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                  <text>-&lt;

72 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
BELÉM,

29 DE JULHO A 4 DE AGOSTO DE 1973

CDU 002.6:354.62(81)

SUB-TEMA; DOCUMENTAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA - INFORMÁTICA

TÍTULO:

0 CENTRO DE INFORMÁTICA DO MME E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA
0 DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DO BRASIL

POR

AUTORES:

ABNER LELLIS CORRÊA VICENTINI

(CRB-l/20)

JOÃO LAURENTINO DE SOUSA (CRB-l/PROVISÓRIO)
EDELWEISS SAUERBRONN (CRB-7/571)
ARUZA HOLANDA CAVALCANTI CARVALHO (CRB-4/191)
BIBLIOTECÁRIOS DA
ASSESSORIA DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO DO
MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA,

BRASÍLIA, DF

DOC. Ci. 7ííZ:'C2m

cm

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gentilmente por:

Sc a n
Sy st e m

�1
0 CEMTKO DE INFORMÁTICA DO MME E SUA CONTRIBUIÇÃO
PARA O DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DO BRASIL

POR

ABNER LELLIS CORRÊA VICENTINI
JOAO LAURENTINO DE SOUSA
EDELUEISS SAUERBRONN
ARUZA HOLAÍs^DA CAVALCAÍ-ITI CARVALHO

CONTEÚDO

1

Ros^imo

2.

Introdução Teórica: Desenvolvimento,

3

Planos c Metas do Governo para o Desenvolvimento:

Tecnologia e Informação
Legislação

Específica
4.

O Sistema Nacional de Informação Científica c Tecnológica
(SNICT) G o Miffi

5

Contribuição do Ministério das Minas c Energia na Área da
Investigação Científica e Tecnológica

cm

1

2

6

Sig''as citadas

7.

Bibliografia consultada.

3

4

5

6

.

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�2,

0 CENTRO DE INFORl^lÂTICA DO I'1ME E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O
DESENVOLVIMENTO DO BRASIL

1.

Resumo
A informação c o elrmcnto básico da investigação ou pesquisa,

Scin pGS^^TAiSci cl tecnologia não se- desenvolve- c o progresso,
de maneira muito lenta c- penosação moral de procurar,

se vior,

Por isso o bibliotecário tem a

por todos os meios,

alertar a opinião

será

obrigapública,

principalmente os elemçntos-chaves dos órgãos pxiblicos,

para o

importância da organização da informação em suas áreas

0 Ministério das

Minas c Energia,
mento,

fato

da

seguindo os planos e metas do Governo para o dcsenvolv_i

oferece sua contribuição através de seu Centro de Informática

do Centro de Processamento de Dados,

e-

que centralizarão todas as informa-

ções contidas nos centros de documentação e nas bibliotecas de seus

di-

versos órgãos; Departamento Nacional da Produção Mineral, Dcpiartamento ’
Nacional de Aguas e Energia Elctrica,

Conselho Nacional do

Petróleo,

Comissão Nacional dc Energia Nuclear,

Companhia Brasileira de

Tecnologia

Nuclear,

Petr-^brás,

Eletrobrás,

boquímica Catarinense,

Companhia Vale do Rio Doce,

Indústria Car

Companhia do Pcsqiiisa de Recursos Minerais e

to-

das as suas respectivas subsidiárias.

cm

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19

�3.

2.

Desenvolvimento,, Tecnologia e Informação

0 desenvolvimento e o progresso de um país depende fundamentaliiiente da existência e da organização de seus centros de docmentação
e de seus sistemas de informação-

Somente com docimaentos prontamente a-'

cessíveis e com informações realmente atualizadas e completas,
decisões,

em* qualquer campo,

ra segura.

é que

as

poderão ser tomadas na hora certa e de mane_i

Somente com informações precisas e abrangendo as diversas fa-

cetas do problema

em focc^ é que se pode criar algo de novo no campo

ciência, da tecnologia,

da indústria,

e nos demais caimpos da atividade

humana, de maneira competitiva com os países mais adiântados.
mente na administração pública,
"laissez faire,

Principaldo

é indispensável o assessoramento

com

para que o Gc vemo possa aplicar suas ri que

zas de modo correto e consciente, visando progresso que tenha em
a melhoria das condições de vida do povo,
cios da previdência,

•

onde a tendência predominante é a

laissez passer”,

informações exatas e atuais,

da

vista

envolvendo a todos nos benefí-

da escolarização e do saber,

A informação é o elemento básico da investigação.

Com

base

no conhecimento das experiências levadas a efeito em outras nações
mais
adiantadas, e que os países menos desenvolvidos poderão determinar quais
as inovaçoes ou adaptações,

ou quais as novas pesquisas que devem ser e-

fetuadas em sua tecnologia,

para fazer algo novo,

ma trilha dolorosamente já descoberta por outros.
queimar etapas e ganhar

tempo

,

evitando seguir a mesDessa forma

poderemos

alcançando os mais desenvolvidos,

as inúmeras dificuldades por eles já superadas e que nos servem
de exemplo,

para adaptaçao ao nosso meio.

sem

apenas

Não podemos querer ser origi-

nais em tudo. Nem sempre é possível a originalidade em assuntos técnicos
e científicos.

No campo da informática,

nao podemios nem pensar em opções,
atingiu este campo,
ou cria-la,
der.

cm

que mais de perto nos toca,-

já não pode-mos recuar.

e o que nos resta a

fazer é importá-la,

de acordo com modelo já existente,

Nesta era nuclear,

eletrônica e espacial,

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A

já

tecnologia
adaptá-la

pois não há tempo a perdesenvolvimento que não

�ã^
utilize a moderna tecnologia,
volvido.

nao é desenvolvimento;

já nasce

subdesen-

Por desconhecimento de causa ou por falta de coragem, de enfren-

tar mudanças,

há quem critique o avanço que desejamos imprimir cm nossos

centros de informática o cm nossos sistemas de informação
não devemos cair no exagero d
de bibliotecas tradicionais.

