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                  <text>177

A FORMAÇÃO DOS USUÃRIOS NO MEIO UNIVERSITÁRIO: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
(1974-1978)
CDD

028.7

CDU

028:027.7

AH-TIN AH-TON*
Bibliotecária
DENISE HAUSER VALÉRIO*
VALÊRIO*
Bibliotecária CRB-9/192

RESUMO;
RESUMO:

Atualizaçao de um artigo de revisão publicado em 1974, por Alban Daumas
Bibliothèques de France, sobre a formação do usuário de bino Bulletin des Bjbliothèques
bliotecas no meio universitário. Analisa-se aqui, os artigos publicados de
1974 até meados de 1.978, enfocando aspectos deste ensino nos diferentes ancs
do curriculum universitário: orientação para os calouros e a formação biblÍ£
biblio^
gráfica propriamente dita para os bacharelandos, doutorandos e pesquisadores.
Finalmente, destaca-se os principais pontos a considerar no planejamento de
um programa de formação, visando preparar os leitores para um melhor uso de
bibliotecas e centros de documentação.

*•k
As autoras participaram do curso da "Ecole Nationale Superieure des
Bibliothèques" em Lyon (França) em 1978, tendo obtido o "Diplome
Superieur des Bibliothèques". Curso que deu origem a este trabalho.

Digitalizado
gentilmente por:

�178
Como as bibliotecas em geral e as brasileiras, em particular, sofrem com
sérias restrições orçamentárias e devem formular sua pdítica
pditica de prioridades,
torna-se indispensável refletir sobre os meios de aumentar sua eficácia, permanecendo fiel ãs suas funções essenciais. A formação
formaçao dos usuários para a uü
ud
lizaçao de bibliotecas é um assunto em pauta desde muitos anos e ié interessa^
interessan
te saber qual ié esta formaçao, onde é realizada, por quem e para quem ela
e
dirigida. A pesquisa foi deliberadamente limitada ao meio universitário onde
este tipo de formaçao tem sido mais desenvolvido.
referências foi assinalada através da consulta ao
Uma literatura de 63 referências^
Bulletin Signalétique du Centre National de la Recherche Scientifique (C.KRS.) ,
Section 101, e pda
pàa interrogação cb’^tograme
do^^tograme Applique
Appliqué ã la Selection
Sélection et ã
la
Compilation Automatiques de la Littérature" (PASCAL). Entretanto os artigos
sao na sua maioria teóricos nao
são
não indo muito além de recomendações e conselhos.
M.B.Stevenson diz, a respeito desse tipo de literatura, que se tem a impressão
de já ter lido os textos há alguns anos, pois não apresentam grandes novidades. 26 Quanto aos autores que relatam suas experiências práticas, embora
quase todos contem o mesmo, as informações variam conforme os países, estabelecimentos e até disciplinas de uma mesma universidade. Além disso certos a£
tigos se referem a uma disciplina numa instituição precisa de um pais determ^
determi^
nado, o que parece significar que esta formação
formaçao não
nao é válida para todo o pais.
Esta diversidade de aspectos obrigou o uso de quadros e tabelas para analisar
a literatura e reunir as tendências gerais.
0 ponto de partida deste estudo foi o artigo de Alban Daumas, publicado
em 1974 e que atualiza o assunto até esta data. Julgando interessante atuali
an
atuaK
za-lo a fim de ver o que foi feito desde então, esta pesquisa teve por base
os artigos que surgiram entre 1974 e 1978. Mas para estudo e análise do a£
sunto foi preciso selecionar os documentos. Escolheu-se sobre tudo os periódicos mais acessíveis para as autoras, ou seja, os encontrados na biblioteca
da Ecole Nationale Supérieure de Bibliothêques e nas bibliotecas universitárias de Lyon (França). A barreira linguística impossibilitou a análise dos
artigos russos, alemaes
alemães e finlandeses. Teria sido interessante desenvolver
entre os métodos de ensino utilizados, o aspecto "auxilio automatizado". Mas
por falta de tempo e não
nao por ausência de literatura, abandonou-se este capícapitulo da análise.
Segundo o que foi lido, uma primeira constataçao se impoe: é o meio cien
tifico, técnico e médico que empenha mais esforços neste tipo de formação.
tífico,
Porém isto é compreensível era
em virtude da quantidade de documentos que deve
ser dominada nestes campos. Quantidade cujo crescimento, embora sinal de v^
talidade, inquieta os membros das comunidades técnica e cientifica.
científica. Em ciên
cias humanas a necessidade de um ensino para o uso dos recursos de uma biblio_
bibli£
teca nao é tao premente, talvez porque o trabalho de base seja feito em texDigitalizado
gentílmente por:

11

12
12

13
13

14
14

�179
tos e os
OS estudantes sejam automaticamente levados ã frequentar a biblioteca
universitária. Michel Butor diz que a universidade é antes de tudo uma biblioteca, em torno da qual existe um certo número de pessoas que ensinam os
U4 A biblioteca e portanto o centro dos estudos un^
outros como utiliza-la.
utxliza-la.
utilização dos seus recursos aparece como indispensável não
versitários e a utilizaçio
só aos estudantes mas a todos os que participam do mundo universitário, isto
é,
i, professores e bibliotecários. Entretanto em todos os domínios, cientif^
científ^
CO ou literário, a formaçao está longe de atender aos mínimos requisitos de
uma formação ideal atualmente, (ü- p. 17 ). Existe muito a ser feito e
a questão deve ser reconsiderada a fundo em certos países. É preciso bus,car
car na raiz dos problemas para tentar descobrir o que impediu até o presente o desenvolvimento deste tipo de aprendizado, sendo que talvez alí esteja
a solução.
soluçqo.

PONTO DE PARTIDA DO TRABALHO: UM ARTIGO DE ALBAN DAUMAS®
DAUMAS^
Na revisão bibliográfica apresentada em 1974 sobre a formação do usuário, A. Daumas partiu da constataçao que este problema esta
está na ordem do dia
desde há vários anos e que os bibliotecários conscientizaram-se que esta fo£
for^
maçao éi uma das condiçoes para uma melhor exploração das bibliotecas e dos
organismos de documentação.^
Este trabalho visa a atualizaçao
atualização do citado artigo até meados de 1978.
Nao foi seguido o mesmo plano de Daumas que falou da formaçao pais por pais.
Aqui o problema foi estudado a partir das suas conclusões, ou seja: que esta orientação nas universidades já existe em vários países e em diferentes
níveis. A.Daumas ressalta que nas escolas de biblioteconomia e documentaçac^
maior atenção deve ser dada ao papel de orientador, de formador de usuários
que devem ter os profissionais da informação, além de já disporem de certas
qualidades: elevado nível de conhecimentos, interesse, paciência, tenacidade, personalidade, clareza de expressão. Os responsáveis por estas escolas
devem insistir ninna
numa metodologia da pesquisa e na importância do conhecimento do usuário pois é importante conhecer sua psicologia, seu nível de instrução, sua mentalidade, suas necessidades presentes e prováveis num futuro
próximo. Importante é também poder separá-los em categorias definidas.
As
bibliotecas e centros de documentação além de manuais de orientação bibliográfica e metodologia documentaria, devem ter locais que se prestem aos tra^
tr£
balhos práticos. A formação bibliográfica deve beneficiar do apoio dos pr£
pro^
ensina^
fessores e poderes públicos e começar desde a escola primária ou do ensina»
secundário. Na França um passo já foi dado neste sentido pela criaçao de
vagas para encarregados do serviço de documentação e informação do segundo
grau.
cm

