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                  <text>508
CDU - 778.071:002
CDD 778.315
O0 MICROFILME COtíO
CCMO VEICULO
VEÍCULO 1®
I» DISSEMINAÇÃO
DISSEMINAçXo DE INFORMAÇOES
INFORMAÇÕES E A RESISTÊNCIA DOS
USUÃRIOS AO
usuSrios
ao uso
USO das
DAS MICROFORMAS
HUGO PAULO N.L. VIEIRA, Economista, analis_
anali£
ta de sistemas microgrãficos
microgrificos e responsável
pelo Setor de microfilmagem da Biblioteca
Nacional de Agricultura - BINAGRI.'
BINA(®I.
Embora a ciência da informação possua hoje em dia meios de
disseminação de informações altamente sofisticados, seus ^
ii
suários no Brasil ainda não se utilizam plenamente dos re^
r£
cursos que dispõem. Isso acontece com maior
incidência
quando observamos o uso do microfilme como meio de dissem^
nação, principalmente nas bibliotecas aonde a cópia ele^
trostatica ê mais solicitada do que a microficha, em que
trostática
pese que o custo do papel seja extremamente alto
quando
comparado com esta microforma. Os fatores que levam a tal
ocorrência originam-se na deficiência da formação dos usuários, desde a fase escolar ã academia e que muitas vezes
se prolonga ao contato com instituições de informação que
ainda não adaptaram técnicas avançadas para processamento
e armazenamento. Somente após a conscientização dos profi^
sionais, focos de disseminação de novos conhecimentos
e
costumes, nossos alunos e técnicos poderão romper as b£ff
bar_
reiras existentes no uso da microficha e passar a fazer de^
la o veículo de aquisição de informações.
1- INTRODUÇÃO
A comunicação e a informação tornaram-se nos últimos tempos as pri^
prin
cipais preocupações e tarefas do homem
hcmiem moderno e com justa razao,
razão, pois delas
depende todo o desenvolvimento técnico, científico, economico
econômico e social de t£
das as comunidades hiunanas.
humanas.
Visando uma melhor maneira de levar aos diversos setores de ativida
ativid^
des do homem a informação certa no momento exato, inúmeras estruturas e sistemas são constituidos e incrementados com relativa frequência. Com o desenvolvimento da tecnologia, estas estruturas e sistemas tornam-se dia a dia
mais sofisticados e racionais,
com a finalidade de acelerar
cada

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�r 509
vez mais o tempo de resposta.necessitado•
resposta-"necessitado,
Inúmeros meios de suporte,para
suporte para a informação são
sao disponíveis
atua_l
atua^
mente, graças ãs pesquisas e aos avanços tecnológicos deste século.
Um desses meios e o objetivo do presente trabalho: - o microfilme.
microfflme.
2- 0 MICROFILME E SUAS VANTAGENS

,

0 microfilme estã
está inserido no universo de técnicas de reprodução de
textos e imagens.
,
,
Embora largamente difundido nos países mais industrializados desde
antes da ultima grande,guerra,
grande guerra, somente foi introduzido no Brasil a cerca de
duas décadas e começou a ser mais conhecido e utilizado em fins dos anos 60,
quando deixou de ser manipulado somente em áreas estritamente fechadas e in^
ini^
ciou sua expansao para outros mercados mais comerciais.
Porem, em consequência de alguns anos de indisponibilidade como rotina nos meios de informação, não recebeu até o presente, por parte de seus
possíveis usuários, a percepção exata de sua utilidade como veículo de disse^
diss£^
minaçao. A viabilidade de sua utilização ã ampla e as vantagens
ofertadas
sao as melhores possíveis. Dentre as principais destacamos: . r ^
são
1- Segurança: - possui maior durabilidade, melhor e mais fácil conservação e possibilita um controle de assuntos tão eficaz como os dos sistemas convencionais de armazenamento de documentos, além de garantir integrida^
integrid£
de da informação.
•, ,
2- Redução de espaço: - possibilita maior economia de espaço para
armazenamento;
•
,
- .
3- Economia: - possui um custo de produção sensivelmente mais baixo
e possibilita um custo de manutenção interior ap
ao que geralmente se supõe,con
supoe,con
siderando a alta eficiência obtida, proporcionando ainda um menor custo de
aquisição e transporte;
* .
■
4- Rapidez de informação: - a principal característica do microfilme. A documentação possui uma maior facilidade de acesso quando microfilmada
corretamente, promovendo dessa forma maior rapidez de recuperação e consequentemente uma disseminação mais eficaz e econômica.
As vantagens de uso são evidentes e reais, tanto que o microfilme
hoje é uma realidade em todos os setores.
^
Na area biblioteconômica entretanto é que se observa, em vários pa^
paí
ses, uma utilização crescente e bastante aceita, o que é obvio em
em,função
função da
eficiência que o sistema proporciona em termos de aquisiçao e disseminação

