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JUBILCU DOS CONGRESSOS DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

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TEMARIOS
AUTORES
TRABALHOS APRESENTADOS

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RECOMENDAÇÕES

-1

POR
Carminda Nogueira da Cattro Ferreira — CRB-9/S74
Maria do Rosário da Castro Parreira Tolado
CRB-8/Proc. 160/79
Rutha Halana Camargo Farraira
CRB-8/Proe. 180/79

CURITIBA
1979 &gt;

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1954 - 1979
JUBILEU DOS CONGRESSOS DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
TEMARIOS
AUTORES
TRABALHOS APRESENTADOS
RECOMENDAÇÕES

POR
Carminda Nogueira da Caitro Ferreira — CRB—8/874
Maria do Rosário da Caatro Farraira Toledo
CRB-8/Proe. 180/79
Rulha Halana Camargo Farraira
CRB-8/Proe. 180/79

CURITIBA
1979
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�SUMARIO

1. Apresentiifão e Objetivos do Trabalho

P. 1

2. Antecedentes
3. Os Congressos

P-2
p.3

4. Conclusões

p.lO

5. Anexos
Anexo I

- I Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Anexo II
- II Congresso brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Anexo III - MI Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Anexo IV
- IV Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia » Documentação
Anexo V
- V Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Anexo VI
- VI Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Anexo VII - VII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Anexo VIII - VIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Anexo IX
- IX Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação.

6. Bibiiografia

I
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�COU - 02 + 002:061.36

1954 - 1979
JUBILEU DOS CONGRESSOS DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
TEMARIOS
AUTORES
TRABALHOS APR&gt;'SENTAOOS
RECOMENDAÇÕES

Resumo: Enumera os temas e tTtulos dos
trabalhos apresentados e recomendações
feitas desde o I - C.B.B.D. ao IX C.B.B.D.
Destaca os aspectos mais relevantes, recomenda a adoção de normas para apresentação dos Congressos e dos Temas e a
criação de um Secretariado
egnnanente
dos C.B.B.D. iunto ã FEBAB.

1. Aoresentacão e Obietivos do Trabalho
Ao elaborar este trabalho, as autoras estabeleceram como obietivo nrincioal a coleta ordenada das recomendações feitas nos
nove Congressos
Brasileiros de Biblioteconomia e Documentação realizados no decorrer de
um quarto de século. 0 período 1954-1979 é importantíssimo para a futura
história da profissão, e não pode prescindir de quaisquer referências,por
menores ou menos Valiosas que pareçam, dado que documentam sobretudo a Iji
ta de alguns pioneitos cujos nomes merecem perpétua gratidão.
Como objetivos secundários, as autoras propuseram-se recomendar uma
normalização na apresentação dos dados referentes a futuros Congressos,
visando a recuperação fácil e todas as demais vantagens que a normaliza ção acarreta.

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�Por não ser possível dar ao trabalho precisão, exatidão e bases cien
tíficas suficientes, não se objetivou fazer uma avaliação critica
de
tudo 0 que foi feito. Qualquer avaliação sõ alcança o máximo de sua sig
nificação, quando realizada em função de objetivos bem determinados. E
a maior dificuldade de um trabalho avaliativo dos eventos realizados co^
s.stiria, exatamente, na quase total ausência de formulação de objetivos
claros e precisos para a realização de cada um dos Congressos. Sõ dos
títulos do temãrio, do contexto político-social da época da realização ,
e das próprias recomendações podem ser deduzidos alguns objetivos subjacentes.
Nada melhor que um X - Congresso de Biblioteconomia e Documentação pa
ra apresentar o que já foi recomendado nos nove anteriores. 0 presente
trabalho não deverá aparecer como corpo estranho ao atual evento , mas
dele fazer parte integrante, servindo como meio de controle de qualidade, assegurando que este Congresso alcance resultados mais evidentes,ef_[
cazcs e eficientes do que os anteriores, como é natural.