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II

12

13

1

�180
Os programas de formação de usuários variam conforme são organizados em
universidades ou instituições especializadas, sendo então, mais gerais ou mais
específicos. Na maioria das vezes não
nao passamde exposições feitas no fim de ou
tro curso ou conferência cientifica e técnica. Deveriam sempre ser seguidostfe
seguidos tfe
trabalhos práticos.
Os principais pontos do programa de formaçao
formação devem enfatizar: necessidade
de informação científica e técnica no país interessado e no mundo inteiro, características gerais, importância e tipos de fontes de informação, organização
dos sistemas documentários e de redes de bibliotecas em nível nacional e inter
nacional, instrumentos de busca da informação (catálogos, fichários, bibliogr£
bibliogra
fias, periódicos, boletins, etc.), sistemas de classificação, técnicas modernas
de tratamento e recuperação da informação, tipos de trabalhos de documentação
(análise e estudos documentários) e as tendências da evolução da informação e
da documentação.
Tanto estudantes quanto bibliotecários frequentemente se queixam de insuficiência no acervo das bibliotecas. A. Daumas está convencido de que se os
acervos fossem melhor utilizados e explorados, eles seriam suficientes.

FORMAÇÃO DOS USUÃRIOS NO MEIO UNIVERSITÁRIO SEGUNDO OS ARTIGOS PUBLICADOS ENTRE
1974 e 1978.
A formação dos usuários de biblioteca universitária se faz geralmente em
três níveis:
j,jv.-.1. ^ ^
X.vjj, ingressar
•
cijjl , 5,8,9,10,21,23,
- para os debutantes
que acabam
de
na cujl
faculdade
26,29.
►
j ano e bacharelandos
vu-ij
1.3,5,8,9,10,17,19,21,
1,3,5,8,9,10,17,19,21,
- para os estudantes
de segundo
»»»»» » » » »
23,26.
.11 •* 3 ’* 5 •» 8 »* 9 &gt;»
- para os posgraduados
que preparam doutorado e os pesquisadores
10,17,19,21,22,23,26,28.
Os debutantes: a orientação
Para os calouros a formaçao é feita sob forma de orientação. Varia confor
estabelecimentos , mas em geral compoe-se de uma introdução ã biblioteca
me os estabelecimentos,
que serve para localizá-la fisicamente, tornar conhecido seu acervo em linhas
rais, sua disposição, seu pessoal, os serviços oferecidos e explicações
sobre
os catálogos e a classificação. Introdução esta que pode ser feita de diferentes
maneiras:
- visita ã biblioteca, acompanhada ou individual.
A visita guiada se faz em pequenos grupos sob a direção seja de um professor, oo
mo na secçao de ciências e letras da Biblioteca Interuniversitária de Gr^’Grf’- ble
(França), seja de um bibliotecário como comumente na ^nglaterra , e na AiblioàiblioDigitalizado
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Scan
Sys

ii
ll

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14

�181
31
teca Universitária de Lavai (Quebec) , seja
sejd de um membro pessoal da biblio- . 10
teca, como na Suecia
Suicia^*^.
As opinioes
opiniões estão divididas sobre este método. Pode oferecer vantagens
se colocada antes de uma conferência ou palestra, tornando os estudantes mais
receptivos ãs explicações do formador; se colocada depois pode servir de iliB
ilis
tração ã conferência.
conferência, Mas segundo Nancy^^Hlbrant^*^
Nancy FjJMlbrant^^ ela apresenta mais desvantagens a considerar: o guia não ê sempre um bibliotecário ou se ê, não ê
sempre que está bem preparado. Além do mais, estas visitas são feitas quando os estudantes não estão motivados para o uso da biblioteca, pouco partic_i
partic^
pando da aprendizagem e seguindo passivamente as diferentes fases da apresen
apreseti
tação. Na terceira ou quarta parte da visita, a maioria não escuta mais.
Do ponto de vista administrativo, estas visitas exigem muito tempo do pessoal
da biblioteca.
Na América do Norte e Inglaterra estão usando cada vez mais a televisão
e video tapes para substituir estas visitas. Alguns bibliotecários acham qie
— ã biblioteca 26
se trata do melhor meio de introdução
A visita individual é feita sobretudo com auxilio de material auto educativo: sinalizações visuais (coloridas de preferência), como an
em muitas bibli£
biblio
.
.
22
tecas universitárias de Lyon^;
Lyon . ; guias impressos, como na Faculdade de Arte da
.
de New York em Stony Brook21 , nas bibliotecas universitárias
State University
23
.
1•
inglesas em geral e na Faculdade de Medicina de Clermond-Ferrand (França) ’
21
.
~
, .
~
guias gravados (audiotapes)
e as informações dadas no proprio balcao de
~ como na maioria
. . das bibliotecas
. .
1 ’ 22
informações
- Material auto educativo.
Aparece como um método válido para ajudar os novos usuários pois permite que
procedam a seu próprio ritmo. Todavia é insuficiente se naõ for completado
por uma conferência ou visita guiada por um especialista. ÊÉ importante esc£
esco
lher o momento mais propicio para distribuir os guias impressos aos estudantes. Nunca no início do ano letivo, pois os estudantes recebem muitos documentos neste período e nao leem então tais guias. A biblioteca Universitária
de Chalmers (Suécia) distribui apenas uma folha sobre a biblioteca,sendo que
um guia ilustrado é entregue algumas semanas mais tarde. Ao planejar um guÊ
guia
o bibliotecário deve ter sempre o usuário em mente, evitando assim os jargos
profissionais. Além do mais ele deve ser pequeno,
pequeno,sintético
sintético e atraente^*^. Uma
comparaçao de oito guias de bibliotecas australianas, neozelandêsas e inglêccmparaçao
sas, mostrou que a maioria deles são medíocres do ponto de vista desenho e t^
pografia. Apresentam erros bibliográficos, de indexação e assuntos vagos.
Por outro lado, nos Estados Unidos estes guias são
sao mais leves, personalizadís
personalizadjs
.
26
e humorísticos^^.
humorísticos