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de documentos, em microficha, (que é uma forma de apresentação do microfi_l
microfij.
me). Citamos como exemplo o grande império editorial McGraw, Hill Book que
há muito edita publicações através dessa microforma. Poderiamos enumerar uma
hã
série de exemplos, inclusive Universidades, na Améria e Europa.
No Brasil, em que pese a forte divulgação da técnica microgrãfica
micrográfica
nos últimos nove anos, nossas bibliotecas, em sua maioria, ainda não se utilizam de microfilme como fonte de consulta ou enriquecimento do acervo, bem
como, são raras as Universidade que se utilizam desse meio para instruir e
orientar seus alunos. Os motivos de tal fato são os mais diversos e abrangem
além de fatores ligados ã recursos financeiros até resistências de ordem ps^
colÕgica por parte dos usuários. E bem verdade que a tecnologia ainda é im
COlógica
portada e a falsa idéia de um alto custo de implantação de uma central de m^
crofilmagem, funciona como desincentivo ao sistema. Mas,’
crofilmágem,'
Mas, as principais bar^
ba£
reiras ainda são as existentes nos usuários de bibliotecas e algumas vezes,
nos próprios técnicos em informação.
I
■■
3- A RESISTÊNCIA DOS USUÁRIOS
USUÄRIOS DE BIBLIOTECAS XS MICROFORMAS
A falta de conhecimento e manipulação proporciona barreiras
ao
uso da microforma por parte de nossos usuários
usuários.estudantes
.estudantes e técnicos- e es^
tas surgem de tres maneiras:
- barreiras de ordem psicológica
- barreiras de ordem técnica
- barreiras de ordem financeira
e
Das três enumeradas, as principais são as de ordem psicológica
técnica, já que as de ordem finaneira poderão ser facilmente superadas, desde que as bibliotecas se equipem de leitores próprios para a
leitura das
microfiches.
microfichas.
A resistência de ordem psicológica éê a mais evidente e se apresenta
de diversas formas, tais como o "uso e costume" da busca da informação pelo
contato visual, ou seja, o primeiro contato com o livro e a sua forma visual
e as cores que possui, além do contato físico das mãos com o volume, resis tem em ceder lugar ao manuseio de um "pedaço" de filme com a
leitura
fria, mas objetiva, na tela de um equipamento. E as barreiras crescem ou di^
minuem de usuário para usuário, dependendo da constância do contato homem-nã
homem-má
croforma e da interação homem-máquina.
Mas as reações não se manifestam sempre dessa forma. Elas se divi dem em dois grupos intimamente ligados ao tipo de usuário: - os rotineiro e

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os eventuais e dentro das duas classificações e que se observa melhor o comportamento com relação ao uso da microficha e as restrições técnicas. Quando
a utilização das microformas na biblioteca é em caráter eventual as restri ções ou barreiras técnicas desaparecem para dar lugar ao atendimento da ne^
cessidade urgente da informação. Nesse caso, a motivação tem papel preponderante e qualquer falha do sistema de microfichas
microfiches deixa de existir, até que
o motivo da busca seja atendido. Por outro lado, a utilização rotineira não
possui a mesma motivação, ou seja, a busca da informação nao é em caráter ur_
ur^
gente e, neste ponto começam a surgir as restrições do usuário ao uso das m^
crofichas, entre as quais podemos citar: o tipo de leitor utilizado,oambien
te, a posição de leitura, a qualidade de microficha, o ponto de apoio para ^
notaçoes,
notações, enfim, toda uma gama de fatores que variam de pessoa para pessoa,
mas que tém como origem a falta de uso desde os bancos escolares, ou melhor
dizendo, a falta de contato ou familiarização com a microficha nas universidades. Acreditamos que atualmente esteja começando a ficar claro que os usu^
rios não são os únicos responsáveis pelanãoutilização, emlarga escala, da nú
croficha em bibliotecas. Essa falha nasce nas salas de aula e algtunas.
algumas vezes
no bloqueio do próprio bibliotecário devido a ainda não haver sido despertado em nossos profissionais o valor quantitativo da aquisição das informações
pelas microfichas.
Explicamos: - o apoio direto ã sala de aula com a microficha proporciona o
contato com a informação agregada através do conceito de coleção.
0 aluno passa a ter em mãos, com toda a facilidade, todas as publicações so^
S£
bre um mesmo assunto. Não
Nao podemos nos esquecer também que a microficha ,proproporciona, pela sua facilidade de disseminação, leitura simultânea de um mesmo assunto por diversas pessoas, além de possuir um custo extremamente baixo
quando comparado com o livro. Mas não paremos por aqui, fechando o circulo,
microfiches em sala de aula, depende e^
temos a dizer que um efetivo apoio de microfichas
fetivamente de reais sistemas biblioteconõmicos montados com esta visão.
0
quadro abaixo demonstra o ponto de vista exposto:

■4&gt; SISTEMAS BIBLIOTECONOMICOS

^SALA
SALA DE AULA

ALUNOS (OU USUÁRIOS)

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Desta forma estaríamos construindo uma rotina de uso da microfiche
microficha
em bibliotecas mesmo apõs
apos a saída
saida do aluno dos bancos escolares, jã graduado,
e acreditamos também que os problemas encontrados pelos usuários no microfil
micro£i_l
me, como fonte de informação, deixariam de existir na sua quase totalidade.
4- A CENTRAL DE MICROFILMAGEM
MICROFILMAOTM DA BINAGRI
A Biblioteca Nacional de Agricultura - BINAGRI, possui uma Central
de Microfilmagem com o objetivo de facilitar o intercâmbio das informações £
xistentes no Brasil e em todo o mundo na área agrícola, assegurando e preservando, em espaço reduzido»
reduzido, a documentação nacional. Os pontos acima abordados
podem ser constatados através da nossa rotina de trabalho. Como ilustração
mostramos a seguir dados reais sobre a solicitação de cópias
copias dos documentos
que já existem em microfilme em nossa biblioteca. Antes porém,
porem, temos a dizer
que o nosso custo real de microficha é de Cr$ 5,00 e tem capacidade para receber até 60 fotogramas ou, traduzindo, 60 páginas, ou seja, corresponde a
um livro com 60 páginas. Por outro lado, uma cópia eletrostática a partir do
fotograma custa Cr$ 10,00, assim teríamos, que o mesmo documento em fotocó pia, a partir do microfilme custaria para o sistema de produção Cr$ 600,00.
A diferença é desproporcional: - Cr$ 5,00 para Cr$ 600,00.
Mesmo assim, devido a falta de conscientização dos usuários, a lenta proliferação do microfilme e a ausência de leitoras nas bibliotecas, ocasionam que o índice de solicitações e consultas de documentos, permaneça al
to em termos de papel eletrostátivo. Conforme mostram os quadros abaixo, em
1978, foram solicitados 2.043 documentos, dentre esses 1.410 foram em raicrofichas e 633 em cópias eletrostáticas. Em 1979, de janeiro ãi abril,
houve
1.751 solicitações, sendo 1.074 em microfichas e 677 em cópias papel, a partir do microfilme. Vejam que embora o custo do papel, em confronto com o fotograma, seja 12.048Z
12.048% mais cara, ainda permanece em nossos usuários a idéia
de que o sistema convencional, de cÓpia-papel,
cópia-papel, ainda é o melhor.
DEMANDA DE DOCUMENTOS MICROFILMADOS SOLICITADOS EM 1978:
espEcie
ESPÉCIE
Total documentos solicitados
Em microfichas
Em cópias-papel

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QUANTIDADE

PERCENTUAL

2.043
1.410
633

1002
100%
69%
692
31%
312

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DEMANDA DE DOCUMENTOS MICROFILMADOS SOLICITADOS EM 1979 (janeiro ã abril)
ESPÉCIE
Total de documentos solicitados
Em Microfichas
Em Cõpias-papel

