<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="2001" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/2001?output=omeka-xml" accessDate="2026-06-21T21:22:22-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="1081">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/20/2001/cbbd1979_doc64.pdf</src>
      <authentication>86c4c32427aaadc818687677b02dcdbc</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="24937">
                  <text>914
COD 020.1
CDU 02.001; 002.001
EM BUSCA DA TEORIA
MARIA JOSÉ THERESA DE AMORIM
CRB-9/2
Assitente
Prof. Asshente
Oep.
Dep. Biblioteoonomia
Bibliotaoonomia
Untv.
Federal do Paraná
Univ.
O
Bolsista da C.A.P.E.S.
Programa de doutorado
Case Western Reserve Uníversity
University
Cleveland, Ohk),
Ohio, EUA

a

RESUMO
Descreve o papel da teoria em guiar a pesquisa ae caracterizar as profissões liberais,
Descreva
indicando a aspiração da biblioteconomia a alcançar fundamentos teóricos. Na ciência da
biblioteoonomia ae da documentação, para outros evolukJa
informação, para alguns derivada da biblioteconomia
evoluida
Independentemente,
independentemente, o grande otimismo inicial da
de que seria rapidamente
rapidameme estabelecida uma base
teórica foi seguido pela compreensão mais humilde da necessidade do prosseguimento da busca.
Teorias em pequena escala, modelos, técnicas, métodos e leis empíricas em que se têm baseado
alguns dos trabalhos correntes são mencionados.
elguns
1.0
1.
O TEMA
Sabemos que datas não criam compartimentos estanques, não
nSo delimitam exatamente os
acontecimentos. Mas há qualquer
de tempo escoado, como esses 25
25aiv&gt;sao
acontecimentos,.
qualquar coisa nos marcos da
anos ao longo
dos quais se realizaram os nossos encontros profissionais, qua
que convida à reflexão. Sim, o temário do
10P Congresso Brasileiro de Biblioteconomia
BIbliotaconomIe e Documentação não poderia ser outro; neste jubileu
jubiieu de
prata somos impelidos
impeikfos a avaliações críticas e ao exame de perspectivas. Foi o que
queraavivou
reavivou perguntas
sobre a natureza da área de atividade a que nos dedicamos e que, agora reunidos debatemos.
sobra
debatenras. Com
efeito, o qua
que é ea biblioteconomia? O que é a documentação?
documemação?
Pode parecer absurdo perguntar Isso.
isso. Será, poderieis dizer, que essa bibliotecária não sabe
o que são a biblioteconomia
bSiliotecoiKimia e a documentação
documanteção que há 26 anos pratica e há 25 leciona? Se temos as
leis e portaries
portarias que definem e regulamentam
reguiamentam ea profissão, e o Conselho profissionall
Meu enfoque é outro. Pretando
Pretendo abordar algo além da regulamentação
regulamemação profissional. Minhas
considerações serão relatives
reiativas ês essências, à natureza, àquela
êquela preocupação sempre preseme
presente na
literatura profissional,
profissionai, de
da estabeiecer
estabelecer os furxJamentos
fundamentos teóricos da biblioteconomia ea da
documentação.
exaustivamente e axpor
expor as teorias que têm sido propostas. Seria
O intuito não foi coletar axaustivamente
empreendimento demasiado ambicioso — ae redundante.
redurxfante. Num apanhado parcial, recente, Shera e
Cleveland passaram em revista 24 trabalhos am
em língua inglesa sobra
sobre a teoria da ciência da informação
em geral, publicados num período de 20 anos, de 1955 a 1975 (36). Tento aqui, apenas, perpassar
pelos esforços de alcançar uma base teórica para a atividade profissional.
2. NATUREZA E FUNÇAO DA TEORIA
Existe um problema quando há elgo
Exista
algo insatisfatório numa situação e as noções
noçõastradiciortais
tradicionais
ou questionáveis, desconhecerxdo-se
iitcertezas,
são inadequadas óu
desconhecertdo-se os fatos necessários para resolver as incertezas,
nem se podendo, mesmo, imaginar as possíveis hipóteses. Então, somente, pode ter início a
pesquisa(23). Através dela procure-se
procura-se obter conhecimento ciemífico,
científico, cujo objetivo é a predição,
controle e interpretação dos fenômenos. A primeira das três etapas principais da pesquisa éa
é a análise
do problema, que nos leva à segunda, a observação baconiana dos fatos relevantes. Estes, em terceiro
lugar, sugerem hipóteses, como explicações provisórias dos fatos observados.

cm

Digitalizado
gentilmente por:

