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                  <text>BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
INFORMAÇÃO

EM SISTEMAS NACIONAIS

DE

MARIA LUISA MONTEIRO DA CUNHA
CRB 8/252
Diretora da Divisão de Biblioteca
e
Documentação da USP

“Nenhuma biblioteca poderá integrar-se num
sistema nacional de informação, sem que fale
a mesma linguagem do sistema" *‘

RESUMO
A biblioteca universitária é elemento básico dentro do contexto do
Controle Bibliográfico Universal (UBC). Neste trabalho é estudado seu papel
num programa nacional de informação. Para isso são expostos e analisados os
objetivos do NATIS (Sistema Nacional de Informação) salientando a necessidade de as bibliotecas universitárias estarem preparadas para as novas realidades, como a centralização de serviços, mecanização, integração de redes nacionais etc. São apresentados princípios e sugestões para a concretização dessas
finalidades.

1. INTRODUÇÃO
1.1 "O direito à informação é patrimônio de todos os homens. A memória da humanidade pertence a todos por igual e os Governos têm a obrigação de velar por sua preservação, enriquecimento e difusão.
1.2 Em toda a sociedade é essencial que o desenvolvimento seja integral. Alguns elementos fundamentais desse desenvolvimento são a educação e a tecnologia, o que permite ao
homem moderno uma consciente tomada de decisões."^
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�I
1.3 Estas, as duas primeiras declarações do Seminário Interamericano sobre a Integração
dos Serviços de Informação de Arquivos, Bibliotecas e Centros de Documentação na
América Latina e nas Antilhas. Entretanto, esse mesmo Seminário reconheceu que na
América Latina e nas Antilhas os serviços de informação se encontram em estado deficitário, embora possam ser assinalados distintos níveis de desenvolvimento.
1.4 As declarações do Seminário em apreço nos levam a pensar nas dificuldades com
que defrontam os bibliotecários e outros profissionais que tem a seu cargo a disseminação
da informação, e que estão consubstanciadas nas palavras do Sr. René Maheu, diretor
geral da UNESCO, proferidas na sessão de abertura da Conferência Intergovernamental
sobre o Planejamento de Infreestruturas
Infraestruturas Nacionais de Documentação, Bibliotecas e Arquivos: "o armazenamento da informação e a disseminação do conhecimento levantam problemas de grande magnitude e complexidade. Torna-se dia a dia mais difícil manter sob
controle o volume de documentação que cresce sem cessar em todos os campos do
conhecimento. Os métodos tradicionais já se tornaram insuficientes para esta finalidade e
urge encontrar novos recursos condizentes com a importância do empreendimento".^
1.5 Face à necessidade de novos recursos e novas tecnologias, os fatores que se seguem
devem ser ponderados antes de encetado o planejamento de um sistema de informação a
nível nacional: (1) a tecnologia é cara,'
cara, o que implica na necessidade de planejamentos
cuidadosos bem como no compromisso a longo prazo, por parte do Governo, para que se
assegure a estabilidade dos programas; (2) a tecnologia é muito complexa e há necessidade
de uma direção técnica de sentido comum a nível nacional para que todas as entidades e
órgãos competentes possam coordenar suas atividades de maneira eficaz; (3) trata-se de
uma tecnologia especializada e a evolução de um programa nacional de informação deve
ser sincronizada com a formação técnica das pessoas-que
pessoas- que irão executá-lo; (4) como a
tecnologia, por sua própria natureza, é inovadora,
inovadora-, sua introdução aftera invariavelmente
técnicas tradicionais e exige que o país se ocupe dos problemas decorrentes da reeducação
dos usuários.'*
usuários.“*

2. PANORAMA ATUAL, NO QUE
OUE CONCERNE À INFORMAÇÃO
a) Ação das organizações internacionais
b) Ação Nacional
2.1 Tendo em vista que nos planejamentos, na tomada de decisões e na administração, o
Estado depende cada vez mais da disponibilidade e provisão de informação fidedigna que
é base para o estabelecimento de planos econômicos e de desenvolvimento social; que a
informação é uma fonte nacional de recursos e um auxílio na promoção do progresso tão
vital para a comunidade e seus membros; que a informação é um veículo de informação
social e, consequentemente,
conseqüentemente, contribui para a constituição de uma "sociedade informada",^ as grandes organizações internacionais vem desenvolvendo planos de ação dinâmida",®
cos, visando a uma ampla difusão da informação, cônscias
cònscias de que esta é, inegavelmente, a
base essencial para a manutenção de uma sociedade moderna em qualquer estágio do seu
desenvolvimento.
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�2.2 Na Europa, vemos o esforço conjugado da UNESCO, da IFLA, da FID e do CIA
(Conselho Internacional de Arquivos) evidenciado, mais uma vez, na Conferência Intergovernamental sobre o Planejamento de Infreestruturas
Infraestruturas Nacionais de Documentação, Bibliotecas e Arquivos, certame que comprovou a absoluta necessidade de integração das atividades dos documentalistas, bibliotecários e arquivistas. De fato, são atividades afins, que
0 NATIS, por exemplo, é um planejamense complementam em seus objetivos e funções. O
to integrado de documentação, bibliotecas e arquivos. Contudo, isto não significa "uma
fusão de várias tarefas, profissões, etc. (grifo nosso). Em futuro próximo, ocorrerá justamente o oposto, i.e., a crescente divisão em maior número de funções e profissões aumentará consideravelmente."®
consideravelmente."*
2.3 Na América Latina, vimos, há anos, nos beneficiando com o auxílio que a OE/V nos
oferece mediante o seu Programa de Desenvolvimento de Bibliotecas.
2.4 Graças à UNESCO e à OEA, os bibliotecários latinoamericanos tem tido oportunidade não só de cursos e estágios no exterior, como também de inúmeros seminários,
conferências e encontros nos quais a permuta de experiências e troca de idéias tem sido
um estímulo para o desenvolvimento de nossas bibliotecas e atualização dos conhecimentos profissionais dos bibliotecários.
2.5 Em trabalhos anteriores^,®
anteriores’,® divulgamos o resultado dos célebres seminários realizados em Monticello, Illinois, em 1961, e Mendoza (Argentina), em 1962. No presente
documento teremos oportunidade de fazer referência às Conclusões do Seminário sobre
os Serviços de Informação em Grandes Concentrações Universitárias levado a efeito na
Cidade do México em 1975 sob os auspícios da OEA e da UNAM, e de tecer breves
considerações acerca dos objetivos para uma ação nacional e internacional contidos no
NATIS (Sistema Nacional de Informação). Este último documento^
documento’ permitir-nos-á avaliar
como as bibliotecas universitárias brasileiras se situam face a um programa nacional de
informação.

3. NATIS - PROGRAMA NACIONAL DE INFORMAÇÃO
3.0 NATIS — Examinando os 16 objetivos do NATIS, podemos apreciar o que se segue
quanto à situação atual da biblioteca universitária no Brasil. Cumpre-nos esclarecer que a
comparação é feita com base em padrões médios, eis que ainda há em nosso país diversidade de situações, ou seja, temos algumas bibliotecas universitárias que se nivelam com as
congêneres dos países desenvolvidos e outras em situação quase precária.
3.1

OBJETIVO 1 - UMA POLI^TICA
POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO

3.1.1 Há muito os bibliotecários brasileiros — não apenas os universitários — se conscientizaram de que o que importa não é simplesmente o iivro e sim a informação nele contida.
Desse modo, sob este aspecto, estão aptos para uma perfeita participação numa política
nacional de informação, segundo as especificações contidas neste primeiro objetivo.
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�3.2

OBJETIVO 2 - SUSCITAR O INTERESSE DOS USUÁRIOS

3.2.1 A fim de suscitar um maior interesse dos usuários as entidades apropriadas, entre
elas as universidades e outros estabelecimentos de ensino, deveríam
deveriam incluir em seus programas uma instrução sistemática sobre o modo de utilizar os recursos da informação disponíveis em todos os elementos do NATIS. Em relação às universidades, deveriam formar
parte do currículo cursos sobre o modo de utilizar as obras especializadas e as fontes de
informação, estabelecidos com plena cooperação das bibliotecas universitárias.
3.2.2 Em várias das nossas universidades os bibliotecários chefes de algumas unidades
ministram cursos de organização bibliográfica não só para alunos, como também para
membros do corpo docente. Na USP, a pioneira neste campo foi a biblioteca da Faculdade de Odontologia. Atualmente, quase todas se dedicam a esta tarefa. O GISBUSP (Grupo
de Integração
integração do Sistema de Bibliotecas da USP) incluiu como parte do seu programa de
ação a unificação do método de ensino nos cursos em apreço. O documento resultante
desse trabalho figura entre os que serão apresentados ao 9.° Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação. Poderá servir de guia para outras universidades que
ainda não tenham iniciado esta atividade. As sugestões e críticas construtivas que receber
neste (Dongresso
Congresso contribuirão para o aprimoramento dos cursos que prosseguem em ritmo
crescente de utilidade, sendo inconteste o interesse por parte dos usuários.' °
3.3

OBJETIVO 3-PROMOÇÃO
3 - PROMOÇÃO DO HÁBITO DE LEITURA

3.3.1 A fim de incrementar e manter o hábito de leitura, a rede de bibliotecas escolares e
públicas do sistema nacional de informação, em cooperação com as instituições competentes de ensino, deveria elaborar
eiaborar programas especialmente destinados a atrair e manter o
interesse de uma vasta clientela em potencial.
3.3.2 À primeira vista, este objetivo parece não abranger a finalidade da biblioteca universitária. Contudo, face à realidade brasileira, cabe também à biblioteca universitária uma
grande tarefa, segundo as especificações do NATIS, neste setor.