2. Antecedentes’
Num interessante trabalho, as bibliotecárias Maria Alice de Toledo Lej^
te (SCSI) c Maria Cecília Pimenta Pinheiro (SCSI) apresentaram no IV Congresso um estudo comparativo das resoluções aprovadas nos tris primeiros
Congressos, com o que foi realizado.
"Para que os bibliotecários do Brasil possam verificar,
nitidamente, o grande esforço despendido pela classe,
em apenas nove anos, para a consecução de direitos há
tantos anos almejados"
Após cada resolução, as autoras informaram sobre as medidas tomadas, a
realização ou não das sugestões, ou esclareciam sobre as respectivas competências .
Concluindo o trabalho, extenso e meticuloso, as autoras recomendam que
"as conclusões a que chegarem os vindouros Congressos
de assuntos bibiioteconômicos e documetãrios sejam
de caráter essencialmcnte prático e objetivo, para
uqe possam ser satisfatoriamente observadas".

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♦

�3- Os Congressos
I-C.B.B.D:
1954 - RECIFE
Ha Universidade Federal de Pernambuco, bibliotecários reu
nidos discutem problemas então enfrentados pela classe. Havia
quase quarenta anos que fora instalado o primeiro curso dc Bi^
b1i0teconomia e os profissionais saídos desses cursos pionei
ros, autênticos bandeirantes da profissão, estavam
perfeit^
mente conscientizados da necessidade de fixar rumos mais co^
eretos, fundamentação e estruturas leqais mais definidas
ã
carreira de bibliotecário.
As reivindicações consideradas justas foram levadas a deb£
te, visando sempre um maior prestígio da profissão, o aprinio
ramento da formação técnico-eultura1 e a divulgação da biblio
teca como agente social da maior importância.
Cursos de Biblioteconomia integrados ãs Universidades foi
uma recomendação audaciosa jã que o curso na época era consj^
derado de nivel médio. E as Universidades também foi solicita
dõ a criação de uma Comissão Nacional de Bibliotecas Univers^
tãrias .
As implicações tarifárias na importação de livros mecerain
também as atenções dos bibliotecários, preocupados não só com
os aspectos financeiros, mas também (e pr i nc i pa 1 men te , deduzí^
mos) com os aspectos ideológicos, pois uma das recomendações
reclama das arbitrariedades de governos (?) cometidas contra
a livre expressão do pensamento. Semelhante recomendação
de
põe a favor dos bibliotecários da época que não se limitavam
a funções puramente técnicas e assumiam va 1orosamente, de pú
blico, em posicionamento em favor da liberdade intelectual.
Notável, e muito atual a recomendação visando
"assegurar
as bibliotecárias subsistência alheia aos azares da sorte".

3 -

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�II-C.B.B.D.
1959 - SALVADOR (Ba)
No berço da civlllzaçio hars11e'ra, es bibliotecários mos^
tram-se abertos, con uiti senso prospectivo enorme,para uma fo£
ça que pressentem poderosíssima; a propaganda. Por isso, reco
mendam que uma publicidade bem orientada e eficiente das
bi_
bliotecas seja feita aos quatros ventos....
Para rebater a falsidade e-demagogia do lena“1979 - Ano 1
da Criança Brasileira" nada melhor que recorrer ãs reiteradas
recomendações feitas, (em 1959), neste Congresso, sobré a ne
cessidade não sõ da criação* e proliferação de bibliotecas in^
fantis, mas também sobre a necessidade de um critério rigor£
so na seleção de revistas em quadrinhos para oue não
conste
de seu acervo literatura nociva ã formação mental da criança.
Além disso foi recomendado aos bibliotecários que dessem es^
pecial importância ao ajustamento social dos pequenos
1eit£
res .
E que di^zer sobre a atualidade e ori gi ra 1 i dade da criação
de bib11otecas-fami1iares em conjuntos residenciais ? a1 re
comendação seria dirigida ã Caixa Economica Federal e ao Ban
CO Nacional de Habitação , solicitando que os contratos
de
todas as construções residenciais da responsabilidade desses
órgãos governamentais, que abrigassem mais de duzentas
fara£
lias, contivessem uma cláusula de obrigatoriedade de instal£
ção de bibliotecas-fami1iares.
Curiosa é a recomendação feita'ãs bibliotecas públicas pa^
ra que em seus regimentc.s internos admitissem o acesso de me
nores de doze anos, e de escolares, em caráter supletivo
To
mando conhecimento de tal recomendação,e dela fazendo estudo
exegétiCO,não nos admiramos que os adultos de hoje na
faixa
etária de 27 a J5 anos não gostem de ler....
Neste Congresso algo muito importante para as
associa
ções de classe foi recomendado e aprovado: a criação da Fed£
raçao Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB)
e
sua Secretaria Geral, com sede em São Paulo.

