permitir um intercâmbio dinâmico e positivo de informações

sumArio

1.

INTRODUÇÃO

2.

OBJETIl/05

3. CUSTOS
4.

SISTEMA DE AUTOMATIZAÇÃO
4.1 .Organização do Arquivo Mestre

4.2

4.3

4.1.1

Entrada

4.1.2

Manutenção do Arquivo

Organização do Arquivo de Assuntos e Usuários
4.2.1

Entrada

4.2.2

Manutenção dos Cadastros

Divulgação do Catálogo Coletivo
4.3.1

Referencia Bibliográfica por Assunto

4.3.2

índice Kuiic

4.3.3

índice Alfabético de Autores

4.3.4

índice Numérico de Tombo

4.4

Sistema Registro de Usuários

4.5

Controle de Circulação
4.5.1

Estatística e Planejamento

5. CONCLUSÃO
6.

BIBLIOGRAFIA

Apêndice

1-2-3-4-5-6-7-8-9

AUTOMATIZAÇÃO DO SISTEMA DE DOCUMENTAÇÃO

1.

INTRODUÇÃO
0 aumento da produção bibliográfica e a incessante evolução dos

meios de divulgação refletem-se dire^tamente na documentação das em-

2

3

4

5

6

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gentilmente por:

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18

1

�3
presas modernas,

cujos serviços dependem do controle das informações

e de sua rapida disseminação.
Os computadores surgem como solução mais viável para
blemas resultantes do acúmulo de documentos,
refas de análise,
No Brasil,
SERPRO,

os

pro-

assim como para as ta-

armazenagem e recuperação da informação.
o

Serviço

Federal

de

Processamento

órgão vinculado ao Ministério da Fazenda,

execução de serviços de processamento e tratamento

é

de

Dados —

encarregado da
de

informações

para o Ministério da Fazenda nos órgãos do Governo Federal.
Considerado o maior Parque eletrônico de processamento de dados da América Latina,
presas governamentais

o SERPRO presta assessoramento técnico a eme

opina sobre projetos de lei que possam ter

repercussão no desempenho de suas próprias atribuições.
1964,

possui atualmente mais

de

Fundado em

7.000 funcionários operando

em

11

Unidades Regionais e dois Núcleos de Operação cobrindo todo o território nacional sem que, até recentemente,

houvesse um vínculo unin-

do os seus centros de documentação.
Por ser uma Empresa dinâmica,
te aprimoramento,

cujos serviços

exigem

constan-

torna-se indispensável que ela acompanhe com maior

atenção todas as realizações no campo de sua especialidade. Para satisfazer tal imperativo, cuida do tratamento

e

recuperação de suas

informações através da implantação de um sistema integrado de automatização que leve o especialista a se beneticiar com as mais recentes técnicas,

adquirindo conhecimentos para aperfeiçoamento profis-

sional.

2.

DB3ETIU05
Numa Empresa com várias Unidades de Operação, cada uma possuindo

Seções

de

Documsmtaçao onde se mantém

respectiva Unidade,

o

material i indiaprensável

à

tornou-se imprescindível reunir toda a documen-

tação num Catálogo Coletivo,

com

a

finalidade de impedir inúmeras,

�4
inúteis e custosas repetições e desperdício de valiosas fontes

de

informação.
— í nossa meta oferecer

a

informação precisa

num

espaço de

tempo compatível com o ritmo de produção na área científica e tecnológica e com 0 desenvolvimento da própria Empresa,
Projetou-se um sistema de automatização que reuna
a documentação do SERPRG num Catálogo Coletivo,

e

recuperando

divulgue
as

in-

formações por meio de;
•

Listagem das publicações por assunto

•

índice alfabético de autores

o

índice Kujíc das palavras-chave dos títulos

•

índice alfabético de assuntos

•

índice numérico de assuntos

A automatização abrange também um SISTEMA DE REGISTRO DE USUARIOS
E CONTROLE DE CIRCULAÇÃO,

permitindo ainda

a

elaboração de relató-

rios estatísticos sobre o movimento de empréstimos.

3.

CUSTOS
0 acervo do SERPRO contém aproximadamente 82,000 volumes,0 cál-

culo de custo foi baseado nos seguintes itens:
0

Tempo de análise e programação

o

Tempo de perfuração

9

Cartões e

«

Tempo de computador

‘

A estimativa está demonstrada na tabela abaixo:
Cartões

*

2,380,00

Análise e programação

82,705,00

Perfuração

47,600,00

Tempo de computador

27,965,00
160.650,00

cm

2

3

4

5

6

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gentilmente por:

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�5
A análise e programação foram necessárias durante os primeiros
meses do projeto.

Apenas cartões,

perfuração

e

tempo de computador

são essenciais para a manutenção do arquiuo. 0 custo destes itens está avaliado para dezoito mreses; ou o tempo previsto para a implantação do sistema em todas as seções de documentação da Empresa.
0 computador utilizado foi IBM/360,

4.

Modelo 3G.

SISTEMA DE AUTOMATIZAÇÃO
0 sistema de automatização da documentação do SERPRO

é

consti-

tuído de:
•

Organização do arquivo mestre

(do acervo)

•

Organização do arquivo de assuntos e usuários

•

Divulgação do catálogo coletivo

•

Controle de circulação

•

Estatística e planejamento

4.1 - Organização do Arquivo Mestre
0 acervo para efeito de catalogação
u.

e

de acordo com as

publicações existentes foi dividido basicamente em Livros,
cos, Manuais

IBM,

etc.

A cada um destes tipos
de dois dígitos,

Periódi-

de

publicação foi atribuído um código

a saber:

01 - Livros
02 - Listagens (SERPRO)
03 - Manuais IBM
04 - Sistemas (SERPRO)
05 - Programas

(SERPRO)

06 - Conferências
07 - Resenhas Jurídicas
08 - Projetos
09 - Periódicos
10 - Artigos de periódicos
99 - Outros
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19

�- 6
Esta codificação permite uma futura ampliação do sistema quanto aos tipos de documentação a serem processados por ele. Dentro de
cada tipo,

os volumes são tombados seqüencialmente em cada Seção de

Documentação.

Para cada uma delas atribui-se um código para efeito

de identificação no Catálogo Coletivo,
0 código de Tipo,
cumentação e

0

o

Código de Identificação da Seção

nS de Tombo constituem assim

um

de

Do-

número de controle

que identifica qualquer exemplar do acervo.
Por exemplo;
■01
"r ■

8
“n

o número de controle 01801456 corresponde a:
01456
' I
.
MÚmero de Tombo do Livro

■

código da Seção da 83 Unidade Regional de
—— Operação do SERPRO
Livro

(tipo Ol),

(Uer apêndice l),

Um dos problemas encontrados .foi a escolha da classificação a
ser adotada,

isto porque

a

é Processamento de Dados,
dos usuários,
Economia,

tratando

Psicologia,

especialidade do Centro de Documentação

possuindo entretanto volumes de interesse

de
etc.,

assuntos diversos,

como

Administração,

e ainda uma extensa bibliografia do ma-

terial dos fornecedores de equipamento, que já tem classificação própria.
Depois de pesquisadas diversas classificações, optou-se
"AUTOMATION CLASSIFICATION CODE”,

pela

por ser a mais detalhada no campo

de Processamento de Dados e por ser sua estrutura já adaptada à lógica do computador. Para os demais assuntos, utilizou-se a CDU-CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL -—sendo necessárias algumas adaptações,
sem entretanto modificar sua estrutura básica.
De acordo com cada classificação,

adota-se uma letra diferen-

cial como primeiro caráter da mesma.
EXEMPLO:
C — Para ACC

cm

2

3

4

5

6

("Automation Classification Code")
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gentilmente por:

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16

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18

19

�7
S — Para a classificação adotada paio SERPRO para programas,
sistemas e listagens,
4.1.1 - Entrada
As
transcritas

em

fichas

de

catalogaçao

formulários apropriados

perfuradas em cartões

para

já

existentes

foram

posteriormente

serem

(ver apêndices 1 e 2), De agora em diante,

os

próprios formulários substituem as tradicionais fichas de catalogação e de tombo.
0 formulário para registro

de

dados foi criado visando faci-

litar a perfuração dos cartões.
Assim nas colunas 2 a
trole do volume em questão
número de Tombo)o

de cada cartão, temos o número de con(Código de Tipo,

Seção de Documentação e

0 dígito da coluna 1 indica o tipo de informação

que o cartão contém.

0 código de seqUência

(col.

78/79) permiteque,

quando houver necessidade de um maior número de informações,
te-se o número de cartões de determinado tipo.

aumen-

Ha possibilidade de

se usar dois cartões de título e dois cartões de classificaçao;

te-

mos :
CARTAO 1
Colunas 10 / 31

Primeiro autor

Colunas 32 / 53

Segundo autor

Colunas 54 / 75

Terceiro autor

Coluna

Quando houver mais de três autores,

33

-se apenas

o

registra-

primeiro e na coluna 33,

"E OU-

TROS".
CARTAO 2
Colunas 10 / 77 — Título completo
Se o título não couber num só cartão,

podere-

mos utilizar mais um cartão, colocando no primeiro cartão

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

nas

colunas 78

14

e

79:

15

"-1"

16

17

e no

18

19

�8
segundo,

nas mesmas colunas "+2"

(ver apêndi-

ce 2),
Indicaremos início de título por um
de título por um

o fim

e as palav/ras-chaue

por

um
carta:o

3

Colunas 10 / 52
53 / 77

Imprenta
Tradutor ou compilador

CARTffO 4
Colunas 10 / 75

Colação e série

Coluna

código da forma de aquisição

77 /

CARTffO 5
Colunas 10 / 22
Coluna

Classificação principal

23

Colunas 24 / 33

Numero de autor

Colunas 34 / 47

Segunda classificação

Colunas 48 / 61

Terceira classificação

Colunas 62 / 75

Quarta classificação

Colunas 76 / 77

Numero de exemplos
Neste campo será colocado o número de exemplares da mesma obra que tenham números de tombo
consecutivos

(ver

apêndice 3).

Isto permite

que se preencha uma_só planilha para diversos
exemplares

de

uma mesma obra,

que não haja interrupção

dos

há condição de
números de tom-

bo.
Se houver mais de 4 classificações
de conferências (verapêndice 4),
dois cartões 5,

e

no caso

utilizaremos

indicando no.is cartão

o

có-

digo de seqüência "-1"e no 22 o código de seqliência ”+2".

cm

1

Digitalizado
gentil mente por:

14

15

16

17

18

19

�9
Nos

demais

cartões,

o

código

de

seqUência será sempre "+1"

(colunas 78 e 79).
Na coluna 80 temos,

para todos os cartões de procedimento,

de

forma que:
(branco) — Significa inclusão do registro
A

— Alteraçao dos dados do cartão

C

— Cancelamento do registro

E

— Extravio

D

— Descarte

E feita

a

crítica dos cartões,

gerando-se

a

partir deles um

arquivo mestre em fita magnética,
4,1.2 - Manutenção do Arquivo
A partir do cadastro mestre e dos seus cartões de
manutenção,

gera-se uma fita mestre mais atualizada,

gue da outra pela inclusão de registros novos,
tros indevidos, alteração de qualquer dado

que se distin-

exclusão

dos

regis-

(seja para atualizaçao,

seja para corrigir algum erro detectado durante a crítica anterior)
ou ainda,

indicação no registro se o volume correspondente foi des-

cartado ou extraviado.
Desta forma, um volume que não pertença mais ao acervo não será impresso no catálogo,
não serão perdidas,

no entanto as informações a

podendo,

quando necessário,

seu

ser feita

respeito
uma

com-

pilação de todos os volumes extraviados ou descartados.
Tanto na geração como na atualização do cadastro,
são previamente criticados,
cias,

os

cartões

imprimindo-se uma listagem das ocorrên-

compreendendo os cartões errados com a indicação dos erros,

alterações,

as

os cancelamentos e extravios que foram efetuados,

4,2 - Organização do Arquivo de Assuntos e Usuários
0 tamanho reduzido
rios permite que se reúna

os

dos

arquivos de assuntos e de usuá-

dois num sé,

em fita magnética,

dimi-

�10
nuindo assim inclusive o tempo de processamento,
A organizaçao do arquivo de assuntos obedece
do arquivo mestre,

isto é,

a

mesma divisão

os assuntos são classificados dentro

de

cada tipo.
4.2,1 - Entrada
Ha um formulário apropriado para
assuntos e sua posterior perfuração.

o

registro dos

(Uer apêndice 5).

As colunas 2/3 são reservadas para o tipo, as colunas 4 / 13
para o número de assunto e as colunas 14 / 77 para o assunto em si.
Na coluna 1 coloca-se "6"
cia igual a " + !*',

e nas colunas 78 /. 79 o código de seqUên-

0 código de procedimento,

que fica na coluna 8Q,

pode ser;
)á (branco) — Inclusão
A

— Alteração

C

— Cancelamento

Para o arquivo de Usuários foi desenhado

um

formulário a ser

preenchido no momento da inscrição do leitor,
Para cada leitor é dado um número de matrícula de seis dígitos
que obedece a seguinte codificação,
X

XXXX

(\/er apêndice 6 e 7).

X
Dígito verificador do número seqUencial,
^^— Número seqUencj^al- de inscrição
código da seção a qual pertence o usuário

Os dados cadastrados são;
19 cartão

—

(com "1" na coluna 8)
- sobrenome do usuário ;

29 cartão

—

(com "2" na coluna 8)
- endereço do usuário

39 cartão

—

(com "3'‘ na coluna 8)
- dados

complementares;

identidade,

divisão.

�10
nuindo assim inclusive o tempo de processamento,
A organizaçao do arquivo de assuntos obedece
do arquivo mestre,

isto é,

a

mesma divisão

os assuntos são classificados dentro

de

cada tipo,
4.2,1 - Entrada
Há um formulário apropriado para
assuntos e sua posterior perfuração.

o

registro dos

(Uer apêndice 5).

As colunas 2/3 sao reservadas para o tipo, as colunas 4 / 13
para o número de assunto e as colunas 14 / 77 para o assunto em si.
I\la coluna 1 coloca-se "6"
cia igual a "+1",

e nas colunas 78 /. 79 o código de seqüên-

0 código de procedimento,

que fica na coluna 80,

pode ser:
)í (branco) — Inclusão
A

— Alteração

C

— Cancelamento

Para o arquivo de usuários foi desenhado

um

formulário a ser

preenchido no momento da inscrição do leitor.
Para cada leitor ó dado um número de matrícula de seis dígitos
que obedece a seguinte codificação,
X

XXXX

(Wer apêndice 6 e 7),

X
'

Dígito verificador do número seqUencial,

^^— IMúmero seqUencial- de inscrição
código da seção a qual pertence o usuário
Os dados cadastrados são:
12 cartão

—

(com "1" na coluna 8)
- sobrenome do usuário i

22 cartão

—

(com "2" na coluna 8)
- endereço do usuário

32 cartão

—

(com "3" na coluna 8)
- dados

complementares:

identidade,

divisão,

�11
seção,

ramal e data de inscrição

do

usuário

na Seçao de Documentação.
4.2.2 - Manutenção dos Cadastros
Da mesma forma que para o cadastro dq acervo,

po-

de-se atualizar o cadastro quando necessário,, através de cartões de
acerto,

A atualizaçao consiste na inclusão de novos registros,

teraçao de dados dos registros já cadastrados
sem validade.

Tanto

na

e

al-

retirada de outros

geraçao como na atualização

os

cartões são

criticados e obtemos uma listagem das ocorrências.*
4,3 - Divulgação do Catálogo Coletivo
A partir

do

arquivo mestre e do arquivo

elaborado e impresso o catálogo coletivo do acervo.
para cada tipo de publicação,

de

assuntos é

Este catálogo,

é composto das listagens abaixo rela-

cionadas:
4.3.1 - Referência Bibliográfica por Ordem de Assunto
Contém as seguintes informações:

(ver apêndice

8)
•

Numero de chamada e classificações secundárias

0

Autor(es)

•

Título

o

Imprenta

•

Colação e série

•

Forma de aquisição da obra

o

Número e ano de tombo dos exemplares, como código da
seçao de documentação a qual pertence,

4.3.2 - índice Ku/ic das Palavras-chave do Título
(Uer apêndice 8)
'
crescente-,

Listagem das palavras-chave em ordem alfabética
destacadas dentro do respectivo título e remetendo ao nú-

mero de chamada da obra.

�12
Devido

a

inexistência de um

"thesaurus"

de processamento de

dados em língua portuguesa, foi adotado o índice KWIC,

tendo em vis-

ta que os títulos das obras técnicas são geralmente significativos,
Este índice é o primeiro passo para

a

elaboração do "thesaurus"

de

termos técnicos da empresa.
4.3,3 - índice Alfabético de Autores
(Uer apêndice 8)
Relaçao alfabética,
e tradutor de cada obra,

pelo sobrenome,

dos

autores

remetendo ao número de chamada.

4.3.4 - índice Numérico de Tombo
(Uer apêndice 8)
Para facilitar

o

controle do acervo é feita uma

relação de todos os volumes existentes para cada Seção de Documentação,

por ordem crescente de número de registro,

remetendo ao número

de chamada,
4.3.5 - índice Alfabético de Assuntos
(l/er apêndice 8)
É

uma

relação

por

ordem alfabética do assunto,

remetendo ao número correspondente ao mesmo,

facilitando

a

procura

de determinado volume na REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA,
4.3.6 - índ ice Numérico de Assuntos
(Uer apêndice 8)
Ê
assuntos,

uma

relação por ordem numérica

de

códigos de

remetendo ao termo correspondente.

4,4 - Sistema de Registro de Usuários
Com os dados do arquivo de usuários o computador imprime dois índices:
Um Alfabético e outro Numérico. (Uer apêndice 9),0 primeiro é uma listagem por ordem alfabética crescente de sobrenome de

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

1

�13
usuários,

remetendo

ao

número de leitor;

o

segundo é uma listagem

contendo;
Numero de leitor (o primeiro caráter informa

a

Regional a qual pertence o usuário e o último é o dígito

Unidade

verifica-

dor).
Nome,

endereço,

identidade,

divisão,

seção,

ramal e da-

ta de inscrição do usuário.
Este arquivo também é utilizado no aviso automático de vencimentos e na cobrança de obras emprestadas,

para efeito de endereça-

mento,
4,5 - Controle de Circulação
Este sistema dá a possibilidade de termos um controle de
todo o movimento da seção de documentação,

isto é,

dos empréstimos,

devoluções e reserv's dos volumes do acervo.
Para isto cada volume traz na contra-capa dois cartões:
empréstimo

e

um de devolução.

Estes cartões

já têm perfurados nas

colunas 2 a 9 o número de controle do volume em questão,
tinguem pelo código na coluna 1,
devolução,

um de

e

se

que para o empréstimo é "8"

dis-

e para

"9".

Quando o volume for retirado,
de empréstimo manualmente,
sitou o documento.

o encarregado preenche o cartao

indicando o número do leitor

que

requi-

0 cartão de devoluçãa permanece na contra-capa,

a fim de ser preenchido da mesma forma que o outro quando da entrega do volume»
Cada cartão pode ser preenchido várias vezes seguidas, com diferentes números de leitores,
dicamente,

até um máximo pré-determinado.

os cartões preenchidos serão recolhidos para

Perio-

serem

per-

furados e enviados para processamento.
Da mesma forma preenche-se um cartão de reserva (decódigo 0),
seqUencialmente,

2

3

4

5

cada vez que um usuário peça reserva

6

Digitalizado
gentilmente por:

de

1 volume

�14
que esteja em circulação,

0 processamento dos cartões B,

9 B 0 per-

mite que tenhamos periodicamente uma listagem das obras em circulação,

informando:
*

As obras reservadas,

e para quem,

por ordem de prioridade.

*

Uolumes devolvidos.

*

Obras em circulação, a quem foram emprestadas e data de devolução,

*

Relação de obras cujo prazo de vencimento foi esgotado*

*

Emissão de avisos de vencimento ou atraso, informando a data de devolução e,

quando for o caso,

0 computador imprime uma relaçao

das

o montante da multa,

obras que estão fora de

documentação por ordem numéricade leitor.Esse relatório reúne obras
que estão com o mesmo leitor,

facilitando a conferência

o bibliotecário como para o usuário,

tanto

para

no ato da deyolução*

4.5*1 - Estatística e Planejamento
Com a finalidade de permitir uma estatística das
obras mais requisitadas,

o

programa que processa os cartões de em-

préstimo acumula o número de vezes que cada volume é retirado.

Pe-

riodicamente é elaborada uma estatística para fornecer uma visão das
obras mais consultadas,
sunto

nos

distribuindo-se por tipo de material

dados estatísticos.

Baseando-se nesses dados é

e

as-

que

são

orientadas as futuras aquisições,

5.

CONCLUSÃO
Uma combinação de pequenas seções de documentação ligadas entre

si para formar uma grande unidade, como é nosso caso, apresenta inúmeros obstáculos,

principalmente no que se refere à padronização de

dados.
A centralização não poderia ser efetuada numa só

etapa,

devido

às dificuldades causadas pelas grandes distânciase escassez de técnicos especializados em documentação.

�15
Inicialmente foi elaborado um catálogo da documentação da Administração Central,
Operação,

sede no Rio de Janeiro,

em São Paulo,

Dando seqUincia,
des,

com

por

constituírem os

e

da 8ã Unidade de

dois

maiores Centros.

serão processadas as informações das demais Unida-

originando o Catálogo Coletivo.
Encontra-se portanto

em

das Seções de Documentação,

execução

a automatização

apresentando resultados

dos

serviços

satisfatórios.

Fornecemos ao técnico a certeza de não mais lidar com métodos emperrados e obsoletos, através
nâmico:

da

adoção de um sistema integrado e di-

integrado pelo aproveitamento de uma mesma informação

para

diferentes fins e também pela possibilidade de controle e renovação
constantes.

6.

BIBLIOGRAFIA
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Joseph and HAYES,
Tools,

COWBURN,

Elements,

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2

3

4

Retrieval

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Program 6:

"Automatización

de

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la

mento

e

de

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gentilmente por:

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15

16

17

do

18

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Documents",

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ma,

2

3

4

5

Proceedings of the FID/IFIP 3oint Conference.

3une lA - 17,

6

Ro-

1967.

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

1

�JiESUlviO:

A nacessidade da malhor recuperação da informação

le-

vou à -Lraplaniação de um riotema de automatização nas Bibliotecas
do SERPEO,

0 objr.tivo e um cata'icgo coletivo incluindo toda do-

cumentação tccnica da Empresa.
A automatização abrange aspectos de organização e di vulgação do catálogo do acervo,

registro de usuários e

contro-

le de circulação.
Para efeito de catalogação o acervo foi dividido de acordo com os tipos de publicação:
01 - livros
02 - listagens
03

(SERPEO)

manuais de fabricantes

04 - sistemas

(IBM)

(SEEPRO)

05 " pi-cgramas

(SERPEO)

06 •' cenfermicias
07 - p o i-i ó d i COS
08 - resenhas jurídicas
09 "• projetos
10 - ai-tigos de periódicos
99 - outros

Pcrmulári'- '-

~p--ados para posterior perfuração

cartões substituem as fichas do catalogação.

em

É feita a crítica

dos cartões gorando-se um arq^uivo mestre em fita magnética.

A

partir desse arq^uivo é impresso o catálogo das Bibliotecas.

Pa-

ra cada tipo de documento esse

catálogo é composto de;

Bibliografia - referência bibliográfica das obras
acervo por ordem de assunto

(:oJ- de chamaâ.a),

ÜLndico das pala^m^as-chaves do"trtulo
ao n^ de chamaõ.a.

do

(Kwic) - remete

.

Índice alfabético de autores - remete ao

de chamada

Índice numérico de tcmho ~ em ordem crescente de número de registro.
Índice a.lfabético de assuntos — remete ao codigo

de

classificação correspondente.
Índice nurérico do assunto. — em ordem de numero de cl^
sificação rem3’’'e aos respectivos assuntos.

�- 2
As informações sobre usuários são cadastradas e perfuradas em cartões para posterior gravação em fita magnética.

São

impressos dois índices:
- alfabético pelo sobrenome dp usuário remetendo ao nú
mero de

inscrição do leitor.

- listagem contendo dados identificadores de cada usuá
rio.

Esse arquivo é

utilizado na cobrança automáti

ca de vencimentos de obras emprestadas para

efeito

de endereçamento de vencimentos de obras emprestadas
para efeito de endereçamento.

O controle de circula

ção permite controlar o movimento da biblioteca,
seja,

dos empréstimos,

ou

devoluções e reservas das pu-

blicações do acervo.
A automatização permite aproveitamento de uma mesma

in

formação para diversas finalidades além do controle e renovação
constantes.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <name>Language</name>
              <description>A language of the resource</description>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <elementText elementTextId="13347">
                <text>Automatização do sistema de documentação</text>
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            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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                <text> Bezerra, Rachel Tavares Joffily </text>
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                <text> Cianconi, Regina de Barros </text>
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              <elementText elementTextId="13351">
                <text> Aguilar, Françoise Sylvia Perret de</text>
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          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <text>Belém/PA</text>
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          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <elementText elementTextId="13353">
                <text>Febab</text>
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          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
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                <text>Biblioteca (Automação) </text>
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                <text> Documentação</text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>A necessidade de melhor recuperação da informação levou à implantação de um sistema de automatização nas Bibliotecas do SERFRO. O objetivo é um catálogo coletivo incluindo toda documentação técnica da Empresa. A automatização abrange aspectos de organização e divulgação do catálogo do acervo, registro de usuários e controle de circulação. Para efeito de catalogação o acervo foi dividido de acordo com os tipos de publicação: 01 — Livros 02 — Listagens (SERPRO) 03 — Manuais de fabricantes (IBM) 04 — Sistemas (SERPRO) 05 — Programas (SERPRO) 06 — Conferências 07 — Periódicos 08 — Resenhas jurídicas 09 — Projetos 10 — Artigos de periódicos 99 — Outros Formulários apropriados para posterior perfuração em cartões substituem as fichas de catalogação. É feita a crítica dos cartões gerando-se um arquivo mestre em fita magnética. A partir desse arquivo é impresso o catálogo das Bibliotecas. Para cada tipo de documento esse catálogo é composto de: Bibliografia — referência bibliográfica das obras do acervo por ordem de assunto (nº de chamada). Índice das palavras-chaves do título (Kwic) — remete ao nº de chamada. Índice alfabético de autores — remete ao nº de chamada. Índice numérico de tombo — em ordem crescente de número de registro. Índice alfabético de assuntos — remete ao código de classificação correspondente. Índice numérico de assunto — em ordem de número de classificação remete aos respectivos assuntos. As informações sobre usuários são cadastradas e perfuradas em cartões para posterior gravação em fita magnética. São impressos dois índices: — Alfabético pelo sobrenome do usuário remetendo ao número de inscrição do leitor. — Listagem contendo dados identificadores de cada usuário. Esse arquivo é utilizado na cobrança automática de vencimentos de obras emprestadas. O controle de circulação permite controlar o movimento da biblioteca, ou seja, dos empréstimos, devoluções e reservas das publicações do acervo. A automatização permite aproveitamento de uma mesma informação para diversas finalidades além do controle e renovação constantes.</text>
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            <description>A language of the resource</description>
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  </item>
  <item itemId="997" public="1" featured="0">
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        <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/16/997/Febab_Informacao_Cientifica_Tecnologica_Tema_III_Vol_III_Com03.pdf</src>
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                    <text>70

COriGPESSO PTASILEIPC PE DIELIOTFCOrO'-IA E DOCUf’E‘!TAÇAO
Pelin, 29 de julho a 4 de agosto de 1973

CDD 029.969
CDU 002.6:69

Docunentação Cientifica e Tecnológica - Planejamento

Un centro de informações para as indústrias da Construção Civil
0 Setor de Documentação do núcleo Orientado nare. a
Industrialização da Edificação (nOPIE)

por
HcloTsa Benetti Sebreiner,
,
e
'•aria da Graça Licnert Lubisco,

CRB/10-124
COD/10-299

DOC, el. TEw..üL«

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1

�Um centro de informações nara as industrias da Construção Civil
O Setor de Ibeumentação do Nueleo &lt;^iontado nara a
Industrialização da Edificação (mqpie)
nor
Heloisa Benetti Schreiner, ^.L., CPy10-124
^^ria da Graça Lienort Lubisco, C FlV 10-299.

O Setor de Documentação do "O^IE serã
um centro de documentação na área
industrialização da edificação,
objetivo serã identificar,
orpajiizar e divulgar toda a

da

cujo

adouirir,
informa-

ção sobro o assunto.

1. Objetivo £ natureza.
O objetivo do Setor de Documentação do
adouirir, organizar e divulgar toda informação sobre a

| identificar,
industrialização

da edificação, i.e., a anlicaçã.o das técnicas de racionalização da nrodução a Construção Civil. 0 SD/DODIF irã, nortanto, anular a necessidade de
instalação de serviços de informação dentro das empresas.
Para alcançar este objetivo, o SD/’‘'0’’'IE irã
(1) identificar, adquirir e organizar todo documento - livros,

folhetos,

periédicos, relatórios de nesauisa, teses, comunicações nessoais,etc.
em aualouer forma - micro-formas, filmes, etc. - aue contenha
sobre as técnicas

informação

modernas, não convencionais de construção de edifícios;

(2) transferir a tecnologia mais avançada, contida nos documentos aue fazem narte de seu acervo, nara* os fabricantes de nrodutos e eouinamentos e firmas construtoras e nrofissionais ligados a* Construção Civil,

a-

través da prestação de vãrios serviços, nue visam a disseminação da infor
mação .

(3) manter contatos com outros centros de docimientacão gerais ou esnecializados, a fim de amnliar sua canacidade de fornecer informações.

�(2)
0 S^NOriE, lipado funcionalincnte a T&lt;iMiotGc&lt;a da Escola dc Enpenharia
JE Pns e ao Curso de ^os-Craduacão en Enpenha.ria Civil, contara com um

da
cor-

oo de técnicos da ãroa da lõcumcntacão e da Construção Civil, obtendo-se,as^
sim, através desta integração de recursos humanos e materiais, uma

maior

eficiência na nrestacão de serviços.

0 centro foi r)lajiejado oara oue oudesse onerar a curto nrazo no

sistema

manual. Considerando-se oue a ãrea de atividade do N^OPIE e bastante restrita, acredita-se que não haja necessidade de automação nos nrõximos
anos, Esta decisão pode, entretant»^, ser reconsiderada a oualnucr

cinco
momento,

visto que a chave para orpajiizacão do sistema - classificação CI/SfB - oermite fácil nrocessamento no comnutador e oue todo sistema foi montadc

ten-

do-se em vista esta possibilidade.

2. Sistema de classificação adotado: CJ/SfB.
2.1.

Oripem.
Oricrinário da Suécia, onde em 1947 foi criado nor um comitê

estudos chamado "Samarbetskommittén f^r Bvg,qnadsfrapnr” (SfB), o
foi oficialmente aceito em 1966 nelo

F&gt;val Institute of British

de
sistema

Architects

(PIBA), oue no mesm^ anc o nublicnu, anos revisão e comnlementacão,

sob

o

título Cnnstruction Indexin? ^^anual ÇCI). Sua última edição é de 1969.
2.2.

Fhzces da escolha.
Como decorrência da análise da tabela abaixo, oue classifica

a

Classificação Fecimal'Jniversai (CFJ) e a CI/SfB sepundo as características
exipidas de um sistema de classificacão a ser usado no SP'h'OE[E, foi
lhido

esco-

a Cl/SfB. Este sistema anresenta tamhém a vantagem de ser usado neln

International Council for Buildinv Fesearch, Studies and IbcumentationCCIB),
oue congrega centenas de centros de documentação nesta área e de onde

flu-

irá grande número de informações nara o Sp'NOFIE.

CD

Característica
1.

Ter caráter internacional

2.

Ser específico nara Construção Civil

3.

Ser suficientemente detalh^^do

4.

Permitir processamento em computador

CVSfB

Tabela 1.

cm

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�(3)
2.3.

Estrutur?^.
0 CI/SfB e um sistema de classificacão totalmonte facotad»^, r&gt;ermi-

tindo reunir em um numerm de classificacão razoavelmente noouenn todas

as

facetas referentes ao assunto de um determinado documento, nroduto ou eauipainento na área da Construção Civil.

Os elementos básicos são

em Quatro matrizes nrincipais, de onde se retira o numero de

organizados
classificação

nara cada faceta do assunto do documento.

A matriz 0 se refere ao ambiente da construção, i.e., tinos de edifícios
espaços que os envolvem, c^^mo por exemolo, escola, hosoitais, igrejas
A matriz 1 se refere aos elem.entos funcionais do edifício, i.e., as

material

empregado na Construção Civil, como por exemnlo barras de concreto,

tuhos

A matriz 4 se refere a conceitos

abstra-

tos e atividades várias, como por exemnlo administração da. construção,
quisitos

in-

construtivas

e aos materiais de construção, i.e., a forma e a matéria prima do

de metais, tijolos de vidro etc.

etc.

nartes

que desempenham funções específicas no todo, como nor exemplo paredes
ternas, escadas, portas etc. A riatriz 2^3 se refere ás formas

o

re-

de luz e calor etc.

As notações são registradas em retângulos com duas divisões horizontais,sen
do que a superior tem ouatro divisões verticais. A divisão sunerior

hori-

zontal é reservada para a CI/SfB e a divisão inferior horizontal para

ou-

tras classificações, i.e., se usadas.

Exemplo 1:

Classificação de um documento sobre o custo de sanitários

de

plásticos em escolas.
71.(74).Yn,Of2j
1
P’ Retirado da matriz 4:
. »

Retirado d^a matriz '2J 3: Produtos de plástico.

»
. f. „--r-

Custo.

Retirado da m.atriz 1: Sanitários.

Retirado da matriz 0: EscolasT

Exemolo 2:

Classificação de um documento sobre materiais de construção,
y

♦, Retirado da matriz Vh'. Todo e aualouer material.

cm

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�(4)

•f

Excmnln 3: ClassificP-çao de wn di^cumento sobre escp.dp.s e ríínna.s em bibliotecas.

76 (24)

Retirado da matriz 1: Escadas e ramnas.
etirado da matriz 0: Bibliotecas.
Classificação de um documento sobre ■navimontacão asfãltica

Exemplo 4.*

de

estradas de rodapcm.

12

Ps fB6)

Retirado da ma.triz 4: Pavimentação e comnactação.
Retirado da. matriz V ’h\ Revestimento {jjosso; "^ateriais
betuminos'^s.
Retirado da. matriz 0: Obras rodoviárias.

3. nrftanizacão do material.
3.1.

Catálogo de informações sobre centros de documentação.
Naturalmente SD/MORIE não noderá atender t'^das as demandas oue lhe

forem feitas e conseouentemente terá de recorrer a serviços de outros

cen-

tros de documentação, princinalmente auando se tratar de informações

sobre

técnicas e materiais estrangeiros.

0 catálogo de informações sobre centros de documentação terá a

finalidade

de fornecer dados sobre as atividades e serviços destas entidades a fim

de

Que o SD/MOPIE nossa solicitar-lhe informações com a nrobabilidade

máxima

de pronto atendim.ento.

infor-

mações:

A ficha de cada centro conterá as seguintes

(1) seu nome e endereço, (2) áreas de atividade, exnressas nor

na-

lavras-chave e pelo núnero de classificacão Cl/SfP, (3) serviços nrestados,
como compilação de bibliografias, renroducão de documentos, traduções, serviço "nergunta-resnosta" etc. e as condicões é nreços para fornecimento des^
tes serviços, (4) publicações periódicas de referência e (5) observações so
bre características especiais, se existirem.

Estas fichas estarão

arran-

jadas em ordem alfabética, nelo nome do centro, e as informações nelas contidas serão atualizadas através de questionário enviado anualmente aos centros.

cm

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3.2.

Catál&lt;^gr&gt; de inform.^.cõos sobro

f^mece^r^ras

T^iqteri^^is,

servic»'^s e cnuipnmcnt^s.
Este cntãlopo terá a finalir^a-^o (^,e inf^icar nue •nr'^ut^s ou serviços fornece r^etermnada firma. A ficha de cada firma conterá (1) seu
e enderece,

nome

(2) os produtos ou serviços oue fornece, exnress'^s nor

vras-chove e pelo número do classificação Cl/Sf^-

nala-

e (3) observações

sobre

características especiais, se existirem. As fichas estarão arraniadas

em

ordem alfabética, pelo nome da firma, e a.s informações nelas contidas

se-

rão atualizadas através de auestionario enviado anualmente ás firmas.

3.3.

Catálopo de informações sobre firmas e profissionais nara o

ser-

viço de disseminação seletiva da informação ($DI).
Este catáloíTo terá a finalidade de indicar por nuo assuntos se in
teressa determinada firma ou profissional, i.e., seu perfil de interesse,
com. vistas ao serviço de disseminação seletiva da informação. A ficha

de

cada firma ou profissional conterá (1) seu nome e endereço, (2) a área

de

interesse, expressas por palavras-chave e pelo número de classificacão Cl/
SfB e (3) observações sobre çaracterísticas especiais, se existirem.

3.4.

Catáloço sistemático.
3.4.1.

índice.
0 índice

alfabético para o catálopo de assuntos

será

construído segundo o sistema dn índice em cadeia, já oue se aolica. perfeitamente ao sistema de classificacão facetado Cl/SfB.
3.4.2.

Catálogo de assuntos.
0 catálogo de assuntos, para cada núm.ero de classificação,

será dividido em ouatro partes. A primeira parte terá o objetivo de informar oue centros de documentação atuam na área exnressa pelo número de cias
sificação em. questão. Apos uma ficha «mia, contendo a signa CO o o

número

de classificação, virão fichas contendo as mesmas informações da ficha gu^
a. e o nome e local do centro. Serão feitas tanta.s fichas deste tipo
cada centro ouantas forem as áreas de atividade registradas em sua

nara
ficha

no catálogo de informações sobre centros «^e documentação (ver 3.1.). A segunda parte terá a finalidade do informar oue firmas fornecem o nroduto ou
serviço expresso pelo número de classificacão em ouestão. ApÕs uma

ficha

puia, contendo a sigla ^ Fe o número de classificacão, virão fichas conten

cm

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•«

do as mesms informações da ficha puia e o nome e local da firma. Serão feitas tantas fichas deste tino nara cada firma auantos forem os nrodutos
serviços registrados em sua ficha no catálogfa de in:^ormacõos sobre
fornecedoras de materiais, serviços e enuinamentos (ver 3.2.). /

ou
firmas

terceira

parte terá a finalidade de informar nue firmas ou profissionais se

intere_s

sam nelo assunto exnresso pelo numero de classificacão. ^pós uma ficha

puia

contendn a sigla SHI e o número do classificacão, virão fichas contendo
mesmas informações da ficha guia e o n'^me e local d^ firma ou

as

profissional.

Serão feitas tantas fichas deste tino nara cada firma ou nrofissional

ouan-

tas forem as áreas de interesse registradas em sua. fic^a no catálogo de
formações sobre firmas e nrofissiona.is nara.

serviço de disseminação

tiva dja informação (ver 3.3.). A ouarta narte terá a finalidade de
Que documentos existem no

insele-

indicar

sobre o assunto exnresso nelo número

classificação. Apõs uma ficha guia contendo a sigla

de

e o núm.ero de classi-

ficação, virão as fichas contendo as m.osm.as informações dn ficha guia, a referência completa do documento, sua localiação e tod^.s os números de classificação sob os quais o docum.ento foi indexado. Serão feitas tantas

fichas

deste tipo para cada documento ouantos forem os números de classificacão

a

ele designados.

Este catálogo fpi assim Planejado para auo Possa recunerar informações
seguintes padrões:

nos

(1) simples, como oue documentos existem sobre determina-

do assunto ou que firmas fornecem um determinado material e (2) múltiplo, co_
mo quais os documentos existentes no SD/f’nPI&gt;^ de interesse para uma

deter-

minad&gt;i firma.

3.5.

Coleção de catálogos de produtos e enuipamentos.
Os folhetos publicados por fabricantes ou representantes sobre

um

determinado produto, contendo gravuras e especific.acõos, não serão catalogados, mas sim. arranjados por assunto, segundo o número de classificacão

Cl/

SfB em arouivos verticais.

4. Serviços.
4.1.

^.eprodução de documentos.
Para reprodução de material disponível ao Sn/WPPIF, este

com um equipamento fotocopiador e um ecuipanento li^itor-copiador de
filmes

2

micro-

o SD/?'0RIE usará os serviços de outros centros de documentação

bibliotecas

cm

contará

3

ou

p;=&gt;ra adauirir reproduções de material não disponível.

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4,2.

Co!^ni1arão de Hjsijçr-rafi&gt;&lt;; retrosnectivas.
O SD/'’0''IF irá Cf^rnr&gt;ilar biblinrrrafins retr^sriectiv^s c'^r'

mteri

al dc referencia existente na área e, se necessário, usará os serviços
i^utros centr'as dc docun.ontaçã'^

4.3.

&lt;^e

biblif^tecas.

Tra.duc^es.
0 Sn/’'0niF nao nanterá um sorvic'^ ■nránrio

traduc.ães, mas usará

ais servici^s de traduta^res existentes na área e de eutras centras do

do-

cumontacãm.

4.4.

Emnrcstime ínter-bibliatccárin.
Semure auc nãa

nossível adriuirir uma rGurMucãm dn

necessari-^ '' SD/''nPIE s''licitará o e^arostimn
tecas

material

material a mutras

bibli^

'^u ccntrms do documentação.

4.5.

Serviço "ncrcamta-resnosta”.
Oualouor consulta, encamj.nhada através de carta, telefone oij con-

tate

nessoal, será resr&gt;ondida nelo 30/''nojE, usan-^o os recursos

oráfico'^

biblio

e audio-visuais do Setor, informações colhi'^as junto aos

cos do NO^IE e informações coibidas junto a outros centros '^e

técni-

documenta-

ção ou bibliotecas.

4.6.

rissemlnacão seletiva '\p. informação.
Cada vez ouo se acrescentar uma ficha na ouarta oarte do catáloí^o

'^e assmtos, deve-se consultar a terceira narte nara ver se nela existe uma ficha raiia com. o numero de classificacão do documento nuc está sendo in
coroorad.o a colccão. Em caso oosj.tivo, o '^ocumento, oij n ro-Perõncia do documento, será enviado a to^ns as firmas listadas anõs a ficha auia.

4.7.

C'~'ndirÕes e custo ^qs serviços.
Os serviços serã.o -nrestados a nuslnuor interessado, des-^e ouo sua

solicitação esteja cnouadrada dentro da área de atividade ^o -^"^TE.^s nrecos nara fornecimento de materiais e serviços serão fixados anualm.ente.

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(8)

5. Cronoqrama para execução do plano.

Períodos

Tarefas

jan. 73 - inar. 73

1.

Planejamento do SD/NOPIE

mar. 73 - out. 73

2.

Identificação, aauisicão e organização
dos documentos que irão

formar a

co-

leção básica do
3.

Construção do catálogo de

informações

sobre centros de documentação.

nov. 73 - abr. 74

4.

Construção do catálogo de

informações

sobre firmas fornecedoras*de materiais,
serviços e eouinamentos.
5.

Organização da coleção de catálogos de
produtos e eouinamentos.

maio 74

6.

Tata oficial para início da

prestação

de serviços.

6. Agradecimentos.
Pela informação e orientação obtida do Arouiteto Alberto Brizolara, ProfessorVisitante do Curso de PõsTCraduação em Engenharia Civil da UFPGB,
do Engenheiro Civil Teodoro Posso, do Centro Brasileiro da Construção,

e
as

autoras exnressam seus agradecimentos.

7. Bibliografia consultada.
BISEAU,

Un exemnle de cooneration entre oroanismes de documentation
faisant nartie d'un meme donaine; Bâtiment et

Travaux

Pu-

blics. Information et bocumentation. Paris, Association *'ationale de 1a Pecherche Techninue, (3): 5-P, juil. 1972.
BUFFET, P.

Anport du Systeme PASCAL à 1'Industrio. Information et
cunentation. Paris, Association ^'ationale de

la

Do-

Pecherche

Technioue, (2); 79:82, juin 1972.

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18

19

�(9)
DAVIO, A.

Base d'Organisation d'un Centre de Documentation d'Entrenrise.
Inforpiation et Dccmnentation, Paris, Association Nationale
la

6ATINEAU.

de

Recherche Techniaue, (2): 105-13, juin 1972.

Les Sources, les Hêthodes et los formes de 1'Information

TX&gt;ur

1'Industrie. Information et Documentation. Paris, Association
Nationale de la ^echerche Techniaue, (2): 83-5, juin 1972.

GPA-BPETANHA. DEPArPOT of the EMVPON&gt;’ENT. RIJILDINR PESEAPCH ESTABLISH
NENT. Buildinn Research Advisorv Service, Garston, 1972. 4n.

’

This is Building Research. Garston /s.d./ 20o.

HUD HANDBOOK.

Library and orogram information Services. l%shington, 'J.S.

Dept. of Housing and Urban Develooment, sect.2265.2, sept.
1971. 39p.

PPOG, Hojciech.

La Cooperation Internationale dans le Oomaine de 1'In-

formation oour 1'Industrie. Information et Documentation, Paris, Association Nationale de la Recherche Techniaue, (2)

:

5-10, juin 1972.

P.ODPIGUES, Eduardo Celestino.

Centro de Informações Científicas e Tecno

lógicas do Jaoão. São Paulo, CBC,/s.d./ 14o. (Cadernos

do

Centro Brasileiro da Construção, 4/3).

POSSO, Teodoro.

0 Sistema, de classificação CI/5fB: 1. generalidades

e

matrizes. São Paulo, CBC, /s.d./ 8o. (Cadernos do Centro Brasileiro da Construção, 4/2).

ABSTPACT

The Documentation Division of the MO^^IE vnll be an information center, with the responsability of the identification, anuisition, orqaniza^
tion and dissonination of all information about the nodern technipues of
building construetion.

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�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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Documentação&#13;
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                <text>O Setor de Documentação do NORTE será um centro de documentação na área da industrialização da edificação, cujo objetivo será identificar, adquirir, organizar e divulgar toda a informação sobre o assunto.</text>
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                    <text>VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONCMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belém, 29 de julho a 4 de agosto de 1973

CDD 029.7
CDU 002

Documentação Cientifica e Tecnológica
Organização Bibliográfica

"RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS TÉCNICOS
PARA A DISSBjlINAÇÃO DE INFOff^AÇtES".
por Judith Rebeca Schleyer, da FUNDACENTRO
Bibliotecária - CRB/s — n® 623
Inara Figliolia Martins Passos, da FUNDACENTRO
Bibliotecária - CRB/b - n® 635

são Paulo, 1973
DOa CL TECNOIm

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�SUMARIO

1. INTRODUÇÃO

2. MANIRJLAÇÃO MATERIAL

2

2.1. Classificação

2

2.2. Catalogação

3

2.3. Suporte da Manipulação Material

3

3. TRATAf^ENTO INTELECTUAL

.

3

3.1, Classificação Definitiva

4

3.2. Número de Análise

4

3^3, Resumo

5

3.4. Palavras-chave

6

4. DESDOBRAMENTO

6
f

5. PREPARO 00 BCLETIM

'

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6. CONCLUSÃO

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Este trabalho foi baseado em duas premissas:
a) rapidez dg infiognagag. destinada a possibilitar mais facilmente
o acesso ès mesmas;
antecipar a busca de informação, proporcionando não somente a *
informação, como onde está contida;
resultando num processo de trabalho simplificado e na criação de um ve^
culo de disseminação.
Estas duas premissas originaram-se de necessidades 'particulares, a
presentadas a seguir.
A Fundação Centro Nacional de Segurança, Higiene e Medicina do Tra
balho - FUNDACENTRO - foi instituída em 1966, pela Lei n- 5,161, sendo,
desde sua criação uma entidade de utilidade publica, Tem por objetivo *
principal e genérico estudos e pesquisas relacionados com os

problemas

de segurança, higiene e medicina do trabalho, no seu mais amplo sentido.
Para cumprir seus objetivos podemos citar entre suas finalidades a "difusão por todos os meios dos seus trabalhos, preceitos e métodos de

*

açao relativos â segurança, higiene e medicina do trabalho, t&gt;em

como

trabalhos originados de outros órgãos públicos ou particulares,

dentro

do âmbito de sua competência quando de real interesse para a coletivida
de"’.
A FUNDACENTRO, como seu próprio nome indica, abrange todo o território nacional. Conta atualmente, com 2 Seções e 5 Escritórios fiegio— *
nais espalhados pelo Brasil,
Consta de seu organograma um Serviço de Documentação que tem

tam-

bém como função ser um Centro Nacional de Documentação. Segundo Jean *
12
Meyriat : "um centro nacional, primeiraraente, deve ser capaz de tornar
seus serviços acessíveis não somente ao público local mas também ao público de todo o território do pais onde foi instituído, Esta ambiçao po
de ser difícil de ser satisfeita e presume-se que apesar dos numerosos'
esforços que forem dispensados, a "clientela local" será mais numerosa*
e mais facilmente satisfeita. Mas é importante que o Centro esteja capa
citado a responder, pelo menos, às mais fundamentais perguntas que possam chegar do resto do território nacional, Esta preocupação

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comandará

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�- 2 a escolha dos meios de que ele se servirá, para explorar e difundir

o

resultado de seu trabalho. Resulta daí que uma função fundamental do *
Centro de Documentação, se quiser ser verdadeiramente nacional,

ê

de

constituir, no plano internacional, uma rede de trocas de informações*
tão densa quanto possível".
Apoiados na necessidade de um intercâmbio de informações no campo
da prevenção dos acidentes e da proteção de saúde dos trabalhadores, a
(Organização

Internacional do Trabalho) e a ISSA (International *

Social Security Association) decidiram, em 1959, criar

o CIS

(Centre

International d *Informations de Sêcuritê et d*Hygiene du Travail). Sua
missão ê fornecer uma informação sistemática, completa e

rápida,

dos

fatos, métodos e meios modernos que interessam a prevenção dos acidentes do trabalho e ã proteção da saúde dos trabalhadores^.
Sendo impossível a realização de seus ideais num único centro, fo^
ram criados os Centros Nacionais, atualmente en número de 33,dos quais
a FUNDACENTRD ê o mais recente, cumprindo, desta forma,

uma de

suas

funções fundamentais.

Para atingirmos o objetivo de tomar o documento apto a ser con —
sultado pelo leitor, o mais rapidamente possível, todo material,

logo

que adquirido, recebe de imediato; classificação "provisória", catalogação, cartões de empréstimo, etiqueta. E então guardado na estante,s^
gundo sua classificação,
2.1

CLASSIFICAÇÃO
Denominamos classificação "provisória", o estabelecimento *

de uu código de classificação inicial e simplificado relativo ao assuri
to geral do documento, sendo portanto de execução muito rápida, Este *
processo permite a inclusão por assunto, quase que imediata, do docu —
mento no acervo da biblioteca.
Por se tratar de um centro de documentação especializado em
segurança e saúde ocupacional utiliza—se a Classificação CIS
que ê facetada e foi elaborada em 1960 por esfEcialistas e

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(Genebra!
documenta—

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�_ 3 listas. Somente para os documentos que fogem a este campo especifico

ê

utilizada a Classificaçao Decimal Universal, edição abreviada portuguesa, publicada em Lisboa; em 1961.
2.2

CATALOGAÇÃO
Para a catalogaçao usa-se referência bibliográfica

1,15

,sendo

esta definitiva, mesmo que a classificação ainda seja provisória.
A opção pela referência bibliográfica, deve-se à "revolução*
da informaçao"^^. Não hâ possibilidade de evoluir para a ciência da informação, se determinadas práticas convencionais não forem modificadas.
Nao hâ nem a necessidade de se falar em Informática, Mecanizaçao da informação, etCo para justificar essas modificações„ No nosso caso basta*
considerar o usuário principal: engenheiros, médicos, químicos que utilizam somente referência bibliográfica em seus trabalhos. Desta forma,*
com a adoçao da referência bibliográfica como catalogação, os técnicos*
fazem suas bibliografias simplesmente transcrevendo—as de nossos fichârios.
2.3

SUPORTE DA MANIRJ!.AÇÃO MATERIAL
A classificação "provisória", a "catalogação" e a tabela

*

PHA, são elaboradas em rolha apropriada, com uma cópia, e arquivadas em
pasta por ordem alfabética de autor (original) e por ordem alfabética *
de titulo (copia)n Estas folhas servirão futuramente como rascunho,

*

quando do desdobramento (fig.l).
Desta forma, num espaço bem curto de tempo o documento enco£
tra-se coberto por autor, titulo e assunto geral, recebe uma etiqueta ’
auto-colante que será mais tarde retirada facilmente. E esta

etiqueta

que diferenciará, nas estantes, os documentos com classificaçao provis^
ria dos jâ definitivos, pois estes serão marcados pelo método do "pirógrafo".

3-

Í.ÜI§kÊSIÜAL
Neste ponte tratar-se-á da análise dos documentos, que ê ainda

a

mais importante, pois é a ciiave mestra para qualquer expansão das ativ^
dades de un serviço de documentação, 0 objetivo é atingir, no próprio *
docunento, os elementos de informação que ele contêm-

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�- 4 Seguindo a rotina de trabalho de uma biblioteca, os documentos são
retirados das estantes do público ao invês de estantes especiais,

para

seu devicb tratamento técnico, juntamonte com suas folhas de autor e W
tulo C'f'ig»l}« Frisamos que una das grandes vantagens deste sistema, ê o
fato do docunento não estar em estantes especiais para "catalogaçao", *
"classificação", etc,, utilizadas na maioria das bibliotecas, fora

do

alcance do leitor, e sim, estar nas estantes com os outros livros,
jâ
0
sendo utilizados pelos interessados . Seu tratamento técnico mais apro
fundado consiste em classificação definitiva, nCmero de análise, resumo
e palavras-chave,
3.1

CLASSIFICAÇÃO DEFINITIVA
A classificação minuciosa e detalhada, definindo exatamente*

o assunto, substitui então a classificação provisória na folha rascunho
(fig,2).
3.2

NÚMERO DE ANALISE
Tão logo o documento a ser trabalhado chega âs maos do ana -

lista, recebe um número em ordem crescente, seguido da barra (/) e a de
zena do ano en curso, Este conjunto é denominado número de análise. Por
exemplo, o primeiro documento a ser analisado no inicio de 1973,
ê, para o qual será feito um resumo e

isto

estabelecidas as palavras-chave,

receberá o niinero l/73, 0 segundo a receber o mesmo tratamento levará o
número de análise 2/73, o terceiro 3/73, e assim por diante, até o início do ano seguinte, quando então sex^ reiniciada a numeração 1/74,

*

2/74, 3/74 ,,. (fig.2).
Entre as diversas vantagens que este número de análise

nos*

traz, podemos citar algumas:
a) estatística dos documentos analisados: tratando-se de uma
numeração sequencial, reiniciada

cada começo de ano, a

qualquer momento sabemos exatamente quantos documentos*
foram trabalhados até aquela data;
b) junção das classificações CHS e CDU com as fichas de inde^
xação. coordenada, fato impossível sem o número de anâli
se Cver página 6);
c) estruturação de índice analítico, Este assunto ê desenvol
vido na página 0

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�- 5 3.3

RESUMO
O grande vulume de documentos científicos editado atualmente

traz para o usuário - obrigado a atualizar-se e documentar-se em função
5
de seu trabalho - problemas de pesquisa , Para auxiliar os especialis 2
tas é elaborado um documento secundário, o resumo (fig.2), que consti 6,10'
tui um meio de infoimaçao tanto mais completo quanto detalhado
0 resumo tem, portanto, um duplo objetivo:
a) facilitar aos interessados pelo assunto do artigo a se decidirem

ou

não pela sua leitura;
b) dar ao leitor ao qual o artigo apresenta apenas um interesse margi nal, maior número de infomaçoes possíveis, a fim de evitar lei tu—
9
ra desnecessária .
Para o bibliotecário, o resumo apresenta fator positivo;maio
res condições no selecionamento de citações para um levantamento biblio
gráfico, evitando também a busca de material nao necessário, transmitir^
do, desta forma, maior número de informações pertinentes.
□ resumo serâ substítuido por palavras-chave quando:
a) o título for altamente expressivo;*
b} o documento contiver assuntos variados, como ê o caso de anais de con
gresso, atas, etc.
Não hâ duplicidade em relação às fontes de informação analíti
cas, quando os resumos nelas contidos forem an inglês, francês, italiano
ou espanhol, pois os mesmos serão recortados e colados nas fichas dos
respectivos documentos. Esclarecemos que para tanto nao sao feitas

*

p)es—

quisas aprefundadas, pois o tempo nelas dispendido, já em si justifica a
elaboração do próprio resumo.
Devido ao tamanho padronizado da Ticha catalográfica, ê impo£
to um máximo de 50 palavras para cada resumo por nós produzido. Dentro *
desse limite, tenta-se dar uma visão mais clara do assunta e de partes
da obra.
Salientamos que, apesar do trabalho que representa resumir,os
resultados são altamente compensadores, pois sempre se trata de informação disponível na biblioteca.

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PALAVRAS-CHAVE OU "UNITERf^OS"
Para cada documento a ser analisado, são dadas tantas nala-

vras-chave (fig.2) quantas necessárias, sendo que estas serão estabele
cidas nao sô a partir do próprio texto, do índice, dos resumos, como '
tambÉm da ajuda de técnicos no assunto, de listas de cabeçalhos de as13
sunto, de dicionários técnicos, etc.
Como jâ foi mencionado na página 4, a junção de sistemas de
classificaçao com indexação coordenada está intimamente relacionada

*

com o numero de análise. Esta junção ê de extrema relevância, como demostramos a seguir:
a) cobre as falhas do sistema de classificação:
- contornando, através das palavras-chave, o "subjetivismo" da
~
~
..3
classificaçao e a limitação que a mesma impoe ao assunto ,

*

- eliminando as fichas secundárias e analíticas de assunto, jâ

*

que as mesmas são substituídas pelas palavras-chave, o que

'

simplifica em muito o catálogo sistemático;
b) permite a inclusão de novas palavras-chave; sempre que se fizer necessário 5 o documento poderá ser facilmente indexado em outros a^
suntos, independente da época em que foi analisado;
c) possibilita o mes~,? tratamento para os diversos tipos de documento;
0 cafcálago sistemático conterá livros, artigos de periódicos, folhetos, separatas, etc. numa só ordem de assunto.
Tendo jâ o documento classificaçao, número de análise, res^
mo e palavras-chave, poderemos então organizar as fichas de xndexaçao
13
~
coordenada . Estas fichas terão o número de análise registrado na coluna correspondente a seu último algarismo [fig.3).

Finda a análise do documento, inicia-se a produção das fichas. Pa
rc tanto utilizamos a "Minigroph" &gt; pequeno mimeógrafo com estenceis
especiais para fichas de biblioteca.
Para cada estencil sao desdobradas no mínimo 6 fichas, a saber;

* MINI-GRAPH - Stillo, equipamentos científicos, técnicos e hospitalares Ltda,, Rua Atlantica, 209 — 01440 — Sao Paulo, S.P.

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�- 7 a) para uso do público:
- autor e título: em ordem alfabética
- assunto; em ordem de classificação
b) para uso interno;
- matriz; em ordem de número de chamada
- numérico; em ordem crescente de número de análise
- boletim; por classificaçao na ordem exata para serem reproduzidas no estencil eletrônico, quando da publicação do boletim,
Além destas fichas para uso no próprio local, são desdobradas outras para as seções regionais da Fundaçao, para os catálogos coletivos,
etc.
Em substituição às fichas de série, utiliza-se uma ficha "uniterm"
colocando o nome da série em lugar do assunto, e registrando—se, na co
luna correspondente, o número da série seguida do número de análise en
tre parêntesis [fig,4).
Serão registradas no verso de cada ficha, já que seu tamanho pa drao nao permxte inclusão na frente, as palavras-chave e a pista,
0 documento assim analisado, desdobrado e registrado na ficha

•

"Uniterm", independe de sua forma ou tipo, podendo ser uma monografia,
artigo de periódico, folheto, separata, etc, A referência bibliográfica «o número de chamada diferenciam os documentos, e conseqüentemente'
sua localização (fig.2 e 5 a ?),

5-

£ü£fARO
.

DÜ

BOLETIM

A criaçao de um "BOLETIM DE DOCUMENTAÇÃO" surgiu da necessidade *

de:
a) atualizar os técnicos da instituição;
b) facilitar a localizaçao de literatura especializada no nosso campo;
c) promover um atendimento em âmbito nacional.
Em sua primeira fase, apresenta unicamente as fichas produto

das

análises, já que seu objetivo principal é a disseminação seletiva

da

informação bibliográfica. Futuramente pjretendo-se sofisticá-lo acres centando outras informações de interesse, tais como notícias de

con —

gresso, listagens de levantamentos bibliográficos, etc. Seu conteúdo •
apresenta apenas docunentos previamente selecionados, não abrangendo '

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-

portanto o total de aquisições da biblioteca, mas somente as de maior in
teresse no campo.
0 boletim ê cômodo, principalmente, para circulação nca serviços e
para encomenda dos documentos assinalados,
Como resultado das etapas de trabalho até aqui descritas, no mornen
to de impressão, o Boletim está praticamente pronto, faltando apenas os
trabalhos relativos à fase final, como sumário, paginação, Índice, etc,
DescreverTanos a seguir, as partes que o compoãn:
a) páginas explicativas
b} sumário
c) plano de classificação: apresenta divisão, voluntariamente simples '
dos assuntos, por grandes rubricas, permitindo ao leitor tomar conhecimento imediato das informações que respondem âs suas preocupa
ções,
Ex:

PLANO DE CLASSIFICAÇÃO
RISCOS E PROBLEMAS COMUNS
Elevação, manutenção, - circulação■ i iè»i i
locêndio, explosõesEletricidade

i t m, i, i i, mi i • i i • i èi

1
2
5

d) corpo: ê a reprodução das fichas na ordem apresentada no plano de

*

classificação, com as chamadas de assunto intercaladas
e) índice de número de análise: remete para a página
f) índices alfabéticos:
— autor e título: para confecção deste índice são intercaladas,
ma sfi ordem alfabética, as fichas dos catálogos coletivos do *
Estado de São Paulo e Nacional, A prápria sigla da biblioteca,
usada para cada um desses catálogos, diferenciará as entradas*
de autor e título
— analítico: tão logo são estabelecidas" a's palavras-chave de um rg,
ferido documento, o índice respectivo ê elaborado. Por exemplo,
o documento n- 142/73 recebeu as palavras-chave: Gases / Vapores / Fumos / Poeiras / Técnicas de segurança e higiene /Incêndio / Limites de tolerância

(fig.2). Portanto, para este *

documento, serão estabelecidas as seguintes fichas de índice;

I

Gases

j

cm

2

3

. técnicas de segurança e higiene

4

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142/73

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i

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�- 9 I
:

■
I
j
!

Vapores
. técnicas de segurança e higiene

102/13

Fumos
. técnicas de segurança e higiene

102/13

Poeiras
. técnicas de segurança e higiene

102/13

Incêndio
i fumos
102/13
4 gases
142/73
. vapores
142/73

Limites de tolerância

|

142/73

!

Para o boletim, utilizamos estas mesmas fichas, acrescentando o nô
mero da página correspondente, ao lado do némero de análise, estaiido

o

índice pronto para ser datilografado era estêncil (fig.s).
- acumulado: no último fascículo do ano será apresentado o índice*
acumulado, Este índice ê acumulado, regularmente, ot forma

de

ficha. Isto ê, cada fascículo possui um índice referente unic^
mente ao seu conteúdo, porém as ficlnas de nosso uso prúprio

*

nao são separadas por fascículos, e sim alfabetadas conjunta mente. Há a intenção de ser publicada, paralelamente, de 5

em

5 anos, um índice acumulado.

60 processamento técnico dos documentos, Apresentado nas páginas an,
teriores, em sua primeira parte, adapta e simplifica certas práticas bi
blioteconômicaSn Na segunda parte, aprofunda-se, numa tentativa de dina
mizar nossos serviços. Desta forma, isto é, respondendo às necessidades
de nossos usuários atuais, acreditamos ter atingido nosso objetivo,
Esse esquema é flexível, podendo amoldar-se a futuras inovações

*

fornecendo, talvez, a outros profissionais de nosso campo, subsídios pa
ra a resolução de alguns de seus problemas, além de ser um modo rápido*
e pouco oneroso de editar um boletim de informação.

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�- 10 - Firj.l -

Classificação provisória

Referência bibliográfica
Sz

Tabela
PH/\

|A576e
i

ANDREONI, Diego - La eliminazione di gas. vapori. neb-!
bie, fumi, polveri. negli ambienti di lavoro. Roma,;
ENPI, 1964. 82p,
(ENPI, Collana didattica, n-S)
i

Fid.l; Folha de rascunho, ejd duas vias, guardadas respectivamente por autor [ca^iginal) e por titulo
(cápia)

- Fig.2
n® de chamada
Cias,•
defin.

Gzx Sz
*A576a

n2 de análise

142/73 j
ANDREONI, Diego - La eliminazione di gas. vapori, neb-!
bie, fumi.■polveri. negli ambienti di lavoro.
Roma, ■
ENPI, 1964. 82p,
[ENPI, Collana didattica, n-S)

Referência
bibliográfica'^
j
Considerações gerais; estudos de casos específicos
;de poluição e escolha de medidas pireventivas; concentrações;
jtoxicidade; redução da concentração; diluição de substâncias
jperigosas no ar ou nos gases inativos; causas de incêndio;
Resuno
bedidas de controle; layouts de instalações e tabelas de co£
jcentraçoes máximas permissíveis para. vários agentes táxicos,
jpublicadas pela OIT.
iI
Palavraschave

Pista

—
Unitermos: Gases / Vapores / Fumos / Poeiras /
Técnicas de segurança e higiene / Incêndio / Limites de
tolerância
série
t

_

Fi_q.2; Folha de rascunho pronta para ser batida em estêncil

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�- 11 - Fig.3 _

Gases
0

;

4

! 6

10/73 j 31/73 I52/73 I
j 81/73 142/73 j
í 171/73;
i

Fxq.3; Ficha de indexação coordenada ou "unitenm"

ENPI, Collana didattica

i12(7/73)
I

*3(11/73) I
j13(25/73)

Fiq.4; Ficha de série

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^Scan

! 5(142/73)

�- 11 - Fiq.3 _

Gases
Q

;

4

10/73 j 31/73 I52/73 I
1 81/73 142/73 |
! 171/73;
i

Fíq.3; Ficha de indexação coordenada ou "Uniterm"

- Fí2j4 -

ENPI, Collana didattica
ü
j12(7/73)
I

Fig.4: Ficha de série

cm

2

3

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13(11/73) j
j13(25/73)

5(142/73)

�22 - Fia.5 143/?3j
DONOGHUE, J.K. - Human exposure to natural uranium. j
Brit.J.Industr.Med.. 29. 1: Bl-9, jan.1972
|
Estudo após morte súbita de um trabalhador (lO a- |
nos com urânio natural). Pulmões, núdulos linfúticos pulmo_
nares e rins foram analisados e concentrações de urânio fo
ram de: 1.2, 1.8, e 0.14, respectivamente. Os resultados
são compatíveis com os de outros autores. Discussão da re- '
laçao•desses resultados com o metabolismo de urânio insolúvel.
Fiq.5: Artigo do Periúdico

- Fjg.6 144/73
3ep,

LEVY, C, - Le chef d'entretien et la sécuritê™
Cah.Notes Docum.. 42: 63-8, jan.1966
0 papel da manutenção em industriaise sua rela-

ção com a prevenção de acidentes.. Memorando para o supervisor de manutenção, com várias sugestões, entre elas: que
este supervisor deve assistir âs reuniões de CIPA, Tabela
indicando as inspeções periúdicas compulsórias e os trabalhos de manutenção que devem ser feitos.
Fiq.6; Separata

- Fiq.7 145/73
Ptr
145/73

JONES, Richar M, - Absenteeism. London, Department of Employment, 1971. 49p-,
[Manpower papers, 4)
— -

Este levantamento interpretativo de evidência pu
blicada sobre absentismo, contem capítulos devotados a: con
ceito de absentismo; seus custos; leis gerais do comportamento do absentismo (fatores pessoais, organizacionais e
conjunturais); efeito dos esquemas de licença-paga por doenças no absentismo, conclusões, implicações para a administração e sugestões para pesquisas posteriores.
Fiq.7; Folheto

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�- 13 -

Fig,

índice

8

-

analítico
Número de
Análise

Páginas

POEIRAS
. incêndio

142/73

201

173/73

184

RADIAÇtES lONISANTES

219/73

184

RESINAS EPOX
; classificação
. etiquetagem

167/73
167/73

193
193

SEGURANÇA
. fator humano

261/73

235

SILICA
, dosagem

155/73

197

SILICOSE

181/73

226

198/73

194

210/73

195

radiaçCes
• proteção coletiva

SOLVENTES
è dosagem
. óleos
, extraçao

Fiq. 8; Trecho extraído do índice analítico

cm

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�- 14 BIBLIOGRAFIA

1 — ASSOCIAÇAO brasileira de normas TECWICAS — Referências bibliográficas; PNB-66.
2 -

Rio de Janeiro, 1970.

- Sinopses e resumos; NB-86.

[iVlimeografado)

Rio de Janeiro, 1964,

(Mineogra

fado ]
3 - BARBOSA, Alice Príncipe - Teoria e prdtica dos sistemas de classificação bibliográfica. Rio de Janeiro, IBBD, 1969. 441p.
4 - CIS classification: guide to the card Service.
57p.

Geneva, CIS, 1966.

5 — DUSOULIERj N. - Les rêsumês analytiques. In; CCLLOQUE C.N.R.S. —
I.R.I.A.,
Rocquencourt, 1968 — L'Information scientifiçue.
1*informatique-et la documentation autonatique. Rocquencourt,
1.
R.I.A., 1968.
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1969. 160p.
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balho; histórico e finalidades,
2, 1973.

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9 - LASSO DE LA VEGA, Javier - Manual de documentación.
Editorial Labor, 1969. 829p.

Barcelona,

10 - MAIZELL, Robert E. e outros - Abstractinq scientific and techni—
cal literature. New York, Wiley-Interscience, 1971. 297p.
11-- MARTINS PASSOS, I* F, &amp; SCHLEYER, J. R. - .CIS; a ■ir.fnm.ação qara
a prevenção,

R. bras. Saúde ocupac.. 1. 1; 64-6, 1973,

12 - MEYRIAT, Jean - Guia para o estabelecimento de centros nacionais
de documentação*,. R. Serv. póbl.. 105. 2; 207-91, 1970,
13 _ MORELLI, Jucy Neiva - Conheça e aplique a indexação coordenada.
Rio de Janeiro, ABB, 1969, 24p,
14 - SILVA, Benedícto - Entrosamento entre as instituições especiali
zadas em Ciências Sociais. Notícias. 4, 3; 259-69, 1970,

.

15 - UCHOA, Cecília Gomes Tamandaré - Referências bibliográficas em.
ciências biomSdicas. Sao Paulo, USP.Divisão de Biblioteca e
Documentação, 1971. 3lp,

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�RESUMO

SCHLEYER, Judith Rebeca &amp; MARTINS PASSOS, Inara Figliolia ~ RacionalizaIS/
«W
cao de processos técnicos para a disseminação de informações.

M
Sao Pa^

lo, SP.

Para possibilitar aos leitores o acesso quase que imediato ao documento recám-chegado à biblioteca, as autoras sugerem, entre outras medidas: a adoçao de classificação "provisâria" e a substituição da cateiloga
ção descritiv/a pela referência bibliográfica,
Apás essa etapa inicial, o documento é analisado mais profundamente,
o que resultará num resumo e palavras-chave, estreitamente relacionados^^
com o conceito de námero de análise,
Esse esquema ê flexível, podendo amoldar-se a futuras inovações,

—

fornecendo, talvez, a outros profissionais de nosso campo, subsídios para a resolução de alguns de seus problemas, alêm de ser um modo rápido e pouco oneroso de editar um boletim de informação.

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^kSystem

JJJ.

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�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text> Disseminação Seletiva da Informação</text>
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                <text>Para possibilitar aos leitores o acesso quase que imediato ao documento recém-chegado à biblioteca, as autoras sugerem, entre outras medidas: a adoção de classificação “provisória” e a substituição da catalogação descritiva pela referência bibliográfica. Após essa etapa inicial, o documento é analisado mais profundamente, o que resultará num resumo e palavras-chave, estreitamente relacionados com o conceito de número de análise. Esse esquema é flexível, podendo amoldar-se a futuras inovações, fornecendo, talvez, a outros profissionais de nosso campo, subsídios para a resolução de alguns de seus problemas, além de ser um modo rápido e pouco oneroso de editar um boletim de informação.</text>
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5

VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belém, 29 de julho a 4 de agosto de 1973

CDU 029.5
CDD 029.5

Documentação Científica e Tecnolégica - Organizaçao Bibliográfica

índices de Monografias
por
CIGIÊ BINS PINTO
Bibliotecária - CRB/10-226

�CDU 029.5
CDD 029.5

índices

ce

monorrafias

CIGIÉ BINS PINTO*

As dificuldades o etapas da
elaboração de um índice.

Modos dc

indexar e a colaboração autor/bibliotecãrio.

1 - Introdução
Este trabalho surgiu das dificuldades de indexar, en contradas pelos técnicos

e cientistas na. elaboração de monogra-

fias.
0 estudo foi feito partindo da necessidade do bibliote
cario frente aos diversos tipos de obras normalizadas, c a diver
sificacão de assuntos.
0 bibliotecário necessitara, quando não fôr profundo co
nhecedor do assunto, de auxílio do autor, ou de especialistas no
assunto.

No nosso caso em que as obras abordam todos os campos do

conhecimento, é impossível termos profundicade era todes eles,por
tanto sempre recorremos aos autores.

* Bibliotecária da Editora da Universidade
do Sul

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gentilmente por:

Federal dr Rio Grande

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2 - Objetivo
0 índice tem por objetivo facilitar a localização, den
tro de um texto ou de um periódico, precisa e detalhada da infor
maçao, com rapidez.
A elaboração de índices e norteada pela Norma Brasile^
ra índice de Publicação - NB-124.
Os índices podem estar contidos em livros-, teses, rela
tórios,

como em periódicos,

sua localização devera ser sempre no

final do volume.

3 - Ind^xador
0 indexador necessita ter certas qualidades e conhecimentos específicos.
0 conhecimento de todos os tipos de índices e sistemas
de indexar e de alfabetação.
A qualidade principal e uma memória visual, pois

para

economizar tempo precisa lembrar os assuntos jã fichados e aqueles correlatos, mesmo sem a consulta das fichas.

Isto nem sempre

ó possível sem treino e pratica, m.as após a leitura minuciosa do
testo uma ou mais vezes, antes de fazer a marcação, conseguirá
bons resultados.

4 - Sistemas
4.1 .- Um só indexador
0 sistema apontado por COLLISON
po e papel tem algumas desvantagens.
uma só pessoa.

3

, para economia de tem

Uma delas e que á feito por

Ao revisor bibliográfico e impossível ter todo do

conhecimento necessário para compor o índice, e e difícil ao es-

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gentilmente por:

�3
pecialista,

desconhecedor da sistemática de indexar, elaborar um.

0 método explicado'-por Collison, trata-se de numa mesma ficha, anotar o termo com que se deparou pela primeira vez
todas as possíveis referências.

e

Com o desenrolar do trabalho se-

rá feita a escolha do cabeçalho e as remissivas.

A alfabetação se

ra feita numerando na ficha os termos em ordem alfabética, quando da datilografia, depois que cada ^termo ja estiver datilografa
do, a ficha será colocada no lugar devido do seguinte termo,e a£
sim sucessivamente.
Outra desvantagem é este sistema de intercalação duran
te a datilografia, pois o datilografo devera ser o próprio indexador ou pessoa muito familiarizada com o trabalho.

4.2 - Bibliotecãrio/especialista
0 sistema bibliotecãrio/especialista, foi a solução pa
ra uma editora, em que o primeiro não tem conhecimentos profun dos do assunto e o segundo das técnicas de indexar.
0 trabalho desenvolve-se com amior lentidão, pois

as

consultas ao especialista, e a analise e arranjo dos dados,

por

ele forneci&lt;k)fi, que nem sempre estão padronizadas, levam a

uma

maior complexidade do trabalho.
0 primeiro passo é feito pelo bibliotecário, partindo
da leitura da obra e após sua divisão e numeração progressiva,se
râo feitas as fichas com os principais -tiópicos e suas subdivisões.
As fichas conterão o cabeçalho e todas as modificações.
Quando uma ficha não comporta todas as modificações far-se-á nòva ficha, repetindo o cabeçalho.

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gentilmente por:

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i
4

1
Coleção de referência,

117-48

aquisição, 128
campo, 132
curto prazo, 119
longo prazo,
características,

120
128

disponibilidade, 118
extenção, 121

As fichas usadas são as em-tiras e picotadas , que

de-,

pois de destacadas são alfabetadas.
Esta primeira etapa serã levada ao especialista,

que

seguindo ao esquema, desenvolve os assuntos que se fizerem nece£
sãrios, acrescentará aqueles que faltam, escolhendo também,o ter
miO melhor para o cabeçalho.

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Nesta etapa e conveniente a participação do biblioteca
rio para explicação da normalização dos itens ao autor.
Numa terceira etapa caberá ao bibliotecário revisar os
acréscimos, conferir as remissivas e alfabetar o índice para

a

sua datilografia.
Far-se-á o índice a partir dos originais, quando

será

dado o numero do indicativo correspondente, com as provas de páginas passará a ter a numeração definitiva.

0 ípdice e feito

do

original porque sendo um trabalho moroso, neste sistema, desperdiçaria muito tempo com as provas de páginas, prejudicando muitas
vezes a empresa tipográfica.

5 - A escolha do cabeçalho
Para a escolha do cabeçalho levar-se-á em conta o tipo
de livro, o assunto e o publico a que se destina.
Se o livro e para ser do tipo econômico, portanto

não

permite um grande numero de páginas de índice, dever-se-á esco lher para cabeçalho palavras chaves, que abrangem um vasto campo
dentro do livro, evitando sempre que possível muitas remissivas.
0 assunto do livro determinará, por sua vez, uma maior
ou

menor especificação dos cabeçalhos e suas modificações.
-

’

Enquanto que o publico irá determinar se o termo usado

para cabeçalho será o mais específico ou o mais genérico.

Um tex

to destinado a técnicos podem conter termos bem definidos e espe
cializados.
Mas sempre deve preocupar ao indexador os três itens

,

sem isso o índice não fornecerá ao leitor o serviço a que se pro
põe.

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A escolha do indexador podcrã recair sobre diversos ti^
pos de índices. A Norma Brasileira para índice de publicações
NB-124^, divide os tipos de índices segundo o ponto de vista

de

sua ordenação e do âmbito.

6 - Apresentação
Um dos maiores problemas de índices e o entendimento
indexador e tipografo.
Para conseguir-se um índice de bOa estética é necessário uma marcação minuciosa e instruções quanto aos tipos e corpo
das letras a serem usadas, como a distribuição em uma ou duas co
lunas,
0 índice em uma sé coluna, além de dificilmente ter um
bom aspecto, desperdiça muito papel.
0 índice em duas colunas fica esteticamente melhor,pois
evita os grandes espaços brancos, tendo também uma rentabilidade
de cabeçalhos, por folha muito maior.

7 - Conclusão
Na confecção de índices, a escolha do sistema e do tipo de índice usado, depende muito do discernimento do indexador.
Assim um índice analítico, que menciona todas as vezes
que uma palavra aparece, pode ser bom para‘um estudo de lingüística, mas para um livro técnico, interessará mais um índice

de

assuntos. Um índice cronologico importará para um determinado c^
po, enquanto para outros será errado.
Dependerá do bibliotecário indexador orientar o autor
sobre o melhor índice para sua obra, aquele que irá valorizá-la.

�7
8 - Bibliografia consultada

1 - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS,
Jndice de Publicações, NB-124.
2 - BERNIER,

Charles L.

Rio de Janeiro,

"Alphabetic index".

of Library and Information Science.
cl968.
3 - COLLISON,
no,

Robert L.

If.

ENCYCLOPEDIA

New York, M.

Dekker,

índices e indexação.

Sao Paulo, Polígo

197 2.

Rio de Janeiro,

1

In:

1971.

v.l, p.169-201.

4 - ZAHER, Célia Ribeiro.

cm

Rio dc Janeiro.

Introdução à documentação.

2.ed.

1968.

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gentilmente por:

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15

16

17

18

19

�PINTO, Cigié Bins.

índices do monografias.

Trabalho apresenta-

do ao 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documenta ção, Belém, 1973.

Mimeografado,

7f.

A indexação em editora, o seu objetivo.

0 indexador re

quer conhecimentos e qualidades específicas para uma elatoração
perfeita do trabalho.

Os sistemas de indexar, com um so indexador

e com a concorrência de mais de um, sistema bibliotecãrio/cspe cialista.

De acordo com a obra, o assunto e o publico, deverá ser

feita a escolha dos cabeçalhos e suas modificações. A apresentação do índice em duas colunas é mais econômico e de melhor estética.

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�</text>
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Documentação&#13;
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Eelém, 2S de juDio a 04 de a^ôcto de 1S?3

CDU -002:772. 142
DOCUIIEITTAÇAO CIEITTÍEICA E TECITOLÓGICA - Instalações
mentos.

e

equipa-

A mCROFILr/lAC-EM HA DOCUTvüEIITACAO
Por SEVERETC SÍLVIO DO MOHTE
Chefe da Div, de Documentação
CRB-4-83/FE.

da SUDEHS -

e
CAFíMEIT HEJAITE DE CARVALHO BAHG-ETZI
Encarregada do setor de Biblioteca da Div, de
Documentação da SUBENE-CRB-4-5S/PE.

CoIabcraçÊo do ksVrtGüJ Kacíoaal So lfi?3

Pwecife - 1273

DOC. Cl. TECNOL.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�S U M Á R I O

1

níTRODUÇAO,

1

2

A MICHOFILr/IA^SI/: DE D0CUMEITT03
2.1
Volume
2. 2 Disposição.
2. 3
Forma
2. 4
Condição dos docurr.entos.
2.5 Documentação completa
2. 6 Classificação siçilosa dos documentos.
2, 7
Economia em espaço e equipamento
2. 8
Preservação e proteção dos documentos
2. 8 Aceitação levai do microfilme
2.10 Du.ração do filme
2. 11 Movimentação dos documentos
2.12 Segurança
2.13 Conservação dos documentos

2-5
o
C»

.

3
3
3
3
3
3
4
4
4
4
4
7-10
7

MSCAíTICA da MIC ROFIU/Iadem
3.1
Tratamento dos filmes.
3.2
■laquipamentos
3.3
Aparelho de Leitura
3, 3,1 ITo carrerramento do aparelho
3, 3.2ITa conservação do aparelho de leitura,

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A» * *

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:G1TVSITE3ITCIA da LíICEOFILI‘/LAGSM
FATÔESC E
4,1 As características fisicas
4, 2 As características de importância

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A MICROFIDIEAGSM ITA GUDSITE
5.1
Processamento.
5.2
P.evelação

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GUGSGTCEC

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3ELI0GEAFIA

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niTP.oruçAo

"A MICH0FIU£A33M ITA DCCUr£SlTTAÇAO"tem por obje
tivo despertar os chefes e diretores de Bibliotecas e centros de documenta
ção para a maravilhosa técnica de armazenar informações com segurança,
economia e rapidez, mostrando também os meios

de recuperá-lfts com a

mesma facilidade.
Ê uma experiência levada a efeito nos arquivos da Gtiperin
tendência do Desenvolvimento do Nordeste, como medida de economia de e^
paço e preseirvação de documentos, abrangendo os acervos de toda a Autar
quia, sob a responsabilidade do Arquivo G-eral e serviço de Microfilmagem.

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A T/UCEOFimAGZI;:

rocui.ci:iTT-

f*

o Cisterna de microfilma/'en?. rnod/n-na Cxcordal:^ da I-Zodalc,
que está sendo visado na GUD31TS, -\a UrPe, no Bmco líacional do ITorte e
outros Eancos, no Becrie, compõe-'Sc de 3 equipamentos que possibilitam
serviços dinâmicos em íotoprafia aplicada a arquivos, bibliotecas, o an c o s
etc. Uma microfilmadora, uma, reveladora e um leitor-copiador,
A microfoto^raíia é o processo de fotografa-r ' documentos
com grande rapidez em filme de seoi-ira.nça estreito. Cs negativos desse fü
me são utilizados por meio de um aparelho de leitura (ou aparellvo de proje
çáo) e são feitos de tal maneira que, se necessário., uma cópia fotográfica
do docvimento pode sei- produzida e revelada em papel sensibiliza.do. Os apa
rellios de leitura também podem sor usados para projetar o filme em uma
pequena tela.
De um modo /^eral, devem ser michofilmados somente os
documentos de importância vital c que estejam dispostos de maneira que o
processamento do filme seja relativamente simples. Deve ser levada
em
consideração a condiçã.) fisica ciss papéis, bem como feita unia verificação
cuidadosa para tíetermúiar se não contem prendederes, grampos ou fixadores.
Consideramos alpumas.das cc-nc.ições necessárias para a
filmagem economica dos dccumentcs. b'?.larem"»s primeiro das razões pelas quais os documentos são filmc-dos: Trata-se de um meio mais simples
de preservar os documentos, publicá-los, reduzi-los de tamanho e de fome.
cer cópias autenticas, E preerse
devem se prestar pax'a niic:-ofilmagemc Por isto queremos dizer que os do
cumentoG devem possuir certas características que atendam as exigências
de economia. Algumas dessas características cão:
2.1

Volume

Para que justifique a despesa rninirna por documento, os do
cumentos a serem filmados devem cer de grande quantidade.
2. 2

Disposição

Esta característica é do suma importância. Os dccumentoc
que es cão dispostos em ordem simples crcnomgica, alfabética, ou numérica prestam-se para a microfilmagem. Por ou’ro lado, se
os documentos
não estiverem dispostos de forma apropriada e simples não podem ser filmados, a menos que sejam postos em ordem cimplí^c antes que o trabalho
seja iniciado.

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... o

orma

A i-nicrofilina^eni precta-ae particulaarnieiite para urna boa
reprodução doa doc'..rner.toG ern íollaac plar.ao de um aó tarnanlio ou quace
de urn gÓ tanianlio^ O prpcl e a tinta também devem ser imiformec quanto
ao rnatr.G o à co'r. A rniatura de tainanlioG e cores ocmplicam o trabalho da
microfilmavern ■. o tcrne rnai.?. dispendioso.
.onaicao aos .L^ociuner-Lo:
B ie/.ü cc:.ipreender por que podem ser maisfacilrnenternj.
crofilmados os docmri,eiitos era ocas condições. Hintretanto se o- papel estiver em más condições ou encharcado e a tinta desbotada, e melhor tentar a
raicrofilmavom porque o filme preservará muita melhcr os docmncntos.
r.. 5 Documentação Comnle^-a
ÜG documentos co3‘itados para microfilmarem devem estar
completos. B emremamenie difícil faser adição ulterior do um docxarnento
em lun fili-ne,
C

Classificação Cir-:il'sa dos Documentos
Gs documentos em microfilme devem i'eceber o
mecrno
rrsxiáe cuidado que oc arquivos originais quanto à classificação. As restrições no r^au confidencial, secreto, etc. ,devvmi ser mantidas e a documenta
ção que contenlia mais que uma classificação não deve ser filmada ern um
só rolo.
Consideremos a£,ora as vantagens que oferece a filmagem
dos documencoc, Toda providencia relacionada com a administração de arquivos e docva'noi-.:.os em neral tíeve considerar principsimente as vantarens
que possa Iraser pr"a r entidede ou roverno por meio de economia de pessoal, equipamento, aopavoc ou m.aterial, A microfilmarem não constitue exceção e quando for ccrltada pa:*a qualquer docr-mentação em ri^snde quanti
dade, devem ser claramente estabelecidas as vantarens qu.e trara para o m
teressedo. Airumas dessas vontarens podem ser reiacienadas da seruiníe
maneira:
2, 7 Economia em Espaço e Bauioamento
B muito sir 1'jfjcativo o fato de qae c conteúdo de 121 arqui
vos de quatro
para documentos do tamanho oficio pode ser reprodu
zido em microfilme de ;.C nirn e r'i^ardado em um armário cujas dimensões
são aproximada.mente as mesmas que a de um arquivo de quatro gavetas pa
ra documento do tarnanlio oficio, Pode um filme de 100 pés conter até 7.000
documentos tamaniio oficio usando-se as duas faixas.
2. G Preservação e Fx-otecão dos Documentos
Temos observado que o papel deteriora com o tempo e é afetado pela árua e luz, A microfilmagem de docurnen:'/';' torna- possível re_
duzir o custo com a proteção de documentos contra o fogo, água e insetos.

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", 9 Aceitação Lc'ral do I.^icrofilmG
Isto varia ds ura país para outro. Antes de fazer a rnici-ofil
magern seria necessário determinar se as cópias era microlüme são aceitas pelos tribijnaic como prova principal. Ge assim for, podam ser feitas
grandes economias com a microfilmagem. Hoje temos a lei
5. 433 de 8/
5/38 que regula a microfilmagem de documentos oficiais e o Decreto n? 34.
388, de 94/4/GG que regulamenta a lei 5,433.
10 Duração do Dilrae
Testes científicos tem mostrado que a vida de um filme é a
mesma que a do papel 10C‘&gt;o de trapo, ou seja, aproidmadamente de 100 anos, A Kodak gsLrante por tempo indeterminado.
É facil reproduzir pelos meios atuais o filme ao fim daqu£
le período se os documentos tiverem que ser preservados para sempre.
2,11 Movimentação dos Documentos
A redução dos documentos em microfilme reduz na mesma
proporção a despesa com a remoção dos documentos de um local para outro.
2.12 Gerturmica
Alguns documentos são de valor inestimável e insubstituíveis, O fator custo neste caso não tem importância quando o propósito da
microfilmagem for o de preservar para a nação ou para a entidade os docu
mentos de importância vital.
2.13 Conservação dos Documentos
G^uaicdo os dociunentos são postos em filme o fator erro no
reaquivamento está assim eliminado. O processo de arquivamento para uma
caixa de filme é mais simples e mais preciso que a reposição de documentos isolados em arquivos. Frincipalmente se a microfilmagem é em rolos.
Falamos ate agora da microfilmagem de documentos que de_
vam ser retidos indefinidamente. Dstes são os arquivos básicos que constituem as fontes principais da história de um povo. Entretanto, a ms-ioria dos
documentos podem ser destruídos depois de um determiiiado período. Programas de recolhimento são agora organizados para avttorizar a destinação
desses documentos. Daí a questão: Sísses documentos devern ser microfilmados ? Podemos achar difícil justificar o custo da microfilmagem de docu
mentos permanentes, mas para documentos que devam ser dados uma destj^
nação- ern data futura, a questão ó outra. Há, entretanto, certas
vantagens
que podem ser citadas como justificativa para que seja aceito o custo dessa
operação:
As cópias originais podem ser destruídas imediatamente.de
pois de concluído o processo de filmagem e temos, neste caso,economia em
espaço e equipamento, ila GMDEITE já incineramos mais de um milhão de pá

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ginac de docui'nentor: já raicrofümadoc:.
Pode Ger que a.3 condiçõec doe documentos sejam tais que
a microfilmarem seja necessária para preservá-los para o período necessário,
É possiVel que esses documentos sejam necessários para
fins de consulta em locais distantes para onde não possam ser enviados os
documentos oririnais. Se a documentação considerada fôr completa e não
seja necessário acrescentar outros dociumentos para explicar o seu signifi
cado, não há razão por que não deva ser microfilmada.
•
3e os tíocimnentos estiverem dispostos de maneira simples^
em ordem alfabética, cronológica ou numérica, e podem ser filmados rapidamente, o custo não será tao grande e deve ser aceito.
Conforme foi mencionado, para os registros de maior valor devem, ser consideradas cuidadosamente as docuunentações com a varm
çâo nos tamanhos, cor da tinta e condição do papel dos documentos.
Deve haver cuidado em determinar que os documentos cogi
tadoG para microfilmagern não estão duplicados em outros arquivos.
Os dociornentos não deverão precisar de um novo iSidice e
de rearquivamento ou exigir a preparação de indice de referencia cruzada
peira fins de arquivamento.
Dissemos até aqui o bastante para esclarecer que qualquer
grupo de documentos a ser microfilmado deve ter uma disposição perfeita.
As imagens em lam filme não podem ser redispostas. Uma vez determinada
a conveniência da microfilmagern dos documentos, devern ser observada as
seguintes regras:
a)
Os indicec, catálogos e outros auxílios de consulta devern ser filmados antes dos docvimentoc a que se referem. Portanto, os mdices ou relações existentes no fim de um volume devem ser filmados antes que os docu
mentoG contidos no volume; e se ao páginas do mdice ou relação não estiverem em ordem correta, instruções devem ser dadas ao operador da câmara para corrigir a ordem não devendo, no entanto, ser feita neiiliurna tentativa para corrigir irregularidades na ordem dos documentos dentro do volu
me,
b)
As páginas em branco não devem ser filmadas mas, se estiverem nu
meradas, uma nota e:xplicativa deveria ser inclxiída na introdução ou nas no
tas sobre o rolo em questão.

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�r» '

C,. c'uopu';Iioc, iiuiiiei-oG e outros dados qae apareçam nc verso de vii^r
doci-raento deverão oer filmadoc antec do texto do documento.
d)
Oc anexoc devem ser filmados logo em se^aida aos ofícios
minhamento.
e)
.-m fichas guias e as etiquetas de pastas não deveriarn,
sex' fil: nadasi

de enca-

aomumeníe,

f)
Ih. s arquivos por ordena alfabética dos noiiaes que não esteiam organizados arn estrita ordem alfabética, devena ser assina reorganizados.
g)
Como 03 docunaentos em pastas dobradas (como é o casc das pastas
v7oodraifí dolradas era trés partes) podern sair da ordem se mrem desdobrados ou aplauacios antes de serem mandados para o operador da câmara,
é sempre rneliior enviá-los a éie dobrados. Ge isto for feito ê importaiate,
entretanto, que um arqaiivista inteiramente familiarizado com a disposição
interna dos documentos os accmpanlxe ao laboratório e os desdobre no local
ou trnballio com-oo operador da câmara na dobragem e decdou:'agc:n dos do;
curnentos.
h)
Cs papéis duplicados devem ser removidos ou identificados como duplicatas para que o operador da câmara não os filme,
l)
Os itens elimináveis ou registros que não tenham valor para pesquisa
não-devem ser filmados se estiverem em gzaapos em que pos.:-am ser pi-ontamento separados, diaaisquer remoções feitas com base nisto devem ser
explicadas na introdução a”, r.as folhas explicativas, previstas no decreto
uV;, ui?Üí.
j)
Os impressos que estejam ai-quivados enti-e uma série de documentos
não devem ser filmados quando fõr provável que sejam disponíveis em varias bibliotecas, a menos que tenha uma relação importante com a serie ou
que contenliam urna'anotação significativa; mas em nenliurn -casoas publicações devem ser íilrnatías quando estiverem protegidas por direitos autorais, A omissão desce material deverá ser indicada pela filmagem de cada
página rosto e inserindo uma nota explicativa de que o texto não foi filmaJo,

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-TA :azRoynjí::A33i£

3. i

Tratar.ient.os doi::: filivicc
Os seruintes fatos deveríam ser observados com relação ao. filrae utilizado ra fotc3'raiia:
O filme ó do dois tipcs, pu ceia:
a)
C- tiro de em~alsão, c]uo consiste de uma pclicula de acetato de celulose {base) contendo uma erxiulasão (uma camada de gelatina sensível à luz)
em um lido. O lado da emulsão tern pouco ou neniuim brilho.Te acõrdc com.
a finalia.ide a que se destina, pode-se dictin;;;uir tres classes _ e filme:
ITcqativo ou cópia de reprod*ação. ITcste negativo a tinta preta no
branco parece como branco no preto, isto é, os valores norai rais do branco
e do preto são revertidos. C negativo padrão dieveria ser utilir ado exclusiva
mente para fazer outras cópias dc üLrie. ITunca deveria ser utilizado ern a
parelho para lór microfilme.
Positivo ou cópia de garantia. ITesta cópia a tinta preta no branco
aparece preta, isto ó, tem o rneGino való'r de tonalidade que o ^.-laterial original, Esta cópia e preparada especialmente para ser utilizada na produção
de uma duplicata do negativo caso o negativo padrão, tenha sido clsmificado,
perdido ou destruidc^
cópia Positiva ou cópia de referência, Esta cópia tem cs mesmos
valores de tonalidade true o material original.
b)
O tipo ''ozaliò''. que consiste dc- uma fina faixa de acetato dc celulose
comum corante de "diazo“sensível à luz em sua composição Ao contrário
do filme de emulsão, o filme de "czalid" não reverte as tonalidades. Um nç
gativo "or.alid", portanto, pode ser* feito diretamente de outro negativo
de
"ozalid" ou de irm negativo de emulsão. À proporção que a. imagem no filme
de "ozalid" se estendo através da espessura do filme, há maior resistência à abrasão que em imi í'ilrue dc emulsão e, por êste motivo, o filme de
"ozalid'' é quase sempre zisado para fazer cópias de referêncis,. .-Tr.ibos os
lados de ''ozalid" são macios e brilhantes,
c)
G filme deve ser de acordo com as especificações estabelecidas para
base- e prccessanaento çlo filma pela Administração de berviços Corais
do
Covêrno. C/opois de processado, o conteúdo Isipo (bio-sulfato de. sodio) não
deveria exceder a 0^ OCe mg. pox' pó qxiadrado de filmo.
d)
0 fiime deveria ser guardado sob condições de temperatura .semellian
tes às recürnenda.das para documentos de papel, isto e, 170? -á 0?? ..'^, o 5C '/j
de humidade relativac
e)
Eraminar pelo menos lOT’ do filme no rnmimo uma vez por anc par'^
verificai' se ha:

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�Cheiroc fora do conrain
Bolor ou mofo
Irna^ena deocoloridac ou deobotado.s
Filmo arnacoado ou coir. bordi
Fihre quebradiço
Poeira ou qualq^uer tipo de po
Garrcícic erderrujadoG - já oe uca carretei de plástico.
Iquipamcníps
Ac camarac utilizadas para microíllnieG sao de dois tipos basi'

o»

a)
A câmara de stinorte olano. que é usada para microfilmarem (planeta
ria) de volumes enca.dcrnadoCj documentos de grande tamanlio í corno ma*
pac e gráficos) e a m.aioria dos documentos mais antigos. ITcrrnalmente
e
usado filme do 35 mrn (aproximadamente 1-3/3") de largura embora a maio
ria das câmaras estáticas possam ser adaptadas para IC mni (5/d").ITa ca
mara estática, tanto o filme corno o docomeuto ficam pairados durante á ex
posição,
b)
A câmara rjratória. que c geralmente usada para fotografia de alta ve
locidade de documentos modernos. C seu nome é derivado do tambor roía»
tivo pelo qual cada documento á alimentado pax-a ser fotografado. Cs docu»
mentoG podem ser colocados à mão ou autcmàticamente por meio de xun tíis.
positivo de alinxentaçáo. Cs tipos mais convenientes de material para alimentação automática são os cheques, fichas e foliiac de papel para carta ou
ofício com tamanlioG e espessuras iiniforines em bom estado da consemração.
3, 3
O Aparelho de Leitura e um dispositivo de projeção ou visor,utiliza»
do para aumentar a hx^gom do microfilme para proporção que possa ser U
da, ITa nnaioria desses aparellios a luz de uma lampada incandoscente passa através do filme e é focada por uma lente de projeção em uu.ia tela que
pode ser translúcida ou opaca. Cs seguintes fatos deveriam ser considera»
dos na operação do aparelho para ler microfilme;
3,3,1 ITo cari-egamento do aparelho;
a) Golocar o orifício quadrangular esdstente no lado do carretei
em
que o filme será enrolado na haste quadp^sTigular do aparcllxo dc leitura (lo-;'
calizado no lado esquerdo da parto superior do aparelho),
b) Desenrolar cerca dc 2 polegadas de filme do rolo com a mão(ocar
retel deverá desermolai' no sentido contrário),prender a e:rtrernidade
da
frente entre os dois rolos se houver dois, ou dando u-ma volta no rolosehou

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ver Eornente urn e passando através das guias ou barras de viJi-o (duas peças de vidro que mantém o filme em posição) até a fonda emstentono carr_ç
tel de alúmentação vazio existente na outra haste.
c) Jdnrolar meia volta do filme no carretei de alünentação.
d) 3-irar a inanivela do aparelho de leitura lentaniente no inreio para
ter certeza de que o filme está movendo devidamente e de qiie está girando
na direção correta.
e) Virar a parte ctiperior do aparelho^ se neceasário, de forma que a
imagem fique na posição de leitura e ajustar o foco.
3. 3. 3 ITa conaorvaçao do aparelhe de leitura
s.) Limpar com regularidade todas as partos do aparelho de leitura
que téui contato com o filme, uicando um tecido limpo, macio e sem fiapos,
O si;io no aparéllio do leitera c a priiccipal causa de aorasão do filme.
b) Inspecionar os rolos, particularmente os de matéria plástica, para
vér se tem partes ásperas qsie possam arreinhar o filma,
c) Testar o aparelho de leitura com regularidade (é sugeridouma vez
por semana) para verificar a tendência para arraniiar, uísando uma tira de
microfilme claro de 5 pés ds comprimento. Qualquer indício de aorasão se.
rá revelado se esse filme for passado e repassado algumas vozes. Cex^tificar-se de cjue o filme não sái arranhado toda vez que o teste for feito.
d) Fara manter o filme limpo deve ser pegada somente as esrtreniida
des e evita.r especialrnente de tocar na emulsão. For mais limp:is que as
mãos estejam, depositarão pequena quantidade de óleo, que é difícil de remover.
e) Ileniovei- somente xim rolo de microfilme do um recipiente de cada
v.ez, Quando terminar um rolo de filme deve ser o mesmo colo cade de volta
em seu recipiente.
f) Manter o rneesmismo coberto com uma chapa de plástico quando
aparêliio de leitura não estiver em xiso,
ITa marcação de filme para microimpreccão ou de cópias
observa-se o -segumte:

o

em filme,

a) do cada chapa em um rolo contiver um número consecutivo de che.pa, pagina ou fóllia, naturalmeixíe que não será necessário marcar o filme.

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b) Ge não houver nmneroG consecutivos no filrne, a chapa ou chapas a
serem reproduzidas deveriam ser marcadas com etiquetas adesivas sensíveis à pressão, em forma de seta. Ac etiquetas deveriam ser colocadas sò
mente no lado de trás {brilhante) do filme, nunca no lado da emulsão, com
as setas apontando para frente para a primeira chapa a ser reproduzida e
no sentido contyário da última chapa.
c) As etiquetas deveriam. ser removidas cio microfilme depois que a
microimpressão ou cópia dos filmes estejam preparadas e a ordem veriíiCctCiClc
t
d) I£odernam.ente usa-se o leitor motormatic acoplado com a copiado,
ra Icecordal: modelo EA3 para cópias positivas de microfilmes negativos,
com papel de óicido de zinco, usando "toner” líquido e tira cópia em IT. seSimdos.

4. IfATOREG DE GOlTVElIlDllCIA DA f/IICAOEIIG/IAESIA
A conveniência da microfilmarem de documentos se verifica por vários motivos:
(a) Fara preservá-los.
(b) Para public.á-los.
íc) Para redução do voulnie, economizando espaço, móveis e posEo^-l»
(d) Fara produção de cópias de ^'S-ia-ntia dos mesmos.
V
Embora quase todos os documentos possam ser microííDnados de tal
maneira qiae os microfilmes poderá ser utilizados, há vários ■.•acoros quetor
nam aljuns documentos mais convenientes para microfilmager/.i que os outros, Ssses fatores são chamados "fatores de conveniência", mies se relacionani tanto com as características físicas como de importómcia dos docu
mento s,
é. 1

Ac características físicas são as se.quintes:

a) Volume dos docmneníos. Como a niicrofilmagem re.cúta em um
produto compacto que ó mais barato no custo (Por documento) ^ rn comparação com os outi*o3 tipos de reprodução, íoma-sc um processo particularmente conveniente para a reprodução de documentos de grande vclume.
b) Disposição dos doemnentos. A microfilmagem c particularmentc
conveniente para a reprodução de documentos que estão diopestoe em uma
ordem racional aperfeiçoada, A ordem deveria ser relativaunonte simples,
ou seja, cronológica., alfabética ou numérica. Ge os documentes nao estive-

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rern or3’anizadoc em rm cisterna de facil compreencão, devera ser organiza
doc ou recrjanizadoc antes da rnicrofilmagem. Ge estiverem
or[;anisadoG
em um sistema complicado que deva ser preservado, devam ser inseridas
notas o;:plicativas.
c) ü'orma doc documentos. A microfilmarem ã conveniente particular
mente para reprodução de documentos em folhac soltas (não encadernadas),
que sejam de um tamanho uniformo ou quase uniforme e cujo papel e as tin
tas também sejam de tonsilidade e cor uniformes. IGmbora se possa microfilmar material encadernado cti. de diferentes tamanhos, da papel com tonalidades diferentes ou tintas de cor diferente, a tarefa é muito complicada,
d) O estado de conservação doo documentos: podem, ser microfilmados
comente os documentoc que ectão em boac condiçõec. A microfilmarem é
conveniente para. a reprodução de documentoc íeitoc em rnateriaJ
inferior
como o papel produzido de polpa de madeira, por causa da relabiva octabiii
dade do filme c svia fácil reprodução ce o meemo deteriorar ou for danifica
do. Os rnateriaic que esmaecem, quebram com facilidade, queriam, são en
charcados ou danificados do qüalquer outro modo, quase sempre podem ser
preservados pela microfilma£;em.
d, 2 As características de importância se relacionam corn o oeminte:
a) O caracter dos documentos; os documentos são de caracter isolado
ou conjimtü. Os isolados têm cada parte destacada com significado próprio
que pode ser entendido sem ser necessário fazer referências as outras par.
tes. Os arquivos preservados em virtude dos seus valores cOx.iO fonte de in
formação quase sempre consistem de documentoc icoladoc. Por o:cemplo:
lictac de paccageiroc, recenceamento, etc. Ha arquivoc porém que são utilizados no conjunto corn a inter-referência das partec. Vejamos alguns prin
cxpioc para estes cacos:
b) A rnicroiilmagem é conveniente para a reprodução dos arquives
presemidoG pelo valor da informação que contêm em virtude de serem geralmente conctituídoc de unidades completas isoladas.
c) .Hla não é conveniente à.reprodução de arquivos preservados
seu valor de prova, devido à interrelação muito estreita doc as.suntoc
complicada disposição doc documentoc,

por
e a

d) Também nãó o conveniente a rnicrofilmagem para a reprodução do
arquivoc nos quais as partes individuais requeiram cuidados quanto à revicão porque é difícil fazer isto depois de reproduzidos em rolos de filmes.

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e) Interralidadc doe clocunientoc: cende difícil e àc vezee ata iinposqí
vel fazer insertoG ena iiri filrae, uí:i 5'rupo de cocarnentoG deverá eer filma
do comence se estiver completo. ?J’ratando-se dc am arquivo cu ceiatro de do_
cumentação em e::pancãc, no qual se processa o acúmulo de blocos distintos de documentos, cada bloco pode ser microfilmado corno uma
tinidade.
For e.uemplo: cada ano separado ou cada espécie do documento, etc.
i) Conteúdo especializado dos documentos: é conveniente a rnicrofilpara a reprodução de documentos especializados por causa dc custo reduzj.
do de reprodução que pode ser obtido corn pequenas edições necessárias pa
ra obter custos rnais baratos em outros tipos de reprodução.
A laCEOFIAI-.CACEr.': ITA GUEEITS

5,

5.1 Proc3ssa.mento. dentro das normas do Eecreto r&lt;I. 3òG inicia-se com a
irnas-em de abertura onde se datiloç-rafa o conteúdo do filme a ser rodado.
?az-ce uma ficha paro. cada espécie de documento, omo e departamento, pro
curando-se facilitar o mellior possível a recuperação posteiúor através do
leitor maijiiaprint da ifodal;.
5. 3 F:cvelação é feita no mesmo setor onde esta instalada a processadora,
e todo equipamento de á"ua quente, válvulas de segurança e cuh'cs acessórios indispensáveis. Gs filmes são feitos em rolos dc 100 pés que equivalem a cerca do 30 metros. Usamos as dsias famas do filme e por icsoche"a
moG a fotografar mais ou manos 3. 300 documentos tamaniio ofício ou 14.OCC
tamaicho cheque. A prociura cio serviço ainde. é pequena porque alp uns depar
tamentos ainda não estão aceitando a mudança dc papéis empe^eirados por
rolos de filmes (tuo oodem conservar com muito mais semiranca os mesinos documentos.
O—"Tirjnri ^
kj'.J
«L.
Como o sistema de microfilmajern oompleto é muito caro eni^e rnanu
tenção cara, fica a seguinte sujestão:'um convênio das bibliotecas ou centros tíe documentação corn urna entidade por exemplo, coni um.a F.eitoria de
Universidade onde houvesse o sistema cofnpleto. Gs documertos seriam re_
lacionados e microfilmados nos órrãos onde houvesse tal sistema e a bibiiç_
teca teria apenas o leitor simples o’u leitor copiador.
A máqubia planetária é rnicrofilmadora para liamos, mapas e plantas,
prestando-se òticameníe para biblioteca, e seria de muita utilidade
para
prcseiu’ação de obras raras ou docimuentos sijilcsos.

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�- 13 -

7.

Er2i.I03R/i;?IA

CCAEACY, Ada I/Iaria,
Bibliotecag o mecanização.
rata ds LíicrofiliTiando, 2.^5):ü-lC, 13Sr;".
GU1TTI-IS3, Alfred.
1333.
3Sf.

Ic.n. t. | 5 f.

A mÍ2rofoto;?rafia nas bibliotecas.
(Gérie Eocurnentação).

"Gcpa-

Recife, GUDEITS,

HEROIT, Davití'Y.
TelefaccíraileQ en lac bibliotecas: Pro.-jrerjos y perspectivas.
Boletin de la UITEGCO para Ias Bibliotecas, Paris, S3(l):313, ene., feb., 13G9.
HEPJ3, Georr;:.
I/Zicrofilmagera por computador.
1^(Q):54-5S, maio, 1370.

Bit 3;^,d:e.

São Paulo,

OL-rVEIRA, I/iaria ce Lourdes Claro de.
Critérios para microfilmar docu
mentos.
Microfilmando, Rio de Janeiro, ^(10):30-?,?., out., dez., 1S33.
CLIVEIRA, Maria de Lovirdes Claro de.
Leis e re^mlamentos dão nova d_i
niensão ao microfilme.
Microfilmando, Hio de Janeiro, ?_( :):1S - 13,
3an,,rnar., 1SG3.
THUT, Marcello da Costa e Silva. Microfilmagem casou com oornputador.
Bit
São Paulo, M2):1S-21, set,, 1370,

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gentil mente por:

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�- 14 -

MCITT4), Ceverino Oilvio do Zi jiAPtGrUTZI, Carrnen Pejane de Carvalha
A j..iicrofilma;'era na documentação.

Recife, r3?3.

Vantageno de iriplardcação da rnicroíilma;jera noc nerviçoo de doctucientação, arqaivoG e bibliotecas, A i''evvdam3ntação pelo Decreto 24, 3S3,
C equipar.ccnto para raicroiilnaa^em. A oejquraaça doo docuraentoc e a facili
dade na recuperação dao informações contidas nos rolos de filmes, A rneca
nica da miGrofilrnaf-ern.' O serviço de rnicrofilrnavena na CUDSlTS.Cusestões.

�</text>
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Documentação&#13;
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                <text>Vantagens de implantação da microfilmagem nos serviços de documentação, arquivos e bibliotecas. A regulamentação pelo Decreto 64.398. O equipamento para microfilmagem. A segurança dos documentos e a facilidade na recuperação das informações contidas nos rolos de filmes. A mecânica da microfilmagem. O serviço de microfilmagem na SUDENE. Sugestões.</text>
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                    <text>7? CONGRESSO BRASILEIRO
DOCUMENTAÇÃO, Belém,

DE
29

BIBLIOTECONOMIA E
de

julho a

04 de

agosto de 1973.

Documentação Científica

e

Tecnológica

Informática.

Título:- Uma aplicação de computação eletrô
nica no arquivamento de
mapas - recuperação

plantas e

através

de

palavras-chave 3 por PEDRO LUIZ MAR
TINELLI.
Bibliotecário-Documentalista do Processamen
to de Dados da Diretoria de

Planejamento e

Controle, diretoria esta, pertencente ao De^
partamento de Aguas e Energia Elétrica,

ór

gão da Secretária dos

Fu

blicas do Governo do

Serviços e Obras
Estado

de São Paulo.

Membro do Grupo Paulista de Trabalho em Tec
nologia.

sócio da Associação Paulista

Bibliotecários.

Sócio da Associação

carlense de Bibliotecários.

São

Filiado ao Con

selho Regional de Biblioteconomia,
gião - São Paulo - C.R.B.

de

- 8,

sf

.Re_

inscrito sob

registro provisório.

DQC, CL TECNOL.

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1

�1

Martinelli, Pedro Luiz
Uma aplicação de computação eletrôn^
ca no arquivamento de plantas e mapas recuperação através de palavras-chave,
são Paulo 5 D.?.-Processamento de Dados,
1973.
p. 32cm. ilus.

M385a

Trabalho apresentado no Congresso
Brasileiro de^Biblioteconomia*e Documen
tação, 7, Belém, 1973.
1. Informação - Sistemas de armazena
gem e recuperação. I. Títulos.
CDD.
CDU.

029.7
025.3

^ Automation Classifica
^ tion Code 000.076.620

índice para catalogo sistemático
1.
2.
3.
4.
5.
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9.

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Armazenagem e recuperação - Informação
Arquivamento de mapas e plantas
Automatização
Computação eletrônica
Informação - Armazenagem e recuperação
Mapas (arquivamento)
Palavras-chave (recuperação)
Plantas (arquivamento)
Recuperação da informação

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IS&lt;

ty st em

�F. s r u II o

o rresente trabalho teir ^or finalic’aclG3
trarar consic^erarões sobre a aplicarão ao conputador, nui? arruivc de plantas e rapas,

registra

dos nos roldes tradicionais, eir. sua passager

pa

ra uiti registro feito por nrocessoD automatizados,
onde a recuneragão das informações serã pela

pa

lavra ^chavo d.o titulo, a nual reneterã ao tombo.

Digitalizado
gentilmente por:

\S.
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15

1

�I II T “l o D

A O

cu

r.opo en toc^.o Centro '■'.e Docur&gt;entacãc
Dibliotocanj,

on arruivon r2e ra^^ao e olanta s são

nco .oolf^^.er tradicior.ain, xA.ventoU"se, então I a

registrados

’^os5ibilid.ade

G.e automaíbisar esse sister.a =

Para tal^

são necessários-

-- não utilisar a classificaoã.o
- nrovid-enciar formulários a’^ro’^riaciOS
para codificar o material
- T^rovidenciar cartões apropriados

(car-

tão CO cols)

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�ri :: n c

i r

o

1. Para o bcr. anCLar*''.nto Coa aervirca, o Centre de Dòc:ir'enta'cBOf

ou. a P.úMiotoca oncic for aplicado ease ciatera, deve

rã ter iir'. neter ds anãlisc e prenaraeão eue, '^or nua vea,
entarã nu.’''dividido cn doio setorea-1.1o

Getor dc tra.balhoa tõcnicna = a esce se ter não
buídan ae Eeeuintes tarnfanõ
laaão;

’•')

reei3tro,

c)

a)

atr^

nrocessos de

'^erfurarão^

d)

cor~ni

verificação

ciar. inforrarõcEccr.' ’rr. çcr.”oa]L ’*ãsico ouo sao;
1 bibliotecário

(a)

1 auriilirr do biblioteca
1 ertrf^iãrio

(a)

1 i^erfurador

(a)

:cr de anãlirc e •oroçrer~aoão = atribuci'"se
ter tod.cr oa trabalbor. rnferantes

ao

ee

ao estudo, '^roçr^

nacão o autoratinação cios rorvioos.
e o e-5
4»

torra, do c.atalóc-ao.ao
•deqintro cto , arar e t dantac = o too.bar.or.to

das pian

tas o d.os np.-^as elevará ser er. fri.railãrios apropria ”
dos conforro ■•■od.olo cr. anero
n o «S^
n&lt;

Cor as info:ci iaçrses
prsenebidos,
colunar,

(r-u,adro 1 e 2) .

retiradas dos forrulários

os d.ac1os sio perfurados er-

já

cartees 20

conforidos, e finalro.nte, nrreessados, -^ara

f^v.3 c corriutaãor elaboro o irorirre.. o catâloço
nlar.tas e raoas, c-ae será distribuído catre os

das
uruá

rios do Centro de Dccurr.entacão ou Biblioteca.

0 catadcíTO

3.1. r;.rí^uivO"''ostrG = onõo i^scao centidar. iodas

cm

2

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ar infor

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�plantas
de
para cataIogo
formula'rio
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I Sc a n
st e m
I Gereflclancnto

■¥

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�MAPAS
CATALOGO DE
PARA
FORMULA^RIO
cm

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mações sobre as plantas e os mapas.
3.2.

índice alfabético de autores = para o caso das plan
tas emmapas que contenham autores.

3.3.

índ ice KWIC dos títulos
palavras indexadas.

3.4.

em ordem alfabética

das

* KEY WORD INDEX CARD.

índice alfabético de coleção = para o caso de mapas
e plantas que estão inclusas numa determinada série.

4.

Divisão padrão dos cartões

COLUNAS

DESCRIÇÃO

CONTEÚDO

1 a 60

Informações variaveis

61 a 70

Branco

autor, título, imprenta, colação,etc
•— -

p
11 e 72
73 e 74

j Sequencia dos cartões

i

Tipo de cartões

00= tipo de material, língua,
tombo.
01= autor
02= título
03=

imprenta

34= colação
05= processos de
aquisição
08= resumo ou informações que
desejar
10= obras em. du plicatas.

75 a 78

i Numero de tombo

79 e 80

! Ano de tombo
I

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4.1.

r.cc; varicr. ti^^^oc; c.c cnrtiõcG
4.1.1.

Carteo Ç&lt; 0 ~ utilisacic nar.n retestrar; e&gt;:en '■
7'lar cr cluT^licata,
rial;

tipo c-e nato

línpua atrav^o

te '-'iial

o

natorial foi cr.T-ia.nac:o.
4,1.1 .a)

rte^r;;rlj:rc_G = ^nara o caoo íc haver
ur crn^r^lar co i-aterial
pxstrado.

inais

ce

rus eata nendo

re

Coloca-ce nas colunas

2^ o n*^ CO Gj:ennlar cr:, duplicata

cte 11
(?;&gt;:.

a
F.2

7.3)
4.1.1.

h)
colunas 5? e SC^

sendo oug

de ratorial

para as nlan ■'

tas utij.asou"se o ^5 o nara nanas 13
4.1.1.

C)

Para linpuay ter os

nanco-3G d.as taJoelas C.c classificacÕGs
OI- i'j’.oricano
C2" Inglês
03-

' Ale

04- Francês
05- Italiano
OC" Fspanhol
07- ro2:cuouês
03- Latin.
0?" Grego
10- Outras línguas

Colunas
11

cm

1

*n — n9 de exennlaro.3

(S::. E.2, 7.3)

57

GO

tipo de naterial e. língua

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70

l^ranco

71

72

73

74 = tipo dc cartão

75

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V
secTuência do cartão I

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r^oa^r* fazor f^arto
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nayrt^o /f' = &gt;\t:ili7a(^o ■^a.ra Tr^^ia'^:^?»!" o?'
*^a&gt;*f;or; nroc^^aror &gt;^n pr-iii.cn'r*^n

^.1.7.

Cariar»

= ii.iii isa^o r&gt;aT-a. ira.r.rinr'*'^ão
r'^au.ro57 ou a^^^ura.a

Cr»

o’'‘por7^ar!r'Of!

ruo. rccoapür.’^ ror r~r'inira'’aa
^.l.í^. Ca.riãr i;? ~ r''rojr"a.'"'o -^ara. ror-.ir-tra.r
pa^r&gt;or anir-r',

çp

.ir for

dlT^lica—

■haa
Codifica.--ec. r.a rcruintc rancira,
1 - C

= r.o G a_ao r.o. torlo do rual

o

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o rno f"'o torbo d.o ra^^a ou

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ra ou a r'ij&gt;nta 5 durlicata
o
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57 G 5" = tino do F.vatcrial
5D G GO = língua
Cl a 70 = branco
71 c 7,7 = aonuôncir
73 G 74 = ti^^o dc cartão .(lí?)
75 a 33 =

nlarta gf dunlicata
5» lüKnlicaoao doa varior. roc-ietror
Arouivo-bectro = c crranizado scn ordcr rurõricn

de

torbo c estruturado cor irforr’arõc-.c
tiradas do cartõer )??)? e Ijã.

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�cr.trr: ■'rrc'cr. ■t:c'',o.c or. "cnr.r.
o

5.2.

ro&lt;"irurr/'or

r~’.f.-^ulzcrrr. ~
t.c.cor cr' or'"'cr

rfcr i^r-.a r^.ritc.

írí'ic':' r •!ir'c lie

nlf r.-icticr '’c rccr^nccor c'cr. c-itor^.c,

3rolc.c.lcrr&lt;''or. err'

r.''’^ f".c tor*

oc r^uri-r;

CO .^.r'”uivo~.r/''rtr': ■nar" ir,;':f-'rr’c,cõon r'.c.irj
c/cu
5.3.

xcr c+i^r*
õctr.lhc.f’co

c. r^.c^^^otccc.

ínr'j.cc r7'IC &lt;''c. títiulor- ~ "^r' orr’or- .'■'.Ifr.hõtic',

r'cDí:^,

cc tcc.c.r r.n ^^cJ.rvrc.c—cc.cvc f"’c "tJ.tulo r-uc

?.r.'''.C;

xacç.B err c r.lr-rl con''r'.r.cronr;.l, rnretoner r.trcvõr c'o
n? fXo torbo ;^ç.rr o c'.r'”uivc ror.trc, o rucl conter
forrc-çoon r.c.ic pnecis-sas
5.4.

o/oc. ■orre c rc^otee^.

inc^.icG rl.'?c.''''õtico r'^ co3.ccr.r n 5. urc lActcror. cr

or

c’.or rife.’ c.ticr

ro

colcrõcR &lt;“uo rcroto o UGurròc

7.r&lt;"uivo“.'I';.ctrc f''?.;rr rcioirc." cnclcrocércntoc,
•fc cou r.'’*
5.5.

j.n

tor'bo o/o*r

rtrcvõs

r. rc.rotccr..

Irif^ico f"e c}-irp.r rr^ rw^Hc.ctc = rclrr^^n

r'cf!

cJ^rc.r

or c^U’''licr.tc./ cr orccn ncroricc? rcrotonr^o

cenrro

ao 1*^ vcluro rorir.trr.ro.
G. Edirãe c'r 1 crtcloro
/noP tod.oc orco-c rroccnco.c concluído.c, edite—ro

m'

ertr

logo, cuc Irã ncr rictri;'uir.o ertro cc ccrr.r,lon.tcr..
I’rinoirarcntc, rlcvo-nc deterriner " ■•''crirdirid.r.d.c r'c

rc.c

no, do r.ccrcc cor r fluro d'. r.r.’^r.r: ou ■^Ifir.tr.r r*uc ur

Cen

tro d.a Dccur’ontr.rão eu Dibliotcc^ rcco’:G, rc", tcr.do

•''^or

nrc cr nonto ouc •? edierr "'■^or.as do ur c^tãlc^o anual d-i
xarã o rroc.-.r.cr r cio falbo oianto ã rccurorarõo do
rial rcrictrr.do,

r.rto

etc. rv-,o ca.ia r. ’'^rr::irr edirão an*ual.

Eo cd.itar raie d.c ur cntãlrro ■^rr mo, d^^vo-pc, no

f inal

do ar.c, faricr utt. aci-rulada den rorro.c.
Cor o catrlo&lt;f^o, o biblio-cocãrlo

(a)

tora lo&lt;~o à rão,

ur.

r.odolo ra.ic5 rãrido c r^ir eficaz d.'; fornecer ar in.forra ••
cõcr ruc oc uruãrior: ncccppitar.

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Diagrama dos registros s recuperação de
informações sobre o acervo de

MAPAS

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PLANTAS

lFOfiMyLÁR,IOS

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08
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r.crío PT'l.i.cr/'o, no ^ruo trn
ÇTO, àn T^lor.tr.n, no "■--.nrrtoronto

5^ur.r. o

"’noroir

Dlctricc. o.n cnp, "'r.rot.rri"'., Cr.rtro 7ccnol^rico r’..:. ri^
c^rou-Uc-'

(c.::.:.:.).

Ournto roo v'.r.nâ.r,,

jr. nc r.^^lic" ’"o Do^^r.r-trr^onto

c'.g

?.our.r; c lüncrí^ir. rictricr gp rur. Dr.rotorir. f'’o .Planojm^ento o Controle.

C 0 I. C L U r Ã O

iTo trabalho c::’^ooto, foi ohr.Grvr.r-o:
1.

Quanto r. catrlo-^roro
1.1, Ao rcorr.o hã.oicr.n do cotr.lorr.oã.o forar^ c^.osí^rGsar.a.r;
entretanto/ na. rer.icla fn

,

or,nível, •^rocurou-nc utili-

za-lar. na.s coc.ificarõcc.
1.2, 0 a.cir.a. croooto não c’ipinu.i cp nar a. a. of.ic.lêr.cia.
sistor.a rctro-rolr.tr.r’.o, ouo vop ncnc’o cr^^rooado

&lt;^.o
cor

tota.l c::ito.
2. Quanto r. clr.ocifica.or.c
2.1. r. clansifica.oã.o c'e aesuntos tar'hcr. dn± rloirear-a cl©

la

Cl o.
Seria f^uanc. iroornlvel rccu^^erar an inforr.arõcn atravõs r’cla
? 3

(nopente nen caeor

olanta^r- e na’^af?) .

On núp.cron nunca rr.o r-uficiontenente or’^ccíficon

c

Gjcatcn ^a.ra rocu’^Gra^ão, pa.?. r.ao puito úteir' oa.ra oue
nc tenha up.a or(?.cr, nao ootm.tcs.

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�c&gt;

P.ccu-^crrç~.o
A racu^crrrrc d.r.z infcmariõcf:, õcvcrp. ncr foit?. nor'^re p.t:rp.
võn c’on unitciT.os cu ■^p.irivrnr.-chr.vo, no lnC2.cc. IV.^IC
rcrccc or.rr. cc ror^octivcc i:or?&gt;or:, •no.-*.r&lt; cr.O.r.

&lt;-^uo
c cc.Cc.

r.c.cc. Dcrr. r.r&gt;^uívc.C.o ogIo r.üncro C.o torl-r ccrron^^cnCcn-tc

,

Gir. oGVctr.S; ouG c.cvcrp.o tor píco '^rovirr^or.tic cr5t:uf7.Põr.o

o

prcriG.rrclr.c, Gatcrx^.inrjicc r. cr.op,cic'.ar7''. C.c c?.C.c. vnp. rlclrs

,

ír.cilitcndo r.nnin,

r.inr7p. r.ir..\n,

p. loc~lizprro.

4, Vantr.cTcns
Og ;proc£Gsor r^ccarLizGc.oG cl?.c ro hi’"l.ictr.cr.ric

(p.)

r Ir.hor-

clr.dc de nr.ir r.p rotina, devido ?. floi^ibilidado. ano oorrep-"
trr&gt; aor trabalhos técnicos 7-'ihliotoconôr:'',icor, tornondo-sc
im si D toro. intearodo c dinôioicr.
4.1.

Inteorr.do = nolo P^^roorGitaricnto rülti^^lo do xar cartão
oara vários finalidades.
Cono caráter ilustrativo;
O cartão j?r., ruo õ c titulo, &lt;-uaJido indo&gt;:"'do cor •'.rro
la

(

)

o colocado T^ara oix-ocossar juntaro-ntG co'r

-

ura das fases do 'oroprara TC'ZC, ■^erfura. autoro.t.icajaer.
tc as oalrvras-càavG de titulo •o&gt;gíg. loitcra-ocrfr.r^do
ra, depois ord.cnador alfabéticar^ento e, '-‘rocessade
con a fase final de prograra,

~

dã a localisaoã.o deseja

da, rerritendo oara o 7'rauivo-!"estro e/ou raoctoca.
4.2, Dinarlco = •pcla possibilidade de controlo^^

correoão ,

renovarão constante, dando p.n consulcntc a o'nr'rt''U''.id.a
do de estar serpro atualizado cor os novos
feitos,

rei^^istros

tendo or vista a atualieaoão do ca.tã.lo'^o

-n&amp;

riodiesrente,
Tarhcr, o consulcr.to,

ser sair da sxia sala ou casa, -

sa.be o ruo conter o ar^-uivo do Centre de Dccur.entar~o
ou da. ribliotoca.

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COrUÍITAnior

1.

FIITAIC

o trr-hr.lho slvicüdo Gstr. on Rua fasG final c c .iriT^lantarão
nc De.pcirtar.ontc í.c í.ruac c Dnorçia Alctrica, nara autos o
nrocosncE

2. 0 ncsr.o '^rccccao, cnhora ur ^ouco r.ais cornlc::o,
sando classificação, Cuttor,
etc.,

já util^

assxmto or credor alfa&gt;ctica,

foi ip.nlantaclc no sotor c’o Docurcntaoã.o o no Proco^s

saxiento cic Daãcs da Diretoria d.c Plancja.p.Gnto e

Controlo

do Dena^rtapcnto do /.çuan o Enorria Elétrica, r&gt;ara
vros.

os

Li

Revistas, Artiçcc de revistas, ílanuais I.R.n.

3, L id.oia fundapontal '"-ara a in^^lantaçã.o
extraída de Centre do Processar.cnto do

desse sistor.a foi
Dado.s da

Escola

de Engenharia do rã.o Carlos, ruc desde IPCT jã se encon tra cn funcionaronto.

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                <text>Arquivamento e Recuperação da Informação </text>
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                <text> Palavras-Chave</text>
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                <text>O presente trabalho tem por finalidade: traçar considerações sobre a aplicação do computador, num arquivo de plantas e mapas, registrados nos moldes tradicionais, em sua passagem para um registro feito por processos automatizados, onde a recuperação das informações será pela palavra-chave do título, a qual remeterá ao tombo.</text>
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                    <text>79 C3CtIGFEf&gt;S0 BRASII^IPO D3 Bn^OTEmiODIIA E IXOT1HITr/=ÇÃD
n.FTfii, 29 EG OT.THO i\ 4 CE AGOSTO DE 1973

ÜefSá?a?Í3

CDÜ

002s651.56

SED

651.56

Basso éa

DOcuí^ixrArÃ) ciei^ttífica e TEa?oLõnicA. - nTEOrÇíto:cA

INEEXAGÃO for EESDOBRAmíTO
UM K)DEIJ0 PAPA

AEQUTVCB rORTOJ

PCR

SILVIA AUGUSTA MARQUES
Bibliotecária da SüEEíE-ASSESSORIA, TÍtelICA - CRB-4/0G

DOC. Cl. TECNOL.

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�SlNT-JxIO
X

" iiíix'RL'DUÇJ:0

2

- .wnríüio

2-3
do afotvo

roHTO E í:;EU ctiX^-iogo

3-

2.1

- "ormçSo âõs ColejÕGS

4-

2.2

- 1 •;^r:?vitar'£i':to do índice

2.2 -

5
5

D; -crc-iiidüiação do Catãlcçp por Voluire

2.4

“ li’: V !.s-iro - Observações..

6

3

-■

E ANALÍTICO

6

E..;pecj illcaçao ..

6

Suhõi‘,âL &gt;= 3 ....

7

X;.'0&lt;ocõ.Lirír:’':03 ..

7- 8

'•&gt;. ■&gt;

3.3
^ A

8- 9
DO'.:r?4í2?ios Ejc c:i’rA3njiDi.DE e ee PESsaiL

10

5

CirCdlAAb EíXí DOCüiyELTTOS

10

6

(xxoí-oTib

7

AEX42E....

10-11
11

7.1

- P.zglstro de Eo-en^mei-itos Técnicos

11

7.2

- riroLsciO dr3 Eocuiasr.-tos Administra-tivos

11

7.3

- Catlri lioieesa co Ar^Fiivo

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7.4

- E.rrprõofiiPD de Doojrtínbos

11

7.5

" Fo'l&gt;a lÀe rubs-titiiiçõc

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7.6

- Dactos Esbc.-líotiocs do Aj^ívIvo.

11

«

RESd^D.

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�líJEEXAÇÃO POR DE.SD03RT:MS:^?r0
12-1 ^S:üFLO Pi\RA.

/'RTXJIVOS ^'ORIOP

1 - INTEODÜÇVO

O progresso da oerputação eletrôxúca originou novos conceitos sobre SISTETlAf’&gt; DE IlIFOPíi^i^D, inclusi-^/e na área GGRENCU\L, a nível de ^
presas/ quer públicas quer privadas.

I«fc)dificaç5es substanciais se têm veri-

ficado, não sõ em relação a princípios estabelecidos, mas tarfcân a técnicas
adotadas.
Urge integrar a IIIFOFM\cSd, qualquer que seja a sua natu

-

reza - *IÊCNIQ\, CH27TÍFICA. ou ACfUMISrPATIVA. - na própria organização, crian
do-se SIDOIÍ-ÍAS e STJPSISTEI-mS qiKí, OOISTTiívTX), AEMT^ffíTDO e PHXESSANDO DADOS
(informações classi Cicadas segundo um critério), permitam um processo ded sõrio racional, e adequado a um objetivo predeterminado, dentro do plano tra
çado.
Informação implica (Xí'FECIMEí'JTO e FIÍJXO desse OCt^IEXin-lEMO.
ADMINISTRAR, am última análise, será converter essa HIPORMAÇÃO e RECURSOS(hu
manos, materiais e financeiros) em AÇÃO: TRAEAIÜO e RESULTADOS.

E, ondeqifu:

qias se trabalhe, aí haverá; também, PRODUÇÃO de PAPÉIS (DOCLMEíí]X)S), REUE -,
XD e RE3GISTR0 de todas as OCORRÊNCLAS.
Os AiRQUIVOS ^TDE!^OS, cuja organização e funcionamento

são

objeto da ciência da administração, têm sido, IIEXPLECAVEIí-lEIOTS postos
margem dos sistemas de INF0RI'1AÇÃ0 (EREUOAL, embora representem o aoervD

â
de

toda a experiência acumulada pela Empresa, espécie de MEMÕRIA C30LSTIVA.

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IHEXPLIC-A/mi^EíirE VOT. *=encte) EXCUTIDOS/ t^!rh«n, da área de
/NPLIC-ÇÃC CG técnicas docurxntais.
i’^iFQl]IVOS !'DpTCS, cm nosso entender, ocarçortan ativida
dos TÍPICAS âc IXXT.JTT7ITÇÃ.0, considerada, corx) GPSTÃD TF. PI-'PÊ1F paxa CC!'írTO
lE EE DCXXIMEriTOS £ da WORTCflO DCCLfTIÍEADA.
Manipulando \'o1ut&gt;:í aDreciável de PiAPêlS (DOClTd3;7rOS), ofe
recxTi eles carpo propício à prática da HKSXTiÇTO POR nESDCBPJiHELTIO, explorando o conteúdo dos docurcntos arquivados e imncndo una SISTElMánCA pa

-

ra FOPMirÃO DE CGLEÇÕGS e sua consequente ORDSMAÇÃD e JjXALIZArÃO no AR

-

QÜIVO
IJosso estudo apresenta ura I©D"IÜD para orga/iização do

AR-

QUIVO I^PEO do EMGKP^ARirt RCDCVUjlPXT;..
Aborda IS-SLITIO d^a nais alta, iirportância e atualidade,ha ja vista a ejqoansâb, no setor ?;úl&gt;lioo, ou no setor privado, de

trabalhos

vinculados a esse raro da enqenharia. Elaboração de projetos para rodovias^
sua construção e fiscalização, afora estudos de viabilidade, envolvem,PPOCUÇÃO de cilgunas dezenas e ate centenas de milhaires de PAPÉIS {DOQlonOS)
PAPÉIS esses que, IJEESSÍVEIS AO USO, e não AMCtTKADCS, deverão r^er conservados, findos os traJ-jalhos, por períodos nunca inferiores a 5 anos, segundo preoeituam as nomas vigentes para contratos dessa natureza.
Elaborado este MOEEüO oem a finalidade precípua de servir
à DOC73ÍSÍF'ÇÃO DE EI•10E^^ARTJ'• RODO^/IÍRIA, queremos salientar, ao teoriza

-

Io, tratar-se de uma SISTHATIjAíÇãO para a E•^F0R^1A^.Ã0 dos APQUP^OS MÓKTDS,
não importando o AESO^TTO ESPECÍFICO a REGISTRAR.
Terminologia e Metodologia rodoviárias, oem relação ' aos
elementos para recuperação dc informações ou de documentos - Firmas Ha

-

preitsiras, ílciaeclatura de Formulários, Subtrechos e nívol de informação ,
geral ou específica - foram fornecidas pelo Engenheiro Rotnildo Siqueira,cu
ja colaboração agradecemos.
2 - ^SODELO PARA ORGTIIIZArÃD DO ARílICVO r-DRTO
E EC SEU CATÍLOGO
A PFF3GÇÃ0 POR DFSDOBRAMEinO, do SLSTEMA TEPUCT COOPDE NAIXS, presidiu á elaboração deste líOrEDO, oom alteraçãas e adaptações euà
gidas por esse tipo de documentação: AIOTIVDS MORIOS.

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OciTibinarcírn-re técrJ.cas de DocumsntacãD (DIDEJSIÇZVO), Biblio
teconcrnia e Jirquivo, cxaii adequação e propriedade paora assegxirar, cxin o mo rior esforço e o iríenor gasto, a iraior eficácia, não s5 em tennos de GIJARIÍV e
PFESEIM'JÇfiO das CX)LEÇCES, mas tairbán e, sc±&gt;retu5o, de seu USO.
Tratando-se ds docunsntação ÍOREA, (XM prazo fixo de vigâi
da, fez-se opção por OirSlCGO em. forma de livro (Datilografado). Elimina dos os documentos, guardará ele para a Errpresa a í-Sí^RIA de todos os

seus

trabalhos.
A DOCUTENT;'Çf£» de ARQUIVOS ?XRK)S do ramo de ENGENHARIA. IG
DOVIÃRIA. deve ser organizada por OD^íTRATO, identificado pelos Contratantes,
por um

NÚSSRO ; numeração sequencial, no terrpo, dos contratos da Enpresa

cujos serviços devcnrão ser prestados.
Nao raro xm OCXN^rRATO abrange TREQíOS de mais de uma RDDO VIA, TREQiOS, por sua vez, subdivididos em SUBTRCCIÍOS, numerados progres

-

sivamente.
Í30SSO IIOnSLO considera um OOinRATD DE SUPERVISÃO da CCNS TEíüÇÃO de 3 (três) PODOVTLTS FEDERAIS assim designados por:
ODNTRATO 01
EODOVIA;S; BR-01, BR-02,.e BR-03

2.1 - FORM.AÇÃO DAS COLEIS

Os documentos relativos ao CCíJTRATO 01 - SUPERVISÃO
construção de Trechos das RCOjVIAS BR-01, BR-02 e BR-03 - organizam-se
RODOVIA, or. COLEÇÕES I.XICOCáiíEAS,

da
por

segundo sua NATUREZA, ASSUNTO e ORDEM CRO

NdiÕGICA ( critérios que se sobrepõem na qua^ totalidade dos documentos) e
AGRUPADOS por FIRMA E^ÍF^í:ITSIRA, ÕPGÃO OU RESIDÊNCIA e/ou SüBTRSCKO.
As COIEÇfeS, desmembradas em tantos VOLUMES quanto os nec®
sârios para um manuseio FãCIL, são aoondicionadas em PACOTES, numerados ocm
a série natural dos números.
Os PAjCOTES arrumem-se nas estantes ou ARQUIVOS, mais

ou

menos arbitrariamente. Na medida do possível (questão de formato dos doca mentos), devem ser colocados juntos os PAOCTES de uma meana OOIEÇÃO PARTI CÜIAR.

�5
Para cacJa un dos T?T)ÜJTF.F, faz-se, cam FORíCILSRIO r^róprio
(7.1) , FIXílSTPO dos VOIJU^ES Que o corpoon, especificanâD-se ndnuciosa ir&gt;ente c seu conteúdo, além de particularidades ou irregularidades prjrven
tura existentes.
h cada xm dos FEGISTROS se atrüiui ur?. N9 DE J-CEGSO, to
mado ao N9 do oaoote cujos documentos ele .arrola.
O F0EX5ISTRD tenx função dupla: LEVANTAR O ACERW âo do ~
cunentos do OOITTRAaD 01 e DETERf-llNAR um LÜGAR FIXO no ARQUIVO para cada
um desses paootes.

au sendo urr. REFEErLLCIAL, poderá, tantóm, reduzir

o

número de consultas diretas ao próprio documento.

2.2 - lEVANir^MEIJTO DO ÍNDICE

Oom base no LiEGISTRC, Icvanta-se m SOICE ANALÍTICO ALEAEÉnOO RHCCSSIVE), de NOTAÇÃO ÍÍUMÉRICA, - para cada uma das PODOVLAS
en questão.
O ÍI^ICE é ELEMEAHO ESSEííCIAL ao CAÍIÃLOGO
Ê através dele que se tem A-CESSO aos DOCUMENTOS e/

ou

INPWítíAÇCES do OCNTRATO 01.
Tem por míALIDADE Toermitir a LOCALIZAÇÃO IMEDLATA. e a
PKXm FUnJFEP.^^í^D da uraa OOIEÇÃO FMÜJICÜLIR, de um WLU^E, de un DOCÜ^E^?ID e/ou de uma ETORíAiÇÃO, GERAL ou ESPECÍFICA..
REGISTPD G ÍNDICE .ANALItico conpletam-se e, juntos

,

oonstituan o CAíTÃLDGO DO CCNIRAIO 01.
Os REGISTROS, ordenados por N9 CE ACESSO, formam os
(três) primeiros volumes, um por Rodovia; o ÍNDICE

3

AíIWjfnoo, levanta-

do, tarbén-., um por Rodovia, corpreende, iguaimente, 3 (três) volunes.
2.3 - DISCRIMIÍIAÇAO DO CAilÃI/XX) POR \70LUMÉ
Vblurre 1 - Registro de Documentos - BR-01
Volume 2 - Registro de Documentos - BR-02
Volume 3 - Registro de Docur^tos - BR-03
Volume 4 - índioe .Analítico ~ BR-01
Volume 5 - índice Ainalltico - BR-02
Vblume 6 - índice Analítico - PR-03

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2.4 - REX3ESTPD - CESEHVPÇCES

N? EE 7'iCESSO - OorrespondG ao ítOmePO DO P?COIS e figura em sm etiqueta.
tüETiÇíiD

- Conjunto de líTl-EROS, em disposição OOíTVENCICX^íri. Indivi dualiza os VOIIE-^S de um P/iCOTE.
- Ê R3PKESE7im\ por; N9 CE ACESSO, TRAÇO, I'?? EE VDLIIE e
PT^RÜ-TIEEES cora o N9 dos EPiSCÍCüIOS que O ooipõem, se for
O caso.
Ex:

5-2 - Volume 2 do paoote 5
44-3/5 - Voluae 3,4 e 5 do pacjote 44,
55-1(20) - Volume 1, que oompreende 20 fascículos, do

paoote 55.
- É transcrita em cada um dos VDLCfES, na C^PA, ao ALTO e â
DIREITA.
- Aparece, também no 3l©ICB AtlALÍTICO, Ã DIREITA da EÍTRAaA
a cujo DOCUMENTO e/ou IMPOK^AÇÃD Dl\ ACESSO.
ABREVIATURAS E OCS^A/ENÇGES - Pelação de abreviabjras e cxjnvençces adota das, de^/an figurar no REX3XSTFO e/ou ítroiCS, em folha es pecial.

3 - ÍNDICE A1AI.ÍTICO

3.1 - ESPECIFICAÇÃO

Adotada a sistemática INDEXAÇÃO CCOREEIIADA POR CESDOBm
&gt;ENTO, com adaptações exigidas pela apresentação de um CAlSlOGO on formato de LIVRO.
Levantaram-sa ETíIRAESAS várias para um mesmo DOCCMEÍTID ou
INFORMAÇÃO nele registrada, segunde o ASPECTO ou ELEÍIENTD INFORMATIVO que
se pretende destacar, visando à I^CXJPFTVÇÃO de uma COLEÇÃO DE DOCUMENTOS,
no TODO ou €3U PARTE, de UM SÕ VOLUME cu D0Cü?T2IT0 OU de xma INFORMAÇÃO ISC3EADA,

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3.2 - SUBDIVISÕES

0 ÍM5ICE iSíALÍTICO ccií^rsendje 2(duas) partes, a saber;
la. Parte - Arrola, em OPIEM .?iLFAHÉTIcr., J&gt;53UjT0S - GERAIS ou ESPECÍFICOS - FOPMvJIAPvIOS por sua ECMSdAsTUHA, N(X1ES de Firmas Ba preiteiras, Órgãos, rssidSncias, en KTTRADAS ÍIÜLTIPIAS, tantas quantas
forem necessárias à

do 00^7IECD0 dos DOCUTS^RDS.

Essas Eí-TTPADAS ^'ÓLTIPLAS correspondem, se se trata de IDÉIAS
GERAJS, aos íl-DICSS SECUmÁRIOS ( niPREITEIPAiS, EOPPiUIÓRIOS, SUBTREODS)
e csos TEETOS CDCRDEIFiDOS £3 £0 referem a IDÉIAS ESPECÍFICAS.
2a. Parte - Arrola, am f-.D! AIDJAPEÉTICA, por SÜBTEEaDS e‘PESIDÉMCIAS ,
03 DOCUííENTOS que a eles se relacionam e cujas E^5IRADAS são
feitas pela sua l?O^SCLATü^&gt;A cu naturesa.
Por último, uma SSÇÁlO com os docurrentos que se referem
a

uma das FDE07IAS, sgiü erpecificações de SUBTEEaiO.
Levanta-se, taiibéia, um índice especial para aqueles DO

Cü^5ENT0S (geralmente administrativos) que se reportam ao CCNTRATO 01

,

sem especificação de R0DCVI.A.

3.3 - FFCCSDLyiDTIDS

a) Fazem-se inúneras FEMISSrvFiS das ELEPArA^ não adotadas para as adotadas.
b) A cada uma das EíJTPADAS corresponde uma 133TAÇÃO, que ICCALI21A e FKUEERA OS DOdl-EixPCS e/ou a INFORMAÇÃO que ela individualiza. Exeetuamse as FEMISSIVZ^.
c) A SÜBOPDHÍAÇ&amp;) de ASSliíTCS - mais de m elenento ou nível de infor

-

loacão a registrar - ê indicada por DESVIO DE PAEGEíi - 3(tres) espaços
Ã-DIPEirr..
d) Quando ooorrer dois ou mais TEPílSS sibordinados a um precedente,

e

que se referaa a EíFORLAÇÕES contidas num mesmo volume, a NOTAÇÃO cçe
reoe Ã DIEEITA do Clth-30 TEPPD enmciado.
e) Duas ou mais NOTAÇÕES paia ’am TEn-B significam um mesmo ASST17ID tra tadc em. dois cu mais volumes.

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f) rs SIGTjTS e seu nca&gt;e por crítenso figur.Trr. no ÍTTDICE na ordem a].:^r-ix'i:ica qvie
lhes oorrespor.õe.
g) Os roTTCs das
constam dos Registros na Réric E^í-ENS.*'JOS. agrLÇDa-dos por Firmas I:Yrpreiteiras.
h) A AIFAnET?ÇÃO_^dos 'EITCS no felDICE obedece ao critério ds PALAVRA, per PAIA
VRA,. Disposição das EI'lTl\riDAS de acordo cor. a r'7í-106-1968.
i) A oorraspondencia (documentos administrativos) relativa a um. contrato inte
gra-se no acervo dos documentos técnicos.
3.4 - EXE'D?LIFICAGÃO
a) Firmas Erqprnito,i.ras representadas por Momes Fictícios.
b) CE, CQ, EI7 "■ Formulários Técnicos, respoctivamente; Controle de Execução ,
Controle de Qualidade e Ensaãos, identificados por oédiqos nun^xioos,
a.
critério das ünpreiteiras.

Eoletim de Sondagem
M. SA
^
BRANDFD Oa^ISTFUTOrES S/A
Análise Estatística
Granul'Cnetria - Ccmpactacão - CRB
CE - (XDTITíOIS DE FIXSCÜQÃD
CE-...
CSCSCECS-... ^
Oorres.pond.éncia expedlr7a para;
Contratante
Residência n9 1
Cbrrespcndencia reoebida de;
Residência n9 1
OQ - CaTTPOIE TE QTEJjinAXE
0Q-...
- •
CQ“
Densidade f3e Pista
W. - EíiSAIOS
EN-... - Por Servãoos
Ei-T-... - Per Saibreiras
RJ-... - Por Serviços e Saibreiras
MEDIÇ&amp;S_^
ífedições Parciais
la.. e 2a. Ffedição
•Ffediooes Provisórias
la. !Asdicao
_
Projeto Geométrico; -Verificação de.
Itelatõrio de ^Andamento de Serviços...
Relatório Diário do Fiscal Gerai
Relatório Final
&gt;•••

5-2

7-5/G

43-3
44-1
44-2
44-3/5

..i

51-2
51-3
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18-2
8-13
22-1
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22-2/3

15-1
15-1
G-5
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Relatórios Técnicos Mensais ...
Resultados de Verificação.

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OCNCTRUTOFES S/A (c»nt.)
Revestirvnto, Controle de
Seções transversais para efeito de Medições
Sondagem à Fcrcassão

..
8-13
.81-5(13)
6-1

CACEENETAS DE TCFOGRAFIA
Subtrecho 1.1
1969 - fev./jul
açp. /set
out./nov
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1970 - jan./fcv
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SUBTFECHO 1.1
Análise Estatística
Graniolometria - Corroactação - CRB
M. SA
'.
Doletim de Sondagem
M. SA
CArEFNETAS DE TOPCXSRAFIAx
1969 - fev./jul
ago./set
out./nov
dez.
1970 - jan./fev.
mar./abr
cálculo de deflexãa
CE - OCNTSCIE ES EXEX3X:Ã0
CECEM. SP.
OQ - CCtíTROiLE EE ©3ALIDAEE
00-...
M. SA
Deflexão característica
EN - ENSAIOS
EN-... - Por Serviços e Saibreiras
EU-... - Por Serviços
EN-... - Por Sciibreira.s
EN-... - Por Serviços e Saibreiras
m: SA
Ensaio Marshall
Eblha de Diitensionamento
Gráfico de Progresso de Serviços
M. SA
I
Livro de Ocorrências Técnicas
M. SA

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4 - DCCUfENTOS DE CCOTP£ILIDPiEE E DC PESSCM.

Os docursntos de CTíSTTABILIEMí: e de PESSOAL (^IMINISTPvZlTIVDS) orqanizam-sG cm OOLEÇ-CES AUrÔí-OlTíS, oom REGISTPO (7.2) g

Í^'DICE

próprios, obedecendo, -orérn, às diretxizes preconizadas Pcira os docurnen tos TÉCíKXe.
Encadernados por TIPO EE D0CUME&gt;nD e em SEQü&amp;JCIA CPO NOLSGICA - ano, nês, dia - são identificados pelo N9 DE PEGISTRD que OP. CENA os WLÜMES nas estantes (ÍJÍQUIVOS) e PEPMITE

sm RECUPERAÇÃO median

te consulta ao ÍNDICE.
A numeração dos REX!?ISTRDS é CClTTÍÍíUA por AÍ'K) e o ÍNDICE
levanta

os documentos pelas suas designações e por MÊS, ocm subordina -

ção, se for o caso, para EMIISNTE e/ou EESTINATtyRIO (pessoas ou órgãos).

5 - CirCUIAÇÃD DOS DOCUÍ-ENTOS

O USO do ARÇPIVD ÍORTO ê assegurado pelo ÍNDICE ANALÍ TICO e formulários especiais controlem a irovimentação de seus documentos.
- CARTA REMESSA - Arrola, depois de selecionados, os documentos que

se

destinam ao ARQUIVO (7.3)
- PAPELETA EE EMPRÉSTIMO G PDIÜA CE SUBSTITUIÇjjD (7.4 e 7.5, respectiva mente). A primeira segue as rotinas tradicionais de um Serviço de Etoréstimo;

a segunda, ocupa no pacote o lugar do documento orprestado e pode-

rá ser utilizada vezes sucessivas.
Um últino Eomulário - DPJX)G ESTATÍSTICOS DO ARQUIVO
(7.6) tem função administrativa; fornecer informações para xima avaliação
quantitativa e qualitativa dos serviços prestados pelo ARQÜTVD.

6 - CCfTCLUSÃD

O rífOEDO apresentado abre â documentação, especialmente ã INEEXAÇÃO, perspectiva promissora de aplicações novas, num camno
da indevassado e, praticamente, vetado aos documentaristas, qual seja
dos A.RQÜIVOS Í-3DRTOS.

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Demonstra, outrossim, que interdependências e interações
entre técnicas várias são condição essencial â montagean de sistemas

de

informação.
7J^CUIV0S ÍIDRDOS constituo". unidade fundamental de un si^
teira de

GEFEITCXAL que, através

de un tratamento adequado

da

informação, visa a estabelecer na errpresa um processo de decisão racional.
A montagem de ARQüIVDvS r-DRIOS envolve etapas escalona
das, algumas anteriores à iirplantação do próprio serviço, a oaneçar

-

pela

disciplina (conteúdo e forma) na PHDDÜÇÃO dos PAPÉIS ; DOCüMEI-nOS TÉCNI

-

OOS OU AEMIMISTR^^jriVOG.
A INIEXTi^ÃO POR EESDOBPAI-EWID, sendo uma LHOJAQüM

no

FIAD EA yAUIEXAÇÃO, é a técnica indicada para, em moldes atualizados de tra
balho, mas de baixo custo operacional, OCKPROIAR DOClMiNTOS e/ou INEOPMA e ESTRÜIUiAR SE^^ÇOS EE DOCU^TT^ÇÃO de qualquer natureza.
Recomenda-se aos documentaristas especial atenção para o
que representa °seu eíiçrego (gastos mínimos para un alto rendimento) na organização dos ARQUIVOS íOroOS.
Saliente-se que, em. nosso País ainda se vive, na grande
maioria dos casos, naquele estágio de uso do oarrputador chamado, pelos teô
ricos do assunto, de o EST?DO SUPERIOR DA MEX3\N0GRAFIA, isto ê. Utiliza

-

ção do GKMJEADOF. tão semente para mecanizar procedimentos administrati

-

vos RCfECSEIRDS e REPiErmVOS, antes r#í-lUA[í1ENIE EXECUTAEAS.
an DOCUMENTAÇÃO, entre nos, é o que se verifica.

7 - AMEXDS

7.1 - Registre de Documentos lécnioos
7.2 - Registro de Documentos AjàriiriistrativDs
7.3 - Carta Remessa ao Arquive
7.4 - Eirpréstimo de Documentos
7.5 - Folha de S\±&gt;stituiçio
7.6 - Dados Estatistioos do Arquivo

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RESUMO

M'ú%üES.- S.t.lvia ."^•.uçroBtP. Indarcação TX^r desêbbrap^Jitc; ua iroc'elo para r&lt;rqoi\T'S f-tortos .
J?elf5iTi, Museu Goeid?., iíí73. "rrabalho apre Eenteao :&lt;! 79 Congresso Brasileiro de Ei bliotec?sno?nia e DÕcarasntação, Belân 29
de
julho a 4 de agosto de 1C73."
í^iodelo para organinacão e funcionainento de 7\rqvu.vos Mor tes cs Engenharia Rodoviária, segvndo a sisteiãtica de H-roEXTiÇro
POR
DSSDOBEA^!ENIO con lavantanento oe catálogo eni forma de livro. Canbinara
se processos técnicos de Documentação, EiblioteoencnLa e T^rnuivos, visando à guarda e preservação do acerbo e, sctirstoido, seu uso. Documentos organizados em coleções hatogéi^eas, desmembradas en voluraes^aoen dlcicnados cm paootos e cujas infonrações são recuperadas através do
ÊíDICE i^I'L\LÍTICO. Ponr.”lãrd.os espaciais registrara e asseguram a circulação dos dccimentos. Daccantacrío acninistrati'/a tan'béra é estudada .
Catipo no\o de aplicação da
COOPJSnTiDA, POR DESDOBPJiMEJ^no que
representa uma
no RL?® Di NJIOWC^D.

FIBLICGF^iFIA CCíiSÜLOi-irA
BR^TS, Valmor A. Sisteroa de informacãe gertBncial. R. Adm,. Enp. fRio de Ja neiro, 3^ (3) ; 21-29, jul./set., 1971.
CADES, Itoland. Oamo se dccrientar. Trad. ca Sampaio Marinho. Idsboa, Edi torial /s.d.7
M?iR(XF*S, Sib/ia Augusta. Doa.rrr3'xtacão Caç-iico-Aidministrativa e seu controle oau Termos Ccordmcraa.
Eorizente, Assoe, de Pib.1j.ctocãri.os ^
Minas GeraJ-s, 1971. ''Trcabíiilao apresentada ao
Congresso Brasileiro de
Piblioteccnarãa e Documeiitc.ção, Belo Horizonte, 4 a 10 de julho de 1971".
20 f. mimeogr.
í-íARQlírs, Silvia iAugusta. A propósito da Termos Goorâenados.Rio de Janeiro,
Fundação Getúlio Vargas, 1970. 14 p. rrdjnsogr.
MARQUES, Silvia-Augusta. Tenros Ccordona;3cs. 3. Eoon. SUDSMS, Recife, 5_ (1):
jaji./jion., ISfjP.
MASCN, Ellssiorth. O estouro de grande balão de gás ou os cxariputadorGS revelados para um cavalheiix) de mialidade.Oãran. por A..ri.Briquet de Lotos.Era
silia. Universidade ds Erasilia, 1971. 19 f. xeregr.
MIRifTDA. Ifetto, 7i.G. Aspecijos semânticos do thasaurus.Pio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, 1970. 10 p. miimogr.
Ifetto, A .G. Cib&lt;5rnétiçy? a infcrréln.ca..Rio do Janeiro, Fundação Getulio Vargas, 1971. 20 p. miraaogr’.
SILW^, Benedicto, Origem e exobrção dos escriterss. Pio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, 1970. 32 p. mimeogr.

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�7.1 - Registro de Dooiientos Tecnioos

FJÍX5ISTP0 DT: DOai-EiTroS TfCJICOS

C3ontratos - EíspecificaçÕes

I
I

Contrato:

Rodovia:

j Supervisão

N9 de aoesso:

■ Pro v.de Sngenhar .Obra;
Serviço;
I Est.Viabilidade

Volurtes

Listagen dos DÒcxrientos
ífetação

Dados corplo^tares'
e/ou observações

Relação por Volume

FOrmato

Data:

Preendiidb por:

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�7.2 “ Reç7Ístro de Documt?-ntos .^jdninistratAws

TKGISTPO EF D0a.r'ni7r0R fEMUÍISTRraTVOR

r^rso.

r-eçBo i

FoUia.
Listagen dos npcupentos
í?9 ce PegiPtTQ

Dia

Discriminação

Itormato

Prír;rrhido por:

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�7.3 “ Carta Roressa ao íorrjuivo

Data;

RET1ESSA 7^0 PJ^JTVO
_

Órgão reneténte:

/

localidade:
r~
}

Técnicos
|" "j T

Era anexD os seguintes documentos

/

jAdministrativos

Relativos ao contrato;

Formato

Data;

/

Cbservacoes

Especificações

ipo/DeCerência ,

A-4

Data;

Visto;

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/

C!i\efe db Setor íoriuiw

rtespcnsãvel emitente

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�7.4 - EMPRfST]140 HE DOCUMElTrOG

I

EMPRÊSTEíO EE DOOÍ-íEfTIOS

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DocuiTiento (s)

s
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7.5 - Polha ce Substitxiicão

FQUiA EG SLT3SCTIlJIÇfD

Oontratx);

N? &lt;fe soesso;
Volurae ;

Unidade /'^dninistrativa/Técnic»

Errpréstiitio

Devolução

I

Ponrato A-4

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�7.6 - DadDtí EGtatístic3DS do /^arquivo

n?!rcG EST?:rfsi’ico8 do t^poüivo
Rsoabimento:
Contrato:

Pacotes:

Volunes:

Tratainento por voluites
Formação de Coleções;
Registro ;
rioondicionBFento:
Tiroxaivamento ;

Circulação
Consultas:
Etoris tiros:
Atendimento por 1te3.efone:

Serviços Administrativos
Oorxespondência e^çiedida;
Correspondência recebida:
Folhas Datilografadas;
cópias xerox:
Encadernação :
Destruição de documentos:
Contrato:
Pacotes n9s:
volunes:

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Chefe do Setor de Arcn^yo

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Modelo para organização e funcionamento de Arquivos Mortos de Engenharia Rodoviária, segundo a sistemática de INDEXAÇÃO POR DESDOBRAMENTO com levantamento de catálogo em forma de livro. Combinam-se processos técnicos de Documentação, Biblioteconomia e Arquivos, visando à guarda e preservação do acervo e, sobretudo, seu uso. Documentos organizados em coleções homogêneas, desmembradas em volumes acondicionados em pacotes e cujas informações são recuperadas através do INDICE ANALÍTICO. Formulários especiais registram e asseguram a circulação dos documentos. Documentação administrativa também é estudada. Campo novo de aplicação da INDEXAÇÃO COORDENADA POR DESDOBRAMENTO que representa uma LINGUAGEM no RUMO DA AUTOMAÇÃO.</text>
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                    <text>72 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCIBIENTAÇAO,
Belém,

29 de julho a 4 de agosto de 1973

CDD - 025.2 18&amp; ed,
029.9669 18a ed.
CDU - 026:669.1:025.22+025.5 USUvIINAS

Documentação Siderúrgica - Sistemática numa Empresa

PROCESSOS DE AQUISIÇÃO E DISSEí/IINAÇÃO DE INFORMAÇÕES NO

CE1'ITR0

DE INFORMAÇÕES TECNICAS DA USIMINAS
por
Lúcia Maria de Oliveira Lage
Bibliotecária do Centro de Informações.Técnicas da USBíINAS
■ nS 223 CRB - 6 - M.G.

�S U M jí R I 0

RESUTáO
1.

INTRODUÇÃO

1

2,

AQUISIÇÃO

1

2.1

Livros

1

2.2

Noraas Técnicas

2

2.3

Periódicos

2

2.4

Artigos Avulsos

3

2.

^

2.6

3

Patentes

3

2.6.1

Nacionais

3

2.6.2

Estrangeiras

3

3.

DISSECálNAÇÃO DA INFOmUiÇÃO

3.1

6

Espontânea

6

3.1.1

Infomaçõcs Bibliográficas - IB

6

3.1.2

Boletin de Patentes

7

3.1.3

Circulação de Periódicos

8

3.1.4

Indicação do Artigos

8

3.2.

Solicitada

8

3.2.1

Pesquisa Bibliográfica

8

3.2.2

Eomecinento de Cópias

9

3.2.3

Eapróstino

3• 3

cm

Traduções

....10

Vendas

2

3

4

11

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st e m
r

�1

1. INTRODUÇÃO ,

A finalidade deste trabalho é apresentar

algumas

das atividades desenvolvidas no Centro de Informações Técnicas da USIMINAS e,

sem pretenções a inovar,

expor experiências vivi-

das e peculiaridades de um serviço especializado niuna Empresa si.
derúrgica.
0 Centro de Informações Técnicas - CIT,

dentro

de

sua função de assessorar cora dados e informações todas as unidades da USIMINAS desempenha, diversas atividades.

Entretanto,

este

trabalho se limitará àquelas referentes aos processos de aquisiçao de publicações e disseminação de informações. Nao serão
í

bordadas,

I

e seleção de informações,
nicos,

aqui,

as funções técnicas do órgão,
pesquisa externa,

elaboração de estudos,

etc.,

e armazenamento de informações,

a-

como planejamento

análise de dados téç

nem tampouco o processamento

a fim de nao torna-lo muito

tenso, , fugindo aos critérios de normalizaçao,

ex-

adotados neste Con

gresso.
Também,

por este motivo,

não foram introduzidas

corpo do trabalho quaisquer ilustrações.

no

Elas serão apresentadas

em projeções durante a exposição. Os interessados em maiores detalhes poderão solicitar à USIMINAS - Centro de Infonnações Técnicas (Rua Timbiras 2349 - C.P, 806 - Belo Horizonte - M.G.).

'

2. AQUISIÇÃO

A aquisição de publicações destinadas a todos os se
tores da Empresa é centralizada no CIT. Apés a seleção,
feita espontaneamente ou por especialistas do CIT,
solicitações de setores interessados,

é

ou baseada em

dá-se início aos processos

de aquisiçao que seguem rotinas diversas,
blicação a ser adquirida,

que

conforme o tipo de pu-

a saber:

2.1 Livros

E feita inicialmente, uma verificação nos catálogos
de autor e título e nos fichários de controle de aquisição,
fim de verificar se a obra está sendo adquirida ou se
na Empresa. Caso isto ocorra,

já

a

existe

é verificada a conveniência de

a-

tendimento ao usuário através de empréstimo do exemplar existente ou,mesmo transferência definitiva da obra para o setor solici.
tanto.

cm

2

Goralmente,

3

4

5

é esta a solução adotada,

6

Digitalizado
gentilmente por:

sé será

14

adquirido

15

16

17

18

19

�2

outro exemplar,
setores,

em se tratando do obra para uso permanente

como caso de manuais,

tabelas,

Decidida a aquisiçao,

normas,

dos

dicionários,etc.

6 encaminhado o pedido de com

pra ao Departamento de Compras da Empresa,

fornecendo-lho

as informações necessárias à aquisiçao da obra:

autor,

todas

titulo, £

ditor e seu respectivo endereço.. 0 referido Departamento efetua
os levantamentos de preço nas livrarias especializadas
sas praças dc Bolo Horizonte,

Paulo,

tras que tenham sido indicadas,
condições comerciais que

Rio de Janeiro,

o realiza o negócio,

e

ou-

dçntro

julgar do melhor convoniencia.

obra estrangeira não,tenha sido encontrada no país,
ciada sua importação.

das diver

das

Caso uma

ó providen -

Se surgirem dúvidas ou dificuldades duran-

te o processo de aquisiçao,

o Departamento de Compras

consulta

o CIT para as decisões necessárias.
0 cancelamento da aquisiçao só' acontece cm casos ex
tremos,

como:

edição esgotada,

obra no prelo,

ou caso do impossi

bilidade total de localizaçao da editora ou do fornecedor.

2.2 Noimias Tócnicas

Sao adquiridas polo CIT junto às seguintes ontida des:
a) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORIvíàS TÉCNICAS,

para o

caso dc normas brasileiras ou editadas por entidades normativas
oficiais de outros países.
b) GLOBAL ENGINEERING DOCUMENTATION SERVICES LTD..
(3«950 Campus Drive - Nev/port Beach,

Califórnia 92.660 - U.S.A.)

para o caso de normas editadas por entidades normativas nao oficiais e cujos endereços são desconhecidos no exterior. A

GLOBAL

atepde com bastante eficiência e rapidez os pedidos a ela dirigi.
dos.
c; Entidades normativas estrangeiras,

nao oficiais,

para os casos em que se dispõe dos endereços das mesmas e com as
quais o CIT deseja manter contacto permanente.
Para acompanhar as atualizações das normas tócnicas
de interesse da Empresa,
dc normas. Para tanto,

o CIT mantém uma coleção de catálogos -

no segundo trimestre de cada ano,

sao en-

viadas cartas circulares à ABNT. e às entidades normativas
oficiais,

pedindo seus catálogos correspondentes ao ano cm

não
cua&gt;-

so.

2.3 Periódicos
Os periódicos são assinados dirctamente

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

junto

15

16

às

17

18

19

�3

editoras ou sous roprosentantes,

atravds do carta. Nao há

im-

presso especial para esse serviço.
Para a aquisição de periódicos

japoneses,

pondência é enviada ao Escritório da USIMINAS,
Tóquio,

0 qual toma as devidas providências

a corres-

localizado

junto às editoras.

Os processos de assinatura sao controlados
do uma ficha própria

(projeção l),

,em

através

onde sao anotadas todas

providências tomadas para a renovação,

as

quais sejam:

a) Memorando a todos os setores que utilizam a
vista,

re-

consultando sobre seu interesse pela renovaçao da assina-

tura da mesma (projeção 2). Esses memorandos sao expedidos
meses antes do vencimento da assinatura|
positiva,

três

se prevalecer a opinião

a assinatura será renovada.
b)

Carta à editora,

solicitando a renovaçao da assi

natura e respectiva fatura. ^ adotada uma carta padrão trilingue,
cujos claros são preenchidos com dados identificadores da assinatura em vigor (projeção 3).
c) Recebida a fatura,
da Empresa,

esta ó encaminhada ao

encarregado da efetuação do pagamento,

órgão

conforme

se

segue:
- Pagamentos nacionais. E emitida "Ordem do Pagamen
to" e encaminhada à Divisão do Contabilidade da Empresa.
do efetuado o pagamento,
ta do pagamento,
.

Depois

a Tesouraria informa o CIT sobre a

número do choque e respectivo banco

- Pagamentos no exterior.

E solicitado,à

da-

(projeção 4).
Divisão

de câmbio da Empresa remessa de nimerário à editora. Scmanalmente,

o CIT fornece à Divisão de Câmbio uma relação de

a serem feitos no exterior,

tanto referente à renovação como

aquisiçao de outros materiais bibliográficos
pois de efetivada a remessa,

(projeção 5).

a
De-

a referida Divisão encaminha ao CIT

cópia de sua carta comunicação à editora,
data do pagamento,

pagamentos

onde estão contidos

:

banco para o qual o Banco do Brasil efetuou a

remessa, nS da fatura,

etc.

(projeção 6),

0 controle desses dados referentes aos pagamentos é
imprescindível para que se possa resolver com as editoras,,quai£
quer problemas surgidos durante a vigência das assinatirras.
Caso falte algum número da revista durante a vigência de sua assipatura,

este ó imediatamente reclamado através de

carta à editora. Adota-se uma carta padrçnizada,
claros a serem preenchidos,

trilingue,

com

(projeção 7).

2.4 Artigos Avulsos
Sao obtidos através de contactos mantidos com enti

�4.

dados nacionais,

como Bibliotecas dc Universidade,

e entidades estrangeiras,

IBBD,

etc.

tais como:

a) NATIONAL LENDING LIBRARY - NIL
Para obtenção do copias
;

são adquiridos,

antecipadamente,

dois

junto a essa entidade

,

talões de impressos:

?

- Formulário de Requisição - onde deverão ser escri

[

tas as referências do artigo encomendado o o endereço do solici-

f

tanto,

I
[

- Solos utilizados como forma de pagamento.

Cada se_

lo custa aproximadamente Cr^7,6l e vale como pagamento de uma
dez páginas do copia.

a

Esses solos sao colocados no Formulário dc

i

Requisição,

utilizando-se tantos,solos quantas forem as dezenas

l

de páginas do artigo encomendado. Assim,um artigo de uma a

^

páginas c pago com um selo,

í

com dois solos,

\

çoes 6 rápido, havendo casos
ató dez dias.

outro de onze a vinte páginas 6 pago

c assim por diante,

Entretanto,

dez

0 atendimento âs solicita —

do cópias terem sido adquiridas

cm

vorifica-se alguns casos dc podidos

jeitados,
b)
;

CENTRE NATIONAL DE RECHERCHES SCIENTIFIQUES-CNRS
As cópias dc artigos sao obtidas atravós dc for-r

mulários individuais para cada pedido,

fornecidos pela entidade,

í:

Uma cópia do dez páginas custa,

aproximadamente,

Cr$l8,15 e mais

■

CrSl2,00 por fraçao suplementar de dez páginas. Neste preço

es«

tao incluidos impostos c despesas de correio» 0 tempo dc atondi^

mento c dc cerca de um mês, mas o indico do rejeição aos pedidos

I

ó muito pequeno, 0 pagamento ó feito mediante fatura que a enti-»

[

dado envia após haver efetuado vários atendimentos#

[

c) ENGINEERIITG SOCIETIES LIBRARY - ESL

IAs cópias sao obtidas,
próprio,

fornecido pela entidade.

EI-TGINEERING INDEX,

utilizando-se. um impresso

Os artigos referenciados,

np

sao algumas vozes adquiridos desta entidade

As cópias dc artigos custam aproximadamente Cr^l,52 por

,

página

mais CrSl8,30 dc correio por artigo pedido. 0•tempo de atendimen
to ó de aproximadamente dois m.eses,
'

havendo casos do pedidos re-*

jeitados, A entidade emite uma fatura,

cobrindo os artigos que

pode fornecer e só remete as cópias depois de recebido o pagamen
!

to. Para minimizar o tempo gasto com essa troca de correspondên-»
cia,

bem como reduzir as despesas com pagamentos isolados pode -

I

se enviar um depósito, mesmo em Bonus da Unesco,

que a.ESL

í

deduzindo dele os fornecimentos que forem sondo feitos^

vai

d) AMERICAN SOCIETY.FOR METALS - ASM
V

Entidade utilizada para a obtenção de artigos re_
fercnciados no METALS ABSTRííCTS. Usa-sc um impresso cujo
foi elaborado pola própria entidade.

modelo

0 tempo do atendimento ó dc

�5

cerca de dois meses.

0 pagamento 6 feito antecipadamçnto

0 foimulário utilizado na encomenda vale como fatura. A

pois
tabela

de preços da ASM fixa em CrSl8,30 o preço do uma a dez páginas e
mais Crí^6,10 do despesas de correio para cada conjunto de

arti-

gos pedidos.

2.5 Traduções

Para aquisição do traduções,

o CIT nao possui

um

impresso próprio. A solicitação ó feita através do carta enviada
às entidades com as quais o CIT mantém contacto permanente!
- HENRY BRUTCHER TECHNICAL,TRAESLACTIONS
157» Altadena,

(P.O. Box

Califórnia 91001 - U.S.A.).

- THE IRON AKD STEEL INSTITUTE (l Carlton House Ter
race. London,

SWIY 5 LB - England, U.K.).
A seleção das traduções efetuadas pelo

HENRY

BRUTCHER é feita na relação bimestral de novas traduções,

forne-

cida pela própria entidade.
As traduções do IRON ANL STEEL INSTITUTE são sele cionadas em periódicos,
INSTITUTE,

tais como:

JOURNAL OF THE IRON ANL SJEEL

IRON liNL STEEL ENGINEER, WETÍJj PROGRESS,

c outros.

2.6 Patentes
2.6.1 Nacionais
A seleção é feita na REVISTA LA PROPRIEDilLE INLUS ~
TRIAL,

por especialista do CIT e de outros setores da Empresa. A

aquisição das descrições de patentes é feita diretamente no INPI
por funcionário credenciado,
neiro. Para ele,
adquiridas,

Ja-

o CIT envia uma relação das descrições a serem

onde são citados:

ta de depó"sito,

lotado no escritório do Rio de

numero do processo da patente,

rcfçrência completa do periódico

(RPI)

onde

publicada a patente, 0 preço mínimo da cópia da patente é

dafoi
de

Cr$20,00.
2.6.2 Estrangeiras
a)

CENTRAL; PATENT INLEX — CPI
Lescrições de patentes referenciadas nas

CPI,

são obtidas

fichas

junto à Entidade, através de cupons que ..sorvem

simultaneamente como formulário dc requisição o pagamento.

Cada

cupon vale para a aquisiçao dc apenas uma descrição de patente c
'seu preço ó do aproximadamente Críi‘&gt;9,00. 0 CIT mantém,
talões de vinte-e-cinco cupons cada um,

em estoque,

numerados progressivamon

te pelo CPI c que se assemelham a um talão dc cheques. Na enco -

�6.

menda dc ima patente,

6 suficiente anotar no cupon o múmero CPI

da patente desejada e assinar. S desnecessário escrever o cndere_
fs/
m
ço do solicitante, pois, a numeraçao dos cupons e vinculada
ao
nome do assinante,
■b) U.S. PATENT OPPICE As patentes fornecidas por esta entidade
obtidas,

tambám,

através de cupons.

sao

0 preço de uma patente custa

ao CIT cerca de Cr^3,0D.

3. PISSEJINACÃO PA INPOIgJi^CÃO'

3.1 Espontânea

E realizada atravás da disseminação seletiva da informação, utilizando como veículos os dois boletins publicados
pelo CIT:
- Informações Bibliográficas - IB
- Boletim do Patentes - BP
3.1.1 Informações Bibliográficas - IB
Boletim publicado mensalmente,

contendo referências

bibliográficas e abstracts dc artigos selecionados em periódicos
dc trabalhos apresentados,cm congressos o de artigos avulsos adquiridos pelo Centro,

etc.

A seleção dos artigos ó rigorosa,
listas,

feita por especia

visando atingir com a maior objetividade possível as ne-

cessidades das diversas unidades da Empresa. Após a seleção,
artigos são encaminhados aos tradutores que preparam os

os

resumos

em português. 0 CIT possui um tradutor de inglês e uma tradutora
de francês, italiano e espanhol. Depois de preparados,

os

ab—

stracts são levados à bibliotecária que sg encarrega da classifi
cação e da refcrenciação bibliográfica. Isto feito,
•

reternam

a

-um engenheiro do CIT para a correção técnica dos mesmos. Pinai mento,

são todos passados novamonte à bibliotecária que

do arranjo,

cuida

consistindo em.agrupar os abstracts por assunto,

pa-

ra amontagem dos capítulos.
0 boletim c composto do duas partes; na primeira sao
referenciados e resumidos os artigos selecionados,

na

segunda ,

são citadas as referencias bibliográficas concernentes aos
•

li-

vros adquiridos no mês em questão.
Cabe ressaltar que,
siderurgia,

embora muita enfase seja dada à

assunto de interesso espooífico da USIMINAS,

procura cobrir outros campos,

tais como:

economia,

o

IB

administraçao,

�7

legislação,

otcc,

a fim dc que,soja fornecida assistência literá

ria.aos vários tipos de especialistas existentes na Empresa.
f

I.B. foi criado em 1969,

completando em junho do corrente-

r

seu quarto ano do publicação.

0
ano,

3.1,2 Boletim do Patentes -• BP
E 0 veícu:’.o dc infonnaçõeç sobre inventos nacionais
G estrangeiros do interesso da Empresa. 0 Bçletim de Patentes te_
ve sua publicação iniciada cm jurdio de 1972. E composto dc
[•

seções,

tres

a saber;
- Seção I - Hesumos de podidos de.privilégios

em

processamento c patentes expedidas no exterior.
- Seção II “ Resumos do pedidos.de privilégios
processamento o patentes expedidas no Brasil.

em

•

- Seção III - Relação de copias de patentes e pedidos de privilégios adquiridos polo CIT.
- Seção I “ A seleção- das patentes que integram esta Seção ô* feita nas fichas CPI por especialistas do CIT,

seguin

do o mesmo critô’rio adotado na seleção do artigos para I.B.
Quanto às fichas CPI,

cabe aqui esclarecer que

trata dc um serviço da Central Patent Index,
necimento semanal do fichas,

se

que consiste no for

contendo referonciações completas e

resrumos do patentes rccontcmcntc publicadas em todo o mundo#

Os

assuntos cobertos por esse serviço estão divididos em doze grandes grupos.

0 CIT assina apenas o,grupo M - Metalurgia e

recebe

anualmente cerca dc 17.000 fichas. Para a montagem da Seção
as fichas selecionadas são reunida,s por assunto,
los. Em seguida,,

I,

formando capítu

sao xcrocopiadas e está montada a soçao.

Devido às condições do uso impostas pelo CPI a,

se-

ção I destina-se exclusivamentc ao uso interno do pessoal da USI
MIMAS,

sendo proibidos sou fornecimento ou utilização por tercei

ros. A todos os funcionários da Empresa e recomendada rigorosa
observância dessa proibição.
- Seção II - Os resumos de pedidos de privilágio
patentes referenciados nesta seção,
inventores,

quando não fornecidos

são elaborados no prdprio CIT,

e

pelos

com base nos relatd -

rios descritivos o nas rci-^/indicaçÕes dos pedidos dc privilágio,
cujas cópias são previamente adquiridas no INPI,
Para esta seçao,

foi elaborada uma refercnciaçao

que nao obedece às normas, uma vez que existem certos dados
sao muito importantes,
ro de depósito no IMPI,
ra prioridade,

etc.,

tratando-sc de patentes,
código do país,

que

tais como: nume-

numero c data da primei-

e que não podem ser omitidos,

porque indi -

cam a prioridade da patente o em que etapa se encontra seu regi£
L
cm

2

3

4

5

6

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15

16

17

18

19

�8.

tro.

(projeção 8).
- Seçao III - Esta seção ton por objetivo

divulgar

os títulos das patentes ou pedidos do privildgio cujas cópias fo_
ran adquiridas na íntegra,

informando também em que unidade

da

Empresa essas cópias podem ser encontradas,
Ciroulação de Periódicos
Os periódicos são circulados na sede entre os setores,

cujas atividades se relacionam com a matéria publicada

na

revista.
Para controle da circulação, há dois tipos de

fi-

chas: ima para controle interno do CIT onde são anotadas as
tas de empréstimo e retorno do exemplar.(projeção 9),
que acompanha o periódico

o

daoutra

(projeção 10).

3,1.4 Indicação de artigos
E utilizada a ficha circulação que acompanha o pe riédico.

(projeção 10), No parágrafo onde se le "REE,

ESPECIAL

Us) PAG(s)" são indicadas as páginas de artigos de intepesse e^
pccífico para aquele setor onde o periódico vai circular.

3,2 Solicitada

3.2.1 Pesquisa Bibliográfica
As solicitações referentes a levantamentos biblio gráficos sao provenientes dos vários setores da Empresa,
vc da Biblioteca Técnica da Usina,

inclusi

em Ipatinga. As fontes exis -

tentes para a realizaçao de pesquisas bibliográficas encontram se no CIT e r*a Biblioteca da Usina. E importante ressaltar,

que

não há duplicação do materiais. As fontes existentes na Usina são
voltadas para as necessidades imediatas do pessoal técnico,

alí

lotado,

As-

enquanto que as do CIT visam cobrir toda a Empresa,

sim sendo,

os levantamentos bibliográficos rçalizados na Usina po.

dem ser complementados pelo CIT e vice-versa.
As pesquisas bibliográficas são iniciadas pelo lo vantamento,

nos fichários,

de toda a bibliografia existente so -

bre o assunto,

o que ó feito pola bibliotecária. Quando o assun-

to é complexo,

é discutido,

inicialmento,

com o solicitapte

ou

com um dos engenheiros do Centro de Informações Técnicas.
havendo dúvidas,

Nao

parte-se para o levantamento que é realizado

-

nas seguintes fontes:
a)

Catálogo sistemático do CIT

b)

Catálogo de fichas importadas
Este catálogo é constituído por fichas prepara -

das por entidades especializadas em pesquisa bibliográfica.

0

l
cm

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18

1

�9.

CIT assina dois dcssos sGx'*"ví.qc3 :
STEEL INSTITUTE,

Pichas ABTICd - do IPON

AND

que ooLren o oanpo sidorur-.-gico o são fornoci —

das on cerca de 10c000 fichas por ano5
GIITEERING liTLEX,

INC,,

fichas OAIíI)--A-I.'L'RT do EI'T-

quo cobi-en o canpc moialiírgloo c adninis-

trafivo 0 nontan cn corca de 1.5»000 fi.chas por ano.
c)

Cata-logo de patentes
Geralncnte,

(fichas

"EI)»

a, oihliogra.fj.a oxistonto cn fo.^mia do

fichas 6 suficiente para, cobrir as necessidades do solicitantc.
Caso não 0 seja por se tratar,
retrospetivo,
volunes,

por cxanplo,

de iin levantanento -

são utilizadas ,as fontes publicadas on foima

do

tais cono:
a) BULLSTIN AF/JLYTIÇJE,

editado polo OENTHE EE LOCU-

ILENTATION SILÉRÜNOIQUE 0
b) IIUIEZ OP FJBL.TGATIONf;: OP THE IRON AND STEEL INSTITUTE,

editado anualncnto»
c) ENGINEERING INillTi! AMuALc
Peito esse lo\-anúanento pr^^olininar,

as fichas sao

analisadas para selooao das piiblioaçocs que,aberdan o
dentro do aspecto desojario pol^

tanto -

assunto

Casos naiv=; conple -r

xos sao levados a un engenheiro 6o CIT que faz a soleçao final
Una voz selecionados.

a,s fichas são dispostas

.

nun

envelope de plástico transparente (de 23.3 x 33;5 enj

cn

orden

alfabética do autor e então ■:o?’Ocopiadas c nuneradas

cn

orden

crescente (projeção 11),
A. disposição das fichas por orden alfabética de au tor foi adotada a fin de facilitar a detecção dos casos de repetição do una referencia,

o que senprc ten possibilidades de acon

tecer, una vez que o CIT utiliza várias fontes do refcrenciação.
Tal disposição on orden alfabética facilita,

tanbén o sorvõ.^o de

atualizaçao das pesquisas.
De cada pesquisa,
ra é enviada ao solicitantc,

e

são tiradas trôs cópias;

a prinei_

segunda e encaminhada a Bibliote-

ca Técnica da Usina c a tercoira fica no CIT para, atualizaçao

.

As pesquisas realizadas no GIT.rcceben un nuncro que
obedece a orden de chegada das solicitações,.A numeração

das

pesquisas é reiniciada no inicio de cada ano.
3*2.2 Pornocinonto de Cópias
a) - Pesquisas Bibllograficas - Para o fornecimento
de cópias de artigos ref oronca c/des nos lovantancnt-^o _
-

o interessado envie ao OIT um nenorando,

basta

que

indicando 0 nuncro

da

pesquisa e os nuncros de rcferlnoia des trabalhos dos quais dese_
ja receber una cópia, E:csnplo;
Pesquisa Bibliográfica OIT-28/73;

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

*

referencias

14

15

16

n2S

17

18

19

�10.

1-2-5-9-27-45.
b) - Artigos referenciados on IB c BP - E suficiente que 0 usuário indique na solicitação o número do IB ou
seguido,

BP,

entre parênteses do número das referencias das

quais

deseja copia (projeção 12). Ex.:
IB - 36(2,10,20)
EP -

8(5,20,30)

c) - Artigos não referenciados em IB - Cápias de ar
tigos de periódicos podem ser solicitadas pçlo usuário, utilizan
do o impresso "Solicitação de Bibliografia".
Devido ao grande volume de serviços bibliográficos
solicitados ao CIT,

sob as mais diversas formas,

sária a padronização dessas solicitações,
processamento e o controle interno no CIT,
o trabalho dos setores usuários c,

tornou-se nece_s

a fim de facilitar
bem como simplificar

ao mesmo tempo,

q.uantç às informações fundamentais que

o

orientá-los

devem constar cm seus pe-

didos.
Para isto,
formulário denominado
duas partes,

foi rcccntemonto implantado no CIT,

"Solicitação de Bibliografia",

tun

dividido em

a saber:
A primeira parte,

tor solicitante,

que deve ser preenchida polo

se-

apresenta-se subdividida em seis códulas reser-

vadas a.seis diferentes tipos de serviços bibliográficos

(proje-

ção 12).
Visto que o atendimento do cada tipo de serviço requer processamentos específicos e diferentes entre si,

os seto -

res requisitantes devem fazer apenas um pedido em cada formula rio;

isto ó,

utilizar cm cada pedido apenas uma códula,

assina -

lando com um X a quadrícula que a precede.
A segunda destina-se às obsei*vações do CIT,
fornecer, ao setor o serviço bibliográfico solicitado

quando

(projeção

13).
Para cada solicitação,
formulário;

do

a primeira e segunda vias voltam ao setor, acompa —

nhando a bibliografia solicitada,
ra,

são utilizadas tres vias

e esto devolve ao CIT a primei

assinada como recibo; a terceira,via ó utilizada no CIT,

du-

rante todo o processo do atendimento.
3.2.3 Empróstimo
0 material bibliográfico existente no CIT está disponível para empróstimo a todos os funcionários da Empresa.

Sc

una obra existente no CIT &lt;5 interessante para um funcionário lotado na Usina,

entao,

ca Tócnica da Usina.

a solicitação 6 feita atravós da Bibliote-

�11

No caso dc artigos adquiridos do exterior,
no traduções,

bem co-

o CIT prefere fornecer copia, una vez que a aqui-

sição dc materiais desse tipo ó nais difícil c despendiosa»

3.3 Vendas

Apesar das atividades do CIT serem totalucnte volta
das para a própria Empresa,

alguns dc seus serviços podem

fornecidos a terceiros, mediante solicitação por carta. Sao

ser
e-

les:
a) Assinatura anual do boletim "Informações Bibliográficas" - IB.
b) Eornccincnto dç pesquisa bibliográfica sobre assunto determinado pelo cliente.
c) Eornecimento de cópia dc artigos e publicações do acervo.
A prestação desses serviços faz-se mediante retri buição financeira,

que obedece tabela de preço previanente fixa-

da.
0 CIT envia diretamonte ao solicitante o material pedido o depois informa o valor do fornecimento à Superintcntjoncia de Contabilidade que se encarrega da respectiva cobrança.

em

Digitalizado
gentilmente por:

^

ir-

�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Processos de aquisição e disseminação de informações no Centro de Informações Técnicas da USIMINAS</text>
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                <text> Disseminação Seletiva da Informação</text>
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                <text>Apresentação de algumas atividades desenvolvidas no Centro de Informações Técnicas da USIMINAS, tais como aquisição de diversos tipos de materiais bibliográficos: livros, normas técnicas, periódicos, artigos avulsos, traduções, patentes nacionais e estrangeiras; processos de disseminação de informações dentro e fora da Empresa.</text>
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                    <text>VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belém, 29 de

a 4 de agosto de 1975

Colaboração tío Insíiíisro rar:‘2:::.S

C.D.D. 025.171
C.D.U. 025.171:551.^9

DOCUMENTAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA - ORGANIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA
Arquivo de Dados Hidrológicos, por Neusa Neiko Imano Kirihata

Encarregada do Setor Técnico - CHR - Cadastro do
nológico de Hidráulica do Departamento de Aguas e
Elétrica de São Paulo.

CRB-8/ne 629

1973-

Dog ci. tec. ou

Centro Te^
Energia

�ATÍQUIVO m: DADOS HIDROLÓGICOS

RDSUMO:

Coletas de Dados básicos hidrológicos e
o Centro Tecnológico de Tíidrónlica.
rncterização^

organização e

normas uti^

lizadas pelo Arqnivo de Dados Plidrológó^
cos:

suas funções e sua importância. Al_

gumas breves informações

sobre perspe^

tivas de desenvolvimento ulteriores.

IITTRODUÇAO
Dentre as diversas atribuições do
e Energia Elétrica (DAíTB)

Departamento de

águas

da Secretaria dos Serviços e Obras PÚbl^

cas do Estado de São Paulo,

figura a coleta de

dados hidrológicos

básicos em todo o território do Estado.
Através da sua Divisão de Hidrologia (CH)
la e opera as redes hidrológicas do Estado,

projeta,

analisando

insta

e divul -

gando os referidos dados,
Esta Divisão foi criada com o objetivo de dinamizar e

am

pliar as atividades do DAEE, no campo da hidrologia.
Ê composta de quatro seções técnicas:
1§) Seção de Projetos de Redes Hidrológicas (CHR) -

encarregada -

dos planos gerais de estruturação das redes hidrológicas do E^
tado de São Paulo.
25)

Seção de Instalação e Operação de Redes Hidrológicas (CHO)
carregada da instalação,

en

operação e manutenção dos postos de -

observação das redes.
3“) Seção de Processamento de Dados Hidrológicos (CHD) - destinada
a reunir os dados obtidos na Seção de Operação de Redes,
sá-los, processá-los e promover sua divulgação.

cm

1

anal_i

�2.
4§) Seção de Pesquisas Hidrológicas (CHP) - destinada

a

realizar

os estudos de problemas específicos de hidrologia, como bacias
experimentais,

sedimentologia, etc#

Incumbe-se, também, de estudos especializados que fogem à alç^
da das outras seções técnicas da CH, destinadas à coleta e an_á
lise de dados hidrológicos básicos,
r^\
'
A presente exposição terá como objeto o Setor de Cadastro
de Dados Hidrológicos, pertencentes à CHR.

COMPETÊNCIA

DA

CHR - CADASTRO

Dados hidrológicos
1,1

Recebimento -

Os dados recebidos são

classificados

em

pluviométricosf fluviométricos e hidrômeteorológicos.
1#2

Triagem - Os dados são submetidos a uma triagem,

antes de

serem registrados definitivamente,
Se fór constatada qualquer dúvida esta será dirimida
4
to ao observador do posto respectivo,
1.3

Registro - Ê efetuado em ficha Kardex,

separando-se os d^

dos pluviométricos dos dados fluviométricos,
Após o registro dos dados são enviados para a
(IBM-029 e IBM-059)
1.4

jun

(Anexo 1 e 2)
perfuração

e análise em outros setores.

Arquivo - Devidamente perfurados,

conferidos e analisados,

os dados são arquivados em pastasi formato 25x15 cm, em arquivo Vetromóbil.
Ao fim de cada ano,

as pastas são retiradas do arquivo

que serviu de consulta e transferidas para as caixas

de

papelão.
1.5

Pornecimento - Qualquer interessado poderá por escrito e,
mediante pagamento de uma taxa de serviço,

solicitar e ob

ter dados que estejam arquivados neste setor.

�1.6

Assistência - Assistência na pesquisa de dados é pres'^a.8
aos interessados.

2.

Publicação
Para a divulgação de dados hidrológicos,

a

Divisão de Hidrol£

gia se utiliza de diversas publicações próprias:
~ Boletim Pluviométrico
- Boletim Pluviométrico
- Boletim Hidrometeorológico
Estas publicações são distribuidas gratuitamente, por
tor,

este se

acs interessados já devidamente cadastrados e aos que

s£

licitarem por escrito.

ORGANIZAÇÃO?
O método adotado para a classificação dos materiais ou d_o
cumentos é o "alfabético numéricò"

(numeralfa),

sendo o

catálogo,

dicionário.
0 numero de chamada utilizado pelos bibliotecários na cias
sificação é substituido neste arquivo por "Prefixo”.
Os dados pluviométricos e fluvicmétricos respondem

por

prefixos diferentes.
Assim temos, por exemplo:
- Posto Pluviométrico:

E6-10

- Posto Pluviométrico: 6E-08
Para facilitar a localização dos postos, o Estado de

São

Paulo está dividido primeiramente em 8 zonas hidrográficas e
pois em quadrículas.
e um número;

Cada quadrícula é identificada por uma letra

cada posto é identificado pela quadrícula onde

localizado e mais um número de ordem de instalação.

está

Assim por

xemplo, o posto E6-10 é o lOe posto instalado na quadrícula
(Anexo 3).

cp_

E6.

^

�4
Dependenão do po3to,

constam ainda do Prefixo

os

símb^

los "R" c "HI".
■0 símbolo "R” significa que além de pluviômetro ou fluvi£
metro, também bá um pluviografo ou fluviógrafo,

e o "HM” indica

a

existência de estação hidro-meteorológica.
As linhas verticais e horizontais formadoras das quadrícu
Ias correspondem a meridianos e paralelos de graus inteiros.
Cada posto pluviométrico ou fluviométrico está
te catalogado,

além do Kardex,

em fiches.

devidamen

Nestas constam os

sje

guintes dados referentes ao posto:
- Prefixo
- Nome do Posto ou localização
- Município
- Data da' instalação
- Bacia hidrográfica
- Zona hidrográfica e
- Data de extinção,

se for o caso.

Através desta ficha principal são feitas entradas secund_á
rias para o mtmicípio, nome do posto ou localização e zonas
gráficas.

hidro;

(Anexo 4e5)«

A C E R Y 0

D 0

ARQUIVO

Ê constrtuido de dados:
- Pluviométricos;

são dados referen-^es a quantidade

(alttira em mm) de chu%"r que cai em certo lugar e em determinada
poca, sendo que os dados existentes remontam a 1889, áno de

é_

insta,

lação do 12 posto pluviométrico no Estado.
Atsiaimcnte recebemos dados de 1000 postos pluviom.étricos e ROO po^
tos pluviográficos operados pela Divisão de Hidrologia,

^ Plr.viomotricos:
águas fluviais,

cm

2

3

4

sao ciados referentes ao nível das

'Demos dados desde 1^29,

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

abrangendo 200 po*tos flu

�5,
vioir.étricos e 20 postos fluviógrafos.

Além dos dados próprios, t_e

mos dados fornecidos pelos postos pluviométricos e

fInviométricos

de responsabilidade da Light - Serviços de Eletricidade S.A,
- Hidrometeorológicos t

dados referentes as

zas meteorológicas que afetam o ciclo hidrológico,

como

grand^
teraperatu

ra do -ar, evaporação, umidade relativa, direção e velocidades
ventos dominantes,

intensidade das radiações solares,

dados de 1^ postos,

etc-

dos
Temos

sendo que o mais antigo remonta a 1960,

CONSIDERAÇÕES

PINAIS

Atualmente os documentos recebidos sobre os dados são
quivados nas caixas de papelão,

em armários de madeira, mas com

finalidade de economizar o espaço e facilitar o acesso a esses
cumentos, está em estudos o sistema de gravação en fitas
cas.

ar

Cada fita magnética registra 2.400.000 palavras ou

a
de

magnét^
aproxim_a

damente 200,000 cartões,
»
Assim sendo, era futuro bem próximo, para se fornecer
dos, basta localizar na fita, os dados solicitados e extrair
listagem no computador.

) T t t t

/amm/

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

dn
uma

�*sopop ap o^ueujpeujoj oo 0A|40|aj 'opiqeasj no opofAua opuap
uodsejjoo e sopaiunjisu; ap soiujojaj e sao6oj34]o 'sa4uou{uije4ap soA|40tu 'sopop ep O4ueuijoeujoj ou oo6dnjje4U{
ip opoiJed 'oòojapua ©p e JopOAjasqo op SDòuopnm d se4uajajaj sopop so sopo4 seoòoAjesqo uia J040uy : yxON

•: £ 3C jC i

C. T. H.

-

D. A. E. E.

ARQUIVO TÉCNICO — FICHA DE CONTRÔLE DE DADOS
Lo.
Coord. geográficos

Nome do posvo
i
Zona:

:

—-Muniapio-

Lort).

—Altitude

Bacio Hidrográfico

Kio.

-Doto do Extinção

Cota da Insioloçâo-'
ipo da cjstqçõo —

íparelliagein do estoçõa

--

ficho controlo o recebimento de—

•Gratificado ? •

orne do observador
iderêço do observador
lòoperador

0

cm

1

2

3

AiS .i

Digitalizado
gentilmente
intil mente por:

14

15

16

17

18

19

20

�EXEMPLO DE PICHAS

I
E6-10

Posto: Nucleo-Barão D'Antonina
Município: Itaporanga

Instalação: 01.11,1937
Bacia:
Zona:

Verde-Itarare

(Paranapanema)

4®

(Picha Matriz)

!j

V•

j

E-6

ITAPORANGA (4S zona)

I 01.11.1937
!

10.

Nucleo-Br.D’Antonina-BH.Paranapanema
|
I
i
1
I

(Município)

ANEXO 4

cm

1

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

C3?
r

14

15

16

17

18

19

�Nucleo-Barao D’Antonina - E6-10 - Itaooranga

(Posto)

4&amp; zona
ITAPORAHGA
Nucleo-Barao B’Antonina

-

E6-10

(Zona hidrográfica)

ANEXO 5

3

5

g

Digitalizado
mtil mente por:
gentilmente

14

15

1

�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <name>Coverage</name>
              <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text> Hidrologia</text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>Coletas de Dados básicos hidrológicos e o Centro Tecnológico de Hidráulica. Caracterização, organização e normas utilizadas pelo Arquivo de Dados Hidrológicos; suas funções e sua importância. Algumas breves informações sobre perspectivas de desenvolvimento ulteriores.</text>
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        <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/16/989/Febab_Informacao_Cientifica_Tecnologica_Tema_III_Vol_I_Com05.pdf</src>
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                    <text>VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belém, 29 de á^lho a 4 de agosto de 1973

Colaboração l'o Ecsca da ^Gazônia S- Q.

C.D.D. 017.11
C.D.U. 021.64

■*
DOCUMENTAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA - ORGANIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA
0 Catálogo Coletivo de Livros em Tecnologia,

Diretor do Serviço de Documentação do

Centro

por Antonio Gabriel

Tecnológico

de

dráulica do Departamento de Águas e Energia Elétrica - São Paulo.
Vice-Presidente da Federação Brasileira das Associações de BiDli^
tecérios
Presidente da Comissão Brasileira de Documentação

Tecnológica da

FEBAB
Presidente da Associação Paulista de Bibliotecários
Coordenador do Grupo de Trabalho em Tecnologia da Associação
lista de Bibliotecários
CEB-8/n2 55

-1975-

j

dog ci, tecnol.

Pau

�CATÍLOGO COLSfIVO DE LIVROS EH TECNOLOGIA

RESUHO:

Histórico esquemático, técnica adotada
e estado atual do Catálogo Coletivo de
Livros em Tecnologia elaborado

pelo

Grupo de Trabalho em Tecnologia, da A^
sociação Paulista de Bibliotecários.

INTRODUÇÃO
Muito já se tem falado e escrito sobre catálogos
vos.

Sabemos que são necessários, úteis etc.

coleti

Existem no

Brasil

sete catálogos coletivos regionais; Guanabara, Minas Gerais, Pará
Paraná, Pernambuco, RiojGrande do Sul e São Paulo.*

Os Catálogos

coletivos regionais são também centralizados pelo IBBD,

isto é,

as bibliotecas que fazem desdobramento das fichas para o Catálogo
coletivo regional, faz simultaneamente um desdobramento para o Ca
tálogo Nacional.

*

'

Poram iniciados em 19^1 os catálogos coletivos de
Paulo e Guanabara.

São

Atualmente, contam com milhares e milhares de

fichas por ordem alfabética de autores.

Esta ordem ãs vezes

satisfaz à solicitação do consulente, quando este busca

não

apenas

por determinado assunto.
As bibliotecas depositárias das fichas dos catálogos

co^

letivos de livros não conseguiram, até o presente, publicar em 1^
vro um catálogo de um determinado assunto ou de autores,

por

s^

rem muito difíceis as condições necessárias.
Portanto, quando o usuário necessita de informação sobre
um assunto,
ral.

consulta a biblioteca que tem o catálogo coletivo

Esta biblioteca, por sua vez, dirige-se às outras

♦ Informação telefônica do IBBD em 8.05.75

ge

cujas

�í
2.
áreas correspondera ao asstinto solicitado, ou levanta

xima

biblio^

grafda servindo-se dos catálogos ou listas recebidas das bibliot^e
cas e, por fira, consulta o catálogo coletivo geral, para saber on
de existe determinado livro e informar ao interessado. Parcialmen
te, 0 Catálogo Coletivo Geral atende às necessidades dos usuários
através de informações telefônicas,

isto é,

quando as linhas

não

estão ocupadas ou era conserto, ou ainda através do teletipo, quan
do houver,

Nos, que trabalhamos em bibliotecas

sentimos o problema de perto.

especializadas,

0 leitor quer receber de

imediato

a obre solicitada, pois precisa resolver o seu problema,
apresentação do relatório de um estudo para uma firma, o

se^a

a

preparo

de uma aula ou de um exame.

HISTÓRICO
Desde a criação dos Grupos de Trabalho, em 1963, na Ass£
ciação Paulista de Bibliotecários, muitas reuniões se
para resolver em comum os problemas das bibliotecas

realizaram
especializa

das, visando ao atendimento imediato do usuário, não só quanto
localização das obras,

à

como também quanto à orientação necessário

à apresentação de trabalhos feitos para sua empresa ou repartição.
Em 1970, dentre os vários problemas discutidos pelo
po de Trabalho em Tecnologia, da Associação Paulista de

Bibliot£

cárioE, vinte e um bibliotecários-chefes, represent'^ntes de
instituições, sugeriram a centralização de-fichas para a
de um Catálogo Coletivo c3e Livros em Tecnologia,
de ser publicado,

Gru

suas

criação

com a finalidade

inicialmente por entradas de autores.

Havíamos

consiiltado a Biblioteca Central da USP, bem como o I.B.B.D., para
evitar duplicidade de trabalho,

Fomos informados, pela

Bibliot£

ca Central da USP, de que não seria tão cedo publicado o Catálogo
Coletivo Regional,

que abrange todas as classes.

Quanto ao IBBD.,

deixou essa tarefa - a dos livros em tecnologia - aos cuidados do

cm

Digitalizado
gentilmente por:

�5
referido Grupo, enviando-lhefichas que possuía.
maravilhoso, mas árduo.

Temos conhecimento de apenas alguns Catá

logos Coletivos publicados em livros:
o

Catalogue de la

É um trabalho

Bibliothèoue

o National Union Catalognie.

Nationale de

Paris,

o British
%

Museum Catalogue e outros.

TÉCNICA

ADOTADA

Tomada a decisão,

a Coordenadoria do Grupo solicitou

às

bibliotecas cooperantes copias xerograficas das fichas do

Catal_o

go topográfico - somente das classes 620 a 629.

de

quina Xerox, as fichas eram xerocopiadas no

Na falta

má

Serviço de Documenta

ção do Centro Tecnológico de Hidráulica, onde pudemos reunir
ca de cinquenta mil fichas de trinta e tres bibliotecas.
então xim trabalho difícil que consistiu na fusão das

Começou

fichas,

tra por letra, onde eram encontradas de 4 a 12 fichas da
obra, para cada autor. A mais completa era escolhida e
«

cer

le

mesma
acrescida

das siglas, da seguinte maneira:

(vide folha anexa)

cm

Digitalizado
gentilmente por:

'

•

^^ystem
*

14

15

16

17

18

19

�EXEMPLOS

DE

PICHAS

DEH
628.17
H262a

Harvej, Lashley G
El agua: métodos modernos de su uso
7 conservación.
Stamford, Conn.,
In
tercontinental PuTdIs.
/c1966/
94p, ilus. 28cm.

UEP
Água - Consumo
628.17
Água - Tratamento
628.16
t
SP5a
SP6
SP58
0SPI5I
SPI53

623.1
EAR

SPI5I

Harvey, Lashley G
El agua: métodos modernos de su uso
7 conservación.
Stamford, Intercont^
nental Puhlications
/1966/
9^p'. ilus.
l.Água - Abastecimento. 2.Agua - Con
taminação. 5•Águas Minerais.
4.Agua
Tratamento. I.Título.

Digitalizado
gentilmente por:

�5.
As siglas correspondem às mesmas usadas

pela Biblioteca

Central da U.S.P,
Jím fins de 1972 terminamos a fusão das letras B a Z.
bibliotecas continuam a atualizar o Catálogo Coletivo de

As

Livros

em Tecnologia enviando suas fichas,
Ainda em 1972 o Grupo imprimiu,
Letra "A" desse catálogo,

em edição preliminar,

com uma tiragem de 300 exemplares

a
que

foram distribuídos às bibliotecas cooperantes, tanto de São Paulo
como de outros Estados.

A cooperação tem sido das mais efetivas,

pois, começamos com vinte e uma bibliotecas e hoje contamos
trinta e três bibliotecas do Estado de São Paulo, além da
buição de bibliotecas de outros Estados,

com
contr^

através do IBBD, que nos

envia fichas impressas - da classe 620 a 629 - perfazendo um
\
tal de 9^ bibliotecas representadas no Catálogo Coletivo de

t£
Li-

vros em Tecnologia.
SÓ existem entradas pelo autor principal.

Portanto,

a

obra não atende ainda inteiram^ente às necessidades do pesquisador,
pois está incompleta, isto é, falta a localização dos livros

pje

los nomes dos colaboradores, pelos assuntos e títulos.
A impressão do catálogo em livro obedeceu ao que existia
no^fichários:

entradas por autores.

Poram copiadas do corpo

das

fichas as entradas secundárias, respeitando-se a catalogação

das

bibliotecas cooperantes.

Não colocamos os números de

classifica

çio, porque as bibliotecas adotam desigualmente os sistemas de
wey ou da C.D.U.,

ou ainda sistemas próprios de classificação. In

cluimos remissivas para melhor orientar os consulentes.

ESTALO

ATUAL

DO

TRABALHO

No início deste ano a Cocrdenadoria do Grupo de Trabalho
em Tecnologia, da Associação Paulista de Bibliotecários,
cinco equipes de quatro pessoas cada xima, para estudar as

formou
entra

�6
das de assuntos tais como constam nas fichas de cada biblioteca e
como foram reproduzidas no volume já impresso (Letra A),
Fizemos uma listagem completa, numa

única

alfabetaçao,

dos assuntos que cada biblioteca adotou nas fichas enviadas. Essa
listagem somou noventa e quatro páginas datilografadas. Depois de
estudarmos em equipes e discutirmos em plenário para

unificarmos

os cabeçalhos de assunto, publicaremos o índice do volume

n2

1

(Letra A).
Esse primeiro passo está sendo bem difícil, mas,
o caminho,

será mais fácil continuar.

pressão da Letra B.

Já nos perguntaram pela im

Temos a informar que a Letra B está

para datilografia e impressão.

aberto

pronta

Falta resolver o problema:

Onde

imprimir? Quem poderá financiar?
f
Quanto tempo decorrerá até que se possa chegar ao fim,i^
to é, imprimir de B a Z?

Não haverá desatualização?

São probl^

mas que estão de pé, mas não devem nos desanimar.
Como Presidente da Comissão Brasileira de

Documentação

Tecnológica da FEBAB, faço apelo, aqui, a todas as bibliotecas da
área tecnológica,

de todos os Estados do Brasil, para que se

or-

ganizem no sentido de enviar sua colaboração aos catálogos colet^
vos regional e nacional.

Se ainda não foi começado um catálogo -

coletivo em seus Estados, estudem um meio para formá-lo.

Se não

houver uma sede, escolher uma biblioteca que possa ficar com o m«i
terial a ser enviado pelas bibliotecas.

E, é claro, fazer sempre

\im desdobramento das fichas também para o Catálogo Coletivo Naci£
nal, centralizado pelo IBBD.

Um dia,

se for publicado um

cai;ál£

go coletivo nacional de livros, o nome de sua biblioteca não pod£
rá estar ausente.
Atualmente,

quando se fala em catálogo coletivo,

vem à nossa mente o dos Estados Unidos, que consegue,

logo

realmente.

�7.
informar e crií^ntfr usuários e "hibliot^^icários.
otimismo,

í' corQe:;:audo

com

que se chepra a realizações,
A experiência adquirida cora a fusão das fichas para o Oa

tálogo Coletivo de Livros em Tecnologia,

evidenciou-nos a necessj^

dade urgente de nos reorganizarmos quanto às entradas de
ções de entidades governamentais de São Paulo.

publica

A grande falta de

uniformidade nas entradas inpossibilitou-nos a fusão da letra "S".
Em consequência,

;já solicitamos à A.P.B,

e obtivemos a

formação

de um Departamento Estadual de Processos Técnicos a fia de

serem

estabelecidas normas para resolver esse problema.

C O IT C L ü 3 A 0
Sem dúvida,
ca,*

apoiando a afirmação de Edson Nery da

'*0 principal objetivo do catálogo coletivo é o de

publicações".

vò, teremos onde localizar uma obra,
bldotecas,

localizar

Não é demais repetir a frase de Malclès,

da pelo mesmo bibliotecário brasileiro:

Pons^

traduz^

"Tendo um catálogo coletj^

fazer o empréstimo entre

aquisição coordenada ou planificada, pesquisa

bj.

bibli£

gráfica, unificação de normas catalográfácas etc.'"

* FONSECA,

E.TI. - 0 Catálogo Coletivo ccmo instrumento de

nação entre Bibliotecas,
1972.

P,Serv.TÚbl.,

Brasília,

Coorde^
107(1)»

�é
8.
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1.

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cal Library.

Coll,

and Research Lib.» 25(6);483-87i 196^,

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nization.

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102p.

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IBBD notícias diversas, £(4-):

4.

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4-5-57»

coletivos.

1964,

CUÍHL4, Karia Luisa Monteiro da - Catálogos coletivos.

In;S£

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Simpósio sobre bibliografia e documentação científica.
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BCA^SP,

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45p.

6. FONSECA, Edson Nery da - 0 catálogo coletivo como instimmento
de coordenação entre Bibliotecas.

R.S.P. 107(1)»

7. LENTINO, Noemia - Catálogos coletivos.
ra o Progresso da Ciência,

In:

São Paulo.

Soc.

1972.

Brasileira p^

Simpósio

sobre b^

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8. SAMBAOUI, Lydia de Opieiroz - Catálogo coletivo de periódicos,
IBBD: boletim informativo, ^(1/2)25-53»

9.

1956.

- Catálogo Coletivo nacional americano.
informativo, 4(5/6);

IBBD: boletim

107-112, 1958.

10. V/ILSOR, William Jerome - 0 catálogo coletivo da Biblioteca do
Congresso.

Trad.

Serviço Publico,

de Sylvio do Valle Amaral.

5.(1):

•♦

Revista do

60-65» 1950.

*

**

/amm/

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

*■

14

15

16

17

18

19

�</text>
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                    <text>VII CONGRESSO BííASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belém, 29 de julho a 4 de agosto de 1973

CDD 010.981
ODU 002:5/6(81)

PocTomentação Científica e Tecnológica - Planejamento

Condição essencial para o estabelecimento de uma
rede nacional de informação científica e técnica

por
Edson Nery da Fonseca
Bibliotecário (CR 1 N? 004/67)
Professor Titular da Universidade de Brasília
Diretor da Faculdade de Estudos Sociais Aplicados

• )
B6G'ca.TECNOL.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

*

14

15

16

17

18

19

�RESUMO
Condlgão essencial para_o estabelecimento de uma rede nacional
de informação

científica _e técnica

por
Edson Nery da Fonseca

Os sistemas de catalogação cooperativa,

de catálogos coletivos

e de aquisição centralizada foram as primeiras tentativas feitas
no Brasil para o estabelecimento de uma rede nacional de bibliotecas.
Apesar dos clamores de mais de um bibliotecário em favor
colaboração entre bibliotecas,

tais tentativas fracassaram,

da
por

falta de espírito cooperativo da parte da maioria dos bibliotec_á
rios brasileiros,
A situação atual é verdadeiramente caótica,

caracterizando-se

pelo isolacionismo das bibliotecas e serviços de documentação g_o
vernamentais, principalmente os do«Poder Legislativo,

cujas câu^

ras reorganizaram recentemente, seus serviços auxiliares com sob_e
rano desprezo pelo ideal da centralização.
Sem a colaboração que integre essas bibliotecas e serviços
ma rede nacional,

rm

o sistema de informação científica e técnica

não poderá ser estabelecido,

o que impedirá o Brasil de partici-

par efetivamente do projeto Unisist.
Se as iniciativas governamentais fracassaram,

cabe às associa-.

ções profissionais de bibliotecários o papel de coordenar esforços visando a formação de 'uma rede nacional, mediante a colabora
ção espontânea de diretores e chefes de bibliotecas.
A importância da rede nacional de informação científica e técA
ca não exclui a de um sistema de bibliotecas públicas e escola res. Assegurar à população oportunidades para uma educação cont^
nuada é tarefa tão prioritária quanto a de prover informação
atualizada a cientistas e pesquisadores.

�SUMÁRIO

0 - JJTTBODUgaO

cm

folha 1

1 - AUGUKCIA DE COOPERAÇRO

1

1.1 - RETROSPECTO DE INICIATIVAS

1-4

1.1.1 - Catalogaçao Cooperativa

1-2

1.1.2 - Catálogos Coletivos

2-3

1.1.3 - Aquisição Centralizada

3-^

1,2 - RETROSPECTO DE CLAMORES NO DESERTO ,,,

4-9

2 - NECESSIDADE E IMPORTÂNCIA DA COOPERAQAO

9-13

2.1 - COOPERAÇÃO VOLUNTÁRIA

9-H

2.2 - PílRTIC.IPAÇAO DAS Bj^LIOTECAS PÚBLICAS

12-13

3 - CONCLUSÕES

13

REFEII. :iAS BIBLIOCRíÁFICAS

13-15

Digitalizado
gentilmente por:

is",

♦

14

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17

18

19

�0 - INTRODUÇaO

'Kao sendo esta a primeira vez em que o autor aborda o assunto
do presente trabalho,

sente-se ele na obrigação de referir-se

artigos de sua autoria,

a

o que faz não por vaidade, mas pelo prop^

sito de demonstrar a primeira premissa,
bliotecários brasileiros,

que é a seguinte:

os

bi-

salvo honrosas exceções, não têm demon^

trado sensibilidade para o trabalho em colaboração que integraria
nossas bibliotecas nirni verdadeiro sistema nacional de aquisição ,
de processos técnicos e de permuta de informações.

1 - AUSÊNCIA DE COOPERAÇãO
1.1 - RETROSPECTO DE INICIATIVAS
Cabe à bibliotecária Lydia de Queiroz Sambaguy a

precedência

nas iniciativas do estabelecimento de sistemas tanto de catalogação cooperativa como de catálogos coletivos e de aquisição centr^a
lizada.
1.1.1 - Catalogação Cooperativa
Como Chefe da Biblioteca do Departamento Administrativo do
Serviço Publico,
1942,

a Sra. Lydia de Queiroz Sambaguy organizou

o Serviço de Intercâmbio de Catalogação (SIC),

cios tanto daquele Departamento como da Fundação

em

sob os ausp^

Getúlio Vargas

e do'Departamento de Imprensa Nacional.
Entre as dificiildades encontradas pelo SIC,

sua própria funda

dora citou "a incompreensão das bibliotecas e serviços de documen
tação"

(21, p.68)* Superadas as outras dificuldades que ela men -

cionou — falta de catalogadores e revisores devidamente treina dos e atraso na impressão das fichas — podemos verificar, trinta
anos depois,

que o SIC não foi bem sucedido tanto pelo seu progra

* Os números indicam os trabalhos referenciados no fim do tex
to

�2
no por demais ambicioso como por aquela incompreensão.
deveria nestringir-se aos livros impressos no Brasil.

0 programa
Por outro ^

do, faltou-lhe sem.pre a colaboração das maiores bibliotecas
País,

do

como a Nacional do Rio de Janeiro e a M\micipal de São Pau-

lo. Não deixa de ser curioso assinalar,

como

sinal dos tempos,

que a colaboração foi negada em nome de diferenças normativas,corro
se os programas de cooperação devessem estar a serviço das normaa
1.1.2 - Catálogos Coletivos
Iniciado na Fundação '‘etúlio Vargas,

em. 19^7í

o Gatá.logo Col^

tivo foi,cm 195^^j transferido para o então recem-criado Instituto
Brasileiro de Bibliografia e Bocomentação (I3BD)
sim).
vo,

Criou-se,

(22- p,6 _et pas-

em 1956, 'v-una Comissão Nacional do Ca'álogo Coleti

orgarizada pelo IE3D e integrada por representantes de oito

centros bibliográficos regionais; Universidades Federais do
de Janeiro (então ■ .inda chair'ada Universidade do Brasil),

Rio

Pernambu-

co (antiga Universidade do Recife), Bahia, l-Iinas Gerais,

Paraná e

Rio Grande do Sui, UnxVc:rc,i.dade de* São Paulo e Instituto Nacional
de Pesquisas da Am.azonia,
É lamentável que a Comissão Nacional do Cataloge Coletivo tenha sido extinta,

enquanto outras comissbes, muito menos im^portan

tes e mais dispendiosas — como a PZD/CIíA e a IBBD/CDU —
criadas e continuara a reunir-se,
e responder,

foram

emibora destas devamos perguntar

cemo Ascenso Ferreira no seu poema sobra o gaúcho ;

"Pra que? Pra nada'^,
Não: não a-imito que me falera.

a título cie compensação, na au-

tomação dos catálogos coletivos ou na publicação — que representa, realmsnte, un acontecimento — do Catálogo coletivo ^ publicaçães

periódicas de Ciência e Tecnologia(17). 0 que essa publi-

cação revela,

eid matéria de multiplicação de oo.leçoes e, portan -

to, de malversação de recursos,
sim,

é verdadairmiente clamoroso. As -

o Catálogo Coletivo deixa de prestar o principa,! serviço que

dele esperávamos;

isto é,

a aquâro.ção centralizada c/,; coordenada.

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lí

�3
Culpa, diga-se de passagem, men«s dele do que da falta de sensidi
lidade para a importância de um sistema nacional de aquisição cen
tralizada:

falta generalizada, malgrado alguns exemplos isolados.

1.1.3 - Aquisição Centralizada

Esse tipo de aquisição começou,

como se sabe, nos Estados Un^

dos e no ano de 1942,quando, por iniciativa da Library of Congress
e da Association of Research Lihraries,
mington (28),

elaborou-se o Plano

ainda hoje atuante e subdividido em vários

programas nacionais de aquisição,

como, por exemplo,

rican Cooperative Acquisitions Program (LACAP)

Faroutros

o Latim Ame-

.

Também houve, no Brasil, uma tentativa de estabelecimento de^
se tão necessário sistema. Ele procura,
que exista,

como se sabe,

fazer

com

em pelo menos uma biblioteca do país, pelos menos

um

exemplar de cada obra relevante publicada em qualquer parte do
mundo. Tal ideal só pode ser alcançado através de programas naci^
nais de aquisição de livros e de assinatura de revistas publica dos no estrangeiro.
Desde sua fundação,

em 1947^ procurou o Catálogo Coletivo in-

teressar as bibliotecas b.asileiras no estabelecimento de um sistema de aquisição centralizada, distribuindo 1.500 questionários,
"dos quais,

apenas 453 foram devolvidos devidamente preenchidos"

(14, p.VI e 15, p.

18).

Os números são eloquentes: menos de 50^

de questionários devolvidos! Talvez por isso,

excluiu-se da seg\m

da edição do guia das Bibliotecas especializadas brasileiras o in
teressante projeto para aquisição planificada que figurou nas ed^
ções anteriores

(l6).

Uma análise desse guia mostra como as bibliotecas brasilei ras ainda vivem isoladas,

apesar de adesões puramente teóricas

ao projeto do IBBD. Até I969, por exemplo, vê-se que existiara,numa pequena cidade como Brasília, quatro bibliotecas especializadas

�4

em Direito e três (incluidas as precedentes) era Administração Pública. Duas dessas bibliotecas estão instaladas no mesmo conjunto
de edifícios

( o Palácio do Congresso Nacional) e quatro situam-SB

numa praça que se chama "dos Três Poderes"

(l6,

p.65-70). Mais

adiante veremos como a situação atual é ainda pior.

1.2 - RETROSPECTO DE CLAMORES NO DESERTO

Não faltou às iniciativas da bibliotecária Lydia de Queiroz
Sambaguy o respaldo por assim dizer catequitico ou doutrinário de
vozes autorizadas como a do bibliógrafo Rubens Borba de Moraes ,
que já em 1943 escrevia :

"Uma biblioteca a mais não

resolve

o

problema de ura centro cultural. Do que necessitamos é de um siste
ma de bibliotecas, trabalhando em conjunto, umas suprindo as
ficiências das outras,

cooperando. Estradas de ferro construidas

a esmo nada adiantam para os transportes de um país.
é uma rede ferroviária.

de-

Pois o que precisamos,

0 que é útil

no nosso caso,

é

de uma rede bibliotecs.ria "(l8, p.6).
Discípulo desse grande bibliógrafo e bibliófilo brasileiro
procurei seguir-lhe a lição, unindo minha humilde voz à sua,

,
em

verdadeira campanha de aliciamento dos bibliotecários brasileiros
para o trabalho em cooperação. Repito o que já escrevi no início:
esta série de citações dos meus próprios artigos objetiva,
sivaraente,

exclu-

a demonstração de uma premissa.

Em 1957í

analisando o opúsculo do Sr. L.Brummel sobre catálo-

gos coletivos,
de Janeiro :

escreví em recensão publicada por um jornal do Rio

"Tal como os homens,

as bibliotecas se especializam,

mas essa especialização exige cooperação. Também elas parecem grá.
tar,

diante da especialização inevitável:

Interdependência ou Mó£

te 1 Não há instrumento de coordenação entre bibliotecas mais ef^
ciente do que o catálogo coletivo "
Mudando-me para Brasília,

(5).

em I960,

iniciei, no ano seguinte ,

�5

uma série de artigos contra a estúpida e criminosa duplicação

de

bibliotecas no Congresso Nacional. No primeiro artigo, publicado
pelo Diário de Notícias do Rio de Janeiro ,

escreví;

o Congresso segue o mal exemplo do Poder Executivo,

"Neste ponto,
que

mantém

na antiga Capital Federal e numa só área urbana — a Esplanada do
Castelo — bibliotecas onde vamos encontrar as mesmas obras de r^
ferência ou de texto e os mesmos periódicos;

que chega ao extremo

de manter num só edifício — o do Ministério da Fazenda —
bibliotecas quase semelhantes
DASP. Até o ano passado,

:

aliás,

duas

a do mencionado Ministério e a do
(1960),

a situação era mais gro -

tesca, porque a biblioteca do Tribunal de Contas da União —

que

também lá funcionava — ainda não havia sido transferida para Bra
sília. Tudo isso evidencia o atraso em que ainda vivemos no setor
de bibliotecas.

Continuamos a planejá-las,

las funcionar em bases particula.ristas"
Propús ainda, no mesmo artigo,

a organizar e a fazê-

(6).

duas soluções para a escanda-

losa duplicação que ainda hoj'e persiste

;

(a) criação de uma

Bi-

blioteca do Congresso e extinção automática das Bibliotecas
Câmara dos Deputados e do Senado Federal,
ços seriam incorporadas àquela;

da

cuj‘as coleções e servi-

ou (b) criação de um Serviço

de

Bibliotecas do Congresso com o obj‘etivo de centralizar a aquisi ção,

a classificação,

a catalogação e outros processos e ativida-

des suscetíveis de centralização;

com a segunda solução, as cole-

ções continua,riam separadas, mas coordenadas com uma eventual divisão de assuntos ou de gêneros de publicações (6).
Ainda em I96I e no mesmo j'omal do Rio de Janeiro — cuj'o suplemento Letras e Artes

fora colocado à minha disposição

pelo

saudoso Álvaro Lins — outro artigo no qual reclamava um sistema
de bibliotecas popula:res para Brasília :

"E se falo em sistema —

escreví então — é j‘ustamente para deixar claro que,

assim

como

•uma andorinha só não faz verão', uma biblioteca não resolverá

o

�6

problema de Brasília.

Precisamos de um serviço central que coorde

ne as atividades de várias bibliotecas sucursais,

fixas e volan -

tes. Fixas e volantes porque é preciso não esquecer as a.bandonadas
cidades satélites e para estas a melhor solução talvez seja a

das

bibliotecas ambulantes "(7).
Q;uando,

em 19^2,

o Conselho de Ministros do carnavalesco par-

lamentarismo com que se iniciou o malfadado governo do Sr.
Go^llartJ

João

constituiu comJ.ssão para estudar o planejamento de uma

Biblioteca Nacional em Brasília, procurei demonstrar como era absurda a idéia e ridículos os argumentos com que foi defendida."0
professor Roger Bastide — escreví nesse artigo — tem,

agora

,

mais um exemplo para a sua caracterização do Brasil como ’país de
contrastes'.

Porque só mesmo num país assim caracterizado

admissível a criação da segunda Biblioteca Nacional,
solvidos os’ problemas da primeira;

seria

antes de

re^

ou a organização de siintuosa

biblioteca onde não existe ainda uma infraestrutura de pequenas e
prestimosas bibliotecas. Destas é que Brasília precisa: bibliotecas circulantes, nas chamadas Unidades de Vizinhança, nas cidades
satélites,

nos hospitais, na estação rodoviária. E não de uma Bi-

blioteca Nacional para enfeitar o centro cívico"

(8).

No mesmo ano de 1962, tendo o Conselho de Ministros enviado
ao Congresso Nacional os projetos de criação já não apenas da Biblioteca Nacional de Brasília, mas também a de um Serviço Nacional de Bibliotecas, voltei a ocupar-me do assunto, provando

que

os serviços atribuidos aos órgãos projetados já eram realizados
pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação e pelo
Instituto Nacional do Livro (9)«
Trata-se — diga-se de passagem — de \ima versão tipicamente
brasileira da famosa Léi de Parkinson.

Estabelecida pelo profes -

sor inglês C.Nortchote Parkinson e divulgada pela
em 1955

(20),

esta Lei explica,

primeira

sob a forma do mais britânico

vez

�7

sense of hiimour,

como o número de funcionários cresce,

infinitum,

por uma suposta divisão do trabalho que, na realidade, não passa
de duplicação*

0 que Parkinson observou em termos individuais

no

serviço público inglês é observável em nosso Pais ao nível institucional,

isto I,

pela criação de repartições destinadas a desem

penhar serviços que outras já executam,

ou que deixaram de execu-

tar sem que deixassem de existir.
Os projetos de criação da Biblioteca Nacional de Brasília

e

do Serviço Nacional de Bibliotecas foram arquivados pelo Congresso Nacional porque não tiveram tramitação regimental.
mente,

Posterior -

o Serviço Nacional de Bibliotecas foi inconstitucionalraente

criado por um decreto e,

anos depois — já no período pós-revolu-

cionário — extinguíu-se da mesma forma,
to, este,

aliás,

0 vedetismo,

isto é, por outro decre-

louvável.
entretanto — que é o maior inimigo do trabalho

em cooperação — continuou inspirando outras tentativas lamentá -veis,

como a da criação em Brasília de uma biblioteca batizada

com este nome espaventoso e redundante

; Biblioteca Nacional para

Assuntos Educacionais e Científicos. Esta chegou a ser
por um decreto-lei (4), mas,

criada

felizmente, nunca foi instalada.

Nomeado Ministro da Educação e Cultura,

em fins de 19^9^

o

Senado.r Jarbas Gonçalves Passarinho publicou no Jornal do Brasil
um pitoresco anúncio, no qual solicitava a qualquer pessoa conhecedora de erros em sua nova área de ação que os indicasse

em

carta pessoal a ele dirigida. No dia seguinte ao da publicação
desse anúncio,
sugeria,

entreguei no Gabinete do Ministro \ama carta em que

em lugar da construção da decretada Biblioteca Nacional,

a implantação do sistema de bibliotecas especialmente

projetado

para Brasília pelo bibliotecário Hipólito Escolar Sobrino,

espe -

cialista enviado pela Unesco por solicitação do Governo Brasileiro.