3.3.3 Como salienta o Prof. Samuel Pfromm Neto, "boa parte dos estudantes brasileiros
não desenvolve no lar e nas escolas de primeiro e segundo grau o hábito de ler. Quando
lèem demasiado lentamente. O problema se agrava
universitários, lêem pouco, lêem mal, lêem
com o desconhecimento do inglês e do francês, línguas adotadas na maioria das revistas e
livros científicos e técnicos. Ler é uma experiência penosa e desencorajadora para esses
jovens."' * Este é um campo em que entra em ação a função educativa da biblioteca
jovens.""
Universitária, explicita nos documentos que apresentam os padrões estabelecidos para esse
tipo de biblioteca. Efetivamente, numa biblioteca universitária, são ou deveriam ser metas
prioritárias; propiciar instrução contínua aos estudantes mediante o uso efetivo das biblioprioritárias:
tecas; orientá-los em relação ao material de que necessitam; prestar-lhes as informações
que desejam. Briquet também emite opinião a esse respeito e diz que "o papel fundamental que a biblioteca desempenha é de tipo educacional".'^ Acrescenta que ela não deve
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�funcionar como um simples depósito de livros ligado a uma sala de leitura, mas como um
instrumento dinâmico de ensino. Deve alimentar o intelecto do estudante, estimular as
pesquisas do corpo docente e convidar todos os que se acham sob seu teto a compartilhar
integralmente de seu alimento cultural. Nesse contexto, a utilização da biblioteca torna-se
um método de ensino, ocupando seu lugar ao lado da veneranda sala de aula expositiva e
da discussão em grupo. O bibliotecário atua como um professor, orientando o estudante
nos caminhos da investigação e da pesquisa.
3.4

OBJETIVO 4 - AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES DOS USUÁRIOS

3.4.1 Deve ser feita uma análise minuciosa acerca das informações de que o Governo
necessita para suas funções e as de vários grupos de usuários em campos como a indústria,
a pesquisa e a educação, para assegurar que o Sistema Nacional de Informação
informação (NATIS)
(NATiS)
seja planejado de modo a atender a essas necessidades.
3.4.2 O próprio papel da biblioteca universitária como um dos órgãos de apoio aos
objetivos da universidade:
universidade; o ensino, a pesquisa, o progresso das ciências, letras e artes, e a
formação de profissionais de nível superior, faz com que o "perfil" do usuário esteja
sempre presente no cumprimento do seu programa de atividades. A assistência dada ao
usuário de acordo com o seu campo específico de interesse, vai desde a divulgação das
últimas aquisições incorporadas ao acervo, até
atê a colaboração quanto à técnica de elaboração de um trabalho científico (dissertações de mestrado, teses, etc.), de acordo com a
normalização internacional de documentos.
3.4.3 O
0 serviço de disseminação seletiva da informação (DSI), a localização de publicações, inclusive buscas retrospectivas, a reprodução de documentos, são tarefas efetuadas
sempre visando ao interesse dos utentes, sejam eles alunos ou membros do corpo docente.
3.5

OBJETIVO 5-ANÁLISE
0BJETIV0
5 - ANÁLISE DOS RECURSOS DE INFORMAÇÃO EXISTENTES

3.5.1 Conviria realizar levantamentos de caráter gerai
gera! sobre os recursos nacionais existentes em matéria de documentação, bibliotecas e arquivos, como requisito essencial de um
planejamento nacional eficaz em relação ao estabelecimento e desenvolvimento do
NATIS.
3.5.2 O levantamento da situação das bibliotecas universitárias brasileiras esua
e sua organização, há muito vêm sendo objeto de preocupação e estudo de nossos bibliotecários, como
provam os documentos apresentados desde o 1.° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia’ ^ e os trabalhos encetados por bibliotecários de larga experiência como o elaborado
por Edson Nery da Fonseca’Entretanto,
Fonseca*^. Entretanto, um esforço coletivo, com participação de
representantes de vários estados, só foi possível após a criação do Grupo de Implantação
da ABBU (Associação Brasileira de Bibliotecas Universitárias) que em espaço de tempo
relativamente breve conseguiu iniciar o diagnóstico das bibliotecas universitárias brasileiras mediante a análise de questionários amplamente distribuídos’®.
distribuídos’*. A ABBU seria o
veículo ideal para a perfeita integração das bibliotecas universitárias do Brasil no Sistema
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�Nacional de Informação, e, pelo muito que os bibliotecários universitários diretamente
ligados ao projeto já tinham alcançado, e dado o interesse e entusiasmo despertados de
norte a sul do país, temos para nós que a associação proposta conseguiria pleno êxito.
Julgamos desnecessário entrar em pormenores quanto ao melancólico epílogo de mais
uma tentativa frustrada.
3.5.3 Todavia, algumas universidades — e a USP está entre elas — prosseguem na atualização e ampliação dos levantamentos iniciados naquela época. O GISBUSP (Grupo de
Integração do Sistema de Bibliotecas da USP) tem continuado a análise dos questionários
com o intuito de estabelecer padrões mínimos para bibliotecas universitárias. Pessoalmente, prefeririamos seguir a decisão tomada pelo "Joint Committee
Cbmmittee on University Library
Standards" instituído pela Associação de Bibliotecas de Pesquisa e pela Associação de
Bibliotecas Escolares e de Pesquisa dos Estados Unidos, que ao invés de tentar formular
padrões mínimos ou ideais, preferiu desenvolver uma série de "Critérios para a obtenção
de excelência para as bibliotecas universitárias"**.
universitárias"^*. Prendeu-se esta decisão ao fato de
haver entre os bibliotecários das instituições maiores o receio de que "padrões mínimos"
pudessem ser considerados como padrões "máximos" pelos administradores universitários
e juntas de controle, o que, conseqüentemente, impediria
impediría o crescimento de uma determinada biblioteca.
3.5.4 Além dos questionários, outra medida recomendável é o levantamento pormenorizado dos recursos reprográficos existentes na Universidade para a confecção de Guias
contendo a indicação da unidade possuidora e vários dados sobre a acessibilidade ao
material como o elaborado pelo Serviço de Informação e Reprografia da Divisão de
Biblioteca e Documentação da USP*^.
USP'^. Convém lembrar que dentro de poucos anos a
REPROGRAFIA apresentará desenvolvimentos espetaculares no campo da informação*
informação**.
*.
3.6

OBJETIVO 6 - ANÁLISE DOS RECURSOS HUMANOS

3.6.1 Conviría efetuar levantamentos gerais a nível nacional, dos recursos humanos existentes, como base para o planejamento no que concerne a pessoa! e para a previsão das
futuras necessidades do NATiS,
NATIS, sob este aspecto.
3.6.2 No que respeita a este Objetivo, o problema da disponibilidade de pessoal capacitado para o trabalho em bibliotecas universitárias reside não na deficiência da formação
profissional e sim na insuficiência, quanto ao número necessário. Embora já existam no
Brasil 30 escolas de Biblioteconomia e Documentação oficialmente reconhecidas, não
dispomos ainda de bibliotecários para todas as bibliotecas de estabelecimentos de ensino
superior existentes no país.
3.6.3 A questão se agrava quando se trata de universidades pertencentes a órgãos oficiais,
pois os salários que o Governo oferece são inferiores aos que podem ser obtidos na
indústria ou em entidades particulares. Situação anômala, outrossim, é a discrepância de
salários entre órgãos federais, estaduais e municipais, e o conseqüente êxodo constante de
bibliotecários, o que põe em risco o alto nível dos serviços que a biblioteca universitária
deve oferecer.
72

2

3

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�3.7

OBJETIVO 7 - PLANEJAMENTO DA ESTRUTURA ORGÂNICA DO NATIS

3.7.1 As funções de todos os serviços de documentação, bibliotecas e arquivos deveríam
ser coordenadas por um órgão ou órgãos centrais para a constituição do Sistema Nacional
de Informação (NATIS),
(NA TIS), de modo a serem asseguradas uma ótima utilização dos recursos
disponíveis e a máxima contribuição ao desenvolvimento cultural, social e econômico da
nação.
3.7.2 A especificação dos elementos incluídos neste Objetivo leva-nos a pensar que atualmente não há, no Brasil, uma entidade governamental que possa funcionar como órgão
nacional central de informação abrangendo todas as bibliotecas universitárias, tanto oficiais como particulares. Tivemos, em 1972, os estudos para a implantação do SNICT
(Serviço Nacional de Informação Científica e Técnica) cujos objetivos passaram ao atual
IBICT (ex-IBBD). Entretanto o IBICT tem o seu campo de ação bem determinado, ou
seja, visa à Ciência e à Tecnologia. Sob este aspecto, é um homólogo do UNISIST.

3.7.3 Em trabalho anterior, fizemos menção ao documento no qual Jean Meyriat, secretário geral da Comissão Internacional para a Informação e Documentação em Ciências
Sociais, faz à UNESCO apelo no sentido de ser o programa do UNISIST estendido às
Ciências Sociais*’.
Sociais'*. As reivindicações da IFLA neste sentido foram atendidas pela
UNESCO, eis que não só as Ciências Sociais terão programa próprio^**
próprio^® como também foi
aprovada na 19.^
19.® Reunião Geral da UNESCO realizada em novembro de 1976, em Nairobi, a integração do UNISIST e do NATIS num PROGRAMA GERAL de INFORMAÇÃO^ *. (Ver anexo 1)
3.7.4 Esperamos que em futuro próximo possamos ter no Brasil um Programa ou Sistema
análogo, que centralize ou coordene as atividades que objetivam a disseminação da informação e ao qual a rede de bibliotecas universitárias possa se vincular com possibilidade de
perfeita integração e efetiva ação conjunta, nos moldes preconizados por Arntz quando
trata das redes especializadas de informação (SplN = Specialized Information
Networks)^^, observados certos princípios básicos:
1.

° a estrutura do sistema deve ter a máxima flexibilidade;

2.
° todos os esforços devem conduzir a uma cooperação ef
serviços abrangidos pelo sistema;
3.

° os recursos devem ser utilizados ao máximo;

4.

° devem ser objetivados maior compatibilidade e o máximo

5.

° deve ser facilitado o intercâmbio internacional de inform

3.7.5 Cumpre salientar que na elaboração de um sistema nacional de informação são
requisitos prévios a aceitação, por parte do Governo, de sua função vital, a análise dos
recursos materiais e humanos existentes e as reais necessidades dos usuários já efetivos ou
em potencial. Assim, deverão ser estabelecidos:
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�1.° planos de desenvolvimento para cada uma das redes institucionais que irão
compor o sistema;
2° coordenação das atividades das diversas redes a fim de que o sistema tenha
desenvolvimento uniforme e integrado;

3.
° incorporação do sistema nacional de informação e seus com
nos nacionais de desenvolvimento, tanto gerais como setoriais;

4.
° harmonização do plano de desenvolvimento do Serviço Nac
ção, notadamente nos campos especializados, com os objetivos internacionais relativos aos
sistemas universais de informação.

