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PROJETO DE PESQUISA SOBRE BIBLIOTECAS ESCOLARES DO MUNICÍPIO DE SÃO
SAO PAULO

ALZIRA EEKO
CRB-8/516

F.

DE

CARVALHO

CARMINDA NOGUEIRA DE CASTRO
-CRB-8/874
FERREIRA CRB-8/874
Colaboradora:
NANCY BUENO - CRB-8/1030

RESUMO
Apresenta-se um Projeto de Pesquisa sobre Bibliotecas Escolares, cuja
execução já foi iniciada no Município de São Paulo. Apresentam-se também o
material e métodos e o Cronograma da Pesquisa.

1 - INTRODUÇÃO
Durante a apresentação dos trabalhos e debates do II Encontro de Bibliotecas
Públicas e Escolares, realizado em Santo André-SP, em dezembro de 1976, tivemos a
oportunidade de sentir os problemas criados pela inexistência de uma Rede de Escolares
Oficiais do Estado de São Paulo e pelas deficiências no quadro de bibliotecários em
exercício nas poucas bibliotecas escolares existentes.
Face a esses problemas constatados mais ou menos de forma empírica delineamos
um programa de trabalho no sentido de fornecer subsídios obtidos por métodos
científicos às autoridades estatais competentes, bem como, às entidades de classe, para
que possam, com dados reais, estudar o problema objetivando uma solução urgente.
1.1 — Importância do Problema
A Biblioteca dentro dos modernos padrões de ensino ocupa um lugar de suma
importância no contexto escolar, fornecendo aos alunos o material bibliográfico
necessário para o desenvolvimento das pesquisas curriculares, conscientizando
pau lati namente o futuro usuário de bibliotecas universitárias e especializadas da
paulatinamente
importância do hábito de leitura e conhecimento das técnicas de pesquisas e
documentação do trabalho.
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�A Bilioteca Escolar
Escolar, provida suficientemente,
suficientemente,, de profissionais habilitados e de
material bibliográfico adequado, comumente proporciona ao aluno, uma orientação
correta e segura do assunto a ser pesquisado, despertando no mesmo, o espontâneo desejo
de desenvolver a matéria através de leitura dos vários conceitos emitidos em diversas
fontes para poder chegar a uma conclusão própria. Com isto, a Biblioteca Escolar não
estará absorvendo as atividades específicas do corpo docente, mas, colaborando e
trabalhando com o mesmo. Os professores normalmente, em seu limitado período de
aula, não dispõem de tempo e condições para suprir com leituras e consultas o assunto a
ser exposto.
Há muito o livro didático deixou de ser considerado tecnicamente, instrumento
imprescindível e único no processo de aprendizagem e formação do aluno, "o novo livro
didático é apenas um instrumento de provocação intelectual", ou seja um instrumento
para impelir o estudante a novas explorações e descobertas. Assim sendo, a Biblioteca
Escolar precisa prover-se de livros didáticos ou informativo, mas principalmente de
publicações periódicas e de materiais a'udio-visuais,
áudio-visuais, que contribuem eficazmente para a
aprendizagem integral do estudante e, além de servir como complementação essencial às
atividades do corpo docente.
Desde que não haja uma nova diretriz no ensino, a exemplo dos Estados Unidos,
onde em alguns estabelecimentos a Escola é a própria Biblioteca com todas as condições
necessárias e não a Biblioteca somente como parte da Escola, teremos que admitir que a
formação do educando, será complementada pelas atividades desenvolvidas pela
Biblioteca, desde que a mesma tenha os recursos humanos necessários e farto material
bibliográfico para atender aos seus usuários.
Ademais, precisamos conscientizar-nos de que o profissional de Biblioteconomia,
possui formação necessária para desenvolver todas as atividades preconizadas na maioria
dos textos sobre Biblioteca Escolar, e lutar, o que não é fácil, para sensibilizar a direção e
o corpo docente no sentido de tornar da Biblioteca um órgão dinâmico dotando-a de
recursos necessários para o seu amplo desempenho.
Como parte integrante da escola, a Biblioteca Escolar tem como finalidade
primordial contribuir para a obtenção dos fins da educação.
Em perfeita harmonia com os fins educativos a que servem os objetivos gerais e os
serviços de uma Biblioteca Escolar dinâmica são comuns a todo o tipo de escola, seja ela
do 1.°, 2.° ou 3.° graus, particular ou pública, religiosa ou leiga.
Uma Comissão organizada após a última Guerra pela American Library Association
(ALA) consignou na publicação School Libraries for Today and Tomorrow', os objetivos
que devem servir de guia básico para o planejamento e realização dos programas de
Biblioteca Escolar.
1) cooperar eficazmente com o programa escolar no esforço para satisfazer as
necessidades dos alunos, dos mestres, dos pais e de todos os membros da
comunidade escolar;
2) proporcionar aos alunos os materiais e serviços bibliotecários mais adequados e
sugestivos para seu desenvolvimento e aperfeiçoamento individual;
' American Library Association. Committee on Post-war planning. School Libraries for today and
p.9-10.
tomorrow. Chicago, A.L.A., 1945
1945p.9-10.
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�3) estimular e guiar os alunos em todos os aspectos da leitura, a fim de que nela
encontrem prazer e satisfação crescentes, aprendam a avaliá-la e a cultivar o juízo
crítico;
4) dar oportunidade aos alunos para que, com a experiência adquirida na Biblioteca,
