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CDU 001.81:63
ORIENTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA NA ÁREA AGRÍCOLA
DINA MARIA BUENO MORETTI
Bibliotecária-Chefe da E.S.A. "Luiz de Queiroz"
SONIA CORRÊA DA ROCHA
Bibliotecária da E.S.A. "Luiz de Queiroz"
MARIA ELISABETH FERREIRA DE CARVALHO
Bibliotecária E.S.A. "Luiz de Queiroz"
MARIALICE METZKER POGGIANI
Bibliotecária do Instituto de Pesquisas e Estudos
Florestais
CLÓRIS ALESSI
Bibliotecária da E.S.A. "Luiz de Queiroz"
ODETTE SIMÃO
SI MÃO
Bibliotecária da E.S.A. "Luiz de Queiroz"

RESUMO
A situação dos Cursos de Orientação Bibliográfica para pós-graduados
foi analisada através de um levantamento entre 54 bibliotecas agrícolas,
constatando-se que a maioria delas não desenvolve tal atividade. Considerando
a importância desses cursos como um dos instrumentos de trabalho para o
pesquisador, a equipe de bibliotecários da Escola Superior de Agricultura
"Luiz de Queiroz" expõe a experiência desenvolvida neste setor, com o
intuito de estimular a realização de cursos similares.

1 - INTRODUÇÃO
A preocupação com a orientação do leitor no uso da biblioteca e técnica de
pesquisa bibliográfica, tem sido assunto constante nos últimos congressos e reuniões.
Entretanto, na área de ciências agrícolas são
slo poucas ainda as entidades de ensino e
pesquisa que vêm oferecendo cursos desse tipo aos alunos e pesquisadores.
A Biblioteca da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", consciente da
problemática, tem procurado colocar seus usuários em contato com a literatura científica
agrícola, através de cursos de redação técnica e uso da biblioteca, oferecendo-lhes os
instrumentos necessários para a realização das suas pesquisas.
Com o objetivo de transmitir a experiência dos últimos 10 anos é que a Biblioteca
da ESALQ se faz representar neste Congresso.
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�2 - HISTÓRICO
Na I Conferência Latinoamericana de Educação Agrícola Superior^, realizada no
Chile em 1958, na I Reunión de Decanos y Directores de Programas Latinoamericanos de
Estúdios Graduados en Ciências Agrícolas® realizada en San José, Costa Rica, em 1965, e
na III Mesa Redonda do Instituto Interamericano de Ciências Agrícolas-Programa
Interamericano de Desarrollo de Bibliotecas Agrícolas^, no Rio de Janeiro em 1969, as
recomendações finais enfatizavam a realização de cursos de uso da biblioteca como fator
indispensável para elevação dos níveis do ensino agrícola superior.
Também em 1969, o Programa para Bibliotecas Agrícolas do Brasil do IICA-Zona
Sul, realizou a Mesa Redonda para Bibliotecários Agrícolas'^,
Agrícolas^, em Piracicaba, SP, quando
foi analisada a situação dos cursos de uso da literatura científica nas instituições agrícolas
do País.
Segundo RODRIGUEZ®,
RODRIGUEZ*, em 1968, a situação brasileira resumia-se no seguinte:
— Três universidades (Viçosa, Federal do Rio de Janeiro, ESALQ/USP) ofereciam
cursos de redação técnica e uso da biblioteca aos seus alunos pós-graduados.
— A Universidade Rural de Pernambuco oferecia, esporadicamente, a pedidos,
cursos de uso da biblioteca aos alunos de graduação.
— A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC), dentro do
programa de assitência aos usuários, realizava cursos sobre noções de documentação, uso da biblioteca, pesquisa bibliográfica e elaboração de trabalhos científicos.
— Dois institutos de pesquisa do Ministério da Agricultura —Escritório de Pesquisa e
Experimentação e Instituto de Pesquisa e Experimentação Agropecuária do
Leste, ofereciam cursos de pesquisa bibliográfica agrícola aos seus técnicos.
Na ESALQ, a orientação a grupos de alunos foi iniciada pelas bibliotecárias em
1959, com a finalidade de introduzi-los no uso da biblioteca e manuseio de índices,
bibliografias e revistas de resumos.