3.8

OBJETIVO 8 - SUPRIMENTO DE RECURSOS HUMANOS PARA O NATIS

3.8.1 Instituições e programas nacionais de ensino para os profissionais da informação
deveríam ser estabelecidos como parte integra! da estrutura nacional de educação nas
universidades ou instituições equivalentes de ensino superior e como a principal maneira
de formar um número adequado de profissionais que satisfaçam a necessidade de pessoa!
qualificado para operar o Sistema Nacional de informação
Informação (NATIS).
3.8.2 Este Objetivo reflete a tendência atual do ensino nas escolas de Biblioteconomia e
Documentação brasileiras. Vinte e uma escolas funcionam em universidades e as trinta
existentes conferem diploma de nível superior. A documentação e a informática são
ministradas nos cursos de graduação e figuram como disciplinas obrigatórias nos concursos para o provimento de cargos de bibliotecários nos órgãos oficiais. Além da Escola de
Biblioteconomia da Universidade Federal de Minas Gerais, no decorrer de 1977 mais duas
faculdades de Biblioteconomia e Documentação, a da Universidade de Brasília e a da
Pontifícia Universidade Católica de Campinas, estarão oferecendo cursos de mestrado em
0 doutorado em qualquer disciplina de outro curso superior é franqueaBiblioteconomia. O
do ao bibliotecário já detentor do título de mestre. Já temos bibliotecários com mestrado
e doutorado em Biblioteconomia obtidos no exterior. Além do ensino nas universidades,
os bibliotecários brasileiros vêm, desde 1970, tendo oportunidade de cursos a nível de pós
graduação em Ciência da Informação ministrados no IBBD (atual IBICT). Outras entidades também tem facultado o acesso de bibliotecários diplomados a cursos de especialização em teoria da informação, programação para computadores, e metodologia da pesquisa
(INPE, 1973 e 1974). O Instituto de Energia Atômica, sediado no campus da Universidade de São Paulo, admite bibliotecários credenciados para estágios de aperfeiçoamento
no seu centro de computação eletrônica.
3.8.3 A atualização profissional também é favorecida pelos cursos especiais promovidos
pelas associações de classe e outras entidades como o MEC/DAU/CODEMOR/
UFPE/NAT-08 que, mediante solicitação, ministra cursos sobre os seguintes assuntos:
1.

° Estatística, metodologia da pesquisa social e perfil do usuári

2.

° Sistemas de bibliotecas, planejamento e elaboração de projet
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4^
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�3. Sistemas de °
Sistemase dedescentralização
bibliotecas, centralização
descentral
3°
bibliotecas, centralização
de serviços e(100
horas);
^
4.
5.

° Bibliotecas como agências de multimeios; seleção, aq
do material documental (100 horas);
'

° Estatfstica e avaliação dos serviços bibliotecários (100 h

3.8.4 Desse modo, no que concerne à formação profissional, os bibliotecários brasileiros,
mormente os universitários, estão em sua maioria aptos para contribuir efetivamente para
a implementação do NATIS em nosso país.
3.9

OBJETIVO 9 - PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES TECNOLÓGICAS DO
NATIS

3.9.1 O plano nacional de informação deveria incluir os meios necessários para a aplicação
da tecnologia da informação, segundo o caso, nos vários componentes do NATIS com a
finalidade de obter a máxima utilização dos recursos existentes e alcançar compatibilidade
e normalização.
3.9.2 A capacidade futura de um país no tocante a um tratamento adequado da informação dependerá, em grande medida, da perfeição e rapidez com que puder integrar os
novos métodos e dispositivos tecnológicos na corrente principal de suas atividades no
campo da informação^
3.9.3 Não há fórmulas nem critérios rigorosos que possam orientar os países em desenvolvimento na introdução de novas tecnologias no serviço nacional de informação.
3.9.4 Entretanto, as bibliotecas universitárias brasileiras, sempre na vanguarda quanto ao
emprego de novos recursos e novas tecnologias, tem tido presente o vaticínio de Arntz
quando se refere ao futuro da REPROGRAFIA
REPfíOGRAFIA e ào
áo computador: "Não menos espetacular será o desenvolvimento do computador como o outro grande campo técnico ao qual os
planejadores terão de dedicar atenção. Somente o computador libertará bibliotecários e
pesquisadores do gasto de energia consumida na duplicação de trabalho que cada vez mais
os molesta, embora as técnicas manuais sem dúvida continuarão a ser empregadas, sempre
que indicadas e quando provarem ser mais econômicas." "Nos próximos 15 anos a automação crescerá cem vezes mais, o que significa que o manuseio desses sistemas exigirá
mais de sete milhões de especialistas. O aumento anual do número de computadores será
de cerca de 30% e duplicará cada três anos".^“*
anos".^'*
3.9.5 Embora cônscios da importância da introdução de novas tecnologias em suas lides
profissionais, os bibliotecários universitários devem estar aparelhados para este fim, sem
esquecer que cumpre dedicar especial atenção à compatibilidade, à normalização, à análise
e funcionamento dos sistemas.
se iniciam na
3.9.6 Temos para nós que tanto para professores como para os que ainda sé
tecnologia da informação, seria de grande proveito a leitura do documento
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�COM.74/NATIS/Ref.4, sobre o planejamento da tecnologia para a informação, principalmente o capítulo 2.3, que trata do planejamento técnico a nível institucional e
abrange: (1) composição da equipe encarregada do projeto; (2) orientação e treinamen“hardware" e "software"; (5) provisão
to; (3) avaliação de alternativas; (4) aquisição de "hardware"
de recursos físicos.^
físicos.^®*
3.9.7 Voltamos, outrossim, às palavras de Arntz, sem dúvida ditadas por uma longa
experiência: "... os planejadores podem concluir que grandes sistemas de informação que
atendam às solicitações dos usuários devem se apoiar em equipamento moderno, geralmente computarizado. Contudo, seria irresponsabilidade recomendar a computarização de
serviços pequenos e, seguramente, nunca por questões de prestígio. ^ ®* (grifo nosso)
3.10 OBJETIVO 10 - ESTABELECIMENTO DE UM SUPORTE JURl'DICO
JURÍDICO PARA O
NATIS
3.10.1 Medidas legislativas deveríam ser tomadas o mais rapidamente possível
possívei como su(NA TIS).
porte para o planejamento e implementação do Sistema Nacional de Informação
informação(NATiS).
Essa legislação deveria cobrir a base conceitua!
conceituai do sistema e dos elementos que o integram, inclusive todos os subsistemas especializados.
3.10.2 Obviamente, nenhuma atividade poderá se desenvolver sem um sólido apoio legal.
Entretanto, quando lemos o item "III"
"IM" deste Objetivo do NATIS, segundo o qual deve ser
facilitado "todo o intercâmbio de todo o tipo de documentação e suprimidas as barreiras
administrativas que se opõem à livre circulação da informação", vêm-nos à mente as
célebres barreiras de mentalidade. A propósito, lembramos um fato que lamentavelmente
ocorreu não há muito em uma das nossas casas de ensino superior. Uma bibliotecária
altamente credenciada, vivamente empenhada em elaborar um trabalho de interesse internacional, viu-se tolhida em seus propósitos, porque o diretor de sua instituição não
consentia que se ausentasse para as pesquisas que deveriam ser feitas em outra unidade da
mesma universidade e o diretor desta última, por sua vez, não permitia a saída do material
bibliográfico, nem mesmo sob a custódia de um órgão central. Conseqüentemente, por
mais atualizada e perfeita que seja a legislação do país, não será possível uma livre
circulação da informação se não forem eliminadas as barreiras administrativas e de mentalidade, até hoje inexpugnáveis, em certos casos.
3.11 OBJETIVO 11 - FINANCIAMENTO DO NATIS
3.11.1 Devem ser consignados fundos adequados para garan
garantir
tir a efetiva implementação do
piano do Sistema Nacional de informação
plano
Informação (NATiS)
(NATIS)
3.11.2 Assim como o Governo Inclui
incluiemsuasmetasprioritáriasaerradicação
emsuas metas prioritárias a erradicação do analfabetismo e o aprimoramento da educação, sem, todavia, reconhecer devidamente a importância das bibliotecas escolares e públicas como instrumentos de ação nestes campos, também nas universidades é comum o desconhecimento do valor da biblioteca universitária
como órgão de apoio ao ensino e à pesquisa. Daí os cortes e as transferências de verbas
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�\

polítique atingem prioritariamente as bibliotecas sempre que a Universidade enceta uma pol
ítica de contenção de despesas. Medida preventiva e salutar seria a adoção do que propõem
algumas bibliotecas universitárias inglesas no sentido de que os orçamentos sejam estabelecidos em base quinquenal, com os necessários acréscimos impostos pelas oscilações da
moeda e o aumento do custo do material bibliográfico e documental^Só assim poderiam as bibliotecas universitárias brasileiras dar contribuição efetiva ao Sistema Nacional
de Informação, sem solução de continuidade.
3.11.3 Quanto as previsões orçamentárias para as finalidades de informação, já foi sugerido que 10% do orçamento global para a pesquisa e o desenvolvimento seja reservado para
este fim. Todavia, tendo em vista os diferentes níveis das instituições existentes e do
desenvolvimento, é difícil fazer uma estimativa global.
3.11.4 ISb
Nd que concerne áà biblioteca universitária, foi recomendado que lheseja
lhe seja destinado
5% do orçamento da universidade^®.
universidade^

3.12 OBJETIVO 12 - CONTROLE BIBLIOGRÁFICO UNIVERSAL
3.12.1 O conceito do Controle Bibliográfico Universal pressupõe o estabelecimento, em
cada país, de um controle bibliográfico nacional cujo objetivo consiste em assegurar que o
registro bibliográfico de cada nova publicação se faça no nomento em que é editada^^.
editada^ ^.
3.12.2 O que se propõe, em princípio, é que o registro bibliográfico de cada publicação
seja feito uma única vez, em seu país de origem, pelo órgão bibliográfico nacional, segundo os padrões internacionais aplicáveis tanto aos sistemas mecanizados, como aos
manuais. Outrossim, os registros devem ser rapidamente postos em circulação e em formas
unidades
aceitáveis internacionalmente. Desse modo, haverá uma rede constituída de uiiidades
nacionais integradas internacionalmente para formar o sistema total.
3.12.3 Portanto, condição "sine qua non" para chegarmos ao Controle Bibliográfico Universal é a unificação da técnica catalográfica mediante a aceitação de um mesmo código
para as regras referentes a autores e títulos, e de normas também internacionais e uniformes para a catalogação descritiva.
3.12.4 Desde a Conferência Internacional sobre Princípios de Catalogação (Paris, 1961),na
qual foram aprovados os princípios que regem as entradas de autores e de títulos, a IFLA
tem se empenhado em fornecer os elementos necessários para a unificação internacional
da Catalogação.
3.12.5 A parte descritiva começou a ser estudada internacionalmente no Encontro de Especialistas em Catalogação, realizado em Copenhague em 1969.0 documento básicc
básico
elaborado por Michael Gorman^®,
Gorman®“, traduzido em várias línguas, inclusive o português,
recebeu comentários e sugestões que conduziram à edição "standard" da ISBD (M) lançada oficialmente em 1974.
77
)
Digitalizado
gentilmente por:

�3.12.6 ISBDs especializadas ISBD (S), ISBD (ISBM), ISBD (M) estão em curso de estudos
e algumas já quase prontas para uma edição padrão. A ISBD (G), que estabelece os princípios básicos comuns a todas as ISBDs, também se encontra em fase final de redação. 0
O
texto preliminar já foi traduzido em português.
3.12.7 O Grupo de Trabalho em Processos Técnicos da Associação Paulista de Bibliotecários, em seu Subgrupo de Catalogação está fazendo estudo comparativo entre o código
angio americano (AACR, 1967), o seu capítulo 6 reformulado de acordo com a ISBD (M)
e a edição "standard" desta última. Equipes do mesmo subgrupo estão comparando as
duas últimas edições da ISBD (S) com o código angio americano (AACR, 1967) e as
Normas para catalogação de publicações seriadas nas bibliotecas especializadas^’. O
Subgrupo de Multimeios está comparando a ISBD (G) com as regras estabelecidas para os
meios não impressos (non-book-materials) no código anglo-americano (AACR, 1967) e os
estudos feitos pela Comissão de Regras de Catalogação de Multimeios da Library Association de Londres^
3.12.8 Algumas bibliotecas universitárias, como a do Instituto de Ciências Biomêdicas
Biomédicas da
Universidade de São Paulo, já adotam a ISBD (M) na catalogação de suas monografias.
3.12.9 O Centro de Catalogação-na-fonte da Câmara Brasileira do Livro de São Paulo pretende adotar a ISBD (M) a partir do segundo semestre de 1977.
3.12.10 A ISBD (M) já está figurando na bibliografia indicada para concursos públicos de
bibliotecários para órgãos oficiais.
3.12.11 O acima exposto evidencia que o Grupo de Processos Técnicos da Associação Paulista de Bibliotecários está trabalhando ativamente visando à unificação do registro bibliográfico de livros, de publicações periódicas e de multimeios, como também à aceitação
geral dos padrões adotados internacionalmente a fim de que nossas bibliotecas ecentros
e centros
de documentação possam contribuir rápida e eficientemente para o Controle Bibliográfico
Universal.
3.12.12 O sucesso do Controle Bibliográfico Universal, desde o seu lançamento, como lema da reunião geral da IFLA
IF LA em Grenoble, em 1973, até a instalação do escritório internacional sedeado na biblioteca do Museu Britânico, é descrito pormenorizadamente por Dorothy Anderson^
Anderson^^^ de modo que não há necessidade de ser aqui relatado. Entretanto, como
salienta Vosper^"*,
Vosper^“*, alguns aspectos elevem
devem ser mencionados. Em primeiro lugar, o conceito
do Controle Bibliográfico Universal não é novo, eis que corresponde a um dos mais velhos
sonhos dos bibliotecários, bibliógrafos e homens de letras. Desde a Biblioteca Universalis
Universaiis
de Konrad Gesner, de 1545, até os programas UNISIST e NATIS de nossos dias, o sonho
de um registro bibliográfico geral tem persistido. O que ocorre agora é que, graças à
atividade da IF
IFLA,
LA, temos finalmente um mecanismo adequado para a finalidade proposta,
com a vantagem do computador, instrumento poderoso para armazenar, manipular e
reproduzir os registros necessários. Além disso, como resultado da cuidadosa e persistente
ação da IFLA
IF LA há longos anos mantida, visando ao estabelecimento de padrões internacio78

2

3

Digitalizado
4 gentilmente por:

�nais para a Catalogação, estamos agora em condições de enfrentar as exigências do computador quanto à normalização. Todavia, a maior vantagem que hoje em dia temos, além da
experiência e grande capacidade profissional dos que lideram o movimento, é o entusiasmo geral, por parte dos bibliotecários do mundo todo, quanto à necessária colaboração
nas intrincadas e meticulosas tarefas do Controle Bibliográfico Universal.

4. QUO VADIS?
4.1 Que caminhos seguirá a biblioteca universitária brasileira para chegar à imprescindível rede de bibliotecas universitárias que se integrará no Serviço Nacional de Informação?
4.2 Temos para nõs
nós que, assim como antes da aquisição de computadores, máquinas de
teletipo ou câmaras de microfilme, todos os esforços devem ser enviados no sentido de
não ser efetuada sua instalação antes de asseguradas no mínimo três condições essenciais: (a) disponibilidade de pessoal capacitado para a execução da tarefa; (b) instruções
exatas e em número suficiente para que o computador possa realizar as operações que
dele se esperam; (c) medidas para que a mudança do sistema anteriormente usado para o
continuidade^^, os bibliotecários universitánovo a ser implantado se faça sem solução de continuidade^*,
rios brasileiros devem estar preparados para um perfeito intercâmbio de dados e informações antes do estabelecimento de uma rede de bibliotecas universitárias apta a ser integrada no Sistema Nacional de Informação.
4.3 Urge, pois, que as bibliotecas universitárias brasileiras, norteadas pelos objetivos do
PROGRAMA GERAL DE INFORMAÇÃO da UNESCO**,
UNESCO^*, que integra os programas
UNISIST e NATIS, e de acordo com o conceito do Controle Bibliográfico Universal,
ampliem suas atividades e ativem seus esforços mediante um programa de ação para início
do qual sugeririamos o que se segue:
4.3.1 Considerar:
1.
° que na Universidade moderna a eficiência do ensino
dependência direta do acesso ao "substratum" bibliográfico e documentário, infra-estrutura indispensável a qualquer sistema educacional ou científico, decorrendo daí
dai a importância crescente da função das bibliotecas universitárias;^’
universitárias;*’

2.
° que as bibliotecas universitárias brasileiras, embora algu
ganização individual, se apresentam, atê
até agora, sem coordenação a nível nacional, o que
acarreta duplicações e triplicações desnecessárias de acervos e serviços;^^
serviços;**
3.
° que já estão sendo executados programas internacionais
po da informação, com base em sistemas nacionais perfeitamente organizados;*®
pò
organizados;^^

4.
° que o progresso tecnológico moderno no campo dos com
da informação permitiu a solução de problemas antigos com que defrontavam tanto os
bibliotecários como os usuários da informação com relação: (1) ao custo elevado da
catalogação original de livros e a indexação de revistas quando efetuadas por várias biblio79

Digitalizado
gentilmente por:

�tecas; (2) à produção dos "mecanismos de informação" requeridos para propiciar serviços
aos usuários, tais como os catálogos coletivos dos acervos bibliográficos de uma área ou
nação; (3) à compilação de bibliografias nacionais e especializadas e de outros meios
bibliográficos e de informação;"*
informação;“*®°
5.° que, face ao custo elevado das publicações e dos equipamentos de que as
bibliotecas universitárias necessitam não deve haver duplicação de meios para fins idênticos ou equivalentes.“**
equivalentes."**
4.3.2 as bibliotecas universitárias brasileiras deveriam:

1. participar efetivamente
1.°
°
dos Grupos
participar
estabelecidos
efetivamente
nas associações
dos Gruposdeestabelecidos
bibliotenas as
cários dos Estados, por sua vez, vinculados à Comissão Brasileira de Documentação em
Processos Técnicos da FEBAB, visando à unificação dos processos técnicos;

2°
2. estudar, aplicar
°
e divulgar as normas
estudar,estabelecidas
aplicar e divulgar
internacionalmente
as normas estabelecidas
para a
inter
descrição bibliográfica de monografias, publicações seriadas, multimeios, etc. ISBD (M),
ISBD (S), ISBD (NBM), ISBD (M), ISBD (G), elaboradas pelos Grupos de Trabalho da
LA, já divulgadas em todos os continentes e em uso nas
Comissão de Catalogação da IF
IFLA,
principais bibliotecas da Europa e dos Estados Unidos;

3.
° acompanhar os estudos que visam à publicação do nov
cano, cuja publicação está prevista para breve e decidir adotá-lo, a exemplo de vários
países que o farão por ser este o código realmente internacional, uma vez que foi elaborado de acordo com o conceito do Controle Bibliográfico Universal e segundo os Princípios estabelecidos na Conferência Internacional de Catalogação (Paris, 1961);
4.

° estudar a possibilidade de ter participação nos projetos

5.
° meditar sobre as vantagens da catalogação centralizada
*^
órgão nacional e conectada com os centros regionais ou nacionais como o Ohio College
Library Center em Columbus,
Ckjiumbus, Ohio, e outros semelhantes;“*^
semelhantes;"*^
6.

° ativar a cooperação com outras bibliotecas universitária

rior;“* ^
rior;"

7. aparelhar-se com
°
aparelhar-se
com para
recursos
e humanos para um
7P
recursos materiais
e humanos
uma materiais
perfeita integração
no Sistema Nacional de Informação;

8.
° assumir o encargo da "catalogação-na-fonte" das obras
dade a que estejam vinculadas;

9.
° contribuir para o Controle Bibliográfico Nacional fazend
material bibliográfico (teses, catálogos, estatutos, etc.) que documenta a produção científica e literária da Universidade e registra os principais aspectos de sua vida;"*"*
vida;“*“*
10.° analisar e divulgar as Conclusões do Seminário sobre os Serviços de Informação em Grandes Concentrações Universitárias realizado na cidade do México em 1975;“*®
1975;"*®
(Ver anexo 2).
4.4 Se as considerações e sugestões aqui apresentadas contribuiram para que as bibliotecas universitárias brasileiras estabeleçam um plano de ação conjunta que possibilite a
80

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�constituição de uma rede de bibliotecas a ser integrada no Sistema Nacional de Informação, poderemos, em futuro próximo, superar os problemas da Informação, inegavelmente,
o grande desafio do nosso tempo. Desafio, que, segundo Arntz,^*
Arntz,“** — poderá estrangular o
progresso ou enobrecer nossas aspirações, contribuindo para o bem-estar e a prosperidade.

NOTAS BIBLIOGRÁFICAS

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2. ed. rev. y. aum. por P.H. Sewell y Herman Liebaers. Madrid, OEI; Paris,
UNESCO, 1970.
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Declaração, conclusões e recomendações. Brasilia,
Brasília, Câmara dos Deputados, Centro
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CHEAR
III., Jan. 1961. Informe;
informe; elaborado por Marietta Daniels Shepard; trad. Maria
Luisa Monteiro da Cunha. |Mimeografado|
8. SEMINÁRIO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS NA AMERICA LATINA, Mendoza, 24 set. - 5 out., 1962. Informe;
informe;
trad. Maria Luisa Monteiro da Cunha. São Paulo, Universidade, 1962. 11p.
9. NATIONAL Information Systems, op. cit,
ciL, acima item 4
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DE SÃO PAULO. Comissão de Planejamento de Cursos de Técnica da Pesquisa
Bibliográfica. Curso de técnica da pesquisa bibliográfica: programa padrão para a
81

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gentilmente por:

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Trabalho a ser apresentado ao 9.° Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação, Porto Alegre, julho 1977.

