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                  <text>1112
ISBD (M)
NORMAS INTERNACIONAIS PARA A DESCRIÇÃO
DESCRIÇAO BIBLIOGRÁFICA
BIBLIOGRAFICA DE MONOGRAFIAS
Giacomina
Gíacomina Faldini
Fac. Direito da USP — São Paulo
Origem. Estas normas são o resultado final de uma série de atividades iniciadas em 1961, por ocasião
da realização da Conferência Internacional sobre Princfpios
Princípios de Catalogação, em Paris.
constituído na Reunião Internacional de
Foram elaboradas por um grupo de trabalho constitufdo
Especialistas em Catalogação, havida em Copenhagen, am
em 1969, que teva
teve como um dos seus
principais objetivos confirmar os trabalhos iniciados na Conferência da
de Paris,
Paris.
O texto final contém as recomendações finais do grupo de trabalho ea foi precedido por
três anteprojetos, distribuídos a mais de 70 centros de catalogação ea bibliotecas, para que fossem
feitas críticas e comentários.
Grenoble, uma reunião para revisão do texto da ISBD(M),
Em 1973, celebrou-se em Granobla,
levarKlo-se em consideração as emendas propostas. Chegou-se a um acordo para a redação do texto
levando-se
final e o Comitê de Catalogação da FIAB tomou a si o encargo da publicação da edição final da
ISBD(M).
No Brasil, a primeira edição standard em português surgiu em 1975. A partir da
de 1975,
também, foram realizados estudos para a criação de uma ISBD geral, que pudesse servir para a
descrição de
da qualquer tip&gt;0
tipx} de material que estivesse no acervo de uma biblioteca.
Em 1977 surgiu, então, a ISBD(G) trazendo inovações para todas as demais | ISBD,
sobretudo na terminologia, uma vez que o enfoque do G deveria necessariamente ser diferente do M
ou do S, visto o G ter que tratar da descrição bibliográfica de materiais variados, alguns muito
diferentes dos livros impressos ea portanto aprasentando
apresentando características muito específicas.
Acreditamos, pois, que a próxima edição da ISBD(M) trará as alterações Inevitávels.^uma
inevitáveis,, uma
vez que ela deverá{
deverá i ser revista à luz da nova nomenclatura e da nova estrutura apresentada pela
ISBD(G), da mesma forma como já aconteceu com ae 2? edição do Código Anglo
AngIo Americano, que foi
revisto e remanejado completamenta
completamente à luz da ISBD(G). Convém, aqui, lembrar qua
que a edição em
separata do capítulo 6 do Código Anglo-Americano (capítulo da descritiva) foi publicada em 1974 ae
revista naquela ocasião á luz da ISBD(M).
Campo: Especifica os requisitos para a descrição de publicações monográficas em um ou
mais volumes, indicando uma ordem uniforme para os elementos da descrição e um sistema
sistema de
pontuação para essa descrição.
É preciso salientar que a ISBD, tendo como característica primordial a descrição de uma
determinada publicação em mãos e não da obra nela contida, o dado raferente
referente à autoria, constituído
pelo cabeçalho de autor (pessoa ou entidade) não é objeto de estudo.
Finalidade: A ISBD(M) foi projetada principalmente como um instrumento para a
Finalidada:
comunicação internacional da informação bibliográfica. Em vista disso, a ISBD(M) fornece uma
estrutura internacionalmente aceitável para a representação da informação descritiva no registro
bibliotecário de monografias.
Ao especificar os elementos que
qua devem
devam compreender a descrição bibliográfica e especificar
a ordem em que esses elementos devem ser apresentados e a pontuação que os delimita, a ISBD(M)
deseja alcançar três objetivos: e)
a) facilitar o intercâmbio de informações da
de diferentes fontes; b)
facilitar seu entendimento etravés
através das barreiras '-llngQlsticas;
'-llngülsticas; c) fazer com que essas informações
possam ser convertidas em forma legível à máquina.
Para alcançar esses objetivos, foi encontrada uma maneira pela qual os vários elementos
que compõem a descrição bibliográfica sejam reconhecíveis visual ou mecanicamente, sem a
rtecessidade de conhecimento do seu conteúdo. Essa maneira é o sistema de pontuação estabelecido.
necessidade
Dentro de cade
cada uma das áreas principais da descrição, cada símbolo de pontuação é um
sinal que denota
derrata a natureza do elemento que se segue. O uso dessa pontuação difera
difere do uso
convencional dos sinais de pontuação. Por isso a pontuação da ISBD(M) apresenta às
ès vezes um
lembrar qua
que a pontuação da ISBD foi usada de forma
aspecto pouco familiar. Precisamos lembrer
estritamente formal e para uma finalidade técnica específica.
Aplicação: As normas ISBD são recomendadas para as bibliografias nacionais e os centros
de catalogação. Atualmente, são utilizadas por várias bibliografias nacionais, como por exemplo, a
britânica, alemã, canadense, australiana, francasa,
francesa, etc. e por muitas bibliotecas e sistemas de
informação em todo o mundo.
Em são Paulo, a ISBD(M) foi adotada pelo Centro de Catalogação na Fonte, da Câmara
Brasileira do Livro a partir de
da 1978.