■JJJ

�915
Observando ou experimantando,
experimentando, chegamos, por indução às leis cientificas,
científicas, isto é, passamos
da descoberta de uma relação constante entre
entra dois fenômenos ou propriededes,
propriedades, à afirmação de uma
relação essencial e, por conseguinte, universal e nacessária,
necessária, entre embos.
ambos. Leis científicas são,
segundo Montesquieu, as relações constantes que derivem
derivam da natureza das coisas. Exprassam
Expressam relações
de existência ou coexistência, de causalidade ou sucessão e de finalidade.
Mas a inteligência não se satisfaz em descobrir que os fatos ocorrem da
de determinada
maneira, procura sãber
sàber ae razão de
da assim
essim se passarem, chegando, daí, às teorias, várias induções
anteriores, unidas numa explicação superiordS). Uma teoria é construção simbólica da natureza,
causa, ação, manifestação ou origem de um fanòmeno
fenômeno ou grupo da
de fenòmanos.
fenômenos. Constitui uma
explicação baseada em julgamento, concepções, proposições ou conjunto sistemático ea coerente de
princípios hipotéticos, conceitueis
conceituais ou pragmáticos. Forma-se por especulação, dedução, abstração ou
generalização de fatos ae axiomas, estruturada am
em proposições formais geredas
geradas pelo raciocínio em
sucessivas etapas lógicas(32).
Na concepção popular teoria é6 algo inútil, irreei,
irreal, conflitando
conflltando com a prática, esta
geralntente considerada como "atividade
geralmente
"atividada fore
fora do conhecimento, especialmente etividede
atividade dirigida ao
exterior". Mas não há prática
prátice alguma, seja
seje em
am sentido ético ou técnico, sem teoria,
taoria, pois "toda prática
está ligada a condições previamente dedas"
dadas" e inserte
inserta nume
numa ordem determinada de entemão,
antemão, "com a
qual deve contar e que deva
deve conhecer entacipademente
antecipadamente sob o risco da
de fracassar".(6)
Teorias servam
servem para Impor
impor ordem, sistematizar, simplificar ae dar sentido ao qua,
que, em sua
ausência, seriam descobertas inescrutávais.
inescrutáveis. Integram e organizam leis
lais empíricas, num único sistema
dedutivo e podem servir pera
para a formulação de leis ulterioresl19).
ulterk&gt;res(19).
O fundamento teórico é, não somente,
somenta, ea base para
pare ae racionalização
recionalização da atividade
profissional em casos concretos, como tembém
também ea característica mais importante duma profissão
liberal. Por isso Saracevic afirma que
qua nada há mais prático do que uma boa teorie(29).
teoria(29). -■
-3. TEORIA E BIBLIOTECONOMIA
A biblioteconomie
biblioteconomia tem procurado ativementa
ativamente sue
sua identidade, numa lute
luta para se afirmar
como profissão liberal ae adquirir um lugar ao sol entre
entra as diversas disciplinas. Uma das maneiras
maneires pela
qual busca obter status é tentando passar
pessar de
da uma arte,
erta, uma
ume "ecônoma"
"ecònoma" dos registros do
conhecimento e dos serviços a leitores, a ser ciência. Faltam-nos os equivalentesdos
equivalentes dos termos ingleses
librarianship ae library Science
science para expressar ae distinção. O conhecimento biblioteconômico não está
sistematizado em leis ea teorias. Pala
Pela pesquisa objetive-se
objetiva-se torná-lo científico, buscando-se relevância
explanatória e poder preditivo.
Nos Estados Unidos, é sabido, ea criação da Graduate Library School, da Universidade de
Chicago, introduziu formalmenta
formalmente ea preocupação com a pesquisa,
pesquise, que
qua Pierce
Pierca Butler
Butier defendeu
defandeu em
am
Introdução à ciência da biblioteconomia{3).
biblioteconomiaiS). Interessanta
Interessante contradição do humanista qua
que realmenta
realmente
não acreditava naquilo que defendia... Asheim, no prefácio, afirme
afirma que o livro representou a
primeira exposição extensa do enfoqua
enfoque da educação em biblioteconomia
bibliotecorxrmia introduzido no currícuio
currículo e
programa de pesquisa da rx&gt;va
nova escola. Com muite
muita razão, declarou que, embora Butler
Butier considerasse o
livreto epenas
apenas um panfleto pare
para aqueles tempos, surpreendente
surpreendentemente
menta pouco de
da obra demonstrava
sinais da
de idade, trinte
trinta anos mais
meis tarda a,
e, podemos acrescentar, mesmo egora,
agora, querente
quarenta ae nove anos
depois. Merece ser lida como uma defesa da pesquisa e exortação ao bibliotecário para que procure
atitude crítica dos princípios, diretrizes e procedimentos profissionais,
cultivar uma etitude
profissionais.
O tama
tema de Festschrift dedicado ao Dr.
Dr, Jesse Hauk Shara
Shera foi axetamente
exatamente a recomendação
freqüente do homenageado, de qua
frequente
que os bibliotacários
bibliotecários busquem os fundamentos teóricos da profissão.
- O título.
título, Toward a theory of librarianship, é apropriado, pois ainda se está
astá caminhando em direção à
teoria(26). Estamos longe de chegar lá, sendo prematura ea advertência de Verner W. Clapp, de que ea
filosofia da biblioteconomia, assim como
corrx} a teoria do cosmos ou uum
m sistema de ética, nunca pode ser
final e completei?).
completai?).
Enfim, o qua
que temos é a compreensão de que ae biblioteconomia é uma área
inter-disciplinar, de natureza instrumental. Falta-lhe
Felta-lhe conteúdo substantivo, ausência essa que
provocou a queixe
queixa de colega inteligente ea instruída, enfrentando seu sétimo ano
eno de estudos em
bibliotecoromia, ea nível de pòs-graduaçãb;
pòs-graduação; apesar de tanto estudo, sente que nada sabe. Realmente
quem estuda, por exemplo, biologia, engenharia, química, física,
físice, pode dizer que adquiriu um
conjunto de conhecimentos. Sabendo catalogar, classificar, atender os leitores, obtemos apenas o
domínio de técnicas para lidar com os regist^'s
registras dos outros campos do conhecimento.
conhecimanto.
Rawski admite haver na biblioteconomia apreciável número de dados e, provaviemente,
oriurxJos de vários campos do conhecimento, proposições e conceitos trabalháveis, mas não podemos
oriundos

Digitalizado
gentilmente por:

�916
falta de um conjunto ordenado de propriedades e
chegar a uma decisão sobre o seu significado por feita
relações empiricas(26).
4. TEORIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
Os cultores da ciência da informação têm-se esforçado por atribuir-lhe uma identidade
distinta. Ainda é usada a designação "otietiana"
"otietiena" de
da documentação(20, 39), mais adequada para
alguns, para outros, superada. Preocupações de definição e delineação do território ocupado pela
ciência da informação são frequentes na litereture(2,
literatura(2, 5, 27, 36), tendo Shera e Cleveland passado em
revista es
as definições propostas desde
desda a conferência sobre o treinamento de especialistas em
informação científica,
cientifica, no Georgia
Geórgia Institute of Technology, de Atlanta, em 1961 e 1962(36).
Quanto às origens, é, contraditoriamente, considerada ora como tendo surgido
independentemente, ora como derivando da biblioteconomia e da documentação. Segundo Goffman,
independentemante,
é uma atividade que
qua foi chamada, indiferenciadamente, de documentação, recuperação, ciências e,
finalmente, ciência da informação! 13). Para Lea M. Bohnert, teria sido documentação em 1950,
recuperação da informação lá por 1960 e ciência da informação na década de 1970(4). Vickery
comentou que a biblioteconomia ae a documentação estavam se transformando
trensformando em ou sendo
absorvidas por um nova disciplina, "ciência e tecnologia da
de informação"(40). Os europeus usam
informática, restringindo-a èà informação científica.
cientftica.
Para Saracevic, ea ciência da informação teria emergido do contexto dos novos campos de
comunicação, não como expressão
axpressão ou metamorfose da bibliotecorximia
biblioteconomia ou da documentação. Na
grande mabria
maioria os seus fundadores não eram bibliotecários ou documentalistas e as abordagens
originais não seriem
seriam derivadas das outras duas áreas.
ãrees. A biblioteconomia ter-se-ia ocupado mais das
fontes de comunicação, preservando e organizando documantos,
documentos, ao passo que a ciência da
informação concentrer-se-ia
concentrar-se-ia no destino da comunicação, recuperendo
recuperando e disseminarxio
disseminando ea literatura. A
ciência da informação não seria orientada exclusivamente para o problema biblioteconòmico, tendo
componentes intimamente relacionados com o trabalho em outros campos. Também, a
biblioteconomia taria
teria comFxsnentes
componentes não relacionados com a ciência da informação. Mas não entram
em competição e as
es relações mútuas são naturais, não só pelos fenômenos e processos que lhes
servem de base, como pelo apoio reciproco;
recíproco; assim como a medicina e ea biologia tratam dos mesmos
fenômenos sob diferentes aspectos, o conhecimento criado num campo é utilizável no outro
outro(30).
(30).
A ciência da informação é considerada como uma disciplina, ao passo que a documentação
teria sido mais um movimento internacional(30, 36), o que explicaria, segundo Sarecevic,
Saracevic, o relativo
fracasso da documentação em Implementar
implementar seus ambiciosos planos e o desinteresse de que foi alvo
por parte dos fundadores da ciência da informação(30). Nossa biblioteconomia e documentação
tiveram e têm ainda essa
esse aspecto de movimento, de uma causa. Devemos adquirir não só formação
profissional, mas assumir a disposição de lutar para a implantação das idéias inerentes. Esta menção
aqui não é um desfraldar de barxieiras para ea luta. É apenas a constatação de um fato que
quadeve
deve ser
se quisermos compreender o desenvolvimento da biblioteconomia e da
levado em conta sa
documentação em nosso meio. Buscando alcançar essência, natureza, devemos compreender que essa
característica de causa ou movimento é parte imprescindível da biblioteconomia e documentação
atividades sociais.
como etividades
De início,
Oe
inicio, houve grande otimismo de que
qua uma nova disciplina básica emergiria de certas
teorias fundamentais dos fenômenos da inforrtiação
informação para ser rapidamente arrolada entre es ciências
respeitáveis, mas essas ilusões logo se dissiparam(37).
Saracevic e Rees (34) sugeriram a ciência da informação como fundamento
Em 1968 Seracevic
que foram criticados recentemente por Wright (41):
(41); como seria Isso
isso
teórico da biblioteconomia, no qua
possível, sa
se não deenvolveu a sua própria teoria?
Embora dando razão a vários pxsntos
pontos da recensão de Saracevic, feita em 1971 sobra
sobre a
Annual Review of Information Science and Technology (ARIST), Salton
Saiton comentou que
qua a critica
crítica
sugeria grandes desenvoivimentos
desenvolvimentos am
em ciência da informação, e não pôde deixar de perguntar quais
"reações sérias" que estavam
exatamente as "reeções
astavam sendo sentidas, quais as "áreas vitais de estudo" e onde
estava a teoria aplicável(28, 31).
O sentimanto atual, apontado por Belkind), é de constangimento (self conciousness) da
ciência da Informação,
informação, evidenciado na preocupação com seu status perante as outras disciplinas
discipiinas e
como ciência, e com o significado dos seus assuntos e objetivos de investigação. Sugere que algumas
dessas manifestações são naturalmente devidas aos problemas sociais e políticos que qualquer nova
disciplina (ou área de investigação aspirando a tal status)
stò.us) enfrenta, tais como a indiferença ou
hostilidade da comunidade acadêmica estabelecida, a luta pela sua parte dos fundos limitados de