�8

Sensibilizado por essa sugestãOj

criou o Ministro Jarbas Pass_a

rinho xama comissão destinada a estudar o referido projeto, pelo
qual o Governo do Distrito Federal não demonstrou nenhum interesse. Desfeita a primeira comissão que pouco se reuniu e nada apresentou de positivo,

criou-se outra, por iniciativa do Instituto

Nacional do Livro e sob a presidência de sua diretora.
Enquanto não se resolve este problema tão simples —

criação

de um sistema de bibliotecas na capital da República — os

três

Poderes vão inaugurando novas bibliotecas independentes ou transferindo as antigas do Rio de Janeiro para Brasília,
plano diretor. Em Janeiro de 1971^
nha, perguntando:

sem nenhum

decidí continuar minha

campa-

*'Como se permite o despautério de quatro bibli^

tecas numa só praça,

quando uma delas,

eletronicamente equipada ,

atenderia às necessidades dos três Poderes ?"(11),
Os apelos à cooperação não foram ouvidos e os problemas criti
cados só fizeram multiplicar-se, pois o advento da mecanização e,
'mais recentemente,

da automação,

ção se tornasse mais onerosa,

fez com que a falta de coordena.-

considerando-se o, custo dos equipa-

mentos e o salário de seus operadores.

0 que presentemente se ob-

serva é uma desenfreada competição de serviços governamentais
dependentes:

in

competição que ocorre tanto na área do Poder Executi.

vo como nas do Legislativo e do Judiciário.
Do Congresso Nacional vem o exemplo mais clamoroso, porque
suas duas câmaras estão instaladas no mesmo palácio.

Entretanto ,

os serviços administrativos da Câmara dos Deputados e do Senado
Federal foram recentemente reorganizados com soberano desprezo pe
la centralização. Já manifestei-me contra essa escandalosa malver
sação de recursos públicos
2 0, de 1971,

(12),

comprovada pelas Resoluções

da Camara dos Deputados (2) e N9 58^ d® 1972,

n9

do Sen_a

do Federal (24).
Com tantos exemplos de iniciativas frustradas e de clamores

�9

no deserto,

considero demonstrada a premissa de que os biblioteca,

rios brasileiros são,

de modo geral,

insensíveis ao trabalho

em

cooperação.

2 - NECESSIDADE E IMPORTÂNCIA DA COOPERAÇãO

A segunda premissa do presente trabalho é a de que,

sem coope

ração — uma cooperação menos legalmente coercitiva^ do que espont^ea — não teremos jamais uma rede nacional de informação cientí
fica e técnica.
Considerando o limite de 15 folhas estabelecido pelo regulamen
to deste Congresso (5, p.5)j veJo-me uma vez mais obrigado,

para

poupar espaço,

qual

a reportar-me a trabalho de minha autoria no

já procurei demonstrar como é verdadeira esta premissa. Trata- se
I»
do artigo sobre "O Catálogo Coletivo como Distrur.bnto de C'•ordena,
ção entre Bibliotecas", publicado pela Revista do Serviço Público
(13)-

£.1 - COOPERAÇSO VOLUIWAEIA
Sabemos que,

sem coordenação, não é possível organizar-se

xim

sistema de bibliotecas e sem essa Infraestrutura Jamris existirá
em nosso País \ima rede nacional de informação científica e técnica. Já em 1965 o bibliotecário Harry C.Campbell o dizia.., na conferência de especialistas convocada pela Unesco para o estabelec^
mento de vun programa a longo prazo objetivando a utilização de s^
télites artificiais na comunicação.
perfeitamente ao caso brasileiro,

Com palavras que se aplicam

assim se exprimiu o Sr.

Harry

C. Campbell:
;.ç«=--"Naqueles países onde os serviços de documentação oficiais
partic\ilares ainda estão separados,

e

será preciso integrar as suas

�10

atividades de modo a permitir o uso dos canais de comunicação mun
dial por uns e outros. A maioria dos planos atuais para o estabelecimento de sistemas de documentação regional ou nacional cobre
apenas “uma parte dos serviços de bibliotecas de cada país. As

bi

bliotecas Universitárias muitas vezes estão separadas das bibliotecas industriais — e umas e outras estão isoladas das bibliotecas escolares _e públicas. Esta separação,
tiva,

de natureza administra-

ocasiona duplicação e desperdício que é preciso evitar,

n\im

sistema de utilização de satélites. Na verdade, poder-se-ia criar
um conjunto completamente novo de bibliotecas especializadas ; no
entanto será melhor utilizar,
tes"

(25,

se possível,

os serviços já existen

p.150).

A importância da cooperação voltou a ser ainda mais enfatizada no documento Unisist

(26) e na primeira conferência promovida

pela Unesco para o estabelecimento de um sistema m\indial de infor
mação científica. No discurso de abertura dessa conferência,

res-

saltou o diretor-geral da Unesco a importância das medidas a

s_e

rem tomadas pelos governos para "o estabelecimento de redes de bl.
bliotecas e de serviços de documentação e de informação"

(27,

p.

24).
Considerando a falta de cooperação entre as bibliotecas bras_i
leiras,

como resolver o problema da participação do Brasil no pr_o

jetado sistema mundial de informação científica ? Perseguido

por

esta interrogação, tenho feito o que está a meu alcance para

uma

conscientização do indispensável espírito cooperativo,

sem o qual

não será possível estabelecer vim sistema nacional de bibliotecas,
conditio sine qua non daquela participação.
Em face da nenhuma repercussão dos meus pobres artigos,

soli-

citei para o assunto o interesse de a.lto funcionário do Governo
que me distingue com sua atenção,
posta:

dele recebendo a seguinte res -

"Sua idéia de estabelecer-se

*uma política nacional

que

obrigue as bibliotecas e os serviços de documentação a trabalha-

�11

rem cooperativamente’

poderá,

talvez,

concretizar-se em decorrên-

cia do que possa apresentar ao Governo,

objetivamente, para

esse

efeito "(19).
Nada apresentei porque não sou daqueles que têm sempre um pr_o
Jeto no bolso ou na bolsa para organização ou reforma, pro
sua,

de serviços públicos. De;'

' ^ndo o vedetismo,

domo

acredito

cada

vez mais no trabalho em grupo, na mesma medida em que já comecei
a ficar cético en relação às soluções oficiais. Trata-se,

aliás ,

menos de ■um sentimento pessoal do que uima convicção dos próprios
responsáveis pelo docximento U.iisist,

quando escreveram:

"o melhor

é que as autoridades nacionais permaneçam fora do projeto"
p.87j

(26 ,

item ^). Nvn dos documentos básicos da primeira conferência

da Unesco sobre o projeto, o Dr. Harrison Erovm,
cional de Ciências dos Estados Unidos,

da Academia Na -

definiu como objetivo prin

cipal do programa Unisist a implantação de "-uma rede flexível baseada na cooperação voluntária de serviços de informação existentes e dos que vierem a ser criados"

(1, P&lt;-39j

grifo nosso).

Nas palavras grifadas é que talvez se encontre o segredo.

Se

a inexistência de -uma rede bibliotecária no Brasil decorre da f^
ta, de espírito cooperativo da parte da maioria dos bibliotecário^
não será com decretos nem através de órgãos governamentais que e_s
se espírito ce desenvolverá. Em anos passados cheguel a pensar
nessa solução, propondo,

om artigo de Jornal,

a criação de "um mi-

nistério extraordinário para a coordenação dos órgãos de documentação (10).

Confesso o meu erro,

sugerindo aos participantes

VII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação

do
que

essa tão necessária ride bibliotecária seja promovida através

de

cooperação vol^untária dos diretores ou chefes de bibliotecas.

E

que a indispensável coordenação dos planos de aquisição centraliz_a
da,

catalogação cooperativa e permi;ta de informações seja entre -

gue às associações profissionais.

cm

Digitalizado
gentilmente por:

�12

2.2 - VÃK2^.C1PAÇÃ0 DAS BIBLIOTECAS PUBLICAS
A ênfase dada recentcmsnte aos problemas de comunicação da in
formação científica e técnica — principalmente ao emprego de eq\^
pamenoC" cle'crcniccs — tem feito com que muitos bibliotecários
se es!:n';2ça:'i ca que as biblictecas públicas ou populares são

tão

importar;tea q^Tanto as especializadas e os serviços de documenta ção.

Proporcionar aos adultos oportunidades para uma educação con

tinuada é tarefa tão útil quanto a de prover informação atualizada acs pesiprlsadores.
Criar serv ices
de informação científica e técnica e relegar
»
ao abandone -s bibê. j otecas populares é cometer erro semelhante ao
do desanvoleim^nt j&gt;c -qre estimulou ■' :o. industrialização ã outran■-cuntura,
Considero o rema central deste Congresso — "aprovado em sessão do 7?: Co.ngvesso,

em E*lo Horizonte"

(5íP-3)— como um exemplo

gritante desse erre.

Estudar o papel das bibliotecas apenas " em

função õo Ei-stcuíia Hacional de Informação Científica e Tecnológi ca" é um caso típico do cue^

eir linguagem marxista,

considera-se

corno aliõ:,ação.
Certo, não sãc apenas os serviços de docTimentação e as biblio
tecas especializadas que contribuem para a formação desse Sistema
Ainda receutemente.,

os participantes de um seminário interameri -

cano rranido em Washington,D,C.

aconselharam os governos a " dar

pripridaie ò promoção dos órgãos que constituem a infraestrutura
da informação, ilesoe as bibliotecas escolares _e rurais aos
compler~s sç-r/lços de informação"

mais

(25, p.2-5, grifo nosso).

Mas não é admissível, por outro lado,

que as bibliotecas

não

especielizadas sejam estudadas apenas em função da contribuição
que pedem dar

cm

a sisbemasede informação científica e técnica.

Digitalizado
gentilmente por:

0

�13
principal compromisso dessas bibliotecas é com a educação permane^
te do povoj

sobretudo em países como o Brasil.

3 - CONCLUSÕES

Das premissas demonstradas no presente trabalKo podemos tirar,
silogisticamente ,as seguintes conclusões:
3.1 - Se as instituições governamentais fracassaram na tentativa
de estabelecimento de sistemas que,

devidamente integrados,

conti^

buiriam para a indispensável infraestrutura da rede nacional de
informação científica e técnica,

devem as associações profissio -

nais assumir a liderança de iniciativas neste sentido.

3.2 - Uma rede nacional de informação científica e técnica não ex
clui um sistema também nacional de bibliotecas populares e escola
res,

sendo ambos igualmente prioritários.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 -BROWN,

C. Harrison.

Scientific Information today- a scientisfs

view. In: Conferência Intergovernamental para o Estabelecimento de um Sistema Mundial de Informação Científica. Paris, 1971.
Final repprt. Paris, Unesco, 1971^ p.36-40,
2 -CÂMARA DOS DEPUTADOS. Resolução N9 20, de 30 de novembro
de
1971.Dispõe sobre a organizaçao administrativa~3a Camara
dos
beputados _e determina outras providências. BrasTTia, Departa mento de Imprensa Nacional,1972. 137 p.
3 - CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 7 .
Belém, 1973. Regulamento (edição preliminar). Belém, 1973. 8 P.
4 -Decreto-Lei n. 1.048, de 2I-IO-I969. Cria a Biblioteca Nacional
para Assuntos Educacionais e Científicos. Coleção das Leis
de
1969, v; ,7. p.786.
5 -FONSECA, Edson Nery da. Bibliotecas especializadas e catálogos
coletivos: interdependência ou morte. Tribuna da Imprensa( Rio
de Janeiro) 26/27 out.l957í supl.Tribuna dos Livros, p.3
6 -FONSECA,Edson Nery da. Uma Biblioteca do Congresso em Brasília.
Diário de Notícias (Rio de Janeiro) 23 jul. I961, supl. Letra.s
e Artes, p.l

�14

7

•-

Brasília precisa de bibliotecas. Diário de Notícias (Rio
de Janeiro) 10 dez. 1961, supl. Letras e Artes, p.l.

8

-

9

- _
Cora o Congresso Nacional.
ro7 8 agô. 1962, 1. cad, p. 2.

Com o novo Ministro da Educação.
de Janeiro) T:
196''..t 1^ cad-, p.2.

Correio da Manhã

(Rio

Correio da Manhã (Rio de Jane_i

10 - Coordenação dos organismos de documentação. Correio Braziliense (Brasília) 6 abr. I968, Cad.Cultural, p. "S"!
11 -

Quatro bibliotecas na Praça dos Três Poderes. Correio
Braziliense (Brasília) 15 jan. 1971, Cad. Cultural, p.l.
Ao
apelo que lancei neste artigo Juntou-se, com grande honra para mim, a voz da Jornalista Yvonne Jean, em sua tribuna diá ria no mesmo Jornal. Vide Jean, Nvorine. Esquint, de Brasília.
Correio Braziliense (Brasília) 20 Jan. 1971, cad. 2, p. 2.

12 -

Dois computadores no Congresso Nacional ? Diário de Pernambuco (Recife) 2 mar, 1972, 1. cad., p, 4. Correio Brazillense (Brasília) 17 mar, 1972, Cad.Cultural, p.2.

15 -

0 Catálogo Coletivo como instrumento de coordenação en tre bibliotecas. Revista do Serviço Publico (Brasília) 107
(1) : 81-95, Jan./abr. 1972„

14 - INSTITUTO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAEIA E D0CUI4ENTAÇA0. Bibliotecas especializadas brasileiras; gula para intercâmbio bibliográfico. Eaiçao preliminar, itio de JaíieiròT 190I. 174 f. mims-o
grafadas.
15 -

16 -

17 -

d

Cv—-w^ &gt;j j a

• 5/
, 2,

"Irao T^rf^ar”'.is
b•

ed. Rio de Janeiro,

planif Icada. Rio

-

I969. 605 p.

Catálogo coletivo de publicações periódicas de ciência
e tecnologia. Rio de Janeiro, 1970-71, 2 v.

18 - MORAES, Rubens Borba de. 0 problema das bibliotecas brasilei ras. Rio de Janeiro, Casa do Estudante do Brasil, 1943. 84 p.
(Série Itamaratí, v. 5)
19 - NEY, João Luiz.

Carta ao autor,

de 29-09-1972.

20 - PARKINSON, C.Northcote. Parkinson's law. The Economlst (Lon don) 177 (5856): 635-657, Nov. 19, 1955- Expandida em livro
do qual existe edição brasileira: A lei de Parkinson, na sociedade, na política, nos negócios. Trad. de Silveira Sampaio .
Sao Paulo, pioneira, 19647 I05 p.
21 - SAMBAQUY, Lydia de Queiroz , Catalogación cooperativa y catalogación centralizada. In: Conferência sobre o Desenvolvimento
dos Serviços de Bibliotecas Públicas na América Latina. São
Paulo, 1951. DesarrollO ^e Ias bibliotecas publicas en América
Latina
Paris, Unesco, 1^55 (Manuales de la Unesco para
Ias
bibliotecas, 5) p. 63-7O.

�15
22 - SAIÍBAQUY, Lydia de Queiroz. 0 I.B.B.D. e os serviços que se propõe a prestar. Rio de Janeiro, Instituto "Brasileiro de BiBTio grafia e Documentação, 1958. 22 p.
23 - SEMINÁRIO 11'ITERAMERICANO SOBRE A INTEGRAÇAO DOS SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO DE ARQUIVOS, BIBLIOTECAS E CETÍTROS DE DOCUMENTAÇÃO NA
AMERICA LATINA E NAS ANTILKAS. Washington,D.C., 1975. Declaração, conclusões e^ recomendações. Brasília, Câmara dos Deputa dos. Centro de Documentação e Informação, - 973j 6 p.
2^ - SENADO FEDERAL. Resolução n? 58, de 1972. Dispõe sobre o Regi mento Administrativo do Senado Federal. Diário do Congresso Nacional (Brasília) Seção II, anó XXVII, n. 12ti, p. 4446-4489 ,
11 nov. 1972.
25 - UNESCO. Comunicação na era espacial. Rio de Janeiro, Fundação
Getúlio Varga,E, InstlTtuto de Documentação, 1989. 348 p.
26 -

Unisist; informe dei estúdio sobre la posibilidad de establecer un sistema mundial de informacion cientifica, realizado
por la Org.anizacion de Ias Naciones Unidas para la Educacion ,
la Ciência y
Cultura, y el Consejo Internacional dé'Uniones
“Cientificas. Montevideo, Oficina de Ciências de la Unesco para
America Latina, 1971. 176 p. (SC. 70/D.75/S)

27 -

Unisist. Paris _4-8 October 1971. Intergovernmental Conference for the EstabÜishment of a World Science Information System. Final report. Paris, 1971. 60 p. (SC/MD/2577

28 - V0SPER,Robert. International book procurementj or, Farmington
extended. College and Research Libraries (Menasha, Wis.) 21 ;
117-124, Mar. 196O.

cm

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gentilmente por:

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                <text>Os sistemas de catalogação cooperativa, de catálogos coletivos e de aquisição centralizada foram as primeiras tentativas feitas no Brasil para o estabelecimento de uma rede nacional de bibliotecas. Apesar dos clamores de mais de um bibliotecário em favor da colaboração entre bibliotecas, tais tentativas fracassaram, por falta de espírito cooperativo da parte da maioria dos bibliotecários brasileiros. A situação atual é verdadeiramente caótica, caracterizando-se pelo isolacionismo das bibliotecas e serviços de documentação governamentais, principalmente os do Poder Legislativo, cujas câmaras reorganizaram recentemente seus serviços auxiliares com soberano desprezo pelo ideal da centralização. Sem a colaboração que integre essas bibliotecas e serviços numa rede nacional, o sistema de informação científica e técnica não poderá ser estabelecido, o que impedirá o Brasil de participar efetivamente do projeto Unisist. Se as iniciativas governamentais fracassaram, cabe às associações Profissionais de bibliotecários o papel de coordenar esforços visando a formação de uma rede nacional, mediante a colaboração espontânea de diretores e chefes de bibliotecas. A importância da rede nacional de informação científica e técnica não exclui a de um sistema de bibliotecas públicas e escolares. Assegurar à população oportunidades para uma educação continuada é tarefa tão prioritária quanto a de prover informação atualizada a cientistas e pesquisadores.</text>
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        <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/16/987/Febab_Informacao_Cientifica_Tecnologica_Tema_III_Vol_I_Com03.pdf</src>
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                  <elementText elementTextId="13233">
                    <text>79-CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENrTAÇAO, Belán,
29 de julho a 4 de agosto de 1973.

CDD: 021.1
CDU: 021.6.001.2

BÍBLIOTECA: Especiais- PLANEJAMENTO

O BIBLIOCENTRO E A AQUISIÇÃO COMPOTARIZADA

por

HELENA MARTA SANTOS CARVAIÍÍO (CRB-8 Protocolo 69/73)
HLfLDA OLAIL' DE CARVALHO (CRB-8/34)
JURACY GHISLOTTI ARANDA (CRB-8 Protocolo 66/73)
SOLANGE PULffEL (CRB-8/Protocolo 167/73)
SONIA MARIA ANGELINO SPINOLA (CRB-3/Protocolo 109/72)

Conselho Nacional de Pesquisas
INSTmJTO DE PESQUISAS ESPACIAIS
■ .
_
^
DOC, CL TBÇ^O»
Sao Jose dos Campos- S. Paulo

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�APRESENTAÇÃO

Este trabalho objetiva um sistema cooperativo que viria
auxiliar os trabalhos de aquisição das bibliotecas, esperando assim
contribuir de maneira efetiva para o desenvolvimento de una parte
dos processos administrativos.
Por ser a idéia do Bibliocentro pràticamente original pa
ra nos, nao nos foi possível recorrer a^referências satisfatórias,
o que justifica a limitação de pesquisa deste trabalho.
Contamos, todavia, ccm a orientação do Prof. Alexandre
do Espírito Santo.
A ele e ã equipe de Analistas de Sistemas do IMPE nossos
agradecimentos pela orientação recebida.

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�S U M A R l'0

1. INTRODUÇÃO

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2. OBJETIVO GERAL

2

3. REQUISITO DO OBJETIVO GERAL

3

4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

3

5. Arvore de objetivos

4

6. REQUISITOS DOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS
7. ESPECIFICAÇÕES

5-10
;

11-14

8. DIAGRAMA DE FLUXO DE TRABALHO

'

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9. CRONOGRAMA

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10. SERVIÇOS EXTENSIVOS DO BIBLIOCENTRO

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11. CONCLÜSSO

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�CDD: 021.1
CDU: 021.6.001.2

O BIBLIOCENTRO E A AQUISIÇÃO COMBJTARIZADA

Hutãa Olail ãe Carvalho et alH

Analisa o problema da aquisição

do

ponto de vista têonicOj adbmnistrativo e economico, sugerindo implantação de um sistema de aquisição ccn^
putarizada na região do Vale

do Pa

raíba^ tendo como sede do sistema a
Biblioteca ão Instituto de Pesquisas
Espaciais,

1. introdução

lAna pergunta que vem norteando por muito tempo a maioria
dos bibliotecários no Brasil, é se existe ou não um sistema otimizado de aquisição que venha facilitar esse trabalho.

As

bibliotecas

especializadas, principalmente, necessitam obter publicações estrangeiras, pois nem sempre o mercado interno é satisfatório, o que

faz

ccm que recorram ã importação do material.
Esse sistema, quando executado pelo livreiro,

acarreta

demora e encarecimento, surgindo geralmente a preferência pela

im-

portação direta, que por sua vez implica em problemas para o bibliotecário, tais como:
-dificuldade na seleção das publicações
-demora nas transações de pagamento e recebimento: tempo de camu“

nicação cora a editora no pedido de proforna; tempo de contato

- 1 -

�con os bancos; tempo de recebimento das piiblicações, o que acar
reta atraso na chegada da infoniHção ao usuário.
-dificuldade nos contatos com as editoras, para resolver os

pro

blQiH.s de não recebimento de pagamentos, problenas de livros e£
gotados, devolução de dinheiro etc.

Questiona-se então se não haveria um sistema que desse
uma solução a todos esses entraves, possibilitando também uiih certa
econcmia na coipra.
Neste trabalho procuraremos responder a essas perguntas,
apresentando um sistema que, acreditamos, venha dar um rumo
ã procura da solução do problema.

melhor

E apresentamos um sistema coope-

rativo, pois cremos que a centralização de trabalhos facilita a padronização, evita duplicidade de material e canaliza esforços.
Pela nossa localização geográfica, escolhemos a região
do Vale do Paraíba.

Esse sistena, no entanto, pode ser aplicado

qualquer outra região.

a

Reunimos as bibliotecas que tôn afinidades

de interesses: as especializadas, que necessitam os livros estrangei
ros.
Excluímos bibliotecas públicas, escolares e infantis, pe
lo motivo de que seu campo inclui quase que s5 livros nacionais.

E

não haveria necessidade de trazer publicações do extericr.
Esquonatizamos e apresentamos o trabalho dentro das tecni
cas de abordagem de sistems.

2. OBJETIVO GERAL

DELINEAR \M PIANO DE IMPLANTAÇAO DE UI-I BIBLIOCENTRO- sis
tem centralizado e cooperativo de aquisição de publicares- RARA
AS BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS DO VALE DO PARAÍBA.
- 2 -

�3. REQUISITO DO OBJETIVO GERAL

Que o sistena seja funcional e prático, preenchendo a fi
nalidade de ser cooperativo para una região, dentro das técnicas de
corputação.

4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

4.1. Objetivo específico 1:
Escolha do Bibliocentro.
Dever-se-á escolher uma Biblioteca, a partir das bibliote
cas especializadas da região do Vale do Paraíba, para sediar
o Bibliocentro.
4.1.1 Fazer levantamento das Bibliotecas.

4.1.2 Estudar o interesse das mesnas no sistena.

4.1.3 Verificar as condições de apoio das Bibliotecas:
Condições físicas
Condições técnicas
Condições administrativas
NÍvel de pessoal técnico

4.2. Objetivo específico 2:
Escolha dos fornecedores.
Para o fornecimento das publicações a todas as bibliotecas, deverão ser escolhidos booksellers.
4.2.1 Fazer levantamento de booksellers en âmbito mundial.

4.2.2 Verificar sua idoneidade.

4.2.3 Verificar sua amplitude.
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�4.2.4 Verificar suas condições técnicas, e dentro destas, se o
fornecedor trabalha com sistena mecanizado e com o siste
ma de approval plan.

4.2.5 Verificar as condições de garantia.

4,3. Objetivo específico 3:
Estudar a sistenãtica de inplantação.
4.3.1 Definir as funções:
-da Biblioteca-sede
-do Bibliocentro

\

4.3.2 Estudar o procedimento de interface entre o Bibliocentro
e Bibliotecas participantes e os Fornecedores.
*
4.3.3 Estudar as possíveis úiplicações do sistena.
\
4.3.4 Levantar custos: de planejamento e di^/ulgaçao, de implan
taçao e manutenção.

4.3.5 Estudar os meios de divulgação e a elaboração de um manu
al que contenha todas as inforaações referentes ao siste
ma.

4.3.6 Estudar termos de convênio entre o Bibliocentro e biblio
tecas participantes.

4.3.7 Estudar contratação de pessoal a trabalhar no Bibliocentro.

5. Arvore de objetivos

(quadro anexo)
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�6. REQUISITOS DOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS

6.1 Requisitos do Objetivo específico 1:
Escolha da Biblioteca-sede.

6.1.1 Levantamento
0 levantamento das bibliotecas da região devera ser o
nais Caipleto possível para que se possa conhecer todas
as bibliotecas especiali2iadas, determinar qual preenche
os proximos requisitos exigidos e que possa sediar o Bi^
bliocentro.

6.1.2 Interesse
-A Biblioteca devera ter interesse na criação do sistem cooperativoi isto é, ser dinâmica e atuante.
-Devera estar interessada em um número grande de assuntos, isto e, abranger muitas áreas do conhecimento humano.
-Deverá estar interessada na conpra de publicações

on

quase todas essas áreas.

Isto facilitará encrmemente a comunicação da Biblioteca
-sede com o Bibliocentro e as outras Bibliotecas participantes.

6.1.3 Condições de apoio.
A Biblioteca-sede, em si, deverá estar estrutxxrada dentro das condições exigidas abaixo a fim de propiciar ao
Bibliocentro condições de apoio:
6.1.3.1 Condições físicas- ter espaço para conter o Bibliocentro e ter um acervo considerável, que
justifique compras vultosas.
6.1.3.2 Condições técnicas- a Biblioteca deve ter asse£
soria, tanto em progranação, como em análise
de sistemas, para' melhor atendimento às exigências de planejamento e execução.

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6.1.3.3 Condições administrativas- deve ter una diretoria administrativa de pleno acordo com a criação
do Bibliocentro e dando-lhe incentivo; deve ter
ura setor de Importação, jã familiarizado com e£
se tipo de transação; e também um setor de

Fi-

nanças com condições de planejamento orçamentcrd'.
rio.
6.1.3.4 NÍvel do pessoal técnico.
A equipe técnica da Biblioteca-sede devera dar
assessoria aos funcionários do Bibliocentro

e

deve, portanto, estar familiarizada con serviços de importação e serviços cc^utarizados: no
ções de programação e leitura das fornns cemputarizadas.

6.2 Requisitos do Objetivo específico 2:
Escolha dos Fornecedores.
6.2.1 Levantamento
0 levantamento dos booksellers deve ser completo e atiJia
lizado, e em âmbito mundial, atingindo os 5 continentes.

6.2.2 Idoneidade
A escolha dos fomecesores deverá estar baseada no corhe
cimento da idoneidade dos mesmos, através da repercussão
que tenlam nos meios biblioteconômicos.

6.2.3 Amplitude
No levantamento dos fornecedores, dever-se-á tonar corb£
cimento também do acesso que os mesmos* têm a um mercado
mundial.

A escolha será feita entre aqueles que têm a

maior amplitude; isto, para diminuir o numero de contatos (um numero limitado de fornecedores).

6.2.4 Condições técnicas
6.2.4.1 Sistema computarizado.
Exige-se que a firma trabalhe com sistema meca.nizado por conputador.
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�6.2.4.2 "Approval-plan"
Outra exigencia e que esteja atualizado, dentro
sisteira de approval-plan.

Observações

Ref. 6.2.4.1 Sistema computarizado.
Através de conputador, a firma descreve todas as pu
blicações, criando as "formas"- seja em cartões, panfletos, tipo
"proforma" etc., para a distribuição para o Bibliocentro e Bibliotecas participantes.
Todo o acervo com que o fornecedor trabalhe esta as
sim anazenado no computador, podendo ser extraídas essas infornações por áreas de interesse.
ffa firmas que cobrem toda a produção bibliográfica
corrente e fornecem informações por áreas, apresentando um thesaurus
con cobertura para todas as áreas e trazendo, alem dos códigos

dos

assuntos, os dados dos parâmetros das publicações: nível (escolar,
universitário, pós-graduação etc.), tipo de publicador, língua, época, edição etc.

Ref. 6.2.4.2 "Approval-plan"

Os fornecedores serão escolhidos entre aqueles que
trabalhou dentro do sistema de "approval-plan"- que nada rrais é

que

uma otimização do sistema de fornecimento de publicações era dononstra
ção.

S enviada então em lugar da própria publicação, essa "foniH,"

que a descreve.
través da forma,.

Assim, a aprovação e escolha das obras será feita a
Esse sistena faz tambon a devida reserva, dentro

de um limite de tempo, de todas as publicações, para as Bibliotecas,
que terão toda a garantia do receb-ímento da publicação por um tempo
limitado.

6.2.5 Condições de garantia
A escolha dos fornecedores deverá basear-se tambon nas
garantias que os mesmos possam oferecer: garantia de en
vio das publicações, especificando o prazo e condições

�estabelecidos para despacho das mesmas.

A rotina de for

necimento deverá estar baseada num eficiente fluxo,

em

amplitude e frequência.

6.3. Requisitos do Objetivo Específico 3:
Estudar a sistemática de implantação.

6.3.1 Definição de funções
6.3.1.1 Funções da Biblioteca-sede.
Na definição das funções da Biblioteca-sede
deve ser dada ênfase ã assessoria que ela deve
rá dar ao Bibliocentro, a partir dos seus requi
sitos.

6.3.1.2 Funções do Bibliocentro.
A partir de seus requisitos o Bibliocentro ~erá cano principal função, servir de "intermedia
ria" entr'e as Bibliotecas participantes e

os

fornecedores, resolvendo os problemas de ambas
as partes e facilitando, principalmente, os s^
viços de importação para todo o conjunto das bi
bliotecas.

6.3.2 Estudo das interfaces.
6.3.2.x*Bibiiocèrttró*x Bioliotecàs'participantes.
Na interface"èntfe o Bibliocentro e as biblio-"'
tecas- participantes deverão ser estabelecidas
normas, formulários de divulgação e de pedidos,
para a simplificação e clareza, no encaminlamen
to de pedidos.

6.3.2.2 Bibliocentro x Fornecedores
Para o bom controle de:
-encomendas
-ronessas de pagamentos

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-recebimento de material
-recebimento de documentação
-reclamções

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�0 Bibliocentro também deverá estar equipado com
formulários próprios e ter um fluxo de trabalho
pré-estabelecido.

6.3.3 Estudo das inç&gt;licaç5es do sistena.
É importante analisar as implicações que podem acarretar tal sistena e procurar soluções para elas, tendo em
vista que a Biblioteca-sede passa a ser responsável por
todas as transações perante os fornecedores.
As irrplicações que poderia ter perante as diretorias
administrativas das respectivas Bibliotecas participan
tes deveriam ser sanadas já no convênio entre as Biblio
tecas.

Nele, as diretorias devem participar, comunican .

do estar cientes e de acordo.
Para as implicações de falhas e atrasos an pagamentos
e recebimentos de material devem ser estudadas pelo grupo
que já tem certo conhecimento de importação; soluções
serão propostas com uma certa elasticidade, dentro de
várias alternativas, tendo em vista que as Bibliotecas
participantes têm, cada uma, uma estrutura própria e
consequentemente, problenas diferentes.
6.3.4 Levantamento dos custos.
Na avaliação dos custos, deverão ser estudados:
6.3.4.1 Custos de Planejamento e Divulgação.

Estes cu£

tos deverão ser estudados pelo grtipo que estará
interessado no sistema.

Inclui custos, em ter-

mos de tempo, mão de obra do grupo organizador
e confecção do manual e panfletos de divulgação.
6.3.4.2 Custos de Implantação.

A implantação acarretará

despesas para a Biblioteca-sede e bibliotecas
participantes, e está ligada ã compra do equipa
mento.
- 9 -

�6.3.4.3 Custos de nanutenção.

Os custos de manutenção

deverão ser levantados entre as Bibliotecas
participantes e Biblioteca-sede, que deverão
estabelecer c nível dos funcionários a

serem

contratados, o material de consumo e despesas
necessárias ao funcionamento do Bibliocantro.

6.3.5 Estudo dos meios de divulgação.
A divulgação deverá ser feita através de visitas, de
cartas etc. Para isso, serão elaboradas panfletos e
principalmente um manual, contendo todas as •informações
detalhadas sobre o sistem.

6.3.6 Estudo dos convênios.
Os termos do convênio deverão estabelecer as intor-r^ela
ções das Bibliotecas participantes com o Bibliocentro,
no sentido de alcançar perfeita conunicação.

6.3.7 Estudo do nível de pessoal a ser contratado.
Para o funcionamento do sistena serão necessários:
- 1 bibliotecária
- 1 auxiliar de Biblioteca
- 1 motorista

Os requisitos a serem preenchidos pela Bibliotecária
serio:
-conhecimentos de "formas" computarizadas, para perfeita identificação dos dados contidos nas mesmas,
-conhecimento de inglês e outras línguas: françês, ale
mão.
-Experiência e desembaraço na correspondência com as B^
bliotecas participantes e com os fomececiorees.
-Expediente na tomada de decisão para possíveis problemas.
A auxiliar deverá ter conhecimentos de línguas e datilo
grafia, para dar eficiente continuidade aos trabalhos
da Bibliotecária.
- 10 -

�7. ESPECIFICAÇÕES

7,1 Especificações para o levantamento das Bibliotecas da Eegião.
0 levantamento sera feito:

7.1.1 Através de consultas a fontes de referências:
-listas telefônicas
-catãlogos das universidades
-guias das cidades
-catalogo coletivo
-7.1.2 Através de contatos ccm as prefeituras das cidades.

7.1.3 Tendo-se seguidos os 2 passos anteriores, fazo? o contato
com as Bibliotecas:
-através de visitas e de cartas.
" •^envio de questionários para o .levantamento do po:*fil' de^..
cada .uma delas.

.

-

-recebimento de respostas
-VQr'ificação do interesse das mesnas

7.1.4 Elaborar o cadastro e perfil das Bibliotecas interessadas em forma de arquivo em fichas,
0 cadastro conterã:
-ncme da Biblioteca
-endereço
-nane do diretor da instituição
-nome do Bibliotecario-chefe
-número de funcionários

’
.

‘ -

'
-

...

-dados sobre a estrutijra organizacional e serviço .
■ administrativo- inforroações sobre assessoria ã Biblioter
ca.,
0 perfil contfaLv-.

,

-assuntos abrangidos pela Biblioteca
-Acervo '

. ; '.
•- 11 -

’

�-n9 de usuários
-regulamento da Biblioteca: horário de funcionamento,
regras para enprestimo, prazo de devolução das pubH
cações etc.
-NÍvel de conhecimento técnico dos funcionários.

7.2 Especificações para o levantamento dos fornecedores.

7.2.1 Fazer o levantamento através de consultas a fontes de
referência:
-catálogos
-guias estrangeiros
-editores e livreiros

7.2.2 Fazer contatos com os booksellers, através de çartas
e conhecer seus serviços.

7.2.3 Fazer' cadastraraento dos mesmos.
0 cadastro conterá:
-Nome do Bookseller
-Endereço
-Condições técnicas de serviços: computarizado, approval-plan etc.
-Anplitude n9 de editores com quem trabalíem.
-Area de assuntos abrangida.
-Procedimentos de pagamento.
-Rotina de fornecimento do material
-Condições de garantia: em tenpo e segurança.

7.3 Especificações de custos
7.3.1 Fase de planejamento e divulgação.
0 planejamento e divulgação acarreta custos para a equi
pe interessada na implantação do sistena; principalBante
ligados ao tenpo de trabalho;, tempo de planejamento e
tenpos de levantamento das bibliotecas e dos fornecedores. E ainda o custo do manual:
- 12 -

�0 nidnuaj. po'-I&lt;:iú lsít coiifecciciiado pelo sistona off-set,
sendo, portanto, datilografado, e não impresso; encad^
nado cc.?o brocbrra.

0 seu custo estarã então, apoiado

apenas i’io papel, tinta, funcio:Tamento da náquina, carto
lina, cola, n? de oraT.plaras.
A quantidade estara baseada no número de bibliotecas le
vantadas, mais um número prã-avaliado de futuras biblio
tecas participantes.
7.3.2 Fase de inplantação.
A compra do equipamento: maquina de escrever, móveis:
mesa, mieca de datilografia, cadeiras, e perua (bibliobus) cera feita mediante concerrincia pública.

7.3.3 Kanuter.pão.
Salãrros: Os fficicnarios terão seus salários segundo
as especrficações de cen-tratação de pessoal.
Materie.1 de Con"u:~.o: As despesas do rtaterial de consumo e outras despesas de correio estarão dependentes
de verba flutuante estabelecida derrtro de ima faixa
pre\dsta nos tangas do con^^ênio.

7.4 Especificações para a elalaração do manual.
0 manml servirá para di\tilgação e esclarecimento sobre o si£
tem.

Dará informações detaD.badas sobre:

-sistem de aquisição cooperativa, dentro do sentido restrito
que queremos dar, neste trabalho, isto e, cooperativismo em
serviços e não em varbas.
-sistemas de aquisição cemputarizada.
-sistema "approval-plan*'.
-objetivos e funcionamento do Lrbliocentro
-poocedimieietos dos fonracedoras
-divulgação do sistema dentro das instituições ãs quais estão filiadas as Bibliotecas participantes: aos diretores e
aos usuários.
-Instruções para participação no sistema.
-Termos dos ccr/'ênio3.
Sonterá quadros ilustrativos, fluxogramas.

�7.5 Especificações da divulgação.

7.5.1 Fazer contatos com as Bibliotecas da região, através
de cartas, visitas e envio de panfletos e do rranual.
7.5.2 Aguardar as respostas e realimentar o sistena, isto e,
insistir com as mesmas, no caso de atraso, exigindo
uma resposta.

7.6 Especificações do convênio.
0 convênio será estudado, com a participação de elemeírtos de
todas as Bibliotecas implicadas no sistema e estabelecerá as
regras, quanto a:
-pagamentos aos fornecedores
-contratação de pessoal
-pagamentos dos salários aos funcionários
-caipra de material de consumo
-compra de equipamento
-aceitação de sàluções para possíveis implicações posteriores
-cooperação ccsri soluções e apreciações.

7.7 Especificações de Contratação de Pessoal
0 nível salarial do pessoal, a ser contratdo, obedecerá ãs
seguintes orientações:
-Consolidação Leis Trabalhistas (CLT) no caso deste ser o
regime de contratação
-Sistena de Bolsas

-

-Leis relativas â admissão de pessoal ao Serviço Publico.
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8. DIAGRAMA DE FLUXO DE TRABALHO

(quadro anexo)
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�DIAGRAMA
D E
FLUXO

DE

TRABALHO
Legenda
fluxo natural
realimentação
1,0

fase futura de
implantação

DEFINIÇÃO
rA,
1

2.0

\^riEVAllTAhr£l
3.0 .
LEVANTAMENTO
4.0
ESCOLHA

ESCOLHA
6.0
.IMPLICAÇÕES
7.0
IMPLICAÇÕES
8.q
CUSTOS
UTV
MANUAL
10-0
DIWLGACÃO
JdUL
comuNio
12uJL
CONTRATOS
13-0.
r-.PLANTAÇÕES
TESTE '
13.0
-I rPLANTAÇÂC í
■
DEFINITIVA '

Digitalizado
gentilmente por:

�l.o DKFr:içIo
i.i
7'^! Definir '"unçõec, da Biblioteca-Sene a partir dos requisitos

*Í

-'-H

Assessoria do Bihliccsntro

De i'inir funções do hihlioccntro a partir dos requisitos
-1-^4
--—^ ^'intcrrediária entre as bibliotecas e os fornecedores

]

LEVAUTAJBdNTO
&gt;1.0
Fazer levantamento das bibliotecas especializadas da regido

-í-.-j

—2JL
Consultar fontes de referencia
1

9 9
Contatar con pvefeituroc das cidades da região

.

j

?-r^
Contatar com bibliotecas
2.2.1
Visitas

] Erívi-o de cartas

Envio de nuestiondrios
2.2.4
Aauardar eesoostas
2.4
Elaborar cadastros e perfil das bibliotecas
-rn-h/^rtarffadns
2.0
2.0
’^nser levantamento dos fomecodores
Consultar fontes de referencia
2.2
Contatar com booksellers
J

2.2.1

i;

Cartas
Z-.-2Elaborar cadastro dos booksellers interessantes
Í4n ..i. . i..i. ■ i. ■
—
,

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sí em JtfF
Gerenciamento
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hr: PvopoT r^olu'’õeí:
y.í
I

'.lo po.çajrento das vuhtioações
7,1,1
1, Fo psdir puhlicarõcs r-edianta
panarrcnto
2, Pecehev pedido trediante nQ ou
cópia de ervenho
Z, Peceíer pedidos iiitriccãos pelo
diretor da biolicteca
7,2

--4
t
I

do çoaarv,nto do ressoai
7, 2.1
F-^etua paacrento e efetua coirança

7,Z
do envio das pubZicaçõec
7,3,1
.'^('rd-maçoes aoa fomecedores~
7, 3,2
Jditnega ..sistc.pát-iao rc lr^..hihíiedus8,0

CUFTOJ

JLd
Ptanedar.Q7ito e íHvüícacão
—^—dnn
J

du!-tna da-~l
A.1^
Custos ác plane.jctnento das I Vcliotsco.s
P.o 9 j. m 7
Custos da oorSaeçao do ranual
j
-Ai-J

8^2
T^rplarntaçã.O ■

Çorpra de eauipanertos
8,3
'driutoicno
Fnlnr^ina dn ■nar.Rnnl.
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dateriol d.e consiar.o
8,«/ •
.■eepesas do corraio

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Gerenciamento

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claoovor ranual
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Detrl^iov inCcvfnccan sohre aginsiçao cooperatii^'"

»
^

0.2
Lcto.Vnav zn ^omaçõsc cclre o r.-istcrra ac aquisição cotputcrizaãc e ovprcvrl-pínn
O.Z
DstaVic.r inOorr',ações sohre fiyicicnarcnto co hihlioc entro
íLjL
DetcVno.v iyifnrraçoes socrc cs proccdie’’n!:os dos’ ''orno
ced.oren
:

Instruções nora a dirutqaçao do sistema dentro das
ir.st'’t-uiccec porticipcmtes
. - .
O.C
Detalhar instruções para participação do Eihlioceniro
0.6.1'
Obedecer aos teicros do convênio
DIVULOArÃO

11

�í ■

■

'

•

.

í

1-

��9. CROICGI^-IA

Foi £jtiut.:do o crcr.o^rama-niGCtra, dentro de un teinpo
de 3 meses, para a ini.-^^antação.

AcreditaTos ser esse ura tempo sxifi

ciente para ação e reaj-ir.'entaçÕ3s necessárias.

10. SERVIÇOS EXTEIjSIVOS DO BIBLIOCEJTRQ

De acordo ccm um convênio estabelecido, outros serviços posteriores pcderiam ser reaD.izados pelo Bibliocentro, como:
-classificação dos livros
-catalogação cooperativa, sor^^iço que faz pâzfe de um Bibliocentro, no seu sentido amplo,
E, numa fase otirra, um sistema organizado que pudesse
favorecer a verba cooperativa.

A criação do Bibliocentix) possibilitaria muitos outros
benefícios, principal mente ao interc£m.bio entre bibliotecas, fato
que enpolga sebremanerra a BiblioteconOimia e Documentação atualmente,
preocupada que esta em conjugar esforços, a fim de evitar duplicidade de material e duplicidade da ser/iços.
Naturalmente, num sistema como esse teríamos que considerar o grau de prog^resso e iratioridade de cada biblioteca participan
te, mas acreditamos que um trabalho bem feito se estenderia cada vez
mais e daria condições a muitas outras bibliotecas; aceleraria também o desenvolvimento da Biblioteconomia e Docjmantação em nosso país,
que é tambeia m;jta e ideal para todo profissional conscieate.
Neste trabalho sugerimos que esse Bibliocentro seja exa
tamente a Biblioteca do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), porque

ela preenche todos os requisitos exigidos pelo sistema.

Justifi-

camos esta escolha, dando um conhecimento sobre esta Biblioteca:
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�-a. Ejl)_i-Lacc.

&lt;zo .:ir?E atf.aa;; ãc nccessidadas de todos os seus pro

jatos, que sáo ligados aos mis variados assuntos dentro do conhec_i
rnento humano.

Reune ass^jntos

de Engenharia, nos seus

vãrios

ra;;os. Ciência Espacial, Medicina, Física, Matemática, Astronomia,
Administração? /úiSlise de Sistems, Coraputação, Agronomia, Qeol&lt;.’)gia
OcexnogrcTfia, Insti&gt;umentação, Educação, Sociologia, Ciências Polít^
cas. .'otog:oafia. Artes Plásticas, Televisão.
para

Tem, então, cor.dições

comi'anicar com bibliotecas nas mais variadas áreas;

-Ê ura Biblioteca relativc.T.ente gr£inde, possuindo cerca de 7.500
livres, 550 títulos do periodices, 15.000 folhetos técnicos,
1.2C0 mapas, S.S00 fetogi.afias do satélite ERTS, catálogos, manuais;

-Está-te desenvolvendo nuito na aucemaxização dos eeus serviços,
sendo que já.pcssui a parte dos ro?.Letoo, mapas e fotografias pro
cessados per computador e está iniciando a parte dos livros, reristas e material áudio-visval;
•■Possui tarbé.m un grupo de analistas da sistaras, que dá asses soriamento en todos os trnbalh.os de planejamento e implantação de novos
projetes;

-

-Estã situada na cidade do S. José dos Cainpos, que tem condições
técnicas e Ui.òí:inas para centralizar tal sistema e se situa um ponto favorável do Vale do Paraíba;
-0 BJPE é vir. rolado ao Conselho Maciornl de Pesquisas, érgãc que dá
apoio aos projetos prcioniis ciei-tíficos e técnicos.

-Possui relatd.va facilidade de fazer interface com bcoksellers
;

qualquer lugar do mundo, po.is preferiu inportação direta desde 1969;
-A equipe da Biblioteca coiistitua-se de 9 elementos: 6 bibliotecárias, 2 auxiliares e 1 secretária;

f
•
i:
I

. ^
*“ 0.0 -

�-0 BIPE IBabalhá con una finra em Miami de despacho de toda a mercadoria importada dos E.U.A., inclusive material bibliográfico.
Essa fima freta aviões e entrega cargas que trazem o material,
estando também o L\TE isento de imposto alfandegário.

Isto chega

diretam.ente ao escritório no Aeroporto de S. Paulo, garantindo a
sua chegada em reduzido espaço de tempos.

.

A sugestão acima descrita, de ser a Biblioteca do IIJPE,

a sede do sistema, nos foi criginalmente favcrável mas não invalida outras possibilidades.
Nossa pretenção é que esses eficientes Sistemas de aquisição sejam implantados por outras instituição congêneres, a fim de
que a pesquisa rão fique prejudicada pela limitação de material
bibliográfico ou especializado.

- 17 -

�</text>
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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text> Aranda, Juracy Ghilotti </text>
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                <text>Analisa o problema da aquisição do ponto de vista técnico, administrativo e econômico, sugerindo implantação de um sistema de aquisição computorizada na região do Vale do Paraíba, tendo como sede do sistema a Biblioteca do Instituto de Pesquisas Espaciais.</text>
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                    <text>7B C0rüGRE330 GRASILEIRQ DE GieLIGTECÜRQMIA E DCCUMENTAÇAG
Belsm, 29 úe julha a 4 dc agosto da 1973.

CDD - D1S.G1GG5
CDU - 01S:16+Ü5

Documentação (em geral)

Organização bibliográfica

FDP.TEG DE REFERtfJCIA PARA PERIÓDICOS
por
MARIA DE LOURDES SAMPAIO CIfJTRA DE CAMARGO
Chefe^da Secção de Bibliografia e Referencia da
Divisão de Biblioteca e Documentação ria UBP
CRQ-8/20
e
ROSMARIE LÜTHOLD APPY
Diretora da Biblioteca Central da
Divícão de Biblioteca e Documentação da USP
CRB-e/172

Colaboração úo Icstilato Hacional tío Lkro

DOC Cl. TECNOL.
i

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gentilmente por:

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�FDf\iTES

DE

REFEnLfOCIá

PARA

PERIÓDICOS

Marin de LaurdsG Sampaio Cintra do Camargo *
Rosmarie Líithold Appy **

RESUHO

Após citar os principaic problemas
com Duc SC dofronta o bibliotscario
ao selGcionar, organizar g utilizar
uma coleção da psriodicrc, a
apra
sentaria ur.a ralação dG çuias e cat]a
lagoa capnzas da^auxilia-lo
nesta
tarafa.
A citação
são ocrescant^a
dos dac!::s que distinguem
os itens
entro si, sendo os mesmos, num apeji
dice, enquadrados om topicos que d^
finem sua finalidade específica»

1

irjTRGDUgAG

1.1

A importância noc porindicos como elemanto do acervo das biblio_
tecos cresce dia □ dia, mormente *nos campos da ciência, do

tejc

nologia e da cconc-iia, pelo fato de serem o meio mais atual

de

comunicação cientifica pela palavra impressa, registrando passo
a passo os progressos e pesquisas»
1.2

Gra, os periódicas constituem um grupo de material

bibliográfj^

CD da difícil formação, organização e utilização, em

dacorrejn

cia da seus _ao~n_c_tp_s cspncíficoa, entre os quais avultam:
1.2.1 por um lado, o numero elevadíssimo de títulos de periódicos que
se publicaram e se publicam em todos cs campos de

conhecimento

E em todos cs países do mundo;

*

Chefe da Secção de Bibliografia r Referencia da Divisão de
teca e Documentação da iJSP.

♦♦ Diretora da Biblioteca Centrai da Oivicão de Biblioteca e
tação da USP»

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

♦

14

15

Bibli£

Documen

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19

�2
1.2.2 por outro, o vido aciricntacio o irrsgular da grondo riiaioria

doa

tos publicagocG, muitas dslao cfomeraB; oa pariodiccc nascem

,

cofrcr.1 intarrupçoas, rnorrum; mudam de nome, de numaraijcc, ds p_o
riodiciduda, de cntidcda editora, de lugar da publicação;

fuji

dera-EE, desdobrom-sa ou subdivideir.-oe; etc,
1.3

Tais características suscitam paro o bibliotecária, o blbliógr_a
fo e 0 estudiosa tambsra, dificuldades muito diferentes das
enfrentam ao lidar com os livros.

que

As questões que comumente se

apreoentam giram em torno de 3 grupos de problemas;
identificação, incluindo o estabelecimento do títulos

corretos

e da dados para a história da publicação, a determinação de
tas e de outras pormenorcrs

ri_a

bibliográficos, de preços e

enrier_e

ços para assinatura, c avaliação crítica, etc,, tudo em

função

da:
- seleção para aquisição;
- organlzaçãn do acervo (registro, catalogação, etc.);
- colaboração com os Catálogos Coletivos da região e

do

país

(neste campo sobressai o importância da uniformização);
- compilação ds bibliogrofios,

etc.

□s problemas tíe Identificeçãn

são resolvidos atreves dos GUIAS

DE PERIÚDICDS,
1.3.2 Controlo de conteúdo, permitindo ao máximo a utilização da
quEza de informação contido na literatura periódica, pelo

r_i
est^

tíioso qua dela necessita, no momento oportuno.
Este controle so- faz por intermódio dos ÍPJDICES e

'*AE3TRACTS "

(estes com resumos), que são guias paro □ conteúdo dos

puriódi^

COS, pois citam os artigos neles contidas, dentro de âmbitos

e

ordens prá-estabelecidos,
1.3.3 Localização, ajudando a encontrar o a pór entro as mãos do
tudioso as publicações concretas de que se teve ccnhecimonto
traves dos indicas, e que contem a informação desejada.

cm

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3

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6

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gentilmente por:

e_s
b

�3.
A locaiizaçãa e a função aasencial dos CATAlüGíjS COLETIUDS

DE

PERKjDICDS (impressos ou em fichac), que reúnem, geralmente

em

ordem alfabética, os títulos rios periódicos existentes em

mais

de uma região ou país, indicando o estado das coleçocs, ieto ó,
QS anos B volumes representadas no acervo.

Mas quando os

Kat^

logos Coletivos são elaborados com cuidado,

eles preenchem

cojn

CDmitantemente a função de GUIAS DE PERIÚDICDS o

2

PaJETIUC E ESTRUTURA

2.1

0 objetivo da presente lista bibliográfica ó dar, em forma

ea^

quemática, uma relação dos principais E'ílas de Periódicos

em

uso entre nós, bem como dos Catálogos CDlstivos impressos

cap^

ZBs de exercer a mesma função, auxiliando o bibliotecário

em

sua tarefa de selecionar, organizar e utilizar uma coleção

de

periódicos, e de er.trasar-ss com os movimentos nacionais e

in

ternaciona:.s de intercâmbio bibliográficoa

Limitar-nos-emos

pois, a uma seleção das mais úteis dentre as obras que

,

repBrt_a

riam os próprias publicações periódicas, tomados como um todo ,
sem entrar na análise des artigos nelas contidos.
2.2

Para cada guia ou catálogo relacionado procuramos dar, alem

de

sua citação bibliográfica, as características que □ inriividual_i
qem, quanto a:
- tipo em que se enquadra;
- dados eventuais, quanto a periodicidade, formas de

atualiz^

ção, etc,;
- campo que abrange, isto e, limitações quanto a erigem
fica, período de publicação ou assunto das publicações

geogr_a
reper^

toriarias;
*
^
^
- estrutura e arranjo da obra, isto e, os critérios de

orden^

ção, ponto ao qual e necessário dar atenção, para um

manejo

adequado das fontes, uma vez que não se sujeitam a normas uni^
formes;
- eventualmante, particularidades quanto as inform.açoes
das sobre os itens reparta'^!

cm

Digitalizado
gentilmente por:

fazendo

prest_n

referencia

�4.
- aos dados quo normalmento figuram em obras do tipo em questão
(a sobor: título, entidade publicndora, local, datas e numera,
ção de volumes referentes a início e termino de publicação

,

periodicidade, relacionamento com títulos anteriores ou post^e
riores, etc,),
2*3

As fontes são dadas em ordem alfabética de entrada

principal*

A lista geral segue-se um apentíice que distribui todos os itens
citados por tópicos que ressaltam suas características

particjj

lares ou indiquem utilizações específicas,

3

CONCLUGRa
Caso no trabalho prático se desejarem listas mais completas des,
te tipo de publicações (talvez dentro de determinadas
ções de assunto ou geográficas), recomenda-se

limit^

recorrer

Guias de Obras dc Referencia (capítulos referentes aos
rios) ou a obras mais específicas como ”Guides

t-o

aos

Pariodi

scientific

periodicals: annotated faibliogrophy", de Mauraen G* Fouler*

cm

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gentilmente por:

I Sca n
st e m

♦

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18

19

�5
1,

AREErJTIfJA, Cononja Nacional de Inveotigacionoc Científicas y
Técnicas - Catelono colectivo de publicac^ones periódicas
existentes en bibliotecas cientificas y técnicas arperitinas.
2b ed,
Buenos Aires, 1962,
2v.

Catálogo coletivo - Argentina
Periódicos de todos os países, de todos os assuntos, de to_
das as épocas.
Ordem alfabética de títulos.
Em caso de mudanga de título,
a entrada e pala forma mais recente, com relacao dos titulos anteriores,
índice geográfico de instituições,

2,

ASSDCIATIQN ÜE3 aiELIOTHÉCAIRES GUIBSES - Repertoire des pá
riodiçues etrangers reçus par les bibliothecues suisses,
Acme edition, Berne, 1955,
62üp,
üupplément 1,

1957,

106p,

Suppláment 2,

1962,

llOp,

Catálogo coletivo da Suíça
Periódicos de todos os países, de todos os assuntas, de to_
das as épocas (exclui periódicos suíços).
Ordem alfabética de títulos, entrando cada fase individual
ndice geográfico de entidades para títulos generâ^
COS,
índice alfabético de instituições•e sociedades cujo
nome não inclui designativo geográfico, com remissivas para o índice geográfico,

3,

BRASIL, Instituto Brasileiro de^Bibliografia e Documentação Catalogo coletivo de publicações periódicas de ciência e
tecnologia.
Rio de Baneiro, 1970-71, 2v.
Catálogo Coletivo - Brasil - Tecnologia
Periódicos de ciência e tecnologia, de todos os países, de
todas ao épocas.
Ordem alfabética de títulos, entrando càda fase individual_
mente.

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�Ê.
4.

GRASIL. Instituto Brasileiro de Bibliografia e Docuir.Bntação P_erÍQdicDa brasileiros de cultura.
Rio do Janeiro, 1908.
28üp.

Guia de periódicoo - Brasil
Periódicos do Brasil, de^todos os assuntos, em curso de pjj
blicaçao ns data da edigão.
Classificados por assuntos (CDU),
índice alfabético de a^
suntos E índice alfabético de títulos,
T\lo inicio, lista de siglas de entidades brasilejras,
No firn, relaçao de piiblicaçoes suspensas ou com dados incompletos,
Da abreviatura do título de acordo com as normas da ABNTj
Assinala, quando for o caso, os índices nos quais o pari£
dicD B indexado.
Indica os que podem ser obtidos por do_a
ção ou permuta.

5.

BRITI8K Union catalogue of periodicals: a record of tho
periodicals of the world, from the seventeenth century to
tha present day, in British libraries. Neu York, Academic
Press; London, Butterworths Scientific Publications, 195550.
4v.
Supplement to 196B,

London, Butterworths, 1952.

991p.

Catálogo coletivo da Inglaterra
Posto em dia pelo "BRITISH UrjIDN CATALOGUE of PERIODICALS,
inenrporating üJorld list of scientific periodicals, Wew
periodical titles" (BUCOP).
Periódicos de todos os países, de todos os assuntos, de
todas as épocas.
Ordem alfabética de títulos, excoto para os genéricos,
que entram pela entidade,
L'o caso de variaçao de título,
as diversas fases são reunidas pelo título inicial, acre_s
cido do historico completo.

cm

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gentilmente por:

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�7
6.

BRITISH UrJIDÍi CATALOGUE of PERIDDICALG, incorporating üJarld
list of scientific pariodicals, fJcu pariadical titlas
(QUCOP) Landon, QuttEruiorthn, 1964u.l-

Catáloga colstiv/o da Inglaterra - conhecido como 3UCDP
t suplemento corrente (trimestral, com acumulações anuais
B maiores^) do ERITIGH union catalogue of periodicals, mas
com esquema totalmente modificada e feito por computador.
Ao mesmo tempo suplementa o LiORLD list of scientific periotíicals.
* Em 1970 foi publicado o acumulada relativ/o ao período
de 1960 a 196C.
Periódicos de todos os países, de todos os assuntos, co^
rentes (pcriodicos recentes iniciados apos 19Ç0),
Ordem alfabética de títulos; entrada pelo título corrente,
i.B, cade fase individualmente.
índice alfabético de entõ^
dades.

7.

CAI'iP0S, Carlita fíaria - Periódicos brasileiros de ciências
bio-medicas.
Belo Horizonte, Biblioteca J. Gaeta Uianna,
Faculdade de Medicina da U.F.h.G., 1968.
12Sp.

Guia de periódicos - Bíasil - Medicina
Periódicos de ciências biPRedicoa,^ publicados no Grasil,
em qualquer epoca.
Ordem alfabética de^títulos.
Em caso de mudança ric tít_u
lo, adota dois critérios diferentes:
- uma mudança apenas, entradas individuais para cada fase;
- duas ou mais mudanças, entrada pela forma maio recente,
com relação dos títulos anteriores.
Assinala as publicações indexadas no INDEX MEDICUS.

a.

, IRREGULAR seriais Ü annuals; an International directory; a
classified guide to current foreign and domestic seriais,
excepting periodicals issued more frcquently than once a
yoar. 2nd. eri.
Nem York, Boujker, 1972. p.2017-3382.
(Boujker Seriais Bibliography)

�B.
Guio ds publicaçDGS EeriadGG cnrrentos
□□notitui coTnplensnto da ULRICH'B intcrnctlonal riirGctory,
continuando incluaiuG suo poginoçõo.
RGotringe-sG n itono
dG periodicidodo menor - anuaio c irregulares.
Publicações seriadas de todos os psísDs, de todos os assuji
tos, correntes, i.e ein publicação na data da edição.
Classificado, por assuntos - dispostos cm ordem alfabética
dc grandes assuntos,
indice^de títulos, para as publicações encontradas tanto no própria volume como^para as in_
cluídas no UL!1ICH’S, remetendo ao numero ds pagina. 0 iri
dicE inclui também entrarias e remissivos de assuntos^ (so
para o IRREGULAR seriais).
No início traz uma relaçoo
dos assuntos e subdivisões abrangidas.
Da preço e o número da Classificação Decimal de Dewey, p_a
ra umo determinação mais precisa do assunta.
Esta 23 ed^
ção apresenta no índice de títulos, para cada item, junto
com D código rio país, o ISSN (International Standard
Serial Number - número normalizado internacional das
p_u
blicações seriadas), característica esta da grande importância para 0 moderno trabalha com periódicas, e
princi_
palmente para sua automação.

9,

NEliI SERIAL TITLES: a union list of seriais commencing publi^
cation after Dec, 31, 1949, prepared under the sponsorship
of the Soint Committee on the Union list of seriais,
üiashington, Library of Congress, 1950ISupplement to the Union list of seriais, 3rd ed.|

Catálogo coletivo dos Estadas Unidos e Canada
Continua o UNION list of seriais, 33 ed, Atualizariíssimo,
feito por computador. ílensal com acumulações anuais e
maiores. Publicado em 19G1, o acumulado referente a 1950/
nO, em 2 volumes.
PericdicQS de todos os países, de todos os assuntas,
que
começaram a ser publicadas (ou sofreram modificações)
a
partir de 1950.
Brdám jslfabética de títulos; para títulos generices,
en_
trada pela entidade.
Reune todas as fases pela forma mais

cm

Digitalizado
gentilmente por:

�9.
recEnte da notnE, relacionando os títuloa anteriores.
Oüservaçao; É também publicada desde 1955 uma edição cla_s
sifiçada, segundo a classificação decimal de Melvil Deuey:
IMELi SERIAL TITLES - classed subject orrangement. Ronsal.

10,

PORTUGAL, Centro de Documentação Científica -• Publicações p_e
riodicas estrangeiras inventariadas nas bibliotecas portuguesas. Lisboa, Instituto de Alto Cultura, 1948-59,
bv,
v,l
v,2
V.3
v,4
v,5
v.G

Cioncios médicas - adiantamento 1950.
Etnologia, ciências naturais, agro-pecuaria,
Matematica, astronomia, física, química, engenharia,
industria.
Ciências sociais.^
Filosofia, religião, pedagogia, filologia, literatura,
belas-artes, geografia, historia.
Generalidades.

Catalogo coletivo de Portugal
Periódicos de todos os países (exceto de Portugal), de t£
dos os assuntos, distribuídos em volumes separadas;
de to_
das as opecas, ate a data de publicação de cada volume.
Ordem alfabética de títulos; entrada pelo título inicial,
com histórico ralacionando ao fases posteriores.

11,

SRO PAULO, Universidade. Biblioteca Central íi FUrJDAÇ.íO DE AH
PARO A PESQUISA.- Catálooo coletivo de periódicos do Estado de são Paulo - vol.l: Ciências medicas e afins.
Sao
Paulo, 19GG. 7&amp;7p.

Catalogo coletivo - Estada de Soo Paulo - Hedicina
Periódicos no campo das ciências médicas, de todos os po^
ses, de todas ac épocas.
Ordem alfabética de títulos, entrando cada fase individuaj^
mente. Apresento em separado um volume de índice - "índice geográfico de*entidades".

12.

cm

ULRICH’S International directory: a classified guide to a
selected list of current periodicals, foreign and dome^

Digitalizado
gentilmente por:

�ID.
tic.
14th Bd,
Ngu York, BoukGr, 1971-72,
(OoujkEr Seriais Sibliography)

2v,

Guia de periódicos em publicação
Periódicos de todos os países (predominância, entretanto ,
dos de língua inglesa), de todos__^os assuntos, correntes, i.
G em publicação na data da adição.
Seletivo.
Classificado por assuntos, dispostos em ordem alfabética
de grandes assuntos,
índice alfabético de títulos g asouji
tos.
Apresenta, em apandice, uma lista dos psriodiccs que cessa,'
ram publicação recentomente, bem como uma outra dos títulos
novos.
Da preço e a sigla des serviços de indexação e r£
sumo que analisam cada publicação.

13.

UftilRa PA^^lA^iERICA^\!A - Guia de publicaciones periódicas cientí
ficas V técnicos do America Latina; una lista anotada.
Washington, 19G2.
lS8p.

Guia de periódicos - América Latina - Ciência e tecnologia
Periódicos no campo ria ciência e tecnologia, de todos
os
paxses do America Latina, correntes, i.e, em publicação na
data da edição.
Classificado por grandes grupos de assuntos, arbitrários,
índice de títulos, dividido por países, remetendo ao num_e
ro do item no obra.
DÓ comentário descritivo, preço ate,

14.

urJlAO PArJAFiERICAfJA - Repertório de publicaciones periódicas
Bctuales latinocmericanas.
Directory of current Latin
American pGriodicals.
Re^portoiro des periodiques en cours
publies en AniEriquç Latino,
Paris, Unesco, 1953,
2G6p.
(Manuales bibliográficos de la Unesco, 8)

Guia de periódicos - América Latina
Periódicos da todos os países da América Latina, do^todos
os assuntas, em curso da publicação nc data da edição.

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
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�11
ClQDcificadü pnr ansuntos, pela CDU,
índice alfabética em
3 línguas; índice geográfica. Fez falta indico alfabética
de títulos.
Em apcndice: Publicaçoes^da Organização dos Estados Amerv
canos a publicações periódicas da Unesco em espanhol.

15.

UrJIOrJ list of seriais in libraries of tha United States and
Canada. 3rtí. ed., editsd by Edna Brown Tituo. Weu York,
üJilson, 19S5.
5v.

Catálogo coletivo dos Estados Unidos e Canadá
Suplementado pelo UEIjj' SERIAL TITLES.
Periódicos de todos os países, de todos os assuntas,
início de publicação anterior a 1950.

com

Ordem alfabética de títulos; para títulos genéricos entr^a
da pela entidade.
Reune todas as fases pela forma mais r^
cente do nome,
relacionando os títulos anteriores.

16.

WORLD liot of seientifie periodicals published in the years
19C0-1960.
4th ed., edited by Peter Bromn and Baorge Bu_r
der Stratton. London, Butteruiorth; fJeuj York, Bouikcr,
1963-65.
3v.

Catálogo coletivo da Inglaterra - Ciência e Tecnologia
Posto em dia pelo "BRITISH UWIDU CATALOGUE of PERIODICALS,
incorporating World liot of seientifie periodicals, Wbuj
periodical titles" (BUCOP),
Periódicos de todos os gaíses, só de assuntas científicos
B técnicos; em publicação depois de 1900,
Ordem alfabética de títulos, entrando cada fase individual
mente.
Inclui abreviações tios txtulos de periódicas de acordo com
D "British Standard for the abbreviation of titles of peri£
dicols".

cm

Digitalizado
gentilmente por:

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17.

UORLD riiaclical pEriodicalB, Ldd pcriodiqucs níÉdicnux cans la
Monris. Pcriódicon médicos dei mundo. PiBdizinischc Zoltschrifton nller l&amp;nder.
3rd cd, Nau York, Uorld Modicol
Acrociation, 1961.
407p.
Supplsmant 1568.

Guia da pariodicoo - Hadicina
PariudicQs ric todos os poisos, ris medicino s ciências afins,
corrantes; inclui, assinalando com asterisco, os que cessaram publicagoo ou mudaram ds titulo recentemente.
Ordem alfcbética de títulos; índices por especialidades
por paisBS.
•

e

Em apandice, lista dos principais periódicos internacionais
de resumos o dos mais importantes indicos internacionais.
Da cbreviatura dos títulos baesada nas normas ria ISO/TC 46.

�13
APffJDICE

Este cpcnrilce cnnstitui u agrupamento, orn ordem sistemática, do
material citado, visando ajudar o intoressado na identificação
imediata do tipo de obra e nrienta-lo na escolho da fonte , ad£
quada para a salução de alguns problemas concretos.
Remete
a
numeração dos itens na Lista Bibliográfica,

1

PbId tipo da obra

1.1

guias de periódicos

1.1.1

sem limitação do assunto
4-8-12-14

1.1.2

com limitação de assunto
ciência e tecnologia
medicina

1.1.3

- 7 - 17

com limitação geográfica
América Latina
Brasil

1,2

f
CataloDos coletivas

1.2.1

sem limitação do assunto

Canadá

- 9 - 15

Grã-Bretanha
Portugal
Suíça
1.2.2

- 5 - 6

- 10

com limitação

4

- 9 - 15

- 2

Brasil

3

*

- 1

Estados Unidos

2

- 13 - 14

- 4 - 7

Argentina

cm

- 13

de assunto

- 3 |Tocnologia|

Brasil (são Paulo)

- 11 |Ciências médicas 1

Grao-Bretonha

1 Ciência e tecnologia!

5

6

- IG

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�14
2

00
^
por UtÍlÍ2ai?DSS GSp3ClfÍC3B

2.1

pcra títuloG que inlcicram publicação racentamento
- 6 - 9

2.2

para títulac que sofreram modificações ou encerraram
publicação recentemente
9-12

2.3

para dados de interesse para seleção c assinaturas
gerais

- 8 - 12

regionais

- 4 - 7 - 13 - 14

especializados

- 7 - 17 |^iBdicinaí
- 13 1 Ciência □ tecnologia I

2.4

para abreviaturas de títulos
4 - 15 - 17

2.5

cm

para "número normalizado internacional das publicações
seriadas " (ISSfJ)
- 8

Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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              <description>The topic of the resource</description>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                  <text>1973</text>
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              <name>Coverage</name>
              <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>Camargo, Maria de Lourdes Sampaio Cintra de </text>
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                <text> Appy, Rosmarie Lüthold</text>
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                <text>Febab</text>
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            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                <text>1973</text>
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                <text>Fontes de Infomação </text>
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                <text> Periódicos</text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>Após citar os principais problemas com que se defronta o bibliotecário ao selecionar, organizar e utilizar uma coleção de periódicos, é apresentada uma relação de guias e catálogos capazes de auxiliá-lo nesta tarefa. À citação são acrescentados dados que distinguem os itens entre si, sendo os mesmos, num apêndice, enquadrados em tópicos que definem sua finalidade especifica.</text>
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        <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/16/985/Febab_Informacao_Cientifica_Tecnologica_Tema_III_Vol_I_Com01.pdf</src>
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                    <text>VII CONGRESSO BRASILEIRO EE BIBLIOIECONOMIA E DOCUMENTAÇAO
BELÉM, 29 DE JULHO A 4 DE AGOSTO DE 1973

C.D.D.023.7530981
C.D.U.045:5í:016:002(81)"1966/1970"

TEMA ^
^

DOCUMENTAÇÃO CIENTÍEECA E TECNOLÓGICA - ORGANIZAÇÃO
BIBLIOGRÃFICA

”ESTUDO DA DISPERSÃO DE ARTIGOS DE PERIÓDICOS BASEADO LJUMA ANÁLISE MATEMATTCA EA BIBLIOGPAFIA BRASILEIRA DE DOCUMHHAÇÃO - 1966/70”

POR

TANIA MARA GUEDES BOTELHO - CRB/7 n9 850
Bibliotecária do SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados) em Asse£
soria Técnica ao Diretor da Divisão de Documentação do Ministério da
Fa
zenda
Ex-Assessora Técnica da Assessoria Especial do Ministério das Relações Exte
riotss
Ex-Supervisora Regional de Recepção Organizada do Ministério da Educação
e
Cultura
Ex-Bibliotecaria-Analista de Informação da Organização Internacional do Tra
balho
Ex-BibliotecarLa da Ccmissão ao Livro Técnico e Didático
Ex-Bibliotecária do Museu Paraense Emilio (joeldi

IDA MARLA CARDOSO LEMA - CRB/7 n9 273
Bibliotecária da Seção de Ciências Físicas e Matemáticas do Instituto Brasi
leiro de Bibliografia e Documentação - IBBD
Coordenadora do Projeto SIABE - Sistema Integrado de Automaçao de Bibliogra
fias Especializadas do IBBD
i^rofessora de Catalogação da Associação Universitária Santa O^ula
^
Professora de Automação da Catalogaçao do Curso de Documentação
Cientrfica
do IBBD
DOC. CI. TECNOU

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1

�REFERÊNCIA BIBKIOGRAFICA

BOTELHO, Tania Mara G. e LIMA, Ida Maria_^Cardoso. Estudo da dispe^ão de
artigos de periódicx&gt;s baseado numa análise matematica da Bibliografia
Brasileira de Documantaçao - 1966/70. Belem, 1973. nameog.

RESUMO
Análise da dispersão de artigos de periódicos baseada num estudo rnatemát^
CO da Bibliografia Brasileira de Documentação durante o período de 1966 a
1970. Aplicando a Lei de Bradford, formulada em 1948, sobre a
dispersão
da literatpra__científica de periódicos, qiradros e gráficos ilustram
que
esta Lei não e idealraente aplicável no presente estudo, e que a dispersão
e da ordem de mais de 50%, não havendo ^igualdade entre as relações
au
tor/artigo e periódico/artigo. Esta análise fornece dados importantes pa
ra a organização de padrões editoriais, para o ^estabelecimento de
uma
real política de publicação de artigos de perióUcos e uma política
de
aquisição.

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�S U M A R I 0
P.

1-

PROPOSIÇÃO EE BRADFORD

2-

MgTODO

2

3-

RESULTADOS

3

4-

CONCLUSOES

3

5-

CITAÇOES BIBLIOGRÃnCAS

4-

6-

ANEXOS

5

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1 -

�1~

PRO?OSIÇ?iO IS BRADFORD

Este trabalho analisa a Bibliografia Brasileira de Documentação

-

BBD, durante o período de 1966 a 1970, segunda edição.
Nossa análise demonstrará os níveis da dispersão de artigos

sobre

determinado assunto, nas publicações seriadas.
A ivacion£ilização dos sistemas científicos de biblioteca á

grande

mente facilitada pela aplicação da Lei de Bradford, formulada mais de

vinte

anos atrás. A Lei de Dispersão de Bradford (5-3) "... oferece o meio rriais ra
cional de reduzir a falta de unidade na documentação científica, nos

siste

nes de informação e serviços de biblioteca, possibilitando j dessa maneira

,

maior racionalidade e economia no planejamento e organização desses sistemas".
Dn 1948, Bradford (5-1) formulou uma Lei enpírica da

Literatura

científica, nos seguintes termos:
"Se periódicos científicos forem ordenados em ordem decrescente de
produtividade de artigos pertinentes a um assunto específico,
tes periódicos poderão ser divididos em um núcleo mais

estreita

mente devotado a este assunto escolhido, e em muitos grupos
zonas contendo o mesmo número de artigos que 0 núcleo,

e^

ou

enquanto

que o número de periódicos existentes no núcleo e nas zonas

su

cessivas serú da ordem do l:n:n .
A pesquisa manual de ima coleção bibliográfica continua a ser

uma

tarefa estafante mesmo com o uso de alguns instrumentos mais medemos de pe£
quisa. Ctom o advento dos sistemas computarizados de pesquisa bibliográfica ,
um novo panorama surgiu no canpo. A vantagem do coTrputador á

possibilitar

qualquer tipo de pesquisa na literatura científica, contida em um sistema e,
sobretudo, poder manter um padrão constante de relevância.
vários autores utilizaram, a Lei de Bradford para ilustrar o compor
tesnento da literatura científica, colaborando, desse modo, com o

fortaleci

manto desta Lei. Na tentativa de estimar a magnitude da área bibliográfica ,
e

o custo que a biblioteca tem para cobrir o total de uma bibliografia

pleta, muito tenpo e esforço podem ser poupados utilizando-se a Lei

can
de

Bradford.
A Lei de Bradford (5-2) pode ser mais precisamente explicada da so
guinte maneira: consideremos uma coleção de periódicos P, contendo cs

arti

gos A sobre um determinado assunto. Se estes periódicos forem ordenados

em

ordem decrescente de publicação dos artigos neste assunto, dividida era

gru

pos K contendo o mesmo núnero de periódicos Pq_&gt;P2

que

modo

cada grupo contenha o. mesmo número de artigos no assunto; então, de
com. a Lei de Bradford:

acorde

�- 2 Pi = \

'■i-i
k= 2,3

Nesta formulação,

m

é o núcleo e hj^l é o conhecido cano

multipli

cador de Bradford para K divisões de P peràõdicos.
Dn geral, o multiplicador b de Bradford, decrescera tanto

quanto

o número de divisões K crescerá. Por serem A e P sempre finitos,

segundD

Bradford, existe para qualquer coleção de artigos ou conjunto de periõdicos,
um nünero máximo de divisores.
Claro está, que para uma máxima divisão, o núcleg P^ e o
cador cte Bradford

multipli

são mínimos. 0 núcleo mínimo então representa o

mais

significante conjijnto de periõdicos numa determinada literatura científica ,
por ser o menor centro de periõdicos voltados para um mesmo assunto. 0 menor
número de artigos A/m, que possivelmente afeta uma divisão máxima de um

oon

junto de periõdicos, contendo toda a literatura sobre determinado assunto
o número relevante de artigos P pertencendo ao mais produtivo periõdico

e
no

assunto. Nesse caso, o núcleo mínimo consiste em somente um periõdico.

2-

MÉTODO

Dn nossa análise da Bibliografia Brasileira de Documentação,

o

quadro foi elaborado ordenando-se os periõdicos em ordem decrescente de

pro

dutividade de artigos, seguido dos números da produção total de artigos,

o

número cumulativo do total dos periõdicos e o número cumulativo do total

de

artigos, e o logaritmo do número cumulativo de periõdicos (Quadros I e II).
Bradford imaginou também um gráfico para ilustrar sua Lei,
no eixn estão marcados os periõdicos em ordem decrescente de

onde

produtividade

de artigos, em escala logarítmica e na ordenada estão marcados os números cu
nulativDS do total de artigos (Fig.l).
0 resultado do gráfico se ^licarda a uma bibliografia

condizente

com a Lei de Bradford, o que seria uma curva inicial que representasse o

nú

cleo de periõdicos ou seja, os periõdicos mais dedicados ao assunto da

bi

bliografia, e uma reta inicial que apresentasse o decréscimo do número de ar
tigos em relação ao maior néiero de periõdicos. Portanto, a inclinação dessa
reta representaria a dispersão da literatuona em estudo.

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�- 3 3-

RESULTADOS

O resultado por nos obtido da dispersão da literatura cm estudo
não apresenta um núcleo de periodioos, mostrando a multiplicidadi da Lai

,
de

Bradford no presente caso.
0 bibliográfico e mostrado na Fig.l para ilustrar o grande

desvio

que existe do ideal de Bradford.
0 caiportamento da literatura, ili:istrado pelo gráfico, mostra
a Lei de Bradford não á aplicável neste estudo, e que a dispersão ca

que

litera

tura e da ordem de mais de 50%.
Analisamos 2.720 itens da Bibliografia Brasileira de

Docurentação

atreves da leitura dos tít\fLos. Deste nútero, foram selecionados 1.067 itens
(40%) dos quais 320 itens concernentes a livros, 343 itens oc-ncernenteo

a

publicações de congressos, seminários, etc. Do totaJ. da análise, scmmite 404
itens eram artigos de periódicos.
A aplicação da Lei de Bradford na dispersão autor/artigo

(Quadros

III e IV, e Fig.2) mostra que o mininiD multiplicador de Bradfcrl b está

en

tre 1.1 e 2.7, enquanto quE na dispersão periódico/aitigo (Quadros I e

II ...

Fig.l) está entre 1.3 e 2.1 portanto, não há igualdade.
Para ilustrar a distribuição percentual de periodicss,

elaboramos

um extenso quadro (V e VI) em ordem alfaidética e em ordam n\niertr.a.

4-

CONCLUSÕES

0 problema fundamental ó a falta de ura infra-estratusa qne

permd

ta os autores publicarem seus artigps em periódicos especializados.

Para

tal, será necessária a organização de padrões editoriais e o estabelecimento
de uma real política de artigos relevantes pi±&gt;licados em periódico',
tes.

relevan

•
A Lei de Bradford tem enorrne valor prático em. se tratando de

trole-bibliográfico e de política de aquisição, possibilitando a

con

manutenção

das coleções bibliográficas de forma ordenada e viárel, fornecendo aos

usuá

rios o material nais relevante e distribuindo a verba ccnforríe irra Id.sta

de

interesses considerados prioritários.
Acreditamos que maior aplicação da Lei de Bradford aos

problemas

de organização e controle bibliográfico, possibilitará desenvolvimento

mais

efetivo das Ciências da Biblioteconomia e da Informação no Bresil.

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�- 4 5-

CITAÇÕES BIBLIQGRÃFTCAS

5-1

BRADFORD, S.C. Ebcumentation. London, Crosby lockwood, 1953. 200p.

5-2

GOrmAT'!, W. &amp; VÍARREN, K. Dispersion of papers ainoi^ joumals based on a
niathematical analysis of
diverse medicai literatures. Nature
,
221 (5187): 1205-7, 1969.

5-3

BROOKES, B.C. Bradford’s Law and the bibliography on Science. Nature
224:953-6, Dec. 1969.

5-4

SARACEVIC, Tefko. Five years, five volumes and 2345 pages of the Annual
Iteview of Information Science and Technology. Infor. Stor. Retr., 7:
127-139, 1971
•

5-5

GOFTT^, W. &amp; MORRIS, Thcmas G. Bradford’s Law and libriary acquisitions.
Nature, 226:923, Jun. 1970

5-6

BIBLIOGRAFIA BRASILEIRA DE DOCUMENTAÇÃO, v.2, 1960/70. Rio de Janeiro ,
Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, 1960

,

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&lt;/

�QUADRO

I

DISPERSÃO DA LITERATURA NAS PUBIJCAÇÕES SERIADAS

N? de
Periódicos

N9 de artigos Produção
prod^idos por total de
periódico
artigos

N9 cumulativo
de periódicos

N9 cumulativo
de artigos

Logaritmo do
n9 cumulativo
de periódicos

A

PxA

1

45

45

1

45

0.0

1

27

27

2

72

0.3

1

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21

3

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0.4

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0.6

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0.7

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12

7

152

0.8

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30

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1.0

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9

11

191

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207

1.1

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16

228

1.2

4

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24

20

252

1.3

4

5

20

24

272

1.3

10

4

40

34

312

1.5

3

3

9

37

321

1.5

19

2

38

56

359

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404

2.0

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�QUADEO

II

ZONAS MtoViS DE DIVISÃO DOS SERIAIX\S

N? de artigos
cada zona

Zonas

cm

1

3

em

produção jpor n?
de periódicos

multiplicador
de Bradford

1

45

2

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z

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1.3

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6

1.5

6

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8

1.3

7

43

11

1.3

8

34

21

1.9

9

45

45

2.1

5

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�QUADRO

III

DISPERSÃO DOS AUTORES NOS ARTIGOS

N9 de
Autores

N9 cuinalativo
de autores e
artigos

N9 de artigos Produção N9 cumulativo
de
prod^idos por total de
periódico
autores e autores
artigos

de

I AT

L ATxA

1 AT

ATxA

AT

Logaritmo
autores

1

11

11

1

11

0.0

1

7

7

2

18

0.3

2

6

12

4

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0.6

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7

45

0.8

1

4

4

8

49

0.9

8

3

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14

67

1.1

23

2

46

37

113

2.0

159

1

159

196

272

2.4

272

QUADRO

IV

imPS, MtolAS DE DIVISÃO DOS AUTORES

N9 de artigos
cada zona

2üonas

2

3

em

produção ^por n9
de periódicos

multiplicador
de Bradford

1

95

28

2

67

78

2.7

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90

90

1.1

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it
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‘
i

�I

QUADRO

V

DISPERSÃO PERCEMTUAL DA LITERATURA
(ORDEM ALFABÉTICA)

1

-

AIABI - EOLETLM INFORMAnVO
v.l n.l Jan./Jun 1966

2

-

ACROPOLE
V.28 n.329 Junho 1966

r
-J = 0,9%
r
1 ^

3

4

-

-

5

-

6

-

7

-

AGRÍCOLAS
v.l n.l 1959
v.l n.3 Set./Doz. 1969
V.2 n.l Jan./Abn. 1970
V. 2 Vialo/Ago.
AMERICA lAJIKA
V.9 n.l Jõn./Mar. 1966
V.12 n.l Jen./Tíar. 1969
n.3 Jul./Set. 1969

r

= 0,9%

1

J = 0,1%

ANAIS ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS
V.40 n.4 Dez. 1969
T = 0,1%
t
ANAIS FACULDADE ODONTOLOGIA UNIV. FED. PERNAMBUCO
V.4 Junho 1967
= 0,8%
ARQUITETURA
n.74 Agosto 1968

= 0,1%

8

-

ARQUIVO CEMTFO ESTüDO FAC. ODONTOLOGIA UNIV. FED. M. GERAIS
V.5 n.l Jan./Jun 1968
= 0,1%

9

-

ARQUIVO HOSPITAL S. CASA SAO PAULO [
V.13 n.3/4 Jui: Dez. 1967
j =0,1%

10

-

BOLETIM EA ASSOCIAÇÃO PERNAMBUCAÍnIA DE BIBLTOTECÃRIOS
V.3 n.1/2 Abril 1954/Abril 1966]
v.4 n.1/2 Maio 1966/Set.
1967,^ = 1,1%
v.4 n.3/4 Ourt. 1967/I'íarço 1968

11

-

BOLETIM
ANDRADE
V.24
V.25
V.26

B:
1967
1967
Jun./Sat. 1970

r

12

-

BOLETIM BIBLIOGRÁFICO PA BIBLIOTECA DO PSS
Part. C n.7 Jun./Dez. 1968
^ = 0,1%
1

13

-

BOLETIM BIBLI03RÃFIC0 SESC
V.2 Out. 1969
v.3 Agosto 1970

r
&lt;; =0,9%
l-

cm

1

Digitalizado
gentil mente por:

JJSUüJ

14

15

16

17

18

19

�14

-

BOLETIM
V.15
V.15
V.16
V.16
V.17
V.17
V.18
V.19
V.19

15

-

BOLETTM EA DIRETORIA GERAL EE EXTENSAO DA UNIV. RURAL DO ESTADO DE
MINAS GERAIS
P
n.4 1966
I
= 0,4%
n.8 1968
l

16

-

BOLETIM DIVTSAO DE ORIENTAÇAO TÉQIICA E INTERCAMBIO DO SESC
n.6 Março 1967
n.8 Set. 1967
J =1,1%
n.9 Ago. 1968

17

-

BOLETIM INEORMATIVO BIBLEOTECA CEÍ&gt;ITRAL DO ITA
v.l n.l Jan./Fev. 1969
v.l n.2 Mar./Maio 1970
= 0,9%
V.2 n.2 Abril/Jun. 1970
V.2 n.3 Jul./Set. 1970

18

-

BOLETIM INFORMATIVO BIBLIOTECA REGIONAL DE ÍCDIdNA
v.l n.4 Dez. 1969
v.2 n.l Abril 1970
v.2 n.2 Julho 1970
-4 = 1,1%
v.2 n.3 Out. 1970
v.2 n.4 Dez. 1970

19

-

BOLETIM INFORMATIVO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE FARMACIA E
LOGIA m ARARAQÜARA
|V.5 Dez. 1967
4 = 0,1%

20

-

BOLETIM DIFORMATIVO DO C.P.D. DA ESCOLA DE ENGENHARIA DE SAO PAULO
V.3 n.5 Set./Out. 1970
= 0,4%
V.3 n.6 Nov./Dez. 1970

21

-

BOLETIM ITFORMATIVO GEIL
v.l Jan./Fev. 1967
v.2 Junho 1967
v.3 Julho 1967
V.4 Set./Out. 1967
V.5 Jan./Fev. 1968
v.6/7 Mar./Jun. 1966
V.8 Jvl./Agp. 1968
v.lO Nov./Dez. 1968
v.H/12 Jan.Abr. 1969
V.13/14 Maio/Agosto 1969
v.15/16 Set./Dez. 1969
V.17/18 Jan. Abril 1970
v.19 Maio/Junho 1970
V.20/21 Julho/Dez. 1970

22

cm

1

-

m BIBLIOTECA EA CAMARA DOS DEPUTADOS
n.l Jan./Abril 1966
n.3 Set./Dez. 1966
n.l Jan./Abril 1967
n.3 Set./Dez. 1967
n.l Jan./Abril 1968
= 1,0%
n.2 Maio/Ago. 1968
n.3 Set./Dez. 1969
n.l Jan./Abril 1970
n.2 Maio/Ago. 1970

=

5%

BOLETIM INFORMATIVO USP
v.8 n.l Out. 1966
v.8 n.2 Dez. 1966
V.9 n.l Agosto 1969
Digitalizado
gentilmente por:

ODONTO

6%

^Sc
♦

14

15

16

17

18

19

�23

-

BOLETIM TÉCNICO PETROBR^
v.lO n.l Jan./!-lax'. 1967
v.lO n.3/4 Jul.Dez. 1967

= 0,4%

24

-

BOLETIM PARA BIBLIOTECAS AGRÍCOIAS
V.6 n.3 Jul./Set. 1969
V.7 n.2 Abril/Jun. 1970
V.7 n.3 Jul./Set. 1970

25

-

BULLCTIN DE A.I.D.
V.5 n.3 1966

= 0,1%

26

-

CADERNOS DE BIBLiaTECONOML\, AQUIVÍSTICA E DOCUMENTAÇÃO
v.5 n.3 Julho 1968
v.6 n.2 Abril 1969
= 0,4%
v.7 n.2 Abril 1970

27

-

CADERNOS JORNALISMO
V.4 1966
v.5 1966
v.6 1967
v.7 1967
V. 8 Dez. 1967

%

= 1,3%

28

-

CADERNOS DE JORNALISMO E COMjriCCAÇÃO
V.9 Abril 1968
V.lO Maio 1968
v.ll Junho 1968
V.13 Agosto 1968
V.14 Set. 1968
V.15 Out. 1968
V.16 Nov. 1968
V.17 Dez. 1968
V.18 Jan. 1969
y = 1,2%
V.19 Fev. 1969
*
V.20 Março 1969
V.21 Abril 1969
V.22 Jan./Fev. 1970
V.23 Mar./Abr. 1970
V.24 Maio/Jun. 1970
V.25 Julho/Agosto 1970
V.26 Set./Out. 1970
V.27 Nov./Dez. 1970

.29

-

CADERNOS DE JORNALISMO E EDITORAÇÃO
v.l Set. 1970
r
= 1,0%
V.2 Dez. 1970
J

30

-

CADERNOS PARAENSES
n.4 Agosto, 1969

31

32

-

-

= 0,1%

CBD - BOLETIM INFORMATIVO
v.2 n.23 Jul. 1969
v.2 n.26/28 Out.Dez. 1969
V.3 n.l Jan./Março 1970
V.3 n.2 Abr./Set. 1970
CIÊNCIA E CULTURA
v.18 n.2 Jun. 1966
v.21 n.2 Jun. 1969

= 0,1%.

r.
= 2,1%
1

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

1

�33

-

CIRCULAR ABDF
n.lO Anexo 1 1970

34

-

CLÍNICA GERAL
V.4 n.ll Dez. 1970

35

-

COLIED
v.l
V.3
V.5
V.7
V.8

36

-

CONVIVIVM
v.lO n.2 Mar./Abril 1967
v.lO ii.5 Set./Out. 1967
v.ll n.6 Nov./Dez. 1968

37

-

CORPEIO
V.7 n.54
v.8 n.55
v.8 n.56
v.8 n.57
V.9 n.61

Out./dez. 1966
Jan./1'larço 1967
Abril/Junho 1967
Julho/Set. 1967
Julho/Set. 1968

-

CORREIO BRASILIENSE
30 agosto 1966
19 Nov. 1966
14 Out. 1967
6 Abr. 1968
13 Jul. 1968
20 Jul. 1968
12 Out. 1968
31 Ago. 1968
18 Set. 1970
23 Out. 1970

39

-

CORPEIO DA
25 Set.
27 Ago.
2 Nov.
3 Mar.
19 Maio
14 Jun.

LANHA
1966
1967
1957
1968
1968
1968

CULTURA
v.l n.2
v.l n.3
v.l n.4
v.l n.5

Ago.
Set.
Out.
Out.

41

-

-

= 0,1%

NOTÍCIAS
1967
1960
Março 1970
Maio 1970
Agosto 1970

38

40

r'

0,1%

&lt;,

1967
1967
1967
1967

DIÁRIO OFICIAL
25 Março 1966
1 Junho 1966
20 Junho 1966
18 Julho 1966
24 Agosto 1966
26 Agosto 1966
5 Out. 1966

Digitalizado
gentilmente por:

= 1,1%

�14
10
12
6
18
10
10
23
19
8
29

Dez. 1966
Fev. 1967
Junho 1967
Julho 1967
0.±. 1967
Maio 1968
Julho 1968
Dez. 1968
Maio 1969
Set. 1969
Jan. 1970

= 1,0%

42

-

diArio de notIcias
19 Junho 1966
2 Nov. 1957

43

-

DIARIO IE PERInIAMBUCO
3 Nov. 1968

44

DOCll^ENTA 70
v.l n.l Jan./Jun. 1970

3%
L

45

46

0 EDITOR
v.l n.l Mar./Abr. 1969
v.l n.2 Maio/Junho 1969
v.l n.3 Julho/Ago. 1969
v.l n.4 Set./Out. 1969
v.l n.5 Nov./Dez. 1969
v.l n.6 Jan./Fev. 1970
v.l n.7 Mar./Abril 1970
v.2 n.8 Maio/Junho 19-70
v.2 n.9 Julho/Ago. 1970
v.2 n.lO Set./Oiit. 1970
-

ENGeJHARIA E QUfilECA
V.19 n.6 Nov./Dez. 1967

~

3%

r

= 0,1%

l
47

-

ESTADO DE SÃO PAULO
4 Agosto 1965

= 0,1%
{

48

-

ESTADO DE MINAS GERAIS
24 Julho 1966 .

= 0,1%
{

49

-

nSCO E CONTRIBUINTE
V.22 n.4 Abril 1968

50

-

FOIÜA MÉDICA
V.54 n.6 Jun. 1967
V.56 n.l Jan. 1966

51

-

GAZETA DE ASSIS
16 Agosto 1967
23 íterço 1968
6 Out.
1968
23 Abril 1969

Digitalizado
gentilmente por:

=‘o,l%

�52-0 GLOBO
13 1'laio 1966
53

-

HOSPITAL
V.72 n.l Julho 1967

54

-

INDUSTEIA E DESENVOLVIMENTO
v.l n.3 Set. 1966
V.2 n.7 Jan. 1969
V.2 n.l2 Dez. 1969
V.3 n.7 Julho 1970

55

-

INDÚSTRIA E PRODUTIVIDADE
v.2 n.l8 Nov. 1969
V.3 n.27 Agosto 1970

56

-

INFORMATIVO
v.l n.5 Maio 1969
v.l n.6 Junho 1969
v.l n.lO Out. 1969
v.2 n.2 Fev. 1970
v.2 n.4 Abril 1970
v.2 n.5 Maio 1970
v.2 n.6 Junho 1970
v.2 n.7 Julho 1970
v.2 n.8 Agosto 1970

57

-

ITA HUMANIEADES
n.6 1970

58

-

JORNAL DA EAHIA
7 Maio 1968
20 Julho 1968
23 Out. 1968
11 Dez. 1968

59

-

JORNAL DO BRASIL
2 Nov. 1967
17 Fev. 1968
22 Fev. 1968 18 Dez. 1968

60

-

JORNAL DO CDMMERCIO
22 Maio 1966
11 Set. 1966
28 Ago. 1966
1 Out. 1967
14 Abril 1968
5 I-Iaio 1968
16 Junho 1968
28 Julho 1968

61

62

-

-

0,1%

1,3%

justuta .
V.31 n.64 Jan./Mar. 1968

= 0,1%

JURÍDICA
V. 32 n.97 Abr./Jun. 1967

= 0,1%
l

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�LI3RARY JOURNAL
n.91 Março 1966

0,1%

LIBRARY TRENES
V.17 n.3 Jan. 1969

0,1%

MENSARIO DO ARQUIVO NACIONAL
v.l n.3 Março 1970
^!ARKETI1^’G
v.l n.5 A±&gt;r./Maio 1968
MEMOKLAS DO líJSTITUrO BUTÂNTAN
V.34 1969
NOTÍCIAS
V.2 n.3/4 Maio/Agosto 1968
V. 3 n.l Jan. Mar. 1969
V.3 n.2 Abr./Jiin. 1969
V.3 n.3 Julho/Set. 1969
v.3 n.4 Out. Dez. 1969
V.4 n.l Jan./Março 1970
V.4 n.2 Abril/Junho 1970
v.4 n.3 Julho/Set. 1970
NOVA AEMINISTPAÇAO
v.l n.2 Set./Out. 1970
v.l n.3 Nov./Dsz. 1970
ORTODQNITA
v.2 n.l Jan./Abr. 1969
v.3 n.l Jan./Abr. 1970
PARA DESUÍVOLmiENTO
n.12/13 Jul. Dez. 1970
PLÁSTICOS Dl REVISTA
V.5 n.50 Abril 1966
V.5 n.53 Jul. 1966
V.9 n.l02 Ago. 1970
REVISTA BRASILEIRA COMUNICAÇÃO
v.l n.l Março 1968
v.l n.2 Junho 1968
REVISTA BRASILEIRA DE CULTURA
v.2 n.5 Jul./Set. 1970

0,1%

REVISTA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM
V.19 n. 5/6 Out. Dez. 1966

0,1%

REVISTA BRASILEIRA DE FOLCLORE
V.7 n.l8 Maio/Agosto 1967
V.7 n.l9 Set./Dez.
1967
V.8 n.20 Jan./Abr.
1968
V. 8 n.21 Maio//igosto 1968
V.8 n.23 Jan./Abril 1969
v.9 n.25 Set./Dez.
1969

Digitalizado
gentilmente por:

&lt;• = 0,4%

�REVISTA BRASILEIRA lE MEDICINA
V.25 n.7 Julho 1968

77

{■
78

REVISTA BRASILEIRA DE DIREITO
V.5 n.5 Maio/Agosto 1968

= 0,1%
{■

REVISTA m ESCOLA lE COMUNICAÇÕES CULTURAIS DA USP

79

V.2 1968
REVISTA DA ESCOLA EE ENFERMAGEM IA USP
v.l n.l Set. 1967

80

1%

81

REVISTA DO INSTITUTO DE ESTUDOS BRASILEIROS
v.l 1966
v.2 1967
V.3 1968
^ = 0,4%
v.5 1968
V.7 1969

82

REVISTA IA FACULEAEE EE FAJ^CIA E ODOLTOLOGIA EE ARARAQUARA
v.l n.l Jan./Jun. 1967

83

REVISTA EE FINANÇAS POBLICAS
V.27 n.249/250 Jul. Ago, 1966

i= 0,1%

84

REVISTA EE INPORMAÇAO LEGISLATIVA
v.3 n.9 íferço 1966
^ = 0,1%
{•

85

REVISTA INTERAMERICAfíA EE BIBLIOGRAFIA
V.20 n.3 Jul./Set. 1970
£= 0,1%

86

REVISTA
v.lO
v.ll
v.U
v.ll
v.ll
V.12
V.12
v.12
v.12
V.13
V.13
v.12

87

DO LIVRO
n.31 Jan. /Dez.
n.32 Jan. Mar.
n.33 Abr, /Jun.
n.34 Jul. /Set.
n.35 Out. /Eez.
n.36 Jan. /!^.
n.37 Abr. /Jun.
n.38 Jul. /Set.
n.39 Out. /Dez.
n.40 Jan. /Mar.
n.41 Abr. /Jun.
n.43 Oiit. /Dez.

1967
1968
1968
1968
1968
1969
1969
1969
1969
1970
1970
1970

REVISTA EE MEDICINA ATM
V.4 1969
v.5 1970

=

r

11%

= 0,4%

88

-

REVISTA MÉDICA DO ESTADO EA GUANABARA
V.35 n.2 Abril/Junho 1968
0,1%

89

-

REVISTA PAULISTA EE HOSPITAIS
V.15 n.5 Maio 1967
V.16 n.5 Maio 1968

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�90

-

FEVISTA PAULISTA EE MEDICINA
V.71 n.2 Agosto 1967

91

-

REVISTA EE PEDAGOGIA
V.12 n.2I 1966

92

-

REVISTA DO SERVIÇO PÚBLICO
V.88 n.2 Abril/Jun. 1966
V.130 n.2 Mar./Abr. 1969
V.105 n.l Jan./Abr. 1970
V.105 n.2 Maio/Agp. 1970
v.105 n.3 Set./Dez. 1970

93

-

REVISTA DA SOdEDAEE BRASIIEIRA EE MEDICINA TROPICAL
V.2 n.2 Mar./Abr. 1968
f = 0,1%
^
o

94

-

REVISTA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA EE CAMPINAS
V.13 n.32 Dez. 1969
]^= 0,4%

95

-

REVISTA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA EE SÍO PAULO
V.36 n.69/70 Jan./Jun. 1969
[= 0,1%

96

-

SANEAMENTO
V.20 n.30 Jul./Set. 1966

97

i

98

99

-

r

-

A TAREE
8 Set. 1966
28 Nov. 1966
11 Maio 1968

&lt;T= 0,1%

= 0,7%

TRIBUNA MÉDICA
V.311 Jan. 1966
V.315 Maio 1966

^ 0,4%

TUDOMAirOS ES MURZAKI TSJE
v,5 n.8/9 Aug./Sep. 1968

0,1%
{■

100

101

cm

1

2

-

-

3

VERITAS
v.13 n.51 Set. 1968
V.14 n.55/56 Set./Dez. 1969
VOZ m TERRA
19 Maio 1967

4

5

6

0,4%
{=

= 0,1%
{■

Digitalizado
gentilmente por:

�J

QUADRO

VI

DISPERSÃO PERCENTUAL Ey\ LITERATURA
(ORDEM NUMÉRICA)

cm

1

-

REVISTA DO LIVRO

= 11%

2

-

BOLETIM INFORMATIVO USP

=

6%

3

-

BOLETIM INPORMAfflVO GELL

=

5%

4

-

NCTÍCIAS

=

4%

5

-

DOCUMENTA

=

3%

6-0 EDITOR

=

3%

7

-

INFORÍlOTiVO

= 2,3%

8

-

CIÊNCIA E CULTURA

= 2,3%

9

-

CORREIO BRAZILIENSE

= 2,1%

10

-

COLTED NOTÍCIAS

= 2,1%

11

-

DIÁRIO OFICIAJL

= 1,9%

12

-

JORNAL DO COMMERCIO

= 1,3%

13

-

BOIZTIM DA ASSOCIAÇÃO PERNAt-ffiUCANA DE
BIBLIOTECÁRIOS

= 1,3%

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
Sy st e m

♦

14

15

16

17

18

19

�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Estudo da dispersão de artigos de periódicos baseado numa análise matemática da bibliografia brasileira de documentação - 1966/70</text>
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                <text>Análise da dispersão de artigos de periódicos baseada num estudo matemático da Bibliografia Brasileira de Documentação durante o período de 1966 a 1970. Aplicando a Lei de Bradford, formulada em 1948, sobre a dispersão da literatura científica de periódicos, quadros e gráficos ilustram que esta Lei não é idealmente aplicável no presente estudo, e que a dispersão é da ordem de mais de 50% não havendo igual entre as relações autor/artigo e periódico/artigo. Esta análise fornece dados importantes para a organização de padrões editoriais, para o estabelecimento de uma real política de publicação de artigos de periódicos e uma política de aquisição.</text>
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                    <text>�-■%

I

/

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Scan
st em
CpereacUm^nto

�FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇ0ES DE BIBLIOTECÁRIOS

ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO

Laura Garcia-Moreno Russo
Presidente - FEBAB

são Paulo
FEBAB
1973

cm

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19

�Federagão Brasileira de Associagões de Bibliotecários .
Estrutura e funcionamento,
São Paulo, FÉBiB,
1973.
67 p. 30 cm.

CDD: 021.7-026
CDU: 061.2(094)

2

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1

�S U M Ã R I 0

Apresentação

3

Organograma da FEBAB

5

FEBAB - utilidade pública

7-8

O que e a FEBAB

9-15

Quadro de diplomados em biblioteconomia

16

Quadro de associados

17

Quadro de registrados no CFB

18

0 anel de grau

19-20

Estatuto da FEBAB

21-30

Codigo de Ética Profissional

31-32

Legislação

33-44

Lei 4084/62

45-52

Decreto 56.725/65

53-64

Revista e Boletim da FEBAB

65-67

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cm

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l

4

5

6

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�APRESENTAÇÃO

A PEBAB, com a publicação deste volume,
visou reunir dados

que

lhe

são

constantemente

pedidos, por bibliotecários e entidades nacionais
e estrangeiraso

é também, uma homenagem que
bibliotecários do Brasil, em

seu

VII

presta aos
Congresso

Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação.

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st em
Crcreflclancnto

�DECji:£tÒ':^9l;5Ó3'' DE ,9 DE' NOVEMBRO DÉ-1966

Declara de utilidade pública a
"Federação Brasileira de Associações de Bib1iotecários",com
sede em São Paulo,
Estado
de
são Paulo.

0'Presidèntd da República^ usando dã atribuição que lhe confere' o àrtrgo&gt;-87,

iteiri 'lif da Constituição Federal ,

ao'qué! xonsta do processo M.Ji-N.L.,

ARTIGO UNICO

-

53.863 de

e

atendendo

1964 decreta:

Ê declarada de utilidade pública, nos
do artigo 19 da Lei 91, de 28 de agosto
1935,

i iBrasília,

T

9 dé'hovembro de 1966

1459 da Independência-e 789 da República

H. Castello Branco
Carlos Medeiros Silva

-7-

3

4

5

de 2

de maio de 1961, a FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AS
.3
SOCIAÇÔES DE BIBLIOTECÁRIOS com sede
em
São
Paulo, Estado de Sao Paulo.

2

de

combinado com o Artigo 19 do Regulamen-

to aprovado pelo Decreto número 50.517,
A-v:rv

termos

6

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�CONSELHO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL

ate S t a d 0

ATENDENDO

SOLICITAÇÃO

DE SUBVENÇÃO,

VERBAL,

ATESTO

PARA

QUE

A

FINS DE

FEDERAÇÃO

ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS - FEBAB - DE
DE SÃO PAULO,

FOI

R_ E GISTRADA

DATA DE 23-7-1964 PELO PROCESSO

BRASILEIRA

SÃO PAULO,
NESTE

DE

ESTADO

CONSELHO,

EM

38.190/64.

C.N.S.S., EM 24 DE JULHO DE

a)

RECEBIMENTO

MARIA DE LOURDES

B.

1964.

SILVEIRA

VISTO
a)

DIVA FIGUEIREDO LIMA
CHEFE SO S.A.

ISENTO DE
LEI

1943,

SELOS E GRÃTIS
DE

13-12-51

-8-

cm

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19

�FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES DE

- p, QUE g A FEBAB

. . ^ - .

t: ,..í
.
_
.
A FEBAB, e uma Federaçap,que congregaj
ções de Bibliotecários dopais.

,

BIBLIOTECÁRIOS

em 1973 ,

as

15 Associa-

- ASSOCIAÇÕES FILIADAS
As Associações filiadas conservam sua autonomia administrativa e econômica e têm as seguintes categorias: fundadoras, efe
tivas, correspondentes, honorárias e beneméritas.
-Te^LOCAL.. :

. o i* C.,-

■ -■

'

A FEBAB funciona em sede própria, a Rua Avanhandava,
junto 110, na cidade de Sao Paulo.

40,

con-

- OBJETIVOS
são finalidades da Federação; a) congregar as Associações
de
Bibliotecários do Pais, com o objetivo de defender
a classe,
nos terrenos técnicos, cultural, social e econômico;
b) contribuir para a solução dos problemas atinentes ã classe, quer
regionais ou nacionais;
c) prestar toda a assistência possível ãs Associações filiadas;
d) servir como centro
de
do, cumentação e^-informação das atividades
b iblioteconõmicas
do
.Pai s , contribuindo ,, de s s a mane i ra ,. para o
aprimoramento cultural e técnico da classe e desenvolvimento
das. bibliotecas
brasileiras.

- HISTÓRICO

"

,, A .p^DERAÇÃO BRASILEIRA, ;DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS é uma
.. ins t i tuiçao raan t ida pe 1 a s As soe i açõe s de Bibliotecários
do
Brasil.
Sua origem remonta ãs deliberações do II
Congresso
.pasileiro, ,de vBiblioteconomia e Documentação,
realizado
em
^fulho dq .1959 , em Salvador, da Bahia.
No dia 26 de julho' daquele ano
em sessão plenária, f oi aprovada, por unanimidade, a tese apresentada pelos
'Bibliotecários Laura Garcia Moreno Russo e Rodolpho Rocha Jünior, com a
finalidade de criar um organismo que congregasse os bibliotecários brasileiros, através de suas associações de classe.

ÕRGÃOS DIRIGENTES
Conselho Diretor
Diretoria
Conselho Fiscal
Comissões Permanentes

3

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Oereoclamcnto

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�CONSELHO DIRETOR
É o órgão supremo da FEBAB, nos limites da lei e do Estatuto,
com poderes para resolver todos os assuntos e decidir
sobre
os atos sociais.
E constituido pelos presidentes das Associâ
çoes filiadas ou seus representantes.
“

- DIRETORIA
E o Órgão executivo da FEBAB e compõe-se de: Presidente,VicePresidente, Secretario Geral, Primeiro e Segundo Secretários,
Primeiro e Segundo Tesoureiros e Bibliotecário.
E eleita pelo voto direto e secreto do Conselho Diretor e exerce o manda
to por três anos.
“

- CONSELHO FISCAL
É o órgão controlador das finanças e patrimônio da FEBAB.
composto de três membros, pertencentes ao Conselho Diretor.

E

- COMISSÕES PERMANENTES
São órgãos auxiliares da Diretoria e se constituem de
grupos
de bibliotecários para o estudo de problemas específicos
da
biblioteconomia e documentação.

- ASSOCIAÇÕES FILIADAS
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação
Associação

Paulista de Bibliotecários
Profissional de Bibliotecários do Est. de Pernambuco
Profissional de Bibliotecários do Est. da Guanabara
Riograndense de Bibliotecários
Profissional de Bibliotecários do Estado da Bahia
dos Bibliotecários Municipais de São Paulo
dos Bibliotecários de Minas Gerais.
dos Bibliotecários do Distrito Federal
dos Bibliotecários do Ceará
Campineira de Bibliotecários
dos Bibliotecários Sãocarlenses
Paraense de Bibliotecários
Bibliotecária do Paraná
Amazonense de Bibliotecários
Profissional de Bibliotecários do Est. do Maranhão

-10-

2

3

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�DIRETORIA
JUNHO DE

1972 A JUNHO DE

1975

PRESIDENTE

Laura Garcia Moreno Russo - SP

VICE-PRESIDENTE

Antonio Gabriel

SECRETÁRIA GERAL

Elza Lyrio Mello - SP

PRIMEIRA SECRETÁRIA

Benilda José de Souza - SP

SEGUNDA SECRETÁRIA

Esmeralda Maria de Aragão - BA

PRIMEIRA TESOUREIRA

Maria Alice Toledo Leite - SP

SEGUNDA TESOUREIRA

Nara Maldonado de Carvalho - PR

OBSERVADOR LEGISLATIVO

Adelia Leite Coelho - DF

BIBLIOTECÁRIA

Marlene Gomes Martinez

- SP

CONSELHO DIRETOR
1973

1.

Antonio Gabriel,

SP

2.

Maria Dolores do Rego Barros Raposo, PE

3.

Antonio Caetano Dias, GB

4.

Miriam Mara de La Rocha Biasotti, RS

5.

Maria M.

6.

Philomena Boccatelli,

7.

Lenira Lucia Soares

8.

Anibal Rodrigues Coelho, DF

9.

Zildene Baima Amora,

de Carvalho Britto
SP

Santos, MG

CE

10.

Raquel Maria de A.

P.

F. Guimarães,

11.

Carminda N.

12.

Maria Lucia Pacheco de Almeida, PA

13.

Nylzamira C.

14.

Rodolfo Tsüpal, AM

15.

Anaisa Caminha Gaspar, MA

de Castro Ferreira,

Bejes,

-11-

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gentilmente por:

PR

SP

SP

�COMISSÕES PERMANENTES

COMISSÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTAÇÃO AGRÍCOLA
Presidente - Cely Farias Raphael
Endereço - Instituto de Pesquisas e Experimentação
Agropecuárias do Sul.
Caixa Postal
96100

-

"E"

PELOTAS - RIO GRANDE DO SUL

COMISSÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTAÇÃO BIOMÉDICA
Presidente - Dinah Aguiar Poblaciõn
Endereço - Rua Loefgren, 2473
Tel.
71-4039
04040

-

SÃO PAULO - CAPITAL

I mt (D

COMISSÃO brasileira de DOCUMENTAÇÃO TECNOLÕGICA
President e - Antonio Gabriel
Endereço - Serviço de Documentação do Centro
TecnolSgico d
idraulica do Departamento de Ãguas e Energia El
trica, da Secretaria de Obras Públicas.
Cidade Universitária
05509

-

SÃO PAULO - CAPITAL

COMISSÃO brasileira DE DOCUMENTAÇÃO JURÍDICA
Presidente - Magaly França Villaça
Endereço - FlESP/ClESP/DECAD
Biblioteca Roberto Simonsen
Viaduto Dona Paulina^
01595

-

80 — terreo

SÃO PAULO - CAPITAL

COMISSÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTAÇÃO DE BIBLIOTECAS
Presidente - Laura Garcia Moreno Russo
Endereço - FEBAB - Rua Avanhandava, 40, conj. llo.
01306

-

POblICAS

SÃO PAULO - CAPITAL

COMISSÃO brasileira DE DOCUMENTAÇÃO DE BIBLIOTECAS
ESCOLARES
Presidente - Laura Garcia Moreno Russo
Endereço - FEBAB - Rua Avanhandava, 40, conj. 110.
01306

-

SÃO PAULO - CAPITAL

-12-

Digitalizado
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�A FEBAB, fundada em 26-7-1959, teve a principio uma Secretaria
Geral, que funcionou até 14-1-1961, na Cidade de São Paulo,sob
a responsabilidade de Laura Garcia Moreno Russo.
Sua primeira
Diretoria foi eleita e tomou posse durante o III Congresso Bra
sileiro de Biblioteconomia e Documentação, realizado em Curiti
ba, Paranã, em janeiro de 1961.
~

PRIMEIRA DIRETORIA - 1961-1962
Presidente
Vice-Presidente
Secretária Geral
Primeira Secretária
Segunda Secretária
Primeira Tesoureira
Segunda Tesoureira
Bibliotecária

-

Laura Garcia Moreno Russo - SP
Fernanda Leite Ribeiro - GB
Maria Helena Brandão - SP
Philomena Boccatelli - SP
Odette Senna de Oliveira Penna - GB
Maria Alice 'de Toledo Leite - SP
Heloisa Medeiros - GB
Cacilda Basilio de Sousa Reis - SP
/

SEGUNDA DIRETORIA - 1963-1965
Presidente
Vice-Presidente
Secretária Geral
Primeira Secretária
Segunda Secretária
Primeira Tesoureira
Segunda Tesoureira
Bib1iotecária

Laura Garcia Moreno Russo - SP
Fernanda Leite Ribeiro - GB
Maria Helena Brandão - SP
Philomena Boccatelli - SP
Heloisa Medeiros - GB
Maria Alice de Toledo Leite - SP
Rosy Bleggi Peixoto - GB
Maria Cecilia Pimenta Pinheiro - SP

TERCEIRA DIRETORIA - 1966-196P
Presidente
Vice-Presidente
Secretária Geral
Primeira Secretária
Segunda Secretária
Primeira Tesoureira
Segunda Tesoureira
Bibliotecária

Laura Garcia Moreno Russo - SP
Adelia Leite Coelho - DF
Cargo vago
Elza Lyrio Mello - SP
Heloisa Medeiros - GB
Maria Alice de Toledo Leite - SP
Nolka Nascimento Freitas - GB
Maria Cecilia Pimenta Pinheiro - SP

QUARTA DIRETORIA - 1969-1971
Presidente
Vice-Presidente
Primeira Secretária
Segunda Secretária
Primeira Tesoureira
Segunda Tesoureira
Bibliotecária

Laura Garcia Moreno Russo - SP
Adelia Leite Coelho - DF
Cecilia Andreotti Atienza - SP
Liana Catharina Lombardi - SP
Maria Alice de Toledo Leite - SP
Nolka Nascimento Freitas - GB
Maria Cecilia Pimenta Pinheiro - SP

-13-

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1

g

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Gerenciamento

�ASSOClAÇgES FILIADAS

ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE BIBLIOTECÁRIOS
Presidente - Antonio Gabriel
Endereço - Avenida Ipiranga, 877 - 99 andar - sala 93
Tel. 35-5931
01039 - são Paulo - Capital

ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS
DE PERNAMBUCO
Presidente - Maria Dolores do Rego Barros
Raposo
Endereço - Rua do Hospício » 299 - sala 4
térreo
50000 - Rec ife - Pernambuc O

guanabÍrÍ° ^^°^^ssional de bibliotecários do estado
Presidente - Antonio Caetano Dias
j^uuuü
Rio de Janeiro - Guanabara
"SoÕr.V/ílri''”

da

Nacional

ASSOCIAÇÃO riograndense de bibliotecários
Presidente
Míriam Mara de La Rocha Biasott
Endereço - Caixa Postal, 2344
90000 - Por to Alegre - Rjp Grande do Sul

ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DOS BIBLIOTECÁRIOS DO ESTADO
BAHIA
Presidente - Maria M. Carvalho Britto
Endereço - Rua General Labatut, 27 - 39 andar - sala
Biblioteca Publica
40000 - Sa Ivador - Bahia

ASSOCIAÇÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS MUNICIPAIS
DE SÃO PAULO
Presidente - Philomena Boccatelli
Endereço - Rua General Jardim, 485
01223 - São Paulo - Capital

ASSOCIAÇÃO DE BIBLIOTECÁRIOS DE MINAS GERAIS
Presidente - Lenira Lucia Soares Santos
3UOQO - Belo Horizonte - Minas Gerais

ASSOCIAÇÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS DO DISTRITO FEDERAL
Presidente - Anibal Rodrigues Coelho
Endereço - Caixa Postal» 15-2833
70000 - Brasília - Distrito Federal

-14-

Digitalizado
gentilmente por:

DA

80

�ASSOCIAÇÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS DO CEARÁ
Presidente - Zildene Baima Amora
Endereço - Caixa Postal, 736
60000 - Fortaleza - Cearã

ASSOCIAÇÃO CAMPINEIRA DE BIBLIOTECÁRIOS
Presidente - Raquel Maria de A. P. F. Guimarães
Endereço - Caixa Postal, 317
13100 - Campinas - São Paulo

ASSOCIAÇÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS SÃOCARLENSES
Presidente - Carminda N. de Castro Ferreira
Endereço - Rua Marechal Deodoro, 2069
13560 - são Carlos - São Paulo

ASSOCIAÇÃO PARAENSE DE BIBLIOTECÁRIOS
Presidente - Maria Lucia Pacheco de Almeida
Endereço - Rua Padre Prudencio, 701
66000 - Belém - Parã

ASSOCIAÇÃO BIBLIOTECÁRIA DO PARANÁ
Presidente - Nylzamira C. Bejes
Endereço - Biblioteca Pública do Paranã
Rua Cândido Lopes
80000 - Curitiba - Paranã

ASSOCIAÇÃO AMAZONENSE DE BIBLIOTECÁRIOS
Presidente - Rodolfo Tsupal
Endereço - Caixa Postal, 7A5
69000 - Manaus - Amazonas

ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL
BIBLIOTECÁRIOS DO ESTADO DO MARANHÃO
Presidente - Anaisa Caminha Gaspar
Endereço - Rua 13 de Maio, 500 - fundos.
65000 - Sao Luis - Maranhão

xXx

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�4,735
TOTAL GEHAL
BIBLIOTBCONa-OA
DS
ESCOLAS

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19

�0 ANSL D£ GRAU
3m janeiro de 1963i durante a Reunião Anual do Conselho

Diretor

da FEBAB, foram postas em votação três sugestões, apresentadas pela Associa
ção Paulista de Bibliotecários, Associação dos Bibliotecários Minicipais de
Sao Paulo e Associação dos Bibliotecários do Parana.

A matéria visou fixar

o modelo do anel de grau para o bibliotecário.

0 pedido de pronunciamento foi encaminhado as Associações

filia-

das e Escolas de Biblioteconomia, através da Circular 17,&lt;te ncverabro de 1962.

Ife Reunião do Conselho Diretor votaram Presidontas de Associações
e alguns Delegados, sendo sais favoráveis ao modelo apresentado, com

algu-

mas modificaçeesi dois delegados se pronunciaram pelo adiamento da mataria}
um votou contra.

Tendo a maioria se manifestado favoravel, ficou decidido

que

o

anel de grau do bibliotecário deveria ter as seguintes características;

PEDRA

-

ametista

EMBLEíiAS

-

lâmoada de aladim e ura livro aberto
C0H3IDE.Ií^C5E3 e sii&gt;íbolismo

AI-EIISTA

,
.

-

'■
■

-

LAI'IPáDA de aladim

(gr. Araethj''sto3)
,
Pedra preciosa de cor violeta. E utna variedade
quartzo, encontrada no Brasil, Uruguai, Sibéria e
Ceilao.

de
no

Classica pe^a da amizade} reforça a memória}preserva
de alucinações. Defende contra a embriaguez.
ê
ê
£i a pedra usada para os aneis dos bispos,
-

Desde os tempos antigos s^boliza a perene vigília} a
atividade intelectual} o arduo trabalho das especulaçoes litero-ciantificas.

LIVRO ABERTO

Significa 0 oferecimento da educagao e da cultura.

GONFECCÃO

0 anel devqrá ser feito em ouro, tei do lateralmente cs
símbolos ja mencionados, em platina para ficarem em
relevo.
Todas as çspecificaçoes aqui apresentadas, foram enca
minhadas as Associações e Escolas, pela Circular 5,de
março de 1963.

-19-

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gentilmente por:

�BIBLIOGRAFIA

-

CAIRO, GI07AMI

Dizionario regionato dei simboli,

RONCHBTTI G.

Dlzlonario llustrato dei simboli.

NOVO, PEDRO DE

Diccionario de geologia
afines.

y

ciências

A
Compêndio dos minèrais do Brasil.

FERRAZ, L,C«
MANSFELD, Dr,

Piedras Preciosas: su significado e
importançia en el sentido científico, economico, artístico y oculto.

-20-

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�FEDEHAÇgQ BRASILEIRA DE ASSOCIAÇgES DB I&gt;IELIÜT'3CÍRI0S
FEBAE

ESTA
■ ■ ■ ■■■ ■ T UT O"! 'l"’' '■
CAPÍTULO
TÍTULO.

!. FINALIDADES,

ORGAUIZAÇÃO

A Federe.ção Brasileira de Associações de BitliotecáriosíFSbAB),
fundada na Bahia em 26 de julho de 1959, por ocasião do II Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, com
sede
Ha cidade de São Paulo, Estado de São Paxilo, é uma sociedade ci^
vil, agolítica, sem finalidades lucrativas, que congrega as associações dos profissionais em Biblioteconomia e
Documentação
em todo o território nacional, t

ARTIGO 10

ARTIGO 2fl

-

são finalidades da Federação: a) congregar as Associações de
Bibliotecários^do País, com o objetivo de defgnder a
classe,
.
V
nos terrenos técnico, culturalj 'social e-econonico; b) contri. ' '
.y I buir para a solução dos problemas atinentes a classe, quer regionais ou nacionais I c) prestar toda a assistência
possível
as Associações filiadas | d) servir comg centro de doc\imenta.ção
• i.',
e'informação das atividades biblioteconomicas do País, contribuindo, dessa'maneira, para o'aprimoramento cultural e técnico
• ■
^
classe e desenvolvimento das bibliotecas brasileiras,

PARÁGRAFO PRIMEIRO - Para a consecução-desses objetivos a FEBAB fará
uso
dos meios que se mostrarem indicados, inclusive da cooperação
de Instituições congeneres no âmbito nacional e filiação as de
âmbito internacional.

PARÁGRAFO SEGUNDO - A FEBAB é considerada uma entidade de utilidade públi. ca, pelo Decreto Federal 59,503, de 9 de novembro de 1966.

ARTIGO 3^ ■-.:.4 . .

são órgãos dirigentes da FEBAB; o Conselho Diretoria Diretoria;
o Conselho Fiscal e as Comissões.

CAPÍTULO

II

DAS ASSOCUÇgES FILUDAS

ARTIGO 4C

cm

1

2

3

-

4

são xinidades filiadas da ÍEEAB, todas as Associações de ^Bibliotecários, quer dos Municípios, dos Estados, dos Territórios e
da Capital da Republica,

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�ARTIGO 5fl

Sao requisitos paxa o reconhecimento e permanência de qualquer
Associação de Bibliotecários Municipais,Estaduais, Territoriais
ou da Capital da Republica como unidade filiada
da FEBAB;
a) possuir personalidade jurídica^ b) ser regida por estatuto
na forma da leij c) cunçrir e fazer cumprir as obrigações previstas neste Estatutoi d) ser^a sua Diretoria eleita, diretamente, pelos socios que a coc^oem, quer por voto direto ou por
procuração.

ARTIGO 6fi

-

As Associaçges filiadas conservam a sua autonomia
administra^iva e economica. Obrigam—se entretanto at a) prestigiar todas as iniciativas e resoluções tomadas pelo órgão supremo da
F^AEf b) manter a FEBAB informada das iniciativas e resoluções tomadas^no âmbito Estadual, Municipal ou Territorial, pelos seus orgãos dirigentes| c) comunicar à FEBAB qualquer alteraçao em seus quadros sociais| d) contribuir anualmente para
os cofres da FEBAB, com importância que for determinada
pelo
Conselho Diretor| e) adotar e utilizar em todos os seus in^res
sos e cartazes^a expressão "Filiada à FEBAB"} f) remeter,anual
mente, o relatorio anual de suas atividades.
“

ARTIGO 7fl

-

As Associações filiadas poderão ter as seguintes
categorias:
fundadoras,, efetivas, correspondentes, honorárias e benemeritas,

PA^GRAFO tilIICO . são consideradas fxxndadoras as Associações existentes no
paxs ate o registro do primeiro Estatuto da FEBAB,em 5 de julho
• • ■'

1961: Associação Fai^ista de Bibliotecários | Associação Pern^^^cana de Bibliotecários} Associação Brasileira de Bibliotec®^ios} Associação Ricê^ranaense de Bibliotecários}
Associação
Baiana de Bibliotecários} Associação Paranaense de Bibliotecários (extinta) ijlssociação dos Bibliotecários Municipais de São
Paulo}^Associaçao dos Bibliotecários do Parana (extinta)} e Associação dos Bibliotecários de Minas Gerais,

ARTIGO 8fl

ARTIGO 9fl

são consideradas efetivas todas ^ Associações de Bibliotecários que se filiaram a FEBAB, após o registro de seu primeiro
Estatuto,

-

são consideradas correspondentes as Associações de Bibliotecá^ios de outros paxses, admitidas mediante proposta da Diretoria
da FEBAB ou de qualquer das entidades filiadas, desde que aprovada pelo Conselho Diretor,

ARTIGO IQfl -

Sao consideradas honorárias as Associações que, por decisão de
pelo menos dois terços do Conselho Diretor, hajam contribuido,
de algum modo, para maior progresso da FEBAB,

ARTIGO llfl -

Serão agraciadas com o título de beneméritas as Associações que
tenham prestado serviços de relevância à FEBAB, desde que aceitas por decisão de pelo menos dois terços do Conselho Diretor,
-22-

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�fABÂCrRAFO ÚNICO - Poderão ser dados, extraordinariamente^ a personalidades
"brasileiras ou estrangeiras, os títulos de socios honorários ou
"benemeritoe, a critério de pelo menos dois terços do Conselho
Diretor, por indicação da Diretoria ou de qualquer Associação
filiada.

CAPÍTULO III
DOS ÓRGÃOS

DIRIGENTES

CONSELHO DIRETOR

ARTIGO 12fl -

0 Conselho Diretor é o órgão supremo da PEBAB, dentro dos limites da Lei e deste Estatuto, com poderes para resolver e decidir todos os assimtos e atos sociais,

ARTIGO 13fl -

0 Conselho Diretor será constituido pelos gresidentes das Associações filiadas ou seus representantes, nao recebendo seus mem
bros nenhuma remuneração sob qualquer forma ou pretexto,
~

ARTIGO I4fi -

0 CoMelho Diretor reunir-se-á, anualmente, em data e local determinados pela Diretoria da PEBAB,

ARTIGO 15fl -

0 Conselho D^etor reunir-se-á, extraordinariamente, quando se
fizer necessário, convocado pela Diretoria da PEBAB ou por maná.
festaçao expressa de pelo menos dois terços de seus membros, ~

PARÍGRAFO PRIMEIRO - A convocação extraordinária será feita pelo Presidente
da PEBAB ou seu substituto legal, às Diretorias das Associações
filiadas, mencionando data, local e assunto com o prazo de sessenta dias, salvo casos de urgência, quando poderá ser feita no
prazo de dez dias.

PARÍGRAFO SEGUNDO - 0 Conselho Diretor poderá, por aprovaçao de pelo menos
dois terços dos presentes, deliberar sobre outros assuntos.

ARTIGO l6fl -

0 Conselho Diretor terá um Regimento para a sua
funcionamento,

ARTIGO 17fl -

Compete privativamente ao Conselho Diretor: a) proceder à toma
da de Contas da Diretoria da PEBAB| b) votar
o
orçamento}
c) fixar a contribuição a que se refere a letra d do artigo 6;
d) emendar ou reformar o Estatuto e resolver matéria não prevista no mesmo} e) determinar, através de Resoluções, a orientação a ser seguida pela PEBAB, relativa as iniciativas que interessem a classe bibliotecária.

ARTIGO 18fl -

As Resoluções do Conselho Diretor serão tomadas pelo voto majoritário ,
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organização

e

�PARiíSRAFO tfHICO - O quorum paxa aliertura das sessões será de
. dos membros do Conselho Diretor,

dois

terços

DIBETORIA

ABTIGO 19fl -

A Diretoria é o orgão executivo da FEBAB e compõe-se de: Presidente, Vice-Presidente, Secretário Geral, Primeiro e Segvindo
cretarios, Primeiro e Segundo Tesoureiros, BibliotecárioeObser
vador Legislativo,

ABTIGO 20fi -

A Diretoriaera eleita por voto direto e secreto dos Conselhe^
ro§ e tomara posse perante os mesmos e exercera o mandato por
tres anos, não recebendo para isso nenhuma remuneração sob qual
quer forma ou pretexto.

ABTIGO 21Í1 -

0 Presidente da FEBAB poderá residir em qualquer Estado do Brasil, nele cumprindo seu mandato.

PABÁGBAFO PBIMEIBO sidente,
rem^seus
sidência

É condição de elegibilidade para os cargos de Vice-?r^
Primeiro Secretario e
Primeiro Tesoirreiro, residicandidatos ou titulares na cidade onde estiver a preda FEBAB,

PABAgRAFO SEGUNDO - É condição de elegibilidade para os cargos de Secretário Geral, e de Bibliotecário, residirem seus candidatos ou titulares na cidade de São Paulo, sede permanente da FEBAB,

PARáGBAFO TSRCEIBD - É condição de elegibilidade para o cargo de Observador
Legislativo, residir o candidato ou titular na
Cidade
de
Brasília,

ABTIGO 22C -

são atribxiições do Presidente: a) representar a FEBAB no Conselho Federal de Biblioteconomia, quando for necessário; b) r^
presentar a FEBAB em juízo e fora dele; c) presidir as
reuniões da Diretoria; d) administrar o patrimônio
da
FEBAB;
e) dar execução as Besoluções do Conselho Diretor; f) escolher
o consultor jiirídico, constituir advogado e nomear o editor das
Publicações da FEBAB; g) adquirir ou ^ienar bens imóveis, dar
em garantia hipotecária bens de patrimônio da FEBAB, guando autorizado pelo Conselho Diretor; h) apresentar relatorio anual
de todas as atividades da FEBAB, prestando esclarecimentos quan
do solicitados; i) visitar as Associações Federadas, pessoalmente, ou por seu substituto legal, pelo menos, xma vez no seu
mandato, para o (jue disporá de verba necessária; j) tomar providencias de c^ater administrativo, previstas neste Estatuto;
k) con^arecer as reuniões do Conselho Diretor, onde, sempre que
necessário, dara^a sua opini^ nas duvidas suscitadas; L) aten
der no que lhe for possível as solicitações das Comissões,
-24-

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^Scan
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ÍÊÊÊ^

�AHTIÜO 23° “

CoEÇiete ao Vice-Presidente auxiliar e culstituir o
Presidente
nos seus impedimentos e, em C G,G o dc va{;a, sucede-lo até o fim
do mandato.

ARIIGO 24fi -f,,A,o Secretario Geral conçete: a) secretariar as reuniões do Con
sellio DiretorI - b) manter em ordem os serviços da Secretaria da
. J -ÍS ■ ■
• V ^s. •
sJ;
®
o Relatorio Geral, auxiliado pelo Primeiro e
.
.Segundo Secretários j c) organizar os originais das publicações
F2E-AB| d) incorgorar ao arquivo, anualmente, a documentação
enviada pela presidencial e) exercer outras atividades pecTxLia
res ao cargo, que lhe verliam a ser atribuídas.

PARÁGRAFO PRlKSIRO - Conçiete ao Primeiro Secretário auxiliar a presidencial
encaminhar ao Secretario Geral a docvimentação que deva ser arquivadai organizar o Relatório Anual de suas atividades,

PARÁGRAFO 5EGUNK) - Conqpete ao Segundo Secretário auxiliar o Primeiro 3ecr_e
tario e sübstitui-lo em seus impedimentos,
~

Coaçeiè ao Primeiro Tesoureiro;^ à) administrar o patrimônio e
rendas da FSBAB, sob a supervisão e fiscalização
do Conselho
FiscalI b) realizar despesas, desde que autorizadas pelo Presi
dente da FEBAE| c), organizar a contabilidade| d) organizar "ê
manter em dia o quadro de avíxiliares da FiiIBAE| e)
apresentar
relatorio e balanço anual da tesourariai f) apresentar, no iní
cip de cada ano, estimativa orçamentáriai g) receber e assinar
'subvenções governamentais, de entidades particulares e outras
importâncias que venham a ser consignadas à FEBAB| h) exercer
outras atividades peculiares ao cargo, ou que lhe venham a ser
atri^iàas,

Artigo"25tf

".rjj/":

PARÁGRAFO tilTICO - Conçete ao Segundo Tesoureiro atixiliar o Primeiro Tei oureiro e substitui-lo em seus inçedimentos, assim como receber e
a..,;;

.e.i:.

^sinar subvenções governamentais e doações, delas fazendo cien
te o Presidente da FSBAB,

ARTIGO 26fl,-

Compete ao Bibliotecário; a) adquirir por conçra ou doações as
obras que interessem a Biblioteca da FIiE.ílE| b) dirigir a Bibllotecai c) responder a quesitos atinentes a seu cargo e de
interesse das Associações filiadas,

■

..'ii:;”

,tu.

■ - ARTIGO 2*7tf -

r

cm

:

2

3

4

Conçete ao Observador Legislativo o acompanhamento da Legislação Profissional, intervindo nos processos, quando forem necessários esclarecimentos, que visem melhorar o exercício profissional e as atividades das bibliotecas e centros de documentaÇão,

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�CONSELHO FISCAL

ABTIGO 28fl -

O^Conselho Fiscal é o órgão controlador das finanças e patrimônio da FEBAB| será conç)osto de 3 (tres) membros pertencentes
ao Conselho Diretor, escolhidos na primeira reunião, após a pos
se da Diretoria da FEEAB e o mandato de cada membro
terminara
quando se extinguir sua representação como membro de Diretoria
de uma Associação filiada,

ARTIGO 29^ -

Compete ao Conselho Fiscal; a) verificar as contas apresentadas pela Diretoria e seu Balancete Anual; supervisionar a tes ouraria da FEBAB,

'

"

PARÁGRAFO PRIMEIRO - Em caso de vaga o Conselho Diretor escolherá outro mem
bro, que terá mandato até o término da Diretoria da FEBAB,

PARÁGRAFO SEGUNDO - 0 membros da Diretoria da FEBAB não poderão fazer parte
do Conselho Fiscal,

comissOes permanentes

ARTIGO 30*^ -

As Comissões são órgãos auxiliares da Diretoria da FEEAB,

ARTIGO 31-

As Comissões serão constituidas por grupos de
bibliotecários,
interessados em problemas específicos de suas respectivas atividades, delas participando membros das Associações filiadas a
FEEAB.

ARTIGO 32C -

Cada Comissão terá um Presidente, um Vice-Presidente,
cretários e \im Tesoureiro,

ARTIGO 33° -

0 mandato de cada Comissão será de tres (3) anos, podendo
renovado cada início de mandato dos dirigentes da FEBAB,

ARTIGO 34^ -

dois 3e-

ser

A
0^
Havendo interesse e urgência para a solução de algum
problema
de ordem nacional, o Presidente da FEBAB poderá convocar o Presidente de qualquer Comissão, notificando-o do motivo,data e l£
cal da Revuoião, com antecedencia de 15 dias.

ARTIGO 35° -

Anualmente, por ocasião da Retinião da FEBAB, serão
os Presidentes das Comissões,

convocados

ARTIGO 36fl -

Havendo iaçedimento dos Presidentes das Comissões, para não com
parecerem a Reimião Anual da FEBAB, deverão eles indicar repr_e
sentantes, do mesmo grupo de atividades.
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�ARTIGO 37fi -

As Comissões poderão arrecadar numerário entre os
membros, para o custeio de seus trabalhos.

ARTIGO 38fl -

Cada Comissão deverá enviar, anualmente, a Secretaria da FzlSJi,
o Relatório de suas atividades,

ARTIGO 39c -

Qualquer filiação a instituições estrangeiras ou^ recebimentos
de subvenções e dgações deverao^ser comunicados ^a FEBAE, pelas
implicaçges que tem com as exigências do Ministério do írabalho
e Previdência Social, no que tangem a Segurança Nacional e tendo em vista o artigo 141, item II, da Constituição da Republica
Federativa do Brasil,

ARTIGO 40° -

As Associações filiadas prestarao assistência e apoio as atividades dos grupos que compõem as Comissões da FFB^, no sentido
cie contribuir para o levantamento da real situaçao das bibli^
tecas e dinamização de seus trabalhos.

■ r

CAPÍTULO

respectivos

IV

DAS DISFOSIÇCES GERAIS
DO

ARTIGO 41fl -

PATRIMÔNIO

0 patrimônio social será constituido: a) pelos bens moveis e
imóveis que a Federaçao possua ou venha a possuir| b) pelos d^
nativos, legados ou subvenções| c) o patrimônio social e ina' lienável, salvo decisão expressa do Conselho Diretorj d) as im
portancias pertencentes ao patrimônio social serão deposita.àas
em estabelecimentos de credito de reconhecida confiança ou empregadas em outros fins, a juízo do Conselho Diretor,

RECEITA SOCIAL

ARTIGO 42c -

A receita social da FEEAB constituir-se-á de contribuições das
Associações filiadas, pagas adiantad^ente no mes de janeiro ce
cada ano e da venda de suas publicações.

PARÁGRAFO ÚNICO - As Associações _iiliadas que não estiverem quites cora a_T_e
“
~souraria da FSBAB, não terão direito a voto nas Reuniões do Con
selho Diretor,

ARTIGO 430 -

Os Conselheiros e Diretores não receberão vencimentos, sob qua]^
quer forma ou pretexto, mas poderão ser indenizados das despesas que fizerem com a representação da FEBAB, devidamente co_c
provadas,

ARTIGO 44c '

0 exercício social considerar-se-a encerrado no dia 31
e um) de dezembro de cada ano.
-27-

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(trinta

�ARTIGO 45^

Todas as eleições processar-se-ão através do voto secreto, adm
tindo-se o voto por procuração,

ARTIGO 46o -

É vedado a Diretoria da FEBAB tomar parte em manifestações polí
tico-partidarias ou religiosas,

ARTIGO 47° -

ARTIGO 480 _

A reforma total ou parcial
u voto de pelo menos de dois
mente convocado e,^em cuja
nicado com antecedencia de

deste Estatuto poderá ser feita pelo
terços do Conselho Diretor, especial
ordem do dia, figure o assunto, com
60 (sessenta) dias.

Em caso de dissolução da PEEAB o Conselho Diretor providenciará
para que sua documentação seja doada ao Conselho Federal de Biblioteconomia e o resultante da venda da sede seja
dividido,
equitativamente, entre as Associações filiadas.

Belo Horizonte, 6 de julho de 1971
e
são Patxlo, 24 de jxinho de 1972

Registrado no 1® Registro de TÍtulos e
Documentos de São Paulo

-28-

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�.;, ^vFEBAB
SELHO DIRETOR

CAPÍTULO

I

DA INSTALAÇlO

ARTIGO jfl

-

Na primeira íeuidão de cada mandatot reunir*se-ão os Presidentes das Assooiaçoes filiadas ou seus representantes em dia e lu
gar deteiminados pela Diretoria da FEBAB. (Artigos 14 e 15 do
Estatuto)•

PARÁGRAFO PRIMEIRO - Assumirá a direção dos trabalhos o Presidente da FEEAB
e,em seu i^edimento,o Vioe-Presidentei fazendo parte da mesa o
Secretário Geral e o Primeiro Tesoureiro, '
PARÁGRAFO SEGUNDO - Nos impedtoentos legais do Secretário Geral e do Prime^i
ro Tesoureiro serão eles substituídos, respectivamente, pelos^
Primeiro e Segundo Secretários e Segundo Tesoxireiro,
ARTIGO 2fl

-

Verificadas as credenciais dos Conselheiros, e havendo número de
..pelo.menos dois terços de seus membros, o Presidente declarará
aberta a sessão,
'

-

S

CAPÍTULO II

'

"

DOS SUPLENTES
AgriGO^ 3fi

-

Os Conselheiros titulares serão em suas faltas substituídos por
seus representantes,
’
ry :
.rcv.

PARÁGRAFO PRIMEIRO - Para esse fim o Conselheiro titular oficiará ã FEBAB,
comunicando o seu impêdimento temporário ou definitivo,
:

PARÁGRAFO SEGÜIUX) - A investidura rio cargo de presidente de uma Associação
- c ,
M
filiada, implica em sua entraida automatica para o Concelho Dir^
.. -tor da FEBAB,
PARÁGRAFO TERCEIRO - Ao assumir ou reasstimir suas funções como presidente
de uma Associação filiada, deve o titular comunicar o fato a Dá.
retoria da FEBAB , '■
.
,
.

CAPÍTULO III
DAS

ARTIGO 4C

-

COMISSÕES

As Comissoes serão constituídas por grupos de bibliotecários
serão empossadas pelo presidente da FEBAB,

e

PARÁGRAFO PRIMEIBÒ - As Comissões apresentarão à Diretoria da FEEAB um pro.
,
greuna de trabalho a ser desenvolvido nos tres anos de mandato,
PARÁGRAFO SEGUNDO - As Comissões terão autonomia no desenvolvimento de suas
atividades, devendo enviar anualmente a FEBAB, Relatórios e cópias das Atas de seus trabalhos,
CAPÍTULO
DAS

IV

SESSOES

ARTIGO 5°

-

0 tenqpo de duração das reuniões do Conselho Diretor sera fixado
pela Diretoria da FEEAB, de aoordo com as necessidades,

ARTIGO 6c

-

Ceida sessão constará de expediente, com duração máxim de 45
(qiiarenta e cinco) minutos e de Ordem do Dia, com duração maxima de 150 minutos (duas horas e meia).
-29-

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^L2ysíen

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PARÁGRAFO ÚNICO - Terminada uma sessão, o Presidente convocará os Conselhei
rps para.a sessão.seguinte,tdçj;prip4íJa|ifp, a, hora do seu.início
T»ia’f'oT»oni1iitn'’’,dp
íí/í -nl
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^CAPÍTULO
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DO uso M PALAVRA.
íLi.-uí';- ,gí&gt; £il:isb.'
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ARTIGO 7° - 'Cada Conselheiro tera direitò a palavra para “discutir qualquer
proposiçM, pelo prazo de 5 (cinco) minutos, Nenhum Conselhei«six-ti i.,:? ^ i .arQ podérá usar da palavra pela* segunda vezpára disout^^
olscr '-•*••-■ í--'''ná”']^rop
PARÁGRAFO ÚNÍCÒ
,i

Poderá o Conselheiro, no entanto, usar novamente da palai^iia for solicitada por-óUtro CÚhsMheiro gresente*, que
ainda não houver falado sohre o* assUnto em discussão e cedida

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especiedmente a ele,
ARTIGO 8fl

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-

Os apartes só serão permitidos depois de solicitados e concedidos, não se admitindo'’àiálogos.
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ARTIGO 9^ - Terminada a leitura do éiqpediente e não havendo esgotado o tem''■níT fcocx:.».•] i.,:. f/po aveste; dedicado,--O ^Presidente concederá a ^palavra pon
nutos, a qualquer que dela queira lazer,,uso^y^..
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CAPÍTULa-VI '

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' DÍSPOSIÇO^ èERAIS '
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âjjí r-dé'^ iQfl' - ^’Aè^ questões‘de ordem serão resolvidas pela Mesa. Quando a que£
tão de ordem suscitada não for previstãího Estatuto e neste Re~
eMaohic;^':.: o* gimento, o Presidente, por an^çgia, . aplicara-.ap„,,,disposições
xU r -.-O ;/*- . ■' usadas nas. Assemhleias do País, ouvido,^O;plenário^
0i5$.3.t00f;3A XCIif

ARTIGO llfi -

_ .
®

xM; ;

Quando forem tumultuados os trahalfcdfe/ie modo^a impedir o seu
prosseguimento, o Presidente suspendera a sessão por 10 (dez) mi
nutos, reabrindo-a findo este prazo,
Não sendo possível' amhienteipara trabalho, depois de reaberta a
.sessão, o Presidente encerra-la-a definitivamente e convocará
' 'òb Conselheiros-para'u sess^'seguinte# ''..c-,..

ARTIGO 12a - A reforma deste Regimento, para que possa ser objeto de delibe.. . iação, 'devera ser propbsta com auítecedencia ‘:déx.y6C
» C ji;:.
3:,
dias, para qúe a Secretaria da Federação poSsaArtornar ciente de
âsn:■ --X -J jia,.. . seua termos ,todas...,as, Associaçp^., filiadas#,, ;Y;:'*rp"í2
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^ .s5‘x;jr‘-.4v,.a. Vi.'
Belo Hprázonte, 6 de jxilho de 1971
0
são Paulo, 24 de junho de 1972
CCiir.E

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CONSELHO FEDERAL DS BIBLIOTECOIIOtlIA
■

CÓDIGO DE ^TICA PROFISSIONAL
•M
' •
panatmaTiNCIA AS normas dos deveres profissionais do 3I3LIOrECX?.IO

ASLu Ifl

-

0 bibliotecário deve preseirvar o cunho liberal e humanista de
sua profissão, fundamentado na liberdade de investigação científica e‘ na dignidade da pessoa humana.

go

-

0 bibliotec^io deve, acima de tudo, capacitar-se de que a sua
profissão nao se exerce num círculo restrito de interesses pe^
^ soais, mas constitui ura elemento substancial da comunidade.

ARI. 3Q

-

,

Aplicara o bibliotecário todo zelo e diligencia e os recursos
de seu saber, em prol do progresso da profissão e bom nome da
^ instituição onde sirva.
• í:-' ^ ^
/
Os deveres do bibliotecário compreendem a defesa dos direitos
e interesses que lhe sao confiados, o prestigio de sua classe,
a^dignidade e aperfeiçoamento das instituições
biblioteconomicas.

f
«I-

òSSa-51

-

0 biblioteçário não se Valerá de sua influencia política em b^
nefício proprio, queuido essa atitude comprometer o direito de
um colega ou os direitos da classe em geral.

mju 6^ ' -

Todo bibliotecário deve assumir posição v:^gilante no
momento
da feitura das leis, para preservar o carater tecnico-cultural
da profissão e os interesses da classe.

S ÚNICO

-

á dever do bibliotecário, sempre que for solicitado a prestar
qualquer informação que vise o interesse da classe, comunicar
o fato ao CRB a que estiver filiado.

ART. 7°

-

0 bibliotecário deve exiijir-se de praticar, direta ou indireta
mente, ato de natureza publica ou privada, capaz de comprometer a sua dignidade^ o renome da profissão e a fiel observencia da regulamentação profissiona 1.

ART. 8*^

-

Havendo queixas serias e documentadas de carater^ profissional
contra ura colega, seja qual^for o cargo ocupado,e de obrigaçao
representa-las ao CRB através de sua' Associação de Classe.

ART. 9°

-

são condenáveis e devem ser prescritas as discussões de
ter pessoal pela imprensa, falada ou escrita.

ART. 10°

-

Não deve o bibliotecário apontar falhas da formaçao profissional ou associativa brasileira, em Congressos ou Reuniees Inte£
nacionais, deixando peo*a faze-lo era suas Associações de Classe,
em Reuniões e Congressos Nacionais.

ARTb 11°

-

Declinará o bibliotecário de mandato para o qual tenha
sido
eleito, logo que lhe sinta faltar a confiança dos seus colegas.

ART.

-

No caso de renúncia de mandato, terá o bibliotecário o
maior
cuidado em preservar a defesa dos direitos a ele confiados e
abster-se de declaração publica.

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cará-

�ART. 13°

-

Deve o bibliotecário levar ao conhecimento de sua
Associação
de classe, com discreção e fuçdamento, as transgressões
das
çormas deste Codigo, cabendo a A^sociaçao encaminhar o assunto
a consideração do CRB, se necessário.

ART. IL^

-

Quando em duvida sobre questão ^e ética profissional, nao prevista neste Codigo, o bibliotecário deve, antçs de
qualquer
atitude, apresentar o caso era termos gerais a consideração de
sua Associação de Classe.

-

Caberá ao Conselho Regional de Biblioteconomia aplicar as^sanções previstas no seu regulamento e recorrer, se necessário,
ao Conselho Federal de Biblioteconomia.

ART. 160

_

A enumeraçãof dos ireceitos expressos neste Codigo,nao exclui
outros deveres que aos bibliotecários impeem as Leis e Rqgulamentos que regem o pais, nem os que resultem da independencia,
probidade, virtudes que hão de ser as inspiradores de todos e
de cada um de seus atos da vida profissional.

ART. 17°

-

Qualquer modificação deste Codigo, somente sera feita era Reunião Plenária do CFB, em virtude de proposta de um de seus mera
bros ou de qualquer Conselho Regional.

ART. 18°

-

0 presente Codigo, aprovado em 13 de julho de 1966, entrara em
vigor em todo o Território Nacional, cabendo aos Conselhos Regionais e Associações de Classe promover a sua mais ampla divulgação.

ART. 19°

-

*•
é
Revogam-se as disposições em contrario.

são Paulo, 13 de julho de 1966

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19

�"itciSLAÇÃO
REGULAMENTAÇÃO PROFISSIONAL
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*i. l di-í .Ijfc Pífí
Íií- :
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íiKí-Mi
CFB

- } -•i;i■
!&gt;'!■
1.

•'

Decreto Federal de 28-2-1966.
;•
O Presidente da República nomeia Laura Garcia
Moreno
RusíSo para presidir b CFB, durante o trienio 19 6 6-1968.
. C&gt; Vxc d ■ X.'; V ■ "f
■ &gt;
' '

2.

CFB
19 Regimento,
D.O.UniSo,

aprovado em 12-7-1966.
17-8-1966, p. 2358-2361.
0;. ,

3.

■

^

CFB
29 Regimento,

aprovado em 11-1-1967.

, ■*' »-■ \
}: t V. ,
•-&gt; r: ò
T U . -3, C .. " i ' r '‘i-J
• ■ •■
.
39 Regimento, aprovado em 9-2-1967.
D.O.União, 3-6-1968, p. 1208, Seçao I, Parte II.
~&lt;1ÍJ

7 A Ij &lt;íiíp
CFB. . : ~f t.:/j r ;j

5.

ci.-

^
v i'lo " 7 ííL

■

' n,.
* 'v ’

í ...

Modificação do Regimento ém 22-3-1971, Resolução 46.
D.O.União, 9—8—1971, p. 2290, Seçao I, Parte II,
■y
6.

CFB
-B 'ÍB &amp;

7.

C f) ^
4°
» ^l(®S9lj4ção' 7o ; de, 17-11-1972 .
D.Ó.Uniao, dé ^1-í2-1972, p. 4540, Seçao I, Parte II,

CFB
Decreto Federal de 23-9-1969. ,
,Qs Ministros da Marinha, .Exercito &lt; e'Aéronautica
nomeiam Antoniò Agènòr Briquet de Lemòs; para
presidir
o CFB, durante o trienio 1969-1971.

8.

CFB

.

= -b.r

"^

'

Decreto Federãí "de 6-7-1972.
’
' ^
0 Presidente da República nomeia
Murilo
Bastos
da
Cunha para presidir o CFB, durante o trienio 1972-1974.

9 .

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'

CRB-6

7 ■ • 1 t - r -jU ,..■■■
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:

Modificação do Regimento, aprovado pela Resolução 72
CFB, eni__17-ll-1972 .
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do

» _ 4® ^^“V2~1972| í:P *j 4550,_^Seçao I, Parte II.

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�10.

Resolução 5, de 11-3-1958 do
Governo do
Rio de Janeiro
(ex-Distrito Federal)
Institui no Rio de Janeiro o Dia do Bibliotecário, ein
homenagem ao bibliotecário Manuel Bastos Tigre,

11.

Presidência da República
Parecer no processo 30.822/61 que incluiu o Bibliotecário
na lista dos profissionais de nível universitário, para efeito de gratificação.

12.

13.

Lei 4084, de 30-6-1962.
Dispõe sobre a profissão de bibliotecário
seu exercício (Projeto 4770/58).
D.0.União, 2-7-1962.

e

regula

Conselho Nacional de Serviço Social
Registro da Federação Brasileira de Associações de
Bibliotecários, em 23-7-1964, processo n. 38,190/64.

14.

15.

Decreto 56.725, de 16-8-1965.
Regulamenta a Lei 4084, de 30-6-1962, que dispõe
bre o exercício da profissão de bibliotecário.
D.0.União, de 19-8-1965.

so-

MTPS
Portaria 585, de 22-10-1965.
Constitui Grupo de Trabalho para coordenar os
trabalhos de Eleição do I Conselho Federal de
Biblioteconomia .

16.

MTPS
Ofício 2498,^de 29-10-1965.
Coordenação dos Trabalhos para Eleição do I CFB.

17.

MTPS
Portaria 675, de 18-11-1965,
Fixação da data de eleições do I CFB.
■

18.

MTPS
Portaria 761, de 3-12-1965.
Normas para eleição do I CFB.

19.

Decreto 59.769, de 16-12-1966.
Fixa as taxas e anuidades a serem cobradas pelos CRBs,
D.0.União, 21-12-1966.

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�Decreto-Lei 968, de 13-10-1969.
Dispõe sobre o eJcercIcio da supervisão
ministerial,
das entidades incümbidas da fiscalizaçao do exercício
das Profissões Liberais.
D.0.União, de 20-10-1967, p. 8890, Seção I, Parte I.

MTPS
Portaria 3726, de 27-10-1969.
Contribuição Sindical.
D.0.União, 5-11-1972 , p. 9593 ,

Seção I,

Parte I.

Confederação Nacional dos Profissionais Liberais.
Comunicação de 19-1-1970.
Contribuição sindical de Bibliotecários que trabalham
pela CLT.' i

Decreto 67.380, de lA-10-1970.
Altera os valores das taxas e anuidades a serem cobra
'das pelos CRBs.
~
D.0.União, 15-10-1970, p. 963.

Lei 5645 , de 10-12-1970.
Estabelece diretrizes para a classificação de
cargos
do Serviço Civil da União e das Autarquias Federais.

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�LIVROS

Congresso Nacional
Decreto Legislativo n9 1/64.
Aprova o texto da Convenção relativa a troca
Intéfíi^
cional de Publicações, adotada pela Conferência
dá
UNESCO, em 4 de dezembto de 1958, Paris.

Lei A750, de 12-8-1965.
Dispõe sobre financiamento de papel de imprensa.
o Grupo Executivo da Indústria do Livro - GEIL.

Cria

Decreto59.355, de 4-10-1966.
Institui no MEC a Comissão do Livro Técnico e Didático (COLTED).
Lei 5191, de 13-12-1966.
■
Institui o Dia Nacional do Livro a ser
anualmente, no dia 29 de outubro.

comemorado,

.'C ■
Decreto-61.527, de 13-10-1967.
Provê sobre a instituição da Semana do Livro.

Lei 5471, de 9-7-1968.
Dispõe sobre a exportação de livros antigos e conjuntos bib1iográficos brasileiros.,

Decreto-Lei 824, de 5-9-1969.
Dispõe sobre a remessa de obras

impressas

ao INL.

Decreto 65.347, de 13-10-1969.
Regulamenta a Lei 5471/68, que dispõe sobre a exporta
ção de livros raros brasileiros.

Decreto-Lei 1077, de 26-1-1970.
Dispõe sobre a execução do art. 153, § 39 , parte final, da Constituição Federal (censura de livros e periódicos) .

Decreto 66.125, de 28-1-1970.
^
Regula o reconhecimento da isenção do imposto de
importação para os materiais importados por empresas jor
nalisticas e editoras, bem como o da imunidade tributária para o papel de imprensa.
D.0.União, 29-1-1970 , p. 701, Seção I, Parte I.

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Gerenciamento

�11 .

MEC

- - .

'

' ‘

Portaria 11-B, de 6-2-1970,
Diapõe sobre a divulgação de livros e periódicos
sura de livros e periódicos)
f•

12.
‘

13.

. ’

MEC/INL

(cen

.

'Portaria 35, de 11-3-1970.
Da destinação a recursos do INL.

MEC
Circular n9 1, de 17-4-1970.
DÓ normas para o uso de livros didáticos,
ta Parecer 603/68, do CFE .

tendo em vi_s_

14.

Decreto 66.543, de 11-5-1970.
Institui,programa de colaboraçao financeira para a ed^
ção de 1ivros-textos em ãreas prioritárias do
Ensino
Superior.

15.

Decreto ,68.7 28 , de ,9-6-19 71.
. Provê sobre a política do livro técnico e o livro didático (revoga o Dec. 59.355/66 que criou a COLTED)

16.

Decreto 68.782, de 21-6-1971,
Extingue o Grupo Executivo da Indústria do Livro(GEIL)

17.

MEC
Portaria 427, de 15-7-1971.
Cria Colegiado para sugerir medidas ao estabelecimen'
to de uma política do livro.

18.

Decreto 69.521, de 9-11-1971.
As atribuições, competências, responsabilidades e recursos da extinta COLTED passam para o INL.

19.

MEC
Portaria 495 , de 27-6-1,972 .
Modifica o art. 29 da Portaria 427,
bre a política do livro.
' • i ■ «' ’ . ?
1

20.

de 15-7-1971,

so-

MEC
Portaria 749, de 20-10-1972.
Designa Comissão para estudar as alterações das
normas que regulam o Decreto Autoral.
D.0.União, 31-10-1972, p. 9644, Seção I, Parte I.

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�BIBLIOTECAS
Decreto 884, de 10-4-1962.
Institui a Semana Nacional da Biblioteca, de 12
de março, anualmente.

a

19

Decreto 927-A, de 27-4-1962.
Constitui Comissão para estudar
medidas necessárias
criação, organização e instalação da Biblioteca Nacional, em Brasília.
Biblioteca Nacional
Inquérito e Depoimento (de Adonias Filho,
Celso
Cunha e
Lydia Queiroz Sambaquy)
câmara Federal, 30-11-1966
Diário do Congresso Nacional, de 8-4-1967,
suplemento
ao n9 32. FEBAB, boletim informativo, v. 20,
9-167,
1969 .
Lei 5422-A, de 25-4-1968.
* Cria o Serviço Nacional de Bibliotecas.
MEC
Parecer 672, de 11-10-1968.
Conselho Federal de Educação
Indicação 20,_de 8-10-1968, do Cons. Celso
Kelly,
sobre
constituição de bibliotecas nos processos de autorização e reconhecimento de Escolas Superiores.
Presidência da Republica
Ato de 29 de abril de 1971.
Nomeia a bibliotecária Jannice de Mello Monte-MÕr, Diretora da Biblioteca Nacional.
D.0.União, 29-4-1971 .
MEC
Portaria 759, de 27-10-1972.
Designa Comissão para proceder a estudos técnicos
necessários ã estruturação e implantação de
um
sistema
de Bibliotecas em Brasília.
D,0.União, de 6-11-1972, p. 9790, Seçao I, Parte I.
/
LEGISLAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA
Decreto 20.802, do Governo da Bahia, de 31-7-1968.
Aprova o Regimento da Secretaria da Educação e Cultura,
do Estado da Bahia (no qual se
inclui a Divisão
de
Bibliotecas)
Decreto 22.103, do Governo da Bahia, de 4-11-1970.
Estabelece o Sistema de Bibliotecas.

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�CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO

1.

Decreto 20.380, de 10-1-1946.
Regimento do Serviço de Documentação,
da Agricultura.
. • / ■■■■ '*.■
&gt;&gt;

do

Ministério

2.

Decreto-Lei 9794, de 6-9-1946.
Altera a denominação do Serviço de Documentação,
do
Ministério da Agricultura, para Serviço de
Informações Agrícolas .

3.

CNPq
Lei

4.

1310, de 15-1-1951.
Cria o Conselho Nacional de Pesquisas.

IBBD
Decreto 35.124, de 27-2-1954.
Cria o IBBD, nos termos dâ Lei 1310, de 15-1-1951.

5.

IBBD
Dectéto ’35.430,Me 29-4-1954.
Aprova o Regimento do IBBD.

6.

IBBD

Resolução 70, de 8-3-1958.
. =-,0 J''oi^cria a CÒinissão Brasileira da ÇDU . '
* I s ^ “ü r?' • . .
■.
’
7.

Decreto 48.874, de 25-8-1960.
Cria a Rede Nacional de Divulgação Agrícola.

8.

Decreto 67.555, de 12-11-1970.
Aprova o Regimento da Diretoria de Documentação e His
torico do Ministério da Aeronãutica.
D.0.União, 13-11-1970, p. 9661, Seção I, Parte I.

9.

Decreto 68.442, de 29-3-1971.
Inclui o Instituto Brasileiro de Informática
órgãos autônomos da Fundação IBGE.

10.

entre os

Decreto 69.497, de 5-11-1971.
Aprova o Regulamento do Serviço de Documentação Geral
da Marinha.

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�11.

Decréto 11.2Z1, de 4-6-1973.
Cria o Centro de Documentação do Exercito.
D.0.União, 5-6-1973, la. página. Seção I, Parte I.

12.

Decreto 72.356 , de 11-6-1973.
Quadro de pessoal do IBBD.

MICROFILMAGEM

1.

2.

3.

Lei 5433, de 8-5-1968.
Regula a microfiImagem de documentos oficiais
. ’ ^ D^.'G.Uniao, 10-5-1968.

Decreto 64.398, de 24-4-1969.
Regulamenta a Lei 5433/68,
D.0.União, 28-4-1969 .

sobre microfiImagem,

Ministério da Justiça
Portaria
152-B,
de
18-10-1972.
Regula a fiscalizaçao da microfiImagem de documentos
D.0.União, de 20-10-1969, p. 8890, Seção I, Parte I.

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�LEGISLAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Decreto-Lei 13.411, de 10-6-1943.
Cria o Conselho Estadual de Bibliotecas e Museus.

Decreto-Lei 14.409, de 27-12-1944.
Aprova o Regimento do Conselho Estadual
cas e Museus.

de Bibliote-

Decreto 39.195, de 10-10-1961.
Institui a
Sub-Comissao
de Bibliotecas junto a Comissão Estadual de Literatura do Conselho Estadual de
Cultura, de São Paulo.

Portaria 120, de 26-10-1962.
Regimento interno da Sub-Comissão de Bibliotecas.

Decreto 42.497, de 20-9-1963.
Transfere livros e demais publicações da Seção de Bibliografia da Diretoria de Publicidade Agrícola
para
o Instituto Agronômico de Campinas, Estado
de
São
Paulo.
D.0.Estado, de 21-9-1963, p. 5.

Decreto 47.648, de 26-1-1967.
Altera o Decreto 39.195, de 10-10-1961
Estadual de Bibliotecas)

( Sub-Comissão

Decreto s/n, de 5-3-1971, S.P.
Cria o Centro Regional Interamericano de
Desenvolvimento de Comunidade (Documentação e Informática
Técnica)

-Decreto 52.585, de 29-10-1970.
Transforma em cargo de Bibliotecário o cargo de
Técnico de Documentação e Propaganda do Instituto do CafédeSão Paulo.

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�LEGISLAÇÃO DO MüNICÍPIO DE SÃO PAULO SOBRE
bibííotecàs e centros de documentação

Lei 2836, de 25 de fevereiro de 1925.
Autoriza o Presidente da Câmara a reformar a Bibliote
ca Municipal.
~

Ato 861, de 30 de maio de 1935.
Organiza o Departamento de Cultura e de Recreação.
artigo 29,
Seções.

item II - Divisão de Bibliotecas,

Titulo III - capitulo I - Das bibliotecas
34, 35, 36, 37, 38 e 39).

com duas

( arts.

33,

Ato 1146, de 4 de julho de 1936.
Consolida e modifica disposições referentes aos servi
dores (repartições e funcionários) da
Prefeitura.
~
„ , ,art. 194 - Cria a Divisão de Bibliotecas,
Circulantes e Populares.

Bibliotecas

Decreto-Lei 338,.de 11-1-1946.
è.ria, o quadro de bibliotecários municipais.

Decreto-Lei 404, de 8 de março de 1947.
Dispõe sobre a reestruturação das carreiras do funcio
n
nalismo municipal.
~

Decreto-Lei 430, de 8 de julho,de 194,7.
Reorganiza a estrutura administrativa da
Prefeitura,
com o desdobramento da Secretaria de Cultura e Higiene, criada pelo Decreto-Lei 333, de 27 de dezembro de
1945 .

Lei 3853, de 18 de março de 1950.
Dispõe sobre instalação de Bibliotecas Infantis em di
versos distritos e_subdistritos da Capital:
SantanaT
Brás, Lapa; Butantã (Pinheiros), Ipiranga, Penha, Ta/ tuapé. Vila Maria, Casa Verde, Vila Mariana, São
Miguel Paulista e Itaquera, e na Süb-Prefeitura de Santo Amaro.
'
"

Lei 3887, de 6 de maio de 1950.
Cria a Seção de Microfilme, na Biblioteca Municipal.

-42-

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m
Gerenciamento

�Lei 4053, de 30 de maio de 1951.
Cria a Divisão de Bibliotecas
Cinema Educativo.

Infanto-Juvenis

e

de

Lei 4763, de 2 de julho de 1955.
Denomina Hans^Christian Andersen, a Biblioteca Infantil do Tatuapé, localizada na Avenida Celso Garcia.

Lei 4793, de 15 de setembro de 1955.
Denomina Biblioteca Municipal Infantil
Monteiro Loba
to , a Biblioteca Infantil de Vila Buarque.
\
Decreto 4591,^de 15 de fevereiro de 1960.
Denomina Mario de Andrade a Biblioteca Municipal.

Lei 5971, de 2 de maio de 1962.
Denomina Sala de Arte Sérgio Milliet a Sala de
da Biblioteca Municipal Mario de Andrade.

Arte

Decreto 6586, de 9 de agosto de 1966.
Denomina Adelpha Figueiredo, a Biblioteca Municipal do
Caninde .

Lei

7052, de 20-9-1968.
Cria a Divisão de Documentação da Prefeitura do Município de Sao Paulo.

Decreto 8160, de 8 de maio de 1969.
Denomina Biblioteca Infantil Viriato Correia a
blioteca Infantil de Vila Mariana.

Decreto_8347 , de 7 de agosto de 1969 .
Dispõe sobre a transformação da Seção de
Microfilme
da Divisao de Bibliotecas, em Seção de Atendimento
è
Inforraaçao.

Decreto 8607, de 14-1-1970.
Regulamenta a compra de livros, revistas,
jornais
e
demais publicações para as bibliotecas municipais
de
Sao Paulo.

Decreto_8746, de 7 de abril de 1970.
Dispõe sobre a criação de Biblioteca Infanto-Juveni1
no Centro Cultural da Penha.
’

-43-

Digitalizado
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Sc a n
st e m
Gerenciamento

�20.

Decreto 87A7, de 7 de^abril de 1970.
Dispõe sobre criação de Biblioteca, para adultos,
Centro Cultural da Penha.

21.

Decreto 8804, de 27 de maio de 1970.
Denomina Biblioteca Francisco Pati,
cipal da Lapa.

Lei 7524, de 22-9-1970.
Altera a estrutura
da Divisão de Documentação.

23.

Decreto 10.310, de 8 de janeiro de 1973.
Denomina Ministro Genesio de Almeida Moura a
teca do Ipiranga.

-44-

2

a Biblioteca Mun^

22.

-- ooo

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5

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Digitalizado
gentilmente por:

no

Biblio-

�LEI N9 4084,

DE 30 DE JUNHO DE

Dispoe
sobre
bibliotecário
exercício.

1962

a
e

0 Presidente da Republica: Faço saber que o
Nacional decreta, e eu sanciono a seguinte Lei:

profissão
de
regula
seu

Congres so

DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE BIBLIOTECÁRIO E
DAS SUAS ATRIBUIÇÕES

Art.
19 - A designação profissional de Bibliotecário
a
que se refere o quadro das profissões liberais, grupo 19
àne^
(Consolidação
das Leis do Trabalho), e privativa
dos bacharéis em
Biblioteco
nomia, de conformidade com as leis em vigor.
~

Art.
29-0 exercício da profissão de Bibliotecário,
qualquer de seus ramos, so será permitido:

em

a) aos Bacharéis em Biblioteconomia, portadores de diplomas expedidos por Escolas de Biblioteconomia de nível superior
oficiais, equiparadas, ou oficialmente reconhecidas;
*
b) aos Bibliotecários portadores de diplomas de instituições estranpiras que apresentem os seus diplomas
revalidados
no Brasil, de acordo com a legislação vigente.
_PARÃGRAF0 ÚNICO - Nao será permitido o exercício
da proissao aos diplomados^por escolas ou cursos cujos estudos
hajam sido feitos através de correspondência, cursos intensivos
cursos de ferias, etc.

e exercício
de cargos técnicos de Bibliotecários ° e provimento
documentalistas,
na administração
pública autarquica, paraestatal, nas empresas sob
intervenção
governamental ou nas concessionárias de serviço público
é
Obrigatória a apresentação do diploma de bacharel em Biblioteconomia, respeitados os direitos dos atuais ocupantes efetivos.
PARÁGRAFO ÚNICO - A apresentação de tais documentos
dispensa a prestação do respectivo concurso, quando este
exigido para o provimento dos mencionados cargos.

não
for

Art.
49 - Os profissionais de que trata o art.
a e b
desta lei, so poderão exercer a profissão após 29,letras
haverem
registrado seus títulos ou diplomas na Diretoria de
Ensino
Superior do Ministério da Educação e Cultura.

-45-

Digitalizado
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�^Art.
5. - 0 certificado de registro ou a
apresentação
do titulo registrado sera exigido pelas autoridades
federais
estaduais ou municipais para assinatura de contratos,
termos
de posse, inscrição em concursos, pagamento de licenças ou imposto para exercício da profissão e desempenho de
quaisquer
funções a esta inerentes.

Art.
69 - São atribuições dos Bacharéis em Biblioteconomia. a organizaçao, direção e execução dos serviços
técnicos
de repartições publicas federais, estaduais, municipais e
autarquicas e empresas particulares concernentes ãs matérias
e
atividades seguintes:
a) o ensino da Biblioteconomia;
b) a fiscalização de estabelecimentos de ensino de Biblio
teconomia reconhecidos, equiparados ou em via de
equiparaçãoj
c) administração e direção de bibliotecas;
d) a organizaçao e direção dos serviços de documentação;
e) a execução dos serviços de classificação e
catalogaçao de manuscritos e de livros raros e preciosos, de
mapotecas^ de publicações oficiais e seriadas, de
bibliografia e re
ferencia.

^
Art.
79 - Os Bacharéis em Biblioteconomia terão prefercn
cia quanto a parte relacionada i sua especialidade nos
serviços concernentes a:
^ a) demonstrações praticas e teóricas da técnica biblioteconomica em estabelecimentos federais, estaduais, ou
municipais;
b) padronização dos serviços técnicos de biblioteconomia;
c) inspeção, sob o ponto de vista de incentivar e
orientar os trabalhos de recenseamento , estatística e cadastro
das
bibliotecas;
d) publicidade sobre material bibliográfico e
atividades
da biblioteca;
e) planejamento de difusção cultural, na parte que se refere a serviços de bibliotecas;
f) organização de congressos, seminários, concursos e exposições nacionais ou estrangeiras, relativas a
Biblioteconomia e Documentação ou representação oficial em tais
certames.

DOS CONSELHOS DE BIBLIOTECONOMIA

“ A__f iscalização do exercício da profissão
de
Bibliotecário sera exercida pelo Conselho Federal de
Bibliote
conomia e pelos Conselhos Regionais de Biblioteconomia,
criados por esta lei.

Art.

99 - 0 Conselho Federal de Biblioteconomia e os Con

selhos^Regionais de Biblioteconomia são dotados de personalidZ
de jurídica de direito publico, autonomia administrativa e patrimonial .

-A6-

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�“ A sede do Conselho Federal
sera no Distrito Federal.

de
a-e. Biblioteconomia

.Z “.f
constituído de, brasileiros naíorL^^natiralizad^^e^^^b ‘ I
a seguinte composiçSo:.
‘T
»
naturalizados e
obedecera
a) um Presidentenomeado pelo P^esiden^o a
d
-uiescolhido dentte os ndmes constantes dríistí% '
«
tada pelos membros do Conselholista tríplice organiplent^^;^^“oíhL:^:ra:s::MilrL1:t^^‘^d'^’ ^
-siinarsr
JL“;?o\no'nom^:
cj seis y,b) conselheiros
federais ef^n^^■
rrr^o
tes da Congregação das Escnlac Ao ríki ■
•
i'®presentan —
Federal e L íodro
•
Biblioteconomia do
Distrito
,,
o
as
em
listas
tríplices
ao
Conselho
de
Biblioteconomia.
Ias EscoLferiuL! tõrÍíi^^°' "0"“
encaminhados pe-

ç^piblioteconomia,

conforme necessidades futuras.

de q«fí;aifa\et«” d°^ llV iriV'ÒrÍr\'T-^^^ efetivos
vem satisfazer às .exijíncias i.Í líeíJÍ ã ê b e'dòír^'''°a
ser escolhidos entre «o e..» 1
o ras a e £ e dois
poderão
ma Lei.
0“tre os que se enquadram no art. 49
desta mes
r|ís éfeSvos%f”íe
11%'’°^“ “"o®’&gt;&gt;eiros
ptef^Sêncfa paia ^s titul^rL^:;
Jar^r":
^hef

põde•i;Ó'■se“e:í;olKidõs‘entr^
e ;Í 'do art , 29 da pre1&gt;n?e'^^^^^^^

fede'

íi
enquadram nas letras

a

.... .Sh”:;:

tec«r^Í:-° '
a)

Conselho Federal de Biblio..?;r
.• i
organizar o seu Regimento Interno;

selhos RegionaL^niodificand^
toraar^necLsIr^
a finalidade de manter a unidade de açãossario,

com

loV Conseíh" ^“gÍoMrrd': MbíL^íe’"'’^ dúvidas suscitadas pevide-ncias que se*íiL“í^““00«ssSr
""trÒdènr:s°"a"';f
— 5?*íâu* -*

-tvUos de bLuote^íõómn-

'

'°- |r P“^?::^car
"br'^‘"°"
das deliberaO .relatorio anual dos seus trabalhn«
o
d. ■
dicamente, a relação de fnriot.
r. ® çraPaihos e, peno
:
1
de todos os profissionais registrados;
~

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�f) expedir as^resoluções^que se tornarem necessárias pata
a fiel interpretação e execução da presente Lei;
g) propor ao Governo Federal as modificações que se
tor""
narem convenientes para melhorar a regulamentação do exercício
da profissão de Bibliotecário;
h) deliberar sobre questões oriundas do exercício de atividades afins i especialidade do b ibliotecário;
i) convocar e realizar, periodicamente, congressos de coh
selheiros federais para estudar, debater e orientar
assuntoF
referentes á profissão.
PARÁGRAFO ÜNICO - As questões referentes ãs
atividades
afins com as de outras profissões serão resolvidas através
de
entendimentos com as entidades reguladoras dessas profissões.

Art, 169 - 0 Conselho Federal de Biblioteconomia s5 deliberara com a presença mínima de metade mais um de seus membros.
PARÁGRAFO ONICO - As resoluções a que se refere a
alínea
£ do art, 15 sõ serão válidas.quando aprovadas pela
maioria
dos membros do Conselho Federal de Biblioteconomia.

Art. 179 - Ao Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia compete^ até julgamento da direção do Conselho, a suspensão de decisões que o mesmo tome e lhe pareça inconveniente.
PARÁGRAFO OnicO - 0 ato de suspensão vigorará até o
novo
julgamento do Conselho, caso para o qual o presidente
convoca
rá segunda reunião no prazo de 30 (trinta) dias, contados
dõ
seu ato.
Se no segundo julgamento o Conselho mantiver por dois
terços de seus membros a decisão suspensa, esta entrará em vigor imediatamente.
■Art^ 189 - 0 Presidente do Conselho Federal de
Biblioteconomia é o responsável administrativo pelo Conselho
Federal
de Biblioteconomia, inclusive pela prestação de contas,
perante o õrgão competente.

Art, 199 - 0 Conselho Federal de Biblioteconomia fixará a
composição dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia,
procurando organizá-los á sua semelhança: promoverá a instalação de
tantos órgãos quantos forem julgados necessários,
fixando
as
suas sedes e zonas de jurisdição.

Art. 209 “^As atribuições dos Conselhos Regionais de
blioteconomia sao as seguintes:

Bi-

a) registrar os profissionais de acordo com a
presente
Lei e expedir carteira profissional;
b) examinar reclamações e representações escritas
acerca
dos serviços de registro e das infrações desta Lei e
decidir,
com recurso para o Conselho Federal de Biblioteconomia;
c) fiscalizar o exercício da profissão, impedindo e punin
do as infrações a Lei, bem como enviando ãs autoridades compe^
tentes relatórios documentados sobre fatos que apurarem e cuja
solução não seja de sua alçada;
-A8-

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�d) publicar relatórios anuais dos seus trabalhos e, perio
dicamènte, relação dos profissionais registrados;
~
e)
iorganizar oíregimento interno,
çao do Conselho Federal de Biblioteconomia;
f) apresentar sugestões ao Conselho Federal de
Biblioteconomia ;
G/
\ g) admi^
a colaboração das Associações de Bib liotecono'mia, nos casos das matérias das letras anteriores;
h) eleger um delegado-eleitor para a Assembléia, referida
na letra b do art. 11.

sub

Art. 21? - A escolha dos conselheiros regionais
efetuarse-ã em assembléias realizadas nos Conselhos Regionais, separa_
damente, por delegados das Escolas de Biblioteconomia
e
por
delegados eleitos pelas Associações de Bibliotecários, devidamente registrados no Conselho Regional respectivo.
PARÁGRAFO 0NICO - Os diretores de Escolas de
Biblioteconomia e os Presidentes das Associações de Bibliotecários
são
membros natos dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia.

Art. 229 - Todas as atribuições referentes ao registro
a
fiscalização ‘e ã imposição de penalidades, quanto ao exercício
da profissão de Bibliotecário, passam a ser da competência dos
Conselhos Regionais de Biblioteconomia.

Art. 23? - Os Conselhos Regionais de Biblioteconomia pod£
rao, por procuradores seus, promover perante o Juiz da Fazenda
Publica e mediante o processo de executivo fiscal, a
cobrança
das penalidades ou anuidades previstas para a execução da presente Le i .

Art. 24? - A responsabilidade administrativa de cada Conselho Regional cabe ao respectivo presidente, inclusive a pres^
tação de contas perante o órgão federal competente.

Art. 25? - 0 Conselho Federal ou regional que, durante um
ano faltar, sem licença prévia dos respectivos Conselhos,
a
seis (6) sessões consecutivas ou não, embora com justificação,
perderão automaticamente o mandato que passará a ser exercido,
em caráter efetivo, pelo respectivo suplente.

"

AS ANUIDADES E TAXAS

Art. 26? - 0 Bacharel em Biblioteconomia, para o
exercício de sua profissão, é obrigado ao registro no Conselho Regio^
,nal- de Biblioteconomia a cuja jurisdição estiver sujeito,
ficando obrigado ao pagamento de uma anuidade ao respectivo Conselho Regional de Biblioteconomia até o dia 31 de março de cada ano, acrescida de 20% (vinte por cento) de mora, quando fora desse prazo.

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�t.
o
/ /. X- ;.T í_Art. 27? - Gs Conselhos Regiónnis de'Biblioteconomia
brarao^tàxas psin expediçffb íou substituição de
carteiras
anotação de função técnica.
,,
,,,■

coà

Art. 28? - 0 Poder Executivo provera em decreto a fixâção
das anuidades_e taxas a que se referem os -artigos 26,.í29 e
30
e sua alteração só poderá ter lugar com intervalos não infetio
res a três anos, mediante proposta do Conselho»Federal de
Bib1ioteconomia.

Art. 29? - Constitui renda do Conselho Federal de Biblioteconomia o seguinte:
a)
b)
' c)
d)
e)
f)

1/4 dá taxa de expedição da carteira profissional;
1/4 da anuidade de revogaçao do registro;
1/4 das multas aplicadas de acordo com a presente Lei;
doações;
,
subvenções dos governos ;
. ,
1/4 da renda de certidões.

Art. 30?-- A renda de cada Conselho Regional de Biblioteconomia-^sera, constituída do seguinte:
a) 3/4 da renda proveniente da expedição de carteiras pro
fissionais;
““
b) 3/4 da anuidade de renovação de registro;
^c) 3/4 das multas aplicadas de acordo com a presente Lei;
d) '"doações ;
^
\
;
é) subvenções dos governos;
.
f) 3/4 da renda das certidões.
'
'

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 31? - Os presidentes dos Conselhos Federal e
Regionais de Biblioteconomia prestarão anualmente suas contas peran
te o Tribunal de Contas da União.
~
§ 1*? “ A prestação de contas do presidente do Conselho Fe
deral de Biblioteconomia será feita diretamente ao
referido
Tribunal, após aprovação do Conselho.
§ 2? - A prestação de contas dos presidentes dos
Conselhos Regionais de Biblioteconomia será feita ao referido
Tribunal por intermédio do Conselho Federal de Biblioteconomia.
§ 3? - Cabe aos presidentes de cada Conselho a
sabilidade pela prestação de contas.

Art. 32? - Os casos omissos verificados nesta Lei
resolvidosípelo Conselho Federal de Biblioteconomia.

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respon-

serão

�DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

. Ar‘c.' 339 - A Assembléia que se realizar para a
escolha
dcPS'’^^!^ (6) primeiros conselheiros efetivos e dos
trcs
(3)
primeiros conselheiros supléntes do Conselho Federal dé Biblio
teconomia, prevista na conformidade da letra b do art. il des~
ta Lei, será presidida pelo consultor técnico do
Ministério
do Trabalho e Previdência Social e se constituira dos
delegados-eieitores, dos representantes das Associações de
classe,
das Escolas de Biblioteconomia, eleitos em assembléias das res
pectivas instituições por voto secreto e segundo as formalidades estabelecidas para a escolha de suas diretorias ou
õrgaos
dirigentes.
§ 19 - Cada Associação de Bibliotecários indicará um único delegado-eleitor que deverá ser, obrigatoriamente,
sócio
efetivo e no pleno gozo de seus direitos sociais, e profissional de biblioteconomia possuidor de diploma de bibliotecário.
§ 29 - Cada Escola ou Curso de Biblioteconomia se
fará
representar por um unico delegado-eleitor , professor em exercí
cio, eleito pela respectiva congregação.
~
§ 39 - So poderá ser eleito na assembléia a que se refere
este artigo, para exercer o mandato de conselheiro federal
de
biblioteconomia, o profissional que preencha as condições esta
belecidas no art. 13 da presente Lei.
~
§ 49 - As associações de Bibliotecários, para
obterem
seus direitos de representação na assembléia a que se
refere
este artigo, deverão proceder dentro do prazo de noventa
(90)
dias, a partir da data desta Lei, ao seu registro prévio peran
te o Consultor Técnico do Ministério do Trabalho e Previdência
Social.mediante a apresentação de seus estatutos e mais documentbís''3h lVàd'òs’ nece$ sari'os*.
§ 59 - Os seis conselheiros referidos na letra c do
art.
11 da presente Lei serão credenciados pelas respectivas
Kscolas^junto ao Consultor Técnico do Ministério do Trabalho e Pre
vidência Social.

Art. 349 - 0 Conselho Federal de Biblioteconomia procedera na sua primeira sessão ao sorteiro dos conselheiros
federais de que trata a letra c do art. 11 desta Lei e que deverão
exercer o mandato por três (3) anos.

Art. 359 - Em assembléia dos conselheiros federais efetivos eleitos na^forma do art. 11, presidida pelo Consultor Técnico do Ministério do Trabalho e Previdência Social,
serão vo
tados os tríplices a que se refere a letra a do art. 11 da pri"
sente Lei para escolha do primeiro presidente do Conselho
Fe~
deral de Biblioteconomia.

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�Art. 369 - Durante o período da organização do
Conselho
Federal de Biblioteconomia, o Ministro do Trabalho e
Previdên
cia Social designara um local para sua sede, e, ã
requisição
do presidente deste Conselho, fornecera o material e
pessoal
necessários ao serviço.

Art. 379 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publ^
cação, revogadas as disposições em contrário.

Brasília,

30 de junho de 1962; 1419 da Independência e
749 da República.

a)

JOÃO GOULART

(Diário Oficial da União, n9 123, de 2 de julho de

1962)

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�DECRETO N9 56.725

DE

16 DE AGOSTO DE

1965

Regulamenta a Lei n. 4084, de
30 de junho de 1962, que dispõe sobre o exercício da profissão de Bibliotecário.

0 Presidente da República, usando da
atribuição que
confere o artigo 87, item I, da Constituição, decreta:

lhe

TÍTULO I
DA

PROFISSÃO DE BIBLIOTECÁRIO
CAPÍTULO I
DO BIBLIOTECÁRIO

Art . 1? - A Biblioteconomia, em qualquer de
seus
ramos,
constitui o objeto da profissão liberal de Bibliotecário,
da
natureza técnica de nível superior.

Art. 29 - A designação profissional de Bibliotecário passa a ser incluída no Quadro das profissões liberais, grupo 19,
anexo ao Decreto-lei n. 5452, de 19 de maio de 1943 ( Consolidação das Leis do Trabalho ) , sendo privativa dos bacharéis em
Biblioteconomia de conformidade com as leis em vigor.

Art. 39 - A profissão de Bibliotecário será exercida, exclusivamente, pelos:
1
- Bacharéis em Biblioteconomia, possuidores de diplom^s^expedidos por Escolas de Biblioteconomia de
nível
superior, oficiais, equiparadas ou oficialmente reconhecidas;
II
- bibliotecários diplomados por escolas estrangeiras,
reconhecidas pelas Leis do país de origem cujos diplomas
tenham sido revalidados no Brasil, de conformidade com a legisl^
ção em vigor .
PARÁGRAFO ÜNICO - Não poderão exercer a profissão de
Bibliotecário os diplomados por escolas ou cursos cujos
estudos
hajam sido feitos através de
correspondência, cursos intensivos, cursos de férias, seminários, etc.

Art. 49 - Os profissionais de que trata o artigo anterior
somente poderão exercer a profissão apõs satisfazer os
seguin
tes requisitos:
I
- registro dos diplomas ou títulos na Diretoria
do
Ensino Superior, do Ministério de Educação e Cultura;
II
- registro no Conselho Regional de Biblioteconomia
a
cuja jurisdição estiverem sujeitos;
III - pagamento da anuidade ao Conselho
Regional de
Biblioteconomia, na forma estabelecida neste Regulamento.

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�CAPÍTULO II
DA ATIVIDADE PROFISSIONAL

Art. 59 - A profissão de Bibliotecário, observadas as con
dições previstas neste Regulamento, se exerce na órbita pública e na órbita privada por meio de estudos, pesquisas,
analises, relatórios, pareceres, sinopses, resumos,
bibliografias
sobre assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação,
supe_r
visão, direção, execução ou assistência nos trabalhos
relativos ãs atividades biblioteconómicas, bibliográficas e
documerí
talógicas, em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou
por outros meios que objetivarem, tecnicamente, o
desenvolvimento das bibliotecas e centros de documentação.

Art. 69 - Os documentos referentes ao campo de açao
profissional de que trata o artigo anterior só terão validade quan
do assinados por Bibliotecários devidamente registrados
na
forma deste Regulamento.

Art. 79 - fi obrigatória a citação do número de registro de
Bibliotecário no competente Conselho Regional de Biblioteconomia, após a assinatura de qualquer trabalho relacionado com as
atividades a que se refere o artigo 59.

Art. 89 - são atribuições do Bibliotecário a organização,
direção e execução dos serviços técnicos de repartições públicas federais, estaduais, municipais e autárquicas, bem como de
empresas particulares, concernentes ãs matérias e
atividades
seguintes:
I
- o ensino das disciplinas específicas de Biblioteconomia;
II
- a fiscalização de estabelecimentos de ensino de Biblioteconomia reconhecidos, equiparados ou em via de equiparação;
III - administração e direção de bibliotecas;
IV
- organização e direção dos serviços de documentação;
V
- execução dos serviços de classificação e
catalogação de manuscritos e de livros raros ou preciosos, de
mapotecas , de publicações oficiais e seriadas, de bibliografia e referência .

Art. 99-0 Bibliotecário terá preferência, quanto a parte relacionada com sua especialidade, no desempenho das atividades concernentes a:
I
- demonstrações práticas e teóricas da técnica biblio
teconõmica em estabelecimentos federais, estaduais ou
municipais;
II
- padronização dos serviços técnicos de biblioteconomia;

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Gerenciamento

�III - inspeção, sob o ponto de vista de incentivar e orientar os trabalhos de recenseamento, estatística e
cadastro
das bibliotecas;
IV
- publicidade sobre material bibliográfico e
ativid£
des da biblioteca;
V
- planejamento de difusão cultural, na parte
que
se
refere a serviços de biblioteca;
VI
- organização de congressos, seminários, concursos
e
exposições nacionais e estrangeiras, relativas a Biblioteconomia e a Documentação ou representações oficiais em tais
certames ,

Art. 109 - 0 provimento e exercícios de cargos
técnicos
ou de magistério de Biblioteconomia, em qualquer de seus
ramos, na forma especificada no artigo 59, na administração
pública federal, estadual ou municipal, autárquica, paraestatal,
nas empresas sob intervenção governamental, nas
concessionárias de serviços públicos, são privativos dos
profissionais
de que trata o artigo 39.
§ 19 - 0 disposto neste artigo não prejudica direitos dos
atuais ocupantes efetivos dos cargos a que alude este
artigo,
os quais ficam obrigados ás exigências constantes dos itens II
e III»do artigo 49.
§ 29 - A apresentação do comprovante de habilitaçao
profissional não dispensa a prestação do respectivo concurso,quan
do este for exigido para o provimento dos cargos a que se
refere este artigo.

Art. 119 - As autoridades federais, estaduais ou
municipais, bem como as empresas particulares, deverão exigir os documentos mencionados no artigo 49
para assinatura de
contratos, termos de posse, inscrição em concursos, pagamento
de
licença ou imposto para o exercício da profissão de
Bibliotecário e des empenho ' de quaisquer funções a esta inerentes.

-

.

XlTULO

II

DOS CONSELHOS DE BIBLIOTECONOMIA
CAPÍTULO III
PARTE

GERAL

Art. 129 - A fiscalização do exercício da profissão
será
exercida pelos Conselhos Regionais de Biblioteconomia (C.R.B.),
sob a supervisão do Conselho Federal de Bib 1 ioteconomia
.F.B.) .

Art. 139 - 0 C.F.B. e os C.R.B. são dotados de personalidade jurídica de direito público e de autonomias administrativa
e patrimonial.

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�Art. 149 - 0 Poder Executivo fixará mediante decreto
as
anuidades e taxas*prèvistas neste Regulamento, as quais somente poderão ser alteradas, com intervalo não inferior
a
tres
anos .
PARÁGRAFO ÜNICO,- As medidas de que trata este artigo serão propostas pelo C.F.B.

- r

: '
QAPÍTULO
IV
DO CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA

- Art. 159 --0 C.F.B. tem por finalidade orientar, supervisionar e disciplinar o exercício da profissão de Bibliotecário,
em todo o território nacional, na forma deste Regulamento, bem
como contribuir para o desenvolvimento bib1ioteconómido
no
pais.
í I r.

Art.

169 - A sede do C.F.B.

será no Distrito Federal.

Art. 179 - 0 C.F.B. sera constituído de
bibliotecários,
brasileiros natos ou naturalizados, e obedecerá à
seguinte
composição:
I
- um presidente, nomeado pelo Presidente da
Republica, e escolhido dentre os Conselheiros federais, indicados
em
lista tríplice organizada pelos membros do C.F.B.;
II
- seis (6) conselheiros federais efetivos e
tres (3)
suplentes escolhidos em assembléia constituída por
delegadose1eitores dos C.R.B.;
III - seis (6) Conselheiros federais efetivos,
representantes da Congregação'dás Escolas Superiores de
Biblioteconomia do Distrito Federal e de todo o Brasil, cujos nomes
serão
encaminhados pe1as Esco1 as , em listas tríplices, ao C.F.B.
§ 19 - 0 número de Conselheiros federais poderá ser
ampliado de mais três, mediante resolução do C.F.B.,
conforme
necessidades futuras.
^
§ 29 - 0 Presidente e demais Conselheiros do C.F.B. tomarão posse perante o Ministro do Trabalho e Previdência Social.

Art. 189 - Dentre os seis (6) Conselheiros federais
efetivos de que trata a parte final deste artigo, terão preferência os que forem titulares de cargos ou funções de chefia
ou
direção.

Art.
artigo 17
nos itens

199 - Os três (3) suplentes indicados no item II
do
só poderão ser escolhidos entre os que se
enquadrem
I e II do artigo 39.

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�C

Art. 209 - 0 mandato dos membros efetivos e
. B . sera dé três anos, podendo ser renovado.

PARÁGRAFO ÜNICO - 0 mandato do Presidente se
juntamente com o dos demais conselheiros.

suplentes

do

extinguirã

Art. 219 - As eleições para escolha dos membros do C.F.B.,
efetivos e suplentes, de que trata o item II do artigo 17, serão realizadas, na sede do C.F.B., trienalmente, no último tri
mestre’ dos mandatos vigentes, pelos delegados-eleitores representantes de cada C.F.B,
PARÁGRAFO ÜNICO - Eleitos os Conselheiros a que se refere
este artigo, serã realizado perante eles, o sorteio dos Conselheiros de que trata o item III do artigo 17, dentre os
nomes
constantes das listas tríplices mencionadas nesse artigo.

,, Art. 229 - As assembléias de Delegados-eleitores, para os
fins previstos no artigo anterior, serão realizadas, em primei
ra convocação'» com a presença mínima de 2/3 (dois terços)
e,
em segunda, com qualquer número de representantes, sendo insta^
ladas pelo Presidente do C.F.B. e presididas por um
de
seus
membro s.
§ 19 - 0 C.F.B. baixara e publicara normas para as
eleições. ' ' • '
'
’
§ 29’^- As entidades que não credenciarem seus representan
tes para^o’fim previsto no artigo 17, dentro do prazo
fixado
pelo C.F.B., perderão o direito de se fazerem representar.
§39 -Cada C.R.B.

terã um delegado-eleitor,

Art. 239 - Os membros do C.F.B. serão substituídos,
nos
casos de .faltas , impedimentos ou vacâncias, pelos suplentes na
ordem de votos por estes obtidos e, em caso de número
igual
de votos, por aquele que for escolhido em escrutínio
secreto
do plenário.

Art. 249 - 0 membro do C.F.B. que faltar, sem prévia
licença, embora com posterior justificação, a seis (6)sessões or
dinarias, consecutivas ou nao, no período de um ano,
perderX
automaticamente o mandato, que passará a ser exercido na forma
do artigo anterior.
PARÁGRAFO ÚNICO - 0 membro do C.F.B. que tiver necessidade de ausentar-se da sede, por prazo superior a trinta
(30)
dias, poderá ser licenciado a pedido, por deliberação do Plená
rio.

Art. 259 - 0 C.F.B. terá como õrgão deliberativo o Plenário, cabendo ã respectiva Presidência as atividades executivas
de administração.
va,
no .

PARÁGRAFO ÜNICO - Haverá no C.F.B. uma secretária executi^
com organização e atribuições definidas no Regimento Inte£

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�j
T-Irabalho para ° execução
C.F.B^ poderã
organizar Comissoes
de
de determinadas
tarefas.

Art.

ou

Grupos

279 - Compete ao C.F.B.:

J

- elaborar e expedir o seu regimento interno;
estudos e campanhas em prol do
desenvolvimento biblioteconomico do País.
III
- elaborar anualmente o programa das atividades dèfi
nidas neste Regulamento;
—
IV
- aprovar a proposta orçamentaria;
.
.
organizar os C.R.B., fixando-lhes a composição,
jurisdição e a forma de eleição de seus membros, adaptadas
normas constantes deste Regulamento;
^

a
as

«a
® aprpvar os regimentos internos dos CJl.B.,
ter
se a respectiva unidade de
—
ter-sf°a’"rís^‘'^
T açao;
necessãrio, a fim de man
em última instância os recursos das deliberações dos Ç.R.B.;
,
ueiioe
neln.*^r^p
R
conhecimento de quaisquer dÚvidas suscitadas
peiosL.R.B.edirimi-las;
mpnLÍ^
que a
j u devida
1 gar ne orientação
ce s s âr i as para
manter, uniformemente, providências
em todo o Pais,
dos
T-í

r publicar
o relatÕrio
anual
de seus trabalhos
e. pe
ícaraente,
a relaçao
de todos os
profissionais
registradosT

^
“““5P«XII
- propor ao Governo’ Federal as modificaçães
que
se
tornarem convenientes para melhorar a legislação referente
ao
exercício da profissão de Bibliotecário;
«tiviíííL" afins a especialidade
sobre questêes
oriundas do exercício
de
atividades
do bibliotecário;
,
XIV; - convocar e realizar, periodicamente, congressos de
Go_nselheiros federais, para estudar, debater e orientaras untos referentes a profissão; ,
Blílí
de Bibliotecário,

® supervisionar
exercício
da
em qualquer
de seus o ramos;
e

profissão

~ propor
anuidades
e taxas
Poder ,E.xeçutivo
nos astermos
do artigo
14 , a serem fixadas

pelo

§ 19 - As questões referentes as atividades de Bibliotecã
no que guardem afinidades com as de outras profissões
serão
resolvidas atraves_de entendimentos com as entidades reguladoras dessas profissoes.

Art. 289 - Ao presidente do C.F.B.
compete, ate julgamento do Plenário do Conselho, suspender a
decisão que o
mesmo
tome e lhe pareça inconveniente.
ARÃGRAFO^ÜNICO - 0 ato de suspensão a que se refere este
artigo vigorara ate novo julgamento do C.F.B. , mediante convocação do Presidente, dentro do prazo de trinta (30) dias
conda,
por
2/3 (dois terços) de seus
membros,do a C.F.B.
decisãoseja
suspensa
da
Dor^2/rL'
^ decisão
mantientrara em vigor imediatamente.

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�Art. 299 - 0 C.F.B. deliberara coçi presença mínima de metade mais um de seus membros.
‘
" , VarÁgrafo único
as resoluções a que se refere o itemXI
dò' artigo 27 s5 serão válidas quando aprovadas pela
maioria
absoluta dos membros do C.F.B.

Art".

309 - Constitui renda do C.F.B.:

1
- 1/4 (um quarto) da taxa de expedição da
carteira
profis sional;^
,v,
II , - 1/4 (um quarto) da anuidade de renovação do
registro;
‘
III - 1/4 (um quarto) das multas aplicadas na forma deste
Regulamento;
IV
- doações;
subvenções dos governos;
í ;
VI sr- 1/4 (um quarto) da renda das certidões.
, i '■4
"‘r

CAPÍTULO V

DOS CONSELHOS REGIONAIS DE BIBLIOTECONOMIA

Aít. 319 - A composição e organizaçao dos C.R.B.
serão
estabelecidas pelo C.F.B., a sua semelhança.
.1, .4 'í
PARÁGRAFO ÚNICO - 0 C.F.B. promoverá a instalação de tantos C.R.B. que forem julgados necessários, fixando as suas sedes e zonas de jurisdição.

iov Art? 329 - A escolha dos Conselheiros regionais
efetuarse-á em assembléias realizadas, nas sedes dos C.R.B.,
separadamente por delegados das Escolas de Biblioteconomia e por delegados eleitos pelas Associações de Bibliotecários, devidamen
te registrados’ no C.R. respectivo.
PARÁGRAFO ÚNICO - Os diretores de Escolas de
Biblioteconomia e os Presidentes das Associações de Bibliotecários
são
membros natos do C.R.B.

Art. 339 - Os C.R.B. poderão, por procuradores seus, promover a cobrança judicial das anuidades e multas previstas ne£
te Regulamento.

Art'. 349 - 0 Conselheiro regional que, no período de
um
ano, f alt ar a"* sé i s (6) sessões, consecutivas ou não, sem licen
ça prévia do respectivo C.R.B., embora com posterior
ju‘-tific aç ão , ^ perd e r ã , automaticamente, o mandato que passa^^á a
ser
exe~rcidoV'at6 o
término, por um suplente.

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�Art.

3 59 - Compete aos C.R.B.:

'

I
- registrar os profissionais de que trata o presente
Regulamento e expedir a carteira profissional, após a cobrança
da respectiva taxa;
II
- fiscalizar o exercício dá profissão de Bibliotecário, punindo as infrações a este Regulamento, bem como
envián
do ãs autoridades competentes relatórios documentados sobre f^
tos que apurarem e cuja solução não seja de sua alçada;
III
- realizar o programa anual de atividades
elaborado
pelo C.F.B., a que se refere o item III do artigo 27;
IV
- elaborar o seu regimento interno, submetendo-o
ao
exame e aprovação do C.F.B.;
V
- arrecadar as anuidades, taxas, multas e
demais
rendimentos, bem como promover a distribuição das cotas,
na
forma prevista neste Regulamento;
^
VI
- examinar e decidir reclamações e representações e£
critas acerca dos serviços de registro e das infrações
deste
Regulamento, cabendo de suas decisões recurso ao C.F.B.;
VII
- publicar relatórios anuais de seus trabalhos,
nos
quais deverá constar a relação dos profissionais
registrados;
VIII - apresentar sugestões ao C.F.B.;
IX
- admitir a colaboração das Associações de
Bibliot£
cários,.sobre as matérias de sua competência;
X
- eleger um delegado-eleitor para a assembléia referida no item II do artigo 17;
XI
- registrar os documentos a que se refere
o
artigo
_69, deste .Regulamento,
&lt;

Art.

369 - Constituem rendas do C.R.B.:

I
- 3/4 (três quartos) da renda proveniente da
expedição dé ‘cartéiyas' profissiònais;
II
-‘3/'4 (três quartos) de anuidade de renovação do
registro';
^
,
í'
m - '3/4 (três quartos) das multas aplicadas;
IV
- doações;
V
- subvenções governamentais;
VI
- 3/4 (três quartos) da renda das certidões.

CAPÍTULO
. j

VI

DAS PRESTAÇÕES DE CONTAS

Art. 379 - A responsabilidade administrativa do C.F.B.
de cada C.R.B. caberá aos respectivos Presidentes inclusive
prestação de contas perante o Órgão federal competente.

e
a

Art. 389 - Os Presidentes do C.F.B. prest arão,anualmente,
suas contas perante o Tribunal de Contas da União.
§

19 - A prestação de contas do Presidente do C.F.B.
feita diretamente ao referido Tribunal, apos a aprovaçao
Plenário.

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será
do

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�§ 2? - A prestação de contas dos Presidentes do
C.R.B.,
apos a sua aprovaçao pelo Plenário, será feita ao referido Tri
bunal, por intermédio do C.F.B.
~

CAPÍTULO VII
DQ REGISTRO E DA'CARTEIRA DE IDENTIDADE PROFISSIONAL
' - .Y’ '
'
' ■ -■ • •
— —
Art. 399 - Os profissionais a que se refere este
Regulamento so poderão exercer legalmente a profissão apõs
prévio
reg:is'tro de seus títulos ou diplomas na Diretoria do
Ensino
Superior, dõ Ministério da Educação e Cultura, e quando
port£
idor da Carteira de identidade profissional, expedida pelo respectivo C.R.B., sob cuja jurisdição se achar o local
de
sua
atividade.
. ■
'i u '
'■
:?
Art. A09 - Ao profissional devidamente registrado
serã
fornecida, pelo C.R.B. respectivo, uma carteira de
identidade
profissional_, da qual constarão:
I

- nome por extenso do profissional;
- filiação;
'
' ' ■
III
■- nacionalidade;
IV
-datadenascimento;
^ , V , , ^
estado civil ;r
e '
^
.VI
- denominação da. Escola em que_ se diplomou ou declaraçao de habilitação, na forma deste Regulamento;
VII
- número do registro do diploma na Diretoria do Ensi
no Superior;
~
,fT&lt;;'~yiII - número de registro no C.R.B. respectivo;
..~r,v.IX
- fotografia de frente;
- . r
&gt; .
X
- impressão d acti1oscópica; XI
- assinatura do Presidente do C.R.B. respectivo e do
profissional .
PARÁGRAFO ÜNICO - A expedição da carteira de
identidade
profissional é sujeita ao pagamento da taxa fixada em decreto.

Art. 419 - A carteira profissional servirá de prova
para
o exercício da profissão de Bibliotecário, de carteira de iden
tidade è terá fé pública.

•
Art. 429 - 0 profissional referido neste Regulamento fica
rá obrigado a pagar uina anuidade* ao respectivo' C .R . B .
~
- ■
'' '
TC .
'
O. :
V
PARÁGRAFO ÚNIÇO, r A, anuidade _de que trata este- artigo de.ver^ ser paga na sede do,C.R.B., a que estiver sujeito o
profissional, ate 31 de março de cada ano , salvo a. .prime i ra,
qu e
sera paga no ato da inscrição ou do registro.
r'0' ,
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�'1

CAPÍTULO VIII
DAS PENALIDADES

Art. 439 - A falta do competente registro no C.R.B. toj*na
ilegal o exercício da profissão de Bibliotecário e punível
ó
infrator.

Art. 449 - Os C.R.B. aplicarão as seguintes
penalidâdes
aos infratores dos dispositivos "do presente Regulamento:
I '
multa de valor variável entre 1/10 (um décimo)
do
maior salário mínimo no País e o total deste salário;
II
- suspensão, de um a dois anos, do exercício da
profissão do bibliotecário que, no âmbito de sua
atuação,
for
responsável, na parte técnica, por falsidade de documentos
ou
pareceres dolosos que assinar;
‘
III - suspensão, de seis meses a um ano, ao
profissional
que demonstrar, comprovadamente', incapacidade técnica no exercídio da profissão, facultando-lhe ampla defesa;
IV
- suspensão, até de um ano, do exercício da profissão
do bibliotecário que agir sem decoro ou ferir a ética
profissional .
PARÁGRAFO ÜNICO - No caso de reincidência da mesma infração, -verificada no prazo de dois anos, a penalidade
aplicável
será elevada ao dobro.
‘

Art. 459 - 0 C.F.B. estabelecerá normas
disciplinadoras
dos processos de infração, prazo e interposições de
recursos,
a serem observados pelos C.R.B,
’

TÍTULO III
’.

CAPÍTULO ÜNICO
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÕRIAS
’

.í

Art. 469 - A assembléia para a escolha dos seis (6)
primeiros Conselheiros efetivos e dos tres (3) primeiros
Conselheiros suplentes do C.F.B. prevista no item II do
artigo 17,
será presidida pelo Consultor Técnico do Ministério do
Trabalho e Previdência Social ou, na sua falta, por funcionário designado pelo Titular daquela Secretaria de Estado e
realizarse-á de acordo com as instruções que forem expedidas pelò
Mi
nistro do Trabalho e Previdência Social, no prazo de
sessenta
(60) dias, contado da publicação deste Regulamento.
§ 19 - A assembléia de que trata este artigo será constituída de de 1egados-e1eitores, representantes das
associações
de classe, das Escolas Superiores de Biblioteconomia, eleitos
em assembléias das respectivas instituições, por voto
secreto
e segundo as formalidades estabelecidas para a escolha de sras
diretorias ou õrgãos dirigentes.

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�§ 29 - Cada Associação de Bibliotecário indicara um
dele^
gado-eleitor, que deverá ser, obrigatoriamente, sócio
efetivo
e no pleno gozo de seus direitos sociais, assim como possuidor
de diploma de bibliotecário.
;

§ . 39 - .Cada Escola ou Curso
Superior de
Biblioteconomia
se f.^ra representar por uin delegado-eleitor, professor em exejr
„cicio, eleito pela respectiva congregação.
§ 49 - só poderã ser eleito, na assembléia a que se refere este artigo, para exercer o mandato de Conselheiro
Federal
do C.F.B., o profissional que preencha a condição estabelecida
no item I ou II do artigo 39 do presente Regulamento.
§ 59 - As associa£oes de ,Bibliotecários , para obterem
o
direito de representação na assembléia a que se refere
este
artigo, deverão, dentro do prazo de noventa (90) dias, contado
da publicação do presente Regulamento, providenciar o seu
registro prévio perante , a autoridade do Ministério do Trabalho e
Previdência Social, mencionada neste artigo^ mediante a apresm
taçao de seus Estatutos e demais documentos julgados
necessários .

Art. 479 - Os seis (6) Cpnselheiros federais do C.F.B., a
que se refere o item III do artigo 17, serão credenciados
pelas Escolas Superiores de Biblioteconomia respectivas,
junto
i autoridade do Ministério do Trabalho e Previdência
Social,
referida no artigo anterior.
PARAGRAFO tJNiGO - O^C.F.B. realizara, em sua primeira ses^
são, o sorteio dos Conselheiros federais de que trata
o
item
III do artigo 17 e^que deverão exercer o mandato por três
(3)
anos .

Art. 489 - Os Conselheiros federais efetivos do
C.F.B.,
eleitos na forma dos artigos 46 e 47, em sessão presidida pela
autoridade do Ministério do Trabalho e Previdência Social, men
cionada no artigo 46, escolherão, dentre eles, os três
nomes
que constituirão a lista tríplice a ser submetida ao Presidente da República, para nomeação do primeiro Presidente do C.F.B.
{, •' .-.í •
•’
-■ r • . *5 V i. .■ .
Art. 499 - Até que se efetive a mudança de todo o
Ministério do Trabalho e Previdência Social para o nistrito Federal,
a sede provisória do C.F.B. serã determinada mediante portaria
do Titular daquela Pasta.
PARÁGRAFO OniCO - Caberã ao Ministro do Trabalho e Previdência Social, mediante requisição do Presidente do
C.F.B.,
ordenar o fornecimento de pessoal e material necessários
ã
implantação dos respectivos serviços.

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�Àrt, 509 - Dentro do prazô de cento e vinte (120)
dias,
após à "sua instalação, o C.FíB. expedirá os atos de composição
e organização dos C.R.B,, a que se refere o artigo 31
deste
Regulamento, e 'tomará as providências indispensáveis à
e le ição dos Conselheiros Regionais.

Art. 519 - Na execução deste Regulamento,
sos serão resolvidos pelo C.F.B.

os casos

•I
iií
i
|

om i s -

Artf . 52? - 0 presente Regulamento entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
t .

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í* ‘ ; J' f .

Brasília,
n•

16 de agosto de 1965; 1449 da Independência
e 779 da República.
■

.V ^

í'-

ass)
i:

'ri
,

11. CAETELLO-BRANCO
FLÁVIO LACERDA
&gt;
ARNALDO SUSSEKIND

(Publicado no D.O.

de 19-8-65)

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�FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS
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BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DCCUI.ÍENTAÇÃO.

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-65Digitalizado
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Assinale o número ou o voliune desejado. Encaminhe o pedido h
Rua Avanheindava, 40, cj. 110 - São Paulo.

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?E3A3|

0 índice geral serâ distribuído no 2» semestre.

HCTS DO INTERESSADOt

EADSREÇO COMPLETO:

MOTA:
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Coleção completa: 26 volumes, Crí 45|00 0 volume,
cada ano, totalinendo
Nrimero a-vrnlso

Crí 23,00

PORTE POSTAL REOISTRADC
coleção completa
número avulso

Cí 30,00
C-í 3,00

-66-

4

Crí 90,00
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                <text>A FEBAB, com a publicação deste volume, visou reunir dados que lhe são constantemente pedidos, por bibliotecários e entidades nacionais e estrangeiras.É também, uma homenagem que presta aos bibliotecários do Brasil, em seu VII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação.</text>
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                    <text>CONGRESSO BRASILEIRO DF BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
BELÉM,

29 DE JULHO A 4 BE AGOSTO DE 1973

CDU 002:681,33.92

5UB-TEMA:

TÍTULO:

DOCUMENTAÇÃO SÓCIO-FCONÕMICA - INFOPJ^ÂTICA

INFORMÁTICA PARA 0 DESENVOLVIÍIFNTO SÓCIO-FCONÔMICO:
REDES DE INFORMAÇÃO

AUTOR:

ABNER LELLIS CORRÊA VICENTINI

(CRE-l/OO)

ASSESSOR-CHEFE DE DOCUMENTAÇÃO E INFOF^ÇÃO DO
MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA - BRASÍLIA,
CONSELHEIRO DA FEDERAÇÃO INTEFNLICIONAL Dl

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DF
DOCUMENTAÇÃO (FID).

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�72 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCÜMFNTAÇTIO
BELÍM,

2S DE JUi-HO A 4 DE AGOSTO DE 1973

Rcsmo:
Urna ài,z condiçoc-is básicas para o dcsenvolvÍTnc;:)to sócio-oco
nornico,

tanto dos paíse s altamente,

aclisjn cm fase de progresso,
os sistemas de informação,

indvistrializados,

corno dos cue.

se

c a necessidade de empliãr c aperfeiçoar
a nível nticional,

regional e

internacional-

Os centros de

documentação e

intenscamentc;,

como transmissores do ^'decision-ma.bing proce.es'’ em poli--

tica,
õ.r

economia,

cdi.ic.te^ão,

informação passr.am a atuar ca'-:.a

administravFéo e

s mais

pesquisa em gcrr.l c;.i virtu-

do notávc 1 avanço tc.cnológico verificado nos setores d..-, armazenagem

e-disseminação da informação

Para acelerar o desenvolvimento sócio-e

conomico dos países e das regiões
informática,

o que equivale dize-r,

torna-se necessária a implantação cia
de bibliotecas c centros de

documen

tação utilizando processos automatizados dc armazenagc.m c disseminação
da informação.

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�l. •
1.
INFORM/íTICA PAPj\ o DESENVOLVIMEPTO SÓCIO-ECOrIÔMICO
Abner Lellis C.

"Cursos de formação,
to,

dc especialização,

de pes-graduação, cadastramento,

larial,

Vicentini

dc aperfeiçociraen-

revisão da legislação,

informática e incentivo à produtividade,

justiça sa-

são alguns tópicos,

dessa revolução que teremos de fazer no czcnpo do pessoal"-

’

^

Presidente Emílio G„

Mediei

(13)

"A problemática dais condições sociais que favoreçam a con
solidação de estruturas políticas estáveis e não autoritárias nas novas
nações,

tomou-se, neste após-guerra,

estadistas e do mundo acadêmicoem econom.ia,

ujna das maiores preocupações

dos

Surgiu assim ujn novo ccjnpo de pesquisa

cm ciência política,

e ern sociologia:

o estudo do dcsenvo_l

vimento"Seymour M.
'1,

Lipset

( 12)'

Sistema Nacional de Informática
Uma das condições básicas para o desenvolvimento,

nos países altamente industrializados,
progresso,
mação,

tanto

como dos que se acham em fase de

c a necessidade dc ampliar e aperfeiçoar os sitemas dc infor

em nível nacional,

regional c internacional.

Os centros dc docu-

mentação e informação passaram a atuar cada vez máis intensamente,
transmissores do "decision-making process" em política,
ção,

administração e pesquisa em geral,

economia,

como
educa,

em virtude do notável avanço te

cnológico nos setores do armazenamento e da disseminação da informa.ção.
Enfatizar a importância dos centros do informçução,
necc:Ssário-

0 que realmcnte importa.,

volvimento dos países c das regiões,
regionais,

portanto,

ó algo

de^

no momento, para acelerar o desen-’
6 a'form,ação de redes nacioncãs,

e internacionais de informática.

As bases para a organização

dessas redes foram delineadas pelos famosos Relatórios Weimberg (7
SATCOM (

)í

'

c Jackson para as Nações Unidas

( 11

),

)»

e OECD (I6).

vários sistemas cooperativos dc informática já surgiram

'

�cni divc.rsos campos,

a saber:

j.ara alimentação;

2i\.

gtr&lt;al;

AGRIS,

(

IMIS,

) Ui-ISIST,

(

9

( z6

para agricultura mundial

tcramciicaaia (10

);

MEPLARS

(5

) para energia nuclear;
) p-ara ciência, e
(8

);

IFIS,

tecnologia

ciu

AQRIíITER/Agricc.itura in-

) j-ara medicina,

etc,

P. organiz^'.çãü c a ampliação das redee

rcgbnaii do docimcn

tação ».

iníorma.ção dc;pcndem prccipuame ntc da eficiência da;

nais.

interdependência dos sistemas nacionais,

redes nacio

regionais e

intcrnacio

nais deve ser considcra.da; como im fator fundam.rntal, ima vez c\\r
prcssuxjõc

'

ola

uri^a coordenação técnica c metodológica.
Atr.a.'cs de medidas de

c

de

promoção, devem ser criadas prc-condiçõcs ] ara o cstabc lccimc'nto de

um

sistema regional de
xistente,

informação,

dentro do esquema de

planejarnento,

de

organização,

procurando adaptá-lo a um sistema já ccooperação internacional-

Para t,;nto torna--sc imprescindível a &gt;análise
ções locais,

cP.s

situa-

focalizando especificamente;
1 - Qvann coleciona que

d;.,dos?

2 - Quais as prioridades a serem estabelecidas em relação
à seleção de dados?
3 - Que sistema mecanizado escolher para o processamento?
4 - Que tipo de contra.tos e ...cordos serão necessários para
'

a organização da rede'^
Uma ótima fonte de referência para responder rS estas per-

guntas c

o estudo sobre as estriituras naciona.is dos scouaiços de. documen

tação c de bibliotecas que,

sob os auspícios da UNESCO, vem acndo clabo

rado pela Federação Internacional de Documenta.ção

(FID)

através de

Comissão de estudos FID/DC que se dedica, aos problemas de

sua

docimicnta.ção’

nos países em fa.se de. desenvolvimento,
A análise do sistema dr
centros nacionais e inte macionr.is de
ra assegurar o a.provcitamcnto de

ser em C3tre ita. cooperação com os
documentação e.m funci^m.-mento,

pa

suas cxj&gt;c riências no tra.ba.li.-©^-prcpara-

tório
Os pontos 1 e 2 a.cima enumerados tem prioridade
sendo essencial estaibelecer a compatibilidade dos diferentes

cm

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absoluta,
sistemas

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�3.
(

15 ) cm uma dctcrminacix\ árca&gt;

e. adaptá- los às condições

existentes

de processemento ele trônico de dados Alc^m disso deverão ser estabelecidos contatos com os centros internacionais

como por exemplo:

FAO;

OíiüDI.

OECD/DC,

CEPAL,

etc.

para o necessário intercâmbio de iQC j.as e expcriencias.
A durlicação c

superposição cc oaerações na coleta

,

arma

ze.najncnto e recuperação de informação dc-^-e^ser evitadaf c para tanto e
aconselhável um estudo cuidadoso e coordenado do fluxo da informação
da coleção de documfntos,
Após esse

e também de critérios de regionalização

estudo c que

da a associação de centros e

sc

e

(19)-

torna recomendável e justifica-

serviços para a criação dc redes.

Os documíntalistas concordam,

unanime mente,

se r necessá-'

ria ca coordenação das funções dos centros nacionais de documentação
informação.

0 mesmo acontece com os organismos internacionais

rio Jackson,

Capítulo 6;

centini sobre CERDAC)
^

(

OECD,
Z7

),

Doc-omentos 5? (õS)

2;

FAO

(OKU,

(Relatório

e
Relatp
V^i

e com as associações profissionais.

Portanto as cCtribuições de um centro nacional de informá-

tica peora um país em fase de desenvolvimento,
^

deveriam abranger:

1) Organização e coordenação de um serviço nacional

de

documentação e informação;
2) Preparação do inventário central deos fontes

nacionais

de informação;
3) Cooperoição na preparação e no treinamento de bibliotecários e documentalista.s;
4) Planificação da aquisição de documentos;
5) Coordenação da política úc seleção de documentos;
6)
cional dí

Assessoramento ao Governe em- questões de

política

na-

informação:
7) Prestação dc
8) Estudo

serviços tccnicos;

das necessidades dc informação dos usuários n£

cionais.
üm centro nacional desta envergadiira deverá estar subord_i
nado à alta hierarquia administrativa do Estado,

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

c. saber;

14

15

Presidência

16

17

18

’

19

�dc. Eepública,

Conselho dé Ministros,

Gabinete do le Ministro,

or. ao Mi-

nistério da Cienciav
Para s\^a implantação é importamte,

no estágio inicial, tuTia

análise da situação vigente em cada país- iJas regiões em que a documenta
ção ainda está dando os primeiros passos essa análise será r.til para de
terminar quais as fontes existentes geradoras de informação,
clientela a ser servida,

qual a

e qual a demanda interna de inforr.uição,

’

No ca-

so de um sistema de informática com vários centros já em cperação,

aná-

lise deve se concendar no processamento eletrônico de dados e no equipa
mento cibernético a ser empregado,

2-

Conceituação de um Sistema de Informática
Todo sistema elaborador de informação,

na,

seja homem ou máquú

se compõe dos seguintes elementos:

a} Um sis.tema receptor que filtra e seleciona os portadores da informação
b)

’ Um processador de informação,

que. elabora a corrente mod;\lada e

transforma em dados.
c) Um subsistema decisório ou de controle que dirige a informação
a memória,

até

a transforma (ou faz ambas as coisas) dirigindo n reação

geral do sistema em função da informação entrada.
d)

' Uma memória,

onde sc-; armazenam os dados ou informações par

tação com novas informações que entram periodicamente no sistema

confro
a-

través de seus receptores.
e) Um subsistema, executor,

ou de saída,

formação que se pode perder,
ma,

produtor de tuiia corrente de in-

arm.azenar,

ser recebida por outro siste

ou ser recolhida por lun receptor do mesmo sistema,

lato este que

dá lugar a um circuito de realimentação ou retroinformação.

3.

Estrutra organizacional dos sistemas e redes de inrormação
Uma rede de informação e documentação represento nm conjun

to de instituições que,

de acordo com seus objetivos científicos,

tomam

a responsabilidade de centralizar a informação em diferentes níveis cien
tíficos e de coordenar as atividades de informação e docum.entação
suas respectivas redes nesses mesmos campos.

em

�As f'X^çocs dfc. cf.ntrc.lizaçc.o e coorúcnc/;r.o dcnlro dc
do devem ser desempenhados por centros de

cocumentaçe.o

ume. rc

sjovcrncjnontais

(pertencentes aos ministérios ou orarjiismcs rcqionais como T'-or cx,
SUD/J'í no caso da /imasonia) o'u pc-lc.s Universidade

a

c entidades científicas,

A centralização da informação poderá abrrnager entre outras,
a seguinte

fujição prioritária:-Levráitajmcnto dc

todas 'CS fontes dc

informac;ão

existentes

110 x&gt;aís ou região nos respectivos ccmipog específicos.
Cada membro da rede deverá, informar o órgão.coordenador so
bre

todas as fontes me. deverão s-" r exploradas na sua res-

pectiva árc:; geográ-fica c

dc

assunto.

Alem disso Ctu.da centro filiado deverá, ter a rc.sponsabilida
ele dc

■ ontes ir.roorc-.àitc-s et

levantar também

inrormacao

existentes no exterior cobrindo seu campo específico.
A coordenação dos serviços de informação C'

docivne ntação

com outros organismos trabalhando no mesmo coropo específico envolve;

as

scgtiintcs atribuições e deveres:
- e.laboração de princípios básicos metódicos,

incluindo

instruções para o uso dc sistema dc classificação e
tlic-sauro,
ção,

de materiais dc- trabalho,

de

dc teécnicas dc indexa

etc.

- preparação de normas pr.ra rccrutcanento de pessoal especializado

(por c;x

qualificações mínimas,

etc.)

- padronização do •çquiptjnento e mobiliário.
- organização do interc-ãmbio de experiências.
As funções de centralização o dn coordenação por
lado abrangem

compil.acãc c coleta dc

detc:rminado ctjnpo
COS,

lista dc

in.?or!nação enpecífica para

Fssa informação específica cobre

títulos,

teratura classifiçada,

outro

relação de noveis jublicj.çõt s,

um

os relatórios te^cni
bibliografias,

li-

etc.

Os centros filiado tem obrigações para com os centros nacionais/regionais , no Cjuc

diz respe it-o a trenní e rencia compulsória

de

infoinação c documentação.

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

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19

�4

Meios de comunicação das redes c a função dos computadores
Dada a diversidade de meios de comunicação que podem

empregadost
al,

ser

e que vão desde o serviço de correio até o satélite artific^

seria conveniente tuna análise dos sistemas cue compõe uma rede,

a

’

fim de otimizar o \;so dos centros de documentação e o emprego dos meios
de comunicação.
Tal ajiálise permitirá itàc.. divisão eficaz do trabalho entre
os centros;
De qualquer forma,

ante o grande número de centros gerado-

res e elaboradores do informação,

e ante as necessidades dos usuários,

não se pode prever um fimcionamento eficaz das redes sem a utilização
de processamento eletrônico de dados,
da rede.

estrategicamente situado dentro

Em virtude do elevado preço do equipamento cibernético e

programação,

da

torna-se necessário proceder tim estudo de custos e vantagens,

análise de operações,

a fim de determinar a menlhor (ótima)

localização

do equipamento cibernético auxiliar dentro da rede e programar adequada
qiente seu funcionamento.
Os centros ancionais e os grandes centros especializados

'

devem instalar computadores não só para elaborar a informação, mas também para as operações de coleta e canalização dos pedidos de informação
através da rede,

pjara a qual seria preciso contar com programas de fil-

tragem em postos estratégicos,

Esses programas de filtragem orientarieim

as perguntas unicamente até os centros que tiverem maiores possibilidades de responder adequadamente,

determinando,

por conseguinte,

a confi-

guração ótima da rede para cada pedido de informação.

5,

Conceitos e definições gerais.

" ~

Para o bom entendimentos dos conceitos expressos neste tra
balho toma-se necessário estabelecermos algtimas definiçõesu,_ a saber:
Memória
As bibliotecas,

hemerotccas,

demais depósitos de informação,
boradoras de informação,

cm

2

3

4

5

6

arquivos,

banco de dados,

e

*

não foram considerados como unidades ela

e sim como registros ou memórias,

Digitalizado
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16

se bem que é

17

18

19

�7.
necessário um certo grau de elaboração pe.ra classificar e catalogar

os

documentos e os dados
toidadcs elaboradoras
Como imidades elaboradoras forrjn consideradas as segoiintes:
a) Centro de Documentação
Sistema especializado,

receptor e disseminador da informa-

ção con,tida cm documentos e outros registros do conhecimento, caracterizado por sua função elaboradora

(classificaçSo de documentos,

formações e dados em função dos interesses dos usuários,

aná.lise

in
da

informação e reparação em conjuntos informativos mediiinte CDU, descritores ou palainas-chaves,

preparação dc

resumos e disseminação se

letiva de informações)
b)

Serviço Centro de informaçá^
Sistema especializado na elaboração primáric. e na disseminação de dados contidos em documentos e outros registros de informação,

seja em resposta a pedidos de informação,

seja dirigindo-se di-

retamente a outros centros e meios dc comunicação de m.a.ssas para difi-ísão das informações obtidas.
c) Centro de pesquisa sobre informação e documentação
Sistema especializado em realizar pesquisas teóricas

e a-

plicadas sobre informação e docujnentação mediante disciplinas e té-

mento

tais como:

teoria da informação,

(com base biológica e experimental),

lise de

sistemas,

do conhecimento,

organização e métodos,

informática,

•Hi 'dl

cnicas modernas,

teoria do conhec

cibernática,

teoria e

sociologia da informação e

etc.

