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                  <text>XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
22 a 24 de julho de 2015

LIDERANÇA BIBLIOTECÁRIA NA UFCG: ANÁLISE DO
SISTEMOTECA DA UFCG E AS BARREIRAS DA EXECUÇÃO
DE SEU TRABALHO DE CAJAZEIRAS A CAMPINA GRANDE

Jesiel Ferreira Gomes. Biblioteca do CES – UFCG (Centro de Educação e Saúde
da Universidade Federal de Campina Grande) – Cuité – PB.
jesielgomes@ufcg.edu.br / jesieltutor@gmail.com
Kilvya Simone de Leão Braga. Biblioteca Central – UFCG (Universidade Federal
de Campina Grande) – Campina Grande – PB. Kilvya.simone@ufcg.edu.br.

Introdução: Se atualmente vive-se com facilidades de comunicação quem
nem eram sonhadas há apenas trinta anos (nem a televisão era colorida no Brasil
daqueles tempos!), num futuro próximo tanto a distância quanto o tempo serão
abolidos graças a investimentos brutais em redes de telecomunicações via
satélite. Fechar negócios real time com o Japão por teleconferência será um ato
banal.
Alguns sintomas são sentidos nitidamente no meio empresarial, mesmo
aqui, onde só se despertou para esse novo mundo no início dos anos 90. A
entrada de multinacionais, bem como o crescimento da competitividade são sinais
claros de que o país entrou na roda viva da globalização.
O primeiro caminho trilhado pelas companhias foi, portanto, investir nos
processos para garantir os resultados. Mas, na conta do capital intelectual, os
valores realmente produtivos - as pessoas - ficaram em segundo plano. Ainda
hoje, grande parte das empresas têm um perfil que dá pouca importância à gestão
dos seres humanos.
Viver nessa realidade arcaica faz com que boa parte das organizações
ainda convivam com a figura envelhecida do "departamento de pessoal", estrutura
que ficou à parte das tecnologias que automatizaram atividades burocráticas como

�folha de pagamento, cálculo salarial, políticas de benefícios e prêmios,
planejamento de treinamento, entre tantas outras, abrindo espaço para uma ação
estratégica.
Depois de acertar a infra-estrutura é preciso passar a ver a empresa como
resultado de encontros multidisciplinares. Para chegar a esse estágio, deve-se
começar a levantar as habilidades, conhecimentos e competências das pessoas e
equipes da empresa, descentralizando a coordenação de fato para os gestores.
Com isso haverá o momento em que o local de trabalho será uma espécie
de área de lazer dessas pessoas, pois as atividades produtivas serão colocadas
em prática de qualquer ponto do mundo.
A gestão de pessoas em uma organização é, na atualidade, elemento
preponderante para investimento dos gestores, pois é na obtenção de
profissionais qualificados e motivados que reside à garantia de resultados
empresariais. Para Gil (2001, p. 17), a gestão de pessoas pode ser conceituada
como sendo:

[...] a função gerencial que visa à cooperação das pessoas que atuam
nas organizações para o alcance dos objetivos tanto organizacionais
quanto individuais. Constitui, a rigor, uma evolução das áreas
designadas no passado como Administração de Pessoal, Relações
Industriais e Administração de Recursos Humanos. Essa expressão
aparece no final do século XX e guarda similaridade com outras que
também vêm popularizando-se, tais como Gestão de Talentos, Gestão
de Parceiros e Gestão do Capital Humano.

Para que as pessoas possam trabalhar satisfatoriamente em equipe, ou seja, para
que as pessoas possam produzir resultados, o gerente, outra peça fundamental no meio
empresarial, precisa desempenhar muitas funções ativadoras. Dentre estas funções,
sobressai a liderança.
Embora a empresa necessite de líderes em todos os seus níveis hierárquicos e
em todas as suas áreas de atuação, é na gerência que reside o ponto mais crítico da
liderança porque é nesse nível que são decodificados e traduzidos os objetivos e
necessidades da empresa e transformados em metas e esquema de trabalho para serem
implementados e realizados pelos demais funcionários.