cm

Digitalizado
gentilmente por:

II

12

13

14

�917
pesquisa e desenvolvimento, o complexo de inferioridada
inferioridade por nSo ter métodos de pesquisa bem
definidos num meio social que
qua os exige para aceitaçSo;
aceitação; outros aspectos poderiam,
poderíam, contudo, estar
astar
mais relacionados com preocupações estritamente
estritamenta intarnas,
internas, "cientifica^',
"cientificai", isto é, com problemas
problamas da
estrutura teórica da ciência da InformaçSo
astrutura
informação que
qua devem ser resolvidos a fim de haver propasso
progresso na
solução dos problemas
problamas práticos.
Dentre as recomendações de Saracevic na sua critica
crítica à ARIST, figurava a de
da qua
que a ciência
ciãncia
da informação, especialmente,
especial mente, fosse tratada, passada em revista a intarpretada
interpretada como ciência, devendo
deverfdo
onde existente,
proeminenteOl). Para Groliar,
ela não
ttão éá uma
a teoria, quarxfo
quendo ea onda
axistenta, ser revisada de modo proeminenteOI).
Grolier, ala
ciência, no sentido de
da disciplina estabelecida ae unificada, mas um campo de astudos
estudos
intar-disciplinaras
inter-disciplinares algo irKiefinido,
indefinido, assolado até agora por demasiados
damasiados dados quantitativos pouco
fidedignos, não relacionados com sólidos modelos teóricos; os dados quantitativos tão
são Ingredientes
necessários, mas insuficientes
insuficiantes para estudos verdadeiramenta
verdadeiramente científicos. Precisam de hipóteses
básicas, testáveis ea "falsificáveis",
"falsificávais", ou seja, de
da uma abordagem teórlcall7).Wright
teórica(17).Wright (41)epontou-lhe
(41)epontou-lha o
conteúdo não substantivo e argumentou também que, pela sua própria natureza, não poderá ser
contaúdo
ciência. O argumento lembra o de
da Finney am
em relação à educação ae às ciências
ciêtKias sociais em geral, vendo
o erro na Insistência
insistência am
em aplicar aos fenômenos não espaciais da menta,
mente, por Infarêncie
inferência da
de falsa
analogia, a mesma técnica da
enalogía,
de aquisição do conhecimento aplicada aos fanómenos
fenômenos espaciais da
de matéria
ae movimento quantitativos! 11).
Segundo Slamecka, é remota a perspectiva da
Segurxfo
de estabelacer
estabelecer teorias furKiamentais
fuixlamentais dos
fenômenos da Informação,
informação, nem estão detarmiiuidas
determinadas sua naturaza
natureza ea forma, sendo
tendo vagas as percepções
dos fenômenos(2,
fanômenos(2, 37). As esperanças dos pesquisadores da
de criarem
criaram uma nova disciplina básica em
menos de uma geração e de obterem
obteram o seu reconhecimento como mambro
membro igualmente
iguelmenta respeitável das
estabelecidas eram irraals.
irreais. Embora o entusiasmo passado fosse
fossa compreensiva!
compreensível em
ciências astabalacidas
retrospecto, Slamecka critica a imprudência em crar
crer qua
que as furKiaçOes
fundações teóricas de
da uma ciência básica
pudessem ser formuladas em tão curto espaço de tempo; ae busca de uma ciência da informação
pudassem
deveria, assim, continuar com humildade consideravelmente maior, motivada por um desejo genuíno
da
de compreander
compreender as premissas, parâmetros ae substância de tel
tal ciência, am
em ves da
de paio
pelo açodamento em
convencer o rruindo
mundo qua
que realmente exista
existe uma disciplina básica(37).
Saracevic agora faz eco a tais observações, réconhecarKio
reconhecendo que
qua o objetivo (sonho) da
pesquisa básica na ciência da informação é formuiar
formular uma teoria garal
geral da comunicação, pere
para lha
lhe servir
de alicerce teórico, mas que o otimismo da
da
de ser alcançado um tanto rapidamenta
rapidamente começou ea se
que é altamente complaxo
complexo ae ambicioso. A seu
desvanecer com a compreensão de qua
sau ver, a
biblioteconomia não foi bem sucedida em deserwolver
desenvolver uma base teórica ae um componente cientifico,
científico,
faltando-lhe a tradição de Indagações teóricas ea experimentais, mas a ciência
faltando-lha
ciêtKÍa da Informação está
tentando adquirl-los,
tentarKio
adquiri-los, admissivelmente
admissivalmenta com sucesso limitado(30).
llmitado(30).
Sublinhando a enorme necessidade da compreensão teórica, Slemecka
Sublinhendo
Slamecka faz lambrar
lembrar
que, a despeito da preocupação com conceitos ebstratos,
abstratos, a pesquisa básica
bésice na ciência
cléncla da
de
informação, essim
Informação,
assim como em qualquer outra, se efetua
efetue num mundo real ae político, cujo
comportamento determina poderosamanta
poderosamente sua sustentação e limites. ComK&gt;
Como recurso para
pare se obter
oportunidade de justificar, em termos
tarmos fortes e pleusiveis,
plausíveis, ea continuação de programa vigoroso de
pasquisa
pesquisa teórica dos fenômenos, processos ea sistemas da
de informação,
Informação, sugera
sugere a mudança do que chama
"domínio problemático", as áreas da
de Interesse da ciência da Informaçãò(37).
informação(37). Essas variaram através
do tampo,
tempo, num desfile
dasfile de esquemes
esquemas habilidosos, cada um dos quais proclamado pelo seu inventor
Inventor
como sendo a resposta aos problamas
problemas da recuperação da .Informação(13).
.informação(13). Nas décadas da
de 1940 e
1950 predominarem
predominaram es
as tentativas da
de crier
criar máquinas especiais de recuperação, combinando a busca de
referências relevantes com o fornecimento de cópias de documentos; surgiram o Rapid Selector, o
Filmorex, o Minicard, as aplicações computadorizadas da
de pesquisa bibliográfica, os trabalhos de H. P.
anos decorridos entre 1960 e 1975, as atividades de
da Informação
informação cientifica
científica
Luhn(4). Em suma, nos 15 enos
a técnica
técnica* foram de natureza
naturaza aplicada, desenvolvendo procedimentos e sistemas para
pare arrolar ae
disseminar documentos, aperfeiçoando o controla
coritrole da literatura cientifica
científica a o acesso a ela; a
preocupação era com o manejo doméstico dos documentos e com os mecanismos
mecanisnx&gt;s de entrega. O
surgimento da
surgímanto
de novo "domínio problemático" evidencia-se na emergenta
emergente consciência social das
questões do valor ea adequação do conhecimento científico; no engajamento consciente numa
otimização, auxiliada por máquinas, do solucionamento
solucionamanto de
da problemas
problamas e da tomada de decisões; no
ebuliente problema da pouca eficiêrKia
eficiência dos sistemas e organizações de ensino; no dilema entre o bem
comum e ae privatização
prívatizeção individual. O novo "domínio problemático" consiste na necessidade de
descobrir os princípios ea da
de desenvolver os meios para a administração
edministração ótima de um dos recursos
que
chaves do homem, o conhecimento. Mas, adverte Slamecka, este é um domínio problemático qua
assinala e acompanha a pendente transição de uma sociedade irxlustrial
industrial em pós-industrial, sociedade