Fonte de informação

- -

Sistema gerador de informação/docvjnentação.
Usuário
Sistema receptor de informação,

que por sua vez elabora

para fins diversos.
Rede do informação
Conjunto de sistemas elaboradoras e de memórias,

unido por

portadores estruturados de informação e por meios cstruturaidos de comu-

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a H
st e m
14

15

16

17

18

19

�0.
nicaçao.

operando sob normas comv.ns

Eede interna
Conjimto de subsistemas gera.dorcs e elaboradores de informí;çâo que,

juntamente com as meórias internas,

titiicional

(orgíunizc.ção,

enti.dade.

constitui um sistema ins

ministério, imiversidadc,

empresa,

etc)
Rede nacioiicil
,

Conjunto de sisteimas elccboradores e de memórias pertencentes

ti um país, unido por um centro coordenadorc
Eede regional
Conjitnto de sistemas elaboradores c de memórias que cobre uriU
determinada região geográfica e que se acha unido através de um centro
coordenador,

ou vários ccntios conjugados

Rede cicp centros ospecia 1 izados
Conjunto coordenado de. centros que se ocupam funda.mentalmen
te de i?m determinado assunto,

como por ex.

minas o energia,

mento sócio-econômico, trópicos úmidos, cacau,
%
Essa enumeração, que só serve de
mente a complexidade do problema,

desenvolvi-

integrvação regional,
exemplo,

demonstra clara-

pois atualmente existem muitos

conji-intos de centros especializados,

etc.

desses

porém grande parte dc s’aa eficácia

e dc suas possibilideades sao perdidas por fal ta, do coordenação e por feil
ta de

conhecimento por parte dos usuários potenciais.

_Ecde de usuários
Conjiínto de unidades institucionais ou de pessoas as quais
servem ujn centro de documentação/informaçao,

ou uma memória.

Redes de geradores de informcação/docum.entaçM
Conjunto de unida^des gcDrador£is de dociunentos ou oiitro tipo
de registros do conhecimento,

cuc

enviam sistematicamente suas informa.--

ções a um ou vários centros.

CO

—

r^empliíicação
Aplicando toda a teoria aqui exposta ao Brasil vamos encon-

trar com.o rede interna nacional de informação o SKICT,
central do 7^ Congresso e que

cm

2

3

4

5

6

(

,

,

já descrevemos noutro trabalho (

Digitalizado
gentilmente por:

, )

tema

).

0^
14

15

16

17

18

19

�9.
Como rede regional temos o exemplo da REBAf4 -- Rede de Eiblio
tecas da Amazônia»
Manaus*

com seus sistemas iniciais em Belém,

e mais seis

A REBAÍÍ já tem aprovaxios o seu "d^rotocolo de Intenções'"

em

(17

),

e o seu "Regulamento"* (18)

7=

Recomendações
Tendo por base as recomendações emanadas do 'bSeminário Ibe

ro-Americano,
tação"»

sobre Planejamento de Serviços Bibliotecários e de Documen

Madrid,

1968,

(20

)?

cio "Seminário Intcramericono sobre a Inte

gração dos Serviços de Inforraação,

de Arquivos,

Bibliotecas c Centros

de DocLimentação na América Latina e nas Antiliias",
(

21 ),

Washington,

1972

do Seminário sobre Planejamento de Esuru.turas Nacionais de Infor

mação Científica e Técnica",

Madrid,

1970 (22

)=

® do 'Simpósio sobre

Planejamento da Documentação nos Países em Desenvolvimento",

Bad Godes-

berg,

e consideran

1967

( 23

)»

e da UI-IBSCO (ll|,25) de forrr.a generalizada,

do que a implantação de redes regionais de informação é de importância
fundamental para o desenvolvimento sócio-econômico das várias regiões do
Brasil,
1)
'

submetemos ao plenário do 79 Congresso as

Recomendações;

Seja recomendada ao Ministério do Interior a criação de outras redes
de bibliotecas

(a exemplo da REDA-í) nas demais Superintendências que

se acham sob sua ju.risdição,
2)

seguintes

Seja recomendada à SUDAM,
suporte financeiro,

e dentro do Projeto SIFLAN,:

centro coordenador da REBA4,

de forma contínsi.a e permanente,

Rede de Bibliotecas da Amazônia,

possa,

o necessário

a fim de que

a

efetivamente realizar e con-

cretizar os planos esboçados em seu "Frotocolo de Intenções" e em seu
"Regulamento".

0*
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Madrid,

DEl/UNESCO,

1968

20p.

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2

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fado).

cm

2

3

4

Ver Item i|,

5

6

p.l2-lU.

Digitalizado
gentilmente por:

^3p.

(mimeogra-

�</text>
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                <text>Informática para o desenvolvimento sócio-econômico: redes de informação</text>
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                <text>Informática </text>
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                <text> Disseminação Seletiva da Informação</text>
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                <text>Uma das condições básicas para o desenvolvimento socioeconômico, tanto dos países altamente industrializados, como dos que se acham em fase de progresso, é a necessidade de ampliar e aperfeiçoar os sistemas de informação, a nível nacional, regional e internacional. Os centros de documentação e informação passaram a atuar cada vez mais intensamente, como transmissores do “decision-making process” em política, economia, educação, administração e pesquisa em geral em virtude do notável avanço tecnológico verificado nos setores de armazenagem e disseminação da informação. Para acelerar o desenvolvimento socioeconômico dos países e das regiões torna-se necessária a implantação da informática, o que equivale dizer de bibliotecas e centros de documentação utilizando processos automatizados de armazenagem e disseminação da informação.</text>
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                    <text>VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUI'.lENTAÇSO
Belém,

29 Ge julho a 4 Ge agosto de 1973

CDD 02890182
CDU 028(083.4)

Docimientação Sécio-Econômica - Planejamento

0 USUÁRIO E A CARACTERIZAÇaO DE SEUS HÁBITOS E INTERESSES

por

Francisca Ribeiro Salgueiro Felisberto de Souza
Chefe do Setor de Documentação do Serviço Jurídico
da PETROBRÁS
CRB-656

Fernanda Figueiredo Saraiva Sanches
Bibliotecária do Setor de Documentação do Serviço
Jurídico da PETROBRÁS
CRB-553

Maria de Lourdes Arôso Mendes
Bibliotecária do Setor de Docimnentação do Serviço
de Organização da PETROBPlÁS
CRB-560

DOC. SCCIO-ECON.

cm

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�sumario

cm

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3

4

1.

INTRODUÇSO

2.

DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

3.

O USUARIO

4.

CONCLUSSO

5.

SUGESTÕES

:

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

7.

QUESTIONÁRIO-ENTREVISTA

5

6

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&lt;r

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19

�1.

INTRQjJUCAu
IvJ.dr.nüia-se, nos últimos

30'’‘e anos,

a nroocupsção com o

usv.úrio nelas investigações e estudos realizados por instituições

c£

nlieoidr.s ccmr' a AUER3ACH (1), American ?syt;hclogica]. Association,Johns
HopLins University^

MIT,

NASA,

atentas em descodrir a

qual a i-^Cormação cientifica ê adquirida,

maneira

pela

processada, e usada pelos té£

nicos o cientistas.
Atribui-so ao crescimento mundial da literatura

os pro-

blemas d 3 infoinaçáo que afetam diferentes atividades em vários níveis.
0 docoimnnt.nlista enfrenta o problema do desenvolver tõcnioas
sam competi’.- cen o crescimento do volume da
que lhe compete analisar,

informação

que

pos

especializada

ao passo que o usuário enfrenta

o

problema

da seletividade da informação.
A n.'gn:i tr.de do problema da ■ infor/iiação tem
sult-’.dc a

tido

como rje

3!viaçáo de novas atividades cue e:ifatizam a análise,

ção e ríntss'^ da Informação,

não obstante as soluções

avalia

efetivas

serem

prcblemátioas quando ainda as necessidades dos usrnrios não são compre
endidas d.;; er-noira adequada.
Eml'Ora vá:r-ios estudos tenba.m side feitos,

como

cerca ue 7'-0 referencias bibliográficas sobre o assunto,

atestam

a maioria não

detcrmtna critérios q\xe definam as necessidades específicas da informa
ção de determi^rade carapo,

disciplina ou ambiente organizacional, haven

do bem poucos investigações que fomecar. base para

conclusões

gerais

sobre as neces'^3dad.es de informação de uma comunidcide.
Alguns dtcsses estudos te.m objetivo determinado e sõ int_è
ressem à oo:'.Ujidade analisada, rauites trabam dc ambiente do cientista,
outros se ::cf^ri-sn ás necessidades de informação cm termos de determina
do canal t;o-.S'al ou. dnforr^ial,

eis que pouca correlação pode

com o ambience e os técnicos de itma

comunidade

especial

ner

feita

como

a

da

PETROBK.í::,
— *
Assim ao propormos um modelo para a análise do
seus háb.itcs o atitudes,
da por P.;II3j'jEY (2),

usuário',

temos ein mente a teoria conccituB.l apresenta-

e o.d.aptada por ALLEN

(3),

em cpie o i.edivíduo operá

em váries .nstomas concênti-icos como processador da informação,através

(1) AUEP.BACH
.■•porc.i.r,ion '• JJÜB User needs study. Piiase I. Final techni
cal report 1151 -TH''3. Fhiladelphia, Pa., May 1965. 2v. (íD-615501; AD615502)
(2) PAxSLBf, 'V.illiam J. - Inibrmation ncod s and uses.. Annual Revievv of
j nf o r. n a ti o n 3c.i&lt;n3ce_a'rml_jTe^^
3:l-30 , 196S
(3) ALLEN, Thom.as J. - Information neeõs a nd us'-'??
formation Soienc Cy and Ter^iqlo^gy, 4:3-29, 1969

2

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Armu .1 Revievv of In-

15

16

17

18

19

�2.

de seu comportamento'no grupo ao qual pertence, na organização, no gru
po profissional e no ^‘'colégio invisível”.

A análise do modelo de PAIS

LSY e o reconhecimento de que o especialista se acha no centro de
tos sistemas que influenciam o seu trabalho,

mu_i

nos parece essencial para

a compreensão de como maxim.izar os métodos de transferência da informa
çao,

através da integração do indivíduo ao contexto social no qual ope^

ra.
Adaptando-se esta visão sistêmica às investigações recen
tes relatadas nos estudos posteriores de WOOD

(4)

e CRANE (5),torna-se

possível identificar algumas variáveis dentro daquela conceituação

am

pia, muito embora a metodologia usada naqueles estudos se ressinta

de

uma conciliação mais científica entre o processo da informação e o com
portamento do usuário,

o que viria proporcionar melhores condições

análise da seleção dos canais de comunicação,
dade e finalidade da informação,

de

dos efeitos da produtiv^

bem como do papel da motivação no pro

cesso inform.ativo como -um todo.
Acrescentaríamos às observações feitas por
diosos que ainda não existe

aqueles estu

fundamento teérico conceituai

que o caminho seguro para o estudo do usuário,

que ind^

embora evidente

o rela

cionamento entre a ciência da informação e a do comportamento.
0 estudo do usuário,

suas atitudes,

preferências e nece£

sidades — o seu comportamento na organização onde trabalha — vincula
se a sua atuação pessoal nos vários sistemas sociais a que
como indivíduo e personagem de vários grupos sociais que
é influenciado pelo meio social,

influencia e

econômico e político onde vive.

se pode divorciar a personalidade do usuário e seus
de sua atuação profissional,

pertence,

Não

condicionamentos,

da maneira pela qual suas necessidades in

telectuais se expressam em razão de seu campo de trabalho,

dos incent^

vos profissionais e do ambiente organizacional.
0 comportamento do homem nas organizações e instituições
e o caráter psicológico de tais agrupamentos-têm sido ignorados namai£
ria dos estudos.

E,

no entanto,

a pessoa h\;imana, no mundo moderno,pa£

sa a maior parte de seu tempo em organizações e

ambientes

instituci£

nais.
Estamos começando a mover-nos em direção a
gia Social que se interessa pela estrutura social,
teoria do sistema aberto.

por

uma

Psicol£

intermédio

Esta, abordagem teórica não está

da

amplamente

(4) WOOD, D.N. - User studies; a reviev; of literature from 1966 to 1970
ASLIB proceedings. ^(l):ll-23, January 1971
(5) CHANE, Diana - Information nec-ds and uses. Annual Review of Information Science and Technology, ^:3-39, 1971

2

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4

5

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|

�3.

desenvolvida, mas é exemplificada por diversas e importantes linhas de
trabalho,
ALLPORT

onde se incluem a teoria de estrutura de eventos de

(6),

abordagem de sistemas gerais de J.G.MILLER (7)

legas e a teoria sociolágica de TALCOTT PARSONS
as ferramentas conceituais específicas,

(8).

F. H.

e seus

C£

Ele proporcionou

ao delinear os vários subsist_e

mas e suas funções era uma sociedade.
A teoria do sistema aberto preserva muitas .,das virtudes
das antigas tentativas para lidar com estruturas sociais,

sem

bloqueada por suas supersiraplificações e traz a vantagem de
que os fatos,

em um nível qualquer,

pecífica nesse nível.
o meio que a apoia,

permitir

determinem a formulação teárica es_

Dá ênfase à relação íntima"entre a

porque sem "inputs'’

ve se desmoronaria.

ficar

estrutura e

continuados a estrutura em bre

Assim, uma base crítica para identificar sistemas

sociais é encontrada através de suas relações com as fontes de energia
para sua manutenção,

através do esforço e motivação dos seres

humanos

que constituem a principal fonte de manutenção de quase todas as estru
turas sociais.
Por esse motivo e já que a abordagem teérica lida com re_
lações e estas abrangem seres himjanos,

nosso ponto de vista é que

pode estudar os fenômenos da transferência da informação

aplicando

modelo sistêmico à estrutura organizacional — PETROBRAS —,

%

se
o

formando

um arcabouço metateérico a fim de maximizar o fluxo,

transformação

e

intercâmbio de energia,

sem pretensões

,

no entanto,

consequência dessa interação,

de determinar sequências específicas de causa e efeito.
Encarando a organização PETROBRAS como um sistema aberto,

analisaremos o usuário como imi processador da informação que
ao seu meio ambiente,

interage

de forma dinâmica e constante.

Para tornar-se ima estudo macro é necessário que se condu
za a análise das necessidades,

hábitos e interesses do usuário,

tapas sucessivas, numa tentativa de correlacionar a comunicação

era einfor

mal dos técnicos com os canais utilizados,-formulando-se a hipétese de
como se processa o fluxo informativo na Empresa.
Acreditando que tal projeto seja realizável, pretendemos
concluir a primeira etapa de tal estudo,

qual seja

de dados necessários para construir um modelo,
dados da amostra,

a

do levantamento

o apés a

análise

dos

construir uma base para estudos posteriores.

(6) ALLPORT, F.H. - The structuring of events outline of a general th_e
ory víith applications to psychology.
Psychological Review, 61:281-303
1962
~
(7) MILLER, J.G. - Toward a theory for the behavioral Sciences.
can Psychologist, 10:513-531, 1955
(8)
cm

PARSONS,
2

3

Talcptt - The social system. Nev/ York Press,
4

5

6

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1951

Ameri

�4

2.

DESEIWOLVIMENTO DO PROJETO
Procurou-se situar e definir o usuário da PETHOBRáS,

o

técnico, no sentido mais amplo do termo envolvendo todas as profissões
de nível superior que contribuem com o seu trabalho para o crescimento
da Empresa,

tanto no apoio administrativo com.o no operacional,

engenheiros,

geélogos,

contadores,

administradores,

etc.

ou seja

a fim de

se pudesse verificar a coincidência de hábitos e interesses das

que
diver

sas classes profissionais da Empresa.
Assim toda vez que se utilizar a palavra técnico ou usuário estará sendo visualizada em sentido geral,

a não ser

quando

se

mencione especificamente a profissão.
2.1 - UinVERSO
Segimdo fonte do Serviço de Pessoal da PETROBRjÍS,
de 1972,

em

julho

existiam 2.889 ocupantes de cargos de nível superior na Empre_

sa, nas 39 profissões.
2.2 - POPULAÇÃO
Pela facilidade de acesso ao pessoal da sede,

escolheu-se a

Guanabara como região a ser estudada e os profissionais de nível
rior,

tanto de apoio operacional como de apoio administrativo,

leção aleatéria,

sup£

por

s_e

sendo a amostra representativa de 19 profissões.

2.3 - PESQUISA POR AMOSTRAGEM
0 plano de Eimostragem aleatéria simples adotado na
consistiu;

de irnna dada população constituída de N elementos

pesquisa
(N=1353),

extraindo-se uma amostra aleatéria de n elementos chamados "tamanho da
amostra".
Calculou-se o tamanho n da amostra subordinando-se a

duas

condições:
a)

a um erro de amostragem E (diferença entre o valor
deiro e o valor estimado)

b)

previamente fixado.

a ura desejado grau de confiança £,
viamente,
tem.po,

ta.mbém escolhido

prje

dentro evidentemente das disponibilidades

de

custo econômico e precisão.

Determinado o tamanho n da amostra,
elementos constituintes da mesm-a.
população,

verda

passou-se à seleção

Esses elementos foram extraídos

usando-se a tabela de números aleatérios,

dos
da

evitando-se desse

modo influência pessoal na escolha dos elementos.
A população pesquisada compreendeu duas subpopulações,exclu^
das algumas profissões menos representativas,

Digitalizado
gentilmente por:

sendo os totais;

�5

Apoio operacional

556 elementos

Apoio administrativo

614

T o t a 1
A seguir,

"

1170
o número de elementos da amostra a ser entrevistado

foi distribuído proporcionalmente aos totais das respectivas subpopula
ções.
.

2.3.1 - calculo do TAI^i/iNHO DA AIvlOSTRA
Determinou~se o tamanho n da amostra dentro da disp£

nibilidade de tempo e custo,
E=5^,

e condicionado a um erro de estimativa de

conforme fúrmula abaixo;
2
2
N. K^.
o
ò
+ (N-I)

n=

p

~ 56

Tamanho do \miverso

N = 1353

Erro de estimativa

E = 5^

Grau de confiança

C = oOfo

Abcissa de Curva Normal

K = 0,84^

Variância

D^= 2100

Sendo,

portanto,

selecionados,

ao acaso,

58 elamentos

da população em questão.
2.3.2 - SELEÇÃO DOS ELEMENTOS DA AMOSTRA
Calculado o tam^anho da amostra
elementos,

constituída

de

58

sendo 32 de apoio administrativo e 26 de apoio operacional,

procedeu-se ao sorteio,

dos nomes dos profissionais a serem entrevista

dos nas diversas categorias, utilizando-se a tabela de números

aleat^

rios.
ííos quadros demonstrativna,
elementos participantes da amostra,
número de ocupantes,

indicou-se 0

por profissão,

número

em confronto

BRAS na GUANABARA

2

3

4

5

6

com o

ou seja das subpopulações em estudo.

2.3.2,1 - PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR DA

cm

de

Digitalizado
gentilmente por:

PETRO-

�6.
APOIO OPERACIONAL

N5 DE
OCUPANTES

PROPISSOES

N9 DE
ELEIvlENTOS
DA AMOSTRA

Órgãos

65

2

SEGEN

182

5

SEGEN(2)
DEPIN(3)

20

1

DEXPRO

144

6

1
^
Eng2 de Produção

DEPIN(5)
SEORG(l)

38

2

DEXPRO

Eng2 de Term.

20

1

DETRAN

Gepfísico

36

2

DEXPRO

GcOlogo

58

3

DEXPRO(2)
BRASPETRO(l)

Químico de PetrOleo

27

3

CENPES(l)
SERPLAN(2)

Técnico de Imp.

24

1

DECOM

614

26

SngS Civil
Sng9 de Equipamentos
Eng2 de Perfuração
Eng2 de Processamento

e Oleod.

e Supr.

TOTAL

2.3.2.2 - PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR DA

PETRO-

BRÃS NA GUANABARA

APOIO ADMINISTRATIVO

N9 DE
OCUPANTES

PROPISSOES

DA AJíOSTRA

Órgãos

53

4

SEJUR

8

2

SEORG

Analista de Proc. de Dados

58

4

SEORG

Assist. Téc. Adm.

80

4

CENPES(l)
SERI.'iAT(2)
SEPES(l)

Contador

77

4

SEP IN

Economista

54

3

SERPLAN

167

8

SE0RG(5)
SEPES(3)

Téc. de Relações Públicas

17

1

SERPUB

Téc.

42

2

SEP IN

556

32

Advogado
Analista de Pesq. Oper.

Técnico de Administração

em Tít.

Câmbio e Seg.

TOTAL

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�7.

2.4 - 0 PROBLS&amp;IA.
Dentro da área delimitada formulou-se as seguintes hipóteses:
a)

constituirão estes usuários uma clientela específica

com

características próprias?
b)

quais serão estas características?

0 presente estudo tem por objetivo tentar descobrir 'uma

po£

sível correlação entre o grau de interesse demonstrado por parte
usuários em relação à informação e algumas características

dos

pessoai^

grau de adequação da rede documentária da Empresa às necessidades
mesmos; além de outros enfoques tais como:

delimitação de assuntos

interesse prioritário e recursos de que o usuário pode dispor,
tentativa de apresentar alternativas,

dos
de
numa,

para otimizar a transferência de

informação na Empresa.
2.5 - METODOLOGIA
2.5.1 - DEFINIÇÃO OPERACIONAL - VARlAVEIS A SEREM CONSIDERADOS
2.5.1.1 - INTERESSE
Entendido como atitude favorável do usuário
em relação à docimientação necessária às pesquisas e estudos.

Ura

alto

interesse significa aceitação positiva e uma atitude propícia à
tigação,

alta percentagem de freqüência e solicitação das

bibliográficas.

inve£

informações

Um. baixo grau de interesse — atitude passiva ou ind^

ferente.
2.5.1.2 - USUÁRIO
Profissionais de nível superior da

PETRO-

BRitS.
2.5.1.3 - CARACTERÍSTICAS PESSOAIS
Dados pessoais,
sitária básica,
zação,

tempo de serviço,

atribuições,

trabalhos,

tais como:

tipo de trabalho,

formação univer

fimção,

especial

hábitos de leitura e pesquisa.

2.5.1.4 - INFORMRIÇÕES BIBLIOGRÁFICAS

—^—

Dados referentes ao uso das fontes de
formação e indicação dos assuntos gerais

in

e específicos.

2.6 - IMPORTÂNCIA DA PESQUISA
A importância desta pesquisa está intimamente ligada a
mas conclusões que tenham repercussões práticas,
a)

■npr&gt;pn
2

3

4

tais como:

identificação de grupos de usuários com
comuns,

5

6

algu

características

possibilitando maior atenção na seleção e dissem^
■inf*nrTnPr&gt;pn •nnT'P nn mpRmnPs?
Digitalizado
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�8.

b)

\ima orientação mais segura no tratamento e escolha da

do

cumentação a ser conaultada.
2.6.1 - COLETA DE DADOS
Foi escolhido o miétodo questionário-entrevista

para

levantamento o obtenção dos dados referentes aos;

INDICADORES FORMAIS

(niimero de horas de leitura
)frequência de solicitações
(conhecimento de fontes de informação
)relação da adequação; bibliotecas/usuários

IITDICADORES DE ATITUDES

(características pessoais
)informações em relação ao trabalho
(assuntos específicos
) ass^untos^gerais
^
(informações em relação a atualização

Decidido o que perguntar e como perguntar

procedeu

se a elaboração do referido questionário que constou de 32 itens.
Foi escolhido o método questionário-entrevista,

por

oferecer as seguintes vantagens;
a)

relação tempo,

entrevistado e entrevistador.

tempo disponível para a realização da

0

pesquisa,

não permitia o envio de questionário aos usuário^
pois além de demandar r/iaior tempo para ser respon
dido não se poderia contar com significativa porcentagemi de respostas;
b)

perguntas pré-estudadas,

não sendo necessário

en

trevistador com técnicas especiais;
c) maior entrosamento entre entrevistador e usuário,
podendo a.s críticas e sugestões serem feitas

no

momento da entrevista, bem como explicações serem
fornecidas pelo entrevistador,

estabelecenio-se um

diálogo capaz de elucidar dúvidas.
0 questionário-entrevista foi testado,

previamente,

em elementos das duas áreas a fim. de avaliar-se a compreensão das
guntas e ajustar-so o tempo a ser empregado.

Apds esta

per

verificação,

os 58 elementos da amostra foram divididos entre os componentes do gru
po que elaborou a pesquisa e realizadas as entrevistas,

era três sema—

nas,
2.7 - ANALISE ESTATÍSTICA DOS DADOS
Procedeu-se a análise crítica e ao preparo da tabulação esta
tística de todos os itens constantes do questionário,
SC dos resultados obtidos.

Digitalizado
gentilmente por:

bem como a anál^

�s.

Nem todos os itens focalizados no questionário mereceram aten
ção,

devido a pouca expressividade dos resultados obtidos pelas percen

tagens nãc

significativas.
2.7.1 - TEMPO DE TRABALHO NA
DISTRIBUIÇÃO DO TEMPO NA EMPRESA

ANOS
até -

N° DE E1'TTREVISTílDOS

3

9

4-6

6

7-9

9

10

- 12

11

13

- 15

14

16

- 18

9

TOTAL

58

Tempo médio de trabalho na Empresa,

do grupo é de 10

anos e 2 meses.
2.7.2 - PORIAA.ÇÂO UNIVERSITÁRIA
Dos 58 profissionais entrevistados,

todos têm

nível

universitário e 91,4!J^ tem especialização em seu campo de formação.
2.7.3 - PARTICIPAÇÃO SI.'Í ASSOCIAÇÕES OU INSTITUIÇÕES
Do pessoal entrevistado,
çoes científicas ou técnicas,

51,7% participa de institua^

relacionadas com. a sua formiação univers^

tária básica.
2.7.4 - ASSUNTOS ESPECÍFICOS EIC RELAÇÃO AO TRABALHO DO USUÃRIO
2.7.4.1 - APOIO OPERACIONAL
ENGQ CIVIL;
quitetura; urbanismo.

Engenharia civil,

em geral;

ar

- ENPg EQUI?.;

Projetos de equipamentos;

cessamento de dados; manutenção de equipamicntos;

tubulações

pr£

industrj.

ais.
ENG9 PERF.;

Perfuração "Offshore"

ENGS PROCESS.:
simplificação do trabalho;

orçamento; mietalurgia;

finação e processamento de petréleo);
engenharia);

projetos

4

(de processamento e

Pesquisa operacional;

ria de reservatórios; matem.ática aplicada.

3

análises químicas(r£
de

processos de refinação.
ENGQ PROD.:

2

Estruturas organizacionais;

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

engenha

�10.

ENQg TEMi.OLEOD.;
genharia,

operação,

administração;

planejamento);

tubulações;

transporte de petróleo;

planejamento.
GEOFiSICO;

(geologia) ;

Terminais e oleodutos(en

geodósia;

Perfuro.ção "Offshore”;

aeromiagnetometria;

gravimetria;

petróleo

eletrônica;

cir

cuitos integrados.
GEdLOGO:
tróleo

(geologia);

Petróleo

geologia estrutural;

perfuração de poços;

(economia e política);p£

estratigrafia;

sedimentologia;

geologia de sub-superfície.
QUIM.PETRÕLEO; iílgebra linear;

nômica;

análise e insumo produto;

ção analítica;

absorção atômica;

análise ec£

planejamento econômico;
petroquímica;

instrimienta

comércio de petróleo;e-

conomia de petróleo.
TEC.IMP.SUPR.;
cional) ;

petróleo(suprimento);

Petróleo

comércio exterior;

(mercado

interna-

economia.

2.7.4.2 - APOIO ADMINISTRATIVO
ADVOGADO;
tual;

direito societário;

mercial;

câmbio;

Direito,

direito tributário;

seguros;

estatística;

ção linear;

direito contra-

direito civil;

direito c£

legislação.
ANÁL.P.OP.;

ca;

em geral;

economia;

Pesquisa operacional; matemát£

programa orçamentário;

simulação;

programa

álgebra linear; modelos matemáticos.
ANAL.P.DADOS;

de programação;
equipamentos;

análise de sistemas;

Simulação;

PERT;

cálculo numérico;

linguagem

programação

de

fluxo da informação.
ASS.TEC.ADM.; Administração de pessoal;

ministração de material;

relações hum;anas;

organização e métodos;

ad
at£

vidades da Empresa.
CONTADOR; Finanças;
química (economia);

petro-

legislação.
ECONOMISTA;

mia);

contabilidade;

fenômenos econômicos,

Indústria de petróleo

planejamento econômico;

teoria e

(econ£
análise

econômiica.
TEC.ADM.; Análise de sistemas;
organiz.
pessoal
material
informação;

administração de pessoal;

ções himianas;

salários;

ções gerenciais;
nistrativos;

fluxo

da

administração de material;

rela

processamento de dados; sistemas de

administração de produção;

estruturas organizacionais;

ganização e métodos;

banco de dados.

Digitalizado
gentilmente por:

informa —

métodos de trabalhos

admi

simplificação do trabalho;

or

�11.

TSC.HEL.PÜB.;
leo(economia e política);

comunicação;

Atividades da Empresa;

propaganda;

TSC.TiT.CAit!.SEG. ;
ações;

títulos,

em geral;

direito fiscal;

cinema.

Processamento

câmbio;

petr^

seguros;

de dados;
finanças.

Evidencia-se a coincidência nas áreas

de

apoio administrativo e operacional dos seguintes assuntos:
- análise econômica
'

- estruturas organizacionais
- pesquisa operacional
- petráleo

(economia e política)

- planejamento econômico
- processamento de dados
- projetos de equipamentos
- simplificação do trabalho
2.7.5 - ITECESSIDADE DE LEITU7-J-.
Em relação ao seu gênero de trabalho,
dos 8l^ acha que precisa ler muito,

dos entrevista

16,7- acha que precisa ler pouco e

2,3^ não precisa ler.
2.7.6 - TEMPO MEDIO DIARIO EISPONÍVEL PARÁ LEITURA
DISTRIBUIÇÃO EO TEMPO DISPONÍVEL

N9 DE EITTREVISTÁDOS
N2 HORAS
X

Môdia de tempo disponível para leitura:
1 h.,

44’

por dia.

Digitalizado
gentilmente por:

�12.

2.7.7 - FONTES DE IWOWAQkO IÍA13 CONSULTADAS

PONTES DE INPOÍN/iAÇSO

NO

OBSERVAÇÕES

1o

Livros

50

86,2

Contatos pessoais c/colegas

46

79.3

Peri(5dicos

43

74.1

Relatdrios

36

62.1

AnotaçSés individuais

34

58,6

Boletins informativos

28

48.3

Boletins técnicos

26

44,8

Para cada item foi
calculado o percen
tual em relação ao
ndmero total de en
trevistados

(58)

Foram estas fontes de informação mais citadas
usuários,
tes,

embora ainda sejam utilizadas pelos mesmos,

em escala menor,

seminários,

resumos,

tais como;

bibliografias,

teses, monografias,

pelos

várias outras fon

anais de congressos

manuais,

e

etc.

2.7.8 - HÁBITO DE PESQUISA
A maioria (44,8^)
de trabalho,

prefere pesquisar no préprio local

outros 2^1 na biblioteca e 27,2^ em casa,

sendo que 84,45^

pesquisa habitualmente c 15,5!/^ sé quando solicitado.
2.7.9 - OPINIÃO SOBRE 0 ACERVO DA BIBLIOTECA
0 acervo da biblioteca e/ou setor de documentação foi
considerado pelos entrevistados como:
- plenamente satisfatório - 82,8fo
- satisfatório - 17,2^
2.7.10 - MODO DE ATUALIZAÇÃO

Contatos com colegas

NQ

1

45

77.6
Para cada item foi

Através da Biblioteca o/ou
Setor de Docimientação

42

72.4

Assinatura de publ.

36

62,1

23

39.7

Anais de Cong.

espoc.

e Semin.

Serv. de Entid. Part.

20

Digitalizado
gentilmente por:

calculado o percen
tual em relação ao
número total de en
trevistados

ou

Governamentais

OBSERVAÇÕES

34.5

(58)

�13.

2.7.11 - ASSINATU?Jx DE PUBLICAÇÕES SbPECIALISADAS
Dos 58 entrevistados,
cações especializadas,

41 fazem assinaturas de publ^

nun; percentual de 53,7'^ nacionais e 46,3^

es-

trangeiras .
2.7.12 - ATUALIZAÇÃO I.TRLVtS D5 BIBLIOTECAS
65,5a" atualiza-se através da biblioteca e/ou

setor

de documentação do drgão a que pertence o usuário.
41,41^ através de bibliotecas de outros árgãos

da

Empresa,
24,1^ utiliza também bibliotecas de outras institui
ções.
OBS.;

Para cada item foi calculado o percentual em relação ao
total de entrevistados

námero

(58).

2.7.13 - CONHBCIkENTO DAS FOUTES DE INFORIvíAÇÃO NA ESPECIALIr
PAPE
86,2^ diz conliccer as fontes de informação
tes na especialidade c destes,

existen

81/^ reconhece serem suficientes

esses

subsídios.
2.7.14 - INTERESSE PELA IN?OHI,LxCÃQ
83'^ antecipa-se,
0 16,1^ aguarda-a,

procurando informações dirctaraento

embora, essa atitude esteja condicionada a

urgência

do trabalho a efetuar.
2.7.15 - ATITm)£ DO USUÃRIQ Elê RELAÇÃO AOS DOCUTJENTOS ENVIADOS PELA BIBLIOTECA E/OU SETOR DE DOCUI/;SNTAÇÃO
46,6^3 lê e assinala artigos para indexar,

41,4^

lê

e manda para outro colega e 13,8/í lê e arquiva.
2.7.16 - CONHECIMENTO DOS RECURSOS DA BIBLIOTECA E/OU

SETOÍl

DE DOCUIéENTAÇÃO Á QUE PERTENCE 0 USUÃRIO
73,7/^ responderam

sim

26,3^

não

Digitalizado
gentilmente por:

”

14

15

16

17

18

19

�14.

2.7.17 - COIIHSCIMMTO S UTILIZÁÇriO SA5 3IBLI0TEC7.S I]/OU SETORES DE rOCmiSNTAÇÃO DE OUTROS ORGIOS NÁ AREA

DA

GUANABARA

0 R G S O S

C3NPES/DIDOP/BAC

62,1

SEORG/SEDOC/BIBLIOTECA

36,2

SEJUR/3ED0C

31,0

CENPES/BPT

22,4

SEPES/DIDEP/SSTEX

18,9

DEXPRO/DIVAD/BIBLIOTECA

13,8

depin/denge/senop/biblioteca

8,6

SSRftlAT/SETAD/BIBLIOTECA

6,9

sepes/asseg/biblioteca

6,9

decoVbiblioteca

5,2

serplan/desad/sedoc

5,2

serpub/didiv/sedoc

5,2

DETRí\R/DI v7\D/BI blioteca

3,4

2,7.18 - FATORES INDICADOS COMO RESPONSÁVEIS PELO DESCONHE CIMENTO DOS SERVIÇOS

PRESTADOS

PELAS BIBLIOTECAS

E/OU SETORES DE DOCUMENTAÇÃO

FATORES

io

Existência na biblioteca do
órgão em que atuam,

das

o_

bras de sua especialização

32,6

Localização distante do tra
balho

31,0

Falta de publi.cidade

29,3

Falta de comimicação

inter

na

29,3

Falto, de tempo

19,0

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a H
st e m
14

15

16

17

18

19

�15.

2.7.19 - SUGSSTÕZS IITDICADAS PARA

MELHORAR

O

COI-THECIMENTO

DOS SSRVIÇOS PRESTADOS PELAS BIBLIOTECAS

DOS

Dl —

VERSOS CRGaOS
Foram gais freqüentc-s as se^Aintes;
- Campanha informativa dos serviços prestados
- Boletim bibliográfico geral contendo informações
-

de todas as bibliotecas

- Centralização dos serviços documentários
2.8 - OBSERVAÇÃO
Os dados apresentados são os resultados estatísticos do pro*jeto,

sem comentários ou interpretação.

A parte que se segue

procura

interpretar algun.s destes resultados e a sua significação para
presa,

a

Emr-

A precisão tão necessária quando se desejam informações

de

tendo o usuário como centro do processo infonnativo.

valor,

profmididade, volume c especificidade encontra inámeras

ras quando se procura quantificar as necessidades do usuário.
já comprovado por vários
estrangeiras,
Defesa (DOD)

como,

estudos realizados por

por exemplo,

dos Estados Unidos,

outras

o apresentado pelo

barrei
E

fato'

instituições

Departamento

que mesmo utilizando as

tatísticas mais desenvolvidas encontreram dificuldades

técnicas
e

pois,

a

^
mesma

situaçao,

embora ampla em sou escopo a pesquisa contém limitações,

çao da populaçao examinada achar-se- engajada em várias funções
gêneas e,

portanto,

es

limitações

provenientes do fato de a população ser heterogênea.
Observa-se no trabalho ora apresentado

de

em

fu|i

heterb

excluir qualquer possibilidade de um exame mais pro

fundo.
3.

0 USUÃRIO E A ORGANIZAÇÃO
3.1 - COmTICACÃO II\?ORIvLA.L

Problema que merece estudo é o modo de comunicação
*
que emerge em determinados grupos, revelando a existência de

informiai
1
ligações

entre os membros que se comunicam permitindo que a informação

circule

de maneira eficiente no sistema.

subgru^

pos na área de pesquisa,
com os outros,

A importância do papel

dos

cujos mem.bros através do contato mantido

vaicra e aproximam indivíduos em diferentes

que de outra forma não estariam em contato,

já

foi

uns

organizações

demonstrada

por

CR7.VT0RD (9) .

(9) CRAWORD, S.Y. - Informal commmnication among seientists in
sleep
and dream rescarch. Doctoral thesis.
üniversíty of Chicago,
Chicago.
ni;'197Ô
160 p.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�16.

0 conceito âo '-'colígio invisível" doscrito por
(10)

emerge nestes estudos,

SOLLa

PRICn

do forma distinta, uma vez que estes

mentos não s6 se coirunicam uns com os outros, mas,

tcim.bóm,

com

pos que se beneficiam das infor'maçoes conseguidas entre os

ele
subgru

membros do

cológio invisível.
Outra contribuição para a compreensão das conronicaçoes infor
mais (5 dada por ALLEíT (11)
agricultura,

nos estudos sobre a difusão de idáic^s

na medicina o na indústria,

de informantes

(ga-tekeepers),

soes G consulta técnica,

no.

nos quais aponta o que chamou

pessoas que sao procuradas parsL

discu^

conhecedores de literatura, na., especialidade e,

que possuindo excelentes conta.tos fora da organizaçao funcionam

cornp

elementos de ligação e disseminadores de idéias.
Não é surpresa,

portanto,

que tanto os técnicos como os cien

tistas sociais fa.çam considerável uso da comunicação oral.
urna fonte conveniente,

Além de ser

permite ao técnico aí.clarar e modificar opinioes»

0 ambiente orga.niza.cional da, PETROBRAS cria necessidades
necíficavS de informação,

em virtude do desenvolvimento industrial

da

Empresa que condicionai o técnico a utiliza..r suas potencia^lidades
doras em busca de soluçoes ótimas.
ção ora..l entre os técnicos,

determina..ndo,

cria

Propicia a necessidade de comunicc-

o quo ocorre freqüentemente através da ins_

tituição de grupos de trc-bOilho,
seminários,

e^

reuniões de coordenação,

de certo modo,

encontros

a conduta do usuário

e

quando

busca- a informação.
0 comportamento do usuário em relaça.o ã comunicação inforraa.l
com colegas,

obsem^^ada no grupo profissional em estudo,

as opiniões relatadas nos estudos da AUERBACH (12)

vem referendar

de ALLEN (13)

e

CRA^STORD (14) .
Eis que os contatos pessoa.is com especialistas foi

indicado

como a segimda fonte de inform.ação utilizada por 79,3/= Bo grupo,

e

co

mo form;a de atualizar-se a.lcançou um índice de 77,6/.
3.2 - 0 GRUPO PROFISSIONAL
A classificaça-o do usuário,
da para a am.ostra deste estudo,

em grupos profissionais,

cscolh^

baseada na educaçao profissional

sem^j

lhante c relacionada com. a ocupação ou tipo de trabalho d'ó técnico,

(10) PRICE, Derek J. do Solla - Little Science,
Columbia University Press, 1963 ~TTH~põ

big Science. New York,

(11) ALLEN, T.J. - Organizational aspects of Information
technology.
Aslib Proceedings, 20(11):433-453 Nov. 19o8

xn

flow

(12) AUERBACH, op cit
(13) ALLEN, op cit
(14) CRAY/PORD, op cit

Digitalizado
gentilmente por:

ca

I Sc a n
st em 0^
14

15

16

17

18

19

�racteriza de raodo

so C.Z iieoc.:.-3idades do

usuarxo

do

que

classificação do técnico baseada &amp;irr.plesmente na, sua educação

a

profis-

sional.
Assim como o r.rabiento organizacional pode condicionar a comu
nicação entre os técnicos5,

as suas funções e tarefas agem também

como

determinantes nas suas necessidades específicas de commaicação.
0 conhecimento do tipo de clientela com suas características
próprias pode determinar a.os documentalistas o tipo de informação

a

ser processaõa e os veículos adequados às necessidades daquele determ^
nado grupo cue freqtlenta o nbeleo documentário,

^

Os tipos de informação podem ser ada.ptados às categorias
grupos de usuários^
fissional,

de acordo com as necessidades do mesmo grupo

ou
pro

plane3ando-se para a comunidade era estudo a mesma, informa-

ção, variando,

no e.ntanto,

veis que deverá atingir.

c grau de precisão conforme os diversos
Como exemples podem ser citados os

listas bibliográfd ors SíULetivas,

n_í

resuimos,

as indd cações fvina,léticas,analíticas,

adaptando-se o fluico de informação ou melhor a quantidade da, mesma e o
seu grau do precisão ao tipo de trabalhe a ser realizado pelo usuário.
Idoia serner.r.ante é defsndi'3a pei- J,Rlí\RCHLEWSKfj.
CIINTE,

na Polônia,

estudos de casou,

(15),

do

quando a.pregoa curses específicos com a ajuda

incidentes críticos,

para. aumenta,r o

de

conhecimento

das necessidades do uoviário.
Na pesquisa efetuada na Guanabara, verifica-se que entre
assuntos específicos indicados pelos
em relação ao gonei-o de „L.l.

(.ntrevistados como de

do que desenvo?.vcm,

interesse

coincidem alguns a£

suntos nas áreas de apoio administrativo e a.poio operacional.
resses comuns são:

análise eco.nGr.iica,

quisa operacional,

petróleo

mico,

processamento de dados,

Os int_e

estruturas organizacionais,

(economia e política),

os

planejamento

pe£
econô_

projetos de equipamentos e simplificação

do trabalho.
Nota-se que os inueresses prioritários dc giupo
são sempre os da área profissionaj. om .que"atua o usuário,

analisado
no

entanto,

demonstram, também interesses fora de sua área po:.'* motivação vária.
S de grande v.ulia essa correr.ação traball .o/profissão/intere£
ses para avaliação e o planejamento dc um sistema dc difusão de
mação

(SDI)

infor

ouc corresponda à expectativa do toicnico. No entanto,

estudos requerem maior prof une idade de '•''.álise,

o que numa

tais

entrevista

nãc se torna poss.Cvel.

(15) r&lt;'iARCHLS\VSK/i, J, - The informaciou users and theii'
Congresso Internacional dc Documcntacão. PiJcnos Aii^es,
1970
■"
-

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

Ir-egories. In;
Sept.
21-24,

16

17

18

19

�Tlo
O•

Tendo em viste, que 91&gt;4^ do grupo em estudo
em sua drea c apresenta interesses os mais variados,
cipa de instituições científicas o tdcnicas,

especializa-se
c que 51,7^

pode-se concluir

que

o

usuário da Empresa possue um bom nível e se atualiza constantemente por
intermddio de cursos,

seminários,

necessitando de permanente "feedback”

para os seus planejamentos e execução do projetos e trabalhos,

tanto

na área de apoio operacional quanto na área admiinistrativa,,
3.3 - CANAIS DE nrpoHlvi^iÇÃO
'

A média dos técnicos o cientista gasta 20,23"fo de sou

de trabalho procurando informação.

Em consequência,

tempo

â desejável

que

se estude o uso dos diversos canais do ponto de vista de melhorar

o

sistema de transferência da informação.

I

Os meios de adquirir informações pelos canais formais ou escritos,

taib como — livro,

periádicos,

orais — contatos com colegas,
sente estudo,

relatórios — e informais

i

ou

conferências — foram examinados no prc_

podendo fa,zor-se uma idéia do modo polo qual os técnicos

entrevistados utilizam os mesmos,

obtendo-se imi quadro geral do proces-

so.
Observou-se na pesquisa, em estudo que os eleirientos da litera
tura mais usados são o livro
(62,1^)

(86,2^;^) 5

0 boletins informativos

periódicos

(48,3/=),

sendo que estes

os preferidos por elementos da área. industrial.
ao de EARLE (16),

(74,lv^)3

relatórios
últimos

Referendando a

são
opinj.

1

os profissionais voltr.dos pa.ra a área. do ciências S£

ciais obtêm suas informações principalm.entc através de periódicos.
0 pessoal enga.jado na pesc[uisa e desenenvolvimonto
considerável dos canais formnis,
publicações com resumos,
dustrial,
rios,

tais como;

faz

uso

periódicos científicos

e

e os profissionais envolvidos na produç clO

ixl

planejamento e projetos consultara mnis freqíientemente relató

boletins informativos,

anuários,

catálogos industriais, normas e

especificações.
Várias investigações levadas a _efcito concluem que a utilida
de dos vários canais de informação 6 determinada pela responsabilidade
funcional do indivíduo.

No entanto,

importante fato também

apontado

como definitivo 6 a conveniência cora que os canais podemr ser usados.

(16) EARLE, P. &amp; VICKERY, B.C. - Socia.1 Science literature use in
thc
UIC as indicated by citations,
Journal of Docuincntation, 25(2) j 123-141
Jan. 1969
“

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

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16

17

18

19

I

�30.

ÀS conclusões relatadas em víri-'^ trabalhos dc ALLEN indicam
que a qualidade do canal não tem muito quo ver com a freqüôncia com que
a fonte de informaçã,o é utilizada e que ambas^
da.de do uso,

a freqüôncia e a priori

são determinadas pela acessibilidade.

LstOv tendência a procurar o canal mais acessível é
pelas respostas dos entrevistados

(cerca ãe 65,5,^&gt;),

atestada,

quando afirmam que

utilizam 0 núcleo de informação mciis pr-fximo.
Ao passo que os 41,4f= que utilizam os setores de
ção e/ou bibliotecas dos outros órgãos,

o fazem,

documenta

atravós do

documenta

lista,.por preferirem delegar ao especialista a função dc localizar as
informações desejadas,

ao invós de irem pessoalmbnte procurá-las. Essa

característica so acentua ainda mais quando se trata dc profissionais
era fimções executivas,
Vcrifica-sc a correlação cnirc a freqüôncia e o uso dos
na,is de informa.çao,

o que vem comprovar ‘^studos por KJ.iajY

(17) »

ca
^jStu,

ao estudar as implicações das nocossidades do usuário no projeto do uiri
catálogo,

concluiu que -as pessoas naa gosxam de trabalhar

ou cnminhar qualquer distância para consc-guir a informação,

arduamente
mesmo quan

do correm* o risco de perderem.-na'-,
A njaioria (72,8f.)
balho ou na biblioteca e,
que,

dá preferência a pesquisar no local de tra

82,4/ pesquisa habitualmente,

alóm da acessibilidade,

há,

tamibém,

o que comprova

nm fator do influência

que ó

a especialização da literatura e/ou o tipo de trabalho do usuário.
Em relação aos grupos profissionais entrevistados

chegou-se

â conclusão de que 82,8/ consideram saxisfatório o acervo das bibliote
cas e setores de documentação a que recorrem,

demonstrando nas

vistas que consideram o trabalho do docur.entalista eficiente,

entro
confian

do nos serviços por ele prestados,
Ko grupo profissional da área administrativa, nota-se que
guns profissionais não estão plenamente satisfeitos com o acervo
docu
achando adequados às suas
nao
oí
montário das bibliotecas que utilizam,
áreas específicas, numa percentagem de 17.,2/,

Aqueles

profissionais

costumam recorrer a bibliotecas de outras instituições que possuem

raç

Ihores condições de atendim.ento nas suas áreas, numa proporção

de

24,1/.
Não sondo o objetivo da. documentação do. Empresa,
zar-se cm todos os campos do conhecimento h^mxano,
e setores dc documentação,
petróleo,

em suas

espccic-libibliotecas

c sim naquelas áreas afins à indústria

do

essa afirmativa dos técnicos vem demonstrar o acerto da polí

tica documentária quando aproveita os recursos disponíveis cm bibliote

(17) KEMFÍ, R. - The implications of the needs of users for
of a catalogue; a survey at the Internaxicnal Labour Office.
nb Pneumenta-tion. 22 ( 8) ; 195—202
Sept. l:?6o
cm

1

2

3

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14

15

16

17

Jourada

1 Q

�20.

cas de outrae instituiçõed e,

expressa a ênfase que cada núcleo bit)li£

gráfico da PETROBR-iS vera dando h sua especialização.

4.

CONCLUSÃO
No planejaraento de ura sistema integrado de informação é

pr:_

mordial o conliecimento das condições era que atua o profissional e suas
características especiais,
vez que o grupo ora exame,

o que ficou prejudicado no estudo atual,uraa
por ser heterogêneo, não apresenta

caract£

rísticas tão comujis que sugiram extrapolações.
,Eni decoi^rência disto,

por ser o grupo profissional,

perten

cente à sede da PETROBRAS, muito heterogêneo qijanto" às funções que
xercem e pouco representativo em cada categoria profissional
se retirara dos resultados obtidos,

e~

(5^), não

diretrizes para o sistema docuraentá

rio da Empresa.
Uma vez que a sede não reflete todas as condições das
geográficas cora as suas características peculiares,
derão ser feitos era áreas integradas,
da exploração,

áreas

outros estudos

como a do refino,

da

produção,

a exemplo da Região de Produção da Bahia (RPBA),

de Produção do Nordeste

(RPNE),

p£

onde grupos profissionais com

Região
caractr;

rísticas especiais de função e tarefas podem apresentar melhores condi
^ções de análise com possibilidades maiores de observação e,
temente,

conseqUen

resultados diversos.
0 trabalho teve por escopo o uso do mietodologia mais

cientí

'fica em busca de respostas às indagações dos especialistas da

informa

ção quanto à maneira mais conveniente de transferí-la, visando às

ne^

cessidades dos usuários da comunidade em estudo.
Pode-se considerar como uma experiência piloto, na

Empresa,

esta tentativa de caracterizar os hábitos e interesses dos usuários,
que poderá servir de modelo a futuras investigações, não sú na

o

PETRO-

BRAS como em outras organizações que da mesma experiência possam

ret£

rar algum proveito para seus sistemas documentários.

5.

SUGESTÕES
Em decorrência deste estudo apresentam-se algumas sugestões

para o desenvolvimento de um fluxo informativo mais adequado aos
resses do usuário,

int_e

visualizado como elemento principal do sistema

e

processador da informação.
- Que sejam instituídos grupos de trabalho que dêem continui
dade ao desenvolvimento" do projeto ora apresentado,
as específicas,

a fira c :• ser possível correlacionar os gru

pos profissionais o os

seus interesses cora a transferência

da informação na Empresa;

cm

2

3

4

5

6

em ár_e

Digitalizado
gentilmente por:

�21.

- que se desenvolvam meios
tos)

(guias de interesse ou de

que facilitem os contates interpessoais,

proõ_e

em conseqíiên

cia do valor dado pelos usuários à comunicação informal.Co^
rao exemplo:

cadastro do especialistas,

de

organizações

e

instituições por categoria profissional;
- que se planeje um sistema de treinamento do usuário em

fa

ce à busca e utilização da informação;
- que se organizem fichários de assimtos dos interesses
•

pecíficos dos usuários

(perfis)

lise de questionários,

como foi realizado nesta

- que se estabeleça

e£

conseguidos através da aná
pesquisa;

melhor entrosamento entre o usuário o

o dociimentalista na participação efetiva e conhecimento dos
projetos

e estudos em andamento,

mais agressiva,

visando a Luna informação

condizente c:m o desenvolvimento da

indÚ£

tria petrolífera.

6.

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3

4

5

6

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14

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Aslib

18

19

!

�23.

7.

QUEGT IQNArtlQ -ENTREVISTÁ

NOííE DO ENTREVISTADO
CARGO/OU PU!'IÇÃO
0RGÍ*O/SETOR
ENDEREÇO
TELEFONE
NOME DO.ENTREVISTADOR
NQ

DATA

N2
CATEGORIA PROFISSIONAL

ORGÃO/SETOR

1)

Há quairbo tempo o Sr.

trabalha na empresa?

2)

Quais a.s tareias relativas ao seu cargo?

3)

Qual a sua formação universitária?

4)

Quais as suas especializações?

5)

O Sr.

é sdoic

6)

0 Sr.

já escreveu ou publicou algum trabalho?

ou participa de alguma instituição?

sim
não

(
(

)
)

Qual?

RIí

ppp 7
cinn 8

7)

Em que área de especialização?

8)

Quais os assuntos de seu interesse?
EXPLORAR

9)

Qual o gênero de trabalho que o Sr.
a) Executivo
b) Consultivo
c) Pesquisa purc
) Pesquisa aplicada
(diaa qual)
aual)
g)) Outro (diga
Gostaríamos que o Sr.

10)

(
('

efetua?

RM

)
)

especificasse quais os assuntes que se

rela

cionam com. c seu tipo de tro.balho?
11)

Para realizar o seu tipo de trabalho o Sr. precisa ler muito,
pouco ou não precisa ler;

1'{M

Ler m.uito
(
Lor pouco
(
Não precisa ler (

2

3

4

5

6

ler

Digitalizado
gentilmente por:

)
)
)

ppp 12
ppp 12

14

15

16

17

18

19

�24.

12) De que tempo dispõ.e,
Nenhum
2 horas
4 horas
—horas
13)

diariamente,
(
(
(
(

)
)
)
)

Que fontes de informação o Sr.
sunto ou de uma pesquisa?
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)

14)

0 Sr.

para leitura?

costuma utilizar no estudo de um a^

líM

Livros
Periódicos
Relatórios
Teses
Monografias
Bibliografias
Resumos
Anais de congressos e seminários
Boletins informativos
Boletins tócnicos
Contatos pessoais com especialistas
Anotações individua.is
Outras fontes (diga quais)

(
(

)
)

í
(
(
(
(
(
(
(
(

1
)
)
)
)
)
)
)
)

tem por hábito pesquisa.r era sua casa, na biblioteca e/ou

tor de documentaça.o

ou no local de trabalho?

RT/i

Em casa
Na biblioteca e/ou setor de documentação
No local de trabalho
15) Na sua opinião as coleçoos de livros,

s_e

(
(
(

) PPP 17
) PPP 15
) PPP 17

periódicos e folhetos

tentes na biblioteca e/ou setor de documentação,
senvolvimento de seu trabalho específico,

exi^

era relaçao ao

satisfazem

de

plenamente,

relativamente ou nao satisfazem?
Satisfazem plenamente
Relativamente
Não satisfazem
16)

Por que o Sr.

(
(
(

)
)
)

PPP 16
PPP 16

pensa desta forma?

EXPLORAR
17) 0 Sr. pesquisa e estuda habitualmente ou só quando solicitado?
Habitualmente
Só quando solicitado
18)

Gostaríamos de saber como o Sr.
dade?

(
(

)
)

- -

procura atualizar-se na sua

ativ^

RM
a)

Por meio de assinaturas do publicações
(

)

PPP 1

cumentação

(

)

PPP 2

Procurando contatos com. colegas

(

)

PPP 2

(

)

PPP 2

especializadas
b) Através da biblioteca e/ou setor de do^

c)

d) Acompanhando os anais dos últimos

con

gressos ou seminários

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
System
14

15

16

17

18

19

�25.

e) Através do resiamo feito depois da

le^

tura G estudo de diversas fontes de in
formação

(livros,

latérios,
f)

revistas,

teses,

re-

etc.)

Utilizando os serviços

do

(

)

ppp 2

(

)

ppp 2

entidades

particulares e/ou governamentais
g) Outros meios de atualização (diga. quais)
19)

Se o entrevistado respondeu a alínea a)

da questão 18,

pergunte se

ele recebe essas publicações em casa ou na empresa:
Se não ppp 21

HM

SiTi casa
Ua empresa
20) Pergunte,

também,
sim
não

21)

(
(

)
)

ppp 20
ppp 20

se a maioria dessas publicações é estrangeira:

(
(

)
)

ppp 21
ppp 21

Se 0 entrevistado respondeu a a.línea b)

da questão 18,

pergunte sa

a biblioteca e/ou setor de documenta.ção são do seu érgão,

de

ou-

tros árgãos da empresa ou de órgãos de outras empresas:
Se não ppp 24

IIM

Seu órgão _
Outros órgãos da em.presa
Órgãos de outras empresas
22)

Pergunte,

tanibém,

(
(
(

)
)
)

quais são essas empresas,

ppp 23
ppp 23
ppp 23
das quais ele utiliza

os serviços;
23)

Pergunte,

ainda,

como ele vê e utiliza, esses serviços;

EXPLOIíAPt
24)

0 Sr.
sumos,

tem conliecimentc das fontes de informação
anais,

0 Sr.

re

etc.)

sim
não
25)

(bibliografias,

(
(

)
)

considera que cm. sua especialiãr.de existam subsídios

sufic^

entes para o estudo e/ou pesquisa?
sim
não
26)

0 Sr.

(
(

)
)

costuma aguardar que os documentes contendo informações espjj

cializadas cheguem ãs suas mãos ou prefere antecipar-se,
do informações diretamente nos livros,
xiguardo
Antecipo-me

cm

2

3

4

5

6

(
(

Digitalizado
gentilmente por:

procuran

folhetos e periódicos?

)
)

14

15

16

17

18

19

�26.

27)

Como o Sr.

procede ao receber documentos que lhe são enviados pela

biblioteca e/ou setor de documentação dc seu drgão ou empresa?
Não lê
Lê e arquiva
Lê esporadicamente
Lê e manda para outro colega tomar^conhecimento
Lê e assinala artigos para indexação
Arquiva-o para posterior leitura
Outros (especificar)
28)

0 Sri

conhece os recursos de que dispÕe a biblioteca e/ou

(
(
(

)
)
)
)
)

setor

de documentação dc seu drgão?
sim
não
29)

(
(

)
)

ppp 29
ppp 29

E dos outros drgãos da empresa?
sim
não
alguns

(
(
(

)
)
)

ppp 30
ppp 30
ppp 30

30) Mostre ao entrevistado a relação de bibliotecas e/ou setores de d£
cumentação existentes na empresa (na área em estudo)

e,

peça

que

assinale aqueles que já foram utilizados por ele:
Lista anexa
EXPLOHiiR
31)

Na sua opinião quais os fatores que o levara a esto desconhecimento
a respeito dos serviços prestados pela biblioteca e/ou setor de d£
cumentação do seu órgão ou de outros órgãos da empresa?
EXPLORAR
a) Palta de publicidade
b) Falta de comunicação interna
c) Localização distante de seu trabalho
d) Outros (diga quais)

32)

Quais as sugestões que o Sr.
EXPLOPiAR

2

3

4

)
)
)

daria para melhorar esta situação?
" '

a)
b)
c)

cm

(
(
(

5

Campanha informativa dos serviços que presta (
Publicidade dirigida à clientela
específica (
Verificação dos interesses dos tócnicos
'na
área de localização da biblioteca e/ou setor
de documentação
(

6

Digitalizado
gentilmente por:

)
)

)

�27

QUESTiaiÂRIO-ENTREVISTA

(ANEXO DA QUESlKO N? 30)

BIBLIOTECAS E/OU SETORES DE DOCUKENTAÇAO DA PETROeRÁS NA GUANABARA

SEORG/SEOOC/BIBLIOTECA
(
)

SEJÜR/SElÜC
(
)

SEPES/DIDEP/SEDOC
(
)

SERPÜ3/DIDIV/SE00C
(
)

SERPLAN/DES-C/StXC
(
)

SERMAT/SETAD/BIBLIOTECA

OECOM/BIBLIOTECA
(
)

5

6

(

Digitalizado
gentilmente por:

)

SEPES/ASSEG/BIBLIOTECA
( )

CENPES/DIüOP/BIEíLIGTECA OA ADKíIN.CENTRAL
( )

CENPES/BIBLIOTECA DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS
( )

)

DEXPRO/DIVAD/BIBLIOTECA

DETRAN/OIVAO/BISLIOTECÂ
( )

DEPIN/SERGE/SENOP/BIBLIOTECA
( )

3

(

SEPES/OIDEP/SETEX
( )

14

15

16

17

18

19

�SOUSA, ?rancisca Ribeiro Salgueiro F.
de
et alii - 0 usuário e a caracterização
de seus interesses.
In; Congresso Bra
sileiro de Biblioteconomia
e
Docuinen
tação, 7., Belém, 197327 p.
Tentativa de caracterizar os
hábitos,
interesses e necessidades
dos
profissio
nais do nível superior da
PBTR03RAS,
na
área da Guanabaracom vistas a um mielhor
fluxo de informagao.
Desenvolvimento
de
um projeto de pesquisa por amostragem
pa
ra obtenção de dados sobre o usuário com.o
processador da informação. Análise estatfe
tica dessa amostragem.

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

�</text>
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                </elementTextContainer>
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    <collection collectionId="16">
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="1">
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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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            <element elementId="50">
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              <description>A name given to the resource</description>
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              </elementTextContainer>
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              </elementTextContainer>
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                </elementText>
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                  <text>Português</text>
                </elementText>
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            </element>
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              <name>Coverage</name>
              <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="11382">
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                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
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    <itemType itemTypeId="8">
      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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            <description>A name given to the resource</description>
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                <text>O usuário e a caracterização de seus hábitos e interesses</text>
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                <text>Souza, Francisca Ribeiro Salgueiro Felisberto </text>
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                <text> Sanches, Fernanda Figueiredo Saraiva </text>
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                <text> Mendes, Maria de Lourdes Arôso</text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>Tentativa de caracterizar os hábitos, interesses e necessidades dos profissionais do nível superior da PETROBRÁS, na área da Guanabara com vistas a um melhor fluxo de informação. Desenvolvimento de um projeto de pesquisa por amostragem para obtenção de dados sobre o usuário com o processador da informação. Análise estatística dessa amostragem.</text>
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                    <text>VII C®GEESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOaiMENTAÇÃO
BELÉM, 29 DE JI^^ÜO A 4 DE AGOSTO DE 1973

C.D.D.021280981
C.D.U,002.6:659.24/,25(81)

TEI-IA

1

AS BIBLIOTECAS E OS CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO EM FUIvIÇÃO
DO SISTEMA NACIONAL DE BIFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA

-

aNICT.

"A DI\^ISÃO DE DCÇtICNTACaO DO DEPARTAITOO DE ADME^STRAÇÃO DO MINISTÉRIO
DA FAZEICA FACE AO SISTK-1A N/vÇIONAJ. DE E^FOPMAÇÃO CIEIvfTÍFICA E TEGNOLSGI
CA

-

SN“ CT":

POk

ELMAiNA DL NIEIEYER RESQUTTA - CR3/7 n9 162
Diretora da Divisão &lt;13 Di^cx^ntentação do Miinisterio da Fazenda - MF
Ex- Assessora RcsT onss'^_l pela Divisão de Docimentação do MF
Ex-Chefe da Billioteca do Hira.c.tá?io da Fazenda
Ex-Bibliotecãria Respcnsávol pelo Setor de Documentação do Escritório de Re
foraa Administrativa do Ministério do Planejamento e Coordenação Geral MINIPLAÍ ...
Ex-Biblictecaria Responsável pelo Setor de Documentação do Instituto de Pe£
quisa Econômica-Sociai Aplicada - IPEA do MBÍIPLAN
Ex-Chefe da Biblioteca do Instituto de Pesquisas da Marinha
Ex-Bibliotecaria-tradutora da DATA^EC/S.A.

TANIA MAJIA 'DJEDES BCTEniO - CR3/7 n9 850
BibliOtecaria do SERPRO (Serviço Federal de Processamento^cte Dados) em Anse
ssoria ao Di.rctor- da Divisão de Docunantação do ffirnstério da Fazenda
Ex-Assesscra Técnica cia .^sessoria Especial do Ministério das Relações Exte
riores
Ex-Supei^^/dso ra Regional dc Recepção Organizada do Ministério da Educação
e
Cultura
Ex-3iblictecária-Analista de Informeção da Organização Internacional do Tra
balho, Suiça
Ex-Bib3iotecaria da Conissãc ao Livro Técnico e Didático
Ex-Bibliotecária do Museu Faraense Emilio Goeldi
___
vH...

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�SUMARIO

P.
1-

INTRODUÇÃO

1

2-

ANTECEIEMES fflST6RICX)S

2-3

3-

PLANO lE TRABAUiO TRIEMAL - 1973/75

3 -4

3.1- CRIAÇÃO DE UMA REDE EE BIBLIOTECAS
3.2- CRIAÇÃO DO SISTEMA INTEGRADO DE DOOKENTAÇÃO E INFORMÃTICA-SIDI

4
4-5

3.3- PLANEJAMENTO DA ORIENTAÇÃO TÉCNICA AOS DEMAIS ÕRGÃOS DO MINISIÉ
RIO m FAZENDA

5

3.4- DIVULGAÇÃO E PROMOÇÃO DAS NORMAS
3.5- PREVISÃO DAS NECESSIDADES ATUAIS DE TREINAMENTO
4-

4.1- OBJETIVOS
5-

1

2

5-6

A DIVISÃO DE DOCUMENTAÇÃO FACE AO SISTE2-1A NACION.AL DE INFORMAÇÃO
CIENTÍFICA E TECNOLÕGICA - SNICT

cm

5

3

7-8

ANEXOS

4

6-7

9

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�1-

DJTRODUQlO

Dentro os ijiiitos e coiiplexos pirobleiras enfrentados pelo

Ifinisté

rio da Fazenda, avulta o das infonrações econômico-financeiras e f5.sco-tribu
tãrias. Tal pxx^blejna requer um planejamento regido por princípios

dinâmicos

da maior iirportância para o desenvol'&gt;ójrento da economia nacional. Assim,

to

dos os conhecimentos relacionados com a politica monetária, creditícia e

fi

nanceira do país são base irrprescindível para os fatores do processo produti
vo que inpulsionam o progresso. /iS infoiirações no Miràsterio da Fazenda são,
portanto, elemento ativo que estimula ao desenvolvimento econômico, ajudando
a promover o maior bam esteir social.
Possibilitando infra-estrutura para a promoção do desenvolvimento
economico do país, não pode o IfLnisterio da Fazanda prescindir de wn

solido

sistema de infomações documentais altamente especializadas. Dentro da
nizaçao fazendãria, o órgão que promove apoie, concernente ã inforrnação

orga
do

cumental, e a Divisão de Documentação - DD, diretamente subordinada ao Depar
tamento de Administração.
A aj.pj-itude das atribuições da DD, como órgão coordenador do
tema de documentação, e a proocupação autêntica emi promover a maior

si£

integra

ção da informação documental fazendãria, determinam o planejamento de

na

neira a possibilitar a foiTuulaçáo de progxaaas de previsão e, consequentemen
te, sua instrumentalização, a fim ce atender ãs necessidades do MF.
Dando cunpriionto ao Plano de Trabalho Trien£íl - 1973/75,

implan

tarã a DD o Sistama Integrado de Documentação e Informática - SIDI, que serâ
veiculado, a longo prazo, através de um Sistema Setorial de Informação

Eco

nômico-financeira e Fisco-tributãria - SSIEIT no SNICT, jã proposto ao QlPq,
cabendo-lhe a coordenação das atividades de documentação do MF, e supervisão
do SSIEFT. (Anexos I e II).

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�- 2 -

2-

AÍ-JTECEDE'n£S KISTOIÍICC-S

A corganizaçao da um sarviço da cocr-LmenTcção no Ministério da
zenda - MF, fora prevista desde cs trabalhos ccnj^antos da Comissão de

Fa

Pvafor

ma e Fundação Getulic Vargas - CRMF/FGV.
En outubro de 1967, pelas Portarias Í-ÍF-GB n9 494 - D.O.

12/10/67

e DG-G3 n9 353 - D.O. 20/'10/67, foi criado um. Grupo de TrabalI'io de

Documen

tação - GTD, a fim de estudar e apresentar ar.teprojeto de implantação

para

um. sistema integrado de documentação no MF, no prazo de 45 dias. Esforçou-se
o GTD no sentido de erigir uma organização ã altura das responsabilidades do
liF na administração geral do país, para atender tanto as circunstâncias

pre

sentes como ãs futuras.
Para a ::inal integração dos diversos setores de documentação

e

bibliotecas iã oxisrentes, .foi então elabcz-ado pelo GTD um Anteprojeto

pro

pendo a criação do Serviço de Documentação - SB, subordinado a um Departamen
to de Administração taibcmi a ser criado. Os citados serviços, setores de
cumentaçao e bibliotecas dos demais orgães ficariam, tecnicamente

do

subordina

dos ao SD. 0 estudo realizado pelo GTD foi entregue ao Diretor-Geral da
zenda Nacional, em decei.Tbro de 1967, pola Cnefe da Biblioteca do MF,

Fa

Pres^

dente do grupo.
De'7Ídamionte apreciado pelo Diretcr-Geral, não foi, entretanto

,

Em decoi.-rencia uo fato, foi criada, tambmn sob a subordinação

da

aprovado.

Direção Geral da Fazenda Nacional - DGFM, uira Cemãssão Coordenadora de

Docu

mentação - CCD - Portaiia MF-G3 n9 590, com. a incumbência de estabelecer
retrizes, promover estudos e adotar medidas, objetivando ã. coordenação,
orientação e ã siperúsão técnica sobre os ergãos setoriais que

cü
a

desenvolve^

sem atividades de documentação.
0 Anteprojeto elaborado pela CCD fei entregue ao Coordenador

Ge

ral da Assessoria de Estudos, Planejamento e Avaliação - AESPA, da DGFN

,

peram nao foi aprovado. Paralelamente foram realizados estudos visando ã uni
fermizaçao cas publicações e da nomenclatura da correspondência oficial

do

MF.
D:i .meados do 1969, a enrãc Caefe da Biblioteca do Ministério

da

Fazenda - BMF, teve a. precípua incumbência cc dinamizã-la e realiz&gt;ar estudos
visando ã sua reestr:uturação dado c RegLm.critc - Bec. 52.223, de 2.7.63 enccn
traio-se obsoleto.
Objetivando, então, nãc mais i;m Sermáçoporém, um Contro de Docu
mentaçao - CEBOC, foi elaborado /x.teprojetc, oclccando-o com,c orgão

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central

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�- 3 -

do sistena de docimentíição feizendãria, a nível departamental, diretamente su
bordinado ao I-linistro de Estado. Embora o projeto tenha sido bem aceito

,

não foi aprovado por Inplicaçõcs orçamentarias.
Senpre com vistas ã melhor funcionalidade da HtF, foi dado prosse
guimento aos trabalhos, adequando o antigo Anteprojeto do CEDOC ã nova

si£

temática erigida pela Refciiria Administrativa (Etecreto-lei 200, de 25.2.67) a
ser inç)lantada no ME.
Em decorrência dessa Reforma, foi elaborado Anteprojeto para cria
ção de uma Divisão de Documentação - DIDOC. Entretaiito, teve este

Anteproje

to que se cojipatibilizor com os estudos de criação de um Departamento

de

Administração que englobaria as atividades de Documentação.
Einalmente foi criado o Departamento de Administração - DA,

pelo

Decreto n9 70.086, de 1/2/72 ~ D.O. de 2/2/72, alterado pelo Decreto

n9

71.322, de 7/11/72, Ret. D.O. de 13/11/72, como orgão central de direção

su

perior das atividades-meio, excetuando-se as de pessoal. A esse Departamento
coirpete exereer, no âmbito fazendãrio, sob forma sistemática, as

atribuições

de planejamento, gestão. ^uper\dsão, controle, coordenação, orientação
execução referentes a administração do material, obras, comunicações,

e
tran£

portes e documentação. (Anexo III).
As referidas atividades estão estruturadas normativam.ente através
de Divisões específicas, como consta no RegLmento Interno DA-Portaria

n9

227, de 15/9/72.
A Divisão de Documentação, calcada nos moldes do Anteprojeto

da

DIDOC, e a unidade de planejaTiento, super^v/isão e coordenação do sistema

de

documentação do ME, cabendo-Ine prioritariamente, a fixação de normas

tecni

cas, o controle e avaliação do mesmo. (Anexos IV e V).

3-

PLANO DE TRABALHO TRIENAL - 1973/75

Pequena equipo de bibliotecárias lotadas na Biblioteca do Ministe
rio da Eazenda, forc?m conrecadas, extraoficialmente, para a elaboração

do

Plano de Trabalho Trienal da Divisão de Dccumentação 1973/74/75, sob a

coor

denaçao da Chefe da BKF. 0 citado Plano de Trabalho previu instrumentos

de

açao que serão desenvolvidos em conformidade com as seguintes estratégias;
a) consolidar no Departamento de Administração as atividades
sistema de documentação fazendãrio, em âmbito nacional;

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do

�- 4 -

b) dimensionar o sistema em todos os seus aspectos, de forma
atingir o nível ótimo da produção, coleta, seleção, tratamento,

a

armazenamen

to, disseminação e recuperação das informações.
Com essa finalidade, a DD devera cumprir 5 programas, através

de

projetos específicos:

3.1- CRIAÇSO DE bm EEDE DE BIBLIOTECAS

Dentro deste Programa, os objetivos a serem atingidos são os

se

guintes:
1) Ampliar e desenvolver a estrutura tecnico-administrativa da Bi
blioteca do MF;
2) Dinamizar e modernizar seus serviços técnicos, acervo e equipa
HEntos;
3) Orientar os órgãos fazendãrios mantenedores de Bibliotecas

e/

ou Seções de Documentação;
4) Proxx3??cionar condições favoráveis a conexão e integração

para

o estabelecimento da Rede;
5) Implantar as lagros padronizadas das Ciências biblioteconõmica
e documentaria referente ã organização e administração de bibliotecas e

de

seções de Documentação;
6) Promiover a introdução dos métodos adequados ãs informações
sicas indispensáveis ao universo fazendário, visando ao seu

ba

aperfeiçoamento

e gradual popularização.
Esses objetivos serão atingidos através da execução de

projetos

específicos:
a) Organização de uma Biblioteca Central;
b) Padronização dos Serviços Técnicos;
c) Planejamento da Metodologia'de Integração das Bibliotecas.

3.2- CRIAÇÃO DO SISTEMA IITTEGRADO DE DOCU:-S\TAÇAO E INPORMÃTICA - SIDI

Neste Programa, os objetivos prioritários são:
1) Promover o estabelecimento de diretrizes e fixação de

normas

padronizadas, aos órgãos fazendárics, na coleta, tratamento, processamento ,
disseminação, reciperação, intercâmbio, preparo de originais e edição
nizadas, visando ã integração da Sistemática documentária;

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padro

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2) Ifcderr.izar’ o proccdirnento dos Serviços Técnicos em

biblioteca

e doCTomentação em vista da necessidade de precisão, concisão e rapidez

na

disseminação da informação técnica;
3) Detarainar- as técnicas de montagem de um esquema de

prestação

de infoiTieçõas bãsicas pr5.oritariamente ãs cúpulas do MF, seus fmcionãrios,
demais õrgãos gove:^amentais ou não, e ao público em geral.
Estes objetivos serão atingidos através de projetos específicos:
a) esquematização e montagem do Subsistema de Documentação;
b) esquemsitização e montagem, do Subsistema de Informática.

3. 3- PLAMEJAi ENTO DA ORIENTAÇÃO TÉCNICA AOS DEMAIS ÕRG.ÃOS DO MINISTÉRIO

DA

FAZENDA

Os seguintes objetivos serão atingidos através deste Programa:
1) Promover o fiel cumprimento das atividades normalizadas

pela

DD;
2) Ma&gt;dmizar os resultados obtidos na execução do Programa de

0

rientação Técnica com o mininio de recursos;
3) Proporcionar uniformidade de tratamento na execução das

ativi^

dades da documentação.
Tais objetivos serão atingidos através do Projeto específico

de

Planejamento da Orientação Técnica aos Órgãos Regionais.

3.4- DIVULSAÇAO E PROMOÇÃO DAS NORMAS
Este Programa tem os seguintes objetivos:
1) Dar uniformidade de tratamento no processo de comunicações
divulgação das Normas;

na

" ~

2) Maximizar os resultados obtidos com o mínimo de recursos;
3) Promover o fiel cimprimento das atividades normalizadas

pela

DD.
Tíiis objetivos serão atingidos através do Projeto específico
Divulgação e Promoção das Normas.

3.5- PREVISÃO DAS NECESSIDADES ATU/iES DE TREINAMENTO
Dentro deste Programa, os objetivos são os seguintes:

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de

�1) Proporcionar ao Sisteira de Eocuirentação uma adequada infra- e£
trura de pessoal técnico e auxiliarj
2) Promover a ampliação da rede de treinamento visando a obter

a

melhoria dos padrões de desempenho dos serviços;
3) Promover a ampliação das partes de recursos financeiros

nece^

sarios para fins de contrato, e convênios com organizações e instituições na
cionais e internacionais.
Estes objetivos serão atingidos através do Projeto específico

de

Previsão de Treinamento de Pessoal.

4-

A DIVISÃO DE DOCUMENTAÇãO FACE AO SISTB-IA NACIONAL DE INFORMAÇÃO

CIENTÍ

FICA E 'IECNO]jOGIC:/\ - SMICT

A implantação do Sistema Integrado de Documentação e

Informati

ca - SIDI, decorre da necessidade existente no MF de um orgão que

coozxJene

as atividades de documentação. Assim, a DD devera implantar o SIDI que visa,
em ultima análise, fornecer material bibliográfico necessário para os

estu

dos e pesquisas dos demais órgãos do MF.
0 SIDI englobará as atividades de coleta, tratamento e

dissemina

ção de informações documentais no MF, fijncionando em regime de descentraliza
ção de competência e centralização de técnicas de processamento (Anexo I).
Inicialmente, o SIDI deverá preparar informações, tais coimo
blicações oficiais. Posteriormente, serão disseminadas variadas

pu

informações

documentais: artigos de periódicos, livres, folhetos e outros.
0 SIDI será alimentado, primeiramente, através do Plano Integrado
de Produção Editorial Fazendária - PIPEF, que fará levantamentos iniciais pa
ra coleta das publicações oficiais. Pipos ^ o PIPEF alimentará a Rede de

Bi

bliotecas - RB e a Rede de Documentação - RD.-As publicações coletadas

pas

sarão pelo processamento técnico necessário e estarão prontas para a dissemà
nação.
Os setores, turmas, grupos, equipes de documentação do MF

funcio

nando nas sedes das 10 Regiões Fiscais sob a jurisdição deste ttinisterio

,

deverão se intercoimunicar e interatuar com a Rede de Documentação.
A RD dará orientação técnica aos Setores de Documientaçao que

e£

tão administrativairente subordinados aos Isucleos Regionais de Administração
e, aos outros setores que se localizam nas sedes das 10 Regiões Fiscais
que estão administrativamente subordinados a outros órgãos do Ministério
Fazenda.
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e
da

�- 7 -

Cada Região Fiscal que possui uti setor de documentação devera ser
sede de uma UrJ.dade Operacional do Sistema Integrado de Documentação e Infor
mática. As Regiões Fiscais que possuirem mais de um setor de documentação

,

contarão com uma Unidade Operacional e outras subunidades operacionaj.s.
A Rede de Bibliotecas tera, inicialmente integradas os que se
calizam nos dois Núcleos Regionais de Administração, com exceção de Sao

lo
Pau

lo, que ainda não conta com um Núcleo. Entretanto, pela importância da Região
abrangida já está sendo instalada a Biblioteca RegicnaL de São Paulo, sob
orientação da DD, que, para isso está elaborando um Projeto específico,

a
em

moldes os mais avançados.
Serão pcsteriormente integradas ã Rede de Bibliotecas, aquelas b^
bliotecas que estão ad^únistrativamente subordinadas a outros órgãos do
nistcrio da Fazenda.
A Rede de Informática será implantada, a longo prazo,

inicialmen

te, deverão scr automatizadcis as bibliotecas que se localizam nos Núcleos Re
gionais de Adirànistroção. Posteriormente, a utilização de processamento

ele

trônico de dados se estenderá a outras bibliotecas, subordinadas administrati
vamente aos demais órgãos do Ministério da Fazenda.

4.1-

OBJETIVOS

a) estabelecer uno. infra-estrutura de informações documentais

no

campo econômico-financeiro, fisco-tributário, creditício, monetário, visando
ã sua imediata disseminação aos órgãos fazendários;
b) consolidar a documentação fazendária, elaborada e publicada por
outros órgãos, em âmbito nacional;
c) compatibilizar e integrar os diversos sistemas

desenvolvidos

por outros órgãos consultivos, de execução e de disseminação de

informações

documentais;
d) coletar e permutar, em âmbito nacional e internacional, as

in

formações document£ãs necessárias ã implantação do SIDI;
e) servir como central de consultas para os órgãos de

administra

ção direta e indireta do MF, visando, em última análise, a longo prazo,
estabelecimento de um

ao

Banco de Dados.

A DD deverá integrar-se aos objetivos do SNICT, através da

inclu

são do SIDI no Sisrema Setorial de Informação Econômico-Financeira e Fisco Tributária - SSIEFT, já proposto ao Conselho Nacional de Pesquisa.

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�Foi previsto que o SIDI tome-se operacional a partir de 1974. En
tretanto, sua execução já vem enfrentando uma serie de obstáculos de

ordem

tecnico-administrativa, os quais, superados, nos levarão ã consecução

dos

objetivos propostos.
Acreditamos que, assim, mediante o desenvolvimento do SIDI, conpa
tibilizado com os princípios básicos do SÍTICT - tarribám prevista sua

irplan

tação a longo prazo - possa a Divisão de Documentação extrapolar as

frontei^

ras do Ministério da Fazenda, prestando seus efetivos serviços em âiribito
cional e internacional.

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�DEPARTAMEHTO

DE

ADMINISTRAÇffO

�AííEXO IV

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�KEFERÊNCIA BIBLIOGR^ICA

MESQUITA, Elyanna Mianeyer &amp; BC'TE!i-:C, Tajiia l'ara G. A Divisão de ' Documen
tação do Deparijcjoanto de Adrrdnistrgçep do Ministério da Fazenda
face
ac Sistem I-Iacicnal de Informação Cientifica e Tecnológica - SNICT. Be
lem, 1973

RESUMO
Trobalho de síntese sobre a posição da Divisão de Documentação do Ministe
rio da Fazenda face ao Sistema iiãcional de Informação "Científica e Tecno
lógica - S^-JICT: 1) expõe ^sobre os problemas ces informações econômico- fi
nanceiras e fisco-tr^utárias que deverão integrar-se para formar o
Si^
tema Setorial Fazen'dario, que será conpatibilizado com os princípios
ba
sicos do SMICf; 2) fornece os antecedentes históricos para a firal
cria
ção da Divisão de Docuirientação; 3) srrtetisa os objetivos do Plano de Tra
balho l^ienal 1973/75 da referida Di\dsão, conpatibij.iz^do-o
a
par
ticipação do ^Sistema Integrado de Docunentação e InforriHtica - SIDI,
ao
SMICT, através^de um Sistema Setorial de Informação Econômico- Financeira
e Fisco-Tritutária. Inclui anexos.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text> Informação (aspectos científicos) </text>
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                <text> sistemas de informação</text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>Trabalho de sistemas sobre a posição da Divisão da Documentação do Ministério da Fazenda face ao Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica – SNICT: 1) expõe sobre os problemas das informações econômico-financeiras e fisco-tributárias que deverão integrar-se para formar o Sistema Setorial Fazendário, que será compatibilizado com os principais básicos do SNICT; 2) fornece os antecedentes históricos para a final criação da Divisão de Documentação; 3) sintetiza os objetivos do Plano de Trabalho Trienal 1973/75 da referida Divisão, compatibilizando-o com a participação do Sistema Integrado da Documentação e Informática – SIDI, ao SNICT, através de um Sistema Setorial de Informação Econômico-Financeira e Fisco-Tributária. Inclui anexos.</text>
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            <description>A language of the resource</description>
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        <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/16/980/Febab_Documentacao_Socio_Economica_Tema_V_Com01.pdf</src>
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            <name>PDF Text</name>
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                  <elementText elementTextId="13147">
                    <text>72 COIÍGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belém,

29 de julho a 4 de agosto de 1973

CDU:

001.815

:

03

ORGANIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA - DOCU!'ffiNTAÇÃO
SÓCIO-ECONÔMICA

”PROJETO DE ÍRTDICE PARA UMA ENCICLOPÉDIA
GERAL PUBLICADA EM FASCÍCULOS”
por
Maria Nazareth Ferreira, Bibliotecária do Centro Brasileiro de
A^lise
e Planejamento.
CRB - 82 Região Reg, Provisórios

BELÉM - PARÁ
1973.
^ SÓCTO..econ.

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19

�PROJETO DE ÍNDICE PARA UÍ4A ENCICLOPÉDIA GERAL,'
PUBLIC/OA EM FASCÍCULÜS

Maria Nazareth Ferreira*

FERREIRA, M-No = Projeto de índice^^para tur.a enciclopédia
geral, publicada em fascículos, São Paulo, 1-972„
(Apresenta
do ao 1- Congresso Bra.sileiro de Biblioteconomia e
Documen
tação, Belém, 1973)
RESUMO; Projete para uma enciclopédia geral trazer^um
índj.
ce - mesmo sendo publicada em fasciculoso
Apresentação da metodologia empregada a este tipo específico de índice, que sera
publicado parcialmenta (ã medida que sair um volume
completo,
sairá um índice parcial) mas que também deverá sair um
volume
total, contendo todas as informações já publicadas pelos
índi.
ceo parciaiso
Apresentação também da metodologia^aplicada
no
tratamento das remisslvas (das partes publicadas às partes ain
da não publicadas)»
UIIITgRMOG; índice: enciclopédias| enciclopédias
em tàscxcuTõs: índice; índices planejamento»

I.

publicadas

INTRODUÇÃO

0 índice é indispensável a qualquer obra,
utilidades,

peis dentre

outras

serve para indicar de maneira racional e completa,

o conteúdo da mesma»

No caso de enciclopédias gerais que

maioria das vezes são organizadas em ordem alfabética,
ce tem também cutras finalidades importantes»
re-oe ao próprio conteúdos

na

o

índ^

Uma delas

refe

por enciclopédia geral,

entende-se

uma obra que repertoria todos os rames" do conhecimento humano,
advindo daí, uma grande variedade de assuntos.

Aqui,

a função

do índice não é apenas indicar os assuntos contidos no~~— texto
da obra,

mas também reunir o que está disperso em todos

os

*■ Bibliotòcária-Chefe do Centro Brasileiro de Análise e
Plane
jamento»
Professora contratada do Departamento de
Cultura
e Comunicação da Escola de Comunicação e Artes da Universida
de de São Paulo»

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�2
seus valores o
Essa reunião devera,

entretanrc,

cer racioxial a niivx-.ei.ica,

não o indlce corre o risco de cer tao ertenso quanto a
Por outro lado,

se-

obruo

deverá ser táo completo quanto o textoPode-

mos mesmo afirmar que deverá suprir certas deficiências do con
teudo da obra,

como por exem.plo,

a reunião dc assuntos correia

tos que estão separados devido ac arranjo alfabético^

Uma en-

ciclopédia geral pressupõe um tipo de publicação destinada
leitores cuja demanda são assuntos gerais a iiivel médio.,

a
A en

ciclopedia geral dxsr.ina-se realmante á juventivlo prc-un:\versi
tarxa e an pubiicc

em gere.1.

Pensamos qxic para. o ixíd.ice

prir o objetivo acima descrito,
modo,
do,

necessitro ser elaborado de tal

que os assuntos sejam localizados com eficáci-a,

entretanto,

cum-

de cstruturamexeto

não

sen-

sofisticado..

Os índices existentes cei obras desse gênero,

opta:'', pelo

sí.ste_

ma de entradas cm ca.caça3.aos de assuntos o; pa3.av:cas-chave,
xando para as enciclopèdias ecpecializ.adas,
das em unitermos,

dei

o sistema de entra

cíescritores e tensos permutados.

Visando oferecer aos leitores um Índice cue comura suas final.l
*
^
I—.
dades,

recorreremos a todos esses tipos de entradas,

fundindo-

as de acordo com as necessi.dades des verbetes.
É evidente que a definição desses tentos técnicos .interessa apenas a quem estj.ver trabalhando na indexação,
gia de trabalho;

txguindo ã :*isc-a esse sistemo..,

como métodolo c indice

cres

cera dentro de uma ordem lógica,- com as palavras obedecendo
■uma hierarquia natural.

a

'—

A escolha das palavras que vão rcepresentar e texto nc :tndice,é
ijm aspecto que deve ser encarado cem grande serciedade,,

3

5

6

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0 uonto

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�3.
aito do tra.balho,

II.

reside na escolha acertada dessas palavras.

ítJDICS

Un índice compõe-se da localização e descrição dos
elementos extraídos de um texto:

pessoa,

lugar,

seguintes

coisa e aconte

cimento,

1. MODELO
Tendo em vista o exposto acima,
ce,

optamos por um modelo de

índi

como sendo o mais indicado para lograrmos nosso objetivo,

1.1. DESCRITORES
Os verbetes importantes que chamaremos de DESCRITORES são aque
les cuja variedade de informações é tão vasta,
tes

são seus tópicos.

Esses verbetes

são geralmente

continentes e grandes assuntos como História,
ra etc,.

Aparecem em margem pendente,

quanto importan

Arte,

países,
Literatu-

em NEGRITO,

Exemplo:
BRASIL: República Federativa Sul-americana,
composta de 23 Estados, 4 Territórios
e
1 Distrito Federalo
Extensão:
8.511,965 km2 (mais de 45% desta
garte
do continente)o
População: 94 milhões de
habitantes.
Capital: Brasília,
B-lOO 133.«c.

1.2.

SUMÁRIO

0 modelo de índice escolhido reunirá,
especie de SUMÁRIO,

- dentro do verbete,

as várias informações próprias desse verbe

te e que para serem retratadas no índice,
neira sua extensão.
leitor,

2

3

numa

aumentariam

sobrema

Além de facilitar a consulta por parte do

esse artifício permitirá a inclusão completa do texto,

4

5

6

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�4
abrcngendo tanto conceitos geraisj
de países e continentes,
tos comoí

cct.o específicos^■

caso

o SÍIMASIO reunirá os principais aspec

a) área abrangida| b) divisão política5 c) origem do

nome; d) moeda;

e) forma de governo;

h) precipitações,

temperatura,

f) população; g) a terra;

relevo etco;

i) produção

mica (macroeconomia); j) educação; k) transportes e
ções;

Wo

1) estatísticas; m) gráficos,

tabelas,

econô

comunica-

diagramas; n) ma-

pas políticosc
Ho caco de grandes assuntos,
etc,,

ccmo Historia,

Literatura»

o GUIiáRIO reunirá seus pr.rrolpaís aspectos, vm

de figuras,
países,

obras e fatos representativos,

Arte

,

esquema

sem levar cm

conta

regiões etc„o

Exemplo %
ERASILs República Federat:lv*a Sul-americana,
composta de 23 Estados, 4 Territórios
e
Distrito Federal o
Extensão s
8 &lt;,511 o 965
l&lt;m2'(mais de 45% desta parte do continen
te)c
População: 94 milhões de
habitantes.
Capitai: Brasilia, E'-1C0-133; Suma
rio t B-128-130

I'Tote-se que dentro do texto,
sária.

Ho índice,

o SUlláRIO traz a informação nece£

depois de caracterizado c verbete,

aparece

rá simplesmente a indicação SUI^áRIOp
É evidente que alguns aspectos ainda poderão aparecer
SUB-EHTR/jlAS ou ENTRADAS AUTÔN0M/.G, mas mesmo assim,

como
reduzire

mos de muito a extensão do verbete^

cm

1

2

3

4

5

6

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�5.
i,3. REFERÊNCIAS
Tcinbém,

para esses verbetes muito ricos em dados,

mão de um outro recurso,

lançaremos

sempre tendo em vista bem informar

leitor cem prejuízo do espaço da enciclopédia.

o

Sob uma

pala-

vra que convencionaremos chamar REFERÊNCIAS,

listaremos

todas

ac referências feitas ao verbete em questão,

em quaisquer volu

mes da enciclopédia,
dac.

num sistema perfeito de remissivas

Ce o verbete exigir,

rências bibliográficaso

de uma palavra,

apresentaremos aqui também as refe-

íío finai do texto do verbete,

então a. seção REFERÊNCIAS,

cruza

teremos

que no indico usará apenas o espaço

aglutinando toda a rede de informações

sobre o

total da enciclopédia.

Exemplo:
BRASIL: República Federativa Sui**^americana,
composta de 23 Estados, 4 Territórios
e
1 Distrito Federal,
Extensão: 8,511.9ô5
km2 (mais de 45% desta parte do continen
te)e
População: 94 milhões de
habitantesc
Capital: Brasília,
B-iOO-lõõj Sumário: B-128-130J Referências: B-133...

4.

ILUSTRAÇÕES

Iiuctra.çoec e outro tipo de entrada que deve aparecer uc
ce,

í^di

reunrndo toda espécie de estampa ou gravura que i.lustre

te::to.

Por ilustrações entendemos mapas,

desenlios,

fotos,

gráficos,

o

diagramas,

etc„„

Exemplo:

cm

2

3

4

5

6

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�6
BRASIL: República Federativa Sul-american^
composta de 23 Estados, 4 Territórios'è
1 Distrito Federal„
Extensão; o.oo....
8.511,965 km2 (mais de 45% desta
parte
do continente).
População; 94
milhões
de liabitantes.
Capital; Brasília,
B100-1335 Sumário; B-128-130?
Referencias; B-1331 rrSstraçoes; B-lOOT
lü2,
Tir57 109.,, 5 132c

1.5. SUB-ENTRADA
Um verbete caracterizado como um DESCRITOR,
nas com SUíiÂRIO e REFERÊNCIAS;
das,

não se formará ape

serão necessárias outras entra-

complementando a sua rede de informações.

GUB-ENTR/JjA ou ENTRADA SECITNDÃRIA,

Uma delas é

a

São entradas que salientara

assuntos importantes dentro do verbete ou a ele

correlatos,

mas que não possuem entrada própria no texto da

enciclopédia

e sim faz parte do verbete ou de outro assunto.

As

DA.G colocam-se logo abaixo da entrada principal ou
um tanto recuadas,

SUB-ENTRA
DESCRITOR,

sem sobressair ao corpo de i.ndicação do ver

bete.

Exemplo:
BRASIL; República Federativa Sul-americana,
composta de 23 Estados, 4 Territórios
e
1 Distrito Federal.
Extensão; 8.511.965
km2(mais de^45% desta parte do continen
te). População; 94 milhões de
habitantes.
Capita!Lí .Drasíl5.a„ B-100-133; Sumá
rio; B-128-130; Referências; B-133; Ilús
trações; B-lOO, TÜZ',“ÍI)5‘r'T09„..
abolição; B-110; ver também? A~79; E*
academia; B-113; ver também; A-81
administração: B-ilO
câncer: E-120; ver também; C*
flora; 3-109; ver também; ?*
* Volumes ainda não publicados

3

5

6

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li/

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�7.
paisagems
roedors B‘-3-25 5 ver Uairibènis
Z*
Gufrágio; B-lÓSi ver tambêr.; P^-urucuins vers I*
vestuários 3-131 j ver t^bèias M*
xadrazs B~13i| ver tambéms E*
J*
X*

lo6,

ENTRADAS AUTÔNOÍIÁS

Ainda tratando das possibilidades de entradas no lnd:.cej
cem ac EtTTRADAS AUTOMOMAGo

apare

Estas podara aparecer ao final

de

um DE3CRIT0R, mas aparecem no texto da obra como cabeçalhos de
assunto o
FERÊNGIxAG,

Conforme a sua importância,
ou um cu outra,

tica. e aparecem em NEGRITO^

poderrao ter SUMARIO e RE

Estáo localizadas em orcem
como o DSSCRITOR,

assuntos especiais dentro do DESCRITOR-,
prias,

alfabe

Funcronam

ten.io entradas

como
pró-

pelo que são chamadas ENTRADAS AUTÔNOIIAS„

Exemplo s
BRASIL, Universidade dos
conjunto de lA^e£
colas, insti.tutos. Museu Nacional e
faculoa.des 5 originot.i”se da Universidade do
Riq de Jane5.ro, sendo lioje a m.aior
do
país,
B^^lSS-lSSo

lo7, OUTRAS ENTR/OjAS PRINCIPAIS
Outro tipo de entrada principal,

e aquele que não tem,

obriga-

toriamente, nenhuma relação com o DESCRITOR que a antecede. Co_
mo os índices são arranjados en ordem alfabética,

poderá

ocor

rer que o sissunto tratado seja um desdobramento do anterior ou
pode ser completamente diferente,

* Volumes ainda não publicados

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�E:cemplo;
BRASILEIRIGMO; termo aplicado a todo
traço
caractericticamente brasileiro, B°140

Chamamos a atenção para a possibilidade de elaborarmos um índ_i
ce que seja ao mesmo tempo irnia espécie de dicionário,
ser ana.lítico e remissivo,
tores,

além

de

Isso viria. a aj^udar e muito os lei

se levarmos em conta a variedade e incorreção de termi-

nologias existentes em nosso idioma,

além de contribuir

para

a forma.ção de um vocabulário próprio da enciclopédia.
Terá vantagens sobre os índices comuns,

se além de indicar

lugares onde o consulente pode encontrar as informações

os

sobre

o assunto que o interessa nos vários fascículos,

oferecer ain-

da. uma definição concisa da expressão ou palavra

correspondeu

tes,
Isso tomará o índice perfeito para a finalidade a que se
tina,

de£

c.lém de tomar agradável o seu manuseio.
Exemplo;
BRASÍLIA; nova capital do Distrito Federai,
inaugurada a 21 de abril de 1960,
B-143
-150j Sumário; B-149j Referencias;
B1501 Ilustrações; B-141TJ T4'9,, T5ü,

Se não pudermos,
a enciclopédia,

entretanto,

toda.

pelo menos para determinados verbetes ela

torna indispensável.
fa.s,

elaborar essa definição sm

É o caco de palavras homônimas a homógra

palavras pouco conhecidas e biografados.

exigem essa nota,

ce

Os biografados

cujo teor deverá cobrir os dados

tais para. a sua identificação;
fór o caco) nacionalidade,

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data de nascimento

atividade exercida,

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fundamen(e morte

se

área em que

se

16

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18

19

�9
dectacou,

obras produzidas stC o n
Siísmplo;
BRASILIENGE, Américo (1833-1896)
Político
brasileiro, nascido em São Paulo; maçora,
livre-pensador, fez a propaganda, republi
cana; foi presidente de São Paulo (18917
e ministro do Supremo Tribunal
Federal
(189A)o
B-160c

1,8, REMIS S IVAS CRUZ/ADAS
0 sistema de remissivas cruzadas serve para remeter o
de uma pa.lavra pouco usada,

leitor

para outra de uso corrente..

As

REMISSIVAS CRUZADAS não são propriamente entradas,, mas
Servem também p ara reiacion.ar

itens de referências.

que alfabeticamente estão
cem apenas no índice,

separados,

sim
assuntos

Essas remissivas

nã-o sendo identi ficadas no

apare-

exto da obra.

Existem dois tipos de RElélSSIVASs ve^r e ve:: J;.ambé:':i.,

Funcionam

dentro do seguinte mecanismo;

REMISSIVA VER

remete da palavra nao usada, para
a
de uso corrente,
Exem.plc;- AEROPLANO;
ver A.VIAC (quando não aparece o^verbe
te AiEROPL/dtó, mas o verbeze áVIÃO)Me^
mo não aparecendo no texto o
verbete
AEROPL/ddO, precr.sa aparecer no índice
pa.ra ser anulada.

REMISSIVA. VER T/MBÊM relaciona^assuntos que
devido
ao arranjo alfabético astao
separados, mas contém infermaçees
correlatas ,
Exemplos RSSX'OdiíC'L.a..; ver também
;erao
MORADIA (em ambos overbetes
encontradas informações).
0 índice de xima enciclopédia gorai publicada em fascículos,
ré um problema até agora inédito nesse campo.
a.parecer era partes,

te

de Ia

o foto

tomando impossível a elaboração do índice

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�10.
apoG o término da composição de seu texto, mas publicando
dicec parciais,

Isso dificultará a indicação exata de

tos indexados em uma determinada letra, mas que

A

solução

encontrada é a de remeter apenas à letra era questão,

tor,

Para isso,

assun-

eventualmente

aparecerão em outras letras ainda não publicadas,

a paginc^ção,

ín

omitindo

deveremos dar uma explicação ao

infoinnando que tal volume ou letra ainda não foi

lei-

publica

do.

2, METODOLOGIA
2.1. 0 INDEXADO?.
A. preparação de um índice exige do indexador certos requisitos'
indispensáveis,
ca,

como ter bom senso,

hábito de concisão e

légi

C indexador precisa colocar-se no lugar do leitor para me

Ihor desempenhar sua tarefa.,
dor deve,

pelo índice,

e levá-la a bom termo,

0 indexa-

localizar a obra de todos os modos

pe

los quais ela poderá ser procurada.

2.2, ELEMENTOS
Da determinação do assunto,

quer seja um fato, um local, um no

me, "uma personagem, uma data,

enfim tudo que possa

ao leitor e ser objeto de procura,
ce,

interessar

depende a exatidão do índi-

C assunto escolhido é expresso em palavra ou grupo de pa-

lavras que vão determinar a ordem alfabética do índice,

e

que

recebem a denominação de cabeçalho.
Por sua vez,

o cabeçalho poderá ser modificado ou restringido,

com palavra ou grupo de palavras breves e objetivas,

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formando

�ac modificaçõec,
vucLiido a modificação sofre divisões e sub-divisõesj

passa

a

ser charaaida entrada secundária.
Selecionados os termos que determinam os assuntos,

há

necessi

dade de relacioná-los com o texto por meio da designação da pá
gina ou páginas e que no caso dos volumes àinda não
dos,

publica-

e como não podemos determinar o tamanho de cada

serão relacionados apenas com a letra.

volume,

É necessário fazer tam

bem uma projeção de cada assunto por todo o corpo da obra,
ra fica.r a possibilidade de seu aparecimento em outras
ainda não publicadas.
necessárias.

Em caso afirmativo,

Todo esse trabalho de seleção deve ser feito

outros verbetes vão sendo indexados,
da uma nove. letra ou volime,

ã medida

em
que

Toda vez que fôr publica

far-se-á a revisão de todo o

fi

colocando a paginação e assim completando a indicação

dada na letra anterior,
tas mesmas fichas,
dice final.
ção,

letras

fazer as REMISSIVAS

fichas para a devida atualização de informações,

chário,

pa

agora atualizadas,

para a elaboração do ín-

A reunião destes elementos:

entrada secundária,

o caso),

Isso possibilita o aproveitamento de£

cabeçalho-

modifica-

letra e número de página (quando

fõr

formam o que chamamos entrada de índice ou verbete in

de:cado,

_

2.3. TÉCNICA DE INDEXAR

,

0 indexaCiOr deve assenhorear-se plenamente do assunto da
e, utiliza.r dicionários de antônimos e sinônimos,

obra

como fontes

auxiliares para determinação correta dos termos a serem usadoa

3

5

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�12.
A indeiíação é flaxível e não pode estar presa a regras
das,

embora obedeça a certa uniforaização»

tes de mais nada,

rígi-

Deve objetivar,

a que tipo de publicação é destinada,

an

procu

rando atender ao caráter simples de uma enciclopédia geral.
Na escolha dos termos deve ser levado em conta;
a) evitar título de trabalho,

senão todas as

entra-

das serão subordinadas a ele;
b) o leitor a que se destina,

empregando termos ade-

quados;
c)

sinônimos deverão constituir remissivas VER,
é,

anular palavras não usadas,

evitando

isto

duplica

ções I
d) os termos correlatos formarão as referências,

que

deverão ligar-se com a remissiva VER TAMBÉM;
e) nomes específicos,

sempre que possível,

em

lugar

dos genéricos;
f) adjetivos so deverão ser usados quando qualifican
do sub s t antivo s;
g) não usar palavras sem importância;
h) escolher termos usados no texto,

tanto quanto po£

sível;
i) as frases e os nomes de_pessoas,
dos,

serão

inverti-

para que a palavra mais significativa deter-

mine a entrada;
j) nomes,

datas,

fatos,

locais,

devem ser completos,

mesmo que no texto não o sejam;
1) padronização no emprego dos termos quanto ao nume

3

5

ro

(singular ou plural)

6

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m) não junttir doic assuntos ninn só cabeçalho |
n) nunca entrar por preposição,

conjunção ou artigos

o) deverá ter entrada dupla oitando ambos os assuntos
(cabeçalho e rnodificaçoas)
Exemplos

têm grande

interesse^

assuntos com tratamento geográficos

AGRICULTUkAs

AI4i^.ZÒI:ÍIAs AííAZONIAs

AGRICULTURA

Gão os chamados TSRMOG PERMCTACOS,
p)

iistar tc ;lac. c.s abr^::'/iacuras usadas..

Será neces*'

cário explicar os seus si.gnlfiçados pera orientar
os Icitorois..

2o4o APRESEiSTiAcãO
As entradas princips.is estara.c f \
as cub-entradas,

p-.rde.ot.e,

ictra minuscuIa;

e.) NEGRITO5

SLif.Ai;“.0,REFERÊn

CIAS e ILüGTRAÇOF.G cue apaccccírac denteo óa dascri ,.ao d:&lt; verbe
te,

deverão ser grifadoCc

A paginaçao que so aparecerá nos voiximes cujas le. ras já estiverem publicadaS;

pode ser 5/ndicada sc pela pr5.Tno.':a pagina on

de o assunto e mencionadoj
e contínua.0

Exemplo;

e pela última,

15-.19o

quao.do a

Consideramos a prbteira

aquela era que o assunto c in,'.ciado e r:ãe_ sc aqm.la
csioeçallio escolhido aparece,-,
tratado esporadicamente^

Exemplo;

sadac sao em lir^a e em_ P.'ã-.á.^2.”

2

3

o

Sntrre.tantocuands r a.ssunto

12„

14,

Os xncices sao aoresentaecc de. várias fo.mas,,

cm

página

'.-m ^ue

cm págin-'"G não consecutxv .s,

ção deve ser 5.ndopendei.it:e^

em 1 inlia,

'nforrnação

que é a mais fácil,

Digitalizado
gentilmente por:

18 e

e

a .anota?.2-i8o

porém as mais u-

Optamos pe.la ap .'esentação

pois as ifiodiv:ic,açocs

f ambem obe-

I Sc a H
st e m
14

15

16

17

18

19

�14 o
decem ao arranjo alfabético,

o que facilita a consulta.

A pontuaçao usada será a seguinte;
a) dois pontos

(;) depois do cabeçalho e quando exi£

te modificação;
b) ponto e vírgula (;) para separar as entradas SUtó
RIO,

REFERÊNCIAS e ILUSTRAÇÕES dentro do verbete,

assim como para mandar para outro volume (remissi
vas VER e VER TAMBÉM);
c) vírgula (,) para separar a informação de

pagina-

ção e as páginas e letras não consecutivas;
d) traço

(-) para unir a indicação das páginas e le-

tras consecutivas.

Não há pontuação final.

É preciso que no volume do índice apareça uma explicação

sobre

o mecanismo de seu funcionamento,

quais

entre outras coisas,

as informações que o leitor encontrará sob a rubrica

SUMÁRIO

e REFERÊNCIAS.
Tanto a feitura como a apresentação do índice devem ser cuidadosamente revisadas para evitar omissões ou enganos.

3. CONGLUSOES
A elaboração deste índice da maneira pela qual projetamos,
impede que a sua publicação seja parcial,
mente apresentados,

em volumes periódica

ou de periodicidade irregular,

em im volume final.

Digitalizado
gentilmente por:

não

ou

ainda

�15
Gomo ele deverá ser feito concomitantemente com os textos

da

enciclopédia, não haverá nenhxjm problema.
Se for publicado parcialmente,
me acumulado,

pretendendo sair também lam volu

quando a enciclopédia estiver pronta,

final estará em condições de ser publicado*

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

o

índ?-.ce

�</text>
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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Projeto de índice para uma enciclopédia geral publicada em fascículos</text>
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                <text>Projete para uma enciclopédia geral trazer um índice - mesmo sendo publicada em fascículos. Apresentação da metodologia empregada a este tipo específico de índice, que será publicado parcialmente (à medida que sair um volume completo, sairá um índice parcial) mas que também deverá sair um volume total, contendo todas as informações já publicadas pelos índices parciais). Apresentação também da metodologia aplicada no tratamento das remissivas (das partes publicadas às partes ainda não publicadas).</text>
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                    <text>7° CONGRESSO 3RA3ILSIR0 D E BI3LIOTECC::OíiIA E DOCUI;BI-ITAÇÃO
Beleiii,

29 de julho a 4 de agosto de 1973

CDU 02(094)(81)

DOCUHSIJTAÇÂO JURÍDICA S ADklIII3TRATIVA

LEGISLAÇÃO FEDERAL DE 3I2LI0TSC0Í-I0LIA
E ASSUIÍTOS CORRELATOS:

1964-72

por

hlLCiiJi FREDERICA

LAÜRA CORRÊA OLIVEIRA

+ Bibliotecária - Assessor Administrativo, responsável pela
Biblioteca da Procuradoria Geral da JustÍL
ça. Porto Alegre, RS - CR3-10/33
++ Bibliotecária - Dirigente-da Equipe de Pesquisa e Documen
taçao da Consultoria Geral do Estado, Por
to Alegre, RS - CRB-lO/ll ^

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�1

APHESEKTAÇAO

No intuito de divulgar a legislação
tecononia e assuntos correlatos,

sobre Eiblio-

foi apresentado, pelas Bi-

bliotecárias Keloisa Benotti Schroiner e Haria Helena Davi,
o trabalho EKENTÁRIO DA LEGISLAÇÃO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA E ASSUNTOS CORRELATOS 110 BRASIL:

I96ÍJ-I97O,

por ocasião

da III Jornada Sul-Rio-Grandense de Biblioteconomia e Documentação,

realizada em Porto Alegro,

Como proposição,

Rio Grande do Sul,

as Autoras sugeriram que o

selho Federal de Biblioteconomia,

Con-

através dos Conselhos Re-

gionais, procurasse divulgar a legislação federal de inte resse para a classe,

0 Conselho Regional de Biblioteconomia,
Região,

sentindo o quanto esse conhecimento

te para os profissionais,

nao

legislação biblioteconomica,

10^

seria importan-

so procurou dar publicidade a
como

dos bibliotecários da região,

da

também propos-se,

através

a revisar e atualizar

a men-

cionada legislação.

Aceitando sugestão do CR3-10,

atualizamos

a

le-

gislação federal de Biblioteconomia até dezembro de 1972,
Alguma legislação foi inserida entre os anos de
assim como anterior a 1964,

porque foi

vel a uma melhor complementaçao do

cm

1

2

3

Digitalizado
gentilmente por:

(ieraclBnenw

1964-7o,

julgada indispensá -

trabalho.

&gt;S

14

15

16

17

18

19

�li' •

-blBLIOTECA ilACIOtJAL - íjRAsXLxA

X.IÍÁ5IL.
acr.

Conselho de hinistros.
1962,

Decreto n.

Constitui Coinissao para estudar medidas

necessárias a criaçao,

organizaçao

Biolioteca Nacional de Brasília.
sília,

BRA5IL,

A maio I9S2, p.

4.9A7.

Leis,

etc.

21 out/,

927-A.- 27

decretos,

1969.

e instalaçao da
Diário Oficial, 3ra

Decreto-lei n.

1.048 -

Cria a Biblioteca Nacional para assun

tos educacionais e científicos e dá outras providenDiário Oficial, Brasília,

21 out.

8.957.

I969,

p.

i

csIa;LIOTSCA NACIONAL - NIC DS JANEINO

-íRADIL.

Leis,

27 abr.

decretos,

I9AA.

etc.

CURDO 3

Decreto-lei n.

6.4í'-0 -

Dá nova organização ao Curso de 3i'olio

teconomia da r:.iblioteca Nacional.
Rio de Janeiro,

2

2 maio 19^&gt;^-, p.

Diário Oficial,

7.769,

7.771,
3

.

Decreto n.

15.395 -

2? abr.

1944.

Aprova o re

gulamento dos Cursos da Biblioteca Nacional.
Oficial,

-RASIL.
1962.

Rio de Janeiro,

Conselho de Linistros.

p.

Decreto n.

Altera o regulamento dos Cursos da

Nacional,

aiorovado pelo Decreto n.

abril de 1944.
P.

2 maio 19^.'-4,

Diário Oficial.

15.395

Brasília,

Diário

7.772-4

550 - 1 fev.
Biblioteca
de 27 de
2 fev.

1962.

1.4'!-3-5.
5

Digitalizado
gentilmente por:

�3
ERA3IL.

kinistério da Educação

do Kinistro.

Portaria n.

e Cultura.

627 - 23 set.

Gabinete
1964,

Dis-

põe sobre a concessão de bolsas de estudo nos Cursos
da 3iblioteca Nacional do Rio de Janeiro ^oxercxcio
1964|,

Diário Oficial, Brasília,

2 out.

1964,

p.

8.926.
6
. .^.^..qrtar^a n.

195-A -

20

jun.

I966.

Dispõe

bre a concessão de bolsas de estudo nos Cursos da
Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
1966J .

Diário Oficial, Brasília,

[Texercício

4 jul,

I966, p,

7.291.
7

.

Portaria n.

110 - 10 abr.

I967.

Dispõe so-

bro a concessão de bolsas de estudo aos Cursos de
Biblioteconomia da Biblioteca Nacional do Rio de Ja
neiro ^exercício 1967]«
19 abr.

.

1967, p.

Diário Oficial, Brasília,

4.525.

Portaria n.

179 - 1? abr.

1969.

uispoe sobre

a concessão de bolsas de estudo aos Cursos de Biblio^
teconomia da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
|;exercício 1969j .
1969,

p.

Diário Oficial, Brasília,

24 abr.

3.513.
9

BIBLIOTECAS kUHICIPAIS ver SERVIÇO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
ITdNICIPAIS

BIBLIOTECáRIOS - EXERCÍCIO DA PR0PI33Á0 ver CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECOIIOLIA

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�4
BI3LI0TSC0N0I-IIA - ESCOLAS

iáRASIL.

Leis,

fev. 1966,

decretos,

etc.

Decreto n.

57 &gt;7^9 - 4

Concede reconhecimento ao Curso dé 3i-

Dlioteconomia e Documentação da Universidade do Paraná.

Diário Oficial, Brasília,

1 mar. I966,

p.

2.219.
10

.

Lei n.

5.006 - 27 maio I966.

versidade Federal de Minas Gerais,
blioteconomia,

Cria, na Unia Escola de Bi-

e dá outras providências.

ciai, Brasília,

1

jun.

1965,

p.

Diário Ofi

5.851.
11

.

Lei n.

5.077 -

23 ago.

I966.

Cria a Escola

de Biblioteconomia e Documentação da Universidade Fe
derál do JaidoQde dòásul
|5|ií6ágop,1966sí..p.

Diário-. Ofioáál»,Bgásá-1 Sia,

9.723.
12

.

Decreto n.

59.H^í' - 23 ago.

I966.

Concede r^

conhecimento ao Curso do Diblio teconornia da Universi
dade Federal de Pernambuco.
lia,

26 ago.

1966, p.

Diário Oficial, Brasí-

9.3‘;-3.
13

.

Decreto-lei n.

773 _

20 ago.

I969.

Provê so

ore a criaçao da Federaçao das Escolas Federais Iso
ladas do Estado da Guanabara (FEFIEG),
providências.
1969, p.

Diário Oficial,

e dá outras

Brasília,

21 ago.

7.097.
14

bolsas de estudo ver BIBLIOTECA ÍJACIOIJAL - RIO BE JAKEIRO CURSOS

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�5
CAíi?ANI-íA ííACIOIJÁL I-C LIVRO

ZRA3IL. Leis, decretos,
ago.

1960.

ctc.

4s.9í02 ~ .2?

Institui a Car-ipanha Nacional do Livro.

Diário Oficiai, Brasília,

BRASIL.

Decreto n.

8

set.

196O,

p.

Linistério da Bducaçao e Cultura.

llacional do Livro.

Portaria n.

79 -

12.241-2.
15

Caiapanha

26 jun.

19o7.

Institui as Go-aissoes Regionais da Campanha Nacional do Livro nos Estados,
des.

e disciplina suas ativida

Diário Oficial, Brasília,

11

jul.

I967,

p.

7.351.
16

BRASIL.
set,

Leis,
1971.

decretos,

etc.

69.27O -

23

Sitingue a Campanha llacional do Livro e

da outras providências.
24 set,

Decreto n.

1971, p.

Diário Oficiai,

Brasília,

7.763.
17

CENSURA - PU-BICAÇÕES

BRASIL. Leis,
19do.

decretos,

etc.

ProiLe a impressão

Lei n.

5.089 -

30 ago,

o a circulação de publica

çoes destinadas a infancia e à adolescência,
piorem temas de crimes,
Diário Oficial,

.

Lei n.

que ex

de terror ou de violência.

Brasília,

3I ago.

5.250 - 9 fev.

1967.

dade de manifestaçao do pensamento
Diário Oficial, Brasília,

10 fev,

I966, p.

10.012.
18

Regula a lioere de informação.
I967,

p.

1.657-62.
19

�6
■;B'kA3IL.
fev.

Leis,
1967.

decretos,

etc.

Áltora dispositivo da Lei n.

de fevereiro de 196?.
fev.

Decreto-lei n.

1967, P.

20? -

5.2^0,

27

de 9

Diário Oficial, Brasília,

27

2.351.
20

.

Decreto-lei n.

1.077 - 26 jan.

sobre a execução do art.

I53,

; 82,

1970.

Dispõe

parto final da

Constituição da Republica Federativa do Brasil.
rio Oficial, Brasília,

26 jan.

1970,

p.

Diá-

577.
21

üRÁoIL.

Ministério da Justiça.

Portaria n.

11-3 - 6 fev.

Gacinete do Ministro.

1970.

Dispõe sobre a di -

vulgaçao do livros e periódicos e sua verificação pré
via.

Diário Oficial, Brasília,

6 fev.

1970,

p.

I.OO7.
22

•

Instrução n.

1 -

24 fev.

1970.

Isenta de ve-

rificação prévia as publicações de caráter estrita _
mente filosofico,

científico,

Diário Oficial, Brasília,

técnico e didático.

24 fev.

1970,

p.

1.375,
23

BRASIL.

Departamento de Polícia Federal.

219 - 17 mar.

1970.

çoes periódicas.
1970,

p.

Portaria n.

Dispõe sobre a venda de publica

Diário Oficial, Brasília,

20 mar.

2.165.6.
" '

BRASIL.

Congresso Ilacional.

34 - 27 maio 1970.
1.077í

Aprova o

Decreto legislativo n.
texto do Decreto-lei n,

de 2o de janeiro de 19?0,

execução do art.

I53,

82,

24

que dispõe sobre a

parte final,

çao da Republica Federativa do Brasil.
Brasília,

29 maio 1970,

p.

da Constitui
Diário Ofici-

4.009.
25

Digitalizado
gentilmente por:

�7
'3RA3IL.

i'.inistério da Justiça. Gaainete do i-Iiuistro.

Instrução n,

2-11 dez.

1970.

Dispõe sobre a veri-

ficação prévia de periódicos e de livros.
ciai, Brasília,

29 doz.

1970,

p.

Diário Ofi

11.013.
26

COklSSÁO DE ESPECIALISTAS DO EKSIIÍO DE BIBLIOTECOííOHIA

BPJvoIL. Ministério da Educaçao
Ministro.

Portaria n.

e Cultura.

28 - 31

jan.

na Diretoria do Ensino Superior,

Gabinete do

1967.

a Comissão de Espe-

cialistas do Ensino de Biblioteconomia.
cial , Brasília,

10 fev.

I967,

q.

Institui,

Diário Ofi-

I.6S3.
27

COMISSÃO DO LIVRO TáCUICO E DO LIVRO DIDÃTICO

E-RASIL.
jun.

Leis, decretos,
1966.

etc.

Decreto n.

(COLTED)

5S.Ó53 - I6

Institui no Ministério da Educaçao

tura o Conselho do Livro Técnico

e Didático.

Oficial) Brasília,

p.

20

jun.

I966,

e Cul^
Diário

6.603.
28

•

Decreto n.

59*355 - ^ out.

I966.

Institui no

Ministério da Educaçao e Cultura a Comissão do Livro
Técnico e do Livro Didático
ereto n.

53.653/66.

1966,

ll.i;68.

p.

(COLTED)

Diário Oficial,

e revoga o Be Brasília,

5 out.

29
BRASIL.

Ministério da Educação

do iiinistro.

Portaria n.

e Cultura.

69 _ I3 mar.

1967.

o regimento da Comissão do Livro Técnico
Didático - COLTED.

Gaoinete
Aprova

e do Livro

Diário Oficial, ar*abíiiia,19íi?, jdl.

Í96t;=F’|í-7.5^5^6.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

1

�a
Dí?A3IL=
jun.
n.

Lgís,
1967.

docrotcG,

Aecreto n.

So.833 - 8

Altera e suprisiíc dispositivos do Decreto

59.355/66,

sobre a Couissao do Livro Técnico- e do

Livro Didático.
1967, p.

etc.

Diário Cficia.l, Lrasília,

12 jun.

6.270-1.
31

Decreto n.

66.543 - 11 v.aio 19?0.

Institui

programa do colaeoraçao financeira para a edição de
lavros-textos em areas prioritárias do ensino
rior.

Diário Oficial, Lrasália,

11 maio 1970,

supe p,

3.391.
32

.

Decreto n.

68.723 - 9

a. política do livro

tecnicc

dá outras providencias.
11

jun.

19?lj p»

jun,

1971.

Prove sobre

e dc livro didático,

Diário Oficial,

e

irasxlia,

4.458c

(P.evo-a Decreto n.

59.355/66:

extingue COLTBD.)
33

CODSELHO PEDERAL DE ZILLIOTTCOLCLI.Íx

ÍRÁ5IL.

Leis,

1962,

decretos,

Lei n.

4.08^;- _

30

jun.

Dispõe sobre a profissão de Eioliotecario e

regula seu exercício.
jul.

etc.

1962, p,

Diário Oficial, Brasília,

2

7.149-50.
3U

.

Decreto n56.725 -

ta a Lei n, 4.03A,
SOOrG o

-O ago.

de &gt;0 ae junno

I965.

Regulamcn.

de 1962,

cuc dis—

GJÍGPCXCXO tlcl ^Í^ÔTOÍ^Z-SSclG ^G i3iLDXxOoGCí3,r'ÍO&lt;

Diário Oficial,

Brasília,

I9 ago.

I965,

p.

3,366-8.
35

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�9
BRASIL.

Leis,

1966.

decretos,

etc.

Decreto n.

59*?59 -

dez.

Fixa as ta.xas e anuidades a sere.-.i cobradas pelos

Conselnos Regionais de 3iblio tecono.nia .
Brasília,

21 dez.

I9Ô6, p.

Diário Ofi ciai ,

l4,73^-'*
36

.

Decreto n.

67.330 - 1^.'- out. 1970.

Altera os va-

lores das tEkXas e anuidades a serem cobradas pelos Conselhos Regionais de 33iblio t economia.
Brasília,

13 out.

1970, p.

Diário Oficial,

8.865.
37

BRASIL.
n.

Conseliao Federal do Biblioteconomia.

27 - 1 mar. 1970.

Resolução

Dispõe sobre o registro proviso -

rio nos Conselhos Regionais de Biblioteconomia.
Oficial, Brasília,

23 mar.

1970, parta II, p.

Diário

536.
38

.

Resolução n.

43 ~ 11

aar.

1971-

Dispõe sobre a

obrigatoriedade do pagamento do anuidade aos Conselhos
Regionais de Biblioteconomia das entidades legalmente
estabelecidas,
Brasília,

com finalidade lucrativa.

9 ago.

1971^ parte II, p.

Diário Oficial,

2.290.
39

.

Resolução n.

44 - I5 m.ar.

1971 •

Fixa valores pa

ra taxas a serem cobradas pelos Conselhos Regionais de
Biblioteconomia.
parte II, p.

Diário Oficial, Brasília,

9 ago.

19?1,

2.290.
40

.

Resolução n.

66 - I6 nov.

1972.

aumento do numero de Conselheiros.
sília,

21 dez.

1972,

parte II, p.

Dispõe sobre o

Diário Oficiai, Bra
4.54o.
41

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�lo
3.1lfi3IL.

Conselho 7ederal de dibliotecononia.

çao n.

67 - 16 nov.

19?2.

3esolu~

Fixa quorum mínimo para

deliberação a que se refere o art.

I6 da Lei n.

de 1962,

56.725,

e o art.

Diário Oficial,

29 do Decreto n.

Z-rasília,

21 dea.

4.084,

de 1965.

1972, parte II, p.

4.54o.
42

•

Resolução n.

53 - Ic nov,

1972.

Proíbe a re-

presentação por procuração em reuniões 0 assemolóias.
Diário Oficial,

^rasília,

21 dea.

1972, parte II, p.

4.54o.
43
.

Resolução

n,

70 - 17 nov.

1972.

Sistematiza

a constituição e o processo das eleições dos Conse Ihos Regionais de Biblioteconomia.
Lrasília,

21 dez.

1972, parte II, p.

Diário Oficial,
4.540-1.
44

COOPERAÇÍ

^RA.oj.L,

-wongresso iíacional.

29 a^o.

1972.

Aprova o

Decreto legislativo n.

4s —

texto do Acordo para um Pro—

oratTtc. ae uooperaçao Cientxfica entre a Republica Fede^aciva do orasil
firmado

e os Estadqs Unidos da America,

em mrasxlia a 12 de dezembro do 1971»

Oficial, .Brasília,

30 ago.

1972, p.

Diário

7.713.
45

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�11
DATAS COiiSkOHATIYAS

3i%/iSIL,
jun.

Leis,
I95S.

decretos,

etc.

Decreto n.

39.^28 -

Institui a Se.eana Ilacional do Livro.

Diário Oficial,

Rio de Janeiro, 11

jun.

1956,

p.

11.462.

3RASIL.
aer.
ca,

Conselho de I.inistros.
I962.

384 - 10

Institui a Seinana Nacional da Biblio te-

de 12 a I9 de r.arço.

13 abr,

Decreto n.

I9S2,

p.

Diário Oficial, Eirasxlia,

4.266.
47

-dRASIL.
1966.

Leis,

decretos,

etc.

Lei n.

5.191 - I3 dez.

Institui o Dia Nacional do Livro.

Oficial, Eracxlia,

l4 dez.

1956, p.

Diário

l4.4l9.
4a

•

Decreto n.

6I.527 - 13 out.

I967.

bre a instituição da Seiuana do Livro.
ciai, Brasília,

18 out.

I967, p.

Provê so-

Diário Ofi —

10.543.
49

(Revoga Decreto n.

•

Lei n.

39.32o, de I956.)

5.579 - 15 maio 1970.

da Cultura o da Ciência,
diário Oficial, Brasília,

Institui o Dia

e da outras providencias.
I9

.;aio 1970,

p.

3.705.
50

DEP(5sIT0 LSBAL ver INSTITUTO NACIONAL DO LIYRO - DEP(5siT0
LEBAL

EUNDAÇÃO NACIONAL DO MATERIAL ESCOLAxR

BRi^iSxL.
1967.

Leis,

decretos,

etc.

Lei n.

5.327 -

2 out.

Autoriza o Poder Ezecutivo a instituir a Eun-

daçao Nacional de Material Escolar
Oficial, Brasília,

3 out.

I967, p.

.

) Di

10.00?.
Cfl

Digitalizado
gentilmente por:

�12
13RA5IL.
üiar,

Lois, decretos,
1963.

Aprova o

d.o Aaterxal Jiscolar
cias.

etc.

Decreto n,

62.411 _ 15

estatuto da Fundaçao Ilacional
(FSHAflE)

c da outras providen —

Diário Oficial, Brasília,

20 mar.

196s,

p.

2.239.
52

•

Decreto-lei n,

posiçoes da Lei n.

979 - 20 out.

5«327,

I969.

Altera dis

de 2 de outubro de 1967»

Diário Oficial, Brasília,

21 out.

I969,

p.

8.934.
^3

orRUFO E^kiiCJi.I"70 DA j.IíuUuTRZA íjO LxV^O

3RA3IL.

Leis, decretos,

1903»
sa,

etc.

(orEIL,)

Loi n.

4.730 - 12 ago.

Dispõe sobre financiamento do papel de impren

cria o G-rupo Executivo da Industria do Livro —

GSIL - e dá outras providencias.
Brasília,

I6 ago. I9S3,

p.

Diário Oficial,

3.169-70.
5^

ivRAoIL.

Linisterio da Educaçao

Linistro.

fortaria n.

s Cultura.

355 - 11 nov.

G-abinete do

I965.

Aprova o

regimento interno do Grupo Executivo da Industria do
Livro.

uiario Oficial, Brasília"5^í-'é:Í?‘f;d^z.Í-^65^p,
55

13.-^^32.
íRÁSIL.
mar.

Leis,
I966.

decretos,

p.

Decreto n.

58.024 -

21

Aprova o regimento do Grupo Executivo da

Industria do Livro.
I9S6,

etc.

Diário Oficial, Brasília,

25 mar.

3.174-5.
56

Decreto n.

6õ.?S2 _ 21

jun.

1971.

Grupo Executivo da Industria do Livro
tras providencias.
1971, p.

Diário Oficial,

Ezting ue o

(GEIL)

brasília,

e dá ou
22 jun,

4.731.
57

cm

1

2

3

g

Digitalizado
gentilmente por:

(ieraclBnenw

&gt;S

14

15

16

17

18

19

�13
I-IISTC5RIA3 Sl- Q,UAaRIIJI-I03

ZRA3IL.
set.

Lgís,
1963.

decretos,

etc.

Decreto n.

Disciplina a publicação de histórias etn

quadrinhos o da outras providencias.
3rasxlia,

52,497 - 23

24 set.

I963, p.

Diário Oficiai,

8.164.

INSTITUTO NACIOIIAL DO LIVRO

3RA3IL.
I9Ó7.

Leis,

decretos,

etc.

Decreto n.

6l.4S9 - 5 out.

Transfere para o Instituto Nacional do Livro

atividades culturais constantes do regimento do Serviço de Documentação
tura|.

["do Kinistório da Dducação

Diário Oficial, Drasxlia,

9 out.

e Cul

1967, p.

10.196.
59

INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO-CAKPANI-IA NACIONAL DO LIVRO
ver CAIZPANHA NACIONAL DO LIVRO

INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO - CO-EDIÇÕES

—'RAoIL,

Kinisterio qo. Educaçao e Cultura.

iiinistro.

Porcaria n,

35 — 11 mar.

1970,

Gabinete do
Dispõe so

bre recursos do Instituto 1-Iaciona.l do Livro,
Oficial, brasxlia,

30 nar.

1970, p.

Diário

2.340-1.
6iX/

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�Ik
BRASIL.

Linistério da Bducaçao

Linistro.

portaria n.

g Cultura.

307-BSB -

Bauinote do

23 uaio 1971 •

Dis-

poe sobro aplicaçao de rocursos do Instituto IJacional
do Livro,

o estabeleço normas paro. co-ediçoos.

Diário Oficial, Brasília,

28 maio 1971»

?•

^3-.063.
6l

BPJiSIL.

liinisterío da Educaçao

g Cultura,

cional do Desenvolvimento da Educaçao.
6-15 ago. 1971»

20 ago.

Resolução n.

Dispõe sobre recebimento do recu^

sos do programa do co-edições.
sília,

Fundo iía -

1971» P*

Diário Oficial, Bra-

6.68L.
62

—
m-RASIL.

^
^
Ministério da Educaçao

Ministro.

Portaria n.

e Cultura,

dabinoto do

3^!-6-ESZ. - 4 maio 1972,

Cria

um Conselho Editorial no Instituto IJacional do Livro,
Diário Oficial, Brasília,

3 maio 1972, p.

3,S6k.
^3

lESTITUTO KACIOIJÁL DO LIVRO - COLTED ver COMISSÃO DO LIVRO TáCI-ÍICO E DO LIVRO DIDÃTICO

INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO - DEPOSITO LEGAL

BRASIL,

Leis,

set. 1969.

decretos,

etc. . Decreto-lei n.

sot.

3

Dispõe sobre a remessa de obras ao Ins-

tituto Nacional do Livro.
8

824 _

1969, p.

Diário Oficial, Brasília,

7.371.
64

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�15
liíTEHCÂíiEIO IIÍTERIÍACIOHAL DE PU.iLICAÇÕÈS

EnAGIL.

Congresso Nacional.

30 na.r.

ÍSok-,

Docreto legislativo n.

1 -

Aprova o texto da Convenção Relativa a

Troca Internacional de Publica.çoGs adotada pela Confe^
rencia Scral da Organizaçao da.s Daçoes Unidas para a
üducaçao,

a Cxencia e a Cultura,

celeorada era Paris,
de 1953.

era sua deciraa sessão,

de k'- de noverabro a 5 de dezo.ibro

Diário Oficial, Erasxlia,

3I raar,

196^!', p,

2.969.

3RA3IL.
sot.

Leis,
1964.

decretos,

etc.

5L.291 _ I6

Proraulga a Convenção Relativa a Troca

ternacional do Publicações.
21 set.

Decreto n.

1964,

p.

Diário Oficial, Erasxlia,

8.412.
66

LIVROS ÁMTiaOS - EXPORTAÇÃO E ILFOxlTAÇÃO

BRASIL.

Leis,

19*38.

decretos,

etc.

Lei n.

5.4-71 - 9

jul.

i/ispoe sobre a exportação de livros antigos e

conjuntos oioliograficos brasileiros.
Brasília,

10 jul.

I968, p.

Diário Qfjciai,

5.7S9.
67

•

Decreto n.

ta a Lei n.

65.34? - 13~out.

5«4?1,

I969.

de 9 de jullxo de I968,

Regul araenque dispõe

sobre a exportação de livros antigos e conjuntos bibliográfi co s ,
p.

3

Diário Oficial, Brasília,

3.662.

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

l4 out.

I969,

�16
.£RASIL,
-

Congresso líecional.
23 nov.

19?2,

Decreto legislativo n,

Âprova o tezto da Convenção

sobre

S-s -ied.id.as a sereei adotadas para Proibir c X.apedir a
±r.’.portaçao,

Exportação e Transferencia de Proprieda-

ilícitas dos 3ens Culturais,

aprovada pela XVI Se^

sao Ga Conferência Geral da Organizaçao das IJaçoes
Unidas para a Educação,
realizada om Paris,
de 1970.

Ciência e Cultura (U1IE3C0) ,

do 12 de outubro a li.’- do novembro

Diário Oficial, Erasília,

29 nov.

19?2. p.

10.633.
m:
69'

LIVROS T.ÍCIÍICOS E DIDÁTICOS

3RA5IL.

Leis, decretos,

otc.

Decreto n.

fev.

I96L.

COS,

dando outras providencias.

sília,

,.

33.533 -

21

Dispõe sobre a edição de livros didáti _

24 fev.

1964,

Decreto n.

p.

Diário Oficial,

ura

I.765.

53,337 - l4 aer.

1954.

Dispo o so-

Dre eeiçao de livros didáticos e revoga o Decreto n.
53-5^3,

de 21 de fevereiro,

Brasília,

jRApxL.

l4 abr.

1964,

p.

de 1964.
3.314.

í.inisterio da ^sducaçao

Linistro.

Portaria n.

Diário Oficial.

193 -

e Cultura.
22 jul.

Gabinete do

I965.

Determina

a distribuição de livros e outros materiais didáticos
destinados ao ensino

tócnico-industrial de grau medio

pela Diretoria do Ensino Industrial.
Brasília,

cm

1

2

3

5 ago.

1955, p.

Digitalizado
gentilmente por:

Diário Oficial.

7.734.

(ieraclBnenw

&gt;S

14

15

16

17

18

19

�17
3RA3IL.

Linistorio da Educaçao

Ministro.

Portaria, n,

g Cultura. Gabinete do

237 - 15 out. 1955.

Aprova

norroas que regulain a distribuição do material didático pela Diretoria do Snsino Industrial.
cial , Drasília,

20 out.

I9Ô5,

e.

Diário Ofi-

10.723-31.
73

.

Portaria n.

35 -

23 jan.

1969.

Determina ad_o

çao de medidas necessárias a inple.nentaçao do Progra
ma de Livros Técnicos e Didáticos Drasil-França.
Diário Oficial, Brasília,

•

Circular n.

11 fev. I969,

1 - I7 acr.

1970.

adoçao e uso de livros didáticos.
Brasília,

23 abr.

1970,

p.

e.

1.393.

Dispõe sobre a

Diário Oficial,

3.10'-!-5.
75

3PJi.3IL.

Leis,

maio 1970.

decretos,

etc.

Decreto n.

66.5^:-3 - 11

Institui progra-na de colaboraçao finance^

ra para a edição do livro s-tsmto s e;n áreas prioritárias do ensino

superior.

11 maio 1370, p.

Diário Oficial, Brasília,

3.331.
76

.

Decreto n.

68.723 - 9

js-n.

1971.

ProvS sobre

a polxtica do livro técnico e do livro didático,
outras providencias.
jun.

1371, m.

.

o6.5^'3í

providências.
p.

11

L.453.

Decreto n.

Deere vO n.

Diário Oficial, Brasília,

e dá

69.521 - 9 nov.

1971.

Kodifica o

de 11 de ~.aio de 1970 e da outras

Diário Oficial, Brasília,

11 nov.

1371,

9.106.
78

Digitalizado
gentilmente por:

�13
LI7R03 - 3SC-UR0

ZRAuIL.

SuporintendSncia ds ao^uros Privados.

lar n.

33 - 2^!- out.

1963,

Circu-

Dispõe sobre a indenização

e a responsabilidade da Geruradora,

en ca,so de sinis

tro que atinja livros,

objetos de arte ou do valor es

ti;r.ativo e raridades.

Liãrio Oficial, Drasxlia,

nov.

1963, parto II,

p.

21

2.552.
79

íiICR0PILI;AG-3K

RAGIL.
1953.

Leis,

decretos,

etc.

Lei n.

- 8 rnaio

Regulex a. ãiicrofilr-iapero de documentos oficiais

e da outras providencias.
10 maio I96S, p.

Diário Oficial, Brasília,

3.735.
'80

,.

Decreto n.

a Lei n.

5-^^33&gt;

6L.395 - 24 aar.

I969.

de 6 do maio de 19SS,

Regul amen ta

que dispões so

are a loicrofilmagera do documentos e dá outras ]oí'ovidencias.

Diário Oficial, Brasília,

23 abr.

I969,

p.

3.583-97.

3RAGIL.
1970.

Arquivo ITacional.

Portaria n.

3 - I6 mar.

uispoe so.bre o forneciaento de x'eproduçoes de

documentos custodiados no Arquivo Uacional.
0_ficial, Brasília,

-RAoIL.

20 mar.

1970, p.

Linisterio da Justiça.

iorteria, n.

em carater provisorio,

art.

20 do Decreto n.

çial, Brasília,

Autoriza a conces-

do registro referido no

64.398,

13 maio 1972,

Digitalizado
gentilmente por: ^

2.I65.

G-aoinete do Linistro.

60-m - lo maio 1972.

sao,

Diário

de I969.
p.

Diário Qfj „

4.362.

S

14

15

16

17

lí

�19
Q7àRkS DE DOKIIIIO PÚDLICO

cU-caoxL»

Consultoria Ceral da Eopuslica,

637 - 0 iuaio 1960.

Parecer n.

Interpretação do art.

digo Civil. Após Ij? anos da publicação,

S52 do CÓdi

caí no do”;í -

nio coxua a obra editada às custas dos cofres publi COS,

Diário Oficial, Brasília,

22

saio I968, p,

Í5-.112.
84
BPdiCIL.

Leis,

1972.

decretos,

otc.

Lei n.

5.305 -

3 out,

-istaoelece noriuas destinadas a preservar a au—

tent?^cidade das ooras literárias caidas e.a donínio pó
blico.

Diário Oficial, Brasília,

4 out.

19?2,

p.

C • 0*.'’X
O
vp
«
35
PAPEL ?A.:-IA li-.PEESCÃO

;uBA3^L.

Leis,

19ó6,

decretos,

etc.

Lei n. 4.950 - 20 abr.

ooncede isenção dos ia-postos de issportaçao e

ae con 5u;r;o,

de eaoluuen tos consulares e da taxa de des

pacrio aduaneiro,

excluída a cota de previdência social,

para ecuiparrentos inaustriais e acessórios destinados
^ produção de papel para irrpressao de jornais,
dicos s livros,

e da outras providências.

cial, Brasília,

22 asr.

I966,

p.

uerió—

Diário Ofi-

4.227.
35

1'ecreto n.

50.943 - 5 jul.

ISo/.

Dis-ooe soc re

a concessão ae estínulos as industrias de uapeis e ar
tes graficas e dó outras providências.
* .r*pacxr&gt; ília,

2

3

4

5

;6 jtí§r.

6

p.

7.165-7.

Digitalizado
gentilmente por:

Diário Oficial,

�20
JRÍiSIL.
jan,

Lgís,
19?0.

decretos,

otc.

Decreto n.

66.125 - 23

Rogula o rQCor&gt;.6Ci.e3nto da isenção do Í3

posto de inportaçao, para materiais importados pelas
empresas ^órnal^ísticas - o .editoras,

bem como o de iau

nidade tributaria para o papel de i;mpronsa e dá outre.
providências.
p.

Diário Oficial, Zrasilia,

29

jan.

1970

701-2.

PHâHIOS

3RAGIL,

Leis, decretos,

naio 1963,
sentido

etc.

Decreto n.

62,719 - 17

Provê sobre e. instituição do prêmios do

cxvico-cultural, para estudantes dos ciclõsy

ginasial

o colegial.

maio I9S8, p.

Diário Oficial, Srasxlia,

20

A.011.
89

.

Decreto n,

63*239 - 12 set.

I963,

Provo sobre

a instituição do Prêmio Rocuette Pinto, para roteiro
cinematográfico.

Diário Oficial, Brasília,

1?

set,

1968, p. 8.20^:'.
90

íRAGIL.
1970.

Arcj^uivo ITacional,

Portaria n, I6 - 9 dez,

Institui o Prêmiò^llndppondência,

£iad, -Drasília,

I5 dez.

197-0,

p.

Diário Ofi..

10.633.
91

:-RA3IL.
jan.

Leis,
1971.

decretos,

Decreto n.

Revoga o Decreto n.

tembro de 1968.
1971/ p.

etc.

63.239,

63.032 _ 11
do 12 do se-

Diário Oficiai, Brasília,

12 jan.

201.
92

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�21
PRÉ1_j.03 LlTEPiiZíj.03

3RA3IL,

Leis,

I9S7.
cação

decretos,

etc.

Lei n.

üispoG sodre a criaçao,
G Cultura,

cionais.

de 9

5.353 - 3 nov.

no Linistério da Edu-

(nove) Frêuios Literários IJa -

Eiário Oficial, Erasília,

10 nov.

I967, p.

11.391.

.

Decreto n,

62,- 10

jun.

I908.

Cria o Pre

nio Viriato Corrêa de literatura infantil.
Oficial, Zrasília,

ZRASIL.

11

jun.

I96S,

p.

^&lt;.771,

Linisterio da Educaça.o e Cultura.

do Linistro.

Portaria n.

605 -

30 ago.

C-adinote
I96S.

va o regulaiaento do Freroio Viriato Corroa,
tura infantil.
19 ás, p.

Diário

Diário Oficial, Drasília,

Apro-

de litera
I6 set.

c.. 1 s3v.
95

ZRÍiuj-L.
1963.

Leis,

decretos,

Altera a Lei n.

etc.
5*355,

que cixspoe soDre a crxaçao,
e Cultura,

de 9

Lei n.

5.5^3 - 29 nov.

de 8 de novoiubro de 19á7,

no Linisterio da Educaçao

(nove) Prenios Literários IJacionais.

Diário Oficial, Brasília,

2 doa.

I968,

to.

10.^.'-Ol.
36

.

Decreto-lei n. i^^’5 -

3 f gv .

daçao a dispositivos da Lei n.
bro do 19^7,

que

1969, p.

5*353,

de 9

Dá no , a r^

de 3 de novem-

XXspoQ soore a. crxaça.o,

rio da Educaçao o Cultura,
rarios IJacionais.

19á9.

no i.xnxste-

(nove) Prêmios Lite-

Siário Oficial, Brasxlia,

1.121.

Digitalizado
gentilmente por:

3 fov.

�22
3RA2IL.

Loíg, docretos,

1970.

etc.

Decreto n.

Dispõe soore jre~io Literário

67.694 -

.^Pi^oeio Instituto

Ilacional do Livro do Literatura Infantil^ .
Brasília,

7 dez.

(Revoga Decreto n.

— RAiJiL.

1970, p.

62.34';-,

Portaria n.

Diário Ofi.

IO.37I.

de 1953.)

Linisterio da j&lt;ducaçao e Cultura.

Hinistro.

3 dez

Gabinete do

23-BGZ ~ 18 jan.

1971.

Aprova

o re^ulanento do Pi^etaio Instituto Ilacional do Livro de
Literatura Infantil.
1971, p.

Diário Oficial, Brasília,

21

jan.

367-8.
99

a-RAoIL.
1971.

Leis, decretos,

etc.

5.530 - 20

jul.

uispoo sobre os Preaios Literários ITacionais.
Oficial, Brasília,

(Revoga Leis n.
Decreto-lei n.

.

Lei n.

5-353,

21

jul. 1971,

do I967,

n.

p.

5-543,

5.673.
de 19S8 0

445, de I969.)

Decreto n.

loo

69.321 - 5 out.

I97I.

Dispõe sobre

a concessão de Prêiaios Literários ITacionais criados pe
la Lei n.

5.680,

al , .erasilia,

..

7 out.

Decreto n.

ereto n.

69.321,

providSncias.
1971, p.

.

de 20 de julho de 1971.
I971, p.

8.097-3.

69.863 - 30 dez.

19?1.

Altera o Do

de 6 do outubro de 1971,

_Diário Oficial.

Brasília,

e dá outras
30 dez.

10.369.

^ecre.o n.

70.300 - 5 jul.

concessão de Prouios Literários.
sília,

Diário Ofici-

6 jul. 1972, p.

(Revoga Decreto n.

1972.

Dispõe sooro

Diário Oficial, Bra

5.917.

62.719,

do I963.)
y.
10 3"

cm

1

2

3

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gentilmente por:

(ieraclBnenw

&gt;S

14

15

16

17

18

19

�;Ríi3IL.

Ilinisterio dc; Zducaçc.o

Ilinistro.

Portaria n.

c Cultura.

SOC-ZSJ - 11 a^o.

C-acineto do
1972.

Aprova

o rozulaiUGnto do Pronio do Poscpuisa Pstudantil Inotitu
to ilacional do Livro
cial , Zrasxlia,

["docreto n,

13 apo.

1972,

p.

?0.80Ç^^.

diário Ofi-

7.371.

iSZYIÇO IldCIOIIAL D3 ZIZLICTEC..3 LUZICIPAi:

ZPJiSIL.
1953.

Leis,

decretos,

gvc.

Lei n,

2j&gt; asr.

Cria o Serviço Nacional de Zibliotecas Lunici-

pais o dá outra.s providências.
lia,

$,&gt;-&gt;Z2-.A -

29 abr.

I9SS,

p.

diário Oficial, Zrasi

5'.'-'-255..

%

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�24
oj.z&gt;LI05HAJIA C0N3ULTADA

1. ADoOi-io:

legislativo.

Ssplanada Ltda.,

?,io de Janeiro, 3ciitora

19o7-

2. A33GCIAÇA0 AAA3IL3IPA. 3E NOHiA.3 TlICNICAC,
ro •

Aio de Janeã^

iloru:ali aaçao da do cur.ien tapão no Zrasil.

2.ed.

x-iio CQ Janeiro,

anstituto Aracilsiro de Aibliografia

e Docuaentaçao,

1964.

cis. s aiibli o graficas;
0 Pcl

pGlo^ COx-li SSEiO de

■

pro ,1 eto de norma ela _
^ G x&gt; o C ull'.: on o S, Ç S. o ClS, A 5—

^ociaçao Brasileira ^ Iloraas Técnicas.
ro,

LSA:

xlio de Janei.

1959.

Coletanea de legislação.

3ao Paulo, Lsx Ltda.,

IQ

5.

3CHAEID2A, Aeloisa Eenetti A D..7I, i.aria Eelena.

Smen-

.“±3 1 ^A131 a- c? a o f eeeral de E i _ 1 i o t o c on o gi a _e assun3 correlatos no Brasil;
Jornada Jul-Bio—Brandensí
tação,

1961'-1970

Porto Alegre,

III

® -ibliotecononicL e Documen-

1972.

-■tUi C0i‘*3I’j Di-_ Ç033

--

j

o Conselno regional de libliotecono.nia,

da IC^ Begião,

^ 6 .jpOi. v&gt;c.. V el pela oon ..?.r.uiaac_e aa atue.lizaçao da Le;x3xaçao federai de .^ieliotecono :ia 3 Assuntos Correlatos;

esta atualis açao
vulgada ao;

i-^1 io

seja efetuí

scari0-3,

. Cc.Ga aoxs anos,

asraves dos Consellnos Begio —

nais de Binlio' economia e Associa ;oo;

cm

1

2

3

Digitalizado
gentilmente por:

o di-

"lasse.

14

15

16

17

18

19

�</text>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>No intuito de divulgar a legislação sobre Biblioteconomia e assuntos correlatos, foi apresentado, pelas Bibliotecárias Heloisa Benetti Schreiner e Maria Helena Davi, o trabalho Ementário da Legislação Federal de Biblioteconomia e assuntos correlatos no Brasil: 1964-1970, por ocasião da III Tomada Sul-Rio-Grandense de Biblioteconomia e Documentação, realizada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Como proposição, as Autoras sugeriram que o Conselho Federal de Biblioteconomia, através dos Conselhos Regionais, procurasse divulgar a legislação federal de interesse para a classe. O Conselho Regional de Biblioteconomia, da 10ª Região, sentindo o quanto esse conhecimento seria importante para os profissionais, não só procurou dar publicidade à legislação biblioteconômica, como também propôs-se, através dos bibliotecários da Região, a revisar e atualizar a mencionada legislação. Aceitando sugestão do CRB-10, atualizamos a legislação federal de Biblioteconomia até dezembro de 1972. Alguma legislação foi inserida entre os anos de 1964-70, assim como anterior a 1964, porque foi julgada indispensável a uma melhor complementação do trabalho.</text>
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        <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/16/978/Febab_Documentacao_Juridica_Tema_IV_Vol_II_Com04.pdf</src>
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            <name>PDF Text</name>
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                  <elementText elementTextId="13125">
                    <text>I

VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECÜNOKIA E DOCUKENTÁÇÃí
jliij.eia, ^9 dfc julno a 4 ca agoptc dè 3*í'

cm 025.i7:34l,i23
CDD 025»i75

XD-íA.

CoieçoÉS de Orgeiilsmos Jm-emacionais

A ORGAKIZAÇAO BAS PUBLICAÇÕES DAS NAçÔES U
DE COLEÇÕES ESPECIAIS M DIVISÃO DH BIBLIC
DE DOCCMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO DA CÂ-M.aRA LOS

'IDAS NA SEÇÃO
cCÂ DO CENTRO
DEFTJTADOS*

por

Vergiíiia. Astrid Ajbuquêrque de Sa &amp; Santos - CPS l/ú fRp)
cnefp ds. Seçsc de Cclfeçoefi Esoeciais

DOC, ,TUR. ADM.

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�Sucario

Apresentação
Sinopse
Siglas
• » 4 •

1»

Histórico

1»1

Biblioteca da Liga d«-s Kaçoea

1.2

As Bibliotecas da Organização dss Haçoes Onidas

2.3

Â coleção dos documentos da Organizaçao das Kaçoes
Oniáas na Divisão de Bíblia teca do Centro do
cuEjenteçao e Infonaaçao da cSmara âos Deputados

2.

Característica das publicaço^es da ONU

3.

Trstaffiersto e arranjo das publicações na liivisao dc
Sibliotcca do Centro de Docusaentaçao e Inforaaçau da Canara dos Deputados .

cm

1

3.1

Derxodicos

3.2

Bublicaçoes coa sigla

3.3

Publicações cos» n{K»ero de c’eada

4.

Sfecuperaçao da infomiaçao

5.

Corte tut^macional de Justiça

6.

Ccwjo adquirir es publicações á&amp; ONU

2*

Conclusão

8,

Bibliografia

2

3

. . . ,

. . ,
,

.

.............

.......

» 4 4- •» 4 4

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gentilmente por:

■! n..'! '!

14-1;

» • «

S

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19

�Apresentação

A pratica ao trsto cos dccusaentOE da 0rgaai2açao das
Saçoes ünldas,

beta coiac de outros organlsrsos internacionais,

«os te-a deaoastrado a necessidade
laetito particular e diverso

de lhes dispensar usr» trata

do empregado nas

denasis publica-

ções de usa biblioteca.
Escassa e a bibliografia existente sobre a

orgenj^a

çao dessas coleçoes,
Elsborasdo eete trabalho,

buscamos

principaissente

oferecer subsidies aos que tambea trabalhas com este
assteriel.

2

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JJJJ.

tipo de

�■sinopse

^
torico,

Organiâaçao das publicações

das

Nações

Hunidas

característica e arranjo.

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I ^ca n
st ei
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1

�Slgi&amp;s

A

-

Aseesbléla Geral

E

-

Conselho Econoísicc e Scclal

OKU

-

Orgaaisisção daa KaçÕes üsidas

S

*•

Conselho de Segurança

ST

”

Secretariado

T

-

Conselho de Tutela

UKDEX

~

Tenso formado pela sigia UN (United Natlons)
e a parte final áa palavra InDEÍí; Titulo
ccsnuai às edições nos quatro idiosaas oficiais, des5.gna c futuro índice da Organização

ÜKDI

-

United Nations Doctcrjents. Indess

t

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l

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�1

1.

Hí tioiri.co

l.i

EibJ.icteca da Liga das Kaçces
.

Criada so tsesrso teispo que â Liga das Kaçoes, a Biblioteca iasts-

lou-se pri&lt;EeÍ£aseate esj Londres (1920) e ea scsaièa trensferlu-sô pars
nebra, juntarnentc cora o Secretariado, Ja er? 1923 eia coseçou &amp;

desesape-

nhar pspal de realce^ ccni a organização de usíj cositê de bibliotecários,
institcido pelo Conselho da Sociedade, visando criar eia sua sede ua

cgei~

tro saundial de estudes de assuntos iritemsclonaís*
Ea 1527, M. Jôhn Eockfeller Jmiiot ccxacou a disposição da Soci^
dade dois taiihoes de doieres para cemetruir. equipar e orgsnissr uma

bi-

blioteca, Ho díc 7 de seteesbro de 1929, ets ceriss.cniã oficisl, foi lançada
a pedra íuaãsmentBl do Falacio da Sociedade e sete &amp;nc&gt;&amp; saais tarde,

eia

1935, a Biblioteca foi transferida para sua nova sede.
Sua coleção dc obras gerais de rsfererÃcia era das reais coinpietas
existentes na Europa, assim coso as obres de história c geografia, para o
período mode-tmo e conterçjorãnco, com usa coleção de nisis de 25-0O0 sepas.
Obrss de direicü internacional, constitucional, administrativo e

códigos

esa vigor nos díysrsos países. Trabalhos tócr.icos, cs mais iruportantefi

da

época, sobre que~;tees económices e financeiras, contendo reletorios, ®ono_
grafias, publicações periódicas, dados estatísticos provenientes ds

todo

o mundo. Igualserite nctóvel era a perte relativa aos tranuporteâ, à medicina e seuds póblicn e a sempre atual qucetaa àc desanssmento. 0 trabalho
da Sociedade ea ma£Óri'J de mandatos coloniais a induziu neturalmente

a

'reunir s classificar importante docuscriCeçan sobre política e ashjinistraçao coloniais, No plsno social n Sociedade, p-i-las r-róprias csracteriscices para que foi instituída, doctinava csa vesta ares de açao cor;j r£3iiflca_
çoçs no ceaipo do ópio e entras drogas, trófico de nuiheres a criançes,pro_
teçeo ã iiifârtcis em gerai. Sua coleçno de periódicos reunia cerca de dois

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1

�r.

K-il e setíjcerstcs titulos» O Secrstarirído recehig

aproxiEisdsaferlíí

Eil volumes de docuiseatcs govemaâeritais por ano. A coleção âo&amp;

eíaco
dccüs.en"

to0 Gíici3is de Lisa, orgÉr.íssda tíe acordo coxz os ercigos dc Pectcj d-is No,
«joas (1920) era sobrstudo de grasode atualidade,
0 trab:ü.he ces-esspanlsÊdo pela Biblioteca foi dos

mais

pera a epoce e até Iioje sua iafluêncla. se fas sentir» tacto
QUííjsg. de üociíEeritaçao da OfJU, ccsjio na continuação de

avariçadcs

r.o ,^tual es“

publicaçíjes inicia-

das pela Lipa: ”Li*tc- KensueJ.is d'Articlfcs Selectiorines'%

"Recueil.

des

Traites'’ (sais anp3.£eieríte. conhecido pelo seu titulo es itigles ’'Tresty Series”) e ”KOíithÍ7f List of Books Cstalog-eed”.
Os arquivos e s. coleção Lisr.:órica da Sociecadc 'dss

KnçSas, cocr-

pr&amp;ettdetido os docta^entoa dc período «.r.tre 1920 a 1916» ccnsistew noa
CUÍVÉJ3 do registro central» nos dociiv-entos dos departasisntc-s

ar-

de secrete-

ria ç das tsissoec especiais, de ineaic.uiãve.1 valor para os 'nvevtigaúorcs
interessados

ns histeria dos anos cotipreendidos entre as

dua?

guerras

ís«mdis.i£,

1.2,

Aa Bibliotecas da Organiraçao des Nsçoes Unírias
Ea I94èj. a Bibitotaca de Liga des bâçocs pESseu a

pertencrir

as

Nações Unidas. 0 IticernsciGnal .údvisery Cosssltte of Library Ibipsrts díscu.
tiu a situaçao ds biblioteca e.ta beítebra» ssi

sus

reuaiaa de

agosto

de

1948. Coiíslflerondc sita sltuaçau stuel c sua -ctilldsdc futura d'i gôsessor_a
Keatü eo trabalho do Secretariado ces Hações .ünidrs "er- Genebra, ss conferências interrxacioTiaís, as Agenclss ,bsreciulixadaa, a especiÉi’svasí- e toEandc por base o f,ato de qiíe quAlquc-r redançe m sdtiíaç&amp;o vige- ;t- poáe:-i^.
acarretar a criaçcc àe novas biblictcc.'.?,, providência essa n?at!-. ii.erer:dí_a
sa que a TrsanutençEO do ssr^?íço js e&gt;:lstente; o Coíiíte re.cwaeíidííu

a

sue

pemsnencia er: Gcniebra. Desde que e bibuioíeca ia c-eses-;peühava i ;p-.r • íantr
ftmçáo no trabalho das Naçoea ünidas, a sue rersoes-o^ sesmo

cm

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&lt;3?

esr tsrto, se

�constituiría eTí serie desvantagenr, Estl vista àisEc o Oiiaite reooraendou çue
qualquer pedido de transferência da parte do acer rc da bi/'&gt;lieteca para ou
tra, mesao pertencente a organisaçao ligada a OKi;, seria recusada.

Ficou

resolvido enteo que a tlíU manteria duas olbüotecas. A de Genebra
atender ao Secretariado europeu ca GrganiEEçso. enriquecida pelo

para
valioso

acervo da Liga das Naçocs e a dc Sova Iorque^ para atender as

atividades

ca Instituição era sua sede. 0 Coisits recoraesíoou ainda cnc as

a^lvldaces

das bibliotecas da OKü e das Agências Especializadas tosses ccorderísda» n
íiin de que prestassem os ®sls eficientes sem-iço« nos cer;pos de suas espe
cialiôades e que seu prcgrasa de squlsiçao fosse iâanrtdo ‘jeni reduções.
Baseado nassas recujicadEçoes-, c Secretario 'ieral tríiçou

norttns

rfegulcS.6tít£náo o funcionçsento dss duas oibiiotecas. 0 regulsm.sat«í

^.0^-

fip’ir&lt;yvsíio inicialjfisnte pelo Cctíse-lbio Ecotscraico e Ciociol s a. sci.uir pela
seBsblêia Gerslesr seu 4^ período de sessões, em 194:?,
As duas bibliotecas dependet',, na atea Êrtaalnistratxve, do SecrOi-S
rio Gerai da CNÜ» atysvês de seus respectivos Bíiatores Ceraí.s, e na técnica do Dlíetcr- ds Biblioteca da seca etr; Hova Iorque. A funçan basica dâs
resmas consiste esE- fornecer, com a seaior brcrvldsiie pessivel, as

publica-

ções e dacos cecessarlos so, enarcicie de suss furçoes oficiais. A,vCda colocara seus recursos a disposição de proíessores, estudiosos ce

questões

jurídicas, políticas, eccnonicas e Interf-.scionais, liceaciacíos que preparas t€;sc8, organizações governamentais e atendera principa lEjerste suas Agcjr
cias Especializades.

2,3,

I coieçãc dos docistientor. da Org•'.nlaaçao das Kaçoes rnioas na urvisào ce biblioteca do Ccíntro d« I&gt;oc'Jíaentação e Inforraaçao da
Catnara dos Deputados

'

Em 1947, as baçeies luidas estabelecersra ura eequeraa ds distribuição de seus dcc-aisentos para xht grupo selecicr.adc de bibliotecas ev&gt; tode o

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�«rtiJido, criscdo pasa iseo as cbas^des bibliotecas depositíri&amp;s.

a íei

rcsntaç5c Q.e.5t*e einteJta - hascacc «j? arcas gecpr-Jf.icík , nutícrc és hi.:&gt;í.ttn
tes- do iocal éã biblioteca e s«i*viçcs a que se propae - tr*? 197

cerca

&lt;U‘. tr&lt;-;:2ecco3 tí sesseata bibiiocacas paaaarasi a feger parte cé«c-a tecir.
As bibliotecass reeebea aütocaticaaaente - de accrdo

coíj as

r^as

Recefaslcsdes - toân:? as p«bli.c&amp;qees de caráter geral, os docunentas

ofl-

cisrs e Cíí aseuatoH qua se enqueéreiE e® sua área geográfica de :.t tes^sse,
editados no udiosis de sua esçoing,
Ifeaa biblioteca depositárie brasileira, por exestpic, recebesí r«g.ularüMíute puJíltcipasa geraip. e as que trRten de teizas llgacoí! /-

Atf-:rlca

Lettna. Vma aorie publicada p«ie Crsaísaío EcoaSstlca p*ra a áala e &amp;&lt;^rmo
Orietite sí Berá eavl^da a uma biblioteca fora desse áiea, stravfde cofE-tra. Assim e que tana bibliofcecá. depositária dífiçiiwe«te revjiiri tecas as
pufaiiceções .edi.tedes ws»1íj üMT,
Aquü, no êntas-.r.c, ha utr-s pa": icularid's.de a ragístisr» Cfc'àâ Tvaís-^eisbro éz Omí, au .fua-çao dtsaa prerrogecí^fa, possui ta órgão q-..,
*utam»tic«a«i5te todac- as publlcaçÓefl. io Brasil

e Órgíe recebecor

asterlii e o Kiaisterio das «r7- trr-r S-ttericres, stravÓs ds sua
das Nf-;j.oe« L»nida$. líessie rao-Jcj

Dávi;jãc

fenenntrar sra Brasílií. cí^e híMl ;toc*

que p;.ssuj. coÍ&lt;--ÇAc rwde C'.;«apÍGts ■'•c q%!e as qus ccv.etam da lista

depo-

sitarias,
Saj,s bt.Mi,ocecae ov-íusilcirsa ^5ao deocsitaria?,;
Banco da Eèhia - Salvad-jir
Biblioteca N^^xlcnel dc Siy de Janci.ro
Centro de .urfcnecçóts dít.s Kcç.íeo Unidas Kio dr; Junalrn
Uni^-errrdsde Feder^-1 do fo.c Çrscce de Sul Fctrf.C' /ilcqto
rr-xnlcipaJ de S?.d Fíiylo
•"•tóara oce Uenut a-cos, CcTtcre ce 0r&lt;;'j.ií;CíJti.c&lt;?c
r Irtfcnnaçáu. DiíHc^o
Bib7i'tecn “

A niit. orccc. /o Cmcrc .•Icc iií-nutados ó íc-c; itaric das
dã 0?BJ éesce janeiro do 1949. £u iS57, a ribliorscátia

em

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toleróes

ag. Silva Por-

S

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to ,re.i]i2ôs,i UCI trabíiiliO intitulado "Tretesento das publicações das Nações
Unidas :ts.s bibliotecas'', tendo esH vista a organização dessa coleçSo.
entan?:-,, sÕ

No

abril de 1966, cos a iniciativa da entÕo diretora da

bi-

biaoteca - l«aa Casara Labouriau - é que fcl enviada so Rio de Janeiro
biblicttecerie haria Lcura da Cunha Lion para estagiar ne biblioteca

a
da

ONU no Mj.iiist£TÃ.D tíss Relações Exteriores e is colher os subsídios necessários ao inícic da organização desses documentos, Bn 1971, cora a reforma
da estrutura adiEinlstrativa da Cansara dos Deputados, foi crlsda a

Seção

de Coicçoes Esp-tjciaxs da Divisão dc Biblioteca do Centro de Docsirsenteçan
e InforuíâçãojCmda.âe encorstraja reunidas as publicações da ObrU, rfe

suas

Agencias Especializadas e de outros organisraos iníernaclciieis, mtra

total

de vinte e oito iriStituiçÕes.
r\ coleção da OJÍD destaca—se, nao so pela variada í^arsa

de assun-

tos abrangidos, coteo pela atualidade dos tesas que aborda.

2.

Característica das publicações da Gía'
n-sísí'. coctHEencos eiaanados ccs cinco crgaos çrincipsis da OKU:

serableia Geral, Conselho Econoísico e Social, Secretariado, Cosselho de S_e
gurança e Conselho de Tutela, sso identificados nor siglas referentes

a

cada õrgao.
Todos cs docuraentos emanados dixetassetsCe da AesemblÕia Geral são
Identiticados peia íetrn

, eeguids do nusaero sequencial esn arábico. Esera

pio: A/89&amp;5.
/•■o s:bi;boic básico da serie da Assembléia Geral (A) poáera «eguir-se ua ou cais eieascntos. Exeraplor
/C;
A/C.I
A/C.2
a/c.3
Á/G,4
A/C~5
á/c,6

cm

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2

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-

Coraissões principais
Primeira Comissão
Segunda Comissão
Terceira Cemitsão
Quarta Corai?são
Quinta Cessissão
Sexta Comissão

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(ieraclBnenw

&gt;S

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/SPC
/CR
/BUR
/CN
/CONF
/INF
/Cíí.—SR/
/RES

—
-

Comissão Especial Política
Comissão tíe Credenciais
Comissão Geral
Comissão
Conferência
série de Informações
Atas de Comisoes
Resoluções

O sistema adotado possibilita reunir, pela sigla, todos os documentos oriundos da determinada comissão, conferência etc. Assim, teremos:
A/AC.105/ — Comissão sobre o üso Pacífico do Espaço Ultraterres—
tra
A/AC. 138-/ — Comissão sobre a Utilização com Fins Pacíficos
dos
fundos Marinhos e Oceânicos Fora dos Limites da JurisdJL
çao Nacional
A/CN.4/ — Comissão de Direito Internacional
A/CONF.28/ — Conferência das Nações Unidas sobre o Uscj Pacífico
da Energia Atômica
A/C0NF.32/ - Conferência Internacional dos Direitos Hum^inos
A/CONF.43/ — Congresso das Nações Unidas sobre Prevenção do Uell^
to e Tratamento do Delinquente
A/CONF.^íS/'- Confc :cncia das Nações Unidas sobre o Heio Ajr.biente
Idêntico sistema e empregado nas publicações dos demais õrgaos,
acompanhados da letra designativa ds cada um deles, ou seja:
E
ST
S
T

-

Conselho Economico e Social
Secretariado
Conselho de Segurança
Conselho de Tutela

Os símbolos dos documentos sao compostos de letras malcsculas,
combinadas coa numerais, geraimente arabicos. Exemplo:

mmiiinuii

NACIONES

UNIDAS
Distr.
GENERAL

A S A M B L E A

A/CONF.be/
15 inarzo 1
HSÍUVROL
ORIGINAL:

GENERAL

Digitalizado
gentilmente por:

�7

A barra oblíqua (/) é usada para separar os componení-fia òo siir.bç
lo. Cs docu3cr»tcs miriaografados cm vários idiomas trasem o mesco cír.bolo
e dsta. Gr documentos que serão mais tarde reproduzidos cr. foí.tna imprccsa
conseiTvarao o mesmo símbolo. Alguns elementos no símbolo

dos

dociíncntos

denotoa ss modificações porventura existentes no texto original. Exemplo:
-/Corr.

N AT I o N S

” Modificações ou erros
no texto.

U M ! E S

pofventura existentes

Di.str,
C.EKríR.\LE

-n
' )/^ A- /J .

A/85J49/Coi'r.l
9 aoút 197-1
A S S E M B L E E

l'Tl/\ÍCAXS ET RUSGE
SEm,EMEET

OEI''4ERalE

~/Rev,

- Novo texto, substituindo o anterior,
elemento e usado quando o documento
relmpresso no seu todo ou em. parta.

Este
cera

KIÍS.'ÍE--R.:

NACIONES

UNIDAS
Dictr.
GENERisJb
E/5091/Eev.l^&gt;
7 febrero 1972
ESPAllOL
ORTCTRüT.* TíJOT.trc
-/Add.

NACIONES

- Adições so texto do documento prir-cipai.

ÜNÍDAS
Disti".
GIjÍí2HA-ej

Â S A M B L E A

A/8985/-^dd.l
19 dicienbre 1972
espahol
ORIGINAL: INGLÊS

GENERAL

cm

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Digitalizado
gentilmente por:

-

�8

~/SR.

NACIONSS

- Sumraary records ou atas resumidas.

UNIDAS
PROVISIONAL

A S A M B L E A
A/C.3/SR.1879
2U noviembre 1971
GENERAL

•
ORIGINAL;

As principais categorias de distribuição dos documentos sao:
"Restrlcted series" - caracterizada pela letra R, antes
do numero do documento, Indicando seu conteúdo confidencial.
"Blue provlslonal series" - iif~idn prri
esboçados duren^ oa deb&amp;t«» .o.
aa--das? continuação,
do-lhes carster prioritário de traduçao e reprodução. Sua distribuição «
Ifaftttada ao» participantes.
"Conference rooa paper series" - designa os documentos
de trabalho utilizados no desenrolar de uma reunião. Caracteriza-se pela
indicação /CRP antes da sigla.

j

"General series" - indica os documentos de distribuição
geral» Bcacioaaado a palavra GENERAL sobre o símbolo do documento.
"Limited series" - caracterizada pela letra L, antes do
número do documento, por se tratar de documento cuja circulação se
faz
rnsn âmbito restrito, embora sem carater confidencial.
Ha documentos editados sem sigla. Para seu arranjo, ver item 3.3

3.

Tratamento e arranjo das publicações na Divisão de Biblioteca do
Centro de Documentação e Inforroaçao da cãmara dos Deputados
As publicações da ONU sao reunidas em três grupos:

publicações

periódicas, documentos cora sigla e documentos com número de venda.

3.1

Perlodicos
Os periodlcos sao registrados e controlados pela Seção de Aquisi^

çao e agrupados, junto ao acervo da Seçao, numa localização fixa, sem ob-

cm

2

3

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5

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gentilmente por:

ESFAnOL

�9

servar o assunto ou a ordem alfabética de título. Agrupam-se os

anuários

e, a seguir, as demais publicações periódicas. Exemplo do número de chama
da:
Anuário Jurídico : ONU - A - 1
X

&lt;localizaçao
^ na estante
\
^ anuário
orgao que o
edita

ONU Crônica Mensual : ONU - P - 4
perlodico

3.2,

Publicações cora sigla
Oa documentos cora sigla são agrupados pela letra inicial do

ór-

gão principal (A, E, S, ST, T) e a seguir por suas subdivisões e ordem n^
mérlca. Exemplo da sequência dessas publicações:

\j

Coh

Diutr.
GEIILIEAL
A/e:íi46
1| Octobcr 1971
ORIGIaAL:

-EUGLJSH
Distr,
GENERAL
A/AC.105/108
19 eeptíruabre 1972
ESPAEOL
^
nCTOLT H A.T, . . T TilnUaC- ^ Distr.
GENERAL

/! B L E A

A/C.1/1020
25 septiembre 1972
ESPAfiÒL
ORIGIlíAL: FPJiNCICG

■R AL

cm

1

f CT~&gt;

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st Cí
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�As publicações cora sigla sao colocadas nas estantes depois

das

publicações periódicas, obedecendo a ordem acima exposta.

3.3

Publicações com numero de venda
Reduzido ntánero de documentos não tem sigla, identificando-se

apenas pelo seu número de venda. Esse número de venda ó composto da letra
inicial do idioma do documento, do ano de publicação, da categoria do documento (assunto) indicada em algarismos romanos e do número da
çào. Exemplo;

. t/v
'

Rcsuincn clcl informe dcl
Comi Ic Especial cncargiiclo
\ ele examinar Ia política
dcAPARTHinDdcIGobicrno
; de la República de Sudáfrica

Digitalizado
gentilmente por:

publica-

�li

Nesses casos, o arranjo dado obsdece S eequSncia abaixo:
1. cronologícanenttí, pelo ano
2. algarisKo roscano
3. nuasero arabico sequencial dentro
de csda algarisso roraano
As letras que indicam a inicial dos idiomas nSo sSo levadas

em

consideração.
Os documentos da ONU, quando apenas com nnmero de venda,

estão

reunidos dentro da seguinte categoria:
I. Geral
II. Economia e finanças
A. Eknprego e estabilidade econSrsica
B. Desenvolvimento econoEico
C. Economia mundial
D. CoTuerclo e finanças
Eí Econcsaia europeia
F. Economia asiãtica
G. Economia latinoaaericana
H. Assistência técnica
K, Economia africana
III. Saúde publica
IV. Questões sociais
V. Diraito^lntemacionai
VI. Territorics soh tutela
VII. Ativxdade^ do i*^ítíí!í—^
P/'-*: - ?*•:
c*
^ c-jnoí-i.ic /c.ij,.tico e de Segurança
viii. Transportes e ccsiu&amp;ics^òes
IX. Energia atoEíca
X. Ádininistraçao internacional
XI. Narcóticos
XII. Eoticaçac^ cieiicia e culttira
XIV. Direitos humastos
XV. Assistesicla e reabilitação
XVI. Questões fiscais e de finanças públicas
Hst-SfcXSt^lCfía Ínt€*I"u5clOTJíiÍS
Os documentos com nÚmero de venda iocalizam-se nas estantes

de-

pois das publicações com sigla.
Âs publicações da Oí-rd nao são catalogadas. Suas características
próprias, e o elevado número de publicaçÚes-recebidas semanalmente nÚo jus
tificaria uma tarefa dessa natureza.

4.

Recuperação ds informação
A CNU publica, desde 1950, o "United Nsticns Docuraenta

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Index”,

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�bastante eonhecldn pela sua sigla UNDI. Preparado pela Dlvlaío de Docan,en
taçSo da Biblioteca da ONU em Nova Iorque, relaciona e indexa todos

„s

seua documentos e publlcaçSes - exceto material restrito ou interno -

e

todas aa publlcaçSes da cSrte Internacional de Justiça. É material de referencia Indispensável 5 consulta dos documentos daquela OrganlraçSo. Publicado menaalmente, dlvlde-ae em duas partes. Na primeira traz a

lista

das publicações. Exemplo:

Table of Contents
fjeüero! introduclion — p.v

List of abbreviations — p.vi
, CHECKLIST OF DOCUMENTS AND PUBLICATIONS

Page

nenerat Atsemhlu

Economlc and Social Council (continued)

ofííciol Records
Plenary Documents
A/AC. 82/-; Scientlfio Committee cn the Eííects of
Atomic Radiation
h/AC. 105/-: Committee on the Peaceíul Uses oí
Outer Space
,i/AC. 105/C. 1/-; Scientific and Technlcal SubCommittee

159
159
160
161
161

E/CN. 3/-; Statlírtlcal Commlsslon
E/CN. 4/-: Commlssion on Human Rlghts

170
170

R_ç_g_i on a^_C^o^m_m ^^s_l_ojn s
Economic Commission for A.^Ja and the Far East
(ETCíOr/^l
—

174

Na segunda (paginas amarelas) o índice de assunto. Exemplo;

PMITlIEI

WATiíDWS

Subjecí Index

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gentilmente por:

Page

�13

Em dezembro é publicada a acumulação anual, dividida em dois volumes: "C^
mulative Ghecfellst" e "Cumulative Index".
.Pardlelamente, outros índices são publicados pela ONU, tais como
'?Indexes to Proceedings", desde 1953; "United Nations Treaty Series

In-

dex", edição bilíngue, atualmente em scú volume 620. E, mais recentemente, o UNDEX, qiie faz parte do programa de preparaçao de índices por

pro-

■-^“Eessoa eletTonicos. Seu conteúdo limita-se a documentos e publicações

da

ONU - atuais e selecionados - abrangendo principalmente as esferas econômica, social e dos direitos humanos. Espera-se, para fins de 1973,

que o

UNDEX abranja os documentos da ONU em sua totalidade. O ÜNDI será substituido pelo UNDEX quando este ultimo contiver todas as informações da cole_
çao e se regularize a frequência de sua publicação. A partir de então será colocado a venda para o publico era geral. Atualmente á editado somente
para distribuição oficial.
Alguns catálogos da ONU trazem apenas o número de venda das

pu-

blicações, assim como certos documentos, referindo-se a outros, citam apjB
nas o seu número de venda. Exemplo:
I9f&gt;9 TULES THROüCnAVGVST
rHAI)E, HNANCE/INO COMAIEUCE (CATEGOR Y H.O)

,
E.6S.H.D.12
•
E68.11.D.13

i THE KENNEDY ROUND ESTIMATED EEiq'.CTS ON
TARIEE BARRIERS. Rcporl by lhe Sccretary-Gcnetii] of
UNCTAD. 1’arts One ani! Two. 217 p.

$ 3.00

/TRADi; I&gt;R0.S1’EC TS AND CAPITAL NEEDS OE DEVELOPINGCOUNTRIES. 614p.

$ 8.00

*

E.68.11.D.14

UNITED NATIONS CONFERENCE ON TRADE AND
DEVELOPMENT. Second Sewion. New Dclhi. Volume 1 Report arrtí'Amiexcs. 481 p.
J 6.50
Era vista disso sentiu-se a necessidade de organizar um catálogo de número
de venda, baseado na relação mensal publicada no UNDI. Exemplo:
List of Sales

Publkatiom

iiidexed iii íhis issue
TUle

Sale.9 no.

cm

2

Symbol

q E.71.n.D.G

Current problems oí econoinio intefiration, Eiscnl
compensation and tjie di.MlriliUtion of benofíLs in
ecoiionnc grouplngs of developing countries [by]
Peter Ilob.son.
Jmi 1971. vi, 39 p., Ubles.
Printed. $U.S. 1.50 ^or cquiv.'üent in otlier currencies).

TD/B/322/Hev.l

7 E.71.II.D.9

Guideline."? for touriiun .statisties. Prepared by
thc aecretariat of UNCTAU. Sep 1971. iv, 50 p.,
charts, including annox-.'.s. Printnd. $U.S. 1.50
(or equlvnlent m other cuVrencíes).

TD/C/C.3/86

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Exemplo da ficha do catálogo:

E.71.II.D.9

vei

T0/B/C:.3/S6

Caso a pubiicaçao sÕ tenha número de venda, coloca-se entác no local

da

sigla o t-1 tulo do documento. Exemplo:

E.70.1.13

Basic fixCts ahout the United Nations ...
1970.

89 r.

P.-5ara os perlodxcos foram org.aní2ad. ■= c. tàlogoo do as:
;rnco. xU: ti
tulos e topográfico.

5.

Corte Internacional de Justiça
Embora scjja um des orgaos principais da ONU ela e autenoma

relaçao a reprodução e ã distribuição do material que publica, 'a

com
cale-

çao esta Isolada do acervo da ONU. Contudo," a recuperação áe stu -■ dccumen
tos se £.2?. através do UNDI.

o.

Como adquirir as p'ublicsçoes da ONU
Qualquer biblioteca, mesmo nao sendo «lOpositária, poder.á

cm

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�í'&lt;í? publica,^0*15 d,'i ONU, Tjor ccmpra, oedier.te soiicitacao prt-Vi

a

gos e f oraularió próprio ãe oncorcerida. Os pedidos áeverr-c sor

-vo. inba-

das a: Snief. Sectior.
Itiitôd Nations
New York, N,Y, 1003,7

7,

:':álc-

Sales Sectíon
Uüíced Katiaxis {fffi':-..
Cavíeva, Swit
snc

ou

ConclusKo
Este trabalho e resultado de nossa experiencia na crponlxaxsfi dc

acer\"o da ONU es nossa Biblioteca. ?rocur&amp;:no3 nos manter sempr' f’í.x&lt;Lro do
esqueraa da própria Organizaçao, buscsedo nevas r-oluçees apur.av

para

cr'

casos eiii que ela nao oferecia opção, UsbeTrms que ainda ha ua ,lo-,cani
nhc d&amp; aprendizado a pc—n.£..er&gt; mas se esta iniciativa puder auxilio?'

de

alguma forma os que tx-abaiíiatu neste campo, nos sentiremos gre t if içados p_e
Io esforço atu aqui empreendido.

8.

Biblriograf ia

FIELD, Nonran S, La biblioteca de Ias Kacienes ünldas en Gir.e’nrr}.

Boi.

Unesco Bibl, 23(6):354-7, nov./dic, ]9B9.
GROESBECKf .Joseplu Introáucing UKDEX.

Sreclal I.ibraríes

(4) r 265-70,

Jnly / Mi2, - 19 70.
KOPPES, Mt.rriel, lhe Library of t-be Loague cf Nntions s.t Genove.
Ouarterly

31:257-68, 15&amp;1.

KQN TO FIND A DOCílHENT.

UNIT/iR Kevs

4(31, i-r, 1972,

UNITED NATIOUS, Dag HarSiSrskjoid lAbiarv, Li^(
geries avaboXe,
Secrelsriat.
niateriel.

Library

1971.

19õ5.

139 p.

(31/Llb/SIR,3/i/Reu&lt;I

Ç_f denoa/ íoi ,
27 p,

Digitalizado
gentilmente por:

uniteá Nr.tlona docujaent

Lí r-rarics raceivlng Uni ted Nations

(8'í/I.ÍB/12/Rev. 5)

&lt;/

S

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1

�lACiONES

UNÍDAS
Distr.
GEínDRAL

■

Ín
W' Kl
í ^ o F
u- -if n

E/5S13
septicnibrc 197&lt;?
t;s?akol
ORIGIÍJAL: INGLÊS

CO NO Mi CO
SOCIAL

lACIONES

UNIDAS
Mstr.
GLSIGiLlL

:ONSEJO

E/AC.6/SH.470
9 de octubre de 19^8

iCONOMICO

ESFAhOL
í

SOCIAL

IâCíONES

Dietr.
GENERAL

UNÍDAS

E/C.2/T62
19 enero 19T3
ESPAfíOL
ORIGIlíAL: IKGLKS

:oNSÊJo
iCONO/VilCO
f

SOCIAL

E/DS3/Z4/AdiS

DRUG SUPERVISORY BODY
ESTíMATED
OF

WOPXD

SEQUíEEMENAS

NARCOTíC

BRUGS

AND ESTIMATES OF WORLD PEODUCTION OF OPIUM
.

IN

1967

Thlrd Supplement

ORGANE DE CONTRÔLE DES STUPÊFJANTS

�OHSS

UNIDAS

iSEiO

éíi/iS^X

ÍEGURÍDAD

/M"J

f*&gt;k»*iiww*va*n

ACIONES

S/10880
5 febrero 19T3
ESPAFOL
ORIGINAL: II1GLIC3

UNIDAS
Distr.
GENERAL

O N S E J O
E

Distr.
GEIiníAL

S/Agenda/1690
31 encro 1973
ESPAROL '
■
. ^.ORIGIlíAL: INGRES

SEGÜR!DAD_

ORDEIÍ DEL DIA PROVISIONAL PARA LA l690a. SESIOU DEL
CONSEJO DE SEGURIDAD
Que se celebrará en la Sala dei Consejo de Seguridad en la Sede, Kueva York,
,
el juevcs 1? de febrero de 1973, a Ias I5.OO horas

Aprobacion dei orden del día
Denuncia de Zambia;

cm

a)

Carta, de fecha 2h âe encro de 1973, dirigida al Presidente del Consejo
de Seguridad por el Representante Per;.;ancni e de Za;nbia ante Ias
Raciones Unidas (S/IO865)

b)

. Carta de fecha 23 de encro de 1973, dirigida al Presidente del Consejo
de Seguridad por los representantes de Guinea, Kenia y el Sudán
{S/10866)

c)

Carta&lt; de fecha 26 de enero de 1973, dirigida al Presidente del Consejo
de Seguridad por cl Representante Permanente interino de Y^ugoslavia
ante Ias Waciones Unidas (S/IO869),

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�01
ITATISTiCAL PAPERS

Series

D

Vol. XIX, No.

1"35

(Pfigeu 923-Í-9484)

rí-.rí ;
&lt;v /U'; O N S

U N i E S
Dictr.
GEí-IfiRALE

C O N S E I L
DE

T/1730
27 octobre 1971
FRANCAIS
OÍÍIGIÍÍAL : AlvWIS

TUTELLE

LBTTRE DATijE DU, 26 OCTOBHE 1971» AERESSEE AU FRESIDEIÍT DU COKSEIL'
DE TÜIELLE PAR LE 5ECRETAIRE GEiffiML

J'ai l'hormeur de porter à votre connaissancc que l'Asseniblée généralc,
à .-a 1976èiae séance plénière, le 25 octobre 1971» a adopté la résolutlon 2758 (xm)
par 76 voix contre 35, avec 17 abstentions.

Le texte de cette rásolution est le

Guivant ;
’

”D'A.csembl(!;e cénerale,
les príncipes de la Cbarte des fvations Unies,
rdtablissement des droits légitimes de la F.épublique
populaire de C.iine est indispensable u la sauvegarde de la Cba-^-te des
Kations Unies et á la cause que 1’Organisation doit servir conformément à
la Cnarte,
g£P.Ç.P;^^'^sant que le.? reprásentant.? du Gouvernernent de la Republique
populaxre oe Chine sont les seuls représentants légitimes de la Chine à
1 Organisation de.s Nations ünics et que la Répablique populaire de Chine
est un des cinq membres pcrcunents du Conseil de sécuritd,
iP rctablissement de la Republique populaire de Chine dans tous
ees ciroits^et la reconnai,?.?ance des rcpré.-3entant.? de son gouvernement comme les
seul.? repreisentants legitimes de la Chine à 1'Organisation des Kations Unies,
ainsi que 1 expulsion immédiate des représentants de Tchang Kai-chek du siòge
qu ils oecupert illegalement à 1'Organisation des Kation.? Unies et dans tous
j.cs organismes qui s'y rattachent. "

(Signá) U Tl-IAtK?

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Documentação Jurídica </text>
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                <text> Câmara dos Deputados </text>
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                <text> Biblioteca Governamental</text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>A prática no trato dos documentos da Organização das Nações Unidas, bem como de outros organismos internacionais, nos tem demonstrado a necessidade de lhes dispensar um tratamento particular e diverso do empregado nas demais publicações de uma biblioteca. Escassa é a bibliografia existente sobre a organização dessas coleções.</text>
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            <description>A language of the resource</description>
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                    <text>VII

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belém,

29 de Julho a 4 de agosto de 1973
CDU

087.7:002(81)

TEMA - Documentação jurídica e administrativa

PUBLICAÇÕES OFICIAIS BRASILEIRAS;
VIII

CONGRESSO BRASILEIRO

UM TEMA PARA 0

DE BIBLIOTECONOMIA

E

DOCUMENTAÇÃO.

V
Por Juracy Feitosa Rocha - CRB 016
Diretora

da Divisão de Biblioteca

do Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados.

DOG JUR. ADM.

cm

1

Digitalizado
gentilmente por:

♦

S

14

15

16

17

18

19

�Introdução

Bibliografia

corrente e catálogos de publi-

cações oficiais

píi K ■&gt; -ítcacoes

brasileiras.

oticia

;o documenti

pesQU1sa

Programa da Divisão de Biblioteca
de Documentação e

ínfornação da

dc

Centro

Câmara dos

Deputados.

Publicações oficiais
para o VI lí

trasileiras

Um

tema

Congresso Brasileiro d s 31 b 11 o -

teconomia e Occurnentação.

Conclusões.

Dibiiografia consultada.

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

I ^ca n
st e m
I Ciereaclamcnto

\

14

15

16

17

18

19

�0.

INTRODUÇÃO

\
Publ icaçoes

of leiais ,

essas

se expressava o escritor pernambecanc
em 1951,

em crônica

sobre essas

Serão minhas
ele,

as

tio

suas

desconhecidas ,

Gilberto Freyre

içnoradas

palavras,

colaborador emérito do ceverno para

des obras,

saberia explicar o

a

ass 1 rr,
(21)*,

publicações.

pois jamais

como

elaboração de çren

intrincado segredo das

public^

çces governamentais.
A experiência
ções

cujas

primeiras

oo autor ou organizador de public^

edições foram oficiais,

e

"desapareceram

sem que o público pudesse toriar contato

com elas",

var o problema do

considerado

livro oficial,

não existisse porque não era

enteo

vem

reav_i

como

se

encontrado:

"Bióe e 0 dt&amp;tZno 'rctanccZlco da quaÁZ toda
pabZZcacõ.o o-^,Zelai ar.tfiz noò
ta ou adquirida]'-

{dl^.Zcll da

vl^

naica a'rncfia.a auaia daicor.hacl

da do caanda publico.
Klat&gt; a antAa IIv-ícó

luando apaaac.a

‘lacoô

arn

llvfia

e vo-n um paeco

da

íl

vao da luxo.
...

Oi llvaoi cilclcli, dão lucAc

qua o&amp; compaa ou adoulaa,
vandâ-loi anoò

dzpeli

cumba aoò a.aiponóãvali
aaçõai

como

iai

* os

números

’‘obxa6 na.n-ai".

pala dlvulnação da

doi iaui Inlmlpoà.

to finam bilai adcfimacldai

atai

nagoclanta

quando apaaacam,

c^^iclali da-^ar.da-íai malhof’.

ffcncíem hoja,

zlai,

ao

...

oaa

In

publl

do qua as

Vaqualai

am boiquai

paaa

qua

da
ai

iomanta

naaoclantai aitutcrip conkacam a da onda io
opafiam o rr.llaqfia da Kaaufifialcõa6

oantaio^

pa.aa iau comaKalc

referem-se a

bibliocrafia

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m
Ciereaclaracnto

♦

consultada.

S

14

15

16

17

18

19

�.
Recorrendo ã resposta
Ciências Administrativas
to

Internaciona 1

to das

ao

de Ciências

de dez
"nao

Administratl ves
ern diferentes

anos

países,

nv

-ínstitu

sobre o tratamen

continuam atUcis

c.yM.òtí-f

vemos

que

suas observações:

uma bÃ.bliatPca

qut

cu^de, e.Ápe.c-íaln’^ntP.. daò patíÁcacÕs.i oHcZaÁi
iÁ.íç,d.Kai&gt; dt m,aYiZÁ.fia lntto-\ol e quz
tacla a.
aó

cem pXtcl.-bco

pu'ollcaçcç..í

conkíc.-&lt;.m(&gt;.nta
ou covoh.ncà
Ainda
as

bibliotecas

to.

c^icialà

üuktJ.cadaò
tótacíua-ci.

c. cupidez,

tcjdoò

aò

.òob.fLP,

AP.tone.4&gt;

cu pz^.c ocvtKno

Nacional

do

^o.d&lt;zKa.l

(27)

neste trabalho encontramos

Biblioteca

b^a

zíttzia kabllÁ

exoosiçao sobre

e Õroãos oticiais que então cuidavam do

Alinham-se a

.

Instituto Brasileiro de

inquérito nroirovitío oelo

publicações oficiais

decorridos mais

do

2

do Rio de

assun

Janeiro,

con

sua Seçao de Publicações Oficiais,

o Departamento de

Imprensa

íiacione. 1

o d^Sr,

Catalogo

com sua

mostra de

livros,

com

seu

de Publicaçôes do DASP.■
Confirmando o acima exposto,
tado pela
1961,

esr. relatõrio solici

redação do fíand_bojok_ of_Latj n

0 prof.

Bibliografia

Edson Nery da
Brasilei

Fonseca,

Corr m t e,

traçando o

Informa

f

poiiqõt&amp; cnualà a.e.altzada6
Em

Senvtç0

T95è.

2

3

4

5

6

na

um

.xza-òétJio

Publtc 0

■ £&gt;

cata toa oò

peto meamq

o V ?.po'i.tam çnto

bttciíO. um ca.tã.íoQo ccmpZcto
qual

da

de.

do Gb

pfr_aduzidQò pelcf- Vcpaa.tamento de l.mp.xen

Macicnal -i5o a e.q.iòta.adoò

to.

Panorama

cé Z-ivKoò publ Lcadoá poa. iuLpa^Ltlc.cí&gt;.i

oexuo.
j&gt;a

®

que:

”Mão txZòte.,
todo6

^lí ®^

tx

uepaAtcmen

AdmÁ.n-í-itx a ttvc

do

JT
de òua.i

edZoccò

■fã. apa.xecp.u o ptZme.i»c òupZemento."

Digitalizado
gentilmente por:

da&amp;

il9]

do

�As

palavras

um brado de alerta aos
\
diz respeito its

do prof.

Borba de [‘oraes

sao

bibliotecários , .no

que

Rubens

governos e aos

Diz ele em sua critica

publicações oficiais,

primeira

imprensa

da

de f^anoel

Antonio

da

ã obra de Renato Berbert de Castro Tipografi a

Bahia e suas

publicações

-

Silva Serva,

1811-1819 -

publicada pelo Departamento da Educa

ção Superior e Cultura!
”

do Estado da
dex-XC

Bama,

sm 19/l?i

C'txe timít cb-ta cícòaol

cÃ.a e que Xnte-^eòóa a am afiande pãbld.co óíjci.
blÃcada poA. uír.ci

e não òe&lt;u

uenda na.i tlvfiahluò
etande-^J-nc
ye-'t&gt;ic.'ò

do pais.

^

poò-ta

quace -tudo Que

o&amp;

e r&gt;vs4.ta&amp;

lím

un7uea 1

^

dljlc^l

do que compAaA. ji.m _7n^urãbu-?g Aa/tc ou um
de Silva SeAva'l

((7

5 no&lt;sac)

As publicações oficiais,

de

do a preocupação do Governo brasileiro.
cional

de Bruxelas

{1886),

promulgada

cuidava de documentos oficiais,
vos das obras executadas,
(dec.

10.188,

4olheto

(33)
data,

vem

Ma Convenção

pelo Brasil
e.

por ordem e as expensas

sen

Interna

em 1889,

se

aami ni strati^
do

Governo

de 17.02.1889).

da na Biblioteca
(dec.

longa

parlamentares

Atendendo ao que dispunha

nais

o.

7oH.i-ia~it pabl.c.cação

eòtaduali ^ m1 clpo 1&amp;

^ «.lí

pu

197,

essa Convenção,

Racional

uma

Seção de

de Oi.02.1890),
o Brasil

assinou

e,

esta Convenção foi cri^
Permutas

^inda,

Internacio

em harmonia

convênios

com vários

com_

a

países,

complementando o movimento.
0 Brasil

e o Uruguai,

inaram acordo para permuta

de

conjugando

puDlicaçoes

interesses,

as

oficiais e de

t£

Ias que forem editadas com o auxTlio do Governo.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

A

Bioliote^

�ca

Nacional

do Rio de Janeiro e a

contrapartida com a

Biblioteca

blioteca do Ministério das
Oriental
dec.

do Uruauai,

1346,

Bibl ir.teca

Nacional

Relações

encarreqarais

bre

193S

Em 1540,

Iraprensa
Mais

tarde,

criada na Diblioteca

a coroo-

foi

firmatía

a

ínterameri
Convenção so

consubs?ancianco a

S1b1101eca

blicações oficiais

promulçou essa

30B5,

21.03.1^33).

de

as

par a

oficinas e

Racional

a

atribuições
oficiais

Serão

íBera dos Deputados,

não

0

Nacional

deveria

1imita df&gt;

c raficcs

de

18.01.1 946 ,

rui.licacões

0

suas

Deputado José

Nele,

lei

nÇ

co 1ecões

de nu

a admin1stração,

Biblioteca

S-onificio,
3.746,

da

Câ

coi"c relator da

que

infelizmente

lê-se:
-

A V-Zbi'Áoti.c c

p!j.bl■ica.A.c 0 •tcxaf.ífsm.te

Digitalizado
gentilmente por:

restrinqi

(27).

projeto tíc

resultou em lei.

Cfi

e esí r.ãncei ras “.

referentes

danci-i^o e r i.Uéf.óríocr

1

nç

'b-ncnter organizado

por sugestão ria então

çç

cm

Conven

serviç0s

do

riacicnais

brasileiras às

Em 1?G6,

apresentou

ini

c 0 n t r 0 ! &lt;1 r a s

pelo decreto 34 . f 7 S ,

legislação e jurisprudincia

Mesa,

idéia

0 Drasil

Posteriormente esse campo bc- acão fci
tendo a

oi

Racional.

acervo de publicações

do,

a

'•‘cpõblicd

:cri r

0 Governo ícderal,

ciais que entre outras
o

{dec,

0f 1 c1«is , inc0rp0r 0u

federais â

da

ida Conferência

(1R36)

e envolvendo a America.

ção em setembro de

foi

Paz

intercâmbio de publicações,

D íicaçoes

x t-, &lt;'i ores

?;

er

C . i Q07

de 03

de Consolidação da

cial

itamaraty

cio ;'oot^vid-?u

e 0e

ü exemplo friitificou.
cana

do

dr

"'.aci.ovMZ do

fârír^r

bcls.t/ir-

doi' 17

^ íc

clç.

'Co&gt;~utadcS
co

�5
C0» &gt;1 0
bÁ.da&amp;

t'u

§

Z9

■: cai,

•i£

Í'T.

obfta.ò

tece

v.ÍAtads. d&lt;íòtc. P.í.jL.

VibtZco-\ci{.i ca da

- do bciet-í'.

ca da Câma^ia

doi V zpudic dc-í

cxctiiiiivgPip.nte,

ai

doi 1 ZK.nJ.tGh.iú i
vaiiazilatali,

K.c^ c ^ ç.nc-iadoi ,

&amp;zKc-o

60 b a

cbtaò .&lt;.’Mp-'í.eáácí4

io.btt-Ldadz do6 govcfiaci

ca

rcdctâíi,

ioclzdadõ b

Und.ão,

do6

itcòpon

titarícò

aixtaKoulai ,
dz

FUbilx.otc

e

cntidada

eccnorun 'i^alita

t ian

daçÕci".
ílüito
numa

tentativa de

recer.tenente,

o “■nistro Jarbas

racionalizar e s ■! s tenati 75 r as

do Ministério da Educação e Cultura,
centena,

aprovou a

numero das mesmas

execução de
(Portaria

Passarinho
publicações

Q^e atinciar:

a quase uma,

prcçrama editorial

reduzindo o

n? S^-ÚSS,

de

21

de janeiro

ds

1971).
Iniciativas
por muitos

possa

tomar ,

titui

tema

4

5

a c-ar ds

0 assunto Publicações

cuja abordagem exige 0

mentalistas ,

3

e X e !'.i D1 0 3

ssr

sen u. 1 d 0

órgãos governamentais.
Como se vês

2

como esta

bibliotecários,

6

Digitalizado
gentilmente por:

outras

providências que

oficiais

brasi1e1ras

interesse do

do paTs.

I ^ca n
st e m
I Ciereaclamcnto

S

14

con^

todos os

bibliófilos

15

16

se

doc£

17

18

19

�.
1.

6

.

BI8LI0GRAFIA CORRENTE E CÂTALOGOS DE PÜBl.íCA-

ÇDES'OFICIAIS

"A prineira
brasileira

foi

os Anais da

levada

Imprensa

Nacional

Edson Nsry da

vem lenibrada

Fonseca

de documenuos

das obras executadas,

governos

(arts.

Essa observação do prof.
através

lista

de

ds

10.188,de

sendo ignorada

gão instituTtío pelo dec.

1 S,883 ,

trar “p aparecimento de todas

as

federal".

e administrativa
do Governo e de
que os

disponíveis
foi

1istas

que

a segunda
|Xfbli_

chegaram a

pela maioria dos 1
Imprensa

ds 25.10.1945,

ser
ados.

Nacional ,
deveria

publicações oficiais

5r

regi£
custea

Naou^la éooca de exceção con_s

quando o Governo Federal

es

e serviços gráficos federais

incorporado

a

Imprensa

todas

Nacional

2.130,

idéia

de editar um boletim bibliográfico que abrangesse todas

publicações oficieis, mas

Digitalizado
gentilmente por:

tal vez

í-.avia

(dec.

as

12.04.1940) ,

e

pois

ben qua anual )das

titucional,

de

oficiais,

Parece que esta

Se essas

forcou &amp;

1 7.02.1 889)

publicações

^ Solim Sibl iogrãfiCO áj)

oficinas

Bruxelas

exnensas

ccrrents{se

brasileiras.

pela admi n1 s traçãc

j£

dà palavra do prof.

de puLlicaçoes

por ordem e ís

tativa de uma bibliografia

das

pelo Departamento cte

of i c i a i s , pa r1 anet; ta res

seria completada anualmente.

realidade continua

ndcional

onde o autor fez a de^

Convencão

2P e 39 do dec.

imprimissem a

cações oficiais

fi a

(16).

laboração de uma bibilografid

terminava

(60/62),

1831.

De 51Qum modo a

cuidava

bi b’l i

obras publicadas

de 1808 a

sé Honórlo Fcodrigues

de

a efeito por Alfredo do Valle Csbral,coíri

crição bibl1ogrãfica das
Imprensa Nacional

tentativa

esse

Ciereaclaracnto

tivesse sido exequível

Boletim nso

^

^

foi

14

15

a

publicado.

16

17

18

19

�.

As nossas bibliografias

nacionais correntes

pecializadas registram indistintamente
ciais,

as

sém o propÕsito de identificá-las

especiais dos ôrgáos
valor intrínseco e,

editores.
talvez,

São elas

7

.

e es

publicações

ofi

como tais,

om seções

registradas

pelo seu

pela oportunidade de seu

recebi_

mento.
0 Boletim Bibliográfico da
partir de 1954 passou
ções oficiais na

Biblioteca

Macional.a

a assinalar com asteriscos as

lista de publicações

nos volumes correspondentes

publica-

periódicas,

que aparece

ao 29 semestre,o que,

entretanto,

não vem a constituir repertório das nesmas.

Sobressai

o

fato

de 0 referido Qoletim no volume correspondente ao 29 semestre
de 1964
seu V.

ter deixado de fazer essa
15,'

29 semestre de 1965 ,
0 Departamento de

referência.

Aguarda-se que

apresente alguma
Imprensa

explicação.

Nacional, com sua

1 a.

Mostra de Livros, em comemoração ao 1349 aniversário da Fund^
ção da

Imprensa

Nacional,

iniciou

cações oficiais brasileiras.
qual

uma bibliografia das

Impressas

publj[

naquele Departamento a

vem sendo editada regularmente.
Comentando estes catálogos,

da Fonseca no relatório citado

(19)

o prof.

observa que

“servem como bibliografia corrente das

Edson

Nery

os

mesmos

publicações

oficiais

brasileiras, grande parte das quais Ó impressa no D.I.N."
Atualmente o Boletim Sibliografico da Biblioteca
Nacional

já não identifica mais as

e os catálogos do Departamento de

publicações governamentais
Imprensa Nacional

são

uma

�.
rnostra apenas do que nele se publica,

pois

8

as graficas dos

.
Õr

gãos governamentais, não integradas ao DIM, estão aT produzin
\
do a mancheias/ De passagem fica registrado o movimento
do
Centro Grafico do Senado Federal, que no Distrito Federal
prime aproximadamente

1.5Q0 volumes

r! louvável
que tim catálogos
ço

a

por ano.

iniciativa de alguns

de suas

publicações,

órgãos oficiais

entretanto,

é um esfor

isolado que num futuro próximo deverá juntar-se a

mento nacional.

Na bibliografia

nham-se alguns catálogos

sem a

im

sobre o assunto

um

(47/67

movj_
)

pretensão de enumerá-los

alj^
exau£

tivamente.
Ãssirn se escusa o eminente
ma Sobrinho,

referindo-se ãs

Edições

professor Barbosa

Universitárias:
I»
po.Za

"A -iiijuitZça dai, omli,i,ÕQ.ò iz e.&gt;tplí.ca
dZ&lt;i,caZdad&amp; dz cbiz-i notZcÃ.a6.

Meamo ponqaz

zdZçõzò cuiiam a apaiizazii no mznc.ado
dofi".

Li_

aà

dZòtn.ZbixZ

( 7 )

Que dizer dos

catálogos e mesmo das

publicações

oficiais?
Vale ressaltar que as

edições

universitárias e o

livro didático constituem um capitulo a parte,
bem equacionado,

pois o

demos verificar pela
(ver nota

no final

INL

tal

da bibliografia

encontrando-se

duzido de entidades

3

tern regulado

o

mais

o que

consultada).

que o panorama da produção

4

5

6

tão somente

documeji

catálogos de um numero

que constituem apenas

Digitalizado
gentilmente por:

p_o '

assuntõ^

do governo não vem espelíiada em nenhuma bibliografia

cional,

2

vem se ocupando deles,

legislação que

Assim vemos

e muito

uma amostragem

nare
do

�.

9

.

todo.
Uma bibliografia nacional
mentos viria sobremaneira facilitar a
nal,

corrente

desses

pesquisa da vida

que freqiientemente é objeto de investigação

dos cientistas

para os

relatos dos

docu

processos

naci£

por

parte

brasileiros

de

evolução e desenvolvimento.
A palavra do prof.

Edson Nery da Fonseca

(17),que

ressalta:
"A impofiiânc-ia da bi.btioqfialÁ.a nadi-onat co^
n.^nt(L é

•*

fieJíMe.nclando a pJtodução bXbZto

de uma nação,

&amp;la

c.onhtJitui. num -teg-ca

tn.0 da pn.Ôpfii.a tuZtuíia naclonaZ,

jã que tudo

no

mundo zx-iòto.,

como obicavcu ÍÁatZa^mz,

pafta

aca

bafi em Jil.vfio.

Wão exaaeKa poatanto F-tde£xno

dc

quando zÁcaeve que o atfiaio e o

dea

F-tguexAedo,

tei.xo na xnvent.aax\ação b^bZxog^i.ãi^-ica "ião
maò de anarquia e deicontlnuxdade na

òlnto^

etabohação

do òabeA".
Fato interessante a
ximadamente dois anos quando a

relatar ê o ocorrido ha apro
Ccunterintel1igence

Division do Exercito Americano recebeu ordens

para

Analysis
destruir

os registros sobre os civis, dado a grande controvérsia sobre
se 0 Exército

teria ou não o direito de investigar as ativida_

des políticas dos mesmos.

Grande impasse surgia,

de vez que esses documentos estavam em rolos

de

intercalados com os documentos dos-mi 1itares,

os

terintelligence Analysis
Solução brilhante foi

Division

determinada

tinha

ra

todos os

fins

e

intentos

te destruídos.

Digitalizado
gentilmente por:

aqueles

microfilmes
quais

interesse

pelo Conselho

Exército, mandando destruir somente os

entretanto,

a Coun

em manter.
Superior

índices dos mesmos.

registros

foram

do
Pa

legalmen

�.
Citando este fato,
Adler

(25),

descrito por Mr.

editor do Congressional

ro completã-lo com suas

10

James

.
B.

Information Service,

qu

palavras:

"ífcu ponto de oi&amp;ta,

obu-ídmen-cÊ,

f.o^mação iem tnd tração,

e çae

-cn

pode, &amp;t^L con

àtdz^iada in^oAmação".
E as
-nos com a

ideia

publicações oficiais
de sua

tro de âmbito nacional
los

seus próprios

serviria

noticias do

3

como ponto de partida,

4

5

trabalho da
pela

publicações oficiais

satualizado.

2

6

regi£

e muito raramente são relacionadas

que subvencionada

vantamento das

não merecem nenhum

pe

editores?

Não hã
ry Lombardi,

indexação,

que, mesmo sem iludir-

Digitalizado
gentilmente por:

bibliotecária

Fundação Ford,
brasileiras;

fez um

seu

l£

trabalho

já que nesta data estaria

de

�.

ções

2,

AS PUBLICACOES OFICIAIS

As

publicações

e planos do governo,

estudiosos das mutações

of ida i s ,

COMO DOCUMENTO DE

rei sto vivo das

constituem acervo valioso

variáveis que oferece

a

.

PES

realiz^
para

hi storico-socio-econÔmicas e

trativas entre as muitas

11

os

adniini^

vida

nacio

nai.
São de um modc geral

a única fonte acessível

pressa para pesquisa das atividades governamentais,

entretai^

to 0 pesquisador encontra

barreiras gigantescas aos

pÕsitos quando se destina

a estudar documentos governamentais.

A Lei

r.Q 5.692,

tabelece as diretrizes da
métodos didáticos
vanguarda das

sua

de

11

pesquisas,

reforma dc ensino,

persuadindo-o a

sobretudo,

tualizada que responda as

revolucionou

os

colocando o aluno

na

investigações

política,

educação,

mental

quase

todos

com reflexos
Vemos

é difícil

incisivos

na

sua

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

a

admini^

encontrar ramo do conhe
imecliatas do

Governo,
govern^

documentação.

que ha um descompasso entre as

do documento oficia!.

e

a

atraentes

sentem a abcrdagem da atuação

cas de en.sino que exigem o mãxino de

3

mais

Economia, direito,

cimento humano que fuja as atividades
ou melhor,

para

as mais variadas.

A atuação do Governo é alvo dos
para grande número de estudantes.

na

oiblioteca documentada

indagações

pro

que

E é o biblioteca o suporte ideal

perquirição; mas,

tração,

seus

cie agosto de 1971,

ate então utilizados,

teratura especifica.

2

im

pesquisa

e o

novas

t?cn|_

tratamento

�.
Como serão respondidas
ti vas

enquetes

12

como estas,

.

rel^

ã atuação do Governo?
- Obsiervações

sobre os

planos

de

desenvolvimento

do Governo- A polTtica

salarial

- Comparações
-

do Governo.

sobre a reforma do ensino.

Confronto entre a exportação brasileira
tos manufaturados e a

de

produ

ir?portação de rnatÕria

pri_

ma.
A começar pela
rios

Oficiais,

que não tim Tndices

tituem absolutamente
relatõrios,
pos

fonte para

planos e programas

que se incumbem das

riadas,

cuja

dos

vamos

inúmeros

governamentais

também nas

completas ou semicompletas de publicações

pesquisadores

contrada,

de estatística,

cumentos gcvernamentais cujas
controle simples

teriam

revistas

3

do Brasil,

tão procurada

5

e

a
pe
en

lacuna quanto a outros do

características

orientadora começa

em busca

4

Um

não permitem

o

como o de um anuário.”

do

roteiro das

cional, onde de maneira

2

cole

oficiais.

E penoso 0 percurso do estudioso que na
bibliografia

afirmar

e cuja coleção completa dificilmente

Po^e-se presumir a enorme

ou gru

bibliotecas.

exemplo bem claro disso e c Anuário EstatTstico

los

os

as mais

pode-se

bibliotecas brasileiras

rnais completa fonte oficial

encontrar

organismos

informação se perde no tempo e,

RarTssimas

Diã

e por conseguinte não cons^

pesquisa,

atividades

com pouca maggeni de erro,

çoes

dificuldade que apresentam os

6

sua

pesquisa

da

pelos jornais

e

flutuações da

incompleta estão

Digitalizado
gentilmente por:

falta

conjuntura

representados'por ar

�.
tigQS,
*

editoriais,
Se 0

notTcias,

etc.,

e laborioso como etapa

obtenção das

final

des do governo,

teria esse

e não

inicial

trabalho difT
da

pesquisa na

cra como reflexo

das

ativid^

ora como o crivo crTtico dos observadores

constitue-se simplesmente complemento para uma

lise mais viva das

fontes

oficiais,

sador para fundamentar suas

pesquisador que se

publicações oficiais.

na

an£

pesqui

ressente

AT esta a Câmara dos

ou melhor, o Congresso Nacional:
(26 e 27 ) fl crescentes

em. que sc paute o

da

observações.

Mão é somente o
falta das

—

inform^

informações.
A imprensa diária

política,

imediato

— e não encontrar o vácuo cie

ções sobre os documentos oficiais

.

informes desejados.

pesquisador pudesse valer-se de

da documentação oficial

cil

os

13

ai

inevitável

estão os

prime

Deputacbs,

Bancos de

Dados

expansão eccnõrni co-soci al

e muitos outros centros de documentação que conhecem
culdade de se obter a matéria

da

infalível

de informação atualizado e cujos serviços

para

a

difi_

um sistema

sejam de real

util£

dade.

I
Como acompanhar os

passos da Administração sem o

atestado dos documentos oficiais? A documentação administrat£
va é instrumento de real
ticos,

economistas

utilidade

e outros

especialistas en ciências

polT

sociais,

que antes de qualquer tentativa no delineamento de

nova

tica,

alcançado,

hão de saber ate qu.e

hão de conhecer os métodos
dos

2

para administradores,

3

ponto o objetivo foi
adotados

para

pol£

o

aperfeiçoamento

14

15

resultados precedentes.

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m
Ciereaclaracnto

S

16

17

18

19

�.
programa da üivis?\o de
DE DOCUMENTAÇÃO E

INFORHAÇAO DA CKHARA DOS

Sendo as

a Câmara dos

nlstrativa dotou a

Deputados,

ções está

(Res.

DEPUTADOS

importância

Srea

no campo do

em sua ultima reforma

DiVisão de Biblioteca da

mento e Controle de Publicações

Nacionais

.

centro

publicações oficiais brasileiras,

praticamente em descoberto e da maior
cumental,

biblioteca do

14

Seção de

admi_
Recebj_

em cujas

atribui^

20/71):
214,

õíem l‘íl

-

ial de pabZicaçczi o^iciaiò,

a líáto

ir.en

encaminhando-a

ao

Víre toa. da Vlvltão de PnbZicaçÕeA,

pah.a

dZvuZga

ção”.
Assim,

para cumprir as

suas

finalidades,

a

Divi^

são de Biblioteca estruturou o seguinte
PROGRAMA DE TRABALHO
K

Objetivo:
1.1.

(esquema)

Editores oficiais.

Meta:

Diagnostico da situação dos

oficiais

da administração federal,

editores
centrali^

zada e descentralizada.
1.2.

Instrumento.
1.2.1.

Colaboração dos

serviços de

documeji

tação oficiais e repartições

públi^

cas que operam como editores.
1.2.2.

Registros
to de

realizados

Imprensa

pelo Departamen^

Nacional,

fico do Senado Federal
cas

Gr£

e pelas grafj_

subordinadas diretamente^ a repajr

■ tições

Digitalizado
gentilmente por:

Centro

do governo.

^ca n
st e m 4^
Ciereaclaracnto

\

14

15

16

17

18

19

�2.

Objetivo:

Catálogos

e

listas

de publicações

ofi_

ciais.
2.1.
t

Meta:

Pesquisa

teriores
2.2.

sobre

catálogos

atuais

e

an

a este projeto.

Instrumento:
mentação e

visitas

aos

repartições

serviços

de

editoras.

dociu

Questiomá

rio.
3.

Objetivo:
3.1.

Coleções

Meta:

bibliográficas.

Formação de

esquematizadas

coleções

por suas

Permuta.
bibliográficas

áreas administrati-

vas .
3.2,

Instrumento:
des

Inter-re1 acionamento das

informativas,integrando-as

de cooperação dos
ou

Centro de

da Câmara dos
permuta das

e a Divisão de Biblio_

Documentação e

Deputados,

novas

da bibliografia
Objetivo:

serviços de

de documentação,

teca do

4.1.

sistema

documentação
*
edi tores-of ici ai s-não-i ntegrados aos ser^

viços

4.

num

unid^

edições

Informação

com o objetivo
pela

divulgação

resultante.

Divulgação.

Meta:

Compilação de

em seções

referentes

tiVa .
4.1.2.

.

Bibliografia
a

sobre

corrente,

cada ãrea administr^

- -

Estabelecimento do fluxo de
ções

publicações

inform^

oficiais

tre a Divisão de Bib-lioteca e os
gaos

6

de

Digitalizado
gentilmente por:

editoriais.

eri
Õj^.

�4.2.

Instrumento:

Pronrama

da

Seçio de

ca do Centro de Dccunientação e
,

colaboração da
'

bas

InformãU

Informação e

Divisão de Publicações,

am

do CEDI.

Oojetivo:

Publicações

oficiais

estaduais e muni-

cipais.
5.1.

Meta:

Editores-oficiais ,

bibliográficas,
5.2.

Instrumento:

divulgaçãoe permuta.

Convênio

e/ou municipais

catãlogcs,colecões

ccm Órgãos

estaduais

para execução de

plano idÕn

tico ao desenvolvido no âmbito federal.

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m 4^
Ciereaclaracnto

14

15

16

17

18

19

�.
4.

PUBLICAÇuES OFICIAIS

CAASILEÍPAS.

17

.

TEilA PARA O

VIII, CONGRESSO SRASILEIRO DE .BIAeJClli^'UA E DOCüMENTAÇ í;n
Mo

A Divisão de Biblioteca
ção e
cações

Informação da
oficiais

Camara

dos

brasileiras

ío Centro de

Depct-zdos

propõe que as

sejam sensibilizadas
•0 assunto

para o

a

e que as

terres

consciõnciõ

de

rara

congresso

de suas

nacional

o qrob 1 e ,'ia , i n i c i a

do um movimento cujo resultado benefici-rã toda a
inventário geral

Jorna

tara.

lançado em

viria despertar no paTs

publ_i_

seja in objeto c vO p r o x 1 m o C o n g r e s s o

Brasileiro de Biblioteconomiae Docomentação,
das

Docurnent^

Nação,

nurn

nossiíji li caces.
4*&gt;

Ciente dos
tamento do

tena,
1.

inúmeros

ficam como sugestão

Características
conteúdo,'das

2.

Os

aspectos

publicações

federais,

As

estaduais

As

da

imprensas

e municipais.A atu^

Imprensa Nacional

e

dos

imprensa.

pertencentes

tais e/ou editores

variações:

oficiais.

Estaduais de

impressoras

tr_a

tipográficas,

brasileiros.

ção do Departamento de
Departamentos

seguintes

bib1iegrãficas ,

editores oficiais

oficiais

as

que envolvem o

a órgãos

ccr.ercjais

que

govername^i

imprimem pub1i_

cações oficiais.
3.

As

publicações

nal .

oficiais

centro do orçamento naefo

Verbas orçamentárias

utilizadas

para

impre^

são e distribuição.
4.

Catalogação simplificada

Digitalizado
gentilmente por:

das

publicações oficiais.

I ^ca n
st e m *y.
' víiiU-LU &gt;
I Ciereaclamcnto

14

15

16

17

18

19

�.
5.

Controle da
gos

e bibliografias.

ciai
6.

7.

produção documental
Panorania

corrente e de outras

ou

Aquisição

(compraj

em reserva.

assinatura,

bliotecas que

bibliograficas .

integr-ação ã cole

de

permuta).
Órgãos

governamentais

n9 de exemplares,

recebem as

sistema

Intercâmbio

S.

Indexação das

9.

A legislação sobre as

Crit£

listas de bi^

publicações.

intercãmbic.

regular.

Distribuj_

venda e/ou doação.

cas que adotam o

Diários

Catãlo

bibliografia

fontes

doação e

que adotam o sistema
rios;

.

sistema misto.

ção e estoques

10.

da

Arranjo em coleções especiais,
ção geral

oficial.

18

Bibliote

Sugestões

para

um

internacional.

publicações oficiais.

Oficiais.

publicações oficiais.

Atos

obrigatoriamente

dos em orgãos dc governo.
ra atos do governo,

da

da e descentralizada.

Fontes

public^

especificas

administração
Valor legal

centraliza

do documento e

a publicação oficial.
11.

Publicações oficiais

12.

As

publicações

revistas,
mentos,

oficiais

relatórios,

etc.).

Padronização das

14.

Pesquisa

15.

periódicas e seriadas

anuários, mensagens,

legislativa:

orçà

sua

técnica

quanto ao

uso

oficiais.

anúncios

ha

oficiais.

imprensa,

publicações do governo,

Digitalizado
gentilmente por:

(

publicações oficiais.

Publicidade dar*publicações
pregados:

não bibliográfica.

" ’

13.

dos documentos

em forma

listas,

rádio,

Métodos

em

em outras

divulgação

nos

�.

16.

Oiãrios Oficiais

de ãmaito fadera!

O SNICT,

Nacional

Sistema

cã e Tecnológica e
17.

A polTtica das

as

de

19

e astac-ua!.

Informação CisntTfi_

publicações oficiais.

co-edições.

0

Instituto

dacional

do Livro.
18. ‘0 1ivro didãtiCO e

técnico.

As

edições

universi-

tárias.
19.

Cata1ogaçáo-na-fonte das

Digitalizado
gentilmente por:

I ^ca n
st e m
I Ciereaclamcnto

publicações oficiais.

\

14

15

16

17

18

19

�,

5.

.

CONCLUSÕES.

0 VIII

Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e

Documentação, adotando o tema ora proposto,
com 0

20

estara

colaborando

interesse público.
Consequência

experiências condensadas

lÕgica

nos

sera o

legado ao Governo das

trabalhos a

serem

apresentados,

propiciando o estabelecimento de um plano que estabeleça

nor-

mas

como

tanto para a distribuição das

publicações oficiais

para sua produção e organização em bibliotecas, ja
do pelo prof.

Edson Nery da Fonseca

(20), a

preconiza-

exemplo

do

que

jã se faz em vários países.
Os

processos eletrônicos no

ção e disseminação das
oficiais seriam,
lecer a

tratamento,

informações contidas

sem sombra de dúvida,

nas

recuper^

publicações

o passo seguro a forta-

iniciativa de uma centralização de esforços.
Quanto a este particular,

ainda uma vez,

o

Con-

gresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, viria
encontro da

iniciativa do Governo ao

ma Nacional

de Informação Científica e Tecnológica, que,

ao

instituir o SNICT, Sisteatra-

vés dos centros de processamento de dados a ele ligados, permj_
tira aos estudiosos e pesquisadores brasileiros acesso a obras
e a documentos,

inclusive os

não publicados, colocando ã dispo

sição toda a informação científica e tecnológica

neles existe£

tes.
Assim exposto, espero que a

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

idéia

possa

ser apre^

�^&gt;1
UI

ciada para a possTvel

inclusão

Brasileiro de Biblioteconomia

Brasília,

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

como

tema

do VIII

e Documentação.

abril

de

1973.

•

Congresso

�. 22 .

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43. VELOSO, João Paulo dos Reis. Pronunciamento do Ministro do Planeja
mento na Instalação ^ ^ Congresso Nacional ^ Processamento ^
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45. WAHRLICH, Beatriz M. de Souza. Processos de informação da admini£
tração. Revista do Serviço Público, Rio de Janeiro, 81(2/3):
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Trabalho apresentado pelo Instituto Brasileiro de Ciincias
Administrativas a Mesa Redonda de Licqe, realizada de 27

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junho a 3 de julho de 1958. Serviços de Documentação Brasileiros: estrutura, funcionamento, coordenação.

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a State 'of the art study. GainesviUe, Cenler for Latin American
Studies, University of Florida, 1971, 139 p.

CATALOGOS E BIBLinr.FAFIAS *

47. BANCO üC NORDESTE DO CRASIL, Fortaleza. Escritório Técnico clc Estudos Econômicos do Nordeste. Sumário dos írabalnos rnb^icao.;:! ;)elo CN2. Forláleza, 19G2, 35 f

48. BIBLIOTECA NACIONAL, Rio dc vlanoiro. Bsletini oibliografico. Nova S£
rie 1951 - Rio de Janeiro.
A partir de 1954, nos volumes correspondentes ao 2. semestre,
assinala com asterisco as publicações oficiais na lista de neriõ
dicos.
Em 1964 deixa de fazer esta referência.

49. BRASIL. DASP. Catalogo de publicações do DASP, seguido de uma lista
de tTtulos de obras oditadas pelo ÜASP d£ 1938 _a 1946. Rio dc Jn
neiro, 1947. 82 p..

50.

Atualizado até 30.4.1954. Rio de Janeiro, 1954 *■*

^ ''

51.

Atualizado ate 31,7.1956. Rio de Janeiro, 1958. 153 p.

52.

Obras publicadas no oerTodo de 1.8.56 a 30.11.57. Rio de Janeiro, 1958. 24 p.
Lista de publicações disooníveis. Brasília, CENOOC, 1971- ■

53.

* As publicações periódicas estão referenciadas sob o nonie da entidade
responsável para facilitar o controle dos Órgãos oficiais editores.
Constam da lista catálogos e bibliografias que puderam ser consultados.
** Informação da Biblioteca dc DASP.

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�. 23 .

b4. BRASIL- Departamento de Imprensa nacional. Ij^. mostra de 11vros; co
niemoração

134 aniversário da fundação da jjnprensa Nacional.

Rio de Janeiro, 1941 -

bb

— de cento £ ci nquenta
]5Q anos de ti poqraf ia oficial; seleção

..

1ivros e periódicos impressos de 1803 £ 1958, nas oficinas do Departamento de Imprensa Nacional. Rio de Janeiro, 1958. 1 v.
M
Exposição comemorativa do sesquicentenário da criação do

De-

partamento de Imprensa Nacional

56.

Departamento de Imprensa Nacional. Relação de obras. Rio

de

Janeiro, 1963. 40 p.

57.

Departamento Nacional da Produção Mineral. Publicações do De
partamento Nacional da Produção Mineral. Rio de Janeiro, 1956.
76 p-

58.

Exercito. Estado-Maior. Bibliografia das publicações do Exército. 2. semestre, 1963 - Rio de Janeiro, Secretaria do HinistÕ rio da Guerra.
Esta bibliografia vem sendo publicada irregularmente no Boletim do Exercito. 0 ultimo numero foi editado em 1973.

59.

SUDENE. Departamento de Recursos Humanos. Catálogo das publi
cações editadas pelo DRH/SUDENE, 1962/1970. Recife, 1970. 187 p.

60. CABRAL, Alfredo do Valle. Annaes da Imprensa Nacional do Rio de Janeiro de 1808 a 1822. Rio de Janeiro, Tip, Nacional, 1881. 339 p.
Descrição bibliográfica das obras publicadas pelo Departamento de Imprensa Nacional, de 1808 a 1322.

(Apud RODRIGUES, Jose Ho

nÕrio. Alfredo do Valle Cabral-. Rio de Janeiro, Divisão de Obras
Raras e Publicações, da Biblioteca Nacional, 1954, p. 9)

õl.

Suplemento aos Anais da Imprensa Nacional, 1803 - 1831.
Anais da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, 73:109-115, 1953.

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�. 29 .

ô2. CABRAL, Alfredo do Valle. Anais da Imprensa Nacional, 1823-1831. A
nais da Biblioteca nacional. Rio de Janeiro, 75:37-103, 1953.

63. INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO. Cataloao de publicações. Rio de 0an8j[
ro, 1970.
mimeogr. irreq.

64. INSTITUTO üE BOTANICA, São Paulo. Lista de publicações elaboradas e
editadas com os respectivos preços. São Paulo, 1957. 20 p.

65. SERVIÇO SOCIAL DO COHERCIO, Rio de Janeiro. Catalogo de publicações
do Departanento Nacional

(1946-1969). Rio de Janeiro, 1970. 76p.

66. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Catãlooo de publicações da Imprensa Universitária da UFPe, 1955-1965. Recife, 1969

67.

Instituto de Geolooia, Biblioteca. Resumos bibliográficos
das publicações do Instituto do Geologia. Recife, 1966. 17 f.

Nota:

A legislação, por ser muito extensa, deixa de ser inclui da ne£
ta bibliografia. 0 levantamento, no entanto, encontra-se ã di^
posição dos interessados na Divisão de Biblioteca do Centro de
Documentação e Informação.

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�R E S U M 0

As puhlic-açSfi.s oficiais ox-aeileiraB ~ que
*^na&amp;oern. e mort-efn quase desconhecidas
público” —

d&amp;oerr- constituir

teresse para

o

do gt-ande

tema de maioi* in-

Governe e c?í? cihl ioteoãvuoB do

Pais.
A produção documental gavernamental brasileira encontra-se rejex^enaiaãa
dicamente^

apenas^

eapora-

na bibliografia naaionat e em

redu-

zido numero de catálogos de entidades oficiais,
Apesar da importância desses documentos pa_
ra cs que buscam informação sobre ativiãcâes gq^
vernamentais.
tram-se j,

nossas vuetioaçoes oficiais encoq

raramente j

rsí acionadas pelos seus prq

prioú editores ou sem nenhum registro.
A posição da Divisão de Biblioteca do Centro de Documentação

e Informação da Camara dos

Deputados diante deste vaziot

seu Programa de

Trahatko e principais objetivos

■— 1) ci.iagnosti_

car a situação ãas publicações âa administração
federal centralizada e descentralizada;
zer levantamentos score catálogos
publicações oficiais;

3)

4J

listas de

proporcionar a forma-

ção de aoleçõee bibliográficas por
nistrativas;

e

2) fa-

áreas admi-

compilar bibliografia corrente

ãas publicações oficiais brasileiras;

5)

diag-

nosticar a situação das publicações oficiais e£
taãuais e municipais.