cm

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�s—
r
182
- Formação individual.
A formação individual no balcão de informações é considerada dos melhores m£
. todos para a orientação. Ê um atendimento personalizado, eficaz porque o estudante está motivado. Ele participa ativamente no processo de aprendizagem,
recebendo a informação de um profissional. Entretanto esta imagem nao coinci^
coinc^
de sempre com a realidade: fadiga do bibliotecário após muitas perguntas, timidez dos estudantes, a informação do bibliotecário responde um problema preciso do estudante e não todos ,os
os outros problemas não
nao formulados que o estudbn
estudan
...tenha
t, 10
te
- Conferências ou cursos.
Eles são um outro método bastante usado, sobretudo para grandes grupos como na
—
~
Suécia, na Biblioteca da Universidade Técnica
de Chalmers 8 ; algumas vezes são
.23
obrigatorios como na Alemanha e na Gra-Bretanha em Sheffield ; nos Estados
21
b£
Unidos, na Faculdade de Arte de Stony Brook ; na França, na Biblioteca de L£
tras de Grenoble e na Escola Superior de Comércio e Administração de Empresas
(E.S.C.A.E.) em Marseille Luminy, onde o bibliotecário primeiro atrai os estu^
estu
audiovisuais são frequentemen^
dantes com um curso de leitura dinâmica. Meios audbvisuais
frequentemen
sao muito empregados na Su^
Sué^
te usados para ilustrá-los. Filmes e video tapes são
cia^*^. Estados Unidos^^, mas pouco usados na Grã-Bretanha onde os slides sao
cia^^.
mais populares 26 , salvo em casos isolados como na Universidade de Liechester.
Entre as vantagens das conferências ou cursos, inclui-se o fato de ofer£
ofere^
cerem uma visão geral da biblioteca e para suscitar o interêsse. Podem também ser aplicados em auditórios de diferentes tamanhos. No que concerne os
incovenientes, as conferências dificilmente permitem um diálogo entre professor e alunos, e estes últimos raramente acompanham a elocução do professor,
motivo pelo qual este método foi criticado pelo estudantes^? Torna-se necessária a distribuição de folhetos após a conferência.
É importante frisar que os métodos de introdução ã biblioteca sao frequentemente combinados na maior parte das instituições, por exemplo: conferên
conferen
.
19,23
cias, guias, visitas
- Meios audio-visuais.
Têm a vantagem de poder reproduzir uma situação real que pode ser util:
- para introduzir um estudo de caso mostrando o comportamento do novo aluno
chegando na biblioteca. Isto provoca nos espectadores uma conscientização pe^
. ~ de situações
.
- 20 ;
-20
lo jogo de transposição
- para que o pessoal da biblioteca que não está em contacto com os usuários se
_
20
de- conta do comportamento destes 20
Os video-tapes podem ser apresentados em sistemas de televisão internos, utilizando os melhores professores disponíveis. Como material gravado, podem ser
usados muitas vezes e para auditórios de diferentes tamanhos proporcionando
• de pessoal 21 e coiqpensando
economia
compensando o custo do sistema.

cm

1
i

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ujyjj II

�183
As opiniões
opinioes divergem quanto ao melhor momento para ser dada esta orientação. Em geral ela é feita durante as primeiras semanas do ano letivo^*^.
letivo^^.
Este momento é talvez inadequado porque o estudante luta para se adaptar ã
vida universitária e tem outras preocupações do que biblioteca,
bibEoteca, que, no come^
comje
ço do ano tem uma vaga conexão com os estudos^^’.
estudos^*^’. Por isso, certas bibli£
tecas universitárias na Grã-Bretanha preferem organizar as sessões de introdução mais tarde durante o ano, quando os estudantes já experimentarem alguns
problemas no uso da biblioteca 26
Entretanto nesta primeira orientação ao calouro tudo áé variável;
não
há programa modelo: nem para o momento que dever ser aplicado, nem para o cm
teúdo, nem para forma e duraçao. Quanto ã duraçao, pode ir de dez minutos ã
~ demeia hora ou mais 26 . No que concerne os métodos, a escolha e apreciação
pende dos indivíduos. Hills afirma que o melhor é aquele que prende mais aü
vamente os sentidos do aluno^
aluno^, por exemplo, os audio visuais.Mas segundo
a enquete de A. Lanet, 48% dos estudantes interpelados em oito bibliotecas
universitárias de Lyon, preferem as sinalizações visuais, enquanto que apenas
. visuais
.
22
5% apreciam as conferências
ilustradas por meios audio
Library Orientation Instruction Exchange (LOEX) propõe entre outros, os
mesmos pontos correntemente usados na orientação dos calouros: visitas, guias
impressos, apresentações audio visuais^^.
Na Universidade de Lieges
Lièges (Bélgica) esta orientação corresponde ao nível
geral dos estudantes de segundo ciclo 19 . Na Biblioteca Universitária de Lavai
.
- Letras da Biblioteca
. .
.
(Quebec) 29 e em Montpelier
(Secçao
Inter universitária),
esta introdução é orientada para especialização do aluno de primeiro ano.

ESTUDANTES DO SEGUNDO E TERCEIRO CICLO: A FORMAÇÃO BIBLIOGRÁFICA
Esta formação bibliográfica consiste sobretudo numa introdução geral p£
ra o segundo nível e uma formaçaoimis
formaçao nais especializada para o terceiro ciclo,
em geral 23 , na KSHA.E.
como na Universidade de Leichester 3 , na Gra-Bretanha
E.SC.A.E.
Marseille-Luminy^.
Da mesma forma que para a orientação, seu conteúdo varia de um país a
outro, de um estabelecí
■r a outro e mesmo de uma disciplina outra numa
mesma escola 26 ’ 3 . Além do mais, numa mesma disciplina as necessidades variam
ao correr dos anos. Na Inglaterra, a formação bibliográfica é destinada ao
segundo nível mais do que ao terceiro, e aos estudantes em ciências e técni^
técni_
cas mais do que em ciências humanas. Esta formação se compõe principalmente de uma apresentaçao das fontes documentárias (literatura primária,
primaria, secun
dária, terciária), das redes de ihformaçao
informação (organismos de documentação), dos
principais instrumentos de referencia (seleção de bibliografias) e explica-