cm

2

3

Digitalizado
gentilmente por:

�918
de conhecimento. Em consequência,
consequèncie, nSo éê um imperativo
in&gt;perativo universal e, em muitas partes do mundo,
prematuro(37). Compete-nos, aos
será considerado, ainda por muito tempo, irrelevante
irralevanta e pramaturo(37).
bibliotecários brasileiros, examinar essa hipótese em face de nossa sociedadel
em que
ponto. entSo, está a caminhada empôs
Cleveland acharam
am
qua ponto,
empós a teoria?
teoria?. Shera e Cieveiand
inquietante a escassás
inquietanta
escassês da
de rafarèncias
referências à pesquisa básica qua
que contribuiria para os fundamentos da
ciêrKia da informação. As discussões
ciêrx:ia
discussõas nSo tomam como arcabouço as contribuições
contribuiçOes já existentes.
Predomina uma ratórica
retõrica filosófica, fazendo perecer
parecer qua
que sa
se procura aceitaçSo
aceitação como disciplina
cientifica apenas a poder da
de falatório: se falarmos bastanta,
bastante, talvaz
talvez possamos nos convencer a nós
mesnrxjs e ao resto do mundo(36).
mesmos
As invastigaçOes
investigações em andamento consistem na acumulação
acumulaçSo de dados e em trabalhosa’
trabalhosa'
taxionomia, raalizando-se
realizando-se sobra
sobre teorias em pequena ascaia.
escala. Espera-se que asse
esse trabalho contribua
para a formuiaçSo
formulação de teorias mais amplas que, por seu turno, sugerirão experiências, e assim
sucessivamente(20, 30).
Na pesquisa, como em qualquer outra atividade, existem modas. Assim, na ciência da
informação declinou o interesse por projetos e avaliações
avaiiaçSes de sisternas
sistemas e estudos do usuário, tópicos
esses suplantados pela bibliometria, estudos da literatura e comunicação(30, 31).
Fértil na sugestão de
da tópicos para pesquisa tem
tam sido a teoria epidêmica, proposta por
Goffman. Em analogia com a propagação de doenças, na transmissão do conhecimento a idéia
desempenha o papel do material infeccioso. A informação
Informação corresponde ao
eo agente por meio do qual
esse material éè transmitido, e a interação entre um indivíduo ea uma idéia pode resultar ou não na
aquisição de conhecimento, assim como o contato
confato entre uma pessoa e o material infectante pode
resultar ou não na doença.
doança. Os princípios inerentes
Inarentes à difusão de doenças infecciosas também
governam a difusão da informação,
Informação, essim,
assim, a dispersão do conhecimento, que é um processo de
comunicação, pode ser representada como um processo epidêmico. Consequentemente, epidemias
podem ser usadas como modelos para se obter compreensão dos processos de comunicação; podemos
substituir o estudo destes, sobre os quais
queis pouco se sabe, pelo estudo dos processos epidêmicos, para
os quais existe uma teoria e que apresentam certas importantes características em comum com o
assunto sob investigação(14). Naturaimente,
Naturalmente, ea analogia não é completa. O material infeccioso que
penetra num organismo não continua disponível para infectar outros suscetíveis. A informação,
evidentemente, não desaparece, lido o documento que ae contém. A transmissão é apenas de idéias, de
evidantemente,
conteúdo, não de matéria. O documento continua em existência, podendo exercer influência sobre
outras mentes. São inúmeros os escritos que podem comunicar idéias de mente ea mente, ao passo que
características. Na teoria epidêmica é representado
um agente infeccioso é sempre o mesmo nas suas caractarísticas.
apenas um rg.odoide
ro.odoide comunicação. Para es
as oito variáveis são necessárias oito equaçOes
equações diferenciais,
não havendo solução para o sistema completo dessas aquações(35).
equaçSes(35). Contudo, esta dificuldade pode
fundamental da estabilidade de um processo epidêmico (de
ser contornada: ea teoria introduz ea noção furKiamental
doenças e idéies),
idéias), derivando o teorema respectivo e estabelece, formaimente,
formalmente, condiçOes
condições para o
controle ótimo do processo; assim, é possível determinar
determiitar as condições de estabilidade, sem conhecer
a solução dos conjuntos de equações diferenciais que representam
representem o processo(32). Saracevic
qualificou a teoria epidêmica como a única relacionada com ea comunicação que tenta mostrar algo
da dinâmica do processo(33).
Criticando o método direto de recuperação da informação, no qual
quei todo um conjunto de
documentos tem de ser examinado para
pare determinar um subgrupo que atende a uma consulta,
Goffman propôs o método indireto. Se um documento for considerado
consideredo relevante a uma pergunta,
pode ser afetada a relevância dos demais existentes no conjunto, visto que o velor
valor da informação
esses pode aumentar ou diminuir como resultado da
transmitida por asses
de informação transmitida pelo
primeiro. A relação não é entre a pergunta ea cada documento, mas dos documentos entre si. Com
base nasse
nesse raciocínio, Goffman calcula a probabiiidada
probabilidade condicionei
condicional de que a relevância de um
documento seja influenciada pelos demais existentes na
ne coleção, estabelecendo as cadeias de
comunicaçãodS).
Derek de Solla
Soila Price desenvolveu o modelo exponencial para estudo do crescimento da
literatura científica, calculando que o número de periódicos científicos após 1665 dobrou
regularmente em períodos de 15 anos e que esse crescimento exponencial continuaria por algumas
décadas após 1961, com um eventual e próximo nivelamento da curva. Mas, como o aponta Groiier,
Grolier,
o primeiro periódico científico. Gesta Lynceorum, da Accademia dei Lincei, apareceu em 1609 ea
duplicação regular a cada 15 anos a partir daquela data teria resultado em 16.777.216 periódicos,
incluindo os de publicação suspensa, por 1969, o que excede de umas 100 vezes o número
incluirKio
núnrtero realmente
reaimente
existente naquela data. Price supôs, também, que as revistas de resumos surgiram em 1830, data da
criação da Pharmaceutisches Centraiblatt,
Centralblatt, e qua
que a essa época haveria já 300 revistas, mas, segundo