Metas e instrumentos

ne-

cessários ã realização âe cada etapa ão Rrograma.
Propõe que no prcícimo. Congresso Brasileiro
ãe Biblioteconomia o Documentação e em jornadas
semelhantes o tema
Brasileiras,
rzoe

a

eeja

Publicações

Oficiais

fim de sensibilizar biblioteca-

docum.eTítalistas e o

oroprio Gove‘rno para

o vrohtcma,

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�ROCHA, Juracy Feitosa
Publicações oficiais brasileiras;
um
tema para o VIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação. BrasTlia,
Câmara dos Deputados-,-1 973,
29 f.
Trabalho apresentado ao VII Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, julho de 1973.
CDU 087.7:002(81)

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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>As publicações oficiais brasileiras – que “nascem e morrem quase desconhecidas do grande pública” – devem constituir tema de maior interesse para o Governo e ou bibliotecários do País. A produção documental governamental brasileira encontra-se referenciada apenas, esporadicamente, na bibliografia nacional e em reduzido número de catálogos de entidade oficiais. Apesar da importância desses documentos para os que buscam informação sobre atividades governamentais, nossas publicações oficiais encontram-se, raramente, relacionadas pelos seus próprios editores ou sem nenhum registro. A posição da Divisão de Biblioteca do Centro da Documentação e Informação da Câmara dos Deputados diante deste vazio: seu Programa de Trabalho e principais objetivos – 1) diagnosticar a situação das publicações da administração federal centralizada e descentralizada; 2) fazer levantamentos sobre catálogos e listas de publicações oficiais; 3) proporcionar a formação de coleções bibliográficas por áreas administrativas; 4) compilar bibliografia corrente das publicações oficiais brasileiras; 5) diagnosticar a situação das publicações oficiais estaduais e municipais. Metas e instrumentos necessários à realização de cada etapa do programa. Propõe que no próximo Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação e em jornadas semelhantes o tema seja Publicações Oficiais Brasileiras, a fim de sensibilizar bibliotecários, documentalistas e o próprio Governo para o problema.</text>
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        <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/16/976/Febab_Documentacao_Juridica_Tema_IV_Vol_II_Com02.pdf</src>
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                    <text>YII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO,
Belém,

29 de

julho a 4 de agosto de 1973

CDD - 651.5
CDU - 651.5

DOCUMENTAÇÃO JURÍDICA E ADMINISTRATIVA - Planejaraent»
Documentação Administrativa
por

•&gt;

Maria de Lourdes Azevedo Mendonça
Bihliotecéria-Chefe do Centro de Orientação
e Seleção Psicotécnica da UERGS-CRB-lO/295

Maria Regina Marques Teixeira
Bihliotecária-Bolsista do Centro de Orienta
ção e Seleção Psicotécnica da UPRGS-CRB-107316

adM-

cm

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Digitalizado
gentilmente por:

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S

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�CDU - 651.5
CDD -

651.5

Documentação Administrativa

Maria de Lourdes Azevedo Mendonça +
Maria Regina Marques Teixeira ++

Sistema Unitermo ou Indexação Coordenada,

aplicado na Documentação Administra-

tiva,

estabelecendo uma padronização na e-

xecução das tarefas,

em uma estrutura téc-

nica administrativa.

1- Introdução
0 Centro de Orientação e Seleção Psicotécnica da
Universidade Federal do bio Grande do Sul,
de novembro de 1970,

pela Portaria n,

foi criado em 16

987 do ^enhor Reitor.

0 Centro é um érgão suplementar de natureza técni

+ Bibliotecária Chefe do Centro de Orientação e Seleção Psi
cotécnica,

UFRGS,

Porto Alegre,

RSt -

++ Bibliotecária Bolsista do Centro de Orientação e Seleção
Psicotécnica,

UFRGS,

Porto Alegre,

RS.

�ca e asGiscsncial da UFFlGS ,

que teu por finalidade a presta

ção de serviços em Psicologia Aplicada,

atuando nas

seguin-

tes áreas:
a - Psicologia Escolar;
b - Psicologia do Trabalho:
c - Psicologia Clínica,
Sendo,

portanto,

nica e asaistencial,

o Centro um órgão de natureza tóc_

um sistema de

Informação Tecnico-Admi-

nistrativo se fez necessário.
Em novembro de 1972,
nação,

forno s convidadas pela Coorde-

para plane;io.rmos e implanta rmos um Sistema de

mações Tecnico~fcminístraeivo,

Infor-

sur gindo daí a integração

dos arquivos técnicos na documenta ção com os arquivos pá blicos administrativos.

2- Definição
Documentação Administrativa,
um documento,

e todo o controle de

através da adoção de um sistema.

tem a finalidade de

divulgá-lo,

para que se

Tal controle

torne um instru

mento de real utilidade,
Era principio os objetivos da Documentação Admini£
trativa são de INFORIiAH e DIVULGAR.
Esta Documentação organizada^
RETO ou IIíDIRETO,
administrador,
ço de

2

3

tem por finalidade auxiliar o técnico ou

para dar uma informação certa em curto espa-

tempo.

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seja por sistema D^

Digitalizado
gentilmente por:

�ca e assiscsncial da UFRGS,

que ten por finalidade a presta

ção de serviços em Psicologia Aplicada,

atuando nas

seguin-

tes áreas:
a - Psicologia Escolar;
b - Psicologia do Trabalho:
c - Psicologia Clínica,
Sendoj

portanto,

nica e assistencial,

o Centro um órgão de natureza tóc_

um sistema de

Informação Tecnico-Admi-

nistrativo se fez necessário.
Em novembro de 1972,
nação,

fomos convidadas pela Coorde-

para planejarmos e implantarmos um Sistema de

mações Tecnl cc~Tdm.irl stra bi vo,

Infor-

surgindo daí a integração

dos arquivos técnicos na docum.entação com os arquivos pú blicos administrativos.

2- Definiçã&gt;„
Documentação Administrativa,
ura documento,

e

todo o controle de

através da adoção de ura sistema.

tem a finalidade de

divulgá-lo,

para que se

Tal controle

torne um instru

mento de real utilidade,
Era principio os objetivos da Documentação Admini£
trativa são de INPOmiAR e DIVULGAS.
Esta Documentação organizaUaj
RETO ou IITDIRETO.administrador,
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tem por finalidade auxiliar o técnico ou

para dar uma informação certa em curto espa-

tempo.

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seja por sistema Dj[

6

Digitalizado
gentilmente por:

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3- Sistema Adotado
Dentre os vários sistemas estudados e analisados,
para o controle de documentos,
e uso no Centro de Orie-ntação e

selecionamos para aplicação
Seleção Psicotécnica,

tema UNITERMO também chamado INDI.-AÇSO COORDENADA.

o Si£

Devemos

salientar que por ser um arquivo de natureza técnico administrativa,

fomos forçadas a fazer algumas adaptações no re_

ferido Sistema.

4- Processamento Técnico
0 sistema consiste em crganizar fichas,
ao alto palavras indicando assuntes,

trazendo

que são chamados de U-

nitermos. Esta ficha terá uma divisão de 0 a 9.

Nestas div^

soes anotaremos o número de registro dos documentos.

cm

2

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4

5

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Digitalizado
gentilmente por:

�5

4.1

Aplicaçao

4.1.2

istas
Tratamento das Seções ou rc
5COS3 ou Pastas
Dividir os documentos em St

4.1.4

Esta divisão

será feita de

acordo com a forma dos do_

cumentos
der.tificada por uma letra
4.1.5

Cada Seção ou Pasta será r
do alfabeto.
EXEMPLO:

POEMA DO DOCÜI'.ENTO

SEÇãO OU PASTA

A

Circulares

B

Comunicados

C

Convênios

D

Deliberações

E

Editais

P

Exposição de Motivos

%

G

Miscelania

H

Portarias

I

Relatórios

4.1.6

Ka lombada de cada Seção o

u Pasta,

deverá constar,

a

documento.
EXEMPLO;

cm

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3

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gentilmente por:

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�4.2
4.2.1

Tratamento do documento
Seleção

:

Selecionar os documentos referentes a cada

Seção ou Pasta
4.2.2

Sublinhar no documento,
vras chaves,

4.2.3

que

a lápis,

a palavra ou pala -

irão determinar o Unitermo,

Par ao documento seu número de registro,

que corres-

ponderá ao número de entrada de cada documento na 3e_
ção ou Pasta.
a) Em cada Seção ou Pasta deverá constar úm cartão
de registro numerado de 1 a 100,

no qual iremos

controlar a numeração dos documentos.

Os números

usados serão riscados.
b)

Este número de registro deverá ser anotado a direita,

ao alto do documento.

Acompanhando este nú

mero irá a letra correspondente da Seção ou Pasta
4.2.4

Os termos escolhidos para indicar o assunto deverão
ser simples e expressivos.

4.2.5

Uma Seção ou Pasta não deve abrigar mais de 100 folhas.

4.2.6

Quando o documento for retirado da Seção ou Pasta,
substitui-se por uma FOLHA FANTASMA,
seu número de registro,

anotando nesta

data em que foi retirada,

a_s

sunto e nome da pessoa que retirou.
4.2.7

0 arquivamento deverá ser diário.

5- Condições de Funcionamento da Eotina do Unitermo
Depois de identificado o assunto deverá ser inici
ado o tratamento ao Unitermo.

Digitalizado
gentilmente por:

\S.

�7
5.1

Para caâa assunto se fará uma ficha de Unitermo.

5.1.2

Coloca-se a palavra chave do assunto ao alto dá ficha.

5.1.3

Cada ficha do Unitermo será dividida em colunas.

5.1.4

Para registrar faremos o seguinte:
a)

Anotaremos o número de registro na coluna,
guinte maneira.

Quando for unidade,

registrare -

mos na divisão que indique o mesmo número,
dezena,

centena ou milhar,

da se_

se for

anotaremos o último al-

garismo que irá corresponder ao número da divisão.
EXEMPLO:

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5.1.5

Se um âocumento abranger mais de um assunto se
uma ficha para cada assunto,

fará u

consequentemente o núme-

ro de registro do documento aparecerá nas fichas refe_
rentes aos assuntos.
EXEMPLO;

2

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4

5

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Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m
Ciereaclaracnto

S

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5.1.6

0 Unitermo será organizado alfabeticamente,

5.1.7

Localização do documento através do Unitermo;
a)

Procurar as fichas do Unitermo o assunto desejado.
Encontrada a ficha,
documento,

estará registrado o número do

acompanhado da letra da sua Seção ou

Pasta. Esta referência nos levará diretamente ao
i
documento.
5.1.8

'

Deverá ser organizado em separado um índice de entida
des ou pessoas,

pois isto dará maior facilidade na

busca do documento,

caso este não seja localizado pe-

lo assunto.
5.1.9

0 índice alfabético será assim elaborado:
a)

Entrar pelo último sobrenome,

seguido do prenome,

quando for o caso de pessoas.
b) Entrar pelo nome da Instituição.
c)

Ua ficha deverá constar a data de entrada no arqu^
vo,

o assunto e o número de registro do documento.

EXEMPLO;

NOICE ou ENTIDADE
Data

Assunto

nS Registro

O
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d)

Quando um documento for procurado pela entidade ou
nome de pessoa,

recorreremos ao índice alfabético.

Achando a ficha referente,
Pasta,

rela constará a Seção ou

o número do documento e o assunto que nos in

teressa.

6- Conclusão

A organização dos documentes,
ministrativa,

do Centro de Orientação e

de origem técnico a^
Seleção Psicotécnica

nao mais se enquadrava ãs finalidades deste Centro.

Urgiam

de uma técnica de tratamento dinâm.ico para a organização de
sua documentação.
Necessário se fez o planejamento de um sistema de
Pocumentação Administrativa.
Coordenada,

0 Sistema Unitermo ou Indexação

adotado para este fim,

objetivos e necessidades,

e hoje

atingiu plenamente seus

já é uma realidade a Docu -

mentação Administrativa neste érgão,

onde

suas finalidades

são de natureza técnica e assistencial.

BIBLIOGRAFIA:

1- BRASIL.

Departamento Administrativo do Serviço Publico.

Serviço de Documentação.

Digitalizado
gentilmente por:

Diretrizes da Documentação.

�11

/R±o dc ceneú.ro/ Departamenlo de
1964.

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Controle de Jocumentos,
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são Paulo,

3

Atlas,

Trad.
1970.

Heloisa ds Alneidar.

São Paulo,

2

4

I:rprensa ilaciuiial-;.

5

Polígono,

6

1970,

Digitalizado
gentilmente por:

Sistenes de Arquivos o
de Luiz Aparecido Caru212p.

A Tecr.ica ãe Arquivar,
154]

2 „ ed

�HESUI'10

í.rSIÍDOEÇA, Karia de Lourdes Azevedo í: TEIXEIRA, Maria Regina
Marques.

Documentação Administrativa.

Trabalho apresen-

tado ao VII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,

Belém,

29 de

julho a 4 de agosto de 1973.

lía estrutura técnica administrativa do Centro de
Orientação e Seleção Psicotécnica se desenvolveu um planeja
mento e execução de trabalho,

no controle considerável das

informações e dos documentos.
Experiência pioneira no serviço técnico adminis trativo do COESP.
Ordenamento dos documentos pelo sistema Unitermo
ou Indexação Coordenada:
tos;

SELECIONAR os documentos por assun

SUBLINHAR a palavra chave

tidade ou pessoa;

que designa o assunto e a en

COLOCAR o numero de registro no documento;

CONFECCIONAR o Unitermo;

ALFABETAR o Unitermo no catálogo e

ELABORAR as fichas para o índice alfabético.

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gentilmente por:

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>Na estrutura técnica administrativa do Centro de Orientação e Seleção Psicotécnica se desenvolveu um planejamento e execução de trabalho, no controle considerável das informações e dos documentos.  Experiência pioneira no serviço técnico administrativo do COESP. Ordenamento dos documentos pelo sistema Unitermo ou Indexação Coordenada: SELECIONAR os documentos por assuntos; SUBLINHAR a palavra-chave que designa o assunto e a entidade ou pessoa; COLOCAR o número de registro no documento; CONFECCIONAR o Unitermo; ALFABETAR o Unitermo no catálogo e ELABORAR as fichas para o índice alfabético.</text>
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                    <text>VII

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Be I em,

'

TEMA

-

29 de julho a 4 de agosto de

CDU

342.537.007.62

CDD

341.2573
i

1973

Documentação jurídica e admnístrativa

ASSESSORAMENTO TÉCNICO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS:

DEPOIMENTO

DE UMA BIBLIOTECÁRIA COMO ASSESSORA

por

Maria Laura da Gtinha Lion - CRB -

37

Assessora Técnica
Assessoria Técnica Especializada - Departamento de Comissoes
Cam^a dos Deputados

DOC. JUR.'aDP3.

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�sufãnio

h

Cpn&amp;idvuiqdíJi iobKe. o PodeA Le.g^tativo

I- 4

2.

0 pJLoblma da pHatifiCÁaçãa da&amp; tzi6

3.

Â ConòtítiUção Vs.dzAoZ e o Podvi LegZ&amp;lativo

4- 6

4.

Comíó6Õe6 TecrUcM e o AóitóiOAame.nto Lzg.ú&gt;tcutÍ\J0

6~ 7

5.

0 Phojzto do. Lqá, q. iwx tAm-itaçcio

S- 9

6.

OúaqJão dí k&amp;òzíiòoftLa&amp; na Câmana doi Vz.putado&amp;

4

kòizòòonÀa TlcnLca tòpzcÁcüLizaxia (ATE)

9-U)

7.

PfLOjZijo dz Í5Á iob/LZ catalogação-na-^ontz

10-11

8.

SeXoA. dz VottmznZcLçãü da ATE

11-lZ

9.

Concíuòão

11

Ubliogfia^,la

3

5

6

13-14

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�RESUMO

Re^õAma do Coitg.fuíiòo NacÁ.onal e a InÁtatíição d&amp; Aòòuáo^oò na CÔmafui do6
VzpuX&amp;doò.

Impo^tiânc-ia do a&amp;óZiòo/uumntú no pJioceÂóo dz ztabofiação do6 tzJjt,

0 aíí&amp;z&amp;òoh. como pziquc&amp;adoA z izcníco ízQ-LítojtLvo.
AAòZÁ&amp;ofiia Tzcncca EòpzcÂjxLLzada.

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0 Sztofi dz Vocu/nzfitação

na

0 papzZ do bi.bLiotzcÕÂÁo como oÁ6z&amp;-6ofi,

-ü/

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15

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17

18

19

�!.

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PODER LEGISLATIVO

^
/N&gt;
^
H p;'eocuptaçao dos par! amentares -^rasileiros em restanclecer
o pres-Tpio do Co-'grQ'sso e um dos aspectos
iiticc

iacional.

Um

dominaii:es uo cenário p_o

lumero qiaiificado de representa"tes

ca dssue muito ati“''.çao a necessidade de

dedi-

reconquistar a eficiência

p ar i am*.-n t ar e devolver ao Congresso o reconhecimento popu I ar
sua

inioortancia

de

inconteste.

A
^
0 gra“''de problema contemporâneo do LegislatiS'o e modernizor o mecanismo funcio al

em proveito do rendimento e perfeiçaoefe
A
,
seu traba í Íto amptiiK'a como foi a competência do Executivo na ati-

vidade

íegiferantc.
Com a Constituição de ü7 e a emenda de o9,

foi

limitado

ii

o de matéria

i

cor’es pubi ic- s,

suas atividades d:

elaborar

ince i ra e orçomen' ar i a,

o Legislativo

leis eii' campos

regime ^juri

como

ico dos servi-

pi ov'mento e extinção de cargos pubi icos federais,

e muitos ou+ros&gt;
A t r an

e.'ene i a de grande pat'te do processq de elaboraçao

legislativa para o Po ler Ex« cuti\o e a fixaçao de prazos constitiu
cionais ''igidos permitiram aoe se estabelecesse auientica indus A»
^
tria de produção em serie de atos legislativos,
Toda a massa legislativa emanada do Lxecutivo e encami-&gt;hada ao Co&gt;.gresso Macio nai

que tem prazo d'. 60 dias para aprovar ou

tos

Iegais,
A seme ! liança de outros paises,

rn foi

re\ i t a 1 i zado,

seu trabalho,
ritmo.

especializou

rejeitar esses tex -

o Poder Executivo '"'rasi I e j_

seus diversos setores,

d i \/i d i u

e’^qua*'to que o Poder Legislativo nao seguiu o mesmo

"Au Comissoes Tec.icas da Camara ainda permanecem com a -

que I as caracter i st i cas c ! ass i cas de Par I arríento
etn \ nenternente poè
~
litico^' (l / .
Os orgaos do Executivo passaram a ter vanTagem cx t raord I p cr i a en reiaçeo a&gt;n ! eg i
A

&lt;i r i \ o ,

reforma do Ct igresso Nacio-^.ai

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Gereaclancnto

i rrpunha-se,

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15

Mosso

16

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quadro

18

19

�o

apresentava-se semelhante ao dos Estados Unidos na década de 50.
Naquele Pais,

diante da maquina governamentaI

pansao e aperfeiçoamento,

cm permanente ex -

com a adoçao de modernas técnicas de

adm i n i str açao pe I o Execut i vo,

sentiu-se o Legislativo em dificuj^

dades crescentes para apreciar convenientemente a açao daquele
Poder,

bem como os orojetos de

o Executivo,

lei

enviados ao Congresso.

É

que

através dos orgaos da Presidência da RepubIica

e

dos Ministérios presentes em todas as comunidades do Pais,
pre se constituiu,

por sua finalidade e natureza,

tema estruturado com o fim de obtenção de

sem -

num grande si^

infòrmaçoes político -

administrativas de todos os setores de atividade governamenta I
itico,

economico,

militar e tecnico-cientifico ) ;

de

realizaçao de estudos e pesquisas para soIuçoes de problemas

e

de tomada e
trario,

social,

implementação de decisões.

dedicado a tarefa,

no qual

sentante das aspirações do povo,
dequados para estuda-Ias a

e

0 Legislativo,

insubstituível,

pelo con^

de repre -

nao conta\'a com os recursos a-

luz de outras

informaçoes.

Sem

burocracia equivalente a do Presidente da Republica (mil

uma
vezes

maior do que a do Legislativo) o Congresso era solicitado a a provar ou rejeitar,
tar,

a tramitar ou modificar,

milhares de complexos projetos de

a ampliar ou

limi-

legislação - para

mencionar a sua açao fiscaIizadora do Executivo - contando,
nas,

nao
ape^

com a bagagem de conhecimentos e os métodos dos proprios

congressistas,

organizados em Comissoes.

Ao termino da Segunda Guerra Mundial,
Congresso dos Estados Unidos,
IIsasse e

interpretasse

a existência

no

de um sistema que coIigisse,

ana-

informações poIitico-administrativas de

interesse para o exercido das suas funções governament a i s, tor/V
^
'
nou-se uma questão de ssobrev i venc i a do Poder Legislativo
como
instrumento utiI,

eficiente e acreditado no processo democráti-

co de governar.
0 primeiro passo para a adequaçao do Congresso America-

cm

2

3

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5

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Sca n
sí em
Gereaclancnto

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�3

no aos pro^ I emas gover^^amenta I s da atualidade
com a Lei

de Reorga'" i zaçao do Legislativo.

Foi

dado em

1946,

A partir de então, as

Comissoes de ambas as Casas e os proprios congressistas passaram
a dispor de um serviço de pesquisas em apoio aos seus trabalhos.
&lt;v
^
0 Serviço de Pesquisas do Congresso tem a tunçao preci pua de avaIiar e apreciar as recomrndaçoes recebidas do Presiden^
A
te e das agencias do Executivo.
Os membros do Congresso america'‘o desejavam fontes acurai
das e

informaçoes correntes,

suplementando aquelas que obtiam a-

traves dos canais usuais e comparadas em qualidade as de que
Executivo dispunha e que vi ri a
"staff"

individual

implementar as facilidade

Congr-esso dos

Estados Unidos

possibilita ao congressista americano a situaçao de ser o

a

do

de cada parlamentar,

0 ServMço de Pesquisa do

lador mais bem

informado do mundo.

responder aos quesitos que

Esse Serx iço nao se

lhe sao apresentados.

legisI imita

Particular-

mente nos problemas momentosos da conjuntura - tais como os
toxicos,

o

da segregação racial

etc.

- nao e

tecipar-se aos pedidos preparando as

de

incomum o Serviço ajn

I inhas gerais dos estudos,

que serão complementados apos o recebimento

dos quesitos espec_i_

f i COS.
Outros paises,

maduramente poI iticos,

como a

com um povo experimentado no processo democrático,
abandonaram o empirismo
procedendo ao "inquiry",
resultado de suas

legislativo,

investigações ao

a elaboraçao
A França,

técnicos,

tem,

muito

trazem

"cabinet-secretariat",
idéias,

e aí,

o

mode -

apos acurada an^

legislativa surge e esplende.
com seus "comitês" consultivos,

seus conselhos

na aferiçao da sensibil idade poI i t i ca nacional,

fontes seguras e sofisticadas de
A

ha

as soluçoes de emergencia e,

em carater direto e _Í£i^ I oco,

lar laboratorio de purificação de
I ise,

de

Inglaterra,

Ital ia,

informação.

cuja tradiçao juridica

seria ocioso comentar ,

�4

tem nos "grupp i

de competenza" o assessoramento

legislativa

indi_s

pensave!.
2.

0 PROBLEMA DA PROLIFERAÇÃO LEGISLATIVA
A reforma

legislativa no

que Kant denomina

Congresso Brasileiro tornou-se o

"imperativo categórico".

0

imperativo cate -

gorico de nossos tempos e a superaçao do estagio da perplexidade

IegaI,
A lei,

que a todos e a tudo discipí ina,

precisa ter

sua

própria disciplina,
"0 princípio

legal

noU"Se a presunção do
da

iegislaçao,

de que ninguém deve

impossivel,

Estamos revivendo,

a replica da torre de Babel,

30

indisclpí inado de
A
ausenc ia da lei,

leis,

legal

ao

inves de resolver

quelas que regem,

promiscuamen-

o agravamento do parale-

nao raro,

leis múltiplas,

simultânea e tumui tuar i amente,
incompativeis entre si,

instaurou um quadro ca
(i4)

A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E 0 PODER LEGISLATIVO
Dentre as matérias de competência da

re o art,

8^ da

Constituição

Federal,

União a que se refe-

destacaremos a variedade

de assuntos que o Legislativo e obrigado a estudar e
- direito penal,
marítimo,

comercial,

aeronáutico,

civil,

espacial,

- normas gera i s sobre orçamento,
nial

3

isto e,d^

matérias d i vej2

paz de desnortear o mais experimentado dos juristas".
3,

o

com um crescente numero de leis discipl inando o me^

mo assunto e o aumento geométrico das

sas e,

setor

0 tumulto do exce^

onde convivem,

dispositivos vigentes e revogados,

I ismo

no

tor-

acabou por agrava-Io,

0 caotico amontoado de
te,

lei

leis e muito mais grave do que a própria

A solução puramente quant itat i va,
problema,

ignorar a

5

processual,

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eleitoral,

do trabalho e agrario;

despesa e gestão patrimo_

e financeira de natureza pubiica;

6

legislar:

de direito finan

�6

propna maquina

í nf ra-estrutura I

dos Parlamentos.

Surgiu então o

Assessor Parlamentar - e quando reunidos vários assessores

reves-

tidps de determiadas característ icas de fundo e de forma e

inserj^

dos entre os demais serviços de administraçao do Congresso ge a

sur-

Assessor ia,
"Desnecessário seria tentar justificar a presença da asses-

soria no Estado moderno,

onde a complexa maquina go vernamenta I

sorve atribuições crescentes num mundo que acelera cada vez
o ritmo de seu desenvolvimento".
4.

ajb

mais

(8.)

COMISSÕES TÉCNICAS E 0 ASSESSORAMENTO LEGISLATIVO
Ja a

tir de

Resolução 67 da Camara dos Deputados,

1962,

estabelece a necessidade de

em vigor a par -

incluir em seus quadros

p técnico de assessoramento.
0 problema do assessoramento foi

novamente

Ievantado quando

do plano de reorganizaçao da Camara dos Deputados feito pela Fundação GetuIio

Vargas,

em

1968.

No Anteprojeto da

Reorganizaçao

Administrativa aquela Fundaçao aponta a ausência de um sistema de
informação para apoiar o trabalho das Comissoes Técnicas da
sendo esta a falha mais grave da organizaçao,

X

exercício de suas funções

Casa,

a que mais afeta no

legislativas e de controle,

Da anal ise levada a efeito e das entrevistas mantidas pelos
FGV com mais de 40 deputados,

ficou evidenciado que a

ausência de uma assessoria parlamentar de alto nivel
principal
atividade

obstáculo ao bom desempenho da
individual

do deputado,

Camara,

constitui

o

nao so quanto

üj /

técnicos da

mas aos trabalhos das Comissoes

Tecn icas,
A Camara conta com 16 Comissoes Petijnanentes, a saber:
1 - de Agricultura e PoI ítica
A.
I I - de Ciência e Tecnologia;
III - de

Rural ;

Comunicaçoes;

IV - de Constituição e Justiça;
V — de Economia,

cm

1

2

3

4

5

6

Industria e Comercio;

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�7

VI - de
VII - de

Educaçao e Cultura;
Finanças;

VIII - de Fiscalizaçao

Financeira e Tomada de Contas;

IX - de Minas e Energia;
X - de Redaçao;
XI - de

Relações Exteriores;

X I 1 - de Sa ude;
XIII “ de Segurança Nacional;
XIV - de Serviço

PubI ico;

XV - de Trabalho e Legislação

Social,

XVI - de Transportes,
Conta,

ainda,

ao termino da

legislatura ou antes dela,

a que se destinam.
I “

com as Comissoes Temporárias que se extinguem
quando

preenchido o

f i rn

As Comissoes Temporárias podem ser:

Espec iais;

I I - de
1! I -

Inquerito;

Externas,

IV - Mistas,
Coino se ve,
senão todos,

Comissoes Permanentes abrangem quase todos ^

os campos da técnica.

projetos de lei
vo.

as

Nessas Comissoes tramitam os

emanados tanto do Legislativo quanto do

Examinando as Mensagens do Poder Executivo,

jetos dentro de sua competência,
seus componentes,

o

Execut i -

ou formulando pro^

Parlamento estuda através

senadores e deputados,

de

os mais variados assun-

tos,
Como nos referimos em outra parte deste trabalho,
legislativo nao comporta,

necessariemente,

o mandato

nenhuma especial izaçao,

podendo ser eleitos todos os brasileiros que preencham as condi
çoes estabelecidas na Constituição Federa!
A presença do especialista
a fim de que este posso

se

impoe,

e na
ao

Lei

-

Eleitoral.

lado do pariamentar,

legislar com conhecimento de causa e

dos

complexos problemas nacionais.

cm

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�fi

5.

0 PROJETO DE LEI

E SUA TRAMITAÇÃO

O Regimento da Camara dos Deputados define no Titulo
Proposiçoes,

Capitulo

poe no §2 do art.
com clareza,
3 vias".
diçoes

I,

Disposições Gerais,

a proposição e dis -

I14 que "toda proposição devera ser redigida

em termos explicitos e sintéticos e apresentada em

Além de estabelecer um critério,

indispensáveis a matéria,

dispõe ainda,

alheia a competência da Camara;

titucional,

anti-regimenta I

das co£

pois no §3 encontramos "A Pre -

sidencia devolvera ao seu autor qualquer proposição que
matéria:

IV,das

evidentemente

versar
incons -

e que contenha expressão ofensiva a

quem quer que seja."
Que as

leis devem ser concisas e simples,

e compreendidas por todos,

para serem

lidas

ja observa Montesquieu em seu "L'Esprit

des Lois".
A Camara dos Deputados exerce sua função
de projeto de

lei&gt;

de decreto

legislativa por via

legislativo ou de resolução.

Nos termos da Constituição a

iniciativa de projetos emana:

I

-

de Deputados;

II

-

de Comissoes ou da Mesa;

III

-

do Senado;

IV

-

da Presidência da Republica,

V

-

dos Tribunais Federais ou jurisdição em todo o terri

-

to ri o nacional.
/V
^
Na tramitaçao do projeto de
te:

^
lei

11^*
o esquema adotado e o segum

o projeto e apresentado em sessão plenaria,

dem do dia.

Em seguida vai

a Mesa onde

encaminhado as Comissoes.

A

Justiça onde a proposição

e

constituciona I idade,
lativa.
ridica

Se
segue

a

i^ecçebe

inicio da or -

um numero

for

de

e

consider-ada

I Sc a n
sí em
I Ciereaclamcnto

legí^

con st i tuc i on a I
de

14

e

vista da

juridicidade e da técnica

tramitaçao nas Comissoes

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gentílmente por:

e

Comissão e a de Constituição

apreciada sob o ponto

legalidade,

proposição
sua

ia.

no

e jiJ[

Mento - Comis-

15

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18

19

�9

sao ou Comissoes especificas cia matéria em pauta mente designadas pela Mesa.

Nessa

Comissão,

um relotoi' que apreciara a matéria.
tor for acolhido pela Comissão,
caminhada ao
Nessa

vai

o

ja antec i pacia-

Presidente destaca

Se o voto favoravel
a

Plenário,

ai

aprovada e en-

Senado e deste a sançao do Presidente da
longa tramitaçao,

do rela-

RepubIica.

o assessor precisa estar conscien-

te dos argumentos empregados na defesa de um projeto, a fim de
A/
nao ser surpreendido por motivos consistentes que inval i dem
a
proposição.

Tanto pela

inconstitucional idade,

çao Ja existente sobre a matéria,
geis ou sem base cientifica,

6.

o projeto pode

por

DeputacJos.

1971

foi

instalada a

vir a ser derrubado.

foi

Assessor ia

da ao Centro de Documentação e
Reformo,

junto ao

implantada em junho de

Uma outra assessoria -

dos

Depar -

1972.

Parlamentar - subordina-

Informação,

Entre as tarefas desta

A ASSES -

Reforma na Camara

A Assessor ia Técnica Especial izada,

tamento das Comissoes,

legisla-

pelos argumentos fr^

CRIAÇÃO DE ASSESSOR IAS NA CÂMARA DOS DEPUTADOS SORIA TÉCNICA ESPECIALIZADA

Em dezembro de

la

ou ainda,

como

foi

também criada pe-

Assessoria destacamos a

preparar pesquisas necessárias aos deputados para elaboraçao

de
de

relatórios e estudos básicos de pareceres e anteprojetos,
\ Assessoria Técnica
ramento as Comissoes;

Especial izada compete prestar assesso^

preparar os estudos necessários as Comis -

soes e aos deputados para elaboraçao de pareceres,

rei atorlos

e

anteprojetos; manter cadastro de pessoas físicas e juridicas cre^
denciadas a prestarem assessoramento especializado o Camara
Deputados,

naquelas matérias

dos

incluidas ou nao nas areas especifi-

cas de sua atuaçao,
Teor i camente,
Assessoria

X
a

as duas se completam da seguinte maneira:

Parlamentar e atribuída a tarefa do estudo da

çao e a Assessoria Técnica cabe o enunciado da
da emenda ou do substitutivo no contexto da

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propos_i_

lei^

ou a posição
/v&gt;
legislação existen -

14

15

16

17

lí

�10

"te,

rs tôrrnvjs

da j ur t i f i cat i va ou do

lei

e^

a apresentaçao do texto

nica

7-

.'ind-.,

relatorio de um projeto
i ega I

de

dentro da melhor téc-

Iog i s!ativa.

PRC.ETO DE LEi

SOBRE CATALOGAÇÂO-NA-FONTE

Para que melhor situemos o trabalho de assessoramento junto
ao pariamentar,
assunto de nosso
tado

Faria

vamos exemplificar com um caso
Interesse;

projeto de

apresentado

dentro do&gt;
pelo depu-

Lima sobre "CataIogaçao-na-fonte ",

Ao ser escolhido um assessor,
derrjemente

lei

recente

para orientar o deputado,

ev_L

foi destacado o que melhor estivesse f am i ! iarizado com

o assunto c.m tela.

no caso um dibi iotecarlo.

As et ;pas prei iminares do estudo para a eíaboraçao do pro joto de ieí

instituindo a obrigatoriedade da cata Iogaçao-na-fon -

te sao:
- objetives e vantagens da cata!ogaçao-na-fonte;
- o que vem sendo
te;
-

feito no

Pais e no

Exterior soL&gt;re o assun-

Ievantamento da bibi iografia nacional

e estrangeira sobre

a rn a t e r ! n,
- entidades no Pais,

pubi icas e privadas,
ts»
sistema de cata Iogaçao-na-fonte.

Quanto ao ultimo

item foram estudadas as atividades do

tituto Nacional

do Livro,

dicato Nacional

dos Estidores de Livros e do

bio de Catai ogacao do
rs»
mentaçao.

que ja adotam

da Camara

Brasileira do

Instituto Brasileiro de

Livro,

Serviço de

o

Ins-

do Sin Intercâm-

Bib’ iografia e Docjj

— -

Embora na jusfc i ficativa do projeto esses orgaos sejam men fs»
cionados e definidas suas atuaçóes quanto ao assunto em pauta,aos
orgaos privado-;, entretanto, como a Camara Brasileira do Livro,
/V
fs»
nao se pode dülcgar tarefas como
de fiscal i zaçao da apl icaçao
da norma

legai,

Toinar-se-ia um dispositivo

que nao compeíe ao

legislativo

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interferir na

Sc a n
st e m
Ciereaclamcnto

inconstitucional

poj2

iniciativa privada.

�! i

Também seria

inconstitucionaí

criar orgao prtvaoo com a

cumbencia de estudar as normas técnicas a
gaçao-na-fonte,^

serem adotados na catalo^

para sua conseqOente un i fo rm i zaçao,

incumbência de Fiscal izar o cumprimento da
ficarja aumento dc despesa,

in -

iei.

assim como

Tal

atribuição pr-ecipua do

a

atitude signj^

Presidente da

RepubIiea.
Assim,

foi

delegado ao Minister'io cia

Educaçao e Cultura

através seus orgaos competentes “ e ao Conselho Nacional
quisas,
tação,
Jeto,

por via do

de Pes

Iristituto Brasileiro de Bibl iografia e

a tarefa da fiscal i zaçao da
por força de dispositivo

lei.

legal,

~-

Documen-

A regu I atr.entaçao do pro -

e dclegada ao Poder Executi-

vo,
Na just i f i cat i va do projeto,
çoes técnicas sobre o assunto,
cataIogaçao-na-fonte,
taIogaçao-na-fonte,
dios

como o panorama nacional

exemplo estrangeiro,

em face da

breve historico da ca -

de modo a dotar o Poder Executivo dos subsi

indispensáveis a efetiva reguiamentaçao dessa norma
Para melhor

trabaTho o

8,

o Autor- se estende em consiciera^

Ilustrarmos nossa exposição,

Projeto de Lei

legal,

anexamos a este

em apreço,

SETOR DE DOCUMENTAÇÃO DA ATE

Ao

Setor de Documentação,

extensa e dei içada tarefa,

na Assessoria Técnica,

Podemos dizer,

cabe uma

sem maiores rodeios,

que constitui o centro nerv^oso de um sistema de assessoramento,
Cabe-lhe a função de reunir material,
Io em "dossiês" e torna-ío disponível

anal isa-!o,

coloca-

aos assessores quando da

incumbência de relatar ou elaborai' determinado projeto de

lei.

Ficharios por assunto de todos os trabalhos preparados pela As—
sessoria constituirão subsídios vai iosos para posterior’es estudos.
Por outro
missão,

2

3

lado,

cada assessor de per s »,

e também um documental ista.

4

5

6

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gentilmente por:

por força de

Ei e e obrigado a colher

sua
in^

-

�formoçoes - onde elos existam técnicos,

realizar pesquisas,

entrevistar

fazer levantamentos bibi iograficos e ana! ises da matc^

ria em apreço,

de maneira a dotar o parlamentar dos elementos

t nd i spen sa ve I s a sabia elaboraçao da

!ei,

para que esta nao cor^

tinue-simplesmente "engrossando o labirinto da legislação",
•^
^
^
•
•
A Assessor ia Técnica utiI iza-se, como nao poder ia deixar
de ser,

do Centro de Documentação e

Informação da Camara,

citando bibi iografias,

recortes de

legislação brasileira.

Ainda outros serviços da Casa sao amiude

sol icitados,

como por exemplo a

imprensa e,

sol i-

Sinopse,

que

especia I mente,

a

informa sobre a tra^

mitaçao dos projetos,
0 Congresso conta com assessores de todos os Ministérios
Civis e Militares,

os quais devem prover

informações em seus

campos específicos quando sol icitados.

9,

CONCLUSÃO

A Assessoria Técnica
de

1972,

Especial izada foi

No fim do mesmo ano,

instalada em junho

a Mesa que a

instalou ja

sentiu-

a necessidade de reformul a--1 a e prove-Ia de maiores recursos.
Atualmente a ATE conta com 20 assessores contra 310 depti^
tados e vem envidando todos os esforços no sentido de forne cer as Comissoès Técnicas e aos Deputados as mais acuradas

ijn

fortnaçoes para a efetiva elaboraçao de seus projetos,
A Assessoria esta conscia da grande
lhe cabe na tarefa de prover o corpo

responsabiiidade que

legislativo dos

Instru -

mentos mais adequados para o apr i moramento de nossas

leis.

outro

do nume-

lado,

ressente-se da precariedade-de

ro

1 imitado de assessores,

da

Casa que sinda nao esta preparada para suportar tarefa de

tal

envergadura,

da deficiência

recursos,

É forçoso dizer,

da

Por

infra-estrutura

que todo serviço recem

-

implantado sofre as coiit i ngenc i as naturais de seu pioneirísmo e conseqüente empirismo,

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

A prova maior de que a Casa es-

�Í3

^
í»
/V
ta consciente do prob!ema e a preocupação da Mesa de reformular e
ampliar os serviços das assessorias,
Nao temos a veleidade de ambicionar,

de

imediato,

quadro se aproxime daquele do Congresso americano,
de Pesquisa conta hoje com 215 anal istas de nível
dos quais 35 com grau de doutoramento,

a I em de

que nosso

cujo Serviço
universitar io,

108 burocratas de

varias categorias.
Mas,
nar,

guardando as devidas proporçoes,

em futuro nao muito distante,

e-nos vai i do ambtciof-

dispormos de assessores

representem cada uma das especial idades dos assuntos com que
Congresso Nacional

2

3

4

5

6

se defronta.

Digitalizado
gentilmente por:

que
o

�14

B ÍBLlOGRAFIA

l«

Amaral
da

2»

de Souza.

reforma,

Anieivfco,

Discurso,

Brasi!ia,

Eduardo.

Revista do

I n:

197í.

p.

A ei aboraçQO

Serviço

PubI ico,

Guedes, Gera! do -- As bases
16-1/.

legislativa e o assessor ,

86

(i

e 2): 60-63,

jan./fev'.

1960.
3«

rv
Camara dos Deputados,
Resolução n. 20,
/V
_
de 30 de novembro de 197. Dispõe sobre a reorganizaçao

Brasil,

Congresso.

adm In í strat. i va da Camara dos Deputados e detesm’. ina ou
tras pro V i denc í as.
tv
Resolução n,

«

interno.
5.

Cardoso,

Brasil ia,
30,

Brasil ia,

de

sessor.

Revista de

137 p.

ro
Dispõe sobre o

1^72,

1972.

Kieber Miranda,

1972.

-

Regimento

32 p.

A eiaboraçao

legislativa e o as-

Finanças Pubí i ca s:33~~ 35,

jan./fev.

19596.

Chagas Melo.
namento.
ma r.

7«

Assessor ia
Revista do

Serviço

organizagao e func

Pub! ico,

97(l)í36-42,

jan»/

1965»

Cochrane,

James D,

Partlsan aspects of Congressionaí

committee staffing,
i 7(2); 338-348,
8,

legislativa:

Faria Lima,

J.

The Western

June

R.

PoI it i ca I

Quarter!v,

1964.

Assessoria:

reiatorio do deputado

Foria

Lima apresentado ao Grupo de Trabalho constituído para

re-

forma dos orgaos e métodos de trabalho da Camara dos DLpütados,
9,

Ferre ira Chaves,
$,

10,

Brasília,

Paulo,

Fonseca,

Sao

S.

1971,

0 Congresso bem

Paulo,

Fab io.

l8 p,

15 ogò.

Comissões:

Brasil ia,

C,

1971.

dos Deputados,
52 p.

Estado -de

71.

reiatorio apresentado ao Grupo

de Trabalho constituído para
trabalho da

informado.

re!'orma dos orgaos e métodos c
pelo deputado

F,

Fonseca.

�Fundação Gct ui io
mara

Varga s,

dos Deputados.

Rio de Janeiro,
Guedes,

Geraldo,

Reorgan i-açao adni i n i strat i va

Reiatorio,

1968.

Anteprojeto de resoiuçao.

145 p.

As bases de

reforma:

discursos pronunciados

nas sessops dos dias 25 de novembro de

1969 e 9 de abril

19/0 sobre a reforma do Gamara dos Deputados,
1971.

4!

Macieira,

Anselmo,

Henrique,

deputado H,

A elaboraçao

Brasil ia,

Ptibl ico,

Reforma

Turner,

legislativ^a e o assessor.

S6 (3 ): i 56-I 7 I í

legislativa:

mar,

1970.

rcI aterio parcial

sobre "Ei aboraçao Leg i s í at i va ",

tado ao Grupo de Trabalho constituído para

Wahí ke,

1971.

do

apresein

reforma dos or -

geos e métodos de trabalho da Gamara dos Deputados,
1 ia,

de

p.

Revista do Serviço
Turner,

da Ga-

Brasi-

36 p,

John C.

et aí ii,

in

legisl ative behavior,

P.

193-215,

Digitalizado
gentilmente por:

The

legi si ative system;

Nevs

York,

London,

J,

exp I orat ions
Wiiey,

1965?

�JUSTlFiCÂTIVA

Cdtâ I ogoçao-p.d-fonte consiste no
'r ■
grotica
no proprio

íiüpnessao do ftcha catvslo -

f ivro.

A cato i ogaçüO-nO“fonte objetiva pr imo r&lt;í i a I inc-n to:
1-

-

Normá! irar as entrados dos catalogos bibf iograficos;

2-

-

Facil itar o

quer no âmbito nacional
3~

-

intercâmbio das
como no

i nfontiaçoes bib! iografica:^

internacional,

Facilitar a alimentaçao das

informações em sistemas
A
c I eti’or. i cos ou mecânicos.

de processamento de dados,

.
.
..
^
.
Duas categorias diversas de profiss!onais soo beneficiados
com a cata I ogaçao-na-fonte,
me i ros evita a dup! icaçao
do a uma mesma

irracional

finai idade:

Aos editores ccntribui

bib! iotccarios e editores.

de esforços humanos \ isan-

a catalogaçao de deterrn i ttado

para a

I ivro .

uniformizaçao dos catalogos

registro de nomes de autores e titulos em
Nao se justifica a

Aos prj_

e do

I istas bibí iogrvaficas,

repetiçiso de esforços de vários grupos

visando a um mesmo fim,
Embora o
nos ppoprios
Max Mííl 1 er,

idéia originai
í Ivros date da

da

de se pubiicar dados bibí iograficos
segunda metade do século

Bodíein Líbrary,

bíbl iotecario &gt;da

na

Harvard Co i lege,

Inglaterra,
nos Estados

e

XIX,

Justin

Unidos,

quando
Winsor,

a concebe-

ram quase que s imui taneamente, pode-se dizer que a primeiro expje
^
ÍV
rIene ia efetiva de cataIogaçao-na-fonte foi real izada pela Bi
biioteca do Congresso dos Estados Unidos,
As primeiras tentativas realizadas na BIblioteca do Congres
so dos Estados Unidos remontam ao ano de
mou vulto em

197c e,

tecarios e editores,
piloto de

i n i c i a I trien te,

3

5

ide ia to-

resultou no estabelecimento de um projeto
Pub!icaçao'

(CIP) a

a partir de julho de

a catalogaçao de

6

porem a

apos encontros e”*entend i mentos entre bibl io

^Catalogaçao na

referida Bibl Ioteca,

1958,

Digitalizado
gentilmente por:

ser executado pela

19/1.

Visa o projeto,

I ivros das editoras comerciais,

I Sc a n
st e m
I Ciereaclamcnto

\

14

15

16

17

18

e

19

�espera,

no

futuro,

atingir todas as formas de

informação

registra”

do,

abrangendo pubí icaçoes oficiais e estendendo-se a documentos

noo

impressos.

0 projeto

Po Í

eiaborado

çeo a automaçao de bib! iotecas.

! evando-se em cons-fdera -

Esperam os bib! iotecarios noi^te-

americanos que essa expor ier«c ia permira a

verificação dos def e i -

tos e dificuldades que possa apresentar o projeto,
corrigidos,
cional

e

a

possa ser adotado em carafer definitivo,

í irn de que ,
om niveí

na-

intcrnacionaí,

Importante enfatizar a arnp! itude do ni‘ograma CIP t&gt;os Estados
Unidos e realçar seu objetivo
vas e

universal,

que- poderá oferecer no -

i nca I cu! a v'e i s pe rspect i va s ao ace ! eramervto e troca de

infoj;^

maçoes.
0 mundo vive o fenomeno da explosão da
rat i vo que a mesma
os apenas

seja cor-itro I ada,

Esta crescente massa

tamente o compo rtamento
s i CO para

sua geraçao,

É

impe -

Lvimbramos que sao necessari-

14 meses pa r‘a que o vxj! ;jme tía

mundo dupi ique.

ifíformaçao,

informação existente

de

no

infcrmaçoes afeta d! re -

humano p»o i s nao existe qualquer
processamento e acumui açao»

formaçoes serão causadas por essa crescente massa oe

i imite

Radicais t^ran_s
informações.

A situaçao no 8rasi i
No Brasil,

algumas tentativas tem sido feitas no sentido

que seja adotada,
III

em plano nacional,

a cataIogaçao-na-fonte,

Congresso de Editores e Livreiros do Brasil,

dou que fossem dadas

de

em 1952,

0

recomejv

informações bib! iograficas nas obras pub! i -

cadas pelas editoras,
Nacional

as quais seriam fornecidas peiio BibI íoteca
A/
j
»
e pelo Serviço de Intercâmbio de Cataiogaçao (SiC} do

instituto Brasileiro de Bibi iografia e Documentação
bora nao tenha sido concretizada,
to,

a

(iBBD),

Em -

ide ia nao morreu por comple-

pois esporadicamente encontramos fichas cataiograficas

im

-

pressas em pubi icaçoes de bibi iotecas e outras entidades cuitu rais,

bem como de editoras comerciais,

Digitalizado
gentilmente por:

I ^ca n
st e m
I Clereaclaracnto

&gt;

como por exemplo a Compa-

�nhia

Edítot'a Moc i ona ! , • de SriO Paulo,' qèe os vem ptib! icando

I ivpos de algurnos de suo« seriei de.svje
A Editcjra da

Universidade de

So&lt;'

orn

1962.
Paulo e.xíge os dados ca-

talograficos nos

I i\ros que publ i ca ein cc-ediçoes com a.s edito-

ras comerc i ü i s.

Em maio de

de Sao
0

i 972 o Consei ho

Es^tadua-

de Cultura

Paulo adótou a mesma medida.
Instituto Nacional

vro-Texto para o Ensino

do Livro,

Superior"

através do

Í^PLUES),

"Programa do Li-

cujo pi incipa!

obj^e

tivo e o de coeditar textos básicos de autores nacionais e/ou
estrange i ros,
a

nas di\e!^sas arcas do c-nsino si;períor,

Fa^

incluir

ficha cata! ograf i ca em ti?dos as obr‘as editadas por esse

ma.

Tainbem,

ciuem a

instituto

Nacional

do

Livro

in_

ficha cata t oqi^af i ca.

No
Negra,

as obras emanadas do

progra

I ! !

Er.cot^tro de Ed i la;a

em agosto dc

IP/C,

a

s e I. i \ ro: i ros,

Canu.i-a

rr a! i zaíío ett! berro

Srasiiei»'a do Li\!’o teve a o~

portun idade de aprcsdítar urn trabalho sobre ca Le I cgv^içao^na-rop.te
propondo a pub! icaçao de

; nforniaçoe.s ri*r.j i o gi'a f i ca s nas obras

pressas pelas editoras comerciais do

Biasilv

Propc.s,

cria.çao de centros regionais ou estcoiuais para a

i^

ainda,

r’ea I ii^açao

a
' do

serviço,

dssim toinbern como ú po rf i c i paçoc» do Governo no ernproerí-

dimento.

As recomendaçoe s ti ve ram aprovação plena da asse.inbíeia

e foram ratificadas no
em junho de

IV Env;ontro,

real irado em Sao Lourenço,MG

I97t«

Atendendo a essas recorneadaçoes foram criados
/V/
#v
^
dois Centros de cataIogaçao-na-fonte, um em Sao Paulo, peto Ca -

mara Brasileira do Livro,
cato Nacional
atividades,

e outr'o no

Rio de Janeiro.,

dos Editores de Livros,

respectivamente,

do mesmo ano»

em 1-

os quais

de julho de

pelo Sindi-

iniciaram
I97í

suas

e novembro

Esses Centros dest inom~_se a catalogar as publ i-

Cõçoes das editoras cornerciais e estabelecem enfre si

intercâm-

bio para fins do; normal iraçao.
Para que a cata í ogaçao-na-fonte teriha exito c possa ser am
piamente ut i I irada e necessário que

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

I ^ca n
st e m
I Ciereaclamcnto

stqia centra’ irada,

mc^rmente

�para fins de norma! izaçao das entr^odas de autor,
assuntos

c=)s^iim coino a dos

(&lt;)escr i to i'es ) visando tambtm a auvomaçao.

Cone Iusao:
Para a rea! izaçao do projeto dc cat«í í ogaçao-na" fonte,
bito nacionai,

sera

indispensavei

em am~

um trabalho coordenado de bl

-

bl iotecarios e editores; nao seria justo nem cxecjfíivel sua rea! i^
^
^
fsi
zaçao somente com a participaçao de editoras e of-gacs que as re presentam.
Impoe-se uma

le»

que

na-fonte o fim de que o

requlamente o processo de catalogaçao -

!ivro,

este disseminador da cultura,

seja

despojado dos entra\es que impedem sua rapida tramitaçao e d i v-u I M
A
gaçao tanto em âmbito nacionvii como ! nte rp,ac iona i «

Sala das Sessões,

Oe p •

t

icm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st e m
Ciereaclamcnto

Pa r i &lt;:'*

L i n*a

em

�ANEXO

Projeto de Le i

n'-

/73

"Obr i ga a i nc ! i?sao da ' F i cha cata ! ograt ica'' nos i ivros pubi içados
no
Pa I s e da outras providencias".
(Do Sr.

Fa ria

Li ma)

0 CONGRESSO NACIONAL decreta:

Art.

I 2

-

Ficam obrigados os editores do Pais a adotar o sistema
/V
de cata!ogaçao-na-fonte em todo I ivro pub! içado.

§ Ün I CO -

Entende-se por cata!ogaçao-na-fonte o sistema que permite a cata! ogaçao de

I ivros antes de sua pub! icaçao ,

de mane i ra que a ficha ca ta I ograf i ca possa ser
sa no proprio
Art.

29

Iivro.

Compete ao Ministério da Educaçao e Cultura,
da

Bibi ioteca Nacional

vro e,

impres-

e do

ao Conselho Nacional

através

Instituto Nacional
de

Pesquisas,

do Li

através

do

Instituto Brasileiro de Bibi iografia e Documentaçao
a , f i sca ! izaçao do cumpr i mento desta
Art.

39

-

,

Le; i.

Pela nao observância do disposto no art.

!incorre -

ra a editora em multa correspondente a cinco maiores
sal Qr iOs-m in Irnos do
§

I 9

Pa í s.

Em caso de reincidência o multa

§ 29

Persistindo a

scra cobrada em dobro.

infraçao sera cancelado o direito de furi

cionarnento da editora -ate o ef et i v'o cumprimento
dispositivos desta
Art.

49

Lei,

dos

"

Deritro do prazo de 9C dias o

Poder Executivo

regulamejv

tara a presente Lei.
Art,

59

Esta Lei

Art.

69

Revogam-se as disoosicoes ern contrar’io.

entre cm vigor na data de

sua pubiicaçao.

Sa I a da s Se sso e s,
Dep.

Digitalizado
gentilmente por:

I Sca n
sí em
I Ciereaclamcnto

Faria

em

Lima

14

15

16

17

18

19

�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <name>Coverage</name>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Assessoramento técnico na Câmara dos Deputados: depoimento de uma bibliotecária como assessora</text>
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                <text>Documentação Jurídica </text>
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                <text> Assessoria de Relações Públicas</text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>Reforma do Congresso Nacional e a instalação de Assessorias na Câmara dos Deputados. Importância do assessoramento no processo de elaboração das leis. O assessor como pesquisador e técnico legislativo. O Setor de Documentação na Assessoria Técnica Especializada. O papel do bibliotecário como assessor.</text>
              </elementText>
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            <description>A language of the resource</description>
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                    <text>VII CXNGEESSO BRfiSILEIK) EE ?mgiTfIEOONQMIA E DCXIUfiNTAÇÃ)
Belém, 29 de julho a 4 de agosto de 1973

CDU 025.343.1 : 34(81) (094)
CDD 025.330 002 681

TElíA

-

Dxajmentaçãb jurídica e admiiiistrativa

0 CSI&amp;DaD CE FEEEIÊNCIA LEGESLKTIVA
IEGESIAJ&amp;&gt; BRfiSILEIBA, ED CESmO EE

SEÇSd

EE

DOCUSESÍTÍÇ&amp;)

E INPC«MftÇSb m Ca-ftEA DOS EEPÜEADOS; LMA.

EXPE-

REfiNÍCIA EE TRfiBMlO.

por

Maria Laura Ooutinho

-

C3® - 1/87

Ite^onsãvel pela aoiâlise e indexação dos atos
Poderes Legislativo e Executivo da Seção

dos

de Itígl^

lação Brasileira

DOC,

Digitalizado
gentilmente por:

CS"

ADIvt

�SUtóRIO

Apresentação

2

1,

Seção de Legislação Brasileira (SLB)

1

1. 1

Subordinação

1

1. 2

Finalidade

1

1. 3

Atribuições

1

2.

Catálogo de Referência Legislativa

1

2. 1

Finalidade

1-2

2. 2

Historico

2-3

2. 3

Estrutura

3

2. 3. 1

Nimiríxco

3-6

2. 3. 2

Assvinto

6-8

2. 4

Informações registradas: critérios

8

2. 4. 1

Regular

8-9

2. 4. 2

Seletivo

9

2. 5

Controle dos Diários

9

2. 5. 1

I^gistro

9

2. 5. 2

Encadernação

9-

2. 6

Excrne dos Diários

10

2. 6. 1

Marcação dos atos

10

a - Legislação federal

10-

b - I^rçinãlia

12-14

2. 6. 2

Retificações e repablicações

14-

2. 7

Fichamento dos atos na Flexowriber

15

2. 8

Análise e indexação dos atos

15-

2. 9

Cabeçalhos de assunto

19

2. 9. 1

Definição

19

2. 9. 2

EscoUia

19-

2. 9. 3

Alguitas nontas

20-

2. 10

Elaboração das fichas nunáricas e de assuntos

23

2. 10. 1

Aposição de cabeçalhos

23

2. 10. 2

Revisão de cabí^alhos

23

2. 10. 3

Alfabetação e intercalação-de fichas ........

23

2. 11

Recuperação da infornaçio

2. 11. 1

l&lt;^ualmente

23-24 i
1
24

2. 11. 2

Autaràticainente

24

3.

Prc^sições

24

4.

Bibliografia

25

3

4

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

^

j

�ÍPRESENTÍÇÃO

Ossra jã diz o próprio subtítulo, relatanps aqui tão eàniaite
a experiência de um trabalho que fbi elaborado e consolidarei no

deoorrecc

dos anos.
A idéia de que pudéssemos colaborar, de algueta form

cesn

aqueles que executam tal atividade, ajuáou-nos a cormretizar o nosso proE»sito. Longe, portanto, a intenção de ditar normas.
Un voto de louvor às pessoas que ajtídaram na cx&gt;nstrução

do

Catalogo de Referência Legislativa, iirprimindo-lhe unidade, ordem, preci“
sao e clareza. Os mesnos requisitos que ETançois Gêiíy, um dos mestres

de

técnica e do processo legislativo exi^ de urra boa lei.
Os XX5SSOS agradecimentos a todas as pessoas que
ram para a realizaçâD deste trabaiJ».

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

contribui-

�SINOPSE

Catãlo^ de Referência legislativa (CRL), da
Seçao de Legislação Brasileira, do 02ntro de Docvimenta
ção e Infonraçâb da Câirara dos Deputados:

finalidade,

estrutura, indexação e recuperação ca inforrração.

4

5

6

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�1

1.

SEÇâ) EE LEGISIií?&amp;&gt; BPiiSIISIRA. (SLB)

1. 1

Subordinaç^)
A SLE pertenco a Di^dsio de Estudos Legislativos. Esta Divisão cxinpõe-

se de nais tres seções; Sinopse, Docurrentação Parlanentar e Assessoria

Parla-

mentar.
A Divisão da Estudos Legislatiws integra, juntamsnte com as

Divisões

de Biblioteca, Arqui’?o e Ptiblicações o Centro da IDocumentação e Informação

da

Ciirara dos Danutaxdos.

1. 2

Finalidade
Fornecor informações legislativas.
A SLB ê consiãarada como o alicerce de tcda pesquisa legislativa.

Ao

longo dos anos envida esforços constantes no sentido ds dotar o Legislativo de
toda iratêria legad. piablicada, contribuindo decisivamenta para o bem desempenho
do trabalho par lamantar,

1, 3

Atribuições
Ã Seção de leçislcoão Brasileira csmpste; registrar, analisar e

inde-

xar a legisiiição federal cerronte; organizar o catálogo selecionado dos

atos

legislati^ios? manter atualizada a coleção da ementários, íridices e outras fontes de legislação fedr al, estac^;al e municipal; atender a cons-oltas de pronto
e fácil atendirtrato(in^orinaçoss legislati^vas), e realizar pesquisas de

maior

profundidade sobre a legislação corrente e retrospectiva (atos dos Poderes Executivo, Leçisla^i.’t) e Judiciário)a, aisSa, sobre resoluções, pareceres, portarias, deliberações, circulares, etc. (narginália)

, da orgaos da éairainistxaçao

direta e indireta q’ce versem sobre natêria nonrativa de interesse geral; form
cer copias da textos legislativos; elaborar o material a ser divulgado.

2.

CKTáLOGD ES ÍEÍEI^^CIA LSGISL?a?IVA

2. 1

Finalldada
0 Catálogo de referência Legislatjua (CRL)^ fcam cerro finalidade oolcx:ar

ao cilcance do usuário, cem a maior rapidez e precisão possíveis todos os
dos Poderes Ejrscutivo e Legislativo (legislação federal) tais cxoto: Iciis,
das^cjonstj.tucionsis, atos arlicioimis, ates institucionais, atos

atos
ensn-

corrpl^nsnta-

res, leis ccapleiíontarES, decretos legislativos; decretos leis e decretos nume
rados; resoluções do Congresso Nacional, Senado Federal e Câmara dos Deputados,

Usamos a expressão marginália seguindo o critério da re\d.sta I£X.

2

3

4

5

6

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�2

e

os principais atos do Poder Judiciário, e de órgãos da

administração

direta e indireta, de interesse geral.
Funcica^ como um índice dos atos legislativos de rreior relevância

e

não cono vcn índice de toda a matéria divulgada nos Diários.
Peimiite a consulta pelo número dos atos ou pelo assunto ou assuntos de
que tratam, infernando a fonte oficial e data de publicação dos mesmos, a págl
na onde estão localizados, as retificações, r^ublicaçoes, alterações, regulamentações e revogações que hajam sofrido posteriormsnte, bem cemo os vetos totais e parciais.
Desta forma, o CRL pode responder, no mínimo às treze seguintes pergm
tas:
1.

Que tipo de ato trata de determinado assunto;

2.

Qual o número do ato que trata de determinaàj assunto;

3.

Qual a data de publicação de determinadD ato;

4.

Em que data. foi assinado determinado ato;

5.

Em que pãgim do EO se localiza determinado ato;

6.

De qufâ trata o ato nf? X ?

7.

Que atos existem sobre o assunto X ?

8.

Qual ê a ementa de determinado ato?

9.

Que alterações sofreu o ato n? X ?

10.

Quantos atos foram publicados no período X ?

11.

Quais os atos vetados totalnente?

12.

Que artigo do ato foi vetado?

13.

Quais as retificações do ato if? X ?

2. 2

Histórico
Com a reoonstitucionalização dp paíLs em 1946, criou a Cãmara dos

De-

putados a carreira de bibliotecário e foi a Biblioteca estruturada em duas Seções: Serviços Técnicos e Referência.
A chefia da Referência coube a Ada Coaracy que logo verificou ser im possível atenáer bem aos Srs. Deputados sem o apoio &lt;fo Catálogo de I^gislaçao.
Iniciou-se então o aootipanhame*ito diário da legislação publicada nos

Diários

e òbteve-se autorizeição para copiar os ficharios do Serviço de Documentação (fo
Ministéeio da Justiça e o organizado pela biblioteca do DAS?, retrocedendo—se
a 1937.
Oopiou-se à nâquina tudo que se encontrava ficáiado nos respectivos catálogos e foram as fichas intercaladas, depois de se fazer a necessária adcçrta
çâo dos cabeçalhos.
Em 1960, com a transferência do Congresso para Brasília, ficou responsável pelo serviço D. Juracy Feitosa Bocha tendo a colaboraçao do advogado Ne]L
sen Parucker.
A partir de 1964, sucedeu-lhe a bibliotecária Nilza Teixeira Soares que.

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
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�3

juntan^nte com outros funcionários, consolidou em definitivo a estrutura

do

catálogo.

2. 3

Estrutura: catálogo numérico e de assunto
0 CRL é formado de duas partes distintas mas que se completam: o catálo

go numérico e o alfal:étioo de assuntos.

2. 3.1 Catálogo numérico - Neste catálogo cada ato legislativo é representado
por ima ficha chamada numérica (traz ao seu alto à esquerda o número do ato) .
Exemplo.

71 376
Decreto n. 71 376, de 14.11.1972
Retifica o Decreto n. 63 566, de 6 de novam bro de 1968, que dispõe sobre o enquadram-nto de ser vidores do Ministério da Marinlia.
DO 17.11.1972

p. 10 245

As fichas numéricas constituem por assim, dizer a ficha principal

de

cada ato. No verso destas anotaim~se os cabeçalhos de assunto de que tratam,bem
como o número dos atos que são objeto de alterações, regulamentações, etc.

O

conjunto de anctações no verso da numérica é o que se chama, em. catalogação,de
"pista".
Eíçamplo.

71 376

1. íUncionários públicos - Encaiadrairiento - Atos pessoais
2. llinistêrio da Marinha - Pessoal - Quadro
I. Dec. 63 566/1968.11.06 (alterado)

2

3

4

5

6

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�4

EIsta medix3a é de grande utULidcde pois em várias ocasiões &amp; necessário

r^etdr

os cabeçalhos dados a um determinado ato, como do caso de revogações e

regula-

mentações. Outra vantagem ê a de contriborLr para ma maior racionalizaç&amp;&gt;

'

trabalho, desde qce o c^)erador da Flexowriter sô desdobrará o que contiver

do
" a

pista”, evitando-se assim desperdício de tesço e material. Se, eventualmente, u
ma ficha de assunto desaparece basta consultar a nunêrica qua possibilita fazer
rapidamente outro desdohrairento.
No catálogo, sn segiiida â ficha numérica, são colocadas, quando for

o

caso, as fichas de retificações, revogações e regulamentações do ato. Encxntrase al o qi:e poderiamos chamar de "histõrico" de cada ato.
1
Exemplo.

5 316

Lei n. 5 316, de 14.09.1967
Integra o seguro de acidentas do trabalho na
previdência social, e dá caitras providêrcias /Há veto/.
D.O. 18.09.1967

p . 9 527

5 316/67, airt. 23 {acrescentado dispositiw)
lei

Decreto-lei n. 630, de 16.06.1369
Define a situação dos enpregados a que se refere o artigo 23 e seus parágrafos, da Lei n. 5 316,

de

14 ds setembro de 1967, nos casos que especifica.
DO 17.06.1969

p. 5 129

5 316/67 (alterada)
Lei

Decreto-lei n. 893, de 26.09.1969
Altera a Lei n. 5 316, de 14 de setaribro

cte

1967, qua integrou o seguro de acidentes do trabalho

na

previdência social, e dáaoutras.providêxKiias.

Ifep.

DO 29.09.1969

p.

8 161

DO 29.10.1969

p.

8 521

�5

j
I

Lei 5 316/67, art. 16, §§ 1&lt;? e 2? (suspensa a execução)

i
'
I
I

Resolução n. 1, de 14.04.1970 (SF)
Suspende a execução do art. 16 e seus parã-

.

grafos 1 e 2 da I^ei n. 5 316, de 14 de setenfcro

I

1967.

de

I

DCN 15.04.1970, Seç. II

p.

307

i

DO

p.

2 777

I

15.04.1970

Lei 5 316/1967.09.14, art. 15(regulcEnentafin}

í

;
Decreto n. 71 037, de 29.08.1972
j
i
Estabelece o procediirento administrativo para
j
i concessão dos benefícios decorrentes de acidentes
de

}
|

[ trabalho, regulairenta o artigo 15 da LCi

5 316,

i

! de 14 de setertbro de 1967, com a rwva redação
dada
i
‘ pelo Decreto-lei n. 893, de 26 de setembro de 1969,
e

|
!
i

i
i

í
i

n.

““
DO 30.08.1972

p.

7 713

|
;

Para facilitar a consulta foi convencionado usar neste catalogo

fidias

de difereiítes cores para diferentes fins:
—

numérica principal (branca)

—

continuação da nuaiérica, quando hâ grande quantidade de cabeçalhos (parda)

—

retificação (laranja)

—

Alteração, regulanentação, revogação (\’erde).
A marginãlia, evidentenmte, não possirL ficha mmérica. Considera-se oo

no principal a ficha do catálogo de assunto pelo nome do 5rgio, seguido da subdivisão correspondente, quer seja portaria, resolução, etc., escrevendo-se
verso desta a "pista" do ato.
Exenplo.
j
1

GGEíSELEiO lEDEI^ EE EDüCfíÇÃ) - Resoluções

I
i
i
I

Ftesoluçio n. 14, de 17.01.1973 (CEE)
/Fixa o currículo e a duração do curso de
Arqueologia./

I

cm

2

DO 01.03.1973

3

4

5

6

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gentilmente por:

p. 2 188

no

�6

1. Ensino Superior - Escolas, cnursos, etc.
2. Arcpjaologia - Estudo e ensino ~ Cursos
t1
'
i

3. Ensino Siçerior - Currículos

;
;;i
I

As fichas niEiEricas são ordenadas de acordo com a seqi:fâiv::ia

nunêrica

dentro de cada ano. Consequentenente, arre^nta os atos em ordem cronológica.

2. 3. 2 Catalogo de assuntos - É organi2:ado em orden alfaiética dos

cabeçalhos

de assuntos. Através deste catâlo&lt;^ pode-se localizar um ato, ou todos os

atos

publicados sobre determinado assunto.
As formas sinôninas e formas que rão foram adotadas são eliminadas atra
vês de fichas remissivas, que remetem de um cabeçalho não adotado por meio

da

palavra "ver", (ver item 3. 8).
Os assmtos correlatos ou interd^jendentes são ligados através de
chas de referência "ver tairbêm".

fi-

(ver item 3.8).

Ein ambos os casos são utilizadas fichas verdes.
Quando ha necessidade de esclarecimento sobre algum termo que dâ nergsn
â dúvidas ou de difícil interpretação são elaboradas fichas de definição do asstmbo.
Exsaiplo.

Hâ tairfaem, sob determinados cabeçalhos, fichas e^çUcativas que
tam o leitor ra sua consulta.

cm

1

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gentilmente por:

orien-

�7

E^^rrplo.

EES^ICPRI2^ÇÃ) POR It'WERSSSE SOCIAL - Atos pessoais

íi3ota-se tanbêm entrada para o objetivo
desapropritAção, para a pessoa jurídica

da

interveniente

e para o objeto desapropriado qiendo este for de

re-

percussão considarâvel.
E;&lt;; Instituto Brasileiro de Refonta Agrária
- Inoveis
Fazenda Florida, São Nioolau, PS
Refonra Agrária - Desapropriações - Atos
pessoais

Finalnente, são enocntradas fichas can a indicação de etnsntários

sobre

alguns assuntos que poderâj ccmpletar ou auxiliar a pesquisa.
Ercenolo.
/fc. »
ELETPírCA, 1354-39
345.381(034)
B22

Banco Ilaclcnal do Desenvolvimento Econômico,
LcgislaçS? (atualizada atê 31.XEI-1959)

;

Rio

de Janeiro, Divisão de Estudos Jurídicos, 1960.
671 p.

(Serie jtírxdica i)

ENERGIA ELÊTRIG\
BRASIL,

Ministério das Minas e Energia. Legislação. 1967.

2 V.
KL; Ministérios
Período; v. 1; 1921/66; v. 2, 1934/67.02.
Arranjo e conte{k3o; Cronolõgico dos atos (leis, dec.leis, decretos). V. 1; Crgios integrantes do ^E; v. 2;
I

19

�8

ENERGIA ELÉTRICA
,

BRASIL. Dspartanento Nacional de Ãguas e Energia Elétrica.
Inposto único sobre energia elétrica. Rio de

Janeiro^

1971. 89 p.
RL: Energia elétrica
Período; 8.1954/5.1971
Arranjo e conteúdo; Cronológico dos atos (leis, decretosleis, decretos e portarias). Textos na Integra.
Ccmentãrios em notas de rodapé.
Pontes; D.O.
i
índices; Sunãrio
1. Energia elétrica. 2. Inposto único sobre energia elétrica. I. Titulo.

Neste catálogo foram enpregados tres tipos de fichas guia adotando-se a
cor verde para os assuntos principais, laranja para as subdivisões do assunto e
a cor azul para as datas e subdivisões de A/Z.
Exertplo.

ESTRAEA EE EERRO A/Z

,

(noiEs)

.

taxas
contribuições
Centenários
/
Atos intemacio
nais

ESTRADA EE EERRO

2. 4

Informações registradas; critérios
Dada a grande variedade da matéria publicada nos Diários ê necessário es

tabelecer critérios de seleção para determinar que atos deverão constar no catá
logo.
Há dois tipos fundamentais de registro; um regular, abrangente, que não
depende de seleção, e outro estritamente seletivo.

2. 4. 1 lEGULAR

3

5

6

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�9

Neste casD, são registrados tcàas os atos dos Poderes Legislativo e Exe
cutivo; leis, eiasndas constitucionais, atos adiciorais, atos institxeionais, atos ocnçlenientares, leis oonplansntares, decretos legislativos; decretos-leis e
decretos numerados; resoluções do Oongresso NaciKTal, Cânara dos Pautados

e

Senedo Faderal.

2, 4. 2 SELETTWD

Ficáiem-se seletivamente, os atos do Pcxüer Jirjllciãrio e os peueceres, re
soluções, portarias, circtalares, instruções rontativas^^ etc., da órgãos da

ad-

ndnistraçâa direta e Indireta, qua ta:ihám interesse geral. Encontramos,

por

e3«nç&gt;lo, no nosso catalogo, a re^lij^ção nS» 191/27.05.1971, do Barxx) Central

do

Brasil, que dispõe sohre a assistência financeira aos produtores de cacau;

a

portaria n? 71/29.12.1972, do Ooriselho Federal de Educação, baixarxlo ixxoras para a fonmalação de pedidos de autxorização para funcionamento de escolas ou cursos stçjeriores; o parecer rff 1-155A2.11.1971, da Consultoria Geral da República, que dispõe sohre o aproveitamento do ex-confoatente no Seirvlço Público, Inde
pendente de concurso, tanto na órbita federal, quanto m estadual ou municipal.
A seleção dos atos exige critério e cáojetividade, devendo atender

sem-

pre aos interes^s do serviço. Sao registrados:
1. Uodos os atos passíveis de consultas e que correspondam aos interesses legls
lativDs;
2. Ibda informação que ê procurada ocm relativa frequência.
A vivência dos problenas relacionados osn as infbnren^es solicitadas, a
juda a pessoa decidir se determinado ato deve ou, não ser registredo.
É necessário manter um certo equilíbrio, evitando sobrecarregar o servi
ço e o catálogo cxxa natiria volumosa e de pouca procxira, ou qifâ possa ser localizada ocm relativa facilidade em outras fcmtes.
O fato de ter havido certa vez o pedido de una portaria do 2KCSA, para im trafca
Iho e^secífico, nao justifica, por si só, qifâ daí por diante se passe a regis trar todas as portarias deste órgão, nas sim apenas, as normati\»as de interessa
geral.

2. 5

Controle dos Diários

2. 5. 1 PEGCSTRD

Os Diários Oficiais, Diários do Oongresso Nacional e os respectivos suplementos sao registrados em fichas Kardex adaptadas.
No final de cada mês sãb relacionades os números não recebidos efetuardo-se logo em seguida a sta aquisição.
2. 5. 2 INCAEER'ÍÍÇ&amp;)

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“UJ

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Os Diários são encadermdos, itiensaljiBnte, ©n di;ias cxileções.
2, 6

Exaire c3os Diários
Os Diários são examinados segundo os critérios gerais de seleção e3ç&gt;la-

nados no item 2. 4, ou seja, os atos que são registrados regulant^te (legisla ção federal) e os que o são Seletivamente (narginália). No prineiro caso,
atos são publicados no Diário Oficial, Seção I, Pte. I, e Diários do

os

Congresso

Nacional, Seção I, Seção II e Sessões Conjuntas. No outro caso, os atos são publicados no Diário Oficial, Seção I, Pte. I e Pte. II e no Diário da Justi.ça.
2. 6. '1 Marcação dos atos
Esta fese antecede a análise e irdexação dos atos e evidenteirente obe^
ce aos critérios mencionados anteriorirente.
a) Legislação federal
Consiste na leitura rápida, porém atenciosa de tod:&gt;s os atos publicados.
Ao mesmo tenço, a pessoa encariregada assinala-os ccsn traços vermelhos a fim

de

as enentas serem posteriormente fichadas na Flexcwriter.
Exenplo. (DO, Seção I, Pt. I - 12.12.72)

mOS DO PODER lEGISLAUW
/ LSI N9 5 857 - de 7 de dezerbro de 1972
I (
Kttzfia o a/itigo 407, do VzcAeXo-ZeÁ n? U004, dz 21 dz outabfLO dz 1969[CÕdZgo PznaZ], modZ^icjxdo pzZãi LzÃi n?4 5.573 ,
dz 19 dz dzzzmbAo dz 1969, 5.597, dz 31 dz jaZho dz 1970,

z

5,749, dz 19 dz dzzmbfio dz 1971.
i
O Presidente da ifepública
Faço saber qias o Congresso Nacional decreta e eu

sanciono

a seguinte Lei:
Art. 19 O artigo 407, do Decreto-lsi rfí 1.004, de 21 de outu
I

bro de 1969, alterado palas Leis n9s 5.573, de 19 de dezem -

&lt;

bro de 1969, 5.597, de 31 de julho da 1970, e 5.749, de

I

de dezeirbro de 1971, passa a vigorar com a seguinte redação:

\

"Art. 407, Esta código entrará em vigor no dia 19 de janeiro

19

de 1974".
Art. 29. Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação,
revogadas as disposições em contrário.
Brasília, 7 de dezembro de 1972; 1519 da Indeperu3incia e 849
da República.
Emílio G. Fêdici
Alfredo Buzaid
Além da marcação dos atos, havendo necessidade, são acrescentadas

Digitalizado
gentilmente por:

••UJ

ou-

�11

txas infornaçoes junto ás enentas. Existem atos que são publicados apenas

rc&gt;

Diário Oficial, Seção I, Pte, I, cctro as leis, os decretos-leis e os decretos.
0 seu exame e sljnrples e não exige outras anotações.
Ha, outros, entretanto, que são publicados slimltâneamente ro

Diário

Oficial, Seção I, Pte. I, e Diários do Oongresso Nacional, Seção I e

Seção II,

COTO os decretos legislativos e as resoluções do Senado Federal que

qparecem

no DO, Seção I, Pte. I e DCN II.
Nestes casos, deve-se examinar, cuidadosamente, todos os Diários

indicando-se

no DO, Seção I, Pte. I, abaixo da ementa, a data de todos os DCN(s) e respecti
vas páginas, a fim de serem devidamente fichados.
Exenplo. (DO, Seç. I, Pte. I - 19.11.72)

OCNGFESSO N70CNM.
í
EECRETO lEGISLATIVO N9 65, de 1972

j
i

ApAava 0 toxto do AcoKdo dt Coope/tação Soitóíá/ua enXAZ
Repãbtíca Fede/uitiva do SfULòlí e a RepübZica. da.

CoZÔmb^

poJia a RegZão AmzÔtUca, ^ÁJmado m Bogotá a 10 dí
dZ im./ Cr^^-to

a.

{

manço

It

I

Art. 19 E aprovaio o texto do Acordo de Cooperação Sanitária entre a R^íublica Federativa do Brasil e a

t

Republica

da Oolôirbia para a Região Anezõnica, firmado em Bogotá

a

10 de rtarço de 1972.
Art. 29 Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de

I
1l

sxia publicação, revogadas as disposições em contrário.
Senado Ftederal, em 31 de outubro de 1972
M . G &lt;#'3
. M.J M ^
Presidente do Senado Federal

i
i
I
I\
i

Os acordos internacionais aprovados por decretos legislativos
especial ateivçHo, devendo ser verificado se os textos dos acordos
os respectivos decretos legislati.vDs. Pode ocorrer

merecem

accmpanham

os textos sejam cxniti -

dos ou publicados apenas n\xn dos Diários, caso em que são incluidas, apõs

a

ementa, as seguintes observações:
/ Não inclui texto / ou / Texto anexò /, seguido de asterisco, quando o

texto

que deveria acanpanhar o decreto legislativo ê publicado apenas nuna fonte.
Exenplo.

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"1

88

D3cxf-0 Legislativo n. 88, de 7.11.1971

|

Açsxjva os textos c2a tfcmreixão Postail Universal,

j

do Protocolo Micional ã Ctonstituiçao da Uniâ:&gt;

Postal

Unlviersal- e do AcÔrdD Ftelativo ãs Erecçierxlas

Postais,

assinados er.' Tõquio, diirajite o XVI Congresso da
’
i
I

Postal. Urãversal, realizado &amp;a oiJti±iro de 1969. / Texto
anexo/ +

I

DO 29.11.1971

I
i

ISiião

+

p.

9.705

DGí 28.11.1971 Seç. I

p.

7.273

DCN 28.11.1971 Seç. II

p.

6.769

E&gt;lst2m ates cujas einentas são publicadas ea separado dos

respectivos

tejítoo os quais são divulgais era suplenentos. O registro destes atos é

feito

apenas peio supienreito.
ExeiTplo.

Lei n. 5 865, de 12.12.1972
Estim a ífeoeita. e Fixa a Despesa do Distrito
Federal para o Exercício Financeiro de 1973.
DO 14.12.1972

b)

Sxxpl.

p.

1

Farginâlia
A rrarcaçao dos atos adroirdstratinos e o rrtsrento da seleção da

matéria

que irã para o catálogo dividindo-se €sn tíxias fases;
1.

leitura e seleção dos atos

2.

Elaborc.ção da ex-onta cb ato.

•

Os atos adrainistrativrís, geralmsnta, são publicados sera a ementa.
Exemolo.

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�FESOLUÇÃD I«&gt; 14, EE 17 EE JTiNEIRD EE 1973
O Presidente do Oonselho Federal de Educação, na fornm

do

que dispõe o Artigo 26 da Lei n. 5.540, de 28 de noveirtiro
de 1968, e tendo em vista as conclusões do Pareoer

rí?

1.483-72, que a este se incorpora, homologado pelo Sr. Ministro da Educação e Cultura, resolve:
Art. 19 A farmação de Arqueólogo se farâ em cmrso de gradu
ação do qual resultará o grau de bacharel em Arqueologia.
Art. 29 o currículo mínimo de Arqueologia ccmpreenderâ:
Matérias básicas
Sociologia Geral
Geografia Geral
História Geral
Materãtica e Estatística
Matérias profissionais
Anatcmda Ctetparada
Antropometria
Culturas Primitivas
Etnias Americanas
Paleontologia
Geologia
Arqueologia
Pré-História
Metodologia da Pesquisa Arqueologia
Restainração de Artefatos e Monvmentos Arqueológicos
Art. 39 Haverá estágio supervisionado òbrigabrário no campo
e em instituições especializadas, nim período proporcional,
fixado em 5% das horas previstas para o Curso.
Art. 49 A duração mínima do curso ê fixada em 2.500

horas,

que serão distribuídas no mínino em seis e no nãxino

em

doze semestres.
Art. 59 Esta resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
RobeAto FZgu&amp;Oia ScuvCoò .

snto, ao encarregado do serviço, redigir a ementa de tal forma

que

/el apreender-se ccm clareza o assunto de que trata. Ê datilografada
provisória, colocando-se antes da ementa, o tipo do ato, o seu numeâspectiva data e logo em seguida, entre parêntesis, o órgão de

caide

gnplo.

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?
I
i
I
•

i
OCNSEIH) lEEEPAL DB EDUCAÇÃO - Resoluções
t}

I

Resolução n. 14, de 17.01.1973 (CFE)

I

/Fixa. o currículo e a duração do cnurso de Arqueologia./
DO 01.03.1973

p. 2 188

2, 6. 2 Retificações e republicações
'Frequentemente os Diários trazem retificações e republicações de

atos

publicados. Ê de grande importância a sua anotação, dispensando-se a cada

caso

tratamento diferente,
a)

Ratificações
Ê muito cartum os Diários publicarem retificações a atos divulgados ocm

in-

correções, reproduzindo o número e a ementa do próprio ato, seguidos das ejqores
sões:
"onde se lê"

"leia-se".

As retificações que à primeira vista podem parecer de menor importância,
às vezes encerram correjões cujo teor modifica essencialmsnte o ato.
Assim ê que se fazem fichas de retificações numéricas (cor abóbora) que são colodadas no catalogo, logo em seguida ao ato retificado.
Para maior rapidez, o Diário ê recortado, colando-se na ficha a respectiva retd
ficação. Indica-se também o Diãrio, data de publicação e página.
Exemplo.

71 583
DECFSTO N9 71.583, de 20 de dezamDSC •
bro de 1972
DO 28.12.1972, p. 11 786
Abfie. tt UiUveA4Zdadz FzdeAoZ do Rio
Gfiandz do SuZ o oiídvbo eópeocaf dz
Ca.$900,000,00 poACL 0 ^im quz zipzRstificação
Na publicação feita no Diário Oficial de 21 de dezembro de 1972, pã
gina 11 547, la. coluna, oo preâmbulo,
Onde se lê:
... artigo 81, item XXX...
Leia-se
... artigo 81, itenlll...

b)

Republicações
Por vezes, republicam-se integralmente os textos de determinados

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atos

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cxsn remissão a nota de rodapâ "republicado per r^ver saído com irjcorreçôes". As
republicações im^alidaiú os textos onteriorrente divulgados dev^endo seu registro
ser feibo em txxias as fichas numéricas e de assunto,
Exsiiplo.

5 796
lisi n. 5 796, de 21,07.1972
Ratifica, sem ônus, a Lei n. 5 628, de 1. de
dezesTtbro de 1970, que "estiira a ífeceita e fixa a Dei
pesa da L^ião para o exercício financeiro de'1971’'.

I

2. 7

ífep.

DO 26.07.1972

p.

6 610

DO 27,07.1972

p.

6 657

Ficliamento õos atos na Flej-rri^ariter

O Diário cujos atos foram assinalados ê enoaminiiado ao operador

da

Flesflswriter qua perfura as enentas em fitas apropriadas, fazendo o seu desdobra
mento an dtas vias.
2. 8

fichas são enviadas, logo ati secxilda, ao analista.

Analise a indexa^ãb dos atos
0 deputado Henrique Tumer, ro pirojeto de I^ei Qxrplementar rí? 1-A

de

1971, que dispõe sohre o processo de elaboração legislativa diz a certa altura:
"A lei é o centro do sistema solar da vida derrocrãtica. Sm elaboração ê ccrrple
xa, delicada e até tortne.ntosa. Exige arte e ciência, ciência e arte".
Ã semelhança de sua elaboração, a análise do ato legislatiw ê urra atividade que tambõrr requer "ciência e arte". Na verdade, o indexador det^e possuir
qualificações dentro da área de Direito ou entã? ux&amp; grande e&gt;ç)ariência do trabalho fazendo-o em colaboração oan pessoas qm tenham fonração jraridica.
Entretanto, sõ o conhecimento do êissunto não basta, ê prsuiso isna certa
habilidade senpte que se quiser definir e indicar os diferentes aspectos de

um

assunto.
A indexaçao, cem efeito, não ê im processo mecânico: pura atingir a sua
finalidade, requer reflexão e ponderação em todas as fases de seu desenvolvimE^
to.
A leitura do texto na Integra, ê necessária, não sõ para a apar^nsão, e
xata ÒD assunto ou assuntos de qixí tratam os atos, oemo tambèn para verificação
de alterações, regulamentação cu revogação ejçressa.
De fbrna alqma deve-se limitar ao exairs das ementas, pois estas

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tra-

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�zem, gerpJjnente, o assunto específico de que trata o ato e por si só, não

são

absolutainente suficientes para se extrair os assuntos nele contidos. Quem

as-

sim o fizesse deixaria ccm certeza, de fichar assuntos da maior relevância.
Muitas vezes a ementa nada revela. É o caso de alterações de atos

ou

acréscimos de dispositivos em que se menciona o número do ato alterado,

não

infontando absolutamente nada sobre o seu conteúdo.
Exemplo.

1 236
t
Decreto-lei n. 1 236, de 28.08.1972
Altera o artigo 17 do Decreto-lei núnoro

37,

de 18 de roveirbro de 1966.
DO 29.08.1972

p.

7 649

A e:-pressão ”e dá outras providêncicjs" no final das errentas, de carã ter repetiti\o, não tem outro significado senão o de encerrar a redação

das

mesmas, deixando claro que o texto do ato conterá não só o enunciado nas ementas, mas também outros dispositivos.
O exame do te:rto dos atos é feito detalhadamente considerando-se o assunto ou assuntos tratados no seu todo ou em cada capítulo, artigo, parágrafo,
inciso e alínea em particular.
Em se tratando de legislação é impossível seguir a mesma técnica de ca
beçalhos de asstu.tos adotada para livros; qualquer omissão pode representar la
cunas no catálogo. Cabeçalhos gerciis não atendem de imediato a consultas formu
ladas sobre matéria, muitas vezes incluída on artiçps, parágrafos, etc.

nos

textos. Numa leitura superficial podemi passar desapercebidos tópicos que mereçam destaque. Assim, por exemplo, o art. 120, da Lei 4.504/30.11.64, que

dis-

põe sobre o Estatuto de Terra, cria o Fundo Agro-Industrial de Peconversão.
Não fosse o exame detalhado do texto desta lei a informação sobre o mencionado
Fundo poderia ter sido omitida.
Na análise dos textos o número de cabeçallios de assunto atribuídos

a

xm determinado ato pode surpreender a pessoa menos afeita a esse tipo de traba
Iho. A lei 5.787/27.06.72 que dispõe sobre a remuneração dos militares,

rece-

beu 48 cabeçalhos de assuntos e teve 5 atos revogados.
No período de 01.04.72 a 31.10.72, foram analizados 3.137 atos e o número total de cabeçalhos dados foi de 9.189.

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gentilmente por:

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A nedia entretanto fica entre 3 e 4 cabeçalhos para cada ato analisacbn
As reanissivas "ver" e as fidías de referência "ver tairbêm",

funcicxiara

coro verdadeiras chaves no catálogo, abrindo portas e orientando para \rta

per-

feita consulta.
O indexadbr não deve economizar irerissivas, usando-as, porém ccra

. inte

ligência. As reuissivas de assunto "ver", enviam de um termo não usado para

o

termo adequado devendo ser feitas sertpre que a ocasião o exigir.
Exeitplo.

0 menor descuido neste aspecto pode cioarretar o fracasso de uma pesquisa. lita infonração que poderia ser localizada em poucos minutos, toma-se tare-

As fichas de referência "ver tarroém" se tomam nsoessárias quando
assuntos exigindo oorrelaçãó e introduzem um elem^to de lógica no catálogo
mando a atenção para a relação entre os vários assuntos. Ê quase inçosslvel
regras para o uso

resnissivas "ver tamfcem". Devem ser feitas como ditar o

I I ig- g;

fa penosa que exige horas de trabalho e esfcrço.

senso.
Uta regra geralmente seguida ê a de remeter do assunto ^ral ao especifico. Nun
ca o inverso.
Exerrplo.

AGRICULTORA
ver tanbêm

,

AgropecTjâria
Arrendamento rural
Aviação agrícola
Crédito rural
Colonização agrícola
Cooperativas agrícolas
Cultivadores motorizados
Encarésa rural
Ensino agrioola
Fertilizantes
Ligas canponesaS',

�18

As alterações, regulamentações e revo^ções c3svem ser cuidac5osaitente registradas usando-sa os seguintes termos e expressões, que são anotados,

entre

parêntssis, ju::to cO aco itodifiçado, no verso da ficha numérica:
Atertura de crédito
Alterado
Acrescentado Dispositivo
Anplic-do
Aprovadas conclus&amp;s usar OonclTasõss
, Aprovado o tercto
Conclucccs
Ccr^lemantedo
Delegação da cccrpeténcia
Darrogala \i2c^ Pavogada em parte
Parecer
Pronrjlcatlo
Prorregedo
Eatifioodo
Reçulcínsntacb
?i2qal=irantado cm parte
Dsjeitado
restabelecido cti parte usar revigorado em parte
vcor Pavigorado
Itsvogado
navege cb cm parte
Ravlçorado
R^vig- rado cm parte
Suspensa a exacução
SuspET-sa a execução em parte
Os assuntes analisados são colocados no verso da ficha que será a numérica
e recebem im ircineração com algarismos arabicos; as alterações, regulamentações,
etc. são mrrsradas oom eilgarismos romanos.
Eíismolo.

1. Funcionários públicos - Enquadramento - Atos pes'
soais
2. Ministério da Marinha - Pessoal - Quadro
I. D3C. 63 566/1968.11.06(alterado)

�li

orÍ2r Uj^;&gt;:&gt; úa cx-óbaiho, ocsDq^^antn mlnuc.loo.H rf'■'l-:a no atendimento
rãj-iO i e prec-.iX)

irf. j-mr/;c'es .TCvlicit-idas, oord-tr?':). c-ia-çida pítra a verdadeira

2. 9
2. S. .1
CnI::e-7-3.h.' óv: d

o ^ i;.aí.£i',’j;õ., o.vp.restJo ca

na?

fichas

do cncâlcço pcvrc; a-^iin-ar o terra CvH Cj t£-àco3 õa vx uocurri-ito.
2. 9. 2 Esücliia
A e.;Co.uii w.

aâi;eçt hos da --js*ünlo r •■.làviüada qi.v, raque^r o crnhecimen

to tias priricirp.;.cs o prrlti.-.i..' adat'*-dc« na elé&lt;btri&gt;t-.’.o Jo c&lt;'A“.\r.o-j.
C, A. C. ttc-r, :t&gt; a;.v. livto iri-it*.laão
dia que "r Cci.t *1-

^

'^.'rre, ’-.5a t*o\ c

lor a di /donary cr.talog "
. F„^ra e.ict- ra poàa sv±stitu- ,

ir a cvperiância e a .bc?ti sen-cO/ rras ca i-e^ultadós da ex}..3io.ariaia justificam cer ;
txis redras". Ft-ãc.Tx r- diz^r o irasuo or.. se tratsr.do da elax-^ração dos cateçalhos
de r.ssur o, í'a wrdade,

bã

. forxra:.c e fV2'^lTá.ti'tr30 para a esooÜia

de |i

• tenros que se arpiiquari a trxJ o os ouros.

'■

Os assunlcs sèa vu.r.'''dos e roídara à medida qua se ataogaru os ccnheclmentos.
A ejqjeflência, çc-ó.a, law-a os irioiyadsres a fbrirad-a^*eir. oertas re.^nas que perrrl “
tem

a sistiínBclzo'-" ■&gt; e a v'.Lfcj*rldc 5e do traballr'.
a Ref'nrerc:^a Lacislatd''•a, seguiu-se os ■

N? -:c r.eov.) iaiolel to Cii.:a3.ogo

critérios da Lista d.e Ctsoeç.iLijS de Assvinto de Biblioteo- do Congresso dos Esta
X
_
A*
i.
CCS Unid.3
e, p- , re.-.cvnríenit; àr Unier Pcinr.nericaira.
E-/identerente por
se 1
tratar '.e um corpo esoec .aii-aáo, ou s .ja a anáJ ise da iracéria legei publicada,
poooedeu-se a urra oáapteçro das entradas das duis iis‘. us.
0 cr-Tjre';

d»" U!" •

da col)0.’;a3bos de -.ssunto, txlçe

critério e bom

senso, pois um ten.o interpretado e escolhido irrocretenmta toda dar indicação ,
errônea dr conteúdo do ato. Ura lista serã realaente út .i, p:i.a os

inderadores

que 6 ruberem UrK~i.a cem ’ nte'* igêricin e que não pensara encmtirar nela um gula per
feito qua õirve* pata tc^^ios cs cases.
Atualmer.tu, c. e;:roll-a dos cabeçciiv-s de assunto do CPL, cbsdorra a
sistaiF.tica própria, elaoorada e ocnsolidada no dcjorrer des anos. Assim ê

u.a
que

cm 1969, foi re.slizada a lis' ?gem do catalogo de a. suntos, tendo sido os cabeça ’
ihss condeirsadcs em tres volumes.

* EETADGo UJin.J. LAbrnry of anngress. Suoject lioaicunqs usad in Dlctlcnarv CataTcT&gt;es of Lll-crary cf Congtr-ôs. 6, ed. Washington, Qot^e, Princ. off.,
1357 p.

•

•

•

,

1957.

•

»* união Panamtricana. tófs-U de encatazamlentrs dejra.t^ia para biblísjtegga. Washington, DC, 1957. 2, V.

2

3

4

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gentilmente por:

,

�20

A elaboração de' uma entrada de assunto envolve ■\^los fatores devendose levar em conta o nnnero de documentos a serem analisados, a sua natureza

e

0 tipo do usuário que consultará o catálogo.
A técnica para a escolha de cabeçalhos de cissimtos ê simples quando há
pouca natiria para se analisar. Entretanto, o prcblema toma-se cada vez

iieis

ccnplexo à medida que a documentação airrenta.
Deve haver urra seleção cuidadosa de tenros, bem ccno a estruturação do

plano

que sistenatize esta seleção e assegure o desenvolvimento lõgioo dos cabeçalhos.
Ao

escolher o bento para esqorimir o assunto ou assuntos de um ato,

indexador deve ter em mente que a palavra ou frase deve ser apropriada não

o
só

àquele ato nas sim a um grupo deles.
Geralitfâite, é usada a terrninologia jurídica do texto do ato, eitibora se
ja recomendável cautela no seu «rprego. Por vezes, em dispositivos legais utiliza-se tenros diferentes para um mesmo assunto, e ê frequente o documentalista
cair em verdadeiras”ciladas”.
O tenro deve exprimir o conteúdo do assunto ccm rigor e exatidão. .

Em

se tratando de termos técnicos não há tanta dificuldcde na sua escolha.
A uniformidade dos cabeçalhos ê o princípio essencial na elaboração de
um catálogo, ocntribuindo para sua eiqjansãowCriteriosa e sem alterações indevidas.
2. 9. 3 Algunas nornas
a) Singular e plural
1 - Oomo regra geral, adotou-se a palavra, expressão ou frase, no singralar para
representar o assunto principal.
Exenplo.
Jormlista
Hotel
Nem sempre,poremjé possível seguir esta orientação, dada a prõpria natureza da palavra, que deverá ser mantida no plural.
Exemplo.
Minerais
Psiootrõpioos
2) Subcabeçalhos
Os subcabeçalhos, simples ou ooiçostos, devem ser usados na sua

forma

plvtral.
Exenplo.
Ejçortação - Estímulos fiscais e crediticie®
Energia elétrica. Empresas de - Autorizações
Oceno acontece no caso anterior não havendo possibilidade de se seguir a regra,
xjsa-se a palavra no singular.

Digitalizado
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Exenplo»
Ministério da Juétiça - Pessoal - Quadro

b)

Cabeçalhos coirpostos
são \isados cabeçallios cc^rpastos para ligar aspectos sexrelhantes de

um

masno assmto e aparecem frequentemente em legislaçãa, tanto como assunto prin
cipal ccmo sub-Cc±eçalhos.
Exenplo.
Estímulos fiscais e creditícios
Ejq»r-cação - Estímulos fiscais e creditícios

c)

Uso de frases
As frases são usalas como Ccbeçalho quando o assunto não pode ser ex -

presso corretamente por uraa palavra ou expressão.
Exerrplo.
Funcionários públicos servindo no exterior
d)

Efefniição de termos
Muitas vezes é necessário definir os temos passíveis de várias inter-

pretações ou de interpretação difícil. Uma ficha de definição do assunto, oolo
cada no catálogo, esclarece o usuário e orienta a sua pesquisa, (ver 2. 3.2^

e)

Pessoas corro assunto
Geralmente não se usa o ncme de uma pessoa octto cabeçalho.

Somente em casos muito espaciais de honenagens, conenorações de centenários, e
outros é que se faz este tipo de entrada. Assim por exeitplo, a lei nf? 5 716 de
19.10.71 proclama Patrono da Força Aérea Brasileira o Marechal do Ax,

Alberto

Santos Duiront. Dá-se, portanto, uma entrada pelo seu ncene e outra pelo cabeçalho genérico.
Exenplo.
Santos Dumont, Alberto - ComKTorações, hcmenagens, etc.
Comemorações, homenagens, etc.
Não se justifica de maneira nenhuma sobrecarregar o catálogo com o nome de todas as pessoas que recebem pensões especiais, que tenham as suas

ter-

ras desapropriadas, ou que recebem aiitorização para lavrar minérios.
f)

Uso de siglas
Não se faz a entrada de entidades pelas siglas. É nonta usar o seu no-

me por extenso fazendo-se remissiva da respectiva sigla. Este critério remonta
às origens da formação do catálogo.
(

�g)

Notes geográficos
Quando hã necessidade de explicitar a sede de determinada entidade na

cional ou estrangeira, escreve-se o none da entidade seguida do local e da si
gla do estado correspondente, ou o ncme da cidade seguido do pais. Em

ambos

os casos, os nomes geográficos são grifados.
Exenplo.
Casa Maria Auxiliadora, Cuiabá, MT
Atlas Assurance Conpany Limited, Londres, Inglaterra
h)

Subdivisão - "Atos Pessoais"
,

Ê usada para os atos repetitivos que não têm caráter normativo. Apli-

ca-se a pessoas físicas ou jurídicas, podendo ser usada-coto subdivisão
assunto principal ou de um subcabeçalho. Em ambos os casos entra-se

do
também

pelo nome da entidade.
Exeirplo.
Mineração - Atos pessoais
Reforma agrária - Desapropriações - Atos pessoais
i)

Atos internacionais
Para os tratados, convenções, acordos e demais atos assinados entre o

Brasil e outros países, adotou-se cano entrada principal o termo genérico "Atos internacionais", seguido do ano da assinatura dos mesmos.
No caso de acordos, tratados, etc. bilaterais, ou seja entre o Brasil
e outro país, dá-se tamtém a entrada "Atos internacionais", seguido do

nome

do país con o qual o Brasil assinou o ato, ber&gt; ccsno do ano do mesmo.
O assmto ou assuntos de que tratam recebem cabeçalhos seguidos

da

subdivisão - Atos intemaciorais e ano.
Exemplo.
1.

Atos intermcionais

2.

Atos internacionais - Finlândia, 1972

3.

Bi tributação - Atos internacionais, 1972

4.

Imposto de renia. - Atos internacionais, 1972

9

1972

Quando se tratar de protocolo adicional, emenda, etc. a ato anterior
indica-se apôs o ano da "emenda", entre parêntesis, o ato que está sendo

e-

mendado.
Exemplo.
Aviação civil intemacicnal - Atos internacionais, 1971 (Adicional à
Convenção de 1944),

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j)

Entrada pelo assunto geral do ato
Além de dar entrai pelo assunto ou assuntos específiros de qus

trata

o ato, ê nortra irsücar tariaera o assunto genérico, possibil itando a rexmiao

de

todos os atos publicados sc±ire ira determinado assunto.
Muitas vezes a pergunta é nal Sorraulada, ou é apresentada em termos gerais. A&lt;to
tando-se este critério, a infonração procurada ê localizada ccm mais facilidafe.
Exemplo.
O decreto 70.929 de 3.8.72 que dispõe sobre o registro, no FEC,
1
da professores do 2? grau, recebeu entre outras,as seguintes entradas:
1.

Professor de ensino de 29 grau - Ifegistro (í^)

2.

Professor de ensino de 29 grau

3.

Professor

2. 10

Elaboraçâa das fidias nurtêricas e de assuntos
A elaboração das fichas numéricas e de assuntos ée processa ©n tres e-

t^jas: aposição de cabeçalhos, revisão dos cabeçalhos apostos e alfabetaçao

e

intercalação das fichas no catalogo.

2. 10. 1 Aposição de cabeçalhos
Dapois da analise e indexação dos atos, as fichas s&amp;o enviadas ao ope
rador da Flexo. Este Se acordo ccm a pista faz a aposição dos cabajalhos

de

assunto, numera a ficha principal e desSobira pelo nimero, òs atos modificados
que poarventura estejam registrados na pista.

2. 10. 2 Ifevisão dos cabeçalhos
Os cabeçalhos ^xostos são &lt;oonferidos ccm a pista do ato. Se houver erros, as fichas são dei^lvidas ao c^erador da Elexo que farâ as ne&lt;»ssãrlas correções.

2. 10. 3 Alfabetaçao e intercalação da fichas
A amnação das fichas de assunto ê feita palavra por palavra, alfabe tando-se letra por letra ate o fim de cada palavra. As numéricas depois de sepa
radas pelo tij» do ato, são cardsnadas cronológicaitente dentro de cada tipo.

Em

ambos os casos, prcxmede-se loqm depois ao arquivamento das fichas.

2. 11

Pecnçeração da informaçãj
A

infcxcmaçoes cmtidas no CRL e feita de duas formas;

rranucdmente e autoneticanente.

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�2. 11. 1 &gt;fenualn^snte
Este é o meio ^asaàj até então, e consiste na busca da infoxmção, atra
vés da consulta direta aos fichirios nurnérico e de assuntos.

2. 11. 2 i^oatcgnaticaiTEnte
As inforrtações são obtidas através de terriiinais vi3u,ais IBM 2260 e

de

impressoras IBM 2740, que fcmecem as respostas em listas irpressas.

3.

PR3&gt;03IÇ&amp;:S

Gomo resultado da ejjperiência relatada neste trabalho, apresentamos

as

segiiintes preposições:
3. 1

Qi;e os atos (portarias, resoluções, instnxões normativas, etc.),

dos

órgãos da administração direta e irdireta sejam publicados TíOS Edáries Oficiais,
antecedidos das respectivas ementas.
3. 1. 2 Justificativa
Esta nedida levará os órgãos a disciplinarem a matéria divulgada,

pro-

procionando maior uniformidade ao trabalho do documentalista.
Se cada setor da informação legislativa raSigir a enenta a sua maneira,
ê Óbvio qtfô um mssEno ato será encontrado sob as ohís variadas enrentas, além

de

dificultar o trabalho.
3. 2

Que seja cric^ veih Comissão de caráter nacional para estudar as suges-

tões ^resentaàas pela bibliotecária Vera Amãlia Anarante í«3ac€s3o, ro VI Oesngres
90 de Biblioteconomia e Documentação realizado

Belo Horizonte, em 1971, pro-

pondo a criação ds um Centro Nacicr^ de IrAirmação Legislativa e Administrativa (CEíULAj para coordenação dos serviços de analisa e difusão de todos os atos
dos Poderes Legislativo, E&gt;oscutivo e Judiciário e dos órgãos da

administração

direta e indireta.

3. 2. 1 Justificativa
É grande o níkrero de pessoas e serviços crus, irs Rrasii, e em particular
em Brasília, realizara isoladamente, cada um ã sioa maneira o nesno trabalho.
A coordenação desses semãços, uniformizardo a informação
seria útil aos lasuários de todo o país.

2

3

4

5

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legislativa

�25

4. ■

BIBLIOGRAFIA

CAVALCANTI, Cbrdélia Boballnho. Novos métodos de pesquisa legislativa. Brasxlia,
câmara dos Deputados, 1970.

COLLISON, Robert L. índices e indexação. Sao Paulo, Ed. Polígono, 1971.

ESTADOS UíIDOS. Library of Oongress. Subject headnigs used In Dictioi^ary

Cata-

logues of Lihrary of Congress. 6. ed. Washington, Govt. Print. Off., 1957.

HEWITT, A. R. Legal indexing. IN: KNIGHT, G. Norman, eâ. Trainijng in indexlng.
Cartforidge, M. I. T. Press, C 1969. p. 152 - 166.

MSNN, ^^argaret. Catalogação e classificação de livros. Rio de Janeiro, Fundo de
Cultura, 1962.

TüRIER, Henrique. Projeto de lei ccmpleiTEntar n. 1-A, de 1971. Diário do

Con-

gresso Nacional, Seção I, Brasília, 30 ago. 1972. p. 3059.

tNIÃO PANA^ERICANA. Lista de encabezamientos de matéria para
hington, DC, 1967. 2 V.

cm

Digitalizado
gentilmente por:

bibliotecas. Was-

�</text>
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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>O catálogo de referência legislativa da Seção de Legislação Brasileira, do centro de documentação e informação da Câmara dos Deputados: uma experiência de trabalho</text>
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                <text> Documentação Jurídica</text>
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                <text>Como já diz o próprio subtítulo, relatamos aqui tão somente a experiência de um trabalho que foi elaborado e consolidado no decorrer dos anos. A ideia de que pudéssemos colaborar, de alguma forma com aqueles que executam tal atividade, ajudou-nos a concretizar o nosso propósito. Longe, portanto, a intenção de ditar normas. Um voto de louvor às pessoas que ajudaram na construção do Catálogo de Referência Legislativa, imprimindo-lhe unidade, ordem, precisão e clareza. Os mesmos requisitos que François Gény, um dos mestres da técnica e do processo legislativo exige de uma boa lei. Os nossos agradecimentos a todas as pessoas que contribuíram para a realização deste trabalho.</text>
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                    <text>VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Balem, 29 de julho a 4 de agosto de 1973

TEMA

-

CDU

002.6.01+025:352.075.26(816.11) (084.3)

CDD

027.509816

Documentação jurídica e administrativa

PLANO DE ORGANIZAÇÃO DA SEÇÃO DE DOCUMENTAÇÃO E BIBLIOTECA
DA CÃf-ÍARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

por

Cecília Andreotti Atíenza - CRB-8-186
Chefe da Seção de Docinaentação e Biblioteca da Camara
Municipal de Sao Paulo
Membro do 39 Conselho Federal de Biblioteconomia

DOC JUR, ADM.

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�SINOPSE

Apresentação de um estudo específico ãs autoridades da Instituição,
referente à reorganização da Seçao de Documentação e Biblioteca da Gamara

Munici-

pal de são Paulo que resultou num plano definido abrangendo todos os aspectos que,
ã primeira vista, tinham necessidade de seres estruturados para que as mesmas auto^
ridades possam compreender os verdadeiros objetivos da Biblioteca dinãmicâ e atuan
te, dentro dos padrões modernos da técnica biblioteconomica.

Digitalizado
gentilmente por:

�I
INTRODUÇÃO

Comumente, a ideia que se faz da Biblioteca é a de ser um repositorio
publicações bem selecionadas, atualizadas e necessárias à área que se propõe
brir para um público determinado. No entanto, no conceito de Biblioteca

de
co -

moderna ,

afora reunir documentos, existe a preocupação de divulgá-los, tomando-se um organismo dinâmico no sentido de antecipar a busca da informação, indo ao encontro

do

leitor para levar-lhe a informação antes que ele peça.
0 complexo de teorias e técnicas que se circunscreve sob o nome generico
de documentação á o elemento-chave de ligação entre aqueles que criam um conheci mento e os outros que desejam adquiri-lo ■.

.

Baseados nesses princípios, a Seção de Documentação e Biblioteca

deverá

se constituir num Centro de Documentação com duas partes distintas. Na primeira
constando da coleta dos dados, seu registro, sua classificação e catalogação.

,
Na

segunda, constando da seleção, publicação, duplicação e/ou reprodução e divulgação
do material reunido.
0 objetivo principal deste planejamento e a centralizaçao de todo o material documentário e informativo sobre a política municipal, em particular e, desde
que as condições necessárias se apresentem, da política, em geral.
Preliminarmente, uma pequena equipe constituída de bibliotecários precisa
ria ser reunida para desenvolver a coleta de informações que abranja as finalida des da Gamara Municipal de São Paulo e reorganizar o acervo já existente. Apos

a

reunião dos primeiros dados obtidos, haveria condições para, então, se instalar

o

Centro de Documentação conforme atribuições delineadas a cada Setor.
A curto prazo, os objetivos visados são os que se deverão realisar imedia^
tamente. Eles se confundem com o estabelecimento das condições de existência do o£
gão e devem ser executados de acordo com roteiros previamente estabelecidos,

pois

alicerçarao a organização básica dos serviços. Nesta etapa, a Seção estará apta
dar assistência inicial ã câmara Municipal, apos seleção c distribuição de

a

dados

das primeiras coletas realizadas e instalação dos setores conçetentes e arquiva

-

-los. Isto, inçlicaria em já dispor, não s5 de bibliotecários, datilõgrafos e auxi^
liares mas, também, dos equipamentos disponíveis na Camara para o desenvolvimento
dos primeiros trabalhos,
A prazo médio, a Seçao deverá estar bem equipada e os Setores em

pleno

funcionamento, visando sempre os objetivos que se buscam realizar em futuro próximo, ou seja, referindo-se ao padrão de atendimento que o õrgao poderá

apresentar

num determinado tempo. 0 pessoal da Seção, já constituído, nesta etapa de vários ^
lementos, estaria apto a desenvolver os estudos para aquisição e preparo

técnico

�II

dos documentos, ainda nao coletados e iniciar os trabalhes dos setores ainda

nao

instalados, bem como, aprimorar os daqueles jã em funcionamento.
A longo prazo, todos os setores jã, então, completamente instalados,

com

seu quadro de pessoal definitivo (conforme quadro anexo), permitirão a Seção dinamizar sua atuaçao, desenvolvendo estxxdos e esquemas de automação e computação

dos

vãrios serviços elaborados.
Os objetivos a longo prazo representam alvos que não podem ser

atingidos

em futuro muito prSximo. Todavia, sua previsão poderá servir como base ao desenvo^
vimento. dos serviços em direção ãs metas pretendidas, existindo uma relação inte gral entre os objetivos a curto e a longo prazo, tal como existe.,, entre metas der^
vadas e metas principais. 0 reconhecimento destas últimas-e obtido após criteriosa
avaliaçao e seleção dos fins previstos para realização a longo prazo e, aos

quais

se atribui valor prioritário.
0 crescimento da Seção de Docinaentação e Biblioteca deverá ser paulatino,
prevendo-se, logicamente, a execução dos trabalhos, partindo-se da consideração d_a
queles que se apresentam como básicos ao seu desenvolvimento.

Digitalizado
gentilmente por:

�III

OBJETIVOS

GERAIS

1. Constituir a Seção numa Central de Informática (Informática: designa a técnica
de coleta, ordenação, conservação, transmissão e interpretação da informação ),
consistindo em um conjunto de operações documentariás e dos proprios documentos
que informam ou instruem os agentes da administração pública, permitindo-lhes em
qualquer circunstancia, tomar decisões com o conhecimento de causa servindo,ain
da, de veículo através do qual a administração não sS preste contas de seus sejr
viços ã coletividade mas, também, divulgue as mais recentes conquistas do conha
cimento políticoj verificadas em qualquer setor;
2. Estudar e promover medidas que tenham por objetivo assegurar xima conveniente

e

constante disciplina ã organização e divulgação do acervo documentário sobre a£^
suntos pertinentes.ã Gamara Municipal;
3. Reunir, selecionar, organizar, arquivar e difundir toda a documentação necessária aos estudos e pesquisas realizadas na Seção, em particular,ã documentação p£
lítica e administrativa produzida por outras Gamaras Municipais;
4. Golocar ante o usuário, a documentação existente, no campo de sua investigação,
tom.3ndo disponível a informação original registrada em diplomas legais, recortes de jornais, fotografias, dispositivos, gravações, filmes, microfilmes, rel£
tórios, folhetos, impressos, artigos de periódicos e outros registros semelhantes;
5. Manter o órgão permanentemente informado sobre o andamento dos programas pollti^
cos e assuntos afins, identificando projetos de alcance plurinacional que con tribuam para o desenvolvimento rápido, eficiente e harmonioso da política

no

pais, como também, projetos em curso na política em geral;
6. Manter intercânbio de informações sobre toda e qualquer documentação de intere^
se entre órgãos congêneres e políticos em geral;
7. Incentivar a cooperação entre órgãos congêneres dos municípios em geral, e su pervxsionar a realização de projetos conjuntos;
£j. Golaborar na preservação de doctsaentos que correm o risco de se perder, localizando arquivos públicos e/ou privados, com a finalidade de repertoriar seu conteúdo e, que possam oferecer, apesar de sua desigual importância histórica, su^
sídios para a pesquisa;
9. Servir de repositório para ação futura da administração, reunindo documentos

,

tais como: legislação em geral, exposições de motivos, relatórios, materiais áu
dio—'^isuais e iconográficos, recortes de jornais, livros, periódicos, enfim tudo o que se refira ao planejamento, elaboração e histprico dos atos governamentais, teorias e técnicas de seu interesse para colecionamento e arquivamento com
intuitos de informações e divulgações.

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�.1.
CHEFIA

1. Dirigir técnica e administrativamente a Seçao, em concordância com os objetivos
da câmara;
2. Orientar e desenvolver todos os serviços que visem, no menor tempo possível,for^
necer a documentação e informações, necessárias a execução das atividades da Câ
mara prestando, assim, rápido e pleno assessoramento a todas as unidades

que

compõem a estrutura organizacional;
3. Participar de reuniões, quando possível, em õrgãos colegiados da Câmara, visando entrosar as atividades da Seção ãs da Camara;
4. Aprovar a compra e o intercâmbio de publicações, bem como, os serviços 60licit£
dos por outras unidades da câmara;
5. Promover a Seção junto ãs instituições congêneres, a comunidade e ao publico,em
geral;
6. Orientar, coordenar e controlar a implantaçao de um sistema de comunicações entre as instituições congêneres;
7. Selecionar e propor a Diretoria os nomes de assessores e auxiliares indicados aoj
desenvolvimento dos diversos trabalhos da Seção;
8. Selecionar e propor ã Diretoria os nomes de especialistas encarregados da orien
taçao dos estudos a serem realizados pelo Setor Técnico;
9. Incentivar o aperfeiçoamento dos conhecimentos técnicos dos bibliotecários,

a-

través de participaçao em congressos, seminários, reuniões de grupos especializados, etc.;
10. Apresentar relatórios anuais das atividades da Seção e relatórios especiais,qus
do solicitados;
11. Presidir reuniões mensais e extraordinárias de todos os funcionários da Seção;
12. Auxiliar especialistas (analistas e programadores) na eiiSiíoraçao de sistemas p£ |
ra automaçao dos serviços da Seçao, visando a mais rápiée e eficiente recuperação das informações coletadas.
ATENDIMENTO

PÜBLICO

1. Receber, prestar informações e encaminhar aos setores devidos as pessoas que dei
mandarem informações específicas;
2. Manter-se atualizado sobre todas as ocorrências das diversas unidades da Câmaraj
tais como: realização de sessões plenárias ordinárias e especiais, respectivas
pautas da ordem do dia, projetos de lei em andamento, pesquisas em curso, movi-]
mentaçao de grupos especiais, palestras, conferências, cursos, modificações

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I 2c a n
^k2ysíem
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. 2.

ventuais dos organogrsmas de estrutura, etc. para estar apto a fornecer respos-

üi

tas precisas, quando solicitadas;
. Organizar e desenvolver cadastros diversos para prestaçao de informações roti neiras, tais como:
a) cadastros de estrutura da Gamara, abrangendo dispositivos legais de

criação

e reestruturação, titulares das respectivas unidades e organogramas;
b) cadastros de vereadores, deputados, senadores, etc. com respectivos

cargos

políticos e endereços;
c) cadastros de Gamaras Municipais, Prefeituras Municipais, etc. com respecti vos titulares e endereços;
d) cadastros das comissões ligadas ã Gamara Municipal, respectivas atividades e
componentes;
c) cadastros de projetos de lei em estudos nas comissões, respectivos andamen tos desses estudos, pareceres, etc.;
f) cadastros de sessões plenárias ordinárias, sessões especiais, pautas da or dem do dia, processos em andamento, etc.
EXPEDIENTE E SEGRETARIA
1. Receber, examinar, informar e/ou encaminhar todas as solicitações dirigidas

a

Seção ou por ela requeridas;
2. Organizar a agenda e promover a correspondência da Chefia;
3. Distribuir a correspondência recebida e expedir as elaboradas na Seçao;
4. Organizar e manter atualizado o cadastro dos endereços de pessoas, instituições
e entidades para remessa e intercâmbio de correspondência;
5. Controlar o estoque d', material de cousumo necessário ao desenvolvimento normal
dos trabalhos;
6. Organizar e manter atualizado cadastro do material permanente da Seçao,a fim de
que o mesmo fique perfeitainente caracterizado e indexado;
7. Organizar e executar serviços de .administração, tais como: controle de pessoal,
prestaçao de contas, etc.;
8. Reunir a documentação e informações necessárias, solicitadas pela Chefia, visan
do a elaboração, discussão e/ou apresentação de trabalhos e estudos;
9. Receber, controlar e distribuir os diversos jornais (oficiais ou nao) requisita
dos pela Gamara;
10. Reunir os relatórios, parciais e especiais, dos vários setores, a fim de compilar e sintetizar os dados necessários a elaboração dos relatórios gerais da Seçao.

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�.3.
REFERÊNCIA LEGISLATIVA '

1. Reunir, classificar, indexar e tomar faciliaente acessíveis Determinações e Normas referentes a legisiaçao municipal e, quando necessários, a federal e ou esm
dual, tais como:
a) leis, decretos, decretos-leis, portarias, etc.;
b) codigos especializados como: Cõdigo de posturas municipais, códigos de transi^
to, códigos tributários, etc.;
c) normas e deliberações de âmbito federal, estadual e ou municipal, de interesse da câmara;
d) pareceres, acórdaos, recursos, processos concernentes-e provenientes

de

ór-

gãos congeneres que apresentarem interesse â Câmara;
2. Reunir, analisar, classificar e tomar facilmente acessíveis, não só, a doctunen.

taçao legislativa específica da Gamara, como também, análise e interpretação

da

legisiaçao vigente sobre assuntos pertinentes, tais como:
a) projetos de leis, atos, resoluções, regulamentos, portarias, circulares,

or-

dens internas, etc.;
b) pareceres, acórdãos, recursos, processos, etc.;
c) regulamentos das Comissões;
d) legislações específicas sobre comendas, títulos honoríficos, medalhas, prêmios
etc.;
3. Reunir, analisar, classificar e tomar facilmente acessíveis a legislação e a do^
cumentação normativa específica de instituições congeneres;
4. Estudar programas e elaborar projetos para a mecanização e automação dos servi ços do Setor.

DOCUMENTAÇÃO HISTÓRICA

1. Selecionar, restaurar, organizar e manter atualizada tima coleção de obras

raras

relativas ã história de São Paulo, mantendo-a em ambiente próprio e condi:;ente ã
preservação de quaisquer documentos antigos;
2. Selecionar, organizar e manter atualizada uma coleção de obras relativas ã funda
çao, evolução e administração da cidade de São Paulo, genealogia das

famílias

paulistas, biografias de próceres político-administrativos, etc.;
3. Selecionar, organizar e manter atualizada uma coleção de todos os documentos re^
lativoa ã reconstituição histórica da câmara e/ou necessários a essas pesquisas;

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�.4.
4. Selecionar, organizar e racnter atualizad? utra coleção iconografica relativa

a

pinturas, quadros figurados, retratos, placas ccire^aorativas, imagens,estatuas,
medalhas, moedas, brasões, bandeiras, comendas, etc. promovendo a completa de^
criçao e inteligente exposição dos documentos reunidos, identificando os orig^
nais e suas respectivas reproduções.

H E M E P 0 T E C A

1. Promover a pesquisa nos arquivos de iornais ds maior circulação em

São Paulo,

sobre- assuntos de interesse da política e ou das Cãmnras Municipais, em geral;
2. Organizar, analisar e manter atualizado o arquivo de informações
artigos de jornais sobre a política, administração publica

contidas

e demais

em

assuntos

afins, de interesse da Gamara;
3. Organizar e manter atualizado um índice de artigos de jornais e revistas especializadas em política e matérias afins;
4. Organizar o material de recortes em arquivos especiais visando, não so, uma p£
dronizaçao técnica, coroo também, facilidades físicas nos processos de automat^
zaçao desse material (microfilmagem, computação, etc.);
5. Disciplinar e normalizar, não apenas a reunião do material de

recortes em ar-

quivos centrais de informação mar, também, sua dí.vulgação e reprodução;

ACERVO ÃUDIO-VISUAI.

1. Providenciar a aquisição de microfilmes,filmes, fitas, discos,

diepositivos ,

microfichas e transparÕncias, existentes em cutras instituições, tais como:
a) filmes sobre acontecimentos diversos da Câmera e/ou política, em geral;
b) fitas, gravações, "tapes" de programas de televisão e rádio

elaboradas

em

épocas diversas sobre campanhas eleitorais, promoções políticas, entrevis tas, prestações de contas ao publico, msnragens comemorativas, etc.;
2. Providenciar a elaboração do material áudio-visual, pelo Setor de Reprografia,
conforme as necessidades prioritárias do érgao, obedecendo determinados objet^
vos assim, por exemplo, microfilmar.do os Diários Oficiais em primeiro lugar vi
sando espaço, etc.;
3. Manter convênios com unidades afins nara a elaboração de material áudio-visual,
a fim de evitar duplicação de serviços em assuntos similares;

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�-5.
4. Organizar e manter atualizado o armazenamento do material ãudio-visual, bem como, sua respectiva codificação específica para pronta recuperação

das informa-

ções;
5. Disciplinar e normalizar, não apenas a reunião do acervo ãudio-visual em arquivos centrais de informação, instalados em ambiente propício a esse tipo de mat£
rial mas, também, sua divulgação e reprodução;
6. Promover e disciplinar a circulação do material visual e auditivo;
7. Organizar e resguardar, cuidadosamente, o arquivo de segurança do

material Eu-

dio-visual elaborado na Seção, mante-lo em local diverso daquele onde se encontra o acervo circulante;
8. Estixdar programas e elaborar projetos para a mecanizaçao e automaçao dos serviços do setor.
AQUISIÇÃO

1. Pesquisar, selecionar e adquirir todas as publicações de interesse;
2. Pesquisar, elaborar e manter atualizado cadastro de endereços de editores e li^
vreiros;
3. Selecionar, organizar, atualizar e divulgar pelo pessoal
de catálogos e bibliografias correntes das

da Cãmara, a coleção

editoras, livrarias e&gt;instituições

especializadas em assuntos de interesse da Biblioteca;
4. Recolher sugestões de Vereadores e funcionários;
5. Elaborar listas de publicações selecionadas e enviá-las ãs livrarias

para con

corrência de preços;
6. Adquirir acervo básico para os diversos setores da Seção, tais como; legisla ção, periódicos, acervo áudio-visual e demais publicações que divulguem informações de interesse específico;
7. Organizar e manter atualizado o arquivo de correspondência;
8. Organizar e manter atualizado cadastro de endereços de entidades e

institui -

ções;
9. Organizar e manter atualizado os catálogos de sugestões e encomendas;
10. Atualizar as assinaturas de periódicos;
11. Promover o processo de compra e controlar seu andamento;
12. Receber, acusar e agradecer as publicações recebidas por doação e permuta;
13. Selecionar as obras doadas;

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'
•
&lt;.
14. Distribuir as obras não selecionadas entre pessoas interessadas em recebe -Ias
e/ou enviã-las a outras bibliotecas;
15. Fazer anotações nas obras adquiridas por compra, permuta ou doaçao;
16. Encomendar microfilmes, filmes, fitas, discos, diapositivos, transparências

,

etc., a instituições especializadas;
17. Encaminhar ao Setor de Registro as publicações adquiridas.

REGISTRO
1
1.

Registrar e carimbar o material recebido, com as seguintes finalidades;
a) Auxiliar na verificação da identidade de cada volume;
b) Informar quanto ao número de entrada, data de aquisição, origem, preço,custo
de encadernaçao, baixas, etc.;
c) Informar o custo da obra" para efeito de cobrança de indenização, em caso de
prejuízos causados por leitores;
d) Fornecer informações necessárias para o pagamento do seguro. A própria açao
de seguro prevê a avaliação tendo por base o Catálogo de Registro;
e) Informar sobre o número de baixas sofridas pela Biblioteca e indicar as suas
causas;
f) Informar, a qualquer momento, sobre o número de volumes existentes na

Bi-

blioteca e prestar outras informações necessárias ã elaboraçao dos relato rios, etc.
2. Organizar e atualizar cs registros particulares dos diversos tipos de

mate -

riais adquiridos pela Eiblioteca; livros, periódicos, folhetos, mapas, micro filmes, diapositivos e outros;
3. Organizar e manter atucnlisedo o catálogo de aquisição;
4. Dirigir os levantamentos periódicos do acervo;
5. Preparar e encaminhar publicações para a encadernação.

CLASSIFICAÇÃO

1. Determinar os assuntos das obras de todo acervo da Biblioteca, classificando -as de acordo com o sistema adotado;
2. Determinar os assuntos do material adquirido e, classificá-los detalhadamente,
segundo o sistema adotado;
3. Determinar os assuntos de artigos de periódicos para a indexaçao correspondente, classificando-os segundo o sistema adotado;

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�.7.
4. Organizar c loantc’’ atualizado o catalogo de cabeçalhos de assunto.

CATALOGAÇÃO

1. Catalogar de acordo com cz ultimas normas intemacionalmente aceitas, todo o ma
terial recebido;
2. Determinar, cuidadosamente, a notaçto de autor e número de chamada de cada pu bliccçao para individualizS-la no acexrvo;
3. Organizar e manter atualizados os catálogos topográficos (de matrizes),de nomes
certos (para padronização da entrada de autor), casar- publicadoras e de cabeçalhos de assunto;
4. Organizar e manter atualizados os catálogos de nomes (autores e títulos)

e

de

assuntos;
5. Promover o desdobramento da ficha matriz para os diferentes catálogos;
6. Preparar as x-'ublicaçces para empréstimo;
7. Colaborar com o Setor ás Divulgação na preparação dos Boletins Bibliográficos
mensais e anuais;
^

8. Dirigir os levantamentos pericdicos dos catálogos;
9. Colaborar com o Catálogo Coletivo (região de Sao Paulo) e o Catálogo Coletivo

^

Nacional (IBED), enviando-lhe copia dos catálogos para intercâmbio e empréstimo
entre-bibliotecas das obras de assuntos afins;
10. Organizar c manter atualizado um catálogo coletivo dos documentos existentes nas
diversas Câmaras Municipais do País, que sejam do interesse dos usuários da Biblioteca;

11. Estudar programas e elaborar projetos para a mecanização e automação dos servi ços do Setor.
referEncia

1. Atender a quaisquer solicitações e informações pessoalmente, por telefone ou co£
respondencia sobre assuntos da especialidade;
2. Conhecer e estucar ninuciosnmente o acervo geral da Seçao, para colocá-lo a serviço do público em geral;
3. Orientar os leitores no use da Biblioteca e de seus catálogos;
4. Organizar e manter atualizado o catálogo de inscrição dos leitores;
5. Atender e zelar pelo cumprimento das normas relativas ao empréstimo individual e
ao empréstimo entre-Bibliotecas;

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6. Reclemar as publicações em atraso;
7. Providenciar e controlar as reservas de livres;
8. Expedir avisos aos usuários, relacionando os livros, periódicos e

outro

mate-

rial bibliográfico que se encontre em seu poder;
9. Orientar os usuários na consulta de bibliografias para cursos, seminários, trabalhos e pesquisas;
10. Fiscalizar o acesso dos consulentes ás estantes de livros e periódicos;
11. Promovfer a desinfecção periódica do acervo;
12. Manter absolutamente ordenado o acervo de livros e periódicos;
13. Organizar e manter atualizada a coleção de obras de referencia;
14. Elaborar resenhas de livros e artigos de periódicos;
15. Elaborar sinopse, sumários e índices que deverão acompanhar as

publicações

em

geral;
16. Fazer pesquisas de identificação (apenas conçletar dados já conhecidos) e/ou de
informação (partindo da identificação do assunto ate a solução final através de
fontes diversas);
17. Proceder a pesquisas bibliográficas, compilando bibliografias seletivas, exaustivas e correntes;
18. Preservar o acervo enviando ao Setor de Registro, para encadernaçao ou restaura^
ção, as obras que de tal careçam;
19. Colaborar com o Setor de Divulgação na preparação do Boletim da Biblioteca;
20. Estudar programas e elaborar projetos de mecanização e automaçao dos trabalhos
deste Setor.
PERIÓDICOS

1. Registrar em fichários especiais os fasciculos dos periódicos recebidos;
2. Preparar listas para divulgação dos novos fasciculos;
3. Catalogar as coleções e indexar os artigos-de periódicos;
4. Organizar e manter atualizados os catálogos de títulos de periódicos, entidades
publicadoras e o geográfico;
5. Colaborar com o Setor de Divulgação na preparação dos Boletins Bibliográficos
mensais e anuais;
6. Colaborar com o Catálogo Coletivo de Periódicos (região de são Paulo) e o Catálogo Coletivo Nacional (IBBD), enviando-lhes cópia dos catálogos para intercâmbio e empréstimo entre bibliotecas de assuntos afins;

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�.9.
7. Dirigir os levantamentos periódicos do acervo e dos catálogos;
8. Encaminhar ao Setor de Registro os periódicos que devem ser encadernados.

COLETA

DE

DADOS

1. Reunir todos os dados de interesse, mediante a utilização de uma rede de informações previamente estabelecida. Poderão, assim, constituir-se em diversos

le-

vantamentos como, por exemplo:
a) documentação legislativa, em geral, incluindo, também, jurisprudência,

pro-

cessos, recursos, etc.;
b) acervo básico relativo ã história da Cámara, do Município de Sao Paulo,

in-

cluindo manuscritos, subsídios históricos e interpretativos, literatura histórica, obras de referência básica sobre heráldica e genealogia, obras raras
pertinentes ao assunto, etc.;
c) publicações oficiais de caráter administrativo dos poderes legislativo, executivo e judiciário;
d) acervo iconográfico, tais como_^ retratos, símbolos, placas comemorativas, me^
dalhas, bandeiras, pinturas, quadros figurados, comendas, títulos honorífi COS, mapas, plantas, etc.;
e) arquivos de recortes de jornais e áudio-visuais (filmes, "tapes", fotografias
gravações, etc.) de agências noticiosas;
f) produção bibliográfica em geral, pesquisas em curso, arquivos particulares ,
conferências, cursos, palestras, etc.;
2. Arrolar informações sobre instituições congeneres ou nao, que possam contribuir
para a formação do acervo documentário;
3. Estabelecer contactos com os orgaos legislativos, executivos e ou privados, visando informes e trabalhos publicados ou nao, sobre assuntos que permitam a for
maçao-da coleção especial de documentos;
4. Criar e desenvolver unidades básicas interinstitucionais para levantamento

de

dados nas diversas Camaras Municipais, organizando um sistema de comunicações a
dequadas, a fim de fornecer—lhe todos os subsídios as suas próprias investiga —
ções;
5. Separar e distribuir pelos diversos setores da Seçao todo o material recolhido,
a fim de que lhe seja proporcionado tratamento técnico próprio ao seu gênero,pa
ra que se torne possível a pronta recuperação das informações;
6. Elaborar e desenvolver métodos, sistemas e técnicas de trabalho para maximizar
e otimizar a disponibilidade e utilização do conjunto de informações já existen
tes, assegurando sua continuidade;
7. Assistir todas as unidades da Camara, em geral e, as assessorias técnicas,
P^^ticular, permitindo localizar através dos arquivos referenciais da

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Seção ,

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quando possível, a informação em suas virías formas e, também, identificando ou
indicando as fontes onde poderão ser encontrados documentos e informações que a
Seçao nao possua;
8. Desenvolver e manter atualizado ura manual descritivo enumerando, em itens prioritários, os principais levantamentos a serem realizados por "Grupos especiais"
identificando seus principais problemas;
9. Elaborar novas rotinas de trabalhos quanto aos levantamentos

específicos a se-

rem desenvolvidos, conforme identificação dos problemas apresentados no

manual

descritivo,
ASSESSORIA TgCNICA

1. Criar, manter e coordenar "grupos de trabalhos" ou "comissoes temporárias" com
tarefas específicas e prazo limitado, para apresentação de estudos, análises e/
ou conclusões, constituídos por elementos de reconhecida idoneidade, capacidade
e experiência comprovadas nos assuntos a serem desenvolvidos e, que poderão referir-se, por exemplo:
a) interpretação de textos de leis, jurisprudência administrativa, pareceres em
processo, etc.;
b) realizaçao de estudos técnicos emitindo pareceres ou opinando sobre

matéria

de ordem técnica que lhe forem submetidos, nc sentido de ativar ou ampliar as
realizações do governo;
c) coordenação no preparo de mensagens e exposiçces de motivos relativas ã

le-

gislação;
d) orientação técnica na elaboração e execução dos programas de trabalhos, projetos e planos regionais de assistência técnica ao interior e demais Cámaras
Municipais do País;
e) elaboraçao de trabalhos expositivos ou analíticos sobre as estatísticas apre_
sentadas, tais como, ãs que se referem ã política em Sao Paulo e no País, re^
correndo tanto a fatores objetivos (dados coletados, especificação de quantj^
dades proporcionais, valores apurados, etc.;, como julgamentos subjetivos(in
terpretaçoes de políticos qualificados, observ^ações realizadas no loca,etc.);
2. Realizar estudos técnico-adroinistrativos sobre assunto de interesse, apresentan
do ao executivo sugestões de anteprojetos acompanhados das respectivas exposi çoes de motivos;
3. Traçar normas e adotar medidas para que a câmara Municipal possa realizar estudos têcnico-administrativos quanto á redaçao de anteprojetos, visando normali zar a publicação de leis dentro de uma sistemática uniforme e convencional, solicitando ao executivo apresentaçao adequada, tais como:
a) estrutura de orgaos municipais - separar em capítulos diferenciados a estru-

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tu r a, c os.p ■ í t in c,

. aur CJi gcrci.

...jJZ^z■:^i.Cc.lL

.ivau'onte

no

texto confundindo, miítas veaec, sua in'-3'prutaçc &gt; c irá-u-açao;
b) denominação de t.lidadas munlax]'ci':- - citar cs dispositivos Icpais de criação
das resr.activac unidades e respectivas alterações, evando t. viver;
c) ementas - obsdea.ir sempre r mesua i-.iifnrn.icaçMo, r.ó cvu.ic’ade cc,

palavras -

-chaves, en assuntes similares, iacilitradu a r calise e respi^ctlva recuperação da informação;
d) modificações - cisr.r ?, s alterr ;;oe':' e i^vccnçvcc dc lei u .3 Corra clara
■ uniforme Eo’:re u a'__r.to ■.■ofover.ci cd ^ uão . ermif’

e

'o r-c sc crlirue no tex-

to apenas seus rerpectives númr. res;
4. Organizar e ceerdenar cursos especializados para o ptcscal, nno so da Caiçara,co^
mo tambsffi, de cvtrar Câurrcs íúunicipa’s e iemaie ■'iteresssdos sobra assuntos em
evidência, c •. de interesse, tci.

cemo;

a) atualizaçao da Icgislcçjo sobra fu: 'ionalir o, desapropriações, cisterna tributário, cedigos eleitorais e mudanças ocorrieis nos processos di eleição,or
ganizoçao dos partidos pollcicos ^liderança e organização ca maioria), constitucicnaiidade dee leis, comeosiçeo da.s Cam-.cac llunicipai a e seas respectivas mesas, etc.;
b) elaboraçao da orçcmeatos-prrogrcras, política erçameritaria, etc.;
c) elaboração e Eistc::a':ica na apreaentaçao da lais, £-.teproie'.cs óa leis,etc.;
5. Organizar e coordenar cursos especializados pare o pcsscnl, nao ro da Cêmara,co
mo também, de cutrae cênaras Ilunicip.-is c demai.. ii.,:.c':esr,r;dcc sobre normaliza çao de documentar, i,Í3amdo eacilitar as rotj.nas de trabalhos de niaa Camara Muni^
cipal como, por exemple*
a) elaboraçao e p':blicaçao da atos, reeolvçãee, pcrearír.s, ordens iuteruas, cir_
culares, atas Ias s""pr.es plenariac, relotcrion, etc.;
b) elaboração e apresentação de bibiiogrsfiac, trabalhos

,ccn'.coa, sinopses, r^

sumos, numeraçao progressiva das seçoes da un doci cento, ete., da acordo com
as normas técnicas da ÁBKT (Associação Braeileira de ITormas Técnicas);
6. Prestar seni^iços especializados, quando solicitados, a Vereadores, funcionários
e demais Camara! Hunicipais do interior cm qmiscu^r trabalhoj e/o’i pesquisas a e
ordem técnica, fornecendo informações e prestando assistência contínua;
7. Elaborar um manual descritivo enunciando, em itens prioritárins, os principais
temas a serem desenvolvidos pelos grupos de estudos, identifi'’.zndo seus principais problemas;
8. Manter a Camara parmanentemante iiiforuiada sobre o desar.volviiacnto c execução de
programas de caráter oficial cue se refiram as diversas Camaras Municipais
País.

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ESTATÍSTICA

1. Proceder a uma análise dos levantamentos realizados, com a finalidade de cole tar estatísticas referentes ãs atividades políticas, bem como, promover, em publicações próprias a divulgação dessas estatísticas. Como exemplo, podemos

ci-

tar, estatística dos levantamentos realizados nas seguintes áreas:
a) caracterizaçao da composição dos Srgãos legislativos, assim como, o movimento administrativo dos mesmos (reuniões efetuadas, resoluções tomadas, etc.);
b) movimento dos serviços efetuados em decorrência das atribuições regulamentadas por lei, quer sejam de aspectos administrativos (registros efetuados,pr£
cessos entrados, etc.) ou

técnicos (pareceres emitidos, projetos de lei

em

andamento, recusados e/ou transformados em lei, etc.);
2. Proceder a uma análise dos trabalhos estatísticos, realizados por outras instituições políticas ou não como, por exemplo: levantamentos estatísticos elaborados por partidos políticos, imprensa, rádio, televisão, etc.;
3. Estudar e executar trabalhos de estatística de determinados itens específicos
para atender consultas que exijam apurações especiais a partir dos elementos de
que se dispõe, obrigando ao Setor a um desenvolvimento maior na pesquisa dos re^
feridos itens;
4. Organizar e esboçar gráficos estatísticos para exposições e campanhas;
5. Organizar e manter atualizado

um arquivo, devidamente codificado, das estatís-

ticas elaboradas;
6. Apresentar as estatísticas de uma forma contínua (quando houver interesse em atualizar sempre) e ocasional (quando não se considera o fator tempo e, sim,o es^
tudo de determinado evento ou fenômeno);
7. Tabular e analisar elementos de estatística necessários ãs atividades do

Setor

Técnico.
PUBLICAÇÃO

1. Redigir, preparar, compor e imprimir as obras elaboradas na cãmara;
2. Estabelecer normas para o recebimento de originais a serem publicados, incluindo sinopses, sumários, índices, tabelas e a ficha catalográfica;
3. Rever os originais e provas tipográficas do material a ser publicado, duplicado
e/ou reproduzido, eliminando incorreções gráficas, tipográficas e gramaticais;
4. Adotar técnicas uniformes, oficialmente reconhecidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) não s5 para elaboração e apresentação de

publica -

ções (manuais, boletins, relatórios, bibliografias, anuários, diretérios, catálogos, índices, sumários, trabalhos especializados, etc.) como também,

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para o-

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rientar as unidadas da Cdeavra na e laboraçao de docriuentos (atvas, re£oluçoes,cÍ£
culares, ordena internas, parecere s adí-niristrativos, foroulSrios c demais

im-

pressos) referentes as rotiuac de trabalho da Crsara;
5. Confeccionar cartatas, tabelas, quadros, gráficos estatísticos, desenhos, etc.,
com a finalidade de acos.panhar trabalhos proprics para e;i.pooiçoes, demonstra ções, palestras, seminários, labateo, conferências, etc.;
6. Preparar o material ilustrativo que deverá í cc: pachar G3 originais, tais como_;
gráficos, organogramas, flunogramas, capae, frjutispí ios, "croquis", etc.;

DI\'ULGAÇÃO E INTFRCAISIO

1. Difundir, distribuir e perautar o material publicauo, estabelecendo intercâmbio
com pessoas, entidades e associações políticas, a fim de manter atualizado o
terial de pesquisa;
2. Organizar e manter atualizado, cadastros de crgacs e pessoas que estabelecem in
tercâmbio com a Seção;
3. Manter correspondência assídua com pessoas, entidades e orgaos políticos colab£
rando com organismos congêneres quer nacionais r./ou internacionais, quer institucionais de carater privado, para ccntrole do intercâmbio de publxcaçoes e recebimento regular das informações necessárias;
* 4. Divulgar cursos, conferêr.cias, congressos, exposições e concursos patrocinados
por instituições políticai;
5. Promover exposiçces do acervo documentá.rio, em colaboraçao com os diversos seto^
res da Seçao como, por rxcmplo: exposiçoas fotográficas, publicações

recebidas

recentemente, etc.;
6. Organizar para publicação e consequente divulgação, as bibliografias, trabalhos
especiais, boletins relativos ao acervo e atividades desenvolvidas pela Seçao ,
etc.;
7. Elaborar, editar, distribuir e difundir através de catálogos impressos, publica
çoes e materiais disponíveis para distrib-^içaj, empréstimo cconsulta, tais co_
mo: catálogos de informações áudio-visuais (filmes, discos, diapcsitivos, micr£
filmes, etc.), catálogos de material iconográfico (medalhas, símbolos, prêmios,
títulos honoríficos, etc.), catálogos de trabalhos especializados, catálogos de
traduções, catálogos de documentos valiosos colocados sob a guarda da Seçao

ou

aos quais seus usuários possam ter acesso, etc.;
8. Organizar e manter atualizado cadastro do material em estoque e do já distribu£
do;
9. Preparar dados e elementos de divulgação para a imprensa sobre assuntos da polí_
tica municipal, anos autorização expressa da Mesa da Gamara;

cm

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10. Estudar programas e elaborar projetos de mecanizaçao e automaçao dos

trabalftos

deste Setor.
TRADUÇÃO

1. Elaborar traduções e versões de textos escritos em línguas estrangeiras

que tcje

reçam ser divulgadas era português, como também, textos escritos em português

,

que raereçam divulgação no estrangeiro, tais como: artigos de revistas,textos j^
ridícos, trechos de obras de interesse, projetos de lei, etc.;
2. Assessorar o Setor Técnico, no que se refere ãs traduções dos textos necessários
ao desenvolvimento de seus trabalhos;
3. Registrar e conservar as copias das traduções realizadas;
4. Colaborar com os usuários da Seção, aceitando encomendas de traduções ou

ver -

soes dos textos ou documentos;
5. Organizar e manter atualizado um cadastro de tradutores oficiais que possam ser
solicitados quando se fizer necessário.

REPROGRAFIA

1. Reunir equipamentos vários que deverão ser adquiridos apos meticuloso estudo dos
documentos com que a Seção lidará normalraente e, das máquinas existentes no me£
cado, que se apresentam como mais indicadas nos serviços que o Setor se

propoe

a desenvolver;
2. Duplicar e/ou reproduzir documentos para as diversas unidades da Camara, instituições legislativas, em geral, como Gamaras Municipais do interior, etc. e, p£
ra a Seçao, em particular, utilizando-se do meio adequado, quer se considerando
a espécie de documento e o estado do original a ser duplicado ou reproduzido

,

quer se considerando o numero de copias requisitadas;
3. Analisar e estabelecer as rotinas de serviços ligados aos equipamentos de repr£
duçao, ou seja, especificando as diversas etapas que deverão ser observadas

no

preparo do material a ser duplicado ou reproduzido dentro dos diversos sistemas,
tais como:
I - Sistemas de Reprodução ou Duplicação;
a) Extrair copias de documentos diversos fornecendo-as em papel (através de sis^
temas eletrostático-xerox, heliográfico, térmicos-termofax, de impressao-mimeõgrafo e off-set, leitor-copiador) ou, em fitas magnéticas ou, ainda,
filmes e/ou microfilmes ou outro equipamento que venha a ser adquirido

em
pela

Seçao estudada suas necessidades e objetivos;
b) Fornecer matrizes que poderão ser obtidas mecanicamente (estencil em máquina
de escrever) e automaticamente, ou seja, diretamente do original a ser dupli^

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cado, quer por processo eletrônico (gravador de estencil) eletrostãtico(plas^
te~plate em xerox) ou, ainda, fotográfico (camera ITEK que propicia

vanta-

gens de redução e ampliaçao do original). Esses processos automatizados suprimem a necessidade de extraçao de cópias datilogrãficas

de

documentos

que necessitem ser duplicados ou reproduzidos com rapidez, alem de eliminar
a possibilidade de erros e imperfeições;
II - Sistema Ãudio-Visual;
a) Fotografar, filmar e gravar fatos, acontecimentos, solenidades ou objetos ,
cuja realização deva permanecer devidamente documentada como, por exemplo :
inaugurações, conferências, discursos, entrevistas, solenidades, sessões pl£
nãrias, etc.;
b) Revelar, ampliar, reduzir e proceder a montagem do material fotográfico, atravês de laboratório fotográfico, aparelhos automáticos (secadora de fotografias, reveladora de microfilmes),

aparelhos de ampliação e redução,etc;

c) Projetar fatos e acontecimentos cuja realizaçao deva ser devidamente divulgada por meio de projeção de imagens fixas ou não e, quando possível, sonoras, através de projetores cinematográficos, de "slides", retrcprojetores ,
episcópios, gravadores de som, etc.;
III- Sistema de Microfilmagem;
a) Microfilmar documentos segundo determinados objetivos, atendendo as necessi^
dades do meio como, por exemplo, nos seguintes casos:
1

- para reduzir o espaço ocupado pelos arquivos de documentos de excepcional
tamanho ou quantidade (coleções de Diários Oficiais, processos, livros de
atas, livros de contabilidade, boletins, etc.);
- para preservar fisicamente documentos que devido às suas características
físicas de rápida deterioração (jornais) ou de raro valor (documentos raros e esgotados) ou os que pela importância de que se revestem (contratos,
comprovantes de pagamentos, prestações de contas, cadastro do pessoal, dj^
plomas e títulos honoríficos, etc.) não devam por medida de segurança ser
livremente manuseados na forma original;
- para obtenção de textos de difícil localizaçao e aquisiçao "em espécie" ,
isto é, quando a Seção deseja ter em seu acervo um documento raro, impossível de adquirir, do qual so exista o original ou cópia em local distante e pouco acessível;
- para troca de informações e fornecimento de cópias entre ãs várias instituições congêneres que se caracterizam pela especialização legislativa,me
diante uma aparelhagem adequada de microfilmagem que permitiria cópia microfilmada do documento solicitado, podendo o consulente apenas utilizã -lo na simples leitura ou, ainda, solicitar reprodução ampliada do micro-

i

cm

filme;

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- para estudos aprofundados de textos Euito antigos, cuja escrita esteja já
muito apagada e o papel em condiçoes precárias de conservação o qual

me-

diante tratamento especial, aliado a uma microfiImagem cuidadosa, tornará
possível

nao so o manuseio do documento em condiçoes de segurança, no ca

so, a cópia microfilmada, como, ainda, alimentara a clareza e a legibilid£
de do texto ou do desenho já ampliadc, em grau maior do que o próprio or^
ginal;
b) Selecionar e preparar os documentos segundo princípios e bases de avaliaçao
que definam o destino que se pretende dar á documentação depois de microfi^
mada, decidindo quais os que devem ser conservados por tempo ilimitado(guar^
da permanente) por tempo limitado (eliminação periódica depois de um

certo

numero de anos), a intervalos fixos e, os que devem ser eliminados imediata^
mente;
c) Manter uma "unidade volante" de microfiImagem com equipamento adequado para
a micrcfilmagem "in loco" (microfiImacora portátil) de documentos pertencen
tes a outras instituições legislativas ou particulares e/ou pessoas individuais. Assim, por exemplo, microfilmar nas demais instituições ou residen cias de políticos, documentos de sua propriedade, para armazenamento

pela

Seçao;
d) Duplicar e reproduzir microfilmes obtendo-se una ou mais cópias de um tex to, rapidamente, através de leitor-copiador (50 segundes) ou duplicadora de
filmes. Obs.;

Em caso de necessidade essas cópias poderão ser autenticadas

em termo próprio, pela autoridade detentora dos originais;
e) Manter um sistema de leitores-copiadores de microfilmes nas unidades da Gamara que utilizarem os serviços da Microfilmagem como, por exemplo, no caso
de se microfilmar documentos pertinentes ao arquivo de processos, de contabilidade, etc. para leitura e/ou extraçac de certidões no local, etc.;
II “ Sistema de Impressão e Montagem de Publicações:
a) Preparar, compor e imprimir, através de máquinas off-set, de forma rápida e
sem necessidade de mao-de-obra altamente especializada, publicações considje
radas de pequeno porte, tais como; boletins, relatórios, manuais, bibliogr^
fias, anuários, diretórios, catálogos, índices, convites, folhetos, traba Ihos técnicos e especializados, etc.;
b) Preparar o material compilado e/ou elaborado na Seçao e na Câmara

para ser

impresso em gráficas impressoras (após realização de concorrência de preços)
que nao puderam ser elaborados pelas máquinas existentes, por ser

material

de grande porte ou de características especiais;
c) separar cadernos, dobrar, grampear e encapar as publicações e apostilas im-

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pressas ou míoeografadas, através de equipamento automático de montagem

de

de publicações;
4. Zelar pela conservação e manutenção dos equipamentos reprogrãficos e áudio —vi“
suais.

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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Documentação&#13;
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Apresentação de um estudo específico às autoridades da Instituição, referente à reorganização da Seção de Documentação e Biblioteca da Câmara Municipal de São Paulo que resultou num plano definido abrangendo todos os aspectos que, à primeira vista, tinham necessidade de serem estruturados para que as mesmas autoridades possam compreender os verdadeiros objetivos da Biblioteca dinâmica e atuante, dentro dos padrões modernos da técnica biblioteconômica.</text>
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                    <text>7S CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E

doculemtaçAo.

Belém, 29 de julho a 4 de ago_s
to de 1973.

DOCULíENTAÇAO JURÍDICA E ADMIMIS
TR/vTIVA - Planejamento,

SERVIÇO DE PERMUTA ENTRE AS BIBLIOTECAS JURÍDICAS MO

ESTADO

DE PERNAMBUCO.
por: Ruth Costa de
drade

(CRB-4/35)

Urbano da Silva

e Tania
(CRB-4/

AnMaria

)~ bi-

bliotecárias da Assessoria

Ju-

rídica - SUDENE.

RECIFE
1973

DOG JU»*,

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

1

�SUMÁRIO

1

-

lOTRODUÇÁO

1

2

-

IMPORTÂNCIA E FINALIDADES DA PERMLTA DE PUBLICAÇÕES

1

3

-

A PERMUTA IKTERÍ^CIOHAL ATRAVÉS DOS TEMiPOS

2

4

-

A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA

5

5

-

TENTATIVA P^-^RA IMPIAr-ITAÇÃO DE UM SERVIÇO ENTRE AS BIBLIOTECAS JljRÍDICAS NO ESTADO DE PERNA.’'BUCC

6

7

cm

-

6

SUGESTÕES RARA UM SERVIÇO NACIOTAL DE PE^PUTAS ENTRE

-

2

AS

BIBLIOTECAS JURÍDICAS

7

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

9

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�1 -

INTRODUÇÃO

"SERVIÇO DE PERiViUTA DE PUBLIG^ÇOES ENTRE AS BIBLIO
TECAS JURÍDICAS NO ESTADO DE PERr^ívlBUCO", vem

ser um subsídio

Plano de Trabalho que o Grupo de Documentação .juxídica

(GTDJ)

ao

execu

tara durante a gestão 1972/1975.

Através desta publicação,

prcts:'. .Çm as autoras sen

sibilizdr os Srs. Dirigentes dos Órgãos PÚblics-: a

Particulares,

Chefes de Bibliotecas e Serviços de Documentação, para a
cia de um Serviço dessa natureza,

que não somexte

meio de aquisição de publicações que não
palmente, cria oportunidades de

se constitui

são ve ■■b:' ias,

se estabelecer

importân-

mas,

um

princi-

o ititercãmbio cultu-

ral « a difusão de estudos jurídicos entre as bibliotecas

partici-

pantes.

É o conhecimento de resultados ''lentíficos e técni.
COS obtidos por

cada instituição

sem se ter c;uo recorrer ao

com.ér-

cio dos livrost

A implantação deste Serviço terá caráter experimen
tal,

uma vez que

será iniciativa pioneira no Ncrc'.este&lt;. No sul

do

país ja existem em pleno funcionamento diversoc Serviços dessa natu
reza.

Assim,
das,

apesar das dificuldades cjue

acreditamos que o empenho,

nossos Chefes e Colegas,

serão encontra-

espírito de cooperação e união

dos

contribuirão para conccc'i.ã-las e para

o

êxito do novo Serviço.

2 - IMPORTÂNCIA E FINALIDADES RX ~ERMbTA DE PUBLICAÇÕES.

Dada a realidade nordestino que

/Ivemos,

a permuta

de publicações constitui nÍo apenas um meio de p :cenchermos as lacu

Digitalizado
gentilmente por:

�2
nas do acervo de nossas Bibliotecas,

cue ;l..

frem o problema de escassez de verbas, mas,

r.aioria das vezes

so-

acima de tudo, uma for-

ma de intercâmbio cultural e científico entre as instituições

con-

generes. Através dela é incentivado o espirito de colaboração,

a u-

nião de esforços,

a

solidariedade e a amizade, A permuta tem,

sim, um aspecto humano,

nem sempre focalizado, mss que

as-

proporciona

uma oportunidade de realização plena ao trabe.lho documental,

dentro

da profissão do bibliotecário e do documentarista.

Os materiais miais conrirnente permutados sao as
blicações da própria biblioteca ou órgão a que ela

se

pu-

subordina,

pu

blicações recebidas gratuitarnente e duplicatas.

Através de um: or ganir ado

sistema de permuta

as bibliotecas pode-se atualizar e corspletar

entro

coleções o adquirir o-

bras que não estão à venda no comercio,

A variedade
não permite que

de material e de tipos de

bibliotecas

se estabeleça uma nor.ma uniform.e para todas as ati-

vidades compreendidas nesta forma de cooperação.

Pode-se e deve-se organizar e racionalizar as roti
nas técnicas necessárias, mas não

se pode esquecer,

um dos participantes da permuta é um caso

nunca,

individual e deve

que cada
ser tra

tado comiO tal.

Mao há necessidade de

se observar uma igualdade o^

trita nas expedições a título de permiuta, mas,
equilíbrio,

mantendo-se um certo

deve-se adotar uma atitude generosa e liberal.

3

A PERMUTA INTERIACIOMAU ATRAVÉS DOS TEMPOS.

A permuta entre bibliotecas foi iniciada em âmbito
internacional,

2

3

4

nos primeiros anos do secula XIX, A Biblioteca Nacio

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�3
nal de Paris começou trocando suas duplicatas por

livros ingleses e

alemaes. Em 1770 foi a vez das Universidades alemães se
rem mutuamente com a troca de publicações acadêmicas.

beneficia-

Em 1317

foi

estabelecida a AK.\DE:/!lSHei TAMSCHVREIM. No início de 1832,

o Gover-

no Britânico estabeleceu relações de permuta com a França,

Aquele

serviço,

entretanto,

restringiu-se apenas aos livros publicados com

direitos autorais.

Em 1854, foi fundado o primeiro Centro de
tas, denominado International Exchange Service,
titution em V/ashington# A seguir,

Permu-

da Smithsonian Ins-

foram criados os seguintes

Cen-

tros de Permuta;

1871 - Belgium International Exchange Centre
1945 - Danish Exchange Centre
1948 - British National Book Centro
1949 - Deustsche Staatsbibliothek
1952 - Mungarian Exchange Centre

Na América o primeiro movimento desse tipo
t

em 1902,
'

surgiu

no México.

Em 15 de março de 1886, realizou-se a la

reunião

de grande importância para urn Serviço de Perm.uta com a Convenção de
Bruxelas sobre trocas internacionais de documentos oficiais e publi
cações de caráter científico e literário, Essa convenção

estabele-

cia as obrigações dos futuros Centros de Permuta, Dela participaram
representantes da Bélgica,

Brasil,

Espanha, Estados Unidos,

Itália,

Portugal, Servia e Suiça,

Não teve, no entanto,

o êxito esperado, pois

mui-

tos países em situações econômicas favoráveis não contribuiram para
a observância das recomendações da Convenção,

Começaram,

entSo,

das Convenções.-

cm

2

3

4

5

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a surgir em.endas aos

resultados

�4
A portir de 1945

(apos a guer ra};,

cameçou a

um movimento m.undial de preservação da cultur a» Os motivos

surgir
foram:

perda de documentos em consequência das gu erras5 2)dificuIdades
cambiais 5 3)

o número cada vez

maior ce nov: s bibliotecas”, 4)
%
cessidade de obtenção de publicações que nãc e st G V c- rpi a v o n d a ,

Coube a UNESCO a tarefa de organizar e

ne-

incentivar

os serviços de permiuta,

,

Em. 1958 fo'.. promulgada a "Convenção Gerai para Per

muta do Publicações"

e a "Convenção para permuta de

publicações

oficiais o documentos governamentais entre os Estedos membros". As
duas foram ratificadas pelo Brasil,
%

onde entraram omi vigor em 1961.

A de 1958 foi m:ais flexível que a de IR06c

•A Convenção foi feita para

axenoer a países

das

mais diversas culturas.

Dependendo da polític a do
os serviços de forma diversa;
ficiais,

.r"is foram*

or ganizados

particu laresI vinculados a órgãos o-

no caso .mais frequente as Bi b 1 i o e 0 a s

a c i o n a i s;

e

inde-

pendente s.

E.m 1960 realizcu-se e.r* Budapoüt uma Conferência em
que a UNESCO distribuiu um questionário detalhado,
lher entre outras,

a fim de

informações sobre a função que exercem os

recoCen-

tros de Permutas sobre o total de subvenções estatais destinadas
troca de publicações.

Sio os seguintes os Centros que distribuem material às Bibliotecas e instituições,
C-; &lt;5-Çem.a nacional de aquisição;

contribuindo para a
Budapest,

Copenhague,

coordenação
.Madrid

e

PariSü Existem leis nacionais a respeito
Ias e Rom.ao 0 maior

apenas em. Budapest, Brux_3
f
.
centro de permuta internacional e o USBE (Uni-

ted States Book Exchange) de caráter particular.

2

3

4

5

6

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Antigamente

era

�o.
subvencionc-üo pela hockfelier F •jundation.
Congress,

onde

E aaaociaao a

Li;jrary

of

a
sao dopOsOitadas
as publiccç.Õ^s por ele porrautadas, A

finalidade p.recípua do USEE é a duplicatcO.

A UNESCO coopera corn a difur-âo da perrnuta publiCiando,

no BOLETIN DE LA L^IESCO PARA LAS BIBLIOTECAS,

al,

listas de duplicatas para este fim,

nuna

seção especi

indicando as

instituições

que as oferecem.
Em 1972,
do Livro,

quando foi celebrado o Ano

a UNESCO prestou

sua colaboração

Internacional

através" do BOLETIM DE LA

UNESCO PPRA LAS DU3LIOTECAS. A FID/CLA colaborou apresentando

uma

recomendação na ?G&amp; reunião realizada em Buenos Aires,
setemloro de

a Ib e 16 de
\
1970,no sentido de que o CEMID desse continiiidade a pu-

blicaçao dos Gui.a s, inclusive providenci ando

sua

atualizaçao

perió-

dica,
A IFLAi,

através do Comitê de Perzuta do Publicações
/N
colaborou para o desenvolviniento do intercam.bio em todo o Brasil,

'

""

.OíL-vSX LErRA

No Brasil tomos a Seção de Persiuta da Divisão de Aquisiçio da Biblioteca Nacional,
tir de 1951,

criada em 1890 e organizada a par-

corn a promiulgaçao do Decreto n^ 20,529,

Além da Biblioteca Nacional,

de 16,10.51.

existe o Serviço

Perrnuta da Biblioteca Regional de Medicina e a Associação

de

Paulista

de Bibliotecários, esta através do Grupo de Bibliotecários Biomédicos e do Grupo de Trabalho de

Te'-nologia,

que constituem programas

de perrnuta especializados,

Mo 12 Congresso do Biblioteconomia e
realizado em 1954,

foram apresentadas questões rofersi zrs

entre as Bibliotecas Macionaiso

cm

1

Documentação,

Porém,

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Perrnuta

até agora nar; foi criado

14

15

16

17

um

18

19

�6
Centro para coordenar os

serviços de permuta entre as

instituições

do país. Algumas bibliotecas realizam e permuta individual,
do contato direto com outra biblioteca cu Centro de

através

Documentação,

por meio de listas de duplicatas e de publicações editadas
instituições e distribuidas para esse fim,

pelas

beneficiando ambas

as

partes.
5 - TENTATIVA PARA IMPlu^MTAÇÃO DE UM SERVIÇO

ENTRE

AS BIBLIOTECAS JURÍDICAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO.

Uma das finalidades do Grupo de Trabalho de Documen
tação Jurídica
lidade,

(GTDj),

é a união de todas as bibliotecas da especia

no intuito de estabelecer uma homogeneidade nos trabalhos do

cumentais,

um.maior intercâmbio de informações entre as bibliotecas

participantes.

Enfim,

o m.áximo de cooperação no sentido de

formar

uma rede de informações jurídicas em todo c Estado de Pernambuco.

Com. o propósito de estreitarmos o espírito de coope
ração entre essas bibliotecas,

apresentar.os um. plano, ou

seja,

um

esboço para um serviço de permuta entre as bibliotecas juridicas do
Estado.
Após termios estudado o assunto e observado experien
cias brasileiras,

chegamos à conclusão de que à Diretoria do

caberia apenas a coordenação do trabalho,
listas de duplicatas ou publicações a
às bibliotecas cooperantes,

ou seja,

a elaboração

serem permutadas e

enquanto que a perm.uta

Grupo
de

remetidas

seria feita dire

tamente entre elas.

Inicialmente,

a título de

experiência,

acreditamos

que essas listas poderiam. ser distribuidas as bibliotecas interessa
das, trimestralmente, Elas
das publicações a

seriam organizadas pela ordem alfabética

serem permutadas,

com a

sigla das bibliotecas on-

de se encontram e os respectivos endereços,
0 processamento da permuta,

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propriamente dito,seria

�7
cfetuDdo entro &amp;s bi'i:'liotecCis interoesados nas |ju]jlicações relacionadas previar.ente. Tal sistema tornaria os tramites da porra.uta rneis
ra]y.idos o eíicÍGnt';s.

Por

cionasse corno urn Centro e
muta,

ficaria bastante

outro lado,

caso

'

Diretoria do -oTDJ fun-

se encarregasse de todo o nrocosso c',e per

sobrecarregado e onorado,

ja gue não

conta

com pessoal nem recursos para tal empreendimento,

Alén do mais,

a quantidade de material assim

acu-

mulado re,tardaria a remessa das publicações.

Convem lembrar fjue,
permutes,

ao realirar as operações

de

importa riospreror dotalhes o contas excessivamente ninucio

sas que poderão cornurcomete-las.

A transação deve

ser o staibelecida por

corro sponden

cio, 0 interessado dirigir-se-a a entidade com que pretende efetuar
a permuta indicando o que deseja e em cjue condições se ro'lixará

n

troca.
Entre as várias modalidades de permuta
'a realizada por publicagao do mesmo valor;
periódico por

incluem-se

a troca do urn número

outro; a condicionada a um mesmo numero de

de

páginas,

»etc.
Fundada,

porém, na lealdade dos participantes,

operações de permuta poderão

as

ser efetuadas com alguma generosidade*

0 trato realrnentc-

se efetua quando ambas as partes

estão de acordo sobre bs condições da troca,

determinado o que cada

uma delas terá que enviar.

6

SUGESTDES P/JIA L7/i SER\/IÇO NACIOIIAL DE PERMUTAS
ElITRE AS BIBLIOTECAS JURÍDICAS.

Com a criação,

nos Estados,

de Or-.ipos de

Trabalho

subordinados às diferentes Comissões pacionois de Documenta.ção, tor

cm

2

3

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5

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^ca n
st e m
Ocreaclanento

14

15

16

17

18

19

�8.
nou~se possível falarmos,

agora,

em uma política documental em omb_i

to nacional para as diferentes especialidades da documentação.

Dada a importância cada vez maior de informações ju
rídicas em nossas regiões,

sugerimos um Plano de Permuta de

nacional para as bibliotecas de direito,

âmbito

coordenado por cada Direto

ria dos GTDJ,

que estabelecerá uma rece ce trocas de documentos es-

pecializados,

fazendo chegar as bibliotecas juridicas teses,

tins, pareceres,

acórdãos,

bole-

etc, 0 Plano enriquecerá cada vez mais o

acervo das bibliotecas participantes e,

consequentemente, proporcio

nará aos interessados um riquíssimo manancial de informações jurídi
cas impossível de

ser formado apenas pelo comércio dos livreiros.

As primeiras publicações a permutar seriam as edita
das pelas próprias bibliotecas e órgãos s

que estão subordinadas.

Além dessas publicações oficiais,

com o correr

tempos poderiam ser permutadas duplicatas de periódicos ou de

dos
ou-

tras quaisquer publicações necessárias a uma biblioteca jurídica.

Acreditamos,
ta experiencia

ser realizada,

no entanto,
de Início,

cue

seria interessante es-

em cada GTDJ para,

depois

de estudados os prós e os contras e ouvidas as experiências de
dos, tentar um plano em bases nacionais, Se bem estruturado,

to-

e con-

tando com o apoio de pelo menos 60^ das bibliotecas jurídicas existentes,

acreditamos no êxito do empreendimento.

AaTOADE, Ruth Costa de &amp; SILVA, Tania fiaria Urbano da.

Serviço

Permuta de publicações entre as bibliotecas jurídicas no
de Pernam.buco, Recife,

SUDENE, Assessoria Jurídica,

de

Estado

1973, 9 f.

SERVIÇO DE PERfUTA DE PUBLICAÇÕES ENTRE AS BIBLIOTE
CAS. JURÍDICAS NO ESTADO DE PERPAf/iBUCO é um subsídio ao Plano de Tra
balho que o Grupo de Trabalho de Documentação Jurídica executará du
rante a gestão 1972/1975.

2

3

4

5

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�9.
Através dole,
no acervo das bibliotecas,

não

somonte serão preenchidas

lacunas

como também haverá oportunidade'de se e_s

tabelecer o intercâmbio cultural e a difusão de estudos

jurídicos

entre as bibliotecas participantes.

A implantação terá caráter experimental, uma vez que
será iniciativa pioneira no Nordeste. No

sul do país já existem

em.

pleno funcionamento diversos serviços dessa natureza.

A coordenação do trabalho cabera a Diretoria do Grupo, enquanto que o processamento da permuta,

propriamente dito,

se-

rá efetuado entre as bibliotecas participantes.

Sistomiática da permuta.

Obtido resultado positivo em âmbito estadual,
válida uma tentativa d

será

plano ern bases nacionais.

Desta maneira o acervo das bibliotecas de direito do
país poderá

ser enriquecido e,

consequentemente,

proporcionar

aos

interessados um riquíssimo manancial de informações jurídicas,impo_s
sível de

ser formado apenas pelo comercio dos livreiros.

7 - BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
FLORÉN,

Luís. Manual para el canje de publicaciones colombianas. Me

dellin,
GOMBOCS,

Escuela Interamericana de Bibliotecologia,

1961.

István. Aspectos econom.icos dei canje internacional de pu-r

blicaciones. Boi. NNESCO para Ias bibliotecas.25(5),sept/oct 1971.
V/ILSOM,
Trad.

Louis R. S. TAUBER,

Maurice F. ^ biblioteca universitária.

al espanol de la 2S ed, por Jorge Agayo.

Panamericana,

1963 (Manualos dei bibliotecário,

Washington, Unions
n2 4).

ZINK, Ernesto Manoel. Permuta nacional e internacional de
ções.

publica-

S f. mimeog. "V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia

Documentação"- 8 a 15 de janeiro de 1967".

Digitalizado
gentilmente por:

e

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                <text>Troca </text>
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                <text> Bibliotecas Especializadas</text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>“Serviço de permuta de publicações entre as bibliotecas no Estado de Pernambuco” é um subsídio ao Plano de Trabalho que o Grupo de Trabalho de Documentação Jurídica executará durante a gestão 1972/1975. Através dele, não somente serão preenchidas lacunas no acervo das bibliotecas, como também haverá oportunidade de se estabelecer o intercâmbio cultural e a difusão de estudos jurídicos entre as bibliotecas participantes. A implantação terá caráter experimental, uma vez que será iniciativa pioneira no Nordeste. No Sul do País já existem em pleno funcionamento diversos serviços dessa natureza. A coordenação do trabalho caberá à Diretoria do Grupo, enquanto o processamento da permuta, propriamente dito, será efetuado entre as bibliotecas participantes. Sistemática da permuta. Obtido resultado positivo em âmbito estadual, será válida uma tentativa do plano em bases nacionais. Desta maneira, o acervo das bibliotecas de direito do País poderá ser enriquecido e, consequentemente, proporcionar aos interessados um riquíssimo manancial de informações jurídica, impossível de ser formado apenas pelo comércio dos livreiros.</text>
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            <description>A language of the resource</description>
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        <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/16/971/Febab_Documentacao_Juridica_Tema_IV_Vol_I_Com02.pdf</src>
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                    <text>VII CONGRESSO BRàSILBIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCD14ENTAÇlO
Beléa, 29 de julho a 4 de a^sto de 19T5

CDD (iT.ed.) 023.70981
CDU 023.4.009.03(81)(045)

DOCUMEIÍTAÇXO JURÍDICA E ADMINISTOATIVA - Organização

Biblioteconomistas e Docunentalistas; análise profissiográfica
por
NILKA THEREZA DE SALLES VELLOSO AMARANTS, inscr. CRB-7 n2 154
Chefe do SERVIÇO DE ESTUDOS, PROJETOS E NORMAS da DIVISÃO DS DOCUl-lENTAÇÃO
do Ministério da Fazenda, GB
Conselheira do CONSELHO REGIONAL DB BIBLIOTECONOMIA - 7a. Região
Professora de Organização e Adninistração de Bibliotecas da Fèculdade de
Biblioteconomia e Documentação da AUSü, G3
Ei-Chefe da Turma de Aquisição da Biblioteca do Ministério da Fazenda
Ex-Aseessora de Biblioteconomia do Instituto Nacional do Livro -MEC
Sx- Conselheira da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, GB
Ei-Chefe da Biblioteca da Fundação Casa de Rui Barbosa
Si-Bibliotecária do Colégio Pedro II —Internato, MEC

Belém, PA, 1973

jUR-

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gentilmente por:

�áRáRAKTEj Nylma Thereza de Sslles Velloso- BibIíotecoEffl»iBXStaa 6 Doqugsntalâst&amp;s; análise pToíissiOf^xiSíca, /Trabalbo
apresentado no VII Congresso Brasileiro de Biblioteconosítia
e BocuEifeiitaçSo, Beiea, 29 de julho a 4 de agosto de 1975 /
20p, ísimecgrafado 28c3a.
CDD(l7,ed.) 025/fb3Sl
cBíj 025.4.009.05 (ai) (045)
Arrolasento de iafonnaçoes basicas e necessárias para o íca
Ihor coalieciiaento das iajunçaas «s que se colocass esses pn
fissionais no Brasil, Enuaieraçao. ikLniiciosa da capacidade ^
borativa, ângulos e titulos, etc. deascmstrass como e indispensável etis atuação informativa e especializada em vários
csrupos. Em coaseqttsncik, coqío sua participação integra-ss
Iao desenvolvimento socio-ecoIlômoc^-cult^xral do país. Relato e destaque das qualidades in.ei-entes,aue os elevam aos ní.
\
yqig tecaicn-científicos corno co1abn-r?idores reais do BRICtX-

Amarante, Nylma Tíiereza de Salles Velloso
... Biblicteconomistas &amp; Documentalistas; analise
profissiografiea por Nylma Thsrese de Sslles Velloso
Amarante
/Traballio apresentado no VII Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Docusjentaçsc/ Eelea,
1973.
3f,p., 20 p,
28cm.

1, Bibliotecários- Brasil, 2. Docuaentaristas- Bra
sil. 1, TÍtulo
II. Congresso Brasileiro de Bibliotje
conofflia e Dociaaentação, 62, Belem- 1975.
CDI) M.ed.) 023.70981
V ) CDÜ 023.4.ü09;03(8l)(e43)

cm

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Cr

l

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�3 D M Á R I. 0

1

II^ÍTOODUÇAQ

2

BUFIIÍIÇSO

3

CONCgirUACAO ATOAL

4

aXrIRCÍCIO IV.ÜFISSIOHAJ,; exifçências

5

CONTRATAÇÃO A’ PROVri-lEHTO; condições

6

LHGALlZAÇÃü ÜO DIRLCH&lt;1A; processo de validação

7

CUllRÍCULOS DOS CbTJSOS SUI-aRIORRS DR GRAÜÜAÇÃO, PÓS-GRADÜAglO E

DA adkinistraçXd

MRSTRAOO
7.1t
7.1.1

jjscolas Superiores de biblioteconoiala e Docuaentação

7.2

Curso de PÓs-Graduação em Documentação Científica-DC» do IKSTI

Cxurrículo mínimo

TUTO BRA3I1SIR0 DÜ BíBLIQGRAjTA S DOgyijjNTAÇÃO - IBBD
7.3

Curso de PÓs-Graduação, Mestrado em Ciência da Informagao

8

FEDSRACÃO brasileiraáSSOClAÇOSS DE ÜIBLIOrSCÁRIOS-FSBAB

8,1

Associações Profissionais de Bibliotecários Brasileiros

9

CONCrRgSSOS ERASIL.CIHüS 0!:: BIBLI0T3C0N0MIA S OOCU?1ENTAÇÃO B CORREI VIOS

10

NATUREZA DO TBlAB.1LH0

10.1

Descrição

11

CAl'.-.Cli);ADB L.Ai&gt;ORATIVA; fixação de critérios pelo GRUPO DS ORIEN
TAÇÃO E CONTROLE DA PiTííCIA Í‘ÍDICA DO INPS. . GB

11.2

Sxif^ãncias para a função
f
^
Características biotipologicas

11-3

Traços psicológicos para a profissionalização

11-4

Aptidões físicas; características pessoais

12

TAREFAS TÍPICAS

13

QUALIFICACÜfiS NECESSÁRIAS

14

CONHECDIBNIOS

14.1

Específicos; matérias técnicas

14.2

Para o Magistério Superior

15

CÓDIGO DE áTICA

16

DATAS COMEMORATIVAS

17

OdSERVACOOS Ii'LPOR'l'AN?.-JS

18

denompiacSes várias

19

CONCLUSPb^S

20

HEFEIíSlíCI AI BIBLIOGPitFICAS

11.1

3

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�1B]BLIOTyCONOMIST&lt;\S S DOCUr-BJUT,miBTAS; ArJÁJ IBS PROFiSSIOüRÁBICA
INTRODUÇÃO
Uma analise profissiografica deve se constituir em somatoi*io e relaciona
mento dos mais diversos e relevantes aspectos, tanto quantitativos quanto qualitativos. que visem a enfocar o completo e verdadeiro conjunto de

qualidades

inerentes a cada profissão, ê necessário conhecê-las bem era cada uma, princi palmente aqueles que sejara orientadores educacionais, ou responsáveis e dirigentes dos setores ou orgaos de seleção de pessoal nas empresas publicas
f
particulares, e nos serviços públicos governamentais. ..

ou

Mo caso era pauta, afirmamos que raui-tos manifestam clara inclinação para
as carreiras de Bibliotecários e /ou Documentaristas. Citemos, por exemplo os
que apresentara:
- às veses desde tenra idade, a atração e o pendor p?ira a leitura de 1^
*
vms, revistas, jornais, anúncios, etc.;
- certos cuidados, e mesmo carinho no trato, na anmjtniação e na conserva
ção dos mesmos;
- tendência acentuada par-í a organização e metodizaçao de seus traba

-

Ihos escolares ou semelhantes, e inclusive o instinto pesquisador;
- aguçada curiosidade, seja a de caráter geral ou especial, que se torne crescente quanto a xira ou mais assuntos, e se mantenha através

da

infância e da juventude.
Destas caractei'íí3ticas citadas e de outras mais, se desenvolvem e evolu
em os hábitos sistemáticos das consultas, o inteiresse acentuado por pesquisas
e análises relativas a elaboração de trabalhos literários, ou técnico—científicos. Todos evidenciam a capacidade sistêmica, de observação, planejamento ,
e de elaboração objetiva.
Tais aspectos enumerados, perfunctóriamente, erabasam a personalidade c^
racteristica, cuja tendencia demonstra inclinação para ciências, entre as que
incluimos aquelas conhecidas por vários nomes como; Biblioteconomia, Bibliolo_
gia, Bibliotecnia, Bibliofilia, bibliotecologia. Documentação, DocumentalisW
ca, Dociunentologia, Docimientografia ou Bibliografia.
Ler, aprender, analisar, deduzir, sintetizar, ensinar, tivinsmitir, pesquisar, organizar, administrar, etc., compõem um quadro apreciável das qiiali—
dades promissoras para estas e outras profissoos afins. i-*ntre estas, as de Bi
bliotecário ou Biblioteconomista ou Bibliotecônomo, Bibliologo ou Biblioteco—

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logo ou Bibliografo ou Bibliotécnico, Bocumentarista ou Jocumentalista, Técnico de Documentação de Infonnaçao, Inforaata ou mesmo Cientista da Informação,e
todos da mesma area de qualificaçao profissional. A eles compete fixar, acumular conhecimentos, aprender cada vez mais, captar ou detectar informações do®
pecifico ou do vasto mundo do saber, preparar, selecionar, anrumaLr para a cole_
tividade - de forma convencional, automatizada ou computarizada-, como a mis são implícita de colocar ã dispoaição dos usijarios a documentação desejada.

A

estes procura dar o prazer da leitura, atender a consulta rápida, a informação
sistemática ou eventual, a pesquisa exaustiva, Para tal faculta-lhes o acesso
as formas documentais varias - livros, periódicos, artigos, discos, microfil mes, mapas, plantas, fichas, fitas magnetoscopicas ou magnetofônicas, livros
falados, etc. Conquanto em Teoria da Comimicação estejam os livros incluídos e
apontados corao''raeios frios", esses profissionais os tomam "quentes" através,©
sem duvida, dos recursos simples do calor habilidoso. Como o consegue? Boa ori
entação ao usuário, solícito atendimento, bibliografias gerais ou especializadas, exposições internas ou externas, etc, COIWIíICAR E TMTORHAR e a tônica

de

seu trabalho. Recorta notícias de jornais e revistas, extrai e registra os dados, elabora resumos que facilitem as pesqiiisas era muitas fontes, faz a inde^M
ção de artigos de periódicos, cataloga e classifica músicas, gravuras, quadros^
processa os dados coletados e os aorquiva, zelosamente, preservando-os dos danoa
Todo e qualquer material ao seu alcance passa pelos crivos: seleção, pesquisa,
catalogação, classificação, duplicação de fichas ou planilhas, ordenaçao de ca
tálogos, arranjo metodico dos documentos, conservação, empréstimo, controle,re
posição e demais serviços correlatos, Eis que realiza, assim, o milagre da RB—
CUPrlHAÇãO DA INPORHAÇXOJ 0 que é desejado é obtido, além de disseminar, estab£
lecendo um ciclo vital entre a FONTE E 0 RSCSPTCRi E quase passa despercebido,
No Brasil, a magnitude desse profissional foi compreendida quando ascendeu

ao

nível superior, conquistado após duras batalhas, travadas por anos consecuti vos- Poucos lutaram, mas tão corajosos e convictos que obtiveram, enfim, a vitóriai Fas, o extranho é que não só foram beneficiados pela Lei os da carreira,
mas também os despreparados para o exercício da profissão, que lograram obter
melhorias sem esforço de habilitação,_nem siquer algiim aperfeiçoamentoIDirei —
tos são negados aos que os conquistaram, e conferidos aos que não os merecem,
lias, a profissão milenar mui injustiçada, vem assumindo ha 3 décadas a sua ver
dadeira posição e seu valor, com a legislação firmada ha dez anos. 5’orfiain

no

lema: "SEHVIIS SEHVORUK SCIENTIAE". Multiplicam o atendimento, desde os-infan tis até aos especialistas altamente categorizados. Atendem a Hora do Conto,

e

selecionam bibliografias técnico—cientificas, assimilando terminologias de vários campos e línguas. Transcendem a esfera local até a internacional,era nível
otimo de coparticipação abrangente e universal.

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�-3DEFmiçÃQ

•'

'

■

3IBL10T3CArI0 ÜU BIBLIOTSCOKÜMISTA, iX)CUMtíNTARISTA OU DOCUKtíNTALISTA - são
as designações profissionais privativas, no Brasil, dos Bacharéis em Biblioteconomia e Documentação. A rigor, somente os diplomados podem eiercê-las, em confor
midade com a legislação vigente desde 1962, em qualquer um dos seus ramos, ou em
vários deles, sucessiva ou concoraitantemente,
A Portaria n9 7 do Ministro de Trabalho, Industria e Comercio, de 7»10*58,
(D.O. de 11,10.58, p. 22.086) enquadrou a profissão como liberal no 19^ Grupo,do
chamado Plano da Confederação Nacional das Profissões Liberais. Em 1972, o Depar
temento Nacional de Hão de Obra -ÜNMO, do KTPS, incluiu-a na publicação Cadastro
Brasileiro de Ocupações, p. 167-8. Porán,xinida aos Técnicos Arquivistas (?),

em

descrição amissa e confusa. Nem siquer relatou as atribuições constantes do ulti^
mo Plano de Classificação de Cargos do Serviço Publico Federal - SPF, em Porta ria n2 278/DASP, de 23 de abril de 1968, cujo Anexo é referente ao Serviço: Educação e Cultura — BC, editada na Serie Especificação de Classes, 4, do DASP,1969
p. 7-8 para os Bibliotecrários e p. l6-7 para os Documentaristas.
BIBLIOTECÁRIO, definido pela CONFSHÍlíClA LATMOAMiUnCANA DS BIBLIOTECÁRIOS
patrocinada pela UNESCO, em outubro de 1956 é:

"... ura

agente da sociedade

en

carregado da preservação, organizaçao, difusão e estimulo do conhecimento.”
HSRHAN LlEBiiEHS, presidente do Comitê de Apoio ao Ano Internacional do Livro, afirma em seu artigo SI bibliotecário, artesano de la lectura , no Boi.Unes
CO Bibl.26(3):127-33, mayo/jun. 1972:

... ** Si bien la definición de la profesi

ón de bibliotecário resulta con eilo (refere—se ao Manifesto da Dnesco sobre

a

biblioteca publica, no mesmo Boletim, p,134—6) mucho mas clara, su mision es

de

una complejidade creciente debido a la potência dei mensaje, a la precision

de

la informacion que se comunica y tambien a la eiigencia cada vez mayor dei lec —
tor. "

Sua lúcida análise estabelece: ..."Nos paises em vias de desenvolvimento

os bibliotecários devem ser mais polivalentes que seus homólogos dos paises

in-

dustrializados. Esta polivalência se refere tanto às técnicas profissionais como
às infraestruturas sociais e econoraicas. "

E adeanter ..." 0 Ano Internacio-

nal do Livro (1972) convida, em troca, a refletir mais profundaraente, sobre

a

prolongação da responsabilidade do bibliotecário em matéria de edição: nos pai —
ses velhos representa uma parte importante da critica a qual estão submetidas as
novas edições; nas nações jovens, em troca, deve contribuir para configurar a po
lítica da edição de seu país. ”... "Mas,o verdadeiro trabalho de prolongaçao que
se requer de um bibliotecário em um país em vias de desenvolvimento tem que corresponder a planos eitraprofissionais. Toda sua competência técnica sera inútil.

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�se não consegue entabolar um diálogo positivo com as eutoridad% locais a nacionais acerca da utilidade das bibliotecas no desenvolvimento econômico e social.
0 bibliotecário traduzirá, com relação as características de seu interlocutor,o
aforismo de que o "homem que lê vale por dois".
C(»iCEITOAglO ATPAL DENTRO DA iJMINlSTRAÇãO
0 escritor e professor do Centro Universitário de Brasília -CBÜB, FRITZ
TEIXEIRA DE SALLES en&gt; artigo intitulado Problemática administrativa e Teoria da
Çoimirícação. na Rev. do Sorv, PÚbl. 106(3)r168—ISO, sst./dez. 1971, desenvolveu
o teaea com acerto quando assevera,entre outras afirmações,a seguinte;
..." Pensamos portanto que, a esta altura da evolução das teorias do infoxmaçao
e das diversas disciplinas científicas a ela relacionadas, 'tena Reforma Administrativa em profundidade exige, para ser executada, um centro lEOdemo e aparôllm
do de infonaação, processamento e manipulação de dados que realitente possa praticar todas as conquistas científicas relativas a ínfonnaçao o que ssor a

lin—

güística, a semântica, a semiótica, a cibernética, a eletranica, a biblíotecono
© outras.Isto á, seria lun centro científico da Informática, pesquisa, seloclonamento e manipulaçao do dados, nao so para sustentação de toda a Reforma
ministra ti va, como também do proprio

desenvolvimento nacional.

Por outro lado, vemos que a citada questão do nível cultural do funcionalismo deve ser considerada em quatro níveis, ou frentesr
1) conhecimentos gerais ou cultura geral, relativa inclusive a estrutura mental
do funcionário e sua capacidade de evoluir no sentido funcional;
2) cultura técnica especializada, envolvendo as profissões liberais, como medi—
A
COS, engenheiros, advogados, contadores, economistas, planejadoras, agrono —
iBOs, veterinários, especialistas no manojo de material audiovisual, ®a tecí^
cas de manipulação, pedagogos, psicólogos, etc.;
3) nível razoável, ou formação em ciências humanas com vistas à ampliação dos
tudos de Administração, envolvendo chefes de setor, assessores, coordenado res, oficieis de gabinete, etc. etc.;
4) finalmente, especialistas altamente categorizados, de formação científica, pa
ra o trabalho do centro operacional do informação acima referido, incluindo
lingaística^k^estatísticos, pesquisadores, bibliotecários, documentaristas,sq
ciólogos e cientistas da comunicação. “
Os grifos destacam o que tão bem interpretado foi pelo Prof. nessa concejL
tuação da qual compartilhamos in to tira, e porisso assinalamos coco relevante*

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�■ amiCÍCIO FROFISSIORAL; eiígeticias
O exercício daa profissões de BI3L107SC0KOHISTAS e de DOCWIENTALISTAS, e
o ensino da Biblioteconomia e Documentação e, portanto, permitidó apenas

aos

portadores de Diplomas expedidos por lana das 19 Escolas, Cursos ou Faculdades
de Biblioteconomia e Documentação. Estas se instalam mediante autorização

do

Ministério da Educaçao e Cultura, e reconhecimento por Decreto do Poder Eie —
cutivo. Tais Escolas integram Universidades de Ensino Superior, Associações o
Federações Universitárias, apos o Parecer favorável do Conselho Federal de Educação, em observância ao disposto no Art. 44 da Lei n? 5 540/68, de Diretri^
zes e Bases da Educação,
Eia sendo de nível superior, eqxiiparadas, oficialmente ^reconhecidas, se
tomam org^s do sistaaa educacional que " objetivam a pesquisa, o desenvolvimento das ciências, letras e artes, bem como a formação de profissionais de
nível universitário."

\

Para fortalecer as Escolas de Biblioteconomia e solucionar os proble —
mas afetos às mesmas, integram também as Associaçõesr
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS ESCOLAS DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO ilBEBD
- ASSOCIAÇÃO LATINOAMERICANA DE ESCOLAS DE BIBLIOTECONOMIA B CIÊNCIA DA
INFORMAÇÃO - ALEBCI
CONTIUTACÃO E PROVniSTiTO; condições
Para o devido provimento, admissão, contratação ou eventual exercício,
em quaisquer orgaos da administraçao direta, indireta, autarquica, paraestatal, nas empresas particulares sob intervenção governamental ou concessionárias de serviço público, nas empresas particulares, sera obrigatória a apresentação do diploma de Bacharel em Biblioteconomia ( e como implícita a

Do-

cumentação, em obediência às determinações dos seguintes Atosr
- Lei n9 4.084 de 50,6.62 (D.O, de 2.6.62)
- Decreto nS 56.725 de 16.8,65 (D.O, de 19.8.65, retificado no D.O. do
25.8,65), que regulamentou a Lei,
LEGALIZAÇÃO DO DIPLOMA; processo de validação
A cada diplomado compete cumprir as etapas de legalização dos seus Do—
cumentos, para o posterior exercício da profissão, cooo segue:
- Registrar o diploma no Departamento de Assuntos Universitários —DAU,
do MEC, ei—Diretoria de Ensino Superior—DES, ou nos orgaos autorizados expressamente;

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�-6-

- Apresentar o diploma, os demais documentos de identificação, etc.,

ao

Conselho Regional de Biblioteconomia -CRB, da respectiva jurisdição do
Estado, para fins de inscrever-se e obter a chamada Carteira de Identi
dade Profissional, com o nS de cada inscrito, impressão digital e

re-

trato. Nela constará a assinatura abaixo do seguinte COríPROMISSO:
” PROMETO TUDO FAZER PARA PRESERVAR 0 CUNHO LIBERAL E HUMANISTA DA PRO
FISSlQ DE BIBLIOTECÁRIO, FUNDAMENTADO NA LIBERDADE DE INVESTIGAÇÃO ÇI
ENTÍFICA E NA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA".
,

Ficam assumidos,desde então, todos os direitos e deveres atinentes e pertinentes ao exercício pleno da profissão, e cada qual" obriga-se ao seguinte:
- ao pagamento da anuidade ao CRB, que e estipulado por Decreto presíden
ciai;
- ao uso do n5 de inscrição nos trabalhos publicados, a fim de categoid
za—los;
- ao voto nas eleições diretas do CRB, desde que a Resolução 70/l972 modificou o anterior sistema das indiretas. Assim e que assumiram novas
chapas renovadoras em todo o Brasil,para o triênio 73/75, de 15 Conselheiros, devidamente inscritos nos CRBs.
A primeira e única eleição foi, portanto, realizada em 15.12.1972. Os ^
liais membros natos dos Conselhos são os Diretores das Escolas de Bibliotecono_
mia e Documentação, e os Presidentes das /.ssociações de Bibliotecários.Os in^
critos não-votantes, por determinação expressa da citada Resolução 70/1972 do
Conselho Federal , ficaram obrigados ao pagamento de multa estipulada sobre o
salário mínimo.
Recomendamos a leitura atenta da Legislação pertinente. Os profissio nais taívês evitarão, assim, as situações administrativas inadequadas, as pr_e
terições em seu detrimento, o aviltamento do seu mercado de trabalho. É grande a necessidade da plena conscientização da classe para assumir o comando de
✓
^
suas areas, de fato e de direi to.Deve ser uma das metas prioritárias do BibH
otecárior UMA VERD/IDSIRA E CONSCIENTE TOMADA DE POSIÇãÒ NO CENÁRIO NACIONAL,e
jpor que não? NO INTERNACIONAL, Com tal propósito o Quacro Comparativo - 1972,
foi elaborado com mil dificuldades e sacrifícios (Anexo i). PTOcuramos retratar e enfocar vários aspectos eloquentes, e algumas diferenças relevantes den
tro da profissão. Cumpre-nos o desempenho condigno da mesma, o es* ,udo e a atu
alização, o carinho com os usuários e tudo o mais necessário. Kasi cumpre-nos
também a defesa da profissão para a maior e melhor integração no pjuiorama

do

desenvolvimento nacional. Este á um direito que nos assiste, mais do que m^ca.

cm

1

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\

�-7-

7

' CUHRÍCÜLOS DOS CURSOS SUPERIORES DE GIÍADUAgÃO, PÓS-GRADUAÇlü E KESTRADO

7.1

Escolas Superiorea de Bíblioteconmu.a e DocruaentaQão
No Brasil, estão funcionando, até o presente 19 Escolas, que eiinda não suprem as reais exigências do mercado de trabalho, Este tende a aumentar, e melhorar, nonetáriameate, devido a crescente demanda dos especialistas. Serviços técnicos biblioteconoiaicos e documentários favorecem ao real desenvolvimento dos or
gãos e empresas em geral. A Lei 4.084/60 ja esta mais conhecida, facilitando

ao

melhor cumprimento. Falta-nos, entretanto, mais intensa aplicação e efetiva fiscalização, embora considerando as áreas desprovidas de recursos humanos.
Apos a ttegulamentação da lei, através do Decreto 56.725, de 16.8.65, na verdade aiaaentaram os candidatos aos Cursos em todo o pais.
0 ensino regular das matérias curriculares, é agora ministrado pelo sistema de créditos, em períodos divididos, que permitem a formação dos alxmos em regime desvinculado

do anterior critério dos 3 anos letivos. A Portaria 159/66,do

Conselho Federal de Educação determinou as eiigencias mínimas der
- 2.025 horas
- 113 créditos
7.1.1

Currículo míniiao
0 CFE, pelo Parecer 326 de 4.12.62, fixou o seguinte, oficialmente, para a
observância a partir do ano letivo de 1963r
1

\

1

História do Livro e das Bibliotecas

2

História da Literatura

3

História da Arte

4

Introdução aos Estudos Históricos e Sociais

5

IDvolução do Pensamento Filosofico e Científico

6

Organização e Administração de Bibliotecas

7

Catalogação e Classificação de Docximentos (Decimal: Dewey, Universal)

8

Bibliografia e Referencia (Seleção de Livros, Orientação de Leitura)

9

Documentação (Organismos, Material especial. Ciência da Informaç/io)

10

Paleografia

Entre as matérias complementares, incluem-se:

cm

2

3

1

Estudo dos Problemas Brasileiros

2

Fontes Bibliográficas «a Ciências Humanas e Sociais

3

Fontes Bibliográficas em Ciência e Tecnologia

4

Metodologia Científica

5

Reprogrcfia e Editoração.

6

Sociologia

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-8Entre as matérias eletivas, contam-se:

7»2

1

Introdução à Administração

2

Introdução ã Pesquisa Bibliográfica

5

Arquivologla

4

Museologia

5

Referência Legislativa

6

Psicologia Social

7

Plasticidade Biblioteconômica

8

Bibliotecas Infantis e Escolares

9

Bibliotecas Universitárias

10

Teoria da Comimicação

11

Inglês

Curso de PÓs-Graduação em Documentação científica - DC, do INSTITUTO BRASILEIRO
DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO - IBBD
são realizados sob o patrocínio da UNESCO, técnica e financeiramente, mediante mandato recebido da Universidade Federal do Rio de Janeiro- UFRJ, GB. As
matérias ministradas, durante um ano letivo, era dois períodos, têm sido alteradas. Atualmente são as seguintes;

7.5

1

Técnica de Pesquisa Documentaria

2

Técnica de Referenciação Documentária

3

Métodos de Controle e Análise da Informação

4

Sistemas de Mecanização da Informação

5

Organização e Administração de Serviços de Informação

6

Teoria da Cleissificação

7

Artes Gráficas e Reprografia

Curso de Pos-Graduação, Mestrado em Ciência da Informação - Cl, do IBBD
A partir de 1970, com a colaboração financeira da Organização dos Estados
Americanos -OEA, e mandato da UFRJ, GB, tem o IBBD organizado este Curso, cora a
participação, inclusive de Professores estrangeiros convidados, como:
James W. Perry, para Processamento de Dados na Documentação
Jessica S, Perry, para Técnica de Indexação e Resumo
La Vahn Overrayer, para Catalogação Avançada
0 primeiro citado é da University of Tucson, os outros dois da Case Wes tem Reserve University, As cadeiras intituladas Teoria dos Conjuntos e Programação para Computadores têm sido ministradas por professores da Coordenação dos
Cursos de Pos-Graduação de Engenharia -COPPE.
são aceitos os diplomados por Cursos Superiores reconhecidos, que compro vem a graduação de, no mínimo 4 (quatro) disciplinas consideradas pré-requisitos:

Digitalizado
gentilmente por:

�-9Bibliografia, Catalogação, Classificação, Eoononia, Estatística, História da Filosofia, Lógica, Hateicatica Superior, Organização e Administração de Bibliotecas,
SociologiaAs demais infonaaçoes relativas ao Curso Cl são encontradas no "líanual

de

Instruções”, com as normas, os períodos letivos, os orientadores, trabalhos para
julgamento, conceituação do aproveitamento, créditos, dissertação, etc. As matérias são:

t

1

Organização de Serviços de Informação ( 3 créditos)

2

Catalogação Avançada ( 3 créditos)

3

Sistemas de Classificação ( 3 créditos)

4

Técnica de Indexação e Resuiaos ( 2 créditos)

5

Processamento de Dados na Documentação ( 3 créditos)

6

Metodologia da Pesquisa ( 2 créditos)

7

LingQÍstica ( 2 créditos)

8

Programação ( 2 créditos)

9

Teoria dos Conjmxtos ( 2 créditos)

Aa quatro ultimas se incluem entre as de dominics conexos, e acrescidas de
outras corro “
1

Problemas Brasileiros ( 2 créditos)

2

EpistemolOigia ( 2 creditosj

3

Didática ( 2 créditos)

4

Teoria da f.osmnicação [ 2 créditos)

Totalizam 20 ( ■'••are) créditos, no mínimo, mais 4 (quatro) a serem obtidcB
mediante aprovaçã;* da dissertação final,
FEDERAÇÃO BRASILSIRil DE APSOCI/iCPfS DE BI3LI01ECÂRI0S - FSBAB
ibndada em 26.7-1959, em São Paulo, sob a direta responsabilidade da Bibl^
otecária Laura Garoia Moreno Russo, sua primeira e atual Presidente, teve a primeira Diretoria oleiia e empossada duTfinte o III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia cDocumentação, Curitiba, PR, eíi 1961. Congregava, a princípio,

apenas

7 (sete) Associações, nas já atingiram ao número de 15 (quinze), atualmente,
A FE3A3, radicada em São Paulo, tem sede própria na Rua Ávanhandava,40,Con
junto 110, S-P. É filiada a FEDERAÇÃO EÍTERRACIGNAL DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÂ
RIOS —FIAB, conhecida pela sigla inglesa JFLA.
Publica as notícias n atividadesatravés do BOLETIM IMIORHATIVO, trimestral,
CIRCULARES e RELATÓRIOS. Reune órgãos constituídos de Bibliotecários especializ^
dos, que se dedicam ao estudo e pesquisas los respectivos campos, relativos

aos

problemas bibliotoconõraicos e documentários. Intitulavam—se Grupos, mas a partir
de 1972, passaram n COMISSÜBS PERf-LVJLTJTES, a saber em número de 4 (quatro):

Digitalizado
gentilmente por:

�-10- COMISSlO mJúMLEIRk DE Dt-X^üMEIÍTAÇÃO AGRÍCOLA, Belém, PA;
- CÜMISSXO BRASILEIRA DE D0CÜM&gt;KTAÇ7.0 BIOKÉDIGA, Sao PííuIo, SP;
- COíilSSÃO 5iL'^.IU5LRA DB DOCUHrlJTAçXO JURÍDICA, São Paulo, SP;
- COMISSSü BRASILEIRA DE DOCmiINTAÇ^ TBc:;0n5üIGA, S&amp;o Paulo, SP.
Associações Profissionais de Bibliotecários Brasileiros_
Destínara-se a reunir os Bibliotecários o DoOTisentalistas de cada Estado,pa^
ra a defesa vlos interesses da classe, a olevaçao profissional, o aprimoramento e
intercâmbio tecnico-cul.tural, a promoção de Cursos Avulsos, Seminários, etc.,
sando a integração no contexto sécio-econoaico-cul-tural'do país. As 15 são:
- ASSÜClAÇlO PAULISTA DE BIBLIOTECÁRIOS -ilPB (i9?3), SP
- ASSOCIAÇãO PROFISSIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS DE PERIL\f&lt;tBUCO -APBP (l946), PE
- ASSOCiAÇãO PROFISSIOMAL DE BIBLIOTECÁRIOS DO ESTALO DA CU/dIABARA ~ABB (1949)GB
- ASSOOIAÇlO RIOGRANDEííSB DE BIBLIOTECÁRIOS -ARB (l9ol), R3
- ASSOCIAÇÍO PROFISSIONAL DOS BIBLIOTECÁRIOS DO ESTADO DA 3AJ11A -Al^BEB (1956)BA
- ASSOGIAÇãO DOS BIBLIOTIXÁRIOS rraLiCIF.AJS DE SLÍO PuULO -ABíCP (lS56), SP
- ASSOCIAÇÃO DOS BIBLIOTECÁRIOS DE KlU/iS GERAIS ~Ad!ÍG (l9íi0)- HC
- ASSOCIAÇÃO DOS bibliotecários DO DJSTTílTO I^DSrAL -ABDF (1962), DF
- ASSOCIAÇÃO DOS BIBLIOTECÁRluS £&lt;) CEARÁ -ABC (1963),

CE

- ASSOCIAÇÃO GAÍ-ÍPINEIR.A DE BIBLIOTECÁRIOS -ACB (l963), SP
- ASSOCIAÇÃO DOS BIBLÍOTEC.1RTOS 3Ã0C/tPJ.SN3E3 - A''S (l964, SP
- ASSOCIAÇÃO PARAENSE DE EIBLIOTEcLrIOS -ASPABI (3.966), PA
- ASSOCIAÇÃO BIBLIOTL:cÁR~A do PALRíÁ -/diP (lD68), i’R
- ASSOCIAÇÃO AI-IAZOHSNSE DE BIBLIOTECÁRIOS -*IAB (l97i), Aíl
- ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS BIBLIOTECÁRIOS IS ESTADO DO MAILANHÃO -APBEFI (l972)
ÍL\.
A Recomendação n5 7 do '/I Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documen
taçao propôs que se registrassem nas Delegacias Estaduais do MTPS, para adquirir
o "status" que carecem. A do ns 8 recomenda a admissão no quadro social dos alunos regularmente matriculados nos Cursos do Biblioteconomia- Dai por diante, até
a de n9 I8,i sao todas relativas às Associações, e ben significativas.
CONGRESSiPS BR/iSlLEIROS DS BIBLIOTECONOMIA S DOCWL .NTAÇÃO E C0RRELAT03
Sob o patrocínio da FEB/i3 o du outros órgãos coroo o Instituto Nacional

do

Livro -INL (MSC), do IBBD, da íimdação Getólio Vargas -FGV, da Sociedade Brasil^
ra para o Progresso da Ciência, de Universidades e Escolas de Biblioteconomia,de
Associações, vêm se realizando Congressos, Seminários, Simposios, Reuniões, etc.
de grande interesse e de alta importância para o progresso dessas ciências e dos
especialistas.

3

5

6

Digitalizado
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�-11-

Em 1973, o Tema Central do VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTSCOHOMIA E DO
CUI'1ENTAÇ710, realizado do 29 de julho a 4 de agosto em Belém,PA, vem a ser do

vi-

tal importância; "Aa Bibliotecas e os Centros de Documentação em função do Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica", Esses Congressos intensificam a aproximação e a coesão dos profissionais, que se conscientizam e aperfeiçoam os métodos de trabalho dentro de padrões atualizados e adequados ao pais.Os an
teriorea, adeante enumerados trouxeram sempre benéficos resultados;
- I CfflüGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTlíCONOííIA, Recife, PE, 18/25 de julho de 1954,
com ^ Trabalhos apresentados.
- II CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUT-íENTACãO, Salvador, BA,

20/26

de julho de 1959; com ^ Trabalhos apresentados.
- III CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E D0CUI-IEI3TAÇÃ0, Curitiba, PR, S/l5
de janeiro de 19ól, com 34 Trabalhos apresentados.
- IV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA S DOCUMtlíTAÇXO, Fortaleza, CE, 7/l4
de julho de 1967, com _51 Tr^abalhos apresentados.
- V CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, São Paulo, SP, S/l5
de janeiro de 1967, com ^ Trabalhos apresentados.
- VI CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA S DOCUMENTAÇÃO, Belo Horizonte,4/10
de julho de 1971, cora

Trabalhos apresentados,

0 IBBD, além de prómovor seus Seminários sobre divei^s ramos da Documenta
ção e da Informação, tem secretariado e auxiliado, ativamente, os Congressos e Rje
uniões da FEDERAÇÃO HflERlUCIONAL DE DOCUMENTAÇÃO - FID, como o Membro Racional e
como integrante da COMISSÃO LATINOAHERICANA — CLA, já presidiit-a duas vezes,
A FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS - FGV, através do INSTITUTO DE DOCUMENTAÇÃO, pro
move, anualmente. Seminários de Documentação, Informática, Cibemetica, Ciências
Sociais, etc. Neles congregam militantes de vários campos, todos interessados na
problemática documentária.
A SOCIEDADE BRASILEIRA PAPJl 0 PROGRESSO DA CIÊNCIA, realiza importantes Re
uniões anuais, como Simpósios sobre Informação Científica, nos quais têm sido arpresentados ótimos trabalhos de distinguidos especialistas brasileiros, inclusive Bibliotecários e Documentaiistas.
A UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIÜGRANDE DO SUL - UFRS, com a ASSOCIAÇÃO RIOGMí
DSNSE DE BIBLIOTECÁRIOS tem promovido as JORNADAS SUL RIOGRANDEKSES DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, nas quais são abordados temas relevantes e apresentados
ótimos trabalhos, que bem demonstrara o interesse dos profissionais do Brasil.
A UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ tem delegado mandatos

ao

IBBD,—sob o patrocinio da OEA e UI3ESCO-, dos quais se desincumbe com real empe —
nho.

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�-12Enfin, várias outras Universidades, ílssociações - como as de São Paulo, têm
exercido atividades notórias, altamente proveitosaa para as profissões,
Infelizmente, trabalhos importantes permanecem ignorados pelos que nao podem
cocq)arecer. As tiragens mimeografadas sao reduzidas, e não são enviadas sem inscrição e pagamento- As Bibliotecas e orgãos de Documentação acabam não as obtendo por
falta de verbas. Apropósito, do VI Congresso resultou mna Recomendação ao Instilu
to Nacional do Livro -INL, que os tem patrocinado, para que publicasse os ANAIS.
10

NATOREZA DO TRABALHO
,

Função do tipo docente, de nível superior, com possível especialização den-

tro dos campos da Biblioteconomia, Documentação, Magistêhio e/ou demais campos de
conhecimento, á, tipicamente, de naturezar
— educativa, cultural
— orientadora, supervisora, coordenadora
— animadora, incentivadora
— pesquisadora, com atendimento relevante as areas técnico—cientificas,
10.1

Descrição do trabalho
— percepto—reacional
— psicofísico
— qiiali ficado
— variável
^
/
— espacial de dimensões variaveis
— indiferente quanto ao sexo (trabalho 85^ preferido pelo sexo feminino)
— limitado quanto a idade, segundo os dispositivos regulares
— função mental-intelectual
— desempenho diário, entre 6 a 8 horas, geralmente, dentro de 40 semanai^
prescritas no Serviço Publico Federal no Regime de Tempo Integral e
Dedicação Exclxisiva - RETIDE, e pela Consolidação das Leis Trabalhi^
tas
— posição do trabalho variável entre:
a) sentada
b) bipedestação com deambulação ora intensa, ora relativa
c) movimentação dos membros superiores, altemadamente, moderada e a
tíva
— exigências ótimas de locais, quanto a:
a) limpeza e higiene
b) aeração
c) desumidificação ambiental
d) iluminação natviral e/ou artificial

Digitalizado
gentilmente por:

�-13e) isüiániento acústico, silêncio
f) equipeonentos de comiuiícação interna e ertema
g, eqnippjnt-ntos de transportadores mecanizados ou não, (conveyore)
CAPACIDALi] L-AlBOIUTIVA: fização de critérios pelo GRUPO DS ORIENTAÇãO E COHTROLB

11

n\ P;íR,'^CIA HÍPICA do IKPS, GB
A Perícia Medica dr- ISIP^, prccurou alcançar critérios exatos e uniformes de
atividades mais significativas dor órgãos ou apare .los fundamentais para o exercício do trabalho, a exprcErã'' ne i.ro-física, motora ou funcional, seu relacionamento e iii;K3rtãíiCÍa face aos círir.ados "gestos profissionais". 0 Kedico-Perito o^
jetiva o diagnóstico certo, e uma coraplfônentação pericial correta. Nesta incluir
a descrição das máquinas a instrumentos a manejar, o ambiente co trabalho, os m
viiQcntoG, atitudes, características pessoais, graus de esforço e destreza exigidos, os imsculos, os órgãos, aporeltos e nensorio. Tolo quanto comprometa a atividade profissional, finalm.snta o Perito encaixa aos achados do exame medico,de^
tro da dinamicu do cada fu-nção. 0 HíPo adotou, para uniforaizar, a fixação
critérios em série de 1

dos

4, visando i avaliação precisa. Dentro da grandeza

do

"gesto profissional", fixou a hierarq-oia dos órgãos ou setores orgânicos, Atri —
bu,iu os 'aiores expressi vos quanto a importância relativa, para a execução de de_
/
teminado trabalho. Esxab-eleceu os equivalentes nu-roricos, como segue:
1 - Icveaente s , rifinati.3
2 - 3Ígnific/-.tivo
3 — muito 3ig~all'i CO txv o

%

4 - ao-tamento S‘*2^'i..
exigência e ativi

’ ’ '2f °

indica, por exampTo, qtíe tal ou

qual

funda" * u-L do ergao ou aparexlio para o exercí-

cio GO irab."'?i.Xr e '&gt;ão apenas tmr alteraçao ncuro-física, motora ou
funcional, mar sim relrcionado cm a íxTiO'rtãncia de determinada alteração do "gc;-/uj p"f,'fisoional''.
11.1

Exígr-.nciar para a fu .ceo
FÍ nicas

Hesistnncia n fadiga

2

'.ntegridaie dr

4

An-nt/nao ~

Cfçacidade funf'onal da colma vertei;.rl

3

fisiológicas

Capacidade funcional do.s membros inferíoi^es

3

Capacidade fuicional dos

3

S on r o ri ai r;

r^ercepciov" i

2

3

4

5

6

superiores

•t-1’idade vxõij.al
.1 rai'o

cm

.isteca rfor^oro

3

't.100

2

ií-paço

3

Volumes

5

Digitalizado
gentilmente por:

o

S

14

15

16

17

18

19

�-14

Psicotemperamentais

Intelectuais

11.2

Atenção concentrada
Controle emocional
Cooperação
Disciplina
Iniciativa
Investigação
Heticulosidade

4
4
4
4
4
4
4

Dinamismo
Entusiasmo
Estabilidade emocional
Hetodo
Ordem
Organização
Versatilidada
Atenção difusa
Eitroversão

3
3
3
3
3
3
3
3
2
2

'

Associação
Coordenação
Discriminação
Memória
Observação
Orientação
Raciocínio lógico
Inteligência abstrata
Inteligência verbal
Imaginação

4
4
4
4
4
4
4
3
3
2

Características biotipológícaa
Viscerotonia — Atitudes cerimoniosas, corteses, gestos atentos e comedidos, expressão corporal e postura corretas
Somatotonia

- Clareza e boa empostação vocal

Cerebrotonia — Controle emocíonalpermanento, coordenação psico-motora
11.3

Traços psicológicos para a profissionalização
Inteligência - abstrato—verbal-espacial, médio—superior

11.4

Capacidade

- percepto-reacional, de realização, organização, síntese

Hento

- metódica, lógica, rápida, perceptiva, retentiva, equilibrada,
ideologico-associativa

Aptidões físicas; características pessoais
- disposição para trabalhos de longo planejamento, alcance e execução
- resistência a fadiga física o mental
- desenvoltura física, destreza e habilidade manuais
ótima visso, dicção, boa audição, auto-eipressão
- insensibilização alérgica ã poeira, ao bolor, aos desinfetantes químicos

12

TAREFAS TÍPICAS
são, principalmente, ao de organizar e administrar Bibliotecas, Centros,Di
visões. Seções ou Setores o Turmas de Documentação, Incluem-se, em consequência,
toda uma gama de tarefas que sucedem, se intercalam, se renovam, se ampliam.

2

3

4

5

6

Digitalizado
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�-15Citemos as que se destacam:
- direção, supervisão, coordenação
- assessoramento, planejamento, execução
- orientação, treinamento
- informação cultural e tecnico-científica, geral ou especializada
- processamento técnico dos dociomentos e dos dados a eles relacionados
- normalização "a priori" dos docimentos, para fins de melhor atingirem
aos usuários pretendidos "a posteriori”
,

- processamento operacional de dados, através equipamentos tradicionais
ou convencionais, elétricos, periféricos e/ou eletrônicos
- organização e manutenção de catálogos e fichárlos externos e internos
- pesquisa

e elaboração de bibliografias, gerais e/ou especializadas,

exaustivas, correntes ou retrospectivas
- processamento administrativo, incluindo-se:
. qualificação e quántificação de pessoal - classificação de cargos,
respectiva avaliação, legislação, etc, orçamento e programaçao financeira, com previsão e execução
. material e instalações - classificação, solicitação e discriminação
- relações públicas, incluindo a coraunicaçao, elaboraçao e divulgação,a
informação documentaria e bibliogirafica, varias promoçoes: exposí çoes, cursos, palestras, cai'tazes, vitrinas, boletins, catale&gt;gos,co^
memoi-ações cívico-culturais
- atualização e especialização técnicas, visando a reciclagem, seja por
^
*
meio de leituras cia literatura tecnico-profissional. Cursos de Posgraduaçao, cxímparecimonto as aeunioes associativas. Seminários, Sim
pósios. Congressos, Conferências, tanto as regionais, como as nacio
nais ou internacionaisgUALIFlCACDüS NÍ!:Ciit:&gt;SÁi(IAS
ilm prLmeiro lugar, cx)mo indispensável e condição ”sine qua non": o

Di-

ploma de Curso/Rscola/Pauldade de uiblioteconomia e Documentação- Acrescentemse aquelas qualificações fundamentais — "uitas consideradas ate indispensávelse as correlatas:
- coniiecirnentos gerais sólidos, e os especializados -sempre que necessa-r
rios- conhecimentos específicos, bem co;no experiência e familiarizaçao . com
as ái'eas da Biblioteconomia, bibliografia, uocuraentação. Comunica ção, e Informática, para maior competência

Digitalizado
gentilmente por:

�-16- conhocimentos lingüísticos de pelo menos duas línguas, além da materna,
tanto escritas como faladas, frequentes traduções de documentos
- capacidade seletiva—investigadora-pesquisadora e judiciosa relativas a
qualquer material bibliográfico e documentário, abrangendo zelo, dedicação e paciência
- capacidade de analise e síntese, para melhor assimilaçao e transmissão
na elaboração de Resumos informativos
- capacidade de leitura dinâmica, de concentração, memorização e eiatidai
- capacidade de relacionamento humano, cora empatia e simpatia
- espírito de curiosidade aguçada, e tenacidade para pesquisas, principal_
mente técnico-científicas
- espírito de criatividade, iniciativa e adaptação racionalizadora
- espírito de cooperação, harmonia e equipe, tato
14

COMHHCIJblNTOS
Incluem-se, alem das matérias técnicas — especificas e inerentes a prof^
sionalização - os adicionais, os especializados por ramo de conhecimentos e por
tipos especiais de documentos, os aplicados ao magistéiu-o.

14-1

Específicos; matérias técnicas
- Catalogação geral e/ou especializada, de material bibliográfico ou

de

documentos variados. CÓdigos intemacion-ais, e adaptações
- Classificação: teoria, aplicação de si.steraas internacionais
- Organização e Administração de Bibliotecas ou órgãos de Documentação;r^
cionalização de trabalho, 0 &amp; M
- Referencia geral, especializada e legislativo-administrativa
- Bibliografia geral e especializada
- Documentação; normalização pela ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DS NORMAS TÉCNI CAS - ABNT, analise documental, indeiação, etc.
— Comunicação- teoria, codigos, equipamentos, telex
- Computação e processamento eletrônicos
14.2

Para o Magistério Superior
Por força da Regulamentação profissional, art. 6^, e facultado o exercício
do magistério relativo as discipIinftB técnicas em Cursos Superiores e de PÓs—
Graduação, Uso de técnicas audio-visuais, preparo de planos de aulas e programação escolar, atualização

14.3

Adicionais
Datilografia, Mocanografia, Reprografia, Micro filmagem. Editoração, Reda
ção, Revisão, Tradução, Encademaçao e Restauração, Bibliopatologia, Desinfec ção. Telecomunicação, i'sicologia. Filosofia, Arquivistica, Ciências sociais,Ma—
tematica. Lógica, Comunicação social.

2

3

4

5

6

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�-1714.4

Especializados

por tipos especiais de documentos'

Manuscritos, Ecdotica, Lingtiística, Cartografia, Iconografia, Paleografia,
Kusicologia, Discografia, Patentes
14.5

Por áreas das Ciências
Incluem as humanas, sociais, puras ou aplicadas, as técnico-científicas.
A título de exemplificação citemos os 16 (dezesseis) Ministérios, cujas Bibliotecas e órgãos de Documentação devera se constituir:
- atuantes e informativos órgãos de cúpulas
- repositórios completos das obras editadas pelos respectivos Ministérios
- repositórios selecionados de Coleções de obras nacionais e estrangeiras
correspondentes as necessidades dos serviços prestados em cada area.

15

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL
Foi aprovado pela Resolução n? 5 de 13 de julho de 1966, o Codigo elaborado e publicado pelo Conselho Federal de Biblioteconomia, Nele são consubstancia
das as normas dos deveres profissionais do Bibliotecário em 19 artigos.

16

DATAS COMEMORATIVAS
0 Prefeito do Distrito Federal Francisco Negrão de Lima instituiu, através
da Resolução n2 5 de 11 de março de 1958 o DIA DO BIBLIOTECÁRIO, em homenagem a
Manoel Bastos Tigre, o dia 12 de março, data de seu nascimento (Ver Uíario Mvtrú
cipal da P.D.F. de 11.03.1958, p. 2316.
0 Decreto n2 884, de 10.04.1962 instituiu a SEl^IAlíA NACIONAL DA BIBLIOTECA
de 12 a 19 de março.

17

QBSERVAÇgi:S Ii'lP0RTAHTES
No Brasil, por força de certas injunções e ainda por falta do conhecimento das atribuições implícitas, além da diversificação normal de suas tarefas, é
comum atribuirem aos Bibliotecários uma série de ocupações não-profissionais

e

até mesmo subalternas. Tais desvios, bem descabidos e sem lógica, prejudicam

a

dedicação, a capacitação profissional adeqiiada para a maior e melhor atualiza ção dos mesmos.
Muito grave é a remuneração salarial incompatível com a categoiria alcanç_a
da no âmbito dos Serviços públicos: federal, estadual e municipal. Prejudica

o

mercado de trabalho no país. Assim, muitos se desviam da profissão para melho res retribuições, enquanto os lugaires qúe lhes devia caber são ocupados pelos
não-profissionais á frente dos Serviços de Bibliotecas que não entendera,
A esperança depositada no novo Plano de Classificaçao do SPF tem sido

a

grande esperança da classe, que exigira a reciclagem para os ja concursados

e

Concursos para os não-profissionais readaptados. Aguarda—se também o programa
de interiorização prometido, que ensejara a ampliaçao e melhoria do mercado

de

trabalho era breve tempo.

Digitalizado
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&lt;&gt;■

S

14

15

16

17

18

19

�-1618

. DEWOMTIIACgsS
Aos proriceionaie sm

.

chsro-ji’ mcrjio pc»r ua novo usme^

fim de roalça-los a diatinfcii-l &gt;3 lO

t"&gt;3fcox!x — BIBLigriJCOTTQMISTA- DO

croiSHTALISTA. Alguns especitaisias (e rt riraa
ma, quando os e^fvíjn, rec^mcE-.la,
22*11»1961) po‘ i loi Ui

a

oz vcn intltrjlandr? desta for

llp .omalo?., 0 -?strr.r do Blo de Janeiro (D.O.

»9ü/ t«: 20.11.,f:r^. IP passou c**dCt.íK!iinar BI

BLIOTECCWOfllST.AS aos f’ajoíoniaooo pr..»' aijrwr, ao -íip lcüii ds
Biblio-fceconoffiit.'’, perjL-íUr. .-ou,’', cs douiais

Suparior do

Qi:a:"to .B^jpleoei ‘.oi* ou extinção.

Assim deveria o I/-Í3P proceder, visto qua sSt ac^ iradas peia rsema legislação
em rigor ba dez anos,

do mess-a GRXO 0&lt;:UPftCIClíAL, qra reune BI-

BLIOTBCAS—DOCOMEiITAÇÃO-LIA úI/JjÜÇAO, Ileta medida corrigipia ;

tOvOração proce-

dida pela Lei r2 /.7PO/l96j, am rias de extinção. Aj. ?utegcrias funcionais o
requisitos ds buoilit5,^'ao o q.^t-lificaciu',

33 E**oru&gt;.3 carailc.r;i-.ticas bási

cas e comuns;. 0 Serxiça públic&lt;^ .^uderri tci^u e: va '.r.fe s3.LuçÍjo para exercer
a TRANSPOSIÇãr prescriva peJo art. 99 ca loi 5-619/:970, paJ^i cs diplcsaados
e concia^dos. Cr- oxc.uido-;. p,,e i*ác' n ^Ário. fuüaT fu—x-

5. Concrxso, coatinu

arão com os cargos ãfi &lt;Jot.aaeul£trist.en ou do Eibl_\ot.&gt;3áriog, poi-én ao Quadro
extinto. Ko caso do ce «inuiliterem, farãc j”.B ã ■ 'RAI^STOrQlAÇÃO.
Quanto e coafar.;ac. termiuclogl^ía o'u a variedade dos n-omes propostos lem
breisos quo soi Qca'^tecor algo sanelhaate co.a as canoiras, especializações e
funções de outros profirsiciiuis como ADV0-JADC*3, liJAIJC.sCMGENHF.IR03. Dentre
08 primeiros, por v«nT lic, i&gt;a*3r; Csj-issários e b &gt;iw'gr',3os de Polícia, Consulto
res juridj.cos, Defa^TOvní. .llomotoreu, Ciiradnrer, .luizes, Dasenbargadores,Mí
Proourudoroe úri j-Tlccu, ntc, C r».suo acontace com o« segundos, cias
sificadOB ennv, C3 ír.-Trr.,'. gnríu s, Lí&gt;'^*: stas, Psiqu? atras, r&gt;anita.-istas, Nntiólo
gos, e assim por diante,
introdução ciccmoc

i 3 is ta dc “ítíccÕgs, menor ainda da ci-tada no

trabalho de Bcnedicto Silva do rTDCl da ítíY, iivtitolaáo Problemas da Documen
tação Modcnia. em 1968. Alem daquelas quo snumerrres, scusiam as seguintes:
Bibliotecário resquisadou', ospecial^ técnico, 1*0.^'im-ntador. Técnico do Documentação, Espsciídinra e® Documenta.;^.'', Cleatiota cs ínformaç-,0, e Coordenador, Oficral, dspcci«ài3-l-a de InfortoEçro, etc. etc. CuAnte \ designação

de

Técnico ó imprópria, rorq^uenta estes vãe a ser or. profissien-ds de nivel médio, conforte áÍcju ber clero ra Tui Aic.jÇèiO Hf.l&gt;H&gt;.t”ç:«Qs rrofiosiorwia no en
BÍno do 29 .greu. 'i972, cu KSC. a lista geral da Comissão da Cã^um^ de Png-tnn,
do Conselho Fslf?ral do Ldiuiação atingia a 1!'J, d-&gt;s quais 52 são Técnicos, con
forme con.st3 nas péglnas de 125 a 127. 0 inS-ulto é chamado dc proíiasioralizante e visa ã capacitar o educando para c trabalho, ao terminar o 22 grau.

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, CQNCLUSÕfiS
Os Bibliotecsrios, de qualquer medo, ou r.ob qualquer dos rótulos citados,
vêm se integrando com interesse na vanguarda dos grupos que se especializara nas
Ciências da Informaçno, soja sob as formas convencionais disponíveis, ou as ele^
tronicasj denominadas de INFORMÁTICA, de mecanismo cibernético. É fato inconte^
tavel o de qua absorvem - visto sua própria qualificação - , contínuemente, rnaa
gama de conhecimentos sempre renovada,quando se desdobram em suas várias tarefes
ou quando militam em funções especializadas, ^^iora os campos de assuntos que
vem dominar, encontremos os BI£LIOTECOKOHISTAS-L)OCiJM2NTATjISTr\S,'com especiedida
iies técnicas de: CLASSIPICADORKS OU CODIPICAIXIRES (linguagem universal), CATALO
GADORES (regras intemEiCionais), DE REFERÊIíCIA ^bibliõgrafias o catalogos inter
nacionais), INDEXADOPES B ABSTRATORSS, ANALISTAS, SELSCIOMMORES, etc.
Dentre esses profissionais, em todo o Brasil, encontram-se os mais habil^
tados e qualificados para o exercício pleno da missão de CIEMTI3TAS DA IHPOíTMAÇÃO — ou INFORiÇATj\S -, q;co podem formar a maioria dos militantes dos BANCOS

DE

DADOS,para o funcionamento do SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÃO CIEIÍTÍFICA E TECNO
LÓGICA - SNIGT. Isto, pelo simples e puro fato de que sao afeitos às lides normais de natureza pesquisadora, investigadora, informativa, cujos fins e objetivos exigem a contínua adoção de padrões evoluidos da COMUNICAÇÃO E DA INFORMA —
ÇÃD, em cong’unto com a

20

NORMALIZAÇÃO DOCUIÍRTrÁRIA UNIVERSAL.

REFERÍNCIAS BIBLIOGRÍl^ICÁS
AMERICAN LIBRART ASSOCIATION, Chicago - Manual do classificação de salários (Exemplificação em Bibliotecas)
1956-

113p,

/Rio do Janeiro/ DASP, Serv. de Documentação,

23cmt-

ASSOCIAÇÃO BRASILBIPA DE BIBLIOTECÁRIOS, Rio dc Janeiro - Legislação.
Janeiro/ 1966.

24?-

21cm.

BRAGA, Leonídia d‘Antiiballe - 0 mundo da ciência; os cientistas.
ro CEPA Ed,, 1966,

/Rio de

266p,

18cm.

Rio de Janei-

(Formação profissional, l)

BRASIL. Departamento Administrativo do Fsssoal Civil - Classificação de cargos
de nível superior; situação até a vi^ncia da Lei nS 5-540 de 28 de novembro
de 1968.

/Brasília/ 1969-

ô4p.

25cn.

—. — . Divisão de Classificação de Cargos — Educação e Cultura (EC).
lia, 1969,

55p.

23cm,

Brasí-

(Classificação dc Cargos no Serviço Publico Federal.

Especificação de classes, 4)
Bibliotecários: p, 7-9
Docuraentarístas: p. 15—7
—. Instituto Brasileiro da Bibliografia e Documentação - Noticias^
neiro 5(3):!, maio 1971-

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�-20Bitliotecarios e Professores de Bibliotecx&gt;noniia constitueai a maioria dos que
se formaram no Curso de Mestrado em Ciências da Informação, da UFRj/lBBD.
—» Instituto Nacional de Previdência Social. Secretaria de Seguros Sociais.
Grupo de Perícias Medicas - Análises profissiográficas.
fica Barthel, 1969/

2v.

/río de Janeiro,Gra

25cm.