entanto,

só pensar no Brasil cm termos de
Temos UNIVERSIDADES que

ros de pesquisadores e técnicos competentes,
aos de outros países,

No

MOBRAL e

já constituem cclc_i

cuc nada tem de

a não ser a falta de condições de

inferior

pesquisas,

em

vista dos meios inadequados para a recuperação e disseminação da informa
ção,

c falta de salários compensaLdores,

em vista da incompreensão

cial para com as atividades de apoio das entidades que

ofi-

só pensajn em ter-

mos de lucro imediato,
É;
nião pública,
mental,

pois,

obrigação moral de-: todo bibliotecário alertar a opj^

principalmcnte esclarecer os que manejam a. máquina governa

para o fato da impoertáncia da orgenização da inforaação, de

ma

neira. a se aproveitar o que há disponível no campo da informação científica e tecnológica,

no Faís e no Exterior

0 Governo finalmente' compreen

deu a situação c está empenhado neste problema

0 brasileiro criado e e-

ducado sem bibliotecas, não sentiu ainda a necessidade da documentação,
e sorri incrédulo de novas ciências tais como a informática.
por todos os meios,

Urge,

seja feito uim esclare.cimento persistente e

junto a ensas pessoas,

pois,
ativo,

para que não ponham impecilhos nos planos

que

eles chamcjn de "mirabolantes"' como o do SNICT (Sistema Na.cional de Infor
mação Cientifica e Tecnológica).

(30)

Temos que lutar para que sejev implantado e funcione
SNICT,

instrumento fmdamental do nosso desenvolvimento.

fez sentir a intervenção do Governo nesta área.

’ logo

Em boa hora

A história do

o
se

progresso

da humenidade nê.o ó outra coisa senão a relação de fatos de como o homem
decidiu usar seus conhecimentos advindos das informações que lhe. estavam
á mão,

cm busca da verdade,

do desenvolvimento, do bem-estar.

primordial do SNICT seja, no entanto,
ra certa e na dosagem necessária,

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a dc

Que a meta

transmitir informações na ho-

a TODOS os que delas necessitem

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�5.
A disseminação das informações até agora armazenadas,

de maneira infrut_í

fera, nas bibliotecas, deve agora ser incentivada ao máximo para que advenha o maior proveito possível em benefício de todos,
que formamos a Pátria-

É 'um direito que o povo tem,

de pesquisar, de ser bem informado,
formação,

pois todos nós

o de ler,dc

sstudar,

Toda biblioteca e todo sistema de in

principalmente quando financiados por dinheiro público,

ser acessível a todos.
público preferencial,

é

Mesmo quando a coleção é especializada,

deve

e tem

em vista de fi,inçSes específicas relacionadas com a

coleção, nem por isso o acervo deve ficar limitado àquele público restri^
to,

com exclusão dos demais,

É na colaboração o boa vontade quanto à di-

vulgação do acervo de suas bibliotecas,

jimto a q^aantos se interessam

por informações, que vemos o maior cunho daquela ^função social” de
todo bibliotecário deve estar convencido que pratica.
esconder informações,
vadas ou secretas,

Não tem

’
que

sentido

a não ser que sejam realmente confidenciais,

reser

por questões de segurança nacional.

Longe do bibliotecário os interesses individualistas com relação às informações,

pois é dever profissional colaborar com todos,

acordo com o interesse comum,

que é o desenvolvimento.

Para melhor

laboração é que a biblioteca tem que estar devidamente aparelhada
meios eletrônicos,

cocom

de acordo com as técnicas modernas de armazenagem,

cuperação e disseminação da informação.

Assim,

Sem organização ’

interna, não poderá haver criação de sistemas de bibliotecas,
não podemos colaborar, nem receber colaboração,
real e verdadeiro do País,
que sabem colaborar,

re

seremos úreis á sociedade

e acreditados junto às autoridades e ao povo em geral.

do mundo moderno,

de

E assim

'

para o desenvolvimento

0 progresso e o desenvolvimento são para

os

aproveitando o intercâmbio científico e tecnológico

sem barreiras de língua,

de J.deologia e, muito

menos,

de fronteiras.
0 Presidente Médici,

desde o início de seu mandato,

preocupado com o problema do desenvolvimento,
tecnologia moderna.

tem

se

através do uso devido

da

Suas palavras são muito claras:

"A Nação Brasileira,

por todas as suas forças vivas, está empenhada em dar o grande salto

te

�6.
cnológico,
mento.

sem qual não será possível acelerar o ritmo de seu aesenvolv_i

Por essa razão o Brazil quer ter as mãos livires em todos os seto-

res da pesquisa científica e tecnológica e da aplicação pacífica das novas e ilimitadas fontes de energia"
ação,

(28

o Presidente criou o I PBDCT (

8

)-

E passando das palavras

â

) dentro do qual está inserido o

SNICT.
0 programa de desenvolvimento do Governo é realista,
dinâmico, visando vencer o conformismo e a rotina,
que a bomba atômica" pois,
ra fins produtivos,
do progresso,

intenso,

"mais catastrófica

enquanto a energia nuclear pode ser usada pa-

a rotina não ajuda em nada,

antes perturba a

marcha

(33)

Os pl£inos estão traçados,

Agora precisamos agir, cientes

qvie a vitória contra o subdesenvolvimento antes depende de nós , do
do Governo.

É urgente que,

firme e decididamente,

minho e fixemos os nossos objetivos,
pois,

como diz um velho provérbio,

sabe aonde vai",

de
que

escolhaimos o nosso ca-

dentro dos sistemas de informação ,

"não há vento favorável para quem não

(33)

Como disse o Ministro do Planejamento e Coordenação
João Paulo dos Reis Veloso,
Nacional,

'

em 13,10.71,

Geral,

em Exposição à Comissão Mista do Congresso ’