cm

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gentilmente por:

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Importância: A ISBD pode ser considerada com um elemento essencial na execução da
política a longo prazo do Controle Bibliográfico Universal (CBU)
ICBUI que, na sua essência, se baseia na
seguinte resolução da Reunião Internacional de Especialistas em Catalogação, de Copenhagen:
"Devem ser envidados esforços para a criação de um sistema de permuta internacional de
informações, mediante o qual a descrição bibliográfica normalizada de cada publicação seja
estebelecida e distribuída por um õrgâo
estabelecida
órgão nacional no pafs
pais de origem... A eficiência do sistema
dependerá da máxima normalização da forma e do conteOdo
contaCido da descriçãobibliográfica".
Terminologia: Para os fins da ISBD(M) foram adotadas as seguintes definições:
— área: uma secção importante da ISBD(M)
— dado referente à autoria: indicação relativa a qualquer pessoa ou entidade coletiva ligada
à criação do conteúdo intelectual ou artístico da publicação
— dado referente à edição: indicação da edição ou impressão à qual a publicação pertence,
registrada com os mesmos termos usados na publicação ou fornecida pelo órgão
õrgâo bibliográfico, se
necessário
— descrição bibliográfica: conjunto de elementos bibliográficos que registram e identificam
uma publicação
— elemento: palavra ou frase ou um grupo de caracteres representando um Item distinto de
informação bibliográfica e fazendo parte de uma área da descrição bibliográfica.
principal: palavra ou expressão que geralmente aparece numa publicação,
— titulo principal;
designando a publicação ou a obra nela contida
— titulo alternado: quando o titulo principal consistir de duas partes, cada uma das quais
podendo ser considerada como um titulo,
tftulo, ligadas pela palavra "ou" ou equivalente, a segunda dessas
partes será designada como tftulo
titulo alternado
— outro tftulo:
titulo: um tftulo
titulo diferente do titulo
tftulo principal ou um titulo
tftulo equivalente
— Outras informações sobra
sobre o tftulo:
titulo; qualquer frase que não seja um titulo,
tftulo, uma indicação
de autoria ou de edição, que apareça nas páginas preliminares e expresse o caráter ou o conteúdo da
de sua produção.
publicação ou o motivo ou a oportunidade da
Ê justamente na terminologia que provavelmente a ISBD(M)
ISBDIM) será alterada na nova edição.
Comparativamente, podemos ver na transparência 1, as diferenças entre a ISBDIM)
ISBD(M) e a ISBDIG).
ISBD(G).
Ordem dos elementos:
Na transparência 2, damos uma visão de duas áreas da descrição bibliográfica, com a
respectiva pontuação.
Esquema da pontuação:
Na transparência 3, damos um esquema da pontuação prescrita e um exemplo prático que
aplica as normas do M.
Fontes de informação da descrição bibliográrfica: neste campo, a ISBDIM)
ISBD(M) traz uma
interessante inovação: se, para o dado de autoria e titulo
tftulo a página de rosto é a fonte principal para
essa informação, para a edição e a imprenta, além da página de rosto, as outras páginas preliminares,
inclusive as prefaciais ae o colofão também são fontes principais, como o mesmo valor da página de
inclusiva
rosto. Desta forma, dados de ediçãol
ediçãoj -ou
ou imprenta extraídos
axtraldos dessas páginas não precisarão mais vir
entre colchetes.
Damos a seguir, um quadro descritivo, na transparência 4.
4,
Inovações ae influências da ISBD(M):
ISBDIM): Com a publicação do capitulo
capftulo 6 do Código
Cõdigo
Anglo-Americano, em 1974, pudemos notar como os padrões da ISBD(M)
ISBDIM) haviam influenciado nos
trabalhos de atualização do Código AA.
O capitulo 6 mostra pequanas
pequenas difarenças
diferenças com a ISBD(M)
ISBDIM) mas total
totalmente
menta desprezlvais,
desprezíveis, ao
passo que a grande inovação da ISBDIM)
ISBD(M) Ia
(a pontuação, a divisão por áreas ea a nomenclatura) haviam
cabe, aqui,
aquf, nos estendermos
sido totalmente endossados pelo Cõdigo
Código AA. Não caba,
estenderrtKts sobre
sobra esta
comparação, mas gostarlarrKts
gostaríamos da
de ressaltar que a influência da ISBD continua também na 2? edição
do Código
Cõdigo AA, cujas regras de descrição bibliográfica foram totalmente baseadas na ISBD(G)
ISBDIG) e cuja
terminologia foi mais uma vez modificada, em consonância com o G.

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gentilmente por:

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