—. Leis, decretos, etc, - Decreto nS 67.561 de 12 de novembro de 1970.
"Estabelece o plano para eiecução da política salarial do Serviço Civil

do

Poder Executivo, e da outras providências."
—.
Decreto n9 68.726 de 9 de .íunho de 1971.
1
Dispõe sobre a constituição e o funcionamento das Equipes Técnicas de Alto
NÍvel de que trata o artigo 11 da Lei n2 5.645 de 10 de dezembro de 1970,o dá
outras providências,"
—.

Decreto

68.991 de 28 de .julho de 1971.

"Dispõe sobre a elatjoração e o registro da lotação de cargos e empregos dos
órgãos da Administração Federal direta e das Autarquias, e dá outras providên
cias."
—.

Habilitações profissionais no ensino do 22 grau. Brasília, Ed,Expres-

são e Cultura, INL, DEM, DEF, 1972
—.

144p. il.

21cm.

Lei nS 5.645 de IQ de dezembro de 1970.

"Estabelece diretrizes para a classificação de Cargos do Serviço Civil da Un^
ão e das Autarquias federais, e dá outras providências."
—. Ministério do Trabalho e l^revidência Social. Departamento Nacional de Hão—
de-Obra - Cadastro Brasileiro de Ocupações.

Rio de Janeiro, 1972.

p. 28cm.

Bibliotecários e Técnicos Arquivistas: p, 167-8 (iSCO-O-Y^.lO)
CAKPANHOLE, Adriano &amp; CAMPAiíHOLS, Hilton Lobo — Profissões regulamentadas;legis
lação federal específica. Comp. dos textos, notas e rev, de ...
Ed. Atlas S.A. /c.l97l/

558p-

/são Paulo /

25cm.

Bibliotecário: p. 152-70
CAREERS EÍ'ICYCL0PEDIA; a woi^ of reference upon some 220 occupations ... Ed. by
Henry R. Jackson. 7th ed.

London, Cassell /l970/

555p. 20cm.

Librarianship: p. 308-10
Technical Information and writting: p. 500-1
CONSELHO REGIONAL DE BIBLIOTECONOMIA, 7a. Região: Guanabara, Espírito Santo ,
Rio de Janeiro- Regulamentação profissional.

Rio de Janeiro,1971.

53p. 24cm.

COSTA, Carlos Aug\isto Rodrigues - Manual de profissões; cursos de nível superior.
/río de Janeiro/ APEC, 1971.
Biblioteconomia: p. 21-2

219p.

23cm,

CURSOS DE PORHAÇãO E A1'’ERFEIÇ0AHí]NT0 EH BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇSO NO BRASIL.
Notícias IBBD, Rio de Janeiro 4(4):392—4, out./dez. 1970.
GOLDBSRG, Maria Amélia de Azevedo — "Bíblioteconoraista", In:— —Guia das pxofi^
soes. Realidade, são Paulo 6(70) jan. 1972, Supl. especial.

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.

.

"^1-

A opção profissional. 2.ed. rev. e aun.
1971.

128p.

24,5cm

São Paulo, Pundação Carlos Chagas,

(Serie Informação profissional, 5)

Biblioteconomistar p.l^, e 88-9LIEBAERS, Herraan — i21 bibliotecário, eirtesano de la lectura»

Boi, Unesco Bibl»

26v3j:127-^-5, mayo/õvm. 1972.
MIRANDA, Zeny — Profissiografia e enpresa.

Shell em revista. Rio de Janeiro,30:

1-4, jWjul. 1972.
MIRA Y LOPSZ, íinilio —"Características psicofisiotecnicas de los trabajos profe, sionales principales entre loa analizados por el Instituto Psicotécnico de Cataluna," In:
pelusz /1965/

Manual de orientación profesional': 6.ed.
550p.

21cm. cap. 8, p. 114—46-

"Nociones de analisis profesiografico.** In:
fesional. 6.ed,

Buenos Aires,Ed.Ka

Manpal de orientación pro-

Buenos Aires, Ed. Kapelusz /l965/

550p-

21cm. cap.7, p. 97-

111.
"1-9 PROFBSIÜNALtíS, TÉCNICOS Y Tp-ÜjAJ ADÜRíS ASLMIL.IDOS NO CLASIFTCABOS B^I0 ÜTROS
EPÍGRAFES." In; ORGANIZAÇãü L-iT.^dlACIONAL IX) 'PRABAINO, Genebra - Clasificaci on
internacional uniforme de ocup^nciones. Ed. rev., 1968. Ginebra, 1970. v+4o8p.
27,5cm/’‘
1-91 Bibliotecários, eurchiveros y conservadores de nruseos (Grupos pr5.raarios)
1-93.20 Bibliotecário: p. 101 (Funciones profesionales y técnicas)
1-91-90 Otros bibliotecários, archiveros y conservadores de museos: p. 102.
RUSSO, Laura Garcia Moreno - 0 que é a FSBAB e o que eia necessita ser. In:CONGRESSO BRAS fJ.EIRO DR blBLIO"”-!!.''HOHlÂ I IXDCUM.INTAÇãO, 6?, Belo Horizonte, 1971.
25p. mimeogr-

28ctn.

SALLFS, Fritz Teixeira de — Problemática administrativa e Teoria da Conrunicação^
R. Serv. iRibl-, Brasília, 106(3):169-80, set./dez. 1971.
SILVA, Benedicto — Problemas da documentação moderna.
Getulio Vargas, INÜÜC, 1968.

lf,p.,46p.

/Rio de Janeiro/ h\mdação

21cm.

Corsíndio Monteiro da - Jicionário de actimulação de cargos.
tro de Documentação e Infomática-CS:'iDOC, 1971.

p.

/s.l./D.AS?,Cen

22cm.

Bibliotecário, Biblioteconomia: p. 44Üocumentarista: p. 109VlCKNTLül, Abner Lellis Corrêa - Da Biblioteconomia a Informática.

R. Serv. PubL,

Brasília, 105(3):251-96, set./dez. 1970.
ZIMPECK, Beverly Glen - Administração de salários; sistemas e métodos de analise
e descrição de cargos,_ayalia;ão de desempenhos, pesquisas e escalas salariais.
Rio de Janeiro, CBPLON — Assessoria, Métodos e Planejamento Ltda. /l97l/
+-M-+++-M-+
++++-+++
++-♦-*-+
-M-+
4-

�Titulo r BIBLIOTECONOaiSTAS S BOCIMSüTÃLISTáS: SALÍRIOS CObíPáRATITOS EM 1572
ANEKO I:
--

ÂGÊKClÂ NÀOIONAl
COSèPANHIÃ vale do hio doce
CONFSDERAÇlO NACIONAL DA H^STRIA (sSílÂl/SBSl)
COaiSSÃO RACIONAL DS ENERGIA KÜGL-EAR
GOORDlS^lO DO APERFEIÇOÂMS2ÍTO DS PESSOAL. DE ífíVEL SUPERIOR

FIBGE
FIOCRCZ
SBIPOT
IBIS
lEC
UNPS

~
~
~
~

PÜNDAQÃO ffiSTITUTO SRASILSniO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA
FüiíDiçXo nísTrruTc osnaldo crüz '
GRDPO EXECUTIVO DS IHTSGRAÇiO E POLÍTICA DE ÜTUNSPORTE
INSTITUTO BILâSILBiaO DE BIBLIOGRAFIA B DOCÜMEHT^lO
INSTITUTO mâSILEIBO DO CíM
INSTITUTO JOAQUIM SABUCO DE P^QüISAS SOCIAIS

MFP
mTRomás
PliC
SPS -líB
SPP

~
~
~

KINISláRIO PÚBLICO FEDSRAL
petróleo brasileiro s/à
PtBiTIPÍClÀ I3im'SHSIDiJ)B CASQLICA
SERVIÇO PÓB1.1GO iSTABUAL
SERVIÇO PÓBLICO ÍEDERAL - PC0SR EXECUTIVO

SUDHSVEÀ
SDDSSB
SUDEPB
USP
UFPA
TCD

-

SU?ERINTEKB&amp;’{CL4 DA BORRACHA
SUPERINTENDÊNCIA DO DI^EKVOLYIMSRTO DO NORDESTE
SUPERINTENDfeíClA DO D^EHYOLYIMEIÍTO DÂ PESCA
UNIVERSIDADE (FEDSRAL) DE SlO FAÜIO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÍ
TRISOll&amp;L DS CONTAS DA ÍEÍIAO

CVBD
CHI
CNSfí
CAP^
ANEXO II:

A!;ÍSXO ni:

ANEXO IV:

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�BIISLIOTBGOKOMISXAS iS IXXrU&gt;n3í'lTALX£iTAS J SAUÍnXCS GOl^rPARAaiVOS SM 1972

AíJSSO XII

r'

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I Sc a n
st e m
I Crereflclamento

A2JJJUJ
r-

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�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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            <name>Title</name>
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                <text>Amarante, Nylma Thereza de Salles Velloso</text>
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                <text>Belém/PA</text>
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                <text>Febab</text>
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                <text>Bibliotecários </text>
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                <text> Profissões (análise)</text>
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                <text>Arrolamento de informações básicas e necessárias para o melhor conhecimento das injunções em que se colocam esses profissionais no Brasil. Enumeração minuciosa da capacidade laborativa, ângulos e títulos etc., demonstram como é indispensável sua atuação informativa e especializada em vários campos. Em consequência, como sua participação integra-se ao desenvolvimento sócio-econômico-cultural do País, Relato e destaque das qualidades inerentes, que os elevam aos níveis técnico-científicos como colaboradores reais do SNICT.</text>
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                    <text>79 CONGRESSO,BRASILEIRO DE BIBLIOTEÇONOHIA E DOCUMENlAe^Q
V »««II« &amp; «c c » « B K s: ac K e «8 3 a »te B li K a « s; n e E s 0 •{ ts K XX «e K s K a « c e s s » ií a R «3 K « u IK «
Belem, 29 de dtilho a 4 de agosto de 1973
aaKsaaaaaaaaaafiaMaaãaBaâBtttottaaBaaHManasa

CDU 026:355
COD 026

§í^li9l®ç®ã«yi]ií®n?5-i-l!]$®srã£Í9
0 conjunto das

bibliotecas militares como

instruiTiento representativo no desenvolvimento nacional

*

"

por

IZA ARAÚJO ALEGRIA
Bibliotecária e Documentalista
CRB - 398

Digitalizado
gentilmente por:

�SUMÁRIO

O conjunto de bibliotecas militareas
como instrumento representativo no desenvolvimento nacional.

SINOPSE

pág.

1

INTRODUÇÃO

pãg.

1-2

O aperfeiçoamento do militar

pãg.

2-4

O conhecimento dos problemas nacionais

pâg.

4-5

As bibliotecas militares como centrais de informação

.

.

pág.

5-6

Criação da comunidade de informação bibliográfica

.

.

pãg.

7-8

A Biblioteca do EMFA e sua contribuição

pãg.

8-10

Conclusão

pãg,

10 - 11

Bibliografia
Anexo

2

n9

3

1

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

&lt;&gt;■

S

14

15

16

17

18

19

�a CONJUNTO DAS BIBLIOTECAS MILITARES COMO INSTRUMENTO REPRESEN
■ «•BKKaKKKMixaiKBacBKcaeaatecsMifiaeBRscsCBtxBsssBessecsaHncMiOiaaaaM ai«»

SINOPSE: Os militares brasileiros, cada vez mais engajados

nO'

desenvolvimento nacional, necessitam mais do que nun~
ca ficar a par do que ss passa no Brasil e com os bra
sileiros.
As bibliotecas das organizações militares
’

serão, sem

duvida, um dos elementos principais com os quais pode
rão contar.

Serã, no entanto, necessário cada

vez

mais apoio por parte de uns e integração por parte de
f
outros, a fim de que possa se criar uma comunidade de
informação bibliográfica efetiva.

Somente assim

po-

derão essas bibliotecas fazer parte objetiveunente

da

Rede Nacional da Informações

0 - introduçAo
Como qualquer biblioteca neste país,
militares, ou, ms^or dizendo,

as

bibliotecas

subordinadas a organizações

militares, possviem problemas, não sô quanto ao pessoal téc
nico disponível,
ros e materiais.

como ainda quanto aos recursos

financei-

Porem o saldo ê positivo e ainda

assim

elas estão prestando, neste exato momento, uma boa contribuição ao desenvolvimento nacional.
Isto porque este desenvolvimento estã sendo feito por
homens - pois o elemento humano ê o fator primordial do de
'

senvolvimento - homens que estão recebendo a todo

momento

informações, solicitadas ou não, dessas mesmas bibliotecas.
fi claro, porem, que,

unidas, essas bibliotecas pode -

riam dar uma contribuição ainda maior ao desenvolvimento
nacional.

E é essa união que pretendo venha a ser

motiva

da pela apresentação deste trabalho que tenho a honra

de

apresentar ao 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação.
Por outro lado, procurarei demonstrar a necessidade
de que as organizações militares lutem e apoiem cada

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

vez

�o2«=*

mais a trenr:formação do Eoao bibliotecas om verdatíairos centros do informcçõoE bibliográficas.
Isto corã sem duvida uia fator de printordial in^ortSn
cia para que pcsaam participar ativeinante da

í^de

Hacional

ds Informações que sorã formada dentro era brava por todo

o

Brasil, poiG "var.esjTÕ q-osm- dlBp’;sar Sa infezíMísçSsa G’«2fisi©ates, validas q oin toTopc util”«,
ITor sua vas,

"possuir ura serviço do informática para

dispor de tcdes os dados nSo a tarefa da ura^indivídiso,
seção, um cepartamsnto ou ata rt^omo do anexo da uma
sa.

tsnia

enpre -

Informática, na exata acepção da palavra, ciiega a limi-

tes o extrerrxts tais. qu3 corla pura perda caractorisi-ia

da'

tal forma limitada”.
Isto já foi compreendido g ©is que terr^n o

Decreto n*

70.553 que cria o SNId’.
Com o objçtivo

raostrer a irportsnclQ dos

biblioto

cas dantro d£.s organisaçõea railitarso, corasearai coto

tt*eba

Iho focalizando doia aspectos:
G&gt;

O oparfoiçeamanto do militar

b)

O conhaciiíssnto dos prcblQma,s nacionais

1. O aperfolçóaitrsnto do pAlitar faca ãs realidades da ttm país em dasgnvolviraento
Qual soria....© verdndoira- formação cultural do

militar

brasileiro para que ele pudesse acoitpauihar cada ves naie
mundo contcirporlneo e, principalmante, servir rralhor ao
senvolvinsnto do Brasil?

Seta qtsstão tem preocupado

o
da-

multo

não sõ ■ COS côofeo milifcarGO,: como'-teoJíiia- a toáco oo brasiloi^,.
ros.
É eobejanvEiite conhecido ds todos a fama quo corra sobra as bases solidas da conhecinnnto que são
nos colégios militares.

transmitidas

Começa aí a formação cultural

militares dirigida institucionalriante.

Digo eo^seça aí

dos
por-

que õ preocupação dos prefiseienaio militares o cqnstcnta aperfoiçoamonto o atualisação.

�=3

Senão vejamos:

o Exército mantém 22 estabelecimentos

estudantis, sem contar os centros de
da reserva

(CPOR)

organizados

preparação

de

nos grandes centros

oficiais
universitã

rios ou os núcleos de preparação de oficiais da reserva
e ainda as escolas regimentais
possui 37,

(ensino primário);

(NPOR)

a Marinha

sem contar os convênios com universidades, e a Aero

náutica 11.

Com essa assistência

educacional permanente,

Forças Armadas seguem um plano de valorização do homem,

as
pois

disto dependerá o desenvolvimento do pais,
'

Apesar disto, militares procuram atualmente

o

ens^

no universitário fora da jurisdição militar, e assim vemos mu^
tos deles frequentando cursos de Administração,

Economia, Comu

nicação. Ciências Sociais e Humanas, Pedagogia e Idiomas.
gundo uns, não sõ porque

"estão engajados na onda

nacional de

educação e cultura, mas principalmente porque querem

acompa

nhar de perto e saber direitinho como vai o Brasil e os
leiros".

Segundo outros,

Se

brasi

isto ê ura sinal de aproximação,pois

existe o conceito de que os militares formam uma comunidade fe
chada perante a sociedade, embora também se saiba que nos seus
quadros nunca predominou o sistema de castas tão comum nas

c^

vilizações militaristas.
fi claro que todos os ceiminhos utilizados até

agora

para melhorar o preparo cultural do militar brasileiro

(tais

como reformulação de cursos,
dades,

currículos, criação de

criação de novos cursos,

especialj^

conferências, viagens de obser

vação, etc.), são todos válidos e de utilidade incontestável.
Porém, os militares sabem que, como qualquer profissional, não
basta atingir um grau educacional, é preciso mantê-lo,

E para

isso é necessário que o militar mantenha um alto nível de
ciência.

efi

"O mundo tornou-se tão complexo e o papel do militar

nele é tão importante e difícil, que o profissional

militar

que espera dar uma contribuição significativa â sua profissão,
tem que continuar estudando por toda sua vida".
do, sabem que
capacidade".

"o comando pela força deu lugar ao comando pela
Ora, ê sabido que "o livro é o mais poderoso

acreditado fator de educação".

Portanto,

tivo do que as Forças Armadas criarem,

2

3

4

Por outro la

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

nada mais

e

significa

incentivarem e darem ca

�c:4 —

da vez mis apoio ã criação do hábito da leitura
sa bibliográfica entre seus elementos.

e da

pesquj.

E isso sô poderá

levado a efeito com o planejamento e a organização de

ser

biblio

tecas funcionando como verdadeiros centros de informação biblio_
gráfica, canalizando,

sistemtizando e disseminando informação^

dentro das organizações militares.É preciso que essas organizações reformulem suas
bliotecas,

bi

treinem seus profissionais de infcrrmções bibliogrâ

ficas e recrutem profissionais gabaritados nesse campo, estipu
lem horários diários para a leitura nas repartições,

escolas,

cursos, etc., e isso será sem dúvida mais um elemento decisivo
no preparo cultural dos profissionais militares.

2. O conhecimento dos problem.as nacionais
Para estudar e levantar os objetivos nacionais,

de

há muito se preocupam os elementos das Forças Armadas. Ê assim
que, dentro do plano de viagens dos cursos da ESG
rior de Guerra),

(Escola Supe

"o gaúcho vai ã Amazônia, o nordestino

Centro-Oeste, o homem do planalto ao Polígono das Secas

ao
e

fronteiriço dos caminhos fluviais da bacia do Rio-Mar ãs
teiras abertas dos pampas rio-grandenses".

o
fron

A preservação dos

objetivos nacionais permanentes ê de grande importância para a
Segurança Nacional.

Portanto, não se caia no erro de

que somente na atual conjuntura estão os militares
conhecer o Brasil e os brasileiros.

procurando

Desde a criação

(1949) , vim os militares estudando o Brasil e os

pensar

da

ESG

brasileiros

de maneira mais concentrada, o que os fez chegarem ã conclusão
de que "Segurança e Desenvolvimento são inseparáveis".
rismo "Sem Segurança não há Desenvolvimento" e
vimento não há Segurança" ê verdadeiro.

Ora, no

O afo

"Sem Desenvol^
desenvolv^

mento estão abrangidos todos os aspectos de vida nacional,
sejam,

a Economia, as Finanças,

nologia, enfim,
Nação.

a Política,

a Educação,

É assim que vemos,

dentre os títulos das

monografias

assuntos de grande in

teresse para o conhecimento de elementos que governam o

3

4

5

6

a Tec

todos os prismas culturais e morais da vida da

geradas pelas conferências dadas na ESG,

2

ou

Digitalizado
gentilmente por:

Poder

�=5»

Nacional# pesquisadores de assuntos brasileiros

e

militares.

Falta, tcunbém, uma engrenagem de disseminação através

de

bliotecas das OM e de órgãos civis, para a divulgação desse ma
terial, desde que o mesno não envolva problemas de
Nacional.

Por outro lado, ê sabido que

duzir-se, seja uma administração modesta,

Segurança

"não é possível

con

uma grande organiza

ção, ou um Estado, sem que haja um fluxo constante e

ordenado

de informações de toda a natureza, das mais simples ãs

mais

complexas, permitindo o perfeito conhecimento do que se

passa

ou o que possivelmente virá a se passar no futuro".
Para que haja integração nacional é necessário

que

o poder de decisão daqueles que o detêm possa usufruir do
xo de informações que chegarão ate eles através das

flu

bibliote

cas e serviços de informações bibliográficas.
3. As bibliotecas militares como centrais de informação blblio
gráficas por áreas prioritárias
Está cada vez mais claro que a informação é a

alavan

ca mestra da educação permanente e graças a ela chegaremos

às

conclusões conscientes que nos levarão às decisões que promove
rão o desenvolvimento.
Porém, para que as informações possam servir realmen
te de fator indispensável às decisões, é necessário que os que
as coordenam tenham meios de analisá-las zmtes de

passá-las

adiante.

encontrá-

Já não basta ter documentos,

s^tber onde

-los, é necessário que se analise e que se leve até ao usuário
um extrato dos documentos que efetivamente posseim interessá-lo.
Esse trabalho

poderá ser feito com a cooperação de todos,

pecialistas e não especialistas.

ejs

Já nos-mostrou Foskett

que

não é necessário que o bibliotecário seja um especialista

em

determinado assunto a fim de analisá-lo, mas sim que

trabalhe

como um enfermeiro numa operação, dando os instrumentos
vão de certo ajudar o operador e, principalmente, que
seu campo de trabalho,

que
conheça

seus usuários, e se interesse pelos

a£

suntos pertinentes à sua organização.
Está cada vez mais claro,

também, que hoje uma s5 co

leçâo de documentos pode ser utilizada por todos os

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

leitores

�=6**

de uma mesma região.

Isso porque os recursos técnicos que fo

ram colocados ã disposição da documentação facilitam cada
mais a cooperação e o empréstimo entre bibliotecas.
jamos:

Senão ve

hoje encontramos os recursos reprogrãficos,

de maquinas múltiplas e de incrível engenhosidade,

vez

compostos
tais como

;

Xerox,
Estencil Eletrônico,
IBM MT 72 e outras.
Esses
t
recursos (aliados aos recursos de telecomunicações tais como :
telex,
to,

telefone, DDD nacional e internacional,

radiofotos, fac-símiles, vídeo-fones)

tão de segundos, qualquer informação
interessados,

teleprocessamen

colocarão,

em

ques

de dados ã disposiçãodos

anulando as distâncias.

Isso é o bastante para

que se veja o quanto de irracional existe na manutenção,

nvima

mesma região, de centros de documentação, bibliotecas,

arqui^

vos, etc. dispondo de coleções idênticas e analisando a

mesma

documentação.
Torna-se cada vez mais urgente que se determine, den
tro da área militar, quais as tarefas e responsabilidades
bibliotecas existentes e a se criarem,
ções desnecessárias.

das

a fim de evitar duplica

Analisando a área de Brasília,

que existem bibliotecas em fase de organização.

São

vemos
elas

:

Biblioteca do Estado-Maior das Forças Armadas, da Escola Nacio
nal de Informações, do Hospital das Forças Armadas, do Estado-Maior da Armada, da Comissão de Historia do Exército e do
nistêrio da Aeronáutica.

Três delas dentro da Esplanada

Ministérios e três fora.

Até o momenbo,

Mi
dos

apesar dos esforços,

não se conseguiu reunir os bibliotecários dessas bibliotecas a
fim de determinarem o que vão comprar e que métodos estão usan
do na sistematização de suas coleções.
seria poupado,

Quanto trabalho

não

quanto dinheiro e tempoI

A divisão das bibliotecas militares por regiões prio
ritárias seria de grande valia para o fluxo de informações che
gar a tempo nas mãos dos que precisam delas.
Para determinar essas áreas prioritárias,

será nece£

sário um estudo do plano de ação do Governo e das Forças
das.

E que isso fosse debatido numa reunião com

Arma

biblioteca

rios e responsáveis pelas bibliotecas das organizações militares .

Digitalizado
gentilmente por:

�=7=

4. CrlaçRO da comunidade de Informação biblicgrãfica

na ãrea

militar face ã Rede Maciona.1 de Informações

Lendo rm artigo do Professor Edson Nery da

Fonseca,

na Revista do Serviço Público do B7-iSP, onde o professor relata
a importância tío catálogo coletivo como instrumento da interde
pendência das bibliotecas,
criar na ãrea militar essa

convenço-rne da importância

de

se

comunidade de informação bibliogrã

fica.
I
O que seria essa comunidade e como poderia ser forma
da ?
Uma comunidade reúne pessoas com os mesmos objetivos.
Uma comunidade de informação bibliográfica reunirá ura grupo in
tegrado de profissionais civis e militares ligados aos

proble

mas de informação de documentos.
O que essas pessoas fariam ?
Debates sobre problemas,

tais como;

1)

Estabelecimento de uma conduta de cooperação.

2)

Estabelecimento de uma Biblioteca Nacional

na

área militar, que representaria o grupo junto

ao

Governo no estudo da Rede Nacional de

Informa

çõcs Bibliográficas.
3)

Estabelecimento do catálogo coletivo, nacional e
regional.

4)

Estabelecimento de uma política de pessoal técn^
co profissional.

5)

Estabelecimento de métodos técnicos e

instrumen

tos comuns aos serviços de documentação em geral.
6)

Estabelecimento de uma política de integraçãode£
ses serviços.

Hoje já temos conhecimento do porque Hitler
guiu que seus tácnlccs criassem suas super-armas.

conse
Entrou em

ação um complexo esquema de informações que sem dúvida se
lizou da experiência e. dos trabalhos dos que desenvolveram
catálogos coletivos dos quais temos notícias, pois a

ut^
os

Alemanha

sempre esteve â frente em matéria de catálogos coletivos

e de

mais métodos de unificação e cooperação bibliográfica.

Fora

Digitalizado
gentilmente por:

�=8=
isso, Hitler gastou nos seus laboratórios
sas muito dinheiro e pessoal.

e

centros de pesqu_i

No Departamento

de

Pesquisas

Navais da Marinha Alemã, existia um serviço de patentes tão bem
organizado que controlava e negociava os direitos

de

aprovei-

tamento de patentes industriais particulares.
Temos,

atualmente, o exemplo do Japão que,

desenvolvimento de uma política de informações

graças

ao

bibliográficas

bem estruturada, vem alcançando os maiores índices de progresso
científico e tecnológico.
5. A Biblioteca do EMFA e sua contribuição à CIAM
A Biblioteca do EMFA existe como elemento de consulta
e de assessoria aos que se encarregam dos estudos feitos por e^
te õrgão,
Na fase atual de transformação em centro de

informa

ções bibliográficas, a Biblioteca acaba de receber três mil
blicações que estavam dispersas;

as aquisições se fazem com

pu
a

interferência da Biblioteca e as revistas também foram centraM
zadas.
Funcionando com cinco funcionários
rios nomeados por concurso,

(dois

duas datilógrafas e vim

biblioteca
contínuo),

vem a Biblioteca prestando os seguintes serviços:
a)

cópia de documentos.

b)

Pesquisa e preparo de bibliografias.

c)

cópia de sumários de revistas.

d)

Recortes de jornais.

e)

Empréstimos de livros.

f)

Orientação aos leitores.

Pretendendo, numa fase futura,

coordenar mais

e independentemente as atividades de documentação,
o seguinte esquema, ainda,

Area de publicações
Area de controle bibliográfico

2

3

4

• Area de recursos auxiliares

5

6

foi esboçado

sujeito a aprovação:

Centro de Informações Bibliográficas,

-

ativa

Digitalizado
gentilmente por:

subdividido em:

�=9=
Area de publicações
-

planejar e executar o controle

da

distribuição

das publicações;
-

providenciar a tradução de textos de interesse pa
ra os estudes no EMFA.

Area de controle blbliografico
-

catalogar e classificar a documentação

existente

fora da Bibliotecci e de posse das seções,

inanten

do assim um catálogo central;
propor a aquisição,

reunir, conservar,

sistemati

zar e disseminar documentos de interesse

para as

atividades do EI'5FA;
-

informar fonte bibliográficas para

a

elaboração

dos estudos em feitura no EMFA e orientar;

pesqu^

sas bibliográficas;
-

manter intercâmbio permanente com os demais servi
ços de documentação da área militar e fora dela;

-

permutar publicações e informações dentro e

fora

do EMEA, observadas as normas em vigor.

Area de recursos auxiliares
-

auxiliar na utilização do laboratório de línguas;
providenciar a reprodução de documentos para

as

demais seções;
orientar a utilização de terminais de recuperação
de informações.
Começando ess» transformação,
guintes providências
1.

foram propostas as se-

imediatas:

Aprovação, em caráter provisório.- das novas
buições da Biblioteca.

Digitalizado
gentilmente por:

atri

�=10=
2.

Contratação c'a r:ia:'.3 possoal.

3.

Treinarr.onto

4.

Rsunião cm oloir.c-ntcs reopcnsãveis pelas

pessoal.
biblio

tecas ce outras orgaaisaçõss militares da

área

«S, -«A «
Cremos cruo, ce;u a ecva estrutura, podará a

Eibliote

ca do EMFA participar 7'a;ls ativam.eute du oosíunidade de informa
ção dentro da ãrsa militar.

Esta, por sua ver, poderá

con

tribuir de maneira mais significativa para a Rede Nacional

de

Informações Bj.bliogrSficas,

C O N c L U g A O

No momento om que teraiino este trabalho,

ainda

tenho em mãos o resultado do inquérito que estamos

realizando

através do questionário que cor.jta do aneno n9 1.

A maior

parte dessa questionário será aplicada passoalmsnte em
sa com os responsávels pelar bibliotecas das OM,

conver

Este será

um primeiro passo para a. realização da comunidade de
ções bibliográficas,

não

informa

dentro cia área militar.

For outro lado,

temes conhecimento de que,

das Forças Armadas, existem bibliotecas,

serviço de

dentro
documenta

ção, institutos de pesc^uissic que vêm desempenhando, muitas
zes anonimamente, um bem trabalho de valorização da
bibliográfica.
Aeronáutica

pesquisa

Temos como exemples o Instituto Técnico

de Pesquisas da í-Iarinha

Geral da Marinha

o Instituto

(quo estimulou o nascimento do Projeto

Ceibo Frio, da Universidade do liar) ,

o Serviço de Documentação

(com sues novas instalações,

nas técnicas da micrefilmagom),

utilizando moder

a Biblioteca do Exército

vem de há muito enriquecendo a bibliografia militar com

to

da

(que há bastante tenipo vem. empregando os meios mais

modernos de auternação a serviço da documentação),

ras edições)

ve

(que
inüme

e a Biblioteca da Comissão de Historia do Exérci^

(responsável pela utilização do alunos de biblioteconomia e

Digitalizado
gentilmente por:

�11=

história no Projeto Rondon).
Arquivoà

Esta ültima executou a Operação

(que foi um levantamento do manancial documentário

estado de conservação dos documentos brasileiro

no interior),

está realizando o projeto de uma Biblioteca de Referência
liiando boletins de pesquisa)

e

e foi a grande inspiradora

(utl^
e

respo^isâvel pelo lançamento da História do Exército Brasileiro.
Isto ê apenas uma pequena amostra da contribuição dessas

bi^

bliotecas.
Concluindo, devemos considerar dentro das

organiza

ções militares alguns aspectos de maior relevância para

que

suas bibliotecas possam participar definitivamente da Rede

Na

cional de Informações Bibliográficas.

de

São eles,

sem ordem

prioridade:
1.

Maior integração entre elas.

2.

Maior autonomia dos seus responsáveis.

3.

Maior apoio financeiro e material.

4.

Oportvinidade de aperfeiçoamento dos seus

respon

sáveis5.

Orientação para a transformação efetiva dos
viços prestados nessas bibliotecas.

Digitalizado
gentilmente por:

ser

�n"5r L’as:v;c.íi\s bt;íl::ogí'a?ic.as

CHAVES, Ejoasuíão X’err3ira .
c lon Q .1.
S‘ ^
20{l4!i)
‘

An Ir. :;or“'.^iÇcs£&lt; c r- Aegurança Na
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Discursos e Con.rcrôncj.as.
Estado-Maior do Exercito, 1972. 107 p.

Brasília,

MARCHES I, Iva no Humlert.
InCcrnacõos tecnico-cient.í.£lcas;
O centro de Inforpacces nucleares.
Rio de Janeiro,
ESG,
1972. (CS-3-T72.)
Manchete,

MELO FILHO, Murilo.
Ou militares c a sucessão.
Rio GS Janeiro, (lOd?) : 14-5. 17 Fc*^ 1973.

cm

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Bracaliaj 3;2
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5 p.

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O fufeiiro do livro 0

do ifas'.r:ir57

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Ingçrrf^tlvo da FQVgP.io

�A N E X O
questionário

1.

Denominação da Biblioteca:
Subordinação:
Telefone 5

2t

Caixa Postalt

3.

Bairro:

4.

Nome do responsável:

5.

Ê Bibliotecário:

7.

Número de funcionários:

9.

Data de fundação da biblioteca:

10.

6.

Horário de funcionamento:
8 . Quantrs Bibliotecários ?

Assinalar os serviços que são prestados e executados:
?.)

Serviços Técnicos;

b)

Serviços com o leitor;

Seleção

(

)

Registro

(

)

Aquisição

(

)

Empréstimo

(

)

Registro

(

)

Referência

{

)

Classificação

(.

)

Catalogação

(

)

Estatística

{

)

c)

11.

Estado;

Cidade:

Serviços Auxiliares:

/

Reprografia

{

)

Encadernação e•Conservação do Acervo

(

)

Audiovisual

(

)

Acervo;
N9 de livros

N9 de diafilmes

N9 de títulos de jornais

N9 de diapositivos

N9 de títulos de revistas

N9 de partituras

N9 de gravuras

N9 de manuscritos

N9 de mapas

Ii9 de folhetos

N9 de incunábulos

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�12. Media monsal de ccnsultos;
13* Orçjanoqrama

N9 de leitores inscritos:

(anexar ao questionário, caso tenha).

14. Fichários mantidos:

•

Autores

(

)

Outros I

Títulos

(

)

Incola

(

)

Sistemático

(

)

índice banco de dados

(

)

Topográfico

(

)

Rubricas

(

)

Coordenado

(

)

Tomb'&gt;mento

{

)

15. Classificação usada:
16.

código de catalogação:

17. Verba disponível anualmente para compra de livros e

periódicos:

18, Equipamento reprogrâfico:
Miraeógrafo

(

)

Outros:

(

)

Flexowriter

(

)

Thermofax

(

)

Addressograph

(

)

Heliogrãfica

(

)

Mini-Graph

(

)

Estencil eletrônico

(

)

Xerox

•

«
19. Equipamento audivisual:

20,

2

Projetar de slide

(

)

Projetor de filmes

(

)

Leitora de microfilme

(

)

Tela de projeção

(

)

Gravador

(

)

Toca Fita

(

)

Toca Disco

(

)

Numero de funcionários de s u órgão:

3

4

5

6

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Outros: •

�21.

Faz cooperação e intercâmbio com:

22.

Bibliotecas

(

)

Jornais

(

)

Arquivos

(

)

Revistas

(

)

Relações Publicas

(

)

Editoras

(

)

Centros de Doc.

(

)

Livrarias

(

)

Relate uma pesquisa bibliográfica feita nessa biblioteca qvio
possa ter dado origem a um trabalho inédito ou não,
de qualquer ramo de conhecimento humano.

dentro

'(Dê nome do autor,

título do trabalho e outras inforraações) .

F.erá

válido tam

bem qualquer título de bibliografia levantada por essa
blioteca.

0Í3S:

-

Este questionário foi distribuído às bibliotecas das
organizações militares.

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Bibliotecas Militares - Integração: o conjunto de bibliotecas militares como instrumento representativo no desenvolvimento nacional</text>
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                <text>Biblioteca Militar </text>
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                <text> Documentação Jurídica</text>
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                <text>Os militares brasileiros, cada vez mais engajados no desenvolvimento nacional, necessitam mais do que nunca ficar a par do que se passa no Brasil e com os brasileiros. As bibliotecas das organizações militares serão, sem dúvida, um dos elementos principais com os quais poderão contar. Será, no entanto, necessário cada vez mais apoio por parte de uns e integração por parte de outros, a fim de que possa se criar uma comunidade de informação bibliográfica efetiva. Somente assim poderão essas bibliotecas fazer parte objetivamente da Rede Nacional de Informações.</text>
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                    <text>VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBUOTECONOMIÁ E DOCUMENTAÇÃO, BELSM, PARA

DE 29 DE JULHO A 4 DE AGOSTO DE 1973

TEMA:

DOCUMEOTAÇÂb

BIOMÉDICA

CDD 025.343

REGISTRO E GOMTROLE DE PUBLICAÇÕES SERIADAS PELO SISTEMA DE ARQUIVAMENTO COM MARGEM VERTICAL :VISÍVEL (VISIRECORP): uma ejcperiencia
catalogação retrospectiva da coleção do Instituto Adolfo

da

Liibz

por

Elga de Souza P^store

CRB-ô/60

Bibliotecária do Instituto Adolfo Lutz,S.Paulo
Membro do Grupo de Bibliotecários Biomédicos da
Associação Paulista de Bibliotecários, S.Pbulo

Mercedes Delia Fuente CRB-S/298
Bibliotecária, do Instituto Adolfo Lutz, S.Paulo
Coordenadora da Comissão dem Cabeçalhos de Assuntos Médicos, do Grupo de Bibliotecários Biomédicos
da Associação Paulista de Bibliotecários, S.Paaüo

�REGISTRO E CONTROLE DE PUBLICAÇÕES SERIADAS FEÍ&amp;Q S35TEMA DE ARQUIVAMENTO
COM MARGEM VERTICAL VISÍVEL (VISIRECORP); ura experiência da catal«í^ação
retrospectiva da colegã» do Institutm Ad«lf» Lutz

Elga áe Souza. Past»re -::-CRB-S/60
Mercedes Delia Fuente -"-CRB-8/29Ô

Past«rej E.S. £ Delia Fuente, M, - Registre e oontr«le de publicações pelo sistema de arquivament# com margem vertical visível (Visirecord): uma experiência
da catal«gaçã* retrospectiva da coleçã» d* Iristituto Ad#líi* Lutz.
Apresentad»” a*‘Congresso Brasilei: • de Biblioteconomia e Documentação 7-&gt; Be—
lém, Pará, 1973.
RESUIK): Foi feita uma recatal«gaçã&lt;&gt; das publicações seriadas na Biblioteca do
Institute Adolfo Lutz. 0 Sistema adrtado foi o de Arquivaruent o cem Margem Vertical
Visível (Visirec''rd) por ser de manuseir essencialmente prático e cem características próprias para informações rápidas e precisas quanto â coleçãe de publicações
seriadas, A catalogação foi retrospectim da coleçãe e o tombamenbo des volumes e
das coleções foi feit e durante este trabalho, pois a biblioteca não tombava as suas
publicações seriadas. Foi adrtado o tonibr em 2 livres separados - para coleçãr e voliimes - por se tratar de patrimônio da Instituição. Trabalho cuja duraçãe foi de 2 anos e já aprovou completamente a aplicação do sistema vertical ermo catalogação auxiliar do bibliotecário.
Suas finalidade.», principais refletem na aquisição,
correspondência referente às publicações e ar acervo propriamente dito.
UNITERMOS; Publicações seriadas; Sistema de Arquivanento com Margem Vertical Visível; Visirecordj Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz; Registro de publicações seriadas; Catalogação de piiblicações seriadas.

1. INTRCDUÇÃO
Após estudli para modificação do catálogo interno de publicações se riadas a Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz adotou o SISTEMA DE ARQUIVAIEIíTO COM
1'ÍARGEM VERTIG AL VISÍVEL (VISERECORD) p»r parecer o nais completo quant.o às informações contidas em suas fichas e seu manuseio essendalraente prático.

Bibliotecárias do Instituto Adolfo Lutz, São Pa’ilo, SP.

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A finalidade deste trabalho visa expor os problemas e as soluções
encontradas nas várias fases da catalogação, registro e tombamento de um acervo
de SOI títulos e 16.327 volumes encadernados.

0 Sistena compreerjde um conjunto de três fichas; registro da coleçã®, controle da coleção e o controle financeiro.

As cores usadas para indi-

car o tipo de aquisição são as seguintes: vermelho para, as publicações adquiri•
^
das por compra, verde para as permutadas e azul pa.ra as recebidas por doaçao.

Um das características mais importantes do noss® trabalho foi a
de que não ficou coraprov.ada, na prática, a utilidade imprescindível do uso da
parte da ficha chamada "margem vertical visível".

Essa parte dq ficha

que

corresponde a# registro do material do ano corrente não ê por nós usada, e, as
razões foram as seguintes :

a) foi registro da coleção retrospectiva;

b) por muitoo e muitos anos, num mínimo de 10, a ficha não será
refeita;

c) se usarmos as anotações a lápis, na parte visíveâ para depoia
anotarmos no ccsrpo da ficha, após alguns anos (bem poucos na
nossa opiniãv») ,a ficha terá que ser refeita, appsar de todo
cuidado por pa te do catalogador;

d) não nos pareceu que refazer uma ficha após alguns anos fosse
trabalho muito menor em relação ao outro de escrever a lápis
e depois anotar à máquina.

A parte que for apagada com bor-

racha depois de algum tempo ficará sem nitidez o que obrigará
o catalogador a refazer a ficha de qualquer maneira.

A ficha pela determinação das cores das tarjas e das fitas adesivas respondem de maneira satisfatória e a um simples olhar qual o tipo de a qusiçao, título corrente, encerrado ou se mudou de nome, etc..

A resposta sam-

pre ê precisa e clara aos dados necessários a uma infornnção sobre a publicação
seriada.

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�2, MATERIAL E MÉTODOS

A descritiva do Sistem foi fedia por Lerche, Andrade £ Población (1971)^^^ e posteriormente, para seu eamrego em nossa biblioteca, foram
modificadas as cores das fdchas impressas e c uso das fitas adesivas.

A coleção foi catalogada de acorde com as Normas para cataloga^
^
^2)
ção de piiblicações seriadas nas bibliotecas especializadas (1972)^
.

ii. transcrição da coleção para cs volumes completos e consecutivos foram sintetizados e para os volumes incompletos a transcrição foi descritiva.

Poucas foram as modificações ou adaptações feitas por nós, e isso ape-

nas por ser recatalogação

coleção já existertp com características próprias

à especialidade e muito mais importante por ser retrospectiva,

após a catalogação, registro e tc-mbamento foram colocadas fitas
adesivas coloridas que indicam quando a coleção é completa, corrente, encerrada ou sofreu mudança de título.

Exemplificando, uma coleção completa e corren-

te - fita adesiva azul vermelha, título corrente não completo na Biblioteca fita adesiva verde, título cuja publica.ção foi encerrada - fia preta e, finalmerte, para mudança de título - fita adesiva azul.

Casos

em que o em.prego

de duas fitas adesivas de cores diferentes permite uma melhor visualização quanto à coleção.

A título de esclarecimento exemplificamos;

coleção completa

publicação encerrada as fitas empregadas foram vermelha e preta.

de

Esse critério

foi usado várias vezes para se ter urm noção mais exata quanto ao tipo de coleção.

2.1 aquisição

Fazemos a aquisição diretaraente do editor com pagamaito através de
bonus da UNESCO

ou Banco,

Não anotamos na fidia o forrBcedor, pois a ficha fi-

ra nceira já responde diretamente a todos os itens da aquisição.

Nos casos de publicações brasileiras e algumas estrangeiras adotamos o sistema de larmuta cora a Revista do IriStituto Adolfo Lutz, diretamert e com
o editor ou Instituição publicadcra interessada.

Temos 111 publicações adquiridas por compra e 211 por permuta com
a nossa revista.

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�2o2 toffibanisnto

Foi feito •bo’d:'-.r.ento en livro»

For se tratar de biblioteca go-

vernamental o 13.vro de toiribo representarealmenbej o pabriimonio da Instituição,

São dois livros:

no prjjuair-o damos iníbímaçoes referentes à coleção na

biblioteca - o niómero recebido é o da coleção.

Itens corstantes do livro de tombo da coleção;
de coleção - bítulo de pubd.ioação - ns individual dos
vo limes

No segundo livro muito maior em taraa’iho abrange também mi ores
informaçces:
data do tombamenbo - ns da coleção - nQ de tombo do volume
ano

pubjãcador - local da publicação - idioma - aquüção

preço - observações

Os volumes depois de encadernados sao tombados individualmenfed
porem os títulos das publicações recebem ura número para

a coleção»

dizer que a Biblioteca poscue 801 títulos e i6»327 volumes tombados»

Podemos
0 nú-

mero de tombo da coleção aparece na ficha^ em seu canto direito, logo abaixo
da localização do periódicoo

Levantamento ate dezembro de 1972,

2*3 catalogação

0 item 6c2c3o2 das Normc.;-! para catalogação de publicações seria(2)
das nas bibliotecas especicalizn.das^ ^ que correspondem a casos especiais em
seu enunciado nas fiichas foram assim solucionados por nós:

a) "quando não há desigmção numérica do fascículc; mas apenas a indicação do
meir de publicação. *,"

_ _

colocamos um x no lugar correspondente ao mes de publicação

b) "nas estações do ano,,*"
colocamos o número do fosciculo no mes correspondente â estação do ano do
lugar de publicação*
eXp Spring (imrço); Sumer (junho), Áutumn (setembro); Winter (dezembro).

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c) quardo há móinero de fascxculo sem indicação do mes
riscamos o nome do mes impresso ra ficha e registramos os fascículos em seguida, numa só ordem

d) quando um fascículo abrange vários meses
anotamos no lugar corresponderfc e ao primeiro mes sem fazer qualquer outra
anotação (a periodicidade já está anotada)
e) quando a publicação é recebida com atrazo considerável anoÈamos

junto ao

fascículo a data do recebimento

Todos os casos estão ilustrados por "slides" quie serão projetados durante a apresentação do trafealho,

3. RESULTADOS

Foram excelentes e mais um vez ficou comprovada a facilidade e
rapidez com qije as inforraaçms são recuperadas por este sistema de ficha de
nargem vertical visível.

•

A organização da coleção de periódicos é constatada através da

aplicação deste Sistema que responde iiflediatamiente à situação das coleções;
aquisição

por compra, doação ou perrauta; tipos de coleç^s

correntes ou en-

cerradas, completas, incompletas ou encerradas na Biblioteca.

4o recoi-endaçSes

Que as bibliotecas novas ou em fase de reorganização adotem este
Sistema de catalogação que vem dando ótimos resultados nas Biblictecas Biomédicas de São Paulo.

5o BIBLIOGRAFIA

lo lERCHS, I., AIDRADE, M.T.D. £ POBLACICJN, .D.Xo - Catalogação de publicações^
seriadas; aplicação do sistem vertical VISIrecord nos catálogos internos.

São Paulo, VISIcontrol [1969, reimpr.l97l]

2;. ASSOCLIÇÃO PAULISTA DE HEBLIOTEB^IOS. GRUPO DE BIBLIOTECARICG BEOMSDEOS.
Normas para catalogação de publicações seriadas nas bibliotecas especializadas.

são Paulo, Polígono, 1972.

Digitalizado
gentilmente por:

121p.

�</text>
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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Registro e controle de publicações seriadas pelo sistema de arquivamento com margem vertical visível (visirecord): uma experiência da catalogação retrospectiva da coleção do instituto Adolfo Lutz</text>
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                <text> Fuente, Mercedes Della</text>
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                <text> Arquivamento e recuperação da informação</text>
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                <text>Foi feita uma recatalogação das publicações seriadas na Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz. O sistema adotado foi o de Arquivamento com Margem Vertical Visível (Visirecord) por ser de manuseio essencialmente prático e com características próprias para informações rápidas e precisas quanto à coleção de publicações seriadas. A catalogação foi retrospectiva da coleção e o tombamento dos volumes e das coleções foi feita durante este trabalho, pois a biblioteca não tombava as suas publicações seriadas. Foi adotado o tombo em 2 livros separados – para a coleção e volumes – por se tratar de patrimônio da Instituição. Trabalho cuja duração foi de 2 anos e já aprovou completamente a aplicação de sistema vertical como catalogação auxiliar do bibliotecário. Suas finalidades principais refletem na aquisição. Correspondência referente às publicações e ao acervo propriamente dito.</text>
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  <item itemId="968" public="1" featured="0">
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        <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/16/968/Febab_Documentacao_Biomedica_Tema_II_Com06.pdf</src>
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                    <text>COKGHBSSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E LOCUMENTAÇSO. 7°
Belém, 29 de julho a 4 de agosto de 1975*
BIO-MÉDICA, - CDD,
bibliográficos:

02552.

f

DOCUMENTAÇSO

Guia bio-médico de levantamentos

nota prévia.

por:

SONIA MARIA PILEGGI PARLATORI
ANA M/iRIA BilRONE
MARIA MARTHA GUIMARÃES GANDARA

BíO-MéDíca

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�GUIA BIO-MáDICO DE LEVANTAMENTOS BIBLÍOGRiÍFIGOS• Nota Prévia.

Sonia ^aria Pileggi Parlatori
x
Ana í^aria Barone
xx
Maria Martha G. Gandara
xxx

PARLATORI, S.M.P. &amp; BARONE, A.M. &amp; GANDARA, M.M.G.
Meàico de Levantanentos Bibliográficos.

- Guia

Bio-

Nota prévia.

(Apresentação no Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Doou
nentação,
RESUMO;

Belém, Pará, 1975)
Relata-se o planejamento de uma centralizaçao e

divul^

gação, em âmbito nacional, de pesquisas bibliográficas disponíveis
em bibliotecas bio-médicas.

A divulgação do material sera através

do Guia Bio-Medico de Levantamentos Bibliográficos (em preparo).
UNITERMOS;

Levantamento bibliográfico (Bio-medicina);

Bibli^

grafias biomédicas.

1. INTRODUÇÃO
0 Grupo de Bibliotecários Bio-Médices da A.P.B, comemorou

em

Junho de 1972, 10 anos de atividades científicas no campo da

Doou

mentação Bio-Médica.

Além de contribuir eficazmente para o

bom

nível técnico da biblioteconomia brasileira, tem apresentado
classe médica um apoio integral,

Estas palavras sao dos

à

usuários

que se beneficiam diariamente com os trabalhos do G. B, B,

Dentre suas atividades destacamos a disseminação rápida da infor
mação, através do "índice de Periódicos Bio-Médicos" - IPB; a

nor

malização de publicações - "Normas para Editoração de Publicações Técnico-científicas" - "Normas para catalogaçao de

publicações

seriadas" e "Manual para organização de bibliotecas bio-medicas"

-

"Catalogação Bibliográfica" (as duas ultimas em preparo).
Para a elaboração do -Guia das instituições Bio-Medicas Brasileiras"
a Associação Brasileira de Documentação Bio-Médica, distribuiu que^
tionários para todas as bibliotecas do campo da saúde.
X Bibliotecária-Chefe da Associação Medica Brasileira, Coordenado
ra da Comissão de Pesquisas Bibliográficas do G.B.B,/SP- CRB-87511
XX Bibliotecária, do Hospital do Servidor Público Estadual - S.P.
CRB-8/541^
xxx Bibliotecária-Chefe da Santa Casa de Misericórdia de Sao Paulo
CRB-8/703

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�-2-

Com o material fornecido em resposta aos itens 9»2 e 9«5 (Levanta
mentos Bibliográficos), planejamos uma divulgação periódica desse
instrumento técnico

de ti’abalho - GUIA BIO-MÈDICO

DE LEVAlíTAfíSN

TOS BIBLIOGRAEICOS - que apresentará, dentro de uma ordenação cien
tífica, todas as pesquisas bibliográficas existentes em

bibliote^

cas participantes do GoI,B.M„B-

2,

OBJETIVOS

A meta de nosso trabalho é a divulgação periódica e atual_i
zada de levantamentos bibliográficos concretizando, dessa maneira
uma das finalidades do Sistema Nacional de Informação Bio-médica,
Inúmeras bibliotecas apresentam dificuldades em

promover

pesquisas bibliográficas comprovadas através dos questionários re^
pondidos (de

80 Instituições, apenas 15 executam),

'Resolvemos

colocar os recursos de alguns em benefício, dos colegas que

nao

dispõem de meios para recuperação rápida da informação.
0 Guia BiO“Médico de Levantamentos Bibliográficos

consti^

tuir-se-á em publicação que deverá ser suplementada de acordo com
o material regularmente encaminhado pelas bibliotecas

participan

tes ao Centro Coodenador,

Terá como sede a Comissão

Brasileira

Esta suplementação está

prevista

de Documentação Bio-médica,

para cada dois mesas, podendo ser re-estruturada e, com

remessa

automática ao Centro Coodenador,
Nossa tenta,tiva de utilização e disseminação dos

levanta

mentos bibliográficos, induziu-nos a apresentá-los destaGandi^ os
mais variados aspectos, com a intenção principal de facilita,r

a

divulgação.
Todos os pedidos de bibliografias, constantes do guia,

£

bedecerão as seguintes determinações:
a) 0 interessado enviará diretamente à biblioteca responsável

p£

la pesquisa, a referência completa do trabalho desejado:
Ex:
Eematêmesse, etiologia e tratamento.
S.P,

116

29 ref

4 f»

Cr, 0001

b) A biblioteca encaminhará ao soD.icitante, cópia do trabalho.
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3- estrutura l-a obra
0 plano de trabalho foi dividido nos seguintes itens, que se
integram de forma global, intercambiando informações, com a

final_i

dade de cobrir todas as questões formuladas pelos interessados:
I. SIBLIOTECAS PARTICIPANTES: ORIZNAÇÃO GEOGRÁFICA E POR SIGLAS
II. BIBLIOTECAS PARTICIPANTES: ORDZNAÇSO ALFABÉTICA
III. SUMÁRIO DAS CLASSES PRINCIPAIS DA CLASSIFICAÇÁO DA NATIONAL
LIBR/iRY OF MEDICINE
IV. CLASSES PRINCIPAIS DA N.L.M.: CRDSNAÇÁO ALFABÉTICA
V. LEVANTiiI'ÍENTOS BI3LI0GR.ÍFIC0S: ORDENAÇSO GEOGRÁFICA
VI. LEVANTAMENTOS BIBLIOGRÁFICOS: CLASSIFICAÇÁO POR ASSUNTO
VII. LEViiNTAMENTOS BIBLIOGRjÁPICOS : ÍNDICE GERAL POR PALAVR.;S CHAVES

4. conclusSes

Considerando a necessidade de colocar imediatamente ao alcan
ce do pesquisador e estudioso a informação rápida e atualizada, não
podemos nos dispersar em duplicação de esforços.
Portanto, os bibliotecários devem contribuir efetivamente para

a

divulgação dos levantamentos que já foram realizados, estabelecendo
uma rede de intercâmbio de bibliografias, com as seguintes

vanta

gens: l) Economia de tempo e reforço aos recursos das bibliotecas
mais favorecidas; 2) Proporcionar instrumento de trabalho às

biblijo

tecas menos favorecidas, que não possuem verba para a aquisição
obras de referencia e pessoal para promover esse tipo de
de caráter fundamental para o atendimento do usuário;

de

atividade

5) Fortalecimen

to da cadeia do sistema de informação, constituindo-se em

alicerce

dos Sub-Sistemas Nacionais de Informação Bio-Midica,

5. RECOMENDAÇÕES

1. Que as bibliotecas em condições de realizarem levantamentos bibli£
gráficos se responsabilizem por uma determinada área, cobrindo

a

especialidade, uma vez que devem contar com as obras de referência
específicas e os pesquisadores da área.
2. Que os levantamentos sejam enviados bimestralmente ao Centro

Coo£

denador que se responsabilizará pela divulgação,
3. Que sejam centralizados pelos Grupos Bicmádicos de cada área

ge_o

gráfica, as pesquisas realizadas.
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�4-

Os levantamentos bibliográficos deverão ser encaminhados ao
Centro Coordenador, de preferência em fichas, contendo os

seguin

tes dados.

Leishmoniose em crianças.
SP 116

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1968-72 25 ref. 4 f.

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�</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Relata-se o planejamento de uma centralização e divulgação, em âmbito nacional, de pesquisas bibliográficas disponíveis em bibliotecas biomédicas. A divulgação do material será através do Guia Biomédico de Levantamentos Bibliográficos (em preparo).</text>
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                    <text>I -'V • r •' i

IMPLANTAÇÃO DE UM Si:STEI?A DE AQUISIÇÃO
PLANIFICJiDA S COOPERATIVA DF PEPJÕDICOS

*

NAS BIBLIOL’ECAS BIOMÉDICíAS BO ESTJvDO DE SÃO PAULO
-

comunicação
**

Maria Poxpeia Sampaio de MELLO

CRB-8/326
^^
Maria Tcresinha Dias de ANDRADE
CRB-8/150
Maria Virginia Leite RIBEIRO

CRB~8/45

A^lderica Barbosa MEíAPTm""
"crB-8/591
^^^^^^
Irene Lerche ELEUTÉRIO
" " CK3-8/151

MELLOj M.P.S. de et al. - Implantação de um s-Cstema de aquisição
planificada e cooperativa de periódicos nas bibliotecas biomé
dicas do Estado de São Paulo. /Apresentado ao Congress o Bras^
leiro de Biblioteconomia
e Documentação 79^ Belêm^ Parãyl97Z/
RESUMO: Inicia-se a implantação de um sistema de aquisição
planificada e cooperativa de periódicos biomedicos ^ no Estado de
são Paulo3 por etapas. Como base do sistema^ esta sendo atualiza
da a obra '^periódicos biomódicos: tÓtulos correntes nas bibliot^
cas de São Paulo em 1969", com apresentação de listagens feitas
por computador. Como primeira etapa serão selecionadas cerca
de
10 Bibliotecas da Capital â.o Estado, participantes do Grupo
de
Bibliotecários Biomódicos da APB. Pretende-se a implantação do sistema em âmbito nacional, propondo aos demais Grupos Biomódicos do Brasil, iniciar trabalho sim.iíar nos seus respectivos Estados.
UNITERMOS: Periódicos Biomódicos : Aquisição plani ficada; Aqui_
sição cooperativa; Bibliotecas biomÓdicas (São Paulo);
Catálogo
cole tivo.

1.

INTRODUÇÃO
Era 1969 , o Grupo de Bibliotecários Biomédicos pubM

cou "Periódicos Bicmãdicos;
são Paulo"

títulos correntes nas bibliotecas de

(PB/G3B). Esta obra e uma listagem dos títulos corren

tes recebidos nas Bibliotecas participantes do Grupo Biomédico

,

com a finalidade de servir de base para a implantação de um sistema de aquisição planificada, em âmbito regional.
Era programa do Grupo atualizar a obra em apreço., a
nualmente. Entretanto, por falta de recursos financeiros, isto -

**
***
■kit-kit

*******

Trabalho apresentado ao VII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, Belém, Parã, Julho, 1973.
EibliotecSria-Chefe do Instituto Adolfo Lutz. Coordenadora da'’CGmissão de Aquisição Planificada" .
Bibliotecâria-Chefe da Faculdade de Saude Pública USP.
Vice Coordenadora do Grupo de Bibliotecários Biomédicos
de são Paulo.
Bibliotecária do Catalogo Coletivo da Biblioteca Central
USP,
Bibliotecária de Referência do Instituto Adolfo Lutz
Bibliotecária do Setor de P\jblicações Seriadas da Faculda
de de Saude Publica USP,
£&gt;OC bio-médíca

Digitalizado
gentilmente por:

♦

�2 .
não se realizou, bem como o estudo da implantação da aquisição pia
nificada conforme era seu objetivo.
Em. outi±&gt;ro de 1972 , o Grupo resolveu dar infcio ã atu
alização da obra, como ponto de partida para aquisição planificada.
Para tanto, nomeou uma Comissão encarregada de fazer novo planejamento. A Comissão, composta por 5 membros, após analisar a obra acima referida e, ciente das duplicações de títulos existentes
Bibliotecas de São Paulo,

fez o plano que será descrito em

nas

segui-

da, sendo que parte dele jã se encontra em andamento.

2. PLAMEJA^NTO

2.1 - Finalidades;
a)

Atualizar, organizar e publicar a obra PB/GBB, 1973.

b)

Baseados nessa publicação, implantar a aquisição plani
ficada.

2.2 - "Periódicos Biomódicos;
de são Paulo,

títulos correntes nas Bibliotecas

1973".

Para atualização, organização e publicação da obra

acima

foi planejado inicialmente;
a)

Fazer o levantamento dos títulos co.rrentes das Bibliotecas que compõem o Grupo Biomédico de São Paulo;

b)

Preparar circi^lares a serem distribuídas âs 45 Bibliotecas do Grupo, solicitando o fornecimento, em fichas,
dos títulos recebidos por compra, doação e permuta.

2.2.1 - Orientação ãs Bibliotecas Cooperantes;
Forcin distribuídos modelos de fichas no formato de 15
X 10 para registro das seguintes informações:
- título do periódico de acordo com ar. normas do Grupo Biomédico ;
- ano e volume correspondentes ao início da coleção
na Biblioteca;
- sigla da Biblioteca, no canto esquerdo da ficha, na

*

a

2

íiSSOCIAÇ.ãí' PAULISTA de BIBLIOTECÁRIOS. Grupo de Bibliotecários
Biom.êdicos.
Normas para catalogação de publicações seriadas nas bibliotecas especializadas.
Sao Paulo, Polxgono ,
1972.

3

4

5

6

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gentilmente por:

�3.
altura da linha onde estã indicado o início da coleção;
- ao- lado da sigla, após uma barra, a indicação

do

tipo de aquisição - compra, doação ou permuta - re
presentadas pelas letras C, D e F respectivamente.

ZOCZLO DA FldlA (cora registro da coleção de outra bi
blioteca)

BRITISK JOURNAL of INDUSTKEAL MEDICINE,
don - Inglaterra.

Lon

Compra,
F ac.Saúde
Pública

SP87C

1954, 11

SP132/C

1962, 19

Fac.Medi&gt;
cina do
ABC

Início da coleção na Biblioteca
2.2.2 - Organização do Fichârio;
Com as fichas recebidas , esta sendo organizado lam fichârio
em ordem alfabética de títulos, com registro das siglas
das varias Bibliotecas possuidoras de um mesmo título.
2.2.3 - Produto do Sisteraa;
As informações cbtidas com o processo acima objetiveuns
a)

padronizar as entradas dos títulos;

b)

localizar um fascículo, por dedução, através do registro cTo ano e volume iniciais da coleção, na Biblioteca;

c)

fornecer elementos para o estudo da aquisição planifica
da, partindo do conhecimento do tipo de aquisição do ;;e
riõdico e do numero de duplicatas existentes, de cada título.

2.2.4 - Subproduto do Sistema;
a)

além da organização do fichârio dos títulos correntes
nas Bibliotecas, será elaborada uma listagem em ordem
alfabética da títulos não recebidos nas Bibliotecas ca são i-aulo e

m.ais

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solicitados

••UJ

por

14

usuários

15

16

ao

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18

19

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Catãloço Coletivo c.e TeriôdicoG da USF;
b)

serâ feita urna snâlise dos txtuios não recebidos nas
Bibliotecas Bioitiõdicas e indexados no Index

Medicus

(IH), comparando o "ficnârio de txtuios correntes” com a lista de periódicos indexados no IM.

2.2 - Organização d a Cb j- a s
A obra serS organizada tomando como base;

a)

o fichã-

rio de txtu.los ccrrentes existentes nas Bibliotecas ~
de são Paulo; b)

a listagem dos títulòs não existen-

tes nas Bibliotecas de São Paul.o e solicitados
vés do Catalogo Coletivo e c)

atra-

a listagem dos txtuios

não existentes ^ tomando pox* base a analise dos

txtu-

ios indexados no IM,
Através da uma programação por computadores, se
rão organizad

seguintes listagens, que correspon

derãc ã orga.niaação da obra;
a)

títulos recebidos nas Bibliotecas Biomédicas de
são Paulo, em uma unica orcem alfabética -

-

nacio-

nais e estrangeiras - indexados ou não no IM;
b)

títulos recebidos e indexados no IM;

c)

títulos recebidos e não indexados no IM;

d)

títulos indexcctos nc II' e não recebidos nas’, Biblio
tecas de São Paulo;

.e)

títulos mais solicitt^d.os ao Catalogo Coletivo

pe-

los usuários e não existentes nas Bibliotecas

de

são Paulo;
f)

listagem dos títulos correntes , por Biblioteca.

Exemplo da listagem programada;
BRITISH JOURNAL of IHDUSTrJMi MEDICINE.
SP-8/C; 1954, IJ^; SP-,132/C; 1962 ,

_ London - Inglaterra.

REVISTA do SAÚDE PÚBLICA;
São Paulo, SP - Brasil,
SP-l/D; 1967, 1; SP-17/P: 1957, 1; SP-132/D; 1967,

3.

1

AQUISIÇÃO PLLI&gt;IIFICADA

Considerando que a :&gt;-^^pT xnLação da aquisição planificada
é muito complexa, pretende-se sua concretização por etapas.

cm

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�5.
Como primeira et-^pa rerão deeenvolvidas as seguintes at^
vidades s
a)

selecionar, dentre as

45 bibliotecas do Grupo, colabo

radoras da obra PB/GBB, cerca de 10 bibliotecas.As ca
racteristicas destas bibliotecas deverão ser;
- ter proxiimdade geográfica ou possuir meios

de in-

tercâmbio da documentos ?
- possuir equipamento reprogrâfico;
b)

selecionar os txtulos adquiridos por compra, pelas

10

bibliotecas;
c)

fazer um levantamento de consulta dos tftulos
referidos. Este levantamento será obtido
distribuição de papeletas de consulta
gistrados os secjuintes dados;

através

da

onde serão re-

título do periódico, a-

no, volume, páginas e o tipo de ccnsulente
empréstimo entre bibliotecas; .

acima -

(incluindo

Ccida consulente que

consultar um periódico deverá preencher esta papeleta.
Isso deverá ser feito por um período de 3 meses cons^
cutivos que deverá servi'.' de amostragem para o treabaIho;
d)

analisar os dados de ccnsultas resultantes da pesquisa aciraa utilizrjido a mesma metodologia

já utilizada

pax'a análise de circulação em Bibliotecas da USP

, Em

res'omo, esta metodologia consiste em estabelecer e
confrontar dist.ribizições estatísticas dos títulos assinados e circulados.
Como

complementação serão definidas

as porcentagens

de tipo de usu.ãrio e o'utros da-’’os de interesse,
como;

especialização dos periódicos, língua, país de

publicação, grãu de indexação
e)

tais

o período de consulta;

estudar, com os responsáveis pelas Bibliotecas, quais
os títulos que serão suprinâdps em

:r.da urna delas e a

nalisar quais as Bibliotecas que serão responsáveis por esses títulos;
f)

estabelecer um convênio entre ens Bibliotecas es.colhidas para implantaçã/~&gt; '^■r^ ^^

^om as seguintes ba-

ses ;
* IPPOLITO, C. - Análise comparativa da
aquisição e circulação
de periódicos em Bibliotecas da US? na á’irea médica e afim:
uma metodologia bibliográfica.
São Paulo, 1973
Dissertação final apresentada
ao curso
de mestrado em Ciência
da Informação, ministrado pelo IBBD/GFRJ.

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asaiiiat-c-ras

Bibliotacao ouendo xeseonaavais pa.i
B/A
a)

fomacer a iceroccpia

do j.ndica ce caãa frscxcvilo

do periodico da sua responsabilidade , irüaõiatamen
ta aoôs seu recebiineiiPo, a Bi.licteca cu Bxbliote^
cas

participantes co

convênio, cujo

txtulo foi

cancelado e não consta do IPB :
b)

proibir c einprestixio des peri.odiccs selecionados
para aq'xisiçao planificada;

c)

fornecer izeroccpia, gratuitarnente, dos araxgos
licitades palas bibliotecas pax-tiexpantes do conx^êni o;

d) nc Crxsü do .'ojicitação do faocxculo per consulent€; da Biblioteca responsável, aplicar o n-esmo sis
tesin acima, fornecondo

xerocopia do artigo e não

c fascxculc,.
Bibliotecas ependo recebecoras da .rndices xerocopia~
dos B/I
e)

ccnser"*ar as xeroocpxas solicitadas as

Bibriote™

cas b/A per rompo finito, cem a finalidade de emprastõ-los , quando, hoir/er azais de um pedido de um
mesmo a:
Nota; As Biblioteca--

B/i.

deverão

proceder da mesma forma

,

quando fornecerem xerocopia-^ de artigos , mesmo cansiderando
que o periódico ê de sua ccieono.

xsto, para

nao haver fa

lha no emprêstimc' ontro Bibliouvicas E/A e B/I.
3.1 - Vantagens
a)

Distribuição mais racional da equxsxçao e consequentemente armsj-iação dos recursos ?

b)

economia de di\d.sao?

c)

espaço na Biblictecao

_

4. VIABILIDADD BO PHSJ3T0

4.1 - quanto a execução

* Índices de PEPXÕDICOS CGRPx.I;õruG = sério I; Bloc.edi-Cina.
são Paulo, SP, 197C -

cm

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gentilmente por:

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a)

''Periódicos bioiaediccs;

títulos correntor nas biblio-

tecas de São Paulo em 19 7 5''

Pirolicacão da

obras

A prograiaação por computadores , bem como as respectivas

listager.í5,serão feitas paio Centro de Processamen

to de Dados da Fundação Santo _Andre em convênio com a
Biblioteca da Faculdade de Medicina da FUi\BC.
A editoração e distribuição

cia obra ficarão a

cargo

do Grupo de Bibliotecários Bicm.eclioos da APB,
b)

Aquisição pisnificada;
A Comissão

Iraplantaoão do sist

fará cm verdadeiro trabalho

junto ã direção das

aa

de

catequese

10 E-ibiiotecas escolhidas para con

seguir implantar a primeij.-a etap.i da aqiiinição planifi
cada.
4.2 - quanto ao custo
Inicialmente , será necessário contar cci.i recn.rso3 de uma
Instituição para atender ãs ãe.-pesas de impressão da

o-

bra PB/GBH,
Com a vendei, d.esta publicação,, obterenos recu.rsos para dar conti.nuida.de ao projeto.
Quanto a implantação da avoisição pimifiçada, ficará na dependência das possibil id.-i.dts e acoi.dcs
Bibliotecas com as quais
5.

entre as

firmar-se-á o canvenio.

RESULTADOS PRELIMINARES DO PPíXiETO MM AilòBMENTü
A execução do projeto jã fo.c inõci.eda nas seguintes eta-

pas;
a)

Foram reraetidas, em outubro de 1S72 e fevereiro de
1973, circulares ãs 4H Bibliotecas coiabc.rado.ras
projeto, solicitando

do

a rerriessa das fichas referentes

aos t.ítulos correntes recei^des por compra, doação

e

permuta, de acordo com o'plane jainsnto.
b)

Ate o mês de narçc foram'recebidas colaboraçoos de 17
bibliotecas,

a saber;

SPl

Faculdade do Medicina da USP

SP2i

Faculdade de Medicina da USP
tica Clínica

Departamer-^o de Terapêu-

Faculdade de Medicina da USP - Departamento de Genética
SP4L

2

3

Hospital das Clínicas - Cl.ínica íTeu.rológica

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gentilmente por:

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�8.
SP8

Faculdade de Saúde Pública da USP

SP14

Escola de Enfermagem da USP

SP17

Instituto Adolfo Lutz

SP19

Instituto de Saúde

SP23

Instituto Biológico

SP44

Laborterápica - Bristol S.A.

SP67a

Santa Casa de Misericórdia de São Paulo - Hospital

SP99

Rhodia - Indústrias Químicas e Texteis S.A.

SP106

Instituto Arnaldo Vieira de Carvalho

SP114

Faculdade de Farmácia e Odontologia de Piracicaba

SP128

Hospital Infantil Menino Jesus

SP133

Hospital Emílio Ribas

SP182

Instituto de Ciências Biomedicas da USP
c)

A organização do

fichãrio e consequente intercal£

ção de fichas estã sob a responsabilidade da coordenadora da Comissão.
d)

O total de títulos das 17 bibliotecas som.a

2.719

títulos correntes,

Observando o volume de fichas jã enviadas pelas 17
bibliotecas e ainda que haveria maior rapidez no fornecimento
material solicitado, cr. listas, resolvemos

do

alterar o projeto, so-

licitando àquelas bibliotecas que ainda não o forneceram, para en
viã-lo, em vez de era fichas, em listas.
Assim, em 22 de março de 1973, foi enviada nova

-

circular, solicitando o envio do material de acordo com a nova orientação.

6. COMENTÁRIOS

A Comissão considera a implantação da aquisição pia
nificada muito complexa, mas acredita na possibilidade de uma implantação por etapas, ccnforne foi descrito na presente comunicação.
Pretendemos a publicação do

PB/GBB até o 49 trime£

tre de 1973. Paralelamente, será iniciado o levantamento de dados
sobre consultas nas 10 Bibliotecas, com vistas à implantação da a
quisição planificada, na sua primeira etapa.

Cumprida esta etapa,

divulgaremos os resultados.

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�o

7.

ggÇQI-SMDAÇCfcS
Recor»aiiãa"Se í
a)

Que os bibliotecários desenvolver: en

bibl^

otecas uma dinâmica com a finalidade ca mostrar
âs suas respectivas divisões

adirinistrativas as

vantagens da implantação desue sisteiaa&lt;.
b)

Que cs demais grupos iniciem um crcgreana
lar nos csiis Estados , com a finalidade
implantada uma aquisição planificaca

simi.de

ser

en âmbito

nacional.

BIBLIOGPAriA C0!~SUL?ZílDA

ANDRADE, M, do
Considerações sobre o sistema de aquisicao pia
nificada. /7'ipresantc\dci ac"~lV Congresso Braeilai.vc de Biblioteconomia e bocuirientaçãc.
Fortaleza, 196 3,/
CO^HA, L.G.C. da
Sistema de aquisição pianificada em bibliote
cas de Engenharia e õ?êcriõTogia. /J«pi;-esentado a .' /emr.náric de
Bibliotecas de~Engenharia e fê^cnolcgia, rd.o de •Janeiro,196 4/
FERRA/., B. A..
Sistema de aquisição planificada. /Apresentado
ao Seminário dê Biblicuecao de Mateiêatrca, Fiei ca e Qucrlca.
Rio de Jaiieiro, 1965../
GALVÃC , C. M.
Aquisição rlonificada em bijjliouecas aíuricolas
bresileiras,
'jnz PE'Pjj.ov INTSPJ/^-3?JCAIíA DJm SãBL/OãECAPãOS
Y DOCUMENTAL!STAS .AGRÍCOLAS , 29 Bogotá, 196b.
Act-as: y tr&amp;
bajos presar.tado.?.
Ecgotâ, Asociacicn Interorjericana de BI
bliotecarr-rõs y Documerrtalistas Agricoies , 196b,
HAMAR, A.A.'A FErdlEIIA., O.M. de C.
AgL-J.sição _plcCi±-^'icada
e
coope rativa em bib liotacos trai ve rs itarláê dc centro do Esta
do de Sao Paulo. "/Apresenuado ao V tencTresso BroEilelro
de
Biblj.oteccnG!ida e Documentação. São Paulo, iS'67./
HENRIQüES , T.C.
Sistema de aquisição plsnificad-i,
soc. Bras . Blbliot. , {7) ; 15-9 , j= 1.96 3 ,

ITct. Ar~ -

MGNTE-MOR, J.
Sistemas de _çocT^er_ação,AqTi.lsim:ão p_lanlficada.
Bonus õa. Ur-escc.'"Prcgr~ãraa do iZvro Cientifi co.. /Apreeêntado
ao Seinináric pára b/bíl.otecari03 LepõÍGcarií;aaos em Ciências
Médicas. Rio de Jesneiro, 19o7./
PAULA, A.C.H. de
Em tomo da aquisição piaíiificcda.
soe. 3res. Blbliot., í8):14-23, abr. 1965.
PESSOA, I.B. de S.
Sistema de aquisição pianificaãa,
soe. Perr. Bibliot, , 2(l^i5-o, jan/fev. 1953.

7/ot.As-

B. As-

�10.
PINHO, D.L.C. de
Aquisição planificada nas bibliotecas agrico
Ias. /Apresentado ao Seminário sobre Bibliotecas Agrícolas.
Rio de Janeiro, 1963./
SOUZA, H. de M. R. et al.
Aquisição planificada de periódicos
na Petrobras.
In; SEMINArio DE DOCUMENTAÇÃO, 29, Rio de Ja
neiro, 1968.
Rio de Janeiro, Petróleo Brasileiro S.A., Divisão de Documentação Técnica e Patentes, 1968.

3

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gentilmente por:

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�</text>
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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Implantação de um sistema de aquisição planificada e cooperativa de periódiocos nas bibliotecas biomédicas do Estado de São Paulo</text>
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                <text>Mello, Maria Pompéia Sampaio de </text>
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                <text> Andrade, Maria Teresinha Dias de </text>
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                <text> Ribeiro, Maria Virgína Leite</text>
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                <text>Inicia-se a implantação de um sistema de aquisição planificada e cooperativa de periódicos biomédicos, no Estado da São Paulo, por etapas. Como base do sistema, está sendo atualizada a obra “periódicos biomédicos: títulos correntes nas bibliotecas de São Paulo em 1969”, com apresentação de listagens feitas por computador. Como primeira etapa serão selecionadas cerca de 10 Bibliotecas da Capital do Estado, participantes do Grupo de Bibliotecários Biomédicos da APB. Pretende-se a implantação do sistema em âmbito nacional, propondo aos demais Grupos Biomédicos do Brasil iniciar trabalho similar nos seus respectivos Estados.</text>
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                    <text>Vn CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECO::OI-gÁ E DOGUMEOTAÇa , BEL^-1, PkM
DE 29 DE JULHO A 4 DE AC-O3T0 DE 1973

&lt;íO

tfo
Q

TEM; DOCUIÍENTAÇSD BIOÍíEDICA
CDD 025.336

CaHEÇãIHOS DE ASSUIJrO, UMITEP3Í0S E PJDEXAQ^O
COORDENADA; uma tentativa en livros (Nota prévia)
por

CRB-8/298
Mercedes Delia Fuent«
Bibliotecária do Instituto Adolfo Lutz, Sao Pa'olo
Coordenadora da Comissão de Cabeeçalhos de Assuntos
Médicos do Grupo de Bibliotecários Biomédicos da
Associa&lt;;ão Paulista de âibliotecárioc
CRB-a/60
Elga de Souza Pastore
Bibliotecária, do Instit*&lt;to Adolfo Lutz, Sao Paulo
Membro do Grupo de Bibliotecários Biomédicos da
Associação Paulista de Bibliotecários, São Paul®

3

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'■li/

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18

1

�Cabeçalhos de assunto, unitermos e indexação
COORDENADA; uraa tentativa em livros

CRB-8/298
■ít
CRB-S/60

Mercedes Delia Fuente
Elga de Souza Pastore

Nota prévia

A Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz iniciou una remodelaçàr em seus catálogos,
tos,

A remodelação e ampliação se fará no catálogo de assun-

Não tendo a Biblioteca catálogo classificado, apesar de especializada, o

assunto que representa o livro em seus fichários á regidj pelos cabeçalhos de
assunto (Subject Headings) do Library of Congress,

Com o passar dos anos temos

tido dificuldades em representar por esse meio os assuntos altamente especializados que aparecem com terminologia recentes e para as quais o Subject Headinga
do Library of Congress não está atualizado.

Nos propuzeraos utilizar
para os livros da Biblioteca,

DNITERMOS e a INDEXAÇÃO COORDENADA

Iniciamos o nosso tra’&gt;alho verificando o conteúdo

de cada livro e aplicando os UNITERMOS necessários para representar por esse

-

meio os assuntos do livro, de maneira mais específica, alem dos cabeçalhos já
feitos para esse mesmo livro catalogado há muitos anos.

Em seguida é feita 'uma

verificação no Subject Headings do Library of Congress, se o assunto ê geral den
tro da especialidade, e na parte que já foi traduzida dos cabeçalhos de assuntos
médicos do MeSH, se é mais específico

Os termos que compoem a subdivisão do assunto vão para as fichas de indexação coordenada,
de tombo.

Para esse índice utilizamos a indicação do número

Assim temos|

_
ANÃLISES

I

00

01

I 3300

02

03

04

33Õ3

05

06

07

o«

09

22Õ5

23Õ9

■&gt;í- Bibliotecárias do Instituto Adolfo Lutz

2

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4

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Digitalizado
gentilmente por:

••UJ

14

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18

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�um livro que tivesse como assurmo .t.1IAi.ISE3 DE ojíIiiUEcomo cabeçalho de assunto SaNGUEj, ancálises,

2TerÍamos

Este se,gundo temo ficaria sem apresen-

tação nc catrJ.oco pois o Subject Headings manda usar a palavra AIí^LISEo apenas como
subdivisão de assunto.,

Agora com os UNITERMOS poãeremos agrupar o material existen-

te na biblioteca também sob a palavra-chave AÍ1ÍLI3Z-S-

Temos para exemplificar: aná-

lises de água_, dos alimentos, de mercado, de avaliação de tarefas, etc-,

Todos es-

tes assijntos ficariam dispersos nas várias letras alfabéticas do catálogo e, agora
os UKITElíIáOS vão agrupar o que a Biblioteca possue sobre ANÁLISES sob qualquer aspecto ^
Os UNITERMOS serão acrescentados na ficha topográfica e feitas
as respectivas fichas de assunto (que já estão sendo alfabetadas no catálogo de assuntos) o

Após terminarmos todo o levantamento do nosso acervo faremos o índice co-

ordenado apenas des cabeçalhos de assunto.

Por enq^oant-* estamos trabalhando com os

termos novos para rã.o tumijltuar demis o ca,tálogo do p’áblico e o auxiliar do bibliotecárioA facilidade do UNITEilD como palavra-chave vem completar § facilitar a localização de assuntos por vezes perdido,s numa rubrica mais geral, segiindo as regras que norteiam, a feitura dos cabeçalhos de assunto e que nuira biblioteca
especializada não respondem satisfatoriamente.

Já com alguimi experiência e com re-

sultados rápidos, apesar do pouca expansão, acreditamos que teremos uma nova forna
de catálog.• paro. biblioteca especializada; CaBEÇüIHOS DE ííSSUNTOS E UNITERMOS nuca
só ordem alfabética, dando ao leitor toch a cobertura do acervo da Biblioteca, baseado numa forma, reais racional da terminolo.gia -atual, acompanhardo os progressos tecno%
lógicos e cientiiiecs dentro da
o-a de sua especialids.deo

BIBLIOGRAFIA
1, Cabeçalhos de assuntos médicos; ti-aduçao do Medicai Subject Headings (MeSB-) da
National librarv of Medicine pelo Grupo de Bibliotecários Biomédicos da Associaçã' Paulista de Bibliotecários,
Publicado en apenro no -'Noticiário GBB", São Paulo, 1 (2) .1970-

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�/^-f/Y\A ^

7° CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belém, 29 de Julho a 4 do agosto de 1973

CDU:- 026:61
CDD:- 026

DOCUMENTAÇÃO BIOMÉDICA - ORGANIZAÇÃO

"ORGANIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS BIOMÉDICAS"
por Maria^Natilde Dias Machado
Bibliotecária^do Instituto
de*
Ciências Biomédicas da
UoSaP»
CRB - 8â Região - Reg» Provis_ó
rio:

trU6CifciLb

Lví- j -u-.i-Hi iJ

fcá,r.»j

if

BELEM - PARÁ
1973

rgíOC BIO-MÊDICA

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�‘•OEGiiíTiDAcíío "Ki í3íbl:;oí:i,ca3 uic:b;l_c.:^b"

II"ria hatiUc Dias Machado

ilâCIIADO^
IIa::ia
iiaiil-.de DiacOr^^anizacao o.o bxbli_o
becas bioisoilcas.
Apresent
no
7^Congresso
Drasiloiro dc Biblioteconccia o Dcc'uinentaçao,Belen,1973.
29 CO /iu.iho a A do agosto

iíLdiliO;
Aprcsor-tcoao do piaao/ar.onto
do
uu _ manual,
que tcn per iira.licaao servir ãs bibliotecas bicmedicas
en fase do organizapeo oi: ree.rvanizaçao.. oferecendo el_e
mentos rara definição dc instalações iisicas, equipame^
tos e acervoo
líesealtondo-eo ouc o objetivo
primeiro
de una^oiclioteça deve ser e arendimente ao usuário,che_
ga—30 a. corclueuo oue a defrr_eac do so-stema deve estar
plenanente de acordo con ac necessidades deste.
Organização,

:r cas,
Acervo,

u
TJDITZIdICD:
Bibliotecas
V
)
^
P'
^urparienc
xn:

1 - Ii:TjlOD*"ClO

elaboração de uma
senvolva especificarente c tema:
cas Bicmedicas"
tradas
problema

cm

1

por
d'

o

bibliotecários
crganxzaçao

que
ou

"Crganização de
ic: O

dscorrento

obra

que d_e
Bibliotje

J-i ocessidades
tão

demon_s

enfrentando

rcorganxzaçao

o
um

ae

* Trabalho apresentado no 72_^Ccngres30
Brasileiro
de
blioteconomia e Documentação, Belem, 29 de Julho a 4
agosto ce -973^

Bj^
de

* Bibliotecária do Instituto
de _Ciências
Biomédicas
U = S,P.
CDB - 8-"^ llegião - Beg, rxovisório:

da

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�serviço de informação,

e que pretendem dar a este ò din^

mismo necessário para a participação efetiva de uma rede
nacional de informação científicao
Visando atender a estas
des o Grupo de Bibliotecários Biomédicos
Paulista de Bibliotecários,
do,

da

necessid^
Associação

formou uma comissão de estu

responsável pelo desenvolvimento do planejamento aqui

esboçado,

que tem como meta tratar desde

a definição da

construção e instalação de uma biblioteca

até a integra

ção do usuário no processo de comunicação biomédica»

2- OBJETIVOS

Os objetivos que nortearão o .desen
volvimento da obra,

que ora esquematizamos,

são

os

s_e

guintes:201- servir de obra de referência

para bibliotecários e

arquitetos que estejam projetando a construção e ou orga
nização de bibliotecas»
202- proporcionar um instrumento de orientação a
tecários da área biomédica,

que

reorganizando sua biblioteca
das,

bibli_o

estejam organizando

dentro de técnicas

ou

avanç_a

como também servir de subsídio didático para Bibli_o

teconomia;
203- estudo das principais metas

da biblioteca (utiliza

ção do processamento técnico como meio para atingir
principal meta da biblioteca,

a

qual seja o atendimento ao

usuário);
2.^- analisar a importância da caracterização do usuário
na criação ou aprimoramento de um sistema de informação;

Digitalizado
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�2o5- incrementar a

racionalização do 'pr_o

dinamizaçi,o

cessamento técnico- administrativo

a biblioteca»

3- ESTRUTURA DA OBRA
3ol“ Planejamento do texto
Os itens

one serão desenvolvidos no

trabalho estarão dentro do segninte esquema
1- Introdução
101- Objetivos e finalidades
102- Tipos de bibliotecas
lo3“ Definição de metas
lo4- A biblioteca e a instituição
2- Ârea e acervo
2»1- Análise da população de usuários,existente ou em po
tencial
a)

- tipo

b)

- necessidades

c)

- número

202- Acervo mínimo
a)

- importância

b)

- relação de tí
sas áreas

203- Definições

_

a)

“ de estrutura

b)

- de relação en

c)

- de arranjo fí

204- Programa para elaboração do projeto arquitetônico
3- Instalações e equipamentos
3..1- Condições mínimas
3 o2- Tipos de equipamentos
3»3- Manutenção

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1

�Administração
Planejamento administrativo
Pelações externas e internas
4.1«2- Pessoal
a)

- fun

b)

~ coo

4.2- Planejamento Técnico
4.2.1- Sistemas
4.2.2- Processamento das atividades
4.2.3- Controle e coordenação

(racionalização de ati.

vidades
4.2.'^l— Impressos utilizados
4,2.5- Armazenagem da informação
5-

"Infonnation Retrieval"
5»1- Conceituação
5o2- Aplicação

6- Disseminação da informação
6ol- Programas nacionais e internacionais
7- A Biblioteca como Departamento de Ensino e Pesquisa:
Treinamento do usuário
Este esquema não tem caráter definjtivo,

podendo sofrer revisões de acordo

com as necessida

des surgidas durante o desenvolvimento da obra-

3 o2- Nxvel de detalhes
Partindo da caracterização cfe bibli_o
teca e de seu relacionamento com a instituição
tence e considerados seus objetivos,

nos propomos a ofer^

cer elementos qualitativos e quantitativos
instalações físicas,

cm

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referentes

equipamentos e acervo.

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a que per

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Dados

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a

estes

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�que conjuntamente com a análise

dos processos

técnicos,

de informação e orientação administrativa nos levarão
objetivo primeiro da biblioteca:

o atendimento

ao

ao
tisu_á

rio o
Apresentaremos

como parto integran

te da obra:
Organogramas funcionais
fluxogramas de atividades
lay-outs
plantas
tabelas pa]?a coleta de dados para analise

estatísti-

ca gráficos de.média e variancia dos dados coletados
modelos de impressos«
Como orientação para bibliotecas em
fase de formação,
COS,

apresentaremos relações de títulos bás_i

agrupados por áreas, procurando definir o acervo mín_i

mo para os diversos tipos de bibliotecas biomédicas»
Incluiremos ums
classificada por assuntos,
utilizadas ou'não,

lista selecionada,

das referência bibliográficas-

que possam interessar ao bibliotecário»

4- ESTÁGIO DE DESEirVOLVIMENTO
Definido o pré-planejamento da obra,
passamos para a fase do levantamento da

bibliografia

ne_

cessária para o desenvolvimento deste trabaliio» Foram di_^s
tribuídos artigos referenciados,
de estudo,

aos memb.ros da

comissão

para leitura e posterior discussão em reuniões

que são realizadas periodicamente» Após a
bliografia levantada,

leitura

da bi-

partiremos para a redação e preparo

dsis ilustrações da obra propriamente dita»

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�BIBLIOGRA.EIA
ÁKNAN,

Go

Lo G FELTER,

Practiceo

5 ed»

Jo¥„

Chicago,

liandbook Of líedical Library
1970

V/ILSON, Lous Ro &amp; TAUBER, ilaurice P»
versitária.

(Union Panamericana)

La Biblioteca
New

York,

Un_i

N.,Yo,

-

1964«

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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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        <name>Dublin Core</name>
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                <text>Cabeçalhos de assunto, Unitermos e Indexação coodernada: uma tentativa em livros (nota prévia)</text>
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                <text>Fuente, Mercedes Della </text>
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                <text> Pastore, Elga de Souza</text>
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            <name>Coverage</name>
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                <text> Unitermos </text>
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                <text> Indexação (biblioteconomia)</text>
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                <text>A Biblioteca do Instituto Adolfo Lutz iniciou uma remodelação em seus catálogos. A remodelação e ampliação se fará no catálogo de assuntos. Não tendo a Biblioteca catálogo classificado, apesar de especializada, o assunto que representa o livro em seus fichários é regido pelos cabeçalhos de assunto (Subject Headings) do Library of Congress. Com o passar dos anos temos tido dificuldades em representar por esse meio os assuntos altamente especializados que aparecem com terminologia recentes e paraa as quais o Subject Headings do Library of Congress não está atualizado.</text>
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  <item itemId="965" public="1" featured="0">
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                    <text>VII CONGRESSO BRASIIEIRC DE BIBLIOTECONOMIA E DQCWEjTÁÇÃO, BELgM, PARA
DE 29 de JUIHO A 4 DE AGOSTC DE 1973

TEI4A; DOGUMENTAÇSO BIOMÉDICA
CDD 025.336

CABEÇALHOS DE ;vSSUDID PaíU BIBLI0TLCA3 3I0MÉDICAS 5íU3ILEI:;aS

por

Mercedes Delia Fuente

CRB-9/29Ô

Bibliotecária do Instituto Adolfo Lutz, S. Paul»
Coordenadora da Conissão de Cabeçalhos de Assuntos Médicos do Grupo de Bibliotecários Biomédicos
da Associação Paulista de Bibliotecários
fiaria Cecília Fleury da Silveira
Bibliotecária da Assembléia Legislativa do Estad»
de são Paulo, SP.
Coordenadora da Comissão de Cabeçalhos de Assuntos
Médicos do Grupo áe Bibliotecários Biomédicos da
Associação Paulista de Bibliotecários

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gentilmente por:

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1

�Ci^fíF.QÃLHpS DE ivSSUNTO

BIBLIOTECAS BlOHgPICAS BRASILEIRAS

Mercedes Delia, Fuente .GRB-8/29S
Maria Cecília Fleury da Silveira CRB-8/187 :X-,-x-x-x-

Della Fuente, M« &amp; Silveira , MoC. l^leury - Cabeçalhos de assunto para bibliote cas biomedicas bra.sileiras,
Apx-esentado ao Congresso Brasileiro de Biblicteconomia e Documentação 7^^ Belém, Pará, 1.973 o
RFSlJid; Este trabalho cuja publicação foi devidamente autorizada pelo
Dr. Martin Cvjimiíigs:., da Ifetdonal .Tibrary of Medicine, visa dar as bibliotecas biomédicas uma terminologia brasileira e, permitir a recuperação da inforimção através
de computador,,
Foi elaborado cora a colaboração de várias bibliotecas pertencentes ao Grupo, revisto e cooixienado pela. Comissão de Cabeçalhos de Assunto do Grupo de Bibliotecários Biomédicos da Associação Paulista de Bibliotecários. Está sendo pubLicado em apenso no "Noticiário GBB", 3. Paulo.
UMITEFuMOS; Cabeçalhos de assuntos médicos; Bibliotecas biomédicaa; MeSH.

1. INTRODUQãO

Até’ o presente, a maioria das bibliotecas -utilizou-se do "Subject
Headings" da Biblioteca do Congresso para seus cabeçalhos de assunto.
tecas. especializadas,

-

As biblio-

sempre se ressentiram da falta de -uma lista de cabeçalhos e,

cada biblioteca de acordo com as suas necessidades., adaptou os termos técnicos -vãsando suprir essa falha.,

Pox- esse motivo é cjie surgiu a idéia da tradução da lis

ta de cabeçalhos de assunto da National Library of Medicine e de sua utilização ms

tribliotecas biomédicas de São Paulo.

A Comissão de Cabeçalhos de Assmto designada para coordemr a tra dução do HeSH, edi.ção de 1970, não precisa dizer da necessidade e da utilidade
que tal trabal.ho representará para as bibliotecas biom.édicas de São Paulo e

do

Brasil.

Este tratalho teve início no "Curso de Extensão Universitária" minis
;.-rado em 1965/66, sob os auspícios da Universidade de São Paulo e Associação Paulista de Bibliotecários,

Posteriormente, por intermédio da Associação Paulista

■x^^B.ibliotecaria do Instituto Adolfo Lutz, São Paulo, SP.
-bx-Eibliotecária da Asserduléia Legislativa do Estado de São Paulo, SP.
■x-;:-x- Coordenadoras da Comãssão de Cabeçalhos de Assuntos Médicos do Grupo de Biblio
tecários Biomédicos da Associação Paulista de Bibliotecários

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�de Biblic&amp;ecári.os, eolicitanos a

2,
autoiização
para.
Natior^il Librar;y' cí Medicine^

traéiizir a referida lista e, cãnforme carta ea ncssos arquivos, nos foi asse gurado o direito de tradução pelo Drc Martin Curoaings,

A Coraissãop tendo en vista uaa prcx iaa implantaç&lt;ão da automação nas
bibliotecas brasileiras, ja programou o trabalho para um possível utilização des
ses temos en comp-atador»

Queremos deixar cl2.ro, que por motives de adaptaçã9 ou ortografia,
náe

nos foi possível manter em alguns casos a traduçao literal dos ter-

mos usados pelo Index Medicus.

Dividimos o trabalho em 3 partes: tabela, índice e coordenação.
1. tabela - foi di-vidida em partes e cada uma das bibliotecárias pertencentes ao
Grupo elaborou a tre.dução assessorada por especialista no assunto. 2. índice alfabético - sercá publicado no fim do trabalho.

3« coordenação - as tabelas tradu

zidas são entregues â Comissão coordenadora que se encarregará da uniformização
dos temos.

Sendo esta uma edição prelimim-r, ficam os temos sujeitos às críti
cas das biblioteaírlas que deles se utilizarem.

Esclarecemos que está sendo feita

apenas a tradução do líeSH, e tentamos também dar uniformidede â apresentação

dos

termos médicos.

Terminada a tradução, será feita 1111 revisão geral e acertada defini
tivamente a nomenclaturíi a ser adotada, assim cemo serão colocadas reraissivas para as formas menos conhecidas e os termos sinonimes.

Finalmente será elaborado o

índice. --- (1).

Agora, que o nosso trabalho alcançou num ritmo de conb9nuidade,

o

estágio de rotina, verificamos que nossa preocupação maior foi a uniformidade dos
termos comuns que apareciam traduzidos nas -várias tabelas (categcsrized lists) com
pala\rraB e grafias diversas, (ex.l)

— -

Inicialnente tivemos dificuldades na interpretação de vários temos,
quando submetidos aos especialis tas

que consaltamos, talvez por eles não aquila-

tarem o valor e a necessideode de se dar uniformidade a termos genéricos

que apa -

recem ora como subdi-vLsoes, ora como assmto principal dentro de um tópico ou ca -

* Esta introdução já foi apresentada, no primeiro fascícuH
Ihos de assuntos nédies s di-vulgada- em 1970.

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da tradução dos cabeça

�3.
lhe, (ex.2)
Ex. 1 ceco - cécun
gastrointestinal - gastroentestinal - gastrintestinal
cromossomos, cromosomos
infarto - enfarte
gl.ânciula suprarrenal - glândula supra-renal
abscesso - abcesso
abdome - abdômen
queratite - ceratite
equinococose - equinococíase
pseudoraiva - pseudo-raiva
neurosifilis - neurossifilis
Ex.2

t\jmores
tuiíior de Brenner
células de Se rtoli - tumor
neopiasias
glândula supra-renal - turaor de r^^stos da corticáL
duodeno - neoplasias
vírus
vírus jvDN
doença de Nevícastle - vírus
síndrome de Mallory-Weiss
síndrome do lobo médio
síndrome nefrótica
doença de arranhadeira de gato
doença de Reiter
doença dos carneiros de Nairobi
Ex.3 doenças ginecológicas - ginecopatias
doenças hematolégicas - hemopatias
doenças linfáticas - linfopatias
febre de Rift Valley - febre do Vale Rift
rickettsialpox - riquetsiose varioliforme
Ex,4 angina pectoris - angina do peito
stress (sem tradução)

Esta tradução e uniformização dos termos do MeSH, visa;
a.) aplicação dos cabeçalhos úos catálogos das bibliotecas biomédicas
b) unm terminologia bionédica brasileira
c) recuperação da informação através do ccmputador

2. MTERIi^ E MgTODOS
0 MeSH (Medicai Subject Headings) é publicado anualmente como
parte do fasc.l (pt,2) do Index Medicus, da National Library of Medicine,
Está dividido em §uas partes; tabela (categorized lists) e índice alfabético de
assunto.

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�Á Gonissáb de Cabeçalhos de Assunto distribuj.u as tabelas (categcri.apd liet:;} para traduçac entre as Instituições pertencentes ao Giapo Bionedi.
-iíCO de Sao Riuxor/

Cs ternos una vez traduzidos fcran submetidos pelas bibliotecas tradutoras a ura especialista para dirimir alguma dúviia, após o que foram enviadas à
Comissão de Cabeçaliios de assunto para uniformização^ confecção das fichas^, listas
e_, pcsterior publicação no "Noticiário do GBB"o

Á Comissão segue sempre o seguinte roteiro :
a) confere a tradução recebida confrontando com os termos das categorias já anteriormente traduzidas e também com o índice alfabéticoí

b) pesoui.sa a grafia dos noves termos no Vocabulário Ortográfico Brasileiro,
(2)
1945
ainda em vigor. Assim procede porque a ortografia das palavras tra—
duzi/lis nao e observada igUcaLmente por todas as bibliotecas
s

os dicionários

médicos brasileiros não registram os termos de maneira uniforme,

c) sutL.ete a um oriertader todas as duvidas surgidas em relação a termos muito
»

.
-V
r
novos^ ainda nao traxluzxdos e/ou nao inclullos em dicionários o
Algumas vezes estes termos nem constam da tradução enviada pela biblioteca
responsávei. (e:z.- 3):

d) segue as subdivisões do MeSH para orgõps e doenças

,

e) utiliza para cabeça,Hio de assunto, maiusculas coa subdivisões em minúsculas
separadas per vírgula:

iCompanlia lista dasr Insuituições e das bibliotecárias respOnsáveS;S pela tradução da sua espcci-alida.de,,

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�5.
f) alfabeta os termos traduzidos organizando dessa maneira a tabela (categèrized
lists) era português;

g) datilografa as tabelas (categorizei lists) era português e inglês e remate para publicação;
h) opta pela terminologia racional para termos usados internacionalmente para
os quais faz remissivas (ex.4.) ADN - /iRN
i) concomitantemente cora tradução das tabelas (categorized lists) a Comissão está
elaborando o índice que deverá ser publicado quando vier a lume, a ultima tabela (categorized lists) traduzida;

A parte de Drcgas (Letra O) foi revista pelo conjunto das Químicas da USP e do laboratório farn&amp;cêutico laborterápica /Bristol S.A» não adotaram
as siglas em português (RM -• DNA) assim fizeno» remissivas de VT até a edição definitiva,

0 Grupo de Bibliote cários Biomédicos de São Paulo, já entrou em
contacto com o Grupo do Rio de Janeiro, que tambân se interessou pela tadução do
MeSH,

Infelizmerte, até o momento, não houve entrosamento entre ambos os Grupos

por diferenças na sistemática dos trataIhos.

Temos conhecimento de que o Grupo do

Rio está traduzindo o índice em ordem alfabética.*

3, RESULT;DOS

Está' em estudo &amp; elaboração do índice alfabético através de computador para testar- o problema de alfabetação,. pontuação e viabilidade da recuperaçã ) da informação