"nenhuma oportunidade mais indicada para que

a

nação reafirme consigo mesma o compromisso com as trasnformações fecun-*
das que se fazem mister, nesta fase carregada de história.
mações que continuam promovendo a verdadeira Revolução,
var o crescimento acelerado, de forma continuada,

seja para efeti-

seja para assegurar

'

mais justa distribuição de renda, numa sociedade moderna que permita

o

bem-estar,

a

a liberdade criadora,

a democratização de oportunidades,

preservação, na sociedade industrial,

dos valores humainos e culturais da

civilização brasileira

Nunca,

como agora,

pôde o País olhar para o futu

ro com tanta confiança,

Essa confiança foi conquistada na procura de ru-

mos, no esforço realizado, nas realizações alcançadas,
pela gente brasileira,
da unidade nacional,

cm

Transfor-

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5

a partir de 1964,

E está servindo para dar maior alcance ao milagre

que assim deixa de representar apenas a consciência

6

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�de lima herança .comiim e passa a adquirir o sentido da tarefa comum em pro
cesso de realização

Essa tarefa,

a tarefa de uma geração,

deve ser a dc

realizar uma experiência dc desenvolvimento de tal modo bem sucedida que
a próxima geração já possa receber o Brasil na categoria das nações
senvolvidas,

de-

em todas as dimensões de uma sociedade moderna e humana"

(14 )
Informa-nos o renomado economista paulista,

Mário

Simonsen
'V

(32 ) que dos cinco fatores básicos do desenvolvimento nacional,

três

têm perspectivas otimistas,

e

quinto está esquecido
rior c motivaçã

o quarto sofre encaminhamento razoável

Os três primei tos são:

nacional.

educação,

comércio

o

exte-

0 quarto é a taxa de poupança e o quinto é

o

controle- demográfico
Para o nosso Ministro do Planejamento,
últimos anos,

três estágios bem distintos:

de 196^ a 1967;

atravessamos,

1) o da reconstrução que

foi o período do ataque frontal â inflação,

de estímulo e poupança aos investimentos,
tais no sistema de mercado.

2) o de expansão,

1967 a 1970,

através

do,

e 3) o da trõinsfore

da

(32).

analisando-se a ação dos três últimos governos

vêm dirighdo a Nação Brasileira,
ma dc ação,

medidas

através da auto-sustentação do processo

incorporação de novas dimensões
De fato,

das

foi

da correção de distorções biru-

crescimento acelerado na indústria e na agricultura,
mação, de 1970 em diante,

nestes

que

podemos constatar claramente um progra-

tendo como meta principal o desenvolvimento
0 Governo do Presidente Castelo Branco

mente da reconstrução cconomica,

cuidou

essencial-

através do combate à inflação galopante

que assolava o País, deuido novas diretrizes à economia e criando ima infra-estrutura para a construção de um Brasil Grande
ênfase à expansão de Energia Elétrica;
rentes a transporte,

Neste sentido,

deu

deu nova vida aos asstintos refe-

e estabeleceu fundos especiais para o financiamento

industrial e de casas próprias e ingressou na era moderna das telecomim^
cações,
0 Governo do Presidente Costa e Silva, continuou o

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*y.

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programa

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�. 8.
-&lt;
de ação iniciado em 1964,

através da expansão econômica acelerada,efeti-

vando ambiciosos programas de trasnporte c comunicações,
mos financeiros para o setor de Educação,

criando mecani_s

implantando efetivamente novas

estmtturas na administração federal e, principalmente, criemdo as
do Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e,
mais importante,

bases

o que

é

dando condições para seu funcionamento através da cria-

ção do FNDCT (9

) de acordo com o Decreto-Lei 719/69,

res n2Sc

de 1969 (4,5 ) e da FINEP,

43 e 76,

Atos Complementa

Decreto 61,056/67.

0 Governo do Presidente Médici despertou,

de fato,

(

6

)

a consci-

ência nacional, no sentido de se atingir o alto objetivo de elevar
Brasil à categoria dos países de alto nível de desenvolvimento em
os setores,
tecários:

o
todos

inclusive nos que nos diz respeito mais de perto, como biblio

0 SNICT.
Ao longo dos três Governos da Revolução, constituiu o desen-

volvimento uma grande experiência de crescimento e de trasnformação, manifestados nos excepcionais indicadores quantitativos de desempenho, como - no período 1964/1970 - o aumento de 52% na renda global
expansão de 69% na produção industrial,
tal das exportações,

(PIB),

a elevação ao dobro no valor to-

a duplicação da rede nacional de rodovias paviment_a

das, o atmiento de 140% nas matrículas do ensino médio e de 200% nas
ensino superior.
setores,

a

Em verdade,

tudo se tornou maior no Brasil.

Em

do

muitos

o realizado no período 1964/1970, ultrapassou o que se consegud^

ra desde o início do século. (17)
Mais significativas,

ainda,

foram, no entanto,

ções qualita-^ivas assinaladas na economia.
nômico, definiu-se, mais nitidamente,

as transforma

Consolidando-se o projeto ec£

o modelo social.

E o desenvolvimen

to científico e tecnológico se tornou possível. . Est£unos,

assim,

sem ufa-

nismo e sem utopismo, vivendo a grande experiência de crescimento e ,tran_s
formação,

através da qual queremos construir umasociedade industrial

’

nos trópicos e nos trasnformar numa sociedade plenamente desenvolvida.
Visando a tr£msformação do País e baseado na experiência obtida a partir de 1964,

cm

2

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4

5

o I2 PND

6

(II/4) constitui uma definição de estra-

Digitalizado
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�tégia que vem sendo empregada

denominada Modelo Brasileiro de Desenvo]^

: vimento r- que visa assegurar a continuidade do crescimento e a consolida
!