desenvolvam interesses proveitosos, se adaptem ao meio e adquiram costumes
sociais aceitáveis;
5) ajudar os alunos a usar criteriosamente os materiais da Biblioteca tanto impressos
como audiovisuais;
6) acostumar as crianças a usar as Bibliotecas desde tenra idade e a cooperar com
seus esforços para estimular e continuar a educação e o desenvolvimento cultural;
7) colaborar com os mestres na seleção e emprego de todos os tipos de materiais
bibliotecários que sirvam para colaborar com os programas de ensino;
8) participar com os diretores e os mestres na elaboração de programas dedicados ao
contínuo aperfeiçoamento profissional e cultural do pessoal da escola;
9) cooperar com outras bibliotecas e com os dirigentes da comunidade no
planejamento e desenvolvimento de programas bibliotecários da comunidade ou
da região.
Encarada sob este ponto de vista, a Biblioteca Escolar deixa de ser simplesmente
aquela sala de leitura ou de referência onde se acumulam livros, passando a ser um
organismo vivo dentro da escola, comprometido com os fins da educação, com
intervenção direta nos programas de ensino e aprendizagem, relacionado diretamente com
o planejamento didático, um autêntico laboratório de aprendizagem, verdadeiro centro de
materiais educativos.
,
Tal conceito modifica o papel do bibliotecário que se converte em elemento do
processo pedagógico deixando o papel de mero espectador no desenrolar desse processo.
O bibliotecário passa a ser um verdadeiro mestre integrado no plano geral educativo que,
segundo SMITH* tem os seguintes objetivos:
1) a prática do pensamento eficaz;
2) o cultivo de hábitos de trabalho e de estudo úteis;
3) a aquisição de atitudes sociais positivas;
4) a aquisição de uma ampla gama de interesses significativos;
5) o desenvolvimento da sensibilidade social;
6) o aumento da capacidade de apreciar em grau crescente, a arte em todas as suas
manifestações e as experiências estéticas;
7) o desenvolvimento de ajustamentos sócio-individuais;
8) a obtenção de informações importantes;
9) o aperfeiçoamento da saúde física e mental;
10) a conquista de uma filosofia de vida positiva e coerente.
*SMITH, Eugene et alii. Apraising and Recording Student Progress. New York, Harper, 1942, p. 18.
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�Na escola autenticamente moderna, mestres e bibliotecários, juntos, procuram a
melhor forma de atingir tais objetivos, cabendo ao bibliotecário particularmente a
esponsabUidade
jsponsabilidade de estimular o aluno a "aprender a aprender".
A American Association of School Librarians, em 1960, determinou as seguintes
atribuições da Biblioteca Escolar na "Lei Fundamental da Biblioteca Escolar":
1) proporcionar materiais que enriqueçam e apoiem o planejamento escolar e levem
em conta os diferentes interesses, aptidões e níveis de maturidade dos alunos;
2) oferecer elementos que estimulem o conhecimento dos fatos, a apreciação
literária e a avaliação estética e ética;
3) proporcionar informações básicas que permitam ao aluno formular juízos
inteligentes na vida cotidiana;
4) proporcionar materiais que apresentem questões controvertidas, com pontos de
vista opostos, de forma a que os futuros cidadãos possam exercitar-se na prática
da leitura e pensamento críticos;
5) contribuir com materiais representativos dos diversos grupos étnicos e culturais
formadores da nacionalidade;
6) colocar os princípios acima da opinião pessoal e a razão acima dos preconceitos
na seleção de materiais da melhor qualidade, objetivando reunir um amplo e
adequado a seus usuários.
1.2 — Objetivos da Pesquisa
1.2.1 — A Curto Prazo
a) Fazer o levantamento das bibliotecas existentes nas Escolas de 1.° e 2.° graus, no
Município de São Paulo;
b) analisar a situação real das Bibliotecas, salas de leituras e estantes de livros das
escolas de 1.° e 2.° graus, no Município de São Paulo;
c) Dimensionar a necessidade de profissionais de Biblioteconomia na rede de
Escolas Estaduais de 1.° e 2.° graus do Município de São Paulo com vistas ao
atendimento do Inciso VII do Artigo 3?,
SP, do Decreto Estadual n.° 7709, de 18
de março de 1976, que dispõe sobre a criação de "um (1) cargo de Bibliotecário
quando a escola funcionar com mais de vinte (20) classes";
d) propor políticas de dinamização do funcionamento das Bibliotecas Escolares;
e) pesquisar as condições de trabalho dos bibliotecários em exercício junto às
Bibliotecas já existentes.
1.2.2 — A Longo Prazo
a) congregar os bibliotecários escolares com o intuito de promover novos
entrosamentos;
b) concorrer para o aperfeiçoamento profissional dos Bibliotecários
Bibliotecários, Escolares
através de palestras e reuniões, divulgando as pesquisas no campo da
Biblioteconomia e da Biblioteca Escolar;
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�c) incrementar o intercâmbio e cooperação técnicos e materiais entre as Bibliotecas;
d) fornecer subsídios às entidades estatais competentes, bem como, às entidades
ontidades de
classe, para que possam, com dados reais, estudar o problema, visando
i/isando uma
solução;
e) fornecer subsídios à Divisão de Bibliotecas do Departamento de Artes e Ciências
Humanas, da Secretaria de Cultura, Ciência e Tecnologia do Estado, no sentido
de possibilitar a implantação do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas.