cm

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14

�184
necessidades das disciplinas, opçoes
opções suplementares são anexadas ao programa
tais como: conhecimento e redação de resumos, patentes, publicações oficiais...
oficiais.
...e pesquisa documentaria automatizada (SDI, sistema em conversacional) ’
29.
Em geral o ensino bibliográfico é feito da seguinte maneira: conferên. cias, seminários,
trabalhos dirigidos3 ’ 14 introduzem a literatura do assunto ilustrada com audio visual. Isto prepara o usuário para os trabalhos piá
prâ
19
5
ticos que vem em seguida, como na Bélgica e na França . A ajuda individual
e a instrução pogranach
pDgranach sao
são também métodos aplicados nesta fase da formação.
- Conferências.
Sao um meio adequado só
sõ para uma introdução geral e não para a formação bibliográfica propriamente dita, pois seriam então um catálogo enumerativo de
- . bibliográficas.
referencias
Em Leichester3 e em Clermond Ferrand 1 , folhetos
são distribuídos após as conferências.
- Seminários.
Constituem uma outra tendência
tendencia para o ensino de pesquisa bibliográfica. Nos
Estados Unidos, na Faculdade de Arte de New York, estes seminários têm lugar
~ obrinum setor apropriado da biblioteca 21 . Na Inglaterra, em SMfield,
Sláfield, sao
- . 26
gatorlos
gatorios
- Meios audio visuais.
Os mais usados sao os slides sonoros (tape slides), como nas bibliotecas Un^
. suecas
■
8,10 e britanicas
.
17 , os video
. , tapes como em Lieges
,Lièges na Belversitárias
versitarias
br itânicas^^,
Bél19
.
.
5
gica os retro projetores como em Marseille-Luminy, na França . A Standing
Conference on National and University Libraries (SCONUL) coordena a produção
de slides sonoros para bibliotecas e suas fontes. Podem ser empregados para
formaçao dos leitores em todos os níveis, mas mais particularmente para o en
sino bibliográfico. Introduction to information retrieval e Güide to the use
siro
of literature in medicine and related subjects sao
são exemplos deste tipo de ma
m£
terial, usados na Suécia, secçao biomédica de Gothenburg. 0 segundo exemplo
feriai,
mostra que SCONUL prepara programas para disciplinas bem distintas e definidas 10,17
Os estudantes apreciam os slides sonoros porque têm efeito pedagógico
imediato. Segundo uma avaliaçao
avaliação de um destes programas: Guide to abstracting
and indexing Services,
services, mencionada num artigo de Nancy FjSllbrant^^,
Fjällbrant^^, ,90%
90% dos
alunos afirmam que este tipo de apresentação
apresentaçao lhes agradou e 80% achou útil.
Este é um instrumento pedagógico ideal para comunicar o tipo de informação
que se quer numa orientação bibliográfica, por exemplo: extratos de livros
de referência^^. Apresenta também outras vantagens:

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♦

�185
-flexibilidade: pode ser usado tanto para ensino de grupo como para ajuda in
vidual;
disponibilidade constante: o usuário pode se servir sem a presença do bibliotecário, cada vez que achar necessário;
- simplicidade e facilidade de emprego e conservação;
- baixo custo de produção, sobretudo se preparado pelos próprios bibliotecários ;
- fácil atualização;
- possibilidade de mostrar as cores dos livros, permitindo ao estudante idai
tificá-los mais facilmente.
Os slides sonoros sao um método eficaz porque reúnem os sentidos auditivo e
visual^^. Conforme a enquete de N. FJÂlbrant
FJSlbfant em 197A,
1974, aproximadamente a metade de cinquenta e três universidade britânicas usa os meios audio visuais
e o emprego de slides sonoros aumentou^^.
Os dois outrosmeios de audio visuais, video tapes e retro-projetores têm o
incoveniente de serem caros. Além do mais o video tape êé dispensável nesta
etapa da formação pois o movimento não éi essencial para compreensão do ens^
no bibliográfico.
- Trabalhos práticos.
Compreendem a maior parte desta formaçao
formação pois o aluno pode colocar em prati^
práti^
ca o que aprendeu nas aulas teóricas, manipular o material de referência e
fazer uma pesquisa documentária na sua disciplina ou assunto de pesquisa.
0 uso inteligente dos recursos de uma biblioteca Óe uma habilidade que deve
ser adquirida pela prática e nao
não em cursos magistrais. Além
Alem disso o usuário
participa ativamente nos processos de aprendizagem através dos trabalhos pm
ticos; ele tem um problema em relação com seus estudos e ele o resolve por
que está motivado. Estes são exercícios que usam sua compreensão provocandí
provocando
uma retroação (feedback) porque o usuário assite aos seus próprios passos ,
- •
ij j
suas próprias
dificuldades
e seus progressos. A motivaçao aumenta 10,17,29
3 23 26
Os trabalhos práticos são empregados sobretudo na Inglaterra ’ ’ , na Bé_l
Bél^
19
X9
21 2A 31
1
gica , nos Estados Unidos ’ ’ , na França, em Clermont-Ferrand , na FaSué^
culdade de Letras e de Ciências de Grenoble e em Marseille-Luminy^ e na Su^
.
10
cia
Os seminários organizados pela National Lending Library sobre o uso da
documentação
entaçao em ciências naturais,
natura
medicina e ciências sociais têm
tem também va^
v^
10,17
lorizado os trabalhos práticos^^’^^.
práticos^
Auxílio individual.
- Auxilio
Embora apropriado para esta formação tem um inconveniente: há muitos estuc’.
estuda^
m
.17
,17
^ A Cl A
a1
era/^m irol
01
ooi-a
a ra^.an nn-rmip
r»nT*niiP
cm

1

2

3

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gentilmente

II
11

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12

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13

14
14

�186
os guias bibliográficos impressos sejam bastante usados na Inglaterra onde N.
Fjällbrant assinala que 58% das bibliotecas universitárias se servem. A infcr
FjHllbrant
infor
mação impressa sob forma de guia tem a vantagem de estar disponível quando o
leitor tem necessidade e uma demonstração visual pode ser anexada por meio de
desenhos ou figuras^^. Na Grã-Bretanha encontramos ®is
seis tipos de guias:
-Guias para fontes específicas, como o Chemical Abstracts;
-Guias para literatura de uma disciplina particular;
-Guias para orientação das técnicas usadas para redação
redaçao de dissertações, teses
relatórios...;;
relatórios...
-Guias para tipos específicos de serviços "abstracting and indexing Services";
services";
-Guias para diferentes gêneros de documentos conD
cono as publicações oficiais;
^
j Leitor
T •
26
-Guias
do
Para evitar duplicação de esforços , a British Library Lending Division
conserva uma coleção destes guias colocando-os ã disposição das bibliotecas in
teressadas^^. Na secção biomêdioa
biomédioa da Biblioteca Inter Universitária de Lyon
(França) um guia impresso: A pesquisa bibliográfica para uma tese de medicina,
de Annie Gachon, bibliotecária chefe da seção, foi publicado em 1974 e reeditado em 1975^^.
1975 . EÉ preciso frisar que na França há poucos manuais ou guias b^
bliográficos, mas nos últimos anos apareceram as obras de H.Desvals: Comment
organiser sa docimientation
documentatíon scientifique, 1975; de Jasques Archimbaud, bibliote^
cario na seção de Clermont Ferrand: Introduction ã la bibliographie; e Guide
pratique des etudes médicales,
midicales, de Jasques Herant, 1976.
-Instrução programada.
Pode ser realizada por uma variedade de métodos: livro, projeção automática de
slides e auxílio do computador (Computer
(computer - assisted instruction, C.A.I.).
ÉE
um bom método porque reune os quatro fatores,que,
fatores que, segundo Hills^^, garantem a
eficácia do ensino:
- Compreensão, o usuário trabalha a seu próprio ritmo;
- Atividade;
- Retroação (feedback);
- Motivação.
Motivaçao.
Entretanto a instrução programada isola os alunos, o que é bom para os in
trovertidos, mas incomoda os extrovertidos que precisam da companhia e da concorrência de uma classe para progredir. A Ohio State University, a Denver
University e a Illinois University adotam o C.A.I.^^’^^.
C.A.I.^*^’^^. Segundo uma comparaçao entre os estudantes que seguiram este tipo de formaçao e os que tiveram
tiveram- os
métodos tradicionais, nao foi notada diferença nos conhecimentos. Hã vantagens
na combinação de instrução programada e trabalhos práticos^^.
~ na Inglaterra ela varia de uma
No que concerne a duraçao,
duração,
ima a trinta horas 26
e na Universidade de Leicester, por exemplo, em Licença de Comércio, ela dura

