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                  <text>123

CDD (18. ed.) 020.711
CDU 378.141:02(81)
ESTÄGIO INTEGRADO: UMA TENTATIVA DE APERFEIÇOAMENTO
ESTÃGIO
Ferníinda Ivo Neves
Ferncnda
Professor Assistente
Departamento de Biblioteconomia
Centro de Artes e Comunicação
UFPE

RESUMO
A moderna concepção de Bibliotecas exige a formação de
profissionais com novas características. Atendendo a esta necessi
dade, o Curso de Biblioteconomia da UFPE implantou um Estagio
Estágio Integrado com a duraçao de um semestre letivo para oferecer ao aluno um melhor embasamento profissional.

1 . INTRODUÇÃO
Durante muitos séculos a Biblioteca foi considera
da como guardia da cultura, sendo sua tarefa mais importante a de
preservar documentos.
Nos últimos anos porém, esta imagem vem se trans
formando de maneira acelerada e a Biblioteca passou a ser encarada sob um novo prisma, a ser considerada um subsistema que inter^
age com outros para atender a uma necessidade social: o conhecimento e a utilização da informação. Ela passou a ser um pélo
polo gera
dor do desenvolvimento cultural da sociedade.
A mudança do caráter da Biblioteca e do papel que
ela deve desempenhar na sociedade requer aà presença de novos profissionais, com mentalidade diferente dos que existiam, anteriormente. Assim sendo, torna-se evidente a necessidade de reformular
a formaçao profissional do bibliotecário.

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ICV |^-■

Alguns estudos vêm
vem sendo feitos no Brasil com a
intenção de modificar o currículo mínimo fixado, em 1962,
pelo
Conselho Federal de Educação e que não mais corresponde ãs neces_
sidades da atual demanda do mercado. Infelizmente, nada foi reaté o momento.
solvido atê
Entretanto, a flexibilidade oferecida pelo siste^
ma de créditos e a organização
organizaçao dos cursos em períodos semestrais
tem permitido algumas modificações no currículo pleno tornando-o
tornando—o
mais próximo das necessidades reais.
0 Colegiado de Curso de Biblioteconomia da UFPE
fez alguns estudos que permitiram modificações no currículo pleno, organizando-o de maneira que possibilitou a introdução,
no
ultimo semestre do curso, de um estágio obrigatório com 375 h.de
último
duração.
duraçao.
studos realizados partiram da evidência
de
Os eestudos
que a educaçao profissional
profi ssional deve incluir, alêm
alem do
conhecimento
especializado acumul
acumulado,
ado, uma experiencia
experiência pratica
prática no ramo escolh^
escolh'
do, visando assegura
assegurarr confiança tanto ao profissional como ao ppii
blico, tendo assim o estudante de biblioteconomia necessidade de
se envolver em trabalhos
traba Ihos práticos antes que venha a se tornar um
dente. Esta êé sua oportunidade de obter uma
profissional indepen
independente.
visão global da biblioteca
bibl ioteca como uma empresa em ação.
açao.
opósito principal deste trabalho êé explanar
0 pr
propósito
o programa de estági
estágioo em operaçao no Curso de Biblioteconomia:o^
Biblioteconomia: o^
jetivos, característ
características
icas das bibliotecas participantes, planos.
2. OBJETIVOS DO ESTÃGIO
Os cursos dados nas escolas de graduaçao têm que
atender necessidades teóricas e como o conhecimento profissional
continua a multiplicar-se, o ensino deve ser complementado com a
inclusão de trabalhos práticos.
Mas os trabalhos práticos devem ser organizados
de modo a se tornarem uma ilustração e ampliaçao do ensino universitário formal e não um fim em si mesmo.