2 - REVISÃO DA LITERATURA
"A Biblioteca deve ser, antes de tudo, um organismo vivo, atualizado, dinâmico,
qüe participe de'
que
de toda a ativTdade
atividade da Escola, tornando-se verdadeira oficina de trabalho
para estudantes e professores", diz SOUZA®. Contudo, a vivência nos tem comprovado
que, uma porcentagem representativa das Escolas Estaduais de 1.° e 2.° graus não dispõe
de Bibliotecas é,
e, quando as possuem, poucas são as que dispõem de recursos humanos e
financeiros para mantê-las atualizadas, ou ainda, organizadas segundo padrões técnicos
para uma utilização integral de seu acervo.
,
- .1
Tal fato, tem feito com que estudantes de 1.° e 2.° graus, procurem na Bibl
BibI '^eca
‘eca
Pública uma fonte para as suas pesquisas escolares e, segundo MACEDO’,
MACEDO®, "na verdaue
verdade os
serviços prestados pelas Bibliotecas aos escolares são falhos. Elas não podem estar
aparelhadas nem material, nem pedagogicamente para dar assistência adequada à
enxurrada de estudantes que baixa constantemente nos seus recintos para realizar
trabalhos escolares."
Concordamos com LEMOS®,
LEMOS^, o qual considera "que as Bibliotecas públicas
representam instituições indispensáveis para o harmônico desenvolvimento educacional e
cultural do País" e tanto MACEDO’
MACEDO® como LEMOS*
LEMOS® expõem que à Biblioteca Pública
compete o atendimento à massa populacional dando-lhe informação de interesse
sòcio-cultural à população em geral e não, em alta escala, aos estudantes que prescindem
sócio-cultural
de Bibliotecas Escolares capazes de atender às suas pesquisas, disciplinando-os à adequada
utilização dos serviços prestados por uma Biblioteca.
Ainda MACEDO®,
MACEDO’, admite que "se as Bibliotecas Públicas pudessem contar com
um corpo de bibliotecários especializados para referência a escolares, se tivessem
possibilidade de entrar em contato com todas as Escolas de 2°
possibilidade.de
2.®* grau e conhecer seus
programas particulares, ou melhor, os temas de trabalho que dão aos estudantes; daí sim,
a assistência ao escolar seria frutífera, mas, numa cidade como São Paulo o problema
ainda é maior" e acrescentamos que mesmo que a Biblioteca Pública tenha reais condições
de desenvolver tal atividade seria oportuno lembrar que se a mesma fosse posta em
execução atualmente, estaria ela desvirtuando seus objetivos primordiais e tomando a si as
funções de uma Biblioteca Escolar.
CUNHA“*, em seu trabalho, expõe a criação de um sistema de Bibliotecas, em
CUNHA®,
Brasília-DF, e afirma "que os organismos responsáveis pela implantação dos serviços de
Bibliotecas Escolares deverão estar em conexão com todas as escolas a fim de alcançar o
entrosamento necessário com seus Diretores e Professores visando despertá-los e
mostrar-lhes a real utilidade da Biblioteca no meio escolar."
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�Segundo afirmação da Sra. Noemi do Vai Penteado, Diretora da Biblioteca Pública
Municipal de São Paulo, em sua palestra durante o II Encontro de Bibliotecas Públicas e
Zscolares
'scolares do Estado de São Paulo, realizada em Santo André-SP em dezembro de 1976,
a Biblioteca Pública Municipal de São Paulo encontrava-se atendendo aos estudantes,
pois não existia ainda uma infra-estrutura educacional que pudesse atender aos
estudantes, e iria fazê-lo
fazè-lo até que organismos do setor educacional se conscientizassem e
tivessem condições de atender aos usuários da classe estudantil". No momento, temos de
admitir esta afirmação pois, seria calamitoso supormos a extinção de tal serviço dada a
precariedade e quase inexistência das Bibliotecas Escolares.
A situação crítica
critica das Bibjiotecas
Bibliotecas Escolares no Estado de São Paulo já vem sendo
alertada à longa data, pois, em 1967, HAMAR^,
HAMAR'^, em seu trabalho, afirma que "dentre as
inúmeras Bibliotecas Escolares existentes no Estado, raríssimas são as que realmente
funcionam, cumprindo a sua -verdadeira
verdadeira finalidade" e é lamentável - que ainda
recentemente (dezembro/1976), MACEDO''
MACEDO’ tenha de lembrar que "a Biblioteca Pública
não poderá mais se responsabilizar sozinha pelo atendimento aos escolares" e que "os
dados estatísticos da alta frequência
freqüência de escolares
escolares’ à Biblioteca Pública não
não‘^devem
devem
constituir somente orgulho mas, motivo para reflexão. . .".
’
Na luta que o País inteiro vem empreendendo contra o subdesenVolviménto
subdesenvolvimento e no
qual a Educação ocupa, sem dúvida, o lugar primacial, urge que nossás
nossàs autoridades