Digitalizado
gentilmente por:

II
11

12
12

13
13

14
14

�.919
919
Grolier,
Grolier. a primeira publicação de resumos começou em 1710, quando todos os periódicos científicos
totalizavam pouco menos
meitos da
de 50; se esse tipo da
de publicação secundária tivesse crescido
exponencialmente no período sugerido por Prica,
Price, também 15 anos, o seu número acumulado em
1965 seria da
de 131.072, certamenta
certamente mais do que
qua dez vezes a cifra verdadeira. Grolier acrescenta que
examinou várias estatísticas usadas por especialistas em bibliomatria
bibliometria e as achou, no todo,
extremamente questionáveis, em certos casos até inúteis(17).
Em 1960, Calvin Mooars
Mooers ascraveu
escreveu um aditorial
editorial em American Documentation(22),
Documentation{22),
comentarxlo o fato da
comantarrdo
de alguns sistemas da
de recuperação da informação, ambòrai
embora; fracos, serem
intensamente usados, em contrasta
contraste com outros, de técnica muito superior, que mareciam
mereciam pouca
atenção dos usuários, e se perguntava o por que disso. Como explicação, sugariu
sugeriu um princípio
principio ou lei
iei
de comportamento, que,
da
qua, segundo acreditava, governa o uso dos sistemas de
da recuperação da
informação. Argumenta que, para muitos, é mais embaraçoso ter do que
qua não ter informação. Nessa
situação, é da
de se esperar que
qua as pessoas evitarão usar um sistema eficiente em
am lhes proporcionar
informação. O contraditório princípio
principio foi assim expressado:
axpressado: LEI DE MOOERS: Haverá uma
tendência a não se usar um sistama
sistema de recuperação da informação sempre que for mais doloroso e
perturbador para o usuário tar
ter do que
qua não ter
tar a informação.
Isso vai contra suposições tácitas da
de qua
que é desejável dispor da
de todas as possíveis
informações. Nos longos anos da
de trabalho em
am bibliotecas especializadas, muitas vezes
vazas me lembrei
des$a "lai".
"lei". Explica muito do qua
que todos na mesma situação devam
devem ter experimentado. Quantas vazes
vezes
melhores fontçs, sobra
sobre assuntos de Interessado
Interesse do usuário ae insistentemente solicitadas pelos mesmos,
as malhores
atenção para os recursos da
ficavam sem uso, embora empregados todos os meios de atrair a atanção
bibliotecal
bibllotecal
Segundo Grolier,
Groiier, a lai
lei da
de Mooers ainda não foi testada "cientificamenta"(17).
"cientificamente"(17). Alguns
estudos, por exemplo, da distância a ser percorrida para acesso a uma coleção
colação em relação com o uso
feito deia,
dela, ou da tendência em citar trabalhos porque
porqua estão
astão disponíveis ae não por serem os melhores
sobre o assunto, ae outros desse tipo, parecem baseados, senão na lei, pelo menos em raciocínio
semelhante ea ■ vivência da situação... Ainda, Salton(28) raclamou
reclamou Saracebic não tar
ter apontado, na
sua crítica
critica à ARIST, o fato da
de sarem
serem passados em revista unicamente
unicamanta trabalhos em língua inglesa, o
que lhe
qua
lha parece inevitável quando os críticos são americanos que não lêem ou não poJem ler
lar trabalhos
em línguas estangeiras.
estartgeiras. Mooers explica?
Os estudos bibliométricos empregam a lei
lal de Bradford, uma regularidade estatística
derivada empiricamertte,
empiricamenta, qua
que descreva
descreve a distribuição da
de artigos pelas revistas especializadas ae é
apiicávei a fenômenos relacionados;
aplicável
reiacionados; a lai
lei da
de Lotka, sobra
sobre a produtividade dos autores; a de
da Zipf,
relativa à frequência com qua
que ocorrem as palavras num taxto.
texto. Fairthorne nos ensina que essas ae
se ajustam a certos fenômenos de
semelhantes leis empíricas tem comportamento hiperbólico e sa
da
lingülstica, economia ea aos erros de
psicologia, meteorologia, linguística,
da sinalização, presumivelmente, também
a quaisquer outros tendo as necessárias propriedades formais. As distribuições hiperbólicas são o
resultado Inavitéval
Inevitável da necessidade combinatória ae de tendência a comportamento racional de curta
duração, sempre que um grupo da
de pessoas deve usar um repertório de elementos dados para formar
comptostos e quando o aspecto
compostos
aspacto de "custo" ou inconveniência desses elementos é6 dominante.
Geralmente os elementos ea seu uso surgem da maneira como as pessoas escolham
Geralmenta
escolhem observar,
obsarvar, ordenar
ordertar
ou falar sobra
sobre as coisas, não da natureza das próprias coisas. Dessas características é possível deduzir
conseqüèncias da mudança dos alamentos,
consequências
elementos, saus
seus custos ae as regras para usá-los(9).
de Mateus", apontado por Huston
Relacionado a essas regularidades, há o "efeito da
Marvin, da
de Harvard, na área da política ciantífica(17).
cientlfica(17). "Dar-se-é
"Dar-se-á ao qua
que tem e terá am
em abundância.
Mas ao qua
que não tem, tirar-se-é
tirar-se-á nrtesmo
mesmo aquilo que julga ter", diz-nos o evangelista na parábola dos
talentos (capítulo 25, versículo 29).
Com a indicação das técnicas da
de artálise
análise de citações, qua
que permitem identificar as
constribuições mais significativas ea as frantes
frentes da
de pesquisa, estão apontados aiguns
alguns dos principais
recursos a guiar a pesquisa básica na ciência da informação.
Há 49 anos atrás os bibliotecários foram honrados com o exame da sua profissão por um
insigne filósofo. SIm,
insigna
Sim, claro, não poderia
podaria deixar de mencionar José Ortega Y Gasset, cujo ensaio foi
1936 no Congresso Internacional de Bibliotecários ea Bibliógrafos. A
lido a 20 de maio de 1935
pertubadora missão qua
que Ortega y Gasset apontou para o bibliotecário, servir como um filtro antra
entre o
homem e a torrente de livros qua
que se avoluma, tem sido objeto de
da susto de controvérsia, mas nunca
esteve mais atualizada(24).
estave
atuaiizada(24).
Alguns depoimentos: Muitos documentos são repetitivos. Mesmo quando o usuário
necessita cada fragmento de informação sobre um assunto, raramante
raramente isso significa que lhe é
necessário ter todos os documentos relevantes. Lamentando a ausência de dados válidos sobre a
redundância dos escritos científicos e técnicos, Cleverdon menciorta
menciona uma investigação de R. Shaw,