ção de uma economia modernai
, tempo,

democracia econômica,

; le brasileira»

competitiva e dinâmica e realizar,
social,

racial e política,

ao mesmo

consoante a indo

Isso implica notadamente em mudança de concepção, no

í vemo, na empresa privada e nos demais agentes econômicos,

Go-

como educação

!e conscientização do povo.
Três são os grandes objetivos nacionais do desenvolvimento
brasileiro,

de acordo com a política que vem sendo adotada pelo Governo:

!is) colocar o Brasil, no espaço de uma geração, na categoria
das nações plenamente desenvolvidas.
22) duplicar,
ção com 1969,

1980,

a renda per capita do Brasil,

devendo verificar-se,

para isso,

crescimento anual do Pro-

duto Interno Bruto equivalente ao dos últimos tres anos.
o Ministro de Ciência e Tecnologia da Alemanha,

em compara

É verdade

que

Gehardt Stotenberg, em

discurso feito no Parlamento Alemão, há pouco tempo,

já dizia,

com razão

que não é mais a renda f^er capita'' que mede o estágio de desenvolvimento
de um País«

0 que mede o estágio de desenvolvimento de um País é a situa

ção em que ele se encontra em face da energia nuclear para fins pacífii COS,

da exploração espacial e da cibernética (que inclui a Informática),

0 que se adapta também ao caso brasileiro.
32) elc'ar a economia,
de expansão do emprego;

em 1974, mediante-o aimento da

redução da taxa de inflação,

se relativa estabilidade de preços,
i de 10% ao ano,

ou seja,

taxa

permitindo alcançar

taxa de inflação da ordem ’

até o final do mandato do atual Governo,

e política econ£

; mica internacional que acelere o desenvolvimento do País,

sem prejuízo

' do controlo progressivo da inflação.
Para conferir auto-sustentação e caráter integrado ao processo,

o desenvolvimento pressupõe:

[ progresso econômico,

ampla disseminação dos resultados do

alcançando todas as.class-^

sociais

e todas as regi-

I ões; transfomação social, para modernizar as instituições, acelerar
I
içrescimento, distribuir melhor a renda e manter uma sociedade aberta;
estabilidade política,

cm

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o
'

para realizar 0 desenvolvimento sob regime demo-

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19

�10.
crático;

segurança nacional,
vê-se,

pois,

interna c externa.

que o le PND mais que tut projeto,

é a diretriz

básica de Governo e sua filosofia administrativa. Nele sente-se tun Gover
no que sabe o que quer e que sabe para onde vai,
os caminhos.

pois

ele mesmo

traça

Sente-seum Governo consciente de sua missão, dos problemas

que afligem o País e seu povo, do tempo em que vive e da evolução

dos

tempos.

3.

Plenos e Metas do Governo para o Desenvolvimento.

0 15 P«D 1972/74,
■de 1971,

prevê entre

Legislação Específica

criado pela Lei ne 5.727, de 4 de novembro

outras realizações a implementação da Política Te-

cnológica Nacional que permita a aceleração e orientação da transferência
de tecnologia para o país,

associada à forte componente de elaboração

tecnológica própria.
0 Brasil ingressará na ora nuclear com a construção da prij meira Central Nuclear ( 17

) com a realização do Ciclo do Combustível

i Atomico para exploração e processamento de urânio em escala ampla.

0

I programa de pesquisa de urânio nos colocará como o segundo ou terceiro
país, no mundo, nesse campo.
Serão implantados sistemas de centros de tecnologia em áreas
de infra-estrutura e indústrias básicas, como sejam:
icnologia Nuclear, Petróleo,

Telecomunicações,

Energia Elétrica,

Siderurgia,

Te-

Pesquisa Mineral,

Pesquisa Espacial e será reformulada a carreira de pesquisador i.;ra assegurar-lhe condições de trabalho satisfatórias,

através da Comissão inte-

-grada pelo Ministério do Planej£imento e Coordenação Geral, DASP e CNPq
que irá propor as bases dessa reformulação.
0 Decreto n9 70.553/72
no Setor de Ciência c Tecnologia,

(8

cabendo ao CNPq ‘o assessoramento sob

o ponto de vista científico-tecnológico c
os aspectos economico-fincinceiro,

) define áreas de competência

ao MPCG o assessorsimento sob

tendo em vista o entrosamento do desen-

volvimento científico-tecnológico com a estratégia geral do desenvolvimen
to nacional.

I
/'

cm

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�n.
Todas as atividades na área da ciência e tecnologia scrao or
ganizadas dc

nu-Jicira a

coniplcmcntcrcm

o Sistema Nacional

xinidades organizacionais de qualquer grau,

as

sem prejuízo da subordinação

ao órgão cm cuja estrutura administrativa estiverem integradas,

que uti-

lizem recursos governamentais para realizar atividade de planejamento,
supervisão, coordenação,

estímulo,

'

execução ou controle do pesquisas ci-

entíficas ou tecnológicas
A exemplo do atual Sistema Nacional dc Tecnologia
ser constitinidas sistemas setoriais, na área d&amp; indústria,
litar a coordenação das unidades componentes tais como:
ra, mineração,

energia,

deverão

para possibi-

saúde,

agricultu

telecomunciações e atividades nucleares

A atuação integrada do Sistema Nacional s'erá. objeto de
•instrumento de previsão,

orientação e coordenação,

o PBDCT (8

terá como esquema financeiro um orçamento-programa trienal,
ano,

),

um
que

revisto cada

acrescentando-se-lhe as previsões e indicações de mais um ano
Seja qual for a categoria econômica da despesa a ser realiza

da, o PBDCT compreenderá a programção com todas as fontes de recursos internos. ou externos..
Caberá ao CNPq,
com o MPCG (30

como órgão central do Sistema conjuntamente

);

a) realizar estudos relativos à formulação da Política Nacional de Desen
volvimento Científico e Tecnológico,
jetivos,

princípios,

compreendendo a definição de ob-

diretrizes gerais, critérios e prioridades,

ten-

do em vista a contribuição da Ciência e da Tecnologia para o desenvo_l
vimento econômico e social do País; efetuando a análise e consolidação dos progrêunas e projetos específicos para efeito da consecução do
Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico;

e incenti-

vando, mediante cooperação financeira, a realização de pesquisas
sociedades de Economia Mista e organizações- do Setor Privado,

por

bem co-

mo a sua articulação com os órgãos de pesquisa governamentais.
b) acompcinhar a execução de programas,

subprogramas,

atividades ou proje

tos de pesquisas decorrentes do Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

cm

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�12c

I
c) coletar,

analisar,

armazenar e difmidir dados de interesse científico

e tecnológico.
d) participar de estudo de atos internacionais de interesse para a Ciência c