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2.1 Objetivos para o aluno
0 principal objetivo do estágio é dar ao
aluno
uma oportunidade de conhecer uma biblioteca de primeira ordem
e
sua equipe em pleno funcionamento.
Este contacto direto proporciona ao aluno uma pos
sibilidade de pôr
por em prática os processos e técnicas
aprendidos
no correr do curso e de conhecer a administraçao,
administração, os problemas e
as relações da biblioteca com o seu usuário.
Ele deve permitir que o aluno, através de suas o^
servaçoes, possa estabelecer um padrao de conduta profissionalcom
o qual possa comparar-se em anos subseqüentes
subseqUentes e enfatizar as suas
possibilidades de realizaçao profissional.
2.2 Objetivos para as bibliotecas cooperantes
Para as bibliotecas cooperantes foram
lembrados
os seguintes objetivos:
a) ajudar a formar melhores bibliotecários,
contribuindo
com a prática o que nenhuma escola pode oferecer, o que lhe perm^
tirá posteriormente a aquisição
aquisiçao de melhores profissionais.
b) introduzir, de maneira indireta, um treinamento intens^
vo para os chefes de serviços. Este treinamento é feito no momento em que entrando em contacto com o estagiário, o bibliotecário
tem que tomar uma atitude mais crítica
critica do seu trabalho e justificar de maneira racional a metodologia usada.
2.3 Objetivos para o Curso
Conduzir o corpo docente para mais perto dos problemas das bibliotecas e permitir uma verificação do ensino feito
no Curso, suas qualidades e praticabilidade.

3. NORMAS PARA ESCOLHA DAS BIBLIOTECAS PARTICIPANTES
Para escolha das bibliotecas participantes, foram
usados os seguintes critérios:

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a) que a biblioteca fosse importante, em seu tipo;
b) fosse bem organizada;
c) a demanda de serviço fosse pesada e variada para poder
apresentar uma verdadeira vi-sao das possibilidades de
serviços
mantidos nas bibliotecas de igual tipo.
Obedecendo a estes critérios, 3 bibliotecas foram escolhidas: uma biblioteca pública (Biblioteca Pública Est^
dual Presidentie
Presidente Castelo Branco), uma universitária
(Biblioteca
Central da UFPE)
ÜFPE) e uma especializada (Biblioteca do
Instituto
Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais).

ESTÄGIO
4. PLANEJAMENTO DO ESTAGIO
0 estágio foi programado com a duração de 375 ho^
ras, devendo ser cumprido no último período letivo do curso
e
foi designado, pela Comissão Diretora do Departamento, um profe£
profe^
sor para atuar como coordenador.
Para matricular-se, o aluno deve ter obtido
no
mínimo 80% dos créditos totais exigidos para integralização
do
Curso.
Para facilitar o cohtrole,
cotatrole, o estágio foi dividido em 6 etapas, com a seguinte distribuição:
1. Etapa introdutória
75 horas
2. Serviços de seleção e aquisição
75 horas
3. Serviços de catalogação e classificação
80 horas
4. Serviços de referência
referencia e empréstimo
80 horas
5. Serviços especializados (resumos, microfil
magem, audiovisuais, etc.)
80 horas
6. Serviços administrativos
20 horas
4.1 Etapa introdutória
Visa dar ao aluno uma visão da realidade local e
da diversidade de campos de atuação do bib1iotecário.Mostrar-lhe
que, durante o estágio, a função do estudante é a mesma da equipe. Aprender a trabalhar, dia após dia, em qualquer tarefa
que
lhe ée atribuída, agradável
agradavel ou não,
nao, é, em si, uma iniciação
iniciaçao
ao

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trabalho profissional.
A etapa introdutória foi dividida em duas
uma de palestras e outra de visitas.

fases:

4.1.1 Pales
Palestras
tras
Na fase de palestras os alunos tiveram os seguintes esclarecimentos:
a) sobre o estágio em si (feitos pelo Coordenador): objeti
objet^
vos, estrutura, atividades programadas, orientação e supervisão,
meios de avaliação
avaliaçao e trabalhos a apresentar;
b) sobre as bibliotecas participantes do programa
(pelos
respectivos diretores), dando-lhes uma visão global das mesmas e
explicando como os departamentos e setores interdependem uns dos
outros..
outros
■
Cada palestra era seguida de um debate onde os alunos levantavam todos os problemas que encontravam quanto
ao
funcionamento do estágio e suas relações com as Bibliotecas cooperantes. Os problemas gerados pela falta de entendimento do que
se pretendia foram superados com novas explicações. Algumas obje^
çoes, realmente validas,
válidas, foram estudadas e aproveitadas na
implantação do programa.
4.1.2 Visitas
■
A fase de visitas foi preparada com a finalidade
de permitir o contacto do aluno com todas as Bibliotecas partic^
partici
pantes, uma vez que ele iria permanecer, para execução das
demais etapas, em uma Biblioteca determinada, conforme sua
escolha.
4.2 Etapas técnicas
Após
Apos as visitas, a turma foi dividida em equipes
e recebeu o cronograma de cumprimento das demais etapas.
Para estas etapas, foram preparados Manuais
de
Procedimento onde se procurou enfatizar e encorajar hábitos
de
trabalho, de questionar e investigar problemas de bibliotecas e