Digitalizado
gentilmente por:

�920
que constatou serem necessários apenas 96 documentos para ter todos os itens de
da informação
informaçáo
contidos numa coleção completa de
da mais de 4.000 escritos
ascritos relativos à aplicação de plantas
lactescentes(8).
Vários estudiosos opinam que anfrantamos
enfrentamos uma explosão não de informações, mas de
publicações, denominada explosão documentária ou bibliográfica. Foskett comanta
comenta que
qua talvez os
bibliotecários pudessem solver alguns dos problemas de recuperação e relevância, encorajando uma
espécie de contraceptivo
contraceptive literário .. .(12).
Grolier raclama
Groliar
reclama contra as impressionantes somas gastas ou solicitadas para proporcionar
de informação que se suprõe
supõe corresponderem às suas
aos cientistas ou técnicos os serviços da
necessidades, sem a menor prova empírica
ampirica de que esses gastos tenham melhorado ou realmanta
realmente
melhorem, num futuro predizfval,
predizfvel, a situação vigente, vindo, ao contrário, adicionar uma dose a mais
de poluição intelectual
da
Intelectual ao já alarmante nível
nfvel de
da "informação" indesejável(17).
Saracavic
Saracevic manifesta esperanças da
de qua
que algumas novas áreas da
de pesquisa, embora sem
aplicação imediata ae dramática, como as da década da
de 1960, possam conter a resposta ao sério
problema que, não corrigido, poderá fazar
fazer a indústria da informação desabar sobo
sob o próprio
prõprio peso: as
bases da
de dados ae serviços on lina
line relacionados, atualmente o principal suporte da indústria da
informação.estão orientados para o controla
controle da quantidade, não da qualidade. Já se obteva
obteve boa
lnformação,estão
medida de
da controle da quantidade da
de literatura sobre dados assuntos, mas não da sua qualidade
enquanto relevante a usuários ea áreas
anquanto
áraas determinadas. Está havendo recuperação demasiada,
especialmente da
de muito lixo, não há filtros qualitativos. A
Â medida que os requisitos da informação se
tornam mais complexos ae a literatura nas bases da
de dados cresce cada vez mais,
mais, o problema da
qualidade se torna mais agudoOO).
agudo(30).
De maneira objativa,
Da
objetiva, não baseada em meras
maras suposições e julgamentos feitos com critérios
subjetivos, os bibliotecários estão gradualmente
gradualmante se capracitando,
capacitando, pelo emprego da bibliometria, a
realizar o que Ortega y Gasset apontou como sua missão(25). Fecha-se o círculo.
E no Brasil? Qual a preocupação com a teoria que
qua possam ter
tar revelado os bibliotecários
brasileiros? Acredito não errar dizendo que não temos tido essa preocupação. Da
De fato, quando se
está ocupasíssima no
rto trabalho de biblioteca, pareçam
parecem sonhos ae quimeras considerações de teoria,
filosofia, conteúdo substantivo. Para nós
nòs há muito conteúdo, os dias são curtos para vencer tudo o
que sa
se precisa ae se poda
pode fazer numa biblioteca. Corrobora essa opinião um artigo pedindo um
aumento qualitativo no níval
nível da
de formação profissional e a consolidação de "uma autoconsciência
autoconsciència da
Biblioteconomia como profissão liberal de níval
nível universitário" ae vendo "justamenta
"justamente nessa
nesse fator da
de
distanciamento antra
entre o profissional ae os princípios filosóficos que deveriam nortear sua atuação no
processo da
de desenvolvimento sócio-econòmico brasileiro... uma das causas fundamentais dos
problemas que a bibliotaconomia
biblioteconomia brasileira enfrenta... o primeiro passo (para uma solução) estará
dado na medida em que
qua o bibliotecário inicia uma especulação acerca do qua
que faz, porque
porqua faz e para
quem faz, criando um arcabouço teórico qua
que transforma o seu cotidiano em clència".(10).
ciência".(10).
Fíè trabalhos analisando, definindo, delimitando a ciência da informação
Há
Informação ea a biblioteconomia. Seria do maior intarasse
interesse um levantamento bibliográfico e um estudo
astudo das correntes
correntas de
da opinião
expressadas, para maior
nnaior conhecimento das influências que
em nosso meio. Um fato
neles axprassadas,
qua têm atuado am
estimulante para os estudiosos é o da
de qua
que antra
entre nósastá
nós está tudo, praticamante,
praticamente, por pesquisar.
Taorias
Teorias já tratam "da
"de coisas, isto é, da causa formal e material (natureza dos corpos), só a
Filosofia, como ciência das essências, das rtaturazas,
naturezas, pode julgá-laií'(38).
julgá-lasí'(38). O que buscamos é
conhecimento a,
e, am
em última análise, sabedoria.
O asforço
esforço da
de tornar a bibliotaconomia
biblioteconomia uma ciência tem levado à pregação de um método
de pesquisa estraitamenta
estreitamente limitado à comprovação da
de hipótese$(16).
hipóteses(16). Mouly, em cuja obra Goldhor
baseia muho
muito do seu
sau ensino,
ansino, critica a restrição da pesquisa a uma das suas etapas, apenas, sob o perigo
ulteriores conhecimentos(21).
de serem fechadas as portas a ulterioras
É moda menosprezar os astudos
estudos descritivos, mas J. D. Bernal (citado por Grolier, 17),
lembra que o assunto todo da transmissão da informação precisa de uma análise do tipo descritivo ou
de história natural (grifo da
de Barnal),
Bernal), antes qua
que possamos ter esperanças de determinar os números
certos a procurar ou as perguntas a formular.
formular,
FairthorneO) concluiu qua
Fairthorne(9)
que o levantamento das distribuições hiperbólicas'
hiperbólicas empíricas
apoiava a conclusão extraída por Bradford de sua própria lei: para se saber mais acerca da própria
especialização deve-se sair para fora dela; não se deve ater muito à própria localidade
localidada nem ser
ser.
demasiado contemporâneo. O passado é um proveitoso prelúdio.
Nesse espírito, serva
serve para nós a reclamação da
de Shera e Cleveland, da extrema nacessidade
necessidade
Nassa
de uma história erudita do movimento de
da documentação nos Estados Unidos e da emergência da
ciência da informação. O aspecto de causa ou movimento constituiHnteressante hipótese para guiar o