educacionais reconheçam a importância relevante da organização e desenvolvimento dás
bibliotecas como parte integrante dó
do problema da Educação no fUturo
futuro da sot;'iedade".
sociedade".
DINAMIZAÇÃO DAS BIBLIOTECAS NÃO SE
PODE
SEM A INSTALAÇÃO E DINÁMIZAÇÃO
SE*PODE
realizar Uma
uma autêntica reforma de
DE ensino
ENSINO — repetindo o que afirmamos
afirinamos
em várias reuniões profissionais. O bibliotecário deve ser encarado como om"técnico
um técnico
especializado que.pode
que pode e deve atuar.no
atuar no processo de desenvolvimento do País.
y
Não podemos encerrar este tópico sem transcrever as observações feitas em
documento apresentado no 1.®
1.*^ Congresso Brasileiro de Ensino e Pesquisa em
Documentação. Referimò-nos
Referimo-nos então a um valioso documento, baseado no tràbalho
trabalho de
Pesquisas e Monografias do MEC-INEP e CBPE, publicado no Jorriãl
Jorrial do Ensino
(Suplemento de O
0 Diário de São Paulo", n.°® 104 e 105) com a autorização do Instituto
Nacional de Estudos Pedagógicos (INEP)* Intitula-se "Bases para a Reformulação de
Currículos e Programas para o Ensino Fundamental" e, no Capítulo II,
11, que apresenta os
aspectos básicos a ter em vista nas várias matérias do Núcleo Comum, seus Objetivos e
Amplitude, podemos ler o seguinte:
O desenvolvimento do gosto pela leitura é um dos aspectos mais falhos de nossa
0
educação e será preciso tê-lo
tê-lo'em
em vista na seleção e orientação de todas as atividades de
linguagem, uma vez que é o mais importante e básico dos objetivos a obter, no que
respeita à língua nacional. Sua consecução envolve o hábito e o.gosto
o gosto por freqüentar
frequentar
bibliotecas, a organização de bibliotecas da escola ou da turma realmente
reálmente atuantes, o
próprio início
início de
pequena biblioteca
biblioteca pessoal".
próprio
de uma
uma pequena
pessoal".
Em instruções aos professores de Português, é considerada tarefa básica a assistência
ao aluno para que "Adquira
Adquira capacidades básicas para o estudo, dentro de suas condições
*BASES
reformulação de
programas para
para oo ensino
ensino fundamental
fundamental lell.
I e II. Diário
Diário de
de São
São
*BASES para
para aa reformulação
de currículos
currículos ee programas
Pauio,
1973. Jornal
Aau/o, São
São Paulo,
Paulo, 8-15
8-15 jul.
jul. 1973.
Jornal do
do Ensino,
Ensino, p.l.
p.1.
^
.
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�pessoais, chegando a destacar idéias principais, resumir, procurar informações, consultar
fichários de bibliotecas, índices de livros e obras de referência como dicionários, guias
telefônicos e de ruas, enciclopédias, etc".
O documento, que merece um estudo exegético por parte das congregações de cada
estabelecimento de ensino, repetidas vezes mais, cita a biblioteca, o uso de instrumentos
de informação, a necessidade da leitura, o valor da pesquisa bibliográfica em
"livros-fonte", bibliografias e em "obras de referência", etc.
No entanto, os professores das escolas do interior, de grandes e pequenas cidades,
podem perguntar: "onde estão as bibliotecas para os alunos frequentarem?
freqüentarem? " A quem
devem os alunos dirigir-se? Quem organiza as bibliografias? Como treinar os alunos na
utilização dos recursos biblioráficos e das fontes de referência, se nós próprios não
sabemos? Perguntas semelhantes ouvimos de professores que participavam de um
Seminário de Estudos e Divulgação da Lei 5692, promovido pela Delegacia de Ensino
Secundário e Normal de São Carlos.
As pequenas comunidades escolares (grupos e ginásios) não têm possibilidades de
resolver o problema. Se tentam fazê-lo, as soluções não satisfazem.
Face ,àà evidente necessidade de um técnico especializado que, além dos requisitos
legais impostos pela lei 4084/62, possua qualidades e aptidões necessárias para
desempenhar tarefas específicas de sua profissão, infelizmente as autoridades educacionais
OMITEM-SE alegando... nem sabemos bem o quê, já que, razões de ordem financeira,
não podem convencer-nos: qualquer economista poderá confirmar o acerto de um
investimento feito na biblioteca e na manutenção de um eficiente serviço de informação
que só um técnico especializado (bibliotecário) poderá desenvolver.
Se o problema for encarado com vontade autêntica de resolvê-lo chegar-se-á à
conclusão que não é necessária existir um bibliotecário em cada escola pois um eficiente
sistema municipal ou regional poderá ser instalado, já havendo estudos sérios feitos nesse
sentido e até apresentados como
comò sugestão na Secretaria da Educação de São Paulo que,
até agora, deles não tomou conhecimento.