cm

2

3

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11

12

13

14

�187
só três horas; nos Estados Unidos, na Universidade de Medicina de Carolina do
Sul, dura oito horas 24 ; na Universidade Duke, Carolina do Norte, vinte horas
- sao
~ consagradas aos estudantes de enfermagem31 ; na Bélgica,
de formaçao
na
.
.
.19
Universidade de Lieges, ha um curso de quinze horas
e na Alemanha, os estudantes tem de dez a quinze horas-aula 23
formaçao, recai quase sempre antes de um trabalho (È
(i
Quanto ao momento da formação,
pesquisa no terceiro e quarto ano de faculdade, quando a motivação é mais forte e a necessidade imediata. Todavia, a variedade sendo uma das'
das principais
características da formação
formaçao dos usuários, no segundo ano de Licença em Ciências
Químicas da Universidade de Leicester, os alunos já são preparados para o trabalho de pesquisa do quarto ano ou para futura vida profissional nas industrias3

PLANEJAMENTO DE UM PROGRAMA DE FORMAÇAO
FORMAÇÃO DOS USUÁRIOS DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁ
UNIVERSITÃ
RIAS
Comparando-se o artigo de A.Daumas que trata da formação atê
até 1974 e os ar_
ar^
tigos publicados de 1974 a 1978 que foram aqui analisados, êé preciso dizer que:
- Daumas foi breve a respeito das razoes
razois pelas quais deve existir esta formaçao, enquanto os outros autores insistem mais sobre o assunto;
-nao houveram muitas mudanças neste campo.
Efetivamente, nada existe de novo desde que se tentou formar usuários segundo
as recomendações propostas pela Library Association, na Inglaterra em 1949 ,
salvo a introdução do auxílio
auxilio automatizado nos métodos de ensino, durante es.tes últimos
'I.-10,16,26
„ j
^
- esta evo
Ultimos anos
. Pode-se
perguntar então, se esta formaçao
luindo ou se atravessa um período de estagnação. Somos levados a crer, antes
na segunda hipótese. Para que este tipo de formação progrida, ê preciso concebe-la de novo, reconsiderar todos os pontos importantes no planejamento de
um programa de formação
formaçao de usuários, ou seja, seus fins e objetivos, as neces
sidades dos usuários, o conteúdo e os métodos, a integração do ensino, a coope
raçao, a sensibilização, a motivação, a avaliação...
- Fins e objetivos:
Trata-se de um dos passos mais importantes no planejamento, pois dele de
pendem todos os outros. No entanto para formular os fins e objetivos, êé indis
pensavel que se conheça antes as necessidades dos usuários. Estes últimos pre
pre^
cisam sentir-se ã vontade na literatura do seu campo, capazes de escolher e
dominar a informação que lhes será mais útil entre toda a massa documentária
que aumenta sem cessar. Por isso, o ideal seria uma combinação e uma cooper^
coopera^
Digitalizado
gentilmente por:

-li'

�188
ção entre bibliotecários, formadores, professores e estudantes para determinar
os fins e objetivos desta formaçao,
formação, em relação com as necessidades que infeliz
mente não são as mesmas para as diferentes categorias de pessoas concernentes:
- os professores pensam que a biblioteca permite que o estudante atinja sua ma
turidade intelectual afim de se tornar auto suficiente;
- os estudantes esperam encontrar na biblioteca, soluções para suas necessidades imediatas, isto é, seus estudos e seus exames;
- os bibliotecários são da opinião que esta formação permitirá aos estudantes
um uso mais inteligente dos recursos da biblioteca e dos instrumentos que dão
acesso ã documentação;
- os auxiliares de bibliotecário pensam que esta formaçao fará com que os estu
estü
dantes redijam corretamente um pedido de empréstimo^^.
empristimo^^.
Quais deverão ser portanto os fins e objetivos desta formação?
- Os fins:
- permitir que o usuário utilize ao máximo a biblioteca, isto é,
á,
da maneira mais inteligente e conveniente possível durante sais
estudos e adquira assim uma atitude positiva junto a documenta
ção, atitude esta que lhe será útil para toda sua vida profissional ;
- aumentar a exploração qualitativa e quantitativa da biblioteca;
- Os objetivos:
A formaçao deve atingir tres objetivos que visam mudanças nos usuários:
- no plano afetivo: a orientação aos calouros deve criar um cU
ma receptivo, tendendo a mudar a mentalidade e as atitudes dos
estudantes junto ãà biblioteca, se forem negativas no inicio;
- no plano cognitivo: conhecimento dos manuais, guias, materiais
de referência, redes de informação...
- no plano psico-motor: deve provocar o uso efetivo e regular des
recursos bibliográficos, integrando-os nas suas atividades
Eles devem coincidir com a finalidade educativa da universidade e da biblioteca universitária. Até o presente poucos bibliotecários formadores, formularam
seus fins e objetivos antes de programar seu ensino. Entretanto a tendênciamu
tendência mu
da nos Estados Unidos: cada vez mais fins e objetivos são definidos com antece
dência. Esta falta de formulação se explica, porque os bibliotecários não são
educadores e não estão portanto preparados para definir objetivos de formação.
Na Inglaterra, o programa dos slides sonoros do SCONUL
SCONÜL teve um efeito catalis£
catalisa^
dor. Proporcionou ocasião aos bibliotecários de tomarem consciência dos objetivos deste ensino. A orientação da Association of College and Research
Libraries (A.C.R.L.), para formaçao de usuários inclue
indue uma declaraçao modelo
dos objetivos de ensino bibliográfico para o segundo nivel ( undergraduates ).
A finalidade desta declaração modelo êá de estimular os bibliotecários a formu-

cm

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ii

12

13

1

�larem seus próprios objetivos
este exemplo de formulação de
tecá Ss'fáfticular
äff ÇáFticular e mesmo no
~
terra, todos os objetivos são

189
e a elaborarem planos para realizá-los. Mas
fins e objetivos pode ser adaptado ã cada biblio
nível da orientação para os debutantes. Na In^
elaborados no plano cognitivo e não afetivo 26 ”