O líder precisa saber como lidar com pessoas e, para isto, a principal
ferramenta gerencial existente é a liderança, por direcionar as pessoas em função
do alcance dos objetivos organizacionais. Além disso, a habilidade de liderança

�não é nata, nem privativa de alguns poucos superdotados. Ela tem de ser
apreendida e incorporada ao comportamento do líder para fazer parte do seu
cotidiano de trabalho.
Liderar não significa apenas ter seguidores, mas saber quantos líderes se
conseguiu criar entre esses seguidores. A essência da liderança só é possível
praticar, sentir, intuir, ou desenvolver em nossa própria essência; o verdadeiro
líder está em busca contínua de evolução.
Método da pesquisa: Toda pesquisa é feita pelo confronto entre seus
dados, suas evidências e as informações coletadas sobre determinado assunto e
o conhecimento teórico acumulado a respeito dele. Em geral, isso se faz a partir
de estudo de um problema, que ao mesmo tempo desperta o interesse do
pesquisador e limita sua atividade de pesquisa a uma determinada porção do
saber, a qual ele se compromete a construir naquele momento (LUDKE, 1986).
O trabalho em questão trata-se de uma pesquisa descritiva, na qual
pretende-se avaliar a influência da liderança gerencial no sistemoteca da UFCG,
visando captar o máximo de informações acerca do objeto de estudo, ao mesmo
tempo em que percebe-se neste tipo de pesquisa, as melhores condições de
resposta às indagações quando do início deste trabalho.
De acordo com Cervo e Bervian (1996, p. 49), a pesquisa descritiva:

Observa, registra, analisa e correlaciona fatos ou fenômeno (variáveis)
sem manipulá-los. Procura descobrir, com a precisão possível, a
freqüência com que um fenômeno ocorre, sua relação e conexão com
outros, sua natureza e características. Busca conhecer as diversas
situações e relações que ocorrem na vida social, política, econômica e
demais aspectos do comportamento humano.

Assim uma pesquisa qualitativa caracteriza-se fundamentalmente pela
medida dos dados que ela apresenta, pelo emprego, de modo geral, de uma
estatística simples, elementar.
Considerando o modelo de pesquisa de Vergara (2006, p.47), esta
pesquisa se caracteriza como estudo de caso, pesquisa de campo, e bibliográfica
quanto aos meios.
Para a pesquisa ora apresentada consideramos como universo de trabalho
todas as bibliotecas componentes do sistemoteca da UFCG. O que significa dizer:
a biblioteca central do campus de Campina Grande, bibliotecas setoriais de Sumé,
Cuité, Pombal, Patos, Sousa e Cajazeiras.
Em suas particularidades há bibliotecas mais antigas, que fazem parte do
sistema desde de quando era UFPB até as mais novas como as de Sumé e Cuité.

�Conforme as características da população a ser pesquisada e pelos
objetivos pretendidos com essa pesquisa, utilizar-se-á o questionário. Para
Minayo (1998, p. 89):

[...] é a forma mais usada para coletar dados, pois possibilita medir com
melhor exatidão o que se deseja. Em geral, a palavra ‘questionário’
refere-se a um meio de obter respostas às questões por uma fórmula
que o próprio informante preenche. Assim, qualquer pessoa que
preencheu um pedido de trabalho teve a experiência de responder a um
questionário. Ele contém um conjunto de questões, todas logicamente
relacionadas com um problema central.

Segundo Laville e Dionne (1999) a principal vantagem do questionário
padronizado como instrumento de coleta de dados é o fato de ser um instrumento
que se mostra econômico no uso, permitindo alcançar rápida e simultaneamente
um grande número de pessoas.
Nesta pesquisa elaborou-se um questionário composto por dez questões
com as quais pode-se montar os resultados do trabalho ora exposto.
Neste trabalho adotou-se o método de pesquisa qualitativa, já que para os
propósitos desta pesquisa este método mostra-se mais adequado, visando dar o
maior grau de confiabilidade e credibilidade ao mesmo.
Esse método de pesquisa foi escolhido por se concordar que a análise
quantitativa está muito repetitiva nas pesquisas sociais e que, este método
(quantitativo) não pudesse responder aos objetivos propostos.
Corrobora-se com Goldenberg (1997), que compara o modelo de pesquisa
qualitativa com a quantitativa, explicando que anteriormente as ciências se
pautavam em um modelo quantitativo de pesquisa em que a veracidade de um
estudo era verificada pela quantidade de entrevistados. Muitos pesquisadores, no
entanto, questionam a representatividade e o caráter de objetividade de que a
pesquisa quantitativa se revestia.
Ainda para Goldenberg (1997, p. 14):
[...] é preciso encarar o fato de que, mesmo nas pesquisas quantitativas,
a subjetividade do pesquisador esta presente. Na escolha do tema, dos
entrevistados, no roteiro de perguntas, na bibliografia consultada e na
análise do material coletado, existe um autor, um sujeito que decide os
passos a serem dados.