O "Seminário sobre Preparação de Trabalhos Agrícolas" realizado na ESALQ em
1962, citado por MORETTI®, motivou a introdução da disciplina optativa "Redação
Técnica" no currículo dos cursos pós-graduados, iniciados em 1966, sob a responsabilidade de um professor titular, sendo a Biblioteca convidada a ministrar algumas aulas
sobre o uso da biblioteca.
A partir de 1970, a Biblioteca passou a colaborar efetivamente com o curso de
pós-graduação através da disciplina optativa "Redação Técnica e Uso da Biblioteca",
ministrada regularmente no 1.° quadrimestre de cada curso, num total de 60 horas.
Apesar das inúmeras tentativas no sentido de se obter créditos para a disciplina, nada foi
conseguido.
Em fevereiro de 1975, atendendo solicitação de professores e pós-graduados
impossibilitados de assistir às aulas no período regular, foi organizado, a nível de extensão
universitária, o "1
"I Curso de Orientação Bibliográfica" num total de 30 horas, ministrado
pela mesma equipe de bibliotecários e alguns professores convidados.
Em janeiro de 1977, saindo do âmbito da universidade, a equipe foi convidada a
ministrar dois outros cursos de extensão universitária a técnicos de uma instituição
açucareira, nas regiões norte/nordeste e leste/sul do País, atingindo um total de 62
pesquisadores.
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�3 - REDAÇÃO TÉCNICA E USO DA BIBLIOTECA
Na organização da disciplina optativa "Redação Técnica e Uso da Biblioteca"
Biblioteca do
Curso de Pós-Graduação da ESALQ foram considerados certos aspectos:
a) Planejamento, abrangendo os itens; objetivos, nível, programa, carga horária,
local, período, horário, frequência
freqüência exigida, avaliação e atestados.
b) Cronograma de atividades, descrevendo de forma esquemática a distribuição das
matérias, nomes dos professores e horário.
c) Divulgação, feita pela Secretaria de Pós-Graduação entre os alunos.
0 Curso, ministrado em salas de aulas e na Biblioteca com auxílios audiovisuais,
obedece o seguinte programa: Bibliotecas:
Bibliotecas; Pesquisa Bibliográfica; Setor de Referência,
Publicações Periódicas: Normalização da Documentação; Referências Bibliográficas;
Sistema Unitermos de Indexação Coordenada e Redação Técnica.
Ao final de cada aula, os alunos recebem apostilas como complementação dos
assuntos abordados.
3.1 — Bibliotecas
À guisa de introdução, apresenta-se o histórico das bibliotecas em geral e a descrição
pormenorizada da Biblioteca da ESALQ.
A história do livro e a formação das bibliotecas, da antiguidade
antigüidade a nossos dias, são
abordadas com auxílio de álbum seriado e diapositivos.
Expõe-se a organização e administração da Biblioteca da ESALQ ilustradas convenientemente o que permite aos alunos conhecimento dos materiais bibliográficos e outros
recursos que a Biblioteca oferece.
Como programação final, inclui-se uma visita à Biblioteca da ESALQ para dar a
conhecer ao vivo o desenvolvimento dos trabalhos de todos os seus setores, já comentados
■em
em aula.
3.2 — Pesquisa bibliográfica
Q tema Pesquisa Bibiográfica é abordado de uma maneira geral nos seus aspectos
históricos, objetivos, realidade atual e necessidade de realização nas faculdades brasileiras.
Sugere-se uma rotina de trabalho, mostrando as principais técnicas de pesquisa
bibliográfica e fontes de referência que permitem solução rápida aos problemas.
Orienta-se como escolher, selecionar e delimitar o assunto-objeto da pesquisa. Um
Qrienta-se
levantamento bibliográfico inicial é sugerido também para proporcionar mais orientação
ao problema e eliminar duplicação de esforços.
Partindo das finalidaes que envolvem a pesquisa bibliográfica, da atualização de
conhecimentos à revisão bibliográfica para trabalhos originais, mostram-se as diferentes
fases do processo informativo.
Indica-se um roteiro para identificar, localizar, obter e recuperar informações de
interesse, e, posteriormente, anotar corretamente os dados em fichas, que formam o
arquivo pessoal do pesquisador.
Uma introdução à normalização documentária nas Américas procura conscientizar
os interessados da importância desse tema tão contraditório.