- A

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sí em
Càereflclanmta

�III-C.B.B.O.
1961 - CURITIBA (Pr)
A preocupação com a formação profissional toma maior vul_
to, e custa acreditar que este perTodo não tenha sido escrito
hoje:
"As Escolas de Biblioteconomia tenham em mente que estão
preparando elites técnicas e não "fornadas" de
bibliotecã^
rios".
Ou este, em que se delineia jã o conceito de
formação
continua:
"...Escolas de Biblioteconomia com currículos bem rees^
truturados que permitam aos bibliotecários jã formados volt^
ren aos bancos escolares para se atualizarem nas técnicas da
Documentação".
E que mentalidade moderna a do profissional que,numa pro
fissão ainda de nível secundário, recomendava ãs escolas
um
procedimento que em sofisticada análise sistêmica, se
chama
hoje diagnóstico do meio ambiente.
"... O ensino seja fundamentado no conhecimento da realj_
dade, treinando os futuros bibliotecários na observação
do
meio social para dar base sólida ao planejamento de seu trab£
Iho junto ao público".
Como os processos técnicos eram também uma
preocupação
constante e se acreditava no trabalho em grupo, recomendou-se
desde logo a criação de uma Comissão Brasileira de
Cataloga^
cão.
Conscientes de que as tarefas e funções dos
bibUotecã
rios eram algo mais do que a realização de tarefas
rotinei_
ras, todos os participantes aprovaram a organização, nas Esco
Ias de Biblioteconomia, de ura Curso de auxiliar de biblioteca
pedindo ãs'autoridades competentes a criação desse cargo
no
qilAdro de funcionalismo.
E, não querendo fazer comparações com o que hoje aconte
ce, Ao roeomendar o aprendizado obrigatório de Inglês e
Ale
mão, foi observado que
"... outras ifnguas como o Espanhol, o Italiano
n o
Francês, não apresentara dificuldade para o bibliotecário br£

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�si1eiro".
IV-

C.B.B.D.

1963 - FCRTALFZA (Ce)
Sob 0 símbolo poético das jangadas, este Congresso recl£
mou de S. Excelência, o Presidente da República, maior
aten
çâo para o prob1»ma das Bibliotecas brasileiras, de modo
ge
ra 1 .
Reclamou também a participação de bibliotecários em Co
missões de Planejamento das Universidades, além de 5' do orç£
mento total universitário para os serviços bibliotecários.
Duas preocupações atuaITssimas também foram discutidas:
a equiparação dos vencimentos dos bibliotecários com os venci^
mentos dos professores titulares, contratados em regime de de
dicação plena, e a instalação de cursos de pós-graduação
en
Biblioteconomia e Documentação, visando o contínuo aperfeiço^
mento dos serviços bibliotecários.
V-

C.B.B.D.

1965 - SAO PAULO
Foi um Congresso de enorme repercussão. Autoridades esta^
duais e municipais deram total apoio ã iniciativa que, aliado
ao trabalho e entusiasmo da Comissão Organizadora. deu proje
çâo internacional ao evento.
Preocupações com o ensino uniformizado e com as
infr^
ções ã Lei 4084/6? geraram múltiplas e redundantes recomenda
ções: protesto ã USP pela separação do ensino da biblioteca
nomia e Documentação na estruturação da Escola de
Comunica
ções e Artes; pedido ãs escolas de uniformização da Nomencl^
tura das disciplinas e da seriação curricular;
incorporação
das Escolas nas Universidades e muitas outras.
"À CAPES e as Universidades foi, de novo, feita a
reco
mendação de estabelecerem programas de assistência para
im
plantação de cursos de põs-graduacão, aperfeiçoamento, e
ex

