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                  <text>CDU 5/6(81:100)

O BRASIL NO CONTEXTO MUNDIAL DA INFORMAÇÃO
SEBASTIÃO DE SOUZA
Bibliotecário Chefe do Núcleo de Documentação da SUDECO
Chefe do Serviço Noturno da Biblioteca
Central da Universidade de Brasilia
Brasília
RESUMO
O progresso da ciência e da tecnologia no mundo atual e no Brasil, seus
aspectos documentológicos e importância crescente dos sistemas de
informação científica e tecnológica, desde a criação do CNPq e do IBBD até
nossos dias.

1 - A INFORMAÇÃO NO MUNDO ATUAL
A ciência e a tecnologia crescem 7% ao ano, de conformidade com os dados
bibliométricos; no entanto, jamais podemos comparar o crescimento de 7% dos países
desenvolvidos com o 7% dos países emergentes ou subdesenvolvidos; assim como não
podemos comparar o aumento salarial de 30% dos que ganham Cr$ 900,00 com os 30%
dos que ganham Cr$ 30.000,00.
No mundo atual 14 países dominam 90% do conhecimento científico e tecnológico;
26 países, e entre eles o Brasil, atingem 9%; 39 países dominam apenas 0,9% e todos os
países restantes nlo
não dominam mais do que 0,1% do conhecimento científico mundial.
Essa é a triste realidade do progresso científico e tecnológico do nosso mundo de hoje.
Estamos vivendo atualmente a década da energia. Os países desenvolvidos nela
entraram antes de 1970 e já estão se preparando para entrar nos próximos anos na década
da Informação; nessa década quem tiver o domínio da informação será o dono do mundo;
a informática será tão importante quanto a energia, ou mais importante, talvez, do que a
energia.
A tensão política e econômica atual gira em torno da energia; daqui mais alguns
anos a tensão mundial terá pór
por epicentro a informação em todos os seus aspectos.
O Controle Bibliográfico Universal, que vem sendo incentivado em várias nações nos
últimos anos, nada mais é do que um passo a mais para se obter o controle da informação
mundial, nos campos da ciência e tecnologia.
Por um processo inevitável de evolução, os mesmos 14 países que hoje dominam o
conhecimento científico e tecnológico e que dominam também a economia mundial,
serão dentro de mais alguns anos os donos da informação. As multinacionais de hoje na
economia mundial, serão amanhã as multinacionais da informação.
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�2 - A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA NO BRASIL
Que dizer do Brasil nesse contexto informativo mundial? Que esforços ele
despende para superar seu subdesenvolvimento científico e tecnológico e tentar
acompanhar de longe os países mais desenvolvidos? Que meios ele utiliza para fazer jus à
glória de ser um país emergente?
A primeira tentativa de implantação da pesquisa científica e tecnológica no Brasil,
deu-se em 1951 com a criação do Conselho Nacional de Pesquisas — CNPq, e logo a seguir
com a criação da Comissão Nacional de Energia Nuclear, Instituto de Matemática Pura e
Aplicada e do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, todos na órbita do
próprio CNPq.
Em 1963 o Governo já cogitava criar o Ministério da Ciência e Tecnologia, cujo
anteprojeto, preparado pelo CNPq, dizia em seu artigo primeiro: "O Ministério da Ciência
e Tecnologia tem por finalidade
finalidade.oo estudo, a proposição e a execução da política do
Governo para o desenvolvimento da investigação científica e tecnológica em todos os
domínios do conhecimento."
Na verdade a criação de um Ministério seria apenas algo complementar, pois a
estrutura e os instrumentos já existiam, O
Q CNPq tinha condições para tal. O
Q importante
da criação do MCT estava em sua maior autonomia e maiores recursos para levar avante a
realização do grande sonho dos técnicos e cientistas brasileiros: um órgão federal de
exclusivo apoio e incentivo à ciência e tecnologia. No entanto, esse anteprojeto ficou nas
gavetas.
No período de Castelo Branco foi criado o cargo de Ministro Extraordinário para a
Ciência e Tecnologia, dentro do esquema da Reforma Administrativa que começava a ser
implantada; cargo que nunca teve ocupante e, no Governo seguinte, caiu no
esquecimento; ou melhor, foi extinto.
Aqui neste,
neste instante cabe uma pergunta: será que foram os horizontes que
encurtaram ou foi a visão política que ficou estrábica?
Em 1968 vários objetivos eram traçados no "Programa Estratégico de
