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                  <text>1096
ISBD: ORIGEM. EVOLUÇÃO, ACEITAÇÃO.
Maria Luisa Monteiro da Çunha
Cunha
Presidente da Comissão Brasileira de Documentação em Processos Técnicos, FEBAB e CoordenaCoordena
dora do Grupo de Processos Técnicos da Associação Paulista de Bibliotecários.
ISBD: ORIGEM,
Ofl/GEM, EVOLUÇÃO, ACEITAÇÃO
A história da Catalogação no século XX pode ser dividida em duas fases distintas: antes e
depois da I.C.C.P. (Conferência Intarnacional
Internacional sobra
sobre Princípios de Catalogação) (promovida pela
IFLA e realizada em Paris am
IPLA
em outubro de 1961 sob os auspícios da UNESCO e mediante subvenção
do Council on Library Resources dos Estados Unidos.
empreendimentos no campo da Catalogação
Cíatalogação foram levados a efeito
Sem dCivida, grandes empraandimantos
desde as primeiras décadas do nosso século, tais como a distribuição de fichas impressas pela
Biblioteca do Congresso (1901I) ea a Catalogação Cooperativa iniciada nos Estados Unidos em
1932 quando
quarxfo a Comissão de Catalogação Cooperativa da A.L.A. (Associação Americana
Amaricana de
Bibliotecários) foi Instalada
instalada na Biblioteca do Congresso, em
am 1934, como dacorrãncia
decorrãncia dessa união, foi
Serviço da
de Catalogação Cooperativa ea Classificação qua
que passou a integrar
criado o Sarviço
Integrar as DivisSes da
referida biblioteca, A partir desse momento, concretizou-se o sonho da
de Charles C. Jewett, plonalro
pioneiro
da Catalogação Cooperativa nos Estados Unidos ea qua,
que, em
am 1851, justificava o seu
sau projeto
projato
apresentado à Smithsonlan
Smithsonian institution
Institution dizando,
dizendo, inicialmenta,
inicialmente, que "tudo qua
que facilita-a
facilita a pesquisa
contribui para o progresso da ciência". Dizia, também, Jewett, que um livro davarla
deveria ser catalogado
uma (inica vez, a fim de qua
que o despendido por um biblioteca na catalogação de uma
urrta obra não
tornasse a onarar
onerar não só
sõ essa
assa mesma biblioteca, como também a qualquer outra".
outra".f1
Na Europa, a Alemanha foi um dos primeiros países a iniciar a Catalogação Cooperativa,
resultante da ação conjunta da Staatsbibliothek com o Berliner Titeldrucke. Trabalho também de
relevo, o desenvolvido no Centro Dinamarquês da
de Catalogação Cooperativa (Danmark
(Denmark PolkebiblioFolkebibliotekernes Bibliografiske Kontor). Um panorama geral da catalogação cooperativa na Europa êé
encontrado am
em "Cooperative Cataloguing in Europe", de John Richmond Russell. No Brasil, a
catalogação cooperativa surgiu em 1942 com a instituição do SIC (Serviço de Intercâmbio de
Catalogação), fruto da colaboração entre
antra o D.A.S.P., a Fundação Gatúiio
Getúlio Vargas e a imprensa
Imprensa
Nacional. Em 1954, o SIC passou a sar
ser uma das unidades do I.B.B.D. (hoje
(hoja S.N,I,C.T,),então
S,N,I,C.T,),{então criado.
Todavia, tanto a catalogação cooperativa, como a centralizada e os catálogos coletivos,
país ou
visavam a atender, primordialmente,
primordialmenta, às necessidades de informação bibliográfica de um pais
região. Entretanto, quando os vários veículos de
da comunicação começaram a apresentar recursos mais
amplos e atualizados graças ao aparecimento ae rápida evolução de novas tecnologias, o intercâmbio
bibliográfico também se intensificou. Foi, então, sentida, a necessidade de uniformização dos
catálogos e outras listas bibliográficas, a níval
nível Intarnacional.
internacional.
Face a essa
Faca
esse problema, a IFLA dacidiu
decidiu organizar uma conferência internacional que
propiciasse aos bibliotecários da
de todos os países amplo intercâmbio da
de experiências visando ao
internacionalmente
estabelecimento de princípios internacional
mente aceitos quanto às entradas de autores individuais e
esse encontro
coletivos nos catálogos alfabéticos ae listas similares de livros. Em preparo a asse
internacional, foi promovida uma reunião preliminar em Londres, em
intarnacional,
am julho de 1959, com a
participação de vinte bibliotecários de
da alguns paísas
países especialmente convidados. Dois anos após teve
lugar no edifício da UNESCO, am
em Paris, a memorável I.C.C.P. (Conferência Internacional sobre
Princípios de Catalogação), o maior evento catalográfico do século XX.
