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                  <text>XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
22 a 24 de julho de 2015

FAN PAGES DE BIBLIOTECAS E A COMUNICAÇÃO COM OS USUÁRIOS

Autora: Regina de Almeida. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
(bibliotecária)
e
Universidade
Estácio
de
Sá
(doutoranda).
reginaalmeida@unirio.br

Introdução: A busca por alternativas para lidar com os ambientes informacionais,
cada vez mais complexos, tem determinado novas abordagens do fazer
biblioteconômico. As redes sociais digitais proliferaram no ambiente acadêmico e
sua experimentação tem sido estimulada por diversos pesquisadores (AGUIAR,
SILVA, 2010; AQUINO, BRITO, 2012; CAMÊLO, 2012; JULIANI et al, 2012;
BERNARDINO, SUAI-DEN, CUEVAS-CERVERÓ, 2014). Estes apontam a
discrepância entre as bibliotecas que utilizam perfis no Facebook para estreitar
contatos com os usuários da grande maioria que sequer utiliza a ferramenta. A
biblioteca universitária tem tido a sua missão renovada com o uso das tecnologias
interativas: cartografar a informação e aumentar seus espaços de busca e acesso
propiciaram que as fan pages do Facebook começassem a ser utilizadas para
ampliar as possibilidades dos usuários em suprir as suas necessidades
informacionais.

Método da pesquisa: O universo dessa pesquisa foi constituído por uma amostra
de 25 fan pages de universidades públicas federais do Estado do Rio de Janeiro
(Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, Universidade
Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Universidade Federal Fluminense – UFF e
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ). Foram coletadas as
avaliações feitas pelos usuários, as respostas das bibliotecas, o número de
curtidas e visitas, os objetivos da fan page (sua apresentação) e a utilização de
aplicativos na página, e, posteriormente, realizadas as análises estatísticas e
qualitativas; estas, subsidiadas por referências teóricas que contemplam as redes
sociais digitais e a Web 2.0.

�Resultados/Discussão: Mesmo com a facilidade que a ferramenta “curtir”
oferece, o número alcançado pelas fan pages ainda é pequeno. Quanto ao
número de visitas obtidas pelas páginas, ainda há menor envolvimento dos
usuários; apenas 4,11% dos que curtiram as páginas também as visitaram, o que
pode demonstrar a “fugacidade” que uma “curtida” pode representar, enquanto
que uma “visita”, tal como o próprio nome aparenta representar, apresenta maior
densidade e significado nas possíveis relações virtuais entre usuários e
bibliotecas. As fan pages podem ser avaliadas pelos usuários através de um
sistema de cotação por “estrelas” que variam de 1 a 5, crescentemente
valorizadas, permitindo comentários e novas “curtições” e comentários de outros
participantes, em modus operandis típico das redes sociais digitais. De um total de
426 visitas realizadas, apenas 32 usuários se dispuseram a fazer alguma
avaliação, que, na maior parte das vezes, foram positivas. Entretanto, a relação
entre o número de avaliações feitas com comentários e as que foram produzidas
sem, também é significativa na sua diferença. De certa forma, pode reproduzir a
tendência a “curtir” e não visitar a página, pois apenas qualificar com a quantidade
de estrelas não dá subsídios suficientes à biblioteca para rearranjos da página no
sentido de atendimento às necessidades dos usuários.
Era de se esperar que as avaliações regulares, principalmente, as negativas (1 a 2
estrelas) viessem acompanhadas de algum relato ou observação que suscitou a
queixa ou crítica, mas houve uma única postagem nesse sentido. Representaria
uma boa oportunidade da biblioteca se posicionar diante da comunidade em
relação à sua política adotada, mas, nesse caso, não houve nenhuma resposta
por parte da instituição. Dessa forma, parece não haver ainda grande
envolvimento nessa possibilidade de comunicação da biblioteca com a
comunidade acadêmica via rede social, ou melhor, ainda é potencialmente mais
um meio comunicativo do que uma realidade. Quanto à inserção de aplicativos
que podem ser adicionados à fan page, três bibliotecas fizeram uso dessa
possibilidade, mas só uma dispôs seu catálogo on-line e o módulo de renovação
dos empréstimos para os usuários, articulando a página aos demais serviços da
biblioteca.
Para as bibliotecas, organizar novos perfis em rede, é estratégia fundamental para
se manter atualizada e se configurar como um “nó” intenso na rede educativa,
afinal, hoje em dia, não há atividades de trabalho e comunicativas que não sejam,
em algum momento, mediadas pelas TIC. A biblioteca universitária, ligada como
está aos processos de produção do conhecimento científico, deve redefinir seus
recursos e serviços dialogicamente com as possibilidades exponencialmente
aumentadas de conexões e a capacidade de difusão que as redes sociais digitais
têm em relação às redes sociais não digitais (RECUERO, 2009).

�Considerações Finais ou Conclusões: As bibliotecas têm adotado frequente
atualização dos serviços oferecidos através das tecnologias interativas, cada vez
mais, amplamente disponíveis. As redes sociais digitais se tornaram
extremamente popularizadas pela rapidez de veiculação de informações,
praticidade e alcance. A capilaridade alcançada, em diferentes faixas etárias de
usuários, pelo Facebook, é inegável e reconhecida pelas bibliotecas universitárias
no que diz respeito ao uso e o fluxo da informação. No entanto, das que utilizam
as redes sociais, pode-se inferir diante dos resultados obtidos com a amostra
deste trabalho, que as fan pages têm sido subutilizadas em seu potencial de
webmarketing e como canal comunicativo adicional aos usuários. O uso de
aplicativos que poderiam ser agregados e o estímulo ao diálogo com os usuários
ainda é incipiente. As bibliotecas universitárias ainda devem investir nesta
ferramenta para aumentar a sua visibilidade e ampliar o acesso aos demais
serviços oferecidos.

Palavras-chave: Fan page. Facebook. Biblioteca universitária. Comunicação.

Referências:
AGUIAR, G. A. de; SILVA, J. F. M. da. As bibliotecas universitárias nas redes sociais:
Facebook, Orkut, Myspace e Ning. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 16, 2010, Rio de Janeiro. Anais... Disponível em:
&lt;http://www.sibi.ufrj.br/snbu2010/pdfs/orais/final_168.pdf&gt;. Acesso em: 01 dez. 2014.
AQUINO, A.; BRITO, A. Estudo da viabilidade do uso do Facebook para educação In:
Congresso da Sociedade Brasileira de computação. 32., 2012, Curitiba. Anais…
Disponível em: &lt;http://www.imago.ufpr.br/csbc2012/anais_csbc/index.html&gt;. Acesso em:
01 dez. 2014.
AREA MOREIRA, M.; PESSOA, M. T. R. De lo sólido a lo líquido: las nuevas
alfabetizaciones ante los câmbios culturales de la Web 2.0. Comunicar, v. 19, n. 38, p. 1320, 2012. Disponível em: &lt;www.revistacomunicar.com&gt;. Acesso em: 16 ago. 2014.
BERNARDINO, M. C. R.; SUAIDEN, J. E.; CUEVAS-CERVERÓ, A. O uso do Facebook
pelas bibliotecas públicas do Estado do Ceará. InCID: R. Ci. Inf. e Doc., Ribeirão Preto, v.
5,
n.
1,
p.
112-123,
mar./ago.
2014.
Disponível
em:.&lt;http://www.revistas.usp.br/incid/article/viewFile/64334/pdf_20&gt;. Acesso em: 20 fev.
2015.

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