3 - MATERIAL E MÉTODO
3.1 — Material
Será realizado um censo (aliás, já iniciado) nas Escolas Estaduais de 1.° e 2.° graus
do Município de São Paulo, num total de 544 escolas.
Estes estabelecimentos de ensino estão situados em diversos bairros da Capital,
agrupados em 18 Delegacias de Ensino (D.E.) que, por sua vez, se subordinam a três
Divisões Regionais de Ensino da Capital:
- D.R.E.C.A.P. - 1
-D.R.E.C.A.P.-2
- D.R.E.C.A.P. - 2
- D.R.E.QA.P.
D.R.E.C.A.P. -3.
A figura 1 apresenta as áreas de jurisdição das três D.R.E.C.A.P. dentro da
Coordenadoria de Ensino da Região Metropolitana da Grande São Paulo.
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*

�COORDENADORIA DE ENSINO DA REGIÃO METROPOLITANA DA GRANDE SÃO PAULO:

�A distribuição das escolas nas respectivas Delegacias constam dos quadros abaixo:
D.R.E.C.A.P.
D.F
.E.C.A.P. - 1
Delegacias de Ensino subordinadas:
1.
1.3
2.3
2.
3.
3.^
4.3
4.

D.E.
D.E.
D.E.
D.E.

— Número de
— Número de
— Número de
— Número de

a
^
®
^

Escolas: 30
Escolas: 35
Escolas: 34
Escolas: 37

8 — V. Nova Cachoeirinha
9 — Casa Verde
10 — Santana
11 — V. Guilherme
12 — V. Maria
13 — Tucuruvi

1 — Perus
2 — Jaraguá
3 — Pirituba
4 — Jaguara
5 - N. Sr.3
Sr.® do O
6 — Brasilândia
7 — Limão

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�A distribuição das escolas nas respectivas Delegacias constam dos quadros abaixo:
D.R.E.C.A.P. - 2
Delegacias de Ensino subordinadas:
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.

®
®
^
®
®
®
^
®
®
8 — V. Matilde
9 — Penha de França
10 — Cangaiba
11 — Ermelino Matarazzo
12 — S. Miguel Paulista
13 — Itaquera
14 — Guaianazes

1 - Pari
2 — Brás
3 — Belenzinho
4 — Alto da Mooca
5 — Tatuapé
6 — V. Formosa
7 — V. Prudente

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�A distribuição das escolas nas respectivas Delegacias constam dos quadros abaixo:
abaixo
D.R.E.C.A.P. -3
Delegacias de Ensino subordinadas:
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.

