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CDU 021.64

OCLC: um novo conceito em cooperação bibliotecária

EDUARDO JOSÉ WENSE DIAS
Professor da Escola de Biblioteconomia da
Universidade Federal de Minas Gerais

RESUMO
Descrição do sistema cooperativo controlado por computador, do Ohio
College Library Center, cujo subsistema de catalogação já é totalmente
operacional. Implicações que a implantação e desenvolvimento desse tipo de
sistemas pode ter para o Brasil.

1 - INTRODUÇÃO
Nos Estados Unidos, nestes últimos dez anos, um nome vem pau latinamente
adquirindo destaque, quando se fala em bibliotecas e sistemas de informação: OCLC, ou
Ohio College Library Center, a organização fundada em 1967, sob os auspícios da Ohio
College Association. Nesta tentativa de analisar o porquê desse destaque, é nosso objetivo
suscitar a curiosidade pelo sistema e estimular a reflexão a propósito das implicações que
a implantação e desenvolvimento desse tipo de sistemas possa vir a ter para a nossa
realidade.

2 - ORGANIZAÇÃO
O Centro é uma organização sem fins lucrativos, com sede em Columbus, capital de
Ohio, e seu objetivo inicial era o de "aumentar a disponibilidade dos recursos das
bibliotecas acadêmicas do Estado de Ohio". Para tanto, encomendou-se um projeto de
sistema cooperativo controlado por computador. Em 1970, três anos após a criação do
Centro, começa a operar o subsistema de produção de fichas catalográficas.
Essa rapidez operacional talvez explique a imediata popularidade do OCLC. Logo,
vários outros tipos de bibliotecas mostraram interesse em participar do sistema. Em março
de 1973, então, o Centro decidiu aceitar, também como membros, outros tipos de
bibliotecas do Estado, com a única condição de que se tratasse de organizações sem fins
lucrativos. Em
Enn 30 de junho de 1976^, o total de membros do sistema era de 84,
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�continuando válida a caracterização que Hopkins fez, em 1973, dessas bibliotecas:
"variam, em tamanho, de pequenas bibliotecas escolares a grandes bibliotecas de pesquisa,
como a da Universidade Estadual de Ohio; de bibliotecas públicas, como a do Condado de
Dayton-Montgomery, a bibliotecas altamente especializadas, como a da Faculdade Médica
de Ohio, em Toledo, e a da Faculdade da União Hebraica" (2; p. 309). A esta relação,
deve-se acrescentar instituições como o Chemical Abstracts Service, que tem sua sede em
Columbus.
Além dos membros — condição privativa das bibliotecas de Ohio —, muitíssimas
outras bibliotecas, espalhadas por quase todo o território americano, beneficiam-se do
sistema na condição de "participantes". A maioria faz parte das várias outras redes
afiliadas ao Sistema OCLC, e com ele se comunicam através das redes. Em 1976, era 18 o
número dessas redes, entre as quais se destacam sistemas como o NELINET (New England
Network), o sistema da Universidade Estadual de Nova Iorque, o
Library Information NetWork),
sistema AMIGOS, do sudoeste americano, oSOLINET (Southeastern Library NetWork),
Network),
etc. As poucas bibliotecas de fora do Estado que se comunicam diretamente com o OCLC
(isto é, não participam de nenhuma rede) são chamadas "independentes".
Essas bibliotecas participantes, e mesmo as próprias redes, como também as
bibliotecas independentes, conforme observamos acima, não são consideradas membros
do sistema A condição de simples participantes lhes impede de participar das tomadas de
decisão, de vez que não tém
têm direito a voto na eleição do Conselho Diretor, que é o órgão
máximo de decisão do OCLC. Essa recusa em aceitar organizações de fora do Estado
como membros tem sido um dos pontos de insatisfação entre os participantes, mas a
tendência parece ser pela futura aceitação deles naquela condição.