5 -

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�tensão nas Escolas e em Departamentos.
A vivência do desenvolvimento no campo da
Documentação
levou alguns participantes a proporem a adoção
de sistemas
de aquisição planificada e de Centros de Perinuta de duplic^
tas e a restauração da Comissão Brasileira de -C.D.U., dela so
licitando prestações de serviços.
Como emenda
ao projeto-de-1 ei do depSsito legal foi
solicitada a criação de Biblitecas Depositárias Regionais.
A FEBAB foi solicitada a realização de um novo levanta
mento das Bibliotecas Públicas, visando promoções futuras.
De novo. ãs Universidades, foi solicitada a importância
de
de suas verbas totais para o desenvolvimento e manutenção de suas bibliotecas.
Bibliotecas nas penitenciárias - eis uma generosa idéia
proposta, para ser introduzida no novo Código Penal.
Quatro recomendações importantes, aprovadas por unanimidade, que. ati hoje, não foram postas em prática:
a) a mudança da data das comemorações da Semana Nacional
da Biblioteca (de 1 a 7 de outubro), perminecendo o
dia 12 de março como o Dia do Bibliotecário;
b) a frequência obrigatória de Cursos de Didática, pelos
profissionais que se destinam ao ensino;
a obrigatoriedade de introdução em todos os cursos
universitários e secundários, da disciplina Orientação Bibliográfica;
d) orlação de uma Divisão de Bibliotecas, na SecretarI a
de Educação, no Estado de São Paulo.
Estas quatro recomendações, pela Importância de seus pro
pósitos mediatos, mereceríam ser incluTdas em outros Congre^
sos.
'

V!- C.B.B.D.
1971

-

BELO HORIZONTE (MG)

Vamos escolher um Hino do BI ai 1otecárlo7

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A

Idila

foi

�lançada no VI Congresso mas do Concurso proposto para a esco
lha não houve notícias.
A fiscalização do exercício da profissão, uma constante
em todos os Congressos, sobressai neste pela apresentação de
grande número de moções a serem enviadas a õrgãos governamen
tais e particulares (citados nomina 1 mente), recomendando
a
observância da Lei 4084/62. Essas moções poderiam ser repeti^
das até hoje...
Ao Conselho Federal de Educação foi feita uma importante
recomendação; que só seja au(ocizado e reconhecido o
funcio
namento de escolas superiores que contem rom bibliotecas org£
ni2ad,is, com um mínimo de 4.000 volumes de acervo c com bj^
bliotecãrio registrado no CRB.
A dispersão de temas e o grande número de participantes,
que criam problemas sérios is Comissões Organizadoras, foram
minimizadas através das recomendações que se referem ã prono
ção de Congressos ou Encontro de Estudantes e ã exclusão, en
futuros eventos, de discussões de assuntos referentes ao ensi^
no e ã formação profissional, assuntos que devem ser examin^
dos pela Associação Brasileira das tscolas de Biblioteconomia
(ABEBÜ) en. suas reuniões e encontros. Os resultados dos trab£
Ihos desenvolvidos pela ABEBO deveriam ser, posteriormente ,re
latados aos Plenários dos Congressos, segundo a recomendação.
A constante preocupação com a formação prof i ss i ona I , i ieri
tifica em todos os Congressos, também o foi neste: is Uni&lt;er
sidades foram solicitados Cursos de Formação de
Professores
de Biblioteconomia e ã ABEBO que volte sua atenção para o ;s^
tudo de um novo Curriculo Mínimo que incluisse no ciclo bã;j_
co Metodologia do Trabalho Intelectual, Linguística, Fgndamen
tos da Matemática, Estatística e Introdução aos Computadores.
vn-c.B.B.o.
1973 - BELEM (Pa)
Uma importante recomendação deste Congresso foi dirigida
ã CAPES para que incluisse bibliotecãrios entre os benefici^
rios de bolsas de estudo.