Tecnologia

e) assistir financeiramente à pesquisa,

dentro do seu orçamento de apli-

cações
f) elaborar cadastros e estatísticas que proporcionem conhecimentos atua
lizados do potencial científico e tecnológico nacional,
g) avaliar periodicamente a consecução do prograjna de Ciência c Tecnologia e a sua adequação aos objetivos do Governo..
h) os Órgãos Setoriais da área de Ciência e Tecnologia fornecerão
•CNPq as informações por este solicitadas,
o caso,

ao

resguardando-se quando for

o sigilo das mesmas

i) quando não ocorrerem razões específicas de sigilo,

o CNPq fará a

di-

vulgação das informações aos componentes do Sistema.
j) os Ministérios interessados deverão propor a organização dos sistemas
setoriais de sua responsabilidade,

(Para a contribuição do MME ver

o

Item 4).
1) a operação do sistema financeiro para o desenvolvimento tecnológico ’
será realizado através do FNDCT,
ao CNPq e o FUNAT (INT)
L
\
|.

período,

o FUNTEC

(BNDE),

o fundo associado ’

Esse conjunto de f-undos deverá realizar,

aplicações de Crf; 1,100 milhões

no

(preços de 1972).

m) o programa de aplicações dos recursos do FNDCT será submetido á apro-

I
í

vação do Presidente da República pelo Presidente do Conselho-Diretor
✓
ou^^ndoo CNPq no tocante aos aspectos científicos e tccnologicos,

4.

0 Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica e o MME

Como já foi dito anteriormente o 12 pND previu o estabelecimento do SNICT no Brasil

0 Plano em questão lictcrminou que o Sistema de_

verá ser funcionalmente articulado ao CNPq e operar em caráter dcscentra
lizado.

0 CNPq na elaboração das Diretrizes Básicas para Implantação

do

SNICT contou com uma Comissão Representativa integrada por representan-

cm

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19

�13.
tes dos seguintes órgãos:
:

MRE,

MA,

IBBD G IBGE,

;

da Saúde,

inicialmcnte CNPq,

c posteriorracnte,

Ministério des Trasnportes,

EMFA,

MEC, MIC,

MME,

a Biblioteca Nacional,

Miárná^crio

Ministério do Interior e SUDAM.

A flexibilidade do Sistema deverá ser assegurada pelo
[

intercâmbio entre seus componentes,

MPCG,

isto é,

livre

os diversos subsistemas.

subsistemas serão coordenados por centros ou núcleos vinculados aos

Os
Mi-

nistérios ou órgãos componentes, que agruparão unidades caracterizadas
por áreas de assunto,

regiões geográficas e funções.

a Administração Federal,

No que diz respeito

todos os órgãos que desenvolvem atividades

de

documentação e prestam serviços, de informação, deverão ser agrupadas,
áreas de atuação,

em Subsistemas de informação.-

a pedido do CNPq,

Borko (

2

o Prof.

H-

por

Para definir a estrutura

do-SNICT e seus subsistemas iniciais esteve no Brasil c^omo consultor
UNESCO,

'

da

Borko da Universidade da Califórnia

) sugeriu em seu relatório que os seguintes subsistemas deve-

riam funcionar inicialmcnte:
Subsistema de Informação Científica
Subsistema de Coleta e Disseminação da Informação no Exterior
Subsistema de Informação Educacional
Subsistema de Informação Tecnológica e Industrial
Subsistema de Informação sobre Infra-estrutura e Serviços
Subsistema de Informação Agrícola
Subsistema de Informação sobre Saúde
.

Subsistema de Informação sobre Minas c Energia
A Comissão Representativa que assessorou o CNPq recomendou '
relatório apresentado por A.

L.

C.

Vicentini,

e em seu relatório

a implantação inicial dos subsistemas acima enumerados,

final,

especificando

'

que suas funções seriam:
a) Estudar e avaliar a demanda de informação de seus usuários
:

b) Desenvolver atividades de documentação e prestar informações em suas
áreas de assunto,

de forma normalizada,

rápida,

eficiente e precisa.

; c) Coordenar as suas unidade componentes;
= d) Planejar suas próprias atividades e

serviços,

bem como solicitar

aplicar recursos financeiros e técnicos necessários às operações.

e

�14.
0 Subsistema de Informação sobre Minas e Energia dentro
SIIICT,

estará a cargo do MííE.

Para sua implantação 5 Mí-IE devera,

de sua Assessoria dc Documentação e Informação,
condições atuais,

do

através

proceder a análise

estabelecer a política global,

das

definir as áreas de atu

ação prioritária e estabelecer as normas de funcionamento do Subsistema
e dos seus componentes setorias.

Todas entidades subordinadas e vincula-

das ao í-E-íE foram consultadas e já designaram seus representantes
SINFORI-ÍIIE

(29

) - o Sistema do Informação do Ministério das Minas c Ener,

gia que deverá abranger as áreas de energia elétrica e niiclcar,
mineração, hidrologia,

combustíveis sólidos,

petróleo.

geologia,

0 órgão central de

coordenação do Sistema sera o Centro dc Informática do MME,

5.

no

o CIMME.

Contribuição do MME na área da Informação Científica e Tecnológica

Tecnologia é o conhecimento das artes industriais.
tecnologic'% portanto,
da produção

é e.ltcração que afeta

Mudança

um produto ou o processo

Embora a tecnologia não seja a única maneira dc reduzir di_s

paridades entre países desenvolvidos e países cm desenvolvimento, não há
dúvida de que o progresso tecnológico é a base essencial para isso

Daí

a importância da informação científica e' tecnológica
A tecnologia na área das minas e da energia,
fimdamcntal no desenvolvimento do Paíspecial pr::i gruidc
cimento econômico,

importanci;.

Os computadores,

neste campo,

tem um

pÇpel

de modo todo e£

pois eles apressam o cre^

facilitando a organização e a centralização da infor-

mação nos diversos setores da tecnologia e da ciência.

(27)

Por isso é que o MME mantém em funcionamento uma Assessoria
de Documentação e Informação (ASDOCJ),
dc Dados,

que,

em trabalho conjunto,

bem como um Centro de Processamento

têm levad :&gt; a efeito estudos prepara

tivos e executado seiviços na área da Informática,
órgãos do MME,
CPRM,

CBTN,

quais sejam: DNAEE, DNPM,

envolvendo todos

PETROBPáS,

ELETKOBRÂS,

os

CVRD,ICC,

CNEN.e CNF
Agora com o SNICT, o MME já está preparado para sua integra-.

