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ORGANIZAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE ARQUIVOS

LARISSA MARIE BORUSCHENKO
Bibliotecária do Centro de Assistência
Gerencial à Pequena e Média Empresa do
Paraná — CEAG-PR.

RESUMO
Considerando o armazenamento de informações num sistema integrado
nas empresas, propõe treinamentos de organização e administração de
arquivos, realizados por bibliotecários. Analisa métodos de arquivamento,
tipos de arquivos e sublinha a necessidade de valorizar a função do arquivista.

1. OBJETIVOS
Considerando a rapidez da evolução tecnológica em todos os campos da atividade
humana, observa-se a necessidade dos sistemas de informação serem integrados no
desenvolvimento nacional.
Para atingir este objetivo é da maior importância que nas atividades empresariais e
governamentais exista a organização racional do registro das informações.
O trabalho das empresas envolve uma participação em negócios e atividades e uma
prática de ações, todos apoiados por algum escrito, precisando ser anotados em
documentos que servirão de base para futuras consultas.
Portanto, os documentos recebem os registros das atividades desempenhadas e são
necessários para a amplificação e avaliação das transações correntes de cada dia.
Os documentos são a memória da empresa;
empresa: dão informações, comprovam fatos,
enfim, historiam atividades.
Para evitar a repetição desnecessária de experiências, diminuir a duplicação de
trabalho, avaliar os resultados obtidos, é necessário que os documentos se\am
sejam arquivados
num sistema racional, que melhor se adapte ao empreendimento.
Segundo Heloísa de Almeida Prado, arquivfstica
arquivística é a técnica de se organizarem os
arquivos, isto é, de se classificarem, guardarem, conservarem e localizarem os documentos,
quando desejados, e arquivo é toda coleção de documentos conservados, visando a
utilidade que poderão oferecer futuramente.
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�Um bom arquivo deve preencher as seguintes funções:
1 — manter ordenados os documentos referentes à vida administrativa da empresa;
2 —fornecer
— fornecer rápida e seguramente os elementos necessários às informações
solicitadas;
sol icitadas;
3 — garantir a perfeita conservação dos documentos recolhidos, através de armários,
pastas A-Z, estantes e fichários;
4 — ser elemento vivo, dinâmico de informações e serviço de toda a instituição;
Para alcançar estes objetivos é necessário dispor de uma adequada estrutura
empresarial, que permite:
1 — ter pessoal competente para o trabalho adequado;
2 — organizar o arquivo em locais apropriados.