3-0 SISTEMA
O projeto do sistema previa a existência de seis subsistemas, que seriam implantados
0
progressivamente:
a) catálogo coletivo em linha e catalogação cooperativa
b) controle de periódicos
c) processamento técnico (aquisição)
d) empréstimo interbibliotecário
e) acesso remoto ao catálogo e controle da circulação
f) acesso por assunto
Quando todos os subsistemas estiverem em operação, constituirão um conjunto
integrado, a manter comunicação entre si, sempre que necessário. Por exemplo: um
consulente localiza, através do subsistema do catálogo coletivo, que biblioteca possui
determinado livro. Em seguida, o subsistema de circulação informará, por exemplo, o
status (obra de referência, de circulação, etc.) do referido livro. Se o material for de
circulação, o consulente poderá ficar sabendo logo se o mesmo encontra-se na biblioteca,
ou se está emprestado. Se o livro é circulável e está disponível, aciona-se então o
subsistema de empréstimo interbibliotecário, que providenciará o processamento do
pedido. E assim por diante, no que diz respeito a todas as funções previstas no sistema
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�No estágio atual, entretanto, apenas o primeiro daqueles subsistemas é totalmente
operacional. O segundo, de controle de periódicos, foi ativado de forma parcial, e assim
mesmo apenas
ap&gt;enas a parte relativa à descrição das coleções. A parte de controle automático
do recebimento de fascículos ainda não era operacional, até o ano passado. O subsistema
prevê ainda o desempenho das funções de reclamação de fascículos não recebidos e de
controle de encadernação.
O subsistema de processamento técnico ocupar-se-á basicamente da função de
aquisição, encarregando-se de produzir ordens de compra, enviá-las aos fornecedores, e
manter controle do gasto de verbas. Este subsistema e o de empréstimo interbibliotecário
estão em fase de implantação. Espera-se testá-los durante este ano de 1977.
Estudos também vêm sendo desenvolvidos para o projeto do subsistema de acesso
por assunto que, como é de se imaginar, desp&gt;erta
desperta grande interesse e curiosidade. Deles
vem participando o Battelle Memorial Institute, em trabalho conjunto com a Divisão de
Pesquisa e Desenvolvimento do OCLC. Como era de se prever, um dos maiores problemas
são os recursos computacionais necessários, que foram classificados de "altamente
desencorajantes". (5; p.16).
A comunicação entre as bibliotecas e o sistema é feita através de terminais de vídeo,
que se assemelham a um conjugado aparelho de televisão/máquina de escrever. Esses
terminais estão geraimente
geralmente instalados na seção de processamento técnico e na de
empréstimo interbibliotecário, mas podem também ser encontrados na área de circulação
do público. Para se ter acesso ao sistema, tecla-se um código apropriado. Quando o
sistema responde, pode-se então proceder à consulta que se deseja
deseja.
Atualmente, e apenas para operar os serviços em linha, dispõe o OCLC de quatro
computadores Xerox Sigma 9, em dedicação total.

4-0 SUBSISTEMA DE CATALOGAÇÃO
Foi o primeiro a ser ativado. Em 1970, começa a operar off-///7e,
off-line, produzindo fichas
catalográficas. Já no ano seguinte, o sistema passa a operar em linha.
A base de dados foi inicialmente alimentada unicamente pelas fitas do MARC II.
Depois, com a implantação do acesso em linha, tornou-se possível, então, adicionar ao
sistema catalogação original preparada pelos participantes. Essa contribuição é devida
sempre que uma biblioteca, após consultar o sistema, for informada de que a ficha
referente àquela determinada obra ainda não faz parte do arquivo. Então, é tarefa da
biblioteca preparar a referida ficha e, depois, dar entrada da mesma no sistema,
sistema.
0 formato utilizado é o do MARC II. Quando a biblioteca deve preparar a
O
catalogação de um determinado item, ela pede ao sistema um formulário do referido
formato, o qual é exibido no vídeo do terminal. Aí são dispostas, então, as informações
constantes da ficha preparada pela biblioteca.
Qs registros no sistema contém apenas 78% do número de caracteres do registro
Os
MARC II original. Q
O sistema pode, entretanto, produzir registros MARC II a partir dos
registros modificados, inclusive aqueles fruto de catalogação original.
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�Quando uma biblioteca cataloga uma determinada obra através do sistema, este fato
é registrado pela incorporação ao registro de uma sigla identificadora daquela biblioteca.
Desta maneira, vai o catálogo coletivo sendo construído e atualizado à medida que as
bibliotecas utilizam o sistema.
Atualmente, a base de dados contém cerca de dois e meio milhões de registros.
Destes, 1/3 são originários das fitas MARC II, e os 2/3 restantes provêm da catalogação
original. O
0 número de registros adicionados ao banco, anualmente, aproxima-se do total
de um milhão. (6;p.263).
Com relação à utilização do sistema, os números estatísticos são bastante
convincentes: no período 1975/1976, as bibliotecas catalogaram uma média de 91% do
material através do sistema. (5;p.1). Em números absolutos, isto representou um total de
5.707.828 títulos, para os quais o sistema produziu um total de 39.6 milhões de fichas.
5 - PERSONALIZAÇÃO
Um dos aspectos de maior destaque no OCLC é, sem dúvida, o respeito à
individualidade de cada biblioteca. O sistema reconhece o fato de que as bibliotecas não
se moldam por um padrão único mas, ao contrário, têm importantes características
individuais, que podem inclusive ser únicas. A desatenção para com esse aspecto é que
talvez tenha levado outros sistemas cooperativos ao fracasso.
No OCLC, cada membro tem a oportunidade de desenvolver o que se chama de um
"perfil", para efeito de produção das fichas pelo computador. O perfil é um programa
especial de computador que faz com que as fichas sejam produzidas de acordo com os
requisitos específicos da biblioteca. Assim, o programa inclui instruções sobre:
a) formato da ficha
b) impressão de informações peculiares
c) quantidade de conjuntos de fichas a serem produzidas
e muitos outros detalhes. Desta forma, uma série de variações que atendam às
necessidades e interesses de cada biblioteca, é possível: cabeçalhos em caixa alta ou
cabeçalhos em caixa baixa; diferentes formatos do número de chamadas; diferentes
extensões das margens de entrada nas fichas; catálogos únicos ou catálogos divididos; etc.
As fichas são enviadas às bibliotecas em pacotes separados, um para cada catálogo,
arranjadas na devida ordem dentro de cada pacote.
Se a biblioteca assim o desejar, todas as fichas para ela produzidas, com as
modificações feitas, podem ir sendo guardadas numa fita especial. A biblioteca paga por
esse serviço, mas dele tira grande vantagem: pode ter, periodicamente, listagens de todo o
material catalogado através do sistema; o serviço propicia a feitura de listas de novas
aquisições; etc.