8 -

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�Outra, fo&lt; sobre a obrigatoriedade da catalogação na fon
te e 0 emprego do ISBN. Outra ainda, sobre normas para elabo
ração de trabalhos.
ttas a mais importante mesmo, e que hoje tem para todos os
bibliotecários brasileiros saudoso significado,foi a recoraen
dação para que se enviassem ao Ministro Jarbas Passarinho vo
tos de congratulações efusivas: um Ato de Sua Excelência, um
verdadeiro ato de justiça e de Bom-Senso, dera aos bibliotecá
rios uma vitória - a nomeação de duas grandes bibliotecárias
para a Direção da Biblioteca Nacional e do Instituto Nacional
do Livro (INI). Vitória efêmera, diga-se de passagem, já que
a conquista alcançada ã força de persistência, de eficiência
e de bon relacionamento humano, se evaporou...
As restantes rpeomendações repetem quase "ips1S1itteris"
as recomendações do Congresso anterior: novo currículo, SX do
orçamento universitário para a biblioteca, criação de biblio
tecas infantis, otc.
VIIl-C.B.B.D.
BRASiLIA
Como convêm a uma jovem capital, urasTlia deu uma feição
diferente ás recomendações e um arranjo moderno ã
apresenta^
cão dos trabalhos e da publicação final.
Assim, em vez das recomendações, foi apresentada uma de^
q1aração'de princípios sobre a necessidade de um planejamento
sistêmico para bibliotecas públicas e escolares.
A necessidade de'*uma entidade forte e dinâmica”, sediada
em Brasília sbb uma direção que represente uma autêntica lide
rança da classe bibliotecária, foi ressaltada, mas nada
de
mais claro e objetivo foi proposto, para cerrar fileiras, em
defesa dos interesses profissionais, ao lado da FEBAB e
das
associações filiadas, as quais
”... devem assumir imediatamente o lugar que lhes compe
te pois são o foro apropriado para debate e estudo das
sol^
ções que atendam ã melhoria dos serviços bibliotecários
no
País”.
Os dois Seminários realizados concomitantemente apresen

9

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�taram recomendações de interess^ específico dos assuntos
sados .

ve£

IX-C.B.B.D.
1977 - PORTO ALEGRE (RS)
Recomendação muito importante, na prática, foi apresent£
da neste Congresso: que os órgãos máximos da Biblioteconomia
(C.F.B., FEBAB e ABEBD) delimitem e sistematizem as respecti
vas atribuições.
0 aprimoramento da formação profissional através da
re^
formulação do currículo e da criação da Licenciatura em
Bi
b1ioteconomia, foram recomenoados.
De acordo com as recomendações da UNESCO, foi solicitada
a isenção de censura sobre as publicações importadas.
A implantação, de fato, do Serviço Nacional de
Informa
ção para desenvolver o Projeto Internacional NATIS/RRASIL.
Providências para a sindica 1ização do bibliotecário
fo
raiii recomendadas e enfatizadas
A. CONCLUSÕES
Em rápidas pinceladas as autoras quiseram apresentar
uma
visão panorâmica do muito que foi falado e escrito nos
nove
Congressos, destacando.da enorme quantidade de recomendações,
casos curiosos e importantes. A totalidade dessas
recomenda
çoes encontra -se em anexo a este trabalho, anexo que i mais
Valioso sob 0 aspecto documental do que o próprio trabalho.
Ao concluir recomenda-se:
a) que sejam adotadas normas para apresentação dos novos
Congressos, de forma a facilitar a informação,aprese£
tando os seguintes dados na ordem citada:
1
2.
3.
4.

LOCAL
CIDADE-SEDE
PERIODO
ANO

- 10 -

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�5. patrocínio
6. ORGANIZAÇAO

^

6.1. COMISSÃO ORGANIZADORA
7.
8.
9.
10.

APOIO
NUMERO DE INSCRITOS
OBJETIVOS
PROGRAMA
10.1. TEMA CENTRAL
TO.2. TEMAS ESPECIAIS
;0.3. TOTAL DE COMUNICAÇÕES

11. EVENTOS PARALELOS
12. RECOMENDAÇÕES
13. convidados

b) sejan adotadas como normas-padrão. para apresenta
ção de trabalhos em futuros Congressos, as normas
estabelecidas pelo X-C6B0
c) 'que seja constituído, junto i FEBAB. um Secretaria
do Permanente dos Congressos de Biblioteconomia e
Documentação, com o propãsito básico de promover ou
envidar esforços para a concretização das proposf
cões aprovadas, trazendo ao Congresso seguinte um
balanço das consequentes realizações'. (Beio Hori zonte, VI - CBBD - Recomendações).