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19

�15.ção e participação na rede. nacional c internacional de- inforraaçõcs,

que

sf' afigura como inevitável, com a criação teimbcm do UNISIST (sistema Mun
dial de Informação Científica)

Para isso foi criada, no início de 1971,

a Assessoria de Documentação e Informação do IfME,

cuja atividade prccí-

pua c a im.plantação do Sistema de Informaçãoes sobre Minas c Energia
(SINFOPMME),

que integrará o SNICT,

da das atividades de controle,

como Sub-sistema

Esta Assessoria ciU

processamento e disseminação das informa-

ções de interesse direto do MME.

Como .resultado prático,

oficialização do seu Centro de Informática,
LEMME

’

antes mesmo

da

já foi implantado o Projeto

(índice Analítico Mc-canizado da Legislação no âmbito específico

do

(31)
Por outro lado,

a Assessoria de Processamento de Dados,

seu Centro de Processsimento de Dados,

vem implantando projetos de mecan_i

zação e automação de diversos serviços nos órgãos do MMI,
temas de caráter técnico,

com

definindo sis-

tais como:

a) Projeto Geologia - para processamento de dados geológicos - DNPM
b) Projeto Hidrologia - procesaaraento de dados hidrológicos - DNAEE.
c) Energia Elétrica - sistema de cadastramento das concessionárias,
dos de rotina,

estatística,

da-

e arquivo das empresas.

d) Administração - implantação do Cadastro Geral de Pessoal do MME,
e) Projeto LEMME - processamento da Legislação do MME, cujos serviços de
análise c programação foram executados pela Assessoria de Doctimentaçao
e Informação,

com a colaboração da IBM/Filial de Brasília.

Para melhor execução de seus serviços,

o Centro de Processa-

mento de Dados está se instalando no andar térreo do Edifício-Sede

do

MME,

que substituirá o

da.

Vale ainda salientar que os trabalhos de assessoramento

no

era B.rasília,

CPRM,

com um computador IBM

370/145,

que vinha sendo usado até agora.

camj&gt;o da Informática e Processamento de Dados,

são executados através de

convênios entre o MI4E e a Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas Bras_i
leiras
CLT,

(CAEEB),

Sociedade de economia mista,

que contrata pessoal,

.pela

para instalação e administração de centros de pesquisas e investiga

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çõcs tecnológicas,
essa mesma CAEEB,
soal

(PLANFAP),

ligados aos setores mineral c; energético

através do Plano de Forma,.ção e Aperfeiçoaimento de Pes-

cuida da organização c administração dc programas de aper

feiçoamento de pessoal técnico dc nível superior,
cursos especializados no Brasil e- no Exterior,
com bolsas dc estudo.
eficiente,

Além disso,

A CAEEB, vem,

pois,

oferecendo estágios

e

em nível dc' pós-graduação,

colaborando de maneira muito

*

para o aperfeiçoamento não só dos serviços do MME, mas dc to-

da a mão-de-obra dc nível universitário no Brasil-

(22)

Outra contribuição do MME na área da informação científica e
tecnológica e que merece ser aqui realçada é a refcrEntc ao Projeto RADA.M
t
IRadar da Amazônia), É a participação do MME no Programa dc Integração '
Nacional

Este Projeto teve início em dezembro dc 1970,

foram traçados,

organizados os voos c os trabalhos de campo.

teve início cm agosto dc
(mosaico),

quando os planos
Sua execução

1971 e sua finalidade é usar imagens de radar

cm conjunto com quantidade limitada, dc fotografias aéreas in~

fravermrIho-colorido c multicspcctrais,

tomadas dc alta e baixa altitude

e com verificação de campo para mapear os recursos naturais, nas regiões
Norte e Nordeste do Brasil,

que

não haviam sido fotografadas pelo chama-

do Voo AST-10 (Acordo Governo Brasileiro e USAF)
tem a responsabilidade do planejamento,
to,

0 DNPM,

órgão do

MT-E,

coordenação e execução do Proje-

c tem a assitcncia tccnicci da EARTH Satellitc Co

à preparação de especificação e aquisição dc

, no cuc se refere

dados terrestres,

e aceitação das imagens e dos mosaicos finais,

inspeção

bem como da. companhia bra

sileira LASA - Engenharia e Prospecções S/A, no que se refere à execução
dos vôos, controle dc
semi-controlados
fia,

terra c constnição dos mosaicos não controlados

As imagens adquiridas são interpretada.s para hidrogra-

geomorfologia,

geologia,

vegetação e solos.

0 Museu da Terra c Energia
nota

e

.(

26

)

é outro-empreendimento digno

de

Em termos técnicos,

será iim centro de difusão dc conhecimentos te-

cnológicos e científicos,

com a finalidade dc promover o entrosamento da

ciência com o ensino profissional.

No Museu da Terra e Energia ficarão á

mostia riquezas minerais c. energéticas c seus sistemas dc aproveitamento,
c como são feitas, a localicação e a exploração dessas riquezas no subsolo
Este Museu difere,

pois,

das instituições tradicionais:

tratem o passado e

a evolução até nossos, dias,

pretende mostrar o presente e
passado,

cm

2

enquanto elas re_

o Museu da Terra c

a j'&gt;erspectiva do futuro

Energia

Referências

ao

só quando indispensáveis ã compreensão dos visitantes ou usuários

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Embora todos os museus tenhrjíi finalidade- didática,
siderará o ensino como sua finalidade preexpua,

tendo por princípio trom

mitir o máximo de conhecimentos ao maior niimcro de pessoaso
tem idealizado um sistema de cxTiosições móveis,
ser levadas a todo o território nacional

este con-

E assim,

já

que poderão c deverão

E&gt;essa forma,

»

o Museu se preocu

pará em ensinar a história viva, mostivndo a riqueza mineral e

energéti-

ca do país ej o esforço das gerações para CLproveitá-la em benefício da co
letividade.