11. PFROMM
PFROMM
NETTO, Samuel. NETTO,
A biblioteca
Samuel.
como
A biblioteca
instrumento
como
da tecnologia
instrumento
educada tecnologia
cional. Brasília, 1974. Trabalho apresentado ao Seminário para Estudo dos Problemas de Administração e Funcionamento de Bibliotecas Universitárias, promovido pelo Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, Brasília, 1974.
12. LEMOS, Antonio Agenor Briquet de &amp; MACEDO, Vera Amália Amarante. A posição
da biblioteca na organização operacional da universidade. Brasília, 1974. Trabalho apresentado ao Seminário para Estudo dos Problemas de Administração e
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Biblioteconomia, Recife, 1954.
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Belém, 1973 &amp; ENCONTRO NACIONAL DE DIRETORES DE BIBLIOTECA
CENTRAIS UNIVERSITÁRIAS, 2.°, Belém, 1973. Relatório do Grupo de
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18. ARNTZ, H., op. cit., acima item 5
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la possibilité d'étendre aux Sciences
sciences sociales le programme de
/'(7/V/S/Sr; quelques refléxions présentées par Jean Meyriat... 12p. Trabalho apre/'L//V/S/Sr;quelques
sentado ao Congrés de Ia Fédération Internationale des Associations de Bibliothécaires, 39.°, Grenoble, 1973.
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Reunion dei
del Consejo Executivo; Ia acción de Ia
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22. ARNTZ, H., op. cit., acima item 5
23. NATIONAL Information Systems, op. cit., acima item 4
24. ARNTZ, H., op. cit, acima item 5
82

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and Archives Infrastructures, Paris, 1974.
26. ARNTZ, H., op. cit., acima item 5
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(COM.74/NATIS/REF.3)Trabalho apresentado a Intergovernmental Conference
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tures.
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comprehensive international system for the recording of bibliographical data.
Copenhague, IFLA, 1969. lOp. Trabalho apresentado ao International Meeting of
Cataloguing Experts, 1.°, Copenhague, 1969.
31. ASSOCIAÇÃO
ASSOCIAÇÁO PAULISTA DE BIBLIOTECÁRIOS. Grupo de Bibliotecários Biomédicos. Normas para catalogação de publicações seriadas nas bibliotecas especializadas. São Paulo, Polígono, 1972. 121p.
32. LIBRARY ASSOCIATION. Media Cataloguing Ruies
Rules Committee, Londres.
Non-book-materials cataloguing ruies:
rules: integrated code of practice and draft revision of the Anglo-American cataloguing rules,
ruies, British Text, part III. Londres,
National Council for Educational Technology, Library Association, 1973. 129p.
(Working Paper n.° 11)
33. ANDERSON, Dorothy. Universal bibliographic control. The Hague, IFLA, Verlag
Dokumentation, 1974. 87p.
34. VOSPER, Robert. National and international library planning: an introductory
working document.. Washington, 1974. lOp. Trabalho apresentado ao General
Council Meeting of the International Federation of Library Association, 40th,
Washington, 1974.
35. BECKER, J. &amp; BURCHINAL, L.G., op. cit, acima item 25
36. PROGRAMME général d'information de I'UNESCO,
1'UNESCO, op. cit, acima item 21
37. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. DIVISÃO DE BIBLIOTECA E DOCUMENTAÇÃO. Memorial
Memoria! encaminhado ao Sr. Presidente da Comissão Supervisora e DiriDivisão de Biblioteca da USP solicitando a criação do Grupo de Bibliotegente da Divido
cários da Universidade. São Paulo, 1972.
1972
38. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. DIVISÃO DE BIBLIOTECA E DOCUMENTAÇÃO., op. cit, acima item 37
39. SHEPARD, Marietta Daniels. Catalogaciôn
Catalogación centralizada y Ia
ia factibilidad
factibiUdadde
de un sistema
interamericano de transmisiôn
transmisión de información bibliográfica que utilizara Ia
ia nueva
83

Digitalizado
gentilmente por:

LI

12

13

14

�'

tecnologia de información. Bogotá, 1975. 13p. Trabalho apresentado ao Seminário Latinoamericano sobre Control y Adquisiciòn de Material Bibliográfico, Bogotá, oct. 1975.

40. SHEPARD, M. D., op. cit., acima item 39
41. BRASIL. Leis, decretos, etc. Lei n.° 5.540, de 28de novembro de 1968. Fixa normas
de organização e funcionamento do ensino superior e sua articulação com a
escola média, e dá outras providências. Diário Oficiai, Brasília, 29 nov. 1968.
42. SHEPARD, M. D., op. cit,
cit., acima item 39
43. CUNHA, Maria Luisa Monteiro da. Cooperación interbibiiotecaria. Mendoza, 1962.
Trabalho apresentado ao Seminário sobre o Desenvolvimento de Bibliotecas na
América Latina, Mendoza, 24set.-5oct.
24 set.-5oct 1962.
44.

Controle bibliográfico universal; novo desafio às bibliotecas universitárias.
São Paulo, 1975. 16p. Trabalho apresentado ao Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 8.°, Brasília, 20-25 jul. 1975.

45. SEMINÁRIO SOBRE SERVICIOS DE INFORMACIÓN EN GRANDES CONCENTRACIONES UNIVERSITÁRIAS, Mexico,
México, 1975. Conclusiones. Mexico,
México, Direccion General de Bibliotecas de Ia
ia Universidad Autonoma de México
Mexico y Programa Interamericano de Desarollo de Bibliotecas y de Archivo de Ia OEA, 1975.
5p.
46. ARNTZ, H., op. cit, acima item 5

84

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�ANEXO 1

ISSN 0300-2500
0.100-2500

1
I

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líiiHctin
d’iulonm}tlon vol. 4.

4 •- I‘)7(t
1076

Prograinnie
Programme général cfinformation
d’information dc
de rUnesco
l’Uueiico Resolution de la Conference
Résolution
Confèrencc générale