Tenciona-se gravar uma fita magnética com todos' os termos traduzidos da últinm edição do MeSH,

~~~—

A apiicação dos termos traduzido» já está sendo posta era prática

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�ò
por algiimas biliLiotecas.

4c RECOI-IHNDACgO

1. Que todas as bibliotecas bicnédicas brasileiras apliquem em seus
catálogos os cabeçalhos traduzidos e comuniquem à Comissão sugestões sobre a termino log ia adotada.

2. Que verifiquem a comfHtibilidade da indexação por unitermos aplicando esta terminologia»

5» 3IBLI0GMFIA

1. Cabeçalhos de assuntos médicos; tradução do Mediial Subject Headings (MeSH)
da National LiVrrary of Medicine pelo Grupo de Bibliotecários Biomédicos
da Associação Paulista de Bibliotecários.
Publicado em apenso no "Noticiário G3B, São Paulc"^ 1 (2) 1970**

2e Aca.demia Brasileira de Letras - Pequeno Vocabulário Ortográfico da Lingm
Portuguesa.

Rio de Janeiro, Impr. Nac., 1943»

3o Medicai Subject Headings,

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342p.

Bethesda, National Library of Medicine, 1970-

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�Tabelas (cate^orized lists)•

ii. Comissão de Cabeçalhos de Assuntos Médicos distribuiu as tabelas (categorizei lists) para tradução às seguintes Instituiçõesc

Publicadas

Letra A

Ternos AnatÓmiccs

A1'-á6

Faculdade de Medicina da USP - Bibliotecária ZILDA SCjiLCO

A7

Instituto de Cardiologia da Secretaria da Saúde - Bibliotecária
num Gn VaSOONCELLOS

A8

A13

Ijçta^a _B

Facul'iade de Medicinei da USP - Bibliotecária ZIILA SCALCX)

Organismos

B 1

B6

Instituto Bioloçico da Secretaria da Agricultura Bibliotecária CECÍLIA To UCKOA GOMES

Letra C

Moléstias
Moléstias infecciosas - Faculdade de Medicina de Sorocaba -

Cl

Bibliotecária LEDa SaCCO
Neoplasias, cisto? e polipos - Depart.ainento Médico Civil do
Estado da Secretaria do Go\'erno - Bibliotecária
EUIIH BEATRIZ SaCKS
Moléstias músculo-esqueléticas - Hospital do Servidor Público

C3

Estadual - Bibliotefária FLiRLl DA GRI^ÇA LOUREIRO COSTA
Moléstia do sistema digestivo - Instituto Brasileiro de Estu-

C4

dos e Pesquisas em Gastroentc^rologia - Bibliotecária CECÍLIA
PIMEÍÍTA PINHEIPE
Pneumopatias - Hospital do Isolanenbo Emílio Ribas - Biblio-

05

tecária FLIS.iBETH C.üíNEIK) CaMPOS

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�Oo
Siste::ia ■urogenital - Instituto Adolfo Lutz - Bibliotecária

C6

IIERGEDES DSLLit FUEIíTE -e Assenbl&amp;ia Legislativa do Estado de
são Faulo, SP - Bibliotecária KARLA CECIÍBIA FLEURY DA SÍLVEIRa
Endocrinopatias “ Faculdade de Ciências Medicas de Botucatu —

C7

Bibliotecária FATIi-Ll HELENA CDLDCiU
Moléstias cardi.ovasculares - Instituto de Cardiologia do Estado
de são Paulo - Bibliotecária LILL'!! G» VííSCONGEIíIDS
Henio e linfopatias ~ Faculdade de Ciências Medicas de SantoSj

G9

S? ~ Bibliotecária NILCEI/i. Po BRALt
Moléstias do sistena. nervoso - Faculdade de Giencias Medicas de

CIO

Santos^ S? - Bibliotecária NILGZZ.A Pr, BriAGA

Ainda não publicadas
Cn

Faculdade de Ciências Médicas do Santo s^, SP - Bibliotecária
NILCEIÀ ?o BuAG,.

r

C12 C 14

Instituto Adolfo Lutz - Bibliot-v. cária EIGA DE SOUZA PaSTORE;
na ocasião (1970) no Instituto de Saúde da Secretaria da Saúde

*

CI5 G 17

Hospital Menino Jesus da Prefeitura do Estado de São Pa.ulo
Bibliotecária JULIE7A S® CAMARGC

No prelo

Letra D

Produtos químicos e drogas
Dl D 10

Faculda.de de Ciências Farmacêuticas da U3P " Bibliotecária
OLGA MENDONÇA FPuANÇA CARVAIHO e Laboratório Farmacêutico
laborterápica /Bristol S/A - Bibliotecária tíARISA SSJORELLI
TEEUCIRa PIIWO

Tradução preliminar por;
D3 D

4

Departaraerto de Farm cologia da Faculdade de Medicina da USP
BibLioU cária MARIA SILVLA PACHECO DO íAI-IAR.AL

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�9
D5

'-.'iibcratório Farôiaceutico laborterápica

/Dristol S/A - Bibliotecária

MiálTSA SIGNOKEII.I TEIXEIRA l'INTO
D7 B3

Instituto iidolfo Lutz - Bibliotecária MARIA DE POMFEIA SAMP^JO DE MELLO

Ainda não publicadas
Letra E
E L “ E5

Departamento Médico do Serviço Civil da Secretaria do Governo

Bibliotecária GUIOM/VR PINTO DA FONSECA
r

e6

Faculdade de Odontologia da USP ~ Bibliotecária MIRIA LUCINDA
SOBRAL KUCHEMBUCK

_.etra ?
Associação Medica Brasileira - Bibliotecária SONLl MilRlA

El - F3

PILEGI PARLaTORI
; .-et r a G
G1

TnotituLo Butanban da Secretaria da Saúde - Bibliotecária
CíúXmS ALEIXO NaSCIMEIUO
E.scola do Enfermagem da USP - Bibliotecária CARMEN SYLVIA

G?.

AGUxARl
Faculdade

G3

Saúde Pública da USP - Bibliotecária MARIA

THERF.ZIKHA DIAS DE aNDRaDE
Letra II

Associação Médica Brasileira - Bibliotecária 30NIA MARIA
PiTEC-GI PARLATORI

Jjetra i

x-aculdade de Saúde Pública da-USP - Bibliotecária MAIÍ.IA
TilEtEZINHA DIAS DE MDRaDE
Escola de Enfermgera da USP - Bibliotecária MARIA SYLVIA
AGUIAKI

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�10
Letra K

Faculdade de Odontologia de Araraquara, SP

Bibliotecáróa

lURIA DIDIA GONÇALVES

Letrr L

Instituto Adolfo Lutz - Bibliotecária MERCEDES DELLA FUENTE
e Assembléia Legislati\^ do Estado de São Paulo Bibliotecária MAiílA CECÍLIA FLSUÍÍY DA SILVEITíA

LETRÁ M

Faculdade de Ciências Médicas da Fundação Universitária do
ABC - Bibliotecária DI..^B A. POBLACION

Letra N

Faculdade de Ciências Médicas da Fundação Universitária
do ABC - Bibliotecária DIMAH A. POBLACION

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�</text>
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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>Este trabalho, cuja publicação foi devidamente autorizada pelo Dr. Martin Cummings, da National Library of Medicine, visa dar às bibliotecas biomédicas uma terminologia brasileira e permitir a recuperação da informação através de computador. Foi elaborado com a colaboração de várias bibliotecas pertencentes ao Grupo, revisto e coordenado pela Comissão de Cabeçalhos de Assunto do Grupo de Bibliotecários Biomédicos da Associação Paulista de Bibliotecários. Está sendo publicado em apenso no Noticiário GBB, São Paulo.</text>
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                    <text>79 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belém, Pará, 29 de julho a 4 de agosto de 1973

CDD
CDU

TEMA:

016.614
016:614:001.6

DOCUMENTAÇÃO BIOMÊDICA.

TgÇNICA DA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA PARJ'. ALUNOS DA FACULDADE
DE SAOde pObLICA da USP.

Experiência didática.

por

Maria Teresinha Dias de Andrade.
CRB-8/150
Bibliotecária-chefe da Faculdade de Saúde Publica dc^ USP.
Vice-Coordenadora do Grupo de Bibliotecários
Biomêdicos de São Paulo.
Daisy Pires Noronha.
CRB-8/ reg.prov.
Bibliotecária do Setor de Informação da
Faculdade de Saúde Pública da USP.
Professora de Bibliografia da Escola de
Biblioteconomia da Fundação Escola Sociologia
e Política de São Paulo.

DQC. BIO-MÉDICA

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�TÉCNICA DA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA PARA ALUNOS
DA FACULDADE DE SAÜDE PCBLICA DA USP.
- Experiência didática -

Maria Teresinha Dias de ANDRADE
Daisy Pires NORONHA*

ANDRADE, M.T.D.de &amp; NORONHA, D.P, - Técnica da pesquisa bibliográfica para alunos da Faculdade de Saiiãê
Pública da USP. Experiência didática.
^prasentado ao Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Do^
cumentação. 79, Belém, Pará, Í9 73j
RESUMO; Relata-se uma experiência didatica em Técnica da Pesquisa Bibliográfica em alunos da Faculdade
de Saude Publica da USP, no peréodo de 1967-1973, cuja finalidade é dar orientação quanto ao Uso mais efi^
ciente da literatura cientifica.
0 programa desenvo_l
vido inicia-se com orientação sobre o ma.nuseio das b^
bliografias no campo da saude pública e o uso da biblioteca e termina com a estrutura do artigo cientifi^
CO.
A fim de avaliar o interesse do aluno e do
professor em relaçao ao aluno, foram distribuídos
questionários.
Pelos resultados obtidos ficou evidenciado o interesse de
ambos„ o que levou a conclusão que
os cursos de Técnica da Pesquisa Bibliográfica
são
absolutamente necessários para o aprendizado.
UNITERMOS; Pesquisa bibliográfica (saúde pública);
Usuário (t rein ament o) ; Aprendizado; Didática; Bibliografias biomédicas.

1. INTRODUÇÃO
As aulas de Técnica da Pesquisa Bibliográfica iniciaramse na Faculdade de Saúde Pública da USP, em 1967, a pedido da Dis
ciplina de Epideiniologia Geral, na então Cadeira de Epidemiologia,
com a finalidade de.orientar cs aluncs dos cursos de saúde pública e de educação em saúde pública, para graduados***,quanto ao me
Ihor aproveitamento das

fontes bibliográficas e elaboração de

um

trabalho de atualização bibliográficc:.
Inicialmente, as aulas restringiram-se a orientação quan
to ao manuseio das bibliografias e quanLo-aos aspectos da organizaçao da Biblioteca e aprovèitaiTiento de seus recursos bibliogrãf^
COS .

í

*

Bibliqtécãria-chefe da Faculdade de Saúde Pública da USP.Vicecoordenadora do Grupo de Bibliotecários Biomsdicos de São Pau
Ip.
~
** Bibliotecária do Setor de Informação da Faculdade de Saúde Pú
blica da USP. Professora de Bibliografia da Escola de Biblioteconomia da Fundaçao Escola Sociologia e Política de São Pau
lo.
“
*** Cursos destinados ã formação de profissionais em saúde pública e/ou_^educação em saúde pública, já portadores de título de
graduação.

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�Dado o interesse que estas aulas despertaram nos

alunos,

o curso foi sendo ampliado, introduzindo-se orientação também

so-

bi-e as normas de referências bibliográficas e elaboração de trabalhos científicos.
Em 1970,a Técnica da Pesquisa Bibliográfica passou a

ser

oferecida aos alunos em apreço, como matéria optativa, fazendo parte da Disciplina de Epidemiologia Geral, dando direito a um credito.
Além disso, a Disciplina de Epidemiologia Geral

também

vem incluindo a Técnica da Pesquisa Bibliográfica no seu programa
para os alunos do curso de graduação
da Escola de Enfermagem da ÜSP

em

obstetrícia e enfermagem

(29 e 49 anos)

e para o curso de nu

trição (39 ano)
Além do Departcimento de Epidemiologia, o Departamento de
Nutrição vem solicitando, regularmente, a ministração deste

curso

para os alunos do 19 ano do curso de graduação de Nutricionistas.
Como a Faculdade de Saude Pública oferece também

outros

cursos, têm sido feitos convites para aulas de Técnica da Pesquisa
Bibliográfica, pelos professores responsáveis por esses cursos.
Em 1973, apés a ministração das aulas aos alunos dos cursos de saúde pública e de educação em saúde pública, para

gradua-

dos, que ocorreu nos meses de fevereiro/março, resolveu-se avaliar
o interesse e aproveitamento dos alunos.
Também foi avaliado o interesse dos professores das dife
rentes Disciplinas, em observar o aproveitamento dos alunos atra vês da apresentação de trabalhos de acordo com a orientação recebi
da em Técnica da Pesquisa Bibliográfica.
Na computação dos dados observou-se interesse de

ambos ,

como também adquiriu-se si±&gt;sídios para aperfeiçoamento do curso.

2,

CUaSOS DE TÉCNICA DA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA
MINISTRADOS REGULARMENTE

A Faculdade de Saúde Pública da ÜSP ministra cursos para
graduados, durante um ano letivo, a saber:
a)

curso de saúde pública para: médicos, dentistas,
femfêiros , engenheiros , f aarmacêuticos-bioquímicos

ene

outros profissionais;
b)

curso de educação em saúde pública para graduados;

c)

curso de administração hospitalar;

e de graduação
d)

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(duração 4 anos) ;

curso de nutrição.

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�A Técnica da Pesquisa Bibliográfica e atualmente

minis-

trada em carater regular aos alunos indicados em a, h, d. Além de£
ses, também em caráter regular estão sendo ministradas aulas

aos

alinos do curso extraordinário de Epidemiologia Médico-Entomolõgica e de graduação em Enfermagem e Obstetrícia (Escola de Enfenna gem da USP)
De 19 70

a 19 73

(abril)

a Técnica da Pesquisa Bibliogrãf^

ca foi ministrada para 891 alunos, niim total de 86 aulas e 176 horas

(Tabela 1)
Tabela 1
Aulas de Técnica da Pesquisa Bibliográfica (TPB)
ministradas aos alunos* da Faculdade de Saúde Pú
blica da üSP, de 19 70 a 19 73 (abril)

Ano

*

n9
alunos

n9
aulas

n9
horas

19 70

216

22

46

1971

185

26

54

19 72

240

21

42

17

34

86

176

1973

250

TOTAL

891

**

alunos dos cursos de Saúde Pública e de Educação em Saúde Pública, para graduados.
Nutricionistas (19 e 39 anos) Enfermagem
(49
ano) Obstetrícia (39 ano) e Epidemiologia Me
dico-Entomolõgica.

** excluído Obstetrícia (39 ano). Substituído
por Enfermagem (29 ano)
ITos cursos de saúde pública e de educação em saúde pübli
ca, para graduados, concentra a grande maioria dos alunos, conforma se observa na Tabela 2.
Tabela 2
Aulas^de TPB ministradas aos alunos dos cursos
de saúde pública e de educação em saúde pública, para graduados, de 1970 a 1973 (abril)

Ano

n9
alunos

n9
aulas

n9
horas

19 70
19 71
19 72
19 73

183
92
148
135

18
18
12
12

36
36
24
24

TOTAL

558

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Em 1973, já foram ministradas, alêm daquelas referidas
na Tabela 2, aulas para nutricionistas
e 49 anos)

(39 ano)

e enfermagem (29

num total de 115 alunos, 5 aulas/lO horas.
Os demais cursos para 1973, jâ se encontram programados

para os meses de junho, para nutricionistas

(19 ano)

e em setem -

bro, para o curso de Epidemiologia Medico-Entornológica.

3. ORGANIZAÇÃO DO CURSO DE TÉQJICA DA PESQUISA
BIBLIOGRÁFICA

Apesar de ser oferecida como matéria optativa aos

alu-

nos dos cursos de saúde pública e de educação em saúde pública,pa
ra graduados, a procura dos alunos para as aulas de Técnica

da

Pesquisa Bibliográfica, é de 90%, pois além de ser indicada pelos
seus orientadores, a Disciplina de Epidemiologia Geral exige trabalhos de atualização, dentro da normalização bibliográfica.
As aulas teóricas e práticas

têm assim como finalidade

imediata a elaboração de um trabalho de revisão bibliográfica,rea
lizado de acordo com a metodologia da pesquisa bibliográfica,cujo
tema é distribuído pela Disciplina de Epidemiologia Geral.
Distribuídos os temas para trabalhos de grupos com cerca de 7 a 10 alunos cada, a Disciplina em apreço deixa a cargo da
Técnica da Pesquisa Bibliográfica toda orientação para elaboração
dos trabalhos.
Considerando improdutivo o aprendizado para uma classe
com cerca de 140 alunos em media (Tabela 2) , as classes são divididas em grupos de 30 a 40 almos.
Para atender ã programação acima, o curso de Técnica da
Pesquisa Bibliográfica, é dividido em 3 partes:
a)

pesquisa bibliográfica propriamente dita?

b)

referências bibliográficas normalizadas;

c)

esrrutura do trabalho científico.

3.1. Pesquisa bibliográfica
Apesar do professor solicitar aos

alunos trabalhos

de

grupo, a pesquisa bibliográfica propriamente dita, é feita indivi
dualmente, sendo que cada membro do grupo faz o levantamento correspondente a um período que varia de 6 meses a 1 ano.

Para tan-

to, preparou-se um roteiro para orientação dos grupos, cuja
tribuição é feita individualmente
O programa desta la.

dis-

(Anexo I)

aula consta de uma parte introdutó

ria sobre as fontes de informação bibliográfica, para em seguida,
situar a pesquisa bibliográfica e suas fases, isto é, o que
se
pioblicou, onde localizar, como obter os docximentos.
As fontes bi

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st em

♦

�bliogrãficas são descritas, analisando e coirparancio os vários txtu
lo3 representantes do coaipo da saúda pública e familiarizando
alvmo com o seu raanuseiOo

o

Alen disse, o aluno e informado sobre a

organização da Biblioteca da Facu_dade, uso dos catálogos, etc.*
A parte prática do trabalho ê feita na Biblioteca,

com

orientação da bibliotecária de infermação.
3.2.

Bsferencias bibliccráficas

ITesta 2a.

aula, os alunos recebera informação c.e como

fazer lama referência bibliográfica da um livro, capítulo de
e de arti-s-

de pericdico.

se

livro

As noitrias ensinadas são aquelas elabora

das pelo Grupo de Bibliotecários Biomedicos**.
Alcm disso, sãc dadas noções de organização do fichârio
do pesquisador

(corr.o anotar, o que anotar) .

A parte pratica tcnr.bem é feita na Biblioteca, onde a bibliotecária procura dirimir as dúvidas
3.3.

apresentadas.

Estrutura do trabalho científico

Nesta 5a.

aula, cí".

alunos recebem orientação sobre a es-

trutura do trabci.lho científico, ca acordo com as normas internado
nais, dando ênfase ã preparação dc?

resunos e da apresentação

deis

referências bibliográficas corretas e normalizadas ■- e forma de citação no tej:to.

É evidenciada a importância de se apresentar art^

gos bem feitos , precisos e conciccs , pois sua finalidade e comxinicar idéias e informações

leitor; uís trabalho ma., apresentado a-

carreta perda de tempo do autor, Teitor c dos serviços de

indexa-

ção.
A prática ê feita através da apresentação dos trabalhos
entregues á Disciplina de Epidemiolcgia Geral.
3.4.

Avaliação dos

,A avaliação des
a)

al'^r~.os

alvuios é feita através:

de prova e.scrita cor\ perguntas objetives sobre a pesquisa bibliográrica propriaTiiante dita e a elaboração
da refevéncias .bibliográficas ;

b)

—-

do produto do lavantamantc bibliográfico realizado in
di\"idualmente pelos

c.l'mcs , cuja apresentação é feita

em fichas d-s papel, mcO^r.scritas ;
c)
*

da apresentação do trabalno científico.

Nesta aula é distribuído aos alunos o ‘‘Guia de Biblioteca".

** ASSOCIAÇÃO PAÜI.ISTA DE EIRLIOINCÃRIüS. Gro.po de Bibliotecários
Biomedicos - Refevencías b-lhlCogrei.ficais em ciészcio.s biomedi
cas.
são Paulo, Divisão de Biblioteca e nocomentação da USP,
1971.
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...*y
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�6
A nota do aluno na luateria Técnica da Pesquisa
gráfica

ê a niedia entre as 3 avaliações

referidas.

Biblio-

Enquanto que

a Disciplina de Epideiriologia Geral, para obter a média do aluno,
inclui a nota danee;m^Te^ica da Pesquisa Bibliográfica para apresentação do traballidy7 Além disso, para os médicos, essa DiscipM
na faz avaliação através da apresentação dos trabalhos , em seminâ
rios.
íiouve casos de alguns desses treíbalhos, apresentados
Disciplina d.e Epidemiologia Geral, serem indicados para
çao.

à

publica-

Um realinente cliogou a ser publicado .
A. programação supramencionada

é dada para todos os cur

sos, com exceção daquele ministrado no 19 ano de nutrição,
tem só as duas primeiras partes.

Estes alunos, quando

que

estiverem

no ültim.o ano do cvirso, terão a parte final do programa, isto
a 3a.

é,

aula.
Para compleraentação das aulas , foi elaborada iima posti-

la que é distriburda aos
tar o roteiro das

alunos.

Esta postila, além de

apresen-

aulas, traz em anexo, transcritos, vários traba

Ihos sobre o assiuito, considerados de interesse.

4. a.valiãção do interesse dos alunos
4.1.

Método],ogia

Com a finalidade de verificar o interesse e

aproveita-

mento dos alunos, a consequentemente obter subsídios para
ções no prograira de aulas para 1974 ,

inova-

foram aplicados questionários

aos alunos des curses da saude pública e de educação em saúde pública, para graduados.
Foram distribuídos

135 questionários para

os

alunos

,

quando da realização da avaliação no último dia de aula.
As perguntas prenderam-se a;

se o aluno jã tinha ou nao

tido conhecimento sobre a matéria; sua opinião sobre o curso e su
gestões.
4.2.

Resultados

A distribuição dos questionários aos diversos profissio
nais, conforme se observa na Tabela 3, teve o seguinte resultado:
dos

135

alinos , 129

(95%)

nirnica tinham tido conhecimento da maté-

ria, desccnhecendo não s5 a metodologia da pesquisa bibliográfica,
como mostrarem desconhecimento total sobre a existência de biblio
* GOUVEIA, F.P. ot al. - Diarréias epidêmeias em maternidade.
Rev. paul. Hosp.j 2^(7): 18-22 , 1970.
[Trabalho da Di^
ciplina Epideirdologia Geral, da Faculdade de Saúde Públi^
ca da U3P, 19 70j

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�7
grafias; e 6,

ja tinham tido noções ou expèriência sobre o assunto.
Tabela 3

Alunos dos cursos de saúde pública e de
educação em saúda pública,- para graduados , com ou sem conhecimento da TPB, an
tes de iniciar o curso na Faculdade
de
Saúde Pública da USP, em 1973

Alunos/
Profissionais

sem
conhecimento
da TPB

com
conhecimento
da TPB

Total

Médicos

34

35

Dentistas

17

17

Vete rin ãrics

2

4

6

Engenheiros

1

24

25

Educadores

1

27

28

Famacêuticos-Bioq.

1

3

4

15

15

5

5

129

135

En fe rmairos
Outros profissionais
TOTAL

Quanto ãs opiniões sobre o curso,

76

alunos

(56%J

consi-

deraram o curso muito bem (Tabela 4)

Tabela 4
Opinião sobra o curso de TPB de alunos dos
cursos de saúde pública e de educação
em
saúde pública, para graduados, em 1973.

Opiniões sobre o
curso de TPB

n9
alianos

otimo

12-

9

muito bom

76

56

bom

37

27
3

regular
mau
sem opinar
TOTAL

135

100

Dentre as sugestões apresentadas, aquelas consideradas
mais objetivas

cm

2

3

4

5

foram:

6

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�8
- aumanto de n9 de horas/aula
- emprego de recursos audio-visuais
- mais exercícios práticos
A maior parte deles manifestou-se favorável a essa orien
tação, sugerindo que o curso de Técnica da Pesquisa

Bibliográfica

seja ministrado nos cursos de graduação em geral, em outras Faculdades, pois esses conhecimentos dão nova dimensão ao ensino.

5,

AVALIAÇÃO DO INTERESSE DO CORPO DOCENTE DA FACULDADE

5.1,

Metodologia

Cora a finalidade de conhecer o interesse do corpo docente desta Faculdade, na observância do aproveitamento dos alunos na
matéria Técnica da Pesquisa Bibliográfica, bem como saber

o

pretendem do curso, foi elaborado questionário cujo modelo

que

encon-

tra-se em anexo II.
Inicialmente foi feito levantamento do corpo docente

da

Faculdade, tendo sido selecionados 75 docentes.
Dos 75 questionários distribuídos, 61 foram
isto é,

devolvivos,

81%.
As perguntas do questionário versaram, em resumo, sobre:

que tipo de trabalho é solicitado ao aluno; em que aspectos
observadas as orientações dadas através da

Técnica

da

são

Pesquisa

Bibliográfica e quais as principais fontes bibliográficas

indica-

das .
Nos tipos de trabalhos relacionados no questionário, foram acrescentados vários outros para os quais não se deu

orienta-

ção em Técnica da Pesquisa Bibliográfica, com a finalidade de

se

saber o que é solicitado aos alunos, pelos professores.
5.2.

Resultados

Na análise dos resultados, verificou-se que

o

tipo

trabalho mais solicitado foi o referente a artigos de revisão
uma porcentagem de 70%.

Em seguida, os

cos, 59% e trabalhos monográficos, 57%

de
com

levantamentos bibliográfi(Tabela 5)

Interessante observar na Tabela 5 as solicitações de resumos informativos e analíticos, cuja orientação-

não faz parte do

programa de Técnica da Pesquisa Bibliográfica.
Do

total dos diversos tipos de trabalhos solicitados

observa-se que 75% dos professores exigem apresentação de
com as normas, contra 25% que não o exigem (Tabela 6)

2

3

4

5

6

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st em

♦

acordo

,

�9
Tabela 5
Tipos de trabalhos solicitados aos alunos pelo
corpo docente da Faculdade
de Saúde
Pública
da USP.

Tipos de troballaos

Respostas
positivas

Artigos de atualização

43

70

Trabalhes inonogrãficos

34

57

Re s UTP.os i n fo rnat i vo r

23

37

Resumos analíticos

19

31

Levantamentos bibliográficos
em fichas
em listas

35
29
12

59
47
19

1

1

12

19

Nenhum dos indicados
Outros

Tabela 6
Porreentagam da aplicação das normas exigidas
pelo corpo docente da Faculdade de Saúde Pública da USP

- .&lt;
Reooostaa

Aplicação das normas na apresentação
de trabalhos

Sim

46

75

Não

15

25
100

TOTAL

Qua'ito aos diversos aspectos _da normalização exigidos
pelos professores para trabalhes moncgrãficos e artigos de atualização, encontram-se nas Tabelas 7 ,e 8, respectivamente.
Quanto ã pergunta se deve ou não ser dada

orientação

sobre a técnica da se fazer resumos, a resposta foi 100% positiva.
Quanto ãs fontes bibliográficas indicadas,

verificou-

se que somente 4 titules não existem no acervo da Biblioteca.

2

3

4

5

6

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�xG
TôJdcIíi 7
Aspector:; da nonüalik:açáo bibliográfica exigidca pelos profeoaciccs para trabalhos mono
gráfiCOS.

Respostas
positivas

Traba]-hc3 monogrãflcos

8

13

16

26

P.esurr.o do trabalhe

27

44

Referências bibliográficas
normalizadas

39

64

Folha de rosto padrcnloada
Apreserrtaoão de iriJicc
r.iarro/

(su

7, CiO0 J.
*1 cl
-- U
O
Aspectos da nojixíialização bibliográfica exigider p,alcs professores para artigos de revisão.

Respostas
r : ' itivas

Artigos de revisão
Estrutura_, do texto co:'&gt;.ver
cicnal“

33

54

Re s'ar o om portugnes

31

50

Resircio eo;

12

19

Referências hibliogrãfic&lt;:
n o rma 1 i z ad ar-

40

65

Citaçees ao texto

25

46

Introdução, desenvcílvimento do tema e conclusões

co^EN::ARIOs
Consic’crou-so as aulas de Técnica da Pesquisa Bibliográfica fundarrientais para o aorendizado.

A. experiência realizada

Faculdade de Saudo Publica mestra qua cs

alunos dessa Escola

mais poderão se prescindir dessa orientação.

não

O entrosam.ento havi-

do entre os departPTsnt-cs , c pxlncipalrtente com o Departamento
Epidemiologi a,

na

de

e muito importante para o c’arso de Técnica da Pesqrã

sa Bibliográfica, pois

5:az co:.n que o aluno tenha uma aplicação ime

diata da técnica rer:ebiua atra".'-5s o.a apresentação do trabalho

de

revisão biblioaráí;-.ca.

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Por outro lado, os alunos tiiri. acèitado plenamente essas
orientações, dando inclusive outro valor às atividades da Bibliote
ca.

Realmsnte,- tem sido observada ur^a utilização muito maior

dos

recursos bibliográficos, resultando num. perfeito entrosamento

en-

tre;
Professores 7—^

Biblioteca ^

^ Alunos

Em virtude da Faculdade de Saúde Pública atrair

várias

categorias de profissionais , tomou-se nossivel a aquisição de experiência singular.

Con efeito, tomou-so nxtido que o desconhec^

mento da matéria em 95% desses

alunos deveu-se à escassez do

cur-

sos dessa natureza.
Apesar de já haver várias iniciativas no gênero, em nosso meio, como por

exemplo, no Estado de São Paulo, os cursos

mi-

nistrados pela Faculdade de Odontologia da USP, Faculdade de Farm.â
cia e Odontologia de Araraquara, Faculdade de f''edicina da Fundação
ABC, Faculdade de Farmácia e Bioquímica da USP, Faculdade de ífedic^
na Veterinária e algumas outras,

ainda ê muito pouco, considerando

o grande número de faculdades existentes,

Uas, acredita-se

que

proximam.ente, todas as Faculdades terã.o esse curso dentro da

seus

currículos, conformo é plano dos Grupos de Bibliotecários Biomãdi-*
COS do Brasil, que estão programando documento sobre o assionto, pa
ra propor ao ÍSC a inclusão da mataria como disciplina curricular,
Para 1974, será lícito programar um curso nesta Faculdade com maior número de horas/aulas, para atender às sugestões
alxnos.

0 emprego de recursos

dos

audio-visuais já foi iniciado

este

ano, no 29 curso ministrado em abril para alunos do 39 ano da

Nu-

trição e 29 e 49 cmos de Enfermagem.,
Os resultados sobre c tipc da trabalho solicitado

pelos

professores permitiraen conhecer as nevas orientações a serem desen
volvidas, isto Cf continuar com a orientação sobre artigos da rev^
sao, dar maior ênfase à apresentação de monografias e introduzir a
técnica de resumir,

_ _

A_ porcentagem, de professores que exigem a aplicação

das

nermias e bastante relevante, o qu3_parmvite um m.aior incentivo para
empreender trabalhos cada vez m.elhoras ,
Foi importante observar que as

.
fontes bibliográficas,que

constituem o acervo da Biblioteca da Faculdade, são todas utilizadas,

Foram sugeridos apenas 4 títulos não existentes em seu acerr

vo (Sociological Abstracts , Education Abstracts,Chemical Abstracts*
e Biclogical Abstracts

)

mas que poderão ser- encontrados em.

*
A coleção da Biblioteca vai ate 1965,
** A. coleção ca Biblioteca vai ate 1970,

ou-

�12
tras Bibliotecas localizadas em áreas vizinhas,
íssimi, ressaltaram-se a organização e acervo da Bibliote
ca, os quais estão correspondendo ãs

reais necessidades dos alianos,

Sabe^-se que o perfeito conhecimento da técnica da pesqu_i
sa bibliográfica somente será alcançado pelo usuário através

da

prática e da assistência do bibliotecários,

CgjCLUSÕSS
Face a estas observações iniciais, e licito concluir?
1,

a dinãm±ca

do aprendizado e alcançada através do co-

nhecimento e aplicação da metodologia da pesquisa bibliográfica,
2,

os recursos das Bibliotecas s5 serã.o inteiramente uti
lizados através do treinamento do usuário?

3,

a avaliação dos

recursos da Biblioteca podará ser fe^

ta através da utilização supramencionada?
4,

o entrosamento entre o corpo docente - biblioteca corpo discente é estreitado através da ministração de
cursos de Técnica da Pesquisa Bibliográfica?

5,

o bibliotecário alcança outro status e respeito , como
profissional, através da ministração da

Técnica

da

Pesquisa Bibliográfica,

PECOf-EimAÇÕES
Recomenda-se?
- que os bibliotecários devem aceitar incumbências didáticas na ministração da Técnica da Pesquisa Bibliográfica,

quando

solicitadas ?
- que os Grupos de Bibliotecários Biom.édicos

levem avan-

te seu propósito junto ao ÍÍEC, para introduzir nos currículos esco
lares a Técnica da Pesquisa Bibliográfica, como matéria obrigatória?
que os bibliotecários devem procurar motivar o

corpo

docente de suas Faculdades, a fim do introduzir a Técnica da

Pes-

quisa Bibliográfica aos alunos e se responsabilizar por ela,enquan
to o lEC não oficializar estes cursos;
- que os Grupos de Bibliotecários Biom.édicos

ofereçam

troinajnonto a bibliotecários que se iniciam nossa, atividade, possi
bilitandc seu - credenciamento como docente.

�13

EIBLIOGPAFIA C01^’SULTADA

1. AIIDRADE, ^Í.ToD.da 6 WCRONHí ; D.P, - Técnica da pesquisa bibliográfica.
3a, ed,
São Paulo, Faculdade de Saúde Pública da USP, Biblioteca, 1972.
2.

CARDOíí, R.L. ” Lao actitudes de los investigadores frente al
problema de la áoouic.enteiciôm exoeriencias y sugestiones.
Ins C0NGISS30 TSGIONM. SOB PE DOCUrSNTAÇÃO ^ 29, Rio de Ja
neirOf 1969,
Anais.
Pào de Janeiro, IBBD, 1970. p„19-25

3.

FERRAZ, T.A.. " Tesquisa bibliográfica em ciências biomédicas
são Paulo, Faculdade de Odantologia da ÜSP, 1971.

4.

FOSKSTT, D.J. - Serviço de informação em bibliotecas i
trad.
de A.A.Briquet de Lenos.
São Paulo, Ed. Polígono, 1969.

5.

GCSíÇxALVES, M.D-de O. - Pesquisa bibliográfica e técnica
da
documentação: roteiro de cilas teóricas.
Araraquara, Fa
culdade de Farmácia e Odontologia, 1972.

6. POURCHET CAMPOS, lí.A. ~ A docência e
fica.
são Paulo, 1962.

a investigação cientÓ-

7.

REY, L. - Como redigir trábalnos
Edgard Blucher/Ed. USP, 1972.

cientvficos.

8.

SALOMCM, D.V. ~ Como fazer uma monografia.
Instituto de Psicologia da UCIíG, 19 71.

São Paulo ,Ed,

Balo Horizonte,

9. SILVA, A.M.da - Curso scbre pesquisa bibliográfica.
Fac.Odont.Univ.Fed.Pernambucoy
85-118, 1967.

An.

10. SILVA, A.n.da - Importância da biblioteca no ensino
superior,
A.n . Fac. Odont. Univ. Fe d.Pe mambuco ^
119-30 ,1967.
11. SILVA, A.M.da - Organização da bibliografias e citação bibliográfica.
An.Fac.Ódont.Univ.Fed.Pernambucos 4i 49-83,
1967.
12. SIQUEIPA, L.M. - Pes quis a bibliográfica em tecnologia.
São
José dos Campos , Instituto Tecnológico da .Aeronâutica.B^
bliotaca Central, 1970.
13. TTESLEY, I. a POPOVIC, 0. - Courses on the use of scientific
literature for the m.edical staff.
Ins IMTERUATIOMAL CON
GRESS
I-EDICAL LI3R/APIAi'3SKIP , 3rd, Timsterdam, 1969 Proceedings .
Amsterdam, Excerpta Medica Fcmdation ,19 70 .
p. 340-2.

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�f
ANEXO

I

PESQUISA BIBLIOGRÁFICA E ELABORAÇÃO DE UM ARTIGO DE REVISÃO

TRABALHO DA DISCIPLINA EPIDEMIOLOGIA GERAL I
EM CONJLlíTO COM A MATÉRIA TÉCNICA DA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA.

ROTEIRO
Grupo:
Alunos:

Curso de saude publica para:
1,
2.
3.
4.
5.
6.
7.

Tema:
Período:
Ia. etapa
Cada aluno pesquisara o assunto, referente ao período de un ano/un semestre,
em cada uma das seguintes obras:
INDEX MEDICUS ou CURRENT BIDLIOGRAPHY of EPIDEMIOLOGY
ABSTRACTS on HYGIENE ou TROPICAL DISEASES BULLETIN
BIBLIOGRAFIA BRASILEIRA DE MEDICINA
Ex.

aluno

período
1972
1971
1970

ou
ou
ou

29 semestre de 1972
19 semestre de 1972
29 semestre de 1971

etc.
2a. etapa
Localizaçao e obtenção das publicações.
Leitura e seleção dos artigos de interesse para o trabalho (fichamento)
Redaçao do trabalho.

Data de entrega:

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

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15

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18

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�ANEXO II
QUESTIONÁRIO AOS PROFESSORES
Finalidade; Avaliaçao de interesse e subsidiòs para plante
jamento do curso de Técnica da Pesquisa
Bibliográfica, para 1974.
1, Que tipos de trabalhos sao solicitados aos alunos na Matéria de
Artigos de atualizaçao
Trabalhos monograficos
Resumos informativos
Resumos analíticos
Levantamentos bibliográficos
em fichas
em listas
Nenhum dos indicados
Outros
2. f. exigida a apresentação dos trabalhos de acordo com a normalizaçao da documen^
taçao?
Sim
Nao
3. No caso afirmativo, exige-se para trabalhos mcnograficos? Em que aspectos?
Folha de rosto padronizada
Apresentação de índice (ou sumario) no inicio do trabalho
Resumo do trabalho
Referencias bibliográficas normalizadas
4. Ainda no caso de resposta afirmativa ã pergunta 2, exige-se para artigos? Em
que aspectos?
Estrutura do texto convencional, isto é, introdução, desenvolvimento do
tema e conclusões
Resumo em português
Resumo em inglês
Referências bibliográficas normalizadas
Citações no texto
5. E quanto a resumos? Acha conveniente instruir o aluno quanto a sua elaborqçao?
Sim

Nao

0, No caso de serem solicitadas tarefas de levantamentos bibliográficos, quaig as
fontes bibliográficas indicadas?
Cumulated Index Medicus
Current Bibliography of Epidemiology
,
Abstracts on Hygiene
Excerpta Medica
Dental Abstracts
Tropical Diseases Bulletin
Veterinary Bulletin
b
Zoological Record. Insecta
Index to Dental Llterature
”
Industrial Hygiene Digest
Nutrition Abstracts Review
Oral Research Abstracts
Review Applied Entomology
Bibliografia Brasileira de Medicina
Bibliografia Brasileira de Odontologia
Outras
7. Pelo seu contato com os alunos, acha que as aulas de Técnica da Pesquisa Bibliográfica estão satisfazendo seus interesses? Gostaria de fazer alguma sugestão quanto a um melhor aprendizado?
8. Observações:
Assinatura!
Data;

2

3

4

5

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gentilmente por:

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19

�ANEXO III
FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DA UNIVERSIDADE DE SÀO PAULO
DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA GERAL I e TÉCNICA DA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Tema;
Grupo;

1. CONTEÚDO DO TRABALHO (Epidemiologla Geral I)
a) Trabalho apresentado dentro dos limites do tema?
SIM
NÃO
b) Conclusões bem definidas?
SIM
NÃO
Comentários;

Nota;

Assinatura do Professor;

2. APRESENTAÇÃO DO TRABALHO (Técnica da Pesquisa Bibliográfica)
\

a) Trabalho apresentado dentro da estrutura de um trabalho cientifico?
SIM
NÃO
b) Referências bibliográficas de acordo com as normas?
SIM
NÃO
c) Todas as citações no texto constam das referências bibliográficas?
SIM
NÃO
Comentários;

Nota:

Assinatura do Professor;

(Esta folha de avaliaçao e entregue aos coordenadores dos grupos)
6

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

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17

18

19

�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <name>Publisher</name>
              <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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                  <text>FEBAB</text>
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              <name>Date</name>
              <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                  <text>1973</text>
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              <name>Language</name>
              <description>A language of the resource</description>
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                  <text>Português</text>
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              <name>Coverage</name>
              <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                  <text>Belém/PA</text>
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    </collection>
    <itemType itemTypeId="8">
      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
    </itemType>
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      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
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              <elementText elementTextId="12943">
                <text>Técnica da pesquisa bibliográfica para alunos da faculdade de saúde pública da USP (experiência didática)</text>
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            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <elementText elementTextId="12944">
                <text>Andrade, Maria Teresinha Dias de </text>
              </elementText>
              <elementText elementTextId="12945">
                <text> Noronha, Daisy Pires</text>
              </elementText>
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            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <text>Belém/PA</text>
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            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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                <text>Febab</text>
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            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                <text>1973</text>
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            <description>The nature or genre of the resource</description>
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                <text>Evento</text>
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                <text>Pesquisa Bibliográfica </text>
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              <elementText elementTextId="12952">
                <text> Biblioteca Universitária</text>
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            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
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              <elementText elementTextId="12953">
                <text>Relata-se uma experiência didática em Técnica da Pesquisa Bibliográfica em alunos da Faculdade de Saúde Pública da USP, no período de 1967-1973, cuja finalidade é dar orientação quanto ao Uso mais eficiente da literatura cientifica. O programa desenvolvido inicia-se com orientação sobre o manuseio das bibliografias no campo da saúde pública e o uso da biblioteca e termina com a estrutura do artigo científico. A fim de avaliar o interesse do aluno e do professor em relação ao aluno, foram distribuídos questionários. Pelos resultados obtidos ficou evidenciado o interesse de ambos„ o que levou a conclusão que os cursos de Técnica da Pesquisa Bibliográfica são absolutamente necessários para o aprendizado.</text>
              </elementText>
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            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
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                <text>pt</text>
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  </item>
  <item itemId="963" public="1" featured="0">
    <fileContainer>
      <file fileId="452">
        <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/16/963/Febab_Documentacao_Biomedica_Tema_II_Com01.pdf</src>
        <authentication>847af8e6960b754dbbfde054f7b4fff8</authentication>
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            <name>PDF Text</name>
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                <name>Text</name>
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                  <elementText elementTextId="12942">
                    <text>*

-í
■lá
VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E
DE

DOCUMENTAÇÃO, BELÍM, PARÂ

29 DE JULHO A 4 DE AGOSTO DE

1973

/
‘■i

CDD

375.06

TEMA;

DOCUMENTAÇÃO BIOMÍDICA

SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AOS ESPECIALISTAS:
no currículo das Escolas

pesquisa bibliográfica

da Ciência da Saude

por

Dinah A.

Aguiar Poblaciõn

B ib li ote cãri a-Che f e
Presidente
medi ca

CRB-8/

da Faculdade de Medicina da FUA-BC

da Comissão Brasileira de Documentação BÍ£

Coordenadora do Grupo de Bibliotecários Bioraedicos
Associação Paulista de Bibliotecários, Sao Paulo

da

BIO-MEdica

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

17

18

1

�SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AOS ESPECIALISTAS:, pesquisa bibliográfica
•no currículo das Escolas

das

Ciências

da Saúde.

Dinah Aguiar Poblacion

*

POBLACIÕN,D.A. - Serviço de informação aos especialistas:
pesquisa bibliográfica no currículo das Escolas
das Ciências da Saúde. Belém, 1973. (Apresentado
ao 7. Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
e
Documentação, Belém, 1973).
RESUMO:Ob j etivan d o a biblioteca como organismo res
ponsável pela disseminação de informação
e
funcionando
como Departamento de Ensino e Pesquisa, ressaltamos a Co^
municaçao, como um processo básico no *'SDI". Considerando o alto nível da formaçao profissional
especializada
do bibliotecário bioraédico e as condições apropriadas pa
ra dinamizar o '*Serviço de Informação aos Especialistas^,
enfatizamos a necessidade de ser elaborado im.e di at amen te
o documento a ser encaminhado ao MEC propondo a inclusão
da disciplina de Pesquisa Bibliográfica nas escolas
das
ciências da saúde e a discussão dos programas
que estão
sendo desenvolvidos nos
cursos ministrados na Faculdade
de Medicina da FUABC.
UNITERMOS: Bibliotecas bioraédicas (Departamento de
Ensino e Pesquisa; Pesquisa bibliográfica (Biomedicina):
Pesquisa bibliográfica (Programas);
Serviço de Informação aos Especialistas.

1.

INTRODUÇÃO

A importância da existência de uma biblioteca (14)
instituição de ensino e "A importância da Docum.ent açao
Investigação Cientifica"

(5), não exige

numa

para

a

agudeza de espirito pa-

ra ser reconhecida como imprescindível por qualouer observador,
mesmo que nao seja um estudioso, pesquisador ou autoridade

adm^

nistrativa governamental ou nao. No_entanto uma biblioteca din^
mica,

atuante ma comunidade, enfatizando a "informação, documen^

taçao e

com.uni caçao"

(16) ,objetivando a in f o rmát i c a ( 7)

peraçao imediata da informação, é uma colocaçao
foi incorporada

aos hábitos

tanto estranha para os

que

e

a recii

ainda nao

da elite intelectual e parece

um

administradores.

* Bibliotecária-chefe da Faculdade de Medicina da FUABC. Presidente da Comissão Brasileira de Documentação Biom.edica. Coordenadora do Grupo de Bibliotecários Biomédicos da A.P.B.- São
Paulo. Bibliotecária da Escola Paulista de Medicina.

�-2Com satisfação constatamos
mais

concretas para instalaçao das bibliotecas

através

da Portaria n9 24 de

ral de Educação
de

que o MEC já tem tomado medidas

11 de maio de

determina as

1972,

os

formulários

taria, encontramos

e,

o Conselho Fede-

exigências para atender os pedidos

autorizaçao para funcionamento de escolas

res. Entre

universitárias

ou

cursos

a serem preenchidos ,de

superio-

acordo com a por

o de Biblioteca em cujo item 10.8 faz menção ã

Pesquisa Bibliográfica.
Novas

aberturas

estão sendo colocadas

pelas

autoridades,

que se tem mostrado interessadas no campo da informática,e passos
avançados estão surgindo para a centralizaçao dos processos
COS

(3,7).

Portanto,

tar os verdadeiros
ÇAO de

tecni

caminhamos para atingir o nosso alvo -implân^

centros

de documentação,considerando DOCUMENTA

acordo com a definição da FID (17).
Alem das

funções

primordiais

de

re uni r , armaz enar , organi zar

e distribuir documentos,

o Prof.

duzir e selecionar (17).

Os bibliotecários

primordiais

dos

centros

Pietsch

de documentação e

desenvolvimento intelectual,

acrescenta produzir, repro^
conscientes

das

funções

atuando em alto nível de

fazem funcicnar as bibliotecas

unive£

sitárias, e especificamente na nossa área de biomedicina,também c£
mo Departamento de Ensino e Pesquisa,
cente como o discente,

o clinico e

objetivando tanto o corpo do^

o de pesquisa.

No presente estágio da era tecnológica, nao podemos
nhecer os princípios
que "defende

a tese

filosoficos
de que

tao importante ou mais

desco-

do sociólogo canadense McLuhan

o meio de divulgação das

importante que

as próprias

comunicações é

comunicações, de

modo que ha diferenças essenciais entre uma civilização oral,
civilização de

livro, uma civilização de

civilização do livro, dos

últimos

500

do a humanidade numa era audiovisual".
"0 estágio das

rádio e

dias

iniciado na primei^

como Aldeia Global

estridentemente e projeta-se para o

em plena aceleração. Nessa Aldeia Global,

a informação e

cação se

(9)

acham no apogeu da intensidade."

constatamos que

cm

televisão, etc. A

(8).

comunicações eletrônicas

Colocando o problema era termos

2

3

4

5

6

,

futuro
a Comuni-

de "Comunicação biomedica",

a comunicação e um processo que

Digitalizado
gentilmente por:

uma

anos, estaria no fim, entran_

ra década do século XX, designado por McLuhan
chega aos nossos

,

tem uma conotação

14

15

16

17

18

19

�-3-

peculiar para os bibliotecarios bionédicos, que estão conscient^
zados

das

suas

responsabilidades

formações que lhes

chegam ás

e do valor inestimável'

maos

diariamente.

das

in-

"Comunicação é a

metáfora basica na interpretação humana da experiência e

qual-

quer coisa pode ser dada como comunicativa se uma pessoa assim o
considerar"

(ó). 'Mas na realidade

reconhecem que

os bibliotecários biomedicos

a eficiência do trabalho intelectual está na

ra-

zao proporcionai do doninio da Documentação "Memória central
Humanidade"

(16)

e que.

a apiicaçao adequada dos

caçao para difundir a informação, vai

canais

de

da

comun^

influenciar no comportamen^

to do receptor.
2.

Eis porque
tidas nos

PAPEL DO BIBLIOTECÁRIO

os bibliotecários,

documentes bioicêdicos,

mo emissor com mensagens
receptores que são os
profissionais
de

o seu Departamento,

sao e de

acordo com os

têm

das

informações

a centenas

das bibliotecas

ou milhares

cabe-lhe selecionar os
de interesse"

canais
(11)

de

transmis_

influenciar

doo

naçao Seletiva da Informação.

bibliotecas

que queiram

e dinâmicos

e nao

ser

como organismos

depositárias

de material bibliográfico,de vem obrigatoriamente

da e que

dominem as

o

do "SDI" Dissem^

consideradas

contar com bibliotecários

vivos

recursos

que inv^

comportamento comunicativo através
As

de

e,por extensão,os

De posse da massa documentária

"perfis

co^

um papel preponderante co-

inteligíveis

usuários

da saude.

de posse

meramente

com formação profissional especializa-

técnicas

documentárias

visando dar um alto

nível ao serviço de informação aos especialistas.
Focalizando mais especificamente uma biblioteca
de instituição de ensino,
ficiente

coletar,

amplia-se mais

armazenar e

o seu campo e nao e suinformações, mas

tam-

bém atuar como Departamento de. Ensino e Pesquisa. Nao basta

ter

o "perfil do usuário" e
mação"
tos

recuperar -as

fazer a "disseminação seletiva da infor-

ao corpo docente e

aos pesquisadores , que s ao os~~ elemen-

altamente qualificados,

capa.zes

de

limitar os

seus

pesquisa e que desejam estar em dia com os progressos
pe ci ali d ade s . È" necessário dar ênfase
te.s

cm

1

biomêdica

- futuros pesquisadores

Digitalizado
gentilmente por:

e

campos

de

de suas es^

ao atendimento dos

inicia^

agir junto ao corpo discente e

�-4-

e

clxníco. Nesta fase

nhecem os
mente
os

recursos

de

formação, ncrmalmente

alunos

Quando excepcionalmente

sabem que

apresentam de uma forma global a matéria básica da es-

pecialidade que

aborda, e que

los

regulares,

atualizam os

dos

resultados

das

os pe ri Sdi cos ,pub li cados
conhecimentos

pesquisas

através

realizadas em todos

gráficos e os

recursos

audiovisuais

que

a interv^

da divulgação
os

centros

entíficos nacionais e internacionais, desconhecem os
mentos

desco-

de uma biblioteca universitária e especifica-

a documentação medica.

livros

os

demais

cidoc^

fazem parte do

a-

cervo das bibliotecas biomédicas.
Enfatizamos
pesquisadores,
de

a necessidade de serem preparados

futuros

o primeiro ano dos

sistematicamente

verdadeiros
De que

cursos

das

os

profissionais

escolas

futuros

da saude,

des^

da s aude ,ens inando-lhes
dos

documentos primários

e

documentos

didáticos
que

lhes

ã disposição nas bibliotecas biomédicas, que

são

laboratórios

forma?

e

a utilização eficiente

e espe ci ali z ados , os
são colocados

docentes

os

secundários

de estudo e pesquisa.

Quem os

ensinara?

Individualmente?

Somente

os bibliotecários ,mestres

em coletar,selecionar,

reunir,catalogar,classificar,armazenar,analisar,recuperar e disseminar as

informações

que se encontram

publicações e documentos,

gráficos

dispersas nas

inúmeras

cu nao, é que sao capazes

transmitir com autoridade essa orientação, que será

de

básica para

sua formaçao intelectual e profissional.
0 bibliotecário, que
çao profissional mais

além dc curso básico tem uma forma-

avançada, é o elemento bem informado, pois

está diariamente em contato direto cora cs
dos uas esferas
conhecer as
Ele

técnicas

seu alcance, mas

os

também os

(Abstracts),

os Progressos

Adquire

prints

das

3

4

referência:

Correntes

os" índices

com

5

6

através

eles

des

os

e

se^

(Re^

os"índices

publicações

14

ao

Resumos

Revisões

"announces" e

*■

fontes

faz disseminação

fazem revis.ão da literatura de

Digitalizado
gentilmente por:

as

o "Current Contents"

(IPB)" e

edições

(Index) ,

(Advances_ e Progress)

Tem noticia imediata das novas
últimas

de

da informática.

ins trument os_de pesquisa,as

regularmente

dos periódicos que

2

de

recursos

além

documentos primários que são colocados

obras

informação.

cm

da comunicação e os

cundárias,as

de Periódicos

registra-

das especialidades em âmbito universal,

conhece não só

views) .

progressos

e

das

da
pre-

seções

cada especiali

15

16

17

18

19

�-5d ade. E xamin a cada publicação recebida e
bliotecario,além de ser o "senhor dos

analisa seus

índices.

orientar

a

pesquisa bibliográfica, esta familiarizado com os planejamentos

de

pesquisa,
sadores,

documentos",sabe

0 bi^

tem contato com o corpo docente,
conhece

os meios

de

o discente e os pesqui-

controle da literatura e

os

recursos

de pesquisa.

Faz emprestimo-entre-bibli otecas,co1ocando á disposi-

ção dos

usuários

seus

e internacionais,

os

recursos

de

outras

facilitando a recuperação da informação

por meios manuais mas

também por processos

os

de

documentos

instituições nacionais

através

catálogos

nao

eletrônicos.

coletivos,

Localiza

obtém originais, mi-

crofilmes, microfichas ,transparências,fiImes , diapositivos,
fotográficas e

fotostáticas. Está em dia

documentação, utiliza-se
luçao dos processos

das

técnicas

técnicos,

com a

de

so

copias

normalização

resumos,

da

acompanha a rev^

tem contáto com tradutores, enfim

um "expert" em sua especialização.

é

(15)

3.TREINAMENTO DO USUÁRIO

Diante
processo de
programas

dessa bagagem de

elaborados para

currículos

serem desenvolvidos

das

escolas

das

ciências

ção profissional e didática adequada.
papel educacional da Biblioteca,
de docente,

em cursos

com carga horária própria,

vem ser ministrados por bibliotecários

o "status"

que

comunicação nao pode ser individual e sim através

de pesquisas bibliográficas,
dos

conhecimentos, é evidente

Uma vez que se

aos bibliotecários

de

regulares
constando

da saude. Esses
especializados,

o

cursos
com

de-

forma-

considere

o

deve ser dado

devendo corresponder ao bibliotecário-chefe

o nível de professor assistente e

aos

demais bibliotecários

o

de

auxiliar de ensino (10).
Essa abordagem já vem sendo dada desde
blioteconomia e Documentação,
durante
mos

o

tifica".
nos

(2).

"0 pesquisador e
e

voltamos

bliotecários Biomédicos,
esse

objetivo,

Biomédicos, quando propuse

o estudioso face

a insistir

currículos, das escolas

Visando

realizado em Belo Horizonte em 1971,

o I Encontro de Bibliotecários
tema:

o 69 Congresso de Bi-

da saúde

ã

informação cien

na inclusão da
durante

disciplina

o II Encont_^ de

realizado em Sao Paulo, em 1972
os bibliotecários

Digitalizado
gentilmente por:

I Sc a n
st e m
I Gerenciamento

♦

Bi-

(12).

de Sao Paulo, Minas

14

15

16

17

Ge-

18

19

�-6-

rais ,Pe rnamb uco ,B ahi a ,P ar an ã , vêm trabalhando ininterruptamente
para consolidarem os
convite de
sistente

cursos que

alguns professores

jã vinham sendo

ou Departamentos.

ati tude , vãrios bibliotecários

so fosse incluido nas
ria optativa (13),

suas

Apos

essa per-

instituições

como curricular ou matã

sendo que no Estado de São Paulo,

gia de Araraquara, de

Faculdades

Odontologia de São Jose

de Medicina do ABC e

dos

se

Campos, na
Faculd^

des

de Saúde Pública da USP

USP

(4), Faculdade de Farmãcia e Bioquímica da USP, Faculdade

de Medicina Veterinãria da USP,
ru e nos
das

demais estados

Faculdade de

jã

de Odontolo-

como matéria optativa nas

(1),

a

jã conseguiram que o Cujr

destacam como disciplina curricular nas

culdade

ministrados

Faculdade

de

Odontologia da

Odontologia de Ba^

da Federação estão registrados no Guia

Instituições Biomédicas Brasileiras.

4.

PROGRAMAS

Para oritentação das bibliotecas
crevemos para discussão,

os programas

que vão iniciar, trans_

que estão sendo desenvol-

vidos na Faculdade

de Medicina da FUABC desde

rizonte,

a aprovaçao da nossa proposição da

logo apÕs

çao de um documento para ser enviado ao MEC,

1971.

Em Belo Hoelabora-

ficou determinado

que Sao Paulo preparia um programa dc Curso para ser discutido
pelos

vãrios estados, baseado nas

colegas

deveriam enviar.

contribuições que

0 Grupo de Bibliotecãrios

os

vãrios

Biomédicos

de Sao Paulo nomeou uma comissão que elaborou os Programas,

os

quais

do

MEC)

foram enviados pelo RETEMEC
aos

Coordenadores

de

todos

(Rede de Telecomunicações

os Estados

tendo sido aprovados

por unanimidade, em 1972.
A Faculdade de Medicina do ABC colocou imediatamente em
prãtica o Programa que estã sendo desenvolvido
"Iniciação a Pesquisa Bib li ogr ãf i ca" para os
sados no curso de

alunos

re cém-in gres^

graduação e "Técnica de Pesquisa Bibliogrãfica"

para os monitores e
ra alunos

em dois níveis:

auxiliares

de pos-graduação.

Digitalizado
gentilmente por:

de ensino,

aplicando-se

(Programas

anexos)

*■

14

15

16

também p^

17

18

19

�7.
5.

COME.ITÃRinS E

COIJCLUSÃO

Considerando que ha vários
conhecida a necessidade
bliográfica nos
há 2

anos

os

de

das Escolas

das

ven colocando em fase

gramas propostoss e necessário que
mais

está sendo amplamcnte

incluir a disciplina de Pesquisa

currículos

Grupos

anos

Ciências

experimental os

Logicamente

das

coleções e

tais
ces

com dotaçoes

como:

orçamentárias

aquisiçao de

obras

que
de

medidas

isso implica na

garantam

Bibliografias

Correntes

e Abstracts

- Serie I

de

cário-Chefe

Current C on t en t s , In di_

cada especialidade.

altamente

atualizaçao

- Biomedicina

para material bibliográfico e equipamentos,
contar com pessoal

a

capacitado,

alem de possuir c curso de

(IPB)

e

Alem de

exigindo que

as

verbas

a instituição

deve

o Bibliote^

grcduaçao em bibliotccon£

mia tenha uma formaçao profissional e uma experiencia
que permita o sucesso das

seus ^

referencia fundamentais,

Index Medicus, Excerpta Medica,

de Periódicos

e

pro-

preparaçao adequada das bibliotecas ,em fortalecimento dos
cervos

Bi-

da Saude

agora sejam tomadas

concretas para sua efetivação.

re_

atividades programadas.

didática

A

Biblioteca

considerada como Dep art am.ent o de Ensino c Pesquisa deve

ter

con-

dições para refletir a qualidade da Escola ou Faculdade, uma voz
que

o seu papel educacional

a posição da Faculdade
çoes

contribuirá para firmar o conceito e

ou Escola no contexto das

demais

institu^

universitárias bicmédicas.

6.

PROPOSIÇÕES

1 - Que sejam

discutidos

cs

tópicos

de ”Pesquisa Bibliográfica” para serem subm.etidos
dos pelas

dos program.as
ao HE G e

escolas biomedicas brasileirasT ~
2 ~ Que seja formada a comissão para redaçao do

cumento a ser enviado ao IIEC, proponde a inclusão da
de "Pesquisa Bibliográfica" nos
cias

currículos

das

do-

disciplina

escolas

das

ciên-

c

"sta-

da saude.
3 - Que seja proposto no documento ac

tus '

de docente

trar os

2

adota

3

cursos

4

5

MEC

ac bibliotecário que esteja credenciado a m.inisde pesquisa bibliografica.

6

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a c
st em
Càereflclanici to

*■

14

15

16

17

18

19

�8.

PROGRAMAS

FACULDADS
CUPSO DS

DE IlEDICINA DA FUAiBC

IMICIAÇÃO K PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

1 - Ob je ti vos ;
1.1 Familiarizar os
biblioteca,

alunos

recém~ingressados,com a organizaçao da

ressaltando os

recursos bibliográficos

como

ins-

trumento de estudo e pesquisa.
1.2

Introduzir os

alunos

do 19

ano do

do pesquisas bibliográficas

através

co de utilização das

de

fontes

curso medico

nas

técnicas

de um conhecimento metod^

referencia biomédicas

e mater^

al bibliográfico especializado.

2 - Carga horária:
2 heras

semanais

- 5 semanas

- turmas

de

10

alunos

- Curso de

10 h / a lun c .

3 - P rograma;
la.

semana
3.1 A Biblioteca através
3.2

Apresentação de

3.2.1 Categorias

dos

tempos.

documentos visuais
e Classificação dos

3.3 A Biblioteca da Faculdade
3.3.1 Organizaçao e
3.3.2

Catálogos:

documentos.

ce Medicina da FUABC.

catalogação bibliográfica e

e serviços

of Medicine.

classificação

Recursos bibliográfi^

c f e re ci dos . _C at ál ogos

tórios. Empréstimos
2 a.

auditivos.

acervo.

da llaticnal Library
cos

e

Coletivos.

Dire-

entre Bibliotecas.

semana
3.4 Coleção de

obras

de

referências:

apresentaçao e-,finalid^

de .
3.4.1 Dicionários j
saures;

2

3

en ci c 1 cpédi as ^

Aidvances;

ccm.pêndiost

Annual R.eviews ; Progress: Year Cooks

3.4.2 Bibliografias

Gerais Biomédicas.

3.4.3 Bibliografias

especializadas nos

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

vademe cum; te^

Sc a c
st em
Càereflclanici to

*■

ramos

14

15

da biomedicina.

16

17

18

19

�9 .

3a.

senana
3.5

Pesquisas b ib 1 i op r ã f i c as

3.5.1

Objetivos.

3.5.2

Fases.

Hctivaçac.

Orientador científico.

Tena planejanento.

Vi abi lidade .
3.5.3

Técnica de pesquisa.
blioprãficas.
çao dos

4a.

referencias b^

Identificação, Localizaçao e

Obten

documentos.

s e m an a
3.6

Ficharios e

3.7

Apresentação do trabalhe científico:
monografia,

5a.

Anotaçac das

Resumos. Normalização dos

artigos,

relatórios,

documentos.

teses,

curriculum

s e m an a
3.8

Referencias bibliográficas;

trabalho individual;

trabalhe em colabnraçao; publicação de entidades
oficiais e particulares.
Livro como um todo, parte
de periódicos,
no prelo;
3.9

3

teses;

Divulgação.

5

6

congressos;

Digitalizado
gentilmente por:

de

un livro;

manuscritos;

artigos
trabalho

comunicações.

Ciclo documentário.

Sc a c
st em
Càereflclanici to

*■

14

15

16

17

18

19

�10

FACULDADE
CURSO DE

DE

MEDICI,;a D/. FUABC

TÉCNICA DE PESQUISA BIBLIOGRÁFICA
- Área de 3i
)icnedicina -

1 - Ob j e t i vos :
1.1 Orientar cs ncnitores e alunos voluntários da 3a. série en
ante na elabcraçac do plano de oesquisa para realizaçao de un
trabalho cientifico,
1.2 Detalhar o assunte da ^esquisa a identifica-1o nas
referencia orientando o levantanento da literatura
desde 1880 ate a presente data.

obras
de
bionédica

1.3 Conhecer as características das
bibliografias, dos
índices
dos ''ab as tr acts - dos "Revievrs’, des ''Advances" dos "Year
B ocks ■’ 5 dos ■p regres s ■'
etc., internacionais e nacionais.
1.4 Localizar as referencias nr acervo ia instituição e
conhecer
o necanisno de e mv rés t ir.o-en t re-b ib 1 i o te c as c empréstimo
internacional. Cataloges coletivos.

2

1.5

Obter cs documentos
e preparar
blicgrificas e Resumos.

fichãric de

1.6

Orientar a iniciaçao de redaçac de
preparaçao de originais.

trabalhos

referências bi
científicos

e

- Carga h craria;
Turma no oaxim.c de 10 alunos
2 horas semanais - 6 semanas

Curso de

12h/aluno.

3 - Programa:
la.

semana
3. 1
3.1.1
3.1.2
3.1.3

2 a.

semana
3.2
3.2.1
3.2,2

3a.

Pesquisa Bibliográfica
Objetivos - llotivaçao.
Fases de preparaçao. Orientador cientifico.
Tem.a. P 1 an e j ar.en t o . Viabilidade.
Técnica de pesquisa. An-^taçao das referencias biblio^
gréficas .
Fontes de referencia
Referencia geral: Dicionários; Enciclopédias; Tesaurus ; Vademiecum. - Cenrendirs.
Bibliografia especializai a,

3.2.2.1

Ge r al:

índices
cionais

3.2.2.2

Especifica:

(Index) e Resumos
e internacionais.

Referencias Bibliográficas

Digitalizado
gentilmente por:

n^

(corrente o nao corrente) Program.as;
Abstracts - Resumos; Advances e
Progress; Annual - Anuários; Bibliography - Bibliografias; Reviev^s - Re_
vis ces .

semana
3. 3

(Abstracts):

�11.

3.3.1

4 a.

5a.

ftens

3.4

Lccalizaçao e cbtençac des

3.5

Fichários e

dccunentos

resumos

semana
3.6

Ncrnalizaçac des

3.7

Radaçao de documente científico

documentes

científicos

semana
3.8

6 a.

Identificação dos

Normalização das

referências bibliográficas

semana
3.9

Publicação. Divulgação.
Ciclo documentário,

3.10

Disseminação da Informação.

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st em
Càereflclanciito

14

15

16

17

18

19

�12 .
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1.

ANDRADE5M.T. D. &amp; NORONHA,D.P.
Técnica de pesquisa bibliogrãfica.
3.ed.
São Paulc, Faculdade de Saude Publica
da US? , 19 72.

2.

ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE BIBLIOTECÁRIOS.
GRUPO DE BIBLIOTECÁRIOS BI OíííTdICOS .
0 pesquisador e o estudioso face
a
inforinaçac científica.
/Apresentado ac 19 Encontro
de
Bibliotecários Biomédicos
Belo Horizonte, 1971/ Notíciãrio G3B,
Sac Paulo
103-4, 1971.

3.

cm

1

CDs .

catalogação de livros.
1973.

Folha de São Paulo,

14 mar.

4.

FERRAZ 5 T.A.
Pesquisa bibliográfica em ciências biomédicas.
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5.

HOUSSAY, E.
A importância da documentação para a investig^
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6.

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A antropologia da ccm.uni caçao. In: DANCE,F.E.X.
Teoria da comunicação humana.
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0 Estado de Sao Paulo,18

BRITAHNICA Bcok

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Requisitos mínimos para a crganizaçao e funcio^
namento da biblioteca de uma escola de medicina. IniREU
NIÃO DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA, 9a., Curitiba,
1971. Anais.
Rio de Janeiro, 1971.
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Sao Paulo, 19 72 .
Noticiário G3B , Sao
Paulc, 2-52-3 , 19 72 .
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SILVA, A.N.
Curso sobre pesquisa bibliográfica.
Odont. Univers. Fed. Pe., 4:85-118, 1967.

Digitalizado
gentilmente por:

An.

Fac.

�13.
14.

SILVA, A.N.
An. Fac.

Inpcrtancia d«a biblicteca nr ensino superior.
Odont. Univ. Fed.Pe. , 4: llS-30 , 1967

15.

SILVA, A.N.
gráfica.

Organizaçao de bibliografias a Citaçao biblicj
An. Fac. Odont. Univ. Fe d. Pe. , ^;49-84 , 19ó7

16.

SILVA, B.
Legis 1.

17.

VERHOEF, lí.
B ib 1 i ote ccl ogi a y do cuiaen t aci õn .
CO Bibl. , 14: 205-9 , 1960 .

In f c rmaçao ,
(Brasília) .

Digitalizado
gentilmente por:

ccrnuni caçac , do cunen t aç ac .
(2) ; 3-12 , 1971.

Càereflclanici to

Dol.

Adia.

e

UNES-

�</text>
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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Objetivando a biblioteca como organismo responsável pela disseminação de informação e funcionando como Departamento de Ensino e Pesquisa, ressaltamos a Comunicação, como um processo básico no “SDI”. Considerando o alto nível da formação profissional especializada do bibliotecário biomédico e as condições apropriadas para dinamizar o “Serviço de Informação aos Especialistas”, enfatizamos a necessidade de ser elaborado imediatamente o documento a ser encaminhado ao MEC propondo a inclusão da disciplina de Pesquisa Bibliográfica nas escolas das ciências da saúde e a discussão dos programas que estão sendo desenvolvidos nos cursos ministrados na Faculdade de Medicina da FUABC.</text>
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                    <text>COSUGStESSD E^/iSSLEBRO
BELÉHJ-P/ÍS^A
29 DE JÜLKO A 4 CE £80ST0
1973

AMAZÔNIA. DESAFIO QUE UNIDOS VENCEREMOS.
SUDAM, CAMINHO PARA A PARTICIPAÇAO.
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Oercaclanicnto

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�-1VII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DCCUEIÍELIÇÃO
♦

TEI-IA I -

AGRÍCOLA

Carvalho, Alzira E. P. de e Padim, Maria T. Botelho
Método audiovisual para difusaò de normas de referências hibliográficas,
Mattos, Carmélia R, de e Guimaraes, Luiza P.
A informação agrícola para o desenvolvimento nacional; situaçao atual
informação agrícola no Brasil,

da

Porto, Angela Maria Lyra
Recursos reprográficos nas bibliotecas agropecuárias brasileiras.
Vicentini, Abner L, C, e Rosinha, Raul C,
0 sub—sistema de informação agrícola.

TEIcA II

-

BIOI.ISDICA

- Aguiar Poblaciéii, Dinah A,
Serviço de informação aos especialistas: pesquisa bibliográfica no currículo das Escolas da Ciência da Saúde,
A.ndrade, Maria T, Dias de e Noronha, Daisy P,
Técnica da pesquisa bibliográfica para alunos da Faculdade de Saúde PúbM
ca da USP; experiência didática.
Delia Puente, Mercedes e Silveira, Maria C, F. da
Cabeçalhos de assuito para bibliotecas biomédicas brasileiras.
Delia Puente, Mercedes e Pastore, Elga de S,
Cabeçalhos de assunto, vinitermos e indexaçao; uma tentativa em livros.
Machado, íferia Ifetilde Dias
Organizaçao de bibliotecas biomédicas,
Mello, Iferia Pompéia Sampaio de et al
Implantaçao de um sistema de açuisiçao planificada e cooperativa de perié
dicos nas bibliotecas biomédicas do Estado de Sao Pa-ulo,
«
Parlatori, Sonia H, P, et al
Guia biomédico de levantamentos bibliográficos.
Pastore, Elga de S. e Delia Puente, Mercedes
Registro e controle de publicações seriadas pelo sistema de arquivamento
com margem vertical visível, visi-record: uma experiência da catalogaçao
retrospectiva da coleção do Instituto Adolfo Lutz.
TE!.!A III -

INPORI.IACÃO

Botelho, Tania M, G, e Lima, Ida Maria Cardoso
Estudo da dispersão de artigos de periódicos, bcLseado numa análise matemá
tica da Bibliografia Brasileira de Documentação, I966/7O,
Camargo, Maria de,L. S, Cintra de e Appy, Rosraarie L,
Pontes de referência para periódicos.
Carvalho, Helena M, Santos et al
0 bibliocentro e a aquisiçao compütarizada.

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�-2Fonseca, Edson Kery da
Condição essencial para o estabelecimento de tuna rede nacional de informação científica e técnica,
I
Gabriel, Antonio
0 catálogo coletivo de livros em tecnologia.
Kirihata, Nensa Eeiko Imano
Arquivo de dados hidroldgicos,
Lage, LiScia Karia de Oliveira
Processos de aquisiçao e disseminação de informações no Centro de Informações Técnicas da USBUIIAS.
líaroues, Sílvia Atigusta
IndeSaçao por desdobramento: um modelo para arquivos mortos,
I'íartinelli, Pedro Luiz
Uma aplicaçao de computação eletrônica no arquivamento de plantas e mapas:
recuperação através de palavras-chaves,
Konte, Severino S, do e Bargetzi, Carmen R, de Carvalho
A microfilroagem na documentação.
. Pinto, Cigié Bins
índices de monografias,
Schleyer, Judith R, e Passos, Inara P, Martins
Racionalizaçao de processos técnicos para a disseminação de informações,
Schreiner, Heloísa B, e Lubisco, Karia da G, Lienert
Um centro de informações para as indústrias da construção civil, 0
Setor
de Documentação do Núcleo Orientado para a Industrialização da Edificação:
NORIE.
Senatore, Therezinha Bacchiega et al
Automatizaçao do sistema de documentação,
Siqueira, Lourdes Mesquita
0 sistema centralizado de aquisiçao e de tratamento do material bibliográfico do Centro Técnico Aeroespausial.
Sousa, Joao Latirentino de
0 usuário brasileiro e o SNICT,
Souza, Sebastiao de
A biblioteconomia frente â informática.
Veiga, Evangelina de A, e Jakobson, Sara Roitman
índice em cadeia,
Vicentini, Abner L, Corrêa et al
_ _
0 centro de informática do M, M, E. e sua contribuição para o
mento tecnológico do Brasil,

TEIvIA IV

-

desenvolvi-

jurídica

Alegria, Iza Araújo
0 conjunto das bibliotecas militares como instrumento representativo

no

desenvolvimento nacional.

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�-3Amarante, %3jca Thereza de Salles Valioso
SiblioteconOiUistas e Documentalistass analise profissiográfica.
Andrade, ^luth. C, de e Silva, Tania M. U, da
Servigo de pemmta entre as bibliotecas jurídicas do Estado de São Paulo.
Atienaa, Cecília Andreotti
Plano d e^organisagao da Segao de Dociuaentaçao e Biblioteca da Gaaara. l-áuiicipal de 3ao Paulo,
Coutinlio, i-kria Laura
0 catalogo de referencia legislativa da Segao de Legislacao Brasileira,
Centro de Bocumentagao e Informacao da Gamara dos Deputados,
* Lion, I'3aria Laura da Cunlia
Assessoramento tecxiico na Gamara dos Deputados: depoimento de uma
cária como assessora*

do

bibliote-

l'Iendonga, Ikria de L, A, e Teisceira, I-kria R, l-krques.
Documentagao administrativa,
Hocha, Juracy Feitosa
Publicagoes oficiais brasileiras: um tema para o
de Biblioteconomia e Documentacao.

VII

Congresso

Brasileiro

Santos, Vergínia Ástrid Albuquerque de Sá
A organizagao das publicações das iíagoes Unidas, na Segao de Coleções Especiais, da Divisão de Biblioteca, do Centro de Documentação e Informação da
Gamara dos Deputados,
weis, Hilcke ?, e Oliveira, Laura Corrêa
Legislação federal de biblioteconomia e assimtos correlatos; 1964-72.

TEI-a. V

-

SCGIO BGOITÔMIGA^

Ferreira, Ikria Uazareth
Projeto de índice para uma enciclopédia Geral publicada em fascíciiLos,
Iksquita, ^yanna de lí. e Botelho, Tania M, G,
A Divisão de Documentação do Departamento de Administração do Ministério
Fazenda face ao SIUGT,

da

Souza, Francisca Ribeiro Salgueiro F, et al
0 usuário e a caracterizaçao de seus hábitos e interesses.
A
Vicentini,^ Abner L, Corrêa
Informática para o desenvolvimento socio-economico,

TEMA VI

-

PÚBLICAS

Leite, ikria de L, e Nascimento, Mirian S.
Criaçao e implantagao do catalogo coletivo da região do grande ABO,
Poisso, Laiora Garcia Moreno
Bibliotecas publicas municipais do Estado de Sao Paulo: situacao e sugestões.

TEIA VII

-

SSGOLàRBS

Bejes, l^^lzamira G, e Dias, Marly S, •
Crientagao de pesquisa bibliográfica sistematizada em Bibliotecas escolares.
Cionha, Inacia Rodrigues dos Santos
0 sistema de bibliotecas escolares
Federal»

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Fundagao

Educacional

do

Distrito

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nX!

-

UiaVa}iSITÁ:íIA3

Corujeira^ Lindavira Alban
Projeto de instalacao da Biblioteca Anísio Teixeira da Faculdade
gao da'Universidade Federal da Bahia.

da

Educa-

Cunha. Liaria Luísa Monteiro da
Bibl
Bibliotecas
Universitárias: algumas consideracoes acerca da situagao no Brasil.
Pires, I-kria Celeste P’irmo et al
Participacao das bibliotecas universitárias e escolas de bibliotecoiioma nas
atividades do GliUTAG.
Qyenel, Liaria A« B, e l-Iedeiros, Olímpio J. de
Projeto CAD: controle automatizado de duplicatas.

TEI41 K

-

AUTOMAÇÃO

Espírito Santo, Alexandre do
Sistema de aquisigao computarisada.
Frota, Lia Manhass de Andrade
Cat^ogagao na fontet resultado
tecarios.

da

colaboracao

entre

editores

e

biblio

Sibeijin, Jan
Automagao de um sistema de assinat-uras de revistas por via aerea.
Miranda, IIor.manda Santos et al
A GUü no controle de documentos nao convencionais.

TEIA X

-

MC/IMSígO DA CLASSE

flusso, Laura Garcia Lhreno
A FBBilB; estrutura e fuiacionamento. ^
Busso, Laura Garcia__Lbreno
0 GF3; organizagao e legislagao ^
Busso, Laura Garcia Moreno
Mercado de trabalho.

Digitalizado
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Ciência da Informação</text>
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                    <text>} EMBRAPA: TECNOLOGIA AGRÍCOLA
PARA O DESENVOLVIMENTO

‘Raul
Raul Colvara Rosinha
Ministério da Agricultura
Brasília, DF

INTRODUÇÃO
Em que pese o vertiginoso crescimento industrial do Brasil, o
setor agrícola ainda continua sendo o mais importante, no contexto da
economia nacional.
Uma apreciação das exportações brasileiras demonstra a participação dos produtos agrícolas com 68,5% do valor transacionado. Essa
participação, apesar de vir decrescendo relativamente, permanece em
ascensão contínua, desde 1967, considerando o valor absoluto.
Se aliado ao crescimento das exportações for considerado o aumento do consumo interno, seja pelo crescimento vegetativo, seja pela
elevação do nível de vida da população, verifica-se que a produção agrícola nacional tem se mantido em constante ascensão.
Entretanto, esse fato ocorre mais pelo aumento da fronteira agrícola do que propriamente pelos aumentos de rendimentos das culturas e
criações.
Para que esses rendimentos sejam aumentados de acordo com
índice desejáveis, faz-se necessária a participação de nova tetcnologia,
buscando maior produtividade por unidade de área. A criação de nova
tecnologia depende de investimentos ordenados no campo da pesquisa
agropecuária, objetivando desenvolver processos adaptados às condições
brasileiras e passíveis de romperem os atuais índices de produtividade
da lavoura e da pecuária.
SÍNTESE fflSTÓRIGA
síntese
A pesquisa agrícola, no Ministério da Agricultura, tem pouco
mais de quarenta anos. Organizada inicialmente na forma de seções de
experimentação e de campos experimentais, evoluiu para a forma de estações experimentais.
-60-

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�A primeira tentativa de sistematização dos trabalhos de pesquisa,
surgiu em
em, 1933, com o Decreto 22.338, de 11 de janeiro daquele ano. Na
oporhmidade, foi criada a Diretoria Geral de Pesquisas Científicas. Por
oportunidade,
diversas razões, o citado órgão não chegou a ftmcionar
frmcionar e teve sua extinção determinada pelo Decreto 23.979, de 8 de
de'março
março de 1934.
^
Posteriormente, através do Decreto-Lei 982, foi criado, entre outros órgãos, o Centro Nacional de Ensino,
Ensino e Pesquisas Agronômicas
(CNEPA). Sua estrutura compreendia: Escola Nacional de Agronomia,
Instituto de Química Agrícola, Instituto de Ecologia ^ Agrícola e Instituto
de Experimentação Agrícola. Era o nascimento ^ de uma complexa estrutura central que iria perdurar até 1962.
O primeiro Instituto de Pesquisas surgiu
smgiu em 1939, através do
Decreto 1245, com sede em Belém, PA, e sob a denominação de Instituto
Agronômico do Norte (lAN).
Já em 1943, através do Decreto-Lei
Décreto-Lei 6.155, de 30 de novembro,
o CNEPA foi reorganizado, passando a constituir-se de: Universidade
Rural, Serviço Nácional
Nacional de
dé Pesquisas Agronômicas e outras dependências.
dèpendências.
Por sua vez, o Serviço Nacional de Pesquisas Agronômicas era constituído
de: Instituto de Ecologia e Experimentação Agrícolas, Instituto de Quíóleos. Instituto
de Fermentação
mica Agrícola, Instituto de Óleos,
Institúto „de
Fenrientação e dos Institutos Agronômicos do Norte (lAN), dó
do Mordeste.
Nordeste (lANE), do Sul (IAS)
e do Oeste (lAO). O próprio Decreto-Lei
Decreto-Lei‘estabelecia
estabelecia q^ue
que esses Institutos
constituiriam a “rede nacional de experimentação agrícola”. Estava criada
constituiríam
assim a estrutura básica de
dò pesquisa que perdurá
perdura até os dias de hoje e
que foi enriquecida com a instalação dó
do Instituto Agronômico do Lieste
Leste
(IAL).
Em 1962, através da Lei Delegada
Delegadà n^ 9, de 11
II de novembro, o
CNEPA foi transformado em Departamento de Pesquisa è
e Experimentáção
tação ^Agropecuátíàs
Agropecuárias (DPEA) e . os institutos passaram a ^ denominar-se
Instituto de Pesquisa e Experimentação Agropecuárias do Norte (IPEAN),
Listituto
Nordeste (IPEANE), do Leste (IPEAL), do Centro-Oeste (IPEACO)
do Nordeste.(IPEANE),
e do Sul (IPEAS).
(IPEAS).'Na
Na mesmà
mesma oportunidade, foi criado o Instituto de Pesquisas e Experimentação Agropecuárias do Centro-Sul (IPEÁCS),
(IPEACS), constituído pela fusão dos Institutos de Biobgia
Biologia Animal, de Zootecnia e de
Ecologia e Experimentação Agrícola.
Através do Decreto 62.163, de 23 de janeiro de 1960, foi reorganizada a estrutura básica do Ministério da Agricultura,!passando
Agricultura, passando o DPEA
a denominar-se Escritório de Pesquisas e Experimentação (EPE). Suas
Divisões técnicas foram transformadas em Equipes.
I
. ■
') i
' . . .
Em 21 de agosto de 1968, através dos Decretos 63.139 e 63.140,
foram criados os Institutos de Pesquisa e • Experimentação Agropecuárias
Meridional (IPEAME) e do Oeste (IPEAO). Completando a rede experimental, em 12 de maio de 1969 foi criado o Instituto de Pesquisas e
Experimentação Agropecuárias da Amazônia Ocidental (IPEAAOc).
-61^
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�Finalmente, coni
com p
o advento
Finalménte,
adveiito do Decreto 68.593, de 6 de maio de
transformado em Departamento,
Departamento Nacional
1971, o EPE foi trahsformadò
Nacional de Pesquisa
'Agropecuária
Agropecuária (DNPEA), passando suas Equipes centrais a denòminar-se
denominar-se
novamente de Divisões.'Foi
Divisões. Foi criadò^
criado, como unidade executiva, o Centro de
Tecnologia Agrícola e Alimentar, pela fusão dos Institutos de Tecnologia Agrícola Alimentar, de Óleos e de Bebidas.
° . . ' .. , , I. ■
.
(i ■ t ■ ■ ■
A ;p’i
ODNPEAATUAL
O DNPEA ATUAL
Pela Portaria'Ministerial
Portaria Ministerial n*?
n"? 454, de 15 de dezembro de 1971,
o DNPEA teve seu Regimento Interno aprovado e, na
na oportunidade, possuía a seguinte estrutmra:
estrutura:
Órgãos Centrais
[[

’

Diretoria Geral
. Equipe de Estatística Experimental e Análise Econômica
(EEEAE)
Equipe de Documentação e Divulgação Científica (EDDC)

j Divisões Técnicas
Divisão de Pesquisa
Divisão de Pesquisa
Divisão de Pesquisa
Divisão'
Divisão de Pesquisa
Pesqiaisa
Divisão de Pesqiaisa
Pesquisa
Divisão de Pesquisa

em Engenharia Rural (DPER)
Pedológica (DPP)
Fitotécnica (DPF)
Zootécnica (DPZ)
Zoopatológica (DPZP)
em Tecnologia Agrícola (DPTA)

Órgãos Descentralizados
,

Centro de Tecnologia Agrícola e Alimentar (CTAA)
Coordenação de Pesquisas fundamentais (CPFU)
CPTA)
Coordenação de Tecnologia de Produtos Agropecuários ((CPTA)
Coordenação de Serviços Analíticos (CSA)
Coordenaçãoide
Instituto de
Estação
.Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação

Pesquisas Agropecuárias do Norte (IPEAN)
Experimental do Amapá
Experimental de Tracuateua
Eacpérimental
Experimental do Baixo-Amazonas
Experimental de Marajó
Experimental da Belém-Brasília
Experimental da Transamazônica
Experimental de Dom Pedro
ExperimentaT

Instituto de
Estação
, Estação
‘ Estação
Estação
Estação

Pesquisas Agropecuárias do Nordeste (IPEANE)
Experimental de
dé Itapirema
&lt; ‘
Experimèntal
Experimental de Surubim
Experimental de Submédio São Francisco
Experimental de João Pessoa
Experimental de União dos Palmares
-62-

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�Instituto de
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação

Alagoinha
■ •
Seridó’
Seridó
'
Barbalha
Pacajus
Teresina
&gt;
do Leste
Pesquisas Agropecuárias dó
de Una.
Una
Experimental ae
Experimental de Gileno Amado
Experimental de Santa Terezinha
Experimental de Valente
Experimental de Aracaju
Experimental de Quissamã
Experimental de Nossa.
Nossa Senhora da Glória
Experimental de Jaguaquara
Experimental de Iraquara
Experimental de Nossa,
Nossa Senhora das Dores
Experimental de Itaberaba
‘

Instituto de
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação
Estação

Pesquisas Agropecuárias do Centro-Oeste (IPEACO)
Experimental de Água
Agua Limpa
Experimental de Sete Lagoas
Experimental de Lavras
Experimental de Caldas
Experimental de Machado
Experimental de Patos de Minas
Experimental de Uberaba
Experimental de Diamantina
Experimental de Anápolis
Experimental de Governador Valadares
Experimentál
Experimental de Brasília
'
Experimental de Andradas

Instituto de
Estação
Estação
Estação
Estação

Pesquisas Agropecuárias do Centro-Sul (IPEACS)
Experimental oie
de Campos
Experimental de Santa Mônica
Experimental de Linhares
Experimental de Avelar

Estação
Estação
Estação
Estação
Estação

Experimental
Experimental
Experimental
Experimental
Experimental

de
de
de
de
de

Instituto de Pesquisas Agropecuárias Meridional (IPEAME)
Estação Experimental d^e
de Ponta Grossa
j
Estação Experimental de Londrina
Estação Experimental de
de, Maringá
Estação Experimental de Campo Largo
Estação Experimental de Pato Branco
Estação Experimental de São Simão
Símão
Estação Experimental de Morretes
Estação Experimental de Botucatu
-63-^

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�Carlos
Estação Experimental de São Carlos'
Estação Experimental de Criação de Ponta Grossa
Instituto de Pesquisas Agropecuárias do Sul (IPEAS)
Estação Experimental de Pelotas
■
,
Estação Experimental de Passo Fimdo
Estação Experimental de Cinco Cruzes
Experimental de Bento Gonçálves
Gonçalves
Estação Experimental de Rio
Bio Caçador
Estação Experimental de Urussanga
Estação Experimental de Videira
Estação Experimental de Lajes
Instituto de
Estação
Estação
Estação
Estação

Pesquisas Agropecuárias do Oeste (IPEAO)
Experimental de Cáceres &lt;
Experimental de Rondonópolis
Experimental de Dourados
Campo Grande
Experimental de Campo^Grande

Instituto de , Pesquisas
(IPEAAOc)
Estação Experimental
Estação Experimental
Estação Experimental
Estação Experimental
Estação Experimental

Agropecuárias
de
do
de
de
de

da

Amazônia

Ocidental

Tefé
Acre
Roraima
Porto Velho
Maués ‘ ;

AS PRIMEIRAS ^TENTATIVAS
TENTATIVAS
■
l
i
Os Ministros da Agricultura e do Planejamento, criaram, através
da Portaria conjunta n*? 280, dè 24 de julho de 1970, uma Comissão de
Alto Nível, incumbida de “fazer luna
uma avaliação da pesquisa agropecuária, indicar os fatores positivos e negativos que influem no seu rendimento, definir prioridade e formular programa de expansão de atividade.”
A Comissão apresentou circunstanciado relatório, sem fazer a
avaliação, pois “demandaria um levantamento de informações de tal amplitude que as atribuições regulares de cada um dos seus membros e a
própria estrutiura
estrutura da Comissão não permitiria efétuar.”
efetuar.”
Como fatores negativos foram levantados os seguintes: 1) falta
de pessoal em qualidade e quantidade suficiente para conduzir um programa intenso de pesquisa; 2) insuficiência de treinamento especializado
aos pesquisadores; 4) irregulaoferecido no País; 3) falta de incentivos aos'
ridade na liberação de recursos;
reciursos; 5) deficiência * institucional;’6)
institucional; 6) falta de
coordenação da pesquisa agropecuária no Páís;
País; 7) falta de entrosamento
entre ensino, pesquisa e extensão; 8) falta de um sistema de acompanhamento, avaliação e reformulação dos programas de pesquisa; 9) falta
Mta de
planejamento das pesquisas, com escalas de prioridade; 10) insuficiência
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I
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I
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�de meios de comunicação; 11) falta de interpretação econômica dos resultados experimentais; 12) falta de bibliotecas atualizadas e bem organiza13) insúficiente
insuficiente aproveitamento da experiência técnica estrangeira
das; 13),
e internacional.
Além disso, a Comissão sugeriu prioridades, em termos de reÀlém
giões, de culturas,
cultoas, de criações e de disciplinas.
'
Uma das recomendações do citado
citado. Felatório dizia: “Que seja
concedida autonomia administrativa e financeira, semelhante à das universidades federais, aos órgãos de pesquisa do Ministério da Agricultura”.
Outra recomendação apontava: “Que seja criado junto ao EPE mn
um Fundo
de Pesquisa, constituído de recursos orçamentários ou não, destinado do
fmanciamento de projetos de pesquisa agropecuária.”
Recomendou também a criação de um
mn “Conselho Superior de
Pesquisa Agropecuária”, com o objetivo de “traçar a política geral da pesquisa agropecuária no País e avaliar os seus resultados”. Esse Conselho
seria composto por
pór técnicos do órgão de pesquisa do Ministério da Agricultura e por igual número de pessoas alheias áo
cultma
ao Ministério.
Como principal contribuição da Comissão, foi estabelecido um
Plano Operacional para o Programa Especial de Pesquisas Agropecuárias, o qual viría
viria a ser adotado na concessão do empréstimo de
US$ 11.300.000.00 (onze milhões e trezentos mil dólares) pela Agência para o Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (USAID).
O SURGIMENTO DA EMBRAPA
Uma nova Portaria Ministerial, de n*?
n"? 143, de 18 de abril de 1972,
criou um Grupo de Trabalho para: “Definir os principais objetivos e fimções da pesquisa agropecuária..., identificar as principais limitações ao
pleno atingimento desses objetivos, sugerir as providências apropriadas à
expansão dessas atividades..., indicar fontes e formas de financiamento
necessários à ampliação dessas pesquisas e propor a legislação adequada
a dinamização desses trabalhos.’
trabalhos.’*^
O Grupo realizou um estudo detalhado da pesquisa agropecuária, tanto federal, como estadual e particular. No documento encaminhado
encamüihado
ao Ministro da Agricultura, foram apontados os aspectos relevantes da situação atual da pesquisa agropecuária, conceitos básicos para o desenvolvimento dessa pesquisa, um modelo institucional e um esquema de programação do sistema.
Entre os aspectos positivos, destaca-se a rede experimental coordenada pelo DNPEA e já referida anteriormente, bem como as facilidades de equipamentos e instalações. Outro ponto importante é “a atual
existência de um pequeno gríipo
grupo de dirigentes e profissionais altamente
qualificados que, hberado
liberado da sobrecarga de atribuições e responsabilidades, poderá aumentar a sua eficiência.”
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i:

�' A existência de Comissões Nacionais, a consciência de uma programação nacional integrada de pesquisa e a existência de materiais e retambéní evidenciados
sultados de reconhecido valor técnico-científico, são tambénn
como saldo positivo do trabalho do DNPEA.
Por outro lado, há também que relacionar os pontos de estrangulamento que comprometem a eficiência das atividades de pesquisa.
Esses pontos foram agrupados quanto à política de pesquisa, aos aspectos institucionais, à programação, a recursos hmnanos,
humanos, à mobilização de
pessoal e aos
aós aspectos financeiros. Em parte, são semelhantes aos apontados pela Comissão de Alto Nível, em 1970.
A falta de definição.
definição de uma
luna pobtica
política científica e tecnológica
para a agricultura e a limitada e descontínua ação do Governo em suas
relações com o setor privado são pontos importantes daquele estrangulamento. Outros, tais como inexistência de um plano integrado de pesquisa, debibdáde
debilidade do sistema de controle e àvahação,
avahação, ausência de um enfoque econômico e social para os projetos de pesquisa, caracterizam os
aspectos negativos da programação.
Quanto a recursos humanos, vale destacar o hmitado
limitado número de
profissionais atuando na pesquisa, em comparação com as necessidades
para criação e transferência de nova tecnologia. Além disso, a escassez de
economistas, estatísticos, analistas de projetos, çrogramadorés,
programadores, técnicos de
administração, de comunicação científica, também contribui para o citado
estrangulamento.
A impossibibdade
impossibihdade de competir no mercado de trabalho, dada
a pobtica
política salarial vigente, a inexistência de estímulos de ascensão profissional, a falta de um programa amplo de treinamento e a acentuada fuga
memores salários, caracterizam o aspecto
de pesquisadores em busca de m^ores
de mobilização de pessoal, em sua face negativa.
Ainda com essa conotação foram evidenciados a insuficiência
de recursos financeiros para a pesquisa, o descompasso entre o sistema de
programação técnica com a execução financeira, debibdáde
debihdade de captação
e manejo de recursos para a pesquisa e a reduzida experiência na deter
minação de custos financeiros e operativos da pesquisa.
No documento em pauta, foram apresentadas alternativas para
a dinamização da pesquisa agropecuária, sendo uma delas a manutenção do DNPEA na administração direta, porém provido da flexibilidade
flexibibdade
indispensável, através de um Decreto Presidencial. A outra, e que veio
a se materializar posteriormente, propunha a criação de uma Empresa
Pública, vinculada ao Ministério da Agricultura.
Púbbca,
Além disso, foi proposta a organização de um Sistema Nacional
de Pesquisa Agropecuária, o qual contaria com lun
um Conselho Nacional
e vários Conselhos Regionais. Esses conselhos teriam a participação de
órgãos e entidades envolvidos direta ou indiretamente em pesquisa, bem
como da iniciativa privada.
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�Outro item levantado no mesmo documento é o relativo ao esquema de programação do Sistema, onde é destacada a participação dc
do
setor privado. Seria estabelecido lun
um Plano Nacional de Pesquisas Agropecuárias, composto de Programas Nacionais de Pesquisas (por produtos, recursos ou disciplinas), Programas Regionais de Pesquisa e Projetor
Projetos
Regionais (por produto).
Como seqüênda
seqüência desse relatório, foi encaminhada Exposição de
Motivos dos Ministérios da Agricultma
Agricultmra e do Planejamento, propondo a
criação da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária (EMBRAPA).
CRIAÇÃO E OBJETIVOS
Através da Lei N*?
N"? 5.851, de 7 de setembro de 1972, o Congresso
Nacional autorizou a constituição da referida Empresa. Pelo Decreto
N*? 72.020, de 28 de março de 1973, a EMBRAPA teve seus Estatutos
aprovados, dos quais destacamos òs
os objetivos, constantes do Art. 4^:
“São objetivos da EMBRAPA:
I — promover, estimular, coordenar e executar
atividades de pesquisa, com o objeto de produzir
conhecimentos e tecnologia a serem empregados
no desenvolvimento agrícola nacional;
II — dar apoio técnico e administrativo a órgãos
do Poder Executivo com atribuições de formulação, orientação e coordenação da política de ciência e tecnologia no setor agrícola.
Parágrafo Único. As pesquisas de que trata este
artigo serão de natureza agropecuária, tecnológica e sócio-econômica no setor agrícola, podendo, ainda, em cooperação com as entidades próprias, abranger assuntos florestais, de pesca, de
meteorologia e • outros compreendidos nas áreas
do Ministério da Agricultura.”
Visa a EMBRAPA ao “estabelecimento de um mecanismo institucional ágil, dinâmico, flexíxel, suficientemente capaz de responder
às necessidades atuais do nosso processo acelerado de desenvolvimento.”
Como aspectos fundamentais que deverão orientar as atividades
da EMBRAPA, aunham-se
alinham-se os seguintes:
“1’ — A programação da pesquisa será ajustada
aos objetivos e políticas estabelecidas nos Planos
Nacionais de,
de Desenvolvimento e nos Planos Básicos de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. A pEirtir
partir .daí
daí e das políticas agrícolas adotadas, deverão surgir as prioridades nacionais e regionais que se transformarão no elenco de programas e projetos, por produto e região auspiciados pela Empresa, em todo momento haverá, de
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�' t nossa parte, a preocupação da seletividade na programação da pesquisa, evitando-se a fragmentação
de recursos ou a realização de atividades que não
sejam efetivamente prioritárias.
2’ — Sendo o processo de produção
produção, agropecuária
um complexo que envolve aspectos físicos, biológicos, econômicos e sociais a Empresa adotará uma
orientação que aborde sempre que possível, de
forma integral, os fatores que intervém no processo produtivo.
3* — Para a formulação de uma estratégia de tecnologia agropecuária,
agropMuária, a EMBRAPA adotará uma
posição pragmática, de acordo com as necessidades
de desenvolvimento nacional. Se conveniente, importará tecnologia, realizando as adaptações necessárias em cada caso. De qualquer maneira haverá um esforço consistente e continuado,
continuado no sentido de proporcionar os recursos que forem necessários para a criação de tecnologias próprias compatíveis com as exigências e condições internas
e de competição no mercado internacional.
4’ — Em conformidade com o princípio de me4*
lhor aproveitamento dos recursos institucionais
disponíveis no País, a EMBRAPA atuará, invariadisj)oníveis
velmente, buscando a cooperação e dando apoio
aos diferentes organismos que realizam a pesquisa
agropecuária. Será sempre uma empresa aberta
e sensível ao esforço cooperativo. Face à grande
responsabilidade e à Complexidade das tarefas a
serem desenvolvidas, a Empresa propõe uma
aliança com os organismos do Governo Federal,
com as Universidades, com os Estados e com o
setor privado, de modo especial com a indústria
que utiliza produtos agropecuários e produtores de
insumos. Esta aliança deverá concretizar-se, especialmente, nas distintas fases de programação e
execução de programas e projetos. Esta cooperação irá certamente possibilitar a adoção de diferentes formas de execução de projetos, promovidos, diretamente pela EMBRAPA, em acordo ou
por delegação e contratação de pesquisa.
5* — Parece-nos indispensável ressaltar a preocupação da Empresa em fazer com que toda a tecnologia disponível e comprovadamente útil chegue
agrirápida e em forma accessível ao produtor agrícola. Está previsto um vigoroso esquema de articulação com os serviços de Extensão Agrícola e
Assistência Técnica existentes no País.
Pais.
6'’ — Nenhuma instituição que tenha como fim as
6'
complexas responsabilidades técnicas e científicas
como as que estão sendo atribuídas à EMBRAPA,
pode prescindir de uma sólida política de seleção,
aperfeiçoamento e estímulo aos seus recursos humanos. Nestas condições, a Empresa, de imediato,
adotará um programa de curto e longo prazo no
sentido de mobilizar todo o potencial técnico cien-68-

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gcntílmente

�l

tífico disponível no País, que possa ser aproveium corpo estável, competente e deditado, como xim
cado ao difícil exercido
exercício da função de pesquisador.
Neste sentido, o sistema nacional de ensino das
ciências agrárias, na formação do pesquisador, na
função de professores ou no treinamento de pósgraduação deverá exercer, neste pocesso, um papel
excepcional.
excepcional
7’ — A experiência acumulada no País aconselha que a Empresa, nas suas formas de operação.
operação,
adote uma estrutura em que, basicamente, a nível
nacional, concentrem-se as funções de estabelecimento de diretrizes, seleção de prioridades, fixação
de normas de programação, controle e avaliação
avaüação
de resultados. Está reservada à Empresa a função essencial de ctsseguarar
asseguarar a descentralização da
e execução,de
execução de programas e projetos de pesquisa,
através de planos regionais, nos quais participem
imidades operativas e demais instituições que
suas unidades
atuam ■ na área.
'
. ■; .1.
8’ — A EMBRAPA não descuidará dos modernos
mecanismos de informação e documentação científica existentes no País e no exterior. Estará sempre atenta à identificação e intercâmbio das inovações científicas e tecnológicas que se produzam,
entre nossas instituições e os centros internacionais de pesquisa agropecuária.”
PRIMEIRAS ATIVIDADES

Ao mesmo tempo em qúe
que promoverá sua implantação técnica
e administrativa, a EMBRAPA dedicar-se-á a determinadas atividades,
dentre as quais destacam-se as seguintes:
“1 — realizar um inventário da tecnologia disponível com o fim de promover sua imediata difusão
e, ao mesmo tempo, servir de base para a programação futura;
.
2 — analisar, consolidar e apoiar os projetos em
execução considerados altamente prioritários para
a economia nacional;
3 — consolidar, em forma de projetos e programas, a nível regional, as atividades de pesquisa,
especiabnente
especialmente da Região Amazônica, no Nordeste
e nas zonas de Cerrados;
4 — realizar
realizar, projetos de pesquisa destinados a
gerar tecnologias ajustadas às características das
explorações de pequenos e médios produtores que,
em geral, se dedicam à agricultura de subsistência;
''
' 1 ■;
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3

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�1
5 — promover a realização de programas e atividades que permitam orientar a execução de projetos de pesquisa que criem tecnologias tendentes
a maximizar o uso da mão-de-obra;
6 — apoiar a execução da primeira etap&gt;a
etap»a do ‘Tla“Plano Nacional Integrado de Tecnologia de Alimentos”;
7 — desenvolver projetos regionais de pesquisa
econômico-social aplicada ao setor agropecuário
naquelas áreas em que os produtos prioritários têm
maior expressão econômica;
8 — intensificar a articulação com os organismos
financeiros de desenvolvimento do País, a nível
nacional e regional, com o objetivo de dar-lhes
apoio técnico na formulação e análise de projetos;
9 — racionalizar e intensificar o aproveitamento
da assistênca técnica internacional, esijecialmente
especialmente
dos Centros e Agências Internacionais de Investigação."
tigação.”
Além destas atividades, a Empresa concentrará de imediato, esforços no sentido de:
a) realizar intenso trabalho de pré-inversão com
o propósito de formular projetos específicos que
possam contar com apoio técnico-fínanceiro
técnico-fmanceiro de orposseim
ganismos nacionais e internacionais.
b) realizar um programa de capacitação de pessoal, nos próximos 2 anos, abrangendo cursos de
pós-graduação no País e exterior, cmsos e seminários de tipo operativo para progreimação,
programação, administração e execução de projetos, envolvendo cerca
de 900 participantes com formação profissional de
nível universitário. Este programa e outras atividades de assistência técnica
téc^ca contarão com apoio
da Mnanciadora
Financiadora de Projetos — FINEP.
CONCLUSÃO
Como se vê, não pretende o Governo nem os dirigentes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária uma transformação pura e simples do DNPEA em EMBRAPA. O que objetivam é uma mudança radical
nos métodos de trabalho, buscando uma maior produção e produtividade
das atividades atinentes à pesquisa.
' Merece destaque a atribuição à EMBRAPA das pesquisas sócioeconômicas do setor agrícola, que até o advento da criação da Empresa
não contavam com a atenção de um órgão especializado. O que se verificava era a realização desse tipo de pesquisas de uma maneira esparsa,
com pouca orientação na objetividade dos estudos realizados. A maioria
desses estudos visava a elaboração de trabalhos para defesa de tese na
obtenção de títulos de pós-graduação.
Esses aspectos, aliados aos referidos anteriormente, fazem crer
que estão disponíveis os instrumentos necessários à pesquisa agropecuária, para que esta proporcione o impacto pretendido pelo Governo, na
área especial da ciência e da tecnologia.
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13

�</text>
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Documentação&#13;
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                    <text>/■^ *-

SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÃO CIENTIFICA E TECNOLOGICA

O SUB-SISTEMA DE INFORMAÇÃO AGRÍCOLA

R.C.

Rosinha

A.L.C.

Vicentini

Ministério da Agricultura
Brasília,

agosto de

1972
agrícola

2

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5

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Digitalizado
gentilmente por:

&lt;/

\

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16

1

�0 SUB-SISTEMA DE INFORMAÇAO AGRÍCOLA

Trabalho

apresentado ao

Conselho Nacional de Pesquisas, para a montagem do Sistema Nacional de

Informação

Científica e Tecnológica, em
agosto de

1972.

�0 SUB-SISTEMA DE

INFDRMAÇAO AGRÍCOLA

R.C.

2

■

Roslnha*

A.L.C.

Vicentini**

1 - OBJETIVOS DO SUB-SISTEMA
0 Sub-slstema de Informação
principais, entre
1.1

-

Agrícola, tem por

objetivos

outros, os seguintes:

Proporcionar ao setor agrícola os meios para
senvolver uma política institucional de

documen-

tação e informação, no campo da agricultura e
incias
1.2

1.3

-

-

de-

ci-

afinsj

Ativar e manter uma rede de documentação e informação agrícola no País,

através de um Centro

ordenador, e de

Regionaisj

Centros

Assessorar, informar e documentar,

através

órgãos integrantes do Sub-sistema,

aos órgaõs

dos

Administração Federal, Estadual e Municipal,
como a Entidades Privadas, em assuntos
dos

com a documentação e informação

Co-

da
bem

relaciona-

agrícola;

2 - CRGÃO central do SUB-SISTEMA
2.1

-

0 Sub-slstema terá ação em todo o território
cional, envolvendo as organizações

na-

relacionadas e

interessadas

com o setor agrícola,

independente-

mente de sua

localização geográfica ou subordina-

ção administrativa;

* Pesquisador em Agricultura do Ministério da Agricultura.
** Conselheiro da Federação Internacional de Documentação

e

Consultor da FAO para o Projeto CERDAC.

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19

�3

2.2

-

0 drgão

central

do Sub-slstema será localizado no

Ministério da Agricultura, devendo ser o
NACIONAL DE DOCUMENTAÇAO E INFORMAÇAO

CENTRO

AGRÍCOLA -

(CENDIA)I
2.3

-

Ao órgão central
2.3.1

-

do Sub-sistema,CENDIA.competirá:

0 planejamento e a coordenação
nentes, para o funcionamento

permaintegrado

do Sub-slstema»
2.3.2

-

a elaboração de normas necessárias a essa Coordenação»

2.3.3

-

o levantamento das necessidades específicas dos diversos setores de

informa-

ção 8 documentação, relativas
cultura e ciências
2.3.4

-

a

agri-

afins»

a an£llse da clientela usual a

da inte-

ração Sistema-Usuário»
2.3.5

-

a orientação para a elaboração de
bliografias

bi-

adequadas, pare suprir

ã

demanda de informação necessária em

a-

grlcultura»
2.3.6

-

o estabelecimento de

um banco de

dados

(Clearlnghouse), para incentivar o programa de pesquisa no

campo

agropecuá-

rio »
2.3.7

-

a Integração

ao Banco'Central

dos bancos existentes

de

Dados«

(ou que venham

existir), nos órgãos Jurisdiclonados ,

a
-

autárquicas e de economia mista, do setor agrícola»
2.3.8

-

a col"ta e a disseminação de documentação, inclusive daquela não publl‘cadai

�4

: ir2.3.15

-

a manutenção de equipamentos
prafla e de

2.3. 16

-

de

repho-

recuperação de informaçõesj

a administração e o aperfeiçoamento
pessoal de nfvsl
tinado

superior e medio

aò funcionamento rio órgão

de
descen-

tral ;
2.3,17

-

o estudo do estimativas de recursos

or-

çementários

es-

anuais e plurianuals a

sas programações.

ORGAOS ou elementos

de

COOROEMAÇAO, FXHCUÇAfí E AGENTES

DO

SUB-SISTEMA
3,1

3.2

-

A coordenação dc Sub-sistema ficara a cargo
«
Ministério da Agricultura,

do

A execução estará a cargo do CENTRO NACIONAL

DE

DOCUMENTAÇAO E INFORMAÇAO AGRÍCOLA
3.3

são órgãos que

funcionarão como

(CENDIA)

agentes

diretos

do Sub-sistema;
3.3.1

-

a Biblioteca Central

3.3.2

-

as Bibliotecas,
ção.

Agrícola;

Centros de

Documenta.-

Arquivos e Museus existentes no

Ministério da Agricultura;
3.3.3

-

as Bibliotecas.

Centros de

Documenta-

ção,

Arquivos e

Museus sôbre

agricultu-

ra e

assuntes

ís,
'3.3.4

-

afins, existentes no

Pa-

aglutinados em Centros Regionais;

funcionarão como
Sub-sistema, os
3.3.4.1

agentes Indiretos
seguintes

(IBBD)

Digitalizado
gentilmente por:

órgãos:

- Instituto Brasileiro de
bliografia 0

Sc a c
sí em
Cacreaclanento

do

Bi-

Documentação....

�5

3.3.4.2

- Biblioteca Nacional do Rio da

Janeiro

(BNl;
3.3.4.3 - Instituto Nacional do Livro

CINL]

4 - integraçAo do sub-sistema no país e no exterior
4.1

-

Integração no Pafs
4.1.1

-

Sistema Nacional de

Informação

Cientí-

fica B Tecnológica;
0 Sub-sistema de

Informação

Agrícola

funcionará integrado no Sistema

Nacio-

nal de Informação Científica e Tecnológica

CSNICT).

preconizado pelo Plano Na

cional de Desenvolvimento, e que se
acha em fase

de

organização pelo

Conse-

lho Nacional de Pesquisas.
4.1.2

-

Instituto Brasileiro de Bibliografia

e

Documentação*
0 Sub-sistema colaborará, estrltamente ,
com os programas bibliográficos e

com o

Catálogo Cpletlvo Nacional, mantidospelo IBBD.
'4.1.3

-

Outros órgãos:

0 Sub-sistema colaborará

com a Biblioteca Nacional,na edição
Bibliografia Nacional e
Nacional

da

com o Instituto

do Livro,, para a edição da Bi-

bliografia Brasileira Mensal.
4.2

-

Integração no exterior
4.2.1

-

Âmbito internacional;

0 Sub-sistema de-

verá integrar o Projeto AGRIS

(Agricul-

tural Information System for Science
and Technology]

da Organização das

Na-

�6

ções Unidas para e Agricultura
limentaçâo

[FA03 ,

em um dos elos
cumentação 8
4.2.2

-

devsndc se

informação agrícola.

ção e intercâmbio com o

0 Sub-sistema
colabora-

Centro

Documentação e

(CIDIA)

mericano de

A-

constituir

devera trabalhar em estreita

Agrícolas

a

da cadeia mundial de do-

Âmbito Intsramericanc:

mericano de

s

Intara-

Informação

do Instituto

Intsra-

Ciências Agrícolas

da Orga-

nização dos Estados

Americanos

(Proje-

to AGRINTER).

5 -

COMPONENTES DO SUB-SISTEMA DE INFORflAÇAO AGRÍCOLA
Os drgãos

componentes do Sub-sistema de Informação

Agrí

cola serio;
5.1

-

Ministério da Agricultura:
5.1.1

-

Centro Nacional

de Documentação e

In-

formação Agrícola;
5.1.2

-

Biblioteca Central

Agrícola;

5.1.3

-

Departamento Nacional de Pesquise Agropecuária,

através de suas

Regionais

(Centros Regionais

Bibliotecas
potenci-

ais 1 ;
5.1.4

-

Outros

órgãos

tura.
5.2

5.3

-

-

Faculdades

do Ministério da Agricul~ ~

de Agronomia, Veterinária,

Florestas e

Ciências Domésticas;

Secretarias

de Agricultura dos Estados,

Zootecnia,

Territó-

rios e Distrito Federal;
5.4

-

Institutos de Pesquisa sobre

Digitalizado
gentilmente por:

agricultura e

ciên-

�7

2.3.9

-

a raclonalização do

armarenemento

toda a informação do InterBase

para

o

setor agrícola,

incluindo documsntos

de

todos

a sabor:

os tipos,

livros,

dicos, menuacritos, mapas,

rências.
fichas,

perió-

relatórios,

patentea, filmes dispositivos,

transpa-

dlafilmas, microfilmes,
dioramas,

discos,

das, paças de museu,
2.3.10 -

d©

micro-

fitas

grava-

reella. etcj

a preparação de programas gerais

de

disseminação de informaçâoi
2.3.11

-

a normalização das publicações
alçada,

de

acordo com os

padrões internacionais

de

aua

critérios

CISO,

s

COPANT

ABNT)i
2.3.12 -

o emprego do processamento eletrônico de
dados, para e execução dos ftens
2.3.S 8 2.3.10.

através de

próprio ou mediante

2.3.S,

equipamento

locação de

serviços

de firmas especializadas i
2.3.13 -

a instalação de ijma Biblioteca
la,

Agríco-

com equipamentos baseados em

tecno-

logia eletrônica, para a armazenagem

de

resultados

de

de pesquisas

agrícolas,

dados estatísticos, numéricos e
dos, e para sua disseminação

grava-

de

forma

dinâmica e progressiva}
2*3.14

-

o estabelecimento de uma
relações

com os centros de

política

de

documentação

e informação do País e do Exterior, para
intensificar o intercâmbio de

publica-

ções 8 informações}

Digitalizado
gentilmente por:

l

14

15

16

17

18

19

�8

cla3
5.5

-

afinsi

Usuários

(Comunidades).

6 - AREAS de AÇAO
Para uma melhor definição das áreas
ma de Informação Agrícola, foi
Brasileiro de

de

convocado o "II

Documentação Agrícola",

Brasília, no período de 9

ação do Sub-siste-

a 13 de

Seminário

a reallzar-SB

em

outubro do ano em

cur-

so.
Ate a realização da referida reunião,
grlcultura indica que
camente,

as mesmas

o Ministério da

o Sub-slstema deverá cobrir,

áreas de ação do Centro de

A-

basi-

Documenta-

ção da FAO, tendo em vista a participação do Brasil

no

Projeto AGRI5, Já referido.
Assim,

as

áreas prioritárias, num levantamento

nar,

são:

6.1

-

Abastecimento

6.2

-

Comercialização

6.3

-

Desenvolvimento Agrário

6.4-Ecologla

2

6.5

-

Economia Agrícola, Florestal e Pesqueira

6.6

-

Economia Domestica

6.7

-

Florestas

6.0

-

Mecanização Agrícola

6.9

-

Meteorologia

6.10 -

Nutrição

6.11

-

Pesca

6.12

-

Produção Animal

6.13

-

Produção Vegetal

6.14 -

Recursos Naturais

6.15

-

Sociologia Rural

6.16

-

Tecnologia Agrícola e

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

_ _

Alimentar

prelimi-

�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text> Vicentini, Abner Lellis Corrêa</text>
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                <text> Disseminação Seletiva da Informação </text>
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                <text> Agricultura</text>
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                <text>O Sub-slstema de Informação Agrícola, tem por objetivos principais, entre outros, os seguintes: Proporcionar ao setor agrícola os meios para desenvolver uma política institucional de documentação e informação, no campo da agricultura e ciências afins; Ativar e manter uma rede de documentação e informação agrícola no País, através de um Centro Coordenador e de Centros Regionais; Assessorar, informar e documentar, através dos órgãos integrantes do Sub-sistema, aos órgaõs da Administração Federal, Estadual e Municipal, bem como a Entidades Privadas, em assuntos relacionados com a documentação e informação agrícola.</text>
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                    <text>79 CONGRESSO BRi^iSILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENT7^ÇÃO
Bolem,

29 de julho a 4 de agosto do 1973

CDD

025.129

CDU

025.778

DOCüíffiNTi.ÇÃO ?iGRÍCOLi\ - INFORTIÃTICA

Recursos reprogrãficos nas bibliotecas agropecuárias
brasileiras, por Angela Maria Lyra Porto
Chefe da Biblioteca do Centro
de Tecnologia Agrícola e Alimentar do Ministério da Agricultura
79 CR3-128

SNOPSE

1.

Importância

2.

Recursos reprogrãficos nas bibliotecas agropecuárias

3.

Conclusão

4.

Recomendações

5. Bibliografia

1.

IMPORTfjJCIA

Podemos considerar a reprografia como um dos meios
,
.
~
.
(4)
da ccmunicacao tecnrca
Cem o desenvolvimento tecnológico e de modo espe ciai das técnicas reprogrãficas, tiveram os usuários das biblio
tecas e dontros de informação, maior facilidade de acesso a documentos de seu interessa existentes em qualquer parte do mundo.
A palavra reprografia, termo atual e bastante divulg^
do entre nós,

foi usada ha uns quinze anos, como uma expressã.o

que designa, coletivamente,
tos.

á cópia e a m.ulticõpia de dccumen -

Não estão al incluidas as cópias ã máquina nem os impresr-

sos convencionais.

2

3

4

5

6

t&gt;0G. agrio0e,a

Digitalizado
gentilmente por:

�’

fls.2

A função principal aa renrografia 5 a difusão da informação.

Outras aplicações de grande importância poderão ser len -

bradas:

Facilita o o.npréôtimo inter bibliotecário, permita a con-

servação de materiais,

a recuperação de partes mutiladas de

li-

vros, reduz o custó da encadernação e prcpcrcicr.a maior espaço
nas bibliotecas.
naçao,

Desta maneira,

a aquisição,

facilita a disseminação da infor.

a conservação e e elencnto vital parca a inves_

tigação e o ensino.
l'. importância da reprodução de documentos 5 tão destaca
da no corripo da informação técnico-científicr. que a UMESCO rocom.en
dou a criação de laboratórios c centros de foto-reprodução mecân^
ca de documentos,

anexos,

se possível,

a centros nacioncais de in-

formação e de documentação, ou separados, para sorvir a uma rede
de bibliotecas.
Atendendo a uma rccomondação da FID/CLA o IBBD publicou
um guia de serviços dc bibliotecas latinoamcricanas,

no qual cons

tam aquelas bibliotecas em condições de atender a reprodução
n ,2)
docum.ontos.

de

Em 1969 o Instituto Intoramaricano de Ciências Agrico(3)
Ias IICA publicou trabalho semelhante,
onde foram arroladas
as bibliotecas agrícolas latincamericanas.

Estão incluidas infor

maçÕGs sobre 59 instituições brasileiras, das quais 16 declararam
possuir serviços de reprodução de documentos, enquanto 43 não deram informações.
Com base no levantamento das coleções de periódicos,

a-

grícolas e ciências afins através do Catálogo Coletivo, a scr pu
blicado muito em breve, os serviços reprográficos assumirão o im
portante papel de disseminador da informação agrícola no Brasil.
2.

RECURSOS REPROGRÃFICOS NAS BIBLIOTECAS AGROPECU/JRIAS
Visando incluir o maior número pc\çsível dc bibliotecas

relacionadas cem a agropecuária o ciências afins,

foram selecio-

nados endereços de Escolas Superiores de Agronomia e Veterinária,
Instituições de Pesquisa, Associações, etc. nos seguintes reporto
rios c
- Brasil.

Coordenação do Aperfciçoaunonto do Pessoal de ill

vel Superior

(CAPES)

rior. Endereces.

- Estcibelccimentcs de ensino Supe-

Rio de Janeiro,1971.

62 p. nineogra-

fadOo
ARAÚJO, ííário Olinte C. da conp.
Levantamento das instituições &lt;1: pesquisas agropecuárias do Brasil.' Inf'•'r
mgçces prolirainares i Brasilira, Dcpartamentc Naciohan
dc pesquisa Agropecuária, Instituto Interamericano
de Ciências Agrícolas. Zona Sul, 1971.
232 p.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�'

fls.3

- RODRIGUEZ, J,I. - List-?, ác cndcraçcs utilizada pclo Progr£ina para bibliotecas agrícolas no Brasil. ' Ric do
Janeiro, IIC7i/PR0BAB, 1963.
22 p.
nineografada.
- BRTiSIL. Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação - Bibliotecas especializadas brasileiras. 2.
ed.
Rio de Janeiro, 1969.
605 p.

ALAGOAS

Haceio
1. ASSOCIAÇÃO NORDESTINA DE CRÉDITO E .'iSSISTÊNCIA RURAL DO
ESTADO DE ALAGOAS_
Av. Comendador Leão, 720 - Poço
57000 Ilaceió - 7iL
Diretor: EngÇ 7intonic José da Cunha Chagas; Chefe da Blblioteca: Bacharel Aluísio Ferreira da Silva.
(não tem Serviço)
2.

INSTITUTO DE GE0CIÊNCI7^ DA U!&lt;II\^RS IDADE FEDER.AL DE ALAGOAS
Rua Dr. José Bento Junior, 110
57000 ilaceió - AL
(Não se considera do grupo de Bibliotecas
iAgropecuãr ias)

711AZ0HAS

ílanaus
3. INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISA DA ÍJlAZÕNIiA (IMPA)
Rua Guilherme Moreira, 116
69000 Manaus - AM
(Som informação)
4. INSTITUTODE PESQUISA íAGROPECUÃRIA DA AMAZÔNI7i OCIDENTAL
(IPEJiAiOC)
Caixa Postal, 455
69000 Manaus - 7JI
(Som informação)

BÍÜHIA

Cruz das Almas
5. ESCOL7Ã DE AGRONOMIA DA UI'íIVERSlDiADE FEDERTiL DA 37HIA
44380 Cruz das .Almas - BA
Diretor; Eng9 T.grÇ Zinaldo Figuerôa de Sena; Chefe da Biblioteca: Luiza Paraiso Guimarães (Não tem serviço)
6.

INSTITUTO DE PESQUISíA AGROPECUÃRIA DO LESTE
44380 Cruz das J.lmas - B7.
Diretor; Archimar Bittencourt Baleeiro; Chefe da Biblioteca;
Carmelia Regina dc Mattos; Serviços; Fotocópia SAVIN; Preço;
CR$0,80
Alcance; Nacional

Itc±&gt;una
7. COMISSÃO EXECUTIVA DO PLZ-JSIO DE RECUPERAÇÃO ECONÔMICO-RURAL DA
L.AVOUR.A CACAUS I IA (CEPLT.C)
Caixa Postal 7
Km26 da Rodovia Ilheus/Itabuna - EA
Superintendente Técnico; Paulo de Tarso A.lvim; Documentalista
Chefe: Loa Tania Albuquerque de Aquino; Serviço;Xerox; Alccmce; Nacional e Interamericano; CCo-Bal-Cepcc (a partir de
1973 o serviço serã ampliado c cobrado)

cm

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Digitalizado
gentilmente por:

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�fls.4
Juazeiro
8. FACULDJ.de de AGRONOniA DO lÊDIO SÃO FRANCISCO
Horro Flcresta.l
48900 Juazeiro - BxL
Diretor^ Edgard Ch-astinet; Chefe da Biblioteca; Maria Cira Padil-ia da Luz
(Não tcia aerviço)
Salvador
9. ASSOCIAÇÃO NORDESTINA DE CRÉDITO E ASSISTÊNCIA .RURJi DA BJJilA
Praça Pedro Aspicuelta
Sd. Ceres, 19 - Aflitos
Caixa Postal/ 717
40000 Salvador - BA
(Sen informação)
10. ESCOLJi. DE .SDICINA \^TEP.INÃRIA DA UNIVERSIDADE FEDE?J\L DA BAHIA
Av. Adhenar dc Barros s/n - Cndina
40000 Salvador - 3xA
Diretors Prrf. José Guilherme da Motta; Chefe
Biblioteca;
Ni)ana de iAleuquorque Franco
(Não tem serviçe)
11. ESCOLJ. DS NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE DA BJ'ÜIA
Rua Basílio da Gama, 6
40000 Salvador - BA
Chefe da Biblioteca; A^zenilda Maria Soledade
12.

13.

(Não tem serviço)

INSTITUTO BIOLÓGICO DA BAHIA
A.V. ?.dhomar de Barros s/n
Caixa Postal 553
400C0 Salvador " BA.
Diretor; Moacyr Dunhan de íloura; Chefe da Biblioteca;
Melo de Paiva
(Não tem serviço)

Lícia

INSTITUTO DE GEOCIÊÍTCI.AS DA_UNIVERSIDADE FEDEREL DA BAHIA
A.v. Garibaldi s/n ~ Federação
40000 Salvador - BA
Diretor; Ycda dc J^ndrade Ferreira; Chefe da Biblioteca; Ana
Maria Caldas Simas; Serviço; Xerox, Fotocopia, Preço; CR$060

DISTRITO FEDERAL

Brasília
14. Ministério da xAgricultura
Biblioteca Central
Esplanada dos Ministérios
Bloco 8 '• térreo
700C0 Brasília - DF
(Som informação)
15. UNIVEPHIDADE DS BRJHIlia - Biblioteca Central
JiSa Norte
70000 Brasília - DF
Diretor; Pref . Elton Eugênio Volpini; Chefe cio Serviço ;Luiz
Carlos Maroclc; Serviço; Xerox; Fotocépia? Microfilme; Preços;
CR$0,5C;
US$0,20; Donus Unesco;
Alcance; InternacicnaTT ^
CCo-DF-BCU

ESPIRITO SJIJTO

Vitoria
16. JxSSOCIAÇÃO DE CRÉDITO E ASSISTÊNCIA RURAL DO ESPÍRITO SJvNTO
Rua Afonso Sarlo, 160 - Bento Ferreira

�fls.5
Caixa Postal/ S^''A
•
29000 Vitória - ES
Dirotor; Osman Francischetto de Magalhães; Dibliotecárla;
Ednilcia Costa
(Uão tem serviço)

GOlf.S

Goiânia
17. ASSOCI/iÇÃO DE CRÉDITO E ASSISTÊNCIA RURAL DO ESTADO^DE GOlAS
Rua 227-A L-10/13 - Caixa Postal 415 - S. Universitário
7400Õ Goiânia - GO
Diretor; Dr. Valdez Aires Vasconcelos; p/Chefe da Bibliotecas
Maria Cristina Maranhão.
(Não tem serviçõT
18. ESCOLA DE AGRONOMIA E VETERIM/iRIA DA UNIVERSID/ADE FEDERAL DE
GOIÁS
Cidade Universitária - Caixa Postal 697
.
74000 Goiânia - GO
Diretor; Prof. Clairmont Orlando Gomes;
Chefe da Biblioteca;
Acad. Valni Ferreira Chagas
(Não tem serviço)

GURUAEARA

PJLo de Janeiro
19. /^SOCIAÇAO BRASILEIRA DE CRÉDITO E 7.SSISTÊNCIA RURAL
Av. Marechal Câjnara/ 210-79 andar
20000 Rio de Janeiro (Sem informação)

(JiBCAR)

20. CENTRO DE PESQUISR^S DE GEOGRAFIA DO BRASIL; INSTITUTOGEOCI-_
ÊNCIA-S
Largo de São Francisco de Paula, 24 - térreo
20000 Rio de Janeiro - GB
(Sem informação)
21. CENTRO DE TECNOLOGIA AGRÍCOLA E /ilMENTAR
Rua Jardim Botânico, 1024
20000 Rio de__Janeiro - GB
Diretor; José Camões Orlando; Chefe da Biblioteca; Tingela
Maria Lyra Porto; Serviço; Fotocopia SAVIN; Preço; CR$060;
Alcance: Nacional; CCo - GB - ITA
(CTAA)
22. DEPARTiiíIENTO NACIONAL DE METEOROLOGIA
Praça 15 de Novembro, 2-59 andar
- *20000 Rio de Janeiro
GB
Diretor; Coronel Roberto Venerando Pereira; Chefe da Bibliobeca; Dulce Bastes do A.lbuqucrque; tNão tem serviço)
23. DEPAJITAMENTO NACIONAJ. DA PRODUÇÃO MINER/iL
Av. Pasteur, 404 - Praia Vermelha
20000 Rio de Janeiro - GE
Diretor; Yvan Barreto de Carvalho; Chefe da Biblioteca; Maria
da Gloria Tavares Price; Serviço; Xerox; Preço; Cr$0,50;
Alcance; Nacional e Internacional
24. DIRJETORIA DO SERVIÇO GEOGRÁFICO. MINISTÉRIO DO EXÉRCITO
Rua Major Daenon, 81
20000 Rio de Janeiro - GB (Sem informação)
25. INSTITUTO DO AÇÚCAR E DO AJ.COOL
Praça 15 do Novembro, 42-99 andar
20000 Rio de Janeiro - GB

�tls.6
£lí;Gt2£: Vicento dc Paula Martins Mendes; Chefe da BiblioteFrancisca do Carvalho; Serviço; Xerox; Preço; gratuito;
Icajico: iJacional, Interamericano e Internacional; CCo - GB
lAA
26.

INSTITUTO DASICO DE GEOCIÊNCIJ'^
Rua Fonseca Teles, 121
20000 Rio de Janeiro - GB (Sem informação)

27.

INSTITUTO BRJiSILEIRO DE GEOGRRJIA
Av. Calogeras, 6B — Sobreloja
20000 Rio de Janeiro " GB (Não se considera do grupo)

28.

INSTITUTO BPA.SILEIRO DO CIxFÉ
Av. Rodrigues Alves, 129 - Térreo
20000 Rio de Janeiro - GE
piretor do Serviço de Documentação Econômica; Lenira Lacerda
aa Camara Lima, Chefe da Biblioteca; Margarida Maria de Maga
lhaes Figueira Serviço; Fotocopia 311 209. Preço; gratuito; “
Alcance; Nacional, Interamericano e Internacional; CCo - GB

29.

INSTITUTO DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA
Estrada da Vista Chinesa, 741
20000 Rio de Janeiro - G3
Biblioteca; Roberto Tamara
CCo *■ GB - ICN (Mao tem serviço)

30.

INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFOPJIA AGPJIRIA
Rua Santo Amar'^, 28
20000 Rio de Janeiro - GB
Moura Cavalcante, Chefe da Biblioteca; Lydia Leone Manescal; Serviço; Termofax; Flexowriter; Preço; gratuito; Alcance; So para a Instituição; CCo GB - INCRA

31.

INSTITUTO DE PESQUIS/v AGROPECUÁRIA DO CENTRO-SUL
Km47 da Antiga Rio-São Paulo
20000 Rio de Janeiro - GB
Diretor; EngP Agr9 Hélio Guida; Chefe da Biblioteca; Olinda
P. aa Costa. (Nao tem serviço)
~

32. MUSEU NACIONZiL
Quinta da Boa Vista
20000 Rio de Janeiro — GB

(Sem informação)

33.

SOCIEDADE NACIONAL DE AlGRICULTURA.
A.V. General Justo, 171 - 29 andar
20000 Rio de Janeiro - GB (Sem informação)

34.

UNIVERSIDiADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JAJíEIRO
Caixa Postal, 25
20000 Rio do Janeiro - G3 (Sem informação)

ÍIA-TO GROSSO
Cuiabá
35. ASSOCIA.ÇiAO DE CREDITO E ASSISTÊNCIA RURAL DE MATO GROSSO
Av. Gotulio Vargas, 23
39 anc:.ar
78000 Cuiabá - ílT
piretor; Dr. /oitonio Rodrigues da Silva; Chefe da Biblioteca; Julieta Toshiko Okamura (Não tem serviço)

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Digitalizado
gentilmente por:

�fls,7
GErj'.IS
Belo Hori::oiicc
36, ASSOCIAGílO JE CRÉDITO E TiSSISTÊIJCIA RURAL
. COS .^‘.riClrcidas; 367 — 39 an&lt;3a.ir
Caixc IcGtal, 900
30000 Bolo Horizonte - ÍIG (Sen infornaçKo)

ikV • ii.uiu.ZOiixc\^ . 0/6
3000Ü Bolo Horieonte - MG
38.

“niveesidade federal de minas gerais
(Sen informação)

INSTITUTO DE GEOCIÊÍICIAS
Rua CarançolOj 288 •• 69 andar
30000 Delo Horizonte - MG (Sem informação)

PA
300o0 i^elo Horizonte ~ MG

“IRETOKIA estaduaa do minis(Som informação)

Lavras
40. ESCO.LA SUPERIOR BE AGRICULTURA
Caixa Postai, 37
37200 Lavras - MG
§èpK?-T,„!T,“'
SS;gSa7

Cartaxo; Chafa Ca Biblioteca;
âSEViSo: Xerox, Praço: CrÇ0,70;

9et;e Lagoas
41. INSTITUTO DE PESQUISA AGROPECUÃRIA DO CENTRO--OESTE IPEACO
Caixa Postal, 151
35700 £.ete Lc\goas - MG
Dijcct^í Enç9 Agr9 Paulo de_Souzaj Chefe da Biblioteca; Beatriz Santos r.lneica Cruz (Nao tem serviço)
Viçosa
42. LTNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA
36570 ■'■.Lç- MG
Biblioteca; Paulo Tarcísio Mayrink; Serviços Xerox;
Preços? 1 a 5 copias; Cr?0,8''; 6 a 10; Cr$0V70 11 a 15;
Cr^O^oO; 16 a ICO; Cr$050; 101 em diante; Cr$0,40;
Airance;
...
-!.nternacional

F7íRA
Belcm
43. ASSOCIA.ÇAC DE CPQÜDITO E ASSISTÊNCIA xRURTiL - Biblioteca "Lucivalco Coa.iho
Tiv. Tilmirante Darroso, 717
66000 Deicm - PA. (Som informação)
44. FTrCULDADE EE CIÊNCIItS AGPJtRIAS DO PARÃ
7.V. Perimotrai s/n
Caixa Postal, 917
6 6 OCO De lera ~ Plx
Elias Sefor? Chefe da Biblioteca; Sandra Santos Bordallo;
Serviço.; Xerox; Preço; Cr$0,50; Alcance; SÓ para a biblioteca
45.

cm

1

INSTITUTO DL PESQUISA P.GROPECUÍIrIA DO NORTE (IPEAN)
Caixa Postal, 48
66000 Delem - PA
Diretor? r .
Cláudio Falesi; Chefe da Biblioteca;Nazira Leite líassar (Nao tem serviço)

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�f Is. 8
46. ÍIUSEU PfJíAENSE "EMÍLIO GOELDI"
Av. IndGponc’.ência, 364 - Caixa Postal 399
66000 Oolcm - PA
Diretor; Luiz Miguel Scaff; Chefe da Biblioteca; Clara Maria
Galvao; Serviços; Fotocopia, fotograma, copias fotográficas,
ampliações; Preçoss Cr$0,50; Cr$020; intercâmbio entre instí
tuições; Alcance; Nacional; CCo - P/vB ^ MG.
47. SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DA AÍITiZÔNIA. (SUDAM)
Travessa Tjitônio Laena, 1113
66000 Delem PA
Superintendente; 0*^1 Milton Câmara Senna; Dccumentalista Chefe s Maria do Nazaré Freitas Pereira; Serviço. Xerox; Alcances
Nacional, Interamericano, Internacional (A partir de 1973 será
cobrado o serviço)

PliR/.ÍBA

Areia
48. ESC0L7. DE AGRONOMIA DO NORDESTE
53397 Areia - PD (Sem informação)
João Pessoa
49. ASSOCIAÇÍlO NORDESTINA DE CRÉDITO E A.SSISTÊNCIA RURAL
Rua Eliseu
Caixa Postal, 105
58000 João Pessoa - PD (Sem informação)

PAR7'JIA

Curitiba
50. FACULDADE DE AGRONOxMIA DA UNIVERSIDADE FEDEPJUii DO PíiRANÃ
Caixa Postal, 672
80000 Curitiba - PR
Diretor; Dr. Livio de Zilmeida; Chefe da Biblioteca; Rosi Slaviero Porath
(Não tem serviço)
51. FACULDADE DE FLOREST/xS DA UNIVERSIDADE FEDEPAL DO PARANA Biblioteca "Romário Martins" Caixa Postal, 2959
80000 Curitiba - PR
Diretor; Luiz Carlos Nascimento Tourinho; Chefe da Biblioteca;
Lea Terezinha Delczak; Serviço; Fotocópia, Microfilme; Preços;
Cr$0,70, Cr$1,00 mais taxa postal; Alcance; Nacional, Interamericano e Internacional, CCo - PrC - Ef
52.

INSTITUTO DE PESQUISA AGROPECUARI/i MERIDIONAL (IPEAMS)
Caixa Postal, 177
80000 Curitiba - PR
Diretor; Dr. Ayrton Zanen; Chefe da Biblioteca; Lilian Bedene
Nisio (Não tem serviço)

53. SERVIÇO DE DIVULGAÇÃO AGROPECUARIA
SECRETARIA DE AGRICULTURA
SOOOO Curitiba - PR (Sem informação)
PErJJAMDUCO
Recife
54. ESCOLA DE GEOLOGIA
Rua Dem Dosco, 1002
50000 Recife - PE (Sem informação)

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55.

INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS
Rua Corrcccr do Dispo, 155
Caixa Postal, 2492
50000 Recifo - PE (Sem informação)

56.

INSTITUTO DO AÇÚCAR E DO TiLCOOL - HUSEU DO AÇÚCAR
Av. 17 dc Z.gôsto, 2223 - Monteiro
50000 Recife " PE
Diretor; Dr. Luis da Resa Oiticica; Responsável p/3iblictoca;
ílaria Maura Wanderley Coutinhe (Não tem serviço)

57.

INSTITUTO "JOAQUIM NR3UC0" DE PESQUISAS SOCIAIS
Av. 17 de Agosto, 2187
50000 Recife - PE (Sem informação)

58.

INSTITUTO DE MICOLOGIA DA UIÍIVERSIDADE FEDERAL DE PEPJIAJÍIBUCO
Av. Conselheiro Rosa e Silva, 347
50000 Recife - PE (Sem informação)

59.

INSTITUTO DE NUTRIÇÃO DA UI'IIVERSIDADS FEDERAL DE PERNRAIDUCO
Cidade Universitária
50000 Recife - PE
Diretor; Prof. Dr. Álvaro Vieira de Mello; Chefe da Diblioteca; Maria Cristina Malta de Almeida Costa. (Utiliza os serviços da Biblioteca Central da Universidade)

60.

INSTITUTO DE PESQUISIiS AGRONÔMICAS
Av. General San Martin, 1208
Caixa Postal, 1022
50000 Recife - PE
Chefe da Biblioteca; Maria das Graças Martins Silvestre:
Serviço; Termo-fax (Utiliza os serviços da SUDENE e/ou de fir
ma particular

61.

INSTITUTO DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DO NORDESTE (IFEIUE)
Caixa Postal, 205
50000 Recife - PE
Diretor; Dr. Sosigenes Gomes da Fonseca. Chefe da Eiblioteca;
Maria Emilia Costa Lima (Não tem serviço)

62. UNIVERSIDADE FEDERT.L RURPíL DE PERNAllBUCO
Caixa Postal, 2071
50000 Recife - PE (Sem informação)

RIO GRANDE DO NORTE

Messorõ
63. ESCOLTi SUPERIOR DE JlGRICULTUPA - Biblioteca "Orlando Teixeira"
Km 47 DR 110 - Caixa Postal 137
59600 Mossorõ - RN (Não tem serviço)
Natal
64. I.SS0CI.AÇÃ0 NORDESTINA DE CRÉDITO E ASSISTÊNCIA RURTxL
Av. Hermes da Fonseca, 890
Caixa Postal, 261
59000 Natal - PJí
_
Diretor; João Vicente Feijão Neto; Chefe da Biblioteca;
Cleomar Oliveira Neto (Não tem serviço)

�fls.lO
RIO GRANDE DO SUL

Passo Fundo
65. FACULDADE DE AGRONÔMIA
Av. Brasil, 743
99100 Passo Fundo - FIS

(Sem informação)

Pelotas
66. INSTITUTO DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DO SUL (IPEAS)
Caixa Postal ”E"
96100 Pelotas - RS
Diretor; Dr. José BismarcJv da Costa Baracuhy; Chefe da bibliotecas Cely Farias Raphael; Serviço; Xerox; Preço;
Cr5?0,7CÍ (-1- o porte); Alcance; Nacional e Interamericano
Porto ?ilegra
67. ASSOCIAÇÃO SULINA DE CRÉDITO E ASSISTÊNCIA RURAL
Rua Siqueira Campos, 1184 - 19 andar
Caixa Postal, 2727
8CCC0 Porto A.legre - RS (Sem informação)
68. FACULDADE DE AGRONOMIA DA U1'ÍIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
DO SUL
Caixa Postal, 776
90000 Porto Alegre - RS (Sem informação)
69.

INSTITUTO DE PESQUISAS VETERINÁRIAS "DESIDÉRIO FINAMOR”
Caixa Postal, 2076
90000 Porto Alegre - RS (Sem informação)

70. MUSEU RIOG?J\ÍÍDENSE DE CIÊNCIAS NATURIiIS
A.V. ílauá, 1855
90000 Porto Alegre - RS (Sem informação)
71. SECIíETARIA DA AGRICULTUPJl DO RIO GRANDE DO SUL
Av. Julio de Castilhos, 585 - 69 andar
90000 Porto Alegre - RS
Diretor; Frof. Edgar Irio Simm; Chefe da Biblioteca; Maria
Olinda Cozza Magrisso; Serviço; Xerox; Preço; CrS050; Alcance; Nacional e Internacional
72. SüP£P.p'TENDÊNCIA DO DESENVOLVIÍÍENTO DA REGIÃO SUL (SUDESUL)
Divisão de Documentação
Rua Caldas Junior, 120-209 andar
90000 Porto Alegre - RS
Chefe Substituta da Div. Doc.; Maria Tereza Zampieri (Não
tem serviço)
_
Santa *’.aria
73. FACULDADE DE AGRONOIÍIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAl^TA -MPiRIA
Cidade Universitária - Camobi
Caixa Postal, 221
97100 Sanv-ci Maria - RS (Sem informação)
Uruguaiana
74. FACULDADE DE ZOOTECNIA DA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA
DO RIO GRANDE DO SUL
Rua Bento Martins, 2015
97500 Uruguaiana - PS (Sem informação)

RIO DE JAUEIRO

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Niterói
75. FACULDADE DE VETERINÃRIA
Rua Vital Brasil, 64
24000 Niterói - RJ
(Sem informação)
76. INSTITUTO DE GEOCIÊNCIPE
Morro de São João Batista
24000 Niterói - RJ
(Sem informação)

SAÍITA CATARINA

Florianópolis
77. ASSOCIAÇAO DE CRÉDITO E ASSISTÊNCIA RURAL DE SAIÍTA CATARINA
(ACÍiRESC)
Caixa Postal, 505
88000 Florianópolis - SC
(Sem informação)

SÃO PAULO

Botucatu
78. FACULDADE DE CIÊNCir.S MÉDICAS E BIOLÓGICAS DE BOTUCATU
Caixa Postal, 102
18600 Botucatu - SP
Diretor: Dr. Domingos Alves Meira; Chefe da Biblioteca:Fãtima
Helena Lima Goldoni; (Utiliza o Serviço da Faculdade e recebe
xerox da BIRENE) USP-95-SP
Campinas
79. COORDENADORIA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA
Caixa Postal, 709
13100 Campinas - SP
(Sem informação)
80. INSTITUTO AGRONÔMICO
Caixa Postal, 28
13100 Campinas - SP
Diretor; Dr. Fopilio Ângelo Cavalerij Chefe da Biblioteca;
t*viza S. E. Herrmannj Serviço; Fotocópia; Preço; Cr$0,50;
A.lcance; Nacional
81. INSTITUTO DE TECNOLOGIZi DE ALIMENTOS
Av. Brasil s/n
Caixa Postal, 139
13100 Campinas - SP
- Diretor; br. A.gide Gorgatti Netto; Chefe da Biblioteca; Paulo
Zink (responde pelo expediente) Serviço; Fotocópia; Preço;
Cr$0,50; Alcance; Só para a biblioteca
82. SEÇÃO DE SERICICULTURA. DO INSTITUTO DE
Av. das Amoreiras, 165 - Caixa Postal,
13100 Campinas - SP
Chefe: Eng9 Agr9 Oldemar Cardim 7ireu;
teca; Maria Luz Regina (bibliotecária)
SPC-SER (Não tem serviço)

ZOOTEQÍIA "D-2 c "D-5"
360
Encarregada da BiblioCCo-SpC-Ser. e USP-

Jaboticabal
83. FA.CULDADE DE MEDICINA VETERINÃRIA. E AGRONOMIA DE JAEOTICAJBAL
Estrada da Barrinha, s/n
Caixa Postal, 145
14870 Jciboticabal - SP

�fls.l2
Diretor; Dr. Ricardo Pereira Lima Carvalho. Chefe da Biblioteca; Wilse T. Blanco; Serviço; Xerox; Preço; Cr$0,50
Alcance; Internacional
Pinhal
84. FACULDADE DE AGRONOMIA E ZOOTECNIA "MANOEL CARLOS GONÇALVES"
Av. Hélio V. Leite s/n
13990 Pinhal - SP
Diretor; Dr. Alberto Mario Benatti Jr.; Chefe da Biblioteca;
Moema Lcmonaco (Não tem serviço)
Piracicaba
85. ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "LUIZ DE QUEIROZ"
Caixa Postal, 9
13400 Piracicaba - SP
Diretor; Prof. Ferdinando Galli; Chefe da Biblioteca; Dina
Maria Bueno Mcretti; Serviço; Xerox; Fotocopia; Preço;
Cr$0,40, Alçançe; Nacional; CCo-SpP-Ea e USP-ULQ
86.

INSTITUTO ZIMOTÉaJICO "PROF. JAYME R. DE liilIEIDA"
Caixa Postal, 56
13400 Piracicaba - SP
Diretor; Prof. Octavio Valsechi; Chefe da Biblioteca; Lúcia
V. A. Botelho; Serviço; Xerox; Preço; Cr$l,00; Alçançe Nacional (Utiliza o serviço da ESALQ)

são Paulo
87. DEPÍJ^TJiílENTO DE ASSISTÊNCIA AO COOPEPATIVISHO
Rua do Carmo, 88
0100.0 são Paulo -- SP
Diretor; Dr. Carlos Augusto de Almeida Filho; Chefe da Biblioteca; Maria Eunice de Andrade Corrêa; CCo - SP - DAC
(não tem serviço)
88. DEPARTAENTO DE IMIGRAÇÃO E COLONIZAÇÃO
SECRETARIA DA AGRICULTURA
Rua Visconde de Parnaiba,1316
Caixa Postal, 2942
01000 são Paulo - SP (Sem informação)
89.

INSTITUTO BIOLÕGICO
Caixa Postal, 7119
01000 são Paulo - SP
Diretor; Dr. Paulo Nobrega; Chefe da Biblioteca; Cecília I.
Uchoa Gomes; Serviços; Xerox, Fotocopia, Fotograma; Preços;
Cr$0,70;
Cr$3,00; US$0,20; US$0,50; US$1,00;
USP-SP-23
Alcance; Internacional
90. INSTITUTO DE B0TÃ14ICA
Av. Miguel Stefano s/n
Caixa Postal, 4005
OlOOO são Paulo - SP
Diretor; Dr. Alcides Ribeiro Teixeira; Chefe da Biblioteca;
Nelcia Fernanda Balloni Gomes dos Santos; Serviços; Xerox;
Microfilme; Preços; Cr$0,70, US$1.00 cada 6 copias; Cr$12,00
cada 20 fotogramas ou fração; Alcance; Internacional; CCo SpSp-IBOT; USP-SP-24
91.

cm

2

INSTITUTO GEOGPJÍFICO E GEOLÕGICO
Rua Antônio de Godoi, 122 - 99 andar
01000 são Paulo - SP
Diretor; José de Almeida Castro; Chefe da Biblioteca; Haydee Polito Peris; Serviços; Xerox, Microfilme, Heliografica;
Preços; Cr$0,60 a 1,20; Cr$lC),00 e Cr$2,00, Cr$5,40;
Alcance; Nacional, Internacional CCo-SpSp-IGG

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92.

FACULDAT-E DE I^!EDICINA VETERINÁRIA
Cidade Universitária
Caixa Postal, 7064
01000 são Paulo - SP (Sem informação)

93.

INSTITUTO DE ECONOMIA AGRÍCOLA DA SECRETARIA DA AGRICULTURA
Caixa Postal, 8083
01000 são Paulo - SP
(Sem informação)

94. MUSEU DE ECOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Caixa Postal, 7172
01000 são Paulo - SP (Não se considera do grupo)
95.

SEÇÃO DE BIBLIC:7RAFIA AGRÍCOLA
Rua Direita, 131 - 109 andar
Caixa Postal, 8116
01000 são Paulo - SP (Sem informação)

96.

SERVIÇO FLORESTAL DO ESTADO
Caixa Postal, 1322
01000 são Paulo - SP (Sem informação)

QUADRO ESTATÍSTICO
Questionários enviados;
Respondidos;
Possuem serviço;
não potruem
"
;
Não se consideram do grupo;
Sem informação;

96
56
28
25
3
40

Serviços;
Xerox;
Fotocopia;
Microfilme;
Microficha;
Outros;
Sem informação;

17
11
4
7
2

Alcance;
So p/ a Biblioteca;
Nacional;
Interamericano;
Internacional;
Sem informação;

3
7
2
12
4

Serviços prestados;
Diretamente p/3iblioteca;
Através de outro Depto.;
Sem informação;

Com 3 serviços;
Com 2 serviços;

4
5

_
“ 21
3
4

3. CONCLUSÃO
Solicitadas informações a 96 bibliotecas especializadas em agropecuária e ciências afins,
queridos.

Dastes,

50% forneceu os dados re-

50% estão em condições de atender pedidos de

reprodução de documentos.
Na rcgi.ã'^ Centro-Sul está localizado o maior número
de Serviços,

cm

2

3

4

cem 9 em São Paulo e 5 na Guanabara.Nas demais re-

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giões, pela ordem, Pará e Bahia com 3; Perncimbuco, Minas Gerais
e Rio Grande do Sul, com 2; Distrito Federal e Paraná,

com 1,

íonazonas. Rio Grande do Norte, Paraíba,Alagoas, Goiás,

Mato

Grosso, Espírito Santo, O.

4. ílECOirENDACÕES

Considerando que a disseminação da informação bibliográfica,

através da reprografia,

ê de importância primordial pa

ra o estabelecimento do um sistema de informação'adequado ao de
senvolvimento das atividades técnico-científicas agrícolas, recomendamos aos diretores dos orgãos a que pertencem as bibliote
cas consideradas estratégicas para o sistema de informação agro
pecuária e ciências afins, a instalação de serviços reprográficos,

a fim de facilitar o intercâmbio e a cooperação mútua

no

país.

5. BIBLIOGPJÍ.FIA

1. BRTvSIL.

Instituto Brasileiro de Bibliografia e Docimentação.

Bibliotecas especializadas brasileiras.
neiro, 1969. 60*5 p.

2 nd.

Rio de Ja-

2. FID/CLA. Guia de bibliotecas especializadas e centros de documentação da Ijgarica Latina
Rio de Janeiro, IBBD, 1970
(FID/CLA pvibl. esp. n. 3 FID publ. n. 470)
3. MALUGANI, Maria Dclcres.
Recursos de bibliotecas agrícolas
en America Latina. Turrialba, Costa Rica, IICA, Biblioteca
y Servicio de Documentación, 1969.
96 p. (IICA. Bibliote
cologia y Documentación, n. 16)
4. OFFENBACHER, E.
Econcm.ia de la reprografia empleada con fines de comunicacione técnica. Boi. Unesco bibl. Paris,
^(l):25-9, mar.-feb., 1970.
5. VODANOVIC Betty Johnson de &amp; BENTJERODT, Camila.
Guia de ser
vicios de reprografia de í\merica Latina. Programa de la Co
mission Latinoaiiiericana de la Federaciõn Internacional do
Documentación (FID/CLA) In; REUNION INTERAMERICANA DE BI BLIOTECARIOS Y DOCUíENTIJiISTAS AGRÍCOLA.S. 2. Bogota, 1968.
Informe ... Turrialba, Asociación Interamericana de Biblio
tecarios y Documcntalistas A.grícolas, VI-Gl.

�fls.15
RZSUMO

PORTO, Angela liaria Lyra. Recursos reprogrãficos ein bibliotecas agropecuárias brasileiras. In. CONGPIISSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO.
7. Belém,
1973.

Procedido um levantamento de serviços reprogrãficos existentes em bibliotecas agropecuárias e ciências afins
Brasil,
viadas.

foram prestadas 56 informações a 96 consultas enConstatou-se a existência de Serviços em 28 biblio

tecas distribuidos nas seguintes regiões s Norte*,
te,

no

2; Leste,

3? Centro-Oeste,

4;

Centrc-Sul,

3; Nordes-

13 a Sul 3.

são indicados outros dados referentes ao tipo de cõpia,
preço e alcance do serviço.

OOOOOCOOOO

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�</text>
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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text> Agricultura</text>
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                <text>A importância da reprodução de documentos é tão destacada no campo da informação técnico-científica, que a UNESCO recomendou a criação de laboratórios e centros de foto-reprodução mecânica de documentos, anexos, se possível, a centros nacionais de informação e de documentação, ou separados, para servir a uma rede de bibliotecas.</text>
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                    <text>VII COIIGilESSO I3Ri'i3IIi:iI{0 DE DIDLIOTECONOI.1LI E DOGüI.íEITAÇAO
Eoión, 29 de jiolho

a 4 dc

a/;osto de 1973

DOCUI.IEÍÍTAÇÃO ACtHICOM - I1ÍEORI.LÍTICA

A inforonçao agriocla para o desenvolvinento
nacional» Situação atual da Informção acricola
no Drasile
por
Caraolia Regina de LIattos - Dibliotecária do
Inrtitiito de Pesquisas A;jropecuárias do Leste,
Cruz das Aliaas ( CHD -5-/53 )
e
Luiza Paraiso Guimaraes - Dibliotecária da Escola
A{jrononica da ^niv» Pedcral da Dahia ( CIÍD-5^A62 )

CDD -

010 o630981

-CEU -

002:63 (81)

D PI. iCHICOLA

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�SDIOPSE
A iiifoninçao agrícola no Brasil sempre constituiu grande preocupação
para nossos govemantesj o que se pode sentir, ^ jIo desenvolvimento

que

a mesma vem sofrendo através dos tempos» Desde 1906, com a criaçao do M nistério da Agricultura, tentou-se organizar um departamento coordenador
e disseminador da informação, que possibilitasse as novas gerações utilização dos conhecimentos acumulados através dos tempos.
G-raças a explosão da informação científica, ve-se autoridades

de

todo 0 mundo voltadas para o mesmo problema, a fim de evitar o bloqueio
da informação e permitir ao homem moderno transformar os conhecimentos
úteis, no progresso e desenvolvimento do País.
A criaçao dos Sistemas e sub-sistemas de informação veio permitir
esse desenvolvimento e satisfazer os anseios de milhares de bibliotecários
e documentaristas.

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S U M ií II I 0

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1.

SITUAÇAO ATUAL DA

1.1

CooisGao Brasileira do Docuncntaçao A^ricola

1.2

Gru’jos Regionais

2.

ACBRVO BIBLIOGR.ÍPICO

3.

DISSaiDíAÇÃO

4,

BIBLIOGRAFIA

g

EIPOIÍI-iAÇAO

AGRÍCOLA

D/i. nJPORII/iÇAO

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I Sc a n
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�2.

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- SimçÃO ATUAL DA Iín?ORIIAÇÃO AGRICOL/i IIO BIUISIL
Origens e evolução da Inforninçao Agrícola
A partir das últirias décadas o u\mdo tcn passado por \ma série de trans

formçoes sobretudo no que diz respeito as ciências e tecnologias. Ve-se

o

surginento do novas técnicas, novas ciências que geram outras transformações
para acompanhar esse ritmo. Dessa forma, a Biblioteconomia vem perdendo

com

o correr dos tempos aquele conceito tradicional dando lugar a novas tcnninol^o
gias como: Bibliografia, bibliologia, documentação, documentologia, documentografia, documentalista, ciência do documento, informação cientifica, ciência
da informação, informatologia, teoria da informação e agora Informática (2S)
A Informação como ciência "diz respeito ao conj\mto de conhecimentos
humanos relativos a produção, coleção, organização, armazenamento, recuperação
reprodução, utilização c comunicação da informação".
Muito embora o uso do termo Informação seja relativamente novo, surgiu como ciência após a 2® Guerra mundial, no Brasil todo esse conjunto que se chama
informação, apareceu muito antes de nossa emancipaçao política, no que diz respeito as ciências agrícolas.
A Informação agrícola em nosso País teve sua origem no primeiro

reinado,

com o nome do " Publicidade Agrícola". Nessa época, a informação era prestada
através de relatórios que davam conta das causas do aumento ou diminuição das
poucas culturas existentes na época. Segundo Vieira (3?) em 1832, o jornal

da

Sociedade do Agricultura, Comércio c Indústria da Província da Bahia e, em 1833,
no Rio, 0 " Auxiliador da Indústria Racional ", divulgavam os assuntos relativos
a agropecuaria do País. Ainda no 1*^ Reinado, as gazetas contribuiram com artigos e notas informativas sobre indústrias extrativas, cultirra do algodão, etc.
Vieira (3?) ainda nos fala dos novos rumos que a agricultura alcançou no
Brasil durante o Império, sobretudo a agriciütura cientifica, com o surgimen—

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to da " Revista .Agricola do Inperial. Instituto Fluminense de Agricultuia ”,
revista esta apoí.ada pelo Imperador, 'registrando en suas páginas todas

as

observações sobre a agricultura nacional*
'• * Coa..a.lroG.1 ar.vaçao da República, a publicidade agricola..dosenvoIveu-se ,
a Imprensa intares~sou-se mis pelas reportagens agricolas, ..procurando,' cohq...^
veicula- de cOEun.1 aaçaojnf omar as práticas oais usadas na..agricxiltura*_
■ ■ -Visando centnalisar todas as atividades concernentes a agricultura^ .indústria e conércio, foi criado a Mnistério da Agricultura^ ..Indústria'c Gouér-.
cia pela Lei n^ l,r60£^,de.22 de_setembro-de--1906»-nií.eBta época,^j-á se pensava-na.
organizaçao de um.departamento responsável, pala. inforcaçao .agricola, publicidade
6 propaganda, que-viesss a diaReTninar a informação»
A Seção ,de Publicações n -Biblioteca- do-Ministéiio da Agricultura^ .l^oi cria—•
da pelo. •decTeto.n2.,.7,673,. de 18 •de^-novGIlbro'de 1909'-tendo. .comn. una de ■ suas fina-;-..
lidad.es. pr±ncipais.~a..impressão de-publicações .ds.Jldinistério da Agricultura feitas
no. País.; .distrrxbuigãa. das publicaçoies, di-vulgaça-o de informações e conhecimentos
ú-teis à -lavoiora, a indústria e ao comércio (37) .
■E[il910 .a. Seção foi reorganizada pelo decreto de n° 8*243, passando a deno-minar-se ” Serviço de Informações--e Biblioteca

'Fti 1 Q1_l passa por outra trens-

..f ormaçao em consequência do decreta n® 9«.195,-altaraudc ''a none para
Informações e M-vulgaçao

Em. 1912 aparece o

Serviço de

Soletim do Elinistério da Agrieul -

tura .Indústria .e. Comércio”, contendo ainopse dos atos do governo federal,, artigos*
orignnais, memórias, dados esta-tisticos, etc.
-Com a..Revolução de. 1930^0 lünistério da Agricu^ura, indústria e comércio
f cã .desdobrado om duas pastas, sendo que o Minis-tério da-Agricultura passa por
nova reorganizaçao pelo- decreto n® 22.984, do 25 -de jilLho de 1933- e criada a lã
retoria do Estatística e Publicidade, que após alguns anos -foi transformnda -.-em.
Serviço de Informação Agricola, pelo decreto 2,094, de 28 de março de 1940. Sm

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1944,pelo dccroto 6.914j o Servf-çO úg InforrjnçSo Acricola paesa a chanar-se
Serviço de Docunontaçao do Ilinistório da Acriciiltura. Ea jpjiciro

de 1946^0

Presidente da República aprova o regi:aento, en setoubro do liosuo

ano, pelo

dccrcto-lei 9.794 altera a denooinaçao de Serviço de Docunentaçao

para Ser-

viço dc Inforaaçao Agricola. 0 SI/i era conotituido das seguintes seções; Docunentaçao, Divulgação, Consultas e Infomaçoes, Publicações, Extensão jigricola, Diblioteca e Seçao Adninistrativa.
0 ^erviço de Infomação Agricola (SL'0 do ^-^inistério da Agricultura, fo^
aava lin centro de infomaçao agTicola no País, publicando livros, folhetos, • *
f
periodicos, etc., araazenando a infomaçao através da biblioteca e serviço de
docimentaçao, infomando, ccnunicando por neio da seção de infomaçoes, disserãnando a inforaaçao por un processo nassivo de conunicaçao pela inprensa, rádio, cinena, etc. Procurava atingir nao só aos técnicos, estudantes, profee sores, ben coao ao henen do canpo,
En agosto de 1960 &gt;foi criada a Rede Racional de Divulgação Agricola, pelo decreto

n° 48.874, para coordenar, anpliar e consolidar a infomação e di-

vulgação no País conconitantenente coa o ^erviço de Infomaçao Agricola.
Apos un perxodo ascendente do Sorviço de Infomaçao Agricola, sentiu-se o
enfraquecinento desse ritno acelerado de trabalho. -Entretanto, a necessidade de
nanter-so atualizado con o desenvolvinento senpro constante

c cada dia

naior ,

faz con que o pesquisador procure o exija novos neios de conunicaçao da docu nentação cientifica (25).

ssin pois, viu-so o Instituto Brasileiro de Biblio-

grafia e Docunentaçao (iBBD ) assuuir a liderança no incentivo as Bibliotecas
/s
^
de ciência e tecnologia visando o desenvolvinento dc suas atividades
tabclecinento de Centros regionais cou a finalida.de de realizar
perativos de aquisição planifiçada, enpréstino entre bibliotecas,

c o es -

tra.balhos cooconpilação

do catálogos coletivos de publicações periódicas e livros, publicações de bi bliografias especializadas, etc. (21)

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Tanbóra mcrc^co dustr.quo o trabalho quo voa sendo executado pela Direto ria do Publicidade Agricola da Secretaria de Agricultura do Dstado de Sao .
■Paulo.
llalugani (15) diz que na Anérica Latina, a qualidade, ou carência de
sist-xoas do inforniação cientifica e técnica en geral e agricola cn particu lar, poden servir ccuo indicadores para medir o grau de dosenvclviaento

em

quo se encontram os paises do continente.
As nações latinoanoricanas descobriram esta realidade e começaram a dar
/
t
o apoio necessário para o estabelecimento de centros de informação técnica e
cientifica a niveis nacionais. ílo Campo das ciências agricolas também se evidencia esta tondoncia, através da criação dc bibliotecas nacionais c na pro liferaçao de centros do documentação; bibliotecas 0 centros do documentação
com o objetivo de planejar a investigação e 0 desenvolvimento agricola,
0 Programa Intoramcricano de Desenvolvimento de Bibliotecas do Instituto Interamcricano do Ciências Agricc^-as, é o instrumento especializado

para

o desenvolvimento dos serviços bibliotecários e de docximentaçao agricola _na
.‘jserica Latina. Para tanto, criou em 1967 um programa piloto para o melhoramento das bibliotec-as agricolas no Brasil.
0 Programa de Bibliotecas Agricolas no Brasil, contou com os auspicios
financeiros da Fundação Rockfeller e IICA - Zona Sul, foi criado ceno unida
de de trabalho do IICA, para resolver os problemas que impediam as bibliot£
cas dc serem agentes auxiliares das universidades visando somar esforços para melhorar 0 nivel acadêmico do País e colaborando_com^ as instituições

de

pesquisas no desenvolvimento da pesquisa biblicgTáfica (23)•
Nao sendo possivol 0 IBBD assumir total liderança no desenvolvimento
das ciências agricolas, desde quando sua meta é a ciência e

tecnologia ,

dc vn modo geral, a implantação do núcleo piloto trouxe as bibliotecas

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agrícolas brasileiras outro ritmo do trabalho, procurando orientar, instalar
c organizar bibliotecas, melhorar o nivcl profissional dos fimcionários, interessar os bibliotecários cm projetos cooperativos por meio de reuniões,
intorcaeibio de experimicias, etc. Entre as diversas atividades executadas
pelo Programa para Bibliotecas Agrícolas no Brasil, destacam-Svo: c Seminá rio para Bibliotecas Agrícolas; Ação coordenada das Bibliotecas do Departamento Nacional de Pesquisas Agropecuárias; Preparaçao de cursos do uso

da

biblioteca; Curso sobre investigação bibliográfica agrícola; Treinamento para auxiliares, etc.
tluitos dos problemas que assolavam nossas bibliotecas agrícolas como :
falta de cooperação interbibliotocária, ausência dc um centro de docimentaçao
agrícola nacional; falta de liderança; falta de uso da biblioteoa por

parte

de alunos e investigadores devido ao desconhecimento dos recursos que a bi bliotoca pode oferecer, etc., foram em parte superados. Uma das grandes realã^
zaçÕes do Programa para Bibliotecas Agrícolas no Brasil, suspenso tomporaria mente, foi a criaçao da Comissão Brasileira de Docixrov^ntação Agrícola, que veio
coordenar as atividades documentárias agrícolas no País.
1.1

- Comissão Brasileira do Documentação A/gricola
A Comissão Brasileira de Documentação Agrícola, sirrgiu em decorrência

das recomendações apresentadas no Seminário Brasileiro de

Bibliotecários

agTicolas, 1967, realizado em Crus das Almas, Baliia. Tendo como principais
objetivos: a) Servir do órgão coordenador o fomentar os interesses profissionais dos bibliotecários agrícolas; b) Promover o desenvolvimento

de

bibliotecas e centros dc informçoes agrícolas; c) Incrementar o uso de bibliotecas e centros de ciências agrícolas; d) Colaborar nos projetos do ensino, investigação e extensão; o) Cooperar com as assooiações de biblioteca,
rios agrícolas interamericanos c internacionais, particularmente a AIBDíI q

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1/iLD; f) Cooperar con crganizaçõos nacionais o internacionais couo A üIA,
PAO, UKIjSCO nos projetos relacionados con as cicncias a^ricolas; (^) Foni..n
tar n criaçao e nanutc-nça,o de projetes coletivos coiao ornpréstiuo intorbibliotecário, pemuta de uateriais bibliográficos, catalogaçao cooperati^/a,
catálcco coletivo, ctc (l),
Con o fin de estabelecer einifomilade ontre as diversas Gonissoes de
DociAnentaçao especializada, da Pederaçao Bra,silcira de Associa.çocs do Bi bliotocários (P3B/L3), a Cenissão Brasileira de Biblictecários A^pricolas
criada en 6/6/967 na cidade de Cruz das Alnas, Bahia, passou a denoninarso; Conissao Brasileira do Docionontação A^ricolas con a sigla PI21J3/CBIA,
Bntre as diversas atividadios da CBDA, podenos destacar a organizagao
do grupos de trabalhos do APID atual DNPILl (Departanento Nacional de Pesqvn
sas Agropecuárias); coleta das fichas de periódicos existentes nas bibliotecas

agricolas brasileiras, para conpletar a infomaçao existente nc IBBD;

envio do nenorial ao Ilinistro da Agricultvira, solicitando a criaçao do

um

Centro nacional coordenador da docunentaçao agricola; Ciirso de troinanento
sobre aplicaçao de nctodos automatizados na preparaçao do catalogos coletivos de periódicos, levado a efeito no IBBD en convênio con o IICA,
jilen disso, a PISíVB/CBDA publicou por intermédio do grupo do DNPHl;
Coleção de referencia das

Bibliotecas do EPE o Coleção do Obras '^^istór_i

cas. ^ou órgão do divulgação é a revista " Agricolas".
1.2

- Oruaos Regionais
0 artigo 4° Capitulo II do

reginento da PDBlíIE/CBDA fala da fomação

do grupos de bibliotecários dos Bstados. No Capitulo-III lart» 13 diz

que

os grupos estão ligados diretanente as respectivas Associações de bibliotecários, devendo exercer suas atividades obedecendo aos Regulanontos internos,
porén a participaçao nas Conissões Brasileiras do Docunentaçao obedecerá ao

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Rõginento das Comissões da PEBAB,
Com a formaçao de grupos regionais e estaduais, os bibliotecários poderão trabalhar cooperativamonte, procurando melhorar os serviços das bibliot_e
cas, usar melhor os recursos bibliográficos e humanos, intercâmbio de publicações, empréstimo entre bibliotecas, etc (2l),
Ka alguns grupos operando em Pernambuco, Bahia, Sao Paulo, Guanabara

,

Idinas Gorais, Ric Grande do Sul o Pará. Em Pernambuco, o grupo vem promovendo
reuniões com frcquc-ncia regular, visando um toaior desenvolvimento utilidade e
eficioncia das Bibliotôcas o Centros de informação agricola; facilitar a coem
nicaçao entre seus membros; aprimorando e divulgand.o os conhecimentos dio grupo, através do cursos, palestras, conferências, estudos em grupo. Na Bahia foi
posto cm execução um sistema cooperativo do bibliotecas tendo como objetivos
principais evitar a duplicação de coleções, estabelecer lim sistema de empréstimo mais eficiente para permitir fácil acosso ao material, organizar cursos
de treinamento para capacitar o pessoal a desempenhar melhor suas funções;
ministrar cursos de uso da biblioteca aos técnicos o estudantes visando

um

melhor aproveitamento dos recursos bibliográficos. 0 Grupo da Guanabara está
fazendo

levantamento do titulos de periódicos em ciências agricolas o afins,

existentes no Estado em complementação ao catálogo coletivo do IBBD,
Sob a coordenação da Comissão Brasileira do Documentação Agricola, ve-se
a integração das bibliotecas e unificação dos diversos grupos de trabalhos
procurando impulsionar o desenvolvimento nacional.
Em Belém, contamos com o '*Programa para desenvolvimento do Tropico Sul.‘imericano". É um projeto multinacional, administrado-pelo IICA e tem como
\ama de suas metas, iniciar atividades de documentação na agricultura tropical.
2.

- ACERVO BIBLIOGILÍPICO
As bibliotecas e centros de documentação no campo da agricultura, gora^

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mente faze-a parte de instituições de educaçao a^pricola, institutos dc in vosti£3'ações, secretarias de acriculturas e instituições particulares.

0

Brasil conta coa aprcxiaadaacntc vusa centena de bibliotecas aijricolas

o

afins, distribuidas nas zonas urbana c rural. Levando-se ea conta os objetivos c finalidades dos ór{.;aos a que pertoncon, podones considerar 3 tipos
de bibliotecas: ensino, pesquisa e extensão. 0 acervo biblioíjráfico a.;ric_o
la pode ser estudado toer^ndo cono base os tipos citados.
Bibliotecas de ensiiio, lipiadas as instituições de educaçao, sao as faculdades e escolas de a;jrenoLãa, veterinária, florestas, zootecnias, ctc.,
0
N
podendo ser incluidas as bibliotecas do ensino medio, ligadas as escolas de
nivül médio. 0 acervo dessas bibliotecas tem un caráter didático, o mate rial é selecionado, adquirido e organizado tendo em vista o ensino, a formação do profissionais. Algumas instituições de ensino superior estao dosen0
/
volvendo trabalhos de pesquisas, assumindo o acervo um carater didatico-cien
tifico.
0 segundo tipo dc bibliotecas sao as de pesquisas, ligadas a.s institui çoes de investigação agropecuária, estações experii-ientais, etc. Pertencentes
ao Liinistério da Agricviltura, secretarias, etc. á um acervo selocionad.o

en

função da pesquisa cientifica.
As bibliotecas de extensão, subordinadas as instituições dc extensão
agricola, tem um acervo de caráter divulgativo, informativo.
As mais antigas bibliotecas agricolas do Pais, estao localizadas na Pahia, dscola A;^;ronomica fundada em 1877 o cm Sao Paulo, no Instituto Agxono mico, fundada om 1887, respectivamente do ensino e pesquisa, o os luaiores
acervos agricolas, incluindo livros e folhetos se encontram nas Bibliotecas
do Instituto Agronomico de Campinas, com aproximadamente 71*000 volumes ,e na
Biblioteca Central do LíLnistcrio da AgricultTira, com cerca de 40.000 volumes.

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En periódicos, os naiores acervos ostao nas Bibliotecas do Líuscu ?araenso
Unilio Gocldi e no Instituto Biolocico dc São Paulo.
De una análise do trabalho da Sr^ Lavira Russo, entitulado "Bibliotecas
especializadas en assuntos a^opecuários", esnelue-se que as bibliotecas a^r^i
colas (ensino, pesquisa, extensão) ten seus acervos formados quase que cxclusivanento de livros, por^iódicos e folhetos. Poucas são as bibliotecas, sobretu
do do pesquisas, que dispõem de naterial espocia.1 cono napas, nicrofilnes, gr^
vuras, etc. Algumas com ua grande número do periódicos, que só deve ser levado
&lt;S.
en consideração se as coleçces estiverem atualizadas.

•

Os paises da /inérica Latina cono os demais continentes, ostao sofrendo una
" explosão" no. quantidade de inforraação cientifica. Produz-se anualnente milha
res do informes, folhetos, livros, periódicos, artigos sobre agricultura, etc,
I-Iuitas dessas publicações nao estão a disposição dos investigadores, professores
almos. A razão disto ó que a maioria desses materiais se distribuem e se editam
cn forma limitada (lO).
O número do publicações e leitores, segue aumentando, sen que nenhuma bi bliotoca tenha pessoal suficiente, espaço o recursos. Raras bibliotecas

tom

en suas coleçoes os principais repertórios bibliográficos mundiais. A falta
de acosso ao material e de bibliotecas equipadas para o manejo do material
nao livro, que na realidade compreende a maior parte da docianontaçao agricola, tem ocasionado a perda de valiosos trabalhos. Observa-se que o processo
de desenvolvimento da documentação e informação cientifica, passa por

uria

fase aguda de dispersão.
Os bibliotecários, documontaristas, cientificos da informação, progr^
nadores, analistas dc sistemas, etc., trabalham de foima independente, sem
que exista entro eles um coordenação adequada c bem planejada, ó comum den
tro da nesm instituição constituirem forças antagônicas ( 15).

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0 payel das técnicas dc infornaçao das bibliotecas acricolas e por nas
naos dos investigalores a infonaaçao rjais recente sobro cs novos progressos
da ciência e da tecnologia coa aais r&lt;a,pidez o eficiência (21)
No caapo da infoma,çao agricola, há necessidade- do coordenar os pro graiuas o esforços que- se toa realizado isoladaaente nas últimas décadas,sen
que SG tenha chegado a ur.i nivcl satisfatório capas de conpletar as necessidades dos usuários. E indispensável que se crie um necanisno que assegure
ur.i flinco perranonte de intercâmbio de inforeiaçao e que se utilize todos

os

rociirsos disponíveis na área (21)
Ho Brasil, as bibliotecas ap-ricolas ten enfrentado grandes dificuldadrg,
localizadas quase que en sua. ioaioria na zona rural, onde os prccá.rios

ueios

de conunicaçao, falta de recursos humanos e financeiros dificultam o rápido
acesso a informação, 0 bibliotecário da zona rural trabalhava quase que isolado fazendo "milagres" com o precário acervo do que era possuidor. Porém, com
a nova orientação e transformção que vem passando as bibliotecas agricclas ,
ve-so através dos trabalhos de cooperaçao um meio de desenvolver a informação
com publicação de bibliografias. Como exemplo tonos a Bibliografia

agriccla

do Brasil publicada pela Sociedade Nacional de Agricultirra; Bibliografia brasileira de feijão, publicada pela Universidade Pederal de Viçosa c o Instituto Agrcnonico de Campinas; Coleção do obras de caráter histórico; Coleção de
referencia das bibliotecas do BPE; Resumos de teses do Programa para Bibliote©
cas

Agricolas no Brasil. Resumos de toses da Escola Superior de Agricultura

Luiz dc Queiroz; Bibliografia dc seringueira, etc.Co-ntamos taifoóm

com inúme-

ras listas bibliográficas e catálogos de publicações periódicas.
Destacamos ainda a contribuição do IB3D na publicação da Bibliografia bra
sileira de a-gricultura; bibliografia brasileira dd botanica; bibliografia bra sileira de ciências sociais; bibliografia brasileira de zoologia; bibliografia

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brasileira de ciências aj^Ticolas; catálo{;o coletivo do publicações periódi cas do ciência e tecnologia e o catálogo coletivo de publicações periódicas
do ciências agricolas en preparação.
Sanper (26) nos afima que a inforrnaçao que nao se transnite ó inútil.
As bibliotecas agricolas dispondo de poucos recursos eiepregan todos os neios
para que a inforrnaçao não seja inútil, dai as listas e bibliografias laitneogr^
fadas, datilografadas, etc.
Muito enbora, tenha-se realizado esforços individual e cooperativo visa^
do manter o leitor atualizado con a inforaaçao, cada dia toma-se mais dificil
a

cientista toraar conhecimento de todas as informações e trabalhos produzi-

dos dentro de sua especialidade. Se nada fosso feito em torno da utilização de
novas técnicas de acesso, transLiissão e divulg‘açao de dados bibliográficos, te_
riamos em um futuro próximo um verdadeiro " bloqueio '' ao progresso da ciência
e da tecnologia (l?)
Desde 1963

Seminário para Bibliotecas agricolas no Brasil, patrocina- •

do pelo IBBD que sentiu-se a necessidade de uu órgão coordenador o disseminador das ciências agricolas no Brasil. Poi apresentado um ante-projeto de cri^
çao do Centro Nacional de Documentação Agricola e em 1967, o mesmo projeto foi
considerado no Seminário para Bibliotecas agTicolas ho Brasil do Programa de
Bibliotecas Agricolas do IICA, realizado en Cruz das Al.ms, Bahia. Os governos nacionais chegaram a realidade de que- o estabelecimento e desenvolvimento de eficazes sistemas de informação constituo um fator essencial para in pulsionar o progresso agricola. Pode-se verificar esta tomada de consciência
pelo interesse e apoio que os paises^ sobretudo os da-/uiérica Latina^ostao den
do ao desenvolvimento de Centros de documentação técnica e cientifica a nivel
nacional (l4), contribvdndo contudo para a organização e concentração de

um

melhor acervo.

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A idoir!. .le \n.i sistòijr. rc; ional -ie iniorriaçao a;_;ricula nao c nova, ::iuito
nonos os òo sistona cio aleanco nacional o intcmaci_nal| ostc tcna. ton siclc
objoto vlo cliscuGsac -:.i rtuitos ooiãnários c r^uniocs. Inúncras sao as roconon
laçÕos lirijilas as instituições qu^- a^-íoiaa a pesquisa no sentiJo Io colocarcn
a inforciat^ao coaj suporto 'oásico elo qualquer projeto, propcrcionanJlo recursos
conplonentaros para orpanisaçao ia. docimontaçao especializada, recuperação e
disseninaçao da. infomaçao (ll)
Easeados en una política cooperativa para o nelhor aprovaitojâonto
recursos bibliorr.áficos, vc—so a cria.çao dc sistenas internacionais

de

coao

AGPiIS, UlíISISx, AGRIlíTõlR, ctc. Kc Brasil, coa a. inplantaçao do Sistom Nacio^
nal de Infomaçao Cicjntifica c Tocnolopica, funcionando cn caráter dcscontra_
lizado coa o Conselho ílaciona.l do Pesquisas, surr;iu a. necessidade de criar
sub sistenas especializados de infornaçeão cobrindo alguns canpos já definidos coao áreas prioritárias dentro das laetas do cjovemo. Os sub sisterx'.s

:•

funcionara.o en tomo dos interesses dos usuários do cada area es'pccifica (3l)
Conpondo o sistena encontranos os sub-sisteaa.s do infomaçao tccnoloaica ,
industria.l li/re; de infomaçao tecnolor-ica patenteada, de infonoaçac

sobre

infra estrutura e serviços, do infomaçao apricola e de coleta o disseninaçao
de iTifomaçees no exterior.
Considerando a área

especifica de cada sub-sistena, que nos encontra-

nos aqui ri-unidos para tratamos do sub-sistena de infomaçao apricola,
3

- DISSdI.míAÇÃO d;. IcêL^OiriACnO
A liistária da civiliz.ação mostra que o invento da imprensa por Guten

ber;;, foi nria das prineira.s fornas de transmiss.ãcr dn infonaaçoes a,cur.ailadas trazendo ao honen nova.s perspectivas. Cen o desenvolvimento des meios
de comunicação, como exarco do progresso da civilização, o homem che^jou

a

era da telecomunicação, í) luiia necessidade de nosso tempo tanto a profundi-

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dado ca;ao n volücidn.de con que so pessr. obter um inforiençno.
Henrique (l2) diz que r. informçSo é n micri." priioa abstrr.trv, c a
ideia ou nensa^jen contida en ui.: docu_.ionto o funciona co.uo base de conhoci •• • ,'ita

«J■ i ....

*Tw&gt; ^ 4 4-^
&lt;«. 4 T 4 W
^ S..W^ ^X
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O U., 4.OV^ 4_;x i^OU-^V.;XJ.
«.^XXW^^X ^ bJ^^4

V-

/^i &gt;• • • •

V

SG pre&gt;arando há al^juns mes rara enfrentar a situagao criada polo pro/jresso
tecnolo^ico na orp-anizaçao dos serviços de infor.iaçao, estabelecendo rodes dc
informçces tecnico-cientificas de ai-ibito local, estadual e naci-iial,

con

vistas a futura, inteepra.çao en ur.i sistena intorna-cional da nesm natureza, (s).
Sentindo a necessidade de renovar sua estrutura e aótodos de trab.alhos
para enfrentar o processo de descnvolvin^nto que ven passando a inforoaçao
tecnico-cientifica, o Instituto Hrasileiro de Hiblioarafia e Docu:ientaç.ão
colocou o Brasil cn condiçoes de: fornecer infornação docunentária. tmto pa_
ra ser distribuída e utilizada' en lar^a escadLa cono para servir a ua 3.j indi^
viduo cn p.articular; acelerar a circulação de iniormçoos entro os centros
brasileiros de docu-ientaçao; criar sistems que faculten a transferencia instantonca dc infcrmções armzenadas, até nesno a l_nja distoaicia.
L infornação para ser levada de uia ponto a outro, j^eralnento .através

do

u:a individuo, valc-se de un sistv,na de co_iunicaçaü. Bara mior pr-stez.a na
infornaçao, deve-se utilizar todos os veicules da conunicaçao ao a.lcanco das
bibli.;tcc.as e centros de docunontaçao „nrRTm^&gt;eonta con u_ia redo de t^-locenuni;
caçao, con serviços do telex, radioteloü'rafia, radietelofonia, teleioi. ressor,
conpeitador, etc.
Instalada m sua s^do, a toleinprcssür.a telex, conectada con .a rede na cional de télex, da Bnpresa Brasileira do Cori'eios e Telegrafes, v^n operando
con ontid.ados assinantes da nesm rede, na tr."uisnissao' de infomaçoos.
■Visando estabolecer contactos con ór;jaes que abri£;an os acervos biblio bráficos nais utilizados pelos pesquisadores • c ostud.iosos do Pais, o

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iniciou a oxccuçao do ui.i projeto quo pemitira a inctalaçao de aparelhos teloinprcssor nas bibliotecas e centros de docvuiicntação do alguns órgãos colocados en instituições estratégicas, do ponto de vista da inforeiaçao cicnti fica, destinada a conplctar a rede de teleconunicação de aabito nacional.
Tanben o I33D leantea conexão por serviços de radiot^legrafia cora as Univor sida.des do País através o Pid;i'I!Il.j!üC do Ilinistcrio da Educaçao o Cultura; co nunica-se cou a Conissao iíacicnal do Atãvidades Espaciais eia Sao José

dos

Canpos, por uoio do Conputador TC 500 ( Eourroughs)
Alguns probleioas quo dificultavaa a disseiiinação da infomaçao,

foraa

superados nos gr.andes centros, Coii a discageri direta a longa distancia. (ddD)
no País, as bibliotecas

dc pequenos recursos, onde o telefone constitui

o

único racio de conunicaçao mis rápida, tcn mis facilidades de corjunicar-se
cori os centros de docuraenta.ção,
0 teleiraprossor do IHBD ten sido usado na troca, de correspondência; t;
transuissão do dados bibliogjráficos; intorcaaabio de informçõcs; enpréstiao
entre bibliotecas; atualização dos catálogos coletivos ro.gicnais e do catálogo nacional; aceleraçao c publicação das bibliografias correntes brasileiras

e autoaatizaçao das bibliogTafias,
Outro grande onpreendinonto do ISBD foi a iraplontaçao dc.un sistena de

disseninaçao aecanizada seletiva de informação - SDI - nos ncldcs de um ser—.■
viço regula.r corrente do fornecimento de informçao especializada, limitada
aos terraos estabelecidos a partir dos próprios usuários, o componentes

dos

chamados " perfis dc interesse" do cada uia deles, conta com a pa,rticipaçao
direta, por meio de entrevistas e contactos especificos dos próprios intcre_s_
sados no recebimento de dados bibliográficos (s)
Como a ciência nãó tem fronteiras, não estará distante o dia■ert-que-os
centros de documentação e bibliotecas brasileiras estarao recebendo e transmitindo informações via satelites, abrindo novos rumos para o intercâmbio.

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Bir.LioGíL'^?]:^'.
1 - ÃGKICOL’^S, óvip.o infonntivü

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brasil-ir:i3 aodcriaa u^lhor.-.r a disaonibili.lado da. docirajnbaçao a:;ricola,

In: ConcrutizGur.s a cuo^oraçao. S'jr.iináxio aara bibliotecas a^;r_i

colasbrasilciras. Cruz das Aluas, 1967.

Inforno final. Rio dc 'lajaciro,

1967.
5.- AiuiSIL. SUDUíi;, - Inforue sobro o centro d-./docui-iantaçaü o inforuaçao,

In:

Concrotizenos a, coopcra.ção. Sceiinário -aara bibliotecários a.i';ricolas
brasileiros. Crus das Aluas, 1967.
1967.

Inforno final.

Rio dc Janeiro,

Doc. 3/67

6 - CAC.jRAS ludIOS, K,- rlanificacion do un sisteiia. ro^ú-nial de inforuacion
aa;ricola. In: Reimion Interauoricana do Bibliotecários y •‘^ocunenta listas A-jricülas, 3-, Buenos Airos, 1972.

Actas y trabajos, 1972.

7 - CASTROITOVO, A,- Valor do la infornacion a.7Ticola para ol planouoiento y
la. tona. do docisionos pcliticas na,cionalcs. In: Rounion Intora.aoric^
na do Bibliotecários y Bocueontalistas A£;ricjLas. 3-, Buenos Airos ,
1972.
8-

Actas y trabajos.

CüIIKib, bália G.

B^Q2;l03 Airos, 1972.

p.1-9

da u ZtJíIIR, C, R,- Tolccoeiunicação c a infemaçao

cientifica no 23rasil.

In; Conarosso Rcyional sobre docunentaçao. 22,

Rc\miao da riB/CL/i.. 9®, Rio de Janeiro, 1969.
9 - DO PORTO, LLarcial

Rolacionos dol UBISIST en ol caupo dc la inioma-

cion a^ricola.

In; Rounion Intoraeocricrna do Bibliotecários y bocu-

uontalistas Apxúcolas. 3®,Buenos Airos, 1972.
Bvionos Airos, 1972.

Actas y trabayos.

III-B-5-9

10 - PBLSTEKiiUSijlT, Hemán - Acosso a ioiforuacion aaricola on Latinoaucrica
aodianto uodomos centros do docunontacion. In; Rounion Interaaioricaeaa dc Bibliotecários y docunentalistas a^ricclas. 2®, Bojotá.,1968.
Actas y trabajos prosOntados.

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Boojotá, AIBUii, 1968.

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VI-C-I

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11 - H/íIjõí, Alfredo Jinorico, - Goainicaçao o inforuação; 0 treinaaonto de
bliotocarios cono técnicos d.a infcraaçao e a orranizaçao do núcloo
do iniomaçao.

Con.;jrosso Arasilciro de Bibliotocononia. 6°, Be-

lo Horizonte, 1971.

13 B-

12 - HSJiíIQUBS, Thais C. &amp; OLIVBIE/i., Iíod'ina í.I, S, dc.- Conunicação c infor
mçao; Instruuontos do coaunicaçao do aassas. In; Coníjrosso Brasileiro
do Bibliot .conoaia c Bocu:;ontaçao, 6^, Bolo Horizonte, 1971.

15 p.

13 - laLUG/ãíI, li.D.- ?roGraaa intoraiuoricano do desarrollo do bibliotecas
ayricolas on iiaorica "^atina.
Docuaontos o recoaondacionos.

In; Ilesa Bodonda PIDUv, 1^, Liaa,1967.
Turrialba, Costa liica, IICA,1968.

p. 11-39
14 -

. - Acceso regional a la infori-iacion en Ias ciências apricolas;
la exporioncia dc /aaorica latina.

15 -

Bolotin Técnico AIBDA n°81:l-35, 70

. - El IICA un instniaonto para ol desarrollo do la inforaacion
ajjricola en itaerica. Icitma.
201-246,

16 - !vI/i.TT0S, C.

Boletin para Bibliotecas A/jricolas 7(3):

1970
. de.- Cooperação interbiblictocaria a^pricola.

IniHeunion

Interanericana de Bibliotecários y Docuaentalistas Ajpricolas. 2^ ,
Bogotá, 1968,

Actas y trabajos presentados,

Bogotá,AIBDA, 1968,

17 - IISrnDOITÇA, Demando dc. - Conunicação por satélites c o futuro da in fomação cientifica. In; Congresso l^egional sobro Docunentação. 2^,
Heunião PID/CL*i., 9^^ Bio de lanoiro, 1969.

7 p.

18 - IIONGB, Fernando. - la infomacion cientifica en ^atino /uncrica; algu nas perspectivas para. cl futuro, _In: Congoresso Regional sobre Docunentaçao. 2,,Reunião da FID/CL/í., 9*^ -^^io de Janeiro, 1969.
19 -

17 p.

.- Iletodologia do los ostudios do usuários dc la infornacion
agricola, In; Bcimion Interanericana dc Bibliotecários y Bocunentalis
•%
tas Agricolas, 3®, -^cnos Aires, 1972. Actas y trabajos, Buenos
Aires, 1972.

II-1-14

20 - P.‘JIKEB, Dorothy.- líuevos desarrollos en la agricultura de /unorica lati•I*
na y su iapertancia para Ias bibliotecas agricolas. Boletin ccnico
AIBDA ne 7; 1-20,

1969

21 - PAZ DE ERICKSON, luia II,- Avances en la adquisicion y uso de la inform-

em

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ci'.n a^ricolr.

L:.'.tinr. - tocriicr.s

intcr2i.:'.ci';n:al.

Jjlotin Tocnico AIJDA

o coo;;orc.cicn

9:1-37»

1970

22 - líOÃAIGUEZ, Juli."'. Incs.- líjr..r.s cio cuo.'sos .1o iriÊtruccion on ol uso dc
Irc bibliotocf. y rvxiriv.o. In; Llcan. Acdondr. uol PIDA/l. 3-j
neiro, 19t39«

•IrrAnjos y docuuv.ntos.

do Ja-

Tm-rialba, Oosta ràca, IlCii. ,

1970.
Ori ;on j dosarrollo dol Proiiro^n do bibliotecas dei Prasil.

23 -

In: liosa Aedondr. cIcl PIDZLI, 2®, .Pcaotá, 1968.
uendacionos,

Po.jotá, IICA-CIxel, 1960.

I)ocu;aontcs y reco -

y.34-61

.- liecujTsos hirxoios cn Ias ijibliotoc&gt;?.s o.ijricolas brasilenas;»

24 -

In: Ilesa líedonda cicl PIDILIo 3-, Aio dc Jancir.j, 19^9.
docu:jonto3.

1’urria.lba, IICA, 1970.

Trabajos y

6 p.

25 - liUSSO, Laura Garcia II.- IJibliotocas especializadas ca assintos a. ropocuarios.

In; Mesa Aedenda dol PIDAíI.. 3~» ^^io de Janeiro,1969o

ceu-ioiitos y recoaendacionos.

Itirrialba, 1970,

Do—

p.181-227

26 - SIAIPIId, lernando,- Aalovancia de la inforieacion acricola para ol dosarr£
11o intcjral do iuaerica Latina, In: lleianion Int-ranericana dc biblio
tecarios y docuL.entalista.s appcicolas, 5^, ^aenos Aires, 1972.
trabajos.

Puonos Aires, 1972.

p.1-15

27 - SILVA, Denedito.- A univorsslizaçao da infomnçao,
Inforaática.

Actas y

Aio do Janeiro, 1969o

In;Brasil. lABD,

p,8-19

28 - LLIXBUIiI, Büson Dias.- A iiaportancia da, dccuLienta.çao na divulpaçao
cientifica., In;Conpresso Aerional sobra Docimentaçao.2^, •^'•io de Janeiro, 1969,

6 p.

VICBLiniI, Abnor ^ellis C,- Da bibli oOOOAxW-.— ia. ,a iniomática evolução

29

do conceito de docuceentaçao.
.

Purrialba, 7(2): 33-128,

Boletin para Bibli.tecas A;ricolo.s ,

1970

30 - VIBIIbl, J. II.Anastácio.- S.,rviço de infoncaçao apricola - Infoicxição
a^^a-icela e relações públicas.

Hio de 'Janeiro, SIA, 1958.

228 p,

31 - ZjPIlLI, Celia D. c; CIL.STIUiS?, Y.- Xite.pração entro os sistemas nacio nais de infori.nçao cientifica e tecnolo{pic.a e de apricultura,

In;

ileunion Interanoricana de Bibliotecários y Docunentalistas A^;ricolas, 3-,Buenos Air^s, 1972.

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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text> Disseminação Seletiva da Informação </text>
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                <text>A informação agrícola no Brasil sempre constituiu grande preocupação para nossos governantes, o que se pode sentir, peIo desenvolvimento que a mesma vem sofrendo através dos tempos. Desde 1906, com a criação do Ministério da Agricultura, tentou-se organizar um departamento coordenador e disseminador da informação, que possibilitasse as novas gerações utilização dos conhecimentos acumulados através dos tempos.  Graças a explosão da informação científica, vê-se autoridades de todo o mundo voltadas para o mesmo problema, a fim de evitar o bloqueio da informação e permitir ao homem moderno transformar os conhecimentos úteis, no progresso e desenvolvimento do País. A criação dos Sistemas e sub-sistemas de informação veio permitir esse desenvolvimento e satisfazer os anseios de milhares de bibliotecários e documentaristas.</text>
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                    <text>t- t;.’;
&gt;

i*' I C.-Í*-

M‘

,&gt;•:*

-VII CONGRESSO ERÁSILÉIRO DE BIBLÍOTECf/dMIA E DOCt^íENTAÇ®
Belém, 29 de julho a 4 de agosto de 1973*

DC - 011.020208
CDU - 01

DOCUMENTAÇÃO AGRÍCOLA - ORGAÍIIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA

"MÉTODO AÜDIO-VISUAL PARA DIFUSÃO DE NOH^IÀS DE REraRÊNCIAS BIBLIOGRÃFICAS".
Por Alzira Eeko Furuya de Carvalho e Maria Teresa Botelho Padim*
Bibliotecária-Chefe do Instituto de Pesca, CRB-8/L56
Bihliotecaria do Instituto de Pesca, CRB-8/202,

DOC. AGRÍCOLA

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�INTRODUClO -

As recentes pesquisas realizadas no campo da pesca induziram
nossos pesquisadores a realizaçao de trabalhos científicos,

físsim,

pesqui-

sas bibliográficas foram realizadas e trabalhos publicados,
Com o inttiito de normalizar as citações bibliográficas

foi

elaborado o presente documentário, tendo como base:
1, utilizar maior número de recursos audio-visuais

e

2, baixo custo operacional,
Para os trabalhos fotográficos foram utilizados: máquina fotográfica, marca Miranda e 2 filmes Pujichrome

lOOASA/21 DIN, com 36 poses,

Para gravação, fita sonora de 90 minutos, da Mallory e

gra-

vador Hltashi mini-cassete.
Os efeitos de fundo musical foram produzidos com o

auxílio

de eletrola Philco, portátil,
Foi nossa preocupação, utilizar equipamentos facilmente

en-

contrados no mercado e materiais especializados de baixo custo para produzir
ê
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um documentário audio-visual que possibilitasse maior fixaçao dos detalhes.

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�Son. -

(Pcrt^s com slide e fundo musical)
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rE"te trabalho e mais ir:a tentativa para unifoimizaçao de citacces biblict^ráficaso
Ilão foi nossa intenção realizar um trabalho completo, abrangendo poimsnores, mas prüCi.u'2mos reiaiir os elementos essenciais

e

exemplos mais comuns encontrados em uma citaoao bibliográfica.

(PKB-66/1970)
falado;- 0 presente documentário foi baseado no Projeto de noimas bra
sileiras, PNT3-66/1970, da Associação Brasileira de

Noimas

Tccnicaso

SLir^ü 3

(com dizeres e fundo muaical)
Axravdo cimento s
Ao Lioucor Joae Maria Bramley Earker,

Diretor

Geral, do Instituto de Pesvoa, pelo estimulo que sempre

dis-

pensou a. todas as atl*vàdadeá cia Seção de Biblioteca,

-

Ã Seção de Deserico e Fotografia, do Instituto

de Zooosca:' a, rolo traoalno fotográfico^

SLIDFi i

(Citaçõ e s)

falado;- Uma referencia bibliográfica e o veiciilo de coimniicaçao

in-

tem.acional de ijm trabalho. Isto porque a especial localização das informações cont.Ldej em uma referencia c estabelecida de aal forma, qr.e permite a identificação de um

trabalho

a estudiosos de qualquer parte do nundor Entende-se por refe
A
•
&gt;
^
Tcncia bibliográfica o conj''unto de indicações precisas e minuciosas que permitem a identificação de ijma publicação

no

vcdi^ ov *:m partes
Vemos esclarecer de principio, que abrangeremos 4 grupos de docimcntos.

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

]

14

15

16

17

18

19

�-2
SLID3 5 -

Livros

falado;- livros

SLIDE 6 -

Periódicos

falado;- periódicos

SLIDE 7 -

Folhetos e Separatas

falado;- folhetos e separatas

SLIDE 8-

- Referencia de livro com livro ao lado.

A
falado;- Vemos aqui um exemplo simples de referencia de um livro, pelo qual demonstraremos as partes essenciais de
bibliográfica,

ima

citaçao

Nos slides seguintes as partes essenciais

serem observadas aparecerão escritas sobre sombra

vermelha

ou verde, porém, estas cores foram utilizadas somente
•
salientar a parte a ser melhor observada.

a

para

A
Numa referencia ,

estas cores não deverão aparecer,

-

Referencia com autor,

A
falado;- A primeira parte essencial de uma referencia bibliográfica

(D\

SLIDE 9

o AUTOR.

SLIDE 10 -

Referencia com título

falado;- Sn seguida título, sempre precedido por hífen e grifado,

SLIDE 11 -

Referencia com local de publicação,

falado;- local de publicação,

SLIDE 12 -

Referencia com casa publicadora,

falado;- casa publicadora ou entidade publicadora.

cm

2

3

4

5

6

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gentilmente por:

l

14

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16

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�-3

A
SLIDE 13 - Referencia con data.
falado;-

Data de publicação.

A
/
'
/
SLIDE 14. - Referencia con nunero de paginas,
falado:-

número de páginas.

SLIDE 15 - Referencia completa.
falado:-

Qa seguida, consideraremos os espaços a serem observados
entre as infonaaçoes.

i^os o autor e antes de

iniciar

a transcrição do título, 2 espaçosj
Apos o título e antes de mencionar o local de publicação,
2 espaços;
Local de publicação, vxrgula. Casa publicadora, vírgula e
data ponto.
Entre a data e o número de páginas, 2 espaços.
Outro detalhe:

A primeira linha da referencia, geralnen -

te, e iniciada pelo autor. Caso as informações

segviintes

não possam ser transcritas em apenas ma linha, a 2a, linha deve ser iniciada abaixo da 4a-, letra da la,

linha,

Nas linhas seguintes, será observada a margem guardada pe
la 2a, linha.
Demonstramos atá o momento, exemplos de refe
A
rencias com dados simples, completos e claros.
As dificuldades estarão dispostas de

forma

progressiva durante o desenvolver do trabalho.

.
A
SLIDE 16 - Referencia com livro de 3 autores,
falado;-

Vemos aqui um exemplo de referencia de um livro com 3 coA
autores. Neste caso, mencionaremos os tres, separando -os
com ponto e vírgula, citando em primeiro lugar o

último

sobrenome, seguido por vírgula e prenome ou prenomes.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-4
SLIDE 17 - (Livro con referencia de uais de 3 autores)
A
falado:- Quando o livro tiver nais de tres autores mencionaremos
referencia, sonento o 12 autor, seguido da eipressao

na

latina

"et alii", título, entidade publicadora e data.
Como a obra apresenta nais de un volvtme,

em

^
/
*
lugar do nmero de paginas, sera nencionado o total dos volu
mes,

Alen disso, como o trabalho não c impresso por siste -

mas tipográficos, nenciona-se c tipo de inpressaO, no

caso,

ílineo, abreviatura de nineografado.

SLIDE 18 -(Livro com referencia de editor e serie)
falado:- Neste exemplo, foi considerado autor o editor intelectual
sendo 0 mesmo referenciado de forma preestabelecida, acres centando-se após o prenone a abreviatura ed.
Da mesma forma, deveremos proceder em

obras

A
coletivas, compiladas por ma pessoa, acrescentando-se, apos
0 prenome, a abreviatura, comp. de compilador.
Ainda, neste exemplo, como o livro

pertence

a tuna serie, podemos notar G, C3-XS.Ç2,0 da série que deve

ser

A
A
A
^ ,
acrescentada, entre parentesis, apos o numero de paginas.

SLIDE 19 - (Livro traduzido, com referencia)
A
/
falado;- Esta referencia e de un livro traduzido, esta nota deve ser
A
A
nencionada apos o titulo,

_

SLIDE 20 - (Livro com autoria de entidade coletiva e referencia)
falado;- Quando a autoria de um livro não é atribuída a tuna

pessoa,

nas em seu lugar uma entidade coletiva assume total responsabilidade pelo trabalho, a entidade deve ser tratada
autor, devendo o mesmo ser referenciado na língua
da publicação.

Digitalizado
gentilmente por:

como

original

�-5
SLID5 21 -

(Livro de autoria de ma entidade, con referência)

falado:- Neste exemplo podemos notar, mais ma vez, a autoria atribm
da a ma entidade coletiva, seguida de titulo e após
pontos o subtítulo,

Podemos notar tanbóm que entre o

de publicação e a data, não consta a casa publicadora,
a mesma foi considerada como autor e mencioná-la

dois
local
pois

novanente,

seria ma duplicidade de infoimação,

SLIDE 22 - (Tese ao lado da referência)
falado;- As teses são referenciadas como livros.
Assim, sua citaçao devera ser da seguinte for
ma:
Autor, título, local de publicação, entidade que publicou

e

data,
Como no exemplo, a tese ó mimeografada em ape
nas m lado da folha, mencionaremos no lugar de paginas
nmero de folhas, seguida da abreviatura f. de folhas,

o
Qa

nota explicativa, será referenciada a finalidade do trabalho,

SLIDE 23 - (Tese con referencia)
falado;- Demonstramos aqui, mais m exemplo de tese, incluindo além do
numero de folhas as páginas referentes aos gráficos e figu ras, que não foram incluídas na paginação geral. Observem
citação da finalidade da tese, mencionada após o tipo
impressão,

a
de

_ _

SLIDE 2L - (folhetos)
falado:- Neste ponto, passaremos a analisar os folhetos que constituem
m outro grupo de material,
í
Pelas características dos mesmos nao podem ser considerados
livros, mas são referenciados como tal.

Digitalizado
gentilmente por:

�-6
SLIDE 25 falado

(Folheto con referoiicia)

Aconpahlianrlo o c:'cen:plo podcmoo notai’s

o autoi^ o tl^■''lo,

o

local de publicação,, a entidade publioadora, a data e o

n®

de páginasc

SLIDE 26
falado

(Folheto acompanhado de rcier^ncia)
Outro foliieto cuja auto via fci r.i-.'i;vlca a '.U;a eitidado cole
tiva, no caso, a Secietaria de Cultura, Espertes e Turismo ,
Contudo, tratando-sc de imia entidade oficial do anbito estadual, roferoncia-Ee o Estado en prâroiro lurjar, no

caso,

SlO PALIO, sogiu.da do órgão si;bordinado, ou seja, a Secretaria de O.iltura, Espoi^ocs e TuriunOo

En seguida, foi mencio-

nado o titiilo: Eoteiro de Pesca e, ceno não foi localizado
en nenhuma parte da pubI.f.cação o local cm que o

trabalho

foi publicado, foi mencionado na referencia a abreviatura ,
s-lojia, isto e, ssn local de publicação, 0 meamo
com a daxa, senro o mesmo abre^àado por o,d,, isto e;

ocorreu
sem

data.
Entro o ].ocal ue publicação c a data não foi
p
considerada a entidade publicadora, pois o nesno ja foi cita
do como autor.

SLIDE 27 falado

(Li\rro cen pagino, de resto)

Passaremos a analisar agora, um caso"particular„
Tc.manos como e2:e.:plo o livro de GEHKIaG, inti
tvilado; The biological basis oí x“r3shwator fish produetion. .
GERXING, foi considerado na referencia

como

autor, mas na realidade, GEIJQNG foi o editor intelectual do
livro, e como tal, o li*/ro foi tratado como s:..nào do sua autoria,

Nos oxemploo osgui.nfces, podemos observar que o livro

e uma cempilaçao de artigos escritos por vários autores sobre
P
' P
.■*
vários aspectos relacionados con o titulo geral do livro. Ve

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-7
A
jamos agora a referencia do livro como m todo,
A
Observem a referencia: Autor, seguido da abre
viatura de editor, título do livro grifado e precedido por
hífen, local de publicação, casa publicadora, data e

número

de paginas.

SLIDE 28 -

(índice do livro de GERKIN)

falado;- 0 slide mostra parte do índice do livro, editado por GERKING,
0*
*
onde podem ser observados as citações de vários artigos escritos por autores diferentes,

SLIDE 29 -

(índice com artigo a ser referenciado em veimelho)

falado:- Temos de referenciar ,,,, suponhamos, o artigo de
intitulado:

Production in fish popvilation.

CHAPMAN

Trata-se,

no

caso, de um artigo escrito por CHAPMAN publicado em um livro
de autoria de GERKING,

Paásaremos, a analisar a foima corre

ta de se referenciar um artigo escrito por um determinado au
tor em livro de autoria de outra pessoa.

SLIDE 30 -

(Pagina inicial do artigo, com referencia ao lado),

falado;- Apenas para lembrar repetimos: vamos referenciar um

artigo

escrito por CHAPMAN, publicada no.Livro de autoria de GERKING,
A
A referencia deve ser da seguinte foima:
Qn primeiro lugar, o autor do artigo, seguido de hífen, títu
lo do artigo a ser referenciado, ponto, dois espaços apos

a

expressão latina "IN", dois pontos, seguido dos dados do livro; autor do livro, hífen, título do livro devidamente grifado e ponto.

Dois espaços, local de publicação, casa publl

cadora, data, ponto, abreviatura de páginas isto á; p, segui
do do numero de paginas inicial e final do artigo que
sendo referenciado.

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

esta

�-8
SLIDE 31 -

(Periódicos)

falado:- São considerados periódicos as publicações editadas em fas sículos, com intervalos regulares ou irregulares, por

tempo

ilimitado, com a colaboração de diversos escritores, sob

a

direção de uma ou várias pessoas, tratando de assuntos diver
sos, porem dentro de um campo preestabelecido,
Ba primeiro lugar, vamos analisar o periódico
como um todo, isto e, uma coleção completa, um volume,

um

fascículo e na segunda parte, faremos a análise de partes,is
to e, de artigos de periódicos.

SLIDE 32 -

(Referencia de ma coleção)

falado:- Ao se rferenciar a coleção completa de m título de periódico deve se proceder da seguinte forma: TÍtulo, transcrito to
do em maiusculas, A seguir, e após dois espaços o local

de

publicação, entidade publicadora e data em que se deu início
a publicação, seguida de hífen e data final, caso a publicação seja encerrada.
No exemplo, como a revista ainda está

sendo

publicada, transcreve-se somente a data em que deu início

a

publicação e o hífen,
«
SLIDE 33 -

(Revista com subtítulo e referencia)

falado;- Quando a revista a ser referenciada possuir subtítulo,

esta

menção será transcrita após o título e dois pontos em letras
minúsculas.
Nos dois exemplos anteriores, demonstramos
forma pela qual deveriam ser referenciadas as coleções
pletas de um determinado periódico.

Digitalizado
gentilmente por:

a

com-

�-9
SLIDE 34. -

(ifci fascícolo)

falado;- Ao gg lefaianciar vjn faGcíciilo de trn periódico, ca S3ja

m

deterr.lr.ado niraero de periodico, deveremos observar o seu nu
mero dentro do volume, ur.a vez que cada fascículo recebe

m

uúae ro difc rente,
No exemplo, pedimos a genti.lcza de observar a
parte ascinalada cm verme]lo, onde podemos notar que o voluino -ío posnvj- A iü.jcí.cu.1oso

SLIDE 35 - (Volumo, com referencia)
falado;- Vejemos agora, como se faz a referencia de m volume completOo

Faz--ee a tranecriçao do tat-ilo completo, toda em maius-

culas, seguida do local de publicação, entidade que publicou
o volume mvoncionado pela abreviatura v. ponto, seguido do nu
mero do volme e data.

SLTDE 3ó -

(Faccícilo cem referencia)

falado;- Podemos tambem mencionar ira deteiminr.do fasciculo, Lbste caso, faremos a refe^roncia da aogiints forma;
TrtulO; local de publicação, entidade que publi
cov.;" V. ponto 20, numero do fasciculo, abreviado por n, pondo sogvldo do r.especcivo numero e ano.

SLIDE 37 -

(Números especiais, suplementos)- -

falado;- Vamos considerar agora, as publicações editadas independentes
da numeraçao isgular que apresentam os periódicos tais como:
os supler..entos, edições especiais, cadernos especiais.
P
Ao referenciarmos um suplemento de um periodico temos que observar o seu título,pois, o mesmo pode ser
idêntico ao titulo do periodico acrescido da palavra suple •
,0
mento ou possimr imi titulo proprio-

�-10
SLIDE 38 -

(Siplemento com exemplo)

falado:- No exemplo, vemos o suplemento da Revista Nacional da
que possui um título específico, ou seja

ANUARIO DA

Pesca
PESCA,

Neste caso a referenciação deverá ser da seguinte foima: TÍtulo do suplemento, ponto, local de publicação, vírgula, entidade publicadora, vírgula e data,

Como nota, após dois es

paços da data acrescentar os dizeres: suplemento de tal

re-

vista, sendo que o título da revista deverá ser grifado,

SLIDE 39 -

(Periodico com o suplemento e referencia)

falado:- Quando um suplemento recebe título idêntico ao da revista re
gulaimente publicada, apenas com o acréscimo da palavra

su-

plemento, a citação deve ser redigida da seguinte foima: Titulo do periodico, em maiusculas, ponto, dois espaços

apos,

local de publicação, entre parênteses, pois no exemplo trata
-se apenas de um fascículo, o número do fascículo,

seguido

da abreviatura do supl,, isto e, suplemento e respectivo numero, ponto e data,

SLIDE 40 -

(Periodicos com páginas abertas em artigos)

falado:- Ate o momento, analisamos o periódico como um todo, A seguir
^
A*
passaremos a analisar varias foimas de referenciaçao de ai*ti
gos de revistas, isto ó, partes de vnn volume, de um fascículo ou de um suplemento,

SLIDE Al

(Jo Fish. Biol., com referencia ao lado)

falado:- As regras de transcrição de autor sao as mesmas ja mencionadas, isto e, citar primeiro o sobrenome em maiusculas, segui
do do prenome ou prenomes em minúsctílas,

Se o artigo for de

autoria ate de três autores, citar os três e se houver

mais

colaboradores, mencionar apenas o primeiro autor, seguido da

Digitalizado
gentilmente por:

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expressão latina "et alii"„
Após o nome do autor e dois espaços, transcre
ver o título do artigo, precedido por hifen, ponto, dois espaços, abreviatura do título do periódico no qual foi publicado o artigo devendo o mesmo ser grifado, em seguida, entore
A
^
P
■
P
parenteses o numero do fasciciulo e logo apos, dois pontos, se
guido do numero da pagina inicial de artigo, hifen,

numero

da pagina final do artigo, vírgula e data.
Convém notar que o uso dos sinais convencio P
P
A
nais e de carater internacional, a fim de tomar a referen P
A
cia bibliográfica um meio de comunicação de âmbito mundial ,
Repetindo, os sinais convencionais a que estamos nos referln
mm
do sao:

P
P
P
hifen antes do titulo do artigo, grifo no titulo do

P
P
A
periodico, grifo no numero do volume, narenteses para indi p
p
p
car o numero do fasciculo e dois pontos precedendo o nmero
P
de paginas do artigo,

*
Para, a abreviatura dos titulos de pe-

riódicos, utilizamo-nos do World List of Periodicals,
'w
SLIDE L2 falado:- 0 slide seguinte mostra a forma em q;ie deve ser citado m ar
tigo que tenha mais de tres autores,

SLIDE A3 falado:- Aqui vemos mais um exemplo de refemncia de artigo de revista, cujo autor incorpora em seu sobrenome o grau de parentes
CO,

Neste caso, inclusive para as palavras ccmo: Neto,

brinho, Junior e outros devem ser referenciados pelo

So-

ultimo

sobrenome, seguido da palavra que indica o grau de parentesCO, em maiusculas e em seguida, apos a virgiiLa os prenomes.

SLIDE LL falado:- A título de fixar^ão. ■''■eiamos mais o?te exemolo:

cm

1

2

3

g

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l

14

15

16

17

18

19

�-12
AUTOR, dois espaços, hífen, título do artigo, ponto,

dois

espaços, abreviatura do título do periódico, grifado e como
a publicação não foima volumes, nenciona-se apenas o numero
do fasciculo entre parenteses, virgula e data.

SLIDE L5 falado:- Quando o artigo a ser referenciado constar de tmi fascículo
unico, de um volume, mencionaremos também este pormenor entre parenteses, apos a citacao do voluneo
Seguindo o exemplo, temos: autor, título

do

artigo, abreviatura do titulo da revista grifado, local, vo
_
^
A
/
/
lume, numero do fascículo enci'e parenteces, njmero de paginas e data,

SLIDE A6 —
falado;- Alguns artigos sao publicados em partes em vários artigos, e
o caso deste exemplo, cuja parte 4&gt; foi publicada no Journal
of Fish Biology.

Seguindo o exemplo, deveremos

este artigo da segrãnte foima:

referenciar

AUTORES, título do

artigo,

ponto, tm espaço simples, numero da parte referenciada,

em

algarismos romanos, ponto, espaço simples, seguido do título
da parte do artigo e ponto.

As informações seguintes, devem

ser referenciadas da forma usual, ou seja, título do periódi
CO, abreviado e grifado, local, número do volisne, grifado,rm
mero do fasciculo entre parenteses, dois pontos, números das
paginas inicial e final, vxrgula e data,

SLIDE 47 falado;- Ao referenciarmos um artigo publicado em um periódico

cujo

título seja generico, há necessidade de se mencionar após

o

mesmo o nome da entidade diretamente ligada a publicação, pa

3

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�-13
ra efeito de identificação do docvmiento,
títulos genericos como:

São os casos

dos

Boletim, Boletim Técnico, Noticiá-

rio, Technical series, e outros,
No primeiro exemplo, temos um artigo publicado em xmi periódico ciijo título genérico é Boletin,editado pe
la Direccion de Recursos Pesqueros do Ministério de

Asuntos

^
A
/
Agrários, de Buenos Aires. Sua referencia se fara da seguinte foma:

Autor, título do artigo, ponto, abreviatura do tí

tulo do periódico grifado, no caso, Boletin, seguido da abre
viatura da entidade que publicou, isto e, Direccion de Recur
ê
A
^
SOS Pesqueros, local, n2 do fasciculo, entre parenteses, paginas inicial e final e data,

SLIDE LS&gt; falado:- Outro exemplo semelhante ao anteriormente mencionado onde po
demos observar; apos o titulo do artigo, o titulo do periodi
CO, ou seja, Tech, Ser. seguido de ponto e a entidade direta
mente ligada à publicação ou seja: Floridá Department of Natural Resources, cidade, n2 do fasciculo, data e n2 de

pá-

ginas.

SLIDE A9 -

(Separatas)

falado:- São considerados separatas, artigos publicados em periódicos
ou livros e em seguida desmembradas dos mesmos,
temos a separata de autoria de várias pessoas,

No exemplo,
A citação do

autor, em seguida o título do artigo contido na separata seguido do local de publicação, entidade que publicou a separa
ta, ano e local de páginas da separata, Feito isto, seguem se 03 dados do livro do qual pertencia a separata, precedido
das palavras "Separata de".

�RESUIvIO:

RESÜITO

A divulgação da nonnalização de citações bibliográficas á objetivada
por um processo sincronizado por intenaedio de dois meios de comunicaçao: projeção de slides, com exemplos de referencias bibliografi cas e fita gravada, com dizeres explicativos.

�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text> Padim, Maria Teresa Botelho</text>
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                <text>Belém/PA</text>
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                <text>Multimeios </text>
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                <text> Referência Bibliográfica</text>
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                <text>As recentes pesquisas realizadas no campo da pesca induziram nossos pesquisadores à realização de trabalhos científicos. Assim, pesquisas bibliográficas foram realizadas e trabalhos publicados.</text>
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                    <text>7? coi-7gpj:sso bpasileiro de bieliotecomo^^ia
E DOCür&gt;7EnTfiG75o, Belén

29

dc

julho

a

4

dc agosto de 1973.

CDU 025.45 CDÜS354.621.3
CDD 025.4
353.8081

CjTRO.r.

•“

Ur?.a 0::periência

H CDü EO COIMROLE DS DOCUMENTO MÃO

CONVEM

CIOMAIS, cor Noraianda Santos Miranda,

Sue

lena Pinto Bandeira e Matie Mogi.

ConcGlhvei?;a do Conselho Regional de Biblio
tecone.niia, registro

provisório

-

CRB-1

Conselheira do Conselho Regional de Biblio
teconomia, registro

provisório

Bibliotecária, registro

-

CRB-1

provisório -CRB-1

I BB D / C D U

Digitalizado
gentilmente por:

�S

cm

2

3

4

5

U

íl

í

P

I

o

1.

II-^TPODUÇfO

2.

ROTIN.? DE OPEP.?^.C^O

3.

DIFICULDADES EUCOnTPADAS

4.

PLAUOS FUTUROS

5.

COUCLUSÃO

6.

BIBLIOGRAFIA

6

Digitalizado
gentilmente por:

�A COU no CCUTP0L5 TZ D0CU-'I:MT:&gt;3

1.

CO]n'ENCIOIJ.-'IS

lílTRCDUÇÃO

0 trrabalho que aqui apresentardes. ten por finalidade
crever as c::peri5r.cias feitas na 1'iivisão de Segurança e
ções do nir.istério das í^inas e Energia - DSI/!R''Er

des

Informa

em matéria

informação, e, ao mesmo tempo, mostrar a aplicabilidade da

de
Cla^

sificação feairral Universal em. serviços não convencionais de
cumentacão. Minq':ém ignora,

o

nílmero de cbjecooa

feitas â CDU,

quer por pa.rv.e d*queles qua a acusam^ de demasiada minúcia,
por parte cos qu':

do

quer

vem nela suficiente flexibilidade para

tingir os &lt;'.ss’.;ntos específicos do seu interesse.
é mostrar rena e-.pa.riêucia que julgar.os válida,
fora da utilização tradicicnnl,

ou seja,

Mossa

a

intenção

do emnrego da CDU

dos Centros

de Documien

tação e EMlioieoas,
A USi/M-ld G um setor cuo recebe documentos
de interesse
%
específico do Ministério, relativos ã energia elétrica
e
nucle
ar, beneficiamento e exploraçcão de minérrios,
têgicos da ãrdo sogurarçu,

levantamentos estra

petrõloo e derivados,

etc.,

além

de material iafssm.a:-.ivo do.s mais vr.riad'.'s assuntos e origens.
ter lig and a-SC a.cn suas Ci..:igéi:eres , difunde

e

In

recebe documentos

que inter-íssaTi a segs.rar.ça nacional. Tra:a-se de um. sistema
centralizado, oude o material recebido não segue para

um

de^
setor

único da organização para ser posteriormnnte distribuído, mas ê,
automaticamente expedido e difundido entre os vários órgãos

de

segurança, de acordo cora o grau de interesse que apresente
xo 1 -

(Ane

Organograma da Estrutura da Dfl),
Como é sabido,

na administração.,

os docum.entos têm,

nor

mialmente, det.erminado prazo para prescrivção. Entretanto,neste ra
mo de informação, eles podemL permanecer por tempo indefinido,ba£
tande para isco qiae esteja sempre em-evidência o assunto

neles

contido.
Df^de r.;uito,

nos órgãos públicos,

ven sendo

tentado

um

sistema de classificação que favoreça a recuperação rápida

dos

documentos arcuivades.

no

sen

17

18

g

0 Exército Macional,

Digitalizado
gentilmente por:

^Scan

mor exemolo,

JÊÊ^
14

15

16

i

�5.

tido de aperfeiçoar c dar maior funcionalidade a seus arquivos
já em. 1938, no entac f'inistéric da (^uorra,
ado na Classificação Decimal de Dev’ey,

6a.

Região,

criou um sistena base

para aplicação nos

m.entos e arquivos daquele órgão. Ma Bahia,
tal adaptação foi utilizada,

,

docu

no Quartel General da

com êxito, para o raesmo

fin. A Divisão Principal de Assuntos ou Sumário do Sistema ficou
assira distribuído;

000/009

Generalidades

100/199

Organização

200/299

Arte e ciência militar

300/399

Formas c tipos de guerra,

inclusive guer

rilha
400/499

Feitos militares

500/599

Cumprimento de missões não-operacionais

600/699

Forças terrestres na evolução na naciona
lidade

700/799

Forças terrestres por forças componentes

GOO/899

Literatura

900/999

Assuntos não classificados

Como se vê, o sistema adotado baseava- se
estrutural da CDD, tendo sido feita uma adaptação

numa

imitação

cvidentem.ente

sugerida pelas necessidades do órgão que a utili.zava.
Na DSI/NML] foi escolhida a Classificação Decimial
sal por vários m.oti''’-os, dentre os quais,

pela sua reconhecida ri^

queza de subdivisões, pela sua flexibilidade
assuntos nc mesmo código,
cação analítico'"Sintético,

Univer

em

agrupar vários

o que lhe confere carater de

classifi

e por possuir tabelas auxiliares

que

favorecem a classificação de modo mais específico.
Foi no ano de 1971 que ela começou a ser utilizada neste
órgão.

O trabalho foi iniciado por um funcionário da casa.

em Biblioteconomia que,
so de classificacão,

embora não possuindo vivência do

proce£

valeu-se das exmlicacões introdutórias

Edição Abreviada Portuguesa,
ro de documentos,

leigo

conseguindo classificar grande núme

enfrentando as dificuldades que todos

Digitalizado
gentilmente por:

da

podemos'

�6.

imaginar, mas com relativo êxito.
Este fato é,

em si,

altamente signifjcativo,visto

que

serve de contra prova às alegadas dificuldades insuperáveis

da

CDU. Dal não se hã de inferir a inutilidade do bibliotecário for
mado para a utilização da CDU. O próprio desenvolvimento do
balho realizado na DSI veio demonstrar a imprescindível

necess^

dade da presença de técnico especializado.

Queremos,

porém,

tra o parecer de não poucos profissionais,

ressaltar

a

aplicabilidade da CDU em trabalho de documentação

e

científica. 0 aumento quantitativo e a complexidade

tra

con
fácil

informação
do

serviço

exigiram a colaboração de pessoal técnico especializado,
A partir de 1972,

fruto da expansão natural

ção, o número de documentos cresceu vultosam.ente,
dia diária de 20
100
mes,

(cem)

(vinte)

expedidos,

telex,

da organiza

atingindo a mé

documentos recebidos para

incluindo-se aí processos,

vima cifra de

telegramas,infor

encaminhamentos, etc.

Convim mencionar aqui,
das Minas e Energia,

também,

o fato que

o

Ministério

sensível à necessidade de modernizar

métodos de informática,

seus

no momento em. que toda estrutura admini£

trativa do país se. moderniza, mercê do Decreto-Lei n9 200
de fevereiro de 1967, resolveu utilizar a CDU para

de 25

corresponder

ao dinamismo com que se vem. processando cs serviços internos de£
te órgão.

2.

ROTINÍ DE OPEPACÃO

Para o bom funcionamento do trabalho,

foi

emanada

uma

instrução estabelecendo um sistem.a e normas de classificação,cir
culação e controle da correspondência recebida e

expedida

pela

DSI/MME.
Aqui explicaremos apenas a parte relativa

a

rotina

de

serviço do classificador.
Os documentos ao chegar-lhe ás mãos,
lidos,
podem,
gorias5

cm

2

3

são

cuidadosamente

a fim de serem deduzidos os assuntos neles tratados,
era linhas gerais,

ser distribuídos em três grandes

assunto principal,

4

5

6

que
cate

assuntos subordinados e assuntos cor

Digitalizado
gentilmente por:

�7.

relatos.
Uma vez que ficou estabelecido o princípio da
bilidade dos números da CDU
pal,

ou seja, de entrada,

irreversi

foi necessário dar ao código princ^

certa uniformidade.

Assim,

às

compa

nhias de p^.ineração foi atribuída lama única entrada:CDü 061.5:622
Firmas de mineração,

acrescentando-se a razão social da firna,i£

to ê, a sigla pela qual a ne.sma foi registrada.
da,

Faz-se,

em segui^

relacionamento com os assuntos tratados em referência ã

ma. Exemplo: Um caso de falsificação de assinaturas em
tos da firma de m.ineração Azulão
sificadoi

(hipotético) ,

documen

seria assim

061.5:622 Azulão:343.522. Conseguintenente,

documentos de loma firma ou sobre ela,

fir

cla£

todos

ficarão agrupados.

os

tornan

do-se bastante rápida a consulta a qualquer deles.
Uma vez que nas tabelas ce CDU é possível classificar
mesmo assunto em áreas diversas,

criou-se ur. Fichário

A.uxiliar

de Assuntos, onde são arquivados em ordem^ alfabética,
assuntos já classificados,
tras indicações.

o

todos

com os respectivos sinônimos,

os

sem

ou

Exemplo;

Tarifas,
Cargas,

transportes
transportes

Passagens,

transportes

656.03
656.03
656.03

Taxas, transportes

656 . ^^3

Bilhetes,

656.03

Fretes,

transportes

transportes

656.03

Quando a tabela não registra a designação procurada, mas
possui o número que a classifica devidamente;

faz-se uma

ficha

para o descritor existente na tabela, e mais outra para o
to recém classificado. Assim.:

assun

Sociedades secretas com tendências

criminosas é classificado em 366.5 . Uão encontram&gt;os m.encionada a
organização Fáfia, que é uma sociedade
criminosas. Neste caso,

secreta com.

tendências

ao descritor apresentado pela tabela,

a

crescentamos o descritor Nãfia.
Em correlação com esse fichário,
de Rvibricas,

foi criado um

Catálogo

no qual são arquivadas as fichas de acordo com a or

denação vertical da CDU. Neste catálogo encontram-se todos

os

descritores utilizados para determinado número de CDU. Por

exem

1

cm

1

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

li/ 3

14

15

16

17

18

19

�8

olo;
656.03

Tarifas,Cargas,

transportes
transportes

Passagens,
Taxas,

transportes

Bilhetes,
Fretes,

366.5

transportes

transportes

transportes

Sociedades secretas com tendências

crim^

nosas
Maf ia
Ku-Klux-Klan
Se o documento menciona nomes de pessoas físicas ou jurí
dicas, o classificador farã tantas fichas de entrada quantos

fo

rem os nomes de pessoas e entidades. Nessas fichas é escrito
o
/
número que o documento recebeu na origem e o número de
classif^
cação. Tem-se, assim, o Fichario Auxiliar de Nomes.
Cada documento 5 acompanhado de
cord

uraa

(Anexo 2), datilografada em três vias,

ficação,

ficha tipo

VISIre

sendo; iima de class^

uma de procedência e uma de movimento,

onde são

tran£

critos os seguintes itens;
01 - Classificação CDU
02 - Procedência
03 - Resumo do assunte
04 - Número e data do protocolo
05 - Data de entrada
06 - Núiriero do documento na origem
07 - Data do documento
03 - Núrr.ero de folhas
09

(inclusive anexos)

- Número de anexos

10 - Sigla do remetente
11 “ Resumo do resumo
12 - Primeiro destino
A orim.eira via,

de classif icacão -

decimal no Fichãrío de Classificação;

Digitalizado
gentilmente por:

ê arauivada em

a segunda,

ordem

designada ficha

�*

I

*
9.

de movimento,

acompanha o dociamento ã seção para qual foi encami

nhado, e a terceira,

chamada de procedência,

a ordem alfabética de pessoas,
dentro desta,

entidades,

em ordem cronológica,

é arquivada segundo

repartições,

firmas,

e

compondo o Fichario de Proce

dência.
Arquivamento:

- Os documentos

que não mais devam ter andamento,
sessorias e Direção,

de

qualquer procedência

são arquivados nas Seções,

sendo possível o controle dos mesmos

As

pelas

fichas.
Esse arquivamento é feito em pastas suspensas,

reunindo

assuntos idênticos e correlatos, pelo número de CDU. Em cada pa£
ta os documentos são arquivados em ordem decimal, e, dentro

des

sa ordem, numa arrumação alfabética para números coincidentes e,
fihalmentc,
idênticõs,

em ordem cronológica para

assuntos

alfabeticamente

ficando em primeiro lugar o documento de data mais re

cente. Quando as pastas de um mesmo assunto estão demasiado

che

ias, outras são abertas para dar continuidade ao mesmo assunto.
Os documentos que, por suas dimensões,
quivadoa nas pastas,

não podem ser

ar

são substituídos por FOLHAS DÉ SUBSTITUIÇÃO

onde são transcritos Os dados dos mesmos e os locais onde se

en

contram. Para cada pasta ê preenchida nma FOLHA INDICE que e

ar

quivada na respectiv.a pasta como primeiro documento a ser

encon

trado.

3.

DIFICULDADES. ENCONTRA-DAS

Uma das grandes dificuldades no emprego da CDU neste

ti

po de serviço ê a precariedade das tabelas a que temos acesso.
Salvo o índice da Abreviada Inglesa e algumas extensões das cias
ses 3,

55 e 6,

a grande maioria não favorece no rápido

encontro

do código desejado. Perde-se tempo folheando as mesmas à cata de
■t
«
números condiízentes com os assuntos que se deseja classificar. A
cresce a isso,a deficiência de números para assuntos atuais; mu^
tas vezes os docuriéntos nos chegam -às. mãos antes- -das correções

,

criando-scr então, ura impasse: ou se adapta um código já existen
te para o assiinto novo,

ou se guarda o documento até que

t: '
cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

apare

�*

*
t

«- •

10,

#■

çam númcror- condizentes.

ITo nosí-.c caso,-

isto é

praticarento

íp}

possível; dada a rapidez con aue tora ce ser liberado o docunento.
Ê lamentável que as tabelas já traduzidas não possuam ín
dices que venham favorecer a pesquisa nur'érica e ajudar

a

quem

se inicia nesse ramo de trabalho.
Dada a estrutura da tabela,

torna-se

um.

tanto

classificar com certa rr.inudência alguns assuntos como
geográficos brasileiros;

por exemplo,

não há numero

difícil
acidentes

específico

para a Airiazonia. Para a classificação dos rios brasileiros,ê pre
ciso compor lom nuraero

(31:282,2), muito embora já exista

ficaçao para alg-iins rics brasileiros,

classi

como o rio São Francisco.

No nrjsco caso especifico, o ^*inistêrio das Ninas e
gia está inserido na classe 3, na subdivisão 354.62.
poréra, dada a prôp3:ia natureza do sorviçc,-

Ener

Sontiu-se,

a necessidade de cód^

gos específicos para o-s orgãos ccmponente.s clestc '■Ministério,tais
como: Petrob.uás, Eletrobrás, Comparliia
são Nacional de Energia Nuclear,

etc,

do Pio Doce,
Para sanar essa

de, o bibiictecáric Nurilo Bastos Cunha,
mentação do -'NE.

ComÍ£

dificuida

da Asscssori.a de

Docu

criou uma extensão centro do código 354.62,-

de foram desmcròresce.s organj smos,
partir do nú~ero '•'•51 Grau superior,,

Dlém disso,

adaptou,

on
a

ãdministração Central - núme'

ros para órgãos recente-i-'-^---^ or.bodos,

taj s como;

Serviço

nal de Informações, Conselho de ,?egurança ITacional,
das Forvças A.iTaadas, ConselViC Nacional de Pesquisas

Macio

Estado Naior
(/'nexo 3 - E£

trutura Básica do Ministério).

4.

PI JiNOS FUTUROS

Tendo em vista a crescente expansão dos documentos,
rotando fichários e arquj.vos,

abar

penscu-se na utilização do sistem.a

de FicrofiImagem como solução que nerrmti.sse ,

a longo prazo,

a

condensação desses docuir&gt;entos em pouco espaço.
A forma escolhida p^ira o íirquivcuaento dos microfilmes de
16mm foi a da jaqueta,
record

adaptada ã ficha u&lt;^ada nos, arquivos

(A.nexo 4) , no seintido de aproveita o material já

te.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

existen

�11.

0 rolo também será utilizado,

sendo microfilmado concomi

tantemente com a jaqueta, para fins de segurança e arquivado

à

parte.
O problema que se nos depara atualmente é o da indexação.
O planejamento a ser utilizado na recuperação da informa
ção funcionará em fase de experiência,
sua funcionalidade.

a fim

de

ser

testada a

Serão microfilmadas, primeiramente,

chas do Fichário Auxiliar de Nomes que,

as

fl^

conforme já foi dito,cor

responde ás pessoas físicas e jurídicas,

sobre as quais

existem

referências nos documentos classificados. Em princípio,

só serão

microfilmados os nomes que estejam com um grande número
chas,

justificando, portanto,

a sua microfiImagem..

será feita por ordem alfabética de sobrenomes,

e,

A

de

fi

indexação

no último foto

grama, de cada jaqueta, será inserido o índice dos documentos m^
t
crofilmados. Está em estudos o intervalo de tempo de uma
micro
filmagem a outra

(aproxim.adamente um ano) , quando serão então mi^

crofilmadas e inseridas em sua ordem alfabética exata,

as

novas

As jaquetas têm capacidade para agrupar num único

foto

fichas chegadas nesse intervalo de tempo.

grcima 8
4

(oito)

(quatro)

(dez)

fichas componentes do Fichário Auxiliar de Nomes;

do Fichário de Classificação

(fichas VISIrecord),e 10

do Fichário de Procedência. Verifica-se esta diferença, de

vido ao padrão de cada uma dessas fichas.
Em princípio, a indexação nos fichários de Classificação
e de Procedência obedecerá a ordenação cronológica
tos,

sendo que, do fichário de classificação,

dos

serão

das as fichas que possuem códigos numéricos idênticos,
procedência,
tidades,

microfilma
e

do

segundo a ordem alfabética dos nomes de pessoas,

firmas, repartições, etc.,

cronológica.

documen

e, dentro dessa,

em

de
en

ordem

Sendo que faz parte de um plano futuro do MME a

au

tomação de seus serviços, valendo-se do auxílio de um computador,
prevê-se a instalação de um terminal desse mesmo computador

na

DSI.

5.

CONCLUSÃO

A experiência,

2

3

4

5

6

cuja descrição sumária aqui apresentamos,

Digitalizado
gentilmente por:

rea

�lizada eni termos da tv.ncionalidado da CDU para serviços não
vencionais de documentação,

pa.cece -nos,

con

sob todos os pontos

de

vista, válida.
Não obstante as difici:Idades encontradas,
fazer funcionar com reconhecida eficiência,

foi

possível

através da CDU,

órgão de informação como a Divisão de Segurança

e

um

Informações,

cujas estruturas e sistemátioiuí pareciam fugir as possibilidades
comumente oferecidas por esta classificação.
Não temos a m-anor dúvida de que,

nc momento

em

que

serviços da DSI entrarem na fase definitiva da automação,

a

os
CDU

continuará a prestar valioscc serviços como instrumento de

arma

zenamento e recuperação de informações.
são de todos conhecidas as experiências realizadas
países desenvolvidos como a Inglaterra, Estados Unidos e
nha, em que ficou definitivamente provada a viabilidade

em
Alema

da

CDU

nos serviços prestados à docnacntação pelos computadores eletrônicos.
Desse modo, o emprego da CDU nos serviços da DSI foi não
somente uma medida correta,

para o momento em que tais

se iniciaram, mas concinuarã,

v-mibém, oportuna e

serviços

inteligantemen

te, na era do computador que r:s inicia entre nós, dada a riqueza
e flexibilidade que inegavelraento o sistema possui.

6.

BIBLIOGRAFIA

A presente bibliografia só indiretcimente
trabalho ora apresentado.

se

refere

ao

Ela quer ser antes lam roteiro para

os

que desejarem conhecer os mementos mais importantes do

emprego

da CDU na automação da informação.

1. BARNHOLDT, B. A Computer based system for

productlon

of a UDC-classed library catalog at the Technologi
cal University Li}:&gt;rarv cf Denmark.
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Seminar on UDC and Mechanization at the 32nd
ference of the International Federaticn

Digitalizado
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for Docu

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1966. Also

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dern Approaches Exemplified by the UDC Project

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the Ajtierican Institute of Physics". Journal of

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'

UDC

as the Indgxinq Language for a Mechanized

Referen

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the

riod July 1,

1965 - January 21,

rican Institute of Physics,
February 1,

for

Pe

1966. New York,Ame

Report AIP/DRP UDC-2

,

1966. NSF GRANT. GN-433.

10.

. Research Project fo
as the Indexlnq Language for a ^lechanlzed

Referen

ce Retrieval System; An Introduction. New York,Ame
rican Institute of Physics,
October 1,

Report AIP/DRP

UDC-*1,

1965. NSF Grant GN-433.

11.

.
with an on-line,

Interactive

&amp; ATHERTON,

reference

retrieval

System using the UDC as the Index language in
field of nuclear Science.
25,

Pauline

Report AIP/UDC-7

the

April

1968.

12.

&amp;

Final report o

mechanized reference retrieval system. AIP/UDC-9
May 1,

1968.

,

28 p.

13.

. Evaluation of the R
cument Reference Using the Universal Decimal
sification in a Computer-Based System:

Cias

Report AIP/

UDC-6 under National Science Foundation Grant GN -433. New York, American Institute of Physics,
pril 1,
14.

1968.
MOLGARD-HANSEN,

first semlnar on UDC in mechanized retrieval
tem. Copenhaaen,

2-6 Sept.

Center for Documentation,
port,

cm

2

3

4

5

6

A

R.

&amp; P.IG

sys

1968. Copenhagen,Danish
1969.

160 p.

(FID/CR

re

9r FID 405)

Digitalizado
gentilmente por:

3

14

15

16

17

18

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15.

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progress.

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Rocl^ville,

Md., Essa,

1970

40 p.
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project to further explore possi^ilitles for necha
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teorological Society,

^laerican Me

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cal and geoastrophysical literatura
schedules in these fields.
la Docunientation 31

18.

(3)

and

the

UDC

Revue Internationale de

: 103-106,

aoüt 1964.

RUSSEL,

Martin ft FREEMAM,

xinq of a sclentiftc abstracts _journal hy the
with lETIDEK;

a case study.

1,

p.

1967.

20.

UDC

Report AIP-UDC-4, April

19. SCKÍIEIDER, Klaus Se KOCH, Karl-Heinz . Verv^endung
DK-Sahlen fur

maschinelle

und Information Retrieval.
Feb.

1967.

Registerherstellungen
Frankfurt,

SMD-A-10

&amp;
chanized indexes.
1970.

21.

1

76 p.

20.

trieb,

von

. The use of the

Berlin, Frankfurt,

Beuth -

Ver

75 p.
VICEMTIITI, A.L.C.

Informát

sentado ao 6? Congresso Brasileiro de Bibliotecono
mia e Docvunentacão, Belo Horizonte,
22.

1971.

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. Contribuição da língu
da CDU na America Latina.

In; Trabalhos

apresenta

dos ao foro aberto da CDU, Buenos Aires,
1971. Rio de Janeiro, FID/CLA,
23.

1971,
.

p.

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39-43.

&amp; OLIVEIRA,

à Bibliografia Brasileira de Botâni.ca.

In;

102-109.

Digitalizado
gentilmente por:

Rio de Janeiro,

IBBD,

Elvia de

Anais

do 29 Congresso Regional sobre Documentação
Reunião da FID/CLA.

set.

e 9a.

1970, p,

�16.

24.1-ÍELLISCK, H. Concordance between UDC and EJC/TEST.The
H^gue, FID,

1971.

Digitalizado
gentil mente por:

30 p.

(Doe.

C71-10)

�Pesumo

• I\ Divisão do Segurança e Infori^ações do "'Ministério

Finas e Energia •

das

DSI/fíie ^ desce sua criação, usa a CDU cono sis^

teiíia de classificação e arquivanento de seus documentos.

Foi

e£

colhido este tipo de classificação por suas varias qualidades.in
cluindo-se, entre elas,

a flexibilidade de agrupar vários

assun^

tos num mesmo código e por possuir tabelas auxiliares que favore
cem a classificação de modo mais específico e com. todas as

m.inú

cias que exigem os documentos. Começou a scr utilizada em

1971

por pessoal leigo, porém, devido a expansão natural da
ção,

organiza

sentiu-se a necessidade da colaboraçao de p-assoal

especializado. Todo e qualquer documento chegado
classificado pelo sistema CDU.

e

técnico

expedido

São feitas fichas de assunto para

código utilizado para classificação. Devido ao avolumado
de documentos , está sendo implantado um sistei\a de
e hã também planos para a utilização de ’om
dor que será instalado no Finistério.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

c

número

mi cr ofi Imagem

terminal

do computa

�'C'IEXO

cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

14

15

16

2

17

18

19

�ANEXO

Digitalizado
gentilmente por:

2

�ANEXO

Digitalizado
gentilmente por:

2

�JiNEXO
ESTRUTURA

3

BÃSICA

' ^•^■INISTÉRIG DAS MINAS E ENERGIA

J^HO

DE

1971

A - ÕRGÃQS DB ASSISTÊNCIA DIRETA E iriEDIATA
1. GABINETE - GM
2. CONSULTORIA. JURÍDICA - CJ
3. DIVISÃO DE SEGURANÇA E INFOPNAÇÕES ~ DSI

B - ÕRGÃQS CENTRAIS DE PLANEJANENTO, COORDENAÇÃO E CONTROLE

FINAJJ

CE IRQ
1.

SECRETARIA-GERAL

-

SG

2.

INSPETORIA-GERAIi DE FINANÇ.AS - IGF

C " ÓRGÃOS CENTRAIS DE DIPJECÃO SUPERIO.R ATIVIPADES-MEIOS
1. DEPARTAMJ3NTO DE ADMINISTRAÇÃO - DA
2.

DEPARTAMENTO DE PESSOAL - DP

D ■■ ÕRGÃQS DE ADMINISTRAÇÃO DIRETA OU EXECUÇÃO DE ATIVIDADES-FINS
1.

CONSELHO NACIONAJL DO PETRÓLEO -• CKP

2.

DEPARTAMENTO NACIONAL DE ÃGUAS S ENERGI.A ELÉTRICA - DNAEE

3.

DEPiARTAfíENTO NACIONAL DA PRODUÇÃO ÍÍINEPAL “ DNP.M

E “ ÓRGÃOS DE AD.^IINISTRACÃQ INDIRETA - AUTARQUIA
1.

COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR - CNEN

F - ÓRGÃOS DE .AD.MINISTRAÇÃ.O INDIRETA - SOCIBD.ADES DE ECONOMI/A-MIS
TA
1.

PETRÓLEO BRASILEIRO S.A,

2. COMPA.NRIA VALE DO RIO DOCE
3.

PETROBR.ÃS
- CVRD

CENTPJMS ELÉTRICAS BRASILEIRA;.S S.A.

~ ELETROBRÃS

4. COMPANHIA DE PESQUISAS DE RECURSOS .r-UNEPAIS - CPRM

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�5.

COMpJiNKIA .AÜXILI.AR DE ERP^ESr S ELÉTPICAS BRTtSILEIRAS-CAEEB

Centro de Informática
CPU 354 - .r^DIÜIMISTPACÃQ FEDEPAL - EXECUTIVO
354

EXECUTIVO FEDERAL

354.01

Presidência da República

.011

Gabinete Civil

.012

Gabinete Militar

.013

Serviço Nacional de Informações

(SITI)

.014

Estado Maior das Forças Armadas

(EMPA)

.015

Departamento A.dninistrativo do Pessoal Civil

.016

Consultoria Geral da República

.017

Alto Comando das Forças A,rmadas

.018

Conselhos

(DASP)

.018.1 Segurança Nacional
.018.2 Nacional de Pesquisas
.019

Assessorias

.019.1 Especial de Relações Públicas
.02
354.11

(~PRP)

Vice-Presidência
Ministério das Relações Exteriores

.21

Ministério da Fazenda

.31

Ministério do Interior

.32

Ministério da Educação e Cultura

.41

Ministério dos Transportes

.42

Ministério das Comunicações

.51

Ministério da Justiça

.53

Ministério da Saúde

.61

Ministério do Exército

.62

Ministério das Minas e Energia

(T‘’PP)

(MEC)

(f-"T)

(ver também folhas anexas)
.71

Ministério da Marinha

.73

Ministério da Aeronáutica

.81

Ministério do Planejamento e Coordenação Geral

.82

Ministério da Indústria s Comércio

.83

Ministério da Agricultura

.84

Ministério do Trabalho e Previdência Social

Digitalizado
gentilmente por:

^Scan

ÉÊ^
14

15

16

17

18

1

�KHE - Centro de Informática

CLASSIFICAÇÃO DSCIf'^i^Ij TOIVERS^L

354.62

(CDU)

Ministério das Minas e Energia

354.621 Núcleo Central • (Ministro)
.1

Gabinete do Ministro

.2

Consultoria Jurídica

. 3. Divisão de Segurança s Informações
•4

Departamento de Administração

.5

Conselhos

.6

Comissões

.7

Assessorias

(DSI)

(Dx^)
^

354.622 Secretaria Geral
.623 Inspetoria Geral
.624/626

Órgãos Integrantes

354.624 Departamento Nacional da Produção Mineral

(DNPM)

.625 Departamento Nacional de Aguas e Energia Elétrica
.626 Conselho Nacional do Petróleo
354.627/629

(DMAEE)

(CNP)

Órgãos Jurisdicionados

.627 Setor Mineral
(ICC)

Indústria Carboqurmica Catarinense

.1 Comissão Nacional de Energia Nuclear
.2 Companhia Vale do Rio Doce

(ex-CPCAN)

(CNEIT)

(CVRD)

• 3 Companhia de Pesquisas de P.ecursos Minerais
354.628 Setor de Combustível
.1 Petrobrãs
.629 Setor de Energia e Recursos Hidráulicos
.1 Eletrobrás
.2 CASEB

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

(CPRM)

�ANEXO

cm

Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
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                </elementTextContainer>
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        <elementSet elementSetId="1">
          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
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                <elementText elementTextId="11377">
                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
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                <elementText elementTextId="11378">
                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <name>Publisher</name>
              <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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                  <text>FEBAB</text>
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              <name>Date</name>
              <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                <elementText elementTextId="11380">
                  <text>1973</text>
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              <name>Language</name>
              <description>A language of the resource</description>
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                <elementText elementTextId="11381">
                  <text>Português</text>
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            <element elementId="38">
              <name>Coverage</name>
              <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <elementText elementTextId="11382">
                  <text>Belém/PA</text>
                </elementText>
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            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </collection>
    <itemType itemTypeId="8">
      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
    </itemType>
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      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
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              <elementText elementTextId="12848">
                <text>A CDU no controle de documentos não convencionais</text>
              </elementText>
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          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <elementText elementTextId="12849">
                <text>Miranda, Normanda Santos </text>
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              <elementText elementTextId="12850">
                <text> Bandeira, Sueli Pinto </text>
              </elementText>
              <elementText elementTextId="12851">
                <text> Nogi, Matié</text>
              </elementText>
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          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <text>Belém/PA</text>
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            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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                <text>Febab</text>
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                <text>1973</text>
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            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
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            <description>The topic of the resource</description>
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                <text>Classificação Decimal Universal</text>
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            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
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                <text>A Divisão de Segurança e Informações do Ministério das Minas e Energia — DSI/MME, desde sua criação, usa a CDU como sistema de classificação e arquivamento de seus documentos. Foi escolhido este tipo de classificação por suas várias qualidades, incluindo-se, entre elas, a flexibilidade de agrupar vários assuntos num mesmo código e por possuir tabelas auxiliares que favorecem a classificação de modo mais específico e com todas as minúcias que exigem os documentos. Começou a ser utilizada em 1971 por pessoal leigo, porém, devido à expansão natural da organização, sentiu-se a necessidade da colaboração de pessoal técnico especializado. Todo e qualquer documento chegado e expedido é classificado pelo sistema CDU. São feitas fichas de assunto para código utilizado para classificação. Devido ao avolumado número de documentos, está sendo implantado um sistema de microfilmagem e há também planos para a utilização de um terminal do computador que será instalado no Ministério.</text>
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                    <text>72 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMe^TAÇAO
Belem,

29 de julho a 4 de agosto de 1973

INFORJtóTICA
AUTOMAÇAO DE U^^ SISTB'A DE ASSINATUFL\S DE RB/ISTAS POR VIA AÉREA
por: JAN SIBEIJN
Gerenxe da Divisão Latino-AT.ericana
Swets &amp; Zoitlinger BV, Arasterdam

�INTRODUÇÃO
Havendo um congresso de biblioteconomia em qualquer parte do
mundo, um dos principais tópicos debatidos pelos bibliotecários
das assinaturas de revistas,
parte do

e das dificuldades provenientes

é

o

desta

seu trabalho. A maioria das bibliotecas usa umia agencia para

as renovações e novos pedidos de assinaturas,
cessidade de renovar,
mente. A agencia,

pagar,

reclamar,

por sua parte,

etc.,

assim eliminando a roecada revista individual-

tem tres funções fundamentais:

1. Colocação Imediata de novos pedidos com o editor
2. Atendimento rápido as reclamações
3. Renovação das assinaturas no período oportuno
Na realidade,
so,

a agencia controla somente uma parte do procej

que se Inicia com o pedido de um leitor e termina com o recebimen

to do primeiro fascículo da revista

solicitada.

As diversas

etapas

neste processo são as seguintes:
\
1. Pedido do leitor a biblioteca
2.

Emissão de um pedido pela biblioteca ou divisão de administração

3.

Envio do pedido a agencia

4. Recebimento e processamento do pedido pela agencia
5.

Envio do pedido da agencia ao editor

6. Processamento pelo editor,

incluindo a preparação de uma ct^

queta para o despacho do primeiro fascículo
7. Despacho da

etiqueta para a gráfica,

após recebimento do pa-

gamento
8.

Embalagem e entrega do fascículo ao correio

9. Tempo necessário para o correio despachar o fascículo a biblioteca
10.

Entrega do fascículo pelo carteiro a biblioteca.
Destes 10 itens,

a agencia

controla

somente o item 4. A exe-

cução correta deste item é importantíssima para todos os passos
guintes e e o m.ais dificil de

ser executado corretamente.

0 processam.ento pela agencia pode ser feito de várias
ras,

se-

manei

desde o simples manuseio até o processamento por um computador.

Seja qual for o sistema usado,

tem que emitir os seguintes documentos:

a. Pedido para o editor
b. Fatura para a biblioteca
c.

Informação necessária para a renovação da

assinatura

d. Documentos para a administração interna da agencia.
Alem desta informação básica,
devem ser verificados,

tais como:

entidade em nome da qual deve

cm

2

3

4

5

6

vários dados administrativos

confirmação do pedido ao cliente,

ser emitida a fatura,

Digitalizado
gentilmente por:

o endereço

a

para

�deve iniciar ou terminar,

etc.,

etc.

ASSINATURAS NOVAS
Porque e necessário tanto tempo para que um titulo novo com_e
ce a chegar na biblioteca?
ja pelo correio 4 vezes,
via aérea

Primeiro,

das quais as 3 primeiras normalmente são por

e a liltima por via marítima.

para o processamento na agencia,
poca,

pelo fato de que um pedido via-

Em seguida,

que pode variar por agencia

porem três semanas é uma boa média para
Depois,

o tempo necessário
e por é-

ser adotada.

o tempo necessário para c editor processar o pedido

e a preparação da etiqueta,
se de uma revista mensal,

que varia de uma a três semanas. Tratando

o tempo pode estender-se até 4

so o fascículo anterior tenha

semanas,

sido despachado um dia antes em que

pedido foi processado. Finalmente,

a demora do despacho pelo

tantes.

está

o

correio

de 30 a 90 dias. Uma vez que o editor tenha iniciado o despacho
fascículos, um outro problema

ca-

dos

sendo criado, o dos fascículos faj.

/

FASCÍCULOS FALTANTES
Em alguns casos,
■de sua publicação.
fatores,

o fascículos- está faltando devido ao atraso

Este atraso pode ter sua origem numa variedade

como atraso do recebimento de material editorial,

des na gráfica,
los faltantes,

atras'o no correio
porém,

de

dificulda-

e greves. A maior parte dos fascícu

não está atrasada, mas nunca chegará ao seu de_s

tino.
Aqui também,

existe uma variedade de fatores que impedem

chegada dos mesmos, tais como embrulho rasgado,
do destinatário,

As faltas,
fascículos,

perdendo o enderêço

a revista ser extraviada pelo correio,

feita erradamente pelo carteiro ou servente,

a

etc.,

a entrega

ser

etc.

em conjunto com a demora excessiva da chegada dos

são,uma fonte de aborrecimento para as bibliotecas

como para nossa firma.

tanto

Esse foi o motivo porque começamos a estudar

seriamente a possibilidade de procurar outros meios, tanto no processamento como no despacho .dos fascículos..Neste estudo, baseiamo-nos
na experiencia que ganhamos com o fornecimento por via aerea das assj;
naturas para várias bibliotecas importantes nos Estados Unidos.
SISTEMA USADÓ PARA OS E.U.A.
Existem grandes bibliotecas nos E.U.A.,

das quais citamos

National Library of Medicine e a National Agricultural Library,

a

que

para um bom exercício de suas funçÕes necessitam receber suas assinaturas de revistas da maneira mais rápida possível.
biblioteca’,

instituimos há algum tempo,

Amsterdam e Nova York.

3

4

5

6

este tipo

de

semanal entre

existe uma tarifa

que reduz o preço por quilo, consideravel-

mente.

2

uma ponte aérea

Para este tipo de despacho,

econômica- (Commodity, Rate),

Para

Digitalizado
gentilmente por:

�A demora de aproximadamente 3 dias,
em Amsterdam,

resultante da concentração

e eliminada pelo despacho aéreo,

que necessita de apenas

12 horas de voo do aeroporto de Amsterdam até o aeroporto de Nova York.
Uma falha

séria neste sistema,

era que não havia tempo,

nem

meios de controlar recebimento ininterrupto dos fascxculos de cada título.

Para um controle efetivo,

necessitar-se-ia instituir um "Kardex"

igual ao existente em cada biblioteca,
DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA PARA 0 BRASIL
Na procura de um sistema de transporte e controle
podería

ser usado para o Brasil,

meirOc Faltando,

consolidar a legislação relativa

ao material bibliográfico importado por via aérea,

se faci-litada.

para conseguir que esta importação fo_s

que altera a

No-

e a Tarifa Aduaneira do Bra

e também o decreto-lei n^ 70.162 de 18 de fevereiro de 1972.

Além disso,

encontramos este ano uma fórmula adequada para superar

obstáculos que ainda

os

se afiguravam exisbentes.

O segundo problema,
ras para as bibliotecasVARIG.

em primeiro lugar,

de 27 de dezembro de 1971,

menclatura Brasileira de Mercadorias (NMB)
sil (TAB),

entramos em contato

0 assunto agora está regulamentado,

pelo decreto-lei nS 1199,

que

o problema mais difícil foi o do pri-

em primeiro lugar,

com os Ministérios competentes,

efica?,

foi

de poder proporcionar condições financeisolucionado com a valiosa

cooperação

da

Por seu intermédio conseguimos que a lATA (Organização Mundial

de Transporte Aereo)

concedesse uma tarifa

entre Amsterdam e Rio de Janeiro,
ra US$ 1.75 por quilo,
despacho.

econcmica

("Comimodity Rate")

bai&gt;:ando esta tarifa,

de US$ 8.20 pa

desde que houvesse um mínimo de 300 quilos

Esta condição somente pode ser preenchido

se o maior

por

numero

de bibliotecas participarem deste projeto.
Para o despacho entre Rio de Janeiro e as demais cidades
Brasil,

esta em vigor a tarifa nacional da VARIB,

internacional.

Estamos elaborando uma tabela neste

Solucionados estes problemas,
neira

eficiente de controlar a chegada

Amsterdam.

a

Para este fim,

tinha que

ser

do

ser acrescentada a
sentido.
encontrada uma ma-

e redespacho dos fascículos

de

uma equipe do nosso Centro de Processam.ento

de Dados está desenvolvendo um programa,

em que a periodicidade e a d^

ta prevista de publicação estão sendo gravadas simultaneamente num dij
co magnético.
Mediante um "print-out",

emitido sem.analmente pelo computador,

está sendo controlado o recebimento dos fascículos destinados a cada
biblioteca. Um "optical reader".

lendo o "print-out",

cebimento dos fascículos previstos,

acusa o não

re-

para que o computador emita as re-

clamações.
Toda a informação sobre os fascículos processados e dividido

Digitalizado
gentilmente por:

�por código de cada biblioteca^
alfabética,

resultando numa relação,

por ordem

cue acompanha cada despachoo Nesta' relação também fi-

gura qualquer informação relativa a um fascículo não recebido

e

reclamadOo
SISTEm A ENTRAR m VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 1974
A partir de 12 de janeiro de 1974-

o recebimento,

le e despacho das assinaturas de re^vistas de procedência

contro-

européia,

serão feitos conforme o seguinte fluxograh-a;

III:

III a+b;

I:

!

RIO DE JANEIRO

|

Editores localizados nos diversos países da

Europa

enviam fas-

cículo s para Amsterdam.,
II;

íJwets processa e embala em caixas padronizadas para transporte
aéreo,

III; A VARIG transporta o m.aterial para o Rio de Janeiro.
a; Representante da Swets providencia o desembaraço alfandegário
no Rio de Janeiro,
b; Representante da Swets entrega as encomendas locais e redespacha as demais peJ.a VARIG,
IV; A VARIG entrega as encomendas nas bibliotecas,
0 despacho via aérea não se limita
revistas,

mas poderá

contra recibo.

somente a fascículos de

ser utilizado também, para qualquer outro mate-

rial bibliográficOc Assim,

temos s possibilidade de despachar

tam-

bém livros e coleções de revistas atrazadas. Um livro ou coleção,en
comendadoG no início do mes,
mesmo mes,

Este e um tempo record,

o prazo de demora

2

3

poderão ser recebidos ate o final

4

5

é de 3 a 6 meses,

6

Digitalizado
gentilmente por:

considerando-se que no momento
a partir da data do pedicfo.

do

�As vaiTcagens des'-e sistema
1.

são bern visíveis?

EliniiiiS-se qjalqvier perca ou extravio da fasoíooios.

2, A rapidc.': da chegada dos fascículoc:. Uma vez iniciado o sis
lema, podemos garantir que qualquer foscioulo de uma revista europeia estará na biblioteca de 7 a l'! dias apos sua pu
blicação3a

Não haverá necessidade da biblioteca iazer reclamações;
tas serão feitas por nós,

es-

no momento em que o Tasclculo de-

veria ter sido despachado. Não há ne^;ecsidade ce esperar
recebimento do proxim.o fasc.oculo para oonrlata:'.- a

o

falta

do

anterior,.
4, A biblioteca

será

informada, mediante o

'prin'&gt;-out,

sobre

qualquer fascículo não recebidOc
Concluindo:

das .'0 ^.tapas relacionadas no inicio deste informe,

mente o processamento do editor ecctá fora do nosso controle,

so

elimi-

nando assiru.. todos os fatores que até então estavam fora do nosso
alcance. O controle atími.nistrativo.

financeiro e físico da revista,

estará sob no.'rsa aupervisãcc .A bibliotecária poderá dedic-ar -se a um
trabalho produtivo,

nao tendo miais necessidade de perder tempo

detalhes- tais c-omo,

oontro.lar,

reclamar,

Como m.encionado ante-riormente.
rá

corresponder-,
este cisterna

com

etc,

somente pode-

ser intredurrido se um r'íUmero suficiente de bi.oliotecas participa

rem,

para ,al.c,ançar o limite m.inimo rte 300 qur '.os por d..aapacho.
Sciicitamioe pcrl:rm..o,

que as bibliotecas interessadas,

manifestem o mai.- breve pos.sivel,

se

diicigindc .suas cartas para

Swets &amp; Zeitlrn-ger Ri ..
Divisão L a • tn o - - Am e rc a n a
Heerewe.g 247 B
J-ISSE - KoJanda
sinop.se !
0 or'o;je’tc diSv,rimina uma nova fcrm.a do ura serviço de assinaturas,

que r.isc

a entrega via aere?

dos fascícuio.';: de pe::-i6dicos

oriundos da Eucopa,. Temi por- objetivo facilitar o traba...ho d:, biblio
teca,

retiranrto de sUc'.; responsabii.idade tarefa c que sobre-'arregam

desnecessariamente
leitoreSí

crabalhoss técnicos específicos^

Peemitira

aco.mpanliar o progresso cientifico e tecnoiogico

quase que s-lmiultaneamente com a-publicação do -fasciculc

aos

europeu
ro país de

origem..

6.
2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�EIBLIOGRAFIA
1. Cacex - Comunicado nS 343.
2. Ciência e Informação - Vol.
3.

1 (l), Rio de Janeiro,

1972.'

Diário Oficial da União - 29/12/1971, Decreto-Lei n^ 1199 de
27/12/1971,

capítulo 49,

e Diário Oficial da União,

Decreto-Lei nS 7Ò.162 de 18/02/1972,

capítulo 49»

4.

Instrução Normativa da Alfândega - SRr/21/70,

5.

Parecer Normativo CST 533/70.

6. Special Libraries,

- 1972,^p.

21/02/72,

item 12.

294-304.

7. UNESCO + ICSU: Unisist. Study report on the feasibility
Víorld Science Information system - Paris,

1971,

of a

161 p.

7.
cm

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Automação de um sistema de assinaturas de revistas por via aérea (RESUMO)</text>
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                <text>Assinatura de Periódicos (automação)</text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>O projeto discrimina uma nova forma de um serviço de assinaturas, que visa a entrega via aérea dos fascículos de periódicos oriundos da Europa. Tem por objetivo facilitar o trabalho da biblioteca, retirando de sua responsabilidade tarefas que sobrecarregam desnecessariamente trabalhos técnicos específicos. Permitirá aos leitores, acompanhar o progresso científico e tecnológico europeu quase que simultaneamente com a publicação do fascículo no país de origem.</text>
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                    <text>79 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

Belém»

29 de julho - 4 de agosto de 1973

Topico:

BIBLIOTECÁRIOS E LIVREIROS

Catalogação-na-fonte:

resultado da colaboração entre

editores e bibliotecários

Por
Lia Manhães de Andrade Frota
Assistente-Tecnico da Presidência
do Instituto Brasi—
leiro de Bibliografia e
Documentação
Assessora do Centro de
Bibliotecnia do Sindicato
Nacional do Editores de Livros
CRB - 7a.

CDU

025.3

CDD

025.35

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3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

Região N9 487

�79 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Belem,

29 de julho a 4 de agosto de 1973

CATALOGAÇÃO NA FONTE:

Resultado da colaboração

entre editores e bibliotecários

Por Lia M. A.

CDU

025.3

CDD

025.35

Frota

Ass I stente-Técnico
da Pres.do IBBD
Assessora do Centro
de Bibliotecnia do
SNEL

RESUMO

A importância da ficha catalogrãfica como veículo
inicial para a disseminação dos dados bibliográficos.

0

papel

das centrais de catalogação e sua profícua contribuição ã normalização, ã economia e ao aproveitamento da mão-de-obra qualifica
da.

Catalogação-na-fonte no Brasil

e a necessidade de conscien

tização dos editores para sua participação direta e maciça

no

sistema, o qual visa a divulgar antecipadamente a produção

li-

vreira nacional e a incrementar sua venda no País e no exterior.
Catalogação-legível-por computador através dos formatos MARC II,
CALCO e MARCAL para maior rapidez na recuperação e disseminação
dos dados catalogrãficos em fitas magnéticas, fichas, bibliografias e catálogos - instrumentos básicos para a transferência

da

informação bibliográfica.

1 - FICHA CATALOGRÃFICA
Dentro do conceito de comunicação, ficha catalográ
fica ê a '‘mensagem" codificada conforme normas nacionais e inter
nacionais estabelecidas para facilitar a transferência da informação bibliográfica.

Esta "mensagem" comunica ao leitor o resul

tado analítico-sintetico de uma obra publicada e compõe-se
seus elementos

identificadores.

Estes elementos identificadores

apresentados de maneira normalizada informam:
veis intelectuais

Quais os responsa

(autor, compilador, tradutor, editor etcT.)

lo documento publicado.

Qual o seu título.

Digitalizado
gentilmente por:

de

I Sc a n
st e m

pe-

Era que numero sua e

�2.
dição se encontra.

Em que local está sediada e o nome de sua e-

ditora publicadora.

Em que ano foi impresso e divulgado.

as suas características físicas ou bibliográficas
mes,

ilustrações etc.).

texto.

Quais

(paginas, volu

0 que merece maior destaque em seu con-

Quais as palavras-chave e/ou cabeçalhos de assunto

expressam seu conteúdo.

Qual(is)

o(s)

representa(m) seu(s) assunto(s) no(s)
ção Bibliográfica.

cõdigo(s)

que

ou número(s)que

Sistema(s) de

Classifica-

Qual o número que representa seu Título den-

tro de sua Editora de acordo com o Sistema Internacional para Nu
meração de Livros.
Estes elementos e as fichas catalogrãficas acumula
dos e organizados sistematicamente constituem u'a massa de dados
bibliográficos que formam os tradicionais catálogos de bibliotecas e bibliografias.

Quando esta massa de dados e tratada

por

processos eletrônicos, facilmente são criados os instrumentos ba
sicos necessários ã informação bibliográfica:

fitas magnéticas,

fichas impressas, bibliografias nacionais, catálogos

coletivos

de bibliotecas etc.

2 - CENTRAIS DE CATALOGAÇÃO E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
Diante do desejo de melhorar a técnica da cataloga
ção e levando em consideração seu aspecto econômico e a falta de
mão-de-obra qualificada, vários países criaram centrais de catalogação com a finalidade de distribuir fichas impressas.

Desta

forma um livro é catalogado apenas uma vez e sua ficha utilizada
por várias bibliotecas.
A cooperação mais estreita entre os grandes

cen-

tros bibliográficos do mundo e os novos progressos havidos na utilização das máquinas e na automação das operações efetuadas
nas bibliotecas permitiram a divulgação de informações bibliográ
ficas antes da publicação das bibliografias nacionais.
xemplo temos o L.

Como

e-

C. National Program for Acquisitions and Cata-

loging (NPAC), da Biblioteca do Congresso dos EUA mais conhecido
como Shared Cataloging Program que visa a assegurar a

aquisição

de todas as publicações editadas no mundo inteiro, de

interesse

dos estudiosos, e a divulgar, em seguida, rapidamente, os
catalogrãficos relativos a essas publicações.
te objetivo a L.

2

3

4

5

6

C.

dados

Para conseguir es

vem desenvolvendo a cooperação internacional,

Digitalizado
gentilmente por:

�3.
sobretudo no campo da catalogação, através das bibliografias nacionais, mediante convênios feitos com as. instituições encarrega
das da publicação das bibliografias nacionais de diversos países
a L.

C. recebe a ultima prova ("boneca") dessas bibliografias

a

fim de selecionar as obras que sejam de seu interesse e dos pesquis. dores americanos, catalogã-las de acordo com os princípios
da catalogação cooperativa, que permite uniformizar, em plano in
ternacional, a descrição bibliográfica, e divulgá-las através das
fichas impressas, das fitas magnéticas MARC e do Catálogo Colet^
vo Nacional.
Imprimindo maior atividade aos trabalhos de catalo
gação utilizados para este fim, as bibliotecas nacionais e

ou-

tras grandes bibliotecas colocaram rapidamente nas mãos dos usua
rios as publicações nacionais, e sobretudo as estrangeiras,
cessárias aos trabalhos de pesquisa especializada.

Desta

neforma

foi possível acelerar os procedimentos da catalogação e do con—
trole bibliográfico; aumentar a venda internacional de publica—
ções colocando-as mais rapidamente ã disposição dos pesquisado—
res e, ao mesmo tempo, reduzir o custo da catalogação das biblio
tecas do mundo inteiro.

Além da Central de catalogação da

Bi-

blioteca do Congresso podem ser citadas, ainda, a Editora Wilson
nos Estados Unidos; a British National Bibliography

(BNB)

a Câma

ra do Livro e a Biblioteca de Lenine da URSS; o Serviço de Inter
câmbio de catalogação do IBBD etc.
Em 1965, o Comitê consultivo internacional de

bi-

bliografia, documentação e terminologia recomendou em sua 3a.Se£
são realizada em Moscou, em abril de 1965, um estudo sobre o assunto a fim de avaliar como esse sistema vem sendo empregado

e

como se apresenta do ponto de vista prático tendo, como resultado, a publicação de R.

S.

GIUAREVSKIJ (1).

Pela enquete

feita

chegou-se ã conclusão de que as fichas distribuídas pelas

cen-

trais de catalogação ainda não representam a totalidade dos

li-

vros adquiridos anualmente pelas bibliotecas , além de não satisfazer-

plenamente suas necessidades quanto ã técnica da catalo-

gação.

Sob este aspecto, a catalogação-na-fonte é muito mais se

gura e fiel porque a ficha impressa na própria publicação é elaborada pelo catalogador com a colaboração do autor e do editor,e
mais eficaz porque permite que as bibliotecas copiem e desdobrem

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I Sc a n
st e m

�4.
as fichas tantas vezes quantas forem necessárias , imediatamente
apos a aquisição da publicação.
Embora as centrais de catalogação-na-fonte, encarregadas, apenas, da catalogação dos livros nacionais, tenham sido idealizadas ã epoca das centrais de catalogação para distri—
buição de fichas impressas e ambas co-existam e tenham que

co-

existir, a primeira vem se desenvolvendo em menor escala que

a

segunda devido a dificuldades técnicas e, principalmente, ã falta de colaboração dos editores.
Os editores de revistas científicas e de

periódi-

cos deram os primeiros passos nesse sentido cOm o objetivo de ajudar seus leitores na formação de seus catálogos de artigos

de

periódicos.
Atualmente, a catalogação-na-fonte vem se

impondo

em vários países e suas centrais estão geralmente localizadas
nas bibliotecas nacionais
em grandes editoras

(EUA, URSS), nas câmaras de livros

(URSS, EUA,

Brasil).

ou

Quando a catalogação-

na-fonte for mais difundida e cobrir maciçamente a produção

bi-

bliográfica nacional, as centrais de catalogação de distribuição
de fichas terão apenas que fazer algum.as adaptações e traduzir
para a língua de seu país os termos-chave ou cabeçalhos de assun
to das fichas impressas nos documentos estrangeiros.

3 - catalogaçAo-na-fonte
Catalogação-na-fonte significa a ficha catalográf_i
ca impressa na própria publicação.

Esta ficha impressa no verso

da página-de-rosto ou no final da publicação (quer seja
folheto, publicação oficial ou periódico)

livro,

e como se fora seu car

tão de apresentação informando de maneira resumida, mas precisa,
suas características extrínsecas e intrínsecas.

2.1 - Finalidades
Dentre as finalidades da catalogação-na-fonte destacam-se as seguintes:
- ativar a divulgação da publicação, antes mesmo de impressa;
- facilitar sua encomenda e, conseqüentemente, acelerar sua aqu^
sição;

cm

2

3

4

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6

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15

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17

18

19

�5.
- uniformizar os catálogos das bibliotecas;
- promover a interiorização de bibliotecas, onde há carência

de

mão-de-obra qualificada;
- propiciar a transferência de informações bibliográficas em nível nacional e internacional.

4 - catalogaçAo-na-fonte no brasil
A Catalogação-na-fonte no Brasil iniciou-se em
1971, por sugestão da bibliotecária paulista Regina Carneiro

ao

apresentar um trabalho sobre o assunto no III Encontro de Edito^
2
res de Livros realizado em Serra Negra, S.P., em 1970 .
Existem, atualmente, duas centrais de catalogaçãona-fonte no Brasil:

na Câmara Brasileira do Livro (CBL) , em São

Paulo, SP e no Sindicato Nacional de Editores de Livros
Rio de Janeiro, GB.

(SNEL)no

Ambas trabalham, em estreira colaboração, se

guem as mesmas normas e contam, desde o início, com o apoio

in-

tegral do Instituto Nacional do Livro e da Editora da Universida
de de São Paulo.
A Central da CBL é bastante mais produtiva em virtude da colaboração maciça

de 42 Editoras paulistas.

Em

dois

anos de existência catalogou cerca de 1.500 livros, enquanto que
a Central do SNEL, apenas cerca de 400.

Mas os trabalhos do

SNEL persistem na esperança de que os editores cariocas compreen
dam a importância e as vantagens que o sistema catalisa para
suas próprias vendas, mediante a divulgação antecipada de

seu

produto.
Alem da catalogação-na-fonte o SNEL publica, através de seu Centro de Bibliotecnia, o Resumo Bibliográfico

(RB) -

bibliografia brasileira corrente, com periodicidade mensal - que
arrola os livros enviados pelas Editoras comerciais ao
Legal da Biblioteca Nacional.

Deposito

Apenas a minoria desses livros a-

presenta a ficha catalográfica impressa.
A partir do v.

6, n.

6', junho de 197 3 , o RB passou

a incluir, também, as fichas de catalogação-na-fonte, elaboradas
em sua Central e no futuro passará a incluir as elaboradas

pela

Central da CBL, com. o propôsito de atingir mais rapidamente

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3

14

15

16

seu

17

18

19

�6.
principal objetivo - divulgar no País e no exterior a produção
livreira nacional, antes mesmo de lançada no mercado.
Temos, no momento, um Projeto de Lei tramitando no
Congresso, elaborado pelo deputado Faria Lima que "obriga a

in-

clusão da ficha catalogrãfica nos livros publicados no País e dá
outras providências".

A conclusão a que chega o senhor deputado

Faria Lima e que "para a realização do projeto de catalogação-na
-fonte, em âmbito nacional,

serâ indispensável um trabalho coor-

denado de bibliotecários e editores^.

Impõe-se uma lei que regu

lamente o processo de catalogação-na-fonte a fim de que o livro,
este disseminador da cultura, seja despojado dos entraves que im
pede sua rápida tramitação e divulgação em âmbito nacional

como

internacional".

4.1 - Metodologia
Quando o livro está ainda em processo de impressão
a Editora envia sua ultima prova - "boneca" - ã Central encarregada pela execução da catalogação, acompanhada de um formulário
elaborado pela Central e preenchido pela Editora.

0 editor

in-

forma sobre os elementos essenciais extrínsecos e o autor, tradu
tor ou compilador sobre o conteúdo, dando as palavras-chave mais
expressivas que o traduzem.

0 catalogador elabora a ficha de a-

cordo com as normas e cõdigos vigentes e a envia, juntamente com
a devolução da "boneca", no prazo máximo de 7 dias, a fim de que
seja impressa no verso da página-de-rosto.

Copias dessas fichas

são enviadas pela Central, por solicitação, ãs bibliotecas
blicas mais representativas,

pu-

e copias selecionadas âs bibliote-

cas especializadas, de acordo com o(s) assunto(s) de seu interes
se, para informar o que está para ser lançado no mercado livreiro do País e facilitar as encomendas ãs Editoras e/ou Livrarias.
No momento em que o RB do SNEL atualizar a divulga
ção das fichas de catalogação-na-fonte não haverá mais necessida
de da remessa de copias das mesmas âs bibliotecas solicitantes.
0 RB será seu instrumento de divulgação.

* o grifo é nosso

Digitalizado
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�7.
5 - NORMAS CATALOGRÂFICAS E BIBLIOGRÁFICAS
As normas asseguram a uniformidade dos

processos

de catalogação e de referência bibliográfica e, conseqüentemente,
a uniformidade dos catãlogos de bibliotecas e das bibliografias
nacionais, fator indispensável na transferência da informação b^
bliogrãfica.
Estas normas compreendem:
- codigos de catalogação;
- normas de referência bibliográfica;
- listas de cabeçalhos de assunto e, modernamente, os "thesauri";
- sistemas de classificação;
- sistema internacional de numeração de livros.
vários estudos já foram e vêm sendo feitos em

ní-

veis nacional e internacional.

5.1 - Codigos de catalogação e Normas de referência bibliográfica
Em 1967, os comitês de catalogação representando
os Estados Unidos, Grã-Bretanha e Canadá produziram as
Anglo3
American Cataloging Rules
(AACR), textos norte-americano e
inglês , já aceitas internacionalmente, traduzidas para o
portu-.4
gues , espanhol, francês etc.
As regras deste codigo para escolha do cabeçalho principal basearam-se em princípios

concordes

dos representantes dos serviços nacionais de bibliografia de

53

países e de 12 organizações internacionais que se reuniram

na

Conferência Internacional sobre os Princípios de Catalogação, Pa
ris, 1961^.

Suas regras para Catalogação descritiva (elementos

bibliográficos identificadores do documento) de monografias serviram, por sua vez, de base ãs novas Normas Internacionais de Referencia Bibliográfica (ISBD)° - já traduzidas para o português"^
pela bibliotecária paulista Maria Luiza Monteiro da Cunha - elaboradas por um Grupo de Trabalho da IFLA e aprovadas pela

ISO.

Estas normas irão constituir o Capítulo 6 do AACR em sua próxima
edição, e já vêm sendo adotadas pelas bibliografias nacionais de
alguns países e, em breve pelos MARC/LC, MARC/UK e Í-IARC/Canadá,
e no futuro, pelo CALCO, no Brasil.

Digitalizado
gentilmente por:

�8.
As Centrais do SIC, CBL e SNEL adotam o AACR.

5.2 - Listas de cabeçalhos de assunto
Embora jâ tenha sido constatado que os

tradicio-

nais cabeçalhos de assunto, bem como os termos-chave de

outros

sistemas de indexação coordenada, não satisfaçam inteiramente

ã

recuperação da informação, continuarão a ser usados, ainda por
algum tempo, nos catálogos de bibliotecas.
Experiências feitas pelos M/\RC/LC e MARC/UK, e pelo sistema de Disseminação da Informação Seletiva (SDI) da Uni—
versidade de Indiana mostraram que na área de"ciências

sociais

os cabeçalhos de assunto da LC (Biblioteca do Congresso dos EUA)
são mais eficazes na recuperação da informação do que os números
de classificação incluídos nas fitas magnéticas do MARCS

•

Ate que uma nova e mais adequada abordagem de assunto comprove sua eficiência, os cabeçalhos de assunto serão re
cuperados eletronicamente, desde que baseados em listas

revis-

tas, atualizadas e perfeitamente normalizadas.
No Brasil, a situação e bastante precária e insipi
ente sob este aspecto, o que dificulta bastante o trabalho

e

a

uniformização dos catálogos das bibliotecas.
As Centrais do SIC, da CBL e do SNEL adotam a lista geral da LC traduzindo-a e adaptando-a, e pretendem publicála;

aliás, urge esta publicação.

As letras A, B e Anexos

já fo-

ram publicados pelo SIC e, dentro de seu cronograma de trabalho,
culminará em final de 1974.
Quanto ãs listas especializadas, temos, também, em
processo de publicação a do Grupo de Trabalho em Tecnologia,
Associação Paulista de Bibliotecários.
sados na área tecnológica.

Ed.

da

Cabeçalhos de assunto u-

preliminar (letras A a D).

Com a criação desses Grupos de Trabalho no Brasil,
iniciados em São Paulo e, conseqüentemente, a criação de redes
de Bibliotecas por especialidades, estamos dando grande passo pa
ra a solução da organização das bibliotecas brasileiras , dentro
dos mesmos critérios de uniformização.

Daí, naturalmente, advi-

rão várias publicações, principalmente as listas especializadas

2

3

4

5

6

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�9.
de cabeçalhos de assunto ou os thesauri.

Sobre estes últimos,a

Comissão de Terminologia da ABNT esta traduzindo o "Macro-thesau
rus" da OCDE (Organisation de Cooperation et de Developpment Eco
nomique) e o Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais, o "th£
saurus'* do EUDISED (European Documentation and Information

Sys-

tem for Education).

5.3 - Sistemas de Classificação bibliográfica
Os Centros de catalogação-na-fonte da CBL e do
SNEL adotam permanentem.ente o CDD - sistema mais utilizado pelas
bibliotecas brasileiras pela sua praticabilidade quanto ã arruma
ção dos livros nas estantes - e o CBU para oS livros
em co-edição com o INL,

publicados

Este sistema e utilizado apenas em

16%

das bibliotecas especializadas, talvez por sua complexidade

de

notação, como pela dificuldade na aquisição de suas tabelas e

a

morosidade com que as mesmas são divulgadas em língua portuguesa.
A IBBD/CDU, comissão brasileira encarregada de sua
tradução e publicação incluiu em seu programa de trabalho para o
ano de 1973 a impressão das classes desenvolvidas 32,
55,

61, 7 e 8

34,

(a classe 37 acaba de sair em sua edição

nar) e, para 1974, a impressão da edição media.

35,

37,

prelimi-

Esta edição te-

rã seu índice feito por computador, pela bibliotecária Elvia Andrade de Oliveira, Diretora do Serviço de Bibliografia do

IBBD,

baseado em experiência feita para sua tese de Mestrado do

Curso

de Ciência da Informação do IBBD/UFRJ.
Segundo recomendação da última e recente

reunião

da FID/CCC, realizada em Budapeste, nenhuma edição da CDU

pode

ser publicada sem índice, como ocorreu com a media em língua fran
cesa, alias muito divulgada no Brasil.

5.4 - Sistema Internacional para Numeração de Livros (ISBN)
0 sistema Standard Book Number (SBN) - Sistema Nor
malizado para numeração de Livros - foi criado pelos
com a finalidade de identificar mais rapidamente um

ingleses
determinado

livro e facilitar sua encomenda e incrementar sua divulgação
travês de bibliografias, catãlogos, listas de editores e
catalogrãficas.

3

4

5

fichas

Devido ãs suas vantagens e ã crescente interna-

cionalização dos editores foi aprovado pelo ISO e

2

a-

6

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transformado

�10.
em ISBN e vem sendo adotado por inúmeros países, não so

pelos

editores como pelas Centrais de catalogação e Serviços bibliogra
ficos.
No Brasil, o assunto foi estudado e apresentado ao
9
~
IV Encontro de Editores de Livros , realizado em Sao Lourenço em