2 - PESSOAL DE ARQUIVO
Convém lembrar que o pessoal encarregado dos arquivos deve estar constituído por
elementos capazes, conhecedores do funcionamento dos arquivos e dos sistemas de
classificação, reunindo os seguintes requisitos: capazes tecnicamente, ordenados, com bons
critérios, com boa memória e boa percepção visual.
É preciso levar em conta que um arquivo, qualquer que seja seu tipo, é a "memória"
da empresa, e para exercer tão importante função, não se pode colocar uma pessoa
incompetente ou inadequada.
O arquivista deve estar no nível de qualidade, competência e adequação apresentado
0
pela empresa sem causar entraves no desenvolvimento técnico e administrativo.
Z1 — Valorização da Função
2.1
A função do arquivista precisa ser devidamente valorizada dentro da empresa,
considerando a importância de um arquivo organizado e dinâmico, como sistema de
informações.
A valorização da função pode acontecer através de remuneração adequada, e
exigências básicas de formação profissional, 1.° e 2.° ciclos, e participação em
treinamentos e cursos de especialização.
O arquivista que tenha consciência da importância e qualidade de seu trabalho,
0
melhor desempenhará suas funções, em benefício tanto da empresa, como seu próprio,
em termos de realização pessoal e profissional.
Como mercado de trabalho o arquivista terá as possibilidades de conhecer e
manusear arquivos históricos, por exemplo, desde que atinja a formação universitária
exigida no caso.
2.2 — Atribuições do Arquivista
2.2.1 — codificar e classificar documentos.
2.2.2 — arquivar documentos e processos.
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�2.2.3 — dar busca à documentação.
Z2.4 — conservar documentos e processos.
2.2.5 — transferir documentos para o arquivo competente.
2.2.6 — manter o arquivo organizado e atualizado.
2.1.1
22.7 — prestar informações sobre documentos arquivados.
2.2.8 — controlar a saída dos documentos do arquivo.
2.2.9 — executar outras tarefas correlatas.
i
3 - TIPOS DE ARQUIVOS
Considerados quanto à entidade mantenedora, os arquivos podem ser públicos ou
particulares. Os arquivos públicos são os pertencentes às entidades governamentais, e se
subdividem em históricos e administrativos e específicos.
Os arquivos históricos conservam documentação que servirá para pesquisas nesse
campo; os administrativos contém material de utilidade para as diversas repartições a que
servem; e os específicos guardam material especial, por exemplo, fichas de identidade dos
institutos de identificação.
Os arquivos particulares pertencem a entidades particulares ou a indivíduos. Podem
ser técnicos quando colhem informações técnicas para o desempenho de trabalho;
privados quando conservam documentos pessoais ou secretos de entidade ou pessoa; e
comerciais, abrangendo documentação referente às operações e atividades de uma
empresa.
Considerados quanto à extensão, os arquivos são gerais quando abrangem tópicos
ou documentação geral; e especiais, de documentação especial.
Pelo tempo ou freqüência
frequência de consulta, subdividimos os arquivos em ativos e
inativos, conforme sejam de consulta frequente
freqüente ou ocasional.
4 - PLANO DE ARQUIVOS
4.1. — Etapas básicas para arquivamento
4.1.1 — selecionar o que merece arquivamento.
4.1.2 — classificar ou ordenar pelo método adotado.
4.1.3 — codificar, isto é, marcar em cada documento o código que recebem.
4.1.4 — agrupar o material de acordo com os códigos marcados.
Na seleção de documentos, devem existir sempre as preocupações básicas de não
deixar de arquivar o que é importante; não entulhar o arquivo com papéis inúteis e de
observar a validade do documento, isto é, o tempo que o mesmo permanecerá arquivado.
4.2 — Características
4.2.1 — facilitar tanto quanto possível os trabalhos que se seguem à seleção e
classificação.
4.2.2 — permitir realizar o trabalho de arquivo com a máxima simplicidade e
rapidez.
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�4.2.3 — determinar os critérios de classificação, evitando, tanto quanto possível,
dúvidas e interpretações subjetivas.
4.2.4 — indicar quais são as classes em que deve ser dividido o material.
4.2.5 — ter em conta as exigências futuras do arquivo e um grau adequado de
flexibilidade.

5 - MÉTODOS DE AROUlVAMENTO
AROUl VAMENTO
Em arquivamento há dois sistemas básicos: direto e indireto. Sistemas são conjuntos
de elementos que agem entre si, com um objetivo definido. Métodos são os modos de
proceder para atingir esse objetivo.
O
0 sistema direto de arquivamento permite a consulta direta do arquivo, sem
necessidade de índice. Os métodos de base alfabética geralmente são diretos, vai-se
diretamente ao nome do indivíduo, da firma, do assunto.
O sistema indireto precisa de um índice para possibilitar a consulta. Os métodos de
base codificada são indiretos: precisamos consultar o índice para verificar qual o código
do assunto, para depois localizá-lo no arquivo. Os métodos numéricos são indiretos.
Flexível, o método escolhido deve ser para se expandir, acompanhando o crescimento do
arquivo; simples, para ser facilmente compreendido. A escolha do método depende
sempre do material a ser arquivado.
Os métodos de base numérica são de linguagem universal, fáceis e rápidos no
arquivamento, mas, por outro lado, dependem de índice para sua utilização.
5.1—
5.1
— Métodos Alfabéticos
Nos métodos de base alfabética a consulta é direta, não precisamos de índice, mas
há possibilidade de errar na ordenação alfabética.
São métodos alfabéticos o nominal, geográfico, dicionário e o enciclopédico.
Para uma adequada classificação alfabética por nomes, convém não esquecer as
regras conhecidas em Biblioteconomia: entrada pelo sobrenome, consideradas as exceções
existentes, eliminação de artigos e preposições, eliminação de títulos acadêmicos e
profissionais, palavras com hífen, nomes com partículas, Mc., Mac., O', nomes que se
referem a graus de parentesco, nomes de mulheres casadas, razões sociais, repartições
públicas, federais e estaduais. O método alfabético geográfico é usado para classificar e
codificar os documentos de acordo com a divisão geográfica, em países, estados,
municípios, cidades, bairros. É útil quando há necessidade de classificar registros ou
documentos por zonas geográficas, como no caso de empresas de utilidade pública que
prestam serviços à áreas extensas.
O método alfabético dicionário é natural e direto, considerando também as letras K,
W e Y, pois podem figurar em documentos, nomes iniciados pelos mesmos.
No método enciclopédico faz-se uma lista dos assuntos principais com as divisões e
subdivisões de cada um. Por exemplo:
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�MÚSICA
Música vocal
vcx:al
corais
cantatas