Ltjrs de u dix
dix-ncuvi^me
session, qui a eu licu
tieu en nuvemlirc
nuvemlnu dernier áà Nairobi,
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Conference
Lors
ncuviènie scsbíou,
gén&lt;5r&amp;h dd
générale
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TOncscu a adopté
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ur.e rêsoluiiou
resolution concernaxit
conuernajit nolamment le développement
developpenient
fulur du
futur
Ju programme
progratiimc UNISIST.
Suivunt les proposiiions
SuívaiU
propositions 1'faites
aP.ds par Icle Direeíeur
Diiecicur général, la Conférence
Conference a décrdé
décidé d'nistiluer
d’instituer
un programme général d'inrorni3lton
d'lnformation r.ur
activités de rOrganisation
nit
sur les actrvité«
fOrgatirsation dans lule domaine
doniaine de
rüifurrnaiion
ruifurmalion scteiitilique
scicntitique ct tecluiique ct dc la ducumerttatíon,des
documentation,des bibliotlrèqueset
biblioihèques et des
archives.
archfves.
Conférence a approuvé
approirvé Ics Statuts
sutuls da f!i&gt;ttSLul
f!&lt;'iiseil inlerguuvernemtniai
intcrguuvernemcntal du programme
la Conference
general d'inforniatíun
général
J’infornutkm et a dtargé
charge celui-ct,
adut-ci, notannncnt,
notaiiuncnl, ü'assurer
d’assurer la conlinuité
cuntinuite et
ct le déve*
développc-mcnl dc I’nction
tdre du prograjtnne
cn recummandaiU
recommandant
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IV.ction entrepnse
entreprise (l:nis
dans le ccrrdre
prograjnine UNISIST, en
ua usage appropríc
un
appropric de cette dcnoiniiiatíon.
denomination. Le Conseil
Couseil exercera ses functions
fonettons relatives
relatíves an
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prograiirme
programnie intergouveinc
intergouvcinc mental ITNISIS
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conforníéínent aux
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Coiuité dirccteiir
dnctleur de rüN’lSl.ST(approuvés
Conférence générale áà sa di.xdixStatuts du Comité
I'UNtSlST (approuvés iwr
[wi la C'onferetice
seplíémc session), le Couseil
septième
Consci! rcmplaçanl
rcmplaçant désorniais ce Comité
Coinitc
l^ Con'crcnce
1^
Con'ércnce general«:
gcnéralc a ilaconnii
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le&gt; icsuUals
icsultats sigtiiIk
sigiuTioutils
utils
obienus ju5q«‘à
obieufís
jusqu'a present
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progr.nnme UNISIST et rirttérél
Tmlcrét de son
soit apport general
général au
dcveiupjvimcnt et
dévelupj^MííriCnt
ct àâ rintevconnexion
rinterconnexton des sysièmcs
byslêmcs d’lahjrmation
d’infornaaik)n ctet a durgé
charge Ic Dirccieur
Uircctciir
général dc prendre les incstires
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mesiues néccssaires
nécessaircs p^mr
p^rnr quo
r;ue le programme
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général d'informatH&gt;n.
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notamment par !ele déveh)pp«ni?nt
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développcnrtnt des projeis
piojeis entreprrsaii
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foumísse
czdre oonceptus!
ounceptusl pori/
les instituínslitufoumisse vn
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Comiié direct«iu
directeui de TUNISIST
l't'Ni^lST
lutioiu 17 C/2.l3t.
turion»
C72.131, 18C/2.131,
t8C/2.l3t. l8C/4.2(il.
t8C/4 201.44 2M
2U aviiiicc pour cviier
úvtter les duubles
double* emploii
emploi* ct pour
• x'iTtirut:e
Wminuire de Rji'S^uk
Hji’Kkuk sur
Mir
vtfiUer jà luiu cumplémentarilê
coinplémenUuité des piogrammes,
pcogrammes, *ys*
vtfillcr
sysct
e:4.21&gt;,
4.212,
liU lurmatinn
turmation de» ui1U\s(eiu»
uii]i\s(riu%
tciues cti'i seivices
wivices d'inlormation
d*Lnform4lion exi*tant&gt;‘'
existanli" etel estieslt*
Kjppii'bnt
(ntergouvernemAntale p&lt;&gt;ui
pour temes
KjppelaRt U Conference
CurJércRce intrrguuveinem^-^Rtalei
• Scnmaire
Séminaire dc
de Kume »ur
vur
mant.cnfin.qu« kle proframiiw
mant,eRÍin.qu«
programme devrail
devrait étre
ène p«.&gt;urvu
pou/vu
réubn&amp;semenr
d'inrormanon d'un
rétabn&amp;semeni d'uR
d'un lysiême
^stème mundial
mandial d'lnlormalion
Ula rorrr&gt;ation
forrr.iition des uliiisaieurs
uMüsateuri
d‘un seal
seul comitê
comirê directeur inteignuvernemertal
tnteigouvernemental et
Siiientirique
seien
tit
ique
(UNISIST)
(octobre
(ociubre
H7
197
1)
l)
et
U
La
t
(
ontconteufioupes de rnvaxlde
«Sioupesde
travail de 1’UNISÍST
1’UNISIST
d'unuigane
consullatif unique,
unique.
uij^ane cunsuSUlif
rcnce
tcncc iniergouvememeRUle
inlergouveiDcmcnule sur la planil'ication
planülcation de»
des d'un
» Kcunictu dc
«Ktfunlvus
de 1'Auemblé«
l'Avrf!fnb)êc génénln
génênla
e.xamin« le rapport
lapporr du l)iie«.leur
i)uei.teur général *ur
sur
inftastructurts Rattonales
hifrastructures
nationales eR
en maliêre
matière de documeRtadocumenta- Ayant examine
ctut du Curiseil
Cufiscil d'jdrmnistniion
&lt;i'&lt;idmiRÍstn:iOR
programme d'ensemhle
d'ensembk en iiwlicre
tiwliete d'inf(iiinatton
d'infurmatton
k programine
tion. de biblkxNèques
lioR,
bibliothôques et d'archivcs
d'arebive« (NA7IS)
(N Al iS)
dc ríSDS
nSDS
(19
(742
C/42
et
cl
ses
annexes)
y
cnmpí
compib
b
(e
te
ranport
rapport
(septembre 1974),
(jeplembre
&lt;• l^rowt
l^rowi de démormrnk*«
dèmORsiníton de
»I« irenv
tnn&gt;5ur les
(esactivités
avlivites du C!omilé
Comitê directeur
direckur de 1l'ÜNISiST,
UNISIST,
itission de donnêes
données en dtrect
Ayanl approuvé
A)^an(
appnxive 1'ubrectif
Tubrectif 10.
tO.lt du Projei
Projet de plan
phn àâ sur
nú^tun
Ayanl éj^WnMnr
é^tenwfil éludté
êtudsê les sections
seclioni 2.13 (InfiH(Infor*
wV !&gt;ybtème
!&gt;y»tsme ir.ientariunal
inlernatum*! d'infoiaiatKMi
d'inioraiatXM
moyen lerme,
ternw, inülulê
mütule "Dêveloppemenl
"Déweioppement utct prnmution
promution Ayant
sui tab popublion
íui
popuUtvn (POMNS)
(POflNS)
motion et documenlation
Jocumentation xcierlü'iques
vnentüiques etei technok»lechnok»*
des systêmeiet
systèmeset «rvic«id'informetioR
«rviceid'inforinetion aux ntveaux
ninrtux rruition
«CúUoyue
iRterriarional vuf
giques) et 4.16,1
4.16.1 (Uocumentation.
(Documentatum, btbliothèr)ues
bibbothêques et
K Cuilov«*« uitemaiional
sur les
t«s
natioftsl,
ruitional, rétkimiet
rétionel el iniematiiSRar*,
intematasnar’, telqu'il
tel qu'ii e»t
ett ‘' piques)
archivts)
archives) du l*vojet
Koiet de pfogramme
programme elct de hudget
hirdget pOur
pour
tyuetwi
oyttèniet d'Lnl'ünnarion
d*inl'urmaiion ooncenwAt
concerrMAt
prés«Rlé
présenté dana
dans le document 19 C/4,
197 M 978
19/M
97« Id.ic.
(d.«c. 19r/5),
19C/5).
&gt;es revherches
les
rccherchci scienttfiquei
»cientifiques en coun «tecomimndatK&gt;n pai
pui laqiwlht
Uqucli« k
Kappelani Ula recommeRdslioR
Antes
Ac?e»
Oorsulérifif
CoMSidérant
rimpoftinve
rimpnrunve
du
dn
transt'ert
l(ansl'eit
cl
cr
de
Croupe
Groupe
d'experls
d'experts
lur
les
struclu/esdii
stiuctures
dii
piOK^^Rurie
proyranurie
^Tindpes diiecteuM
•‘ Príncipes
dúecteiui pour la
l'jvlunge de rmformatíun.
l'tnfi&gt;rmali«&gt;n, iiorammeni
Mtrlammeni duns
dun* le
pour rinfurmation.
poiir
I’lnfurmation. LiL dorumentaium
documentatum k%
ks '‘•WitM»1'Jclunge
piêwntaiion des collections
pieMniaiion
(.ullecttons
domau'.e scieiltirique
dimtuine
»Uentifique vlel technoUijjique.
lechriologtque, p-aur
psur leIc
theques et Ls
rhêqucs
les arvhivrs
arvliivrs tjuui 1975) jJ suggcré
sugjfcré &lt;|uc
que
dcditeuf'i
d'cditeuf«
riincvo ait
rnatierc cTinlornuOon
d'iiil»*rmaOon iinc
&lt;!vvcU&gt;p{.*emcnl
éciMtoniKiue el vmai,
vmjl, Irimrsortanca
ninexti
ail ‘Vft
**«•« malícre
une
dvvcU'pt^mcnt écoiumiique
im^sortance
{rTjriJ,&gt;»uii{e de
gTjnJi&gt;sünrc
dc l'intorrnation
l'int'i)rmari&lt;)it «vmme
iviome icssource,
tessinirce. Ub
tiqiic &lt;t un programme
Tique
pmjrumme dVniemble
d'ensemble s'applupuui
%'j|&gt;plt&gt;pu&gt;m j
touv L'k's dülnaine^
conipelenier et (jui
\.«*m|
komtdexitc
ik*xitc CToiswntc
CToiswniu de
dc Ub r&lt;’chnoli&gt;g;e
It-chnolog.e dans
dan* «.c
ti)u»
doiruínet de sa compéiont
ijui (terrter
draicnl compte
draicnr
compie de b neceasité
nécessité de
dc développef
devet&lt;&gt;pper Icr
les
dntititine «tet Li nécessité
dnrit.iine
iiécessité dc protmnivoir
prontouvinr k&lt;.
lc\ syitéme»
*yitén«e*
d'lrformalion,
ler na
n.» tior.au
hor.au X «fir.lormariun.
élémenti
clement* du proframtne
priijtramme relatU'
relalitss e«fs
«ifx lMbü&gt;nh-*qii«». irinter
aux
u/duveset
archives
et
aux
au*
Services
services
d’mtu'ntation
d'm!u'malii&gt;n
s|lét:u^»sé^’■
»|wriah«ês"
U nesco
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LI

12

13

14

�Coii5Íd&lt;nnt rimportânoe
CoiiAid«nnt
i'importance que revêtent
revétent pour tous
lous
payi et«t tuiit
p«y$
tout p«nicubêjeinent
p«rticub«reinent pour
poui \ex
let pays en
développemcat les
le« problémes iLe
Je pLuiUicaiion
pUiuítoiiion et de
dêvetoppement
ilévelopfKmeiu de systêmes
dêveiopfxsmeiu
tystémes natioiuax
natioiuux mtegiês
inté^és
d'infotmJtiuii ct U* besoin
d'inroimutiuu
heíoin iinpeneux
nnpêheu.x de ojmbler
combUsr
les IjcuDtíS
Ijcunes d'i
di I'informaiion
rinformaiion etel do
de rrcer
iTcer ot
cl developpof
dêvelopper
loi inria&gt;:riu
in c'v ncLe&gt;iairos
iiccossairos daju
»lauN cei
ceí p.« v •.-.
Ici
inlVuinutt iifu%
0)n.siJ.
?4JU ÓL-.iloinom
rLMiemcnt
tu‘i prn
C'ouM«b r.&gt;m
ju'i
p:is
Haiovo
lOUlnl'Ucf .lU
.iü tlóvel«ip;vnifm
dovolopjvnirm iks
dvs &gt;y%?&gt;ytri.Mioeo d*.d-.;? vonliibuvf
IÒIV;'..eto; vie. -..Tvi.o.iriuíi&gt;rr*5.itiün
lêIV/
.. r. I. o.il uiinf(?•,.!non .;:u
.;;u.:n
:i* ití.MUu.v.u".n.ifju.v. ivgiouuüx ctut iiatioiijiix. taeivur
tjw'tour cssentiel
gioiiuu\
ts^ciUiei de
&gt;le Li looperacooperati.m i«tv'riution.il&lt;'
ti&gt;m
i(&gt;tor[iuti\)nal&lt;‘ ctc( Ju
du iIitvelooitrMnctU
ilnvcloon^'inotit nii ilion.il.
Cuiiiiidérajtt
Cuitsidúrajtl oi.in
cii.in lole lolc .signit'u'a(d\pji
Mgniluaidqui lovient,
icvient,
dalli dc
de tcL&gt;
tcL s&gt; blêmcs.
2&gt;lèmes, au.\
uu.\ bibliotltèqucN
bibliotl;è&gt;.]ücs etct au.x
iotdauí
au\ scrviees d'archives.
umtributum au
vicet
d‘3rcliives, dont
dunt Li coniríbutum
jd divelopped:veIoppemerU culturel
ment
cuUureldüii
doit cgulcmcnt
egaicment ctre
ctrc 'siiulignce,
■ouhgncu.
KeconiutMant le»
Reconnattunt
les rê%uluts
réxuluts .si^íficuiirs obtenus
obtenui
jiiMju'a pré^tciu
ju^.qu’à
prc:&gt;ciit par
poi leIc Programme
frograrnme L(. NlbIST
SIblST duns
dans Ic
dontaine de l’information
domaine
rínforination scientifique
sdentifiquc et technique
etct rint^rêt
rint^rét de sun
son apport géneial
général au dêveluppement
develuppement
et ià ríntercunnexiondcs
rintercunnexion des systêmes
systèmes d'bu'ormation,
d'miornution,
1. Approuve Ics príncipes et Ics
les orrentations
orientations du Pro*
Programme génêral
général d'information,
d’informatkm, tcU que
qae tcle Directuur
Uirectcur
gértéial les
general
Ics a e\pO:&gt;ês
expO:kés duns
dans le documcnt
docuinent 19 C/-I2,
C/-I2. etci^
decide que le ^ogramine
^ogtamme général couvríra eiscniíeleitentiellement les activités
activitcs de TOrganisation
ItDrgani&amp;ation duns ic»
le» dodo*
maines de l‘informatmn
mainesde
rinfurmatiun scientlTuiue
scientiTu{ue et techníque,
technicsue,
de la documeiiUtiun,
documentation, des bibliothèqucs et des
archives, correspond4int
vchives.
correspondont aux sections
sectkans 2.13 et 4.16,1
4.16.1
du Projet
Piojet dc
du piogramme
programme et de budget pour 19771978 (19
!978
(19C/5);
C/5);
2. Appeouve
Approuve les sututs
stututs du Conseil intsrgouverneiiuergouverne'
mental du Programnie
Programrue gériéral
général d'information, qui
figurent enannexe
en annexe àâ la presente
prétente iév:)lution';
rêv^lution;
Edit, oonform^mont
oonformémcnt à rarticle
I'articte 2 des Statuts, les trente
3. E3it,
Etats membres ci-après qui
qul siegeront
siègeront au Conseil en
1977-1978 : Algerle,
Algérle, Republique fêdérale
fédérale d‘Alte'
d'Alle1977&gt;197E
Argentine, Belgique, DrésÜ,
BrésU, Cbine.
Chtne, Columbíe.
Columbie,
magne, Argentíne,
Congo, Cuba, Egypte, Etats-Unis
£tatS'UnIsd‘Amêrique.
d'Amerique, France,
Ghana, Kaute-Volta,
Chana,
Kaute-VuUa, Inde, liidonêsie.
iadonésie, Iran, Japon.
Japon,
Macoc, Nigéria, Norvège,
Maroc,
Norvêge, Ouganda,
Oiigsnda. Pays-Bas,
Pays-Bat, Pérou,
Republique démocratique allemande, Royaunie
Ruyaume-Uní
Uni
dc Grande-Breuume
Grande-Breuunie clct d’lrlande
d’lrbnde du Nord,
Nord. Sénéj.:il.
Sénéj.nt,
Uniun
Union des republiques socialistcs
soclalistes soviétiques,
soviéttques,
Yougosiavie, Zaire.
Yougoslavie,
-4.4. Otarge l«le Con.seíl
C'on.scil de guíder,
guider, conformément
ixinformement áà ses
Statuts, iala ptanííicetion
statuts,
ptanü’iuation et la mise en oeuvre du Pro&gt;
Programme général d’information
d‘inforniation dans
daju rintérêt du dévedéve»
loppement de Téducation,
1'éducation, de laia cultiú^e,
culiiire, des sciences
Sciences
et des technoiogies,
technologies, avee
avec le soud
souci::
(a) De favorber
favoriscr la coopération
cooperation des Etats membres
dans
darts le cadre
cadie de ce programme,
prog^amme,
(b) D*aisurer
D’assuter la continuile
continuite et le dév^toppement
dévetoppcment de
da

