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                  <text>SISTEMAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS DE INFORMAÇÃO

CÉLIA RIBEIRO ZAHER
Diretora da Divisão de Promoção ao Livro e
Estímulo ao Intercâmbio Cultural Internacional da UNESCO

Em nome do Diretor Geral da UNESCO, Sr. Amadou Mahtar MBou e em meu
próprio nome, desejo felicitar a Comissão Organizadora deste Congresso pela seleção do
tópico "INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO NACIONAL", como tema central deste conclave, bem como auspiciar o maior
sucesso nas suas deliberações, e agradecer o convite que me foi feito para aqui apresentar
um trabalho sobre esse assunto de tanta atualidade e interesse para a UNESCO.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO),
de acordo com seu ato constitutivo, tem como um de seus mandatos o de tratar de
assuntos referentes à disseminação do conhecimento e à permuta de informação e de
documentação; com esse objetivo, tem-se preocupado durante o último decênio, em
encontrar soluções sistemáticas para os problemas cada vez mais complexos de seleção,
controle e disseminação da informação entre indivíduos; e em buscar um reequilíbrio na
circulação entre países ricos em informação e países carentes de informação — o que
permitirá novas perspectivas às sociedades menos favorecidas e à almejada igualdade entre
os povos.
Com esse fim, a UNESCO desenvolveu diversos sistemas especializados de informação, nos campos de sua atuação, que respondem às solicitações de seus Estados Membros
e visam a preencher lacunas em matéria de informação.
Esses sistemas são conhecidos como:
lERS — Sistemas de Recuperação da Informação em Educação.
SPINES — Sistema de Permuta de Informações sobre Política Científica e Tecnológica.
WISI — Sistema Mundial de Informação no Campo da Informática.
,
]

DARE — Sistema de Recuperação Automática da Informação em Ciências Sociais e
Humanas.
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;

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gentilmente por:

�ISORID — Sistema Internacional de Pesquisas em Documentação.
DEVSIS — Sistema de Informação em Ciências do Desenvolvimento.Desenvolvimento.
Esta diversidade de sistemas especializados demonstra o grande desejo dos países de
envidar esforços em torno de soluções conjuntas que permitam a todos os países utilizar
ao máximo esse "bem" essencial de nossos dias — a Informação. Este anseio se reflete
também na criação de sistemas em outras agências das Nações Unidas, tais como:
AGRIS
AG
RIS (Sistema Internacional de Informação para a Ciência e Tecnologia Agrícolas), na FAO.
INIS (Sistema Internacional de Informação Nuclear), na Agência Internacional de
Energia Atômica (AlEA),
(AIEA), que cobrem campos de ação diretamente ligados às suas atividades.
Essa proliferação — conseqüência natural do grande interesse que desperta o problema do controle da informação especializada — levou a UNESCO a procurar, também,
soluções globais com a finalidade de harmonizar e interligar sistemas através de uma
estreita cooperação internacional, dentro dos preceitos do programa INISIST — Sistema
Mundial de Informação Científica; e, dentro dos preceitos do NATIS — Sistema Nacional
de Informação, buscar o equilíbrio e a coordenação entre os pontos focais existentes em
cada país, com o fim de evitar a duplicação e obter o máximo de rendimento, a nível
nacional, para que cada país possa beneficiar-se e participar plenamente dos programas
internacionais presentes e futuros.
Estes dois programas — UNISIST e NATIS — indicam soluções para a problemática
de harmonização e acesso à informação disponível nos países industrializados e visam a
auxiliar os países em desenvolvimento a se organizarem, aumentando, asshn,
assim, o seu potencial de acesso e de participação.
Ambos os programas lançados pela UNESCO, em 1971 (UNISIST), e em 1974
(NATIS), funcionam como catalizadores na promoção dos veículos de informação junto
aos meios governamentais, atraindo a atenção para o problema de falta de infra-estrutura
de informação nos respectivos países e da ausência de planejamento, que impedem o
desenvolvimento ideal das bibliotecas, centros de documentação e arquivos.
Este Congresso, que hoje se inicia, é mais uma prova do interesse suscitado em
torno desse magno problema nos meios profissionais, em soluções que possam servir de
apoio à ação governamental.
O lançamento e desenvolvimento do programa UNISIST levou muitos países a criar
comissões nacionais para analisar e implementar as metas estabelecidas dentro desse marco conceituai, o que vem resultando na conscientização do papel da informação científica
e tecnológica no progresso nacional e orientando a trajetória dos sistemas criados em
países industrializados. A esta força propulsora veio aliar-se o programa NATIS, que
permite aos países analisar, através de suas metas, a situação de seus recursos físicos e
humanos e guiá-los nas etapas a serem percorridas para alcançar o objetivo final: a criação
de um sistema integrado de informação que tire o máximo proveito dos recursos existentes e seja capaz de fornecer aos usuários a informação precisa no momento exato.
No intuito de auxiliar os países e alcançarem essa meta, a Conferência Intergovernamental sobre Planejamento das Infra-Estruturas Nacionais de Documentação, de Bibliote23