A I.C.C.P. rrão
rtão encerrou suas atividades ao término do certame
certama de 1961, tanto que sua
Comissão Organizadora, com o acréscirrx}
acréscimo de
da mais quatro membros,
mambros, teve o seu mandato prorrogado
para que pudessem ser cumpridas suas Recomendações. Muitas destas redundaram em contratos
F&gt;ara
estabelecidos entra
entre a IFLA, a UNESCO ae bibliotecários da
de comprovada experiência. Assim, de
acordo com a Racomandação
Recomendação IV, item A-1.
A-1, segundo a qual deveria ser "publicada, dentro de um
mfnimo. uma súmula
sómula da prática adotada em cada país para as entradas relativas aos nomes de
prazo mínimo,
pessoas dele procedente^', foi dada a incumbência ao Sr. A.H. Chaplin, secretário geral da I.C.C.P.,
que coligiu os dados nacessários
necessários para a publicação, em 1967, de "Names
"Names of persons: national usages
for entry in catalogue^'. A 3? edição, dada a lume em 1977, começou a ser distribuída durante o 1.°
IP
Bibliographies Nationales" (Paris, UNESCO, 1977). A contribuição do
"Congrès International sur les Bibliographias

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Brasil figura desda a 1 ? ediçSo da obra.
Em cumprimento à Resolução IV A 2 da I.C.C.P. foram elaboradas duas listas também de
suma importancie:
importância: (1)
(11 a de "nomes de Estados e outras autoridades territoriais sob ea forma adotada
para as entradas nos
rtos catálogos em conformidade com os nomes oficiais usados por essas próprias
autoridades", trebalho
trabalho confiado 6à Sre.
Sra. Suzenne
Suzanne Honoré, da Bibliotece
Biblioteca Nacional de Paris, e (2) uma
"lista dos títulos
tftulos uniformes para os clássicos enônimos
anônimos de cada país
pal’s com os equivalentes adotados
nas línguas
Ifnguas de outros países", cuja compilação coube ao Sr. Roger Pierrot, também da Biblioteca
francesa.
Nacional frarKesa.
Em atenção a pedidos oriundos de vários centros e comissSes
comissões nacioneis
nacionais de catalogação, a
IFLA encarregou o Sr. A.H. Chaplin de preparar uma edição anoteda
anotada dos Princípios estabelecidos na
IjC.C.P., tarefa ae que ele imediatamente se dedicou com a colaboração da Sre.
I^C.C.P.,
Sra. Dorothy Anderson. O
trabalho de Chaplin foi distribuído internacionalmente para
trabelho
pare exame e sugestões. Os comentários
recebidos foram coletados e resumidos pela Sra. Eva Verona, presidente de
da Comissão de Catalogação
da Iugoslávia.
I S B D, — Em cumprimento à Resolução II, item "g" da I.C.C.P., coube ao Sr. Michael
Gorman, então chefe da catalogação da B.N.B. (British Nationel
National Bibliography) o encargo de um
estudo visando à uniformização da catalogação descritive.
descritiva. Ao explicar o objetivo do seu trabalho,
Gorman escreve; "indicar padrões comuns na catalogação descritiva susceptíveis de servir de base ao
estabelecimento eventual
eventuel de um sistema reconhecido internacionalmente para ae apresentação dos
dados bibliográficos na redação das fichas de catelogação.
catalogação. .. .saber que elementos de uma ficha de
catálogo foram considerados necessários sob o aspecto
especto prático, numa amostra do tipo de trabalho
trebalho
dos órgãos nacionais de catalogeção".
catalogação". DIz
Diz o autor estar "convencido de que essas entidades não se
distanciam umas das outras no que concerne às mesmas considerações quanto èà descrição dos dados
bibliográficos e que deve existir uma áree
área de ação comum assaz
essaz considerável. Este
Esta áree,
área, uma vez
reconhecida e delimitada, fornecería
reconhecide
forneceria o único ponto de partida válido na elaboreção
elaboração dè um sistema
internacional de descrição bibliográfica"
O documento redigido por Gorman foi amplamenta
amplamente divulgado para o recebimento de
críticas e sugestões. Tivemos oportunidade de encaminhar eo
ao autor nossa sugestão. Os comentários
ao trabalho de gorman foram recolhidos por Akos Domanovszky que, por sua vez, teceu
considerações sobre os mesmos.