5.3.

6.
7.
8.

ractHUi entieprise dans le cidre
ractkin
cadie du Programme
pTugrarnme
IINISIST, cn
UNISIST.
un recuiiimuiKlant
reouiiimaiKlant nutamment
nuiarnment qu'un
qu‘un
ustge jpproprié
usage
approprié sott
soit fait
fuit de celle
oette dénamination,
dciKimination,
(c) U‘assurer
D’assurer b promotion du concept d'une
d*Mne pUniftpUnifh
cution glubale
oution
giubale des syttémes
systèmes natiunuua
nationuux d‘infotmad’infotmation (NATlS)ct susciier
tioii
suiciier les actions approprwes
approprtées
p&lt;Mir aider les
Ic» Il luts
iuts iiicmttres
lucinttres j pbndici
plinJ'ier ctet
Jv'
:vclop|».'
iiunière aj poupou*
Jével&gt;)(&gt;|
}i.’rr dc
itc tcK systéinesdc
sy.sléincs de nunière
pjiiiciper activenieiit
uiicrvoir purtiupcr
activemciit .i.1 b coo;&gt;c(jtioii
..&lt;io:&gt;crjtiuii uitcr*
n.itioiule, en
n.ituiiulc.,
CM ;u'uinl:iitt
accordant tme utiention
aticni inn paVticuUén:;
pjVtivuIiére:
(ii Au
(li
\u ruiiiurceineiit
ruiit'urcemeiit dc
de b coiitribuiion
cuntnbuiion indupenindispen^.ihlc des bibliotliwiues
Mbk*
iMbliuUiêtiues au développemeni
développement dc
l’iMlui.Ilion,
de bla sciciwc
‘-cic.ue cjci dc
d.’ UL .uítuc,
.ultuc,
r&lt;Mlui.irion. dc
(.(II)
11) A b ptomutiou
dcveIopi&gt;ement des iicrSerpromutioii du duvelop{&gt;trment
vicesd'archives,
coinme insiru*
instruvices
d’archives, notamment coinrnc
nient
ment d‘ctfit.-ucité
crutfi\.acité admuiistraüve
admuiisirativ« etct comrne
comme
facluur de sauvegaidc
facteur
sauveguide ut dc mt.se
mbc cn vrdeiir
valeur du
patrímuine
patrimoine cuUutel
culturel et de l'identite
ridentité nationale;
natiunalc;
Auhirisc le Dircctcur
Autiirise
Dirccicur general
général á t'acililer
taciliter Tesécution
l'cxccution
Programme général
general d‘Info(mation,
d’infor.matioii, cn veilUnt
du Programine
verlUnt ài
assurer Tintégratloii
1'intégration des activités en vue
assurcr
viie de :
(a) proinouvoir Ub formubtion
formubtlon de poUiiques
poUtiques et de
plans,
(b) proniouvoir
promouvoir rétablissement
Tétablissement et l‘appbcatk&gt;n
i’appLcaiion de
methudesetct dc
mctliudes
du nnrmes,
iiornies,
contribuer au développement
(c) uontribuer
déveluppement des
de» infrastructures
infrastruetures
rinformation et ài rappUciiion
de l'tnfonnation
l*appUcation des
de» techniques
modernes de coUecte,
mudernesde
cuUecte, traitement, transfert et
reproduction de Tiriformatlon,
reproduetion
rinformation,
(d) promouvoír
promouvoir U foriruitiun
formation pratique et théorique
Ihéorlque
des professioiuiels
det
ptofesstonnels et des utüjsitcurs
utibsateurs de
rinformation,
une attentíon
attention partícuUêre
particuUère étant accutdée
aceoidéc aux
sux besoins des peys
loins
pays en déveluppement,
developpement, et surlout
suriout aux
problémes du transfert de rinformatiun
l’infornution et des doo
doD
néct
avance» aux nations
natiuns
necs des pays techniquemeot avancés
en développement;
Autorbe
Auturue tele Diiecteur
Directeur général áà établir un comitê
consultatif composé
compose d'experts
d’experts et de spécialutes
spéaalutes des
drsciplinesct
disciplines ct des prufessions
professions íntéreskéeschobb
intéressées cholsis de
façon âà assurcr
assurer une juste représentationgéographique;
représentation géogtaphique;
G&gt;nsidère que le Programme génénl
0&gt;nsidére
général d'information
doit constituei
constituer un clupitre
cliapitte distinct
dbtinct à I'intcrieur
1'intcríeur du
Trtrc
Titre II11 (Fxécutiun
(Execution du programme) du Programme
et budget de 1‘Unesco;
I'Unesco;
CTiatge Icle Directeur general de prcndtc Ics
CTiarge
les meiias»
mei:;ies
nécessaires pour que le Programme général d‘infor&gt;
nécessairet
d'mformation, notamment par le développement det
des pro&lt;
projets entrepris
entieprisau
au titre
litre du Piogramme
EYogramme WNISIST.
UNISIST. four*
fouxnisse un cadre eonceptuel
conceptuel pour les systèmes
systémes d'tnfotd‘infor'
mation mis au point par les institutions
ínsütutions des Nations
particuUer, pour I’ensemble
Unies et, en parttcuber,
Tensemble des activités
d’information de i’Un&lt;nuo.
d‘informatÍon
TUnesco.

Cinquième réunion du Bpreau
Bureau du Comitê
Cofnité directeur de TUNISIST
l’UNISIST
cinquième réurtion
réunion du Bureau s’est
les 30 ct
La ctnquième
s*est tenue au Siege
Stège de l’Unesco
i'Unesco ies
et 31 aoüt
auút 1976. Après adopadup&lt; *
tion de Tordre
l’ordre du jour, le SeCTCtaire
SeCTétaire du Comité
Comitê directeur de PUNISIST
l’UNISIST a presente
présenté son rapport portant
poriant
sur les principales
prímctpales activités menéea
menées depuis la quatríéme
quatríème réunion du Bureau et comprenant les rubriques
suivantes r(0
Kuivantes
^(^ suite donnée àä ia
la demière réunion;
réunton; (ii)
(ül preparation
préparatton de la dix-neuvième
dix-neuvtème session de laia
Conference généraie;
Conférence
génerale; (iii) cooperation
coopération avec les organisations intergouvememeatales
intergouvemementaies ct
et non gouveme*
gouvcmcmentales; (W)
mentaies;
(iv)quelques
qtteiques pouits
points du programme UNISIST.
Les débats
debats auxqueis
auxquels a donné
donne beu
lieu ce rapport unt
ont été axés
axes sur
siu Ses
les questions indiquées
indtquêes ct-aprés.
ci-aprés.
1) Mise en oeuvre de résolutions
résoiuttons de TONU.
FONU. Le Bureau a note
noté que leie rapport du Secrétaire général des
Nations Unies sur la
Natiuns
ia mise en place d’un
d*un réseau d’echange
d*échange de
dc renseignements
renscignements techniques* avait été
approuve sans modification
modíitcation par le
ie Conseil écottomique
économique et social et serait
seratt iransmis
transmis à i'Assemb)ée
1'Assemblée génégéné*
raie des Nations Unies. 2)
21 Modifteation
Modification des statuts
Statuts du Cotnité
Cumité directeur de Í'UNÍSIST.
1’UNISIST. Le Bureau a
pris acte de 1’accord
prts
faceord des membres du Comitê
Comité directeur
direcleur pour potter
porter de 18 à 30 le numbre
nombre des Etats
membres de
dc ce coniíté
comitê intervouvernemental.
mteraouvernemental. 3) Réaa.on
Réaa on des Euts
Etats membres au projet dc programme
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-y^ü' i_'i
LI

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13

14
14

�ANEXO 2

UNIVERSIDAD NACIONAL AUTONOMA DE MÉXICO
MEXICO
DIRECCION GENERAL DE BIBLIOTECAS

Y
ORGANIZATION DE LOS ESTADOS AMERICANOS
PROGRAMA INTERAMERICANO DE DESARROLLO
DE BIBLIOTECAS Y DE ARCHIVO

SEMINÁRIO SOBRE SERVICIOS DE INFORMAClON
EN GRANDES CONCENTRACIONES UNIVERSITÁRIAS
MEXICO, D.F., 1-5 DICIEMBRE 1975
MÉXICO,

CONCLUSIONES

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i

�PROBLEMAS COMUNES

Entre los problemas que confrontan Ias universidades latinoamericanas en sus servicios bibliotecários y de información tenemos:

De Ia estructura
— El gigantismo de Ias Instituciones reflejado en el número de estudiantes, profesores e investigadores.
— La subestimación y falta de apoyo por parte de Ias autoridades y profesorado
universitário bacia Ia biblioteca.
— Falta de representación de Ia biblioteca en los consejos y juntas directivas de Ia
universidad, para orientar adecuadamente los servidos bibliotecários.
— Necesidad de una coordinación efectiva de Ias bibliotecas de Ia universidad, para
lograr el mayor beneficio de los Recursos Humanos, bibliográficos y financieros.