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desenvolver a capacidade de decidir.
Cada Manual continha as seguintes informações: o^
jeüivos, comportamento de saída, procedimentos, bibliografia.
jet-ivos,
bibliografia.A fixação de objetivos específicos para cada etapa visou motivar melhor o aluno para o,
o trabalho. No comportame^
comportamet»
to de saída foram enunciadas as condições que seriam exigidas ao
término da etapa. Os procedimentos apresentavam alternativas para que o estagiário pudesse atingir todos os comportamentos
de
saída exigidos. A bibliografia foi apresentada como ponto de apoio, para que o aluno ao desenvolver o seu trabalho tivesse po£
pos^
sibilidade de enriquecer os seus conhecimentos.

5. ACOMPANHAMENTO DO ESTÃGIO
Uma supervisão correta é um dos elementos mais im
portantes de um
um'estágio
estágio bem sucedido. Isto não significa uma supervisão asfixiante, pois o estagiário deve ser encorajado a de^
senvolver sua iniciativa enquanto cresce em confiança.
0 aluno éI supervisionado e avaliado pelo Curso e
pela Biblioteca Cooperante.
5.1 Acompanhamento pelo Curso
0 professor coordenador encarregou-se da implant^
çao da infra-estrutura necessária ãs atividades sob sua responsa^
response
bilidade, tais como: planejamento didático, formas de controle e
avaliaçao do estágio e redaçao dos manuais.
avaliação
0 acompanhamento foi feito através de
contactos
permanentes com os alunos e com o bibliotecário supervisor, obje^
tivando o intercâmbio permanente de informações sobre a realização de cada etapa e esclarecer dúvidas quanto ao fiel cumprimento dos manuais. A avaliaçao foi feita com a análise dos
relat^
relat£
rios dos alunos e de fichas preenchidas pelos bibliotecários nas
quais eram anotadas informações sobre o desempenho do aluno nas
tarefas técnicas, relacionamento com a equipe, interesse por novos serviços etc. e que possibilitam o estabelecimento de concei^
concei
tos .

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Acompanhamento pela Biblioteca Cooperante
5.2 Acoinpanhaincnto
No correr do estágio o aluno trabalhou sob a supervisão imediata de vários membros da equipe da Biblioteca. Ca^
da um desses bibliotecários supervisores avaliou a qualidade do
trabalho do estagiário sob sua responsabilidade na ficha prepara^
da pelo Curso.
5.3 Avaliaçao final
A avaliação final para obtenção de notas que irão
constar do histórico escolar do aluno foi procedida pela:
a) análise dos relatórios dos alunos sobre a execução das
tarefas de cada etapa. Nesta análise serviram como parâmetros os
comportamentos de saída, exigidos nos manuais. Para cada comportamento de saída, foi atribuído um coeficiente que permitiu uma
avaliação criteriosa e igual para todos os alunos;
b) análise das fichas de avaliação parcial apresentada pelo bibliotecário orientador de cada etapa;
c) análise do relatório final apresentado pelo aluno, onde
e feito uma apreciaçao geral do estagio.

6. CONCLUSÕES
Os objetivos estabelecidos para a execução do pr£
pro^
grama foram atingidos satisfatoriamente, sendo necessário apenas
alguns ajustes para que este grau de satisfaçao seja maior.
Embora o estagiário trabalhe sob a supervisão ime^
im£
diata de vários membros da equipe da Bibliotecá,
Biblioteca, mudando
cada
desi£
vez que muda de um serviço para outro, faz-se necessário a desig^
naçao de um supervisor geral.
Antes do início das atividades um bibliotecário de^
ve ser designado pelo chefe da Biblioteca para esta função. Ele
será o elemento de ligação
ligaçao entre o professor coordenador e a Biblioteca. Caberá aos dois, de comum acordo, solucionar os proble^
mas surgidos no decorrer do estágio, evitando que haja prejuízo
para os estudantes no seu aprendizado ou para a Biblioteca
em