Digitalizado
gentilmente por:

II

12

13

14

�921
estudo da nossa biblioteconomia. Ecoamos a advertência de que decresce o número de participantes
no movimento ae da existèru:ia
existência de muita hist&amp;ria
história nSo registrada em perigo de se perder, sendo
fundamental um projeto sério de história
hist&amp;ria oral para a preservação das memórias dos personagens
persortagens
sobreviventes. Precisamos desses estudos para maior compreensão, ria
na caminhada para a teoria.
Parodiando Cuttar,
Cutter, podemos dizer: "sejamos científicos, não sejamos muito científicos".
Finney rx&gt;s
ik&gt;s faz lembrar que,
qua, no sentido mais estrito da palavra ciência, a psicologia e a
sociologia Ica.bem
(cabem aqui a biblioteconomia ea a ciência da informação), não são de modo algum
ciências, nem jamais poderão ser. De fato,
fato. é de se conceber que o culto da ciência
cièiK:ia se possa tornar
verdadeiro obstáculo ao conhecimento, pois acordos fundamentais no campo mental-social serão
acumulados principalmente pelas visSes
vísSes do gênio introspectivo e os principais instrumentos de tal
pesquisa continuarão a ser lógica, filosofia, as belas artes... as humanidades, enfim01).
enfimd 1).
REFERÊNCIAS
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.

10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.

BELKLIN, Nicholas J. Information concepts for information science.
sciarKe. Journal of
Documentation. London, 34:55-85,
Documentation,
J4:55-85,1978.
1978.
BELKIN, Nicholas J. &amp; ROBERTSON, Stephen E. Information Science
science and the
phenomenon of information. Journal of the American Society for Information
phanomenon
Science. Washington, DC, 27:197-204, 1976.
BUTLER, Pierca.
Pierce. IntroduçSo à ciência da biblioteconomia. Trad. Maria Luiza Nogueira.
Rio de
da Janeiro, Lidador.
LIdsdor, 1971.86 p.
BOHNERT, Lea M. Advancing and retreating with
wlth information scieiKe.
Science. Bulletin of the
American Society for Information Sciertce,
Science, Washington, DC, 5:44,34,1977
^44,34,1977
BROOKES, B.C. A new paradigm for information Science?
science? Information Scientist,
Tottenham, /0:103.111.
f0:103.111,1976
1976
BRUGGER, Walter. Dicionário de filosofia. Trad. Antonio Pinto de Carvalho. 2 ad.
ed. São
Verbete Teoria.
Teor«.
Paulo, Herder, 1969. 574 p. Varbeta
Verner W. Foreword. Toward a theory of Jesse Shera. In: RAWSKI, Conrad H.,
CLAPP, Vernar
ed. Toward a theory of iibrarianship;
Hbrarianship: papers in honor of Jesse Hauk Shera.
Metuchen, NJ, Scarecrow Press.
Press, 1973. 564 p. p.7-9.
CLEVER DON, C.W. User evaluation of information retrieval systems. Jourrta!
CLEVERDON,
Journal of
I*
Documentation, London,
LorKlon, 30:170-180,1974.
FAIRTHORNE, Robert A. Empirical hyperbolic distributions (Bradford-Zipf(Bradford-Zlpf-Mandelbrodt) for bibliometric description atKf
and prediction. In: SARACEVIC,
Tafko,
Tefko, ed. Introduction to information science.
sciertce. New York, R.R. Bower, 1970.
751 p.p.521-534.
FARINAS, Vara
Vera Helena Pimentel. Sobra
Sobre biblioteconomia. Revista de Biblioteconomia de
Brasília. 1:141-144,1973.
Brasília,
1:141 -144,1973.
FINNEY, Ross Lee. A brief
briaf for the philosophy of education. In: Park.
Park, Joa,
Joe, ed. Selected
readings in the philosophy of education. New York, Macmillan, 1958. 440 p.
p.11-31
FOSKETT, A.C. The subject approach to information. 3 ed. London, C. Bingtay;
Birtgley; HarTxJan,
Hamden,
Linnet Books, 1977. 476 p.
CT, LInnet
GOFFMAN, W. Information sciertce;
science; disciplina
discipline or disappearance. ASLIB Proceedings,
London, 22:589-596,1970.
GOFFMAN, W. A genaral
general theory of communication. In: SARACEVIC Tefko, ad.
ed.
Introduction to information Science.
introduction
sciertce. New York, R.R. Bowker, 1970. 751p.
D. 7?6-747.
GOFFMAN, W. An indirect method of information retrieval. In: SARACEVIC, Tefko, ed.
Introduction to information science.
introduction
Science. New York.
York, R.R. Bower, 1970. 751 p.
p.485-492
GOLDHOR, Herbert. Pesquisa científica em biblioteconomia e documentação. Trad. Leita
Leila
Novaes. Brasília,
Brasilia, VIPA, 1973. 224 p.
GROLIER, Eric de. On the use of quantitative data in information scieiKe.
scierKe. In: NORTH
ATLANTIC TREATY ORGANIZATION. Group for Aerospace Research and Development. The problem of optimization of user benefit in scientific and
technological information transfer: copies of papers presented at the Techinical
technoiogica!
Information Panei
Panel SpecialisTs
Specialist's Meeting,
Meeting. hei
hel in Copenhagen, Danmark,
Denmark, 8-9 OcL
1975. Neuilly sur Seine,
Seine. AGARD,
AGARD. 1976. 126 p. Sect. 7, p.T-9.
p.1-9.