Ê o Centro de Difusão de Conhecimentos Tecnol.

e Científicos,

Integra o conjunto arquitetônico do Museu, um anexo destinado a Biblioteca Especializada do MME,
banco de dados,

que se tronsfoxmiará em poderoso

com informações atualizadas e precisas,

’

Todas as empre-

sas vinculadas ao Ministério participarão finíinceiramente da execução do
projeto e terão um representante jmto ao Mxiseu para transmitir todas as
informações necessárias,

referentes ao seu setor,

(20)

A propósito, o Cori^eio Braziliense em editais sob o
"Ciência e Tecnologia"

( 21

)

título

trataram largaraente da conveniência e uti-

lidade da iraplontação ckstc Museu, em Bnesília»
0 Dr,

Yvon Barreto de Carvalho, Dirctor-Geral do DNPM,

se expressa na apresentação do I Anuário Mineral Brasileiro:

assim

'lluma época,

em que a cvolxição tecnológica se acelera e os meios econômicos são,
consequeneia, modernizados,

a revolução nas máquinas administrativas

em
go-

vernamentais dos países em vias de desenvolvimento se faz necessária
naturalmente,

sua prática sr impõe,

parex acompanhar aquela evolução

As mudanças são bruscas o requerem xima aceitação atenta e,
to,

ousada,

senão mesmo agressiva, no sentido de,

(1

Assim entendendo,
tes c jurisuiciona.uos,

até certo pon

adaptando-se ás

o I#1E,

com todos òs seus órgãos integrín-

-.rtá procurando absorver essas novas concepções

distanciado da nova. realidade

Por isso c que os órgãos do Governo,

em geral ,

É...
2

3

4

5

6

’

em consequência do progresso com que se aprcscntsim

as modernas sociedades.

cm

*

),

se auto-revolucionando para nao se perder,
que surge a cada diai,

-.

queimando-se etapas,

poder-se no menor espaço de tempo, utilizar os serviços,
exigências da evolução"

e,

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�18.
estão se esquecendo des velhas imagens^

constituindo-sc cm suporte

pri-

mordial c cglutinador das atividades globaãs para o desenvolvimento cien
tW ico,
MílE;

tecnológico c

no que sc

econômico de um modo totrol e,

refere à Mineração,

cspccificamcntc,

no

Geologia e Energia Elétrica c Nuclc;&lt;ar,

de acordo com a política desenvolvida pela administração do Minist: o Dias Leite

(25

)

Sabendo-se

que a evolução do processo desenvolvimentista

Pais requer cooperação harmoniosa de- todos,
COS agrupados

numa mesma áreu;

do

cm todos os setorc:;s cspecíf_i

sondo imprescindível a integração, nes-

ta era das comunicações que interligam todo o mundo,

concluímos que

MME não está alheio a esta visão,

acha-se

e,

por isso mesmo,

o

impregnado

do sentido e da necessidade de intcr-relacio-amento com todos os demais
órgãos, públicos c privados, visando a aceleração do desenvolvimento

te-

cnológico do Brasil

6 '

Siglas citadas

ASDOCI

Assessoria de Documentação e

Informação

BNDE

- Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico

CAEEB

- Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas Brasileiras.

CBTM

Companhia Brasileira de Tecnologia Nuclear

CIMME

Centro de Informática do Ministério das Minas c Energia.

CLT

Consolidação das Leis do Trabalho

CNEN

Comissão Nacional de Energia Nuclear

CNF

Conselho Nacional de Petróleo

CNPq

Conselho Nacional de Pesquisas.

CPRM

Companhia de Pesquisa c P.ecursos Minerais

CVPD

Comp.anhia Vale do Rio Doce

DASP

Departamento Administrativo do Pessoal Civil

DNAEE

Departamento Nacional dc Águas c"Energia Elétrica.

DNPM

Departamento Nacional da Produção Mineral

ELETROBRÂS- Centrais Elétricas Brasileiras S.A.
EMFA

cm

Estado Maior das Forças Armadas.

2

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19

�19
FINEP

~ Financiadora do Estudos c

Projetos S A

FNDCT

- Fujido Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

FUNAT

- Fundo de /irnparo à Tecnologia do INT

FUl-JTEC

- Fundo de Desenvolvimento Tccnico--Científico do ENDE

IBBD

- Instituto Brasileiro dc^ Bibliografia c

IBGE

- Instituto Brasileiro de

IBM

- International Businens Machine Corporation o

ICC

- Indústria Carboquímica Catarinense S A,

INT

- Instituto Nacional de Tecnologia

LEMI-IE

- Denominação dada ao Projeto de

Documentação

Geografia c: Estatística

Indexação da LEgislação refe-

rente ao Ministério das Minas e Energia.

.

MA

- Ministério da Agriceilture..

MEC

- Ministério da Educação e- Culturei

MIC

- Ministério da Indústria c do Comércio-

M''IE

- Ministério das Minas e- Energia.

MFCG

- Ministério do Planejamento e Coordena.çao Geral.

MRE

- Ministério das Relações Exteriores.

PBDCT

- Pleno Bcésico do Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

PETROBEÁS - Petróleo Brasileiro S.A

*

PIB

- Produto Interno Bruto

PLA1'IFAP

- Plano de Formação e Aperfeiçoamento de Pessoal de NÍvel
Superior

PND

- Plrno Nacional de Desenvolvimento

RADAM

- Denominação dada ao Projeto de Levantamento RADargramctrico
da Aííazonia

SINF0RI'1ME - Sistema de Informação do Ministério das Minas e Energia.
■- Sistema Nacional de- Informação Científica e Tecnológica

SNICT
SUDAM

- Superintendência do Dc.senvolvimento da Amazônia.

UlíESCO

- Organização das Nações Unidas paõra q Educação,

Ciência

c Cultura.

cm

UNISIST

- Sistema Internacional de Informação Científica.

USAF

- United States Air Force.

2

3

4

5

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gentilmente por:

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Bibliografia consultc.dr.

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(

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Consc Iho Nacioncvl dc Pesquisas

DirC:trizes básicas pcarca

imp 1ontgção do_ Sistema Naciona 1 dc. Informação Cienj^ficc.__£
cnológica SNICT;

doccimento clpborado pela Comissão dc.