—

Música instrumental
sonatas
suítes

Além dos métodos alfabéticos citados pode também ser usado o alfabéi.. ^ variadex
em que atribuímos cores e grupos de letras, e o mnemônico,
mnemõnico, que vem a ser a classificação
ideológica, preconizada por Taylor-Thompson. Determina a codificação de assuntos por
meio de letras em lugar de números combinando as 23 letras do alfabeto, não usando I, 0
eQ.
Cada assunto é designado por uma letra, se possível correspondendo à inicial da
palavra que o nomeia. Exemplo: Arte, A; Distribuição, D.
Se ajuda a memória, por um lado, por outro, não pode ser universal, pois as idéias
têm designações diferentes nas várias línguas.

5.2 — Métodos Numéricos
No método numérico de arquivamento, atribui-se um número a cada indivíduo,
firma ou assunto. No arquivo, as pastas e guias têm números como notação. Nesse método
é necessário um índice, que se faz em fichário auxiliar. As vantagens consistem na
expansão ilimitada, sigilosidade e fácil ordenação das referências e remissivas não o
sobrecarregam pois são feitas à parte. 0
O inconveniente está na dificuldade de localização,
já que a ordem de classificação de documentos não é lógica, mas seqüencial. Portanto, é
preciso auxiliar-se por um índice.
Para arquivar, após marcados, os documentos são classificados em ordem alfabética
e comparados com o fichário alfabético para procurar o número que corresponde às
pessoas, entidades ou assuntos. Após encontrado, o número é escrito no canto superior
direito do documento.

Método Decimal
A classificação decimal foi criada por Melvil Dewey e publicada em 1876.
Consiste em dividir o conhecimento em nove classes principais e uma geral, as quais
atribui os algarismos de zero a nove, sempre escritos em centenas, detalhadamente
conhecida e usada em bibliotecas.

Método Duplex
Como o decimal, este método é utilizado com o estabelecimento de um código
correlates, partindo
numérico para os diversos títulos e subtítulos de assuntos principais e correlatos,
do geral para o detalhado.
Não existe limite de classes, sendo os assuntos numerados indefinidamente, com
subdivisões separadas por traços.
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�Método Cronológico
0 método de classificação para arquivamento por ordem cronológica baseia-se nas
divisões naturais de tempo; os dados constituem os elementos pelos quais se classificam os
documentos.
Ao adotar a classificação cronológica, o material é progressivamente ordenado com
base na data de emissão, fabricação, aquisição, prazo, recepção.
Na separação dos números que correspondem às datas a classe primária é
constituída pelo ano, a secundária pelo mês e a terciária pelo dia.
Ex.; 13 de junho de 1976 - 1976.06.13
Ex.:
A classificação por ordem cronológica é particularmente útil quando é preciso
classificar documentos de caráter financeiro.

Método Uniterm
O Método Uniterm também chamado de indexação coordenada, criado por
Mortimer Taube, para o arquivo técnico das forças armadas americanas é mais um método
de fichamento que de arquivamento, extremamente útil para informações técnicas,
comerciais, e científicas.
No emprego do Uniterm, os documentos são numerados à medida que chegam. O
número de cada documento é escrito numa ficha encabeçada pelo termo que representa o
assunto de que ele trata.
A ficha Uniterm é dividida em dez colunas, tendo no alto de cada uma um
algarismo de zero a nove. O número do documento é escrito na ficha Uniterm sempre
com o último algarismo correspondente ao que está no alto da coluna.

Método Alfabético Numérico
O Método Alfabético Numérico, também chamado de numeralfa ou alfa-numérico,
consiste em usar divisões alfabéticas fechadas e numeradas, combinando letras e números.