1971,

Como resultado foi criada uma Comissão em junho do corren

te ano para atribuir ãs Editoras os codigos correspondentes,
aos livros por elas editados os números específicos, de

e

acordo

com as normas internacionais do ISBN - Internacional

Standard

Book Number.

6 - automaçAo da catalogação
A grande massa de publicações que vem invadindo em
proporção geométrica as bibliotecas e os centros de documentação
nas últimas décadas, levaram os bibliotecários, documentalistas
e cientistas da informação a utilizar processos eletrônicos para
o registro, controle, recuperação e disseminação da informação.
A Biblioteca do Congresso dos EUA, pioneira

nos

estudos avançados de catalogação, diante do impacto da excessiva
produção bibliográfica, criou, em 1966, o form.ato MARC
readable-cataloging)

(Machine-

que possibilitou a conversão dos dados cata

lográficos em forma legível por computador.
A diferença básica entre a catalogação tradicional
em fichas impressas e o novo formato e que as informações contidas na primeira são expressadas implicitamente e, na segunda, ex
plicitamente, isto e, todas as informações incluídas nas

fichas

catalográficas e registradas em fita magnética constituem

uma

massa de dados, os quais são todos recuperáveis conforme as

ne-

cessidades dos usuários.
0 formato MARC inicial evoluiu para o formato MARC
II e considerado, atualmente,

internacional, vem sendo

adaptado

e usado por vários países: MARC/UK (Grã-Bretanha), MARC/Canadá,
MONOCLE/França, ANNA/Itália, CALCO/Brasil etc.
Sendo todos os formatos compatíveis, criou-se

a

possibilidade de transferência da informação bibliográfica através do intercâmbio de fitas magnéticas.

2

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�11.
0 CALCO foi elaborado pela Profa. Alice

Príncipe

Barbosa, Diretora do SIC, como resultado de sua tese de

Mestra-

do^^ ao Curso de Ciência da Informação do IBBD/UFRJ.
Este formato esta sendo utilizado na Central

do

SIC, que serã alimentada pelas Bibliotecas públicas e especializadas, cujos acervos sejam mais representativos, pelos Centros
de Catalogação-na-fonte
neiro (BN).

e pela Biblioteca Nacional do Rio de Ja

Com essa massa de informações o SIC constituir-se-ã

em um Banco de Dados Bibliográficos que servira de suporte

ao

Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica (SNICT),
com capacidade para publicar, em tempo útil, a bibliografia

na-

cional corrente, através da BN, e o catalogo coletivo de livros;
para distribuir, em tempo útil, as fichas catalogrãficas impressas; e para informar, em tempo útil, sobre o potencial bibliogra
fico mundial, através do intercâmbio de fitas magnéticas.

6.1 - Projeto MARCAL (Il^RC para America Latina)
Com a proposição da OEA para o Projeto MARCAL e
recomendação de REPLICA, Medellin, Colombia, fev.

a

1973 - ainda

sob a égide da mesma - para que o formato MARCAL resultasse
desenvolvimento do CALCO^^ (com flexibilidade para as

do

línguas

portuguesa, espanhola e inglesa), foi criada a possibilidade

do

registro e da recuperação dos dados catalogrãficos em âmbito con
tinental, extrapolando-se para a Espanha, onde o formato existen
te não é compatível com o MARC.
Criada esta grande possibilidade e mais a

difusão

de Centros de catalogação-na-fonte na América Latina teremos

um

desenvolvimento dos trabalhos catalogrãficos dentro de um sistema integrado e solidãrio que beneficiarã a todos eqüitativamente.

7 - CONCLUSÃO
Se as editoras comerciais brasileiras estreitarem,
cada vez mais, sua colaboração com os bibliotecãrios, através da
participação nos trabalhos de catalogação-na-fonte, a produção
livreira nacional serã registrada naciçamente na Central do

SIC

do IBBD pelo encaminhamento das fichas catalogrãficas elaboradas
pelos Centros da CBL e do SNEL.

Desta forma atingiremos mais ra

pidamente o alvo desejado:

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16

17

18

1

�12.
- divulgar a produção bibliográfica nacional no Brasil e no Exterior através de fitas magnéticas, ficbas impressas e da

bi-

bliografia nacional e, conseqüentemente, incrementar a enco—
menda e a venda da produção livreira nacional;
- uniformizar os catálogos das bibliotecas brasileiras,
das normas nacionais e internacionais adotadas pelas

através
Centrais

de catalogação;
- possibilitar e facilitar o empréstimo-entre-bibliotecas, através da publicação do Catálogo Coletivo de Livros.

8 - BIBLIOGRAFIA

1) GILJAREVSKIJ, R. S. - La diffusion internacionale des fiches
de catalogue; situation actuelle et perspectives d'avenir.
Paris, Unesco, 1968. 14 p.
2)

CARNEIRO, Regina - Catalogação na fonte. In: ENCONTRO DE ED^
TORES E LIVREIROS, 3, Serra Negra^ S.P.
Relatório da Comissão coordenadora. São Paulo, Camara Brasileira do Livro; Rio de Janeiro, Sindicato Nacional dos Editores de
Livros, 1970. p. 46-53

3) AIÍGLO-AMERICAN CATALOGING RULES, prepared by the American
Library Association, the Library of Congress, the Library
Association and the Canadian Library Association. North
American text. Chicago, ALA, 1967.
4)

CÓDIGO DE CATALOGAÇAO ANGLO-AMERICANO, preparado pela Associação Americana de Bibliotecas (ALA), Biblioteca do Con
gresso dos Estados Unidos (LC), Associação Britânica
de
Bibliotecas (LA), Associação Canadense de Bibliotecas
(CLA). Trad. e adapt. do texto norte-americano editado
pela ALA, por Abner Lellis Corrêa Vicentini. Brasília,Ed.
dos Tradutores, 1969. 528 p.

5) CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE OS PRINCÍPIOS DE CATALOGAÇAO, Paris, 1961. Statement of principies adopted at the
International conference...
Annotated edition wxth commentary and examples, by Eva Verona. London, IFLA Committee on Cataloguing, 1971.
6) federaçAo internacional de associações de bibliotecários.
Grupo de Trabalho. International standard bibliographic
description (for single volume and multi-volume monographic publications) London, IFLA Committee on cataloguing, 1971.
7)

cm

2

FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECARIOS.
Grupo de trabalho. Descrição bibliográfica internacional
normalizada
(para as monografias em um ou varios volumes) Trad. de Maria Luiza Monteiro da Cunha. São Paulo,
USP, Biblioteca Central, 1972, 34 f. num.

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

�13.
8) CANADA. National Library. Canadian Task Group on Cataloguing
Standards. Cataloguing standards;
the report... Ottawa,
1972. 91 p.
9) FROTA, Lia M. A. - Sistema normalizado para numeração de livros ; trabalho apresentado ao IV Encontro de Editores de
Livros, São Lourenço, 1971. Rio de Janeii''o, SNEL; São Pau
lo, CBL, 1971. 6 p.
10)

BARBOSA, Alice Príncipe. Projeto CALCO; adaptação do MARC II
para implantação de uma Central de processamento da catalo^açao cooperativa.
Rio de Janeiro, IBBD, 1972. 81 p.
(Dissertação final 'apresentada ao IBBD/UFRJ^ para obtenção
de grau de Mestre em Biblioteconomia e Documentação).

11)

2

2^ ed. rev.
IBBD, 197^ (em impressão)

3

4

5

6

Digitalizado
gentilmente por:

e ampl. Rio de Janeiro,

�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>A importância da ficha catalográfica como veículo inicial para a disseminação dos dados bibliográficos. O papel das centrais de catalogação e sua profícua contribuição à normalização, à economia e ao aproveitamento da mão-de-obra qualificada. Catalogação-na-fonte no Brasil e a necessidade de conscientização dos editores para sua participação direta e maciça no sistema, o qual visa a divulgar antecipadamente a produção livreira nacional e a incrementar sua venda no País e no exterior. Catalogação-legível-por computador através dos formatos MARC II, CALCO e MARCAL para maior rapidez na recuperação e disseminação dos dados catalográficos em fitas magnéticas, fichas, bibliografias e catálogos - instrumentos básicos para a transferência da informação bibliográfica.</text>
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                    <text>Vn COI^£SSO BRASILEIRO DE BIBLIOISCOKa^IA E DOCDKSNIâÇÃO
Beles, 29 de julho a 4 de agosto de Í973«

DOCUKENIAçTIo OZSliThiCk TSCROLÓGICA - IKFORMÁnCâ.

SISTEMA. DE AQUISIÇÃO COíPUTiRlZADà
por
ALELIKDRE DO ESPLRITO SAIÍTO
Hagistcr
Scientiae
±n
Librcnim Scientiae
CPÍ^6/221

cSE. têCÍ^SEj.

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�jlNTP-OüUÇAO

s
o:í Httos sao ixworpoi’adcs a biblioteaas cozo mu re
sultado de pedidos do compra foitos por bibliotc-af-riarj proíessoros oa

outras

pessoas er^sarrcgadas do colecionar e adquixdr. Os livros quo fasan parto do sj®
*»
&lt;»
,
*&gt;
ides sao frequenter:ent0, gdqoiridos através do stendin? ordsr para tocas as se
mm
^
ries. Sollcita-se do livreiro ou ageato do aquisiçao o fomc^iiacnto das varias
partes das series, a psroporção que elas sHo publicadas.
Nessos procedijcent-os, e inportanto notar quo a iniciativa de
esta nas maos da biblioteca, que

compra

qualquer caso esta sempre envolvida.

En

tersios de balanceamento da ooieçso, o sucesso depertíe de continua revisão
cfitalogos

dos

editírras, bibliogrí-fir.s, psiãodicos da re£“erer*cis, de revistas

profissionais e de cutrcs instx-issssntos bibliográficos« 0 pls.no dc foria-s

dos

fonoionariosp substituições en sei^viço, doenças e afastasientcs esi geral afetasa
o processo de aqtiisiçco en cada bibliotecac
mm
^
ilquisiçco ou eoiirpra de livros e fccalisada neste trabalho como tra pr;o
cesso separado do probieria de seleção. Á aquis5.çao representa as rasces porque
um livro e rejeitado ou incorporado a coleção» Seleção implica em rev^lsão

da

mm
^
^
literatura e julg.ariento do valor da obra, nao a rxscanice do ccmo os livros sao
%
levados ac bibliotecac e finelmente adquiridos»
A
^
Átualnente, dois fatores tem influenciado a ofetivldada dos métodos
para aquisição d© novos livros. Primeiro, a relativa dic-pordbiiidade de meios
mm
^
financeiros para a aqi;áciçao do livros f^rsiamenocio ao epcic dos curriculos,
partieulurrrento nas bibliotecas univerGitaidas © do facuidoxies isoladas. Segun
a 6UD3,osao do inforríaçoes criou a explosão dc "ubllcncoes quo, psr sua vez,
cricu o descontrole hlbliogirXico. As bibliotecaris.s s docentes sentem, hoje,

cm

1

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gentilmente por:

^Scan
ÉÊ^
st em
3

14

15

16

17

18

19

�-2-

qu6 nao sao c&amp;paaes de acompanhar sistemática e cosçiletanente o fluxo de publl
«i#
^
^
caçoes nas areas de interesse proprio a nos da sua'instituição* Esse fator &amp;fe
ta igualnento as bibliotecas grandes e aquelas altamente especiaHsadas*
'Uma biblioteca de maa escola superior de florestas, por exeíog&gt;lo,

tea

que revisar, solicitando aos seus professores, a literatura de nroitas areas

-

*
silvicultura, tecnologia da madeira, ecologia etc, 0 numero total de novos titalos no mercado, dos quais seleciona uma pequena biblioteca e o mesmo para uma
^
00
grande biblioteca. Quanto menor a biblioteca tanto mais dificil a seleção para
aquisição,
0
0
0
4^
Considere-se também qu© ha muitas areas cuja cobertura bibliográfica
*&gt;0 4
^
.
0^
nao o feita por um único instrumento de revisão. Outras, como ciência da Infor
0&gt;0
mt 4
0
mageo. a falha nao e tanto por incapacidade de controlo bibliográfico,

mas

4
0
por que ninguém sabe precisemente o que e,

PROGRAK/l

Richard Abel &amp; Co,
aquisição, chamado

esta pioneirando um novo e cosqjlexo sistema

Approval Program.

do

Basicamente, o Programa consiste no en-

vio pela Richard Abel de um ou mais ex^aplares de todos os livros novos pertinentes as areas abrangidas pela coleção da BibUoteca . 0 livro o enviado

aa

aprovagao. Isto quer dizer que a biblioteca tem oportunidad© do selecionar coa
os livros nas maos, Se a biblioteca não deseja adquirir um titulo, este pode
ser devolvido a Richard Abel, sem nerihuaa despesa,

^Devido ao alto custo do envio dos ^vros ào Bçasil, as bibliotecas inte:5e^adas no Programa receberão ccnunicaçao bibliográfica (anncuoements) que ja e f£
tura (Form Selection),

2

3

4

5

6

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�•3-

Esto slstetsa garante tsm fluxo de informação que, pimticaiaente, envolve todos 03 livros novos piiblicados no mundo. Ã iniciativa para a obtenção

de

UBi livro pela biblioteca fica, dessarte, nas mãos d© Richard Abel. A biblioteca envolYWa no Approval Program

recebe uma cobertura continua e de tal ordem

eompletâ, que jamais poderia obter através dos seus prt^rlos esforços.
0 Ai?proval Program

e um sistema totalmente automatizado para distri-

eiS
^
00
bulçao de livros novos. Quatro mecanismos básicos cosapoem^este sistema:
1«

o mecanismo de aquisições;

2.

-•
#
o mecanismo de perfis do novo titulo;

3.

o SDI

4.

-o mecanlsma de atualização ou feedback.

Dissecalnação Seletiva de Infomacão. e

0 mecanismo de aquisição esta incorporado no Advanoe Information Systeea (Flg.l)
00
*
cuja mlssao fundamental e selecionar os livros prestes a serem publicados

e

^00
^
adquirir aqueles tidos caao adequados as coleçoes de bibliotecas universitárias
c
e de escolas svqjeriores. Os mecaniemos de perfis do novo titulo, o SDI e o de
atualização formam combiiaados o Sistema de Aprovação

(Flg.l).

A finalidade do

Sistema e distribuir selocionadamente as bibliotecas os títulos adquiridos pelo Advancev Information System

(ADV).

MECANISKO DE AQDISIÇIO

0

2

3

A
*
se hasteia em tres principies basilares:

ADV

4

a.

serviço do alerta;

b.

atualidade, e

c.

seleção.

5

6

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gentilmente por:

�-4-

0 serviço de alerta

0^ ^
e?ivolve a comunicação as bibliotecas d© todos os

^
í»
livros pxibllcados, antes que ©les sejaaa listados no proprlo catalogo da respec
tiva editora. Nesto serviço se fundsjaenta o método de distribuição pelo Aporoval
Program.-Sssa com«ixlcaç£0 imediata e antecipada scraent© e possivel pela utilissação do varias fontes de pre-publicação da inforaação bibliográfica. As fontes
priiEarias desta informação são os oatalogos áe pre-publicayao das editoras e os
exeog&gt;lares de livros para revisão antecipada, ^íuitos outros instrumentos bibli£
gráficos sao utilisados, tais como Biblio. Fichero Bibliográfico. Publishers*
Weekly. Brltish ífetional- Blbllography. librarv of Conj?ress K-tle II cards o bi
bliografias nacionais, o comerciais, ccmo reconfirmações no Sistema

ADV, visan

^
*
do assegtirar ainda mais a disponibilidade dos novos tituj.os.
A atcpj-idado

e ura sub-prc&gt;dutc direto dessa constant-o vigilla no mun-

do editorial, Ka maioria dos casos o Sistema

ADV

adquire o 3J.vro do ua publi

cador rruito antes da publicação do livro.
■w
^ s^loo^o

^
^
^
dos titules a serera inoluD.dos no Sistema apenas e possivol

#
e-traves do Servriço de Alerta,

Soledonar Oj neste caso, pen^rar cada titulo

de interesse potencial as bibliotecas participantes do Progi^pía. Esse peneira
mento a tarefa dificil, mesmo tendo cs livros nas rsacs. Na escala de difiouldades, a tarefa e sinda raais penosa, quardo se lida cea a infortiaçao bibliografica pre-publicaçao, que contem muito material eferaero e de valor discutivel. Os direitos editoriais dos novos titules sao frequentemente vendidos a ou
tros publlcadores, iretarda-s© a publicação © os prazos

de prodixção quase sem-

pre não são considerados.
0
Assim que se decidiu a incluir um titulo, determina-se as quantidades
^
0
e o titulo e colocado no Sistema

cm

2

3

4

5

6

A*
ADV, Produz-se simultanearaente vsm pedido

Digitalizado
gentilmente por:

ao

�-5-

publioador# A fia d© assegurar o recebiaento dos 1í\t?os e faeer posterior reclaicaç&amp;o, introdua-.ee no cca^tador un controle de pedidos. Ao se receber ua
livro, fae-se uaa operação no Sistosa

ADV

que enula o controle de pedido p^

ra aquelôi^livro e este passa a ua arquivo historico, qu© eera usado nas futuras buscas do serviço de alerta para detetar as novas publicações. A fim

de

«vitar informações defeituosas sobre a qualidade de um livro, ou outras surpresas, na epooa ea qu© o livro e publicado, antes de qualquer processamento,
aaalisa-se a prlori

a decisão de incluir um titulo no Sistóiia de Aprovaçao.

KECAIíISHO DE PERKIX DO NOVO TIIÜLO
A
üm enecgjlar do novo ütalo e introdusido no flm:o de processcmento de titulos ,
novos (Eig.2;. 0 livx*o e analisado por um perfllador que lhe da taa numero de
elem^itos descritivos (Blg.3 - Distribuída separadamente). E importante notar
4
que os elegsentos dados sao obtidos do proprio livro, da mesma forma que se fas
catalogação original,nas bibliotecas.
Na obtenção de porfts considera-se tcdas as facetas inerentes a decisão de ftcarorar ou não cotrurar

que uma biblioteca normalmente emprega. Ka pre-

00
^00
^
paraçco da parte pertinente a catalogação descritiva, obedece-se as normas
librarv of Congress

da

para a escolha principal, üsa-s© ua Ihesauras de asexmtos

em ord«3 hierárquica (Eig.^ - Distribtdda separadamente) para determinar os pa
A
'
rametrcs de assunto. Esse thesaurus

f
#
© uma lista viva, preparada apos ano de

sintonia com as praticas de aqulsiçao das bibliotecas de faculdades unAversita
rias © especialisaáss.
üm grupo especial de descritores, charoado Non-Sub.iect Farameters
(NSP*s) e também de perfil (Pig.5 - Distribuída separadamente). Entre

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outros

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A
parftBC-tros, fezea pc,rte dos

^
^
*íS?*s': coleção a gub se destim, nivel. de dj.fi»

culdade» txpo de ed3.oa.o. linguç do livro, tj.'po de -piíblicsdor» carg.cto-~dsticas
geograiUcas, etc«
Consultaisio os arquivos-oatriaes, obtec-sa os registres para a designaçao do publicador e dos elesientoa do serie. Os arqtiivos sao rantidos por c&lt;ot
ptitador o conÜKuanente atuaDAsados.
A conpleta prepai*açao do porfll e ccsçjutarlacdas exceto a leitora

de

.veiificação do conteúdo e forsia» Os ti tolos coa qualquer erro sao inediataicenpte reciclados*

MEOAIÍISIÍO

SDI

Os ti tolos selecionados fluon do subsisteasa dc prepara çao xnuixt o en^*
tran no subsistecia

SDI

(Fig.2). 0 nodulo de

SDI

ccnts~i dois arq\iivos«matri

ses: Library Provia Master e o Series Str.rd.ing Order Mastor, C registro do per
fil de una biblioteca cont^ assuntos c

bSP-s

que deGcrevcu cs seus pai-anc-

tros de aquisiçao* A natris do series Sianters controlo biblicrrafico de nais de
#
'
0 ^
30*000 series e todas as starrdlr&lt;r orders da biblioteca para aquelas series.
Cada titulo nove iidquirido e idenuificado coa os perfis da biblioteca.
Prlneiro, exaninaiu-.se os assuntos, identâficando-os com os perfis da biblioteca. Ona característica ir^ortante deste processo e a natureza hierárquica

dos

descritoros. Uma biblioteca que adquire livres de grandes aroas, como biologia
e medicina, segursmento recebera livros ou/o forExas-faturas sobre todos os sub
0
«w
--assuntos dessas areaco Assin cruo os assuntes do livro sao identificados cegu
4?
tC3 dos esstmtc-3 da bibltctsca. identifleam-ne tarben os

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IvS?*o. Atoaves do uso

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destes ç&amp;Tsoí&amp;tros o sistema de aqiiisiçao e refánadc a um til poiitc de precisão,
que somente peritos e~, aquisição poda?? splí-car.
0 perfil de uir.a biblioteca pode ser caractaid-sado pai^e, rv?ceber todos
os livros de um editora, ou grupo de editoras, ou ainda certos tipos de pubüi
cações

(KSP's)

de m corto grupo de editoras. Por exeaplo, uma biblioteca p£

de optar pax'a receber publicações de imprensas xinivox^sitarias, isas nao as publl
caçoes de departamentos das universidades, nesmo so eles publicam, as vezes, a
taravas das suas teprer*sas universitaxdas.
Se o livro pectence a um ou mais seid.es o Serd.es Stanálng Order RLle
denuncia se a bibiiote';a tom um steiriing order para a serie. Esta dstemlnaçao
tf»
^
^
prove o eír.rlo do titulo seriado a biblioteca, que tem um starK^ing order para
aquele titulo;

Dessari;©, o Sistem 6-s?itâ. o envio dc exe^iplarss duplicados do

livro, se os assunto.? des ce foron ádérstiSoades com os perfis da biblioteca#

0 produto fijial do mecard.sEo -SDI

são as fQrm.a3~.fe.tiirs,s. que servem

simultaneamente ccrao informação bibliográfica corapleta - mais elementos do que
N
contem as bibliograüac regalares - e como docuDiento oficial de compra*

Como

^
tfW
ja foi dito, nos Es tidos Urdccs, os livros sao enviados com essas fonans^fatu»
^
&lt;•
ras em ate doze copias# Ho Brasil, as bibliotecas i^eberiam apenas as formas
-faturas cai des copias, sendo uma fatura para cada livro
separadamente),
graficas

(Fig#6 - Distribuída

A ferma-fatura e feita no tamanho universal de fichas catalo-

(12,5 X 7,5 om)

visando agilizar o processamento teerdeo do livro

^
tfw
na biblioteca, E importante notar que duas dessas formas rao em cartolina com
as xrespectives chanfraduras e que a biblioteca pod© ficar com seis
turas

para uso em seu.s semúços.

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fomes-fa-

�.8.

MECAIOSMO DE ATiJAIiZÂÇ^O

O muixio editorial e o inaiido bibliotecário estão esi constante mudança*
0 método de aprovaçao atua como un intermediário entre esses dois nnlversoo, e
0
^
%
0
0
oodo tal, e sensivel as mudanças.e porisso produz tua serviço bibliográfico urd
co^

Este meoanjgffio opera coa cinco arquivos-aatriees

a*

Ihesaurus de Asstmto.

b.

Parâmetros do Livro

c«

Arquivo-!'Iatria do Publicador.

d.

♦Sl^íding Order*

0.

Perfis da Biblioteca.

(Eig*2):

(NSP*s).

0
de Series.

4
As atualizações dos standing oyders
tas normalmente pelas bibliotecas. Kovas

de series e dos perfis sao fei-

standing

orders.

cancelamentos

loidanças de antigas, são fornecidas ao subsistesaa de atualização de
order

que poe;&gt; em dia o arquivo e imprime \U3a lista de

ries a ser Tisada paLos

perfiladorss.

ou

statríing

standing orders de se

Utilizando as informações da biblioteca

e os serviços de busca interna da Abel, identificam-se essas alterações com os
perfis da Biblioteca. As vezes pode acontecer uma mudança radical nos parâmetros
M
.
0
áe aquisiçao da Biblioteca, por €c:emplo, quando aumenta ou diminui drasticam^
te o orçamento para coapra do livros, 0 mecanismo de atualização dos perfis da
0
0
biblioteca pode ser alterado pai*a fazer face' a qtialquer mudança. S tambetn pos0
sivel fazer nudnnça retroativa nos perfis da biblioteca.

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�AtAoJiica-so o Arqnivci-Kf.tris do Publictdor, através do funcicnamento
do

ADVj descrito anterloroiente. Adiciona-se ao arquivo todos os novos publica

dores, assiK: como as rerodanvas de noísos e ex^iereçoSç a proporção que estas acon
teces*
AtuiillEa3a*«se os arquivos do Ihesaurus de Assujito e do NS? seBç&gt;ro
0
que se deteta tana falha consistente no mecanisiEO de SDI* Aloa disso, as inforaaçoes das bibUctecas sobre o mecanisno

SDI

provoca uma reavaliaçao cora

tant© sobre a efetividade do todos os desciitores* Estes podart ser alterados,
0
elininados ou ccspler.entados, se necessário.

Sistesaa

Finaliuente, o xaecanissio d© atualioaçao ou fesdbgçk se canaliua ao
■»'
u-irworrai..
0
A*
0
ADV, oisíg e tcciada a decisão de incluir ou nao unu novo titulo. Quer

0
0
0^0
diner qu© o metodc de aprovaçao e constantamente examinado. através de ir&gt;foi%»
maçoes proviuidai^ do nscanisno

SDI, ?. fin do a3scs':ir-ar que as necessidades da

biblioteca sejam atendidas.

CONCinSGSfS

Este sistcaia de aquisição nasceu d© tta Prograjaa de Aprovação qu© foi
0
mecanizado parcialmente. Desenvolveu-se apos anos do experlencia cem problesoas
dAs bibliotecas uitlversitarias e do pesqtaisas* A fim do dimensionar o seu aleance, valo diaer que, anualmente, incluea-se nsle, cerca de 60,000 títulos no
vos publicados en inales e nas linguas que usam o nosso alfabeto* Basicamente
em^olvo toda a produção d© livros de valor cultural publicados nos Estados üri
0
0
0
dos. Canada, Australia, África do Sui, Inglaterra, Italla, França, Alemanha,
0
0
Sspari:;a, Amorlea Latina, Suiça e Bélgica, abrangendo UOtüOO ed3.tores. A cobor-

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tur&amp; aos livros eslavicos e feita por \m sistena miroal* 0 programa

emrol ^

vido mais de 2*CKX3 bibliotecas e sido objeto de artigos críticos ea isuitas pu*.
et#
^
bliceçoes biblioteconondcas e documentarias* 0 ing&gt;acto em bibliotecas produzido pelo Programa t«a gerado tres seminários internacionais*
Fazeta-se constantes estudos de mariceting

para identificar melhor o

Programa com interesses de bibliotecas* No Brasil, o Programa esta sendo deserj
volvido sob a responsabilidade do autor deste trabalho.
Pode-se dizer que este sistmna oferece um controle bibliográfico total
de todos os novos titulos interessantes a bibliotecas especializadas e de instituições d© ensino siqierior* Certamente não existe nenhiuna outra fonte oooçmtarlsada, que ofereça informações bibliográficas sobre um novo titulo, antes ou
^
#t#
logo apos a sua publicação*

t

BIBLIOGPJLFIA

International Sesdnar on Approval and Gathering Plans in Large

and

Médium Size Acadmiác libraries, Ist. Western Michigan üniversity, I968* Approval
and gathering Plans in acadeesic Hbraries; proceedings* ed« by Peter SpyersDuran*

Littleton, Colo*, libraries ünlimited, 19^9•

1^2 p*

International Seminar on Approval and Gathering Plans in Large

and

Médium Size Acadanic Libraries, 2nd* Western Michigan üniversity, 19^9•
Advanoes in understanding approval ani gathering plans in acadeado libraries,
ed* by Peter Spyers-Duran and Daniel Gore*
sity, 1970.

2

3

Kalamazoo, Western Michigan Dniver

220 p*

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�•11

Inisrnritional Seslnar on Approval ?.iid Gathoring Plsns in Large
Mediun Acadr-rJ-c L3,b;rfa-ie-3,

3Kif. lloilda Atlantic ünivorsity, Feb,

and
19?1«

SYNOPSIS

PAchard Abel &amp; Co* is í. book de*ier sorring acadessic ard rasearch
«t
libraries, ‘ílie Ccripany devsli'.ped. a co;&gt;iputer-based bibliogi'aphic systísn viiich
announces and. :zer£.t for scleation all nevj bcoks pertinent to the library profiles.
It x".nis variors inAv^gr-at^d eyotc.-í^.a that rccord infe-^ation abo^at ns^:í books frora
before they v*..».’® p-*:clish'-&gt;5. •intil
nsed to ordfvr books frori:

ax'e íinitlly distribrtcíd* Tne corsputer is

isbers nrsd to r,atch the.-^ to the reois of each

librar:r* Prrticirotin.r in the Progro:n tlie Librar.U/íü , faculty and roseaiNjhers
have no nore to bother wi-th s earching £or

books ainl K.lth tipcí ting their

collection'" - lhe ccniput-oi” wil 1 kecp thetr s.-UT.ro*

cm

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�-12.

RESTOÍO

«r
Richard Abel &amp; Ccoçany e iKia firsa distribxiidora de livros a bibliotecas urdversitarias e de pesquisas. A flruia criou e increBientou um sisteroa
bibliográfico, baseado nos serviços de um coi^&gt;utador, que ccmmnica \s bibliotecas a oxistenoia de todos os livros novos pertinentes as suas areas e Ihos
envia para seleção. Possui vários sistenas integrados, que registram as infor
maçoes sobre os novos livros, desde antes da sua publicação ate sua distribui
ção finalo Hfeg&gt;rega-se o computador para solicitar os livros das editoras e pa
ra identifica-los com os interesses de cada biblioteca. Participando do Programa, as bibliotecárias e membros do corpo docente nao mais precisam preooupar-se com sexeçao de livros novos e consequente atualizaçao das coleçoes, 0
*
computador os aantera informados.

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I Sc a n
st e m 4^
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�Publicador

r'-.

to

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text> Aquisição de materiais (automação)</text>
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                <text>Richard Abel &amp; Company é uma firma distribuidora de livros a bibliotecas universitárias e de pesquisas. A firma criou e incrementou um sistema bibliográfico, baseado nos serviços de um computador, que comunica às bibliotecas a existência de todos os livros novos pertinentes às suas áreas e Ihos envia para seleção. Possui vários sistemas integrados, que registram as informações sobre os novos livros, desde antes da sua publicação até sua distribuição final. Emprega-se o computador para solicitar os livros das editoras e para identificá-los com os interesses de cada biblioteca. Participando do Programa, as bibliotecárias e membros do corpo docente não mais precisam preocupar-se com seleção de livros novos e consequente atualização das coleções. O computador os manterá informados.</text>
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  <item itemId="952" public="1" featured="0">
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        <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/16/952/Discurso_Laura_Russo_-_VII-CBBD_-_1973.pdf</src>
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                    <text>7. 0 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA
E DOCUMENTACAO

Discurso proferido por Laura Garcia Moreno
Russo. presidente de honra do conclave. na
solenidade de abertura, em 29 de julho de
1973.

Reune-se, mais uma vez, a c1asse bibliotecaria, em obediencia as
Hesolucoes do VI Congresso, realizado em Belo Horizonte ha dois anos,
quando resolveu aceitar 0 arnavel convite dos bibliotecarios paraenses, a
fim de que na cidade de Belern fosse realizado 0 7. 0 Congresso Brasileiro
de Biblioteconomia e Docurnentaciio,
Curnpre-nos, primeiramente, agradecer a distincao que nos deram os
bibliotecarios do Estado do Para, convidando-nos para ser presidente de
honra deste Congresso, homenaqern da qual fazemos partilhar todos
aqueles que lideram as quinze Associacoes filiadas a Federacao Brasileira
de Associacfies de Bibliotecarios,
NOSSOS CONGRESSOS

o conqracarnento de bibliotecarios teve infcio em 1954, quando foi
realizado no Recife, 0 1. 0 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia.
Naquela epoca, 0 termo docurnentacao nao era familiar a Classe, embora
nesse mesmo ana tivesse 0 IBBD iniciado suas atividades. Foi uma tornada
de consciencia de seu valor e utilidade que os bibliotecarios iniciaram,
po rem, terminado 0 conclave, dificuldades imensas ocasionaram 0
distanciamento de novo encontro, que s6 se deu em 1959, em Salvador.
o 2. 0 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docurnentacao
fixou a denorninacao que iria ser adotada pelos demais: biblioteconomia e
docurnentacao. Foi nesse congresso aprovada a tese que deu origem a
F EBAB, unindo definitivamente os bibliotecarios, para a luta que entao se
iria travar, no sentido de coloca-Ios no lugar que ha muito tempo Ihes
deviam os altos escaloes da adrninistracao publica. Nessa epoca. os
bibliotecarios paulistas haviam conseguido que 0 Deputado Roge Ferreira
desse entrada no Congresso Nacional ao projeto que iria se transformar na
Lei 4084/62, a partir da qual 0 exercicio da profissao de bibliotecario seria
considerado de nfvel universitario,
o 3. 0 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentacjio,
realizado em Curitiba em 1961, caracterizou-se pelas lutas em plenario e
pelas inurneras teses apresentadas. A classe buscava com irnpaciencia sua
reafirrnacao social.

R. Bras. Bibliotecon. Doc. 2(1~3): 4-32. jul./set. 1973

13

�I

Em sequ encia normal veio 0 4. 0 Congresso, realizado em Fo rt aleza, em 1963, patrocinado pela Universidade Federal do Ceara. Ja ', entao,
tinharn os bibliotecarios a profissao regulamentada, porern, faltava a
reqularnentacao da lei. Parodiando 0 que , ja e uma parodia polltica, a
novela 0 BEM AMADO, faltava na lei alguns "considerandos" e "os
mais ou menos" que 0 Decreto 56.725/65 procurou introduzir.
H6 quem acuse essa legislac;ao de imperfeita. Certamente 0 e, como
tooas as leis etanoracas pelo homem, para servir a um deterrrunado
grupo, sociedade ou civilizacao. Se assim nao fosse, 0 Corpus Juris
Civilis, que tao bem serviu aos Romanos, poderia vigorar no seculo 20.
So as leis ffsicas sao perfeitas e imutaveis. Ninquern as ousa criticar,
porque foram feitas por Deus, para reger 0 Universo.
Tres anos eram passados, quando a FEBAB solicitou ajuda ao
Instituto Nacional do Livre para realizar em Sao Paulo 0 5. 0 Congresso.
.D urant e 0 ana de 1966, a Comissao Organizadora trabalhou intensamente para a concretizacso de urn ideal: realizar um conclave, cuios
participantes fossem agrupados, segundo seus campos de atividades. Os
que estavam habituados ao velho sistema reagiram de inlcio, mas logo
entenderam que a atividade bibliotecaria 'ja estava por demais diversificada, para admitir discussoes em grandes sessoes p lenarias. Elas serviam
como espetaculo, mas seus beneflcios ja entao eram bem discutfveis.
o 6.0 Congresso TOI patrocinado, tambern, pelo Instituto Nacional
do Livro. Teve 'luqar em Belo Horizonte, em 1971. Seu grande merito
foi 0 de reafirmar a orientacao sequida no conclave anterior. Os bibliotecarios procurararn, avidamente, realizar reunifies especializadas, onde
discutiram problemas comuns e acertaram providencias para atividades
futuras. Viu, assim, a FEBAB, naquela semana de intense trabalho,
concretizado urn de seus objetivos: reunir os bibl lot ecarios de cada area,
para trabalhar pela homogeneidade de metodos e processos especfficos.
Integram a Federacao seis Comissoes Permanentes:
Comissao
Comissao
Comissao
Comissao
Comissao
Comissao

Brasileira
8rasileira
Brasileira
Brasileira
Brasileira
Brasileira

de
de
de
de
de
de

Documentacao
Documentacao
Documentacao
Docurnentaca o
Documentaca o
Documentacso

Blornedica:
Tecnol oqica:
Jurfdica:
Agricola;
de Bib liotecas Pu b licae:
de Bibl iotecas Esco la res;

Outras areas de ativid ad es ja sao do intere sse de algumas Associ acoes
fil iad as, porern; nao constituem Co rnissfies Nacion ais.
E com grande orgulh o que ostentamos esse panoramade lnteqracao
de nossa c1asse. Enqu ant o em grandes e pequenos parses os b ibl iotecarios

14

R. Bras. Bibliotecon. Doc. 2(1/3): 4-32, jul./set. 1973

se d ivide m em associacoe s especia lizad as, en fr aqu ecend o 0 conj un to
associativo, no Brasil, os G rupos de T rab alhos da s Associ acoes Estadu ais se
fi liam as Corni ssoes Nacionai da FEBAB. Abriu-se, d essa forma, um vasto
campo de estudos biblioteconomlcos, enquanto os Cursos de pos gradua&lt;;ao estao em compasso de espera.
o exito obtido nor essas Comissoes Nacionais nos leva a crer que
estamos trilhando 0 caminho certo da especializacao do bibliotecario. Esperamos que as diretorias das Associacoes de Bibliotecarios .
prestigiem, cada vez mais, as atividades dos Grupos de Trabalrns, compartilhando de seus exitos e dificuldades.

o INTERESSE PELA PROFISsAo NO SECULO 20

o Correio Brasiliense, em sua edicao de 9 de janeiro do corrente ano,
publicou interessante entrevista de uma recern-forrnada em biblioteconomia, numa das escolas do pais. Disse a colega: "Ha muita gente com
diploma, procurando emprego e nada consegue, porque 0 mercado est a
saturado". Em que pesem as razoes apresentaaas, dlscordamos completemente de seu modo de ver a atividade bibllotecaria assim exercida, sem
familiaridade com os problemas das bibliotecas das cidades interioranas,
onde raream os bibuotecarlos, Sabemos que a culpa nao cabe sornente aos
bibliotecarios, que preferem trabalhar nos grandes centros, mas, ' tarnbern,
as autoridades estaduais e municipais, que na grande maioria, ainda nao
consideram a biblioteca .corno entidade indispensavel as suas coletividades.
Em face da complexidade e relevancia do assunto, 0 CFB e a FEBAB
se preocupam com a necessaria e urgente adequacao de medidas, que
venham assegurar a conveniente vitalidade de nossas bibliotecas.
Apesar de todo esforco de conscientizacao, reconhecemos que ha um
lange caminho a percorrer, porque, em certos setores da educacao e da
cultura, 0 oroblema da falta de bibliotecas nao esta sequer equacionado,
para solucao a curto, medic 011 lange prazo. Disto tivemos prova, quando
ha dois meses, solicitamos a Secretaria do Inteiror do Estado de Sao Paulo
a publicacao do levantamento das bibliotecas publicas municipais.
Alegou a Secretaria que nao dispunha de verbas para publicacoes e recomendon-nos ao Mobral, que repetiu 0 estribilho "
temos verbas para
publ icacoes".
o trabalho oferecido, eTa 0 fruto de pesquisas realizadas ao longo de
dois anos. Tinha seus dad os tabulados e estava acompanhado de mapas,
grMicos e tabelas de pad roes. Apesar de tudo, ele continha um gra nd e
d efeito: nao fora apresen t ado po r uma Empresa d e' Planeja me nt o, tao a
gosto de alguns admin istrado res da atualidade.

nao

R. Bras. Bibliotecon. Doc. 2(1/3) : 4-32, jul./set. 1973

15

�Por toda essas razfies, nec ess it amos fo rt alec er nossas en tidades d e
class e, cujo elenco ja e bastante nu meroso, destacando-se no ensino 20
escolas; na fiscal iza&lt;;:ao profissional urn Conselho Fede ral e 10 Conselhos
Regionais; na atividade associativa de aprimoramento e defesa profi ssionais, uma Federacao e 15 Assoc iac oes de Bibliotecarios. Repetim os,
Associacoes de Bibliotecarios e nao de documentaristas, de tecnicos em
intorrnacao, de informatas, de inforrnoloqos, de pesquisadores legislativos,
coordenadores de publ icacoes e docurnentacao, nem de t ec n icos em
informatica. Essa complicada e diversificada nomenclatura, para denominar a atividade profissional do bibliotecario, nos parece de urn ridlculo
ollmpico.
Compreendemos, mas nao justificamos a atitude daqueles que, para
fugir a urn reenquadramento injusto, arranjam novas denorninacoes para a
atividade nobre de buscar em livros ou em documentos os dados
necessaries de atendimento de consul entes, nao importando a entidade
onde trabalhe, se numa biblioteca infantil ou num sofisticado centro de
docurnentacao.
A continuar assirn, os bibliotecarios que aspiram a poeira dos
assuntos econ6micos, levantada nos debates das mesas redondas, conferencias e entrevistas, logo serao intitulados tecnicos em rentabilidade da
inforrnacao, ou tecnicos em rentabil idade das bibl iotecas.
Respeitadas as devidas proporcfies que 0 caso requer, podemos
pensar: sera que Cahrnaco , 0 prime iro bibliotecario que a hist6ria registra,
se envergonhou algum dia de ser bibl iot eca rio , quando poderia'ter-se
intitulado assessor de Pt o lo meu I, com funcoes na Biblioteca de
Alexandri a? Cremos que nao .
Sera que os pacie ntes e dedicados bibliotecarios dos Con ven t o s da
Idade Medi a, se hoje ressuscitassem, gost ariam de ser chamados documentaristas? Nao acreditamos. Eles nao precisaram de a rtiflcios para bern
exercer a profissao e deix ar como te ste munho d e su a atividade, atraves dos
seculos e d as fronteiras dos idiomas, as colecoes p recio sas q ue aju d a ram a
formar, pa ra que servi ssem as qeracces futuras .
En tr e as pecas que constituem essa d ad iva do passad o, destacamos a
se rie de doze c6d igos c onhecida po r Beatos, em homenagem aq ue le que
passo u mais d e t rin t a anos escre ven do e i1 u mina ndo sua o br a be lfssima. 0
Beat o d e Lieb ano , q ue viveu na Espanh a, durante a Idade Media.
Parece -nos ver 0 Professo r Esteves Ba rba, d a Bibliotec a Nac ion al de
Mad rid , mostand o os c6d ices a seus alu nos, ca rinhosamente, ta l co mo
acar iciamos uma pesso a a mada .
A hist6ria nos ensina que, desde os tempos antigos da pedra de
Roseta, ate a era moderna da pedra lunar, 0 homem tern feito 0 possfvel

16

R. Bras. Bibl iot econ . Doc . 2(1 /3): 4·32, ju l./s et . 19 73

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>Discurso proferido por Laura Garcia Moreno Russo, presidente de honra do conclave, na solenidade de abertura, em 29 de julho de 1973. Originalmente publicado na Revista Brasileira de Bibliotecononimia e documentação, v.2 (1/3), p. 4-32, jul./set. 1973.</text>
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1
18
51
33
66
1
73
18
3
26
123
13
1
33
3
4
3
28
95
2

Alagoas
Amazonas
Bahia
^»Ceará
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Guanabara
Maranhão
Mato Grosso
Minas Gerais
Pará
Paraná
Paraíba
Pernambuco
Piauí
Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
São Paulo
Sergipe
EXTERIOR

1
1
1

Costa Rica ..
Estados Unidos
Holanda

598

ALAGOAS

Claudete Azize Sores
Rua Major Gabriel, 1.647
69.000 — Manaus, AM

Sonia Gláucia de Freitas Fernandes
Av. Fernandes Lima, 164 — Farol
57.000 — Maceió, AL

Elizabeth de Magalhães Cordeiro
Rua Luiz Àntony,
Antony, 803
69.000 — Manaus, AM

BRASIL

AMAZONAS
Carícia Leonora Alves Pereira
Rua Onze, casa 254 B, Japiim
69.000 — Manaus, AM

Francisca Dantas Lima
lima
CODEAMA
Rua Emílio Moreira, 1308
69.000 — Manaus, AM
-453-

cm

Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

11

12

1

�Inês Maria Oliveira Lima
Faculdade de Direito, UFA •
69.000 — Manaus, AM

BAHIA
Adalgisa Moniz de Aragão
Rua Dr. Patterson, 9-A — Graça
40.000 — Salvador, BA

Izete Cordeiro Franco
CODEAMA
Rua Emílio Moreira, 1308
69.000 — MEinaus,
Manaus, AM
Lenize de Oliveira Ribeiro e Rebouças
CODEAMA
Rua Emílio Moreira, 1.308
69.000 — Manaus, AM
Maria de Fátima Brito Soares
Companhia de Eletricidade de MaCompaiíhia
naus
69.000 — Manaus, AM
Maria Francisca Mendes do Nascimento
Av. Sete de Setembro, lAPETC,
Ap. 802
69.000 — Manaus, AM
Maria Gedalva da Silva Colares
Av. Ayrão, 172
69.000 — Manaus, AM
Maria Luiza de Magalhães Cordeiro
Rua Luiz Antony, 803
69.000 — Manaus,
Meinaus, AM
Marly Ruiz de Barros
Av. Joaquim Nabuco, 1106
69.000 — Manaus, AM
Renata Holanda Gonçalves
Rua João Alfredo, Jardim Haydéia I
— Trav. B, c/19
69.000 — Manaus, AM
Rodolfo Tsupal
Associação Amazonense de Bibliotecários
69.000 — Manaus, AM
Vera Lúcia Mussa Dib
Rua Leovigildo Coelho, 345
69.000 — Meinaus,
Manaus, AM
Vera Maria de Aguiar Carvalho
Av. Tarumã, 525
69.000 — Manaus, AM
Walda Corrêa dos Santos
Rua Miranda Leão, 516
69.000 — Manaus, AM
Wilma Remédios Greijal da Silva
Rua Barroso, 72
69.000 — Manaus, AM

Albertina Ribeiro da Gama
Rua Boulevard América, 62
40.000 — Salvador, BA
Alcina Maria Geiger de Pinho
Rua Frederico Costa, 112/2 — Brotas
40.000 — Salvador, BA
/
Alice do Valle
Rua Bandeirantes, 123 — Matatu
40.000 ■— Salvador, BA
Angela Maria de Barros Alonso
Rua Banco dos Ingleses, 39
40.000 '—
— Salvador, BA
Associação Profissional dos Bibhotecários do Estado da Bahia
Rua General Labatut — Barris
40.000 —
■ Salvador, BA
Azenilda Maria Santos Soledade
Rua Afonso Celso, 30/26
40.000 — Salvador, BA
Cândida Maria de Santiago Linhares
Av. Sete de Setembro 500 — Barra
40.000 — Salvador, BA
Carmélia Regina de Mattos
Rua Palestina, 58-A
44.380 — Cruz das Almas,
Ahnas, BA
Celeste Maria de Oliveira Santana
Rua Marques de Caravelas, 96-A
40.000 — Salvador, BA
Céha Maria de Almeida Mattos
Rua Almeida Sande, 27-A — Barris
40.000 — Salvador, BA
Cleonice Diva Guimarães
Av. D. João VI
Conj. Costa e Silva, bl. 9, Ap. 204
40.000 — Salvador, BA
Cyro MascarenhEis
Mascarenhas Rodrigues
Seção de Documentação e Divulgação
IPEAL
44.380 — Cruz das Alm2is,
Almas, BA
Denise Fernandes Tavares
Av. Pres. Vargas, 22/106
40.000 — Salvador, BA
Dinorá Luna de Assis Quaresma
Rua T4, 48, conj. ACM — Pitusa
40.000 — Salvador, BA

-454-

cm

2

3

Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

*y.

11

12

13

�Lindaura Alban Corujeira
Rua Odilon Dória, 8 — Brotas
40.000 — Salvador, BA

Eliana Sampaio
Biblioteca Central da Bahia
Rua General Labatut, 29
40.000 — Salvador, BA
BA,
Escola de Biblioteconomia
Bibhoteccnomia da UFBA
Mana Stela Santos
Representante: Maria
Pita Leite
Campus Universitário — Vale do
Canela
40.000 — Salvador, BA

Luíza Paraíso Guimarães
Escola de Agronomia da UFBA
44.380 — Cruz das Almas, BA
Magali dos Santos Pita
Magah
Rua Amazonas, 51 — Matatu
40.000 — Salvador, BA
‘

Esteares Rosa da Silva
Rua Dr. Sabino Silva, 693 — Talipândia
44.100 — Feira de Santana, BA

Magnólia Maria da Mota Cedraz
Magnolia
Rua Cristiano Buyo, 207/102,
Ed. Lindóia
40.000 — Salvador, BA

Eurydice Pires de Sant’Anna
SanfAnna
Solar Boa Vista, Bl. 1, Ap. 202
40.000 — Salvador, BA
Ilka Araújo
Rua Barão de Loreto, 15 — Graça
40.000 — Salvador, BA

Maria Bemadete
Bernadete da Cunha Amaral
Escola de Engenharia da UFBA
40.000 — Salvador, BA

Ismaia Santana Dias
Rua Cristiano Ottoni,
Chame-Chame
40.000 —
■ Salvador, BA

1/1002

—

Ivelise Porto Guedes
Rua Moacir Leão, 69/825 — PohPoliteama
40.000 — Salvador, BA
Izabel Marques Chagas de Araújo
Rua Carlos Gomes, 68/6
40.000 — Salvador, BA
Joselina Maria de Almeida Mello
Rua Brigadeiro Freitas Guimarães, 4
Barbalho
Barbafiio
40.000 —
■ Salvador, BA
Josenice Moraes Coelho Teixeira
Rua 8 de Dezembro, 59/102
40.OCO '—
40.000
■— Salvador, BA
Julieta Carteado Monteiro Lopes
Centro Escolar Antônio Carlos Magalhães
Av. Vasco da Gama
Pernambués, BA
Leonor Brandão de Moraes
Rua Rui Barbosa, 456/2
45.600 — Itabuna,
Itabima, BA
Lina Maria Castro e Trigo
Linâ
Av. Centenário, 7/502-B, Ed;
Ed. Anápolis
40.000 — Salvador, BA

Maria Consuelo Pinheiro Santos
Rua Campo da Pólvora, 14/502
40.000 — Salvador, BA
Maria da Conceição Carvalho de
Freitas
Trav. de São Raimundo, 38
40.000 — Salvador, BA
Maria das Graças Delia — Célia de
Macedo
Rua da Curva Grande, 48 — Garcia
40.000 — Salvador, BA
Maria Lydia Ferreira
Av. 7 de Setembro, 215/1901
40.000 — Salvador, BA
Maria Miranda Carvalho Britto
Av. Araújo Pinho, 26/102 — Canela
40.000 — Salvador, BA
Marinha Andrade
Escola de Engenharia, UFBA
40.000 — Salvador, BA
Milta de Azevedo Santos
Rua Cosme Moreira, 42
40.000 — Salvador, BA
Nadja Fernandes de Souza
Rua Pacheco de Oliveira, 139-9 —
Fonte do Capim
40.000 — Salvador, BA
Neide Rodrigues Poggio
Rua Rio Amazonas, 18 — Matatu
40.000 — Salvador, BA
Nidia Maria Lubisco Portela
Nídia
Parque Nossa Senhora da Luz
Rua F, 472 — Pituba
40.000 — Salvador, BA
•

-455Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

3

11

12

13

�Odete Conceição Oliveira
Rua Lino
Ldno Coutinho, 22 — Calçada
40.000 — Salvador, BA
Percília Fonseca de Santana
Rua Maranhão, Ed. Miami 202 —
Pituba
40.000 — Scilvador,
Salvador, BA
Solange Maria Bittencourt Chastinet
Guimarães
Rua Boulevard Copacabana, 6/302
— Brotas
40.000 — Salvador, BA
Sônia Maria Costa Santos
Av. Tiradentes, 182/507
40.000 — Salvador, BA

Francisca
Freuicisca Soares da Silva Queiroz
Rua Meireles, 332
60.000 — Fortaleza, CE
Germana Tabosa Braga Pontes
Rua João Brígido,
Brigido, 2.051
60.000 — Fortaleza, CE
Hedla Maria Lopes Sampaio
Rua Padre Ibiapina, 1.463
60.000 — Fortaleza, CE
Ivany Souza Leitão
Av. Antônio Sales, 1.833
60.000 — Fortaleza, CE
Lilian Pimentel Gomes
Av. Desembargador Moreira, 650
60.000 — ForUleza,
Fortaleza, CE

Terezinha Costa Machado
Praça Rockfeller
RockfeUer 10/603
40.000 — Salvador, BA

Maria Antonieta Figueredo Bezerra
Cxirso de Biblioteconomia da UFCe
Curso
60.000 — Fortaleza, CE

Vanda Angélica da Cimha
Cunha
Rua Ilhéus, 32 — Rio Vermelho
40.000 — Salvador, BA
Zélia Maria Martinez Marques
Rua São Geraldo, 9 — Matatu
40.000 — Salvador. BA

Maria Augusta Silva Thé Mota
Rua Senador Pompeu, 2.793
60.000 — Fortaleza, CE

Zoraide Bastos de Santana
Rua Areial de Baixo, 12
Largo 2 de Julho
40.000 — Salvador, BA
CEARA

Maria da Graça Rodrigues Euírásio
Rua Eusébio de Souza, 1.572 — Fátima
60.000 — Fortaleza, CE
Maria Hilzomi Cais de Abreu
Rua do Imperador, 1.584
60.000 — Fortaleza, CE

Maria Celeste Mesquita
Rua Antônio Corrêa, 372 — Nontese
60.000 — Fortaleza, CE

Ana Maria Pinto
Pmto
Av. Francisco Sâ,
Sá, 3.861
60.000 — Fortaleza, CE

Maria de Jesus Araújo
Av. Dom Luís, 55 — Aldeota
60.000 — Fortaleza, CE

Ana Maria Sá de Carvalho
Rua Antonelle Bezerra, 303, Ap. 1
60.000 — Fortaleza, CE
Aracy Fiúza Costa
Av. Luciano Carneiro, 2.500 — Bl.
E, Ap. 32
60.000 — Fortaleza, CE
Cleide Ancilon de Alencar Pereira
Rua Antônio Drumont, 643
60.000 — Fortaleza, CE
Comissão Estadual de Planejamento
Agrícola — CEPA
Representante: Maria Irene Peixoto
Representante;
Bezerra
Rua Costa Bastos, 915
60.000 — Fortalráa,
Fortaleza, CE

Maria Elzanira Barro
Barross Fonteles
Rua Antonio Drumont, 804
60.000 — Fortaleza, CE
Maria Ester Barreto Aguiar
Rua Paulo Rodrigues, 337 — Fátima
60.000 — Fortaleza, CE
Maria Herbene Barbosa Lima Mata
Rua Silva Paulet, 2.355 BL B,
Ap. 201
60.000 — Fortaleza, CE
Maria Heloisa Gondim de Oliveira e
Silva
Banco do Nordeste do Brasil
60.000 — Fortaleza, CE

-456-

2

3

Digitalizado
gentilmente por:
gentílmente

�Maria Ismenia Bezerra Cardoso
Rua Antônio Lima, 72 — Meireles
60.000 — Fortaleza, CE

Adélia Leite Coelho
SQS 304 — Bl. B, Ap. 306
70.000 — Brasília, DF

Maria Ivonilde da Silva
Rua Dom Lourenço, 895 — Parquelândia
60.000 — Fortaleza, CE

Alcídia Mendes Teixeira
SQS 411 Bl. A, Ap. 103
70.000 — Brasília, DF
Ângela Maria Crespo Queiroz Neves
Angela
SHI Sul, Q. 15/27 n’ 19
70.000 — Brasília, DF

Maria Tereza Bezerra de Menezes
Fontenele
Av. Barão de Studart, 2.735
60.000 — Fortaleza, CE
Marlene Magalhães da Ponte
Rua Lidia Valente, 11
60.000 — Fortaleza, CE
Raimunda Augusta de Queirós
Av. Dom Luís, 532 — Aldeota
60.000 — Fortaleza, CE
Rute Batista de Pontes
Rua Padre Guerra, 1.588 — São Geraldo
60.000 — Fortaleza, CE
Secretaria de Planejamento e Coordenação
Representante: Maria Perpétua Mota Tomé
Rua dos Tabajaras, 80
60.000 — Fortaleza, CE
Terezinha Rocha Crisóstomo
Rua Martinho
Mcirtinho Rodrigues, 191
60.000 — Fortaleza, CE
Tribunal Regional do Trabalho
7» Região
7^
60.000 — Fortaleza, CE
Vânia de Holanda Farias
Curso de Biblioteconomia UFCE
60.000 — Fortaleza, CE
Vera Maria Gomes de Almeida
Rua Professor
Proíessor Teodorico, 645
60.000 — Fortaleza, CE
Verbena Neiva Eulálio
Rua José Lourenço, 1.138 — Aldeota
60.000 — Fortaleza, CE
Zildene Baima
Raima Amora
Rua Silva Paulet, 2.355 — Ap. 208
60.000 — Fortaleza, CE
DISTRITO FEDERAL
Abner Lellis
LeUis Corrêa Vicentini
SQS 305 — Bl. B, Ap. 403
409
70.000 — Brasília, DF

Aníbal Rodrigues Coelho
SQS 205 — Bl.
BI. J, Ap. 306
70.000 — Brasília, DF
Astério Tavares Campos
Colégio Dom Bosco
Av. W 3, 702-A
70.000 — Brasília, DF
Aurora Gonçalves Barbosa
SQS 308 — BL
Bl. I, Ap. 605
70.000 — Brasília, DF
Cândida Magalhães de Aguiar
HIG/Sul, Quadra 703 — Bl. G, C. 29
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF
Célia de Queiroz Baltar
SQS 112, Bl. K, Ap. 104
70.000 —
■ Brasília, DF
César Teixeira
Coordenação de Informação Rural
Av. W 3 — Norte, Q. 702/3, Bl. I,
27/8
70.000 — Brasília, DF
Dinayra Gomes de Assis Nogueira
SQS 212 — Bl. D, Ap. 603
70.000 — Brasília, DF
Dulce de Almeida Pereira
SQS 307 — Bl. C, Ap. 302
70.000 — Brasília, DF
Edelweiss Sauerbronn
SQS 406 — Bl. H, Ap. 302
70.000 — Brasília, DF
Edith Porto
Av. W-3, Q. 712, Bl. Q, C. 14
70.000 — BrasUia,
Brasília, DF
Edson Nery da Fonseca
HIG Sul, 707 — Bl. G, Casa 29
70.000 — Brasília, DF
Eladir de Faria
Av. W-3 Sul, Q. 708 — Bl. K —
70^o1w — Brasília, DF

-457Digitalizado
gentílmente por:

♦

�Eliezeta Romcy de Carvalho
SQS 214 — Bl. B, Ap. 403
70.000 — Brasilia,
Brasília, DF
Emir José Suaiden
Q 605, Bl. A, Ap. 105 — Cruzeiro
Novo
70.000 — Brasilia,
Brasília, DF
Ester Almeida dos Santos
SQS 210, Bl. G, Ap. 603
70.000 — Brasilia,
Brasília, DF
Margalho
Francisco Bahia MargaUio
Q 38, Lote 21 — Taguatinga
70.000 — Brasilia,
BrasQia, DF
Hilda Soares Braga
SQS 404, Bl. S, Ap. 102
70.000 — Brasilia, DF

Maria Alice Machado
SQS 105, Bl. H, Ap. 502
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF
Maria Aparecida Monteiro de Castro
Pinto
SQS 114, Bl. H, Ap. 202
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF
Maria Conceição Militão Rocha
Fundação Nacional do índio
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF
Maria Edith Mendes
Q 58, C. 1 — Cruzeiro
70.000 — Brasilia,
Brasília, DF
Maria Elizabeth P. Carneiro Freire
Fundação Nacional do índio
70.000 — Brasília, DF

Inácia Rodrigues dos Santos Cunha
SQ Norte, 712 — Bl. L, Ap. 304
70.000 — Brasilia, DF
Iracy da Silva Rodrigues
SQ Norte 404, Bl. 23, Ap. 304
70.000 — Brasilia, DF
Ivete Magalhães Alves de Melo
SQS 110,
HO, Bl. I, Ap. 304
70.000 — Brasilia, DF

Maria Helena de Almeida Pereira
SQS 307, Bl. C, Ap. 302
70.000 — Brasília, DF
Maria Ines Villefort de Bessa
SQS 403, Bl. R, Ap. 102
70.000 — Brasília, DF

Iza Araújo de Alegria
SQS 112, Bl. C, Ap. 204
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF
João Laurentino de Souza
SQN 312, Bl. J, Ap. 504
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF
Juracy Feitosa Rocha
SQS 106, Bl. K, Ap. 603
70.000 —
■ Brasília,
Brasilia, DF

Maria José de Almeida Dias
QNM 17, Conj. H, C. 22
70.000 — Brasília, DF
Maria Laura Coutinho
SQS 404, Bl. S, Ap. 307
70.000 — Brasília, DF

Lisa Freudenfeld
SQS 210, Bl. J, Ap. 602
70.000 —
■ Brasilia, DF
Louis Joseph Le Cocq d’01iveira
d’Oliveira
SQS 110, Bl. D, Ap. 502
Brasilia, DF
70.000 — Brasília,
Magda Rouède Bemardes
SQS 210, Bl. F, Ap. 404
•— Brasilia,
70.000 —
Brasília, DF

Maria Luiza Reis Camargo
QI, 1, Bl. P, Ap. 103
70.000 — Brasília, DF
Maria Naire Palhano Pinto
Projeto Rondon
70.000 — Brasília, DF

Maria Alice Giudice Barroso Soares
SQS 202, Bl. C, Ap. 102
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF

Marynice de Medeiros Matos
SQS 416, Bl. A, Ap. 206
70.000 — Brasília, DF

Maria Alice Guimarães Borges
Av. W-3 Sul, 704 — Bl. L, C. 80
70.000 —
■ Brasília,
Brasilia, DF

Matiê Nogi
Av. W. 5, Q. 908, C. C
70.000 — Brasília, DF

Maria Ivonette de Faria Cunha
SQS 105, Bl. D, Ap. 203
■ Brasília, DF
70.000 —

Maria Laura da Cunha Lion
SQS 108, Bl. J.
J, Ap. 303
70.000 — Brasília, DF

Marta Riza Baptista Dutra
SQS 105, Bl. F, Ap. 502
70.000 — Brasília, DF

-458-

cm

2

3

Digitalizado
gentílmente por;
por:
gentilmente

�Milcy Souza Ferreira
SQS 111, Bl. F, Ap. 102
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF
Murilo Bastos da Cunha
SQ Norte, 712, Bl. L, Ap. 304
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF

Suzana Pinheiro Machado MueUer
Un. B. — Colina — Bl. A, Ap. 36
70.000 — Brasilia,
Brasília, DF
Vilma Pereira Pinheiros
SQS 403, Bl. H, Ap. 205
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF

Myriam Gusmão de Martins
SQS 307, Bl. B, Ap. 106
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF

Wilma Cardoso da Silva
Süva
SQS 307, Bl. C, Ap. 106
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF

Nelma Cavalcante Bonifácio
SQS 108, Bl. B, Ap. 406
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF

ESPÍRITO SANTO
Neide Lúcia Moraes
Biblioteca Pública Estadual
29.000 — Vitória, ES
GUANABARA

Nilza Teixeira Soares
SQN 406, Bl. 54, Ap. 104
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF

Afonso Celso Mendonça de Paula
PETROBRÁS
Av. Rio Branco, 81 — 18®
18’
20.000 —Rio
— Rio de Janeiro, GB
Alice Príncipe
Principe Barbosa
Serviço de Intercâmbio de Catalogação — IBBD
Av. General Justo 171, 3’
3®
20.000 —
—Rio
Rio de Janeiro, GB

Normanda Santos Miranda
SQS 304, Bl. E, Ap. 202
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF
Nydia da Silveira Caldas
SQS 300, Bl. J, Ap. 306
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF
Olga Cruz
SQS 208, Bl. G, Ap. 406
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF

Adelaide Barata Falkenbach
Centrais Elétricas do Sul do Brasil
S. A.
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Octávio Gennari Netto
PRODASEN
Senado Federal
70.000 — Brasilia,
Brasília, DF

Ana Maria Castro e Silva
Secretaria de Finanças
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Ojete Pamplona Leoncy Bezerra
SQS 416, Bl. S. Ap. 107
Brasilia, DF
70.000 — Brasília,

Ana Maria Lemos
GEIPOT
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Ângela Maria Lyra Porto
Angela
Rua Fonte da Saudade, 125
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Pérola Cardoso Raulino
Senado Federal
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF
Raul Colvara Rosinha
Ministério da Agricultura
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF
Sebastião de Souza
Q. 309, Bl. D, Ap. 301
Cruzeiro Novo
Brasilia, DF
70.000 — Brasília,
Sheila Alice de Brito Sodoma da
Fonseca
SQS 305, Bl. J, Ap. 404
70.000 — Brasília,
Brasilia, DF
Suelena Pinto Bandeira
SQN 405/6, Bl. 51, Ap. 201
70.000 — Brasilia,
Brasília, DF

Aniza Moniz Aragão de Lemos
Rua Álvaro Ramos, 45 — Ap. 204
20.000 ■•—
— Rio de Janeiro, GB
Antônio Valentim da Silva
Rua Professor Bôscoli, 165
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Aracy Oliveira Magalhães
Rua Barata RibeirOj
Ribeiro^ 582 — Ap. 301
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Berenice Corrêa da Silva
Comissão Nacional de Energia Nuclear
20.000 — Rio de Janeiro, GB

-459Digitalizado
gentílmente por:

11

12

13

�D. S. SpiUer
Spiller
D.S.
The British Council — Urca
Urea
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Dalva Andrade.
Andrade de Freitas
Departamento Nacional de Mão-deObra
Setor de Documentação
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Déa Santos de Araújo Coutinho
Amadeo
Escola de Biblioteconomia e Documentação — FEFIEG
Rua Washington Luís, 13
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Diana Maria Bessa Prata
Rua Domingos Ferreira, 236/807
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Dulce Fonseca Fernandes da Cunha
Museu Nacional
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Elizabeth Maria Ramos de Carvalho
PETROBRÁS
PETROBRAS
Av. Rio Branco, 81 — 18’
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Elyanna de Niemeyer Mesquita
Rua Gastão Bahiana, 400 — Ap. 404
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Emilia Bustamante
Instituto Osvaldo Cruz
Serviço de Documentação
20.000 —
■ Rio de Janeiro, GB
Eunice Silva Santos de Souza
Catálogo Coletivo
IBBD
Av. Gen. Justo 171, 3*
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Fidelina dos Santos
Rua Humaitá, 157 — Ap. 1004
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Heloisa Tardin Christovão
Christoväo
Instituto Brasileiro de Bibliografia e
Documentação
Av. General Justo 171 — 4’
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Ida Maria Cardoso Lima
SFM/SB
IBBD
Av. General Justo 171 — 4’
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Instituto Brasileiro de Educação
Ciência e Cultura — IBECC
Rep. Silvia Queiroz Grilo
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Irany de Araújo Vasconcelos
Rua Sá Ferreira, 83-Ap. 801
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Irene de Menezes Doria
Av. N. S. Copacabana, 73-Ap. 903
20.000 — Rio de Janeiro,
Jemeiro, GB
Ivano Humbert Marchesi
Comissão Nacional de Energia Nuclear
Av. Gen. Severiano, 90
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Jannice Monte-Mór
Biblioteca Nacional
Av. Rio Branco, 219/239
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Francisca Ribeiro S. F. de Souza
Petrobrás &gt;
Av. Rio Branco, 81 — 18’
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Francisco. Figueiredo Luna de Albuquerque
Rua Voluntários da Pátria, 181 —
' Ap. 102
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Fundação Instituto Brasileiro
Geografia e Estatística
Av. Franklin Roosevelt, 166
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Genildo André de Figueiredo
Ministério do Interior
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Hagar Espanha Gomes
IBBD
Av. General Justo 171 — 4’
20.000 — Rio de Janeiro, GB

de

Lenira de Moraes Martins '
Rua Alfredo Chaves, 40
20.000 — Rio de Janeiro, GB
João Carlos da Silva Borda
Rua BeUort
Belfort Roxo, 58 — Ap. 407
20.000 — Rio,
Rio de Janeiro, GB
Lia Manhães de Andrade Frota
Assistência-Técnica
IBBD
Av. General Justo, 171 — 4’
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Library of Congress
Av. Presidente Wilson, 147 —'
— 2’
20.000 — Rio de Janeiro, GB

-460Digitalizado
gentílmente por:

�Maria Helena Gomes de Paiva
Rua Honório de Barros, 26 — Ap.
803 — Flamengo
20.000 — Rio de Janeiro^ GB

Lãsete Araújo de Martino
Lásete
Rua Visconde de Cairu, 90 — Ap. 104
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Lúcia Mendes Ribeiro
GEIPOT
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Maria lima da Silva Monteiro
Av. N. S. Copacabana,
Copacabeina, 1.093 —
Ap. 604
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Lydia de Leome Menescal
Rua Toneleiros, 315 — Ap. 503
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Márcia Guimarães Bona
Fumas
Furnas — Centrais Elétricas
Rua Real Grandeza, 619
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Maria Lúcia Poubel Bastos
Catálogo Coletivo
Instituto Brasileiro de Bibliografia e
Documentação
Av. General Justo 171 — 3^
3’
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Margarida Maria Magalhães Figueira
Instituto Brasileiro do Café
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Maria Pompéia de Araújo Lima
FUNAI
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Maria Alice Migliora
Rua Marquês de São Vicente, 29-110
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Maria Thereza Guimarães Ferreira
de Albuquerque
Rua Voluntários da Pátria, 181 —
Ap. 102
Ap.
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Maria Ângela Lagrange M. Reis
Rua Assis Brasil, 118/601
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Encarnación de Espana
Maria de la Encamación
Rua Conde do Bonfim 1136, C-01
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Maria de Lourides
Lourdes À.
A. Mendes
PETROBRÁS
Av. Rio Branco 81 — 18’
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Maria da Glória Tavares Price
Biblioteca do DNPM-MME
Av. Pasteur, 404
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Marlene Cardoso da Matta
Ministério da Marinha •
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Mary Nazaré Fernandes Sanches
Federação da Indústria
Av. Calógeras, 15 — 5’
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Matilde Benchimol
Av. N. S. de Copacabana, 374/1201
"Rir\ de
Ho Janeiro,
JatipirO- GB
GB
90 non — Rio
20.000
Neide Olivia de Souza
'‘
Rua José Linhares, 117 — Ap. 108
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Nice Santos Correia Vilela
Rua Pacheco Leão, 320 — Ap.
Ap, 806
20.000 —Rio
— Rio de Janeiro, GB

Maria Dulce Junqueira Faria
Rua Araújo Lima, 70 — Tijuca
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Maria Marlene de Souza
Rua São Francisco Xavier, 701 —
Ap. 201
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Maria de Nazareth Montojos Tacques
Biblioteca Nacional
Av. Rio Branco 219/239
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Maria do Rosário da Conceição Ribeiro
Rua Adolfo Dantas, 91 — Ap. 1.002
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Nolka Nascimento de Freitas
Escola de Biblioteconomia e Documentação
FEFIEG
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Noreth Calmon Cerqueira Ribeiro
PETROBRÁS
Av. Rio Branco 89 — 18’
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Nylma Thereza de Salles Velloso
Amarante
Rua Siqueira Campos, 239 — Ap. 602
20.000 — Rio de Janeiro, GB

-461cm

2

3

Digitalizado
gentílmente por:

D

11

12

13

�Orlando de Almeida
Rua Queluz, 101 — Rocha Miranda
20.000 •—
— Rio de Janeiro, GB
Rachel Tavares Joffily Bezerra
Rua Barata Ribeiro, 253, Ap. 901
20.000 — Rio de Janeiro, GB

lade Maria de Jesus Muniz
Av. José Delgado, 87 — Alemembe
65.000 — São Luís, MA
IraceUi Rodrigues Machado
Iracelli
Rua do Outeiro, 598
65.000 — São Luís, MA

Raimunda Cortez Moreira
Rua Bento Lisboa, 165/102
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Josinei Guimarães da Silva
Quadra 7 — Lote 18 — Conjunto
Cohama
65.000 — São Luís, MA

Regina Helena Tavares
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Rua Voluntários da Pátria, 107
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Rosa Maria Cardoso de Azevedo
Rua Eduardo Guinle, 48
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Sônia Regina Allevato
Rua Professor Gastão Baiana, 127 —
Ap. 402
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Susana Dutra Sattamine
Instituto Brasileiro do Café
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Tânia Mara Guedes Botelho
Rua Xavier da Silveira, 104 —
Ap. 801
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Ulrike Gertrud Gef
Gefaa Wehmeier
Biblioteca Nacional
Av. Rio Branco 219/239
20.000 — Rio de Janeiro, GB
Walkiria de Almeida Carvalho Silva
SII/SITC
Sn/SITC
IBBD
Av. General Justo 171 — 4’
20.000 — Rio de Janeiro, GB
MARANHAO
MARANHÃO
Anaíza Caminha Gaspar
Rua Engenheiro Brito Passos, 1 —
Monte Castelo
65.000 — São Luís, MA
Celia Salles Giusti
Rua Acapus — Quadra 66 — casa 27
Jardim Renascença
65.000 — São Luís, MA
Consuelo Silva Lisboa Lima
65.000 — São Luís, MA

Lusimar Silva Ferreira
Rua Nina Rodrigues, 457
65.000 — São Luís, MA
Magnólia Souza Bandeira de Melo
Magnolia
Av. Mário Andreazza, 200
65.000 — São Luís, MA
Maria da Conceição Nunes Freitas
Rua das Cajazeiras, 72
65.000 — São Luís, MA
Maria da Graça Martins de Farta
Parque Jaguareme — Quadra I —
casa 1
CâSâ
65.000 — São Luís, MA
Maria da Paz Lins Rodrigues
Rua Senador João Pedro, 165
65.000 — São Luís, MA
Maria da Penha Coêlho Cabral
Rua do Passeio, 799
65.000 — São Luís, MA
Maria de Jesus Medeiros Moniz
Rua dos Hortos, 31
65.000 — São Luís, MA
Maria do Rosário Guimarães Almeida
Ala 13 — Quadra 15 - casa F — Filipinho
65.000 — São Luís, MA
Maria Eugênia Mendes de Salles
Av. Getúlio Vargas, 2.658 — Monte
Castelo
65.000 — São Luís, MA
Odessa Maria Berniz Lopies
Jardim de Fátima — Quadra E —
R. Z, 14 — COHAB
65.000 — São Luís, MA
Rosália Maria Barros Aguiar
Rua João Henrique, 592
65.000 — São Luís, MA

-462Digitalizado
gentílmente por:

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12

13

�Rosimar Alves Soares
CEMAR
65.000 — São Luís, MA
MATO GROSSO

Jandira Batista Assunção
Centro Tecnológico de Documentação
Universidade Federal de Minas Gerais
30.000 — Belo Horizonte, MQ

Dinalva Gomes de Paiva
Rua Garcia Neto, 285
78.100 — Coxipó da Ponte, MT

Jeannette Margueirite Kremer
Rua Timbiras, 2349
30.000 — Belo Horizonte, MG

Elilia Aparecida Sauru
Rua João Silva, 546
79.600 — Três Lagoas, MT
Hilda de Oliveira Lima
Rua Barão do Rio Branco, 458 —
Ap. 1104
78.000 — Cuiabá, MT
MINAS GERAIS
Coêlho
Alayde Pinto Coelho
Rua Goiás, 272 — Ap. 905
30.000 — Belo Horizonte, MG
Angela Maria Cardoso Pires de Moraes
Rua Bernardo Guimarães, 146 —
Ap. 8
30.000 — Belo Horizonte, MG
Bertha Kender
Render
Rua Prof. Arduino Bolivar, 100
30.000 — Belo Horizonte, MG

Leníra
Lenira Lúcia Santos
Rua Guajajares, 457 — Ap. 203
30.000 — Belo Horizonte, MG
Lúcia Maria de Oliveira Lage
Rua Timbiras, 2349
30.000 — Belo Horizonte, MG
Lusia Alberto de Moura
Rua Padre Severino, 430 — Ap. 12
30.000 — Belo Horizonte, MG
Maria Mabel de Menezes Scotti
Rua Ouro, 136 — Serra
30.000 — Belo Horizonte, MG
Maria Petrina Timburibá Machado
Rua Brás Cunhas, 39 — Ap. 303 —
Cruzeiro
30.000 — Belo Horizonte, MG
Marília Pereira de Amorim
Marilia
Av. Getúlio Vargas, 919
30.000 — Belo Horizonte, MG

Carmen Carvalho de Lena
Rua Mato Grosso, 417 — Ap. 903
30.000 — Belo Horizonte, MG
Céha Maria de Oliveira Fulgêncio
Célia
Rua Teodoro de Abreu, 127 — Ap. 1
30.000 — Belo Horizonte, MG
Centrais Elétricas de Minas Gerais
S/A
Rua Tupis, 149
30.000 — Belo Horizonte, MG

Marlene da Conceição Silveira
Rua Augusto Lima, 1.998 — Ap. 7
30.000 — Belo Horizonte, MG
Marlene de Oliveira
Rua João Notini, 491
35.000 — Divinópolis, MG
Neuza Maria de Magalhães
Rua Monte Santo, 479 — Ap. 16
30.000 — Belo Horizonte, MG

Cleyde Marly Neves
Rua Professor Arduino Bolivar, 80
30.000 — Belo Horizonte, MG

Norma Guilhermina da Silva Almeida
Rua Barão de Piumly, 470

Dênia Diniz de Freitas
Rua Itamaracá, 556
30.000 — Belo Horizonte, MG

Thalia Costa Federico
Rua Padre Severino, 399
30.000 — Belo Horizonte, MG

Etelvina Lima
Av. Álvares Cabral, 33 — Ap. 113
30.000 — Belo Horizonte, MG

Vera Gláucia Mourão
Rua Rio Verde, 374
30.000 — Belo Horizonte, MG

llário Zandonade
Ilário
Praça Dom Helvécio, 74
36.300 — São João dei Rey, MG

Vera Maria Cunha Nicolau da Rocha
Rua Prof. Moraes 22 — Ap. 201
30.000 — Belo Horizonte, MG
-463-

Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

�PARÁ
PARA
Aida Maria Souza da Silva
Av. Alcindo Cacela, I.IT?
1.177
66.000 — Belém, PA
Alair Mstria
Maria Botelho Alves
Conj. Costa e Silva — Av. B, 160
Ap. A
66.000 — Belém, PA
Alda das Merces Moreira Cunha
Av. Nazaré, 909 — Ap. 301 (Ed. Belo
Horizonte)
66.000 — Belém, PA
Aline Darin Paranhos de Azevedo
Rua Benjamin
Benjeunin Constant, Conj. Reis
Magos — Ed. Ouro — Ap. 112
66.000 — Belém, PA
Alzani da Costa Araújo
Conj. Jardim Tropical — VE-8 n’ 2
— Souza
66.000 — Belém, PA
Ana Augusta Fernandes de Amorim
Trav. Antonio Barreto, 790
66.000 — Belém, PA
Ana Eugênia Gallo Cassini
Trav. - Piedade, 495
66.000 — Belém, PA
Ana Lúcia de Moraes Rayol
Trav. 14 de Abril, 1.696 — Casa, 15
66.000 — Belém, PA
Ana Rosa dos Santos Rodrigues
Rua Boaventura da Silva, 1.284
66.000 — Belém, PA
Anna Maria Pirá Cordeiro
Trav. Joaquim Távora, 16 — Cidade
Velha
66.000 — Belém, PA
Associação de Crédito e Assistência
Rural/Pará
Av. Almirante Barroso, 717
66.000 — Belém, PA
Amazonas Pedroso
Carmem Silvia Amctzonas
Av. Gentil Bittencourt, 549
66.000 — Belém, PA
Carmen Silvia Guedes Aragão
Trav. 9 de Janeiro, 252
66.000 — Belém, PA
Célia Maria G. Braga
Av. Serzedelo Corrêa
Correa — Ed. Uirapuru — Ap. 304
66.000 — Belém, PA
66.000,—

Célia Mstria
Maria Galeão da Silvã
Silva
Rua D. Romualdo Coelho, 859-a/31
66.000 — Belém, PA
Célia Maria Lopes Pereira
Av. Assis de Vasconcelos, 448
66.000 — Belém, PA
Celízia Vasconcelos Guimarães
Trav. Antônio Baena, 315 — Marco
66.000 — Belém, PA
Clara Maria Galvão
Av. Gov. Malcher, 2.659
66.000 — Belém, PA
Dalcina Garcia Rodrigues
Rua Bernal do Couto, 773
66.000 — Belém, PA
Denise Helena Farias de Souza
Trav. 14 de Março, 1.726
66.000 — Belém, PA
Diana Maria Paiva de Pontes Vieira
Rua Rui Barbosa, 1.894 — Ap. 302
Ed. Sassoul
66.000 — Belém, PA
Eliana Maria Autran Rodrigues
Rua Alcindo Cacela, 1.160 — Ap. 103
66.000 — Belém, PA
Elite Gomes de Moura
Trav. Dr. Enéas Pinheiro, 1.584 —
Marco
66.000 — Belém, PA
Elna Tatiwa Ferreira
Vila Jardim das Acácias, 2 — Almirante Barroso
66.000 — Belém, PA
Elwal Falcão Valente
Trav. Honório José dos Santos, 526
66.000 — Belém, PA
Eunice da Costa Penna
Rua Pariquis, 1.759 — Ap. 201 — A
66.000 — Belém, PA
Fundação do Estado do Pará
Rep. Maria de Nazaré Rodrigues Dias
Rodovia Augusto Montenegro — Q.
20/e 18
66.000 — Belém, PA
Graça Maria Callado
CaUado Fadul
Trav. Castelo Branco, 1.969
66.000 — Belém, PA

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cm

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gentilmente por:
gentílmente

*y.

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�Grêmio Recreativo e Cultural Wiking
Rep. Maria do Carmo Souza Larat
Praça 11 de junho — Arsenal de
Marinha
66.000 — Belém, PA
Helena Andrade da Silveira
Trav. Quintino Bocaiuva, 1.226
66.000 — Belém, PA
Heliana Furtado Nunes
Passagem Maria
Meiria dos Anjos, 73
66.000 — Belém, PA

Lina Celeste Valente Pinheiro
IPEAN — Casa 206
66.000 — Belém, PA
66.000.—
Lina Cunha de Mello
MeUo
Conjunto Marex
66.000 — Belém, PA
Luiz Arturo Montoya
IICA — Trópicos
66.000 — Belém, PA
Luiza
Luíza Castro das Chagas
Av. Presidente Vargas, 197 - Ap. 409
66.000 — Belém, PA
Magali
MagaU Renata Van Dijk Vergolino
Av. Gentil Bittencourt, 809
66.000 — Belém, PA

Heloísa Maria Martins Meira
Trav. Benjamin Constant, 1.553
66.000 — Belém, PA
Iracy de Oliveira Ferreira
Av. José Boniíácio,
Bonifácio, 628
66.000 — Belém, PA
Ivany Franco Béguerie
Trav. Benjamin Constant, 1.500 —
Ap. 403
66.000 — Belém, PA
Ivone Rocha D’Oliveira
D’01iveira
Av. José Bonifácio, 628
66.000 — Belém, PA
Jane Veiga
Av. Alcindo Cacela, 2.810
66.000 — Belém, PA
Joana Lidia
lidia Martins Barreiros
Bloco Presidencial Médici
Av. Maracanã, 322 Q. 16 — Casa 147
66.000 — Belém, PA
Juracy Marques da Silva
Rua Mundurucus, 4.802
66.000 — Belém, PA
Kilvia Nazaré Martins Pacheco
Av. Alcindo Cacela, 1.283
66.000 — Belém, PA
Léa de Nazaré Campos Freire
Av. Conselheiro Furtado, 1.801
66.000 — Belém, PA
Léa Maria Monteiro Diniz
Av. Serzedelo Corrêa, 1.024
66.000 — Belém, PA
Lena Vânia Ribeiro Pinheiro
Av. Pe. Eutíquio, 1.370
66.000 — Belém, PA

Marcionila Mártires Coelho
Trav. Benjamin Constant, 1.500 —
■—
Ap. 1.006
66.000 — Belém, PA
Marcus Ligocki
ACAR — PARA
66.000 — Belém, PA
Maria Alice Silva Martins
R. D. Romualdo de Seixas, 1.424
66.000 — Belém, PA
Maria Augusta Bastos Veloso
Av. Gov. José Malcher, 1.049
66.000 — Belém, PA
Maria Célia Ferreira Chagas
Av. Alcindo Cacela, 1.088
66.000 — Belém, PA
Maria Celina Maciel Neves
R. Dr. Freitas — Vila Militar
Rua C — Casa, 18
66.000 — Belém, PA
Maria Cristina Silva
SUva Montenegro
Ducirte
Duarte
Av. José Bonifácio, 1.007
66.000 — Belém, PA

Lia Marques Bellesi
Av. Presidente Vargas, 620/1.002 —
Ed. Piedade
63.000 — Belém, PA
68.000

Maria da Conceição Leite Ruffeil
Av. Brás de Aguiar, 716
66.000 — Belém, PA
Maria da Consolação de A
A. Campos
Av. Padre Eutíquio, 1.884
66.000 — Belém, PA
Maria da Graça Amorim Carvalho
Trav. Curuzu, 1.289
66.000 — B^rlóra,
Belém, PA

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Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

♦

�Maria da Graça de Freitas Navegantes
Passagem Joaquim Nabuco, 41
66.000 — Belém, PA

Maria Elizabeth d’01iveira
d’Oliveira Lauande
Trav. Felix Roque, 124 —
—' Cidade
Velha
66.000 — Belém, PA

Maria da Graça Fernandes Cardoso
Caripunas, 1.571 — Ap. 402
66.000 — Belém, PA
Maria da Graça Vasconcelos Coelho
Av. José Bonifácio, 364
66.000 — Belém, PA
Maria das Graças Campos Sampaio
Trav. Soares Carneiro, 539 — Casa 4
66.000 — Belém, PA
Maria das Graças da Silva Pena
Av. Nazaré, 369
66.000 —
'— Belém, PA
Maria das Graças Freitas Souza
Filho
Av. Gov. José Malcher, 2.670
66.000 — Belém, PA

Maria Esteia dos Santos Rodrigues
Rua 9 de Janeiro, 1.833
66.000 — Belém, PA
Maria Eunice Garcia Reymão
Rua Diogo Moya, 1.031
66.000 — Belém, PA
Maria Helena Lobo Cavallare
Av. Presidente Vargas, 197 —
Ap. 604
66.000 — Belém, PA

Maria de Fátima Verbicaro Ramos
Rua Rui Barbosa, 1.990 — Ap. 407
66.000 — Belém, PA

Maria Ivone Gonçalves Ribeiro
Av. Brás de Aguiar, 416
66.000 — Belém, PA

Maria de Nazaré Barroso da Silva
Trav. 3 de Maio, 1.008
66.000 — Belém, PA

Maria José Bastos Veloso
Av. Gov. Malcher 1.049
66.000 —
■ Belém, PA

Maria de Nazaré Freitas Pereira
Av. Gov. José Malcher, 2.663 — Vila
Cecy — Casa F
66.000 — Belém, PA

Maria José Ferreira
Av. Almirante Barroso, 223
66.000 — Belém, PA

Maria de Nazaré Macedo Costa
Rua Padre Futíquio,
Eutíquio, 676
66.000 —
■ Belém, PA
Maria de Nazareth Moreira Martins
de Barros
Av. Gov. José Malcher, 2.200
66.000 — Belém, PA

Maria Hilda de Medeiros Gondim
Av. Alcindo Cacela, 1.254
66.000 — Belém, PA
Maria Ibiapina Cavaleiro de Macedo
Rua Souza Franco, 1.288
66.000 — Belém, PA

Maria José Lemos Batista
Av. José Bonifácio, 1.230
66.000 — Belém, PA
Maria Julieta Frazão Batalha
Av. Nazaré, 444 — Ap. 43 - Conj
Reis Magos — Ed. Ouro
66.000 — Belém, PA

Maria Diva Figueiredo da Silva
Rua Liberato de Castro, 599 —
Guamá
66.000 — Belém, PA
Maria do Rosário de Fátima Grelo
Trav. Campos Sales, 700
66.000 — Belém, PA

Maria Lúcia Alves Verbicaro
Av. Gov. José Malcher, 2.060 —
Ap. 304
66.000 — Belém, PA

Maria Dolores de Almeida Figueira
Conjunto Costa e Silva, Bloco 2
66.000 — Belém, PA
Maria Elisa Guimarães
Rua João Balby, 727 — Ap. 305
66.000 — Belém, PA

Maria Lúcia Pacheco de Almeida
Rua Domingos Marreiros, 908
66.000 — Belém, PA

Maria Lucia de Vasconcelos Coelho
Rua Padre Prudêncio, 701
66.000 — Belém, PA

Maria Odaisa Espinheiro de OUveira
Oliveira
Colégio Moderno
66.000 — Belém, PA

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gentílmente por:

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�Regina Ruth Pinto Mota
Av. Alcindo Xlacela,
Cacela, 1.490
■— Belém,
66.000 —
Belém,- PA
Regina Sauma Jorge
Biblioteca Central da UFPA
66.000 — Belém, PA
Reni Tereza da Fonseca Santos
Av. Almirante Wandenkolk, 350
66.000 — Belém, PA

Maria Ruth Garcia Reymão
Marla
Rua Diogo Moya, 1.031
66.000 — Belém, PA
Maria Ruth Martins Leão
Rua Rui Barbosa, 1.034
66.000 — Belém, PA
Maria Thereza Alves da Silva
Av. 16 de Novembro, 163
66.000 — Belém, PA

Risonilda Maria Mesquita Tavares
Vila Leopoldina
66.000 — Belém, PA
Rosa Maria de Moura Santos
Rua 28 de Setembro, 420
66.000 — Belém, PA
Ruth Conduru Chalala
Av. Conselheiro Furtado, 1.923 Bl. C
Ap. 102
66.000 — Belém, PA
Sandra Santos Bordallo
Trav. Joaquim Nabuco, 123
66.000 — Belém, PA

Marilda de Aragão Serique
Av. Ceará, 694
66.000 — Belém, PA
Museu Paraense Emílio Goeldi
Av. Independência, 367
66.000 — Belém, PA
Natalina Nunes Melo
Trav. Castelo Branco, 837
66.000 — Belém, PA
Nazária Higashi
Av. Gov. José Malcher, 2.271 — D
66.000 — Belém, PA
Nazira Leite Nassar
Av. Generalíssimo
Generalissimo Deodoro, 1.130
68.000 ■— Belém, PA
66.000
Neyde Miranda Pinheiro
Av. Brás de Aguiar, 458 — Ap. 1.101
66.000 — Belém, PA
Olindina Martins Toscano
Rua D. Romualdo de Seixas, 1.286
66.000 — Belém, PA
Oneide Silva Abud
Curso de Biblioteconomia da UFPA
66.000 — Belém, PA
Orlandina Maria de Oliveira Martins
Alves
Av. 16 de Novembro, 421
66.000 — Belém, PA
Osvaldina Amador Rabelo
Trav. de Cintra, 126 — Cidade Velha
66.000 — Belém, PA
Paul Ledoux
Av. Gentil Bittencourt, 2.205
66.000 — Belém, PA
Regina de Fátima Mendonça Alves
Av. Almirante Barroso, 1.713
66.000 — Belém, PA
Regina Lúcia Oliva Reis
Trav. Benjàmin
Benjamin Constant, 1.404
66.000 — Belém, PA

Saphira Farias Leite
Av. Gentil Bittencourt, 2.344
66.000 — Belém, PA
Secretaria Municipal de Educação e
Cultura
Rep. lomar Moraes
Trav. 9 de Janeiro, 2.430
66.000 — Belém, PA
Selma Lúcia Ataíde de Campos
Trav. Angustura, 3.180
66.000 — Belém, PA
Suely das Graças Lanter Cardoso
Av. Generalíssimo
Generalissimo Deodoro, 1.147 —
Ap. 5
66.000 — Belém, PA
Tereza de Jesus de Castro ' Lobato
Praça Brasil, 120
66.000 — Belém, PA
Tereza lone de Souza Filho Moura
Rua Boaventura da Silva, 996
66.000 — Belém, PA
Tereza Maria Costa Soares
Trav São Pedro — Vila Guilherme
Seixas — Casa 1
66.000 — Belém, PA
Terezinha Tavares da Silva
Av. Duque de Caxias, 449
66.000 — Belém, PA

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gentílmente por:
gentilmente

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D

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�Vera Maria Novo Simas
Rua Jerônimo Pimentel, 330
66.000 — Belém, PA
Yolanda Toshilo Ohashi
Av. Ceará, 678
66.000 — Belém, PA
2íélia Maria Sussuarana Porpino
Zélia
Av. Senador Lemos, 272
66.000 — Belém, PA
Zenaide Paiva do Rêgo Barros
Rua Rui Barbosa, 1.360 — Ap. 202
66.000 — Belém, PA
PARANÁ
Dora Regina Seben
Rua Raposo Tavares, 88
86.100 — Londrina, PR
Dulcineia Gomes Delattre
Av. Iguaçu, 4.003
80.000 — Curitiba, PR
Eliani Machado Fontana
Av. Higienópolis, 526
86.100 — Londrina, PR
Germana Feifel Moreira
Rua Desembargador Westphalen, 60
— Ap. 102
80.000 — Curitiba, PR
Graça Maria Simões Luz
Rua Antonina, 934 — Ap. 23
86.100 — Londrina, PR
lone Sanwais
Trav. Irmã Jícia, 48
48—Ahu
— Ahu de Baixo
80.000 — Curitiba, PR
Lígia Brambila de Bona
Conselho Regional de Biblioteconomia, 9» Região
80.000 — Londrina, PR
Liliana Sperandio
R. Isaias Bevilaqua, 212 - Ap. 102-A
80.000 — Londrina, PR
Maria Dorothéa Barbosa
Rua Amintas de Barros, 93 —
Ap. 1.902
80.000 — Londrina, PR
Nancy Westphalen Corrêa
Praça Osório, 225 — Ap. 190
80.000 — Londrina, PR
Nylzamira Cunha Bejes
Rua Teixeira Mendes, 134 — Jardim
Social
80.000 — Londrina, PR

Tomie Numata
R. Júlio Cesar Ribeiro, 354
86.100 — Londrina, PR
Vera Lúcia de Campos Octaviano
49—1'
Av. Paraná, 49
— 1' andar — Ap. A
86.100 — Londrina, PR
PARAÍBA
Consuelo Montenegro Abath
Rua Duarte da Silveira, 946
58.000 — João Pessoa, PB
PERNAMBUCO
Benigna de Melo Calado
Rua Visconde de Taunay, 168 —
Casa Amarela
50.000 — Recife, PE
Carmem Rejane de Carvalho Bargetzi
Rua do Futuro, 513 — Ap. 502 —
Aflitos
50.000 — Recife, PE
Celeste Azevedo
Universidade Federal de Pernambuco
50.000 — Recife, PE
Cremilda Leda Perruci
Av. Cândido Pessoa, 1.376
58.000 — Olinda, PE
53.000
Dirceu Pedro do Nascimento
Rua José dos Santos, 482 — Eng. do
Meio
50.000 — Recife, PE
Dolores Garcia Farrapeira
Rua da Conceição, 200 — Ap. 11
50.000 — Recife, PE
Doralice Didier de Moraes
Rua do Capim, 145
50.000 — Recife, PE
Edilma Coutinho dos Santos
Rua General Aguiar, 72 — Casa
Forte
50.000 — Recife, PE
Eva Maria Viana Costa
Praça da Casa Forte, 445
50.000 — Recife, PE
Fernanda Ivo Neves
Rua João Marques. 44 — Madalena
50.000 — Recife, PE

-468Digitalizado
gentílmente por:

�Helena Pires Lacerda
Rua dos Palmares, 53
50.000 — Recife, PE
Ida Maria Soares Braga
Universidade Federal de Pernambuco
50.000 — Recife, PE
Inalda Loureiro AcyoU
Acyoli Silva
Rua Ferreira Lopes, 141 — Ap. 104
50.000 — Recife, PE
José Adolfo Pereira Neves
Rua José Marques, 44 — Madalena
50.000 — Recife, PE
Josefa Pereira Barbosa
Rua General Joaquim Inácio, 211/4
— Ilha do Leite
50.000 — Recife, PE
Lúcia Maria Bezerra de Melo
Rua Joaquim Nabuco, 516 — Graças
50.000 — Recife, PE
Lúcia Maria Coelho de Oliveira
Rua Castro Alves, 186 — Ap. 502
50.000 — Recife, PE
Lúcia Maria de Figueiredo Lima
Av. Conselheiro Aguiar, 1.950 —
Boa Viagem
50.000 — Recife, PE
Lúcia Maria Mota de Menezes
Rua Alberto Paiva. 114 — Graças
50.000 — Recife, PE
Lucy Von Sobstcn
Sohstcn Calheiros da Silva
Rua Belarmino Carneiro, 298
50.000 — Recife, PE
Maria Adelaide do Rego Barros
Rua Fernando, 279 — Encruzilhada
50.000 — Recife, PE

Maria Dolores do Rego Barros Raposo
Rua Carneiro Vilela, 531 — Espinheiro
50.000 — Recife, PE
Marília de Dirceu Pinto de Souza
Rua Pe. Carapuceiro, 617 — Bl.
BL J —
Ap. 34
50.000 — Recife, PE
Rosali Almeida de Araújo
Av. Visconde de Suassuna, 540 —
Ap. 401 — Boa Vista
50.000 — Recife, PE
Severino Silvio do Monte
Rua Sete de Setembro, 144
50.000 — Recife, PE
Sílvia Augusta Marques
Silvia
Av. Boa Viagem, 2.366
50.000 — Recife, PE
SUDENE — Assessoria Jurídica
Rep. Tânia Maria Urbano da Silva
Av. Dastas Barreto, 515 — AJ - 13’
13*
50.000 — Recife, PE
Zuleide Medeiros de Souza
Av. Norte, 3.698 — Ap. 201 — Tamarineira
50.000 — Recife, PE
Zoya Luzia D. Calmon de O. Cabral
Av. Conselheiro Aguiar, 4.405/105
50.000 — Recife, PE
PIAUÍ
Maria das Graças Costa Nepomuceno
Av. Areia Leão, 430 — Jockey Club
64.000 — Teresina, PI
Maria das Graças T. de L. Cavalcante
Rua Bsnjamin
Benjamin Batista, 1.117 — Piçana
64.000 — Teresina, PI

Maria Aparecida Esteves Caldas
Rua Guimarães Peixoto, 405 — Bl. C
Ap. 205
50.000 — Recife, PE
Maria Auxiliadora de Carvalho
Av. João de Barros, 1.385
50.000 — Recife, PE

Marta Helena Carvalho Farias
Rua Des. Pires de Castro, 716
64.000 — Teresina, PI

Maria Cristina de Freitas Monteiro
Rua da Amizade, 206 — Graças
50.000 — Recife, PE
Maria das Graças de Lima Melo
Av. Boa Viagem, 1.020/604
50.000 — Recife, PE

RIO GRANDE DO NORTE
Gildete Moura de Figueiredo
Rua Agostinho Leitão, 333 — Alecrim
59.000 — Natal, RN

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gentilmente por:

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�Safira Tavares Ferreira
Rua João Pessoa, 263
59.000 — Natal, RN
Sônia Paiva Campos
Serviço Central de Bibliotecas
Universidade Federal do Rio Grande
do Norte
59.000 — Natal, RN
RIO DE JANEIRO
Dirciléa Fernandes de Sá
Trav. Santa Martha, 203 — Fonseca
24.000 — Niterói, RJ
Lêda Maria Abbês
Companhia Brasileira de Energia
Elétrica
24.000 — Niterói, RJ
Maria Almezira de Araújo
Araujo Cunha
Centrais Elétricas Fluminenses
Rua Conceição, 67/69
24.000 — Niterói, RJ
Paulo Py
IV Cordeiro
Universidade Federal Fluminense
24.000 — Niterói, RJ
RIO GRANDE DO SUL
Adda Drügg de Freitas
Rua Coronel Bordini, 38 — Ap. 22
90.000 — Porto Alegre, RS
Adelaide Barata Falkenback
Centrais Elétricas do Sul do Brasil
90.000 — Porto Alegre, RS
Alice Elma Tanscheit
Rua Cristóvão Colombo, 2.040 —
Ap. 71
90.000 — Porto Alegre, RS

Hedi Schutz
Rua Dr. Vicente de Paula Dutra, 77
Ap. 302
90.000 — Porto Alegre, RS
Heloisa
Heloísa Benetti Schreiner
Rua Coronel Bordini, 327 — Ap. 5
90.000 — Porto Alegre,
Ale^e, RS
Hilcke Frederica Weis
Av. Arnaldo Bohrer, 86
90.000 — Porto Alegre, RS
Ivette Zietlow Duro
Praça Piratini, 131 — Ap. 401
90.000 — Porto,Alegre,
Porto Alegre, RS
Juliana Vianna Rosa
Rua Garibaldi, 989 ■— Ap. 122
90.000 — Porto Alegre, RS
Correa Oliveira
Laura Corrêa
Rua Cel. Bordini, 1.252 — Ap. 501
90.000 — Porto Alegre, RS
Liana Bielinski
Av. Pernambuco, 2.453
90.000 — Porto Alegre, RS
Liane Maria WoK
Rua Felicissimo
Felicíssimo de Azevedo, 1.382
90.000 — Porto Alegre, RS
Luiza Benetti Schreiner
Luíza
Rua Cel. Bordini, 327 — Ap. 5
90.000 — Porto Alegre, RS
Maria Aparecida Vera Tibiriçá
Rua Dona Laura, 233
90.000 — Porto Alegre, RS
Maria de Lourdes Azevedo Mendonça
Praça Conde de Porto Alegre, 77 —
Ap. 17
90.000 — Porto Alegre, RS

Emmi Borges de Freitas Xavier
Rua Goitacaz, 227
90.000 — Porto Alegre, RS

Maria Lúcia Fantin
Rua Avaí,
Avai, 22 — Ap. 16
90.000 — Porto Alegre, RS
Maria Olinda Cozza Magrisso
Rua Demétrio Ribeiro, 365 — Ap. 3
90.000 — Porto Alegre, RS
Maria Olivia Bandeira Martha
Conselho Regional de Biblioteconomia, 10* Região
Caixa Postal 2.344
90.000 — Porto Alegre, RS

Evangelina de Azevedo Veiga
Rua da República, 88 — Ap. 1
90.000 — Porto Alegre, RS

Maria Regina Marques Teixeira
Rua Mal. Mesquita, 440 — Ap. 404
90.000 — Porto Alegre, RS

Cely Farias Raphael
Rua General Osório, 631 — Ap. 805
96.100 — Pelotas, RS
Cigié Bins Pinto
Rua Jacinto Gomes, 540
90.000 — Porto Alegre, RS

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�Mirian Mara D. La Rocha Biasotti
Rua João Manuel, 604 — Ap. 43
90.000 — Porto Alegre, RS
Neiva Helena Ely
Av. Presidente Roosevelt — Teresópolis
90.000 — Porto Alegre, RS
Sara Roitman Jakobson
Rua Ramiro Barcelos, 1.853 - Ap. 71
90.000 — Porto Ale^e, RS
Selma Garcia Blaskiviski
Av. Assis Brasil, 280 — Ap. 122
90.000 — Porto Alegre, RS
Suzana Beatriz Stolaruck
Rua Jaraguá, 68
90.000 — Porto Alegre, RS
Zuleika Berto
Rua Riachuelo,'
Riachuelo, 1.521 — Ap. 32
90.000 — Porto Alegre, RS
SÃO PAULO
Alda Guilherme
Rua João Cachoeira, 165
04535 — São Paulo, SP
Alexandre do Espirito Santo
Rua Jacoh
Jacob B. Steinberg, 90
M
13.100 — Campinas, SP
Alfredo A. Hamar
Rua Victor Souza Lima, 463
13.560 — São Carlos, SP
Alzira Eeko Furuya de Carvalho
Instituto de Pesca
Av. Francisco Matarazzo, 455
05001 — São Paulo, SP
Amélia Shizuko Kojó
Rua Almirante Barroso, 186
12.500 — Guaratinguetá, SP
Ana Maria Silveira Baroni
Rua Napoleão de Barros, 275
04024 — São Paulo, SP
Antonia W. Ribeiro da Silva
Rua Pedroso Alvarenga, 1004 —
Ap. 104
04531 — São Paulo, SP
Antonieta Angelina Costa Travassos
Rua José Getúlio, 261 — 4*
4’ Ap. 42
01509 — São Paülo,
Paulo, SP
Antonio Gabriel
Praça Craveiro Lopes, 41 - Ap. 2.513
01319 — Sãb
Sãò Paulo, SP

Biblioteca do Colégio Rio Branco
Rep. Marlene Souza Santos
Av. Higienópolis, 996 — 2’ — S. 202
01238 — São Paulo,'
Paulo, SP
Biblioteca Municipal de Santo André
Prefeitura Municipal de Santo André
09000 — Santo André, SP
Carlos Alberto Aguiar Población
Rua Loefgren, 2.473
04040 — São Paulo, SP
Carlos Alejandro Gamboa
Biblioteca Regional de Medicina
01000 — São Paulo, SP
Carmen Prates Valls
Vails
Rua Hadock Lobo, 1.447 — 6*
6’
01414 — São Paulo, SP
Cecília Andreoti Atienza
Rua Anthero Mendes Leite, 166 —
Aclimação
04108 — São Paulo, SP
Cecília Emestina d’Ottaviano Armentano
Rua Dr. Mário de Alencar, 222
05436 — São Paulo, SP
Charitas Von Gusseck Glankirchen
Rua João Ramalho, 358 — Ap. 31
01000 — São Paulo, SP
Clélia Smith de Berthem
Faculdade de Medicina de Santo
Amaro
Rua Manuel Barbosa 292, 3’
01000 — São Paulo, SP
Daisy Pires Noronha
Rua Fradique Coutinho 623/A-24
05416 — São Paulo, SP
Darcy Pellegrinni Zeibinalty
01000 — São Paulo, SP
Dina Maria Bueno Moretti
Av. Rodolfo Lara Campos, 132
13.400 — Piracicaba, SP
Dinah Aguiar Población
Rua Leofgren, 2.473
04040 — São Paulo, SP
Diva Carraro de Andrade
Rua Homem de Melo, 740 - Perdizes
05007 — São Paulo, SP
Dulce Dias Moreira
Rua Pedroso Alvarenga, 672 — Jardim Paulista ■
01000 — São Paulo, SP

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�Judith Rebeca Schleyer
Rua General Jardim, 65 - 7»
7’
01223 — São Paulo, SP
Julia Eliana Taborda de Figueiredo
Rua Cardoso de Almeida, 1.993
01251 — São Paulo, SP

Edneuza Souza Póvoa
Av. Ceei,
Ceci, 257
01000 — São Paulo, SP
Elga de Souza Pasture
EUga
Pastore
Rua Valença, 24
01000 — São Paulo, SP
Eliana Aparecida
Apetrecida BeUuomini
Belluomini
Rua Luzitana, 439 — Ap. 43
13.100 — Campinas, SP
Elza Lyrio Mello
AI. Jaú, 527 — Ap. 134 — 13’
Al.
13»
01420 — São Paulo, SP
Eufélia Camargo Pupo de Paula
Rua Senador Felício dos Santos, 200
— Aclimação
01000 — São Paulo, SP
Federação das Indústrias do Estado
de São Paulo
DECAD/Biblioteca “Roberto Simonsen”
Rep. Magaly França Villaça
Viaduto Dona Paulina 80 — Térreo
01501 — São Paulo, SP
Flávia Cimieri
Rua Madre Teodora, 530
01428 — São Paulo, SP
Geraldo Leme Silva
Av. 3, n’
n» 784
13.500 — Rio Claro, SP
Heloísa de Almeida Prado
Rua Aimberê, 114
05018 — São Paulo, SP
Henriete Simões Ferreira de Toledo
Rua Luzitana, 396 — Centro
13.100 — Campinas, SP
Hisaco Toda
Rua Condessa de São Joaquim, 238
— Ap. 55-3
01320 — São Paulo, SP
Hulda Olail
OlaU de Carvalho
Rua Humaitá, 178
12.200 — São José dos Campos, SP
Inah de Anhaia Leite
Rua Albina Barbosa, 103 — Ap. 2
01530 — São Paulo, SP
Inara Figliolia Martins Passos
Rua Padre Agostinho Mendecute, 71
— Ap. 83
01257 — São Paulo, SP

Juracy Ghislotti Aranda
Av. 23 de Maio, 180
12.200 — São José dos Campos, SP
Keiko Abe
Rua Tabatingueira, 167 — Ap. 142
01020 — São Paulo, SP
Laila Gebara
Rua Acarapé,
Acarai&gt;é, 103 — Vila Mariana
04139 — São Paulo, SP
Lais Femómdes
Fernandes de Carvalho
Av. Altino Arantes, 340
04542 — São Paulo, SP
Laura Garcia Moreno Russo
Rua Avcmhandava,
Avanhandava. 103 — Ap. 11-C
01306 — São Paulo, SP
Laura Kikue Nasuno
Nasxmo
Rua Domingos de Moraes, 348 ——
Ap. 72
04010 — São Paulo, SP
Leila M. Zerlotti Mercadante
Rua Alvares Cabral, 302
17.500 — Marília, SP
Lenildo Freitas Magalena
Rua das Pitangueiras, 405
09000 — Santo André, SP
Lourdes Mesquita Siqueira
H-20-A, 105
12.200 — São José dos Campos, SP
Madalena de Cassiacini de Almeida
Rua Adolfo Bastos, 1.173
09000 — Santo André, SP
Maria Angélica
Angelica Rodrigues Quemel
Rua Estado de Israel, 181 — Ap. 41
Vila Clementino
04022 — São Paulo, SP
Maria Antonia Ribas Pinke Belfort
de Mattos
Rua Bartira, 429 — Perdizes
01000 — São Paulo, SP
Maria Cecília Ferreira de Figueiredo
Rua Iguatemi, 462 — Ap. 12
01000 — São Paulo, SP

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�Maria Thereza Botelho Padim
Instituto de Pesca
Av. Francisco Matarazzo, 455
05001 — São Paulo, SP
Marília A. Barros
Rua Visconde de Ouro Preto, 180 —
Ap. 81
01000 — São Paulo, SP

Maria Cristina Machado Bignardi
Rua Sabaré, 213 — Ap. 31
01000 — São Paulo, SP
Maria de Lourdes Figueiredo
Praça Franklin Roosevelt, 96 —
Praça.
Ap. 24
01303 — São Paulo, SP
Maria de Lourdes Leite
Rua das Pitangueiras, 405
09000 — Santo André, SP

Marina Campos Cunha
Faculdade de Filosofia Ciências e
Letras do Sagrado Coração de

Maria do Carmo Berthe Rosa
Rua Bento de Andrade, 238
04503 — São Paulo, SP

01000 — São Paulo, SP

Maria do Socorro Fontenele
Praça Gal. Craveiro Lopes, 41 —
Ap. 614
01319 — São Paulo, SP
Maria Eunice de Andrade Corrêa
Av. Santo Amaro, 811 — Ap. 44
01000 — São Paulo, SP
Maria Helena Haberbeck Brandão
Rua Augusta, 746 — Ap. 402
01000 — São Paulo, SP
Maria José de Freitas
Av. Al. Barros, 232 — Ap. 42
01232 — São Paulo, SP

Marina dos Santos Almeida
Rua Afonso Celso, 147 — Ap. 81
04119 — São Paulo, SP
May Brooking Negrão
Rua Dr. Melo Alves, 247 — Ap. 34
01417 — São Paulo, SP
Mercedes de Jesus Thomé Forti
Rua Culto à Ciência, 144
13.100 — Campinas, SP
Mirian Salvadore Nascimento
Rua Pátria, 95
09700 - São Bernardo do Campo, SP

Maria Lia Fasano Soares
Rua Professor Guilherme Milward,
401
05506 — São Páulo,
Paulo, SP
Maria Luiza Alexandre Peão
Rua Martiniano de Carvalho, 934 —
Ap. 102
01321 — São Paulo, SP
Maria Luiza Ferreira de Souza Lima
Rua 3 de Maio, 1.389 — Ap. 152
01000 — São Paulo, SP
Maria Luiza
Luíza Monteiro da Cunha
Rua João Moura, 187 — Ap. 72
05412 — São Paulo, SP
Maria Matilde Dias Machado
Rua Alves Guimarães. 1163 — Ap. 3
05410 — São Paulo, SP
Maria Moraes e Silva
Rua Afonso de Freitas. 775 — Ap. 11
04006 — São Paulo, SP
Maria Pompéia Sampaio de Mello
Al. Ministro Rocha Azevedo, 896 —
Ap. 41
01410 — São Paulo, SP

Nancy Bueno
Rua Carajé, 65 — Pinheiro
01000 — São Paulo, SP
Nélcia Fernanda Balloni Gomes
Rua Prof. Atílio Inocente, 1.073 —
Ap. 30
04538 — São Paulo, SP
Neusa Dias de Macedo
Rua Peixoto Gomide, 1.914 — Ap. 15
01409 — São Paulo, SP
Neusa Keiko Imano Kirihata
Rua São Joaquim, 439 — Ap. 22
01000 — São Paulo, SP
Nilo Ferreira da Mata
Rua Belém. 154 — Ap. 8 — Térreo
— Belém
03057 — São Paulo, SP
Odila Rimoli
Rua José de Almeida, 1.348 —
■
V. Gustavo
01000 — São Paulo, SP
Oscar Oswaldo Campiglia
Rua Dep. Lacerda Franco, 596
05418 — São Paulo, SP

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�Pedro Luiz Martinelli
Av. Angélica, 842 — Ap. 44
01228 — São Paulo, SP

Yolanda Dias
Rua Major Sertório, 745
01222 — São Paulo — SP

Philomena Boccatelli
Rua Alagoas, 269 — Ap. 2
01000 — São Paulo, SP
Regina Helena Población Aguiar
Rua Loefgren, 2.473
04040 — São Paulo, SP

Zenóbia da Silva de Moraes Bastos
Rua Alfredo Ellis, 183 — Ap. 34
01322 — São Paulo, SP

Rosmarie Lüthold Appy
Rua Galeno de Almeida 569 - Casa 12
05410 — São Paulo, SP

Edvaldo de Assis
Rua Capela, 41
49.100 — Aracaju, SE

Ruth Tafmer
Rua José Pinheiro, 1195 — Ap. 51
03716 — São Paulo, SP

Tereza Teles Chou
Rua das Laranjeiras, 481
49.100 — Aracaju, SE

SERGIPE

Serviço Social da Indústria
Rep. Maria Alice de Toledo Leite
Rua Asdrubal do Nascimento, 396/410
01316 — São Paulo, SP
Sílvia Helena Sallum
Rua Guarada, 250 - Jardim Paulista
01000 — São Paulo, SP
Sônia Maria Verlatore
Rua Barão de Tefé, 88
05003 — São Paulo, SP

EXTERIOR
COSTA RICA
Maria Dolores Maluganni
Instituto Interamericano de Ciências
Agrícolas
Turialba, Costa Rica
ESTADOS UNIDOS

Teresinha de Noronha Bacchiega
Senatore
Av. Andrade Neves, 1.579
13.100 — Campinas, SP

William V. Jackson
Vanderbilt University
Nashville — TN 37235 —
30000 Hillsbord — USA

Terezinha Maria Bertuck Bambini
Faculdade de Direito
Universidade de São Paulo
01000 — São Paulo, SP

HOLANDA
Jan Sibeijn
Keizersgracht, 471 — Amsterdam —
Holanda
Caixa Postal, 18.026 — Méier
20.000 — Rio de Janeiro, GB

Vanda Garcia de Freitas
Rua Exp. Clóvis Rosa, 44
17.100 — Bauru, SP

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                </elementTextContainer>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                    <text>PREÂMBULO

A realização do 7?
7*? Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
e Documentação deve-se a um grupo de instituições tanto locais da
esfera estadual e federal, como das entidades orientadoras da política documentária a nível nacional, o IBBD — Instituto Brasileiro
de Bibliografia e Documentação, hoje IBICT, e o Instituto Nacional
do Livro.
A programação englobando as áreas do conhecimento pareceu á
à Comissão Organizadora, reunir melhor os interesses comuns
dos bibliotecários já grupados em Comissões profissionais especializadas, e permitir um maior entrosamento para o objetivo de trabalho em redes e sistemas de informação, enfatizando a coesão indispensável ao maior aceleramento
acéleramento da recuperação da informação.
Enfoque especial foi dado aos dois painéis, de Bibliotecas
Publicas e do Sistema Nacional de Informações Científicas e Tecnológicas, em que se procurou dar uma visão da atuação dos órgãos
administrativamente ligados aos assuntos e a situação existente,
para avaliação das possibilidades de planejamento conjunto da
política de documentação. No primeiro procurou-se chegar a um
denominador comum dos problemas e necessidades, com a participação dos diretores de Bibliotecas Públicas aliada a depoimentos
de usuários. O segundo painel, o tema central do Congresso, reuniu
representantes dos diversos Ministérios envolvidos em sistemas de
informação e recuperação da informação, em face a uma previsão
a nível nacional e internacional.
O seminário de Planejamento de Bibliotecas e Centros de
documentação reuniu especialistas estrangeiros, que, ligados à vivência de organismos brasileiros, pudessem contribuir para situações semelhantes às implantadas em outros países.
Conferências de responsáveis pelos órgãos-chave da Amazônia, situaram as unidades documentárias no contexto geral da
região.
A publicação dos Anais, agora concretizada, por acordo entre 0
o ex-IBBD e a Associação Paraense de Bibliotecários, representada pela Comissão Organizadora, veio dar pela primeira vez a divulgação dos trabalhos apresentados em Congressos Brasileiros de
Biblioteconomia e Documentação, proporcionando o conhecimento
mais amplo das atividades biblioteconômicas desenvolvidas naqueles dias calorosos de Belém, não só pela sua localização como pela
pelo,
tradicional hospitalidade do povo paraense, em que uma exibição
do Carimbó foi representativa.

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�Pena que o prematuro
■prematuro desaparecimento de dois bibliotecários, que muito deram de si em entusiasmo e trabalho para a realização do Congresso, Ruth Conduru Chálada,
Chalada, Secretária-Gerál e
Abner L. C. Vicentini, Relator-Geral, não pudessem com os demais
da Comissão Organizadora participar ainda, do lançamento dos
Anais. A perda foi nossa e de toda a classe brasileira pelo que deram e muito que tinham que dar.
CLARA MARIA GALVÃO
CRB2I3
CRB2/3
Presidente da Comissão Organizadora
Chefe do Centro de Documentação e Biblioteca
Museu P. E. Goeldi — INPA-CNPq

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�DISCURSO

DE

ABERTURA

Autoridades presentes e representadas.
representadas, Colegas bibliotecários e
documentalistas.
Senhores e Senhoras
Ao instalarmos o ?&lt;’
7? CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO apresentamos a Presidente
de Honra de nosso encontro, a Prof. Laura Garcia Moreno Russo,
que em nosso campo de atividades tem sido das figuras mais destacadas . Presidente da FEBAB, desde sua criação, e a quem se deve
muito pela regulamentação da carreira. Primeira Presidente do
Conselho Federal de Biblioteconomia, por sua iniciativa e ativismo.
A Lydia Sambaquy passamos o comando de nossas atividades, como Presidente do 7^
7? Congresso. Pioneira dos trabalhos
cooperativos, que fomentou e organizou quando na direção de bibliotecas brasileiras. Formou uma escola, que até hoje reflete sua
atuação e orientação. Por mais de 10 anos à frente do Instituto
Brasileiro de Bibliografia e Documentação — IBBD, deu impulso
básico para o funcionamento atual de sistemas e redes de Bibliotecas no Brasil.
A Comissão Organizadora-Executiva do 7? Congresso de
Biblioteconomia e Documentação agradece a cooperação prestada
pelas instituições sediadas em Belém, que contribuiram para a sua
realização:
Ao Governo do Estado e sua assessoria pela colaboração
prestada,
à Faculdade de Ciências Agrárias do Pará, que colocou à
nossa disposição sua casa, onde serão realizadas as sessões técnicas,
à Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia, que
nos deu toda ajuda na divulgação do 7^
7? Congresso,
ao Banco da Amazônia, que nos cedeu suas instalações
para ultimarmos nossos trabalhos,
ao Museu Paraense Emílio
Emilio Goéldi, onde funcionou a Secretaria durante a fase preparatória, auxiliando-nos a resolver os
pequenos, mas não menos importantes problemas',
problemas;
à Universidade Federal do Pará e a tantas outras instituições que contribuiram de uma maneira ou de outra para a efetivação deste encontro.

iâ
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�Em âmbito nacional contamos com o apoio do Ministério
da Educação e Cultura, através do patrocínio do Instituto Nacional
do Livro, e participação do Conselho Nacional de Pesquisas, por seu
órgão especializado Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação.
O Tema Central, Bibliotecas e Centros de Documentação
em fimção
função do Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica, derivado de nossa reunião em Belo Horizonte em 1971, representa a abertura para o processo de participação escalonada das
Bibliotecas desde as escolares aos centros de documentação científica.
Damos as boas-vindas aos colegas de outros estados, e que
nesse Encontro venha se efetivar uma diretiva de ação mais apurada e objetiva em nosso trabalho de estivadores da Informação.

Belém, 29 de Julho de 1973

CLARA MARIA GALVÃO
CRB2I3
Presidente da Comissão Organizadora-Executiva
Chefe do Centro de Documentação
Docvunentação e Biblioteca
Museu P. E. Goeldi — INPA-CNPq

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�MENSAGEM DO SR. MINISTRO DA EDUCAÇAO
EDUCAÇÃO
E CULTURA

Senhores participantes do VII Congresso Brasileiro de BihlitecoSerihores
Bibliteconomia.
Desejo externar o quanto lamento por não estar presente à abertura do VII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e o meu pesar é duplo: deve-se ele, primeiro, por não poder saudá-hs,
plo;
saudá-los, pessoalmente, dando-lhes as boas-vindas nesta chegada a Belém do Pará; segundo, por estar
impedido de acompanhar os trabalhos deste Congresso, a cujos resultados,
desde já, confiro a máxima importância.
Sei, no entanto, que o MEC estará representado por duas bibliotecárias cuja colaboração, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
e no Instituto Nacional do Livro, respectivamente, muito prezo e pela
qual sou grato: refiro-me, naturalmente, a Jannice de MeUo Monte-Mór
e a Maria Alice Barroso.
Na tocante homenagem a mim prestada pela Associação Paulista de Bibliotecários, tive ocasião de esclarecer o quanto devo de minha
formação militar e homem público ao fato de ter freqüentado,
frequentado, desde a
infância, uma Biblioteca Pública Municipal, para ser mais exato, a de Cametá, município paraense. Nela tive acesso aos primeiros textos literários
e didáticos, sobretudo ali pude adquirir o hábito de leitura, que se transformou não apenas num hábito, porém numa disciplina, em minha vida.
Como menino pobre que era, somente na Biblioteca Pública podia eu
complementar e aumentar os conhecimentos adquiridos no colégio e como
tal passei a compreender os serviços que uma biblioteca presta à comunidade: como uma extensão imprescindível à missão da Escola.
nidade;
Desta forma, não poderia, hoje, como Ministro da Educação e
Cultura do meu País, deixar de atribuir à Biblioteca o importante papel
que eh
ela deve desempenhar, não apenas no ensino universitário, mas também no desenvolvimento das pequenas comunidades do interior do Brasil.
Entendendo a Biblioteca como um centro dinâmico que deve estar capacitado a proporcionar a oportunidade de pesquisar, que o estudante brasileiro tanto carece e a Reforma de Ensino preconiza.
Esse trabalho — seja no campus universitário, seja em proporções menores, porém não menos importantes, que se verifica nas Bibliotecas Públicas Municipais — não me parece e nem de fato o é, menor do
que a atividade do professor.

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�Educadores, portanto,
‘portanto, eis como enténdo
entendo e vejo os bibliotecários,
classe à qual entreguei, como não poderia deixar de fazê-lo, a direção da
Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e do Instituto Nacional do Livro.
Não desejaria perder esta oportunidade de me dirigir aos Congressistas, ora reunidos em Belém do Pará, cidade e Estado aos quais estou
tão íntima
íntimo e definitivamente vinculado, para concitá-los à implementação
da Lei 5.692, pois a Reforma do Ensino necessita do esforço, da compreensão e do apoio não só dos professores como dos bibliotecários, a fim de
que consigamos oportunizar a Educação a todos quantos dela necessitam,
como também torná-la permanente, independendo-a de faixa etária ou
condição social.
Creio, firmemente, que não há nada mais forte do que um país
cujo tempo chegou. E acredito, paralelamente, que a História não oferece
duas oportunidades a um mesmo povo. Esta é a nossa. E a hora e a vez
de um país, de um povo, são feitas com o consenso e o bom senso sobretudo daqueles sobre os quais recai a tarefa, ao mesmo tempo, difícil,
árdua e fascinante, de proporcionar
propordonat ao ser humano sua plena realização
na sociedade em que viw.
vive.
A tarefa de proporcionar tal realização cabe, mais do que a quaisquer outros, aos educadores, aos bibliotecários, portanto.
presente Congresso se caTransmito, assim, meus votos de que o preservte
racterize por Resoluções que impulsionem a marcha da Educação, no Brasil,
ao mesmo tempo em que expresso minha confiança no profícuo e patriótico trabalho dos bibliotecários brasileiros.

Jarbas Gonçalves Passarinho
Ministro da Educação e Cultura

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                    <text>APRESENTAÇÃO DO TEMA

Maria Luísa
Luisa Monteiro da Cunha
Divisão de Biblioteca e Documentação
da Universidade de São Paulo
São Paulo, SP
“O acesso
ocesso à cultura e ao conhecimento
está intimamente ligado ao “direito de ler"’,
ler”, que
está implícito no princípio do direito à livre
expressão do pensamento.”’
pensamento.”'

“Para que te conheças, compara-te com outros.” Após transcrever este pensamento de Goethe, Louis Shorcs
Shores ^ diz que nós, bibliotecábibhotecários, não escapamos ao mal que tem afetado a humanidade;
humanidade: a falta de
comparações significativas. Sugere que iniciemos as comparações indi^'idualmente, com outros bibliotecários, e colctivamente,
coletivamente, como bibliotecas,
%'idualmente,
em nossa própria cidade, em nosso estado, região, país, e até intemaciointemadonalmente. Recomenda, outrossim, que os estudos comparativos se processem fugindo à norma de “uma biblioteconomia excessivamente pragmática e despropordonalmente
desproporcionalmente preocupada com técnicas e coisas tangíveis.” Refere-se ao fato de os levantamentos e inquéritos serem em geral
levados a efeito quantitativamente e que os padrões neles estabelecidos
voltam-se sempre para as estatísticas como base para medidas. Acrescenta: “contamos as aquisições correntes e medimos o tamanho de nossas
coleções, ao invés de avaliar qualitativamente as idéias que elas se destinam a disseminar.” Sahenta que a biblioteconomia “necessita de padrões
comparativos sem ênfase excessiva aos aspectos quantitativos.”
À luz desse mesmo conceito, no documento apresentado à conferência anual da IFLA em Copenhague, em 1969, Humphreys®
Humphreys ® informa
não ter utiUzado
utihzado questionários porque estes, quando muito pormenorizados, são um fardo para os bibliotecários. Para o estudo sobre as bibhotecas
bibliotecas
nas novas universidades, preferiu os relatórios individuais, porque “evidenciam as várias fases do desenvolvimento da biblioteca
bibhoteca e não se hmitam
limitam
a uma série de estatísticas baseadas na pré-concepção dos resultados do
inquérito.”
Na elaboração desta pequena e limitadíssima contribuição para
o II Encontro de Diretores de Bibhotecas Centrais Universitárias, não
dispusemos, nem do resultado de análise de questionários, nem de rela-229Digitalizado
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�tórios que nos permitissem chegar à situação ideal recomendada por
Wilkinson, * ou seja, o estabelecimento da relação “entre necessidade e
atendimento,” assim como a uma
luna avaliação das atitudes mentais que sublinham os padrões de serviços comuns em nossas bibliotecas.
Achamos, todavia, que a sugestão do poeta alemão seria oportuna
neste momento em que, tal como nossos colegas em todos os países, nos
submetemos a verdadeira autocrítica no empenho de nos atualizarmos
com objetivo de situar a biblioteca imiversitária
universitária na era eletrônica em
que vivemos, tomando como ponto de partida o abandono ao isolacionismo
para nos integrarmos nas atividades que exigem esforço cooperativo.
Alguns,
Algims, menos otimistas, deixam de lutar e se acomodam à rotina, certos de que biblioteconomia avançada e documentação constituem
privilégio dos países desenvolvidos. Intimida-os a posição de relevo que
a biblioteconomia já conquistou nesses países, mormente nos Estados Unidos. Assim sendo, nem tentam saber como e quando na América do Norte
a biblioteca universitária conseguiu alcançar o status atual. Talvez se animassem lendo o trabalho no qual, ao descrever o desenvolvimento da biblioteca universitária norte-americana, Rothstein ® narra episódios verdadeiramente pitorescos, como o que se segue: “Em 1860, o Reitor da Universidade de Yale respondia ao bibliotecário que ameaçava demitir-se
porque pagava seu único auxiliar com verba extraída do seu próprio salário e também pelo fato de ser ele quem mantinha acesa a estufa, única
fonte de aqueeimento
aquecimento de todo o prédio: “Com relação ao seu pedido de
demissão, penso o seguinte: o cargo de bibliotecário não alcançou posição
procurado por um homem de mente ativa; assim sendo,
que o
0 leve a ser procmado
a Escola não lhe pode conferir maior importância.” O bibliotecário era
Daniel Coit Gilman, que se demitiu e, logo depois, foi o presidente fundador da Johns Hopkins University. A biblioteca da Universidade de Yale,
que em 1850 contava apenas 21.000 volumes, embora tivesse sido fundada
em 1711, hoje figura entre as mais ricas bibliotecas imiversitárias
universitárias do mundo.
O que ocorreu em Yale sucedeu nas demais universidades americanas.
“As duas mudanças fundamentais verificadas nas universidades
americanas foram (1) a disseminação da idéia de que os estudantes deveamerieanas
riam estudar por sua própria iniciativa e (2) a expansão dos programas
para inclusão do ensino científico, técnico e profissional, com prioridade
ao trabalho de pesquisa. Até meados do século XIX, a universidade americana se limitava à formação de professores. A nova imiversidade
universidade deu
lugar ao cientista e elevou a pesquisa à condição de uma profissão.”
Na Europa, “a nova universidade moderna foi a alemã de Humboldt, no século XIX, a qual, depois de ser, no início, a universidade de
pesquisa humanística,
humanístiea, fez-se a universidade de pesquisa de ciências humanas, físicas e natmais. Foi na Alemanha, que ingleses e americanos foram aprender como reformar suas próprias universidades, pela criação da
escola pós-graduada de estudos avançados e de pesquisa.” ®
-230-

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Dígítalízado
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gentílmente

11

12

1i:

�A transformação ocorrida na Universidade teve grande influência no desenvolvimento da biblioteca. Os novos programas implicavam
obrigação à consulta às bibliotecas, à organização de seminários e de estudos em grupo. Pouco a pouco, o professor passou a ser um orientador
que incentiva o trabalho individual, promove os “estudos de casos” e faz
com que o estudante se aperfeiçoe na investigação bibliográfica segundo
segimdo
seu campo de interesse.
Diz acertadamente Normam Roberts ^ que “ao adaptarem seus
serviços às novas circimstâncias,
circunstâncias, os bibliotecários aceitaram a necessidade
de novos padrões profissionais e criterioso julgamento de técnicas e atitudes. É óbvio — acrescenta — que os bibliotecários de 1970 se assemelham
f)Ouco aos da década de 50 ou mesmo de 60, em termos de serviços e quaf)ouco
idade da administração.”
O interesse crescente de entidades e indivíduos em relação à biblioteca imiversitária
universitária e os serviços que ela presta não só ao ensino superior
e à investigação científica, como também à coletividade em geral, se evidenciam nos estudos pormenorizados amplamente divulgados em livros,
hvros,
nas revistas profissionais, nas publicações editadas pelas universidades ou
por instituições internacionais como a OEA, a UNESCO, a FID, a IFLA
e outras.
Todavia, a observação “in loco” sempre foi o meio mais adequado
para a apreciação de serviços e organizações de qualquer natareza.
natureza. Eis
porque, em 1961, logo após a Conferência Internacional de Catalogação,
nos empenhamos em visitar bibhotecas universitárias e nacionais em
Londres, Haia, Amsterdã, Paris, Colônia, Francfort, Munique, Berna e
Zurique. Como características comuns a todas essas bibliotecas, observamos as que se seguem;
seguem:
a) todas as bibliotecas visitadas possuem laboratórios de reprodução fotográfica
fotográifica para a produção de microfilmes,
diapositivos, cópias xerográficas etc. ;
b) todas possuem, igualmente, serviços de referência bibliográfica bem organizados, com livre acesso às estantes,
neste setor;
c) todas editam publicações de caráter bibliográfico e informativo segundo o escopo da instituição a que pertencem. Por exemplo, a Biblioteca do Museu Alemão, em
Munique, tem até mesmo uma oficina tipográfica e é responsável pela impressão e edição dos trabalhos dos cientistas e pesquisadores daquela instituição altamente científica;
d) muitas bibliotecas centrais universitárias são igualmente
as bibliotecas do Estado ou da Municipalidade em que
se situam. Exs.: A Biblioteca da Universidade e do Estado de Francfort, e a da Universidade e da Municipalidade de Berna;
e) os processos técnicos de aquisição, catalogação, classificação de livros e assinaturas de periódicos são levados
a efeito na Biblioteca Central;
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gentilmente

�f) com exceção das bibliotecas centrais das Universidades
de Amsterdã e de Zurique, todas as bibliotecas visitadas
dispõem de ótimas instalações com equipamento moderno e fimcional.
funcional. Cumpre notar que a biblioteca da Universidade de Amsterdã iniciou a construção de novo edifício em 1960, e a do Estado de Munique, já deve ter
reconstruído o prédio que então ocupava, modernizando
seus vários departamentos, como ocorreu com o amplo
e bem equipado Departamento de Línguas
Ldnguas Orientais;
g) há grande interesse na organização e ampliação de Catálogos Coletivos, considerados elementos imprescindíveis
à pesquisa técnica e científica.
Dada a exigüidade de tempo, nossa apreciação foi baseada em
cm
rápida observação, suplementada pelas informações prestadas pelos atenciosos diretores de bibliotecas que gentibnente
gentilmente nos atenderam.
O progresso que a tecnologia moderna permitiu se efetuasse em
todos os campos do saber, influiu na organização dos serviços bibliotecários, como evidencia a ampla literatura sobre o assimto.
assunto. Na Europa, a
FID e a IFLA, mormente em suas reuniões anuais, divulgam o resultado
de suas Comissões, entre as quais é de nosso especial interesse a Subcomissão de Bibliotecas Universitárias da IFLA.
No documento a que nos aludimos, Humphreys ®* se refere às
características comuns evidenciadas no confronto dos relatórios recebidos;
(1) em geral, a Biblioteca Central é o centro metodológico e administrativo para a rede de bibliotecas da Universidade. Centraliza a aquisição, os processos técnicos e a organização dos acervos da Universidade;
contudo, em algumas universidades o Diretor da Biblioteca Central não
administra todas as verbas, ocorrendo, não raro, caber à Central verba
menor que a destinada às bibliotecas departamentais; (2) a indicação
do Diretor da Biblioteca é feita, no mínimo um ano antes do início de
funcionamento da Universidade (grifo nosso); (3) há empenho em se
construir a coleção da biblioteca antes da chegada dos primeiros estudantes (grifo nosso); (4) são generosas as verbas destinadas às bibliotecas no início de sua organização; (5) há pouca evidência de cooperação entre as universidades mais novas sob qualquer aspecto de desenvolvimento bibliotecário; (6) quase todas as bibliotecas nas universidades novas se desenvolveram de maneira convencional; provavelmente consideram ser ainda prematuro o emprego de métodos mecanizados e da
automação; apesar disso, algumas bibliotecas imiversitárias
universitárias alemãs alcançaram êxito no uso de computadores; (7) na URSS a Biblioteca Central
é predominantemente biblioteca científica.
Ê citado o exemplo da Universidade da Califórnia onde, por sugestão de Mr. Melvin Voigt, antes de ser encetado o programa acadêmico
de três novos Campi, foi organizada uma coleção padrão de 75.000 volumes que, jimtamente
juntamente com mn catálogo completo em cada campus, já
estava preparada para o uso ao tempo da chegada dos primeiros estu-232Digitalizado
gentílmente por:
por;

�dantes. A seleção das obras se processou
proeessou sob a orientação de especialistas
de nível universitário
imiversitário de todo o país. Em 1967 a ALA publicou o catálogo sob o título: Books for college libraries:
líbraries: a selected list, tendo como
editores Voigt e Treyz.
Em estudos acerca das bibliotecas universitárias, Humphreys,®
verificar que mesmo nos países desenHolley e Roberts levam-nos a verifiear
volvidos, há problemas comuns às bibliotecas
bibhotecas em todos os continentes,
como: eseassez
eomo:
escassez de verbas, o que limita as possibilidades de expansões
ou de inovações; dúvida quando à efieiêneia
eficiência de uma eentralização
centralização total
quando o aeervo
acervo ehega
chega a tais proporções que a sua fragmentação em
unidades menores talvez seja mais indieada;
indicada; insatisfação de muitos bibliotecários em exercício
exereíeio em bibliotecas
biblioteeas pelo fato de não serem devidamente aproveitados seus conhecimentos
conheeimentos profissionais e dotes culturais;
eulturais;
falta de eooperação
cooperação com toda a amplitude requerida; necessidade de
melhor treinamento do biblioteeário
bibliotecário no que concerne ao planejamento
de serviços; maior flexibilidade com relação à aceitação de novas técnicas; necessidade de serem as bibliotecas
biblioteeas universitárias
imiversitárias reconhecidas como
entidades autônomas, cabendo ao bibliotecário diretor da Biblioteca Central o mesmo status dos diretores de faeuldades
faculdades ou escolas; necessidade
de estabelecimento de uma carreira com vários níveis de acesso; importância do assessoramento de especialistas em áreas especializadas, ou
mesmo da contratação de programadores e analistas de programas.
Entre os fatos mais importantes deseritos
descritos por Humphreys
em
artigo sobre os desenvolvimentos reeentes
recentes ocorridos nas bibliotecas universitárias inglesas, merecem
mereeem menção: (1) a organização racional das
diversas atividades bibliotecárias,
biblioteeárias, de modo que o trabalho é distribuído
de uma seeção
secção a outra sem solução de continuidade; (2) o elevado padrão, não só no que concerne aos Processos
Proeessos Técnicos, como também em
relação aos planos intemaeionais
internacionais de cooperação e integração biblioteeábibliotecárias; assim, ná
há grande interesse na aplieação
aplicação do projeto MARC e muitas
bibliotecas usam o sistema MEDLARS americano,
biblioteeas
amerieano, mediante ligação com
a estação MEDLARS, na Suéeia,
Suécia, que serve a todos os países da Europa;
(3) intenso movimento visando ao abandono dos sistemas privados de
classificação; (4) adoção do AACC e (5) identificação dos títulos das
elassifieação;
publicações com o emprego do ISBN; (6) contratação
eontratação de analistas e programadores, visando ao uso do eomputador;
computador; e de espeeialistas
especialistas em vários
v^os
campos, para auxílio na organização de coleções especializadas
espeeializadas e orientação dos leitores; (7) a subvenção anual média concedida às bibliotecas
é de 4% do orçamento anual de toda a Universidade, sendo que as construções novas são tratadas separadamente e não se ineluem
incluem no orçamento
anual da entidade superior; (8) a indústria, os órgãos governamentais e
as instituições de pesquisa forçam as universidades a tomarem seus serviços mais acessíveis;
aeessíveis; conseqüentemente, as bibliotecas
biblioteeas universitárias
atendem também elientela
clientela oriunda de instituições não imiversitárias,
universitárias, como
firmas e outras.
-233Digitalizado
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�ESTADOS UNIDOS
Num país, como
cx&gt;mo nos Estados Unidos, onde há organização bibliográfica perfeita em todos os níveis, as questões atinentes ao ensino, em
todos os graus, têm prioridade nos programas de ação do Governo; a pesquisa científica tem ampla possibilidade de progredir, não só na esfera
governamental como no âmbito da atividade particular; a tecnologia encontra campo propício para sua implantação e aprimoramento, as bibliobibbotecas universitárias pucleram
puderam facilmente acompanhar a evolução da Bibboteconomia e da Documentação, integrando redes nacionais e internacionais de sistemas de informação.
Empreendimentos de relevo, alguns com raízes no século XIX,
como: (1) a obra pioneira de Jewett quanto à catalogação
eatalogação cooperativa;
(2) a criação da ALA, cujas atividades direta ou indiretamente têm
influído na organização bibliográfica internacional; (3) os sistemas de
classificação de Melvil Dewey e da Bibboteca do Congresso, pontos de
partida para a eliminação
ebminação do caos bibliográfico que impedia a organização
adequada das bibbotecas;
biblioteeas; (4) a Bibboteca do Congresso — Meca de todos
os bibliotecários, sem distinção de credos pobticos ou rebgiosos
religiosos ou barreiras étnicas e culturais — cuja atuação tem influenciado as diretrizes da
Bibboteconomia mxmdial
mundial mediante projetos de relevo como: “Shared
Cataloguing”, catálogos coletivos, catalogação na fonte, o projeto MARC
e outros menos divulgados mas igualmente importantes; (5) Universidades como a Columbia University, a de Chicago — para não estender a
lista de citações — onde milhares de estudantes bolsistas estrangeiros têm
adquirido ou aperfeiçoado conhecimentos bibboteconômicos de alto nível,
constituíram abcerce sóbdo para a organização das bibbotecas universitárias em alto padrão.
Sucede, entretanto, que as bibbotecas universitárias estadunidenses chegaram a tal ponto de crescimento e expansão, que, agora, a exemplo do que não raro sucede com empresas de vulto e até mesmo com certas civilizações,
correm o risco de entrarem em crise, podendo mesmo
decair, se medidas adequadas não forem tomadas em tempo oportimo.
Em seu estudo sobre a organização e administração de bibbouniversitárias urbanas, Holley
tecas xmiversitárias
faz referência ao “crescimento fenomenal” das bibbotecas universitárias norte-americanas. De fato, o total
de volumes que em 1961/62 era de 201.423.000, passou a 350.000.000 em
1970/71. Concomitantemente, o aumento do pessoal foi de 21.100 para
48.000. Obviamente, o custo operacional teve aumento, passando de
$183.700.000 para $600.000.000.
.•
Sendo o grande crescimento das coleções uma característica constante das universidades estadunidenses, a “atenção se voltava mais para
os problemas financeiros, o processamento das obras e a admissão de pessoal, do que para novas formas de administração e organização.” Daí o
aparecimento de problemas cuja solução requer, conforme as circunstâncias, o auxílio
auxíbo de firmas especiabzadas em administração.
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i:

�Bolton/® vice-presidente da Divisão de Administração InstituBolton,^®
cional de Booz, Allen
AUen e Hamilton Inc., prevê, para o ensino superior na
década de 70, “dias de instabilidade econômica e relativa redução orçamentária;” prediz “novas modalidades de organização e administração,
assim como novas funções para as bibliotecas e para os bibliotecários.”
Urge, afirma, “que o bibliotecário analise como se situará no processo de
modificação e pense como deseja surgir após o torvelinho que sacudirá
as instituições cultmais.”
cultvuais.”
Talvez para evitar crises decorrentes de problemas administrativos, várias universidades norte-americanas vêm se empenhando em estudos visando a luna
uma reformulação quase total de sua estrutura, conforme
o caso. Duas grandes bibliotecas universitárias, a de Los Angeles, na Califórnia, e a de Colúmbia, em Nova Iorque, já podem apresentar o resultado desse trabalho. O estudo relativo à biblioteca da Universidade de
Colúmbia, foi realizado pela BAH.
Entre os problemas estudados, têm relevo: (1) a hierarquização
administrativa; (2) a clássica subdivisão dos serviços em duas áreas distintas: processos técnicos e serviços para o púbbco;
público; (3) a participação
efetiva do pessoal da biblioteca nas atividades técnicas e administrativas.
Obviamente, o velho tema da centralização os descentralização foi novamente debatido, chegando alguns a indagar: “por que não encararmos
inente
melhor a descentralização coordenada de Harvard, onde cada escola ou
faculdade tem sua própria biblioteca? Por que o princípio de descentralização não é aplicado às grandes bibliotecas imiversitárias, fragmenimidades menores, mais facilmente administradas? Apesar
tando-as em unidades
dessas indagações e dúvidas, as bibliotecas universitárias nos Estados
Unidos continuam e provavelmente continuarão a manter a centralização
dos serviços e acervos bibliotecários.”
bibliotecários.”^’
Nossos colegas neste II Encontro de Diretores de Bibliotecas
Centrais Universitárias devem estranhar termos nos alongado tanto em
relação às bibliotecas de outros países, ao invés de nos referirmos logo
aos nossos próprios problemas. Prende-se nossa atitude a dois fatores:
(1) achamos, como foi exposto inicialmente, que poderemos analisar melhor nossa situação se nos compararmos com outros; (2) o diagnóstico
completo de nossas bibliotecas imiversitárias,
universitárias, fundamentado na anáhse
dos questionários para este fim elaborados, cabe ao Grupo de Implantação da Comissão Nacional de Bibliotecas Universitárias.
Assim, nossa contribuição é mais no sentido de levantamento de
problemas, pondo em relevo situações que são análogas em outros países.
Íiroblemas,
países,
Moveu-nos,
doveu-nos, outrossim, o desejo de salientar
sahentar que no campo das bibliotecas universitárias, algumas universidades brasileiras já encontraram soluções que permitem se ombreiem com as dos países mais desenvolvidos.
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12

i:

�SITUAÇÃO NO BRASIL
Embora a experiência brasileira do ensino superior “já se estenda
por 160 anos, apresentando a passagem de uma cultura literária para uma
científica, o que representa a grande mutação operada no ensino superior nos tempos modernos, a universidade só veio a existir formalmente
desde 1920, portanto, há 53 anos. Apesar das universidades do Distrito
Federal e de São Paulo terem lançado em 1934 e 35 as bases de uma imiuniversidade com maior integração, nem mesmo a criação da Faculdade de
Filosofia, em 1934, impediu que as escolas perdurassem como instituições
autônomas, dentro da federação universitária.”
Ocorre que “a própria Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, que deveria ser, na mente dos fimdadores
fundadores da nova instituição, a
pedra de toque de uma reformulação dos laços entre as escolas postas
sob administração comum, acabou também por buscar os seus próprios
alvos sem realizar nunca o papel integrado que lhe fora conferido. Mas
não foi só: à medida que passava o tempo, outras escolas e institutos se
iam estabelecendo sem que uma idéia ordenadora comum os ligasse, sem
que um plano as articulasse.
Disso se depreende que “um sistema de
ensino com 160 anos de existência e que, nos últimos 30 anos se viu ampliado em proporções incríveis, não pode ex-abrupto ser modificado para
um modelo ideal que se plasmou mentalmente.”*®
mentalmente.”
As bibliotecas universitárias não podiam deixar de refletir a situação das nossas imiversidades
universidades e sua organização inicial o revela. No
que concerne às nossas bibliotecas, podemos repetir as palavras do Prof.
Mario G. Ferri com relação à reforma imiversitária na USP: “Uma coisa
é criar uma nova Universidade, outra é propor a reorganização de uma
instituição já existente, com seus costumes, suas virtudes e seus defeitos...
não se pode, pura e simplesmente fazer tabula rasa dos costumes e tradições que, se existem, é porque representam, de algum modo, uma realidade.”
dade.”*'
Transferindo este conceito para o campo da biblioteca universitária brasileira, comprovamos a veracidade da exposição do Prof. Ferri
com o exemplo da Biblioteca Central da Universidade de Brasília, em
contraste com a situação da USP, onde só depois de 26 anos de existência da Biblioteca Central, começa a ser sentida a necessidade de maior
integração, iniciada com a fusão das bibliotecas que hoje constituem a
do Conjunto das Químicas, e a oficialização do Grupo de Integração do
Sistema de Bibliotecas
Bibhotecas da USP. ** Outrossim, é evidente entre os Bibliotecários Chefes das diversas unidades universitárias, o desejo de centralização dos Processos Técnicos, das Permutas e da organização da Biblioteca Depositária.
1954 e 1973
O ano de 1954 assinalou um marco na história das nossas bibliotecas com a realização, no Recife, do 1?
19 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia.
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�Para esse memorável certame, elaboramos documento sobre as
bibliotecas universitárias em nosso País
(V. anexo 1, com a comparação da situação em 1954 e atualmente).
O problema mais sério, na época, era a dificuldade de aceitação
de luna
uma Biblioteca Central. Habituadas a uma plena autonomia, as várias
Unidades Universitárias receavam que luna
uma biblioteca central surgisse
com o plano de centralização total dos acervos.
Talvez por esse motivo, nas Universidades da Bahia e do Rio
Grande do Sul serviços de finalidade idêntica à da Biblioteca Central da
USP foram instalados com o nome de Serviço Central de Informação Bibliográfica (SCIB) e no Recife e em Minas Gerais, o nome escolhido
para o mesmo fim foi o de Serviço Central de Bibhotecas.
O próprio Catálogo Coletivo, cuja organização propusemos em
nosso trabalho,
sugerindo fossem “as Bibhotecas Centrais ou Serviços
equivalentes existentes nas Universidades brasileiras sede do Catálogo
Coletivo do estado a que pertencessem,” causou tal impacto em São Paulo
com a pubhcação da Resolução Governamental que regulou seu funcionamento,
que chegamos a receber telefonema de um Conselheiro amigo, alertando-nos para o fato de que “se continuássemos com semelhantes idéias de centralização, muitos professores influentes acabariam não
só com a Biblioteca Central, como também conosco. ” Felizmente, pu.só
demos esclarecer nosso objetivo e o Catálogo Coletivo não só se manteve, como continua em desenvolvimento e atuahzação, hoje representando 60% do Catálogo Coletivo Nacional. .
Apesar das dificuldades oriundas
oriimdas da própria estrutura das Universidades brasileiras, os bibliotecários universitários nunca esmoreceram
em seus esforços e o progresso que as nossas bibhotecas apresentam hoje
em dia é prova inconteste do zelo com que seus dirigentes cumpriram a
alta missão de organizar os acervos de modo a tomá-los verdadeiros veículos de informação e cultura.
O confronto entre a situação das bibhotecas universitárias nos
países desenvolvidos e no Brasil, evidencia que, qualitativamente, não
estamos aquém dos nossos colegas do exterior no que se refere à capacidade profissional.
O Seminário Interamericano sobre Bibhotecas Universitárias
promovido pelo CHEAR em 1961 discutiu, entre outros problemas, os fatores que impedem o progresso no desenvolvimento das bibhotecas universitárias na América Latina. Entre eles, os que ainda nos afetam são:
(1) a ausência de serviços bibhotecários
bibliotecários centralizados ou coordenados;
(2) exigüidade de material técnico; (3) dificuldade de obtenção de informação bibliográfica sobre hvros e periódicos correntes relativos à América Latina; (4) distribuição inadequada de trabalhos de base, estudos e
sumários de discussões dos seminários e conferências de Biblioteconomia
(em particular, o Seminário sobre Aquisição de Material de Bibliotecas
Bibhotecas
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�da América Latina). Entre as necessidades que o Seminário registrou,
duas, pelo menos, ainda são evidentes entre nós: a falta de comunicação
comimicação
entre Bibliotecários, Corpo Docente Administrativo da Universidade, e o
estudo, em profimdidade,
profundidade, da situação das nossas bibliotecas universitárias.
imiversitárias.
A Reforma Universitária propiciou oportimidade
oportunidade para a solução
de vários problemas apontados não só no Seminário promovido pelo
CHEAR, como também no que se realizou sob os auspícios da UNESCO
em Mendoza, de 24 de setembro a 5 de outubro de 1962.
1962.^'^
Consideramos oportima
oportuna a comparação entre o sugerido neste último, o que já foi solucionado entre nós e o que ainda necessitamos alcançar:
1■
1.

2.

3.

“Que se reconozca a la biblioteca como parte de estructura total de la universidad y como elemento fundamental de la docência
docenda y de la investigación.’’
investigación.”
Alcançado em parte, eis que ainda vigorando a autonomia das faculdades dentro da Universidade, o interesse
e apoio dispensados à biblioteca continuam a depender
do prestígio do Bibliotecário Chefe jimto
jxmto à direção da
Faculdade e ao Corpo Docente.
“Que cada Universidad estabelezca una biblioteca cen"Que
tral o organismo centralizador equivalente encargado
de: a) planeamiento y administración; b) control de Ias
actividades de Ias restantes bibliotecas; c) la centralicentrálización de los procesos técnicos; d) el mantenimiento
y la utilización dei fondo bibliográfico y documental,
y e) Ia
la extensión
extension bibliotecária.”
bibliotecária."
Nas universidades federais, o reconhecimento da Biblioteca Central como órgão suplementar possibilitou
fosse alcançado esse objetivo. Resta-nos esperar que as
demais universidades brasileiras sigam este exemplo.
“Que cada biblioteca universitária tenga su propio reglamento en el que se fijen los derechos y déberes
deberes de los
bibliotecários, así como tambien Ia
la índole de sus relaciones con los
Ias autoridades universitários. Dicho reglamento deberá establecer la estructura interna de la biblioteca y sus funciones administrativas, técnicas y de
servido.”
servido."
Alcançado “in totum."
totum.”

4.

“Que el director de la biblioteca forme parte dei organismo de gobiemo de la universidad o de la faculdad.”
Parece-nos ainda em estágio utópico, embora devamos
nos empsnhar
empenhar para a sua obtenção a curto prazo.
5. "Que
“Que la direcdón de la biblioteca cuente con una comisíón consultiva asesora, a la cunl
cual el director pueda
someter aquellos asuntos cuya consulta juzgue oportunas,
oportunai.
La coordinaxnón
coordinadón de los tareas de este organismo corresponderá al director de la biblioteca."
biblioteca.”
-238-

Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

3J

11

12

13

�Solucionado em algumas imiversidades
universidades brasileiras mediante a criação do Conselho Bibliotecário (exs. Minas
Gerais e Recife). Na USP, o Grupo de Integração do
Sistema de Bibliotecas da USP funciona com finalidade
semelhante.
6.

“Que la
"Que
Ia biblioteca reciba por lo menos un 5% dei total
presupuesto universitário destinado a fines educativos.”
edveativos.”
Como decorrência da total autonomia das Unidades Universitárias, a distribuição de verbas para bibliotecas não
é uniforme, ocorrendo serem algumas beneficiadas com
mais de 5% do orçamento total da Faculdade ou Instituto a que pertencem, ao passo que outras dispõem
dispwem de
verbas que não chegam a alcançar 1%. Um dos questionários distribuídos pela Biblioteca Central da USP
para levantamento atualizado da situação das bibliotecas da Universidade, revelou que determinada biblioteca só pode contar com “as sobras do orçamento da
Entidade a que ijertence,”
pertence,” não lhe tendo sido conferida
verba alguma nos exercícios de 1971 e 1972.

Na problemática das bibliotecas universitárias brasileiras, avultam, entretanto, certos fatores de solução difícil, embora não impossível,
eis que se prendem não à infra-estrutura das Universidades, mas à carência de bibliotecas públicas e escolares e à falta de bibliotecários, uma vez
que nossas Escolas de Biblioteconomia ainda não fornecem o número indispensável para a satisfação de nossas necessidades.
A OEA, em seu incessante e extraordinário esforço em prol do
desenvolvimento das bibliotecas neste Hemisfério, tem se referido à necessidade de maior número de bibliotecários com estudos básicos e especializados. Marietta Daniels Shepard, a incomparável e infatigável Bibliotecária das Américas, cita que, “como ejempio
ejemplo de la gravedad dei problema, se estima que en Brasil, em 1967, solamente aparecen matriculados en Ias escuelas de bibliotecários algo más de 1.000 estudiantes con
290 estudiantes en el tercero y ultimo ãno de estúdio, lo que,
que equivale a
solamente 3 por dento
ciento de lo que el país requiere al nível profesional.”
públicas,
A escassez de bibliotecas públicas,^®
a dificuldade que encontram as existentes para o devido atendimento aos milhares de leitores que
a elas recorrem, a falta, quase total, de bibliotecas escolares, fazem com
c;ue as bibliotecas universitárias despendam grande parte do seu tempo
que
no atendimento a leitores de nível médio, geralmente estudantes do l*?
1*? e
29 graus. Além disso, não estando habituados a freqüentar bibliotecas nem
2*?
ao manuseio de obras de consulta, os estudantes, de modo geral, chegam
à Universidade em total earência
carêneia de uma iniciação bibhográfica.
bibliográfica.
Eis porque muitos de nossos bibliotecários universitários têm
tomado a iniciativa de organizar cursos de pesquisa bibhográfica
bibbográfica para o
Corpo Docente e Discente de Faculdades e Escolas. São exemplos dignos
dos maiores encômios, e revelam o esforço que nossos colegas desenvolvem além das tarefas específicas que lhes cabem.
-239-

Digitalizado
gentilmente por:

^
11

12

i:
1

�Ainda mna
uma vez, a Reforma Universitária possibilitará a solução
do problema, com a instituição dos cursos básicos onde poderão ser ministradas aulas sobre pesquisa bibliográfica e introdução à biblioteconomia.
Pelo exposto, chegamos à conclusão de que o bibliotecário universitário brasileiro é, antes de tudo, um
mn bravo.
Realmente, mal saindo de um curso profissional que ainda se
ressente de uma base essencialmente humanística e de uma orientação
excessivamente técnica, ele se vê à frente de problemas de toda natureza,
cuja solução requer maiores conhecimentos, até o momento só possíveis
de obtenção mediante cursos e estágios em países mais desenvolvidos,
ou após anos de experiência e trabalho em bibliotecas
bibUotecas e atualização em
cursos de aperfeiçoamento, em geral esporádicos, em sua própria cidade
ou estado.
Cabe, aqui, especial menção ao IBRD, pela atividade pioneira
no que concerne à oportunidade de especialização e aperfeiçoamento oferecida aos bibliotecários
bibhotecários desde 1955, com o Curso de Pesquisas BiblioBibhográficas, hoje denominado Curso de Dociunentação
Documentação Científica, que já
conferiu diploma a 434 bibliotecários, dos quais 48 do exterior. Graças,
ainda, ao IBBD,
IBRD,
bibliotecários brasileiros puderam ascender ao Mestrado, eis que, desde 1970, o Instituto oferece o curso de pós-graduação.
Louvável, também, a iniciativa das Associações de Bibliotecários
que promovem anualmente cursos de atualização.
Outra medida salutar foi a criação dos Grupos Especializados
instituídos pela Associação Paulista de Bibliotecários em 1963 e cujo número atualmente ascende a 6, conquanto o sexto, o de Direito, já criado,
ainda não esteja em funcionamento. Esses Grupos não só propiciam atualização constante de conhecimentos profissionais, como permitem entrosamento de atividades e planejamentos de alto significado, como a aquisição planificada, entre outros.
Urge, pois, que os bibliotecários universitários brasileiros possam dispor de:
1.

cursos de graduação que obedeçam a um currículo mínimo condizente com nossa era de grande desenvolvimento científico e tecnológico;
2. cursos de pós-graduação nas principais Escolas de Biblioteconomia e Documentação oficiais ou oficialmente
reconhecidas;
3. bolsas de estudo para aperfeiçoamento nos Estados Unidos e na Europa onde, além dos estudos superiores, terão oportunidade de estagiar em excelentes bibliotecas
e centros de documentação;
4. verba não inferior a 5% do orçamento total da entidade
a que a biblioteca imiversitária
universitária esteja filiada;
fil'ada;
-240Digitalizado
gentilmente por:
gentílmente

�5.

plena autonomia técnica e administrativa para a biblid-f
biblio-f
teca universitária, na qualidade de órgão suplementar
teca,
da Universidade;

6.

uma rede nacional de bibliotecas universitárias preferivelmente vinculada ao Conselho de Reitoria ou a entidade governamental que lhe confira todo o apoio quanto ao seu plano de funcionamento e às medidas que necessite propor ou reivindicar com o objetivo de obter:
obter;
(1) o entrosamento de atividades; (2) a racionalização
do trabalho em bibliotecas universitárias; (3) o intercâmbio de pessoas e experiências; (4) a transferência
de tecnologias; (5) o planejamento em âmbito local, regional e nacionaL

Entretanto, para a obtenção de uma
vuna rede nacional de bibliotecas
universitárias realmente bem integrada e funcional, serão imprescindíveis;
imprescindíveis:
(1) o abandono dos sistemas privados de classificação; (2) a participação
em estudos efetuados por Grupos de Trabalho e Comissões que visam
à unificação
imificação dos processos técnicos; (3) os estudos e planejamento de automação de bibliotecas em âmbito nacional; (4) a adoção
aaoção do AACC, obviamente com as adaptações indicadas segundo as nossas necessidades,
devendo, contudo, ser evitadas decisões que não representem a opinião
da maioria dos bibliotecários brasileiros; (5) intenso e constante intercâmbio de idéias e experiências válidas.
Cumpre, ainda, que os bibliotecários ouçam o conselho de
Adkinson e Dubéster®^
Dubester®^ e aceitem o desafio que a tecnologia moderna
lhes faz, a fim de que o tratamento do material audiovisual em todas as
suas modalidades, e o emprego da automação em bibliotecas, não lhes
escapem, passando às mãos de outros profissionais, como já ocorre em
algumas bibliotecas do país e do exterior.
Outrossim, não fiquem indiferentes às palavras de Bolton ®^
quando adverte que “para não emergir na nova estrutura em posição menos influente e efetiva que a sua atual, o bibliotecários universitário deverá desenvolver suas aptidões no sentido de: (1) ser um planejador eficiente; (2) levantar fundos além das verbas usualmente destinadas às
bibhotecas dentro do orçamento geral da Universidade; (3) ser um inobibliotecas
vador, no sentido de elaborar projetos condizentes com esta década de
comunicações via satélites, transmissões fac-similares e outros recursos que
a nova tecnologia põe à disposição dos bibliotecários para a rápida transferência de informações; (4;
(4) persuadir-se de que a flexibilidade e a criatividade conduzirão a melhores realizações e banirão a idéia, já surgida
em alguns
algims meios, de que a biblioteca universitária padece de “artrite administrativa.”
Temos para nós que o fator primordial na solução dos problemas que afetam a biblioteca universitária, não só no Brasil mas em qualquer outro país, é a conscientização de que Biblioteconomia não é simDigitalizado
gentilmente por:
por;
gentílmente

�plesmente um enfeixamento de técnicas manuais ou automatizadas, mas
sim, e predominantemente, uma questão de MENTALIDADE.
NOTAS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1.
2.
3

ORGANE^ÇAO DOS ESTADOS AMERICANOS. Programa de DesarrORGANI2^ÇAO
ollo de Bibliotecas — A tener acceso a la cultura',
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In: JACKSON, Miles M. — Comparative and intemational
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WILJCINSON, John — Canadian imiversity libraries. In: JACKSON,
international librarianship. Westport,
Miles M. — Comparative and intemational
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5. ROlilSTEIN,
ROTHSTEIN, Samuel — From reaction to interaction: the development of
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North-American imiversity library. Canadian Library joumal,
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1969, 386 p. (Coleção Cultura, sociedade, educação, v. 3).
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8.
9.

ROBERTS, Norman — University libraries. Library Associatum
Association Record,
73(l):7-8, 1971; 73(6): 110-112, 1971; 74(3):47-49, 1972.
HUMPHREYS, K.W. — Op. cit.
HUMPHREYS, K.W. — Op. cit.

10.

HOLLEIY, Edward G. — Organization and administration of urban
HOLLETY,
university libraries. College &amp; Research Libraries, 33(3): 175-189, 1972.
11.
ROBERTS,
Norman — Op. cit.
11..
12. HUMPHREYS, K.W. — Développments récents dans les bibliothèques
universitaires en Grande-Bretagne. Bulleün
Bulletin des Bibliothèques de France,
14(ll):455-464, 1969.
13. GIBBON, Edward — The decline and fali
fall of the Roman Em‘pire.
Empire. Chicago,
Encycloi)edia
Encyclopedia Britannica, 1955. 2 v.
14.

HOLUEY,
HOLLEY, Edward G. — Op. cit.

15.

BOLTON, Earl C. — Response of university library management to
changing modes of university govemance
governance and control. College &amp; Research
Libraries, 33(4):
33(4):305-311,
305-311, 1972.
16. BOOZ, ALMN
ALLEN AND HAMILTON, INC. — Organization and staffing of
the libraries of Columbia University: a summary of the case stnidty.
study.
Washington, D. C., Association of Research Libraries, 1972.
17. HOLLEY, Edward G. — Op. cit.
18. TEIXEIRA, Anísio — Op. cit.
19. SÃO
SAO PAULO. Universidade — Memorial sobre a reestruturação da Universidade de São Paulo. São Paulo, 1968. 39p.
20. TEIXEIRA, Anísio — Op. cit.

Digitalizado
gentilmente por:

�21. SAO PAULO. Universidade — Memorial, op. cit.
22. SAO
SÃO PAULO. Universidade — Portaria GR n’
n' 1.804, de 29 de maio de
1972. Regimento interno oficialtmente
oficiahnente aprovado e publicado no DO
Estado de 16-3-1973.
23. CUNHA, Maria Luiza Monteiro da — Bibliotecas universitárias e alguns
de seus problemas. Recife, 1954. 18 f. [mimeogr.] [Informe apresentado
ao 1’ Congresso Brasileiro de Biblioteconomia].
24. Ibid.
25.

SAO PAULO. Governo — Resolução n^
n’ 678, de 20 de novembro de 1965:
recomenda às Repartições públicas estaduais que contribuam regularmente para a atualização dos catálogos coletivos da Biblioteca Central
da Universidade de São Paulo e dá outras providências. São Paulo, Palácio do Governo, 1956.

26.

INTER-AMERICAN SEMINAR ON UNIVERSITY LIBRARIES —
Summary of findings of Inter-American Seminar on University Libraries;
Libraries:
relationships between libraries and the universities and between libraries
and the community. New York, Institute of International Education,
relationship between libraries and the universities and between libraries
1961. 8 p. [Informe multicopiado preparado por Marieta Daniels, relatora].

27.

SEMINÁRIO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS NA AMÉRICA LATINA, 1’, Mendoza, 1962. — Inprme.
Informe.
Mendoza, UNESCO, 1962.

28.

SHEPARD, Marieta Daniels — La Organización de los Estados Amer.Americanos y su potencial para la coraboración en el mejeramiento
mejoramiento de la
ia
ãocumentación cientifica en la America Latina. Washington, OEA,
documentación
(Cuadernos bibliotecologicos, 53).
1971. 27 p. (Cuademos
ALMEIDA JUNIOR, Antonio Ferreira de — A carreira de bibliotecário.
São Paulo, Expansão do Ensino Superior, 1961. 31 p. (Os profissionais
de nível superior,
superior. Boletim n''
n’ 4).

29.
30.

A cidade de São Paulo, com uma população de 6.000.000 de habitantes,
tem uma Biblioteca Municipal à qual se filiam 12 bibliotecas-ramais.
O total do acervo dessas 13 bibliotecas é de 1.029.000 volumes e para
todo o trabalho, não só técnico, como também de atendimento ao público,
a Biblioteca Municipal conta apenas com cerca de 45 bibliotecários.

31.

ADKINSON, Burton W. &amp; DUBESTER, Henry J. — The new challenge
for university and technical libraries. Copenhagen, IFLA, 1969. 13 f.
[Apresentando à International Association of Technological University
Libraries and University Libraries Section of the International Federation
of Library Associations, Copenhagen, August, 1969.]

32.

BOLTON, Earl C. — Op. cit.
ANEXO

Comparação entre a situação das bibliotecas universitárias brasilei1' Congresso Brasileiro de Biblioteconomia rearas em 1954, ano de realização do 1’
lizado no Recife, e em 1973, quando o 7’ Congresso nos proporciona a oportunidade de verificar o grande desenvolvimento da biblioteconomia no Brasil,
nesse espaço de dezenove anos.
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11

12

1

�1954
Observação preliminar: Embora, muito antes da realização do Congresso de Biblioteconomia no Recife, tivessem sido remetidas solicitações de
informes às'
às 17 bibliotecas universitéirias então existentes, apenas 4, respectivamente da Bahia, do Recife, de Minas Gerais e do Distrito Federal (então
Rio de Janeiro), enviaram suas respostas. Conseqüentemente, de modo geral, no presente trabalho, a Relatora só estabelece comparação entre as referidas bibliotecas em 1954 e atualmente. Outrossim, caberá ao Grupo de Implantação da Comissão Nacional de Diretores de Bibliotecas Centrais Universitárias apresentar o resultado do levantamento da situação das nossas bibliotecas
univesitárias, levado a efeito mediante elaboração e distribuição de questionários.
As 12 conclusões do Informe que a mesma Relatora apresentou ao
1'
U Congresso de Biblioteconomia realizado no Recife, serão comparadas com
atual, como se segue:
a situação atuóil,
1954
1. Rio, Recife e São Paulo já apresentaram algum progresso no que
concerne à coordenação de atividades através de uma Biblioteca Central (ou
seu equivalente) em funcionamento.
2. Nota-se, no Recife, maior tendência para a centralização técnica
e administrativa, geralmente a meta mais difícil de ser alcançada, pelo fato
de serem as diversas unidades universitárias ciosas de sua perfeita autonomia,
3. Provam as informações recebidas e a experiência no nosso setor
de trabalho, que no meio universitário brasileiro ainda não é devidamente
apreciada a vantagem de uma direção central que coordene os serviços das
bibliotecas.
1973

A Reforma Universitária, ocorrida em 1969, determinou o estabelecimento de bibliotecas centrais nas universidades federais. A regulamentação
das bibliotecas centrais recentemente criadas e a reestruturação das já existentes, permitirá a centralização administrativa ou, pelo
pslo menos, a dos processos técnicos.
BRASÍLIA
Embora a Universidade de Brasília tenha “iniciado suas atividades
docentes em abril de 1962, sem biblioteca, “diante do clamor de professores
contratados e intimados a dar um curso verdadeiramente superior” ela se “sentiu compelida a organizar o que é hoje, com todas as suas deficiências, a melhor biblioteca universitária do Brasil”. A Biblioteca Central da Universidade
de Brasília é exemplo perfeito de uma racionalização das atividades bibliotecárias, com centralização total em um só edifício — caso até o momento
único, na América Latina. Pela sua organização e excelentes instalações, a Biblioteca Central da Universidade de Brasília é justo motivo de orgulho não
só para seus planejadores e dirigentes, como também para todos os bibliotecários brasileiros.
BAHIA
BAHIA.
A Biblioteca Central da UFBa, criada pelo Decreto n’ 62.241, de 8
de fevereiro de 1968, trabalha em rede com 27 unidades universitárias e apresenta um acervo global de mais de 400.000 volumes. Centraliza os serviços de
senta__
seleção e aquisição de livros e publicações periódicas, pesquisa bibliográfica
e reprografia. É Subcentro da Biblioteca Regional de Medicina (BIREME).
Para maior dinamização dos serviços será aplicado o sistema Medline da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos.

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�MINAS GERAIS
A Biblioteca Universitária, órgão suplementar vinculado à Reitoria
(Arts. 76 e 78 do Estatuto), constitui-se em um sistema integrado por todos
as Bibliotecas da UFMG. Centraliza a aquisição, os processos técnicos, a reprografia e a permuta nacional e internacional de publicações.
A Biblioteca Universitária terá a seguinte organização: I — Órgãos
órgãos
centrais: (1) Conselho Bibliotecário; (2) Direção; (3) Divisão de Aquisições;
(4) Divisão de Processos Técnicos; (5) Divisão de Informações Bibliográficas.
II — Órgãos integrantes: As 17 Bibliotecas das várias Unidades Universitárias.
Além de outras atribuições que lhes são próprias, cabe às bibliotecas
das Unidades, Departamentos e demais órgãos da UFMG, o início do processo
de seleção das obras destinadas aos seus respectivos acervos, bem como a execução de serviços de bibliografia e traduções em seus campos específicos.
RECIFE
No Recife, o Serviço Central de Bibliotecas passou em 1963 a Serviço
de Documentação, que compreendia: Biblioteca Central, Secção de Bibliografia, Secção de Publicação e Divulgação e Laboratório Cine-Fono-Fotográfico.
Com a Reforma Universitária é criada a Biblioteca Central, que inclui
Os seguintes órgãos: (1) Conselho Técnico Administrativo; (2) Diretoria; (3)
Assessoria; (4) Secretaria; (5) Divisão de Aquisições; (6) Divisão de Processos Técnicos; (7) Divisão de Circulação; (8) Divisão de Documentação; (9)
Divisão Administrativa.
Está em fase de acabamento o edifício-sede da Biblioteca Central no
Campus Universitário. No novo prédio serão reunidos os acervos de 8 dos Institutos Básicos e a Biblioteca Central manterá bibliotecas setoriais em unidades de ensino profissional e alguns órgãos suplementares. Haverá total centralização administrativa e de processos técnicos, no que concerne à rede de
bibliotecas da Universidade do Recife.
SÄO PAULO
SAO
Na Universidade de São Paulo, apesar da transferência da maioria
das Unidades para a Cidade Universitária, onde todas têm prédio próprio, continua a descentralização total das bibliotecas. Ocorre, com relação às bibliotecas, o mesmo a que o Prof. Mario Ferri se referiu no Memorial sobre a Reestruturação da Universidade de São Paulo: “uma coisa é criar uma nova Universidade, outra é propor a reorganização de uma instituição, já existente, com
seus costumes, suas virtudes e seus defeitos. Não se pode, simplesmente, fazer tabula rasa dos costumes e tradições que, se existem, é porque representam, de algum modo, uma realidade.” Assim sendo, a solução no que se
aplica às bibliotecas, foi o esforço conjugado no sentido de uma perfeita cooperação.
Desse modo, por iniciativa da Biblioteca Central, começa a se implantar com êxito uma “descentralização coordenada”, mediante instituição
oficial do Grupo de Integração do Sistema de Bibliotecas da USP (V. em
anexo. Portaria).
Após minucioso exame dos questionários remetidos a todas as Unidades da USP, está sendo elaborado o Relatório Diagnóstico da situação das bibliotecas da Universidade. Os levantamentos anteriormente levados a efeito
pela Biblioteca Central datam, respectivamente, de 1954, 1961 e 1969.
As atividades do Grupo são distribuídas entre várias Comissões que
se incumbem de estudos que merecem tratamento prioritário, como: (1) estabelecimento de padrões mínimos para as bibliotecas da USP; (2) uniformização futura de formulários e impressos; (3) empréstimos; (4) automação.

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�Desse modo, o Grupo contribuirá para que as bibliotecas da USP possam se integrar de maneira efetiva em redes nacionais e internacionais de
informação científica.
1954

4. Ainda não foi atingida em todas as universidades do Brasil a situação ideal de só poderem ser admitidos oo
ao serviço técnico, em bibliotecas,
os portadores de diploma de bibliotecário conferido por Escola oficial ou oficialmente reconhecida.
1973
A Lei 4.084, de 30 de junho de 1962, regulamentou a profissão de bibliotecário e fez com que dessa data em diante só os bacharéis em biblioteconomia pudessem exercer funções inerentes à Biblioteconomia e à Documentação. Os Conselhos de Biblioteconomia exercem fiscalização eficiente e põem
termo às situações anômalas ainda vigentes. As escolas de biblioteconomia,
que em 1954 eram apenas nove, são atualmente dezenove, e têm possibilitado
a formação de maior número de bacharéis em Biblioteconomia, o que facilita
o cumprimento da lei, embora ainda seja enorme nosso deficit
déficit com relação
aos bibliotecários de que necessitamos. O IBBD, oferecendo cursos especializados desde 1955, já conferiu certificados a centenas de bibliotecários brasileiros e de outros paises.
países. A partir de 1970 possibilitou a ascensão ao mestrado
a 16 bibliotecários brasileiros, sendo 8 da Guanabara, 2 do Rio Grande do Sul,
2 de São Paulo, 1 do Estado do Rio de Janeiro, 1 de Minas Gerais, 1 de Brasiha e 1 do Amazonas. Graças a esses cursos, nossas bibliotecas universitásília
rias podem contar com profissionais capacitados para a organização biblio^ábibliográfica e documentária em alto padrão. Com o mesmo objetivo, embora ainda
sem conferir grau de Mestre, várias escolas de biblioteconomia brasileiras
vêm oferecendo cursos de aperfeiçoamento a bibliotecários já diplomados. Algumas Associações de Bibliotecários também promovem anualmente cursos
de atualização.
Digna de encômios, a iniciativa da Associação Paulista de Bibliotecários, ao instituir, a partir de 1963, os Grupws
Grupos Especializados, cujo número
atualmente ascende a 6, conquanto o sexto, o de Direito, já criado, ainda não
esteja funcionando.
Os bibliotecários da Universidade de São Paulo, entrosados no Grupo
Bibhotecas da Universidade, vêm trabalhando
de Integração do Sistema de Bibliotecas
com grande
greinde êxito.
1954
5. Só em São Paulo e no Rio de Janeiro existem nas Bibliotecas
Centrais universitárias catálogos coletivos de livros já organizados e em fase
adiantada de funeionamento.
funcionamento.
6. Só na Biblioteca Central da Universidade de São Paulo existe
um Catálogo Coletivo de Publicações Periódicas, atualizado até 1953, inclusive.
1973

O Catálogo Coletivo de Livros e de Periódicos, sediado no IBBD, se
articula com 14 Catálogos Coletivos Regionais em pleno funcionamento. Em
1956, São Paulo lança o plano de subdivisão do Catálogo Coletivo de Periódicos por grandes áreas de assunto, e em 1968 publica o Catálogo Coletivo de
Medicina e Assimtos
Assuntos afins. O IBBD publica em 1970 o Catálogo Coletivo de
Tecnologia, já com o emprego da automação.
1954
7. A centralização do serviço de permutas bibliográficas ainda se
encontra em estágio utópico.

Digitalizado
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�1973
Apesar da realização, em São Paulo, em 1956, do Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Publicações, ainda não se fez, até agora,
qualquer planejamento de p&gt;ermuta,
permuta, mesmo em âmbito regional. Há estudos
em andamento e é possível que a Comissão Nacional de Bibliotecas Universitárias consiga solucionar o problema, mediante elaboração de planejamento
inicialmente regional e posteriormente nacional e internacional.
1954
8. O empréstimo entre bibliotecas é eventual e empírico, não tendo
sido até agora objeto de entendimentos, nem mesmo entre as bibliotecas da
mesma Universidade.
1973
O empréstimo entre bibliotecas não só é prática constante em nossas
bibliotecas universitárias, como também obedece normas internacionais.
1954
9. A técnica da Catalogação não é uniforme, predominando as adaptações locais, que dificultam a organização dos catálogos coletivos.
1973
Embora ainda perdurem alguns sistemas discrepantes, as bibliotecas
universitárias, em sua maioria, seguem os Princípios estabelecidos na Conferência Internacional de Catalogação (Paris, 1961) e o AACC (Anglo-American
Cataloguing Code). Outrossim, as Associações de Bibliotecários e as Escolas
Catalogmng
de Biblioteconomia
Bibboteconomia se empenham na obtenção de unificação da técnica catalográfica. Articulação com entidades internacionais como a IFLA, a OEA (Programa de Fomento às Bibliotecas), Biblioteca do Congresso, vem facilitando a
implantação de técnicas que se adaptam ao padrão internacional.
A Biblioteca Central da USP tem participação ativa na Catalogação na
Fonte, eis que 50% da equipe de São Paulo é constituída por bibliotecários do
seu quadro de pessoal.
1954

10. Não existe um levantamento geral do patrimônio Bibliográfico
das bibliotecas universitárias brasileiras, das suas possibilidades de intercâmbio e de sua organização técnica e administrativa.
1973
Estudos em andamento em algumas de nossas universidades constituem, até 0o presente, atividades esparsas. A Biblioteca Central da USP publica, desde 1955, o Catálogo das Publicações Periódicas da USP; em 1954,
1961 e 1969, procedeu ao levantamento da situação técnica e administrativa
de suas bibliotecas, mediante questionários para esse fim elaborados. Durante o 7’ Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, distribuirá
o Guia das Bibliotecas da USP, obra a ser editada com a participação
particip)ação do
Grupo de Integração do Sistema de Bibliotecas da USP. A Universidade da
Bahia publicou em 1971 o Guia das suas bibliotecas.
A Comissão Nacional de Bibliotecas Universitárias Brasileiras, a ser
criada, permitirá, certamente, que, em futuro próximo, tenhamos não só o
levantamento geral _do
do patrimônio bibliográfico das nossas bibliotecas universitárias, como também conhecimento exato de sua organização técnica e administrativa.
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1

�1954

11. A localização dos edifícios das diversas unidades universitárias
em pontos geralmente distantes uns dosoutros, dificulta a articulação dos trabalhos técnicos das respectivas bibliotecas.
I
1973
...
A construção de prédio próprio para a Biblioteca Central facultará
a solução do problema. As Bibliotecas Centrais das Universidades da Bahia,
Bsihia,
do Recife, do Pará, de Brasília, de Santa Maria, que já dispõem de edifício
próprio, brevemente poderão divulgar o resultado de sua experiência neste
sentido.
1954
12. A subordinação da Biblioteca Central Universitária a qualquer
órgão ou departamento da Universidade (exceção feita ao Gabinete do Reitor)
é um embaraço ao seu desenvolvimento técnico e administrativo.
1973
A Reforma Universitária propiciou o reconhecimento da Biblioteca
Central como órgão suplementar, portanto, com plena autonomia técnica e
administrativa. Alcançam desse modo, as bibliotecas universitárias vinculadas
às Universidades Federais, o status ideal, ainda não obtido em algumas universidades do exterior. Sem dúvida, este é o fator de maior relevo na
reestruturação das bibliotecas universitárias brasileiras.
Quanto às SUGESTÕES que a Relatora apresentou no final do Informe sobre a situação das bibliotecas universitárias brasileiras em 1954, será
interessante verificar quantas e quais foram aproveitadas.
SUGESTÕES
1954
1. Seja incluida
incluída entre as Resoluções Finais deste I Congresso Brasileiro
de Biblioteconomia, Mensagem aos Magnificos Reitores das diversas universidades brasileiras solicitando sejam criadas em todas elas Bibliotecas Centrais
destinadas a organizar, coordenar e dirigir as atividades das várias bibliotecas da Universidade. Nas Universidades onde já existe Biblioteca Central, que
seja assegurado a esta pleno apoio na execução do seu plano de trabalho.
1973
Alcançado em âmbito nacional com relação às Universidades Federais.
Obviamente, o exemplo vem sendo e continuará a ser seguido pelas Universidades particulares.
1954
2. Seja incluída na Mensagem aos Magníficos Reitores um apelo no
sentido de que só possam ser admitidos para o exercício de funções técnicas
em bibliotecas universitárias, bibliotecários diplomados em Escolas de Biblioteconomia oficiais ou oficialmente reconhecidas.
1973

Alcançado, graças à lei 4.084, de 30 de junho de 1962.

1954

3. Figure, ainda, nessa Mensagem, o pedido de criação de Escolas de
Biblioteconomia junto às Universidades brasileiras.
1973
Das 19 Escolas de Biblioteconomia atualmente existentes no Brasil,
16 funcionam como parte integrante de universidades.

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�1954

Bibliotecas Universitárias
4. Seja criada uma Comissão Nacional de BibKotecas
incumbida do levantamento da situação das bibliotecas universitárias em nosso
País, bem como da unificação das normas técnicas indispensáveis ao perfeito
intercâmbio bibliográfico universitário.
1973
Prestes a ser alcançado, com a criação da Comissão Nacional de Bibliotecas Universitárias Brasileiras, proposta no Encontro Nacional de Diretores de Bibliotecas Centrais, durante a III jornada Sul-Rio-Grandense de
Biblioteconomia e Documentação (28 de maio a 2 de junho de 1972).
1954

5. Seja solicitado às Bibliotecas Centrais ou aos Serviços Centrais de
Bibliotecas já existentes em algumas universidades, um levamtamento dos recursos da Universidade a que pertencem, quanto às duplicatas ou outro material de que dispõem para permutas.
1973
Será decorrente da solução dada ao item 4, acima.
1954

6. Sejam encaminhados às Associações estaduais de Bibliotecários ofiofícies solicitando sua colaboração no sentido de padronização de entradas de nocios
mes de autores brasileiros.
1973
Solucionado com a elaboração do documento n’ 13, apresentado pela
Relatora à Conferência Internacional de Catalogação (Paris, 1961) e que exprimia a opinião da maioria dos bibliotecários brasileiros.
1954

7. Seja organizado e incentivado o empréstimo entre bibliotecas, a
bem da economia geral e do melhor aproveitamento de verbas individuais.
1973
Alcançado.
1973

8. Sejam as Bibliotecas Centrais ou os Serviços Centrais de Bibliotecas existentes em universidades brasileiras designados como Sede dos Catálogos coletivos de livros e de publicações periódicas do Estado a que pertençam.
1973

Alcançado.

1954

9. Sejam as Bibliotecas Centrais ou os Serviços Centrais de bibliotecas universitárias incumbidos do levantamento das publicações oficiais de
sua universidade.
1973
Alcançado na Universidade de São Paulo, desde 1955. A Comissão sugerida no item 4 incentivará a execução dessa tarefa de suma importância.
1954

10. Sejam as Cidades Universitárias do Brasil dotadas de prédio
construído especialmente para a instalação da Biblioteca Central universitária, a fim de que esta possa abrigar convenientemente as coleções qite
que lhe são
próprias e centralizar os processos técnicos de catalogação, classificação, empréstimo e permutas de mateiial
material bibliográfico.
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�1973

Alcançado no Pará, no Recife, na Bahia, em Brasília, em Minas Gerais, na Gucinabara,
Guanabara, em Séinta
Santa Maria.
1954

11. Seja criada junto a cada Biblioteca Central ou Serviço Central
de Bibliotecas universitárias uma Comissão Central de Bibliotecas Universitárias, constituída por cinco membros, dos quais quatro (4) serão representantes
do Corpo Docente da Universidade e o quinto, o Bibliotecário Chefe ou Diretor da Biblioteca Central (ou serviço equivalente). A Comissão Central de
Bibliotecas Universitárias terá caráter consultivo, com exceção do Bibliotecário
Chefe ou Diretor da Biblioteca Central^
Central, que será o membro executivo. O Magnífico Reitor será membro ex-ofício da Comissão Central de Bibliotecas Universitárias.
1973
Alcançado nas Universidades Federais, de forma efetiva, com a instalação dos Conselhos Universitários. Proposta em São Paulo, em 1961, por
Fussier. Solucionado o problema na USP com a criação do Grupo de IntegraFussler.
ção do Sistema de Bibliotecas da USP.
1954
12.
12, Sejam as Bibliotecas Centrais ou os Serviços Centrais de Bibliotecas universitárias subordinados diretamente ao Gabinete do Reitor.
1973
Alcançado de modo mais eficiente com a autonomia das Bibliotecas
Centrais como decorrência da Reforma Universitária.
A Relatora expressa sua satisfação pelo fato de poder testemunhar
que as 12 Sugestões apresentadas em 1954 são hoje esplêndida realidade. Bastaria isto para compensar a série de lutas e os momentos de quase desfalecimento, que tanto a própria Relatora como os bibliotecários de sua geração
enfrentaram quando, no Brasil, a Biblioteconomia ensaiava seus primeiros
passos e o bibliotecário ainda era o grande desconhecido.
O Informe termina com breve comparação entre as Recomendações
dos principais Seminários sobre as bibliotecas universitárias na América Latina
e as medidas que os bibliotecários de Universidades brasileiras têm tomado
para a solução de seus problemas.

-250-

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                    <text>APRESENTAÇÃO DO TEMA

Elyanna de Niemeyer Mesquita
Divisão de Documentação
do Ministério da Fazenda
Rio de Janeiro, GB

PANORAMA ATUAL DA DOCUMENTAÇÃO
SÓCIO-ECONÔMICA NO BRASIL
O surto de desenvolvimento que vem impulsionando o Brasil, nos
últimos vinte anos, em ritmo cada vez mais acelerado, vem acentuando,
também, a necessidade cada vez mais crescente de incrementar a produção, pesquisa, consulta e disseminação de informações no âmbito das ciências sociais e econômicas, como ^oio
apoio e instrumentos
instnunentos indispensáveis para
o0 progresso do País. Relegadas, durante muitos anos, a uma situação de
negligência e interesse secimdário,
secundário, passaram a ocupar, jimtamente
juntamente com
as ciências exatas e tecnológicas, o primeiro plano para os estudiosos e
pesquisadores.
Assim, num País em desenvolvimento e em vias de industrialização como o nosso, com taxas de crescimento superiores a dez por cento
ao ano, e em que o HOMEM é seu fator preponderante, avulta a importância da documentação sócio-econômica.
Relegado ao passado o empirismo que, há anos, marcava as soluç-ões
çóes adotadas para os problemas brasileiros, o Planejamento passou a ocupar lugar de destaque nos últimos governos, que se vêm preocupando
com a elaboração de Planos e Programas objetivos e exeqüíveis.
O desenvolvimento brasileiro vem se operando, principalmente,
com base numa economia moderna, impulsionado para o desbravamento
da Amazônia e o fortalecimento do pólo econômico do Nordeste, visando
à sua integração de mna
luna forma humana e ordenada, no panorama social,
econômico e político do País. Tal integração só será possível se a população das diversas regiões estiver em contato permanente, sendo indispensável o progresso das comimicações
comunicações (telecomunicações,
(telecomimicações, através de telex,
telefone, televisão etc.) e, logicamente, as informações documentais sobre
os assuntos pertinentes às diversas áreas.
- 169-169-

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�o Planejamento Gk)vemamental
Governamental — I Plano Nacional de Desenvolvimento — PND, abrange todo o País. Sucedem-se e multiplicam-se os
grandes Programas específicos para o desenvolvimento político, industrial
e sócio-econômico, globalizando todas as áreas;
áreas: PIN — Programa de Integração Nacional, PIS — Programa de Integração Social, PRODOESTE
— Programa de Desenvolvimento do Centro-Oeste, PROVALE, PROTERRA etc.
Tais programas foram elaborados por equipes de técnicos e economistas de alto nível que, além de sólida formação profissional e inegável valor, basearam-se em estudos e pesquisas efetuadas em documentos
nacionais e estrangeiros.
Dia a dia mais cresce a massa documental sobre assuntos sócioeconômicos brasileiros, muitos emanados de Instituições oficiais como:
Fundação Getúlio Vargas — FGV, Fundação Instituto de Planejamento
Econômico-Social — IPEA, Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística — IBGE, ambos vinculados ao Ministério do Planejamento e
Coordenação Geral, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia — INPA,
Goordenação
órgão do Gonselho
Conselho Nacional de Pesquisas — GNPq,
CNPq, Instituto de Estudos
Econômicos, Políticos e Sociais (GB), Gentro
Centro Latino-Americano de Pesquisas em Gicncias
Ciências Sociais — GLAPGS,
CLAPCS, Ministério da Fazenda (O Sistema
de Informações SIN/SEF, edição da Subsecretária de Economia e Finanças, em colaboração com o Serviço Federal de Processamento de Dados
— SERPRO), Petróleo Brasileiro S/A, sociedade de economia mista e resCongresso etc.
ponsável por um dos trabalhos apresentados a este Gongresso
Instituições bancárias — Banco Nacional do Desenvolvimento
Econômico — BNDE, Banco do Nordeste do Brasil S/A — BNB, Banco
Nacional da Habitação — BNH, possuem departamentos especializados,
cjue elaboram trabalhos em seus campos específicos.
que
Para levar a efeito a política governamental de incorporação de
todas as regiões do País, de acordo com o seu potencial de riquezas, o
Governo criou órgãos regionais para permitir que o progresso sócio-econômico se estenda a todas as áreas do Território Nacional.
E, assim, foram criadas: SUDAM — Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia, SUDENE — Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste, SUDECO
SUDEGO — Superintendência do Desenvolvimento do
Centro-Oeste, SUDESUL — Superintedência do Desenvolvimento da Região
Sul e SUVALE — Superintendência do Vale do São Francisco.
Essas entidades autárquicas de coordenação e planejamento regional são vinculadas ao Ministério do Interior e têm por objetivo promode suas áreas específicas, visando ao aproveitamenver o desenvolvimento dc
to racional de seus recursos naturais e humanos e ao bem-estar social de
suas populações.
-170-

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�Os Bibliotecários e Documentaristas brasileiros posicionam-se na
vanguarda, como elementos de . ligação entre estudiosos e pesquisadores
e a documentação sócio-econômica, na coleta e disseminação de informações necessárias, através da elaboração de bibliografias especializadas.
A Bibliografia Brasileira de Ciências Sociais — BBCS, editada
sob a responsabilidade do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação — IBBD, é fonte preciosa no campo. Em seu último número, que
abrange o período de 1969/70, publicada em 1972, consigna cerca de
dc 5.017
itens importantes. O volume rdFerente
referente ao período de 1971/72 encontra-se
no prelo, no Serviço de Publicações do IBBD.
Em 1972, foram lançadas 1.166 obras sendo que em 1^ edição
872 obras, e 294 para as demais edições dentro do campo das ciências sociais: Sociologia, Estatística, Ciências Políticas, Economia Política, Direito, Administração Pública, Previdência e Assistência Social, Seguros, Comércio, Comunicação e Transporte, Etnografia, Usos e Costumes, Folclore,
Organização, Administração e Técnica de Comércio, das Comunicações e
Transportes.
A produção editorial brasileira no mesmo ano, consignou um total
de 8.960 obras, sendo que 6.419 em 1^ edição e 2.541 nas demais.
Estes dados refletem a vitalidade de nosso mercado editorial em
livros e folhetos, conferindo cerca de 13% à documentação sócio-econômica
editada, o que já podemos considerar bastante expressivo.
Assim sendo, as informações bibliográficas no campo, tratadas de
modo correto e padronizado, são da maior relevância para nosso País.
Tendo em vista a próxima implantação do Sistema Nacional de
Informação Científica ce Tecnológica — SNICT, acreditamos, senão indispensável, pelo menos necessária a participação das informações sócio-econômicas no Sistema, como, por exemplo, um Subsistema especializado em
Informações Fisco-Tributárias e Econômico-Financeiras, fornecidas por
órgãos específicos fazendários.
FONTES CONSULTADAS
Publicações
ANUARIO ESTATÍSTICO
ANUÄRIO
estatístico DO BRASIL. 1973-Rio de Janeiro,
Serviço Gráfico da Fundação IBGE, 1973
- Av. Franklin
1973-Av.
Roosevelt 166, 20000 — Rio de Janeiro, GB.
CB.
BRASIL. Presidência da República — PBDCT, Plano Básico de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico-1973/74. Rio de
Janeiro, Serviço Gráfico da Fundação IBGE, junho 1973.
155 p.
NISKIER, Arnaldo — Nosso Brasil — Rio de Janeiro, Biblioteca
do Exército Editora, Edições Bloch, 1973. 224 p.
-171Digitalizado
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�Instituições
INSTITUTO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO
Conselho Nacional de Pesquisas
Av. Gen. Justo I7I,
171, 4? andar
2000 — Rio de Janeiro, GB
SERVIÇO DE ESTATÍSTICA DA EDUCAÇAO E CULTURA
Ministério da Educação e Cultmra
Cultura
Rua da Imprensa 16, s. 314
20000 — Rio de Janeiro, GB
SINDICATO NACIONAL DOS
(SNEL)
Av. Rio Branco 37, 15^
IS"? andar
20000 — Rio de Janeiro, GB

-172Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

EDITORES

DE

LIVROS

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Documentação&#13;
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                    <text>, .

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...

&gt;, , :
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APRESENTAÇÃO DO TEMA
-T
■
■-..-u-i .1
;71

:

,1)
Villaça
Magaly França (Villaça

;

Biblioteca Roberto Simonsen
FIESP/DECAD
FIESPIDECAD
São Paulo, SP

■■ ' '*b
A FID, durante a 10^
10^. Conferência Internacional de Bibliografia,
realizada em Haia^
Haia, em 1931, já definia a documentação como: o processo
jprocesso
os dommios
de reunir, classificar e distribuir documentos em todos ós
domínios do
conhecimento hxunano.
humano.
‘
Sua etimologia e significado foram brilhantemente estudados por
Amtz, da FID, em seu trabalho Documentatio a documento.
'•
Shera entende a dòcumentáção
documentação como parte do conceito dè
de organização bibhográfica, definida como tendo por escopo , a canalização
dos registros gráficos do conhecimento para seus usuários, pára
para todos os
fins e em todos os níveis do saber, de modo a tomar máxima a utilização
social de todos os registros das experiências humanas. Diz ainda: a documentação limita-se ao mundo dós
dos hiunanistas
humanistas e cientistas
cientistas‘ee o seu objetivo é aproximar todas as atividades intelectuais que 'se
se utilizam de registros gráficos dos conhecimentos e todos os serviços intermediários que
transmitem o material registrado do estudioso-produtor ao estudioso-consumidor.
Para Taube, documentação é um complexo de atividades necessárias à comunicação de informações especializadas,
especiah^das, incluindo a preparação, coleção, análise, organização e distribuição dos registros gráficos
do conhecimento humano.
hiunano.
Preocuparam-se em delimitar o campo da documentação, dando
suas definições e interpretações, entre outros: Balbis na Itália, Ranganathan na índia,
Índia, Laclemandière na França, Lasso de la Vega na Espanha,
Schürmeyer na República Federal Alemã, Koblitz na República Democrática Alemã, Tell na Escandinávia, Donker Duyvis na Holanda,
Polushkin na União So^ética
Soviética e Majewski na Polônia.
Todos os autores citados concordam em que a dociunentação
documentação se
preocupa não apenas com o livro, mas, também, com revistas, artigos de
periódicos, filmes, microfilmes,..
microfilmes, microfichas, c fotografias,
fotografia, micrpfotografias.
microfotografias,
-95^
-95Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente
por;

3D

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13

�lâniínas, traríspárénciás,
lâminas,
transparências, diapositivos,
Siapositivos, desenhos, mapas, relatórios, especificações, normas técnicas, patentes, fitas gravadas, discos, partituras, diafilmes, cartões perfurados, fotocópias, manuscritos etc.
A documentação teve origem no desenvolvimento acelerado do
serviço « de fefèrêncià,
referência, motivado pela necessidade de se encontrar, tratar
e selecionar, de modo cada vez mais rápido, dinâmico, fácil, uniforme
imiforme e
sistematizado, todas as formas de material bibliográfico, tomando-os disponíveis aos usuários.
Se observarmos as tentativas, bem ou mal sucedidas, de levantamento da bibliografia universal, podemos identificar na evolução da
bibliografia especializada o marco inicial da docmnentação,
documentação, como disciplina básica e indispensável a todas as ciências e artes.
Ninguém ignora as dificuldades de todo o trabalho em âmbito
internacional. Para contornar a freqüente lentidão e oneração dos processos documentários, é prioritária a normalização internacional do formato,
apresentação das publicáções,
publicações, dos resumos e da referenciação bibhográbibliográapresentado
fica.
ficá.
Com esse objetivo, foi criada em 1946, em Genebra, a Organização Internacional de Normalização (ISO), coordenando o trabalho das
Comissões Nacionais de Normali^ção.
Normaliração. O membro nacional da ISO, no
Brasil, é a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), tendo
publicado a Normalização 'da
da Documentação no Brasil, infelizmente, ao
que tudo indica, ignorada pela maioria dos autores e editores brasileiros.
Enfim, já dizia Anatole France;
France: todos os progressos são incertos e lentos, freqüentemente seguidos de movimentos retrógrados.
Célia Zaher, em seu livro
hvro Introdução à Documentação, define
muito bem o problema: a inclusão sistemática de índice de classificação,
sinopse, texto progressivamente numerado,
munerado, resumo em língua estrangeira
no final do trabalho (elaborado pelos - autores sem maiores prejuízos financeiros para os mesmos, ou para os editores e levando em consideração
que ninguém melhor que o autor poderá classificar e resumir seu próprio
trabalho) e a inclusão da legenda bibliográfica (indicação da pubhcação
periódica, quanto ao seu volume, número e páginas) irá possibihtar
possibilitar ao
analista ou catalogador a referêiicia
referência mais rápida e sem erros e aos editores a reimião
reunião desses dados num menor espaço possível. Para os processos mecânicos de reprodução e seleção bibliográficas resultará em
economia de material, tempo e espaço.
Apesar dos esforços envidados pela ISO, em âmbito internacional e pela ABNT, no Brasil, a normalização de publicações primárias
ainda se encontra em situação insatisfatória e a documentação no campo
jurídico e administrativo não apresenta exceção.
-96Digitalizado
gentílmente por:

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�Por oütrò
outro lado, a aplicação de novas técnicas
técnicàs à documentação,
utilizando processos sofisticados de controle e reprodução da crescente
créscente
massa de documentos, a fim de acelerar a recuperação das informações
neles contidas, carece mais do que nunca de
de,uma
uma prévia normalização.
Passaram a J&gt;reócupar
preocupar cada vez mais os especialistas, os problemas também os de terminologia, tradução,
mas não só de normalização, maS
automação etc,
etc.
■
' '!i
-«l
A multiplicidade de novas técnicas, diferentes sistemas e equipamentos surgidos em decorrência de pesquisas realizadas, visando dinamizar a recuperação da informação, veio, paradoxalmenté,
paradoxalmente, aümentar
aumentar as dificuldades de coordenação bibliográfica.
bibliográfica/ , ,, ,
i .• ..
Como não podería deixar de acontecer, os bibliotecários brasileiros vem acompanhando, com
cóm interesse, os progressis
progrèssis havidos no campo
aperfeiçoamento constante
serda documentação, empenhando-se no àpérfei^aniento
cònstantè dos Seíviços sob sua respons^ilidade,
responsmilidade, em menor
ménor ou maior grau, de acordo com
os recursos disponíveis, dependendo
depéndendo da menor óü
ou maiór
maior visão, interesse
e apoio dos órgãos de decisão, a que estão afetps
afetos os serviços.^
serviços.
e,
Contudo, não só os
òs'profissionais
profissionais da documentação jurídica e administrativa, inas
mas também*
também os usuários, ^vêm
vêm ^demonstrando
demonstrando lun
um interesse
cada Vez
vez maior pelos progressos da eletrônica eé a
â possibilidade de utilização de modernos equipamentos, tanto Ha
na tecupéráção
recuperação da ■ informação,
tramitação ^da^
da justiça e da administração.
quanto na dinamização da ^tramitação
As modernas’técnicas
modernas técnicas dé"’documentação
de documentação oferécem,
oferecem, alôm
além da velocidade eletrônica, infinitas perâpeétiVaS
perspectivas * para a
a' transformação dos processos judiciais, diminuindo o custo da adnijnistração
adininistração da justiça e evitando
o eno
eiTO nas decisões, ^tanto,
tanto jurídicas quanto administrativas.^
administrativas.
. i- .i j
'
O crescimento excessivo
excéssíVo da legislação
légísláção impossibihta
impOssibiHtà õ
o conhecicorihècimento completo de normas legais, resultando ;em,
em penalidades por inframentp
ções involuntárias.
involuntárias.,, j,,
i,i
,i.,
, ,
, Afirma ,ò
o Deputado Heriríqué
Henrique Tumer
Tinner cjue,
que, até 1971, áS’
ás leis e
atos com força de lei e os
òs decretos atingiam, já, um total
tPtal de 109.054. V
Segundo o Prof. Carlos Alberto Dunshee de Abranches, as leis
do iriquiliiiato,'‘
inquilinato, por ,'exéinplo,
exemplo, São
SãP tão'
tão imperfeitas e mudaram
niüdaram tanto de
critério, que dificihneiité’locádorés
critério,’
dificilmente locadores fee locatários Conhecem
conhecem seus
séuS direitos
direitoá e
obrigações, o mésfflo
mesmo acontecendo
acònfecendo com aà legislação itrabâlhistá,
trabâlhista, previdenprè^Wdenciária, agrária,'financeira'
agrária, financeira e tributária, que representam um verdadeiro
Verdadeiro
quebra-cabeças.
*
i ■ k* '
'■!
c, q
Só podemos
podemos dar
dar razão
razão a,,Bergeret,
a Bergeret, que
que afirmou:
afirmou; ,“A
“A marcha
marcha no
no
t Só
sentidp,,de
sentido
de melhor
inelhor ordem de coisas é indecisa e |CÒnfusa.*|^,,
confusa."
''
O Ministério do
do&gt; Supremo Tribunal Federal
Federal,vinha
vinha )lutando
lutando ícom
com
as maiores dificuldades para dar acurada atenÇão
atenção a essa vultosa legis'legislação.
• ''UI! :;u
-97-97'—

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gentilmente por:

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�11
.
Assim, a Casa Civil da Presidência da
da, República e as Mesas
da Câmara dos Deputados ée do Senado Federal, uniram-se para introduzira
duzir a computação no Legislativo.
;j.'. •. &gt;
Foi iniciada em 1971, em Brasília, a reforma lia
da Cârhara
Câmara dos
Deputados, tendo sido criada, subordinada ao.Centro
ao Centro de Documentação
e Informação, a Seção de Legislação Brasileira. Cabe-lhe a grande responsabilidade do acompanhamento, anáhse, classificação . e organização
dos catálogos.
.
'^•
• &gt;
Por outro lado, a Presidência do Senado Federal determinou
que se iniciassem estudos de viabihdade
viabilidade de aplicação
aphcação de
de. procesrós
processos eletrônicos nas atividades do Poder Legislativo.
Foi criado um Grupo de Trabalho, subordinado à Presidência
do Senado, e que hoje constitui o PRODASEN. Elaborado em 1972, o
Plano conta com a participação da Câmara dos Deputados, que, diga-se
de passagem, possui rrma
uma plêiade de excelentes bibliotecários.
bibuotecários.
O Projeto inclui, entre os sistemas, o SIL — Sistema de Informação Legislativa, que é composto dos subsistemas: Referência Legislativa, - Referência bibhográfica.
bibliográfica. Controle de Projetos e Comissões, Elaboração e Controle de Orçamento, SDI
SDI—
— Disseminação Seletiva de Informações e Administração da Biblioteca.
Bibhoteca. ,
'
Já estão sendo ordenados textos legais, dados júrisprudenciais
jurisprudenciais e
decisões dos tribunais,
tribimais, elaborados os programas do computador e levantamentos da jurisprudência e da doutrina, através de palavras-chave.
A reimião
reunião de especialistas nas áreas de Biblioteconomia, Direito, Eletrônica e Administração, para aplicação
aphcação desses avanços, trarão, sem
dúvida, novo alento aos trabalhos desse importante Poder da República.
Repúbhca.
J
Experiências também estão sendo levadas a efeito pelos Tribunais. Por exemplo: na Guanabara, foi elaborado irm
bimais.
um plano piloto para
a coordenação, por computador, dos processos ■ afetos à Vara de Execuções Criminais do Tribimal
Tribunal de Justiça. O computador dirá quais os de&lt; .;,ntos que deverão ser soltos e quais os que continuarão presos e por que.
&lt;^^ntos
Os Ministérios também não estão alheios à moderna documentação. Como exemplo, podemos citar o Ministério de Minas e Energia,
que implantou o Projeto LEMME (Legislação do MME) para indexação
de toda a legislação referente a minas, energia e combustíveis, com em«
prego da CDU e descritores.
As Universidades também vêm acompanhando com interesse o
desenvolvimento da docirmentação:
documentação: o Departamento de Ciências Jurídicas
Jmrídicas
da PUC, por exemplo, deu início ao processamento de dados e à elaboração de um
irm glossário de palavras-chave, a fim de compilar a jurisprudência em matéria de locação.
-98-

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�Na Faculdade de
de Direito
Dirèito da Universidade de São Paulo, que
Dociunentação, responsável pela publicação
já conta com um Centro de Docmnentação,
do IPCD, índice de Periódicos Correntes de Direito, vai ser promovido
um curso sobre “Informática Jurídica”, de P a
a, 31 de agosto, ministrado
pelo Prof. Marió
Mario G. Losano, da Universidáde
Universidade de Milão.
A dociunentação
docmnentação jurídica tem merecido a atenção, entre outros,
do Ministro Vitor
Vitof Nunes Leal, Prof. Tito Rezende, Prof. Otto Gil, Prof.
Igor Tenório (autor de Direito e Cibernética), do Prof. Pereira Lira,'do
Lira, do
Ministro Bilac Pinto, do Pròf.
Prof. Garlos
Carlos Alberto Menezes, dos bibliotecários:
Abner Lellis Corrêa Vicentini, Marieta Pestana Novack, do Desembargador Luís Antônio de Andrade, da Guanabara, que sugeriu, em 1971, a
criação de um
run Centro Nacional de Informática, Jurídica e Centros Regionais, para o tratamento
trataménto e recuperação da
dá documentação jurídica: leis,
lèis,
doutrina e jurisprudência.
^
■A
A Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, FEBAB,
ateiidendo ’ à solicitação de bibliotecários militantes em bibliotecas juríatendendo
jmídicas, durante a realização do VI Congresso de Biblioteconomia e Documentação, em Belo Horizonte, criou mais uma Comissão Especial que passou a chamar-se FEBAB/CBDJ, da qual somos a atual Presidente.
A Comissão Brasileira de Documentação Jurídica, FEBAB/CBDJ,
tem como finalidade, proiriover
promover a cooperação entre os bibliotecários da
área jurídica, coordenando em âmbito nacional,’as
nacional, as atividades dos Grupos
de Trabalho em Documentação Jurídica, das Associações de Bibliotecários, em cada Estado, procurando fixar os padrões mínimos e alcançar
paulatinamente a homogeneidade dos processos técnicos, pára
para que, realmente, as bibliotecas especializadas dà
da área, se constituam na infra-estrutura indispensável aos programas dos Centros de Documentação
Docmnentação e ao
SNICT.
«• Neste primeiro ano de mandato, já contamos com cinco Grupos
de Trabalho, nos seguintes Estados: Bahia, Pernambuco, Paraná, Rio
Grande do Sul e Guanabara.
Guia das Bibliotecas Especializadas BrasiObservando que o Gúia
leiras, publicado pelo IBRD, não havia contado com a colaboração de
todas as bibliotecas jurídicas existentes, distribuímos questionários detalhados, que, respondidos, possibilitarão a pubhcação,
publicação, oportunamente, do
Cadastro das Bibliotecas Jurídicas no Brasil.
Certamente, essa pubhcação
publicação e as atividades da FEBAB/CBDJ,
que vêm recebendo toda a colaboração dos colegas, pela qual aqui deijamos nossos agradecimentos, servirão’de
servirão de estímulo à cooperação intensa
entre as bibliotecas da área, contribuindo para o atendimento, cada vez
mais eficiente, aos usuários.
Quanto ao aperfeiçoamento'
aperfeiçoamento dos bibhotècários militantes
mihtantes em bibliotecas jurídicas e administrativas, estes não dispõe ainda, no Brasil,
-99-99Digitalizado
gentílmente por;

�de Cursos regulares de Pós-Graduação e Mestrado, em sua área exclusiva
de especialização.
especialüiação. '
'j- i ;..í.. • i ^ ... i
.1 »
1
•,
,
Parece oportuno sugerir que , o IBBD se empenhe f na mobilização de reciursos,
recursos, para ministrar cursos de ■ Documentação Jurídica
Jurídica, e Administrativa, concedendo bolsas, e estudando a possibilidade de convênios com
com, as instituições empregadoras, que nianteríam
manteriam o pagamento do
diu^ação do Curso,
salário do bibliotecário, durante toda a diuução
Ciurso, estabelecendo
simultâneamente convênios com a Câmara e o Senado,,
Senado, para a realização
de estágios, nos modernos serviços implantados.
, ,
;
, (
Esperamos também que as bibliotecas especializadas, mesmo as
de menor porte, das cidades do Interior, distantes das capitais mais desenvolvidas, mas que têm os mesmos deveres para com os séus
seus usuários,
não sejam esquecidas pelo Congresso Nacional
Nacional. Que este “mobilize recursos e desenvolva projetos que venham ao encóntroj
encontro, não só da solução
de seus problemas internos, mas, também, dos que afetam toda a coletividade”. Que o SIL “coloque à disposição de toda a NAÇÃO,,
NAÇÃO, a formidável quantidade de dados que serão armazenados nesses sistemas”.
administrativa, parece não haver dúQuanto à documentação administrativa,'parece
vida de que o impulso renovador partiu do Dr. Luís Simões
Simõès Lopes, em
1940, com a criação do primeiro Serviço de Documentação, do DASP,
que revolucionou o Serviço Público, criando a consciência da necessidade
de uma documentação
dociunentação eficientemente organizada.'
organizada.
Seguiu-se a criação, em 1941, da primeira Escola do DASP para
o Ensino Superior de Administração.
; .i i 1
1
Já em 1949, o Relatório do DASP, afirmava que a Documentação, como instrumento do Estado e da Administração, concorreu decisivamente para que, de simples registro de atos e fatos administrativos,
arquivo inexpressivo de papéis e documentos pertencentes ao passado,
documentação administrativa se tomasse elemento de real utilidade para
os administrados, para fixar e reproduzir um pensamento, uma realização,
uma etapa do progresso ou uma conquista do passado.
passado.^
Eis aí, portanto, uma das finalidades precípuas da Documentação Administrativa: recapitular os acontecimentos passados, para orientar
os empreendimentos futuros.
Valendo-se da Dociunentação,
Documentação, a Administração Pública serve-se
a si própria, mas deve servir também às gerações futuras, transmitindo-lhes
as idéias, aspirações e conquistas, servindo aos que foqam
forjam a grandeza e
a prosperidade do País.
É fundamental
fimdamental que os órgãos incumbidos de informar, preenÊ
cham integralmente suas finahdades,
finalidades, pois não há Documentação sem
Informação.
Tanto na área 'civil
civil, quanto na militar, há uma necessidade vital
de informações.
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�Toda a obra do Governo, todo empreendimento construtivo pressupõe documentação sobre o objetivo visado e sobre os meios disponíveis
para atingir o fim colimado. '
- - .
.
Para a conscientização e .aa formulação científica dà
dã problemática
administrativa no Brasil, muito contribuiu a Fundação Getúlio Vargas e
sua Escola Brasileira de Administração Pública,
Pública,"’em
em 1952, e a Escola de
Administração de Empresas, de São
Sãò Paulo.
A moderna Administração não se limita apenas às técnicas opeoçeradonais rotineiras, mas é uma disciplina que integra o conjimto
racionais
conjunto das ciências humanas e nela a informação correta é a base do diagnóstico e, por
extensão, até do planejamento e da decisão administrativa.'
administrativa.
A técnica administrativa atual não pode deixar de usar de forma
avançada e ultra-racional, tanto a cibernética, como a lingüística, como
a semiótica, ou a eletrônica, no seu instrumental de recepção de dados,
controle e emissão de informações.
'
'
Benedicto Silva, referindo-se à utilização prevista e crescente de
compctadores eletrônicos no processamento de dados e informações, prenuncia mudanças absolutamente revolucionárias na arte e ciência da Admmda
ministração, prevendo, em título dado a um de seus artigos, o futuro “estatelante” da Documentação.
.
Essa previsão, não é mais do que uma extrapolação das tendências atuais de racionalização do trabalho em todos os setores , da atividade
humana, juntamente com uma visão antecipada da.
da utilização de computadores para armazenar, em suas memórias, uma formidável massa de
informações.
Aos bibliotecários brasileiros, responsáveis pela Documenaação
de colocá-la a serviço
Administrativa no País, caberá enfrentar o desafio de.colocá-la
da execução e coordenação dos programas do governo, da eliminação dos
entraves burocráticos, do desenvolvimento dos reciursos
recimsos humanos, do fortalecimento dos sistemas de planejamento e orçamento, de fortalecimento
da direção superior, da descentralização administrativa, da sistematização
do controle, da racionalização do trabalho administrativo, da produtividade administrativa, da utilização dos recursos comunitários, que constituem aspectos importantes da Reforma Administrativa para o desenvolvimento sócio-econômico do Brasil.
Brasil
GONSULTADA
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
1.

ABRANCHES, Carlos A. Dunshee de. A aplicação da cibernética ao
no direito e a administração da Justiça. São Paulo, Ordem dos.
dos Advogados
do Brasil, 1970. 36 p. Teses.
2. ANDRADE, Luiz Antonio de. Cibernética e direito. Digesto Econômico,
São Paulo, 27(220): 16-21, jul./ago. 1971.
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10..
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Trabalho apresentado no Seminário de Informação em Ciências Sojun.-4 jul. 1969.
ciais, Rio de Janeiro, 16 jim.-4
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NOVACK, Marieta Pestana. O jurista e a informação. Trabalho apresentado no 6'’
6'=’ Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
Belo Horizonte, 4-10 jul.
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�22. TENÓRIO Igor. Cibemélica
Cibernética e direito. Brasília, Coordenada Editora de
, Brasília, 1970.
r
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do Brasil, Rio de Janeiro, 2 (3): 153-68, maio/ago. 1970.
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                    <text>APRESENTAÇÃO DO TEMA
Cely Farias Raphael
Instituto de Pesquisa Agropecuária
do Sul — Pelotas, RS
Tenho a imerecida honra e a incomensurável satisfação de vos
apresentar o tema, desta primeira sessão de trabalho.
Ê-me
É-me grato, que os organizadores do 7*?
79 Congresso tenham escolhido — Documentação Agrícola, para iniciar as sessões de estudo.
O assunto é da mais alta relevância para nós, sobretudo no momento em que, bibliotecários, documentaristas e altas autoridades, estão
voltados para a criação de um CENTRO NACIONAL DE DOCUMENTAÇÃO agrícola no Brasil.
“A noite passada, mais de metade da população sobre a terra,
mais de dois bilhões de homens, mulheres e crianças, foram dormir famintos! Hoje, e em todos os dias aproximadamente dez mil pessoas morrem de fome ou dos efeitos da suonutrição.”
subnutrição.” Assim escreveu o Sr. Bill
Hosokaw, Diretor do Denver Pôster,
Poster, num artigo intitulado “Apfoxima-se
a Guerra Contra a Fome”.
Num mundo em que, o vertiginoso aumento da população, ameaça reduzir o abastecimento de alimentos, o papel da agricumira
agricultura e sua posição em países em desenvolvimento, assume uma importância muito
grande.
Para que, a agricultura ou outra ciência qualquer, possa atingir
0 seu pleno desenvolvimento, é necessário, todavia, contar com os melhores meios de informações.
Samper diz: “Não pode existir hoje em dia, investigação científica, seriamente organizada, sem o auxího
auxílio da Documentação Bibliográfica, e é impossível a difusão e disseminação dos avanços científicos, sem
contar com ela. A Biblioteca e (ou) Centro de Documentação Científica
.se
se convertem, assim, em receptores e transmissores das idéias dos homens
de ciência e dos resultados de suas investigações.”
Conscientes dessa importante necessidade, encontramo-nos hoje
aqui, para, reunidos, estudarmos os trabalhos apresentados ao 79
7^ Congresso e procurarmos soluções aos problemas que ainda entravam o desenvolvimento da Documentação Agrícola no Brasil, bloqueando a disseminação da informação ao investigador, ao cientista.
Ante a rapidez do desenvolvimento científico e tecnológico no
mundo, nas últimas décadas, e o aparecimento
áparecimento de novas especializações
em todos os campos do conhecimento, surgiu iraia
uma “explosiva” produção
de materiais bibliográficos.
-15-

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�A par da volumosa edição de livros, surgem inúmeros títulos de
periódicos; os resultados das investigações passam a ser publicados através de boletins informativos; os anais de congressos aparecem mais extensos, e além dos trabalhos não publicados, se multiplicam as informações audiovisuais. Daí Ortega y Gasset afirmar que “o homem em vez
de estudar para viver, passou a viver para estudar.”
Tomou-se impossível ao investigador acompanhar a literatura produzida, referente à sua especialidade.
dxizida,
Todas as ciências entraram em fase de desenvolvimento e de grande progresso.
O ilustré
ilustre bibliotecário espanhol Lasso de la Vega, referindo-se
ap, esses progressos, afirma que, da simples capacidade visual do homem,
da época de Péricles, chegou-se ao microscópio eletrônico, que permitiu
examinar os centésimos de milésimos de milímetro; foi possível a medição
do Ano Luz, equivalente a dez milhões de quilômetros; outro tanto aconteceu em relação ao tempo: conseguiu-se observar fenômenos sucessivos
a mil milionésimos de segundo, como ocorre com a excitação de um átomo
Í)or raios catódicos, com a emissão de raios X. Assim, o homem vê conpor
firmada
irmada sua missão de investigador, dedicando-se a estudos de base ou
fundamentais, aplicados ou técnicos, e executivos ou sociais, que constituem a origem das inumeráveis cònquistas
conquistas de que
què hoje desfruta.
E, como afirma o brilhante documentarista Vicentini — “da eletrotecnia surgiu a eletrônica, da física nasceu a atomística, a aeronáutica
Í)ossibilitou o surgimento da astronáutica, inaugurando a era dos satélites,
possibilitou
foguetes
oguetes balísticos e teledirigidôs,
teledirigidos, culminando com a chegada do homem
à Lua. Como conseqüência do desenvolvimento da Biblioteconomia, em
função dos progressos das demais ciências, vamos encontrar, no Século XX,
a Documentação e como evolução desta, a Informática.”
Termo ainda pouco familiar nos países da América Latina, da
intimidade apenas dos técnicos e estudiosos do assunto,
assimto, a Informática, que
alguns querem seja uma nova ciência — a do tratamento automático e racional da informação, considerada como a base dos conhecimentos e das
comunicações, já tem papel bastante ativo nos países desenvolvidos.
No Brasil, particularmente no ramo das ciências agrícolas a Informação apareceu, já nos tempos imperiais, sob a forma de relatórios e
notas, comunicando quanto às causas das boas ou más colheitas.
Segtmdo Vieira, a agricultura brasileira alcançou grande impulso
Segimdo
com o aparecimento da Revista Agrícola, do Imperial Instituto Fluminense
de Agricultura.
Quando da criação do Ministério da Agricultura,
Agricultinra, Indústria e Comércio em 1906, .já
já se pensava em organizar um setor para cuidar da administração da Informação, publicidade
pubhcidade e propaganda agrícolas, cujo objetivo seria disseminar a Informação.
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�FTendo cortio
como uma de suas principais finalidades, a impressão e
divulgação de publicações do Ministério da Agricultura, elaboradas no
País, foi criada em 1909,
1909,'aa Seção de Publicações e Biblioteca.
;
'
' ' í
Em 1912, aparece o Boletim do Ministério da Agricultura, Indúsagricultiu^
tria e Comércio, que noticiava preciosas informações sobre a agricultura
nacional.
'
t t ‘
Em conseqüência da revolução de 1930, o Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio é desdobrado em duas pastas, sendo criada,
depois, a Diretoria de Estatística e Publicidade e transformada mais tarde
em Serviço de Informação Agrícola.
Segue-se uma série de mudanças na denominação do órgão, notando-se, todavia, a grande preocupação dos governos, em manter um serviço de disseminação da informação no Brasil, junto ao Ministério da Agricultura.
,
Já em 1960 foi criada a Rede Nacional de Divulgação Agrícola,
para maior expansão da informação no País, atuando paralelamente com
0o Serviço de Informação Agrícola.
,
‘
Depois de um . período de expressiva atuação, constituindo-se em
centro nacional de documentação e informação, o
ò Serviço de Informação
Agrícola, foi diminuindo suas atividades sensivelmente.
Nessa altura, vê-se o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação — (IBBD) assumir de certa forma, a liderança, no estímulo às
bibliotecas de ciências agrícolas, visando ao desenvolvimento de suas atividades e estabelecimento de centros coordenadores, corii
com a finalidade de
realizar trabalhos cooperativos de aquisição planificada, empréstimo entre
bibliotecas, compilação de catálogos coletivos de publicações periódicas
e livros, publicações de bibliografias especializadas etc.
&gt;
Também merece destaque o trabalho que vem desenvolvendo a
Diretoria de Publicidade Agrícola, da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo.
Através do Programa Interamericano de Desenvolvimento de Bibliotecas Agrícolas (PIDBA), do IICA, foi criado em 1967, no Brasil,
um programa piloto visando ao desenvolvimento das bibliotecas agrícolas.
Com a denominação de Programa,
Programa de Bibliotecas Agrícolas no
Brasil (temporariamente suspenso), o serviço estabelecido como unidade
de trabalho do IICA, objetivava solucionar dificuldades que impediam
as bibliotecas de serem agentes auxiliares das universidades,
rmiversidades, visando somar esforços, para melhorar o nível acadêmico do País e colaborar com
as instituições de pesquisas, no desenvolvimentò
desenvolvimento da investigação bibhográfica.
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�f);
A instalação do Programa veio trazer às bibliotecas agrícolas brasileiras um extraordinário impulso, através de reuniões, intercâmbio de
experiências, orientação no planejamento e organização de bibliotecas, projetos cooperativos, reconhecimento de nível profissional etc.
etc,
í.
Dentre as inúmeras atividades do Programa para _ Bibliotecas
Agrícolas no Brasil, destaco como das mais importantes, a realização do
Seminário para Bibliotecas Agrícolas, em Cruz das Almas, Bahia, 1967,
que deu oportunidade à apresentação do trabalho de base, recomendando
a criação da Comissão Brasileira de Documentação Agrícola, aprovado
por unanimidade dos bibhotecáríos
bibhotecários presentes.
A CBDA veio coordenar a Documentação Agrícola no Brasil, possibilitando a realização conjunta de inúmeras atividades, como organização de grupos de trabalho do DNPEA (Departamento Nacional de Pesquisa Agropecuária), criação de grupos regionais de trabalho, junto às
associações de bibliotecários;
bibhotecáríos; coleta de fichas de periódicos existentes nas
bibliotecas agrícolas brasileiras, para complementar os registros do IBBD;
Curso de Treinamento sobre apUcação
aplicação de métodos automatizados na preparação de catálogos coletivos de periódicos, realizados no IBBD em convênio com o IICA; envio de memorial ao Sr. Ministro da Agricultura, solicitando a criação de um Centro Nacional Coordenador da Documentação Agrícola; elaboração de bibliografias
bibhografias especializadas etc. Editou além
de Agrícolas, seu órgão informativo, as pubhcações: “Coleção de Referência das Bibliotecas
Bibhotecas do EPE,” “Coleção de Obras de Caráter Histórico das
Bibliotecas
Bibhotecas do EPE,” Catálogos de Periódicos de algumas bibliotecas etc.
Há grupos operando nos estados de Pernambuco, Bahia, São
Paulo, Guanabara, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pará.
O Brasil conta com aproximadamente uma centena de bibliotecas agrícolas e afins, distribuídas
distribuíaas nas zonas rurais e urbanas, notando-se
três tipos de acervos;
acervos: ensino, pesquisa e extensão, reflexo dos órgãos a
que servem. São essas bibliotecas formadas quase que exclusivamente por
hvros, folhetos e periódicos. Raras possuem outros materiais, como: malivros,
pas, microfilmes, fotocópias etc. e muito poucas tem em suas coleções,
os principais repertórios bibliográficos
bibhográficos mundiais.
Em recente levantamento efetuado, das 96 bibliotecas consultadas, apenas 28 afirmaram dispor de aparelhagem reprográfica.
As mais antigas bibliotecas dé
de ciências agrícolas do País, situam-se
nos estados da Bahia, São Paulo e Rio Grande do Sul.
Devido à grande produção bibliográfica
bibhográfica houve uma verdadeira
“explosão” na quantidade de informações científicas. Grande parte desses
materiais entretanto, editados e distribuídos em forma limitada, não chegam ao conhecimento dos estudiosos interessados.
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�o número de publicações e leitores aumenta a cada dia, sem que
as bibliotecas tenham recursos humanos e materiais necessários para atender a esse desenvolvimento.
'
A falta de acesso ao material, e de bibhotecas equipadas para o
manejo do acervo não hvro, que na realidade compreende a maior parte
da dociunentação
documentação agrícola, tem ocasionado a perda de importantes trabalhoá.
balhos.
'
Observa-se qqe o processo de desenvolvimento da documentação
e informação científica passa por acentuada fase de dispersão.
O papel das técnicas de informação das bibliotecas agrícolas é
colocar com mais rapidez e eficiência, nas mãos dos investigadores, a informação mais recente sobre os novos processos da ciência e da tecnologia.
No campo da informação agrícola, há necessidade de coordenar
os programas e esforços que se têm realizado isoladamente nas últimas décadas, sem que se tenha conseguido um nível satisfatório, capaz de completar as necessidades dos usuários.
Os governos nacionais chegaram à conclusão de que o estabelecimento e desenvolvimento de eficazes sistemas de informação constituem
constitueih
um fator essencial para imjpulsionar o progresso agrícola. Pode-se verificar esta tomada de consciência
consciáicia pelo interesse e apoio que os países, sobretudo da América Latina, estão dando ao desenvolvimento de Centros
de Documentação técnica e científica a nível nacional, contribuindo para
a organização e concentração de um melhor acervo.
Baseados em uma política cooperativa, para melhor aproveitamento de recursos bibliográficos, vê-se a criação de sisteifias
sistemas internacionais, como AGRIS, UNISIST, AGRINTER etc. No Brasil, com o estabeestabélecunento
lecimento do Sisteiria
Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica,
surgiu a necessidade de criar subsistemas especializados de informação,
cobrindo alguns campos já definidos como áreas prioritárias, dentro das
metas do Governo. Os subsistemas, funcionarão
fimcionarão em tomo dos interesses
dos usuários de cada área específica. Compondo o sistema, encontramos
entre os subsistemas, a Informação Agrícola.
Estanaos confiantes em que, durante este conclave, valiosas conEstairios
tribuições serão oferecidas para implantação de um mecanismo que assegure um fluxo permanente de intercâmbio da Informação a nível nacional e internacional.

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                    <text>RECOMENDAÇÕES
À FEBAB, ÀS
AS ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS, AO CONSELHO
FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA E CONSELHOS REGIONAIS:
1 — Que os bibliotecários encaminhem reivindicações de interesse da
classe por intermédio do CFB e da FEBAB a Deputados de sua
escolha, solicitando-lhes seja consultada a Assessoria Técnica Especializada da Câmara dos Deputados para estudos de viabihdade e
elaboração de Anteprojeto de lei.
2 — Que usem de todos os meios de comunicação de massa para divulgação da importância da leitura através das bibliotecas e centros de
documentação.
3 — Que se incumbam de melhor esclarecer aos órgãos de Administração de Pessoal que os campos de atuação dos bacharéis em Biblioteconomia e Documentação — contidos na Lei n^ 4.084/62 — tanto
nos órgãos governamentais como particulares abrangem chefias, direções, assessorias, consultorias técnicas, bem como as diferentes denominações a eles relativas.
AO INSTITUTO NACIONAL DO LIVRO:
4 — Que prepare uma publicação destinada à organização de grupos ou
sociedades de “Amigos da Biblioteca”, para orientação dos prefeitos
municipais e diretores de estabelecimentos de ensino na promoção
dos meios indispensáveis — Legislação e Recursos Financeiros — à
implantação de oibliotecas públicas
púbhcas e escolares.
Aterulentes de Bibliotecas seja ministrado
5 — Que o treinamento de Atendentes
por Bibliotecários, e em São Paulo, pelo Departamento Estadual
de Bibliotecas, cuja criação foi proposta no 7^
7"? CBBD.
6 — Que mantenha bibliotecários itinerantes vinculados às Representações Estaduais a fim de dar assistência técnica aos atendentes das
bibliotecas e salas de leitura em cada Estado.
À BIBLIOTECA NACIONAL E DEMAIS INSTITUIÇÕES:
7 — Que promovam a adoção obrigatória, pelos órgãos oficiais editores, do número do livro (ISBN), cuja implantação no País vem
sendo estudada por Comissão instituída durante o II Encontro de
Editores de Livros.
AO INSTITUTO BRASILEIRO DE BIBUOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO:
8 — Que a Comissão Nacional do Catálogo dê ênfase a um sistema Nacional de Aquisição Planificada de material estrangeiro.
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�9 — Que seja fortalecido o Sistema Nacional de Catalogação Cooperativa.
10 — Que organize, em colaboração com as Universidades e Instituições
especializadas, um cadastro de tradutores e promova o acesso às
traduções elaboradas pelas diversas instituições especializadas.
11 — Que as redes regionais de bibliotecas e os subsistemas de informação se articulem com o Catálogo Coletivo Nacional a fim de ser
evitado duplicação de esforços.
ÀS
AS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS:
12 — Que consignem em seus orçamentos verba não inferior a 5% do orçamento total da Entidade às suas bibliotecas.
13 — Que concedam autonomia técnica e administrativa às suas bibliotecas.
AO CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO:
14 — Que estude um novo currículo mínimo para ciursos
cmrsos de graduação em
biblioteconomia, mais condizente com o desenvolvimento científico
e tecnológico que o País atravessa.
15 — Que seja incluída como disciplina obrigatória, nos currículos
cmrículos do 1*?
e 29 graus e do ensino superior, a disciplina “Pesquisa Bibliográfica” a ser ministrada por Bibliotecários.
16 — Que estude a possibilidade de se aumentar a duração dos cursos de
Biblioteconomia para 8 semestres ou equivalentes em horas-aula.
17 — Que reforce a fiscalização dos Estabelecimentos de Ensino, no que
respeita à exigência de possuírem bibliotecas próprias, a fim de obterem autorização para funcionamento ou reconhecimento por parte
do CFG.
CFC.
18 — Que constitua um grupo de especialistas, representantes das Escolas e Cursos de Biblioteconomia do País, para assessoramento à Comissão presidida pela Prof. Ester de Figueiredo Ferraz, encarregada
de estudar o novo currículo mínimo de biblioteconomia.
AO CONSELHO NACIONAL DE PESQUISAS:
19 — Que a Comissão de Coordenação do SNICT constitua um grupo de
trabalho para estabelecer as normas de referência documentária
compatíveis com o UNISIST.
20 — Que seja estudada a possibihdade
possibilidade de inclusão do PRODASEN como
órgão de apoio do SNICT.
21 — Que estude a possibilidade
possibihdade de inclusão no SNICT de um Subsistema de Informações Sócio-Econômica e Financeiras, a cargo do Ministério da Fazenda.
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�22 — Que consigne reciursos
recursos para um projeto destinado a experimentar em
cinco anos, um sistema nacional de Aquisição Planificada de material estrangeiro, dentro do SNICT.
AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA:
23 — Que estude um programa de incentivo e assistência às bibliotecas
escolares visando a tomá-las aptas a desempenhar sua missão.
24 — Que estude a inclusão da técnica de pesquisa bibliográfica em programas de formação de professores de todos os graus, para prepará-los a conduzir seus alunos à prática dessa mesma técnica e que
a mesma seja ministrada por Bibliotecários.
AO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES:
25 — Que o Subsistema de coleta e disseminação no Exterior do SNICT
proporcione cobertura adequada, inclusive acompanhamento sistemático, dos pedidos de patentes depositados por empresas brasileiras em outros países.
AO MINISTÉRIO DO INTERIOR:
26 — Que crie outras Redes de Bibliotecas, a exemplo da REBAM, nas
demais Superintendências, sob sua jurisdição e dentro do Projeto
SIPLAN.
AOS MINISTÉRIOS DA FAZENDA E DO PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO GERAL:
27 — Que estudem a possibilidade
possibihdade de se criar um rubrica especial nos
orçamentos públicos para a aquisição de material bibliográfico, uma
vez que esse material tem características distintas de demais considerados permanentes.
AO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA:
28 — Que mantenha permanente apoio à Coordenadoria do Subsistema de
Informação Agrícola.
Ã SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA:
29 — Que dê apoio financeiro e permanente à REBAM a fim de que a
mesma possa realizar e concretizar seu programa de trabalho, constante do seu Protocolo de Intenções e do seu Regulamento.
ÀS ENTIDADES DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NIVEL
AS
SUPERIOR (CAPES, CEPES etc.):
30 — Que incluam os bibliotecários
bibhotecários entre os beneficiados com bolsas de
estudo para aperfeiçoamento no Exterior, onde além dos estudos superiores, terão oportunidade de estagiar em bibliotecas e centros de
Seriores,
documentação.
ocumentação.
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Dígítalízado
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�AOS GOVERNOS ESTADUAIS:
31 — Recomenda-se a criação de “Cursos de orientação do uso da Biblioteca” nas escolas primárias, ginásios e escolas normais, a serem ministrados por bibliotecários, destinados aos alimos e professores, para
.
que seja criada uma conscientização a respeito de Biblioteca, não
só para que haja rendimento para o leitor, despreparado para a realização de pesquisa, como preservar o acervo bibliográfico que vem
sendo terrivelmente danificado.
32 — Recomenda-se a necessidade de instalarem Bibliotecas Públicas Infanto-Juvenis porque crianças e jovens se constituem imi
fanto-juvenis
um público importante, de necessidade irreversível e imediata.
33 — Recomenda-se a instalação de Bibliotecas Públicas Infanto-Juvenis,
funcionando como agências de cultura com o objetivo de formarem
o hábito de leitura e de servirem de centro de estudos e pesquisas
para atender às necessidades atuais da criança e do jovem.
AO GOVERNADOR DO ESTADO DE SÄO
SAO PAULO:
04 — Que seja constituído lun
um grupo de trabalho para elaborar Projeto,
visando à criação do Departamento Estadual de Bibliotecas, vinculado à Secretaria de Educação.
35 — Que nas sedes das Regiões Administrativas do Estado de São Paulo
sejam criadas Bibliotecas Públicas Regionais, vinculadas ao Departamento Estadual de Bibliotecas, da Secretaria de Educação, cuja
criação foi proposta no 7*? CBBD.
GBBD.
AO PREFEITO DO MUNIGIPIO
MUNICÍPIO DE SAO
SÄO PAULO:
36 — Que seja constituído um grupo de trabalho, do qual participem Arquitetos e Bibliotecários, a fim de ser elaborado um Projeto Global
da construção de novas Bibhotecas
Bibliotecas nos Distritos e Subdistritos de
São Paulo.
37 — Que as 35 BibHotecas-Ramais
Bibliotecas-Ramais dos Distritos e Subdistritos do MuniMimicípio de São Paulo passem a ser dirigidas por Bibliotecários, em
atenção à Lei Federal n*? 4.084/62 e para melhor atendimento ao
público que as procura.
AOS ÓRGÃOS EDITORES DE PERIÓDIGOS
PERIÓDICOS ESPEGIALIZADOS
ESPECIALIZADOS EM
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO:
BIBLIOTEGONOMIA
38 — Que divulguem instruções ou que forneçam informações sobre a utilização em publicações do International Standard Book Numbers.
Ã EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUARIA
AGROPECUÃRIA A
EMBRAPA:
39 — Que inclua em seus programas orçamentários e técnicos, recursos
adequados para o desenvolvimento das bibhotecas agrícolas brasileiras, através da criação de um Departamento de Documentação e
Informação.
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Digitalizado
gentílmente por:

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D

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i:

�AOS BIBLIOTECÁRIOS DE BIBLIOTECAS ESCOLARES EM TODOS
OS NÍVEIS:
40 —
- Que procurem estimular a realização de cursos de treinamento em
pesquisa bibliográfica em suas instituições.
41 —
- Que aceitem os encargos de ministrar cursos de treinamento em pesquisa bibliográfica.
AOS BIBLIOTECÁRIOS DA ÁREA BIOMÉDICA:
42 — Que participem dos trabalhos e dos programas dos Grupos de TraBibliotecários, cuja coordenação é de resbalho das Associações de Bibhotecários,
ponsabilidade da Comissão Nacional de Documentação Biomédica,
da FEBAB.
AOS BIBLIOTECÁRIOS DA ÁREA TECNOLÓGICA:
43 — Que participem dos trabalhos e dos Programas dos Grupos de Trabalho das Associações de Bibliotecários, cuja Coordenação é de responsabilidade da Comissão Nacional de Documentação Tecnológica,
da FEBAB.
AOS BIBUOTECÁRIOS
BIBLIOTECÁRIOS DA ÁREA AGRÍCOLA:
44 — Que participem dos trabalhos e dos programas dos Grupos de Trabalho das Associações de Bibliotecários, cuja coordenação é de responsabilidade
onsabilidade da Comissão Brasileira de Documentação Agrícola,
daa FEBAB.
À COMISSÃO Organizadora
ORGANIZADORA do
DO 7&lt;? congresso
CONGRESSO brasileiro
BRASILEIRO
DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO:
45 — Que encaminhe ofício à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados
enfatizando a importância dos projetos de lei sòbre
sobre “Catalogação na
fonte” de autoria do Deputado Faria Lima.
ÃS BIBLIOTECAS BRASILEIRAS:
ÀS
46 — Que todas as Bibliotecas do Brasil procurem participar ativamente
do Projeto REBAM, auxiliando
auxihando o levantamento da Bibliografia da
Amazônia.
Ã COMISSÃO ORGANIZADORA DOS CONGRESSOS BRASILEIROS
À
DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO:
47 — Que em todos os Congressos sejam incluídos os temas “Bibliotecas
Públicas” e “Bibliotecas Escolares”.
48 — Que seja incluído nos temários dos próximos Congressos o assunto
específico “Movimento Associativo”.
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gentílmente por:
gentilmente

�49 — Que os Regulamentos dos próximos Congressos estabeleçam as normas para a elaboração de trabalhos-base para cada tema ou subtema, devendo os mesmos .ser
ser confiados a bibliotecários de comprovada experiência no campo específico, e que só sejam aceitos como
docmnentos oficiais os trabalhos assim encomendados.
documentos
50 — Que nos Congressos Brasileiros de Biblioteconomia e Documentação
seja permitida somente a inscrição de profissionais.
51 — Que nos próximos Congressos, as atividades do Conselho Federal
de Biblioteconomia passe a fazer parte do temário a fim de tomar
a classe melhor informada das atividades de sua representação máxima.
VOTOS DE PESAR:
52 — Os participantes do 7^ Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação manifestam seu pesar pelo desaparecimento dos Bibliotecários OLINDA HEMPEL DE CAMARGO (do Instituto
Adolfo Lutz, de São Paulo), e JEANETTE ALBUQUERQUE (aposentada do DASP, e ex-diretora da Biblioteca
Bibhoteca Volante da Universidade de Brasília), e do Prof. DAVID LEONI, da Escola de Biblioteconomia de São Paulo.
CONGRATULAÇÕES:
53 — Que se encaminhe ao Deputado Faria Lima congratulações çela
pela
apresentação do Projeto de Lei sobre a “Catalogação na Fonte’.
Fonte”.
7"? Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
54 — Os participantes do 7^
Documentação formulam um voto de louvor à Professora HAGAR
ESPANHA GOMES pelo trabalho que vem desempenhando à frente
do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação no sentido
de integração dos serviços de informação.
55 — Os participantes do 7^
79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
Bibhoteconomia e
Documentação congratulam-se com o Ministro JARBAS PASSARINHO pela nomeação para o Conselho Federal de Cultura, da Bibhotec^a MARIA ALICE BARROSO.
bhotecaria
56 — Os participantes do 7^
79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação congratulam-se com o Ministro JARBAS PASSARINHO pela Condecoração da Bibliotecária JANNÍCE DE MELLO
MONTE-MÓR, com a Ordem Nacional do Mérito Educativo.
MON'TE-MÓR,
57 — Os participantes do 7?
79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação congratulam-se com a Bibliotecária MARIA ALICE
BARROSO pelo magnífico trabalho que vem realizando como Diretora do Instituto Nacional do Livro.
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gentílmente por:
gentilmente

�79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
58 — Os participantes do 7^
Documentação congratulam-se com a Bibliotecária JANNICE DE
MELLO MONTE-MÖR,
MONTE-MÓR, pelo notável trabalho que vem realizando
como Diretora da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
59 — Os participantes
partieipantes do 79
7? Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Dociunentação congratulam-se com IBBD, UFMG, ABDF e FEBAB
Documentação
pelo lançamento de revistas especializadas dc
de alto nível e que vêm
vèm
representando condignamente a biblioteconomia brasileira.
6C — Os participantes do 79
60
7? Congresso Brasileiro de Biblioteconomia ec
Documentação congratulam-se com o Bibliotecário MURILO BASTOS DA CUNHA, pelo trabalho que vem realizando no desempenho das funções de Presidente do Conselho Federal de
dc Biblioteconomia.
61 — Os participantes do 7?
79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação congratulam-se com o INL, SUDAM, BASA, Universidade Federal do Pará, IDESP, IPEAN, Museu Paraense Emílio
Goeldi e Faculdade de Ciências Agrárias do Pará, pelo patrocínio e
pelo apoio dado ao 7?
79 Congresso.
62 — A FEBAB e suas Associações filiadas congratulam-se com os Bibliotecários Paraenses, pelo êxito obtido com a realização do 7°
1° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação.
89 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO:
MENTAÇÃO;
63 — Os participantes do 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação aceitam o oferecimento da Associação de Bibliotecários do Distrito Federal, do Conselho Regional de Biblioteconomia
da I^
1^ Região, do Departamento de Biblioteconomia da Universidade
de Brasília, para a realização do 89 Congresso em Brasília, DF, em
1975.
64 — Que o tema Central do 89 Congresso seja: “RESPONSABILIDADE
SOCIAL DAS BIBLIOTECAS NO PLANO EDUCACIONAL DO
BRASIL”.
65 — Que sejam incluído no Temárío
Temário do 89 Congresso os assuntos
assxmtos “Bibliotecas Especializadas”, “Bibliotecas de Órgãos Legislativos” e “Publicações Oficiais
Ofieiais Brasileiras”. “Conceituação de Biblioteconomia
Bibhoteconomia e Documentação”, “Ciência da Informação e Informática.”
99 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO;
MENTAÇÃO:
66—0
66
— 0 Presidente da Associação Rio-Grandense de Bibliotecários congratula-se com a Associação de Bibliotecários do Distrito Federal pela
escolha de Brasília para sede do próximo Congresso, e oferece o
Rio Grande do Sul para a realização do 99 Congresso.
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gentilmente

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�PROGRAMA
Domingo 29
lOh. às 12h. — Sessão Preparatória (plenária). Banco da Amazônia
■—
— Coquetel de boas-vindas oferecido pelo Governo
CJovemo do
Estado do Pará. Sede Social da Assembléia Paraense
21h.
• — Sessão Solene de Abertura. Teatro da Péiz
Paz
Segunda-feira 30
8h.

—Atividades
Atividades da SUDAM na Amazônia Legal. Conferência Cel.
rência.
CeL Milton Câmara Senna, Superintendente
da SUDAM

9h. às 12h. —
SESSÕES DE ESTUDOS SETORIAIS
DOCUMENTAÇÃO AGRÍCOLA
Cely Farias Raphael, IPEAS — UFPEL (Pelotas, RS)
Apresentação do Tema
Angela Maria Lyra Porto, Centro de Tecnologia Agrícola e Alimentar (Rio
de Janeiro, GB)
Recusos reprográficos nas bibliotecas agropecuárias brasileiras
Alzira Eeko Furuya de Carvalho e Msiria
Maria Teresa Botelho Padim, Instituto de
Pesca (São Paulo, SP)
Método audivisual para difusão de normas de referencias bibliográficas
Carmélia Regina de Mattos, IPEAL (Cruz das Almas, BA)
A informação agrícola para o desenvolvimento nacional. Situação atual da
informação agrícola no Brasil
Raul Colvara Rosinha, Ministério da Agricultura (Brasília, DF)
Embrapa: tecnologia agrícola para o desenvolvimento
DOCUMENTAÇÃO BIOMÉDICA
Dinah Aguiar Población, Faculdade de Medicina da FU ABC (Santo André, SP)
Apresentação do Tema
Terezinha Dias de Andrade e Dayse Pires de Noronha, Faculdade de Saúde
Pública da USP (São Paulo, SP)
Técnica de pesquisa bibliográfica para alunos da Faculdade de Saúde Pública
da USP, experiência didática
Elga de Souza Pastore e Mercedes Delia Fuente Instituto Adolfo Lutz (São
Paulo, SP)
Registro e controle de publicações seriadas pelo sistema de arquivamento
arquivcimento com
margem vertical (Visirecord): uma experiência de catalogação retrospectiva
da coleção do Instituto Adolfo Lutz
Maria Pompéia Sampaio
Sampciio de Mello, Maria Terezinha Dias de Andrade, Maria
Virginia Leite Ribeiro, Alderica Barbosa Mearim e Irene Lerche Eleutério,
Instituto Adolfo Lutz e Universidade de São Paulo (São Paulo, SP)
Implantação de um
Implcintação
lun sistema de aquisição planificada e cooperativa nas bibliotecas biomédicas do Estado de São Paulo
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�Sonia Maria Pileggi Parlatori, Ana Maria Barone e Maria Martha Guimarães
Gandara, Associação Médica Brasileira, Hospital'
Hospital do Servidor Público Estadual,
Santa casa de Misericórdia (São Paulo, SP)
Guia biomédico de levantamentos bibliográficos; nota prévia
DOCUMENTAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
Neusa Keiko Imaino
Imano Kirihata, Departamento de Águas e Energia Elétrica (São
Paulo, SP)
Arquivo de dados hidrológicos
Heloisa Benetti Schreiner Maria da Graça Lienert
Dienert Lubisco, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Porto Alegre, RS)
• _
Um centro de informações para as indústrias da construção civil. O Setor de
Documentação da Edificação
Ekiificação (NORIE)
Evangelina dé
de Azevedo Veiga e Sara Roitman Jakobson, Biblioteca Pública do
Estado (Porto Alegre, RS)
índice em cadeia
Lucia Maria de Oliveira Lage, USIMINAS (Belo Horizonte, MG)
Processos de aquisição e disseminação de informações no Centro de Informações Técnicas da USIMINAS
Judith Rebeca Schieyer
Schleyer e Inara Figliolia Martins Passos, FUNDACENTRO
(São Paulo, SP)
Racionalização de processos técnicos para disseminação de informação
Pedro Luiz Martinelli, Departamento de Águas
Aguas e Energia Elétrica (São Paulo,
SP)
Uma aplicação de computação eletrônica no arquivamento de plantas e mapas.
Recuperação através de palavras-chave
Sebastião de Souza, Biblioteca Central da FUB (Brasilia,
(Brasília, DF)
A biblioteconomia frente à informática
Silvia Augusta Marques, SUDENE (Recife, PE)
Indexação por desdobramento. Um modelo para arquivos mortos
Antonio Gabriel, Departamento de Águas e Energia Elétrica (São Paulo, SP)
O catálogo coletivo de livros em tecnologia
DOCUMENTAÇÃO SÓCIO-ECONÔMICA
SÓCIO-ECONÓMICA
Elyanna de Niemeyer Mesquita, Divisão de Documentação do Ministério da
Fazenda (Rio de Janeiro, GB)
Apresentação do Tema
Francisca Ribeiro Salgueiro Felisberto de Souza, Fernanda Figueiredo Saraiva
Sanches e Maria de Lourdes Arôso Mendes, PETROBRAS
PETROBRÁS (Rio de Janeiro, GB)
O usuário e a caracterização de seus hábitos e interesses
Maria Nazareth Ferreira, Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (São
Paulo, SP)
Projeto de indice
índice para uma enciclopédia geral publicada em fascículos
fascicules
Abner Lellis Corrêa Vicentini, Ministério das Minas e Energia (Brasilia,
(Brasília, DF)
Informática para o desenvolvimento sócio-econômico: redes de informação
Elyanna de Niemeyer Mesquita e Tânia Mara Guedes Botelho, Divisão de Documentação do Ministério da Fazenda (Rio de Janeiro, GB)
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�A Divisão de Documentação do Departamento de Administração do Ministério
da Fazenda face ao Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica
— SNICT
REUNIÕES ESPECIALIZADAS
Zf Encontro de Diretores de Bibliotecas Centrais Universitárias
2!&gt;
14h. às 18h.
REUNIÕES ESPECIALIZADAS
Painel: Bibliotecas Públicas. Organização: Instituto Nacional do Livro
Terça-feira 31
8h.

— A filosofia do fortalecimento institucional do IICA.
Conferência. Dr. José Emílio Araújo, Diretor-Geral
do ncA
9h. às 12h. —

SESSÕES DE ESTUDOS SETORIAIS
DOCUMENTAÇÃO AGRÍCOLA
Cesar Teixeira Coordenação de Informação Rural, Ministério da Agricultura
(Brasília, DF)
Subsistema de Informação Agrícola: necessidades (exposição oral)
DOCUMENTAÇÃO BIOMÉDICA
Dinah Aguiar Población, Faculdade de Medicina da FU
FUABC
ABC (Santo André, SP)
Serviço de informação aos especialistas: pesquisa bibliográdica
bibliográfica no currículo das
escolas de Ciências da Saúde
Mercedes DeUa
Delia Fuente e Elga de Souza Pasture,
Pastore, Instituto Adolfo Lutz (São
Paulo, SP)
Cabeçalhos de assrmto,
assunto, unitermos e indexação coordenada - uma tentativa em
livros (nota prévia)
Mercedes Delia Fuente e Cecília Fleury da Silveira, Instituto Adolfo Lutz e
Assembléia Legislativa (São Paulo, SP)
Cabeçalhos de assunto para bibliotecas biomédicas brasileiras
Maria Matilde Dias Machado, Instituto de Ciências Biomédicas da USP (São
Paulo, SP)
Organização de bibliotecas biomédicas
Carlos Gamboa, Biblioteca Regional de Medicina (São Paulo, SP)
O sistema Medline (exposição oral)
DOCUMENTAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
Maria de Lourdes Sampaio Cintra de Camargo _ee Rosmarie Lüthold Appy, Divisão de Biblioteca e Documentação da USP (São Paulo, SP)
Fontes de referência para peródicos
Tania Mara Guedes Botelho e Ida Maria Cardoso Lima, Divisão de Documentação (Rio de Janeiro, GB)
Estudo da dispersão de artigos de periódicos baseado numa análise matemática
da Bibliografia brasileira de documentação 1966/70
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�Edson Nery da Fonseca, Faculdade de Estudos Sociais Aplicados da FUB,
(Brasília, DF)
Condição essencial para o estabelecimento de uma rede nacional de informação
científica e técnica
Cigié Bins Pinto, Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(Porto Alegre, RS)
Índices
índices de monografias
Severino Silvio do Monte e Carmem Rejane de Carvalho Bargetzi, Divisão da
Documentação da SUDENE (Recife, PE)
A microfilmagem na documentação
doounentação
Theresinha Bacchiega Senatore, Rachel Tavares Joffily Bezerra, Regina de
Barros Cianconi e Françoise Sylvia Perret de Aguilar, Serviço Federal de
Processamento de Dados (Rio de Janeiro, GB e São Paulo, SP)
Automatização do sistema de documentação
dociunentação
Helena Marta Santos Carvalho, Hulda Olail de Carvalho, Juracy Ghislotti
Aranda, Solange Puntel e Sonia Maria Angelino Spínola, In^tuto de Pesquisas
Espaciais (São José dos Campos, SP)
O bibliocentro e a aquisição computarizada
Lourdes Mesquita Siqueira, Instituto Tecnológico de Aeronáutica (São José
dos Campos, SP)
O sistema centralizado de aquisição e de tratamento do material bibliográfico
do Centro Técnico Aeroespacial
Abner Lellis Corrêa Vicentini, João Laurentino de Sousa, Edelweiss Sauerbronn
e Aruza Holanda Cavalcanti Carvalho, Assessoria de Documentação e Informação do Ministério das Minas e Energia (Brasília, DF)
O Centro de Informática do MME e sua contribuição para o desenvolvimento
tecnológico do Brasil
João Laurentino de Sousa, Assessoria de Documentação e Informação do Ministério das Minas e Energia (Brasília, DF)
O usuário brasileiro e o SNICT
DOCUMENTAÇÃO JURÍDICA E ADMINISTRATIVA
Magaly França Villaça, FIESP — CIESP/DECAD (São Paulo, SP)
Apresentação do Tema
Maria Laura da Cunha Lion, Câmara dos Deputados (Brasília, DF)
Assessoramento técnico na Câmara dos Deputados: depoimento de uma bibliotecária como assessora
Juracy Feitosa Rocha, Câmara dos Deputados (Brasília, DF)
Publicações oficiais brasileiras
Iza Araújo Alegria, Estado-Maior das Forças Armadas (Brasília, DF)
O conjunto das bibliotecas militares como instrumento representativo no desenvolvimento nacional
Virgínia Astrid Albuquerque de Sá e Santos, Câmara dos Deputados (Brasília,
DF)
A organização das publicações das Nações Unidas na Seção de Coleções Especiais da Divisão de Biblioteca do Centro de Documentação e Informação da
Câmara dos Deputados
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gentilmente

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�Nylma Thereza de Salles Velloso Amarante, Divisão de Documentação do Ministério da Fazenda (Rio de Janeiro, GB)
Biblioteconomistas e documentalistas; anádise
análise profissiográifica
proíissiográifica Hilcke
HUcke Frederica Weiss e Laura Corrêa Oliveira, Procuradoria-Geral da Justiça e Consultoria-CJeral
Consultoria-Gíeral do Estado (Porto Alegre, RS)
Legislação federal de biblioteconomia e assuntos correlatos: 1964-72
Cecília Andreotti Atienza, Câmara
Cíâmara Municipal (São Paulo, SP)
Plano de organização da Seção de Documentação e Biblioteca da Câmara Municipal de São Paulo
Maria de Lourdes Azevedo Mendonça e Maria Regina Marques Teixeira, Centro
de Orientação e Seleção Psicotécnica da UFRGS (Porto Alegre, RS)
Documentação administrativa
Ruth Costa de Andrade e Tânia Maria Urbano da Silva, Assessoria Jurídica
da SUDENE (Recife, PE)
Serviço de permuta entre as bibliotecas jurídicas ng
Se^ço
no Estado de Pernambuco
Maria Laura Coutinho, Câmara dos Deputados (Brasília, DF)
O catálogo de referência legislativa da Seção de Legislação Brasileira do Centro
de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados; uma experiência
de trabalho
BIBLIOTECÁRIOS E LIVREIROS
Etelvina Lima, Coordenação da Biblioteca Universitária da UFMG (Belo Horizonte, MG) .
•
Apresentação do Tema
Jan Sibeijn, Swetz &amp; Zeitlinger BV (AmsterdEim,
(Amsterdam, Holanda)
revistas por via aérea
Automação de um sistema de assinaturas de
dé revidas
Alexandre do Espírito Santo
Sistema de aquisição computorizada
computarizada
Lia Manhães de Andrade Frota,
íYota, IBBD e SNEL Rio de Janeiro, GB)
Catalogação na fonte: resultado da colaboração entre editores e bibliotecários
REUNIÕES ESPECIALIZADAS
Reunião dos representantes estaduais do INL e órgãos executores do PRUTIAB
14h. às 20h.
SESSÕES DE ESTUDOS SETORIAIS
BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
Maria Luiza Monteiro da dhinha.
Cunha, Divisão de Biblioteca e Documentação da
USP (São Paulo, SP)
Apresentação do
Apresenteção
dp Tema
Lindaura Alban Corujeira, Faculdade de Educação da UFBA (Salvador, BA)
Projeto de instalação da Biblioteca “Anísio Teixeira” da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia
Maria Angélica Rodrigues Quemel e Olímpio Jorge de Medeiros, Divisão de
Bibhoteca e Documentação da .USP
Bibliotecá
USP (São Paulo, SP)
Projeto CAD: controle automatizado de duplicatas
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gentílmente por:

�BIBLIOTECAS INFANTIS, ESCOLARES, AMBULANTES E ESPECIAIS
Adalgisa Moiüz de Aragão, Departamento da Educação Superior e da Cultura
(Salvador, BA)
Apresentação do Tema
Maria Celeste Firmo Pires, Celeste de
deOUveirá
Oliveira Azevedo e Maria de Lourdes
Diniz Gomes, Biblioteca Central da UFPE
Participação das bibliotecas universitárias e escolas de biblioteconomia nas atividades do CRUTAC pEira
para efetividade do Serviço Nacional de Bibliotecas Municipais e MOBRAL
Nylzamira Crmha
Cimha Bejes e Marly Schaffer Dias, Biblioteca Pública do Paraná
(Curitiba, PR)
(C^iritiba,
Orientação de pesquisa bibliográifica sistematizada em bibliotecas escolares
Inácia Rodrigues dos Santos C\mha,
C^mha, Fundação Educacional do Distrito Federal
(Brasília, DF)
O sistema de bibliotecas escolares da Fundação Educacional do DF; um plano
proposto
REUNIÕES ESPECIALIZADAS
FEBAB e Associações de Classe
Conselho Federal de Biblioteconomia e Conselheiros
ABEBD
nCA
FEBAB e Comissões permanentes
Conselho Federal de Biblioteconomia e Conselhos regionais de Biblioteconomia
20h.
— Lançamento de publicações
— Espetáculo de Arte — Ballet Elizabeth Stross.
Stress.
. Teatro da Paz
Quarta-feira 1
— Dia livre
8h. às 12h. — Passeio de ônibus pela cidade
20h.

— Jantar oferecido pela Reitoria da Universidade Federal do Pará aos diretores de bibliotecas centrais
xmiversitárias e convidados especiais. Sede Social do
universitárias
Pará Clube

Quinta-feira 2
8h. às 12h. — Seminário de Planejamento de Bibliotecas e Centros
Documentação
de Doctunentação
Guillerme Femández de la Garza e Guadalupe Carrón Rodriguez, Consejo
Nacional de Ciência y Tecnologia e FID/CLA (México)
La planeacion dei Servido
Servicio Nacional de Informacion y Documentacion en México
14h. às 12h.
SESSÕES DE ESTUDOS SETORIAIS
DOCUMENTAÇÃO BIOMÉDICA
Curso de Pesquisa Bibliográfica — Estudo de redação de proposta a ser encaminhada ao MEC
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�DOCUMENTAÇÃO JURÍDICA E ADMINISTRATIVA
Votação de aprovação das recomendações da Sessão do dia 31.07.73
REUNIÕES ESPECIALIZADAS
Conselho Federal de Biblioteconomia
MINTER
IBBD/CCo
Maria de Lourdes Leite e Merian Salvadore Nascimento. Biblioteca Municipal
de São Bernardo do Campo (São Bernardo do Campo, SP)
Criação e implantação do catálogo coletivo da região do Grande ABC
REBAM
IBBD/CDU
29 Encontro de Diretores de Bibliotecas Centrais Universitárias
Normanda Santos Miranda, Suelena Pinto Bandeira e Matié Nogi. Divisão de
Segurança e Informação do MME (Brasília, DF)
MME
A CDU no controle de documentos não convencionais
20h.

Sexta-feira

— Jantar de confraternização oferecido pelo CRB/2 e
Associação Paraense de Bibliotecários aos presidentes
dos conselhos Federal e regionais de Biblioteconomia,
FEBAB e associações de classe. Círculo Militar de
Belém
3
ê

8h.

— A participação da Universidade Federal do Pará na
região amazônica. Conferência. Dr. Armando Dias
Mendes, Vice-Reitor de Planejamento e Pesquisas

9h. às 18h.
Painel;
Painel:

Os centros de documentação no SNICT

REUNIÕES ESPECIALIZADAS
FEBAB e Associações de classe
Comissão Brasileira de Documentação Agrícola
20h.
— Jantar e festa típica. Sede campestre do Iate Clube
do Pará
Sábado

4
lOh. às 12h. — Reunião dos relatores
15h.
— Sessão Plenária de Resoluções
19h.
— Sessão Solene de Encerramento
21h.
— Coquetel de Despedida. BASA

Hagar Espanha Gomes. Instituto Brasileiro de Bibliografia
Bibhografia e Documentação
(Rio de Janeiro, GB)
O papel do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação no Sistema
Nacional de Informação Científica e Tecnológica
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�Alann Meadow e Angela Pompeu. Instituto Nacional de Tecnologia, MIC
(Rio de Janeiro, GB)
Diretrizes para os termos de referência do projeto do Subsistema de infomação
Tecnológica e Industrial (SSITI)
Janice Monte-Mor. Biblioteca Nacional (Rio de Janeiro, GB)
A Biblioteca Nacional e o Sistema Nacional de Informação Científica
Cientifica e Tecnológica (SNICT)
Octavio Gennari Netto. PRODASEN (Brasília, DF)
Sistema de Informação Jurídica
João Frank da Coste.
Costa. Divisão de Ciência e Tecnologia, MRE (Brasília,
(Brasilia, DF)
Coleta e disseminação de informação no exterior: alguns princípios e propósitos
Ivano Marcresi. Comissão Nacional de Energia Nuclear (Rio de Janeiro, GB)
O CIN — informações essenciais

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�REGULAMENTO DAS SESSÕES
CAPITULO I
Do Congresso
Art. 1° — O 7"?
7*? Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação será realizado em Belém (Pará), no período de 29 de julho a
4 de agosto de 1973.
£9—0
Art. 2°
— O Tema do Congresso, aprovado em Sessão do VI Congresso, em Belo Horizonte, é o seguinte:
1 - TEMA CENTRAL;
CENTRAL:
As Bibliotecas e os Centros de Documentação em função
fimção do Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica.
2 - SUBTEMAS:
— Informática
— Planejamento
— Instalações e equipamentos
— Organização Bibliográfica
2 — 0 Tema Central e os Subtemas serão discutidos dentro dos
seguintes Tópicos:
— Documentação Agrícola
— Documentação Científica e Tecnológica
— Documentação Jurídica e Administrativa
— Documentação Sócio-Econômica
— Bibliotecas Universitárias
— Bibliotecas Escolares
— Bibliotecários e Livreiros
. — Documentação Biomédica
— Bibliotecas Públicas
CAPITULO II
Participação e Inscrições
Art. 39 — Poderão participar Bibliotecários devidamente registrados em Conselho Regional de Bibhoteconomia
Biblioteconomia com recibo da anuidade
de 1973, tendo direito a voto e apresentação de trabalho.
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Dígítalízado
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�Art. 4*?
49 — Os Bibliotecários deverão solicitar inscrições prévias à
Comissão Organizadora do 7° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação, até 30 de abril de 1973, após o preenchimento de impresso
próprio e pagamento da taxa, de acordo com a seguinte tabela:
— Bibliotecários até 30.4.73

— Cr$ 100,00

— Bibliotecários de P a 31.5.73

— Cr$ 150,00

— Bibliotecários de 1°
P a 30.6.73

— Cr$ 200,00

— Outros Profissionais

— Cr$ 100,00

— Acompanhante

— Cr$ 200,00

— Instituições

— Cr$ 200,00

§§19
!•? — O
0 pagamento das inscrições deverá ser efetuada através
de cheque visado em nome do 79
7^ Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
e Documentação,
Dociunentação, pagável em Belém.
§ 29
2*? — O pagamento das inscrições é extensivo aos relatores, e
presidentes de sessões de estudos e especializadas.
’
§ 39 — Não serão aceitas inscrições após 19
1^ de julho de 1973,
em virtude da dificuldade de acomodações em hotéis.
Art. 5“?
59 — As Instituições inscritas terão direito ao recebimento
das publicações do Congresso, mesmo que não sejam representadas oficialmente nas sessões.
§ 19 — As Instituições só poderão inscrever-se mediante ofício do
Ôrgão responsável.
Órgão
§ 29 — Só poderão ser,
ser credenciados, com o direito a voto, os representantes das Instituições que comprovarem seu registro em Conselho
Regional de
dc Biblioteconomia.
Art. 69 — Não serão aceitas inscrições de alunos de BibliotecoBibhoteconomia, que já estão organizando certames próprios da classe.
Art. 79 — Por iniciativa da Comissão Organizadora e Executiva
poderá haver convidados especiais.
CAPITULO III
Apresentação de Trabalhos
Art. 89 — Os trabalhos deverão ser apresentados por intermédio
das Associações de Classe onde houver. Caso contrário, diretamente à Comissão Organizadora do 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, Museu Goeldi — Caixa Postal, 1330 - 66.000 —’
— Belém, Pará,
sob registro postal com aviso de recebimento (AR).
&lt;
-445-

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gentílmente por:

�Art. 9*?
9'? — O prazo para entrega dos trabalhos, em Belém, terminará impreterivelmente a 30 de abril de 1973.
Art. 10 — Os trabalhos deverão ser apresentados em (um) original e 2 (duas) cópias, acompanhados dos respectivos stenceis Gestetner,
para mimeógrafo a tinta, a fim de que possam ser duphcados
duplicados em Belém.
Art. 11 — Para normalização dos trabalhos, deverão ser obedecidos os seguintes requisitos:
a) Máximo de 15 (quinze) folhas tamanho padronizado pelo
Serviço Púbhco
Público Federal, datilografadas em espaço duplo;
b) Ctonter,
Ck)nter, na primeira folha:
— Cabeçalho com os dizeres: 7^
7*? CONGRESSO BRASILEIRO
DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. Belém, 29
de julho a 4 de agosto de 1973. Centrado na página e distanciado 3 (três) espaços duplos de máquina do corte superior
do papel;
— A 10 espaços duplos, a indicação do Tópico ao qual se refere
o trabalho, e o Subtema. Ex. Documentação Agrícola — Informática;
— A 2 espaços dessa indicação, o título do trabalho e, a seguir,
a indicação de seu autor, procedido da preposição por;
— Em seguida, com 1 (um) espaço de intervalo, os títulos profissionais do autor e seu número de registro no respectivo Conselho Regional de Biblioteconomia.
c) Ser acompanhado de Resumo, elaborado de acordo com as
normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, para facilidade de divulgação prévia;
d) Deverão mencionar a Classificação Decimal de Dewey e CDU
entre o cabeçalho, e o item do Temário.
Art. 12 — A Comissão Organizadora Executiva reserva-se o direito de recusar o trabalho que deixar de obedecer o prescrito nos arts. 9,
10,
lü, 11 e seus incisos.
Art. 13 — Aos autores será concedido um Certificado de Apresentação de Trabalho.
Art. 14 — Cada congressista inscrito terá direito a receber todos
os trabalhos apresentados e o certificado de freqüência.
-446-

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gentílmente por:

�CAPITULO

IV

Estruturação do Congresso
Art. 15 — A Comissão Organizadora-Executiva, CMordenará
coordenará os
Alt.
trabalhos cxjadjuvada
coadjuvada pelos seguintes titulares:
— Presidente de Honra
— Presidente do Congresso
— Presidente Executivo
— Coordenador-Relator-Géral
Coordenador-Relator-Geral
— Secretário-Geral
— Tesoureiro-Geral
§ Ünico
Único — De acordo com as necessidades de trabalho a Comissão Organizadora-Executiva poderá designar coordenadores especiais e
formar subcomissões, para o desempenho de funções específicas.
Art. 16 — Haverá para cada Tópico um Relator previamente inscrito, designado pela Comissão Organizadora-Executiva.
§ Único — O relator dará o diagnóstico da situação, no setor escolhido, por exemplo: Agricultura no Brasil,
Rrasil, e fará a apreciação dos trabalhos técnicos de documentação sobre o assunto.
Alt. 17 — Para cada sessão haverá um Presidente e um SecretáArt.
tio, escolhidos na Sessão Preparatória entre os Bibliotecários inscritos.
lio,
CAPITULO V
Funcionamento do Congresso
Art. 18 — Durante o 7^
7*? Congresso, serão realizadas as seguintes
Sessões:
— Sessão Preparatória
— Sessão Solene de Abertura
— Sessões de Estudos Setoriais
— Reuniões Especializadas
— Sessões Plenárias para o Tema Central
— Sessão Plenária Final
— Sessão Solene de Encerramento
Art. 19 — Na Sessão Preparatória serão escolhidos os Presidentes
e Secretários das Sessões de Estudos Setoriais,
-447-447
—
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gentilmente

D

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12

13

�Art. 20 — As Sessões Solenes de Abertura e Encerramento serão
presididas por autoridades convidadas, obedecendo cerimonial próprio.
Art.
Alt. 21 — As Sessões de Estudos Setoriais abrangerão fundamenfimdamentalmente os seguintes Tópicos:
— Documentação Agrícola
— Documentação Biomédica
— Documentação Jurídica e Administrativa
— Documentação Sócio-Econômica
— Documentação Científica e Tecnológica
— Bibliotecas Universitárias
— Bibliotecas Escolares
— Bibliotecários e Livreiros
— Bibliotecas Públicas Mrmicipais
Municipais
§ Único
Ünico — Outros tópicos poderão ser incluídos de acordo com
a natiueza
natureza dos trabalhos apresentados, por exemplo: Documentação FíloFilosófíco-Religiosa, Documentação Histórico-Geográrica etc.
sófico-Religiosa,
Art. 22 — As reuniões serão simultâneas e não plenárias.
Art. 23 — As reuniões Especializadas serão as seguintes:
seguintes;
— Conselho Federal de Bibhoteconomia e Conselhos Regionais
— FEBAB e Associações de Classe
- IBBD/CDU
- IBBD/CCO
- ABEBD
— Rede de Informações do MINTER
— Subsistema de Informação do MME.
§ Único
Ünico — As Reuniões terão organização e funcionamento próprios.
Art. 24 — As sessões Plenárias para o Tema Central terão vários
Relatores para apresentação e discussão dos Painéis:
— Bibliotecas Públicas, a cargo do INL.
— Bibliotecas e Centros de Documentação em função
fimção do Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica, a cargo
do CNPq/IBBD.
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gentílmente por;

�Art,
Art. 25 — Na Sessão Plenária Final o Relator-Geral fará a sua
exposição, e serão aprovadas as resoluções das respectivas sessões e a escolha da sede do S'?
8"? Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação.
CAPITULO VI
Disposições Transitórias
Art.
Alt. 26 — A Comissão Organizadora-Executiva incumbir-se-á de
preparar um Manual de Procedimentos destinado aos seus membros para
orientação dos trabalhos.
trabaüios.
Alt. 27 — A organização das sessões e as atribuições dos PresiArt.
dentes, Secretários, Relatores serão determinadas pela Comissão Organizadora-Executiva.
Art. 28 — Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos
pela Comissão Organizadora-Executiva.

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gentilmente

^

m..
♦

�AUTORIDADES E COMISSÃO ORGANIZADORA
Presidentes
Laura Garcia Moreno Russo
Presidente de Honra
Lydia de Queiroz Sambaquy
Presidente do 7° Congresso
Homenagem especial
Maria Alice Barroso
Milton Câmara Senna
Jorge Babot de Miranda
Homenageados
Antônio Caetano Dias
Denise Fernandes Tavares
Clodoaldo Beckmann
Maria Luíza Monteiro da Cunha
Noêmia Lentino
Comissão Organizadora — Executiva
Presidente:
Clara Maria Galvão
Vice-Presidente:
Maria de Nazaré Freitas Pereira
Assessoria:
Mercês Moreira da Cunha
Alda das Mereès
Coordenador-Relator-Geral:
Coordenador-Rehtor-Geral:
Abner Lellis Corrêa Vicentini
Relator-Geral Adjunto:
Etelvina Lima
Secretária-Geral:
Ruth Conduru Chalala
Tesoureira-Geral:
Tesoureira-Geral;
Euniee
Eunice da Costa Penna
Comissões Especiais — Coordenação
Comissão de Divulgação:
Léa Maria Monteiro Diniz
Comissão Editorial:
Nazira Leite Nassar
-450J
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4^
D

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13

�Comissão de Finanças:
Anna Maria Pirá Cordeiro
Comissão de Recepção e Hospedagem:
Magali Renata Van Dijk Vergolino
Comissão Social:
Lena Vânia Ribeiro Pinheiro

-451-451^
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gentilmente

^

♦

3

11

12

13

�AGRADECIMENTOS

A Comissão Organizadora agradece a colaboração de:
de;
Aloísio da Costa Chaves
Antônio Carlos Seabra Martins
Clóvis Bevilaqua
Elias Sefer
Euval Valente
Guilherme Leite
Isabel Tereza de Alencar
Jorge Chalala
Luís Arturo Montoya
Maria Brígido
Brigido
Maria da Glória Cordeiro de Azevedo
Maria Lúcia de Barros Mendes
Pedro de Queiroz Santos
Rui Ítalo Cláudio Falesi
Tadeu de Jesus e Silva
Albano Martins Distribuidora
Centrais Elétricas do Pará S/A
Cervejaria Paraense S/A — CERPASA
Comando da 1^ Zona Aérea
Comando do 4^
4"? Distrito Naval
Comando da 8^ Região Militar
Companhia de Cigarros Souza Cruz
Companhia Gráfica Editora Globo — GRAFISA
Companhia Paraense de Refrigerantes — COMPAR
Departamento de Estradas de Rodagem — DER
Engenharia de Telecomunicações Ltda. — ETE
Gráfica Falângola Editora
Instituto Evandro Chagas
Marajó Empreendimentos Turismo Ltda. — METUR
Palmeiras da Amazônia Industrial S/A — PALMAZON
Petróleo Brasileiro S/A - PETROBRAS
Prefeitura Municipal
Mimicipal de Belém
Royal Label
Labei
Secretaria de Estado de Agricultura — SAGRI, PA
Secretaria de Estado de Educação e Cultura — SEDUC, PA

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gentilmente

�</text>
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          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text>Recomendações / Votos de Pesar / Congratulações / Programa / Regulamento das Sessões / Autoridades e Comissão Organizadora / Agradecimentos do VII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia</text>
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                    <text>o CIN — INFORMAÇÕES
informações ESSENCIAIS
essenciais
Ivano Marchesi
Marches!
Comissão Nacional
de Energia Nuclear
Rio de Janeiro, GB
1.

O PROBLEMA
Toma-se cada vez mais necessária, aos paises em desenvolvimento,
a atualização dos conhecimentos de seus quadros técnico-científicos, através
de um maior e mais fácil acesso à literatura científica mimdial.
mundial.
O acervo, sempre crescente, de publicações, artigos e relatórios técnico-científicos, toma difícil a tarefa de acompanhamento, por métodos convencionais, do desenvolvimento que se opera em todo mimdo
mundo em ritmo acelerado.
As técnicas modernas
modem2is de gerência, organização e mecanização deram
origem a sistemas complexos de controle, coordenação, seleção e distribuição
do fluxo de informações, liberando o “usuário de informação” dessa tarefa e
permitindo-lhe dedicação maior a seu trabalho específico.
esi)ecífico.
A participação da CNEN na solução dessas questões caracterizou-se
por uma atuação ativa
no campo internacional:
— colaborando diretamente com a Agência Internacional de Energia
Informações Nucleares e no campo nacional:
no campo nacional:
2.

— criando o Centro de Informações Nucleares em meados de 1970.
O ÓRGÃO

O CIN (Centro de Informações Nucleares) éê um órgão da Comissão
Ebiergia Nuclear que, dentro de um programa de cooperação inNacional de Energia
ternacional, objetiva fornecer apoio bibliográfico aos pesquisadores brasileiros
ligados à ciência e à tecnologia nucleares.
O acervo de informações é de caráter mimdial e provêm
provém do INIS
(International Nuclear Information System) do qual o CIN é o representante
brasileiro.
3.

AS ÁREAS
As áreas atendidas pelo CIN (e INIS), dentro do campo da energia
nuclear, abrangem:
Física
Química
Biologia
Medicina
Agricultura
Ciências naturais
Materiais
Tecnologia de reatores
Combustíveis

Engenharia
Instrumento e controle
Segurança e proteção
Isótopos e radiação
Salvaguardas e inspeções
Rejeitos radioativos
Economia
Matemática
Legislação
-426-

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�4.

OS SERVIÇOS
4.1 — Disseminação Seletiva de Informações

D£sde 1970, o CIN
Dssde
CDí vem atendendo aos pesquisadores brasileiros com
este serviço, cujo sistema está continuamente em evolução, automatizando-se
e aprimorando sua seletividade.
Em fevereiro de 1973, foi implantada mais uma etapa do SDI, baseada
nos descritores (Palavras-chave) do vocabulário controlado (thesaurus) do
INIS.
O serviço tem como objetivo enviar periodicamente referências bibliográficas (título, autor, ano, origem, etc...) das informações nucleares que
sejam de relevância ao pesquisador cadastrado.
O pesquisador seleciona uma das áreas cobertas pelo CIN, e em seguida um conjunto de descritores fornecidos dentro desta área.
áirea. Com esta informação é formado um perfil profissional inicial e o pesquisador passa a
receber automaticamente as informações de seu interesse.
A cada grupo de referências remetidas, é enviado um cartão de ava(M-muito, R-relativo,
liação onde o pesquisador coloca o grau de interesse (M-múito,
N-nenhum) das informações que está recebendo.
A partir desse cartão, o perfil é atualizado até se conseguir, nas remessas, um alto nível de referências de muito interesse.
O sistema SDI é composto de 31 programas interligados e operados no
computador IBM/3 do CIN. Estes programas realizam o cadastramento, a criação e atualização do thesaurus, a seleção e envio das referências, o controle
e registro de todos os resultados e avaliações estatísticas sobre os índices de
seletividade alcançados.
4.2 — Fornecimento de Publicações
Uma vez informado através do SDI, o pesquisador pode ter acesso aos
textos completos ou aos resumos das referências enviadas tonto em forma de
microfiches transparentes negativas como em forma de fotocópias tamanho
microfichas
original.
O CIN possui o equipamento necessário para este atendimento e arquivos de microfichas contendo:
— todas as microfichas fornecidas pela USAEC desde 1968
— toda a literatura não concencional do INIS desde 1970
— microfichas do CEA (França) e EURATOM.
EÜRATOM.
A título de colaboração, o CIN tem coordenado também a aquisição
de literatura concencional, quer indicando bibliotecas onde exista determinado
artigo, quer solicitando cópias no exterior.
4.3 — Divulgação Internacional
O (HN
CIN é o representante brasileiro do INIS. Como tal, é o responsável, no país, pelo envio das publicações que serão disseminadas intemacionalmente, por aquele órgão.
A coleta desses trabalhos é feita em Universidade e Institutos de pesquisas em todo o Brasil.
Para cada trabalho a ser divulgado, o envio constitui-se de:
de;
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�— uma fita perfurada contendo as referências bibliográficas básicas.
— Um resumo do trabalho.
— Uma cópia da publicação.
_As
As publicações enviadas passam a incorporar o acervo mundial do
INIS e são divulgadas internacionalmente através de microfichas, de fitas magnéticas e do “Atomindex” (catálogo bibliográfico quinzenal).
5. APOIO DE PROCESSAMENTO DE DADOS
O setor de processamento de dados do CIN, está equipado atualmente
com um computador IBM/3 com capacidade de memória de 32.000 palavras
(bytes).
(Iodes).
O funcionamento deste equipamento pode ser local ou como terminal
remoto pois está ligado por teleprocessamento a um computador de grande porte
(1 milhão de bytes) distante -das
das instalações do CIN.
Esta ligação pioneira no Brasil permite uma utilização eficiente e
econômica do sistema e possibilita o apoio aos departamentos da CNEN e CBTN
para aplicações administrativas, de planejamento, de recuperação de informações e técnico-científicas.

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                <text>Toma-se cada vez mais necessária, aos países em desenvolvimento, a atualização dos conhecimentos de seus quadros técnico-científicos, através de um maior e mais fácil acesso à literatura científica mundial. O acervo, sempre crescente, de publicações, artigos e relatórios técnico-científicos, toma difícil a tarefa de acompanhamento, por métodos convencionais, do desenvolvimento que se opera em todo mundo em ritmo acelerado. As técnicas modem2is de gerência, organização e mecanização deram origem a sistemas complexos de controle, coordenação, seleção e distribuição do fluxo de informações, liberando o “usuário de informação” dessa tarefa e permitindo-lhe dedicação maior a seu trabalho específico.</text>
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                    <text>COLETA E DISSEMINAÇÃO DE INFORMAÇÃO
NO EXTERIOR:
ALGUNS PRINCÍPIOS E PROPÓSITOS

Ministro João Frank da Costa
Chefe de Divisão de Ciência e Tecnologia
do Ministério das Relações Exteriores,
Brasília, DF

I. O ITAMARATI E A INFORMAÇÃO
CIENTIFICA E TECNOLÓGICA
Considera o Itamarati que lhe cabe dupla tarefa em matéria de
informação científica e tecnológica:
a) de modo geral, participar na elaboração e implantação do
Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica;
b) mais especialmente, delinear o subsistema de coleta e dissecientífica e técnica no exterior. Não
minação de informação cientifica
se concebería, aliás, trabalho estanque em uma das áreas
apontadas.
A — Participação na elaboração
e implantação do Sistema Nacional
Os problemas suscitados pelo estabelecimento de um sistema de
informação científica e tecnológica de âmbito nacional são de natureza