Toda essa atividade constituiu ae fase preliminar da Reunião Internacional de Especialistas
em Catalogação (I.M.C.E.) realizada em Copenhague em 1969, sob os auspícios de
da IFLA e de
da
UNESCO.
Dos treze documentos epresentados
apresentados ae essa Reunião, dois foram praticamente os
fundamentais:
fundamentais; (1) ae edição anotada
anotade do "Statement of Principles"
Principies" adotados na I.C.C.P., elaborada por
A.H. Chaplin
Cheplin e 1^.
Q. Anderson,^ e (2) "Bibliographical deta
data in national bibliography entries", por
Michael Gorman.'
Gorman.* Como
Conrx) suplementos Indispensáveis
indispensáveis a estes dois trabelhos
trabalhos de base, figurarem
figuraram o
"Digest of the comments received on the Annotated Edition of the Statement of Principies"’
Principles"’ e o
data in nationel
national bibliography entries".”
entries".
"Digest of the comments received on Bibliographical deta
No presente trabalho epresentaremos
apresentaremos epenes
apenas elguns
alguns pontos básicos do documento n?
nP 2 do
I.M.C.E., ou seja, o elaborado por Michael
MicheeI Gorman, eis que constitui ea origem da I.S.B.D. (Descrição
BIbiográfica Internacionel
Internacional Normalizada).
O documento em apreço resultou de um estudo das bibliografias nacionais de oito países a
enumeradas; II)
(1) British National
la France (BibFr);
seguir enumeredas:
Nationel Bibliography (ßNB);
(pNB); (2)
12) Bibliographie de le
IBibFr);
(3) Deustsche Bibliogrephie
Bibliographie (DB); (4) Swensk Bokforteckning (SB); (5) Bibliografija
Blbllogreflja Yugoslavije
(BJ); (6) National Union Catelog.
Catalog. USA (NUC); (7) Magyar Konyveszet (MK); (8)
IB) Bolatln
Boletín
Bibliográfico Necionel,
Nacional, Argentine.
Argentina.
"Foram examinados os métodos de catalogação descritiva adotados nas bibliografias acírr»
acima
indicadas, à luz do seu conteúdo e da
de sua estrutura.
estruture. O autor
eutor analisou
enalisou cerca de 500 fichas de cede
cada
bibliografia e tentou fazer uma síntese do seu conteúdo e respectiva estrutura
bibliogrefia
estruture ea fim de chegar a ume
uma
proposta de descrição que abrangesse o conteúdo comum a todas, dentro de uma estrutura que
representasse, tanto quanto
quento possível, a concordância de Idéias".
O trabalho de Gorman suscitou apreciações que variaram, desde a aceitação plena até ao
repúdio total (um caso,
caso. apenas). Apresentaram
Apresentarem comentários as pessoas e entidades que se seguem;
seguem
Farozi R. Abu Haidar, de Beirute; Akos Domanovszky. de Budapeste;
Budapeste. Heinz Hohne,
Hohne. de Leipsig;
Leípsig;
Pierrot, transmitindo a opinião da Biblioteca
Suzanne Honoré, de Paris, Suzanne Honoré e Roger Pierrot.
Nacional de Paris;Sra.
Neclonal
Peris;Sra. A. Khrenkova, da URSS; Diego Maltese,
Maltese. de Florença,
Florença; Elfriede Markt,
Markt. de Viena,
pela Comissão de Catalogação de Autor e Título da Associação
Associeção de Bibliotecários da Áustria.
Áustria, Lucile

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Regras de Catalogação
M. Morsh, dos Estados Unidos; Yasumasa Oda, de Tóquio, pela Comissão de Regres
da Associeção
Associação de Bibliotecas do Japão; a Associação Polonesa
Polorresa de Bibliotecas; Géza Sebestyán,
Sebastyén, de
Budapeste; Stanislav Sfr, de Praga,
Prega, em colaboração com o Deprartemento
Departamento de Descrição Bibliográfica
da Biblioteca Nacional de Praga; C. Sumner Spalding, da Biblioteca do Congresso de Washington:
Washington; Eva
Verorra, da Iugoslávia; Bárbara Westby, da Biblioteca do Congresso de Washington; Maria Luisa
Monteiro da Cunha, de São Paulo,
Montairo
Peulo, Brasil.