Digitalizado
gentilmente por:

�922
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
30.
31.
32.
33.
34.
35.
36.
37.
38.
39.
40.
41.

JOLIVET, Regis. Curso de filosofia. Trad. Eduardo Prado de Mendonça. 9. ed. rev. Rio de
Janeiro, Agir, 1968.
1968, 443 p.
p,
inquiry, a methodology for behavioral sciences.
KAPLAN, Abraham,
Abraham. The conduct of inquiry;
Sciences. San
Francisco, Chandier,
Chandler, 1964.
1964, 428 p.
MACGREGOR, Aian.
Alan. Some trends in research and
end development
deveiopment in documentation.
Journal of Documentation, London, 54:342-348, 1978.
MOULY, George W. Science of educationai
educational research. 2 ed. New York, Van Nostrand,
Reinhold, 1970.541
Reinhoid,
1970. 641 p.
MOOERS, Calvin N. Editoriei
Editorial Moeei^s
Moeer's iaw
law or, why some retrieval Systems
systems are used and
others are not.
othersare
noi. American Documentation, Washington, DC, 11:204,1960.
í/:204, 1960.
NORTHROP, F.S.C. The logic of the sciences
Sciences and the humanities. Cleveland,
Cleveiand, World
Publishing, 1963. 402 p.
ORTEGA Y GASSET, José. MIslón
Misibn dei
del bibliotecário y otros ansayos.
ensayos. 2 ed. Madrid, Revista
de Occidente,
Occldente, 1967. 183 p. Tembém
Também In:
In;
. Obras completas. 2 ed. Madrid,
revista de Occidente, 1950-62. 8 v. v.5
v.'5 -.209-234.
PAO, Mirenda
Miranda Lee, A quality filtering system for medical
medicai WteratureJournal
literature.Journa/ of Medical
Medica!
Education, Washington, DC, 50:353-359,1978.
RAWSKI, Conrad. H., ed. Towarda
Toward a theory of Hb'rarianship;
Ub'rarianship; papers in honor of Jesse Hauk
Shera. Metuchen, N.J., Scarecrow Press, 1973. 564 p.
ROBERTS, Norman. Social considerations towards a definition of Information
information Science.
science.
Journal of Documentation, London, 52:249-257,1976.
32:249-257,1976.
SALTON, Gererd.
Gerard. Information Science
science and the Annual Review. Information Storage and
Retrieval, Oxford, 5:99-101, 1972.
SARACEVIC, Tefko. Bellies
Beilies end
and ASIS. Z./5ra/y
Library Journal, New York, 56:167-168,
55:167-168, 1971.
SARACEVIC, Tefko. An essay on the past and
end future (? ) of Information
information Science
science
education — I. Historical overview. Information Processing and Management,
Oxford, 15:1-15,1979.
SARACEVIC, Tefko. Five years, five volumes and 2345 pages of the Annual Review of
Information Science end
and Technology. Information Storage and Retrieval,
Oxford, 7:127-139,1971.
7:127-139, 1971.
SARACEVIC, Tefko. ed. Introduction to Information
information Science.
science. New York, R.R. Bowker,
1970.751 p.
SARACEVIC, Tefko. Relevance; ea review of and a framework for thinking on the notion
of information
Information Science.
science. Journal of the American Society for Information
Science, Washington, DC, 26:321-343,1975.
25:321-343,1975.
SAftACEVIC, Tefko &amp; REES, Alan
SAhACEVIC,
Alen M. The impact of information
Information science on library
practice. Library Journal, New York, 3:4097-4101,
prectice.
5:4097-4101, 1968.
SHAW, Wliliem
William M. LIBS 576 Quantitative methods. Case Western Reserve University,
Graduate School of Library Science, Clevelan, Ohio, EUA. Apontamentos de
Graduete
aula.
au
Ia.
SHERA, Jesse H. &amp; CLEVELAND,
CLEVELAN D, Donald
Doneld B. History and
end foundations of information
Information
science. Annual Review of Information Science and Technology, Washington,
Science.
DC, 72:249-275, 1977.
SLAMECKA, V. Pragmatic observations
observetions on theoretical
theoreticai research In
in Information
information Science.
science.
Journal of the American Society for Information Science, Washington, DC,
25:318-320,1975.
26:318-320,1975.
TOBIAS, José Antonio. Iniciação aà filosofia. São Pauio,
Paulo, Edit,
Edit. do Brasil, 1968, 268 p.
VICKERY, B.C. concepts of documentation. Journal of Documentation, London,
34:279-287,1978.
54:279-287,1978.
information Science,
science. in:
In: RAWSKI, Conred
Conrad H., ed. Toward a
VICKERY, B.C. The nature of Information
librarianship; papers in honor of Jesse Hauk Shera. Metuchen, NJ,
theory of Hbrarianship;
Scarecrow Press, 1973. 564 p. p.147-168.
WRIGHT, H. Curtis. The wrong way to go. Journal of the American Society for
Information Sciertce,
Science, Washington, DC, 50:67-76,
30:67-76, 1979.

Digitalizado
gentilmente por:

II

12

13

14

�923
ABSTRACT
Points to the role of theory in guilding research and in providing one of the main characteristics of a
profession, and indicates librarianship's
librerianship's aspirations
espirations of achieving
echieving a theoretical foundation. In
Information
information science, for some derived from librarianship end
and documentation, for others evolved
independentiy,
independently, were held Initially
initially optimistic views thet
that ea theory would soon be established.
Currently there is ae humbler realizarion of the need for more basic research
Currentiy
reseerch toward a theoretic base.
A few small scale theories, models, techniques, and
end empiric laws on which some corrente
currente work is
based are mentioned.

cm

2

3

Digitalizado
gentilmente
por;
por:
4

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="20">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="20086">
                <text>CBBD - Edição: 10 - Ano: 1979 (Curitiba/PR)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="20087">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="20088">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="20089">
                <text>1979</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="20090">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="20091">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="20092">
                <text>Curitiriba (Paraná)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="24927">
              <text>Em busca da teoria</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="24928">
              <text>Amorim, Maria José Theresa de</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="24929">
              <text>Curitiba</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="24930">
              <text>FEBAB &amp; Associação Bibliotecária do Paraná</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="24931">
              <text>1979</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="24933">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="24934">
              <text>Biblioteconomia </text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="24935">
              <text> Bibliotecários</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="24936">
              <text>Descreve o papel da teoria em guiar a pesquisa e caracterizar as profissões liberais, indicando a aspiração da biblioteconomia a alcançar fundamentos teóricos. Na ciência da informação, para alguns derivada da biblioteconomia e da documentação, para outros evoluída independentemente, o grande otimismo inicial de que seria rapidamente estabelecida uma base teórica foi seguido pela compreensão mais humilde da necessidade do prosseguimento da busca. Teorias em pequena escala, modelos, técnicas, métodos e leis empíricas em que se têm baseado alguns dos trabalhos correntes são mencionados.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="65969">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