QUANTIDADE

PERCENTUAL

1.751

100%

1.074
677

61%
39%

A análise dos dados acima demonstrados, permite-nos obervar que
a
aceitaçao de copias
aceitação
cópias de documentos em forma de microficha
microfiche decresceu no primeiro trimestre de 1979, o que indica a ausência de algum fator novo de mot^
vação para a aceitação da microforma. A facilidade de disseminação e •’
vaçio
con
cori
centração de informações nas microfichas não estão ainda fazendo parte da ro^
r^
tina de trabalho dos usuários da BINAGRI.
5- CONCLUSÃO
Considerando os obstáculos identificados e os dados registrados na
Biblioteca Nacional de Agricultura no que se refere ã utilização da microficha pelos usuários, cremos indispensável desenvolver esforços para modificar
este quadro, conscientizando nossos técnicos e instituições sobre o sistema,
bem como nos preocupando com o nível de qualidade da nossa microfilmagem,pr£
microfilmagem,pro^
curando melhorar o padrao.
padrão. Hoje estamos, em termos de qualidade de produto,
bem próximos dos padrões da FAO que dissemina suas informações para todo
o
mundo em microfilme. Por outro lado, estamos também instituindo um sistema
de mala direta junto aos nossos usuários, principalmente àqueles
aqueles que se utilizam predominantemente das cópias papel, visando esclarecimentos das vantagens que podem ser obtidas com as microformas.
Esperamos de cada membro dos sistemas de informações que manipulam
com microficha como veiculo de disseminação, atitudes idencias
idências com vistas ãa
expansão do microfilme. Ainda temos a dizer que os bibliotecários de todo o
país, são os grandes responsáveis pela continuidade e pelocrescimento
das
nossas técnicas de informação nas nossas bibliotecas e consequentemente ju^
juii
to aos nossos profissionais.
ABSTRACT
ABSTRACT...
Although the Information Science has nowadays highly sophisticated

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means for information diffusion, users in Brazil don't make yet a full
fúll use
of the available resources. It mainly accervs whenever we take the microfilme use as a means of dissemination specially in libraries where the hardcopy
is more requested than the microfiche, in spite of the extremely high paper
cost, in comparison whit this microform.
The factors leading to serch an occurrence have its origin in users
defective background, from school to university years, being it
extended
several times to the contact with information institutions which haven't yet
adopted advanced techniques for processing and storing.
Only through professional awareness, dissemination focuses for new
costumes and knowledge, our pupils and technicians will be able to break with
the existing barriers to microfiche use and make it the effective means
of
information.
6- BIBLIOGRAFIA CCWSULTADA
CmSULTADA
1- BIBLIOTECA NACIONAL DE AGRICULTURA (Brasil). Estatística de produção do
Setor de Microfilmagem
Microfílmagem - 1978/1979. Brasília, 1979. 16f. mimiog.
2- CENTRO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO MICROGRÍFICO,
MICROGRÄFICO, ed. Desenvolvimento de
sistemas microgrãficos avançados. S. Paulo, 1976. 154p. il.
3- GLEAVES, E.S. Creating an effective microform enviranment in limaries; a
self-instructional learning module. Nashville, School of Limary Science George Peabody college for teachers. 1976. 26p. il.
4- GRIEDER, E.M. Ultrafiche limaries: a limarian's view. Microform Review,
Review.
1: 85-100, am. 1973.
5- KOTTENSTETTE, J. P. Testing student reactions to educations microform:
many problems - a few answers. The Journal of Micrographic, 4(2): 738, jan. 1971.
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jan. 1977.
8- THOMAS, P.A. Microfiche in a special library.
43-4. fev. 1975.

cm

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New Library World.
World, 76:
76;

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <text>Microfilmes </text>
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              <text> Disseminação Seletiva da Informação </text>
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              <text> Usuários da Informação</text>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Embora a ciência da informação possua hoje em dia meios de disseminação de informações altamente sofisticados, seus usuários no Brasil ainda não se utilizam plenamente dos recursos que dispõem. Isso acontece com maior incidência quando observamos o uso do microfilme como meio de disseminação, principalmente nas bibliotecas aonde a cópia eletrostática ê mais solicitada do que a microficha, em que pese que o custo do papel seja extremamente alto quando comparado com esta microforma. Os fatores que levam a tal ocorrência originam-se na deficiência da formação dos usuários, desde a fase escolar ã academia e que muitas vezes se prolonga ao contato com instituições de informação que ainda não adaptaram técnicas avançadas para processamento e armazenamento. Somente após a conscientização dos profissionais, focos de disseminação de novos conhecimentos e costumes, nossos alunos e técnicos poderão romper as barreiras existentes no uso da microficha e passar a fazer dela o veículo de aquisição de informações.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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