Del personal
— Necesidad de recursos humanos en cantidad y calidad, para solucionar los problemas de Ia estructura e infraestructura bibliotecológica, especialmente con Ia preparación
necesaria para dirigir sistemas de bibliotecas universitárias.
— Falta de un plan universitário de adiestramiento a largo plazo para el personal,
con objeto de aprovechar al máximo Ias facilidades nacionales e internacionales que
existen para estos programas.
— Falta de un reconocimiento profesional a los bibliotecários dentro de Ia universidad, para tener un equivalente en categoria y sueldo a Ia de los profesores e investigadores
siempre que se reunan Ias mismas condiciones acadêmicas.

De Ias colecciones
— La explosión
explosion bibliográfica y el alto costo de Ias publicaciones.
— Necesidad de un presupuesto adecuado para adquirir un acervo bibliográfico que
represente los nuevos adelantos dei mundo moderno, asi
así como el patrimônio cultural y
científico dei pasado.
cientifico
— La falta de un comercio bien organizado tanto de libros como de publicaciones
periódicas y de condiciones propicias, que permitan un recibo regular de los mismos.
— Carência de bibliografias nacionales y especializadas, indices
índices a Ias revistas latinoamericanas, repertórios de tesis e informes técnicos y otras ayudas tales como listas
selectas y básicas para colecciones universitárias, etc.
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�— Falta de un plan universitário de adquisiciones que contemple, a) Ia selección de
materiales que responda a Ias necesidades de Ia universidad, b) Ia eliminación dei material
innecesario y reubicación de éste en el lugar más adecuado.

De los aspectos técnicos
— Necesidad de Ia centralización de los procesos técnicos y el mantenimiento de los
catálogos colectivos de libros, publicaciones periódicas y tesis.
— La necesidad de ajustarse a los câmbios fuertes en Ias normas bibliográficas
universalmente usadas.
De Ia infraestructura nacional
— Carência de herramientas bibliográficas nacionales como;
como: catálogos colectivos de
libros; Catálogos colectivos de revistas; Revistas secundarias e índices a Ias revistas nacionales; Bibliografias nacionales y especializadas de libros y otros materiales.
— Falta de personal capacitado a diferentes niveles: Profesional, técnico y auxiliar.
Pudiendo aprovechar para esto, los cursos que proporcionan los organismos internacionales.

CONCLUSIONES
Los miembros participantes al Seminário sobre los Servidos de Información en
Grandes Concentraciones Universitárias después de haber discutido cada uno de los aspectos dei programa, mismos que representan algunos de los problemas que confrontan estas
Universidades en sus servicios bibliotecários y de información han llegado
Negado a Ias siguientes
conclusiones:
De Ia estructura
1. Para el mejor aprovechamiento de los recursos y de Ia información, es convedel sistema de bibliotecas, sin
niente que exista un órgano coordinador y/o director dei
importar Ia estructura organizativa de Ia Universidad.
2. Que el organismo cuente con Ia base legal necesaria que le permita cumplir con
sus objetivos.
3. Que el directorio dei organismo esté representado en el máximo grupo de gobierno de Ia Universidad para que tenga Ia oportunidad de orientar Ia actividad de Ia
biblioteca dentro dei marco de Ia docência, investigación y difusión cultural de Ia Universidad.
4. Que Ia biblioteca universitária es un instrumento indispensable a Ias tareas de
investigación y ensefianza
ensenanza de Ia Universidad, al realizar estas actividades y colaborar a este
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�las diferentes dependencias
dependencies acadêmicas de la
nivel, con Ias
Ia Universidad, por Io tanto, se
recomienda que a Ia biblioteca se le otorgue el mismo rango acadêmico de Ias escuelas,
facultades e institutos de Ia Universidad.

Del Personal
5. Que el bibliotecário profesional pueda optar a niveles acadêmicos dentro de Ia
Universidad, similares a los dei personal docente y de investigación, siempre y cuando el
bibliotecário satisfaga los requisitos establecidos por Ia Institución.
6. Que para que se cuente con el personal requerido por el sistema bibliotecário êste
debe tener una adecuada política de selección de personal y un plan de capacitación y
actualización dei mismo, que le permita aprovechar-se al máximo de Ias facilidades nacionales e internacionales que existen.
7. Que con Ia finalidad de mejorar los recursos humanos con que deben contar Ias
bibliotecas universitárias, êstas deben tomar en cuenta Io siguiente;
siguiente:
a) Establecer una comunicación formal con Ias escuelas de bibliotecários para tenerlas actualizadas en cuanto a Ias necesidades de recursos humanos y a Ia preparación
que êstas requieran para una eficiente labor de Ia biblioteca universitária.
b) Promover programas nacionales y regionales de formación profesional a nivel
universitário, de perfeccionamiento a todos los niveles y de entrenamiento, suficientes
para garantizar los objetivos dei mismo.
8. Que es conveniente solicitar a Ia UNESCO
UNESCQ Ia actualización dei curso audiovisual
para preparación dei personal bibliotecário y la
Ia elaboración de otro curso audiovisual de
nivel superior, que contemple Ias necesidades de Ias bibliotecas universitárias.
9. Que se solicite a Ia
la QEA
OEA Nevar
llevar a cabo el proyecto recomendado por Ia
la Reunión
de Consulta sobre Formación de Personal Bibliotecário, celebrada en Medellín
Medellin en 1974,
con la
Ia finalidad de actualizar Ias llamadas
Mamadas "Normas de Medellin".
Medellín".

De los usuários
10. Que es necesario que Ias bibliotecas universitárias presten especial atención a Ia
la
capacitación de usuários en el uso de la
Ia biblioteca, sus materiales y sus servicios,
servidos, por Io
tanto, se recomienda la
Ia traducción de Ias "Normas para instrucción bibliográfica en Ias
bibliotecas" de la
Ia American Library Association, para que sirva de base para definir los
requisitos que debe satisfacer toda guia de orientación al lector de Ias bibliotecas de la
Ia
región.
11. Se recomienda que George Peabody College for Teachers, la Universidad Nacional Autônoma de México y el Instituto Colombiano para el Fomento de la
Ia Educación
Superior, se aboquen a Ia
elaboración
de
guias
para
Latinoamérica.
la

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�Literatura técnica y difusiõn
difusión
12. Que debido a Ia gran utilidad que Ias publicaciones de Ia OEA han prestado al
desarrollo bíbliotecológico
bibliotecológico en América Latina y debido a Ia suspension
suspensión de estos materiales, se vea Ia posibilidad de que este esfuerzo se continue con el apoyo de Ia OEA y el
cuerpo de investigadores de Ia UNAM, previa Ia satisfacción de dos fases:
a) La elaboración de una encuesta para identificar Ias necesidades de publicaciones
técnicas en espanol y português de Ias Universidades de América Latina.
b) La planificación de un programa de publicaciones técnicas acorde a Ias necesidades que el campo bibliográfico presente.
13. A fin de que los paises latinoamericanos conozcan Ias investigaciones y estúdios
que se realizan en los campos de Ia información y Ia bibliotecología y para evitar Ia
duplicación de esfuerzos, es conveniente distribuir entre Ias Instituciones representadas y
cualesquiera otra Institución que tenga actividades similares. Ias publicaciones y proyectos
que ellos patrocinen en estos campos.

De los aspectos técnicos
14. Que es necesario contar con uma investigaciõn sobre Ias ventajas y desventajas
de Ia centralización y descentralización, concentración y desconcentración de Ias bibliotecas universitárias, acorde a Ias diversas estructuras que presentan Ias universidades dei
área.
15. Para que cada país pueda promover y estudiar Ia conveniência de integrarse a
sistemas de adquisiciones y catalogación compartida, es conveniente definir y divulgar Ias
implicaciones de éstas, entre los bibliotecários latinoamericanos.
16. Que puesto que a través de adecuados procesos técnicos, se pudiera proporcionar una red de servicios compartidos de catalogación y clasificación, es conveniente que
Ias bibliotecas dei área adopten regias internacionales de catalogación como Ias
\s&amp; Regias de
catalogación angloamericanas y Ias Normas internacionales para ia
Ia descripción bibliográfica (ISBD).
17. Que se impulse más Ia actualizacíón
actualización y especial
especialización
ización de Ia Lista de Encabezamientos de Matéria
Materia de Ia OEA y este trabajo se convierta en un proyecto multinacional
con sede en ICFES de Colombia.
18. Que con el fin de no duplicar esfuerzos, se vea Ia posibilidad de unificar los
proyectos que vienen desarrollando Ia Biblioteca Benjamín
Benjamin Frankiin
Franklin de México, Ia
la Biblioteca Nacional de Venezuela y el ICFES de Colombia sobre ei
el índice de equivalencies
equivalencias en
inglês de los encabezamientos de matéria incluidos en Ia Lista de Ia OEA.
19. Que dada Ia importância de Ia continuación dei proyecto MARCAL para facilitar Ia automatización de bibliotecas y dei almacenaje, recuperación y transmisión de
información bibliográfica, es conveniente que tanto Ias instituciones representadas como
algunas otras de América Latina, se responsabilicen para Ia continuación dei proyecto
MARCAL, contándose con el apoyo de Ia OEA.
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�las colecciones
De Ias
20. Para ayudar a Ias
las bibliotecas universitárias en Ia
la selección de materiales bibliográficos, se recomienda a la
Ia OEA considerar la
Ia ampliación del
dei proyecto nacional solicitado por Panamá, para desarrollar Ias colecciones de Ias nuevas bibliotecas, para que se
convierta en un proyecto multinacional en colaboración con otros paises, utilizando entre
otras. Ias listas selectivas especializadas, como Ias hechas en México y preveer un mecanismo para mantenerlas actualizadas y dar a cohocer
conocer otras nuevas revistas y libros seleccionados por expertos.
21. Para que los usuários universitários tengan fácil acceso al contenido de Ias
revistas nacionales de cada país de América Latina, se recomienda a éstos que busquen Ia
ia
manera de indizar dichas revistas y den a conocer su contenido en cualquiera de Ias
formas posibles de acceso.
22. Que Ias bibliotecas universitárias cuenten con catálogos colectivos de libros,
publicaciones periódicas, tesis, multimedios y otros, y en los casos que no existan estos
catálogos, que Ia biblioteca los realice.
23. Que sea responsabilidad de Ia biblioteca universitária reunir, registrar y divulgar
todo Io que publique su universidad (conferências, discursos, reglamentos, etc.)

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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Biblioteconomia e Documentação</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>A biblioteca universitária é elemento básico dentro do contexto do Controle Bibliográfico Universal (UBC). Neste trabalho é estudado seu papel num programa nacional de informação. Para isso são expostos e analisados os objetivos do NATIS (Sistema Nacional de Informação) salientando a necessidade de as bibliotecas universitárias estarem preparadas para as novas realidades, como a centralização de serviços, mecanização, integração de redes nacionais etc. São apresentados princípios e sugestões para a concretização dessas finalidades.</text>
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