“Certamente, qualquer pesquisa social que pretenda um aprofundamento
maior da realidade não pode ficar restrita ao referencial apenas quantitativo”
(MINAYO, 1992, p. 28).
E é com o intuito de aprofundar o trabalho de pesquisa que adentra-se no
campo conceitual do método qualitativo, fugindo certamente da comparação entre
esse método e o quantitativo. Afinal nosso propósito não é o de averiguar qual dos

�dois é melhor, mesmo porque não existe método ideal e sim método adequado
para determinado estudo. Huges (1983 ) apud Minayo (1992, p. 30 ) explica que:
Essa discussão do “quantitativo ”versus o “qualitativo” tem sua origem
nas diferentes formas de perceber a realidade social [...] A principal
influência do positivismo nas ciências sociais foi a utilização dos termos
do tipo matemático para a compreensão da realidade e a linguagem de
variáveis para especificar atributos e qualidades do objeto de
investigação.

Os estudos que empregam essa metodologia podem descrever
complexidade de determinado problema, analisar a interação de certas variáveis,
compreender e classificar processos dinâmicos vividos por grupos sociais, ou
ainda pode contribuir para uma parcela específica no processo de mudança de
determinado grupo e possibilitar o entendimento das particularidades do
comportamento dos indivíduos, ou mesmo da própria instituição.
Auxiliou-nos no tratamento dos dados desta pesquisa a ferramenta
denominada enquete fácil. Ferramenta essa que permitiu diminuir as distâncias
geográficas e acelerou o processo de captação dos dados pretendidos para a
montagem desta pesquisa.
Além do acesso ao questionário por meio eletrônico e, on line, ainda nos auxiliou
na montagem e estatísticas dos dados coletados, conforme apresentamos mais
adiante.
RESULTADOS: Durante o intervalo de tempo compreendido entre os dias 12 a 16
de dezembro do ano de 2011, foi disponibilizado de forma on line o acesso ao
questionário desta pesquisa.
Os participantes que compõe o sistemoteca da UFCG foram informados por
meio de e-mail junto com o link da pesquisa.
Cabia aos participantes apenas clicar no link e preencher o questionário
que continha questões abertas e fechadas. A escolha por este canal de captação
de dados da pesquisa foi feito em virtude das dificuldades geográficas de irmos
até todas as bibliotecas, tendo em vista que teríamos que viajar para os extremos
do Estado da Paraíba. Além de economia de recursos, economizamos tempo
também.
Das sete bibliotecas, nos retornou, dentro do prazo estipulado, as
bibliotecas de: Sumé, Pombal, Cuité e Cajazeiras. Ficando de fora as bibliotecas
de Patos, Sousa e a Central de Campina Grande. Certamente as barreiras da
informática e do uso gerencial do e-mail mostra-se, inicialmente, como sendo uma
das muitas barreiras que a liderança bibliotecária da UFCG deve superar.
De posse dos dados, vamos apresenta-los abaixo.

�Quanto ao tempo de trabalho realizado na gestão das bibliotecas que
responderam ao questionário, obtivemos quatro tempos distintos, sendo destaque
para o que tem menor tempo de trabalho, apenas 1 ano e 10 meses, e o que tem
maior tempo de trabalho, 12 anos.
Referente ao quantitativo de membros da equipe, também há números
distintos, contudo, muito aquém do necessário para a manutenção de centros
culturais como são as bibliotecas universitárias. A menor equipe é composta por
06 pessoas e a maior composta por 13 pessoas.
Em seguida perguntamos com o gestor ver seu nível de relacionamento
com os seus subordinados e obtivemos o seguinte gráfico:

Gráfico 01 – relacionamento com os subordinados.
Fonte: Dados coletados, enquete fácil, 2011.

Para 75% dos participantes, o relacionamento com os seus subordinados é
excelente, o que traduz uma forma de liderança muito baseada na confiança,
cumplicidade e proximidade entre líder e liderados, pois, como as equipes são
pequenas, a proximidade faz com que os relacionamentos sejam mais estreitos.
Quanto a forma de trato com os seus subordinados, temos o seguinte gráfico:

�Gráfico 02 – trato com os subordinados.
Fonte: Dados coletados, enquete fácil, 2011.