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�Transparências e alguns números de obras de referência mais importantes ilustram
as aulas em todos os seus detalhes.
3.3 — Setor de referência
Esta aula, ministrada na Biblioteca tem como finalidade colocar os alunos em
contato direto com as obras de referência e o setor de circulação e empréstimo.
Inicialmente, faz-se uma demonstração do funcionamento dos catálogos de livros e
revistas, abordando-se em seguida o regimento
regimerito interno para consulta e empréstimo do
material bibliográfico.
Na sala de leitura, onde estão localizadas as obras de referência, faz-se uma
explanação sobre as mais importantes como: revistas de resumos, bibliografias, índices e
outras obras de interesse e seu respectivo manuseio.
A parte teórica é complementada por exercícios práticos.
3.4 — Publicações periódicas:
periódicas; normalização da documentação no Brasil
O assunto, introduzido através de material audiovisual, focaliza o histórico da
normalização da documentação e as normas da ABNT, com destaque para as referentes a
publicações periódicas.
A seguir são apresentadas e analisadas as bibliografias de publicações periódicas, ou
sejam, guias, catálogos coletivos e de bibliotecas.
A Seção de Periódicos da ESALQ, sua organização e fichários são descritos com a
finalidade de proporcionar maior desembaraço ao alunos.
Encerrando a parte expositive,
expositiva, a apresentação de trabalhos científicos é abordada,
com especial atenção ao "Código de boa prática em matéria de publicação científica", da
UNESCO.
Complementando a parte teórica, são aplicados exercícios com as Normas da
ABNT, n.°® 60, 61,62,83 e 85 seguidos de seus gabaritos, possibilitando assim um rápido
"feedback".
3.5 — Referências Bibliográficas
■ Com base no Projeto de Norma Brasileira PNB-66, da Associação Brasileira de
Normas Técnicas, o tema é apresentado atrave's de uma coleção de 74 diapositivos,
especialmente preparada com exemplos comuns à literatura agrícola, acompanhada de
roteiro explicativo.
No início da aula, são entregues algumas publicações — livros, periódicos,
congressos — para serem citadas de acordo com as normas usadas pelos participantes.
Após a projeção dos diapositivos, o mesmo material é novamente referenciado, desta vez
porém, de acordo com o PNB-66, que é distribuído aos alunos juntamente com a apostila
que o complementa, com exemplos diversos de referência bibliográficas em ciências
agrícolas.
3.6 — Sistema de Unitermos de Indexação Coordenada
O objetivo da inclusão da indexação coordenada num curso desta natureza é
auxiliar os alunos no arquivamento e recuperção de seu material bibliográfico: livros,
folhetos e, principalmente, separatas.
separates.
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�É um método bastante prático e assimilável, que proporciona adequada organização
do material coletado.
O sistema é exposto com o auxílio de tranparências que apresentam exemplos
pertinentes às ciências agrícolas, dando mais ênfase às especialidades dos diversos
participantes.
Distribui-se aos alunos grande quantidade de material bibliográfico — separatas e
folhetos — para que sejam extraídos os seus unitermos. Transcrevem-se os mesmos para
fichas de indexação coordenada que, recolhidas e corrigidas com ajuda dos próprios
alunos, vão compôr um pequeno fichário. Servindo-se deste, os alunos passam a recuperar
os documentos, verificando assim a rapidez do sistema. Uma apostila ilustra o tema em
todos os seus aspectos, salientando o uso de indexação coordenada para organização de
diapositivos.
3.7 — Redação técnica
Finalmente, os alunos já familiarizados com o manejo do material bibliográfico
existente na Biblioteca e baseados nos conhecimentos adquiridos na pesquisa e referência
bibliográficas, estão aptos a se conduzirem com facilidade no que concerne à Redação
Técnica, indispensável para o desenvolvimento de suas teses.
Em função de uma estrutura básica para a elaboração de teses e dissertações,
disser.tações, são
evidenciados os critérios na coordenação e subordinação de idéias a se aglutinarem nos
capítulos e sub-capítulos. Preceituam-se as regras para a mecânica de estilo de linguagem
apropriada, consubstanciada em clareza, concisão e precisão.
Após a exposição da matéria, reserva-se a oportunidade para debates e comentários
de trabalhos publicados, como subsídio didático de análise.