Akos Domanovszky
Domaitovszky resumiu os comentários de caráter geral
gerei relacionados a:
a; (íj
(VJ valor e
método do trabalho, (2)
12) tarminologia,
terminologia, (3) precisão enaiftica.
analítica. Finalizou com um resumo dos
comentários faitos
feitos ea cade
cada uma das " Recomendações" de Gorman.
Durante a Reunião Internacional
Duranta
Internecionel de Especialistas em Catalogação (I.M.C.E.), a perta
parte
referente ò pontuação suscitou as maiores e mais acaloradas
raferanta
ecaloredas discussões. Dada a necessidade
nacessidade de
as decisões de
da Reunião, foi instituído
Trabalho
ampliação do documento, segundo es
institufdo um Grupo de Trebelho
presidido por Gorman,
elaborar um texto preliminar que seria submetido èà
Gormen, com ae incumbência de eleborar
apreciação intarnacional.
internacional. Outra
Outre decisão
dacisão importante,
importanta, foi ea de ser dada ao documento a designação de
(SBDI, Descrição Bibliográfica Normalizada (pare
(SBD),
(para monografias
monografies em um ou mais volumes), eis que os
47 bibliotecários representantes de 20 pafses
países qua
que participaram do IMCE anteviam a importâncie
Importância e
alcance do trabalho, tendo am
em vista que
qua "um método normalizado para
pare ae descrição de livros
facilitaria o progresso da cooperação intarnacional".
internacional".
Após várias
váries reuniões, o Grupo de Trabalho
Trabelho deu
dau a lume, em 1970, ao primeiro esboço da
SBD (Descrição Bibliográfica Normalizada). Face às várias sugestões recebidas, foi preparada uma
edição preliminar que, em 1971, já saiu com ea sigla hoje universal
universalmente
mente reconhecida, ou seja, a ISBD
(Descrição Bibliográfica Internacionei
Internacional Normalizada).'
Normalizada). O "\"
"I" foi anteposto èà sigla inicial da
tratar de um documento que sob todos os aspectos, ae no mais alto sentido técnico,
publicação, por se treter
merecería ser considerado como um pedrão
mereceria
padrão internacional. O acréscimo do "M" entre parênteses foi
decidido para evidenciar que a publicação se destinava à descrição bibliográfica de monografias. A
edição preliminar (1971) da ISBD (M) foi traduzida em várias Knguas,
línguas, inclusive
inclusiva o português.
experiência no emprego da ISBD (M) em bibliotecas e bibliografias de vários pafses
A axperiência
países
redundou em comentários que provaram
provarem a necessidade de uma revisão geral do texto da edição
preliminar. Assim, ea I FLA decidiu convocar alguns bibliotecários para
pare uma reunião que, dada a sua
finalidade, intitulou-se "Revision Meeting" e foi realizada em Grenoble, em 1973, dois dias antes
entas do
tfHères.
Congresso da I FLA no campus universitário de St. Martin d'Hères.
Para o ""Revision
Revision Meeting" foi preperado
preparado um documento no qual figuravam, face a faca,
face, o
texto da edição prallminer
preliminar de
da ISBD (M), 1971,
1971. ae os comentários e sugestões feitos à mesma
transformados em propostas para modificações. Do exame minucioso do documento am
em apreço e das
discussões que suscitou, resultou o texto da edição "stendard"
"standard" da ISBD (M) publicada em 1974,°
graças ao meticuloso trebalho
trabalho dos bibliotecários designados para a constituição do grupo editorial
aditorial
tarefa.
encarregado da tarefe.
O Grupo de Processos Técnicos de Sãp Paulo, vinculado à A.P.B. ea àè Comissão Brasileira de
Documentação em Processos Técnicos da FEBAB, deu logo início
infcio èà tradução da edição "standard"
da ISBD (M)^ amplamente
emplamenta divulgada no Brasil e até hoje solicitadíssima pelas escolas da
de
Biblioteconomia de São Paulo, do Paraná e de Santa
Biblioteconomie
Sante Catarina.
Catarine.
Aceita internacional
internacíonalmente
menta a ISBD (M), o Escritório da IFLA para o Controle Bibliográfico
Universal, am
em atenção a múltiplos pedidos, decidiu estander
estender as provisões da descrição bibliográfica
normalizada para monografias à dascrição
descrição de outros tipos de material bibliográfico.