Desenvolvimento" em sua versão preliminar para a implantação de uma Política Nacional
de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
em um mundo
Em 1970 o Presidente Mediei dizia em um dos seus discursos: "creio erh
sem fronteiras tecnológicas, onde o avanço científico fique na mão de cada homem, nas
mãos de toda Nação, abrindo-se à humanidade a opção de uma sociedade aberta." E mais
adiante afirmava: "homem do meu tempo, creio na mocidade e sinto na alma a
responsabilidade perante a história; e porque o sinto e creio é que darei de mim o que
puder pela melhor formulação da política de ciência e tecnologia, que acelere nossa
escalada para os altos de uma sociedade tecnológica humanizada."
Porta-voz do Governo, em março de 1970, o Ministro do Planejamento Reis Veloso,
definiu os pontos básicos da política governamental em ciência e tecnologia, numa
conferência feita à Comissão do Ano 2.000 da Secretaria de Ciência e Tecnologia da
Guanabara:
"I — execução de política tecnológica industrial;
II — implantação do Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico;
III — criação de.condições
de condições de trabalho satisfatórias para o pesquisador;
IV — participação do Brasil no programa de Energia Nuclear e no Programa
Espacial;
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�V — criação de poderoso sistema financeiro para a ciência e tecnologia;
VI — apoio efetivo à maior participação do setor privado no desenvolvimento
científico e tecnológico."
O Presidente Mediei e o seu Ministro nem sequer tocaram, entretanto, na possível
criação de um Ministério da Ciência e Tecnologia, que seria o grande catalizador, no país,
de todos os esforços na área científica e tecnológica.
Oxalá as futuras gerações não cobrem da nossa não ter dado esse "pulo" em prol do
nosso desenvolvimento, ou como diz Murilo Melo Filho, citado por Arnaldo Niskier em
seu livro Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento: "no fim destes 10 anos teremos de
prestar contas à história e dizer às novas gerações se fomos competentes para construir
uma sociedade ou se seremos (e apenas) o país do futuro."
3- OSNICT
0 1.° PND —
- 1972/74 determinou a organização e a implantação do SNICT —
Sistema Nacional de Informação Científica e Tecnológica, sob a coordenação do CNPq.
Sua finalidade era captar, tratar e difundir de forma sistemática e permanente,
informações atualizadas na área de ciência e tecnologia.
0 PBDCT — Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, para o
O
biênio 73/74, aprovado pelo Decreto 72.527 de 25 de julho de 1973 visava "colocar a
ciência e tecnologia modernas a serviço da sociedade brasileira nos seus objetivos de
desenvolvimento e de grandeza," nas próprias palavras do Ministro do Planejamento que
delimitava a ação científica e tecnológica do Governo nas seguintes áreas de atuação:
"I — desenvolvimento de novas tecnologias;
11 — fortalecimento da capacidade de absorção e criação de tecnologia pela
empresa nacional, pública e privada;
III —
- consolidação da infra-estrutura de pesquisa científica e tecnológica,
principalmente na área governamental;
IV — consolidação do sistema de apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico,
(o SNICT está aqui inserido, como um sistema de apoio);
V — integração Indústria — Pesquisa — Universidade."
A política governamental, portanto, assim delineada visa muito mais a tecnologia do
que a ciência; não se discute aqui a necessidade de dar ênfase à tecnologia, mas ciência e
tecnologia tem que andar juntas; uma é o complemento da outra; uma é pesquisa, é
teoria, enquanto a outra é aplicação, é técnica. "Sem o suporte da pesquisa científica e
dos instrumentos operacionais criados pela técnica, ps
os objetivos do desenvolvimento
passam a ser uma torturada e inalcançável quimera," são as palavras de Francisco Negrão
de Lima, ex-governador da Guanabara.
A posição do SNICT no PBDCT está correta: ele passou a ser um sistema de apoio
ao desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro; mas, perguntamos, onde está ele
agora? Será que ele ainda existe? Porque um projeto de tão alto gabarito ficou
engavetado aguardando sua vez de entrar no contexto cultural brasileiro, em sua plena
forma? Seria ele muito teórico ou simplesmente impraticável?
4-