6 - IMPACTO SOBRE AS BIBLIOTECAS
Como observa Hewitt, o sistema é muito mais do que um mero serviço de
catalogação e produção de fichas: "representa uma fonte geral de informação bibliográfica
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�que pode ser usada para dar apoio a uma série de funções dentro da biblioteca."
(1;p.269). Algumas dessas funções são de evidência imediata, como é o caso da utilização
(l;p.269).
do sistema para a verificação de dados bibliográficos. Na maioria das vezes, é mais rápido
obter-se uma resposta consultando o sistema do que consultando as fontes impressas.
O catálogo coletivo, além de sua função primordial de localização das obras, é de
grande utilidade no processo de seleção. Em primeiro lugar, serve a um propósito de
aquisição cooperativa informal, porque a biblioteca, localizando a existência de
determinada obra numa outra biblioteca, pode decidir pela não aquisição dessa obra,
baseando-se na possibilidade de a mesma poder vir a lhe ser disponível através do
empréstimo entre bibliotecas. Em segundo lugar, o fato de uma outra obra estar presente
nas coleções de um grande número de bibliotecas pode ser um fator a pesar na avaliação
da mesma, na presunção de este fato ser indicativo de sua qualidade.
Ainda com referência às atividades na área de catalogação, já nos referimos à figura
dos 91% de obras catalogadas através do sistema. O
0 restante, presume-se, corre por conta
das atuais limitações do sistema, que não inclui material em alfabetos não-latinos, nem
partituras musicais, nem certos outros tipos de material.
Hewitt (1;p.269), concluindo seu estudo sobre a interação entre o OCLC e as
bibliotecas que o utilizam, enfatiza os seguintes pontos:

1.
°) As conseqüências da utilização do sistema têm tido mais in
do tempo necessário ao desempenho das atividades do que na redução dos custos
operacionais.

2.
°) A tendência mostra que a função em que o sistema deverá
resultados é na de empréstimo interbibliotecário.

3.
°) A abordagem personalizada é um ponto altamente positivo d
outro lado é também sintoma da incapacidade das bibliotecas de interagirem com o
sistema a um nível ideal.

7-0 FUTURO
A expansão do âmbito de influência do sistema, de certa forma imprevista, vem
provocando as mais diversas especulações. A principal diz respeito à possibilidade de o
OCLC vir a tornar-se, de forma efetiva, um sistema nacional. Na idéia de Frederick G.
Kilgour, seu diretor executivo, entretanto, esse sistema nacional deveria ser constituído de
três grandes bancos de dados, OCLC sendo um deles (6;p.263). Localizados em diferentes
partes do país, estariam assim se protegendo: à base de dados, ao "software", e ao
equipamento.
Outra possibilidade, ainda na análise de Kilgour, seria a de dar ao OCLC um papel
de âmbito nacional. Tal sugestão traz à tona, forçosamente, um confronto entre o OCLC
e a Biblioteca do Congresso, o que merece de Kilgour o seguinte comentário: "Para nós, a
BC ê apenas mais uma biblioteca a contribuir para o nosso banco de dados, embora essa
contribuição seja, inegavelmente, de natureza única, tendo em vista que se trata das fitas
do MARC II. O
0 sistema OCLC, por outro lado, faz com que esse trabalho da BC torne-se
muitas vezes mais útil, quando o coloca à disposição das bibliotecas, em linha."
(6;p.263-4).
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�Conseqüência dessas especulações parece ser a decisão recente do Conselho Diretor,
de estabelecer um Grupo Consultivo destinado a "examinar e recomendar o papel do
OCLC numa rede bibliotecária de âmbito nacional, como também propor um novo plano
de organização para o Centro." (5;p.1).