- Conteúdo e integração:
0 conteúdo da formaçao deve ser em relaçao direta com os programas de estudos
dos usuários e ser o mais pertinente possível para o ensino bibliográfico do sb
se
gundo e terceiro nível. Em geral quando os trabalhos práticos se apoiam num
trabalho de pesquisa, a formaçao é largamente suficiente; mas o problema éá que
ha tantos assuntos de trabalhos de pesquisa quanto estudantes . A relação con
am
teudo/programa de estudos é o principal fator de motivação para os estudantes,
que, infelizmente
infelizraente pensam sempre a curto prazo. 0 melhor neste caso é integrar
~ no curriculum universitário
_- considerado como
.
. -..14
. 14 . 0 ensino
.
a formaçao
e^- então
unidade de valor (crédito), como na Licença de Comércio e Administração PÚblica na Universidade de Leicester 3 , na City University e Paisley College na In^^
In^£
26
2X
terra
e na Faculdade de arte de New York . Pode inclusive apresentar coitro
les de aprendizado e exames como acontece para o certificado de fisiologia, na
. .
Faculdade de Medicina
de Lyon (França) 14 , na Universidade de Sheffield
na
26
23
London Business Scholl (Inglaterra) , em certas faculdades alemãs
e na Esc£
.
~ -e
la de Enfermagem na Duke University, Carolina do Norte 31 . Mas a integraçao
integração
difícil no que concerne os estudos interdisciplinares como: farmácia na Univer^
Unive£
- completos 3 . Por outro lado
sidade de Leicester onde os programas ja- estão
e
melhor aceita pelos que preparam tese, pois estes estão motivados pelas
próprias necessidades de pesquisa bibliográfica.
- Motivação:
A atitude dos professores também é fator de motivaçao importante pois eles tem
influência sobre seus alunos. A aceitaçao dos bibliotecários como formadores,
e a integração sistemática da biblioteca nos hábitos de trabalho dos estudantes
~ ho^
~ sao
depende muito do comportamento deles 17 ’ 28 . Em geral os professores nao
ho£
tis ã formação, mas são apáticos e indiferentes. Mesmo se estão de acordo para que tal ensino seja realizado, nada fazem para convencer os ffitudantes
studantes (b sua
importância. E, se os alunos percebem que podem dispensar o uso da biblioteca
para passarem de ano, eles não seguirão a formação^^.
formação
Um outro fator de motivação é o momento propício
propicio de situar este ensino.
Deve
ser dispensado quando percebido como útil e necessário, ou seja, antes de um
trabalho de pesquisa ou no caso dos cursos integrados e controlados por exames.
Como o valor desta formação não é reconhecido, aconselha-se colocar o ensino an
tes ou depois de um curso obrigatório ou importante do ponto de vista dos estu
lantes. Assim será melhor aceito pelos alunos pois já se encontram no local.
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�190
26
A escolha das horas e dias não deve ser negligenciada'
negligenciada

!»• Ifr

- Sensibilização:
Para atingir todos estes objetivos é preciso sensibilizar um certo número de
pessoas além dos usuários: diretores de estudos, professores, bibliotecários
e outros funcionários da biblioteca. A formação docvimentária
docvimentãria é um
vim conceito ã
28
implantar, repandir e fazer aceitar . Trata-se portanto de fazer publicida
de, que deve partir da própria biblioteca, cuja demonstração convincente de
seus bons serviços é a melhor argumentação. A seguir é preciso uma forma st.^
va de propaganda através de relações públicas, ir ter com as pessoas lã onde
se encontram: escritórios, laboratórios, restaurantes e cantinas, salas de au
la, residências universitárias... em suma por tudo onde se pode despertar o
interesse delas 26 . Cartas dirigidas aos professores mostrando os planos dos
programas de ensino, são um bom meio de publicidade, usado na Faculdade de Me
. .
.
.
24 . Mas e- evidente que nao
~_ tem~
dicina
de Carolina
do Sul nos Estados Unidos
o valor de um contacto pessoal.
Por que êé importante sensibilizar diretores de estudos e professores?
Com frequência eles mesmos
mesmas não estão familiarizados com os procedimentos
da biblioteca, porque não receberam tal formação durante seus estudos.
Alguns acreditam que os estudantes já adquiriram estes conhecimentos no ensino
secundário. Infelizmente, isto êé raro e mesmo se fosse o caso, os professores nao
não se dão conta de que a situação mudou: os estudantes passam de uma bi
blioteca de colégio para uma biblioteca universitária que tem novas coleções
de livros, nova classificação, novas indexações... e que suas necessidades do
cumentárias não são mais as mesmas.
Se os professores aceitam tal formação, a maior parte deles não está cm
ccn
vencida que os bibliotecários sejam competentes para desempenhar tal ensino,
a menos que sejam diplomados nas disciplinas específicas. 0 que explica por
que os bibliotecários são
sao melhor aceitos no nível escolar para o ensino liblio
Üblio
- . 21
,
~
grafico . Mesmo se os professores conhecem bem seu campo e as ultimas publi
cações no assunto, falta-lhes muitas vezes um novo índice ou obra que tendo
um aspecto interdisciplinar não expresso no título, que o bibliotecário êé mais
suscetível de estar ao par. Além do mais, os professores têm
tân pouco tempo,
poucos conhecimentos ou pouca inclinação para ajudar os alunos na pesquisa d&gt;
cumentaria. Listas bibliográficas não fazem dos estudantes, pesquisadores ii
teligentes de documentação.
Na verdade e uma incompreensão do verdadeiro papel dos bibliotecários
formadores e uma falta de comunicação entre professores e bibliotecários que
são a origem de tais atitudes.
sao
EÉ preciso sensibilizá-los também
tambãn para obter sua cooperação para trabalha
trabalia
rem em conjunto com os formadores. Sao as pessoas mais indicadas para esco-

cm

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3

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-J3'