0 SNDCT

O II PND, para 1975/79 não fala mais no SNICT; como até hoje ele não saiu das
gavetas, resolveu-se de uma vez a sua sorte; mudou-se uma letra, e ei-lo com nova
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�roupagem: daqui prá frente ele se gamará SIMDCT - Sistema Nacional de
Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico, órgão do CNDCT; e sua implantação permitirá
aperfeiçoar progressivamente a metodologia de coleta e tratamento das informações
pertinentes aos dispêndios nacionais com a atividade científica e tecnológica.
O II PND acrescenta que "o desenvolvimento científico e tecnológico é
considerado, na estratégia de desenvolvimento, muito mais que um simples programa
setorial. Ciência e tecnologia, no atual estágio da sociedade brasileira, representam uma
força motora, o conduto, por excelência, da idéia de progresso e modernização", (p. 127)
O programa de ação formulado pelo II PBDCT atinge estes propósitos:
"ampliar a base nacional de recursos humanos qualificados para a operação do
complexo ciência-tecnologia;
utilizar o conhecimento científico e tecnológico disponível na solução dos
problemas que afetam o desenvolvimento social;
colocar os instrumentos gerados pela ciência e tecnologia à disposição do sistema
produtivo nacional", (p. 177)
5-0
IBICT
5-OIBICT
Órgão do CNDCT antigo CNPq, com o objetivo básico de coordenar os trabalhos
das Informações Científicas e Tecnológicos no Brasil, e fornecer essas informações aos
usuários nacionais e estrangeiros, o IBICT tem ainda os seguintes objetivos:
objetivos; criar
condições para a evolução e desenvolvimento integrado da informação e dos serviços de
documentação no país, e a conseqüente normalização desses processos documentários
para uma perfeita compatibilização com outros sistemas similares; controlar a produção
bibliográfica nacional em ciência e tecnologia, e torná-la acessível aos pesquisadores,
técnicos e demais pessoas interessadas; cooperar com outros sistemas internacionais e
integrar o Brasil no sistema informativo mundial.
Todos esses objetivos, e outros que deixei de enumerar, são plenamente viáveis e
sabemos que o IBICT tem a melhor boa vontade em conseguir tais objetivos, além de
possuir excelente equipe profissional. Mas, estará o IBICT e o próprio CNDCT
correspondendo às reais necessidades dos cientistas e pesquisadores brasileiros na área de
ciência e tecnologia?
6 - CONCLUSÃO
Quero lançar aqui não um comentário final sobre Ciência e Tecnologia no Brasil,
mas sim algumas perguntas quer para serem respondidas por quem de direito, quer para
começo de debates entre os participantes deste Congresso, quer ainda como base para que
reformulemos nossos pensamentos sobre Ciência e Tecnologia neste país carente de
informações científicas
cientificas e tecnológicas, carente de técnicos especializados, carente de
know-how próprio; e no entanto, podendo ser tão rico em todos esses aspectos e
plenamente capaz de levar avante seu próprio desenvolvimento científico e tecnológico,
bastando para isso encetar uma política límpida e corajosa em Ciência e Tecnologia, que
venha satisfazer aos cientistas e técnicos já existentes, que venha encorajar os jovens
pesquisadores e venha contribuir para que o Brasil acelere ainda mais seu desenvolvimento
científico e tecnológico.
Tendo isso como premissa quero formular as seguintes perguntas:
1. As soluções até hoje apresentadas para a Ciência e Tecnologia no Brasil foram
viáveis? Resolveram o problema, pelo menos em parte?
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�2. Porque os sistemas aparecidos até hoje não solucionaram o princípio mais
comezinho em planejamento, que é*a eliminação de toda duplicação inútil, e tão
comum na área de documentação hoje em dia?
3. 0 que seria mais viável: um Sistema Nacional criado dentro do atual modelo
brasileiro, ou a criação de um Ministério de Ciência e Tecnologia que, sendo mais
independente, agiria por si, tendo vista que quanto maior a subordinação, menor
será a autonomia?
4. Um Sistema Nacional, diretamente ligado a um Ministério, não serviria como
polarizador e centralizador dos sistemas menores, evitando duplicação de
esforços e de investimentos?
5. Que esforço o Brasil está fazendo para integrar seus sistemas de informação
científica e tecnológica com os sistemas mundiais? O
0 que a UNESCO espera do
Brasil quanto à implantação de um Sistema Nacional de Informações Científicas
e Tecnológicas, realmente eficiente?
6. O que podemos esperar do Brasil na sua atual política científica e tecnológica?
7. Qual a contribuição de cada um de nós para o progresso da Ciência e da
Tecnologia no Brasil?

SUMMARY
The advances of Science
science and technology in the world today, their historical
information
development in Brazil and role of scientific and technological systems of Information
since the creation of CNPq and IBBD until now.

BIBLIOGRAFIA
^‘ BRASIL. Presidência da República. Plano básico de desenvolvimento científico e
tecnológico, 1973/74. Brasília, 1973. 155p. il.
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^
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3^
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II
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CQNSELHQ NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTIFICO E
TECNOLÓGICO.
TECNOLÓGICO, Instituto
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’’ CUNHA, Maria Luisa Monteiro da. Controle bibliográfico universal, novo desafio ás
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bibliotecas universitárias. São Paulo, 1975. 16f.
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nacional de informação científica e técnica. Belém, 7.° CBBD, 1973. 15p.
* MEDICI, Emílio Garrastazu. Presidente do Brasil. O jogo da verdade. Brasília,
Secretaria de Imprensa da Presidência da República, 1970. 103p.
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ia posibilidad de establecer un sistema
mundial de información científica. Paris, 1971. 94p.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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Biblioteconomia e Documentação</text>
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              <text>O progresso da ciência e da tecnologia no mundo atual e no Brasil, seus aspectos documentológicos e importância crescente dos sistemas de informação científica e tecnológica, desde a criação do CNPq e do IBBD até nossos dias.</text>
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