8 - IMPLICAÇÕES PARA A REALIDADE BRASILEIRA
Que implicações, ou qual o interesse que um sistema como o OCLC poderia ter para
nós? Em primeiro lugar, e apesar de parecer coisa remota, estaria a possibilidade de
virmos a desenvolver aqui um sistema semelhante. Neste caso, achamos que a experiência
de sistemas como o OCLC seria um ponto de referência indispensável no planejamento e
implantação de sistemas similares. Então, porque não procuramos investigar, desde logo,
os problemas que têm sido enfrentados no projeto e desenvolvimento desses sistemas? A
maioria desses problemas parecem ser originários da forma como foram e vinham sendo
operados os sistemas manuais. No caso dos Estados Unidos, a dimensão a que já tinham
chegado esses sistemas manuais éê que tornou difi'cil,
difícil, em certos aspectos, a implantação de
sistemas computarizados. Um exemplo evidente são os catálogos das grandes bibliotecas,
alguns de imensas proporções, a desafiar quaisquer alterações ou modificações que se
tornem necessárias.
Um outro aspecto, e este nos parece ainda mais importante, é a possibilidade de
virmos a ter acesso, direto ou indireto, a esses sistemas. Neste caso, essa utilização
pressupõe uma adequação dos usuários a certos requisitos mínimos necessários ao
estabelecimento de uma comunicação positiva entre usuários e sistema. Por outro lado, a
tendência parece ser por sistemas capazes de manter interação entre si, o que torna o
problema ainda mais sério:
sério; quanto maior for o número desses sistemas, mais forte será a
linguagem que utilizarem, e cada vez mais enfraquecidos ficarão aqueles que fizerem uso
de linguagem diferente.
Também esta hipótese pode parecer utópica, mas quem pode prever o que nos
reserva a tecnologia do futuro?

9 - CONCLUSÃO
Qualquer que venha a ser a resposta, sentimos que alguma coisa poderia desde já ser
feita, de forma a tornar menos problemática e menos onerosa (caso em que poderia
tornar-se até mesmo inviável) a concretização de qualquer das duas hipóteses acima
citadas.
É por isso que, ao concluir este trabalho, gostaríamos de sugerir a criação de uma
comissão ou grupo de trabalho junto ao órgão competente no caso (IBICT? Biblioteca
Nacional? ), que se encarregaria de estudar o problema e decidir pela conveniência ou não
de se criar um grupo permanente para se ocupar do assunto.
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�ABSTRACT
Description of Ohio College Library Center's computer-controlled cooperative
System,
system, whose cataloging subsystem has been operational since 1971. Implications of the
implementation,and development of this kind of system for Brazilian libraries.
implementation.and

BIBLIOGRAFIA
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2. HOPKINS, Judith. The Ohio College Library Center. Library Resources &amp; Technicai
Technical
Services, /7:308-19, Summer 1973.
3. KILGOUR, Frederick G. Evolving, Computerizing, Personalizing. American Libraries,
3(2):141-7, Feb. 1972.
4

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Annual Report, 1975/1976. Columbus, 1976.
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6. PLOTNIK, Art OCLC for you — and me? ! American Libraries, 7(5)258-67,
7(5);258-67, May
1976.
7. SCHIEBER, Philip. Comunicação pessoal. 19 de novembro de 1976. (OCLC. 1125
Kinnear Rd. Columbus, Ohio 43212).

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Documentação&#13;
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          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>1977</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
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              <text>Tratamento da Informação </text>
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              <text> Catalogação Cooperativa</text>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Descrição do sistema cooperativo controlado por computador, do Ohio College Library Center, cujo subsistema de catalogação já é totalmente operacional. Implicações que a implantação e desenvolvimento desse tipo de sistemas pode ter para o Brasil.</text>
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          <description>A language of the resource</description>
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