�191
lher junto com os formadores os assuntos dos trabalhos práticos os mais pertinentes ao ensino bibliográfico, Um professor universitário de medicina de
de^
finiu esta situação: "Uma biblioteca universitária de medicina só atinge seus
objetivos pelo efeito conjugado de duas competências: uma documentária ( os
bibliotecários; eles estudaram para isto), a outra médica (professores, pesquisadores, estudantes)"^^.
A sensibilização dos bibliotecários é indispensável para que eles reexa_
reex£
minem suas atitudes modificando-as em função das necessidades dos usuários.
É preciso refazer a imagem tradicional dos bibliotecários, fazendo-lhes ver
que a biblioteca i uma forma essencial de comunicação.
comvinicação. Este trabalho deveria
começar nas próprias escolas de biblioteconomia preparando-os já para a tare^
tar£
fa de formadores. Num determinado momento de seus estudos os alunos bibliotecários deveriara
deveriam estagiar em bibliotecas ou centros de documentação para qiE
pessoalmente se deem conta dos problemas que "os
os estudantes tem
têm para usar uma
biblioteca 27 . É interessante pedir-lhes que idealizem um projeto de orienta^
orienw
ção e de formação na biblioteca, um mini guia bibliográfico (Library
pathfinder), ou a montagem de um audio-visual para apresentaçao de uma biblio
teca real ou fictícia.
A sensibilização dos demais membros da biblioteca não deve ser neglige^
negligen
ciada. Visitas acompanhadas ou individuais-,^
individuais^ trabalhos práticos na biblioteca alân
além de incomodá-los cria-lhes trabalho suplementar sem que tenham para Í£
to qualquer compensação material. Uma das razoes da negligência
negligencia dos bibliotecários em relaçao ã formaçao dos usuários e que esta, demonstrando o mecafraquezas.
nismo de funcionamento da biblioteca dismistifica-a e revela suas fraquecas.
■ 1
Fraquezas estas em geral ocasionadas por uma falta de pessoal competente.
Mas isto pode ser também um estimulante para que os funcionaric.3
funcionárics deem mais
atençao ao seu trabalho cotidiano^^.
Esta sensibilização talvez já tenha começado
começado'em
em parte, através da ccop^
reaiiz£
ração que existe entre bibliotecários e formadores que deu origem as reaiiza^
ções LOEX, SCONUL e ACRL. Sobretudo LOEX através das "newsletters" estabel£
ceu contatos entre bibliotecários formadores que se informavam mutuamente s£
bre suas atividades e eficácia destas. 0 guia da
dá UNISIST^, publicado em 1977
pela Organizaçao
Organização das Nações Unidas para a Educação,
Educaçao, Ciência e Cultura JiNESCO,
(UNESCO,
para os formadores de usuários em informação
informação.cientifica
cientifica e técnica nao deixa
de sensibilizar os bibliotecários, que compreendendo então a importância
importancii de^
ta formação encontraraò
encontraraó diferentes maneiras de empreender este ensino. 2S pr£
pre^
ciso citar igualmente a açso
açeo proposta pelo giupo
grupo "formaçao”
"formaçao" do Bureau National
d'Information Scientifique et Tecnique
d’Information
Têcnique (BNIST) , para sensibilizar os usuários
em todos os níveis e que representa certamente, um elemento de sensibilização
tambãn para os bibliotecários. 0 grupo propoe uma açao a curto prazo e a Im
também
go prazo no quadro da educaçao nacional para que a aprendizagem sobre biblio^
bibli^
tecas
seja integrada nos programas escolares e universitários, tanto
tar.zo para
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formação do indivíduo quanto para a preparação ã vida profissional.
As bibliotecas universitárias devem rever suas
Suas prioridades em função da im
portância que elas dao
á
esta
formaçao.
Reconhecendo
a necessidade deste ensidão ã
formação.
no devem fornecer meis adequados, pessoal, tempo e dinheiro para que não diminuam
seus serviços. ÊE o que compreendeu a universidade de Leicester onde estão empie
. .
- .
~3
~
gados desde 1972 quatro bibliotecários para formaçao
de usuários .
Sensibilizar os responsáveis pela formação e com eles.todos os que
nela
participam de uma maneira ou outra, é motivá-los, e esta motivação é uma garan
tia a mais para o sucesso desta formação.
- Avaliação:
,
Integra um planejamento pedagógico porque mostra se os fins e objetivos fi)r
for
mulados no programa foram atingidos. Fins e objetivos são
sao o ponto de partida ;
a avaliaçao final de todas as fases de um programa permite medir o impacto do
ensino, fornecendo informações ai partir das quais, modificações e melhoramentos
podem ser introduzidos..
introduzidos. Enfim, a avaliação
avaliaçao faz-nos chegar ã decisões racionais
8,26.
Até então, pouca avaliação tem sido feita, embora os bibliotecários forma
dores estejam cada vez mais conscientes desta necessidade. Qual seria a causa?
Parece que isto se deve a uma falta de formulação de fins e objetivos. Os únicos meis de avaliação até a alguns anos atrás eram:
- questionários distribuídos entre os que seguiram a formaçao;
formação;
~- nível bibliográfico das teses, dissertações e trabalhos;
- falta de lugares sentados nas bibliotecas;
- perguntas dirigidas aos bibliotecários e melhor uso das bibliotecas.
Nao passam estes de meios empíricos que provam que a avaliaçao ée ainda um campo
rico em especulações, mas surpreendentemente pobre em fatos reais. A avaliação
atualmente mede o efeito imediato, entretanto para medir os efeitos a longo pra
zo, nada existe no momento.
Parece que o melhor método de avaliação é o chamado método
iluminativo
8
26
—
"illuminative evaluation" ’ , onde a avaliação
avaliaçao é conduzida por uma pessoa estranha ao grupo formadores/usuários. Este método mencionado por Harris^^, usa
os meios clássicos: observação, entrevistas, questionários, testes... Inclui né
todos de avaliaçao quantitativa, mas também se apoia numa serie de dados que pa:
mitem descrever e avaliar não
nao só o ensino, mas o "meio ambiente" da formação.
formaçao.
Isto no que concerne tanto os estudantes, quanto os professores e a instituição
onde se desenrola o ensino.
Desde a implantação desta formaçao, a avaliaçao foi negligenciada porque é
difícil de ser feita, exigindo muito tempo
tanpo e dinheiro. Todavia, planejar e programar uma formaçao de usuários sem pensar em avalia-la,
avaliá-la, ocasionara
ocasionará certamente
uma perda de tempo e dinheiro.

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14

�193

Porcentagem do programa de formaçao dos usuários consa
grada ã orientação e ao ensino bibliográfico.

N9-01 -FORMAÇÃO
- FORMAÇÃO

IDEAL

26
Segundo M. B. Stevenson
válida para todos os países e disciplinas. A orientação constitui a
maior parte da formação durante o
19 ano de faculdade. A seguir o en^
en
sino bibliográfico torna-se mais im
portante. A formação 5é continua,
acompanhando as necessidades do es
tudante durante sua vida universitária.

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N9-02 -FORMAÇÃO ATUAL
Exemplo típico de formação na
Grã-Bretanha , que encontramos também
nos outros países. A orientação e separada do ensino bibliográfico durante
os anos universitários.
Em certos períodos, a formaçao
é ativa, em outros quase desaparece.