6-CODIFICAÇÃO
Segundo a terminologia corrente, codificação :éé o vocábulo que designa o uso de
símbolos e código é o sistema de símbolos empregados.
Mais exatamente, a codificação pode definir-se como a designação de números,
letras, datas ou outros símbolos, de acordo com um plano sistemático, a fim de distinguir
as categorias a que cada item pertence. Antes de se proceder a escolha definitiva do tipo de
código a adotar éê preciso levar em conta as características dos meios mecânicos através
dos quais se efetua a elaboração de dados codificados. A codificação pode efetuar-se
utilizando números, letras ou mesmo uma combinação das duas séries de símbolos,
constituindo os códigos numéricos, alfabéticos e alfanuméricos.
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�7 - MICROFILMES
7-MICROFILMES
As empresas têm diante de si duas opções para as modalidades de conservação de
documentos: conservá-los no estado em que se encontram, sem proceder a nenhuma
transformação, a fim de lhes reduzir o volume; conservá-los em dimensões, volume e peso
reduzidos, através de microfilmes, transcrição em fitas magnéticas, destruindo os originais.
No caso de se escolher a solução "microfilme" é conveniente;
conveniente:
— assinalar sinoticamente os documentos ou extratos a reproduzir.
— atribuir disposições precisas a todos os organismos que deverão mandar executar
operações de microfilmagem, a fim de regulamentar o fluxo de documentos.
A microfilmagem é a aplicação da fotografia à documentação, de forma
automatizada.
Os poderes públicos usam a microfilmagem, bem como escolas, universidades e
hospitais, para a documentação administrativa, científica e cultural.
O uso de microfilmes apresenta como vantagens principais a redução de espaço,
0
segurança.
&lt;
Nem todos os documentos devem ser microfilmados. Muitas empresas se orientam
pelas seguintes sugestões: microfilmar quando se faz necessário entregar a outras pessoas
os originais; se os documentos vão ser conservados por um período inferior a 7 anos, é
mais barato conservá-los em arquivos; caso contrário, convém microfilmá-los; se os
documentos têm valor permanente, ou se necessitam de proteção especial, devem ser
microfilmados. Os filmes devem ser armazenados em lugar seguro, distante do lugar onde
se conservam os originais.
Existem dois tipos básicos de microfilmadoras: as rotativas e planetárias. As
rotativas aplicadas à documentação comum e as planetárias à documentação de grande
porte. Os métodos principais de armazenagem de informações em microfilme, são o
método padrão, método duplex e método duo.
No método padrão o documento ocupa quase toda a largura do filme e os
documentos são registrados um após o outro.
^ No método duplex os documentos são registrados frente e verso simultaneamente e
a frente fica ao lado do verso.
No método duo, a microfilmagem é feita dos documentos que possuem informações
apenas na frente, duplicando a capacidade do filme.
Microfilmar documentos é atividade regulada pela Lei n.°
n.*^ 5433 de 08.05.68 e
regulamentada pelo Decreto n.°
n.*^ 64.398, de 24.04.69.
8 - CONCLUSÃO
r Através de experiência de trabalho em Biblioteca Técnica Empresarial e Curso de
Treinamento sobre Arquivística para outras entidades, observamos a necessidade da
orientação adequada que deve existir na organização de arquivos empresariais.
Sentimos a lacuna existente nesse sentido, em contacto com diretores de empresas,
bibliotecários e arquivistas.
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�Ck&gt;nsiderando que um sistema integrado de informações depende essencialmente de
Considerando
bom armazenamento dos mesmos, há necessidade de treinamento no setor de arquivos.
Propomos que nas empresas que possuam bibliotecas, este treinamento seja
realizado pelo profissional competente, no caso, o bibliotecário.
Os treinamentos podem ser internos e externos, através de cursos compactos e
aplicações práticas em estágios nos arquivos gerais das empresas, em dois nfveis:
níveis: chefes,
diretores de departamentos e secretárias, arquivistas.
Nos treinamentos para organização e administração de arquivos, propõe-se:
identificar os documentos de uma empresa pelo seu conteúdo, para posterior classificação
e arquivamento; caracterizar os sistemas de classificação alfabética, numérica, ideológica,
cronológica, geográfica, indicar as vantagens e desvantagens de cada um dos sistemas de
classificações; adaptar técnicas arquivfsticas
arquivísticas de empresa, aprimorando seus sistemas de
trabalho.

ABSTRACT
Focuses on Information
information storage in firms as an integrated system,
System, advancing a
proposal for training in archival organization and administrationperformed
administration performed by librarians.
Methods and types of archives are analysed, with emphasis on the need for greater
appreciation of the archivist's
archivist’s function.

BIBLIOGRAFIA
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Arquivistica. Curitiba, COREL, 1974. 44p.
ASOCIACIÓN ESPANOLA DE DIRECTORES DE ESCUELAS DE MANDOS
INTERMEDIOS. Curso de mandos intermédios; clasificación y archivo. Bilbao,
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <text>Considerando o armazenamento de informações num sistema integrado nas empresas, propõe treinamentos de organização e administração de arquivos, realizados por bibliotecários. Analisa métodos de arquivamento, tipos de arquivos e sublinha a necessidade de valorizar a função do arquivista.</text>
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