4 - ANÁLISE DA SITUAÇÃO
Numa pesquisa realizada entre 54 bibliotecas agrícolas sobre cursos de orientação
bibliográfica ministrados nas escolas e instituições do País, constatou-se pelas 35 respostas
recebidas que:
— 7 bibliotecas oferecem regularmente cursos de orientação aos seus usuários; 4
bibliotecas esporadicamente e 24 não ministram tal curso.
— 4 instituições oferecem cursos a nível de extensão universitária; 7 dirigidos a
pós-graduados e 3 a alunos de graduação.
— 2 cursos a nível de pós-graduação têm créditos.
— a carga horária é variável de 16 a 60 horas.
— a duração varia de 4 dias a 4 meses.
— a freqüência mínima é exigida em 8 cursos.
— 8 cursos são ministrados por bibliotecários; 1 é ministrado por professores e 2 por
bibliotecários e professores.
— 5 cursos são apostilados
— 3 cursos expedem certificados.
5 - DISCUSSÃO E CONCLUSÕES
Segundo os 35 questionários preenchidos, apenas 11 das bibliotecas agrícolas
brasileiras dão cursos de orientação bibliográfica, representando uma porcentagem

&lt;

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�irrisória no contexto geral (31,4%) e somente 4 cursos oferecem créditos, o que retrata o
atual conceito da biblioteca especializada dentro da realidade nacional.
Esses dados nos levam a crer que as instituições não têm dado atenção ao problema,
apesar das recomendações a elas dirigidas em diversas reuniões, não só de bibliotecários
com também de autoridades responsáveis pelo ensino agrícola superior.
Dos 54 questionários enviados, 19 não retornaram, o que evidencia desinteresse
pelo assunto e conformidade com a situação reinante.
Considerando-se que a maioria das entidades de ensino e pesquisa agrícolas não dá
cursos desse tipo, pode-se supor que seja por falta debibliotecáriostfeinados
de bibliotecários treinados ou de pessoal
suficente para ministrá-los, ou de programa básico para sua realização.
Devido à intensiva carga horária e ao número de créditos exigidos pelas disciplinas
obrigatórias nos cursos de pós-graduação, a frqüência às disciplinas optativas sem crédito é
mínima, dependendo unicamente do interesse do aluno.
De posse desses dados, conclui-se que:
— não tem havido interesse por parte da maioria dos responsáveis pelo ensino e
pesquisa agrícolas, no sentido de incluir nos cursos de graduação e pós-graduação
a "Orientação bibliográfica" como disciplina obrigatória.
— a formação profissional do bibliotecário não lhe dá condições de docência, o que,
na atual conjuntura, é imprescindível, dada a necessidade cada vez maior de
orientar o leitor no uso racional da biblioteca e da literatura especializada.
— por falta de um programa mínimo, o bibliotecário se sente desorientado na
organização de um curso dessa natureza.
— há bibliotecas que não contam com bibliotecários e outras em que o único
funcionário é o bibliotecário o que torna mais difícil a realização de um curso.
6 - RECOMENDAÇÕES
CONSIDERANDO a situação atual nas Instituições Agrícolas Nacionais,
RECOMENDA-SE:
6.1 —
- que as Instituições de Ensino Agrícola Superior incluam, como disciplina obrigatória com crédito, a Redação Técnica e Uso da Biblioteca nos programas dos cursos
de pós-graduação;
6.2 —
- que os Institutos de Pesquisas Agropecuárias incluam nos prgramas de treinamento
de seus técnicos o curso de Redação Técnica e Uso da Biblioteca;
6.3-que
6.3
—que as Escolas de Biblioteconomia incluam em seu currículo a disciplina
"Didática";
6.4 — que as Associações de Bibliotecários, através de convênios com Instituições especializadas, promovam cursos de Educação do Usuário, visando o treinamento do
bibliotecário;
6.5-que
6.5 - que a Comissão Brasileira de Documentação Agrícola, através dos seus Grupos de
Bibliotecários em Informação e Documentação Agrícola, elabore um programa
mínimo para cursos de Orientação Bibliográfica;
6.6 — que seja inserida a "Metodologia do Trabalho Científico" no programa da disciplina
"Redação Técnica e Uso da Biblioteca" dos cursos de pós-graduação, como
embasamento filosófico;
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que o:
o; cursos de Orientação Bibliográfica, a nfvel
nível de graduação e pós-graduação,
sejam ministrados por bibliotecários
bibliotecaVios treinados ou, na falta deles, por professores
capacitados;

j
^||
IU

6-® ~ ptie
Ptie as bibliotecas, na impossibilidade de realização de cursos regulares, promovam
seminários e cursos de extensão universitária sobre Orientação Bibliográfica.