Te-

Redação do

Grupo de Traba.lho do SKICT c aprovado na lOâ Reunião p..ra a

( 4)

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Revisado em 10 de maio dc

abril 1973

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Leis,

1969

6p

Decrc;tos,

de maio dc 1973.

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( 6)

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21 out

1969,

Decreto n,

76 de 21 out
p

200,

Estudos e Projetos

dc 25 fov
S A

Diário Oficial, Brasília,
(7)

Decreto n.

1967.

jun
C 8)

p

p

1969

Diário Oficial,

Diário Oficial

25 jul

68 748 - 15 jiui,

p

1971

A.ltera para financiadora

7824,

S A,

2

3

4

5

(FINEP) a denominação
61 056,

dc 24 dc

Diário Oficial,

jul

Brasília,

16

1972. Define áreas dc compc_

,

Brasília,

18 maio 1972

719 - 31 jul

1969

Desenvolvimento Científico e. Tecnológico

cm

191

1967

70 553 - 17 maio dc

Dccreto-lci n

videncias,

'

4595

Decreto n

9)

1057,

Regulamenta o art,

tencia no Setor dc Ciência e- Tecnologia c

(

43, de 29 jan

(FINE?) e dá oeitra^s providencias..

c. dá outras providencias

1971

)

1969.

dc. empresa pública criada pelo Decreto n
1967,

(mimeog

1969, constitui a FinanciCi.dora

de Financiadora de. Estudos c Projetos

dc

1973

8930-31

61 056 - 24 jul

do Deere ti-lei n,
dc

30 jen

im-

Rio de Janeiro,

Ato complementar n

Brasília,

A.to complementar n
Brasília,

XI..

of a National System *

of Seientifie and Technological Information,
UNESCO,

1972. n.

Diário Ofj.clal Brasília,

6

Digitalizado
gentilmente por:

dá outras providencias.
p

4355-56.

Cria o Fundo Nacional de
(FNDCT) e dá outra-S pro-

31 jul

1969.

14

15

p

16

6522,

17

18

19

�21.
(10)

BRASIL

Leis,

de 7 abr.

decretos,
1972r

etc.

Exposição de. motivos do I^IPCG n.

Aprovaçõo de

diretrizes e medidas setoriais pa

ra implantação de programas c projetos do governo
cial,
(11)

Brasília.,
Lei n.

&lt; maio 1972

FB 3573/72.

r. 727 -- 0^ nov,1971

(12)

3 nov.

Diário Oficia1,
F

(13)

Brasília,

Diário Ofi-

p 3 900-

Dispõe sobre o Primeiro Plano

Na.ciona.1 de Dc.scnvolviraento (PND),
Diário oricia.l,

31“B

para o período de. 1972 a 74

1971

p

Brasília,

8969

8 nov

1971.

Suplmcnto

1-19
.

Ministério do Flanejamentó e Coordenação*Geral

to e de senvolvimento no Brasil
(14)

PND:

/Brasília.,

revolaição social c hvjnana;

1973/

PlanejamenSSp^

exposição do Ministro

do

Planejajnento e Coordenação Geral na Comissão Mista do Congresso
Nacional 13 10.1971.
(15)

(Brasília)

P^ 29/30.

Relatorio doSub-grupo designado pelo Ministério do Plancjamento e Coordenação Geral para estudar a organização de um.
Sistema Nacional de Informação Científica c Tecnológica.
de Janeiro,

(16)

BRASIL

6p

BRASIL.

Presidência da República

.

..

CAIXETA,

Brasília,

1972

p. 71

I Plano Nacional de Dcsenvolvimcn^-

Brasília,

Brasília,

1971

77p
comentários

1971 59p

Projeto do I Plano Nacional de Pesenvolvimento Econômico e

Social - 1972/74.
(20)

Relatório das atividades d^

Projeto do I, Plano Naciona^ de Desenvolvimento;

c editoriais.
(19)

)

programa, de realizações para 1972.

to (PND) - 1972/74
(18)

(mimeograf

Ministério das Minas e Bnergia.

1971;
(17)

1971

Rio

Donalva.

Brasília,

1971

59p

Um museu para conta^r a história viva. da. terra,.

Correio Brasiliensc ,

Brasília,

28 jan..

1972-

p. 9.

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CIÊNCIA c

tecnologia.

Editoriais,
(22)

Correio Erasiliense,

3 maio iS73.

p 3.

COMPA-NHIA AUXILIAP DE EIIPRESAS ELÉTRICAS DRASILEIRAS
tório da. diretoria 1972

(23)

Brasília,

Rio de Janeiro,

1973

(CAEEE),

28p

Rela-

(mimeog. )

CONEERÊNCIA INTERAMERIC/iNA ESFECIALIZ/\DA SOBRE A APLICAÇÃO DA CIÊNCIA E DA TE:CN0L0GIA para 0 DESENVOLVIMENTO DA AMÉRICA LATINA CA.CTAL.

Brasília,

V/ashing'con,
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12 - 19 ma.io 1972

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/Santiago/lLPES,

1972

Docamento de

Original:

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1972

34p

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(mimeo

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vicr-íTiiíi

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i':.' de
(33)

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In:

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              <text>A informação é o elemento básico da investigação ou pesquisa. Sem pesquisa a tecnologia não se desenvolve e o progresso, se vier, será de maneira muito lenta e penosa. For isso o bibliotecário tem a obrigação moral de procurar, por todos os meios, alertar a opinião pública, principalmente os elementos-chaves dos órgãos públicos, para o fato da importância da organização da informação em suas áreas. O Ministério das Minas e Energia, seguindo os planos e metas do Governo para o desenvolvimento, oferece sua contribuição através de seu Centro de Informática e do Centro de Processamento de Dados, que centralizarão todas as informações contidas nos centros de documentação e nas bibliotecas de seus diversos órgãos: Departamento Nacional da Produção Mineral, Departamento Nacional de Aguas e Energia Elétrica, Conselho Nacional do Petróleo, Comissão Nacional de Energia Nuclear, Companhia Brasileira de Tecnologia Nuclear, Petrobrás, Eletrobrás, Companhia Vale do Rio Doce, Indústria Carboquímica Catarinense, Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais e todas as suas respectivas subsidiárias.</text>
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