®
®
®
®
®
®
®

1 — Lapa
2 — Barra Funda
3 — Bom Retiro
4 — Santa Efigênia
5 — Santa Cecília
6 — Perdizes
7 — V. Madalena
8 — Pinheiros
9 — Jardim América
10 — Cerqueira César
11 — Consolação
12 — Bela Vista
13 - Sé
14 — Liberdade
15 — Cambuci
16 — Aclimação
17 — Ipiranga
18 — Saúde
19 — Jabaquara
20 — Indianópolis
21 — V. Mariana
22 — J. Paulista
23 — Butantã
24 — Ibirapuera
25 — Campo Limpo
26 — Santo Amaro
27 — Capela do Socorro
28 — Parelheiros
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�3.2 — Métodos
A obtenção dos dados é efetuada através do preenchimento de questionários, pelos
Diretores dos estabelecimentos e pelo Bibliotecário, quando este último estiver em exercício do cargo.
Experiências anteriores nos asseguraram que os Diretores das escolas não dão a
necessária importância nem atendem ao preenchimento dos questionários, caso os mesmos não sejam enviados por entidade administrativa superior. É imprescindível conseguir
um credenciamento junto à Secretaria de Educação a fim de que o trabalho se torne mais
produtivo.
O contato direto e pessoal, em cada escola, torna-se impossível, face
0
facé aos
aós recursos
humanos e financeiros disponíveis: a visita pessoal a 544 escolas é inexeqüívèl.
inexeqüível.
No projeto-piloto, optamos pela obtenção do apoio dos Delegados de Ensino (18)
os quais apresentam o questionário aos Diretores das escolas durante as reuniões habitualmente convocadas.
Para tanto, estão sendo realizados vários contatos com os Delegados de Ensino das
18 Delegacias de Ensino, no sentido de esclarecer os objetivos da pesquisa e sensibilizá-los
suficientemente a fim de obter sua colaboração e o apoio necessário para a aplicação do
questionário junto aos Diretores de Escolas.
Nesta fase defrontamo-nos com sérias dificuldades decorrentes do período curricular, pois a estruturação do presente trabalho foi elaborada em fins do ano passado,
iniciando-se imediatamente os trabalhos preliminares.
Coincidentemente, neste período, os Delegados de Ensino, sobrecarregados com
problemas específicos de sua área e alguns remanejados, não dispõem de condições e de
tempo para atender a outros problemas. É preciso ressaltar, igualmente, a pouca disposição dos Delegados de Ensino em atender aos bibliotecários que apresentam objetivos
alheios a seus interesses imediatos, chegando mesmo a supor que a pesquisa está.ligada
está ligada à
promoção de venda de livros.
Foram, até à presente data, entrevistados 8 Delegados de Ensino, três dos quais
deram seu total apoio; dois demonstraram necessidade de novos contatos; três demonstraram total desinteresse pelo assunto, apesar de todo o esforço em sensibilizá-los.
Na 5.® e 8.® Delegacia, os respectivos Delegados se prontificaram a convocar os
Diretores dos estabelecimentos da área de sua jurisdição para uma reunião, durante a qual,
as autoras do presente trabalho, poderiam expor, em painel, os objetivos da pesquisa e
efetuar a aplicação do questionário "in loco". Tal reunião, deverá ser realizada somente
em meados de março em virtude da sobrecarga de atribuições das Delegacias durante o
início do período escolar.
A partir da análise das informações contidas no questionário destinado aos Diretores far-se-á um levantamento das Bibliotecas com bibliotecários em exercício para, em
seguida, ser aplicado o questionário específico para o Bibliotecário.
O questionário a ser preenchido pelos Diretores das Escolas, consta do Anexo 1, e
0
tem a finalidade de atingir os objetivos mencionados nas alíneas "a" e "e" do item 1.2.2,
do presente trabalho. Propositalmente, foram arroladas no mesmo questões que permitis307

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�sem respostas imediatas e acessíveis aos Diretores das Escolas para possibilitar a sua
aplicação sem que os mesmos demonstrassem muita resistência em respondê-las.
A partir da análise dos dados obtidos por intermédio do questionário destinado aos
diretores e constatando-se a existência de cargo de Bibliotecário ou de um profissional
habilitado em exercício na escola, far-se-á a aplicação do questionário específico para o
Bibliotecário (Anexo 2).
As questões arroladas no questionário para o Bibliotecário, foram elaboradas com a
finalidade de obter elementos necessários para atingir os objetivos constantes das alíneas
"a" a "e"
“e" do item 1.2, do presente trabalho.
Através da análise dos dados obtidos pelas respostas dos dois questionários, serão
elaborados os resultados e delineadas as proposições e as bases para a concretização do
objetivo mencionado na alínea "d" do item 1.2.2.

4 - CRONOGRAMA DO TRABALHO
Na primeira fase da pesquisa serão preenchidos os questionários em três Delegacias
que servirão de amostra piloto para orientar a aplicação nas demais.
O escalonamento da pesquisa tornou-se necessário tendo em vista os recursos humanos disponíveis para a aplicação dos questionários e contatos com as Delegacias de Ensino, que exigiam, no mínimo, de três entrevistas antes de se obter uma confirmação efetiva
da permissão e apoio para a aplicação dos questionários.

ABSTRACT
Planning of a research about elementary school library. The research is being
developing in São Paulo district.
Research materiais,
materials, method and chronogram are also
aiso presented.

BIBLIOGRAFIA
1. BUENO, Nancy - A Biblioteca escolar e a formação do hábito de Leitura: uma experiência. Trab,
Trab. apres. ao 2.° Encontro de Bibliotecas Públicas e Escolares do Estado
de São Paulo, Santo Andre, 1976. 9p. mimeog.
2. CERDEIRA, Theodolindo - A Biblioteca Escolar no Planejamento Educacional. Trab.
apres. ao 8.° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, Brasilia,
Brasília,
DF, 1975 mimeog. 13p.
3. CUNHA, Inácia Rodrigues dos Santos - O Sistema de Bibliotecas Escolares da Fundação Educacional do Distrito Federal: um plano proposto. Trab.
Trab, apres. ao VII
Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, Belém, PA, 1973. 12p.
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�4. FRACCAROLI, Lenyra Camargo — Bibliotecas Infantis. Trab,
Trab. apres. ao 2.° Congresso
de Bibliotecas Públicas e Escolares do Estado de São Paulo, Santo André, 1976.
31 p.
31p.
5. HAMAR, Alfredo Américo &amp; CORRÊA,
CORREA, Sonia Custódio — Bibliotecas Escolares em
São Paulo:
Pauto: situação atua!
atuai e aperfeiçoamento. Trab,
Trab. apres. ao 5.° Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, 1967. 5p. mimeog.
6. LEMOS, Antonio Agenor Briquetde
Briquet de — Proposta para Criação de um Sistema Nacional
de Bibliotecas Públicas. Trab.
Trab, apres. ao VIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, Brasília, DF, 1975. 17p. mimeog.
7. MACEDO, Neusa Dias de — Bibliotecas Públicas: reexame de seus objetivos e o probleTrab, apres. ao 2.° Encontro de Bibliotecas Públima do atendimento ao escolar. Trab.
cas e Escolares do Estado de São Paulo, Santo André, 1976, 8p. mimeog.
8. SOUZA, Ruth Villela Alves de — Biblioteca Escolar. 2.® ed. Rio de Janeiro, MEC,
1960. 79p.