Para 100% dos participantes da pesquisa, a forma de trato com os seus
subordinados, no momento de emanar ordens, pedir favores ou ainda de distribuir
tarefas é por meio da solicitação. Demonstrando desta feita uma forma de
liderança bastante democrática e participativa.
Ao questionarmos qual a principal função de um líder, obtivemos:

Gráfico 03 – função de um líder.
Fonte: Dados coletados, enquete fácil, 2011.

�Em detrimento as opções de comandar e gerenciar pessoas, metade dos
sujeitos pesquisados escolheu que a principal função de um líder é ouvir, e a outra
metade escolheu que é liderar. Certamente estas duas opções são
preponderantes para todo e qualquer líder que se preze e queira ter equipes
harmoniosas e equilibradas.
No aspecto de um ponto negativo do líder, vejamos o gráfico abaixo:

Gráfico 04 – ponto negativo de um líder.
Fonte:

Dados coletados, enquete fácil, 2011.

A maioria acredita que o principal ponto negativo de um líder é não
acompanhar os processos do trabalho de sua equipe, mesmo porque, se assim
ocorre, demonstra que o líder apenas demanda serviços sem se preocupar com a
qualidade, prazos e o produto final que se pretende. De fato, o líder eficaz
necessita estar o mais próximo possível de sua equipe, mantendo atenção e
cuidado com o desenvolvimento de serviços e pronto a colaborar com os seus
subordinados no momento de dúvidas e questionamentos que venham a ocorrer.
Quando perguntados se a UFCG oferece condições para o exercício pleno
de liderança, obtivemos o seguinte gráfico:

�Gráfico 05 – condições para o exercício de liderança.
Fonte: Dados coletados, enquete fácil, 2011.

Maioria predominante percebe que a UFCG não disponibiliza condições
adequadas para o exercício de liderança, e desta feita, não permite aos seus
bibliotecários dispor de condições necessárias para o pleno exercício de sua
profissão e pleno exercício de suas habilidades e práticas de trabalho.
É muito importante frisar que as bibliotecas do sistemoteca da UFCG
aglutinam um patrimônio cultural inestimável. Não apenas os recursos financeiros
que foram consumidos para a instalação e manutenção da parte física das
bibliotecas devem ser considerados, mas também todo o valor humano e históricocultural que estas bibliotecas carregam consigo.
Muitas das vezes, parece-nos que os gestores dos centros e da própria
UFCG como um todo, não percebem o quanto já foi investido nestes centros
culturais, e que a manutenção, conservação, preservação e cuidado com todo o
investimento tem, como representante maior, o seu líder, o bibliotecário. Esta peça
das engrenagens deve ser visto como de fundamental importância para o correto
funcionamento deste aparelho cultural que dispõe a UFCG em todos os seus
campi.
Dentre as dificuldades apontadas, temos o seguinte gráfico:

�Gráfico 06 – barreiras a liderança na UFCG.
Fonte: Dados coletados, enquete fácil, 2011.

Vendo que maioria concorda que não há condições ideais para o exercício
da liderança no sistemoteca da UFCG, entendemos agora, por meio deste gráfico,
os motivos para tal, para maioria a falta de gratificação é certamente uma barreira
preponderante. Mesmo porque, os bibliotecários são co-responsáveis pelo
patrimônio contido nas suas bibliotecas, mas, não recebem para tal intento e nem
muito menos para o exercício da chefia das mesmas. O que ocorre é uma afronta
a própria Lei 8.112 e ao bom senso, pois, como “jogar” para esta categoria
profissional total responsabilidade por suas ações, sem por outro lado, dar o
devido reconhecimento, pagamento e condições para o pleno exercício?
Este é um fato destoante que acreditamos ser, em breve, solucionado com
a crescente, e constante, visualização dos profissionais da informação que
paulatinamente buscam sua qualificação, publicam trabalhos e discutem em
eventos dos mais variados, as suas dificuldades compartilhando com os demais
profissionais da área espalhados por todo o Brasil.
Mediante esses fatos, questionamos como estes profissionais vêem o seu
trabalho no sistemoteca da UFCG, e obtivemos as seguintes respostas, retiradas
conforme escritas, da ferramenta enquete fácil:
13/12/2011

Há seus complicadores em virtude da ausência de contato permanente

�20:40:14

com a administração central e de falta de cursos de aperfeiçoamento
constantes.