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gentilmente por:
4 gentílmente

�cas e de Arquivos, ao aprovar o conceito e os objetivos do NATIS, recomendou à UNESCO que enviasse aos Estados Membros, antes de dezembro de 1976, diretrizes gerais,
tendo em vista a organização de sistemas nacionais de informação e, conseqüentemente,
que os governos criassem, até dezembro de 1976, órgãos apropriados nacionais de coordenação, dotados de poderes e de responsabilidades bem definidos, visando ao estudo detalhado de todos os problemas pertinentes, bem como a elaboração de planos para a criação
efetiva de sistemas compatíveis com as diretrizes elaboradas pela UNESCO para esse fim.
De acordo com essa recomendação, o Secretariado da UNESCO, elaborou (com o
auxílio de grupos de especialistas e órgãos profissionais competentes) e publicou uma
auxíiio
série de guias NATIS que cobrem os seus principais objetivos. O
0 primeiro trata dos
aspectos de uma Política Nacional de informação, descrevendo os métodos de planejamento do NATIS, e mostrando a necessidade de avaliar a situação nacional e os meios de
elaborar um plano de informação de maneira a torná-lo uma realidade.
O segundo, Conceituação e Planejamento de Sistemas Nacionais de informação,
0
Informação, visa
a encorajar os governos que estão conscientes da necessidade de estabelecer sistemas
nacionais de informação (NATIS) como instrumentos indispensáveis para assegurar o bem
estar econômico, cultural e social de seu país, isto é, criar mecanismos que permitam
alcançar esta meta. É dada ênfase aos países em desenvolvimento, onde a organização de
serviços de informação podem ter uma importância vital na adoção de políticas
pol íticas educacionais e industriais.
O terceiro documento da série, intitulado Estabelecimento de uma Base Legislativa
0
para a Implantação do NATIS, faz uma revisão dos problemas resultantes de uma legislação obsoleta, e mostra a necessidade de sua atualização, analisando qual a legislação
específica necessária a um plano geral de todos os tipos de bibliotecas: nacional, acadêmica, educacional, especializadas, públicas e, de sistemas de arquivos públicos e nacionais.
Abrange, também, o problema de legislação relacionada com a formação de profissionais
para o NATfS.
NATIS. Este documento destina-se, como os demais, a servir de orientação à açio
ação
necessária à criação e funcionamento do sistema nacional.
É de se esperar que esses guias ofereçam aos Estados Membros da UNESCO, desejosos da implementação do NATIS, em seus respectivos países, uma base para seus estudos e
efetiva ação normativa.
Paralelamente, a UNESCO, a fim de incentivar essa ação, publicou diversos artigos
no Boletim da UNESCO para as Bibliotecas sobre a situação atual em diversos países e
organizou ou apoiou reuniões e conferências regionais sobre o assunto. Gostaria de mencionar aqui, algumas dessas reuniões e os resultados que delas decorreram. A Reunião
Regional de Especialistas sobre Desenvolvimento de Arquivos Nacionais na América Latina, realizada em Bogotá, de 29 de março a 2 de abril de 1976, teve como objetivo avaliar
o desenvolvimento dos arquivos, vistos sob a perspectiva do marco conceituai do NATIS,
e fazer recomendações à UNESCO que auxiliassem sua ação. Essa reunião ressaltou a
necessidade de criar uma infra-estrutura de arquivos que permita seu planejamento coordenado, em cada país, como um subsistema do NATIS.
A UNESCO realizou também, em Brazaville (Congo), de 5 a 10 de julho de 1976,
uma reunião de especialistas sobre o planejamento de Sistemas de Bibliotecas e Centros de
Documentação AHAT\S)
(NATIS) na África, cujo principal escopo foi examinar os esforços já
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4 gentilmente por:

I Sc a n
st en

�realizados pelos países africanos na incrementação de sistemas nacionais de informação
(NATIS) e formular recomendações com vista à criação de ditos sistemas adaptados as
necessidades dos usuários africanos.
Nessa ocasião, foi enfatizada a necessidade premente de formação de pessoal qualificado em todos os níveis, face à carência absoluta de pessoal especializado, indispensável à
implantação de infra-estrutura apropriada aos princípios do NATIS e UNISIST. Outro
ponto ressaltado foi o desejo de conscientização nacional e regional, em torno de uma
política de informação e de encorajamento à cooperação mais intensa a nivel regional,
visando a servir melhor os usuários e incrementar o hábito de leitura.
&gt;
Entre as reuniões organizadas por grupos profissionais sob os auspícios da UNESCO, realizada na Jamaica, de 10 a 14 de novembro de 1975, tratou-se do Planejamento de
Sistemas Nacionais de informação (NATIS) para a Região das Caraíbas, reconhecendo
que é essencial colocar a informação à disposição dos usuários, não só como um elemento
de planejamento e desenvolvimento aos níveis nacionais, regionais e internacionais, mas
como parte integrante no processo permanente e de aperfeiçoamento do indivíduo. Recomendou-se a criação e aperfeiçoamento de sistemas nacionais de informação (NATIS) na
região, estudou-se os pontos básicos para essa ação nacional, tais como a criação de órgãos
de coordenação, legislação apropriada, criação de arquivos nas administrações, aprimoramento dos meios de comunicação, recenseamento dos recursos humanos existentes, e,
cooperação regional através de órgãos específicos e serviços técnicos regionais.
Na Ásia, a Reunião da CONSAL, de 1.° a 5 de dezembro de 1975, teve como tema
Serviços integrados de Bibliotecas e Documentação dentro do Programa da NATIS. Essa
reunião teve como escopo principal mostrar aos participantes, representantes dos diferentes governos da Região do Sudeste da Ásia, a necessidade de iritegrar
integrar os programas de
bibliotecas e de documentação (NATIS). A reunião aceitou o conceito e objetivos do
NATIS e recomendou que medidas imediatas fossem tomadas para apoiar as bibliotecas
nacionais a preencherem suas funções dentro dos sistemas nacionais.
Para a América Latina e região das Caraíbas, a recomendação sobre o NATIS
aprovada unanimemente pela Conferência Intergovernamental sobre Política de Comunicação na América Latina e na Região das Caraíbas, organizada pela UNESCO, em Costa
Rica, de 12 a 21 de julho de 1976, é de grande importância, pois ressalta a necessidade de
organizar e coordenar as infra-estruturas nacionais de documentação, bibliotecas e arquivos, com vistas ao desenvolvimento econômico e social, e estimula os governos a criarem
tais infra-estruturas dentro de sua política nacional de comunicação, recomendando ao
mesmo tempo à UNESCO que apoie e encoraje o estabelecimento do NATIS a nível
nacional e favoreça a coordenação de esforços nesse campo a nível regional e sub-regional.
Como programas nacionais, podemos ressaltar as ações e planos atuais elaborados
em países como os Estados Unidos, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas,
Grã-Bretanha e países da Oceania, onde a tese da criação de redes nacionais e mecanismos
de coordenação já é aceita e operante.
Há também, alguns programas em curso: na Irlanda, o Comitê de Coordenação da
Documentação; na República Federal Alemã, o programa para Promoção da Informação e
Documentação; na Venezuela, o Sistema Integrado de Bibliotecas; e na Malásia, o projeto
MANIS; todos seguem a tese de coordenação e planejamento dos serviços de informação.
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gentilmente por:

�A UNESCO apoia e incentiva esses esforços e espera que cada país estude e encontre a melhor forma de coordenação de seus serviços, levando em conta os princípios
anunciados e metas a atingir, em busca de harmonia e cooperação internacionais.
Com o intuito de apoiar cada vez mais os países nessa busca de solução que permitam o acesso e a participação total ao processo informativo, a UNESCO analisou, durante
o ano de 1976, os seus programas dedicados ao campo da informação, documentação,
bibliotecas e arquivos, e com o objetivo de dar um maior impulso e harmonia a esses
programas, permitindo um impacto nos Estados Membros, propôs modificação e fusão de
algumas atividades. A 19.° Sessão da Conferência Geral, realizada em Nairobi, Kenya,
deliberou sobre o assunto e optou pela criação de um programa intergovernamental, que
denominou Programa Gera! de Informação (PGI), que cobre as atividades nos campos de
informação científica e tecnológica e de documentação, bibliotecas e arquivos, anteriormente da responsabilidade dos setores de ciência (programa UNISIST) e do setor de
cultura e comunicação (programa NATIS). O
0 Diretor Geral da UNESCO, em conseqüência, criou esse programa, a partir de março de 1977.
Ao tomar essa decisão, a Conferência Geral levou em conta as seguintes corisideraconsiderações: a importância da transferência e permuta de informação, particularmente no campo
científico e tecnológico, para o desenvolvimento econômico e social; a crescente importância da informação: a importância para todos os países, e especialmente para os países
em desenvolvimento, dos problemas de planejamento e desenvolvimento de sistemas nacionais integrados de informação; e a urgência de preencher as lacunas de informação, e
criação e desenvolvimento das estruturas necessárias nesses países. O compromisso da
UNESCO em contribuir para o desenvolvimento de sistemas nacionais, regionais e internacionais, como elemento vital à cooperação internacional e ao desenvolvimento nacional, e
o papel significativo que tem nesses sistemas, as bibliotecas e os serviços de arquivos.
O Programa Geral de Informação tem dois objetivos: alcançar os objetivos do
UNISIST, de um sistema mundial de informação científica, e auxiliar a criar e melhorar as
infra-estruturas de documentação, bibliotecas e arquivos, ou Sistema Nacional de Informação (NATIS), sem o qual o UNISIST não pode tornar-se uma realidade. A fim de
facilitar a implementação do Programa Geral de Informação as atividades desses programas da UNESCO foram integrados com a finalidade de: promover a formação de política
e planos; promover o estabelecimento e aplicação de métodos e normas; contribuir para o
desenvolvimento da informação e para aplicação de técnicas modernas de coleta de dados,
processamento, transferência de informações e reprodução; promover o treinamento e
educação de especialistas da informação e usuários da informação, com especial atenção
às necessidades dos países em vias de desenvolvimento, e aos problemas de transferência
de informação e dados, a partir dos países tecnologicamente mais avançados para as
nações em desenvolvimento.
A Conferência Geral da UNESCO aprovou a criação de um Conselho Intergovernamental (que substitui o Comitê Diretor do UNISIST, que deixou de existir), a fim de
orientar o planejamento e a implementação do PGI, de acordo com os interesses do
desenvolvimento da educação, cultura, ciência e tecnologia para promover a cooperação
entre Estados Membros no contexto deste programa; assegurar a continuidade e o desenvolvimento de ações em andamento no contexto do programa UNISIST; promover o
conceito de planejamento global de sistemas nacionais de informação (NATIS) e encorajar
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gentilmente por:

�formas apropriadas de ação para auxiliar os Estados Membros a planejar e desenvolver tais
sistemas de maneira a que participem ativamente na cooperação internacional, dando
atenção especial ao incremento da contribuição essencial das Bibliotecas, ao desenvolvimento da educação, ciência e cultura; promover o desenvolvimento dos serviços de arquivos, particularmente como instrumento de eficiência administrativa e como fator de
preservação e apresentação da herança cultural e da identidade nacional.
Os seguintes trinta países foram eleitos membros desse Conselho para 1977/78:
ALGÉRIA, ARGENTINA, BÉLGICA, BRASIL, CHINA, COLÔMBIA, CONGO, CUBA/
CUBA,
EGITO, REPÚBLICA FEDERAL ALEMÃ, FRANÇA, REPÚBLICA DEMOCRÁTICA
ALEMÃ, GANA, INDIA, INDONÉSIA, IRÃ, JAPÃO, MARROCOS, HOLANDA, NIGÉRIA, NORUEGA, PERU, SENEGAL, UGANDA, GRÃ-BRETANHA, ALTO VOLTA,
ESTADOS UNIDOS, UNIÃO DAS REPÚBLICAS SOCIALISTAS SOVIÉTICAS, IUGOSLÁVIA e ZAIRE. A primeira Reunião do Conselho Intergovernamental — PGI se realizará
de 21 a 25 de novembro, a fim de estudar seus planos de ação.
Paralelamente, a Conferência Geral da UNESCO autorizou o Diretor Geral a convocar um Comitê Consultivo composto de especialistas profissionais cobrindo as áreas relacionadas com o Programa, selecionados de forma a assegurar uma representação geográfica equitativa.
Esse Comitê Consultivo que substitui o Comitê Consultivo Internacional sobre Documentação, Bibliotecas e Arquivos (lACODLA) e o Comitê Consultivo do UNISIST, se
reunirá pela primeira vez, com 18 membros, de 11 a 14 de outubro, para discutir o estado
atual do novo programa e examinar as propostas para o futuro programa de 1977/78.
A conseqüência importante dessa nova estrutura administrativa, no seio da UNESCO, é o fato de que, pela primeira vez, o programa de assistência da UNESCO, às
bibliotecas e arquivos em geral, será debatido e aprovado pelos governos representados
junto à UNESCO, conjuntamente ao programa referente à informação científica e tecnotecno^
lógica; dessa forma, atrairá a atenção para o papel das bibliotecas e arquivos no processo
informativo.
A UNESCO espera, assim, com esse programa, estar em condições de prestar uma
assistência maior ao desenvolvimento da informação no mundo agora abordando o problema de um ponto de vista global, com recursos muito mais amplos, e apoiado por um
Conselho Intergovernamental.
Gostaria de registrar aqui a minha satisfação em participar desses debates e constatar a preocupação dos profissionais brasileiros para a criação de um sistema nacional de
informação (NATIS) no Brasil, seguindo a tendência, nos diferentes países, da aceitação
desse conceito, e da criação de infra-estrutura apropriada.

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gentilmente por:

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Biblioteconomia e Documentação</text>
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          <name>Subject</name>
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              <text>Sistemas de Informação</text>
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), de acordo com seu ato constitutivo, tem como um de seus mandatos o de tratar de assuntos referentes à disseminação do conhecimento e à permuta de informação e de documentação; com esse objetivo, tem-se preocupado durante o último decênio, em encontrar soluções sistemáticas para os problemas cada vez mais complexos de seleção, controle e disseminação da informação entre indivíduos; e em buscar um reequilíbrio na circulação entre países ricos em informação e países carentes de informação — o que permitirá novas perspectivas às sociedades menos favorecidas e à almejada igualdade entre os povos.</text>
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          <name>Language</name>
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