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�ANEXOS
ANEXO I
DIVISÃO REGIONAL DE ENSINO

Delegacia

Nome do estabelecimento
Endereço

C.E.P.

Cidade

Estado

Telef.

Nome do informante
Cargo
1. Data da criação da escola (se possível)
2. Número de classes e alunos
1.
1.°grau

°grau

classes

classes

alunos

2. grau
2°

° grau

classes

classes

alunos

3. Há biblioteca no estabelecimento?
Se houver, está funcionando?

( )SIM
) SIM

( ) NÃO

( )SIM ' ( ) NÃO

4. Caso o estabelecimento não possua biblioteca, parece-lhe que sua criação seria:
a)
b)
c)
d)

necessária ( )
desnecessária ( )
imprescindível ao aperfeiçoamento dos professores e dos alunos ( )
muito interessante, porém impossível considerando as atuais instalações da escola
( )
e) muito interessante, podendo desde já contar com espaço disponível ( )
5. Já foi feita alguma tentativa de instalação de biblioteca?
( )Não
( ))AAPM
A APM iniciou uma campanha
( ) foram solicitadas doações às livrarias e ao Instituto Nacional do Livro e
( ) fomos atendidos ( ) não fomos atendidos
6. Caso o estabelecimento possua biblioteca, no quadro funcional
( ) existe(m) o(s) cargo(s) de bibliotecária?
( ) não existe o cargo de bibliotecária?
Alguma vez foi solicitada a criação do cargo?
( ) SIM
( ) NÃO
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�7. Se não existe o cargo de bibliotecária, mencione o nome, o cargo ou a função do
responsável pelo funcionamento da biblioteca:
Nome
Cargo

Função

8. Qual o acervo (aproximado) da Biblioteca?
a) livros:

( ) mais de 100 ( ) mais de 300
{( ) mais de 500 ( ) mais de mil
{( ) mais de 3000
globos:

b) mapas:
c) especifique outros:

9. Os livros existentes na Biblioteca estão:
(
{(
{(
{(
{(

)classificados
)catalogados
Icatalogados
))fichados
fichados
)registrados em livro
) colocados nas prateleiras por ordem alfabética de título ou autor

10. A Biblioteca dispõe de:
{( )sala própria com:
( ) n.° estantes
{ ) n.° mesas
( ) n.° cadeiras
{)
{ )fichários próprios (n.°)
{( ) estantes localizadas em salas destinadas para outros fins
{( ) recursos próprios, consignados no orçamento {( ), no orçamento da APM { )
11. É de seu conhecimento o teor do Decreto Estadual n.° 7709 de 18 de março de 1976,
que dispõe sobre o pessoal das escolas de 1.° e 2.° graus?
O SIM
0
( ) NÃO
1Z O inciso VII, do artigo 3.° do mencionado Decreto arrola entre o pessoal não
docente, um bibliotecário para a escola que mantenha o mínimo de 20 (vinte) classes.
Em sua opinião o inciso VII é
{( loportuno
{ )J inoportuno
{( )viável
{( ) inviável
{( )não
) não tenho opinião formada.

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�ANEXO II

QUESTIONÁRIO A SER PREENCHIDO PELO BIBLIOTECÁRIO

N.° DA DELEGACIA:
NOME DO ESTABELECIMENTO

^

NOME DA BIBLIOTECA
N.° DE REGISTRO DA BIBLIOTECA NO CRB-8

INI

ENDEREÇO

TELEFONE

C.E.P.

CIDADE

ESTADO_
ESTADO_

NOME DO BIBLIOTECÁRIO
N.° DE REGISTRO NO CRB-8

1. Nome da Escola em que se formou:
2. Data da formatura:
/
!
3. Tempo de exercício no cargo:

!