14/12/2011
11:00:54

Uma das ações de liderança vem a se fazer tudo ao mesmo tempo,
criar ter entusiasmo e e energia sem limites;neste sentido me vejo como
líder sim, pois na Biblioteca que trabalho existe um acervo de 36.183
volumes de livros com 15 cursos, 2.839 usuários inscritos, e apenas um
bibliotecário, dentre as atribuições que são várias, na medida do
possível, consigo fazer de tudo um pouco, não como realmente deveria
ser, mas acredito que o usuário não venha a sair insatisfeito devido ao
mau atendimento por parte da equipe.

14/12/2011
11:16:20

Algo que precisa ser lapidado, em virtude de ser a única bibliotecária no
campus para atender todas as demandas, algumas vezes sinto que
falta um acompanhamento mais eficaz das atividades, dos setores...
pois é um exercício que exige dedicação, atenção, postura.

15/12/2011
12:32:49

Penso que liderar envolve domínio da área, bom relacionamento com a
equipe e competência administrativa. Tenho aprendido no decorrer das
atividades, no dia-a-dia, a ser líder, bem como com os erros.

Fonte: Dados coletados, enquete fácil, 2011.

É sonoro o quanto os líderes bibliotecários do sistemoteca da UFCG
necessitam de melhores condições estruturais para o desempenho de seu
trabalho, não apenas no aspecto de equipes maiores, mas também na logística de
tecnologias da informação, informática, cursos, gratificações e maior acesso as
decisões estratégicas de seus centros.
Por fim, deixamos aberto um espaço que permitisse aos participantes ter
um espaço para disseminação de suas idéias, criticas e/ou sugestões. O que
descrevemos abaixo:

13/12/2011
20:40:14

A reitoria deveria atentar para o fato de que as bibliotecas da UFCG são
centros culturais que guardam uma soma incalculável de recursos já
investidos, e que os profissionais que nela atuam merecem melhor
atenção por parte da administração central.

14/12/2011
11:00:54

Como sugestão para o Sistemoteca da UFCG, diria que deve haver
mais interação da equipe, na busca de contratação de profissinais
bibliotecários, atualmente vejo que estamos trabalhando
individualmente,na base do improviso, somente a paixão pelo
trabalho,pois o sucesso e a realizção só pode ser visto se houver
trabalho em equude trabalho

�14/12/2011
11:16:20

È necessário mais integração entre os campus e a biblioteca central,
para que possamos discutir, acrecentar, trocar expeirências,
orgnizarmos ações... com o objetivo de oferecermos serviços mais
eficazes aos nossos usuários.

15/12/2011
12:32:49

Penso que deveris ter reuniões e cursos de
capacitação/aperfeiçoamento aos Bibliotecários.

Fonte: Dados coletados, enquete fácil, 2011.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Sendo às bibliotecas componentes do sistemoteca da UFCG parte
fundamental do pleno funcionamento dos centros, e da administração central.
Sendo essas mesmas bibliotecas detentoras de patrimônio material, cultural,
histórico e humano de valor incalculável. É mais que necessário voltar um olhar
para estas bibliotecas no qual se possa permitir aos seus gestores condições
mínimas de trabalho, com equipe em número suficiente, estrutura física adequada,
equipe de gestão de informática de prontidão para o atendimento das demandas
das bibliotecas, recursos financeiros destinados anualmente para qualificação e
capacitação dos gestores e equipe de trabalho, assim como também a gratificação
que nada mais vem a ser o atendimento a que estabelece a lei e serve como
forma de reconhecimento devido ao trabalho de tão responsabilidade que é
assumido pelos gestores bibliotecários do sistemoteca da UFCG em todos os seus
campi.

Palavras-chave: Biblioteca universitária – liderança. Liderança bibliotecária. Gestão
bibliotecária – UFCG.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>Liderança bibliotecária na UFCG: análise do sistemoteca da UFCG e as barreiras da execução de seu trabalho de Cajazeiras a Campina Grande</text>
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              <text> Braga, Kilvya Simone de Leão</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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          <name>Type</name>
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              <text> Administração de Biblioteca</text>
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          <name>Description</name>
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              <text>Se atualmente vive-se com facilidades de comunicação quem nem eram sonhadas há apenas trinta anos (nem a televisão era colorida no Brasil daqueles tempos!), num futuro próximo tanto a distância quanto o tempo serão abolidos graças a investimentos brutais em redes de telecomunicações via satélite. Fechar negócios real time com o Japão por teleconferência será um ato banal.</text>
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