^
"

SUMMARY
The present situation of the Courses of Bibliographic Orientation for graduate
students was analysed through a survey among 54 agricultural libraries and it was
evidenced that the majority of them do not develop this activity. Considering the
importance of such courses as a tool for the researcher the team-work of librarian of
ESALQ exposes the experience developed in this area, in order to stimulate the
accomplishment of similar courses.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. ARBOLEDA-SEPULVEDA, O. &amp; MALUGANI, M.D. Educación continuada de especialistas en el uso de Ia literatura agrícola; una experiencia dei IICA.
MCA. In: REUNION
DOCUMENTALIST AS
INTERAMERICANA DE BIBLIOTECÁRIOS Y DOCUMENTALISTAS
agrícolas, 3., Buenos Aires, 1972. Actas y trabajos. Buenos Aires, AIBDA,
1972. Doc. 11-6, p. 1-39.
2. CONFERÊNCIA LATINOAMERICANA
LATI NOAME RI CANA SOBRE EDUCACIÓN AGRÍCOLA SUPERIOR, 1., Santiago de Chile, 1958. Informe. Roma, FAO, MCA, 1958. 48p.
3. MESA REDONDA DEL PROGRAMA INTERAMERICANO DE DESARROLLO DE
BIBLIOTECAS AGRÍCOLAS, 3., Rio de Janeiro, 1969. Documentos y recomendaciones. Turriaiba, MCA, 1970. 300p.
4. MESA REDONDA PARA BIBLIOTECÁRIOS AGRÍCOLAS NO BRASIL, ESALQ,
Piracicaba, 1969. Informe. Rio de Janeiro, IICA-Zona Sul, 1969. 1v.
5. MORETTI FILHO, J. Normas e recomendações para a preparação de trabalhos
científicos. Boletim de divulgação. ESALQ, Piracicaba, n.° 2, ago. 1962. 34p.
6. REUNION DE DECANOS Y DIRECTORES DE PROGRAMAS LATINOAMERICANOS DE ESTÚDIOS GRADUADOS EN CIÊNCIAS AGRÍCOLAS, 1., San
José, 1965. Informe. Turriaiba, MCA, 1965. 1v.
7. RODRTGUES,
RODRIGUES, J.l.
J.I. Normas de cursos de instrucción en el uso de Ia biblioteca y afines.
Boletin para Bibliotecas Agrícolas, Turriaiba, 7(1):8-31,
7{1):8-31, 1970.
8. RODRIGUEZ, J.I.
J.l. Programa para bibliotecas agrícolas no Brasil; origen y desarrollo.
IICA-Zona Sul, PB
AB, 1968. 26p.
Rio de Janeiro, MCA—Zona
PBAB,
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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Biblioteconomia e Documentação</text>
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              <text>Moretti, Dina Maria Bueno </text>
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              <text> Rocha, Sonia Correa da </text>
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              <text> Carvalho, Maria Elisabeth Ferreira de </text>
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            <elementText elementTextId="14679">
              <text> Poggiani, Marialice Metzker </text>
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              <text> Alessi, Clóris </text>
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              <text> Simão, Odette</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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            <elementText elementTextId="14682">
              <text>Porto Alegre (Rio Grande do Sul)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>1977</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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              <text>Evento</text>
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          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
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              <text>Orientação bibliográfica</text>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>A situação dos Cursos de Orientação Bibliográfica para pós-graduados foi analisada através de um levantamento entre 54 bibliotecas agrícolas, constatando-se que a maioria delas não desenvolve tal atividade. Considerando a importância desses cursos como um dos instrumentos de trabalho para o pesquisador, a equipe de bibliotecários da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" expõe a experiência desenvolvida neste setor, com o intuito de estimular a realização de cursos similares.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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