4. Tempo de exercício na área de Bibliotecas Escolares:
5. Participa de Grupos de Trabalho, da Associação Paulista de Bibliotecários ou outros?
SIM( )

( ) NÃO

6. Em caso afirmativo, mencione o nome do Grupo:
7. Participa de cursos visando o aprimoramento e reciclagem profissionais?
SIM(( )
SIM

( ) NÃO

8. Em caso negativo, assinale os motivos:
( Idesinteresse
( ) inexistência de cursos ou atividades dentro da área
( ) falta de autorização por parte da direção da Escola
Especificar outros motivos:
9. Está interessado(a) em participar de atividades profissionais, no sentido de atualizar e
desenvolver trabalhos em equipe no campo da Biblioteca Escolar?
SIM ( )

NÃO ( )
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�10. Em caso afirmativo, se precisar ausentar-se da jornada de trabalho para esta finalidade,
a direção da Escola oferece autorização plena?
SIM(( )
SIM

NÃO
NÃO(( )

11. Informações sobre os demais funcionários da Biblioteca:
Bibliotecários

Escola em que se graduou

Escriturários

Horas/dia

Serventes:
N.°

Horas/dia

Outros:
N.o
N.°

Horas/dia
( t

1Z A Biblioteca atende:
( Isomente
)somente alunos da escola
( Iprofessores,
)professores, alunos e funcionários
( lalunos
)alunos de outras escolas
13. Empréstimo:
( Idomiciliar
)domiciliar a todos os alunos
( jdomiciliar
Idomiciliar somente aos alunos sócios da Biblioteca
( )consultas
Iconsultas somente no local
14. Assinale com X os serviços prestados pela Biblioteca, além do empréstimo:
( ) promove exposições
( Ipromove
)promove palestras aos alunos 'T ( )I promove aulas de uso da biblioteca ao corpo docente e discente
( )divulga
Idivulga acervo
Outros (mencionar):

,

15. Acervo da Biblioteca:
Livros: total de volumes:
volumes de referência:
Audio-visuais e outros materiais
SIM{ )
SIM(

NÃO( )I

( ) Recortes
O acervo satisfaz as necessidades de pesquisa dos alunos?
SIM ( )I
SIM(

NÃO(
NÃO ( )I
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�16. Quais as normas de catalogação adotadas?
( )ALA
( ) Código do Vaticano
Outros (mencione):

'

17. Qual o sistema de classificação?
( )Dewey
) Dewey
__
( )CD.U.
)C.D.U.
Outros (mencione):
18. Quais os tipos de catálogos?
~

( )dicionário
( ) sistemático
Outros (mencione):

_

19. Possui regimento interno?
SIM( )

NÃO( )

20. A Biblioteca dispõe, regularmente, de recursos próprios dentro do orçamento escolar?
SIM( )

NÃO( )

21. Em caso afirmativo, mencione a fonte e o total dos recursos, aproximados, récebidos
recebidos
em 1976:
(
Fonte (APM)

^

Cr$

(±)

22. A Biblioteca dispõe de outras fontes de recursos para a atualização do acervo?
SIM( )

NÃQ( )

23. Em caso positivo mencione:
( )taxas de inscrição de sócios (por unidade)
( )multas (por unidade)
Qutras fontes (mencione):
24. A Biblioteca dispõe de recursos reprográficos próprios?
SIM( )

NÃO( )

25. Em caso afirmativo, mencione o tipo
(
(
(
(
(
(
(

)mimeógrafo
)a álcool
)a tinta
))xerox
xerox
)thermofax
)fotocópia
) outros

26. Como responsável pela Biblioteca, participa das reuniões anuais de Planejamento das
atividades escolares?
SIM( )

NÃQ( )
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�CRONOGRAMA

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�</text>
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  <collection collectionId="18">
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      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
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              <elementText elementTextId="13762">
                <text>CBBD - Edição: 09 - Ano: 1977 (Porto Alegre/RS)</text>
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            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
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              <elementText elementTextId="13763">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
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              <elementText elementTextId="13764">
                <text>Inclui também os anais da V Jornada Sul-Rio-Grandense de&#13;
Biblioteconomia e Documentação</text>
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          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <elementText elementTextId="13765">
                <text>FEBAB</text>
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            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                <text>1977</text>
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            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
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              <elementText elementTextId="13767">
                <text>Português</text>
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          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
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              <elementText elementTextId="13768">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
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          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <elementText elementTextId="13769">
                <text>Porto Alegre/RS</text>
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  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
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    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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            <elementText elementTextId="14381">
              <text>Projeto de pesquisa sobre bibliotecas escolares do município de São Paulo</text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="14382">
              <text>Carvalho, Alzira Eeko F. de </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="14383">
              <text> Castro, Carminda Nogueira de </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="14384">
              <text> Bueno, Nancy</text>
            </elementText>
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        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Porto Alegre (Rio Grande do Sul)</text>
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        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>FEBAB</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>1977</text>
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          <description>The nature or genre of the resource</description>
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              <text>Evento</text>
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              <text>Biblioteca Escolar</text>
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              <text>Apresenta-se um Projeto de Pesquisa sobre Bibliotecas Escolares, cuja execução já foi iniciada no Município de São Paulo. Apresentam-se também o material e métodos e o Cronograma da Pesquisa.</text>
            </elementText>
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