-li/

�194

n CONCLUSÃO

Baseando-se no artigo de A. Daumas e nos aqui analisados, um dos prime^
ros pontos a ressaltar i que a formação realmente não mudou. Alias, nao houveram grandes inovaçoes desde a época
epoca da National Lending Library ha
hámâ.s
mais de um
quarto de século... Isto sobretudo no que se refere ao conteúdo, pois nos m^
me^
todos surgiram algumas novidades. Por exemplo em Marseille-Luminy, uma experiência de ensino alternado é introduzido por um curso de leitura dinamica ,
bastante apreciado e que dã
dá bons resultados^. Nos últimos anos o computador
X6 26
tornou-se um auxiliar de ensino ’ , tendência
tendencia atual cujos artigos a falta de
tempo não permitiu analisar. Desde 1974, o Ministério da Educaçao da Inglatff
ra estuda a criação de seminários ambulantes (travelling workshops) que devem
levar a formaçao de um centro regional a outro, a fim de economizar nos custos,
custcE,
,
.
^
j
j 23,26
tempo e pessoal que exige esta formaçao em cada universidade^^’^^.
universidade
Falando-se em métodos, é difícil determinar o melhor pois em matéria
materia de
educação, o melhor método é uma questão de subjetividade;
subjetiviiiade; depende essencialmm
te da qualidade da apresentação. No entanto os métodos ditos tradicionais
(cursos mais auxilio
auxílio audio visual, trabalhos prãticos)continuam
práticos)continuam populares, ne^
nes^
26
mo nos Estados Unidos
Unidos^^.
0 importante na elaboração
elaboraçao de um projeto pecagógico, é a definição dos
programas segundo os tipos de usuários: calouros, estudantes de segundo e ter^
ceiro ano, doutorandos, profissionais, pesquisadores, e assegurar uma formado
formate
. . 12
. - .
...
pratica, modulada conforme os auditorios
auditorlos e os fins a atingir . Estes progr£
mas definirão os quadros de trabalho; os recursos humanos e materiais detera^
detem^
narão os meios para atingir os objetivos. Objetivos estes, que serão medidos
por uma avaliação cuja retroação permitirá melhorar o conjunto da estratégia
28,29
Nota-se que são as bibliotecas universitárias inglesas que mais têm tr^
tr£
balhado neste campo. Stevenson afirma que o número de aulas nesta área aumen
26
tou consideravelmente
na Inglaterra em 1973 . A maior parte das referências
%
reunidas para este trabalho são do período 1973-1974. xém-se
xêm-se a impressão que
este assunto atingiu seu ponto culminante na literatura profissional nesta epo^
%&gt;£
ca. Mas comparando-se a situaçao atual com
cem a de 1949, constata-se que esta
formação esteve sempre estagnante. A explicação talvez esteja no fato de que
os principais empecilhos que impediam o seu êxito, ainda existam
existam^^’^
’ :
- falta de dinheiro,
- falta de tempo dos bibliotecários e estudantes,
- indiferença dos professores.
Porém estes obstáculos não
nao sao
são insuperáveis. Podem desaparecer pelo estabele^
cimento dos seminários ambulantes, pelo ensino integrado, pela sensibilização
e cooperação.

cm

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Segundo a enquete de Melum , ainda não foi compreendido que a formação
do usuário só pode ser eficaz se aplicada num momento de necessidade (ó
(é impo^
impoj^
sivel obrigar um boi a beber água se ele não tem sede!) e que ela deve ser oon
a»
tlnua e aplicada aos poucos. Este aprendizado deve dar aos leitores desde mu^
tinua
to jovens, bons hábitos intelectuais para serem usufruídos durante os anos uii
ui^
versitários e mais tarde na vida profissional. É possível uma cooperação entre as escolas e as bibliotecas públicas da cidade para iniciar os alunos nas
pesquisas documentárias sobre assuntos, de preferência não escolares como a
experiência inglêsa em Sheffield . Em alguns lugares já foram tomadas inici^
inicia^
tivas em nivel primário, como o curso de iniciação aos métodos de pesquisa do
d£
cumentária no Lycêe de Nanterre (França). Cursos estes assistidos tanto por
alunos quanto por professores e os formadores notaram que os professores tem
tanto a aprender quanto seus alunos . Para os professores universitários cu
cu^
jo tempo escolar já
ja passou, êe possível fazê-los
faze-los seguir tal formação
formaçao durante e£
es
13 23
tagios
de reciclagem ’
A maior parte dos artigos que fizeram parte deste estudo são teóricos.
Têm-se a impressão que a formação dos usuários ê um campo onde "fala-se muito
e age-se pouco": "Parlons en toujours, n'y pensons jamais", como
ccmo bem o diz
. .
- .
- .
Mauperon 23 . Os bibliotecários
devem escrever e publicar suas experiencias
de
maneiras que toda a profissão tomando conhecimento possa progredir através do
relato destas realizações.
Ao final deste estudo acredita-se que a finalidade primordial da formaçío
formado
dos usuários ée a mudança de atitudes: quebrar a barreira psicológica inconscientemente erguida entre a biblioteca e os leitores; mas também levar os pr£
pr^
prios bibliotecários a tomarem consciência da missão pedagógica que lhes acar^
aca£
reta esta formação. Durante muito tempo a conservação foi considerada o aspec^
aspe£
to essencial das funções do bibliotecário, sendo esta mais valorizada em rel^
rel£
çao ãs outras, principalmente a difusão da informação. A biblioteca êé um ele^
el£
mento essencial do processo da comunicação: os bibliotecários devem ser antes
, tudo
, , profissionais
,. .
. da
, informação^^’^^’^^'
. ,
- 19,26,28.
de
informaçao
A "revolução" em matéria de formação de usuários virá não só graças ã
rição de novo métodos, mas quando as relações se tornarem mais realistas e qie
—~ mais clara do papel do outro 26
cada um tenha uma percepção
Aproximadamente em 1965 há somente irnia
uma quinzena de anos após as recomendações da "Library Association" sobre esta formação, que fatos realmente con
coii
eretas começaram a ser tentadas nas bibliotecas universitárias britânicas.
Outros quinze anos logo serão passados.
EÉ verdade que houveram experiências aqui e ali neste tempo, mas chegou a hora de agir para que esta formaçao
mereça o seu devido destaque e atençao.

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�196
ABSTRACT:
Atualization of an article published in 1974 by Alban Daumas at the
Bulletín
Bulletin des bíblíotheques
bibliothèques de France about the user Information
information at the
University Libraries.
Libraries.There
There is an analysis about articles published
from 1974 until the middle •:. of 1978 - analysing aspects in different
years of the university curriculum: orientation to the students from
the first to the last years and to the reasearchers. Finally we point
out the main points to consider in a training program to prepare the
readers for a better use of the libraries and documentation centers.

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BIBLICXIRÃFICAS
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Bureau National
Bureau National
de 1'Information
de 1' Information
Scientifique
Scientifique
et Technique.
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                <text>CBBD - Edição: 10 - Ano: 1979 (Curitiba/PR)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Ah-Tin Ah-Ton </text>
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            <elementText elementTextId="24332">
              <text> Valério, Denise Hauser</text>
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          <name>Coverage</name>
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              <text> Biblioteca Universitária </text>
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              <text> Bibliográfias</text>
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              <text>Atualização de um artigo de revisão publicado em 1974, por Alban Daumas no Bulletin des Bibliothèques de France, sobre a formação do usuário de bibliotecas no meio universitário. Analisa-se aqui, os artigos publicados de 1974 até meados de 1.978, enfocando aspectos deste ensino nos diferentes anos do curriculum universitário: orientação para os calouros e a formação bibliográfica propriamente dita para os bacharelandos, doutorandos e pesquisadores. Finalmente, destaca-se os principais pontos a considerar no planejamento de um programa de formação, visando preparar os leitores para um melhor uso de bibliotecas e centros de documentação.</text>
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