Trabalho constitufdos de bibliotecários com ampla
Foram estabelecidos
astabelacidos Grupos de Trabalho'constituídos
experiência na catalogação da
de determinado tipo de material, para a elaboração de ISBDs
especializadas. Desse modo, já foram editadas: a ISBD (S) para publicações seriadas, agora em edição
especionizadas.
"standard" publicada em 1977*” a ISBD (NBM) para "non book materiais"
"standerd"
materials" multimeios, lénçada
lançada em
1977'';
1977*'; a ISBD (G), ==■ geral, tembém
também publicada em 1977 com a finalidade de sarvir
servir de base para
todas as ISBDs que
qua vierem ae ser elaboradas.*^
alaboredes.1^
Inicalrrrente, o Escritório da IFLA para o Controle Bibliográfico Universal julgou que a
Inícalmente,
ISBD (M) poderia nortear o preparo das especializadas, mas a prática evidenciou que a descrição
bibliográfica normalizada para monografias não só não atendería
atenderia às necessidades de outras ISBDs,
como também precisaria ser revista à luz dos elementos fornecidos pela ISBD (G), como ocorreu com
a edição "standard’
"standard" da ISBD (S),
(S) a fim de serem evitadas discrepâncies
discrepãncias quanto à redação e
terminologia.
Recebemos recentemente, para exame e sugestões, a ISBD (PM) música impressa ae a ISBD
A) divros raros.Duas
raros.CXias equipies
pelo Grupo da
de Processos Técnicos da
de São Paulo, estão
IA)
equipas designadas paio
trabalhando ativamente pera
para o envio de sua epreciação
apreciação dentro do exíguo prazo estipulado.

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No que concerne ea traduções, o Subgrupo de Catalogação está traduzindo ae ISBD (G) e o
Subgrupo de Multimeios e ISBD (NBM).
Em agosto de 1978, por ocasião do III Encontro de Bibliotecários Especializados em
ProcessosTécnicos, durente
durante a IV Assemblefa das Comissões Permanentes da FEBAB, foi distribuído o
ProcessoáTécnicos,
Estudo comparativo da ISBD (M) e AACR com o capítulo 6 de 1967 e 1974, feito por uma equipe
do Subgrupo de Catalogação do Grupo de Processos Técnicos da
de A.P.B. ^ A equipe encarregeda
encarregada do
estudo comparativo entre ea ISBD (S), o AACR e as Normas para ea catalogação de publicações
seriadas editadas pelo Grupo de Bibliotecários Biomédicos de São Paulo continua em plena atividade
nós, até fins de 1979, devemos ter o trabalho pronto para publicação.
e, temos para nòs,
A ISBD está sendo utilizada em vários sistemas cte processamento automático de dados
bibliográficos como, entre outros, o CALCO*
ÇALCO^ , o MARCAL eoUNIMARC
Catalogação partilhada (shared
Como complemento indispensável aos projetos de Catalogeção
cataloging), de numeração internacional do livro (ISBN), das publicações seriadas (ISSN), e da
Catalogação-na-Fonte (Cataloging-in publication), as ISBDs são, inegavelmente, uma consequência da
obra pioneira de Otiet e La Fontaine, na Europa, e C.C. Jewett, na América,
obre
Américe, que aspiravam
aspiravem
concretizar o sonho de todo o erudito ou pesquisador: um catálogo universal.
O Escritório da IFLA para o Controle Bibliográfico Universal (CBU), sem dúvida em
posição única para o alcance desse objetivo, conte
conta com o entusiasmo ae capacidade não s6 de sua
equipe, na sede em Londres, como também com ae experiência e cooperação dos bibliotecários de
todos os continentes.
até no Brasil, ea ISBD se afirma cada
Apesar das polêmicas suscitadas no exterior*
exterior*^' e
vez mais como padrão internacional, justificando a frase de R. Lanker: "another step in the rigth
direction".
19
_
— Maria Luiza Monteiro da Cunha

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non-book materials.
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�</text>
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                <text>CBBD - Edição: 10 - Ano: 1979 (Curitiba/PR)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>A história da Catalogação no século XX pode ser dividida em duas fases distintas: antes e depois da I.C.C.P. (Conferência Internacional sobre Princípios de Catalogação) (promovida pela IFLA e realizada em Paris em outubro de 1961 sob os auspícios da UNESCO e mediante subvenção do Council on Library Resources dos Estados Unidos.</text>
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