interdisciplinar e devem ser solucionados através da colaboração de pessoas com treinamento, experiência, interesses e até linguagens divergentes.
As dificuldades de comunicação
comimicação e confusões inevitavelmente provocadas
por tal diversidade são amplamente compensadas pelos frutos da interação entre pontos de vista diferentes. O Itamarati pode contribuir utilmente
no trabalho de planejamento e implantação do Sistema Nacional, em razão da facilidade de seus contatos com as experiências estrangeiras, do
seu conhecimento direto das fontes de informação técnico-científica
técnico-cien^ífica no
exterior, da visão global que procura possuir das necessidades do País em
matéria de ciência e tecnologia estrangeiras, e, finalmente, de uma visão
nova e desinteressada em matéria de sistemas de informação.
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�As questões abordadas em seguida só se referem, em princípio,
à segunda tarefa, mais específica (delinear o subsistema de coleta e disseminação de informação científica e técnica no exterior). Entretanto, em
virtude da vinculação já assinalada, tocou-se não raro em assimtos mais
gerais, que se referem ao Sistema Nacional propriamente dito.
B — Princípios gerais relativos à coleta
e disseminação no exterior
As propostas aqui contidas baseiam-se em certo número de princípios decorrentes das grandes linhas orientadoras dos trabalhos preparatórios do Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica. Tais
princípios são os seguintes:
1 — A experiência de vários países demonstra a impossibilidade
de ser realizado um sistema de informação científica e tecnológica como
organização monolítica geral, onde fossem amalgamadas todas as informações, recebidas de quaisquer fontes, de maneira uniforme.
2 — 0 estabelecimento de um
uih sistema ideal e completo de informação não é realizável,
reahzável, em virtude de limitações técnicas e financeiras.
Em tais condições, a seleção da informação tem que ser feita levando em
conta as tríplices
tríphces necessidades:
a) da pesquisa científica e industrial;
b) do planejamento do desenvolvimento;
c) da visão econômica e social do País.
3 — Com efeito, a política de informação é parte integrante da
política científica e tecnológica do Governo. Tem que obedecer, por conseguinte, às prioridades e diretrizes estabelecidas pelos órgãos competentes de planejamento econômico e científico.
4 — Não se trata de substituir as redes de informação já existentes, mas de coordená-las, reforçá-las e modemizá-las.
5 — 0 subsistema de coleta e disseminação de informação científica e técnica no exterior (doravante abreviado da seguinte maneira:
subsistema exterior) virá, em princípio, inserir-se entre as fontes externas
de informação (as quais, por definição, está encarregada de aproveitar)
e as estruturas internas. Tais estruturas são o órgão coordenador central
e os diversos subsistemas.
6-0 órgão central e os diversos subsistemas poderão sempre,
entretanto, manter ligações diretas com o exterior, não gozando o subsistema exterior de monopólio para fornecimento de informação técnicocientífico de origem estrangeira, de acordo com o princípio número 1.
Ficaria informado, entretanto, de tais ligações, a fim de evitar duplicação
de esforços e despesas inúteis.
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�7 — Tendo em vista que os meios tradicionais de informação
científica e tecnológica estão sendo explorados pelas redes já existentes,
na medida de suas possibilidades, o subsistema exterior concentrará os
seus esforços principais nos meios modernos de transferência da informação, com ênfase nos sistemas mecanizados de tratamento e de comunicacomimicações.
8 — 0 subsistema exterior será implantado de maneira progressiva, graças à realização de projetos setoriais de caráter modular. Tais projetos permitirão ao Sistema Nacional, ou às estruturas já existentes destinadas a servirem de núcleos ao órgão central ou aos subsistemas, adquirir experiência na matéria especialmente, de disseminação seletiva da informação e de manejo das fitas magnéticas.
9 — Além de tais atividades por assim dizer “de rotina”, o subsistema exterior viría
viria auxiliar a solução de problemas específicos, graças
ao aproveitamento da rede externa de missões diplomáticas e repartições
RO
consulares, reforçada por setores científicos dotados de pessoal especializado.

10 — 0 subsistema exterior
10—
0
obterá, através de
subsistema
negociações
exterior
com obterá,
organizações internacionais, chancelarias estrangeiras, organismos,
organismos públicos
e privados etc., a informação técnico-científica de que necessitam os subsistemas, nas melhores condições e custo e contemplando, sempre que possível, troca de informação.

1111-0 financiamento 0
do subsistema exteriorfinanciamento
será feito pelo
do Gosubsistem
verno. Com efeito, não se pode, no estágio atual, pensar em recuperar
do usuário as despesas com informação técnico-científica proveniente do
exterior, pelo menos de modo geral. Trata-se de uma subvenção governamental ao desenvolvimento científico e técnico, desde logo, ao crescimento
econômico. Os benefícios de uma política generosa e esclarecida de informação não deixará de se traduzir, aliás,
ahás, por economias realizadas
reahzadas graças à substituição da tecnologia paga para outras técnicas, sejam importadas livremente
hvremente do exterior, sejam desenvolvidas localmente graças à informação externa.
Com efeito, o desenvolvimento econômico pode-se efetuar em
diversas bases de inovação: 1) atividades próprias de pesquisa científica
ce aplicação tecnológica, “pesquisa e desenvolvimento”; 2) transferência
através de contratos para construção de usinas com “chaves na porta”;
3) transferência através da compra de hcenças
licenças ou patentes; 4) transferência “invisível” através de arranjos entre companhias ou subsidiárias;
5) finalmente, utilização das informações científicas e técnicas hvres.
As atividades de pesquisa e desenvolvimento são reduzidas nos
países novos, em razões de limitações de toda a ordem. Por conseguinte,
esses países devem essencialmente contar sobre as fontes externas de inovação.
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�Os contratos “chaves na porta”, a compra de licenças e os arranjos entre firmas apresentam grandes inconvenientes, em particular para
o balanço de pagamentos e a criação ou manutenção de situações de de;
dependência econômica e política que não podem mais ser toleradas hoje
em dia.
Resta, por conseguinte, a informação livre. É bem entendido que
um país só pode
podo assimilar utilmente o produto de tal fonte se for capaz
de esforço de síntese e de adaptação necessária a seu aproveitamento,
isto é, conhecimentos coordenados que só são adquiridos através de certo
nível de pesquisa e aplicação original. A transferência de informação científica e tecnológica desse tipo constitui fator altamente desejável para contrabalançar os efeitos negativos dos outros tipos já considerados...
Acrescentar-se-á que o crescimento demográfico e o aumento rápido dos usuários potenciais (nas Universidades, empresas particulares e
esfera governamentais) tomam necessário maior consumo proporcional de
informação técnica e científica por parte do Brasil.
Examinemos agora o que poderia
podería ser a implantação progressiva
do subsistema exterior.
II. PRIMEIRA ETAPA DA IMPLANTAÇÃO
DO SISTEMA SETORIAL
Convém distinguir três etapas no projeto de implantação do sistema setorial de ciência e tecnologia do Itamarati, de acordo com os recursos disponíveis e os progressos paralelos do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia e do Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica. Na primeira etapa, estmtura-se
estrutura-se a Divisão de Ciência e Tecnologia, e implantam-se projetos-pilotos na base de disseminação seletiva da
informação contratado no exterior. Na segunda etapa, os projetos são redesenhados de acordo com a experiência adquirida e as fitas magnéticas
estrangeiras passam a ser tratadas príncipalmente
principalmente no Brasil. Na terceira,
há generalização do sistema; as fitas e outros meios de registro são elaborados no Brasil com elementos de toda a ordem provenientes do exterior e
do País, podendo ser consultadas em tempo real (on-line). Bem entendido
o sistema setorial desenvolve outras atividades, de tipo mais convencional.
A. A Implantação da Divisão
de Ciência e Tecnologia
A primeira tarefa é a de dotar a nova Divisão de Ciência e Tecnologia, do material e pessoal necessários para o desempenho das tarefas
do subsistema.
B. Desenvolvimento dos serviços especiais
Seria de toda a conveniência aproveitar a estrutura já existente
das missões diplomáticas, repartições consulares e delegações junto a organismos internacionais, a fim de que as atividades de informação científica
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�e tecnológica, ainda esporádicas, se tomem a regra, de acordo com o plano
delineado nas Metas e Bases para a Ação de Governo. ■
Coloca-se aqui o problema dos Conselheiros e Adidos Científicos.
Em princípio, desempenham papel importante na coleta e disseminação de
informação científica e técnica, pois calcula-se que, em média, consagram 67% de seu tempo a tal tipo de atividades (obtenção de documentos, visita de laboratórios, participação a conferências, acompanhamento
de visitantes etc.). Segundo a mesma estatística, proporção de 5 a 10% corresponde ao assessoramento científico e técnico da missão diplomática ou
repartição consular e 10 — 15% a relatórios sobre as tendências da política
científica e o desenvolvimento geral da ciência e da tecnologia no país
sede. Acrecentar-se-á, ainda, atividades ligadas
hgadas ao prestígio científico e à
promoção comercial.
A distribuição dos conselheiros e adidos científicos através do
mundo indica claramente que, postas de lado ligações
hgações de ordem histórica
ou geográfica, os focos da concentração dos mesmos são os países com
elevada densidade de pesquisa e desenvolvimento (R &amp; D): Estados Unidos (22), Grã-Bretanha (14), Japão (13), França (12), Alemanha Federal (8), União Soviética (6), Suécia (6), Canadá (6).
Na primeira etapa não se afigura necessário multiplicar os adidos, mas apenas de dotar as repartições de setores científicos e tecnológicos.
C. Serviços Convencionais
0 sistema setorial pode ser utilizado para fornecer ao órgão central e aos outros subsistemas informação convencional: livros, periódicos,
índices, resumos analíticos etc. Tal atividade seria, em princípio, acessória, uma vez que as redes de informação existentes já desempenham de
maneira bastante satisfatória, ao que parece, tais tarefas, e que as deficiências ora existentes provêm mais de falta de coordenação e de limitações financeiras do que de falhas propriamente estruturais.
Entretanto, o sistema setorial pode desempenhar papel útil nas
seguintes áreas:
1 — Coleta de informação não publicada;
2 — Coleta de informação “semipublicada”,
“semipubhcada”, que escapa muitas
vezes aos controles bibliográficos e outros;
3 — Difusão de métodos modernos de aquisição de publicações,
pubhcações,
através de sistemas aparentados à disseminação seletiva da
bibhotecas etc.);
informação (perfis de bibliotecas
política de aquisição das publi4 — Auxího à execução de uma politica
cações estrangeiras na base da coordenação das compras etc.
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�D. Procura Retrospectiva
0 sistema setorial só tratará raramente de problemas de procura
retrospectiva de informação. Tal tipo de busca é extremamente dispendioso e, em tais condições, o sistema só interviria diretamente:
1 — No caso de problemas prioritários determinados pelas autoridades competentes;
2 — Nos outros casos, mediante pagamento em separado dos serviços contratados no exterior.
Entretanto, o sistema setorial poderá sempre negociar com as entidades estrangeiras a fim de obter tarifas reduzidas e preparar o futuro
desenvolvimento da capacidade brasileira de procura retrospectiva, graças
ao acúmulo progressivo da informação no Pais.
E. Divulgação de Informação
sobre Publicações Correntes
Trata-se de um projeto muito simples, mas que pode ter grande
impacto prático. Consiste na distribuição ampla e sistemiatica
sistemática dos sumários de revistas científicas e técnicas e das primeiras páginas dos artigos
que se afiguram de maior interesse para as áreas prioritárias.
Seria desperdiçar tempo e recursos tentar estabelecer serviços de
resumos analíticos ou de indexação de artigos estrangeiros. Tais serviços
são muito custosos, e os elementos sinaléticos ou analíticos podem ser adquiridos já prontos.
F. Disseminação Seletiva da Informação
Sabe-se que a disseminação seletiva da informação utiliza sistemas automáticos para filtrar e distribuir a informação científica e técnica
com a dupla vantagem de evitar a paralisação e “poluição” das redes por
informação superabundante e inútil e de realizar economia do tratamento
da informação.
Na primeira fase, a disseminação seletiva será em princípio contratada no exterior, de acordo com os critérios fornecidos pelo Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o Plano Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social e as indicações específicas dos órgãos centrais do SNCT e do SNICT e dos respectivos órgãos setoriais e
subsistemas.
Poderiam ser escolhidas, no início, áreas prioritárias em número
limitado, com participação de audiência ainda restrita de usuários. O sistema deveria ser, alias, modular, e tanto o número de áreas quanto o de
usuários podem ser multiplicados sem inconvenientes, respeitadas apenas
as limitações impostas pelos recursos financeiros e a infra-estrutura dos
sistemas setoriais cu dos subsistemas.
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�Identificação das fontes de informação para cada área escolhida
No quadro do projeto prioritário das Metas e Bases, o Ministério
das Relações Exteriores já organizou um fichário que visa ser completo,
das principais fontes de informação convencionais
convencionais' e modernas existentes
no exterior. Não haverá problema em identificar os serviços de interesse
em cada área escolhida.
Seleção dos serviços de disseminação seletiva da informação no exterior
a) Cumpre identificar os melhores serviços de disseminação seletiva da informação e com eles negociar. Dar-se-á preferência aos sistemas
de “macroperfis”, mais econômicos, embora menos adaptados às necessidades dos usuários.
b) Deve-se estabelecer com os órgãos setoriais ou subsistemas
internos mecanismos para a atualização e revisão dos perfis.
Sugere-se que sejam constituídos no Brasil, nos órgãos setoriais
ou subsistemas, centros de estabelecimento e de manutenção dos perfis.
Cada centro contaria com peritos nas áreas prioritárias, com grau de doutor ou experiência equivalente. Preparariam, com
eom a sua equipe, os perfis
iniciais na base de questionários, entrevistas, trabalhos em curso recebidos
etc. Os perfis seriam revistos constantemente na base de fichas acompanhando cada notificação, questionários periódicos, entrevistas.
c) Os perfis (sob forma de palavras-chave) seriam enviados por
intermédio do subsistema exterior aos centros de disseminação seletiva da
informação já existentes, que dispõem dos computadores, dos programas
e do pessoal especializado para conduzir busca nas fitas magnéticas correspondentes às áreas prioritárias. O custo de comparação de cada perfil
com a fita, durante um ano, é em média de US$ 120. Lembrar-se-á que
é desejável o estabelecimento de perfis de grupo para dividir a despesa
entre o maior número possível de usuários. Se cada perfil representar as
necessidades de três ou quatro usuários, a despesa seria da ordem de 30
a 40 dólares por ano. Tal preço é diminuto em relação às despesas correspondentes em pesquisa e desenvolvimento (R &amp; D).
d) A título de projeto-piloto, poder-se-ia tentar estabelecer dentro em breve um serviço automático de disseminação seletiva da informação no Brasil no que se refere a uma ou várias das áreas prioritárias. Tem
que se levar cm
em conta que a programação é complexa, mesmo no caso de
serem conseguidos os programas. Seria interessante comparar os custos e
o rendimento do serviço nacional (o qual, na fase em apreço, utilizaria
fitas estrangeiras) e dos serviços do exterior. De qualquer modo, tal projeto-piloto seria precioso para adquirir experiência em vista da etapa II.
e) Deve ser estabelecido mecanismo de remessa rápida e sem
obstáculos administrativos das notificações dos usuários, sem que as interferências dos subsistemas internos e do sistema setorial do MRE venham
provocar atrasos. Ora, tais interferências são indispensáveis para assegurar a retrocarga ou feedback e para seguir o desenvolvimento experimental dos projetos.
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�f) Conforme já foi assinalado, o sistema sugerido tem a vantagem de ser modular. Na medida dos recursos disponíveis e das necessidades dos subsistemas internos, pode ser ampliado para cobrir áreas adicionais, novos usuários, outras fontes de informação.
g) Fornecimento dos documeidos
documerüos completos
Não se deve esquecer, entretanto, que o papel do serviço de informação científica e tecnológica é duplo. Em primeiro lugar, deve assinalar aos pesquisadores e técnicos as informações nas melhores condições
de pertinência, celeridade, comodidade e preço (fimção
(função de sinalização).
Em segundo lugar, deve permitir-lhes o acesso aos documentos, a seu resumo ou à sua reprodução (função
(fimção de acesso).
1 — Em princípio, o sistema setorial do MRE não se encarrega do fornecimento do documento completo ao usuário.
O usuário consegue diretamente o documento completo cuja existência lhe foi assinalado pelos serviços de alerta (serviços convencionais,
divulgação de informações sobre publicações correntes ou disseminação
seletiva da informação) pelos seguintes métodos:
a) Consulta direta à biblioteca de que dispõe;
b) Caso não exista a publicação naquela instituição, o usuário
recorre ao órgão central ou aos subsistemas, que localizam o original graças ao catálogo coletivo e fornecem fotocópias ou microformas do documento;
c) O usuário pode ainda conseguir diretamente o documento do
exterior graças a;
a:
— correspondência com o autor (cujo endereço obteve através
de Current Contents ou outra fonte);
— uso de serviços gerais de tipo OATS;
— uso de serviços específieos,
específicos, que fornecem fotocópias ou microformas da informação por eles assinalados (por exexmplo, nos Estados
Unidos, o National Tecnnical
Technical Information Service);
— o uso de serviços de bibliotecas estrangeiras, como, por exemplo, The British Library, que têm serviços rápidos de fotocópias e microformas.
2 — Entretanto, o Sistema Setorial do MRE auxiliará o funcionamento dos mecanismos acima apontados.
3 — Outrossim, o sistema setorial do MRE fornecerá ao órgão
Central ou aos subsistemas internos os documentos por eles solicitados. Secentral
rão obtidos através dos mecanismos já descritos, de entidades para tal
contratadas ou pela utilização da rede de missões diplomáticas, repartições
consulares e delegações junto a organismos internacionais.
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�G. Traduções
A não ser no caso especial de pedidos por parte de órgão central
ou dos subsistemas internos, o sistema setorial do MRE não se encarregará de providenciar a tradução, seja das notificações, seja dos resumos
analíticos, seja dos textos completos.
Tal tradução, caso julgada necessária, deveria caber aos usuários
ou aos sistema setoriais ou subsistemas.
Notar-se-á, a esse propósito, que a tradução de toda a informação
para o português teria por conseqüência demoras e despesas incompatíveis
com o funcionamento de um serviço moderno de informação, sem falar
na inevitável distorção do sentido de textos científicos e tecnológicos, que
Eode
pode ser muito grave. Os órgãos centrais e os subsistemas decidirão, na
base
ase das verdadeiras necessidades dos usuários, do caráter indispensável
da tradução. É bem evidente, por exemplo, que pequenas indústrias necessitam da informação traduzida. Inversamente, os pesquisadores não dcdeveriam precisar, em princípio, de traduções em inglês, francês, espanhol,
espanliol,
italiano etc. Seria muito mais econômico e útil reforçar o estudo do francês e do inglês que empreender a tradução de toda a informação nessas
línguas.
No que se refere a compatibilidade, há possibilidade de armazenar, fimdir
fundir e recuperar material registrado em línguas diversas. Os computadores podem fornecer o meio de encontrar concordâncias entre descritores em diversas línguas e facilitar a elaboração de thesauri multilíngües,
quer setoriais (microthesauri), quer interdisciplinares (macrothesauri).
H. Informação proveniente dos países em desenvolvimento
Como observou o Comitê Consultivo das Nações Unidas sobre
aplicação da ciência e da tecnologia ao desenvolvimento (E/4. 178) as
experiências, inovações e adaptações geradas nos países em desenvolvimento não passam a integrar, de modo geral, as fontes convencionais de informação, e são destarte inaproveitáveis para os outros países que enfrentam
os mesmos problemas. Há necessidade de reagrupar sistematicamente as
informações esparsas de especial interesse para os países em desenvolvimento, seja em virtude de
dc suas condições ecológicas especiais, seja em relação aos problemas característicos do desenvolvimento (por exemplo, agricultura tropical, pequenas indústrias, medicina tropical, planejamento do
desenvolvimento, processamento de alimento,
ahmento, educação, comunicações...).
O subsistema exterior poderá tentar obter a informação relevante
proveniente dos países em desenvolvimento:
a) através de acordos com tais países, na base de intercâmbio de
informação;
b) através da rede de missões diplomáticas e repartições consulares, que seria instruída a respeito dos problemas prioritários.
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�I — Entrosamento com os Sistemas Regionais e Mundiais
Já existe, no campo da energia nuclear, um sistema mundial de
informação (INIS). Dá um
tom bom exemplo de como serão outros serviços
projetados.
A FAO está preparando outro serviço (AGRIS), interessante no
seu funcionamento, pois prevê a existência de centros regionais para a exploração das fitas e a elaboração da contribuição da região em fitas magnéticas a serem enviadas ao órgão central.
A UNESCO está elaborando um sistema mundial (UNISIST), a
mais longo prazo.
O sistema setorial do MRE negociará com os sistemas setoriais,
regionais e mundiais, a fim de:
a) Assegurar ao Brasil a fixação no seu território dc
de centros regionais, caso
easo sejam julgados do interesse;
b) Obter auxílio financeiro externo para o funcionamento dos serviços brasileiros nacionais
nacionáis e de vocação regional.
J. Remoção dos obstáculos políticos, econômicos, legais e administrativos
à obtenção da informação
Compete ao sistema setorial do MRE tentar remover os diversos
obstáculos que impedem o livre acesso à informação estrangeira, através
de uma “política exterior da informação”.
a) Obstáculos Políticos
Em vários setores, tem-se avançado argumento segundo o qual as
facilidades modernas de informação científica
eientífiea e técnica reservadas aos
países plenamente desenvolvidos, devendo os outros palmilhar lentamente
todo o caminho já percorrido pelos primeiros. Considera-se, pelo contrário, que novos gastos com meios tradicionais de informação, tais como
construção de bibliotecas antiquadas e aquisição de coleções obsolesccntes
obsolescentes
constituem, na reahdade,
realidade, despesas consideráveis de baixo rendimento. Os
sistemas modernos de informação, ao multiplicarem
multiphcarem os beneficiários, reduzir ao mínimo o tempo de busca, economizar o espaço e os estoques de
documentos, permitem, apesar do seu grande custo aparente, reduzir de
fato as despesas. Basta citar a comparação econômica entre sistemas modernos e sistemas convencionais efetuada no Canadá e analisada no volume II-7 do estudo Scientific and Technical Information in Canada.
A recente Conferência do UNISIST demonstrou, mais uma vez,
que os países em desenvolvimento têm que lutar para obterem intemacionalmente o benefício dos progressos da técnica em matéria de informação
científica e tecnológica.
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�A edificação de redes arcaicas de coleta e disseminação de
dc informação constitui despesa inútil, além de corresponder, na realidade, a obstáculos reais para a implantação de centros modernos, os únicos capazes
de se ligarem com os dos países fontes de informação.
Os progressos principais, no domínio da informação científica e
técnica, relacionam-se com os três domínios dos computadores, das telecomunicações e da reprografia.
1) O Brasil deveria usar plenamente das possibilidades abertas
pelas utilizações dos computadores, considerando que o custo elevado é
amplamente compensado pela capacidade de armazenamento, potência
lógica, velocidade de leitura, versatilidade na substituição dos sistemas
tradicionais de documentação, ampliação do número dos usuários.
2) No que diz respeito às comunicações, a resolução 1.721 (XVI)
da Assembléia-Geral das Nações Unidas reconhece as necessidades em
telecomunicações de todos os países,
paises, “em base mundial e sem discriminação”.
Ora, o próprio estudo do UNISIST (5.1.4.) reconhece que a
maior parte das freqüências elevadas foi atribuída a países do Hemisfério
Norte, e que se deve encarar nova política para que os países em desenvolvimento possam dispor de meios de transmissão a longa distância, de
maneira a poder participar de um sistema mundial de transferência automática da informação.
3) Finalmente, deve-se considerar que a reprografia integra os sistemas de documentação técnica e científica, o tratamento mais hberal deve
ser dado à questão dos direitos autorais à luz da doutrina do “fair use” e das
necessidades dos países em desenvolvimento, recentemente reconhecidas
nas conferências de revisão da Convenção de Berna e da Convenção Universal do Direito de Autor e na XVII Conferência-Ceral
Conferência-Geral da UNESCO.
b) Obstáculos Econômicos
Os serviços automatizados custam caro, e é necessário procurar
fontes adicionais de financiamento no exterior.
Quando as fontes informativas são governamentais ou ligadas a
organizações internacionais, pode-se pensar no fornecimento gratuito ou
pohtica esclarecida
a custo nominal de muitos serviços, no quadro de uma política
de assistência. O problema é mais complexo quando se trata de serviços
finalidade lucrativa)
organizados por instituições particulares (mesmo sem finahdade
e por empresas puramente comerciais. A solução seria, nesse caso, o financiamento por organizações internacionais, o rateio das despesas etc.
Deveria ser também considerado o encorajamento à política de
preços diferenciais, seguido por muitos organismos púbhcos e privados encarregados do fornecimento da informação. Com efeito, os preços cobrados para assinaturas dos serviços primários, secundários e terciários va-421Digitalizado
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�riam, não raro, de acordo com a qualidade do usuário (pessoa privada,
entidade pública, pequena ou grande empresa). Ora, tal política de preços
diferenciais podería ser aplicada em benefício dos países em desenvolvimento, sem prejuízo de espécie alguma para os fornecedores, que veriam,
muito pelo contrário, surgir um mercado praticamente inexistente.
c) Obstáculos legais ao livre acesso à informação
Outras restrições ao livre acesso à informação podem apresentar,
igualmente, aspectos econômicos, mas são de origem jurídica ou regulamentar.
Um primeiro problema liga-se aos direitos de propriedade industrial. Existem hoje em dia tentativas para estender a propriedade intelectual à informação não patenteada, isto é, a submeter a restrições o próprio
processo de inovação científica e técnica. Tais exageros devem ser absolutamente rejeitados.
Outro aspecto é do direito de autor. As recentes revisões da Convenção Universal do Direito de Autor e da Convenção de Berna vieram
melhorar a situação dos países em desenvolvimento, ao prever a concessão
de hcenças
licenças obrigatórias para reprodução ou tradução de obras destinadas
ao ensino escolar e universitário e à pesquisa. É necessário que este instmmento seja ratifieado
tnunento
ratificado e entre em vigor quanto antes. Outrossim, a necessidade de modernizar os conceitos tradicionais sobre direito de autor,
a fim de tomá-los aplicáveis em espírito liberal às formas de suportes da
informação técnica e científica: fotocópias, microfilmes, concepção dos
sistemas, programação, fitas magnéticas, transmissão a distância etc.
d) Obstáculos Administrativos
Finalmente, temos que hberahzar
liberalizar os regulamentos postais e alfandegários a fim de permitir o transporte rápido, barato, preferencial e sem
formalidades administrativas do material de informação técnica e científica através das fronteiras. A máxima liberalização deveria
devería igualmente ser
prevista, nesse domínio para as telecomunicações.
K. Formação de pessoal do Ministério das Belações
Relações Exteriores
Há grande escassez — mesmo no plano mundial — de pessoas
versadas na ciência da informação, não sendo fácil contratar pessoal para
a execução das tarefas ligadas ao sistema setorial do MRE mormente
dadas as condições peculiares do Itamarati. Seria altamente desejável que
tais conhecimentos fossem adquiridos por diplomatas ou oficiais de chancelaria. Em tais condições, prevê-se a realização
reahzação de cursos no Brasil e no
exterior por pessoal destinado a dirigir ou orientar as atividades de informação científica e técnica seja na Secretaria de Estado, seja nos serviços
de informação científicos e tecnológicos das Embaixadas, Repartições Consulares junto a Organismos Internacionais.
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�III. SEGUNDA ETAPA DO PROJETO
Na segunda etapa do projeto verifica-se ampliação dos serviços
externos do sistema setorial do MRE, enquanto partes das operações
anteriormente realizadas no estrangeiro passam a ser feitas no Brasil.
A — Serviços Especiais
Identifica-se a atividade de informação das missões diplomáticas,
repartições consulares e delegações junto a organismos internacionais. Com
ou sem criação de novos postos dc
de adido ou consellieiros científicos, estabelecem-se setores científicos ce técnicos nas Embaixadas em Paris (França
e OECD), Londres, Moscou e Tóquio.
B — Serviços Convencionais
Possivelmente, com a implementação do SNICT verifica-se uma
centralização dos serviços convencionais, com melhor coordenação para
evitar lacuna e desperdícios de recursos. O sistema setorial do MRE
passa porventura a centralizar grande parte de tais serviços.
C — Procura retrospectiva e constituição progressiva de um acervo de informação mecanizado
A procura retrospectiva, nesta etapa II, tende a deslocar-se para
os recursos informativos já existentes no Brasil.
Com efeito, as informações acumuladas (fitas magnéticas, microformas, outras formas de informação) passam a constituir acervo apreciável, em (xjnstante
constante desenvolvimento.
Nessa altura, os esforços de compatibilização empreendidos nos
planos nacional e internacional devem trazer resultados práticos, e pode-se
imaginar, pelo menos, a adoção de normas para as fitas magnéticas, na
base de tendências já indicadas pela Organização Internacional de Normalização, UNISIST, INIS, AGRIS, MARC II etc. Poder-se-á realizar, em
tais condições, fusão mais fácil e mais econômica de diversas fontes.
D — Divulgação de informação sobre publicações correntes
Continuará, e será eventualmente desenvolvido, o programa sugerido para a primeira etapa.
E — Disseminação Seletiva da Informação
É neste ponto que reside a diferença essencial entre as etapas I
e II. Na segunda etapa, os serviços de disseminação seletiva da informação
não são mais concentrados no estrangeiro. O sistema setorial do MRE
adquire as fitas magnétic^as
magnéticas correspondentes a áreas prioritárias e as entrega
ao órgão central ou aos subsistemas. Esses devidamente munidos dos equiÍjamentos de computação e de conversão, e à luz da experiência acumuEamentos
ada
tda durante a etapa I, passam a tratar as fitas para a efisseminação
disseminação seletiva e, eventualmente, a fusão das diversas fitas para a constituição
cx)nstituição de
bases unificadas. Delineia-se, destarte, a etapa III.
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�F — Fornecimento de documentos completos
Não há alterações substanciais no sistema. Presume-se que as coleções existentes no Brasil (originais ou microformas) se tomem cada vez
menos incompletas, e que, por conseguinte,
conséguinte, haverá proporcionalmente menor utilização do sistema setorial do MRE para tal fim. Entretanto, em
termos absolutos, as tarefas do sistema setorial nessas áreas tenderão a aumentar na medida em que se desenvolve o Sistema Nacional de Informação
Científica e Tecnológica.
G — Traduções
Talvez já existam possibilidades práticas e econômicas de tradução automática. De qualquer modo, há ampla difusão de thesauri multilíngües e de “Listas comuns de descritores”.
H — Entrosamento com os sistemas regionais e mundiais
Durante a etapa II, é provável
mundiais passem a ser operacionais, o que
central e os subsistemas do SNICT. Esses
prio para remessa aos sistemas regionais
transição para a etapa III.

que vários sistemas regionais e
contribui para alimentar o órgão
terão que elaborar material próou mundiais, o que facilitará a

I — Política Internacional da Informação
Suas grandes linhas devem permanecer inalteradas, havendo provavelmente ênfase na repartição internacional das tarefas em certos setores
e no domínio das ligações automáticas entre sistemas pertencentes a países
diferentes.
J — Estabelecimento de Serviços Terciários
Durante a etapa II, seria altamente desejável estabelecer no Brasil
centros de análise da informação. Seriam consagrados aos problemas específicos do País. Evitariam grandes despesas com a entrada nas redes nacionais de toda a espécie de informação primária e secundária sem relações
com as necessidades reais dos usuários. íomeceriam
Fomeceriam a esses últimos, e especialmente ao Governo, encarregado de orientar o desenvolvimento econômico, dados “destilados” e prestes a serem utilizados. Sabe-se que tais
centros só podem desenvolver satisfatoriamente suas tarefas criadoras em
ambiente de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico. Os obstáculos a sua criação e funcionamento, além dos que se referem ao financiamento, são evidentemente relativos ao pessoal. Entretanto, a concessão
de altos salários e estatuto de prestígio para cientistas e engenheiros encarregados dos centros de análise podería
poderia redundar no aproveitamento do
pessoal hipertreinado no exterior e eventualmente fadado ao “brain
‘Tarain drain”.
As tarefas principais de tais centros seriam:
1 — Responder às perguntas específicas dos pesquisadores, engenheiros e técnicos;
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�2 — Difundir informações precisas,,
precisas, e não mais documentos;
3 — Efetuar seleções e análises críticas;
4 —,
— Redigir sínteses e monografias sobre o estado de certos problemas (“States
(“states of the art”) e relatórios periódicos sobre os
recentes progressos científicos e tecnológicos no seu setor.
Bem entendido, o sistema setorial do MRE alimentaria os centros de informação estrangeira.
IV. TERCEIRA ETAPA
A diferença essencial entre as etapas II e III é que o Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica encontra-sc
encontra-se inteiramente
implantado, presumivelmente graças ao estabelecimento de vasta rede de
informação e comunicações baseada em sistemas “on-line”.
As tarefas do subsistema exterior passam a ser as seguintes;
seguintes:
a) Continua desenvolvendo os serviços especiais e os serviços
convencionais.
b) Não há mais tanta necessidade de serviços sobre informações
correntes, pois o usuário obtém a informação que deseja através de consulta remota a seu subsistema ou ao órgão central.
c) O sistema setorial do MRE fornece fitas elaboradas no exterior para a constituição de um acervo nacional. A informação
é registrada em sistema de acesso direto para permitir a consulta “on-line”.
d) Fornece ao estrangeiro fitas elaboradas no Brasil.
e) Organiza hgação
ligação com outros sistemas nacionais, sistemas regionais e sistemas mundiais, eventualmente em base “on-line”.
f) Organiza a ligação com tais sistemas para interrogação a distância dos documentos originais, os quais podem ser reproduzidos remotamente.
g) A “política internacional de informação” deve concentrar-se
na obtenção de facilidades de telecomunicações.

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                <text>Considera o Itamarati que lhe cabe dupla tarefa em matéria de informação científica e tecnológica: a) de modo geral, participar na elaboração e implantação do Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica; b) mais especialmente, delinear o subsistema de coleta e disseminação de informação científica e técnica no exterior. Não se conceberia, aliás, trabalho estanque em uma das áreas apontadas.</text>
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                    <text>SISTEMA DE INFORMAÇÃO JURÍDICA

Octavio Gennari Netto
PRODASEN, Senado Federal
Brasilia, DF
Brasília,

1I - INTRODUÇÃO
É primordial dotar o País de dispositivos jurídicx)s
jurídicos que espelhem
sua realidade, que permitam o atendimento aos justos anseios de suas instituições, que corrijam distorções e equívocos de normas precedentes ou
que as atualizem. Esta é uma tarefa intrinsecamente complexa e, para
sua consecução, é necessário o permanente acesso às informações jurídicas.
Além de intrinsecamente complexo, o processo legislativo e a aplicação das normas por ele geradas, alcançam, presentemente, pontos críticos à medida que se observa que:
— não existem procedimentos de Técnica Legislativa adequados.
Sabe-se que a norma deve ter uma ementa, mas não existem
padrões para sua redação; a praxe criou a expressão “dá outras
Erovidências” na redação das ementas, que muitas vezes é utizada inadequadamente; a sistemática utilizada para as alterações e revogações de dispositivos tomou extremamente confusa a legislação, sendo difícil a sua compulsação, além de facilitar o
0 aparecimento de conflitos entre dispositivos;
— o Poder Legislativo estava, até bem pouco tempo, desprovido
de recmrsos
recursos materiais que lhe permitissem o acesso rápido e
preciso às informações. Como conseqüência, verificava-se, em
certos casos, que a contribuição que o Congresso deveria dar,
ao analisar proposições de natureza técnica, era limitada.
Estes fatos, dentre outros, repercutiram seguidamente nos órgãos
que refletem a opinião pública.
De outro lado, frente ao grande conjunto de normas que compõem o
0 Direito Positivo Brasileiro, tem sido freqüentes os apelos a que
se promova a consolidação da legislação. Gerar uma metodologia já é, de
per si, tarefa delicada e penosa, executá-la é missão de proporções ainda
inconcebíveis. Inegável é que ela ocorrerá, mais cedo ou mais tarde, igual-402-

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�mente indiscutível é reconhecer-se que o Congresso desempenhará papel
relevante nesse empreendimento. O corolário natural desta realidade está
em que o Congresso Nacional organize os recursos necessários ao êxito
desta gigantesca empresa. Acesso rápido e correto às informações pertinentes às normas jurídicas editadas no País, constituem elemento importante no desenvolvimento dos trabalhos relacionados à consolidação.
De igual importância, nessa tarefa — e de resto, fundamentalmente, ao próprio processo legislativo — encontramos a premente necessidade
tc,
de tomar disponíveis aos juristas e, em especial, aos legisladores, as informações geradas nos Tribunais, decorrentes das interpretações das normas
jurídicas, prolatadas nas sentenças e que consubstanciam a Jurispmdência
jiurídicas,
de nosso Direito. Aos que aplicam e interpretam
interoretam os diplomas jurídicos é
justo reconhecer-se, impõe-se que se lhes mcilite
facilite a árdua tarefa de distribuir a justiça, dotando-os de forma mais eficiente, das informações que
huir
necessitam.
Nos procedimentos legislativos estaduais, o conhecimento dos dispositivos de hierarquia federal formam embasamento de primordial relevância a que sejam observadas, pelas normas de âmbito estadual, os preceitos maiores, inscritos nos textos normativos que abrangem o conjimto
conjunto
da Federação.
Em síntese, dada a complexidade da tarefa a que se propõe o
PRODASEN — de ordenação e sistematização do arquivamento de normas
jurídicas e sua correta recuperação — é inegável que isto demandará tempo
e persistência, esforço e dedicação dos que a ela se devotam. Encontramo-nos pois, tão-somente, no liniiar de uma nova época, em que os beneficiários não serão apenas os parlamentares, mas toda a Nação Brasileira,
que poderá usufruir dos benefícios proporcionados pela centralização sistematizada da legislação, disponível instantaneamente.
II - PRODASEN
Em setembro de 1971, o Senado Federal contratou um sistema
eletrônico de processamento de dados, objetivando empregá-lo em suas
atividades-meio e fins. No processo de contratação e definição das aplicações iniciais, o Senado Federal recebeu a colaboração de renomados
especialistas no setor.
Em outubro de 1971 foi criado o PRODASEN, na forma de um
“Grupo de Trabalho”, diretamente subordinado à Presidência do Senado
Federal, que logo a seguir iniciou o processo de contratação de técnicos
em processamento de dados, treinamento de pessoal em todos os níveis e
a árdua tarefa de implantação dos sistemas de informação.
Dos principais sistemas de informação que o PRODASEN se incumbiu, destacavam-se, na época, os seguintes:
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�— Referência Legislativa. O escopo deste sistema é o armazenamento e a recuperação, via terminais, de informações pertinentes às normas jurídicas editadas no País, prevendo o projeto
em sua primeira fase, tão-somente, o arquivamento das normas
editadas a partir de 1946 e de nível hierárquico até o de Decreto.
— Referência Bibliográfica. O sistema tem como objetivo o armazenamento e a recuperação, via terminais, das referências
bibliográficas pertinentes ao acervo das Bibliotecas do Senado
Federal e da Câmara dos Deputados.
— Controle de Tramitação de Matérias. O sistema tem como objetivo o controle e a recuperação de informações, via terminais,
sobre as matérias em tramitação nas duas Casas do Congresso
Nacional, separadamente ou em conjunto, com o registro de
todas as ações legislativas sobre elas verificadas, assim como
o controle das matérias que tramitaram no Congresso ou, separadamente, nas duas Casas, e que não tenham sido transformadas em normas jurídicas.
III - SISTEMA DE INFORMAÇÃO JURÍDICA
Com a evolução dos trabalhos de implantação do Sistema de Referência Legislativa, a orientação foi que, face às características técnicas
do projeto, os recursos mobilizados viessem de encontro não somente na solução dos problemas domésticos do Congresso Nacional, mas, também,
daqueles que afetam toda a coletividade. Concluiu-sé
Concluiu-se então que o sistema
de referência legislativa deveria ser ampliado,
amphado, transformando-se num Sistema de Informação Jurídica, visando centrahzar no País, em um único
“Banco de Dados”, as informações relacionadas com a Legislação, a Jurisprudência e Doutrina da Ciência do Direito.
A partir dessa nova definição, todos os esforços do Senado Federal passaram a se concentrar no Sistema de Informação Jurídica SIJUR,
o qual possui, como componentes básicos, três subsistemas:
— Referência Legislativa. Armazenamento e recuperação das informações, via terminais, das Normas Jurídicas, de qualquer
nível, editada no País.
— Referência à Jurisprudência. Armazenamento e recuperação de
informações, via terminais, da Jurisprudência dos Tribunais
Federais e, posteriormente, dos Tribunais Estaduais.
— Referência à Doutrina. Armazenamento e recuperação de informações, via terminais, de referências às pubhcações
publicações sobre a
Doutrina da Ciência do Direito.
É notório que a esses “data-bases”, componentes do SIJUR, deveria ser incorporado um outro, primordial para a recuperação de informações, e também disponível “on-line”, o Thesaurus Jundico.
Jurídico.
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�A elaboração do Thesaurus Jurídicx)
Jurídico está sendo efetuada sob a
coordenação da Secretaria de Informação do Senado Federal, que em sua
Divisão de Análise e Pesquisa reúne um grupo de especialistas em Direito. Diversos Ministérios, Tribunais e Entidades de.
de Classe • de Advogados
estão oferecendo sua contribuição no processo de elaboração do Thesaurus,
não somente na fase de extração dos descritores dos textos das Normas
Jurídicas, como na hierarquização dos referidos descritores.
Ê
É importante ressaltar que a extração de descritores dos textos das
Normas Jurídicas está sendo efetuada com base numa metodologia estabelecida, de comum acordo, entre o PRODASEN e a Secretaria de Informação, não sendo utilizado o computador eletrônico para essa tarefa. Foram efetuadas diversas experiências de análise automática de conteúdo de
textos, mas pelos problemas de técnica de elaboração legislativa que mencionamos na Introdução e pela ausência de uma padronização da Terminologia Legal, deste trabalho os resultados apresentados não foram
satisfatórios, já que uma simples análise sintática e semântica dos textos
não se revela suficiente para a extração de todos os conceitos
coneeitos jurídicos
—
- Descritores — neles contido. Entretanto, o PRODASEN não se esquivará ao desafio mais embaraçoso na área de recuperação e arquivamento
de informações, constituído pelo desenvolvimento de rotinas e programas
destinados a extrair, sem a subjetividade inerente aos processos manuais,
os descritores adequados dos documentos. Reconhecemos que, para essa
tarefa, ainda deveremos assimilar mais “know-how” e que, principalmente, elevados investimentos deverão ser efetuados.
IV - ARQUIVAMENTO DA INFORMAÇÃO
a) Conceituação
— Documento. É
Ê a unidade
imidade de informação sob controle do
STAIRS. Em um documento podemos representar um livro,
uma Norma Legal, um discurso, um artigo de periódico, um
acórdão etc.
— Parágrafos. Sentenças e Palavras. Os documentos são subdivididos em parágrafos, que por sua vez são compostos de
sentenças, e as sentenças de palavras (as palavras também
podem representar códigos numéricos).
— Termo. Ê
É qualquer expressão verbal extraída, seletivamente,
seletívamente,
do texto de um documento.
Ex.: Na Constituição da República, podemos extrair o seguinEx.;
te termo: “Compete privativamente ao Presidente da
República”.
— Descritor. É o elemento básico a ser utilizado na recuperação
de informações pela utilização do STAIRS. Um descritor representará sempre um conceito bem definido.
Podem existir dois tipos de descritor:
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�— Monoverbais — c»m
com uma só palavra.
Ex.: Proibição.
— Poliverbais — corrí
com mais de uma palavra.
Ex.: Presidência da República.
— Glossário. É o conjimto
conjunto de descritores ordenado alfabeticamente.
— Thesaurus. É o conjunto de descritores ordenado segundo uma
hierarquia que contenha as relações de generalidade
generahdade e especificidade existente entre os descritores.
b) Formato dos Arquivos
Todos os quatro “data-bases” do SIJUR possuem o mesmo formato, sendo cada documento subdividido em cinco parágrafos
fundamentais:
— Identificação. São os dados básicos que caracterizam o documento.
Ex.: Leo 004070 150672 DOFC 220662.
— Texto. É uma descrição sucinta do documento. Por exemplo,
no caso de uma Norma Legal, utiliza-se a ementa; no caso de
um hvro,
livro, utiliza-se um abstrato etc.
— Descritores. São os descritores extraídos do texto de um documento.
— Vides. São as referências cruzadas com outros documentos.
Por exemplo, no caso da Legislação, os vides representariam
as Normas Legais diretamente relacionadas com aquela do
dociunento em questão, quer por uma alteração, quer por uma
documento
complementação.
Republicações. São as informações sobre eventuais repubhca— Bepublicações.
republicações do documento original.
c) Documento Básico do SIJUR
De início, os documentos componentes do então Sistema de Referência Legislativa eram as Normas Legais. Atualmente, está
se adotando um novo critério, qual seja o de um documento representar uma informação jurídica. Exemplificando, na análise
da Constituição Federal, os documentos são representados por
artigos, ou até mesmo por parágrafos ou alíneas. Isto porque um
documento complexo e extenso como a Constituição Federal, a
CLT, os Códigos e mesmo outros tipos de Normas Legais, contém informações diversas que devem ser recuperadas seletivaespecialidade.
mente, tendo em vista sua especiahdade.
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�d) Arquivamento de Textos
O PRODASEN não se preocupou em arquivar o texto de uma
Norma Jurídica, principalmente por considerar antieconômico
esse processo e mesmo porque os juristas
jiuistas e legisladores necessitam de informações sistematizadas e precisas sobre as normas
jurídicas, sendo os textos disponíveis em publicações especializadas.
Entretanto, dentro em breve, o PRODASEN começará a arquivar, em arquivos magnéticos de seu computador eletrônico. Normas de nível inferior a Decreto, tais como Avisos, Resoluções,
Despachos Ministeriais etc., não havendo para as mesmas uma
centralização sistematizada de publicações. Para resolver o problema, o PRODASEN tem pronto o projeto completo de arquivamento, em microfichas, oe todas as Normas Jurídicas, indeÉ este arquivo que deverá complependentemente de seu nível. Ê
mentar as informações fornecidas pelos terminais do computador.
V - RECUPERAÇÃO DE INFORMAÇÃO
A informação arquivada no computador do PRODASEN é recuperada através de terminais locais ou remotos.
O pesquisador deverá sempre consultar o Thesaurus, que como
já afirmamos será disponível “on-line”, recebendo desse arquivo todas as
informações sobre os descritores autorizados ou não, para utilização. As
informações contidas no Thesaurus são, basicamente, as seguintes:
— PARÁGRAFO USE. É um Parágrafo Ativo (constituído de informações que podem ser recuperadas através da fimção
função
SEARCH) que contém um campo formatado, que indica o número do descritor que deu origem ao documento, o descritor
propriamente dito, o qual terá o máximo de 35 (trinta e cinco)
caracteres, incluindo o ponto final.
— PARÁGRAFO NOTA. Este é um Parágrafo Ativo, de até 99
(noventa e nove) linhas, cujo objetivo é explicitar o significado
do descritor origem.
— PARÁGRAFO NÃO USE. É também um Parágrafo Ativo, de
até 99 (noventa e nove) linhas, que contém todos os descritores não autorizados, assim como expressões populares, que poderíam ser confimdidas
confundidas pelo usuário como sendo descritores
autorizados.
— PARÁGRAFO SUPERIORES. Este Parágrafo poderá ter até
200 (duzèntás)
(duzentas) linhas e contém toda a vizinhança superior do
descritor origem, formado pelos descritores imediatamente superiores ao descritor origem, dentro da hierarquia do Thesaurus.
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�- PARÁGRAFO INFERIORES. É um Parágrafo de até 200 (duzentas) linhas que contém a vizinhança inferior ao descritor origem.
— PARÁGRAFO ASSOCIADO. É um Parágrafo de até 200 (duzentas) linhas que contém os descritores associados ao de
origem.
É óbvio que essas informações são os dados básicos do arquivo
do Thesainrus,
Thesamrus, sendo que a maioria delas tem a finahdade
finaUdade de orientar o
Í»esquisador
f»esquisador para o descritor autorizado, inclusive fornecendo seu signiicado dentro do Thesainrus
Thesaiums e os descritores que constituem a vizinhança
do descritor autorizado.
Uma vez tendo conhecimento dos descritores autorizados, o pesquisador dirige-se ao “data-base” desejado, isto é, o de Legislação, o de
Jurisprudência ou o de Doutrina, e por meio das funções do STAIRS recupera os documentos desejados.
Vê-se, pois, que o Sistema de Informação Jurídica do Senado Federal não tem pretensões de interpretar fatos jurídicos e, muito menos, de
proferir sentenças. Os fatos jiuídicos
jurídicos devem ser analisados e equacionados
em termos de descritores autorizados, a fim de se ter acesso ao sistema.
Em síntese, o Sistema do Senado Federal visa fomeoer informações jurídicas correta e rapidamente.
VI - RECURSOS DO PRODASEN
a) O Sistema de Computação
Para as tarefas a que se propõe, o PRODASEN está dotado de
um Sistema IBM/370, modelo 155, com as seguintes características básicas:
— Memória principal: 512 K
— três unidades de Discos Magnéticos — modelo 3330
— três unidades de Fita Magnética — modelo 3420
— uma Leitora Perfuradora de Cartão — modelo 2540
— uma
mna unidade Impressora de Formulários — modelo 1403 NOl
— Terminais de Vídeo — modelos 2260 e 2740 — em fase de substituição pelos terminais 3270 — instalados nas duas Casas do
Congresso Nacional.
O Sistema de entrada, que atualmente é constituído de máquinas
Perfuradoras/Conferidoras IBM 129, será substituído por um Sistema mais flexível, isto é, pelos terminais IBM 2260 que funcionarão como “data-entry”.
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i:

�b) o Programa de Arquivamento e Recuperação de Informação
Utilizado
O PRODASEN está se utilizando do programa-produto STAIRS,
de propriedade da IBM.
O
—
—
—

STAIRS consiste de três grupos de programas:
“data-bases”,
Programas utilitários para criação de “data-bases”.
Programas utilitários para manutenção de “data-bases”.
Sistema AQUARIUS — A Query And Retrieval interactive
Interactive
Utility System.
t/tility

O Aquarius possui várias funções básicas, dentre as quais podemos destacar, como de uso mais comum, as seguintes:
— SEARCH. Possibilita a pesquisa aos documentos por meio de
combinação lógica de descritores.
— SELECT. Permite a pesquisa de campos formatados.
— RANK. Possibilita a determinação de valores de relevância
para cada documento recuperado.
— BROWSE. Permite exibir os documentos recuperados.
— SAVE. Possibilita guardar um conjunto de pesquisas efetuadas.
— SORT. Possibilita classificar os documentos recuperados, segundo um campo formatado qualquer.
O STAIRS trabalha sob controle do programa CICS, que por
sua vez trabalha sob controle do sistema operacional OS.
No caso específico do PRODASEN, é a seguinte a ocupação da
memória principal do computador eletrônico:
K BYTES
Núcleo OS

CICS

111

(Núcleo primário
(
SIP
(
(CUSHION
(temp.
(temp, storage

130
10
10
10*

STAIRS
programa residente
(

50**
—
321

TOTAL

Terminal 3270 — Cada
Obs.: * Depende da Instalação
** Opcional
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�Como se depreende dá
da tabela de ocupação da memória principal, o computador do PRODASEN opera dedicado à recuperação de informações, no horário compreendido entre 9:00 e 22:00
horas.
VII - DISSEMINAÇÃO DO SISTEMA
A Disseminação do Sistema de Informação Jurídica será efetuada
em diversas etapas, a saber:
1^ — em 1973 serão instalados 8 (oito) terminais 3270 em Tribunais Federais e Ministérios sediados em Brasília;
2^ — em 1974 serão instalados novos terminais em Órgãos Públicos, sediados em Brasília e o sistema começará a ser estendido a outros Estados da Federação.
Até o momento foram efetuadas três experiências com terminais
em outros Estados da Federação, tendo as mesmas funcionando perfeitamente a contento. Entretanto, face à impossibilidade da EMBRATEL dispor de um canal de microondas bloqueado permanentemente, para a conexão de Brasília com outros Estados, o Senado Federal viu-se obrigado a
protelar a instalação de terminais em outras localidades.
Em síntese, quando o Sistema de Informação Jurídica, que está
sendo montado pelo Senado Federal, estiver disseminado por todo o País,
serão imensos os benefícios propiciados à Nação Brasileira, quer na ordenação e sistematização centralizada das Normas Jurídicas^
Jurídicas, quer nos subsídios que fornecerá para padronização da Terminologia Legal, assim como
para a importante tarefa de consolidação da legislação.

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�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>Sistema de Informação </text>
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                <text> Informação Jurídica</text>
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                <text>É primordial dotar o País de dispositivos jurídicos que espelhem sua realidade, que permitam o atendimento aos justos anseios de suas instituições, que corrijam distorções e equívocos de normas precedentes ou que as atualizem. Esta é uma tarefa intrinsecamente complexa e, para sua consecução, é necessário o permanente acesso às informações jurídicas.</text>
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                    <text>A BIBLIOTECA NACIONAL
E O SISTEMA NACIONAL DE INFOMAÇAO
CIENTIFICA E TECNOLÓGICA

Jaimice Monte-Mór
Jannice
Diretora da Biblioteca Nacional
Rio de Janeiro, GB

1 - SISTEMAS OU REDES DE INFORMAÇÃO ?
Pesquisas e invenções dependem, em grande parte, de teorias
e experiências acumuladas através dos tempos, e o nível da Ciência e da
Tecnologia poderia decair rapidamente se faltassem adequados meios de
comunicação entre produtores e usuários da informação especializada.
Assim, o controle da informação científica e técnica vem exigindo, cada vez mais, a aplicação de novos recursos destinados a facilitar
a transferência do conhecimento.
Entre os . modernos recursos — inspirados não só pela necessidade
de acelerar o processo informativo, como também pelos propósitos de cooperação ou, pelo menos, de associação — conta-se o da adoção quase incondicional da idéia de organizar sistemas e redes de informação, maneira
eficiente e econômica de prestar serviços a todos os tipos de usuários, através da utilização total de acervos e técnicas disponíveis em vários órgãos.
O conceito de “sistemas” e “redes”, do ponto de vista da organização bibliográfica, parece ainda um tanto impreciso, já que sua aplicação a bibliotecas e centros de informação é relativamente recente, pois
data de 1965, aproximadamente. ^
Embora os dois termos apareçam, freqüentemente, como sinônimos, um sistema pode ser definido como organismo autônomo e de estrutura hierárquica, ao passo que uma rede constitui um conjimto
conjunto de canais
de comunicação para transferência da informação, através dos quais um
sistema desempeima
desempenha suas funções ou interage com outros sistemas. Dessa
forma, se as redes que servem intemamente a um sistema são, também,
centralizadas e hierárquicas, as que promovem a interação entre dois ou
mais sistemas não o são.
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�(net-work), na literatura
o emprego corrente da palavra rede (network),
literahu^ esÍ&gt;ecíalizada, parece refletir duas idéias: a de que nenhiun
Í&gt;ecializada,
nenhum sistema de inormação é auto-suficiente e a de que existe acentuada tendência para
organização de sistemas, ligados por redes de cooperação, preferentemente à adoção de grandes sistemas. ®*
As redes oferecem oportunidade
oportimidade de combinar acervos, serviços,
especialistas etc., de modo a alcançar grau de eficiência que uma biblioteca jamais conseguiria, isoladamente. Isso leva a uma afirmativa absurda
à luz da aritmética: o total de uma adição podería
poderia vir a ser maior do que
a soma das respectivas parcelas. O que, apenas, querería significar que
0o resultado do trabalho de uma rede de informação atinge, realmente,
maior extensão e profimdidade
profundidade do que a atividade de todos os seus componentes, desenvolvida com intensidade e ao mesmo tempo, porém individualmente.
Apesar de o espírito do tradicional serviço de referência ter sido,
sempre, o de ligar fontes de informação em alcance até mesmo nacional
e internacional, a rede permite que o processo se formalize e adquira estrutura.
trutma. A rede cristaÜM,
cristali^, por assim dizer, a filosofia do serviço de referência. ®
2 - A BN E A INFORMAÇÃO CIENTIFICA NO BRASIL
Em 1970, ao definir os objetivos nacionais e as metas estratégicas setoriais, as principais realizações programadas e os projetos de alta
prioridade nos principais setores, o Governo brasileiro incluía entre tais
projetos — como meio de aceleração do desenvolvimento científico e tecnológico — a implantação de um sistema de informações sobre Ciência
e Tecnologia, “para captação, tratamento e difusão, sistemática e permanente, de informações atualizadas na área da Ciência e Tecnologia”, determinando que ele deveria resultar da unificação dos esforços
esforços' isolados
já iniciados por diferentes entidades, mas seria, sobretudo, a resultante
dos esforços conjugados dos Ministérios da Aeronáutica, Indústria e Comércio, Planejamento e Coordenação Geral, Relações Exteriores e do Conselho Nacional de Pesquisas, na definição do sistema e na divisão de encargos com sua operação. *
Havia, apenas, a lamentar a não citação do Ministério da Educação e Cultura, tanto mais que os planos governamentais desejavam
também a implantação progressiva de um sistema de tecnologia avançada para a Educação. A estranheza da omissão derivava do fato de que
as grande bibliotecas da esfera do MEC — principalmente a Biblioteca
Nacional e as das unidades universitárias — poderíam oferecer excelente
e valiosa contribuição na difusão de informações entre as instituições interessadas. ®
Embora o Ministério não figurasse nominalmente entre os organismos apontados como planejadores do sistema de informações sobre
Ciência e Tecnologia, parece evidente que lhe cabería prestar valiosa
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�colaboração e, com ele, a própria Biblioteca Nacional, que, sem esquecer sua nobre missão e os importantes compromissos que tinha — e tem —
consigo mesma, não deveria descuidar de suas responsabilidades perante
os objetivos governamentais, nem ficar alheia às etapas do Plano Global
do Governo.
Foi nessa linha de ação que, com o apoio e a compreensão do
Senhor Ministro Jarbas Gonçalves Passarinho, a Biblioteca
Bibhoteca Nacional estabeleceu as bases de sua reforma administrativa. O acordo firmado, em
março de 1972, entre os Ministros da Educação e Cultura e do Planejamento e Coordenação Geral proporcionou à Biblioteca Nacional, através
do então Escritório da Reforma Administrativa (ERA), a assistência técnica da Fundação GetúUo
Getúlio Vargas, compreendendo a elaboração de cinco
projetos específicos, dos quais o primeiro demonstra preocupação com a
reorganização interna da entidade, “objetivando dotá-la de uma estrutura
mais dinâmica e eficiente, possibihtando
possibilitando melhor aproveitamento dos recursos humanos, bem
hem como situá-la dentro de um sistema de informações
bibliográficas junto com órgãos afins”. ‘®
2.1 — Posição na estrutura do SNICT
Ao prever a implantação do Sistema Nacional de Informação
Científica e Tecnológica, o Primeiro Plano Nacional de Desenvolvimento
Econômico e SociaD
Socialjá
já determinava algumas das características do SNICT
e enumerava os subsistemas
suhsistemas iniciais, com base no relatório de mn
lun Subgrupo de trabalho, designado pelo Ministério do Planejamento e Coordenação
Geral, para desenvolver estudos sobre o assunto, mas que, ao concluí-los,
não considerava a Bibhoteca Nacional como órgão de informação, o que
se comprova pelo esquema anexo ao citado relatório.
relatório.®®
Posteriormente, os trabalhos preliminares para implantação do
Sistema Nacional desenvolvidos pelo grupo interministerial, sob a coordenação do Conselho Nacional de Pesquisas, fimdamentaram-se,
fundamentaram-se, de início,
em discussões apoiadas no relatório do Subgrupo do MPCG, mas, pouco
a pouco, passaram à formulação de novas diretrizes.
Focalizada, primeiro, na posição de integrante do Subsistema de
Informação sobre Educação, segimdo a opinião de técnico da UNESCO
em missão, no Brasil, com a finalidade
ern
finahdade de estudar o projeto do SNICT,
SNICT,®*
teve a BN essa posição alterada para a de órgão de referência e informação, na estrutura, para o Sistema, sugerida pela Fundação Getúlio
Getúho Vargas, e com a atribuição de se constituir num “repertório global da produção intelectual brasileira e das obras estrangeiras de maior expressão,
a serviço da Educação, da Ciência e da Cultura
Cultinra através do intercâmbio
de informações, em bases nacional e internacional”.
Finalmente, do Grupo de Trabalho do SNICT emanou um documento relativo a objetivos, componentes, formas de atuação, princípios
básicos, estrutura e etapas de implantação do Sistema, que situa, exphexpli-391Digitalizado
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�citamente, a Biblioteca Nacional como órgão de apoio, ao lado do Instituto Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, ambas as entidades
com fimções específicas definidas.
A solução encontrada pelo Grupo de Trabalho inclinou-se, pois,
para uma estrutura administrativamente integrada de sistemas independentes — os subsistemas de informação e os órgãos de apoio — em que as
unidades componentes — entre elas a Biblioteca Nacional — permanecem
autônomas, mas seus programas e recursos orçamentários especiais são controlados por um órgão central — a Comissão de Coordenação — e estabelecendo que o SNICT atuará de forma descentralizada em sua operação, porém centralizada na coordenação de seus componentes, que agirão
sob diversos controles e competências, em estreita colaboração entre si.
Se, por um lado, no documento aprovado pelo Grupo de Trabalho do SNICT, os órgãos de apoio aparecem mencionados nominalmente,
por outro, a determinação dos subsistemas será inciunbência
incumbência da Comissão
de Coordenação.
Considerando que a decisão adotada, para determinação dos subsistemas, foi agrupar “todos os órgãos da administração federal que desenvolvem atividades de documentação e prestam serviços de informação”,
reunindo-os por área de atuação — assunto, região e função — parece oportuno relembrar a conveniência de que isso seja feito à luz da literatura
estrangeira, que já existe, sobre diretrizes a seguir na constituição de sistemas de informação, literatura essa que, desde 1971, figura,
figmra, como capítulo independente, no Annual Review of Informcaion
Information Science and Technology d’
nology.
Além disso, a própria UNESCO, no que se refere às necessidades
de informação científica e técnica dos países em desenvolvimento, recomenda que o UNISIST proponha linhas diretrizes para o estabelecimento
e a administração de redes de informação.
2.2 — Programas e realizações
Consciente de que seu acervo — montando atualmente a 2.600.000
peças, aproximadamente — representa o maior conjunto de informações
Eeças,
bibliográpicas
ibliográficas (livros, folhetos, periódicos, publicações oficiais, mapas,
gravuras, manuscritos etc.) existente no Brasil, a Biblioteca Nacional, antes mesmo da criação oficial do SNICT, e por sugestão do próprio Conselho Nacional de Pesquisas, encaminhara à Financiadora de Estudos e
Projetos (FINEP) um elenco de projetos que, se executados, a colocariam
em condições de servir ainda melhor aos objetivos do Sistema. Ê preciso
ressaltar que tais projetos já figuravam entre os preconizados pelas conclusões da equipe da Reforma Administrativa e se sintetizavam, principalniente, nas medidas destinadas a incrementar o programa de aquisições
mente,
e de processamento técnico de material bibliográfico útil ao SNICT, a
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�desenvolver os serviços do laboratório de reprografia, a manter a aparelhagem de telecomunicação e a promover estudos de viabilidade da impressão do catálogo geral da BN, que viría
viria a ser riquíssima fonte de consulta facilmente acessível aos interessados.
No entanto, tendo decidido a FINEP que a aprovação dos projetos apresentados dependería da criação oficial do SNICT, continuou a
Biblioteca a orientar seus planos de ação no sentido de sua futura integração ao Sistema Nacional, insistindo em sua posição de “biblioteca de
última instância” e, para
para isso, se preparando, a fim de se capacitar a melhor desenvolver trabalhos no campo da informação especializada.
Dentro dessa orientação, realizou
reahzou e programou trabalhos e atividades de grande importância, não só com recursos orçamentários como
com auxílio extra-orçamentários.
2.2.1 — Condições infra-estruturais
É recomendação da UNESCO que, para integração de um país
Ê
no UNISIST, disponha ele de uma poderosa estrutura
estrutma da biblioteca e
documentação. Parece evidente que, a essa estrutura, é imprescindível a
participação de uma biblioteca nacional bem equipada e organizada, depositária da contribuição legal da produção bibhográfica,
bibliográfica, de modo a constituir a base de todo sistema nacional de informação.
Ao estabelecer suas áreas prioritárias de estratégia, para consecução do objetivo-síntese de “ingresso do Brasil no mundo desenvolvido,
até o final do século”, o Governo brasileiro
brasileiro^* comprovou a consciência de
que é necessário estimular a formação de sólida estrutura técnico-científica, formulando, para tanto, um plano básico e evoluindo daí para a formação de um sistema nacional de informações, que dinamizará o fluxo de
informações, não só no País, como em sua integração ao UNISIST.
Ora, se a BN figurará como subsistema de apoio aos demais
subsistemas setoriais, como se depreende das experientes recomendações
da UNESCO — e para o que já está naturalmente credenciada pelos requisitos que oferece — o incremento de demanda de seus serviços, que
fatalmente ocorrerá com a implantação do SNICT, exigiu imediata programação de remodelação e reforço de toda a infra-estrutura do órgão,
especialmente voltada para o objetivo da futura função junto às demais
áreas do Sistema.
A modernização administrativa da Biblioteca Nacional teve início
através da implementação da reforma aconselhada pelos estudos realizados pela Fundação Getúlio Vargas. Na expectativa de ato governamental
para estabelecimento definitivo e total de nova estrutura, algumas das medidas preconizadas pelos relatórios da equipe da FGV já foram adotadas,
como a reformulação fimcional
funcional das seções, mediante remanejamento de
pessoal, objetivando a lotação ideal, de acordo com a carga de trabalha
trabalho
correspondente, solução que se afigurou como estágio de transição entre
a antiga e a nova organização administrativa da entidade.
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�o desenvolvimento dos trabalhos de implementação da Reforma
Administrativa vem sendo possível graças à constituição de um GrupoTarefa, criado por portaria ministerial em fevereiro de 1972 e reformulado
por outra portaria de 28 de dezembro do mesmo ano.
Para o desenvolvimento do programa de reforma a que se está
propondo, ressente-se a BN das necessárias flexibilidade e independência
de ação na tomada de decisões, tendo chegado à conclusão de que lhe
é de toda conveniência dispor de meios capazes de lhe assegurar maiores
facilidades de atuação, o que só será alcançado através de sua transformação em órgão autônomo do MEC.
Do relatório da equipe da Reforma Administrativa na Biblioteca,
resultou o revigoramento dos entendimentos destinados à obtenção de autonomia administrativa e financeira, transformação que dará à entidade
competência para planejar e executar medidas, que lhe atribuirão novos
recursos de vários tipos, inclusive humanos.
O anteprojeto de decreto, que proporcionará à BN a aconselhada
autonomia, encontra-se, no momento, na Secretaria-Geral do Ministério da
Educação e Cultura,
Cultma, aguardando apenas a efetivação do respectivo expediente para os trâmites requeridos.
Os problemas de espaço físico, enfrentados pela
jpela Biblioteca, para
instalação adequada de acervo e serviços, tiveram ate citação expressa do
Senhor Ministro da Educação e Cultura, em seu esboço de um programa
especial para a Área
Area da Cultura, em 1973, ao mencionar a construção do
anexo da BN e sua completa restauração ambiental.
Já os levantamentos minuciosos da equipe de assistência técnica
da Fundação Getúlio Vargas assinalavam um deficit
déficit atual de cerca de
4.000m^; o aumento permanente do acervo (pois toda obra impressa, no
País, deve, por força de lei, ser recolhida à BN, sob a responsabilidade
dos respectivos editores) e o natural desenvolvimento dos serviços, em
decorrência da nova estrutxun,
estrutma, levarão, nos próximos 50 anos, à necessidade de mais 17.000 m^ de área útil.
Assim, a construção de edifício-anexo é das principais metas no
programa de dotar a BN de condições infra-estruturais e, nesse sentido,
o Departamento de Assuntos Culturais já reservou recursos substanciais
para encomenda do projeto a arquiteto de renomada competência profissional.
A implantação da nova estrutura organizacional, a conquista da
autonomia administrativa e financeira e a construção do anexo colocarão,
finahnente, a BN na trilha de obtenção de infra-estrutura adequada à exefinabnente,
cução de trabalhos de interesse para seu programa de ação, de modo geral, e para o do SNICT, em particular.
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�2.2.2 — Composição das coleções
Como é notório, a Biblioteca Nacional possui riquíssimo acervo,
que representa, em qualidade e quantidade, o mais significativo do País.
Como depositária da contribuição legal da produção bibliográfica brasileira, recebe toda a obra intelectual aqui produzida, incluindo, portanto,
toda edição de obra da área de Ciência e Tecnologia.
Atentando para o obsoletismo da legislação em vigor — que data
de 1907 — preparou e encaminhou anteprojeto de nova lei a respeito, em
que dá feição atual à conceituação de documento e documentação, ao
mesmo tempo que aborda aspectos atuantes de sua aplicação. O anteprojeto está em estudos no Gabinete Civil da Presidência da República e,
quando transformado em diploma legal, permitirá à BN arrecadar a real
produção bibliográfica do País, oferecendo, assim, com mais certeza e segurança, a possibilidade de proporcionar informação aos interessados em
autores brasileiros, no campo científico e tecnológico.
Ainda quanto ao enriquecimento do acervo, a Biblioteca obterá
da FINEP, em solicitação para financiamento de outros projetos — que
não os apresentados anteriormente — e a ser entregue no ano financeiro
1973-74, recursos para executar um programa de microfilmagem de publicações periódicas, com o objetivo ae, tendo em vista a condição de bioiblioteca-memória, preservar os originais do desgaste oriimdo do manuseio
constante. A execução desse projeto,
projeto, que alcançará cifra significativa, possibilitará ainda maiores facilidades de atendimento a pedidos de reprodução de trabalhos científicos e técnicos.
Para complementar e atualizar seu acervo de material bibliográfico estrangeiro, de importância para os objetivos do SNICT, a BN obteve,
ainda para 1973, do Departamento de Assuntos
Assimtos Culturais, recursos especiais para aquisição racional de grandes obras de referência (livros
(hvros e periódicos), bem como de documentos diversos, julgados indispensáveis à
perfeita composição do acervo, sob a forma de microrreproduções.
A política de aquisição da Bibhoteca
Biblioteca já vem, portanto, sendo
orientada no sentido de fazer face à futura condição de integrante do
SNICT.
2.2.3 — Processamento técnico
Para poder desenvolver satisfatoriamente as atividades de tratamento técnico do acervo em fluxo de entrada — o material bibhográfico
bibliográfico
recebido, mensalmente, é da ordem de 7.200 peças — a BN impôs-se e
continua a se impor um esforço especial, para solucionar definitivamente
graves problemas que pesavam negativamente sobre a sua reputação de
uma das mais vahosas
valiosas instituições culturais do País.
Outro dos cinco projetos constantes do convênio MPCG/MEC/
/FGV trata da racionalização dos serviços da Biblioteca, envolvendo simplificação de rotinas e registros, utilização de processos de automação e
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�definição de um sistema de encadernação, com vistas a possibilitar continuidade e maior rapidez ao fluxo de trabalho.
O princípio de execução desse projeto, com a correspondente imalgumas atividades
plantação de novas rotinas, permitiu a atualização de algmnas
regulares da BN, cujos resultados já se refletiram em diversos setores internos e externos.
Um deles foi a eliminação total do grande atraso no registro de
obras incorporadas ao acervo, de maneira a proporcionar aos interessados,
dc forma pcrfeitamente
perfeitamente atualizada, a informação sobre o que entrou na
Biblioteca.
Outra conseqüência
conseqiiência da realização dos estudos da fundação Getúlio Vargas foi a oportunidade de examinar a possibilidade de utilizar
processos de automação parcial ou total dos serviços da Biblioteca Nacional, sugerindo várias alternativas quanto ao grau de integração, considerando não só a organização vigente na entidade como sua potencialidade futura e, mais, analisando custos e implicações de equipamento de
maior ou menor complexidade.
Entre as áreas de possível automação, há probabilidades de conectar a BN ao Serviço de Estatística da Educação e Cultura, através de
inn terminal de computador, em financiamento proporcionado pela FINEP.
mn
As medidas tendentes à automação virão beneficiar, principalraente,
mente, o setor de catalogação e o de preparação da bibliografia
bibhografia editada
pela Bibhoteca
Biblioteca — o Boletim Bibliográfico.
Os estudos em tomo da viabihdade
viabilidade de automação dos serviços
levaram a um estreito relacionamento com o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação — outro órgão de apoio do SNICT — irmanando as duas entidades numa experiência-piloto de aplicação
aphcação do projeto
CALCO (Catalogação Legível por Computador), o que é mais um elo
na cadeia de atividades originadas de propósitos de cooperação interbibliotecária.
bliotecária.^®
2.2.4 — Informação bibliográfica
A rapidez e eficiência com que se opera a transferência da informação dependem, principalmente, das facilidades de obtenção e transmissão dos resultados colhidos pela pesquisa correspondente e isso se baseia, fundamentalmente, na circunstancia de dispor e oferecer fontes de
consulta e de empregar meios de comunicação imediatos.
O Boletim Bibliográfico, que é a grande bibliografia geral brasileira corrente e que teve seu início em 1918, vem constituindo um dos
uma fonte de informaorgulhos da Biblioteca Nacional, pois representa mna
ções essenciais àqueles que necessitam de dados sobre a produção intelectual do País ou que se interessam pela bibhografia
bibliografia nacional.
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�Por essa razão, um esforço especial vem sendo desenvolvido em
tomo da publicação que, a partir de 1973, por força de convênio com o
Instituto Nacional do Livro — que lhe transferiu pessoal e recursos orçamentários — e graças à colaboração do Sindicato Nacional de Editores de
Livros, adquiriu renovadas forças, passando a ter periodicidade trimestral,
o que lhe confere ainda maior utihdade
utilidade para trabalhos de pesquisa bibliográfica.
A radical alteração sofrida pelo Boletim é, porém, no fluxo interno, como resultado das modificações introduzidas na área de racionalização de rotinas, no que concerne à sua preparação e pubhcação.
publicação.
Transformações mais profundas serão efetuadas, de futuro, com
vistas ao emprego de processos automáticos, para o que será de fundamental importância a colaboração com o Projeto CALCO, do IBBD.
Para propiciar pronto acesso ao seu acervo, a BN vem, há algum
tempo, alimentando o propósito de fazer publicar
pubhcar seu catálogo, empreendimento que não poderá ser executado dentro das atividades rotineiras,
pois exorbita, em sua magnitude, as possibiHdades
possibilidades normais de trabalho.
Assim, à FINEP, também foram sohcitados recursos para estudo de viabilidade de edição do catálogo, em hvro,
livro, o que implicará em projeto a
ser desenvolvido em três etapas: planejamento, preparação e impressão,
admitindo duas alternativas — a de empregar processo tradicional ou automático, tendo sido estimado um total de 120 volumes, para qualquer das
formas escolhidas. Será, realmente, uma iniciativa de grande porte, para
cujo cumprimento a BN aguarda, com ansiedade, as conclusões do estudo
de viabihdade.
viabilidade.
Na impossibilidade de obter, para leitura, o documento desejado,
estudiosos e pesquisadores procuram substituí-lo por uma cópia, resultando daí a grande importância de serviços reprográficos peiíeitamente
equipados. Embora possua um laboratório dc
de microfilmagem que procura
servir às demandas da instituição, a Biblioteca
Bibhoteca julgou conveniente ampliá-lo, para se capacitar a atender a objetivos mais ambiciosos que os
atuais. Por conseguinte, recebeu do DAC, também no exercício de 1973,
auxílio financeiro especial para aquisição de cinco novas máquinas.
auxího
Recente convênio assinado com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, veio permitir que a BN se beneficie da possibilidade de obter receita pela venda de suas publicações e pela prestação
sibihdade
de serviços reprográficos. Esse Serviço de Atendimento Remimerado,
Remunerado, além
de canalizar recursos para a entidade, propicia a estudiosos e pesquisadores do País mais fácil oportimidade de acesso à rica coleção bibhográbibUográfica da Bibhoteca Nacionm,
Nacional, além de lhes facilitar a aquisição de obras
por ela editadas.
A instalação de um equipamento de telex, em pleno funcionamento desde início do ano em curso, coloca a BN em condições de estabelecer comunicação
comimicação imediata — em âmbito local, nacional e intemacio-397Digitalizado
gentilmente por:
gentílmente

�na] — com órgãos congêneres, o que é requisito implícito dos modernos
nal
sistemas de informação, tendo se constituído em objeto de recomendação
específica da UNESCO, no estudo sobre o UNISIST.
A crescente produção bibliográfica e a complexidade dos problemas editoriais obrigaram ao estabelecimento de sistemas estatísticos
aperfeiçoados, para atender às exigências de informação rápida e exata.
Daí a necessidade universalmente sentida, de identificar cada livro através de mn
lun código nmnérico, que permita tratamento por processos eletrônicos, o que determinou a criação, com caráter internacional, do chamado
utihzado na produção
ISBN (International Standard Book Number), hoje utilizado
editorial de miritos
muitos países.
Como a aplicação
aphcação racional dessa prática está associada ao disSositivo do depósito legal, a BN, como membro da Comissão Brasileira
e Estudos do ISBN, acaba de sohcitar à International Organization for
Standardization (ISO), através da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que seja atribuído, ao Brasil, o prefixo correspondente ao País, para
que possam ser fixados os códigos munéricos
numéricos dos editores brasileiros. À
Biblioteca deverão ser atribuídas as fimções de Agência Brasileira do ISBN
e isso lhe oferecerá mais lun
um recurso de controle da literatura e, portanto,
da informação.
2.2.5 — Conservação e restauração
O imenso patrimônio bibliográfico da Biblioteca, há anos inadequadamente instalado, vem sofrendo constante e crescente desgaste, sem
que providência, de real alcance, fosse tomada contra mofo, fungos, pó,
insetos, calor e umidade.
Já agora, no entanto, por dois anos consecutivos — 1971 e 1972
— foi possível adotar medidas de desinfestação total do acervo, serviço
realizado por firma especializada, sob a orientação técnica do Instituto
de Biologia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
Para restauração de volmnes
volumes e doemnentos
documentos diversos, a BN viu
concretizar-se, em 1973, a possibilidade de ser assessorado por técnico no
assunto, que virá ao Brasil, em setembro, sob o patrocínio da UNESCO,
para avaliar
avahar a extensão do problema da Biblioteca a esse respeito e planejar o auxílio que uma equipe de especialistas
especiahstas — possivelmente do Instituto de Patologia do Livro, em Roma — poderá fornecer sob a forma
de desenvolvimento de um projeto específico.
Na aplicação dos recursos concedidos pela FINEP, para o primeiro semestre de 1974, deverá ficar prevista a manutenção dessa equipe,
eqmpe,
no tempo em que permanecer no País, onde, inclusive, treinará pessoal
capacitado a dar continiiidade
continuidade ao trabalho.
-398-

Digitalizado
gentilmente por:
gentílmente

�Mais uma das grandes dificuldades enfrentadas pela Biblioteca
Nacional encontrará, assim, solução a contento, já que inexiste, entre nós,
equipe de alto nível, credenciada a desenvolver atividades nesse setor de
especialização.
2.2.6 — Aperfeiçoamento de pessoal
Um dos princípios básicos que nortearão as normas de funciofimcionamento a serem estabelecidas para implantação do SNICT aborda a formação e o treinamento de pessoal, de todos os níveis, necessário ao seu
funcionamento.
O problema de preparar manipuladores da informação é crucial,
num País em que existem pouquíssimas oportunidades de graduação nos
setores de pessoal que interessarão ao Sistema.
Um dos pontos de análise da equipe da FGV — ou seja, um dos
cinco itens do convênio com MPCG/MEC — prendia-se à organização do
sistema de pessoal, envolvendo estudos de classificação de cargos, distribuição e desenvolvimento de pessoal, com vistas não apenas a prover a
BN de recursos humanos adequados e necessários, como também a servir
de elemento motivador e integrador do pessoal.
Dentro de tais diretrizes, foi ministrado, em março e abril deste
ano, com auxílio do GETREMEG,
CETREMEC, um curso de atualização para o pessoal
especializado de nível universitário, dos quadros da Biblioteca. Subordinado ao tema “Panorama da moderna Biblioteconomia”, o curso teve, justamente, como objetivo çrincipal,
principal, integrar os servidores da Biblioteca na
nova conceituação das técnicas e dos recursos da Documentação, abrindo-lhes o horizonte de atividades profissionais, mediante um programa de
conferências especificamente dedicadas aos assuntos de interesse da BN,
do MEC e do SNICT.
3 - CONCLUSÕES
A Nação Brasileira está vivendo, nestes últimos anos, a maravilhosa aventura
aventma — coesa com os esforços governamentais — de responder,
com entusiasmo, trabalho e determinação, ao desafio do desenvolvimento.
Até o final do século, o Brasil deverá figurar entre as nações desenvolvidas, despendendo esforço gigantesco para dominar as modernas técnicas,
advindas da pesquisa científica avançada, que produzirão efetivo progresso
social e econômico do País.
Todos os setores de trabalho, na esfera privada como nas áreas
do Governo, já foram convocados e estão empenhados nesse objetivo. O
Cultura está realizando magnífica ação, dentro
Ministério da Educação e Cultmn
do seu Plano Setorial, renovando e orientando o ensino, em todos os níveis, do fundamental ao universitário, para formação dos recursos humanos
capazes de sustentar e defender o novo desenvolvimento nacional. De seus
centros de pesquisa educacional, de seus núcleos de pós-graduação sairão
importantes subsídios para o progresso tecnológico do País.
-399Digitalizado
gentílmente por:

�Não é por outra razão que se fará ele representar no SNICT. A
Biblioteca Nacional, órgão do MEC, igualmente figurará no Sistema, como
apoio a todas as demais áreas, geradora essencial de informações que é —
por seu imenso e sempre crescente acervo, por sua capacidade de trataníento
mento técnico de documentos básicos para a informação, por suas possibilidades de reprodução de documentos, por sua facilidade de difusão da
informação, por seus recursos de comunicação.
Parece justo esperar que, quando se concretizar a implantação do
Sistema, a Biblioteca Nacional será de alta relevância, desempenhando tarefas para as quais — de ponta a ponta de seus serviços, de extremo a extremo de seus trabalhos — vem se reestruturando, para atender aos novos
objetivos de que participará.
4 - CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
1

SAMUELSON, K. — International information
Information transfer and network
communication. Annual Review of Information Science and Technology, 6:277-324, 1971.

2 BROOKES, B. C. — The network concept in hbrary and Information
information
work. In: THE DEVELOPMENT of library
Work.
hbrary and Information
information
networks in Britain. London, The British Council, 1972.
3

DUGGAN, M. — Library network analysis and planning
plarming (LIB-NAT).
Journal of Library Automation, 2(3): 157-75, Sept. 1973.

4

BRASIL. Presidência da República
Repúbhca — Metas e bases para a ação de
governo. Rio de Janeiro, Fundação
Fimdação IBGE, 1970. 265 p.

5

MONTE-MÓR, J. — Biblioteca e desenvolvimento econômico-sociál:
MONTE-MÖR,
econômico-sociah
panorama brasileiro. Conferência realizada no 6^ Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
Bibhoteconomia e Documentação, Belo Horizonte, julho 1971.
1971,

6 ACORDO de assistência técnica para reforma administrativa da Biblioteca
bhoteca Nacional, órgão do Ministério da Educação e Cultura.
Rio de Janeiro, março 1972.
7

BRASIL. Leis, decretos etc. — Lei n"? 5.727, de 4 de novembro de
1971 [Plano Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
1972/74] Diário Oficial, 8 nov. 1972. Suplemento ao n9 211.

8

BRASIL. Ministério do Planejamento e Coordenação Geral — Relatório do subgrupo designado peh
pelo Ministério do Planejamento e
Coordenação Geral para estudar a organização de um Sistema
Nacional de Informação Científica e Tecnológica. Rio de Janeiro,
1971. 6 f. mimeogr.

9 BORKO, H. — Brazil, organization and structure of a National System
of Scientific and Technological Information (SNICT). Paris, 1972.
27,22 p. Apud COSTA, J. F. da — Projeto prioritário 7, Coleta e
-400-

Dig italizado
Digitalizado
gentilmente por:

�Disseminação da Informação Técnica e Científica. Documento 8;
O Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica
(SNICT). Brasília, Ministério das Relações Exteriores, maio 1973.
18, |13| f. mimeogr.
10 SAMBAQUY, L. de Q. — Sistema Nacional de Informações Científicas e Tecnológicas. Relatório preliminar apresentado ao Coordenador Geral da CATRA. Rio de Janeiro, Fundação Getúlio
Vargas, 1972. 20 f. mimeogr.
11

BRASIL. Conselho Nacional de Pesquisas — Diretrizes básicas para
a implantação do Sistema Nacional de Informação Científica e
Tecnológica (SNICT). Documento elaborado pela Comissão de
Redação do Grupo de Trabalho do SNIGT
SNICT e aprovado na 10^
reunião para implantação do Sistema, em 4 df; maio de 1973. Rio
de Janeiro, 1973. 6 f. mimeogr.

12

UNESCO — UNISIST; study report on the feadbility
UNESGO
feanbility of a World
Science Information System. Paris, 1971. 161 p. (Unesco/
UNISIST/4).

13 ANNUAL REVIEW OF INFORMATION SCIENGE
SCIENCE AND TECHNOLOGY. Chicago, Encyclopaedia Britaimica,
Britannica, Inc., 196614 WANDERLEY, M. A. — Utilização de processos de automação na
Biblioteca Nacional. Ciência da Informação, 2(l):41-54, 1973.
15 BARBOSA, A. P. — Projeto CALCO; Catalogação Cooperativa Automatizada. Rio de Janeiro, Instituto Brasileiro de Bibliografia
Bibhografia e
Documentação, 1973. V. 130, 47, 22 p.

-401-

Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

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                    <text>DIRETRIZES PARA OS TERMOS DE REFERÊNCIA
DO PROJETO DO SUBSISTEMA DE INFORMAÇÃO
TECNOLÓGICA E INDUSTRIAL (SSITI)

Alan Meadows
e Ângela
Angela Pompeu
Instituto Nacional de Tecnologia, MIC
Rio de Janeiro, GB
ORIENTAÇÃO PARA ANTEPROJETO DE ESTUDO

1.

Introdução

O Subsistema de Informação Tecnológica e Industrial (SSITI),
Íjarte integrante do Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnoógica (SNICT), situa-se entre os projetos mais importantes do Ministério
da Indústria e do Comércio. O estudo detalhado do SSITI (isto é, seu dimensionamento, definição e suas especificações) deverá ser objeto de um
projeto específico, cujos termos de referência deverão ser cuidadosamente
elaborados
O presente documento tem por objetivo estabelecer a orientação
básica que será seguida para a elaboração dos termos de referência do
projeto e se destina a informar os demais órgãos governamentais sobre a
política do MIC de informação tecnológica.
2.

Considerações Gerais
2.1 — Antecedentes no mundo e no Brasil

Em escala mimdial
mundial o número de instituições, organizações etc.,
que disseminam informação tecnológica, tem aumentado exponencialmente
durante a última década. Este fato ressalta o reconhecimento da importância de um
fcincia
rnn fluxo de informações tecnológicas para o crescimento e desenvolvimento industrial.
No Brasil, em atenção às necessidades da indústria em pleno desenvolvimento, o governo vem apoiando o estabelecimento de centros de
informação tecnológica e recentemente divulgou os planos definitivos da
implantação do Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica
(SNICT).
-374-

Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

I Sc a n
stem

♦

3

11

12

13

�2.1.1 — No Exterior
Os governos dos países como os Estados Unidos, URSS, Inglaterra, França, Japão, Dinamarca, Israel e vários países latino-americanos
têm promovido a organização do fluxo de informações técnicas à indústria
e às organizações de pesquisa tecnológica por reconhecerem seu papel
essencial na expansão industrial e comercial, bem como sua importância
no processo de inovação tecnológica.
Nos Estados Unidos o “sistema” de informação tecnológica consiste de vários centros independentes que não operam sob nenhuma coordenação central. Os centros se especializam em determinadas áreas técnicas e disseminam informação daquela área a usuários em todo o País.
No Japão e em Israel os Centros de Informação Tecnológica são
órgãos coordenadores de sistemas de estrutura monolítica, devido principalmente aos limites geográficos dos países.
paImente
O sistema TIS do Canadá é um sistema que objetiva, por um
lado, uma coordenação central dos centros de informação que compõem
o sistema e, por outro lado, estimula a iniciativa
inieiativa de cada centro a atuar
independentemente dentro de certos limites.
A criação
eriação de Sistemas de Informação a nível internacional e regional é objeto de estudo em organizações como a UNESCO e a OEA.
Organizações governamentais e internacionais como o IDRC do
Canadá, UNIDO e OCDE incluem em seus programas de assistência técnica estudos sobre sistemas nacionais de informação. Especificamente na
América Latina, vários países iniciaram em 1970 estudos visando à implantação de sistemas de iiuormação para a indústria entre os quais podemos
citar como mais adiantados o México (pertencente ao CONACYT),
CONACYTj, a Colômbia e a Argentina.
2.1.2 —
- No Brasil
Em 1968 umas poucas iniciativas isoladas como a da Petrobrás,
através da sua Divisão de Documentação
Doeumentação e Patentes, no campo governamental, o Centro de Informação sobre Chumbo e Zinco e o Centro de
Informação sobre Cobre, no campo da iniciativa privada, chamavam a atenção para a demanda da informação industrial.
No final desse mesmo ano foi criado no Instituto Nacional de
Tecnologia do MIC o Centro de Informação Tecnológica,
Teenologia
Teenológica, em convênio
com a Confederação Nacional da Indústria.
Essa iniciativa do MIC recebeu inicialmente o apoio financeiro
do MIC, da CNI e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico,
além da Assistência Técnica da UNIDO e posteriormente do IDRC e TIS
do Canadá e do British Council.
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I

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12

13

�Em 1969 a sugestão do MIC de criar uma rede nacional de informação tecnológica motivou a iniciativa tomada pelo Governo Federal,
em 1970, de estudar a criação de um Sistema Nacional de Informação
Científica e Tecnológica, incluído no Plano de Metas e Bases do Governo
1970-1972. Foi então instituído pelo Ministério do Planejamento um Grupo
de Trabalho Interministerial para estudar o assunto, tendo o MIC participado ativamente dos trabalhos coordenados pelo CNPq.
0 relatório do Grupo de Trabalho Interministerial sugeriu a criação de vários subsistemas de informação entre os quais o Subsistema de
Informação
Iriformação Tecnológica e Industrial, citado nominalmente.
Em 1972 outros centros de informações foram estudados como,
por exemplo, o do Instituto Brasileiro de Siderurgia, o do Instituto Tecnológico do Estado de Pernambuco e do Centro Tecnológico de Minas
Gerais, todos em perfeita consonância de objetivos com o CIT do INT.
2.2 — Instituição Responsável
Em função de suas atribuições específicas, dos antecedentes e da
sua atuação junto à indústria, ao comércio e à pesquisa tecnológica, é o
MIC o Ministério responsável pelo Subsistema de Informação Tecnológica
e Industrial que deverá ser coordenado pela Secretaria de Tecnologia Industrial e operado pelo CIT do INT em estreita cooperação com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial, responsável pela área de informações sobre patentes.
As responsabilidades do MIC nessa área se efetivarão mediante:
1

Elaboração do Projeto do SSITI;

2 Propostas de legislação ou regulamentação eventualmente necessárias;
3 Alocação de recursos financeiros e humanos;
4

Fornecimento de serviços de informação;

5 Treinamento de pessoal;
6 Coordenação das atividades de informação de centros e órgãos
vinculados ao projeto do SSITI; e
7

Reprocessamento das informações vindas do Exterior e distribuição aos centros componentes do SSITI.

2.3 — Relação com Outros Projetos e Atividades
O Subsistema de Informação Tecnológica e Industrial é parte integrante do Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica.
Além disso, está intimamente relacionado com o Centro de Informação Tecnológica do INT e com o Banco de Patentes do Instituto
Nacional da Propriedade Industrial.
-376-

cm

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11

12

13

�Em função da sua área de atuação o SSITI deverá se relacionar
com outros centros de informação como o do IBS, do CETEC e de outros
institutos de tecnologia, procurando coordenar e normalizar suas atividades e serviços de informação, compatibilizando os diferentes projetos.
3. Objetivos
O Subsistema de Informação Tecnológica e Industrial tem por
objetivos;
objetivos:
3.1 — Assegurar às empresas e aos institutos tecnológicos uma
rede de serviços de informação, capacitados a manter no
País um fluxo organizado de informações técnicas necessárias ao desenvolvimento da capacidade de inovação nacional.
3.2 — Integrar o Subsistema de Informação Tecnológica e Industrial ao Sistema Nacional de Informação Científica e
Tecnológica que será criado sob a Coordenação Geral do
Conselho Nacional de Pesquisas.
3.3 — Agrupar centros de informação tecnológica e industrial já
existentes, ou os que vierem a ser criados, sob uma coordenação única a fim de evitar duplicações desnecessárias,
somando todos os esforços em benefício da economia dos
custos e da padronização dos serviços de informação do
País.
4.

Justificativa

Um fluxo adequado de informação tecnológica é imprescindível
para a atividade industrial do País. A aceitação geral deste princípio pela
comunidade mundial (ver Antecedentes) toma evidente a validade da
declaração e faz supérflua uma prova rigorosa aqui da sua verdade. Contudo, é de valor considerar neste ponto certos aspectos da situação industrial-tecnológica do Brasil, os quais acentuam a importância especial de
um sistema nacional para informação tecnológica.
O primeiro destes aspectos se reflete nos dados das duas tabelas
4.1 e 4.2. Em conjunto as duas mostram que durante a última década de
crescente desenvolvimento industrial (tabela 4.1) a quantia de tecnologia
importada não tem diminuído (tabela 4.2).
Longe de indicar uma falta de capacidade de inovar e inventar,
as figuras das duas tabelas demonstram a presença de condições que tendem a prolongar e apoiar dependência em auxílio externo para a solução
de problemas, ou, em outras palavras, a falta de um clima que estimule
e encoraje o autodesenvolvimento.
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�Uma parte integrante de mn
um clima que ative o autodesenvolvimento é aquele que estimule inovação por fornecer os meios para manter
os industriais a par dos últimos avanços nas suas respectivas áreas de tecnologia, quer esses avanços
avan^s venham de inovação da prática ou do desenvolvimento da pesquisa científica.
Neste contexto, assume importância especial a recente decisão
do governo que determinou a elevação de 0,8% a 1,10% a percentagem
do PIB a ser aplicado em pesquisa. A menos que exista mn
um meio de comunicar os resultados da pesquisa à indústria de uma maneira sistemática, grande porção dos benefícios potenciais do programa serão perdidos.
Finalmente, a importância dos dados na tabela 4.3 tem de ser
levada em consideração. A tabela mostra um
mn verdadeiro surgimento de
centros de informação no Brasil durante os 2 últimos anos. Se a expansão desses centros (e de outros que aparecerão no futuro) não for planejada e coordenada, grande parte da potência para assistência técnica
técnica,
que os centros poderíam fornecer será desperdiçada, devido à repetição
de esforços, por não conhecerem as atividades um de outro, e incompatibilidade por não seguirem normas estabelecidas etc.
tibibdade
1967/
1968

1968/
1969

1969/
1970

1970/
1971

1971/
WTT
1972

%
Média

Acréscimo do valor
percentual do produto
industrial
(Fonte: IPEA)
15,9

10,8

11,1

11,1

16,3

13,04

Tabela 4.1 — Crescimento Indirstrial

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gentilmente

^

♦

3

11

12

13

�Anos

1956
1957
1958
1959
1960
1961
1962
1963
1964
1965
1966
1967
1968
1969
1970
1971
Fonte:

(1)
Marcas e
patentes
(despesa)

(2)
Adm. assist.
assist, téc.
téc,
(despesa)

1
3
8
7
7
8
10

1 + 2

B
Lucros e
dividendos
(despesa)
74
61
49
59
79
70
81
57
58
102
127
112
84
81
119
121

34
32
36
35
42
48
31
7
8
43
46
63
70
91
104
132

21
19
20
20
20
28
19
6
8
42
43
55
63
84
96
122

13
13
16
15
22
20
12
1

A

Relatório do Banco Central.
Tabela 4.2 — Tecnologia Importada
1967/
T967T
1971

ate
1967
N*? de centros de
dé
informação industrial

8

1971/
wnr
1972

1972/
1973

14

20
sendo
6 em fase
de projeto

Tabela 4.3 — Centros de Informação Industrial
5.
5,

Características
5.1 — Funções — O SSITI desempenhará as seguintes fimções:
funções:
a) Garantir a unificação de normas, métodos e técnicas
de trabalho a todos os componentes do SSITI com o
principal motivo de ordenar a intercomunicação entre
os componentes;
b) Permitir a programação orçamentária unificada dos recursos destinados às atividades e aos serviços de inforciursos
mação dos componentes do SSITI;
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12

�c) Assegurar que as informações prestadas pelos componentes do SSITI alcancem níveis ótimos de cada uma
de suas propriedades, a saber:
— Relevância
— Precisão
— Inteireza
— Quantidade
— Teor
— Formato
— Atualidade e
— outras;
d) Identificar as áreas em que existe falta de informações
técnicas e fornecer o apoio necessário para estabelecer
um componente adequado para prestar as infomniações;
informações; e
e) Proporcionar aos componentes do SSITI comunicação
efetiva e eficaz com os sistemas setoriais e econômicos
do País.
5.2 — Áreas de Atuação
5.2.1 — Áreas de Assunto
SSITI atuará na área de informação tecnológica, disponível sob
O SSrn
as mais variadas formas.
Dada a difícil separação entre os campos científicos e tecnológicos, alguma superposição com as áreas cobertas por outros subsistemas
será inevitável.
O SSITI poderá também atuar na área de informação industrial,
qualquer que seja ela, tais como preços, mercados, estatísticas industriais
etc., como fonte primária ou intermediária de informação.
Para evitar a difícil separação
s^aração entre as áreas de assunto, a atuação
do SSITI pode ser melhor definida em função dos seus usuários que são
os técnicos e administradores industriais e os tecnologistas. Assim sendo,
a demanda de informação desses usuários será o fator principal de delimitação da área de atuação do SSITI. Isso cria outra dificuldade pois o
industrial necessita de informações financeiras, comerciais e sobre programas governamentais.
No âmbito do SSITI ainda não foi tomada a decisão sobre como
proporcionar aos industriais esses tipos de informação.
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�5.2.2 — Áreas Geográficas
O SSITI atuará a nível nacional através da integração gradativa
de todos os centros existentes (e os que virão a existir) no País.
5.3 — Estrutura
A estrutura básica do SSITI será determinada pela enumeração
dos seus componentes e pelos inter-relacionamentos, responsabilidades e fimções de cada componente.
çoes
Haverá 5 tipos de centros (componentes):
1 — centros setoriais ou especializados
2 — centros intersetoriais, patentes, normas etc.
3 — centros regionais
4 — centro nacional de coordenação
5 — terminais
Os dois primeiros
primeiros tipos, o centro setorial ou especializado e o centro intersetorial fornecem a interface entre o SSITI e o acervo de informação técnica existente no mundo. Esses centros se especializam em coletar, ordenar, processar etc., informações em determinadas áreas de tecnologia.
O terceiro tipo, o centro regional, atua dentro de determinados
limites geográficos e fornece assistência técnica às indústrias em áreas definidas. A fonte de informação tecnológica para o centro regional é o conjunto de todos os centros especializados do SSITI.
A responsabilidade pelo funcionamento coordenado e atualizado
do sistema é do centro nacional ao qual estarão ligados todos os demais
centros do sistema, atuando também como centro referencial de todo o
SSITI unificando o acervo dos centros setoriais especializados.
Os terminais proporcionarão o contato direto dos usuários com os
demais centros.
5.4 — Forma de Operação
O fluxo de informação tecnológica e industrial da sua fonte até
o usuário do SSITI deverá refletir a forma básica de operação do sistema.
Através de contato direto com o centro regional, o usuário pode
receber informação e assistência técnica periodicamente ou em atenção a
pedido ocasional. O centro regional mantém uma equipe de técnicos para
jpara
dar auxílio em ambos os casos. A equipe do centro regional “tailors* ou
dissemina seletivamente informação aos industriais da sua região, baseada
em conhecimento adquirido através de contatos pessoais com as indústrias
da região. -381Digitalizado
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1
13

�Os centros especializados também funcionam em base periódica
e ocasional em atenção às necessidades dos centros regionais. A ênfase
enfase do
seu esforço está na preparação e processamento de grandes acervos de informação.
A tarefa do centro nacional é a de assegurar que a ligação entre
os centros regionais e os centros especializados funcione eficientemente.
Para isso, o centro nacional propõe normas a serem usadas, procedimentos a serem seguidos etc., a nm de que a intercomunicação
intercómunicação entre
todos os centros alcance níveis ótimos de desempenho.
O centro nacional também assegure que o SSITI mantenha o seu
funcionamento de acordo com as necessidades da indústria brasileira.
Isto é, ele assegura a relevância do sistema. O centro cumpre esta
função pela definição das áreas industriais e tecnológicas que são de maior
importância e prioridade para o desenvolvimento da nação. Assim, ele guia
os centros regionais e especializados a concentrarem os seus esforços nessas
áreas.
5.5 — Componentes
5.5.1 — Centro Nacional de Coordenação
5.5.1.1 — Funções
Com a atribuição de assegurar o funcionamento adequado do sistema o centro nacional terá as seguintes funções específicas:
a) estabelecimento e promoção de normas para utilização de todo
o sistema;
b) identificação de áreas geográficas com a necessidade de um
centro regional e estabelecimento do centro;
c) identificação de áreas de assunto
ç)
assimto em que há falta de informação tecnológica adequada e a promoção de centros especializados;
d) determinação da política ou esquema de prioridades para cada
centro regional;
e) orientação dos centros especializados para as áreas tecnológicas de maior importância para o País;
f) interligar-se com o SNICT;
g) interligar-se com o exterior, embora cada componente e até
mesmo o usuário seja livre para dirigir-se diretamente ao exterior.
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gentílmente

�5.5.1.2 — Areas de Atuação
O centro nacional operará em todas as áreas geográficas do Brasil
luna vez que a sua fimção
fxmção será coordenar
e em todas as áreas de assunto, uma
as atividades dos centros regionais e especializados. A profundidade da
sua atuação nas duas áreas será delimitada pelo conhecimento necessário
para desempenhar esta coordenação.
5.5.1.3 — Forma
Fonna de Operação
Para manter a adequação do sistema às necessidades da indústria do Brasil, o centro nacional anaUsará
anahsará insumos depurados de relatórios
dos outros centros do sistema e de levantamentos realizados
reaüzados pelo pessoal
do centro nacional. Em função dos resultados da análise o centro nacional
comunicará as determinações aos demais centros. Para assegiuar
comimicará
assegurar o cumprimento por parte dos centros das determinações do centro nacional, este
utilizará os relatórios orçamentários de cada centro nos quais deve consutilizara
tar a distribuição de recursos de acordo com as linhas-mestras do centro
nacional.
5.5.2 — Centro Regional
5.5.2.1 — Funções
O objetivo de proporcionar serviços de informação tecnológica às
indústrias de sua região implicará as seguintes funções para cada centro
regional:
a) manter-se atualizado sobre as capacidades do sistema como um
todo e seu próprio papel no fimdonamento
funcionamento do sistema;
b) manter atualizado um perfil industrial da sua região e perfis
detalhados sobre as industrias
indústrias locais;
c) proporcionar toda a assistência do sistema às firmas da região
cujas áreas de atividade coincidem com as áreas tecnológicas
de maior importância para o País;
d) fornecer as informações e apoio necessário ao centro nacional
para que este último possa coordenar o subsistema.
5.5.2.2 — Area de Atuação
Por definição, a área geográfica do centro regional será determinada pelos limites da sua região. As áreas de assimto são determinadas
pela natureza das indústrias da região.
5.5.2.3 — Forma de Operação
Para manter-se atualizado sobre a região da sua responsabilidade
responsabihdade
e proporcionar informações às indústrias da região, o centro utilizará três
métodos:
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�1) Serviço de campo: em que o pessoal do centro visita espontânea e regularmente as indústrias da região para conhecer
detalhadamente os problemas e necessidades das firmas;
2) Serviço de perguntas e resçostas, em que o centro fornece respostas às consultas das industrias
indmtrias da região sobre determinados
problemas;
3) Serviço de disseminação seletiva de informação em que o centro emite periodicamente informações de possível interesse
às firmas da região, baseado nos perfis das firmas mantidas
pelo centro e nas informações preparadas pelos centros especializados.
5.5.3 — Centros Especializados ou Setoriais
5.5.3.1 — Funções
As funções do centro especializado dizem respeito às atividades
específicas necessárias para o processamento e distribuição de informações
numa determinada área tecnológica (ou conjunto de tais áreas). As fimções básicas serão;
serão:
a) Análise preliminar da informação existente no mundo que diz
respeito a área de especialidade do centro;
b) Aquisição da informação (em forma de livro, revista, microforma etc.);
c) Análise adicional da informação, o que permite o registro da
informação e posterior processamento para sua distribuição aos
determinados centros regionais.
5.5.3.2 — Area de Atuação
Embora cada centro deste tipo se situe em determinada área geográfica, proporcionará suas informações a todos os centros regionais do
sistema.
5.5.3.3 — Forma de operação
O centro especializado terá uma infra-estrutura que permita a
prestação das informações por ela armazenadas, periodicamente e em atenção a pedido ocasional do centro regional.
5.6 — Implementação
Devido à profundidade do subsistema no que diz respeito a sua
extensão geográfica e nos setores industriais, a implementação do SSITI implicará investimento de grandes recursos financeiros ao longo de prazo
estendido. A complexidade da rede estabelecida pelo subsistema será refletida na sofisticação do equipamento e métodos de processamento avançados que serão utilizados.
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�Estes fatores, o tamanho do investimento, o prazo estendido do
projeto e a complexidade do subsistema, fazem necessária a seguinte filosofia, que devera prevalecer durante toda a implementação:
1) A implementação deve ser dividida em várias fases distintamente identificáveis; o planejamento de cada fase deve assegurar que a sua execução traga benefícios imediatos que justificam o fornecimento de recursos;
2) O planejamento deve permitir, ao fim de cada fase, a tomada
de decisão a respeito da execução da próxima.
O escopo e a complexidade do subsistema não permitem no presente momento uma delineação dos prazos e custos de cada fase, que não
seja esquemática. Destarte, segue-se breve descrição das fases principais
da implementação do SSITI (atividades e produtos básicos de cada fase)
e inna
uma estimativa prehminar
preliminar de custos.
Fase A — Estudo de viabilidade e planejamento global e detalhado da implementação do SSITI
Atividades:
— definição do escopo e dos objetivos do SSITI;
— levantamento da situação industrial e tecnológica do . País;
— identificação de alternativas básicas;
— escolha e delineação detalhada de uma
tuna das alternativas.
Produtos:
— plano detalhado de implementação do SSITI (estima-se que o
período da implementação será de aproximadamente 7 anos
de diunção).
Fase B — Implementação do SSITI em escala parcial (1 centro
nacional, 3 centros regionais) e incorporação ao SSITI
dos centros especializados já existentes no País
Atividades:
— na base dos resultados da primeira fase, estabelecer o centro
nacional e três centros regionais;
— de acordo com o planejamento resultante da primeirá
primeira fase, implantar normas para uso de todo o sistema;
— estabelecer a intercomunicação entre os centros especializados
especiahzados
já existentes, que foram identificados na primeira fase, e os centros da “rede” do SSITI;
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�— de acordo
ac»rdo com
c»m os resultados desta fase, atualizar o plano de
implementação dos outros centros da fase seguinte.
Produtos:
— luna
uma rede de centros regionais ligados ao centro nacional e uma
rede correspondente de centros especializados fornecendo informação sob controle de normas estabelecidas;
— uma base para lançar em escala nacional os serviços do subsistema.
Fase C — Implantação de centros regionais em todas as áreas
geográficas de intensidade industrial e intensificação
das atividades dos centros estabelecidos na fase anterior
Atividades:
— de acordo com o plano da primeira fase e os resultados da fase
anterior, estabelecer centros regionais em todas as áreas do País;
— aumentar
aiunentar as atividades dos centros estabelecidos por intensificação da intercomunicação utilizando equipamentos de computador.
Produtos:
— serviços de informação tecnológica em todas as áreas geográficas do País e em todos os setores industriais;
— sistema operacional e pronto para a integração total prevista
para a última fase.
Fase D — Integração do sistema em escala nacional e internacional
Atividades:
— implantar o sistema de telecomunicações em todo o SSITI;
— estabelecer o “interface” entre o SSITI e sistemas internacionais.
Produtos:
— SSITI operacional em escala nacional e internacional.
Para facilitar a visualização do esquema de implementação apresentada acima, segue-se um conjunto de cronogramas e uma estimativa
dos custos a serem incorridos durante a execução do projeto.
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�Tabela de Custos
(Estimativa preliminar em milhões de Cruzeiros)
Fase A

1.8

— planejamento
Fase B
— implementação parcial

120

Fase C
— implementação em escala nacional

240

Fase D
— integração e interligação internacional 180
TOTAL

541.8 milhões em 7 anos

Os recursos que agora forem aplicados na organização dos serviços de informação já existentes e na implantação ordenada de novos,
evitarão que gastos dez vezes maiores sejam despendidos, em futuro próximo, para tentar corrigir uma situação caótica.
Não temos dúvidas de que o estudo de viabilidade que se seguir
confirmará as afirmações, bem como as sugestões, contidas neste documento.
Equipamento:
Deixamos por último referência aos equipamentos e à tecnologia
que serão indispensáveis ao SSITI para fazer face a uma parcela considerável de 2.000.000 documentos e artigos, 26.000 revistas e 30.000 livros
publicados anualmente, crescendo a um fator de 10 cada 50 anos e tornando-se obsoletos a curto prazo. Em metalurgia a vida média de um documento é de 3 anos.
Recomendamos que, inicialmente, se faça uso de equipamento
para armazenamento de informações em cartões ou fitas magnéticas, computadores para disseminação seletiva da informação, com data base contido em tapes comerciais sob a forma de resumos, e terminais dotados de
Displays e reprografia, ligados aos computadores localizados nos centros
especializados e conectados com os centros regionais.
Posteriormente estes terminais estarão ligados aos bancos de dados e disponíveis aos usuários individuais para pergunta e entrada direta.
central de comunicações do centro coordenador proporcionará, então,
A central
a comunicação em diversos níveis entre os centros especializados, regionais e os usuários.
-387-387-.
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�A passagem dos tapes comerciais para os bancos de dados poderá ser iniciada tão logo se efetive a aquisição de 5 — 7 mil periódicos
c o treinamento do pessoal necessário.
Durante os próximos 3 anos poderá ser feita a utilização, mediante aluguel, de computadores com a capacidade do IBM/158 e as máquinas periféricas de entrada de dados.

-388J
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�</text>
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          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                  <text>Português</text>
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              <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <text>O Subsistema de Informação Tecnológica e Industrial (SSITI), parte integrante do Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica (SNICT), situa-se entre os projetos mais importantes do Ministério da Indústria e do Comércio. O estudo detalhado do SSITI (isto é, seu dimensionamento, definição e suas especificações) deverá ser objeto de um projeto específico, cujos termos de referência deverão ser cuidadosamente elaborados</text>
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                    <text>o PAPEL DO IBBD
NO SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÃO
CIENTIFICA E TECNOLÓGICA

Hagar Espanha Gomes
Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação,
Rio de Janeiro, GB

1 - INTRODUÇÃO
Criado em 1954 c»mo
como órgão executivo de atividades centralizadas, 0o Instituto tinha caráter monolítico e surgiu como decorrência das
recomendações da Conferência sobre Serviços Bibliográficos realizada
reabzada sob
os auspícios da UNESCO em Paris, 1950, que sugeriu a criação de serviços bibbográficos
bibliográficos nacionais nos países carentes de qualquer tipo de organização bibliográfica.
bibbográfica.
Nos termos do art. I^
l*? do decreto de sua criação, o IBBD tem por
finabdades:
finalidades:
a) promover a criação e o desenvolvimento dos serviços especializados de bibliografia
bibbografia e documentação;
b) estimular o intercâmbio entre bibbotecas
bibliotecas e centros de documentação, no âmbito nacional e internacional;
c) incentivar e coordenar o melhor aproveitamento dos recursos bibliográficos e documentários do País, tendo em vista,
em particular, sua utilização na informação científica e tecnológica destinada aos pesquisadores.
Estas finabdades
finahdades são vábdas,
váhdas, ainda, apesar das mudanças econômico-sociais ocorridas nesse período e que levaram o Governo ao estabelecimento do Sistema Nacional de Informação Cientifica
Científica e Tecnológica.
É evidente que um novo Regimento deverá ser redigido a fim de propiciar ao Instituto cumprir seu novo papel, e seu programa de trabalho será
forçosamente alterado. Assim, algumas tarefas até então realizadas inteiramente pelo Instituto serão de responsabilidade
responsabibdade dos diversos Subsistemas,
enquanto aquelas consideradas de apoio continuarão sob sua responsabihdade.
bdade.
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gentilmente

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13

�2 - SERVIÇOS DE APOIO
Aqui são consideradas aquelas atividades que o Instituto vem
desenvolvendo, ao longo dos anos, e de utilidade para todo o Sistema. São
elas: as bibliografias nacionais, os catálogos coletivos e a formação de pessoal.
2.1 — Controle da produção bibliográfica
especializada brasileira
Ä Biblioteca Nacional cabe a produção de um boletim bibliográÀ
fico com base no depósito legal, onde são arroladas publicações avulsas
e seriadas no todo; ao Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais cabe
a produção da Bibliografia Brasileira de Educação; à Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, a Bibliografia Brasileira de Odontologia, e ao Departamento Nacional da Produção Mineral a Bibliografia
e índice de Geologia do Brasil, cujos fichários relativos aos últimos anos
se perderam, lamentavelmente, no incêndio que destruiu também sua Biblioteca. Completando o quadro, publica o IBBD bibliografias especializadas em Botânica, Ciências Agrícolas, Ciências Sociais, Direito, Documentação, Engenharia, Física, Matemática, Medicina, Tecnologia etc. Em
âmbito internacional publica a bibliografia da Amazônia que contou, até
pouco tempo, com auxílio do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. Com exceção desta, não cuida o Instituto de interromper as demais.
Esta bibliografia é mantida ainda, pelo IBBD, pela importância que apresenta, embora cause dificuldades pela complexidade do sistema de coleta.
Inúmeras fontes bibliográficas estrangeiras são consultadas periodicamente, e, ainda, não há garantia de uma exaustividade. A compreensividade é
também um fator desfavorável no sistema de coleta que não permite qualquer sistematização. Quanto ao material nacional, teses, relatórios e demais documentos oficiais, são de difícil acesso e a obtenção dos documenanálise nem sempre é possível.
tos para anáhse
2.1.1 — Valor das bibliografias
brasileiras especializadas
Um dos objetivos primordiais de um
lun serviço bibliográfico nacional é o de poder informar sobre a produção intelectual do País. Nesse
sentido não cabe questionar se tal ou qual bibhografia
bibliografia representa um instrumento de trabalho intelectual para esta ou aquela classe de especialistas.
O que ocorre é que, para determinadas áreas de assimto, a produção brasileira apresenta, para os estudiosos, particular interesse dadas
as características nacionais, regionais ou locais, como, por exemplo, no
caso das Ciências Agrícolas do Direito e das Ciências Sociais. Aqui as
bibliografias podem ser mais que um simples instrumento de controle e
funcionam como instrumento auxiliar do trabalho intelectual. Deverão,
fimcionam
contudo, constituir um subconjunto da literatura internacional controlada
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�pelos grandes serviços de indexação e resumos especializados internacionais.
Estudos futuros deverão ser realizados, de preferência pelos subsistemas
especializados, no sentido de canalizar estas informações para aqueles serviços internacionais, o que, ainda assim, não invalida as bibliografias especializadas brasileiras.
2.1.2 — Centralização na edição
das bibliografias especializadas
O conhecimento humano, de natureza cada vez mais interdisciplinar, se reflete na distribuição da literatura.
Estudos de dispersão dessa literatura
literatiua têm sido feitos em vários
assuntos nos últimos 30 anos e têm provado que há uma certa constância
nesse comportamento. A fim de evitar perda de material decorrente dessa
dispersão, e, ainda, para diminuir custos fazendo com que um trabalho
seja canalizado, de luna
uma única vez, para as bibhografias
bibliografias dos vários assunassimtos aos quais sejam comuns, desenvolveu-se no IBBD o projeto SIABE
— Sistema Integrado de Automação das Bibhografias
Bibliografias Especializadas.
O fato de o Instituto ter conseguido a integração das diversas bibliografias num sistema automatizado tem possibiHtado
bhografias
possibilitado contornar o problema da dispersão, tomando cada repertório mais completo. Outra vantagem de um levantamento em âmbito nacional, apesar da aparente duphcidade de inclusão nos serviços internacionais, é a de não perder itens
relevantes publicados em periódicos não considerados de primeira categoria ou mesmo em outro tipo de canal de disseminação. Nesse caso, o
lepertório
repertório nacional passa a ser um dos únicos meios de registro, uma vez
que os serviços internacionais se limitam a analisar
anahsar determinados títulos
de periódicos de caráter altamente seletivo. O Projeto SIABE, já
já vitorioso,
Eermite ao IBBD editar, de mna
uma única vez, todas as bibhografias
bibhogranas que puhea, e se tomou reahdade
lica,
realidade graças a airxílio
auxilio financeiro do Conselho Nacional de Pesquisas.
Por esse motivo, acredita o IBBD que, durante longo tempo ainda,
deverá centralizar a preparação das bibhografias especializadas, instmmentos primários que possibilitarão aos subsistemas prepararem listas
hstas seletivas, com resumos
resiunos etc.
2.1.3 — Sistema de coleta
A implantação do SNICT vai permitir, temos certeza, a solução
de alguns
algims pontos críticos no Sistema de Coleta das pubhcações
publicações nacionais,
como veremos a seguir.
Em suas bibliografias,
bibhografias, o Instituto pretende incluir trabalhos publicados sob forma de artigos, folhetos, teses, dissertações, relatórios técnicos etc., publicados
pubhcados por brasileiros no País ou no exterior e por estrangeiros no País, desde que financiados por agências nacionais.
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�Uma das grandes dificuldades, ainda não contornada, é a coleta
de teses, dissertações e relatórios técnicos. Estes tipos de documentos, que
registram dados interessantes para a comunidade técnico-científica, não
são publicados em grande quantidade nem obtidos através do comércio
livreiro. Tomar conhecimento de sua existência cabe ao acaso ou a contactos feitos com pessoas que ocupam determinadas posições e que ajudam a canalizar os documentos para o IBBD.
Isso ocorre, muitas vezes, numa organização maior, como um Ministério, por exemplo, que carece de condições para informar que relatórios estão sendo produzidos em seus departamentos ou mesmo para identificá-los e localizá-los.
A solução estaria, talvez, 1“?)
1*?) na criação de centros de distribuição (clearinghouses), que seriam responsáveis pela divulgação e fornecimento de cópias e, 2*?)
2'?) no estabelecimento de um sistema de codificação
para identificar as publicações emanadas dos vários órgãos oficiais. Neste
caso, os códigos auxiliariam o controle das coleções. A existência daqueles
centros poderia assegurar a divulgação e o acesso imediato desse tipo de
material. Essa medida nada tem a ver com a Lei do Depósito Legal da
Biblioteca Nacional nem é conflitante
confhtante com ela, por causa da natureza singular desse tipo de documento que exige divulgação imediata e que seria
facihtada pela descentralização. A divulgação através de listas ou boletins
facilitada
facihtaria ao IBBD a inclusão de suas referências nas bibliografias
facilitaria
bibhografias brasileiras, tomando-as mais completas.
Esta divisão de responsabilidades no sistema de coleta deve ser
estabelecida mediante acordos específicos em que fique bem clara a participação de cada um,
mn, e é a única maneira de se assegurar uma
mna bibliografia nacional tão completa quanto possível no Brasil.
2.2 — Catálogo Coletivo
Para facilitar o trabalho de localização de publicações, o Sistema
Nacional de Informação Científica e Tecnológica deve prover seus usuários de um Catálogo Coletivo. Esta é, pois, mna
uma atividade básica para o
Sistema, que deve ter um esquema de cooperação entre bibliotecas e serviços de informação. Nenhuma dessas entidades pode pretender possuir
exaustivamente todos os documentos de interesse da área de conhecimento
cm que atuam. Seus recursos informativos podem ser ampliados para atender, de maneira rápida, às solicitações de seus usuários, seja através do
fomeeimento de reprodução dos documentos seja, em casos excepcionais,
fornecimento
através do empréstimo do próprio documento.
Por sua natureza diversa os documentos são distribuídos, para
fins de catálogo coletivo, em dois tipos: os documentos
doeumentos avulsos (livros,
folhetos etc.) e os periódicos (ou seriados). Essa diversidade gera, também, tipos diferentes de controle, atualização e cooperação.
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cm

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�2.2.1 — Catálogo Coletivo de Periódicos
Por falta de pessoal o IBBD viu-se impossibilitado de manter
atualizados ambos os tipos de catálogo. Concentrou seus esforços, então,
no catálogo coletivo de publicações periódicas que apresentava maior interesse para a comunidade científica.
Esse empreendimento gigantesco só foi possível graças ao substancial auxílio financeiro do Conselho Nacional de Pesquisas e à assistêntaneial
cia do Instituto de Pesquisas Espaciais que permitiu utilização de horas
de máquina e forneceu especialistas do seu Centro de Processamento de
Dados.
Pubhcada a primeira parte — Catálogo Coletivo de PubUcações
Pubhcações
Periódicas de Ciência e Tecnologia — por computador e com know-how
knoiv-fiow
desenvolvido inteiramente no Instituto de Pesquisas Espaciais e o IBBD,
prepara-se o Instituto para pubHcar
publicar a segunda parte, relativa a Ciências
Agrícolas e Biomédicas. Recentemente, firmou convênio com a Coordenação de Informação Rural, responsável pelo Subsistema de Informação
Agrícola, que está fornecendo recursos financeiros para ativar a pubhcapublicação da parte relativa às Ciências Agrícolas.
A automação do Catálogo Coletivo exige que se modifique o sistema de coleta de informações de maneira a que o serviço se tome mais
eficiente, com menor esforço e com redução de custos. Assim, publicou
o IBBD Automação do catálogo coletivo de periódicos do IBBD, v. I —
Normas para preparação de dados para permitir aos centros regionais com
os quais mantém convênios, a remessa permanente, sistemática e uniforme de dados ao catálogo coletivo. Desta forma, podem eles ser colocados
em máquina imediatamente. Um trabalho piloto está sendo desenvolvido
com a Universidade de São Paulo e o resultado é o mais animador possível.
Este projeto está sendo adotado pelo Instituto Colombiano para
el Fomento de la Educación Superior de Bogotá, para o Catálogo Coletivo Nacional daquele país, e contou com assistência técnica de pessoal
do Instituto de Pesquisas Espaciais e do IBBD, e, no momento, o Instituto
Interamericano de Ciências Agrícolas, com sede em Turríalba,
Turrialba, Costa Rica,
manifesta interesse em adotar o mesmo formato e mantém contactos com
o IBBD para que este transfira seu know-how àquela entidade. Também
a Biblioteca Regional de Medicina aceita os formatos do IBBD e tem enviado sua colaboração de maneira regular.
Um novo projeto está sendo desenvolvido, integrado ao Catálogo
Coletivo de Publicações Periódicas e que deverá permitir a produção automática dos Periódicos Brasileiros de Cultura (PBC). Para que isso ocorra
é preciso que a cada título brasileiro corresponde uma coleção locahzada
localizada
pelo menos em uma biblioteca. Por esse motivo, restringiu-se o âmbito do
-369-

cm

2

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�repertório a ser publicado em nova edição: não serão incluídos, pelo menos em pricípio, títulos inexistentes na Biblioteca do IBBD, vale dizer,
que não tenham interesse para qualquer programa do Instituto. Exceção
deverá ser feita para a área de Educação, para a qual se espera a colaboração do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais, e para a Odontologia, com a participação da Faculdade de Odontologia da USP. À medida que outros centros especializados manifestem interesse e se comprometam a cobrir determinado assimto fornecendo ao IBBD dados compatíveis com o sistema, poderá ser ampliado o âmbito do PBC. Em suma,
para facilitar o trabalho de coleta, o PBC será um subproduto do acervo
geral da Biblioteca e, nesse caso, registrará, apenas, periódicos brasileiro
de ciência e tecnologia.
2.2.2 — Catálogo Coletivo de Livros
Quanto à atualização e publicação do Catálogo Coletivo de Li\TOS,
\Tos, acredita o Instituto que seja um
lun programa a ser realizado a longo
longoprazo, de preferência com o apoio da Biblioteca Nacional e de outras bibliotecas de grande acervo (Museu Nacional, Casa de Rui Barbosa, Biblioteca Pública Mimicipal
Municipal de São Paulo etc.) e, inclusive, de bibliotecas
bibhotecas
centrais tmiversitárias.
imiversitárias.
Graças a um programa de pesquisa, também financiado pelo
CNPq, pôde o IBBD desenvolver o projeto CALCO (Catalogação Legível
por Computador), um estudo de catalogação de publicações avulsas por
computador, compatível com o sistema da Biblioteca do Congresso de
Washington, que permite não apenas produzir catálogos isolados de bibliotecas, mas, igualmente, o Catálogo Coletivo de Livros.
No momento fazem-se os últimos testes de programas. Este Projeto despertou grande interesse na OEA e, em reunião realizada na Colômbia, em fevereiro do corrente ano, ficou patente que o Brasil apresenta
os estudos mais avançados no formato MARC (Machine Readable Cataloguing), da Biblioteca de Washington.
O Catálogo Coletivo de Livros, será run
um dos subprodutos do Serviço de Intercâmbio de Catalogação, que deverá se transformar numa central de processamento. Como acontece com o sistema do Catálogo Coletivo de Periódicos, a participação das bibliotecas cooperantes não implica
que, elas próprias, tenham seus catálogos processados automaticamente.
Pelo contrario, o Projeto CALCO poderá fornecer listagens individuais das
coleções das bibliotecas
bibhotecas cooperantes.
2.3 — Formação e treinamento de pessoal
2.3.1 — Curso de especialização
De acordo com seu Regimento, o IBBD pode desenvolver cursos
de formação. Desde 1955 realiza cursos de especiahzação,
especialização, inicialmente,
com 0o título de “Pesquisas Bibliográficas”
Bibhográficas” e, a partir de 1964, de “Documentação Científica” com mandato universitário da Universidade Federal
do Rio de Janeiro.
-370-

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m..

3

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�Graças a esse curso foi possível colaborar, permanentemente, na
atualização de vários cursos de graduação, embora não fosse esse o objetivo primordial. Não havendo outro tipo de ctmso
curso avançado no País, os
professores das escolas de biblioteconomia a ele recorriam para se atualizar e, naturalmente, incorporavam os conhecimentos adquiridos em seus
programas de ensino. Teve sempre caráter prático e nele se procura divulgar as experiências do IBBD.
2.3.2 — Ciusos
Cursos de Mestrado em Ciência da Informação
Considerando que o IBBD sempre foi pioneiro na aplicação de
novas técnicas documentárias
docmnentárias e informativas, e considerando que sua biblioteca é das mais completas no assunto, acreditou-se que seria possível
desenvolver um programa de Mestrado.
O objetivo desse Curso não é o de simplesmente formar Mestres.
Acredita o IBBD que um novo tipo de profissionais precisa ser preparado,
não importa o nome que se lhe dê.
iião
aê. O Sistema exigirá profissionais de alto
nível, com conhecimentos sólidos de uma determinada área de assimto,
assunto,
com uma
mna base teórica que assegure um comportamento científico diante
de suas novas responsabilidades, com conhecimentos práticos das técnicas
mais avançadas. O IBBD se propõe a preparar esse Jpessoal,
jpessoal, embora os
próprios estudiosos não se tenham sensibilizado pela manifestação das informações produzidas por eles mesmos e, como conseqüência, não tenham
assumido, ainda, essas tarefas.
3 - TAREFAS QUE CABERÃO AOS SUBSISTEMAS
3.1 — Traduções
A Seção de Pesquisas Bibliográficas e Traduções (SPBT) do
IBBD elaborava traduções a pedido. Atualmente, faz o levantamento dos
serviços de informações especializadas que efetuam traduções não só para
orientar os usuários como para poder divulgar as atividades daqueles serviços de informações tomando-as do conhecimento de outros gmpos. Um
cadastro de tradutores também será preparado, com auxílio dos subsistemas, que deverão poder efetuar, eles mesmos, essas atividades.
3.2 — Levantamentos bibliográficos
A mesma seção acima efetua levantamentos bibliográficos a pedido. Entretanto, tem-se procurado evitar duplicar essas atividades sempre
que se tenha conhecimento de que essas tarefas estão sendo levadas a efeito
por outra organização. Esse intercâmbio tem sido mantido com a PETROBRÄS e, mais recentemente, com o Centro de Informação Tecnológica do
BRAS
Instituto Nacional de Tecnologia, a quem o IBBD remete pedidos de levantamentos bibliográficos especializados em seus respectivos assuntos.
assimtos.
Acredita, assim, o IBBD que o usuário será mais bem atendido, pretendendo que os diversos subsistemas, em ocasião oportuna, também contribuam para essa descentralização. Entretanto, para isso, precisa saber que
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�serviços têm
tèm possibilidade de realizar tais tarefas, em que campos de assimtos, a fim de canalizar
canabzar os interesses dos usuários, já tendo a certeza de um
pronto atendimento.
3.3 — Reprodução de documentos
Localizado um documento,
dociunento, sua cópia deve ser fornecida com a
rapidez necessária.
Num levantamento realizado em 1969 (ver publicação do IBRD
Bibliotecas especializadas brasileiras), verifica-se que das 808 bibliotecas
arroladas, 256 ((31,6%)
31,6%) dispõem de facilidades para fornecimento de cópias.
Esse número deve ser aumentado a fim de que os recursos informativos
do País possam ser bem utüizados.
utilizados.
O IBRD
IBBD pretende fazer, em estreita colaboração com cada subsistema, um levantamento da situação de seus componentes, no que tange
à colaboração com o Catálogo Coletivo e à existência de equipamentos
reprográficos, de maneira que os recursos informativos regionais possam
ser explorados em primeiro lugar, ficando uma consulta ao Catálogo Coletivo Central para última instância. Prover os diversos serviços de informação com as condições mínimas de participação nos subsistemas toma-se,
pois, indispensável.
4 - CENTRO REFERENCIAL
Para atuar eficientemente como órgão de apoio, o IBBD
IBRD desenvolverá um Projeto de Centro Referencial com o objetivo de informar qualquer interessado, sobre os serviços e recursos bibliográficos disponíveis no
País.
Não se trata de uma atividade inteiramente nova, visto que alguns
serviços já estão atuando dentro desse objetivo. Ao contrário, o Centro Referencial vai permitir maior desenvolvimento do Banco de Dados, ora em
implantação no Instituto.
O esquema do Banco de Dados ((figura 1) demonstra a preocupação em integrar os dados já existentes e coletados sistematicamente.
A curto prazo pretende-se a publicação dos repertórios até então produzidos por meios convencionais (figura 2). A longo prazo se propõe a estabelecer um serviço de recuperação, que, em parte, constituirá o Centro
Referencial.
De acordo com a figura 1, observa-se a integração das massas de
dados já existentes no IBRD.
IBBD. Depreende-se que o cadastro de instituições
não será completo porém representativo para as entidades que promovam
pesquisas e/ou editem publicações. O Centro Referencial, contudo, deverá
cadastrar a maior quantidade possível de serviços de informação que poderão ou não ter ligações com as demais massas de dados mas que estarão
em formato compatível.
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i:

�Já estão em fase de rotina o Projeto SIABE,
SI ABE, com 35.334 referências em memória de máquina, e o Projeto CACCOP, com 38.294 títulos
de memória de máquina, num total de 52.509 coleções assim distribuídas:
a) Coleções de Ciência e Tecnologia (Catálogo impresso);
impresso):
± 7.000 títulos em memória de máquina;
b) Coleções de Agricultura e Ciências Naturais:
Naturais; ± 15.000 títulos
(parte em memória de máquina);
c) Coleções de Medicina: ± 15.000 títulos (parte em memória
de máquina);
d) Coleções de Ciências Sociais: ± 5.000 títulos por entrar em
máquina.
O Cadastro de Instituições (CAIN) registrou em memória de máquina informações de cerca de 2.800 instituições.
Já foram feitos testes de programas do Projeto CAIN e, até final
de julho, estarão sendo feitos testes de programas das pesquisas em processo.
5 - IMPORTÂNCIA DAS UNIVERSIDADES
NOS SERVIÇOS DE APOIO AO SNICT
Desde sua criação mantém o IBRD convênios com serviços bibliográficos e/ou de documentação das principais Universidades brasileiras. Estas têm atuado como verdadeiros centros regionais e, graças à sua
participação, foi possível manter o Catálogo Coletivo de Publicações Periódicas. No momento, pode o Instituto retribuir esta valiosa colaboração
ao longo de sua existência, transferindo sua experiência às universidades
que assim o desejem. Como conseqüência, poderão elas produzir seus catálogos coletivos regionais e enviar sua colaboração à Central em cartão
ou fita magnética. Estarão as Universidades, nesse caso, em condições de
melhor atendimento aos estudiosos que terão, dessa forma, melhor conhecimento dos recursos informativos existentes em suas regiões.
Para a implantação do Centro Referencial o IBBD adotará a
mesma metodologia, isto é, a coleta de dados sobre serviços de informação
c documentação será tentada a partir dos centros regionais. Por esse motivo, serão restabelecidos os encontros com aqueles centros, encontros hlimitados, ultimamente, às discussões de interesse do Catálogo Coletivo.
As Universidades abrigam as melhores coleções especializadas e
a maioria dos institutos de pesquisa do País. Através de um bom programa
de trabalho entre os centros e o IBBD todos esses recursos poderão ser
colocados à disposição do SNICT, que terá, então, os elementos básicos
para estabelecer suas linhas de ação.

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                <text>Criado em 1954 como órgão executivo de atividades centralizadas, o Instituto tinha caráter monolítico e surgiu como decorrência das recomendações da Conferência sobre Serviços Bibliográficos realizada sob os auspícios da UNESCO em Paris, 1950, que sugeriu a criação de serviços bibliográficos nacionais nos países carentes de qualquer tipo de organização bibliográfica.</text>
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CATÁLOGO COLETIVO
DA REGIÃO DO GRANDE ABC

Lourdes Leite
Maria de Lovirdes
e Mirian S. Nascimento
Biblioteca Municipal
de São Bernardo do Campo, SP

RESUMO
Projeto para implantação do CATÁLOGO
CATALOGO COLETIVO DA REGIÃO DO GRANDE ABC, obedecendo o sistema mecanizado a ser obtido com a utilização de equipamentos periféricos, que permitam a duplicação de fichas e o suporte para os processos eletrônicos de computação.
Evidenciando a necessidade da implantação do catálogo numa região sócio-econômica importante, o trabalho ressalta as vantagens decorrentes da
aplicação do sistema, entre as quais a disseminação da informação e a formação dos catálogos das bibliotecas cooperantes, a par da padronização
dos processamentos técnicos, objetiva também uma valorização profissional, na medida em que sua utilização venha trazer como conseqüência a
necessidade da admissão de bibliotecários nas unidades integrantes ao
sistema.

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                <text>Projeto para implantação do CATÁLOGO COLETIVO DA REGIÃO DO GRANDE ABC, obedecendo o sistema mecanizado a ser obtido com a utilização de equipamentos periféricos, que permitam a duplicação de fichas e o suporte para os processos eletrônicos de computação. Evidenciando a necessidade da implantação do catálogo numa região socioeconômica importante, o trabalho ressalta as vantagens decorrentes da aplicação do sistema, entre as quais a disseminação da informação e a formação dos catálogos das bibliotecas cooperantes, a par da padronização dos processamentos técnicos, objetiva também uma valorização profissional, na medida em que sua utilização venha trazer como consequência a necessidade da admissão de bibliotecários nas unidades integrantes ao sistema.</text>
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                    <text>APRESENTAÇÃO DO TEMA

Adalgisa
Âdalgisa Moniz de Aragão
Divisão de Bibliotecas do Estado da Bahia
Salvador, BA

RELATÓRIO
BELATÔBIO
Com satisfação aceitamos o convite da Comissão do 7*? Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação para relatar o tema: BIBLIOTECAS - INFANTIL E ESCOLAR.
Embora se tratem de Bibliotecas destinadas a um grupo específico de consulentes, essas Bibliotecas estão enquadradas na classe de Bibliotecas Públicas, o que deu ensejo a inservir no tema um trabalho sobre
BIBLIOTECAS MUNICIPAIS.
O Relato a seguir trata da análise de trabalhos sobre Bibliotecas
Municipais e Escolares apresentados pelos Estados de Pernambuco, Paraná e pelo Distrito Federal.
1.

BIBLIOTECAS MUNICIPAIS

Do Estado de Pernambuco foi apresentado mn
lun trabalho da autoria das bibliotecárias: Maria Celeste Firmo Pires, Celeste de Oliveira Azevedo e Maria de Lourdes Diniz Gomes, da Bibhoteca
Biblioteca Central da Universidade Federal de Pernambuco, sob o título “Participação das Bibliotecas Universitárias e Escolas de Biblioteconomia, das atividades do
CRUTAC para efetividade do Serviço Nacional de Bibliotecas Municipais e
MOBRAL.”
Nesse trabalho as colegas focalizam as condições das Bibliotecas
Bibhotecas
nos 3.950 Municípios brasileiros, esclarecendo que cerca de 1/3 desses
Mvmicípios são carentes de:
Municípios
a) recursos bibliográficos;
b) locais apropriados à leitura pública;
c) livros ao nível da compreensão dos Munícipes.
-269Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

�Embora o trabalho não focalize os outros 2/3, a experiência nos
mostra que esses Mimicípios dispõem de Bibliotecas em condições precárias de fimcionamento.
Informam ainda que cerca de 40.000 leitores que necessitam de
adquirir ou aprimorar os seirs
seus conhecimentos, estão impossibihtados
impossibUitados de
fazê-lo por falta de:
a) inn
um acervo bibliojgráfico
bibliográfico organizado e em número suficiente;
b) profissionais capacitados para orientar os leitores na utilização dos livros;
hvros;
c) localização adequada das pequenas coleções que
possuem, o que dificulta, por isso mesmo, a sua utiliutiUzação por parte dos interessados.
Sentindo que o Serviço Nacional de Bibliotecas
Bibhotecas (criado há anos)
ainda não está bastante divulgado no Brasil, chamam a atenção dos profissionais para o potencial de trabalho que ele pode oferecer.
Ponderam que o MOBRAL, cujo objetivo é instalar centros de
educação social e cívica com a missão de alfabetizar e educar, não poderá conseguir êxito sem a participação de uma rede de Bibliotecas
Bibhotecas que
lhe assegure a permanência e continuidade
continiridade de seus serviços.
Dão conhecimento de que a Universidade de Pernambuco, por
meio de seus serviços de extensão, coloca ao alcance da população as
experiências científicas e cultirrais
culturais de seus professores e pesquisadores.
Sahentam o trabalho da Comissão Incentivadora dos Centros
Salientam
Rurais Universitários de Treinamento e Ação Comimitária
Comunitária “CINCRUTAC”,
que colabora para o processo de desenvolvimento do País através de programa de INTERIORIZAÇAO,
INTERIORIZAÇÃO, INTEGRAÇÃO ou PARTICIPAÇÃO procurando solucionar os problemas presentes da sociedade.
Conscientizam a responsabilidade dos Bibliotecários
Bibhotecários a quem
cabem o dever de desenvolver os serviços de Bibliotecas,
Bibhoteeas, especificando a
situação de Pernambuco, que conta com a participação do CRUTAC.
Lembram aos estudantes de Biblioteconomia que ao se integrarem no movimento biblioteconômico
bibhoteconômico terão ocasião de aplicar
aphcar os conheco^ecimentos adquiridos na Universidade e acinnular
acumular experiências.
Como sugestão, lembram os princípios básicos de como fazer
aquilo que a sociedade necessita:
“a) despertar a sensibihdade dos Prefeitos, Secretários de Educação e outros membros da Comunidade,
como posição de hderança
liderança para o aspecto Biblioteca
como suporte do sistema educativo e cultural;
-270Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

�b) dar assistência técnica às condições locais para
que possam aproveitar os seus recursos humanos, físicos, financeiros e documentais;
c) formar grupos locais que se interessem pelo movimento dos serviços bibliográficos;
d) incentivar a formação de grupos que possam liderar movimentos para angariar recursos no campo federal e particular;
e) controlar e aquilatar os trabalhos executados por
meios modernos de avaliação.”
Solicitam ainda aos que têm experiência nesse campo, os seus
valiosos depoimentos.
Finalizam com vistas especiais à situação de Pernambuco, com
a seguinte recomendação:
“As Bibliotecas Universitárias e Escolas de Biblioteconomia que
atendem para a responsabilidade de sua atuação no CRUTAC para efetividade do Serviço Nacional de Bibliotecas Municipais, do MOBRAL,
e dos demais programas do próprio CRUTAC.”
No trabalho, as colegas arrolam uma bibliografia para os que
desejam completar as informações nela contidas.
2.

BIBLIOTECAS ESCOLARES

Do Estado do Paraná, foi apresentado um trabalho de autoria
das Bibliotecárias: Nylzamira Cunha Bejes e Marly Schafer Dias, Chefes,
respectivamente, da Seção de Processamento Técnico e da Seção de Assistência à Biblioteca, da Divisão de Extensão da Biblioteca do Estado,
sob o título Orientação de Pesquisa Bibliográfica Sistematizada em Bibliotecas Escolares.
As colegas, no trabalho, tecem considerações gerais sobre as condições atuais das Bibliotecas Escolares, em face à observação e análise
dos fatos ligados ao desenvolvimento da cultura do Estado do Paraná e
chegam à conclusão de que, apesar de estarmos em plena era da propulsão a jato e dos computadores eletrônicos, os sistemas de estudo e a mentalidade popular a respeito de Bibliotecas estão, positivamente, anacrônicos.
Ressaltam que o desenvolvimento verificado nos métodos de ensino não foi acompanhado pela Biblioteca, que assim sofreu um atraso
relativo e não consegue preencher as funções a que se destina.
Referem-se à Lei Federal n^
n*? 5.692, de 11-8-1971, que fixa diretrizes e Bases para o ensino do 1*?
l*? e 2^ graus, citando o capítulo 1*?,
l*?, art. 1*?,
l*?,
mostrando, com propriedade, que “proporcionar ao educando a formação
necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades, como elemento
-271Digitalizado
gentílmente por:

�auto-realizaçãoimplica-lhe
de auto-realização,”
implica-lhe fornecer informações e experiências tais,
que permitam ao educando realizar-se e conhecer o seu mundo, pois só
assim poderá ele desenvolver sua capacidade, ampliar suas possibilidades, qualificando-se para o trabalho que o elevará ao nível necessário para
se firmar na sociedade.
As autoras lembram aos profissionais que, para desenvolver esse
programa, se faz necessária uma anáhse
análise prévia da problemática, e um
planejamento sistematizado por parte do bibliotecário escolar em colaboração com os professores. E levando em conta a capacidade e o nível do
educando.
Realçam a essencial importância da orientação clara e precisa no
uso da Bibhoteca
Biblioteca e manejo dos hvros, porquanto é a Biblioteca Escolar
que inegavelmente atende às solicitações dos alunos no que tange a investigações bibliográficas,
bibhográficas, preparando-os para quando chegarem aos cursos
cmsos
superiores estarem aptos a organizar correntemente seus trabalhos curri. culares.
Como sugestão, relacionam tópicos a serem desenvolvidos pelos
Bibhotecários para orientação dos estudantes nas oito séries do 1*? grau
Bibliotecários
com as dificuldades graduadas.
Concluem admitindo como resultado imediato dessa orientação
nietodizada, que os alunos
metodizada,
alimos em geral:
“1. terão maior segurança dentro da Biblioteca;
2. estarão cada vez mais aptos para investigar por
conta própria dentro do acervo, os tópicos sugeridos pelos professores em Classe;
3. terão melhores condições de objetar sobre os
temas ou debates em equipe;
4. saberão garantidamente, melhor concatenar as
diversas partes dos trabalhos escolares, de modo a formar tun
mn todo conclusivo;
5. Em conseqüência, seus trabalhos, assim ordenados, serão mais fáceis e agradáveis para o professor corrigir.
6. Desenvolverão melhor seus princípios de higiene,
ordem, civismo, disciplina e auto-suficiência.”
Finalizando, consideram que essa continuidade de orientação do
Bibliotecário redundará
redimdará na formação de uma geração de jovens mais aptos
a servirem-se da Bibhoteca,
Biblioteca, quer Escolar, quer Pública,
Púbhca, ou Especializada.
3.

BIBLIOTECAS ESCOLARES - PLANEJAMENTO

bibliotecária Inácia
O trabalho de Brasília foi apresentado pela bibhotecária
Rodrigues dos Santos Cunha, professora e bibliotecária na Fimdação
Fundação Edu-272Digitalizado
gentílmente por:

�cacional do Distrito Federal com o título; O Sistema de Bibliotecas Escolares da Fundação Educacional do Distrito Federal (um plano proposto).
A colega, inicialmente, informa que seu trabalho representa um
resumo do Plano original do Sistema de Bibliotecas Escolares do Distrito
Federal, do qual se apresenta a organização geral do plano.
Após expor os princípios do Sistema, mostra que ele atuará
apoiado na filosofia educacional, tendo como meta a educação integral
do alimo na esfera intelectual e social.
Apresenta, a autora, os objetivos do que chama “ação bibliotecária escolar,” como sejam: iniciar o educando no hábito de leitura e da
pesquisa em grupo ou individual; permitir que a Biblioteca participe de
sua formação global, pois é na biblioteca escolar que o educando enconthe abrem o caminho e lhe dão maior visão da vida
tra os incentivos que lhe
intelectual do amanhã.
Entre pontos básicos a serem seguidos pelas unidaimidades que poderão vir a compor o sistema, a autora cita
os seguintes:
a) seguir os princípios estabelecidos pela política
educacional, nacional ou regional;
b) objetivar o desenvolvimento cultural e social do
usuário;
c) manter-se em contato com as normas e princíf)ios administrativos ou pedagógicos do estabeÍ)ios
ecimento em que se inserirem.
Esses fimdamentos
fundamentos deverão servir de orientação ao Sistema de
Bibliotecas Escolares do Distrito Federal.
Antes de dar conhecimento da estrutura do sistema, a colega
chama a atenção para o fato de que, devido à orientação adotada na FimdaFundação Educacional, os serviços audiovisuais são desvinculados do sistema de bibliotecas escolares, que, em conseqüência, concentra as suas atividades básicas no livro, elemento indispensável como fonte de consulta e de fixação
do ensino, pois as atividades educacionais se baseiam e se completam nos
livros.
Dando prosseguimento à sua exposição, apresenta a Estrutura do
Sistema de Bibliotecas Escolares que se divide em:
a) Instituições Administrativas;
b) Instituições Executivas.
As Instituições Administrativas, neste caso denominado — Divisão
de Bibliotecas Escolares — teria a responsabilidade de planejar, coordenar,
supervisionar e controlar todas as bibliotecas escolares do Distrito Fede-273-

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11

12

i:

�lal através das Seções de Bibliotecas Escolares dos diversos graus. As Bibliotecas Escolares responderiam
responderíam diretamente pela orientação e funcionamento das bibliotecas nos seus respectivos níveis.
Estruturalmente, faz partè
parte ainda das Instituições Administrativas
a Seção de Documentação, que se responsabilizaria pela organização da
documentação central da Fundação
dociunentação
Fimdação Educacional.
As Instituições Executivas compor-se-ão dos seguintes setores:
setores;
a)
b)
c)
d)

Setor de Bibliotecas de Extensão;
Setor de Documentação;
Setor de Intercâmbio;
Bibliotecas Escolares.

Esses setores deverão ter, por suas características e natureza,
natmeza, a
responsabilidade do assessoramento para o planejamento e programa da
Divisão de Bibliotecas Escolares a fim de que todas as atividades sejam
executadas, pelas unidades competentes, com uniformidade
imiformidade e harmonia.
A autora do trabalho lembra que cada planejamento de biblioteca
escolar deverá atender às peculiaridades de cada escola.
Recomenda que se considerem como postos básicos para os planejamentos, os seguintes:
seguintes;
a)
b)
c)
d)

pessoal;
acervo bibliográfico;
equipamento;
instalações.

Como subsídio para o planejamento, apresenta, da autoria de
Mary Peacock, uma tabela de proporção que deve existir entre o número
de alimos,
alunos, acervo e funcionários.
Anexa, ao trabalho, organograma do Sistema de Bibliotecas Escolares do DF, e um quadro das funções de cada tipo de profissional,
assim como onde serão executados os seus serviços.
Tece considerações sobre o quadro de bibliotecários da FimdaFundação Educacional do Distrito Federal, que no momento é insuficiente para
o atendimento necessário dos seus usuários, porquanto as pesquisas hoje
noje
exigem o auxílio de um orientador profissional.
Apresenta o cronograma das atividades de instalação do Sistema
de Bibliotecas Escolares do DF relativo aos anos de 1973-1974.
Concluindo, diz que: “Iniciando as atividades biblioteconômicas
nos estabelecimentos escolares do DF, atendendo aos objetivos da pedagogia atual e fazendo com que a biblioteca seja realmente um organismo
vivo no corpo escolar, estarão aptos a obter três resultados:
-274-

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�a) melhora do nivel
nível de pesquisa nos estabelecimentos de
ensino;
b) aumento do campo de ação do bibliotecário no Distrito Federal;
c) alcance da verdadeira finalidade da biblioteca moderna: colaborar no aperfeiçoamento cultural da comimidade em que se instala.”
munidade
4.

APRECIAÇÃO DOS TRABALHOS

No espaço de tempo que nos sobra não cabe uma análise profunda
fimda dos trabalhos aqui relatados. For
Por esse motivo, vamos abordar panorainicamente
noramicamente a posição de cada uma dessas classes de Bibliotecas.
4.1

Bibliotecas Municipais

Considerando que o desenvolvimento econômico-social de uma
região não pode prescindir do desenvolvimento cultural de seus habitantes, evidenda-se
evidencia-se a necessidade de colocar à disposição da população instrumentos capazes de fomentar o desejo de melhorar a sua vida e transformar, por conseguinte, o nível social.
Analisando o trabalho das colegas de Pernambuco, chegamos à
conclusão de que além da conscientização às autoridades para dotarem
os municípios de entidades educacionais e culturais adequados, deverá
ser feito um esforço para esclarecer a necessidade de uma legislação que
garanta a continuidade dessas instituições, dotando-as de orçamento próprio para a efetivação de suas atividades. Além disso, as autoridades municipais deverão firmar convênios, nos seus Estados, com Entidades credenciadas e prestarem assistência técnica e com o Instituto Nacional do
Livro, de modo a garantir assistência permanente e renovação periódica
de acervo.
Antes de entrarmos na apreciação dos trabalhos sobre Bibliotecas
Escolares, gostaríamos de apresentar uma visão rápida da situação das
Bibliotecas Infanto-Juvenis que no Brasil estão assumindo, erradamente,
a função
fimção de Bibliotecas Escolares, cujos objetivos são bem distintos.
4.2

Bibliotecas Infanto-Juvenis

As Bibliotecas Infanto-Juvenis, ainda em pequeno número nesse
imenso Brasil, pois só alguns Estados as possuem, têm estruturas que lhes
garantem perfeitamente existência funcional. Todavia, devido à falta de
aparelhamento das Bibliotecas Escolares, aquelas assumem a posição destas, sendo obrigadas, para isso a adaptarem os seus programas específicos
às necessidades curriculares.
Assumindo as funções da Biblioteca Escolar, a Biblioteca Infanto-Juvenil compromete a sua estrutura e prejudica a formação de seus usuá-275-

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gentilmente

�rios, porquanto a finalidade precípua da Biblioteca Infanto-Juvenil é preparar leitores futuros, incutindo neles o hábito de leitura.
Segundo pedagogos e bibliotecários especializados, a orientação
Segimdo
de leitura e recreação para crianças e jovens deve estar firmada em luna
uma
atuação planejada e sistematizada sobre coletividades infantis e juvenis
e sobre cada leitor individual a fim de ampliar e intensificar seus conhecimentos e formar sua sensibilidade, seus hábitos.
Esse planejamento congrega professores e bibliotecários, pois
exige métodos pedagógicos, na aplicação e fomento das atividades na Bibhoteca.
blioteca.
Para atingir esse objetivo, a Biblioteca Infanto-Juvenil deverá
ter um
mn bom e atualizado acervo de livros
hvros e revistas recreativas e ilustrativas, de formação cultural e educacional e um adequado aparelhamento
audiovisual que permita oferecer às crianças e jovens oportunidades de
recreação e intercâmbio cultural através de atividades que estimulem o
intelecto. Deverá ter jogos instrutivos e um bom acervo de material de
arte que desperte,nos
desperte nos seus consulentes as tendências artísticas, dando-lhes
oportunidade de criação.
Tendo a Biblioteca Infanto-Juvenil ensejo de executar o seu programa específico, ela estará beneficiando uma coletividade que será o esteio futuro da intelectualidade brasileira.
Estabelecida a função da Biblioteca Infanto-Juvenil sentimos
quanto ela é prejudicada na sua atuação específica por ser obrigada a assumir encargos que não são os seus.
smnir
4.3 Bibliotecas Escolares
Da análise dos relatórios apresentados, chegamos à conclusão de
que a Biblioteca Escolar no Brasil ainda é pouco conhecida pelas autoridades educacionais, por isso, pouco valorizada. Até agora, a Biblioteca
Escolar só existe por força da Portaria Ministerial n*?
n'? 501 de 19 de maio
de 1972, Diário Oficial da União, de 29 de maio de 1972, que exige a instalação de Biblioteca para que uma escola seja reconhecida. Essa biblioteca, na prática, consta quase sempre de uma pequena coleção de livros
que ornam uma sala com o título BIBLIOTECA, sem qualquer outra
função ou uso, mas apenas para registro de presença.
Se considerarmos o desenvolvimento da educação nas últimas três
décadas, salta à vista a necessidade de transpor o abismo que existe entre
os Serviços de Bibliotecas e Documentação e os Serviços de Educação propriamente dito.
O conceito moderno de educação dá razões cada vez mais fortes
para as mudanças nos métodos de ensino.
A reforma na educação, que por sua nova metodologia tenta substituir 0o livro básico por consultas em fontes diferenciadas, obrigando a
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�utilização de novos recursos para atender às necessidades do ensino, deu
ênfase à Biblioteca Escolar, tomando-a a Entidade mais credenciada para
atender a essa dinâmica da educação, porquanto ela alia a movimentação
do Livro, nos seus setores de empréstimo e consulta, a outros recursos
plmissensoriais.
plurissensoriais.
Reconhecendo, portanto, o que representa hoje, no ensino, a Biblioteca Escolar, tomam-se necessárias providências que a coloque à altura de sua importante missão. Para isso, ela deve ser beneficiada com
uma estmtura funcional e adequada a cada circunstância que lhe assegure
a sobrevivência, sem contudo desvincular-se dos princípios básicos adotados pelo Sistema do qual faz parte; ser dotada de instalações apropriadas; de um bom e atualizado acervo de livros de referência e livros didáticos com possibilidades de renovação periódica, garantida por um orçamento próprio; equipada com apropriados aparelhos audiovisuais, que
complementarão as atividades da biblioteca; dotada de pessoal quahfiqualificado e em número suficiente. Só assim, a Bibhoteca
Biblioteca Escolar corresponderá às necessidades dos seus encargos.
Asseguradas essas medidas, com uma estmtura adequada, a Biblioteca Escolar atenderá ao seu real objetivo, descongestionando as Bibliotecas Infanto-Juvenis e as Bibliotecas Públicas que vivem sobrecarregadas, prejudicando o desenvolvimento de seus programas específicos.

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�</text>
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                    <text>APRESENTAÇÃO DO TEMA

Dinah Aguiar Población
Comissão Brasileira de Documentação Biomédica
São Paulo, SP

1. INTRODUÇÃO
O acelerado desenvolvimento científico e tecnológico tem trazido
ao mundo situações cambiantes, às quais devem se adaptar os países em
desenvolvimento, principalmente procurando se beneficiar das experiências dos especialistas internacionais e incorporar-se no Sistema de Informação para as ciências, em nível mundial dentro do projeto da UNISIST.
No Seminário Ibero-Americano sobre Planejamento de Serviços
Ribliotecários e de Documentação, realizado em Madri, em 1968, foi coBibliotecários
locada em evidência a necessidade de estabelecimento de sistema de bibliotecas e serviços de informação estruturados e coordenados.
blioteeas
A evidência de implantar com urgência os serviços eficazes de
informação, para responder imediatamente às exigências da educação e
da rápida evolução científica e técnica, criou o problema de estabelecer
as metas a serem alcançadas através do conhecimento exato do que se deseja, para que finalidade e dentro de qual contexto.
Em virtude do alto nível de desenvolvimento econômico, social
e cultural, o Rrasil
Brasil está apto a incrementar a “Fonte de riqueza nacional”
através de uma rede de informação bibliográfica com a implantação de
um
lun eficiente serviço de informação científica, que é um índice freqüentemente utilizado “para medir o nível de desenvolvimento de um país”.
A utilização racional dos recursos bibliográficos existentes em
nossas instituições, deve estar baseada num sistema de comunicação coordenada, de tal forma que a recuperação da informação seja acessível aos
pesquisadores, estudiosos e cientistas interessados, no menor tempo possível e da forma mais adequada.
Para que haja uma exata “transferência de informação” temos
que ter por base estruturas compatíveis de informação, determinada por
uma política específica que abranja não só uma região, mas também um
país.
-315Digitalizado
gentílmente por:

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11

12

13

�Esta políticá
política deve apoiar-se realisticamente em imi
um prévio conhecimento das necessidades locais, regionais e nacionais em matéria de informação bibliográfica, das pesquisas em |)rocesso,
|&gt;rocesso, dos trabalhos em que
estão empenhados os estudiosos daquela area
arca e dos recursos
reciursos hiunanos
humanos e
materiais com os quais se contem para atender a essas exigências.
Para que se possa usufruir dos benefícios de lun
um “Sistema Nacional de Informação Técnico-Científico” é necessário:
política da Informação Científica e Técnica em âm1) definir a poUtica
bito nacional;
2) proceder ao estudo do usuário: quem são os usuários de tal
política, suas necessidades e interesses, níveis de uso dos documentos e
suas respectivas áreas de trabalho, para que se possa estabelecer em que
níveis essas necessidades serão atendidas;
3) fazer o levantamento dos recursos
reciursos existentes.
Colocado o problema em área biomédica, e conhecendo as necessidades dos usuários dessa área específica, preocupamo-nos fimdamenfundamentalmente em fazer o levantamento dos recursos existentes em área nacional.
Preparamos o questionário que se acha reproduzido nesta obra
e solicitamos,
solicitamos a colaboração dos colegas coordenadores dos grupos estaduais para distribuição e respectivo preenchimento, a todas as bibhotecas
de sua área geográfica.
Conseguimos inestimável colaboração do IBBD que, através da
sua digna presidente Bibhotecária Hagar Espanha Gomes, prontificou-se
a publicar a obra para ser apresentada ao 7^
7"? Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação a ser realizado em julho, em Belém do
bhoteconomia
Pará.
Tendo em vista esse evento, lamentamos que o prazo não tenha
sido suficiente para cobrir todas as bibhotecas biomédicas do País, como
era nossa intenção. No entanto, agradecemos o apoio recebido das 120 bicra
bhotecas que nos devolveram os questionários devidamente preenchidos
e o presente trabalho está pautado exclusivamente nas respostas recebidas.
Algumas bibhotecas foram excluídas desta obra, mna
irnia vez que os
dados que nos enviaram eram insuficientes para a tabulagem programada.
Brevemente faremos nova edição e contamos desde já com a colaboração
maciça de nossos colegas.
2. SITUAÇÃO DAS BIBLIOTECAS EM 1973
Para facihtar o estudo da situação atual das Bibhotecas Biomédicas em âmbito nacional, fizemos uma análise quantitativa das 120 respostas recebidas.
A demonstração dos recursos existentes é feita através dos quadros a seguir, que evidenciam:
-316-

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Digitalízado
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** Quadro separado das 10 maiores bibliotecas.

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Ficou prejudicada a resposta de Brasília, pelo fato de ter computado os dados gerais da Biblioteca Central, registrando 200.000 volumes
títulos de periódicos correntes.

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RESPECTIVAS VERBAS EM m2.
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COM MAIOR NÜMERO
NÚMERO DE TÍTULOS CORRENTES E

BIBIBLIOTECAS DAS INSTITUIÇÕES BIOMÉDICAS DO ESTADO DE SÄO
SAO PAULO

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�QUADRO 3
BIBUOTECÄRIOS FORMADOS E AUXILIARES DISTRIBUÍDOS
BIBLIOTECÁRIOS
POR ESTADOS

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�QUADRO 4
RECURSOS HUMANOS
Quantidade de Bibliotecários formados
fonnados correspondentes às Bibliotecas de cada JEstado.

Bahia
Quantidade de Bibliotecários
formados

4

1—18

9 H
W 12

TOTAL
13

Quantidade de Bibliotecas
Ceará
Quantidade de Bibliotecários
formados

4

Quantidade de Bibliotecas

9 I—I 12

TOTAL
5

Minas Gerais

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(continuação)
Faraiba
Paraíba
Quantidade de Bibliotecários
formados

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TOTAL

4 1-18

9 I—I 12

TOTAL

4 M 8

9 M 12

TOTAL

Quantidade de Bibliotecas
Paraná
Quantidade de Bibliotecários
formados
Quantidade de Bibliotecas
Pernambuco
Quantidade de Bibliotecários
formados
Quantidade de Bibliotecas

24
Rio Grande do Norte

Quantidade de Bibliotecários
formados

4 M 8

9 l-l 12

TOTAL

4 M 8

9 M 12

TOTAL

4 M 8

9 l-l 12

TOTAL

4 l-l 8

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TOTAL

Quantidade de Bibliotecas
Rio Grande do Sul
Quantidade de Bibliotecários
formados
Quantidade de Bibliotecas
Santa Catarina
Quantidade de Bibliotecários
formados
Quantidade de Bibliotecas
São Paulo
Quantidade de Bibliotecários
formados
Quantidade de Bibliotecas

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�QUADRO 6
Número de Bibliotecas em Relação ao total dos questionários respondidos,
analisando quantas;
quantas:
possuem obras de Referência;
realizam Levantamenteos Bibliográíioos;
Bibliográficos;
possuem Equipamentos Reprográficos;
ministram Cvusos
Cursos de Pesquisas Bibliográficas;
(oficializados ou Extra-Curriculares).

ESTADOS

NP de Bibliotecas
que responderam
o questionário

Obrrs de

Cursos de
Pesquisas
Reprográficos Bibliográficas

Levantamentos Equipamentos

Referência

Bibliográficos

13

7

4

3

Brasília

1

1

1

1

Ceará

5

2

0

1

Guanabara

11

10

6

9

Maranhão

5

2

3

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Minas Gerais

8

5

2

5

Paraíba

3

1

0

0

Paraná

8

5

2

4

12

12

8

9

Rio Grande
do Sul

0

6

2

4

1

Sta. Catarina

2

2

0

2

0

42

40

17

31

12

120

94

46

71

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Bahia

Pernambuco
Rio Grande
do Norte

São Paulo
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BibHotecas
Bibliotecas Biomédicas distribuídas por especialidade, em cada Estado

QUADRO 7

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13

�Quadro 1 — Recursos Bibliográficos.

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Quadro 2 — Bibliotecas das Instituições Biomédicas do Estado
de São Paulo, com maior número de títulos correntes e respectivas verbas em 1972.
Quadro 3 — Recursos Humanos: bibliotecários formados e auxiliares distribuídos por Estados.
Quadro 4 — Recursos Humanos:
Humanos; quantidade de bibliotecários
formados correspondente às bibliotecas de cada Estado.
Quadro 5 — Dotações orçamentárias de 1972.
Quadro 6 — Pesquisas Bibliográficas: número de bibliotecas que
possuem obras de referência, realizam pesquisas bibliográficas, possuem equipamentos reprográficos e ministram Cursos
de Pesquisas Bibliográficas em relação ao total de Bibliotecas
que responderam ao questionário, em cada Estado.
Quadro 7 — Número de Instituições Biomédicas distribuídas por
Especialidades em cada Estado.
3. RECURSOS BIBLIOGRÁFICOS
No quadro n^
n° 1 registramos o número de instituições que responderam ao questionário em cada Estado, o total de acervos e destacadestacámos a quantidade de livros e o número de títulos de periódicos correntes
da maior e da menor biblioteca. Por exemplo, examinando-se o caso específico da Bahia, tivemos 13 respostas, correspondendo ao acervo total do
Estado, de 51.950 volumes, sendo que a Biblioteca possui 31.400 volumes
de livros e a menor 289. O mesmo critério, adotado para os títulos de periódicos correntes, demonstrou que o número total de títulos em biomedicina é de 5.339, sendo que a maior biblioteca possui 2.550 títulos e a
menor 21.
Considerando que o acervo de livros numa biblioteca médica deve
ser avaliado pela atualidade dos textos e que a grande quantidade de
livros antigos vem constituir um peso morto e gerahnente
gerabnente um problema
de espaço e organização, deixamos de detalhar os acervos de hvros e mencionamos apenas em quantidade as maiores e menores bibliotecas.
No entanto, ressaltamos que a solução para os hvros
livros antigos deverá ser estudada, para brevemente serem instalados depósitos centrais por
área de especialidade em cada Estado, poupando espaço para acervo vivo
de livros novos e atualizados e, ao mesmo tempo, evitando a duplicação
de edições obsoletas.
Fazendo uma anáhse
análise quantitativa dos periódicos, com exclusão
Biblioteca na Bahia
do Estado de São Paulo, verificamos que apenas uma Bibhoteca
(Faculdade de Medicina da Universidade Federal) possui 2.550 títulos correntes; no restante do Brasil, apenas 3 Estados possuem bibhotecas,
bibliotecas, cujos
-317-

Digitalizado
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�acervos ultrapassam a 1.000 títulos: Guanabara (Instituto Osvaldo Cruz)
com 1.785; Minas Gerais (Faculdade de Medicina da Universidade Federal) com 1.281 e Pernambuco (Faculdade de Medicina da Universidade
Federal) com 1.603 títulos correntes.
4. BIBLIOTECAS
BIBLIOTEGAS DAS INSTITUIÇÕES BIOMÉDICAS
DO ESTADO DE SAO
SÃO PAULO,
COM MAIOR ACERVO
GOM
AGERVO
RESPECTIVAS VERBAS EM 1972
E RESPEGTIVAS
Prosseguindo na análise, destacamos no Estado de São Paulo as
10 Bibliotecas com maior número de títulos correntes e as respectivas verbas aplicadas em 1972, evidenciando-se a quantidade de títulos assinados
em relação às verbas recebidas (ver quadro 2).
5. RECURSOS HUMANOS
Das 120 Bibliotecas que responderam ao questionário, constatamos 207 bibliotecários formados ce 391 auxiliares, sendo que 12 bibliotecas
(portanto 10%) não têm bibliotecário formado, a saber: 1 Biblioteca na
Bahia, 2 no Ceará, 2 em Minas Gerais, 1 na Paraíba, 2 no Paraná, 2 em
Santa Catarina e 2 em São Paulo. Evidenciou-se que em Santa Catarina
não há, nas Bibliotecas Biomédicas, nenhum bibliotecário formado. O
maior número de bibliotecários formados e auxiliares encontra-se em São
Paulo (ver Quadros 3 e 4).
6. RECURSOS FINANCEIROS
O suporte financeiro para desenvolver os programas cie
de aquisição
revelaram que em 120 bibliotecas que responderam ao questionário, 17
não declararam suas verbas ou interpretaram erroneamente a proposição,
informando a verba total de instituições e não o item 5: Recursos de Biblioteca-verba de instituição e verba de Convênios. Evidenciou-se que a
maior verba éc o da Biblioteca Regional de Medicina, com US$ 320,933, e
em cruzeiros a maior é a do Hospital do Servidor em São Paulo, com
Cr$ 382.370,00, sendo a menor a da Bibhoteca
Biblioteca do Departamento de Zoologia do Instituto de Biologia, da Universidade Federal do Paraná, com
Cr| 508,00 (Quadro 5).
Cr$
7. PESQUISA BIBLIOGRÁFICA
0 conteúdo da informação documentária só pode ser obtido através da pesquisa bibliográfica, que deve ser a atividade fundamental das
bibhotecas das instituições de pesquisa e ensino.
bibliotecas
Para atingir esse ponto culminante como objetivo primordial, a
bibhoteca deve manter:
1 — uma coleção
(xjleção de referência, a mais completa possível, que responda às necessidades dos seus usuários;
-318Digitalizado
gentílmente por:

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�2 — pessoal capacitado na orientação da utilização racional dos
recursos bibliográficos, não só da sua instituição, como também das congêneres nacionais e estrangeiras, através do empréstimo entre bibliotecas;
3 — especialistas em levantamentos bibliográficos e analistas da
informação;
4 — equipamento reprográfico para obtenção de cópias e leitura
de documentos;
5 — cursos curriculares de pesquisas bibliográficas.
Com vista a essa estrutura imprescindível aos e^ecialistas
emecialistas
diosos, analisamos as respostas fornecidas aos itens 6, 7^
7, 9, 10 e
questionários recebidos e reproduzimos os resultados no Quadro n9
cionando as quantidades de recursos por Estado, em comparação
mero de bibliotecas que responderam ao questionário.
8. COMENTÁRIOS E CONCLUSÕES

e estu11 dos
6 menao nú,

Outros itens importantes do questionário que mereciam ser destacados, como, por exemplo, os dados relativos ao empréstimo entre bibliotecas e a disseminação da informação, não foram analisados como os
demais por estarem incompletos.
Por má formulação da pergunta sobre disseminação da informação ou má interpretação de algumas
algiunas bibliotecas, as respostas foram prejudicadas, pois foi confundido disseminação da informação com empréstimo
entre bibliotecas.
Embora não tenha sido possível tabular os dados recebidos sobre
, empréstimo entre bibliotecas, constatamos um maior movimento dentro de
cada Estado, tanto em solicitações como em fornecimento. O destaque dado
ao empréstimo entre bibliotecas com a BIREME evidenciou um fornecimento, por várias bibliotecas, maior que a solicitação feita pelas mesmas
à BIREME.
Para avaliarmos o conjunto das especialidades abrangidas pelas
bibliotecas que responderam ao questionário, apresentamos no quadro 7,
um panorama das instituições distribuídas por especialidade em cada Estado.
Efetuado o diagnóstico dessas bibliotecas Biomédicas — recursos
bibliográficos e humanos, disponibilidades orçamentárias e Serviços de Pesquisa — esperamos que este levantamento sirva de base para uma análise
das cerências, a fim de fixarmos as prioridades que devem merecer toda
atenção e apoio das autoridades governamentais, uma vez que está sendo
implantado o Serviço Nacional de Informação Científica e Técnica.

-319-

Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

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DE BIBLIOTECAS BIOMÉDICAS

Maria Matilde Dias Machado
Instituto de
Ciências Biomédicas da USP
São Pauo, SP

RESUMO
Apresentação do planejamento de um manual, que tem por finalidade servir às bibliotecas biomédicas em fase de organização ou reorganização, oferecendo elementos para definição de instalações físicas, equipamentos e acervo. Ressaltando-se que o objetivo primeiro de uma biblioteca deve ser o atendimento ao usuário, chega-se à conclusão de que a definição do sistema deve estar plenamente de acordo com as necessidades
deste.

-320-

Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

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BIBLIOGRÁFICA SISTEMATIZADA
EM BIBLIOTECAS ESCOLARES
Nyzalmira Cunha Bejes
e Marly Schaffer Dias
Divisão de Extensão
da Biblioteca Pública do Paraná
Curitiba, PR

1.

INTRODUÇÃO

Como é sabido do público em geral, ninguém possui conhecimento inato de pesquisa de qualquer espécie; quando muito, sói acontecer
um raro espírito de investigador que limita suas buscas em determinado
campo de pesquisa — geralmente científico — sem noção sequer de como
organizar a bibliografia.
Atualmente atravessamos uma fase evolutiva em que a Ciência,
a Tecnologia e o progresso sócio-econômico das nações tendem a exigir
mais e mais o desenvolvimento das qualificações de cada indivíduo.
Ora, as épocas da vida mais propícias à fixação do aprendizado
sendo a infância e a juventude, ou seja, a idade escolar, preconizamos a
disseminação de bibliotecas escolares como órgãos vivos e dinamizadores
do estudo, tendo lado a lado o professor e o bibliotecário empolgados numa
luta comum pela orientação eficiente do educando, não só pelos mais recentes métodos pedagógicos nas matérias curriculares, como também, e
acima de tudo, no uso de todos os reciusos
recursos da biblioteca, a fim de habilitar o aluno gradativamente a fazer suas próprias pesquisas bibliográficas com segurança e desenvoltura.
desenvoltma.
2.

CONSIDERAÇÕES GERAIS

Determina a Lei Federal n&lt;?
n? 5.692, de 11-8-71, que fixa diretrizes
e bases para o ensino de 19 e 29 graus, em seu capítulo I, artigo l.°: “O
ensino de 19 e 29 graus, tem por objetivo geral proporcionar ao educando
a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades, como
elemento de auto-realização, qualificação para o trabalho e preparo para
o exercício consciente da cidadania.”
-292-

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�Ora, “proporcionar ao educando a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto-realização”,
implica proporcionar-me
proporcionar-lhe informações e experiências tais que lhe permitam
conhecer-se e conhecer o seu mundo, desenvolvendo o conhecimento de
sua capacidade, ampliando suas possibilidades e favorecendo o aparecimento contínuo e constante das oportunidades, o que evidentemente o conduziría de modo seguro à perfeita “qualificação para o trabalho e preparo
duziria
para o exercício consciente da cidadania.”
Deixa portanto de ser um mero anseio de professores ou de bibliotecários, pretender que os alimos
alunos do 1"?
1*? e 29
2^ graus iniciem uma nova
concepção do mestre, da escola e da biblioteca porque, como ficou acima
transcrito, já é uma lei que o determina, portanto, um dever cívico a ser
cumprido.
Após vários anos de observação e análise dos fatos ligados ao desenvolvimento da cultura no Estado do Paraná, chegamos à conclusão de
que, apesar de estarmos em plena era da propulsão a jato e dos computadores eletrônicos, os sistemas de estudo e a mentalidade
mentaHdade popular a respeito de biblioteca, estão positivamente anacrônicos. Pior que isso: há desenvolvimento constatado nos métodos de ensino, porém o conceito de biblioteca parece ter regredido, e não vai aí nenhuma crítica especial a nada
nem a ninguém em particular. Simplesmente existe, e é o resultado talvez
da falta de uma análise prévia da problemática e de um planejamento sistematizado por parte do bibliotecário
bibUotecário escolar, prevendo as necessidades
intelectuais do educando e oferecendo-lhe os meios natmais de removê-las,
ou seja, a orientação clara para pesquisa bibliográfica individual.
Já dizia com muita propriedade Lasso de la Vega: “a biblioteca
completa a tarefa da escola; esta não seria completamente eficaz sem o
concurso daquela. É
Ê incongruente ensinar a ler a quem pouca ocasião tem
de encontrar o uso do hvro,
livro, e é nos primeiros anos de vida que se deve
ensinar o uso e proclamar a utilidade da biblioteca.
bibhoteca. Há que atrair os meninos aos livros e ensinar-lhes o manejo das bibliotecas, para que aprendam a utilizá-las, a servir-se delas e para que, chegado o tempo em que
sejam homens, continuem freqüentando-as igualmente, e tirem delas os
meios para se tomarem mais úteis, mais inteligentes
intehgentes e melhores.”
Donde se infere, que as bibliotecas escolares é que são inegavelmente as indicadas para atender às solicitações imediatas dos alunos no
que tange à investigação bibliográfica,
bibhográfica, e são elas que, mercê da atuação
indispensável do bibliotecário, vão paulatinamente orientando os jovens
no desenvolvimento da compreensão, na escolha adequada da leitura, auxiliando nos resumos e anotações sobre o assimto
assunto que estiverem investigando e dando-lhes, inclusive, algumas noções técnicas de grande utilidade para, no futuro, quando chegarem aos cursos superiores, estarem
aptos a organizar corretamente seus trabalhos curriculares, teses etc., dentro dos métodos e exigências pedagogicamente mais modernos.
-293-

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gentílmente

�Ao que consta, porém, estas considerações tão efetivamente racionais, ainda são um anseio, um ideal de formação educacional e de progresso para âmbito nacional.
“Entretanto, para se tomar realidade este ideal, é necessário haver colaboração entre professores e a biblioteca, a fim de o bibliotecário
estar a par do método de ensino e o currículo das diversas classes. O professor precisa conhecer o que a biblioteca
bibhoteca possui e dar aos alunos problemas acompanhados de bibliografias. Professor que demonstrar entusiasmo
pela biblioteca, dará vida ao trabalho escolar. Esta colaboração é, por
assim dizer, a pedra fundamental do trabalho da biblioteca
bibhoteca escolar, e o
bibliotecário poderá fazer a sua parte, que é ilimitada e importantíssima.”
É preciso, além disto, que haja conscientização de que a “bibho‘Tjiblioteca não é um simples anexo ou auxiliar” na organização escolar, como
habitualmente está sendo considerada, mas é de fato — ou deverá ser —
mn verdadeiro órgão integrante e propulsor do desenvolvimento das potenciahdades do educando.
tencialidades
Para tanto, é mister que o bibhotecário
bibliotecário escolar ofereça aos alunos, classe após classe, em presença do professor — elemento indispensável, inclusive como mantenedor da ordem e da disciplina — uma orientação clara sobre o livro,
hvro, a bibhoteca
biblioteca e tudo o que nela se contém — ou
deverá conter — e como fazerem uso do material disponível, aproveitando-o ao máximo em favor dos trabalhos escolares e do desenvolvimento
intelectual de cada um.
3.

SUGESTÃO DE TÓPICOS
A SEREM DESENVOLVIDOS

Naturalmente, no início do ano letivo, o bibhotecário
bibliotecário escolar, após
levantamento, saberá qual o número exato de turmas de cada série que
haverá para serem orientadas, o que lhe facultará, com o auxílio
auxího da administração da escola, distribuir conveniente e oportunamente
oportxmamente as horas de
orientação, que podem atingir em média 18 horas anuais.
Considerando a idade do aluno
alimo e seu nível intelectual, seus interesses e suas possibilidades a partir do ponto em que esteja alfabetizado,
pode-se ensinar e reforçar aprendizagem de classe, oferecendo atividades
e informações específicas para a utilização do hvro
livro e da bibhoteca.
biblioteca.
A título de sugestão, foram relacionados, a seguir, tópicos a serem
desenvolvidos pelo
pelo bibhotecário
bibliotecário para orientação dos estudantes, distribuídos nas oito series
séries do 1^ grau, com as dificuldades graduadas.
2^ série do 19 grau:
a) manuseio correto do livro
hvro de leitura
b) noções básicas das partes integrantes do hvro:
livro: capa, folha-derosto, texto
-294-

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gentílmente

�c) cuidado e higiene com o livro
d) utilização dos conhecimentos de seqiiência alfabética
3^ série do 1*? grau:
3^ série do 1*?
1"? grau:
a) exercícios divertidos sobre alfabetação
b) manuseio e uso de dicionário
c) cuidados especiais com o livro: zelar pela conservação, devolvê-lo em dia etc.
d) utilização de técnicas que despertem o interesse pela leitiura,
leitura,
reforçando, inclusive, as aulas de leitura da classe
4? série do 1"?
4^
1^ grau:
a) manuseio de fichários — analogia com a ordem alfabética de
. dicionário
assimto
b) diferença entre fichários de autor, título e assunto
c) aplicação dos conhecimentos de ordem numérica crescente e
decrescente
d) manuseio e uso de enciclopédia
5^ série do 1"?
1*? grau:
a) qual é o número de chamada na ficha e como copiá-lo
chamada, como localizá-lo na estante
b) de posse do número de diamada,
c) utilidade prática do índice
d) como tomar apontamentos e ordená-los
6^ série do 1"?
1^ grau:
a) como fazer resumo do assunto que interessa
b) como interpretar as fichas de autor, título e assimto
assunto
c) quais as fontes a pesquisar para diferentes assimtos
assuntos
d) uso do material complementar de referência (recortes, mapas etc.)
-295-

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m..

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�7^ série do 1*?
19 grau:
a) partes do livro que podem ter interesse especial: orelha, prefácio, data, papel, encadernação etc.
b) a importância de citar a fonte consultada para o trabalho
c) como apresentar a bibliografia
d) como conhecer e utilizar-se de periódicos em geral: jornais,
revistas etc.
8^ série do P grau:
a) como utilizar-se de folhetos em geral e dos turísticos em especial, para estimulo e ilustração de matérias curriculares, tais
como: história, geografia, educação moral e cívica etc.
b) orientar o educando para fazer visitas e consultas a bibliotecas públicas, especializadas, consulados, escolas profissionais
etc., realizando entrevistas
c) o uso de materiais especiais: slides, discos, diafilmes, microfilmes etc.
d) a manipulação e uso de: retrovisor, toca-discos, projetor de
shdes, gravadores, ou seja, os aparelhos de que a escola dispõe.
slides,
4.

CONCLUSÃO

Como resultado imediato desta orientação metodizada, os alimos
em geral:
1. terão maior segurança dentro da biblioteca;
2. estarão cada vez mais aptos para investigar por conta própria
dentro do acervo, a respeito dos tópicos sugeridos pelo professor em classe;
3. terão melhores condições de objetivar sobre os temas ou debates em equipe;
4. garantidamente saberão melhor concatenar as diversas partes
dos trabalhos escolares, de modo a formar um todo conclusivo;
5. em conseqiiência,
conseqüência, seus trabalhos, assim ordenados, serão mais
fáceis e agradáveis para o professor corrigir;
6. desenvolverão melhor seus princípios de higiene, ordem, civismo, disciplina e auto-suficiência.
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�Parece-nos evidente que este acentuar de fatores positivos nos
alunos em geral, produza mn
um clima de maior compreensão e mais tranqüilidade dentro da escola, favorecendo sobremodo o árduo trabalho do
professor, que irá encontrando aos poucos, nos alimos, maior disposição e
capacidade de colaboração para o desemrolar
desenrolar mais agradável e eficiente
das aulas.
Por sua vez, o trabalho de direção também se beneficiará com
esse ambiente de bom entendimento e franca colaboração entre alunos,
professor e bibliotecário, de tal maneira que é lícito esperar da parte do
diretor um apoio cada vez mais seguro
segiuo e firme quanto à continuidade desta
orientação de pesquisa bibliográfica.
Finalmente, esta continuidade da orientação do bibliotecário, redundará na formação de uma geração de jovens mais aptos a servir-se
dc bibliotecas, quer escolares, quer públicas ou especializadas, com a facilidade que hoje lhes faz imensa falta, e com a desenvoltura que em vão
a maioria almeja agora.
Uies dará domínio das biblioPor outro lado, esta desenvoltura lhes
tecas 0 que, além de ampliar ilimitadamente seus conhecimentos em todos
os ramos do saber humano a que se inclinarem, haverá de facilitar
faciUtar sobremodo na escolha da profissão, e afinal num desempenho social e profissional sempre mais atualizado e brilhante.
5,
5.

BIBUOGRAFIA

BRASIL, Leis, decretos etc. Habilitações profissionais no ensino do 2'
2’ grau.
Rio de Janeiro, Expressão e Cultura; Brasília, INL, 1972.
DOUGLAS, Mary Peacock. Manual del
ãel professor bibliotecário. México, Reverté, 1960.
ELLSWORTH, Ralph E. La biblioteca escolar. México, AID, 1971.
FERRAZ, Wanda. A biblioteca. 4. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro, Freitas
Bastos, 1957.
LACERDA, Maurício Caminha de. Biblioteca — escola e oficina. Rio de Janeiro, Serv. de Doc. do MTIC, 1955.
LITTON, Gaston. Manual para el uso de estudiantes de escuela secundaria.
Panamá, Comitê
Comité Pro-Semana dei Libro, 1959.
MOTT, Carolyn &amp; BAISDEN, Leo B. The children’s book on How to use books
and libraries. New York, C. Scribner’s sons, 1961.
OLIVEIRA, Yvone Rocha d’. Importância da biblioteca escolar no Brasil. Belém, 1971. Trabalho apresentado ao VT
VI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, Belo Horizonte, 4 a 10 de julho de 1971.
SILVA, Ruth Ivoty Torres da. A escola primária rural. 2. ed. Porto Alegre,
Globo, 1957.
SOUZA, Ruth Villela Alves de. Biblioteca escolar. Rio de Janeiro, CADES,
1957.
-297Digitalizado
gentílmente por:

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                <text>Como é sabido do público em geral, ninguém possui conhecimento inato de pesquisa de qualquer espécie; quando muito, sói acontecer um raro espírito de investigador que limita suas buscas em determinado campo de pesquisa — geralmente científico — sem noção sequer de como organizar a bibliografia.</text>
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                    <text>PARTICIPAÇÃO DAS BIBLIOTECAS
PARTICIPAÇAO
UNIVERSITÁRIAS E ESCOLAS
DE BIBLIOTECONOMIA
NAS ATIVIDADES DO CRUTAC
PARA EFETIVIDADE DO SERVIÇO NACIONAL
DE BIBLIOTECAS MUNICIPAIS
E MOBRAL

Maria Celeste Firmo Pires
Celeste de Oliveira Azevedo
Maria de Lourdes Diniz Gomes
Biblioteca Central da UFPE
Recife, PE

RESUMO
Oportunidade e importância da participação das Bibliotecas Universitárias e Escolas de Biblioteconomia das atividades do CRUTAC visando à efetividade do Serviço Nacional de Bibliotecas Municipais e do
MOBRAL no que se refere ao seu objetivo 12 e ao mesmo tempo proporcionando treinamento e vivência da realidade social aos estudantes de
Biblioteconomia.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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                <text>Oportunidade e importância da participação das Bibliotecas Universitárias e Escolas de Biblioteconomia das atividades do CRUTAC visando à efetividade do Serviço Nacional de Bibliotecas Municipais e do MOBRAL no que se refere ao seu objetivo 12 e ao mesmo tempo proporcionando treinamento e vivência da realidade social aos estudantes de Biblioteconomia.</text>
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                    <text>o SISTEMA DE BIBLIOTECAS ESCOLARES
DA FUNDAÇAO
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DO DF:
UM PLANO PROPOSTO

Ináãa Rodrigues dos Santos Cunha
Inácia
Fundação Educacional do Distrito Federal
Brasília, DF

APRESENTAÇÃO
Em junho de 1972 fomos convidados pela Fundação Educacional do Distrito Federal a elaborar um plano de atuação de serviços biblioteconômicos em escolas da rede oficial do DF.
Apresentamos aqui somente a organização geral desse plano, sem
nos determos a pormenores. O presente trabaÜio
trabalho constitui, pois, um resumo do plano original, onde são abordadas, inclusive, formas de desensiuno
volvimento de determinadas atividades.
O objetivo da ação bibhotecária
bibliotecária aqui defendida é iniciar um
atendimento biblioteconômico, e ao mesmo tempo pedagógico, junto a
alunos dos diversos graus de ensino, no DF, seguindo a filosofia da lei 5.692
que trata da reforma do ensino.
Esperamos contribuir, de alguma forma, com os colegas de profissão, da área educacional, ao sugerirmos a implantação desse plano.
Nossos especiais agradecimentos à Seção de Orientação às Bibliotecas Especiais da Fundação Educacional, na pessoa de sua chefe Maria
Luzia da Costa Silva, pelo grande apoio que nos concedeu em todas as
fases deste trabalho.
INTRODUÇÃO
Trata o Sistema de Bibliotecas Escolares da Fundação Educacional do Distrito Federal da organização e orientação às bibliotecas de estabelecimentos de ensino da rede oficial.
Se a pedagogia atual prega um ensino interdisciphnar, onde o
professor atua como um orientador e apresentador de problemas, para os
quais o próprio aluno é quem achará soluções, então temos de convir que
biblioteca será a fonte procurada para fornecimento de tais soluções.
a bibhoteca
-278-

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12

13

�o bibliotecário para agir neste ambiente deverá, por sua vez, estar
integrado com a filosofia interdisciplinar do ensino. Por isso, as primeiras
qualidades que deverá possuir, são o dinamismo (para fazer com que a
biblioteca realmente seja atuante) e uma formação pedagógica (para saber em que campo está atuando). Sem isto o bibuotec^o
bibliotecário educacional
não terá condições de êxito.
A ação bibliotecária escolar que pretendemos implantar no DF
visa, principalmente, à iniciação do educando ao hábito d^a
da leitiura
leitura e da
pesquisa — em grupo ou individualmente — de forma porém que a biblioteca participe de sua formação global.
As unidades que vierem a compor o sistema deverão seguir alguns
pontos básicos, quais sejam;
sejam:
— seguir os princípios estabelecidos pela política educacional nacional ou regional;
— objetivar o desenvolvimento cultural e social do usuário;
— manter-se em conexão com as normas e princípios administrativos ou pedagógicos do estabelecimento em que se inserirem.
É neste contexto que atuará o sistema. De cada uma de suas unidades dependerá o futuro intelectual dos educandos de hoje, pois é na biblioteca escolar que se encontram os instrumentos que abrem caminhos e
bhoteca
maior visão da vida intelectual do amanhã.
O SISTEMA DE BIBLIOTECAS
ESCOLARES DA SEC/FEDF
1.

FILOSOFIA

Os organismos responsáveis pela implantação dos serviços de bibhotecas escolares deverão estar em conexão com todas as escolas a fim
bliotecas
de alcançar o entrosamento necessário com seus Diretores e Professores
visando a despertá-los e mostrar-lhes a real utilidade da biblioteca no meio
escolar.
Como foi dito na introdução, toda e qualquer atividade desenvolvida no sistema geral deverá atender à filosofia educacional atual onde
a escola não se hmita
limita a cumprir programas e planos de ensino, mas proporciona ao educando a formação de seu caráter, de seu gosto, de sua
capacidade de criação, de seu ajuizamento e sentimento crítico da hora
em que vive.
cm
Ê assim que será a atuação do sistema. Também a bibhoteca
É
biblioteca escolar terá como meta a educação do alimo.
aluno. Educação tanto no âmbito da
leitura, como também servindo de complemento à formação dos hábitos
a que a escola se propõe: modificar o comportamento
comportairiento do indivíduo envolvendo-o globalmente. Assim, a biblioteca
yolvendo-o
bibhoteca atuará tanto na esfera inte-279:-279Digitalizado
gentílmente por:

�lectual do aluno como
c»mo na social. Terá de contribuir no entrosamento do
educando na sociedade, orientando-o de forma sadia e trazendo-lhe informações sobre esta sociedade; fornecendo oportunidade de aproximação
entre os vários alunos
alimos da escola assim como promovendo atividades que
envolvam a sua cooperação mútua.
2.

AUDIOVISUAL

Devido à estrutura vigente na Fimdação Educacional, será instrumento básico de nossas atividades escolares, o livro. Isto porque, existindo um serviço de materiais audiovisuais tanto na administração central
da FEDF como na maioria das escolas, uma série de atividades que nos
proporíamos a executar, e que compõem o serviço da biblioteca moderna,
lerão que ser desvinculados deste plano. Assim, as bibliotecas escolares
trabalharão principalmente com o hvro, promovendo-o e divulgando-o de
forma complementar a escola no desenvolvimento de pesquisas.
É certo que a escola passa por uma mudança e de repente começou a repudiar o hvro
livro em favor dos meios audiovisuais. Com o conceito
da experiência visível e palpável, recriminou-se o ensino hvresco
livresco pretendendo-se, em oposição, uma série de medidas salvadoras que assegmassem
assegurassem
a eficiência da escola. Deste ambiente renovador surgiu a idéia errônea
de que o livro
hvro havia envelhecido.
A contribuição das técnicas avançadas da educação não basta por
hvro prossegue no seu lugar
si só (e por isto foi dito “a contribuição”). O livro
enriquecido por tais técnicas, colocando-se como elemento indispensável
na fixação do ensino. Assim, poderiamos afirmar que, enquanto uma aula
dada pela Tv, embora use grandes recursos didáticos, em pouco tempo se
perderá no ar, caso não haja material para fixação em disponibihdade
disponibilidade para
uso do aluno.
alimo. O livro
hvro proporcionará a “meditação, o raciocínio, a análise,
analise,
o texto que fica e que volta, a fonte de consulta, o espírito que nos persegue, que dialoga conosco quantas vezes se faça necessário insistir no
exame da tese. A mensagem audiovisual — com toda a sua roupagem de
imagens e sons, esgota-se no derradeiro minuto: ressoará um pouco em
cada um
lun de nós em reflexões posteriores, destituídas de confronto ou documentação, como resíduos apenas de impressões. Na leitura, caminhamos,
ciunentação,
quase sem sentir, da palavra para a sentença; de sentença para o período
— e chegamos ao domínio definitivo do texto” (Celso Kelly).
Daí concluirmos que toda atividade com as técnicas avançadas,
no âmbito da educação, se baseiam e se complementam pelos livros. Por
isso mesmo o educando não poderá prescindir dele. Eis a razão de o hvro
livro
constituir o material básico de nosso trabalho junto às bibliotecas
bibhotecas escolares.
3.

ESTRUTURA

Dentre as instituições que comporão o Sistema de Bibliotecas
Bibhotecas Escolares do DF há as que possuem caráter administrativo (coordenação,
planejamento, controle etc.) e as de caráter executivo, assim se distribuindo:
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11

12

1

�3.1
3.1.1

Instituições administrativas
Divisão de Bibliotecas Escolares

Órgão responsável pela implantação e administração do serviço,
em conjunção com todo o complexo bibliotecário-escolar do Distrito Federal.
A ela caberá:
— presidir a criação, o desenvolvimento e a coordenação de todas
as bibliotecas de ensino, em todos os níveis, nos vários estabelecimentos escolares seguindo prioridades que julgar convenientes;
— preparar e controlar a aplicação de normas relativas às bibliotecas de sua área;
— planificar o funcionamento
fxmcionamento e instalações de tais bibliotecas;
— fornecer orientação técnica fundamental, tal como organização
de bibliografias, normalização de catálogos etc. às bibliotecas
escolares, e demais xmidades do sistema;
— apoiar e fomentar o desenvolvimento de tima
uma consciência bibliotecária entre os professores, alunos
alimos e demais componentes
das diversas comunidades escolares;
— padronizar o mobiliário das unidades do sistema;
— velar pela formação do pessoal lotado em tais unidades;
— fomentar o empréstimo interbibliotecário em Brasília e no Brasil no que competir à área
■área educacionaL
educacional.
3.1.2 Seção de Bibliotecas Escolares do Ensino de 1*? Grau
Órgão responsável diretamente pela orientação e andamento dos
trabalhos das bibliotecas de escolas de 19 grau.
3.1.3 Seção de Bibliotecas Escolares do Ensino de 2^
29 e 3R
39 Graus
Responsável pelo andamento e orientação a todas as bibliotecas
de escolas de 29
2*? e 39
3*? graus.
Constarão como funções destas duas seções:
— coordenar o desenvolvimento e implantação dos planos referentes às bibliotecas escolares, nos três níveis de ensino;
— orientar tecnicamente os bibliotecários executores das atividades, tanto os lotados nas escolas como os das unidades centrais do sistema (as instituições de caráter administrativo);
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gentílmente por:

�— realizar reuniões periódicas, com bibliotecários e demais funcionários, a fim de debater problemas de interesse do sistema;
— divulgar o serviço realizado pelas unidades executoras.
3.1.4 Seção de Documentação
Órgão responsável pela organização da documentação central, na
Fundação Educacional, assim como pelo controle de todo o intercâmbio
a ser organizado no sistema, envolvendo todas as suas unidades.
3.2 Instituições executoras
3.2.1

Setor de Bibliotecas de Extensão

Inicialmente será composto somente pela Biblioteca Ambulante.
À medida que se fizer necessário, serão criados novos serviços.
A Biblioteca Ambulante, já em funcionamento, visa ao atendimento da literatura infantil, através de caixas-estantes, principalmente nas
escolas de regiões menos favorecidas financeiramente.
Este setor deverá ainda manter contato com o INL no sentido
de se entrosar com o atendimento que este vem fazendo às escolas com
a instalação das chamadas “salas de leitura”. Deverão trabalhar em conjunto a fim de que sejam evitados atendimentos a estabelecimentos de
condições financeiras superiores a outros, que igualmente teriam direito
a utilizar daquele serviço.
3.2.2 Setor de Documentação
Serviço a ser criado com o objetivo de reunir a documentação
de interesse direto da administração central. Procurará
Procmará atender às direFEDE. Deverá funcionar ainda como
torias, divisões e demais órgãos da FEDF.
depósito de todas as publicações da Fundação.
A ele caberá:
— manter contato com a administração central a fim de localizar
suas necessidades no âmbito da documentação;
— cooperar em levantamentos bibliográficos de assuntos solicitados pelos órgãos da administração
admmistração central;
— assessorar os pesquisadores fornecendo orientação bibliográfica e sugerindo material adequado;
— organizar e administrar o acervo publicado pela Fundação
Educacional.
3.2.3 Setor de Intercâmbio
Serviço a ser criado especificamente para controlar e incentivar
o intercâmbio a ser realizado entre as unidades do sistema; ou entre uma
(ou várias) destas e outras instituições estranhas ao sistema.
-282-

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gentílmente por:

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12

13

�3.2.4 Bibliotecas Escolares
Constituem os órgãos básicos para a implantação do sistema. Terão por objetivo o atendimento a toda a comunidade escolar, dentro dos
padrões técnicos exigidos. Para que isto ocorra, serão necessários três elementos: o bibliotecário,
bibliotectóo, os materiais bibliográficos e de equipamentos, e
o local onde se instale a biblioteca.
Cada biblioteca escolar deverá ter um planejamento específico a
fim de que se realize um trabalho racional.
3.2.4.1 Planejamento
Era nossa intenção apresentar neste trabalho um planejamento
biblioteca que se aphcasse
aplicasse a todas as unidades escolares commodelo de bibhoteca
ponentes do sistema. Devido, porém, à inexistência de sala disponível em
algxms estabelecimentos, diversidade de área da sala etc., tivemos que
optar por um
lun plano “in locvun”
lociun” que realmente se adaptasse aos interesses
e disponibilidades financeiras dos colégios.
Este trabalho só será necessário para as escolas já estabelecidas
e que não possuam as suas plantas, salas específicas para biblioteca, pois
para os Centros Integrados e escolas que possuam sala específicas foi reita
uma sugestão no plano original (impossível apresentar neste trabalho devido à exigüidade de espaço).
plaDe antemão podemos esclarecer para pessoas que venham a pia-,
nejar tais serviços, que bibhotecas
bibliotecas que venham a compor o sistema deverão se enquadrar dentro dos seguintes pontos:
a — pessoal — qualificação necessária e em número suficiente;
b — coleção — material bibhográfico
bibliográfico deverá ser criteriosamente
selecionado (naturalmente
(natmralmente pelo pessoal central) e em quantidade suficiente para atendimento de necessidades de alunos e professores;
c — equipamento — material permanente de boa qualidade
quaHdade e fimfuncionalidade;
cionahdade;
d — instalações — área disponível para: instalação do acervo, traleitiura.
balhos internos e leitmn.
O planejador deverá ainda ter em conta:
— a bibhoteca
biblioteca deverá se situar, de preferência, no centro do prédio;
— procurar
procvuar conseguir a melhor sala do estabelecimento para a biblioteca;
bhoteca;
— aproveitar ao máximo os recursos da escola e da comxmidade;
— despesas necessárias à implantação do plano deverão ser tabeladas na fonte e enviadas à Divisão de Bibliotecas
Bibhotecas Escolares.
-283Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

�3.2.4.2

Proporção aluno/acervo/funcionários

As bibliotecas terão seu pessoal coordenado por equipes centrais
(que serão lotadas na DBE). Conforme o número de alimo
aluno existente na
escola, porém, será necessário um.
um bibliotecário aí lotado, para que sejam
conseguidos os fins a que a biblioteca escolar se propõe.
Mary Peacock em seu livro Manual para o professor bibliotecário
apresenta uma tabela de proporção entre o número de alimos,
alunos, acervo e
funcionários, que achamos por bem utilizar, mas adaptada à nossa realidade.
Assim, teríamos:
a) Mary Peacock

Inscrição

Bibliotecários
formados

200
500
1000
2000
3000
5000

1
1
2
4
6
10

Cap. mínima
sala
leit

N*? salas
de leit.

20
lug.
201ug.
751ug.
100 lug.
200 lug
300 lug.
500 lug.

Bibliot.
Biblíot.
Auxiliares
1
1
1
2
3
5

N&lt;? mínimo
obras
1700
3500
5000
6000
7000
8000

1
1
1
2
3
5

b) adaptação para nossas bibliotecas escolares

-284Digitalizado
gentílmente por:

Capacidade
p/leitor
2,3 m*

N9
N"? mínimo
de voliun.
volum.
2000
5000
7000
10000
12000
15000

�Bibliotecários
respons.

Inscrição

200
500
1000
2000
3000
5000

N'? mín.
obras

N*? mínimo
de volumes

1
1
1
1
1
1

Cap. mín.
Gap.
sala leit.

N'? salas
N*?
de leitura

201ug.
251ug.
301ug.
501ug.
OOlug.
60 lug.
5.

Bibliot.

Gap. p/
Cap.
leitor
l,5m*
l,5m®

1000
1500
3000
3500
4500
5500

1
1
1
1
1
1

1500
2000
3500
4500
5500
7000

ORGANIZAÇÃO

Ao se realizar as atividades do Sistema de Bibliotecas serão envolvidos três elementos distintos;
distintos: material, pessoal e instalações.
5.1

Material
Como foi dito em itens anteriores, trabalharemos com um maGomo
terial básico, o livro. Incluiremos, porém, algims
alguns outros materiais, que
no total assim classificaríamos:
a — documentos impressos — manuais gerais, obras de referência, periódicos, livros de leitura etc.;
b — documentos gráficos — cartas geográficas, plantas de cidade etc.;
c — documentos de projeção — transparências e microtextos.
Portanto, encontraremos em cada unidade do sistema os seguintes serviços: organização do acervo geral, coleção de periódicos, arquivos
de transparências e microtextos, arquivos verticais de recortes de jornais
e revistas, coleção de trabalhos de relevância efetuados pelos alimos.
alunos.
5.2 Pessoal
5.2.1 Gategorias
Categorias
A implantação do plano exigirá a cooperação dos seguintes profissionais:
-285Digitalizado
gentílmente por:

�a — Bibliotecário — deverá ter uma formação não só técnica como
também pedagógica. Será exigido como condição “sine qua non” um conhecimento geral da educação no DF. Para se promover este conhecimento poderá a Divisão de Bibliotecas Escolares formar convênios e acordos
com o Departamento de Biblioteconomia da UnB, no sentido de serem
feitas conferências sobre o assunto para os estudantes de Biblioteconomia.
O bibliotecário será necessário em todas as unidades (administrativas ou
executoras) do sistema;
b — Auxiliar de Biblioteca — de preferência poderão ser professores requisitados de estabelecimentos de ensino e que estejam interessados na carreira de biblioteconomia. Periodicamente deverão ser dados
cursos de aperfeiçoamento que envolvam as atividades deste profissional;
,cc — Estagiário de Biblioteconomia
Bibhoteconomia — auxiliar o bibliotecário em
suas tarefas típicas. Deverão ter conhecimento de línguas estrangeiras e
estar cursando pelo menos o primeiro semestre de catalogação e classificação;
d — Datilógrafos;
e — Servente — exercerá tarefas de limpeza e conservação do
e.
patrimônio do sistema, além de outras tarefas típicas (serviço de café,
lanche etc.).
5.2.2 Funções
O quadro do Anexo I apresenta as funções de cada tipo de profissional, assim como onde serão executadas. Todos os funcionários deverão
visar o mesmo objetivo e se considerar úteis ao bom andamento dos serviços.
5.2.3 Admissão
Apresentamos duas soluções para este problema:
a — reclassificação
reelassificação de professores existentes na rede de ensino e
que possuam qualificações exigidas para o cargo a que se candidatar;
b — concm^o
concurso público.
Dentre as duas alternativas apontamos como sugestão a primeira,
pois obteríamos as seguintes vantagens: maior rapidez na obtenção do
pessoal; economia de despesa de concurso; economia salarial (os funcionários seriam reclassificados; havendo pois um aumento no salário original e não luna
mna nova despesa integral); obtenção de pessoas já familiarizadas com o sistema educacional de Brasília.
5.2.4 Distribuição
Para preencher o quadro de bibliotecário existente na FEDF serão
lão necessários 30 pessoas. Desse total 8 pertencerão aos cargos de chefias dos diversos órgãos do Centro de Biblioteeas.
Bibliotecas. Restarão portanto 22
elementos para a execução das tarefas.
-286Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

JlÇS’
11

12

13

�Considerando o total de escolas a ser atendidas (256) conclui-se
que este número é extremamente insuficiente. Mas, decidimos que no início dos trabalhos nos restringiremos aos 20 Centros de Ensino Integrado
do DF — o que representa uma
tuna solução conciliatória com as limitaçdes
limitaç5es
financeiras da FEDF. Assim, para realizarmos um atendimento razoável,
formaremos equipes centrais que terão exercício temporário nos vários
colégios ou centros.
Optamos pela formação de 6 equipes, ficando cada três subordinadas a tuna
uma das seções de bibliotecas escolares (inicialmente a seção de
documentação não funcionará; seu problema de pessoal será resolvido na
época em que se iniciarem seus trabalhos). Assim, 11 bibliotecários serão
lotados na seção de l.° grau, num total de três equipes; e a de 2‘?/3‘?
29/3*? graus
com outros 11 bibliotecários.
bibhotecários. Cada equipe, de cada seção, funcionará num
dos períodos do dia, pela manhã, tarde ou noite, naturalmente.
5.2.5 Considerações finais
O chefe da Divisão de Bibliotecas Escolares deverá lutar para
conseguir ampliar o quadro de bibliotecário na FEDF, a partir de janeiro
de 1974. Só assim poderá implantar uma política de pessoal de forma a
atender melhor ao sistema. Sugerimos, por exexmplo, que em todas as
escolas que atendam a séries acima da 5^ de 1*?
19 grau deverá ser lotado tun
um
bibhotecário formado. Mesmo com a assistência técnica da equipe cenbibliotecário
tral este profissional aí se fará necessário devido ao nível do atendimento
que deverá exercer, pois as pesquisas hoje exigidas clamam pela presença
c^ue
de lun
um orientador presente. Nas escolas que atendam tão-somente as séries
anteriores à 5^, o atendimento poderá ser feito, inicialmente, por um professor primário, que possua o ciurso
curso de auxiliar de biblioteca, assistido e
orientado pela equipe central. Decorrido um
mn certo tempo, a Divisão de
Biblioteca Escolar decidirá, através de uma avaliação, sobre a necessidade
ou não de se lotar um bibliotecário formado nessas escolas.
5.3 Instalações
A área da biblioteca de cada estabelecimento escolar deverá atender a três elementos distintos: instalação da sala de leitura, instalação do
acervo e sala de trabalho. Para isso deverá medir, no mínimo, 42m^. No
nosso caso a biblioteca deverá comportar entre 3% e 6% do total de matrículas do estabelecimento (Mary Peacock cita 10%).
A separação das áreas poderá ser feita por estantes baixas ou balcões atendendo a duas finalidades: separar esteticamente os ambientes e
servir de depósito para material de uso interno.
O ambiente geral deverá ser agradável e acolhedor.
Quanto aos modelos de móveis e equipamentos deverão ser defi(Quanto
nidos na época
epoca do planejamento local de cada biblioteca, pois, devido à
variação da faixa etária nos vários estabelecimentos, as opções naturalmente variarão.
-287Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

�6.
6.1

SERVIÇOS
Técnicos

Serão realizados de forma centralizada visando a rima
uma economia
operacional, de equipamento e de pessoal; e, ainda, nm
um controle mais efiunidades envolvendo o sistema.
ciente de tudo que se relacione às várias imidades
Neste grupo de atividades teríamos: seleção, aquisição, catalogação, classificação e organização dos arquivos verticais.
6.2 Atendimento
Serviços de referência e empréstimo.
6.3 Coordenação administrativa
Organização e controle das estatísticas e relatórios.
6.4 Divulgação
Exposições bibliográficas, listas bibliográficas, boletins informativos, relações públicas (através da imprensa falada e escrita), concursos etc.
7.

CRONOGRAMA DOS TRABALHOS

— ago.lout.
agojout. 1973 — equipamento das salas destinadas à instalação da biblioteca, nos 20 Centros Integrados já em funcionamento. Este
equipamento faz parte das metas da FEDF para 1972/73.
— out.jdez.
out./dez. 1973 — contratação de pessoal (22 bibliotecários);
— contatos

com

diretores

dos

Centros

de

E. Integrado;
— início
inicio da aquisição do acervo básico de cada
Centro Integrado;
— início do depósito das publicações oficiais
da FEDF, na Seção de Documentação.
— dez./jun.
dez.Ijun. 1974 — preparo técnico das coleções dos Centros
Integrados.
— jun./ago.
jun.lago. 1974 — planejamento
de 29
2*? grau;

de

bibliotecas

— levantamento da bibliografia
para formação do acervo do setor de documentação.

de

escolas

educacional

ago.ldez. 1974 — equipameento de bibliotecas de escolas de
— agojdez.
fÇ e 29 graus, que não constem de itens anteriores;
19
— montagem de plano de aquisição básica para
estas bibliotecas;
-288Digitalizado
gentílmente por:

11

12

13

�r

— procedimento da aquisição, após determinar
prioridades necessárias.
8.

CONCLUSÃO

Iniciando as atividades biblioteconômicas nos estabelecimentos
escolares do DF, atendendo aos objetivos da pedagogia atual e fazendo
com que a biblioteca seja realmente um organismo vivo no corpo escolar,
estaremos aptos a obter três resultados:
resultados;
a — melhora do nível de pesquisa nos estabelecimentos de ensino;
b — aumento do campo de ação do bibliotecário no DF;
c — alcance da verdadeira finalidade da biblioteca moderna: colaborar no aperfeiçoamento cultural da comunidade em que se instala.
9.

BIBLIOGRAFIA

BOURGEOIS, Jean-Marc. Le service des bibliothèques
bibUothèques scolaires doit tailler sa
Bibliothéplace sous le soleil. Bulletin de VAssociation Canadienne de Biblvothécaires de Langue Française, Montréal, 99(4):
(4): 151-4, Déc. 1965.
KELLY, Celso. O livro e o ensino. Cadernos de jornalismo e editoração, São
Paulo (7):
(7):31-3,
31-3, mar. 1972.
NISKIER, Arnaldo. A nova escola; reforma do ensino de V e 2* graus. 3. ed.
Rio de Janeiro, Bruguera, 1971. 190 p.
TREMBLAY, Alphonse. La bibliothèque scolaire face à la nouvelle pédagogie.
Bulletin de VAssociation Canadienne de Bibliothécaires de Langue Française, Montréal, 18(1): 25-8, Mar. 1972.
DOUGLAS, Mary Peacock. Manual dei
del profesor bibliotecário, México, Reverté,
1960, 189 p.
ANEXO I
PESSOAL COMPONENTE DO SBE

—
—
—
—

—

funções profissionais
—
administrativas
Orientar os objetivos pedagógicos das bibliotecas (1)
—
(2)
prover cada escola de um
—
serviço fimcional
fimdonal (1)
supervisionar o pessoal e
—
preparar as normas de trabalho (1)
—
preparar o programa pedagógico das bibliotecas (1)
(2):
a — iniciação dos alunos
b — orientação leitores
c — pesquisa e referência
planejar locais e equipamentos das bibliotecas (1)
(2)

estabelecer um regulamento para as unidades do sistema (1)(2)
D) (2)
organizar a publicidade e
relações públicas (1) (2)
relaçMs
organizar o serviço de empréstimo (1) (2)
apresentar relatórios e estatísticas (1) (2)
cooperar com:
a — diretor da escola (1)
(2)
b — bibliotecas públicas e
outras escolares (1)
(2)
c — alunos, pais e mestres
(2)
d — Divisão de Biblioteca
Escolar (2)

-289Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

11

12

13

�— manter disciplina (2)
— conhecer o programa da
instituição no sentido de
servir e requerer a colaboração do pessoal docente na
escolha de bibliografias (1)
(2)
— ajudar os professores resumindo obras de seu interesse e que exista na biblioteca (2)
auxiliares
— datilografar:
a) correspondência (1) (3);
b) bibliografias, listas (1)
(3); c) ordens (1); d) reclamções (1); e) formulários e relatórios (1); p
Ü
avisos de atraso (3); g) fichas de catálogo (1)
— controlar a circulação de
livros e revistas (2) (3)
— classificar: pinturas, fotos
e gravuras, periódicos (2)
— verificar as ordens (1)
— inventariar os livros e material audiovisual (3)
— registrar estatística (3)
— registrar aquisições (1) (2)
— controlar entrada (3)
— controlar saída bib. (3)
— organizar o arquivo (catálogo) das editoras (1)
mecânicas
— colocar os livros nas estantes e verificar a ordem de
classificação (3)
— etiquetar livros (3)
— colocar e consertar livros
primariamente (3)
— preparar livros para empréstimo (3)
— registrar livros e revistas
(3)
— conservar capas dos livros
(3)
— ordenar a biblioteca (3)
— cuidar e etiquetar o material audiovisual (3)
— operar os aparelhos mecânicos e audiovisuais (3)

— manter em dia o catálogo
coletivo (1) (2)
— fazer o cadastro de todas as
vinidades do sistema (1)
unidades
técnicas
— avaliar, escolher e adquirir: livros, periódicos, brochuras, objetos variados
(1)(2)
— classificar o material (1)
(2)
— catalogá-lo (1) (2)
— preparar os índices (repertórios) (2) (3)
— etiquetar e fichar o material (2)(3)
(2) (3)
— organizar livros nas estantes (3)
— alfabetar as fichas (3)
— rever e reparar o trabalho
executado (2)
— controlar o uso e funcionamento de material audiovisual (1)
(1)(2)(3)
(2) (3)
— assessorar o serviço de empréstimo (3)
— organizar o catálogo coletivo (1) (2) (3)
— preparar o arquivo vertical
da escola (2)
pedagógicas
— iniciar os alunos no uso da
biblioteca
— orientar os leitores na exploração das fontes (2)
— organizar os trabalhos de
pesquisa e referência (2)
— levantar bibliografia (2)
— organizar exposições de livros (2) (3)
— dirigir clubes e comitês de
leitura (2)
— assistir às reuniões do pessoal da escola e a congressos profissionais (1) (2)
— participar dos comitês sobre programa escolar (1)
(2)
— familiarizar-se com a documentação colocada para
o aluno (1) (2)
Legenda:

(1) — funções atribuídas à DBE
(2) — atribuídas aos bibliotecários das unidades executoras
(3) — atribuídas aos auxiliares
-290-

Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

m..

3

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12

13

�</text>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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                <text> Rede de Bibliotecas</text>
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                <text>Plano de instalação de serviços biblioteconômicos em escolas do DF: filosofia e estrutura geral; organização, coordenação e cronograma das atividades a serem executadas até dez. de 1974.</text>
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                    <text>PROJETO DE INSTALAÇÃO
DA BIBLIOTECA “ANISIO
“ANÍSIO TEIXEIRA”,
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

Lindaura Alban Corujeira
Faculdade de Educação da UFBa
Salvador, BA

1. INTRODUÇÃO
A Universidade tem sido a principal conservadora dos conhecimentos e das idéias acumuladas pelo homem
nomem em sua luta pela conquista
do mundo físico, para relacionar-se com os seus semelhantes e para desenvolver suas faculdades intelectuais e espirituais. Todavia, a Universidade não é uma simples conservadora do passado. O ensino é uma das
suas mais importantes missões. Por meio dele as idéias se vivificam e se
aplicam à educação dos jovens, que serão amanhã os líderes da sociedade
e os trabalhadores no campo da investigação. Através dessa investigação,
dá-se ao estudante a oportunidade de trabalhar por conta própria e os
laboratórios e Bibliotecas se convertem em auxiliares indispensáveis.
Sendo a Biblioteca um dos meios de obtenção dos objetivos da
Universidade, qualquer estudo de organização, administração e funções
de uma Bibboteca
Biblioteca Universitária deve estar relacionada com a instituição
cujos objetivos propõe melhorar. A Bibboteca
Biblioteca bem organizada encaminha
suas atividades para o êxito dessas funções. Ao acumular e organizar hbbiblioteca univervros, revistas, filmes e microfilmes, diapositivos etc., a bibboteca
sitária serve de apoio incalculável à conservação do saber e do pensamento, e de força ativa no ensino, investigação e planos de extensão universitária. Apoiando as finabdades
finalidades do ensino superior, pode a bibboteca,
bibhoteca,
com grande eficiência:
a)
b)
c)

cooperar com os programas escolares;
orientar professores e alunos no uso do material bibbográfico;
bibliográfico;
colaborar na seleção e emprego dos materiais aplicados aos
programas de ensino;
d) orientar professores e alunos
alimos na utilização das instituições de
pesquisas e fontes de informação do País e estrangeiro;
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t
e) participar com diretores e professores na elaboração de programas que visem ao constante aperfeiçoamento profissional
e cultural dos estudantes.

2. BIBLIOTECA “ANÍSIO TEIXEIRA”
2’.
DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - UFBa
2.1 Histórico
A Faculdade de Educação, originária do Departamento de Pedagogia da antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, foi criada
pelo Decreto n^ 62.241, de 8-2-1968, com as finalidades:
a) ministrar o ensino das disciplinas dos cursos de graduação na
área de sua competência;
b) ministrar o ensino das disciplinas dos cursos
cmrsos de pós-graduação;
c) promover a realização, além de outros exigidos pelo desenvolvimento da cultura e necessidades da região, dos seguintes
cursos: especialização, aperfeiçoamento e atualização e extenciusos:
são .
são.
Em decorrência da criação da Faculdade, começou a funcionar
a Biblioteca, com o objetivo de atender às necessidades bibliográficas dos
cursos daquela. Desde sua instalação a Biblioteca tem encontrado uma
série de dificuldades; dentre elas, insuficiência de verbas e pessoal.
2.1.1 Nome da Biblioteca
A Biblioteca da Faculdade de Educação recebeu o nome do ilustre educador Anísio Teixeira, conforme Parecer do Conselho Universitário, que transcrevemos a seguir:
“PARECER
Ninguém entre nós, na Bahia ou mesmo em todo o Brasil, teria
a mais leve hesitação em considerar pertinente e justa semelhante homenagem. Anísio Teixeira foi um dos altos momentos da inteligência, da
cultura e da dignidade nacionais. Sua vida, tão lamentavelmente encerrada, foi um exemplo de dedicação persistente a uma causa: a causa da
educação. Na cátedra, no livro, na ação administrativa, nesta sua terra,
no Rio ou ainda em ambiente internacional, Anísio Teixeira, filósofo e
humanista, foi sempre e acima de tudo educador. Nada mais razoável,
pois, do que este gesto da Faculdade de Educação, consagrando ao seu
culto o templo que seguramente mais venera uma biblioteca.
bibhoteca. Será uma
homenagem ao Mestre, no reconhecimento do muito que ele fez e um
convite aos alunos para que na trilha de seu exemplo encontrem o caminho do trabalho dignificador e produtivo.
É o nosso PARECER.
Salvador, Sala do Conselho Universitário,
25 de novembro de 1971.
(a) Hélio Simões — Relator”
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�2.2 Situação atual
A Biblioteca da Faculdade de Educação é um órgão subordinado
diretamente à Diretoria da Faculdade. O espaço de que dispõe é insignificante,
nificante, desde quando está compartilhado com a Biblioteca do Instituto
de Letras da mesma Universidade. Localizada na ala nova do prédio
da Faculdade, compreende:
a) um salão de leitma comum às duas Bibliotecas (172m‘^);
(172m‘‘*);
b) um depósito comum às duas Bibliotecas. Nesse depósito funciona o serviço de empréstimo e o processamento técnico e
administrativo das duas Bibliotecas (172m^).
Esta situação tem impedido o bom fimcionamento da Biblioteca,
que não pode acompanhar o desenvolvimento da Faculdade e atender
integralmente a seus objetivos.
2.2.1 Acervo
O acervo da Biblioteca constitui-se de livros e folhetos, apostilas e periódicos, cuja expansão tem sido prejudicada pela insuficiência
de verbas.
2.3 Plano de instalação da nova Biblioteca
Com o objetivo de integrar-se na importante missão da Universidade, a Faculdade de Educação lutou e conseguiu a construção de um
prédio próprio, e, no próximo ano, será transferida para o Campus Canela,
ronseqüentemente, sua Biblioteca.
2.3.1 Área destinada à Biblioteca
A Biblioteca da Faculdade de Educação não terá prédio isolado,
mas será localizada no prédio da Faculdade, ocupando o terceiro e último
andar. Niuna
Numa área de 280
280m,^
m,^ serão distribuídos os setores da Biblioteca,
encarregados da execução dos serviços previstos no planejamento dessa
Biblioteca.
2.3.1.1 Planta
A planta da Biblioteca que já se encontrava projetada pelo arquiteto responsável pela construção do prédio da Faculdade, nos foi fornecida para servir de base ao plano de distribuição de serviços. Tivemos,
posteriormente, a oportunidade de conversar com o arquiteto, Sra. Sofia
Bautista, apresentando algumas modificações que foram apreciadas e aceitas. Em i^nexo
Anexo I a planta da Biblioteca.
2.3.1.2 Fatores ambientais
Foram anahsados e avahados
avaHados todos os fatores que influem diretamente no desenvolvimento das atividades do bibliotecário e no bom
nível de atendimento ao leitor. Do exame da planta decidiu-se determinar;
determinar:
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�a) espaço
— área para depósito de livros (61m^);
— área para leitura individual, referência e estudo em grupo
(166m2);
— área para chefia da Biblioteca (lOm^);
— área para processamento técnico ée preparo do livro (23m^).
b) Iluminação
A iluminação deverá ser uniforme em todas as áreas de modo
que as estantes e mesas possam ser dispostas em qualquer
posição. Cada peça de iluminação deverá iwssuir
possuir uma intensidade mínima de 500 luz sobre as mesas de trabalho.
c) Acústica
O ruído deverá ser reduzido ao mínimo, em especial nas
áreas de trabalho onde se utilizam máquinas de escrever. O
Eiso deverá ser de material lavável e acústico, o que contriui para diminuir o ruído e permite melhor conservação.
d) Ar condicionado
Sabemos que a instalação do equipamento de ar condicionado
é cara. Todavia, não se deve excluir da Biblioteca, pelo menos no depósito. Controlando a temperatura, umidade, ventilação e pureza do ar, a conservação do material bibliográfico será mais eficiente. Nos climas tropicais, a temperatura
de 21-23°C, combinada com a umidade relativa de 50%, é
considerada a melhor para conservação do papel e bem-estar
das pessoas, e conseqüentemente maior produtividade dos
serviços.
2.3.2 Estruturas dos setores
Visando dinamizar as atividades da Biblioteca, os setores foram
assim estruturados:
2.3.2.1 Frocessamento
Processamento técnico
Responsável pelo tratamento técnico do acervo bibliográfico. O
trabalho será distribuído em:
a) seleção e aquisição (doação e permuta) e o registro do material bibliográfico;
b) catalogação e classificação;
c) conservação, desinfecção e encadernação.
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�2.3.2.2 Informação e aasistência ao leitor
Que se encarregará de promover e assegiurar
assegurar a prestação de serviços ao usuário da Biblioteca, assim distribuídos:
a) Leitura e refetência
refetênda — que se destina a colocar à disposição
dos leitores, livros e periódicos na própria Biblioteca. O de
referência, orientar o leitor, atendendo a suas consultas e organização de bibliografias;
b) Circulante — terá a seu cargo, o empréstimo das publicações;
c) Periódicos — atenderá ao usuário da Biblioteca no que se refere a revistas, publicações seriadas e jornais.
2.3.2.3 Administração
Será responsável pelos serviços de:
a) correspondência da Biblioteca;
b) elaboração de dados estatísticos e relatórios;
c) controle do pessoal;
d) supervisão das atividades da conservação e limpeza da Biblioteca;
e) publicidade.
2.3.3 Pessoal
Para que as atividades de trabalho possam assegurar à Biblioteca
um bom funcionamento, é necessário pessoal que deverá ser constituído
lun
de: bibliotecários (2), auxiliares de bibliotecários (3), sendo um deles,
datilógrafo, e serventes (2).
2.3.4 Mobiliário e equipamento
O material a ser escolhido deverá preencher os requisitos de durabihdade
rabilidade e fimcionabihdade.
fimcionabilidade. Todo objeto deve estar de acordo com a
sua utilidade. As mesas não devem ser nem muito claras e nem muito escuras, para evitar a fadiga visual. As cadeiras devem ser práticas e confortáveis, leves de trasladar,
trásladar, e os fichários devem adaptar-se aos materiais
utihzados
utilizados pela Biblioteca. Em Anexos III e IV, relacionamos o material
que deve ser adquirido.
3. CONCLUSÃO
Ao apresentarmos um plano de instalação para a Biblioteca da
Faculdade de Educação, estamos certos de que os recursos
reciursos aqui dimensionados poderão
poderão dar à nova Biblioteca
Bibhoteca condições de bom funcionamento
e possibilidades de uma integração nos objetivos educacionais da Faculdade e na missão da Universidade.
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�REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
4. BEFEEÊNCIAS
BAHIA. SECRETARIA DE EDUCAÇAO E CULTURA DEPARTAMENTO DA
EDUCAÇAO SUPERIOR E DA CULTURA. Projeto de um sistema de
Bibliotecas para o Estado da Bahia. Salvador, 1967.
1967 . 80 p. (Elaboração da
bibliotecária Adalgisa Moniz de Aragão).
FERREIRA, Isabel Maria de Castro. Biblioteca da Escola de Engenharia de
São Carlos — Universidade de São Paulo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 6’ Belo Horizonte,
1971. 16 p.
HAVARD-WHjLIAMS, P. Funcionamento de uma biblioteca universitária moHAVARD-WILLIAMS,
derna. Boletin de Ia Unesco para Ias bibliotecas, 13(5/6):
13(5/6); 110-113, 119,
mayo/jim. 1959.
mayo/jun.
HILL, F. J. El almacenamiento en Ias bibliotecas universitárias. Boletin de la
Unesco para Ias bibliotecas.
bibliotecas, Paris, 17(6):351-360. nov./dic. 1963.
PIASECKI, W. La disposición interior de Ias bibliotecas imiversitarias.
universitárias. B.
Unesco para Ias bibliotecas. Paris, 17(6):361-366, nov./dic. 1963.
PLUMBE, Wilfred J. El mobiliário y el equipo de Ias bibliotecas en los paises
tropicales. Boletin de la
Ia Unesco para Ias bibliotecas.
bibliotecas, Paris, 17 (6): 284-288,
sept./oct. 1961.
RUSSO, Laura Garcia Moreno. O planejamento de bibliotecas públicas Acrópole, São Paulo, 28(329): 19-25, jun. 1966.
VOLPINI, Elton Eugenio.
Eugênio. Roteiro para um programa de construção de edifício de biblioteca universitária central. In: CONGRESSO BRASILEIRO
DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 6’,
6», Belo Horizonte, 1971.
19 p.
ANEXO I
Distribuição do mobiliário e equipamento pelos setores de biblioteca
1. Setor de Administração
Escrivaninha para o Bibliotecário Chefe
Poltrona giratória
”
”
Poltrona para recepção
Mesa para máquina de escrever
Cadeira para mesa de máquina de escrever
Máquina de escrever tipo ‘Paica”
Mesa para telefone
Estante simples para livros de 2x1x30
Cesta de papel
i&gt;apel
Cinzeiros
2.

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01
01
01
01
01
01
01
01
01

Setor de processamento técnico
Escrivaninha para
p&gt;ara bibliotecário
Poltronas giratórias para bibliotecário
Escrivaninhas para os auxiliares do bibliotecário
Cadeiras estofadas para os auxiliares
, Mesas para máquina de escrever
Cadeiras para máquina de escrever
Máquina de escrever tipo elite e tipo micro elite
Fichário de 4 gavetas cada unidade para fichas de “3x5” (topográfico)

01
01
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03
02
02
02
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�Suportes para fichários
Estantes simples de 2x1x30
Fichário de 2 gavetas para fichas “3x5” (aquisição)
Suporte para fichário
:
i
Arquivo verticeil
vertical de 4 gavetas
Cesta de papel
Cinzeiros
Mesa de 1,50x0,50
Tamboretes
Pia esmaltada com armário inferior
Armário de material com adaptação para guarda-roupa
Dimo ou Rotex para rotulação

05
05
04
02
01
04
04
01
02
01
01
01

2.1 Depósito
3. Caixas biblio^áficas
bibliográficas para folhetos
Escada de dois degraus
Bibhocantos
Estantes duplas de 2x1x60
Carros para arquivamento de livros nas estantes
Mesa de 1,50x0,50 de formica
fórmica
Cadeira para a mesa
Cesta de papel
Extintor de incêndio

50
01
04
64
32
02
01
02
01
01

3. Setor de Informação e assistência ao Leitor
3.1. Leitura e Referência
Mesas de dois lugares de 1x1 para 24 pessoas
Cadeiras para as mesas de 2 lugares
Mesas para quatro lugares de 1x0,90
Cadeiras para os gabinetes de leitura em grupo
Estantes de referência
Cestas de papel
Cinzeiros
3.2.

12
24
05
20
09
06
17

Circulante
Balcão de recepção e de empréstimo com prateleiras e fichário embutido de 8 gavetas
01
Cadeira especial para o balcão
01
Mesa para máquina de escrever
01
Cadeira para máquina de escrever
01
Máquina de escrever tipo “elite”
01
Quadro para avisos ou vitrine de exposição
01
Cesta de papel
01
Fichários para o catálogo do público de 4 gavetas
10
Suportes para fichário
05
Cinzeiros
02

3.3.

Periódicos
Mesa para 4 lugares de 1x0,90
Cadeirts para mesas de 4 lugares

01
04

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�Anexo II
RELAÇAO
RELAÇÃO GERAL DO MOBILIÁRIO
E EQUIPAMENTO PARA A BIBLIOTECA
Armário para material com adaptação para guarda-roupa
Arquivo vertical de 4 gavetas
Balcão de empréstimo
Bibliocantes (cantoneiras)
Cadeira especial para o balcão do empréstimo
Cadeiras simples
Cadeiras estofadas
Cadeiras para mesa de máquina de escrever
Caixas bibliográificas
bibliogréificas para folhetos
Carros para arquivamento de livros nas estantes
Cestas de papel
Cinzeiros
Dino ou Retex para rotulação
Escadas de dois degraus
Escrivaninhas
Estantes de referência
Estantes simples 2x1x30 para livros
Estantes duplas de 2x1x60
Estantes para periódicos
Extintor de incêndio
Fichário de 2 gavetas por
pwr unidade
Fichários de 4 gavetas por unidade
Fichário Kardex para periódicos
Fotocopiadora
Máquina de escrever tipo “elite”
Máquina de escrever tipo “micro elite”
Máquina de escrever tipo “Paica”
Mesa para máquina de escrever
Mesa de 1x1 para dois lugares
Mesa para
p^u■a 4 lugares de 1x0,90
Mesa de 1,50x0,50 para reparo de livros de depósito
Mesa para telefone
Pia esmaltada
Poltronas giratórias
Poltrona para recepção
Quadro para avisos ou vitrine de exposição
Suportes para fichários
Escrivaninha para auxiliar de bibliotecário
Poltrona para o auxiliar de bibliotecário
Estantes para os periódicos
Cesta de papel
Fichário Kardex
Suporte para Kardex
Cinzeiro
Fotocopiadora

01
01
01
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49
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04
50
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26
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        <elementSet elementSetId="1">
          <name>Dublin Core</name>
          <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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            <element elementId="50">
              <name>Title</name>
              <description>A name given to the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="11377">
                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
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            <element elementId="49">
              <name>Subject</name>
              <description>The topic of the resource</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="11378">
                  <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
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            <element elementId="45">
              <name>Publisher</name>
              <description>An entity responsible for making the resource available</description>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="11379">
                  <text>FEBAB</text>
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            <element elementId="40">
              <name>Date</name>
              <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                  <text>1973</text>
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              <name>Language</name>
              <description>A language of the resource</description>
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                  <text>Português</text>
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              <name>Coverage</name>
              <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <elementText elementTextId="11382">
                  <text>Belém/PA</text>
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    </collection>
    <itemType itemTypeId="8">
      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
    </itemType>
    <elementSetContainer>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
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              <elementText elementTextId="12592">
                <text>Projeto de instalação da Biblioteca Anísio Teixeira: Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia</text>
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            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <elementText elementTextId="12593">
                <text>Corujeira, Lindaura Alban</text>
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            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <text>Belém/PA</text>
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            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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                <text>Febab</text>
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            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                <text>Biblioteca Universitária </text>
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                <text> Administração de Biblioteca</text>
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            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
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              <elementText elementTextId="12601">
                <text>Traz um histórico da situação atual da Biblioteca da Faculdade de Educação, apresenta um plano de instalação da futura Biblioteca no que se refere a área, funcionamento, pessoal, imobiliário e equipamento.</text>
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            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
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  <item itemId="930" public="1" featured="0">
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        <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/16/930/CBBD1973_Extras_Com01.pdf</src>
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            <name>PDF Text</name>
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                    <text>PROJETO CAD: CONTROLE
AUTOMATIZADO DE DUPLICATAS *

Maria Angélica Rodrigues Quemel
e Olímpio Jorge de Medeiros
Divisão de Biblioteca e Documentação da USB
São Paulo, SP

1. INTRODUÇÃO
O processo tradicional usado na Biblioteca Central da Divisão
de Biblioteca e Documentação da USP para controle e redistribuição de
duplicatas e material disponível resume-se no seguinte: após a compilação dos dados em fichas, são feitas listagens mimeografadas. Essas hstagens prontas são distribuídas às bibliotecas permutantes. Os pedidos são
atendidos cronologicamente, sendo excluídos da listagem original os números já enviados. Da fusão dos dados restantes, com novos elementos
entrados, nova lista é preparada, dando início a novo ciclo.
Com o Projeto CAD pretende-se automatizar esse controle e redistribuição, começando pelos periódicos e partindo do estoque em disponibilidade na Divisão de Biblioteca e Documentação, mas tendo-se já
em vista uma posterior centralização para toda a rede de biblioteca da
USP (ca.50) e futvuramente
futvuamente para todo o Estado.
Isso, portanto, de pleno acordo com resolução do Seminário sobre Permuta Nacional e Internacional de Publicações, realizado em 1956,
em São Paulo, onde ficou estipulado, na recomendação 2 ao Tema 4 —
Permuta de duplicatas e material dispensável, que a Biblioteca Central
da USP, como sede do Catálogo Coletivo Regional, ficasse encarregada
de centralizar um Serviço de Permuta de Duplicatas, com função informativa.
* Agradecimentos: ao Eng'’
Eng- Cíbas
Cibas Cáceres Aguilera, Diretor do Centro de
Processamento de Dados do Instituto de Energia Atômica, pelo apoio, incentivo e interesse nunca negados ao projeto; a Carlos Cesare Bavagnoli, analista
da IBM, Maria Ilse Vilanueva Bobadilla, analista do lEA e Carlos Eduardo
Genton, programador do lEA, a concretização e continuidade do projeto, nos
trabalhos de análise e programação.
I

-251Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

�LISTA DE SIGLAS USADAS NO CAD
AA
CAD
CEO
CEPAR
CES
COTIL
DBD/USP
DBDAJSP
DEP
DRM
EBCDIC
lEA
ME
TABESPE

=
=
=
=
=
=
=
=
=
=
=
=
=

Área de assunto
Controle Automatizado de Duplicatas
Código de Entidade Ofertante
Tabela de código de entidade participante
Código de Entidade Solicitante
Tabela de códigos de títulos
Divisão de Biblioteca e Documentação da USP
Data de entrada do pedido
Data de remessa do material
Extended Binary Coded Decimal Interchange Code
Instituto de Energia Atômica de São Paulo
Material enviado
Tabela de Códigos Especiais

Objetiva-se desse modo maior facilidade de redistribuição, atendimento mais rápido, refusões e atualizações periódicas, assim como um
confronto mais preciso entre o material oferecido e/ou recebido de/por
qualquer entidade participante.
O sistema, em resumo,
resiuno, visa à formação de um arquivo de estoque inicial, com código de título e coleção. Partindo desse arquivo-mestre, teremos um controle de estoque em 4 fases: geração de listas de ofertas, triagem dos pedidos e ofertas, remessa de material pedido e acusação
de recebimento de material. Desse modo, será formado um arquivo de
atualização, que produzirá relatórios de controle do movimento do estoque.
2. PROCESSO TRADICIONAL
2.1 Arrumação
As duplicatas dos periódicos estão colocadas em uma sala-depósito especial e dispostas nas prateleiras em ordem alfabética.
2.2 Compilação dos dados
Cada título de periódico é transcrito em fichas, trazendo os seguintes elementos: título, subtítulo, entidade responsável, local de publicação e coleção.
2.3 Listagem
As fichas com os dados compilados são datilografadas em Uslistas, passadas em stencil e mimeografadas.
2.4 Distribuição de listas
listas preparadas são remetidas às entidades permutantes reAs Ustas
gistradas na Biblioteca Central.
-252-

Digitalizado
gentilmente por:

»I

�2.5 Recepção de pedidos
As bibliotecas permutantes, por sua vez, baseadas na lista remetida, enviam suas solicitações, que são numeradas progressivamente
ao serem recebidas, conforme ordem de chegada.
2.6 Remessa de números solicitados
Os pedidos são atendidos, conforme ordem cronológica de chegada das solicitações.
2.7 Exclusão de números enviados
Da listagem original são excluídos os números já enviados, que
são assinalados em cada lista de biblioteca sohcitante.
solicitante.
2.8 Refusões
Re fusões de listas
A listagem original é refundida, com a exclusão dos títulos, anos,
volumes e números enviados; e a inclusão de títulos novos, ou de anos,
volumes ou números referentes aos títulos já apresentados na lista original, transformando-se assim em nova lista, recomeçando o processo inicial.
3. PROCESSO AUTOMATIZADO - CAD
3.1 Nome do serviço
Controle automatizado de duplicatas da USP — CAD.
3.2 Aplicação
O CAD será aplicado às duplicatas e material disponível na Biblioteca Central da Divisão de Biblioteca e Documentação da USP. Posteriormente, a aplicação abrangerá toda a rede de bibliotecas
bibhotecas da USP
(ca. 50) podendo mais tarde, estender-se a todo o Estado.
3.3 Finalidade
O CAD tem por finalidade melhorar o controle de duplicatas
duphcatas existentes na BDB/USP e futuramente de toda a rede de bibliotecas da USP.
3.3.1 Objetivos
O CAD tem como objetivos principais:
a) facilitar a redistribuição de duplicatas;
b) atender com maior rapidez os pedidos recebidos;
c) permitir refusões das listas gerais em tempo mais curto;
d) manter atualizado o arquivo de controle da biblioteca depositária (DBD/USP);
e) fornecer informações mais precisas sobre o estoque disponível;
f) manter o confronto entre o material oferecido e recebido por
qualquer entidade participante.
-253Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

�Fhtxograma do CAD
3.4 Fhixograma
3.5 Equipamento utilizado
O equipamento a ser utilizado será mn computador IBM/370
modelo 155, com memórias de acesso aleatório e de grande capacidade do
Instituto de Energia Atômica de São Paulo.
3.6 Sinais
Não haverá restrições quanto à utilização de sinais. O computador do lEA possui todos os sinais utilizados nas referências bibliográficas.
Para codificação dos dados será usado EBCDIC — código alfanumérico de oito bits que utiliza oito posições binárias para representar
cada caráter, mais luna
uma posição para verificação vertical.
3.7 Códigos
Serão usados no CAD códigos alfanuméricos para títulos; numéricos para entidades participantes e tabela especial e alfabéticos para grandes áreas de assunto.
Os códigos de títulos formarão a tabela COTIL (ver 3.9.2); os
códigos de entidades formarão a tabela CEPAR (ver 3.9.3); os códigos
especiais formarão a tabela TABESPE (ver 3.9.4).
3.8 Informações de entrada
Os dados serão entrados por meio de cartões perfurados ou fitas
de papel (Flexowriter).
dc
Futuramente, prevê-se a instalação de terminal em forma conversacional, utilizando-se o sistema de exibição visual e teclado.
3.9 Arquivos principais
3.9.1 Arquivo de controle por unidade bibliográfica:
a) entrada: os dados serão entrados por cartão ou fita de papel;
b) armazenamento: arquivo em disco e/ou fita magnética para
controle geral do movimento do estoque, com todos os dados
bibliográficos de identificação de cada unidade bibliográfica e
os dados de controle.
O Arquivo de controle do CAD terá quatro fases para a sua formação.
I“ fase — Geração de lista de ofertas
São entrados os dados do controle fixo: código de assimto,
assunto, código do título, data, volume, fascículo, série, complementos, CEO, exemplar, os quais darão origem à lista de ofertas.
-254Digitalizado
Dígítalízado
gentílmente por:

�As listas de ofertas depois de prontas serão distribuídas primeiramente entre as bibliotecas da USP e em seguida entre outras instituições.
Para melhor distribuição das listas de ofertas os periódicos serão
classificados em quatro grandes assuntos
assimtos seguindo a tabela abaixo:
G = Gerais
T = Tecnologia
B = Ciências Biológicas
H = Humanidades
As letras G, T, B e H virão precedendo o código de título no início do registro.
A lista dos periódicos da classe G = Gerais irá para todas as bibliotecas.
As bibliotecas também serão divididas pelas classes acima.
Ao receberem a lista de ofertas, as entidades remeterão à Biblioteca Central um formulário de pedidos que irá anexo.
O Formulário de pedidos será pré-impresso e deverá ser preenchido pela entidade solicitante.
2^ fase — Triagem
Os pedidos virão no formato do cartão de entrada da 1^ fase
em formulário especial. É atribuída data para entrada do pedido (DEP)
e feita uma primeira ordenação para se estabelecer a prioridade do atendimento.
Depois será feita uma segunda ordenação por Entidade ofertante.
Daí sairá uma lista do material solicitado que será enviada à Entidade
Ofertante.
Após o preenchimento de DEP e CES, o computador fará uma
comparação entre os dados fixos até “Exemplar”. Se for o liltimo
último exemplar daquela CEO, fará novas comparações, a fim de saber se um outro
exemplar da mesma unidade bibhográfica não poderá estar em outra
CEO. Em caso contrário imprimirá, quando solicitado,
sohcitado, a mensagem de
ESGOTADO.
Esse processo será usado sobretudo tendo em vista aà possibilidade de várias Entidades solicitantes pedirem um mesmo exemplar da
mesmà Entidade Ofertante. Com isso haverá uma redistribuição automámesmá
tica dos pedidos entre outras CEO.
O material solicitado virá para a Biblioteca Central que o guardará em estantes divididas por Entidades.
-255-

Digitalizado
gentílmente por:

�Após a chegada de todo o material, será feita uma listagem por
Entidade Solicitante. O material é separado para distribuição e o processo
entra na 3^ fase.
3^ fase — Remessa
3“
Na fase de Remessa é atribuída a data de remessa do material
(DRM); preenchida a coluna ME — Material Enviado e o tipo da remessa: P = permuta ou D = doação. É
Ê feita a listagem do material enviado em formulário especial e remetido com o material solicitado.
4^ fase — Acusação de recebimento
O formulário do material enviado terá uma parte destacável,
que deverá ser devolvida à Biblioteca Central com a data para acusar o
recebimento.
Serão tiradas listagens semestrais de controle do material enviado
para as bibliotecas
bibbotecas ou recebido delas.
Os dados do material enviado serão apagados do arquivo após
a bstagem
listagem de controle.
^
O material restante, juntamente com as novas bstas
listas de material
oferecido, formarão o novo arquivo-mestre de controle.
O arquivo de controle gerará a bsta
lista de ofertas e as listas de material enviado por entidade participante.
3.9.2 Tabela de código de títulos — COTIL
Tabela de títulos de periódicos com códigos e abreviaturas.
Os códigos serão constituídos de uma letra da inicial do título
e quatro números seqüenciais dentro de cada letra, na forma usada pelo
IBBD,
IBRD, tendo sua atribuição, na fase experimental, sido feita pela DBD.
Haverá a possibibdade
possibilidade de 260 mil títulos codificados, 10 mil dentro de
cada letra.
Exemplos:
A5800 ARQUIVOS DO INSTITUTO BIOLÓGICO. São Paulo,
SP
17000 IPT: noticiário do Instituto de Pesquisas Tecnológicas. SP
3.9.3 Tabela de códigos de entidades
participantes — CEPAR
CEVAR
Para maior uniformização será usada a tabela de códigos do IBBD.
Os códigos são constituídos de quatro números.
Exemplos:
0336 Museu de Zoologia da USP
-256Digitalizado
gentílmente por:

�0327 Escola de Engenharia de São Carlos
Carlos' da USP
Teremos, então, lun
um arquivo de entidades gravado em disco, com
códigos e nomes, sendo que as Bibliotecas da USP, terão, além
alérh disso, seus
endereços completos.
3.9.4 Tabela especial — TABESPE
Foi criada uma tabela especial, TABESPE, para resolver casos
especiais, tais como a conversão de nomes dos meses, estações do ano,
número único, partes etc., que, se aparecessem em caracteres alfanumécolunas de volume ou fascículo, trariam maiores problemas para
ricos nas colimas
a programação. Desse modo, foram atribuídos códigos numéricos que
substituíssem essas palavras na preparação dos dados e perfuração de cartões ou fitas, códigos esses que ao serem compilados chamariani
chamariam a tabela
especial para conversão alfanumérica na impressão.
Os códigos constarão de 5 caracteres se forem do campo de volumes e de .7
7 caracteres se forem do campo de fascículos.
fascicules.
3.10 Saídas principais
prindpais
3.10.1 Listagens de ofertas
Lista alfabética de títulos com coleção, a ser enviada para seleção, às bibliotecas participantes, com todos os componentes bibliográficos:
título completo, subtítulò,
subtítulo, entidade,'
entidade, lugar de publicação. A coleção virá
precedida do código da entidade ofertante.
Será impressa em duas colunas, cada mna
uma com 62 caracteres, com
4 brancos no final em cada colima.
coluna.
Serão usadas 80 linhas para depois serem reduzidas, por processos gráficos.
A base inidal
inicial desta lista de ofertas será o material disponível na
DBD; desse estoque será formado o arquivo-mestre, com todos os dados,
que dará origem à hsta
lista de ofertas.
Periodicamente, as listas de ofertas deverão ser atualizadas com
a fusão do material restante arquivado, com a lista do material oferecido
pelas bibhotecas,
bibliotecas, dando origem a novo ciclo.
3.10.2 Lista de material enviado
Lista a ser enviada juntamente com o material pedido, à entidade
solicitante, com uma parte destacável para ser devolvida à DBD para lansohcitante,
çamento no controle de estoque da data de recebimento. Esse relatório
terá origem no arquivo de controle geral por unidade bibliográfica (CES,
ME). A hsta
lista será impressa em duas vias, em formulário contínuo apro-

-257Digitalizado
gentílmente por:
gentilmente

3

11

12

13

�3.11 Endereçamento
O processo de endereçamento do CAD será feito independentemente do computador, usando-se fitas de Flexowriter ou Adessograph
para fazer as etiquetas.

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
1.

ESTADOS UNIDOS. Library of Congress. Processing Department. The
role of the Library of Congress in the intemational
international exchange of official
publications: a brief history, by Robert D. Stevens. Washington,
pablications:
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2.

ESTADOS UNIDOS. International Cooperation Administration. Office of
Industrial Resources. U.S,
U.S. Book Exchange service: special buUetin,
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number 1. Washington, 1958.
1958 . 32 p.

3.

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. number 2. Washington, 1960. 54
54p.
p.

4. , FLOREN LOZANO, Luis. Manual para el canje de ptiblica&lt;Aones
publicaxAones colombianas; edición provisional. Medellin, Escuela Interamericana de Bibliotecologia, 1961. 27 p.
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5.

SÃO PAULO. UNIVERSIDADE. Seminário sobre permuta nacional e intntemacional de publicações (temas). São Paulo, 1956. 38p.
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38 p. (mimeografado).
6.
. BIBLIOTECA CENTRAL. Informe final. São Paulo, 1956.
38 p. (mimeografado).
7. UNESCO. Handbook on the international
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ed. [Paris, 1956] 507 p.

-258-

cm

Digitalizado
gentilmente por:
gentílmente

♦

�</text>
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                  <text>CBBD - Edição: 07 - Ano: 1973 (Belém/PA)</text>
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Documentação&#13;
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      <name>Event</name>
      <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
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                <text>Projeto CAD: controle automatizado de duplicatas</text>
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            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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                <text>Quemel, Maria Angélica Rodrigues </text>
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                <text> Medeiros, Olímpio Jorge de</text>
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            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <text>Belém/PA</text>
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            <name>Publisher</name>
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            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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            <description>The nature or genre of the resource</description>
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                <text>Biblioteca Universitária (automação)</text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>CAD= Controle automatizado de duplicatas. Apresenta-se primeiramente o processo tradicional usado na Biblioteca Central da Divisão de Biblioteca e Documentação da USP para controle das duplicatas e material dispensável. Pretende-se com o CAD minimizar as tarefas de redistribuição e controle bem como acelerar os processos de refusão e atualização de listas de ofertas. Partindo de um arquivo de estoque inicial com códigos de títulos e coleção, teremos um controle de estoque em quatro fases: geração de lista de ofertas, triagem dos pedidos o ofertas, remessa de material pedido e acusação de recebimento do material. O equipamento a ser utilizado será um computador IBM/370 modelo 155 com memórias de acesso aleatório e de grande capacidade (1.024 KB) do Instituto de Energia Atômica de São Paulo. Fornece esquemas da implantação do sistema e modelos das saídas.</text>
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            <description>A language of the resource</description>
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