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suas rotinas. Muito do sucesso do estágio dependerá do bom
tendimento entre estes dois elementos.

en-

6.1 Do ponto de vista do aluno
Os estudantes foram sempre encorajados a apresen
tar, nos seus relatórios, uma avaliação franca de sua experiência. Todos aprovaram o programa considerando que lhe
permitiu
adquirir uma visão mais objetiva e correta dos ensinamentos recebidos no decorrer do curso, possibilitando uma valorização da
sua instrução.
As sugestões apresentadas foram muito desiguais,
o que se justifica pelo fato de alguns estudantes nunca
terem
freqüentado biblioteca antes do seu ingresso na
Universidade.
Mesmo assim, muitas críticas
criticas apresentadas foram justas e mostra^
ram a capacidade dos alunos de detectar problemas embora
nem
sempre soubessem encontrar a melhor solução.
A grande maioria dos alunos sugeriu que a duraçao do estagio
ção
estágio fosse ampliada, permitindo uma melhor e mais pro
pro^
funda observação de cada um dos serviços da Biblioteca.
6.2 Do ponto de vista das bibliotecas cooperantes
Inicialmente, alguns bibliotecários ao
tomarem
conhecimento do programa de estágio o criticaram sob a alegaçao
alegação
de que era difícil a sua realizaçao, levando-se em conta
os
constantes problemas de recursos humanos e econômicos com
que
se debatem as nossas bibliotecas. 0 correr dos fatos veio provar que a critica era infundada, desde que a flexibilidade
da
programaçao permitiu a superaçao dos obstáculos surgidos e o en
tusiasmo dos alunos fez com que eles se integrassem nas equipes
nao se constituindo em entraves ã realização das rotinas,
mas
em mao-de-obra auxiliar.
Em geral, os estudantes foram avaliados de mane^
ra mais benevolente pelas bibliotecas do que tinham sido pelos
professores do Curso.
Muitos bibliotecários acharam possível aumentar
o número de estagiários sob sua responsabilidade, nos próximos

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períodos.
6.3 Do ponto de vista do Curso
Faz-se necessário programar para os próximos
proximos estágios algumas reuniões durante o período, entre o corpo docente e os alunos para troca de idéias e sugestões, a fim de haver
reavaliaçao do enum maior entrosamento que possibilitaria uma reavaliação
sino, por parte dos professores.

7. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
7.1 ASSUNÇÃO, Jandira Batista de S8 FIÚZA, Marysia Malheiros. Reformulação do currículo do Curso da
Escola
de Biblioteconomia da UFMG. Revista da Escola
de
Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, ^(2):21833, sset.
et. 19
1974.
74.
7.2 CESARINO, Maria Augusta da NÕbrega.
NÓbrega. 0 ensino da bibli£
teconomia: um currículo a ser mudado. Revista
t.economia:
da
Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte,
^(1):43-59, mar. 1973.
7.3 DAVINSON, Donald. Trabajo de una gran escuela de
bib1iotecologia
b 1 iotecologia con funciones múltiplas. Boletin
de
la UNESCO para Ias Bibliotecas, Paris, 30(3) :157-60,
mar. 1976.
7.4 FIGUEIREDO, Nice. Currículo de Biblioteconomia:
uma
questão de mudança de orientação. In: CONGRESSO BRA
SILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. 9. Porto
Alegre, 1977, Anais. Porto Alegre, 1977. v. 2,p.
258-63.

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7.5 MATTOS, Maria Antonia Ribas Pinke Belfort de. Educação
para a biblioteconomia a nível de graduação no Brasil, In;
In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E
DOCUMENTAÇÃO. 9. Porto Alegre, 1977. Anais.
Porto
Alegre, 1977. v. 1, p. 158-181.

ABSTRACT
A new way of preparing professional staff for libraries is
needed in face of the new conception of libraries. To meet
that need the "Curso de Biblioteconomia da UFPE" has a
program of practical work during a school term, giving the
students a more sound professional formation.

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Documentação&#13;
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              <text> Biblioteconomia (estudo e ensino)</text>
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              <text>A moderna concepção de Bibliotecas exige a formação de profissionais com novas características. Atendendo a esta necessidade, o Curso de Biblioteconomia da UFPE implantou um Estágio Integrado com a duração de um semestre letivo para oferecer ao aluno um melhor embasamento profissional.</text>
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