FERREIRA,
CRB-8/874

Carminda Nogueira de Castro

FERREIRA, Ruthe Helena Camargo
CR8-8/Proc.180/79
TOLEDO, Maria do Ros'ãrio de Castro Ferreira
CRB-8/Proc. 160/79

- 11

2

3

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^
0

11

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�ANEXO

1

t CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

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�I

CONGRESSO BRASILEIRO DE

BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

T E H A R I O

1. BRODBECK, Sully. Sugestões para uma cooperação Intensa entre aS Bi
bliotecas especializadas do Brasil.
2. CUNHA, Maria Luisa Monteiro da.
de seus problemas.
3. DIAT&gt;, Antonio Caetano.
4. EHEREMCIANO, Jordão.

Bibliotecas Universitárias e alguns

0 ensino da biblioteconomia no Brasil.
0 leitor e o bibliotecário.

5. EERNANDEZ, Alfredo. Sobre el curso de estatística dictado en la Es
cuela Jc^Bibliotecnia.
6. GOHDIN, Sylvia Pcdrosa.
se.

Chave de classificação para

Esquistossomo

7. LIMA, Maria Leticia de Andrade e. Simplificação dos processos ticni
COS de catalogação e classificação nas Bibliotecas Infantis.
8. HARTINEZ, Elvira E. Lerena.

Bibliografia y referencia.

9. NOBREGA, M. da.

Bibliotecas Públicas e Intercâmbio.

10. PLACER, Xavier.

0 oerfeito bibliotecário.

11. SCHEINER, Q. F. Marta S. de. Consideraciones que oferece el proble
i.ia de la catalogación desde Jel punt') de vista de su ensenanza.

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�12. VASCONCELOS, Oicio Pereira de e PROENÇA, Afrânio.
portação nas Bibliotecas Universitárias.
13. VICENTINI, A. L. C.
gação.
14. ZINK, Ernesto Manuel.
Agrícolas.

Do Serviço de im

Da necessidade de um Código Nacional de Catalo

Organização e Administração de Bibliotecas

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�I

CONGRESSO BRASILEIRO DE

BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

RECOMENDAÇÕES

1. Que se oroanize um código para a catalogação de livros infantis, con
tendo as regras essenciais para a organização de.um catilogo e redigi
do de maneira muito clara, com abundância de notas explicativas téndo
era vista a sua provável utilização por elementos estraniios ã bibliote
conomia.
2. Que se organize uma lista abreviada de cabeçalhos de assuntos que in
clua os tópicos mais frequentemente encontrados nas bibliotecas iii
fantis.
3. Que se organize uma adaptação resumida da classificação decimal
de
Dewey, de acordo cora as necessidades das bibliotecas infantis, para
ampla divulgação entre professores primários, responsáveis por
cl^
bes infantis, assistentes sociais e dirigentes de parques infantis.

AOS MAGNÍFICOS REITORES
4. Que os Magníficos Reitores das diversas Universidades brasileiras so
licitem a criação de bibliotecas centrais destinadas a organizar,coo£
denar e dirigir as atividades das várias bibliotecas da Universidade.
Nas Universidades onde já existe Biblioteca Central, que seja assegu
rado a esta pleno apoio na execução do seu plano de trabalho.
5. Que os Magníficos Reitores só admitam para exercício de funções técni^
cas em biliotecas universitárias, bibliotecários diplomados em Esco
Ias de Biblioteconomia oficiais ou oficialmente reconhecidas.
6. Que seja feito o pedido de criação de Escolas de Biblioteconomia jun
to ás Universidades brasileiras.

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�7. Que seja criada uraa Comissão Nacional de Bibliotecas Universitárias
incumbida do levantamento da situação das bibliotecas universitárias
em nosso paiSi bem como da unificação das normas técnicas indispensá
veis ao perfeito intercâmbio bibliográfico universitário.
8. Que seja solicitado ãs Bibliotecas centrais ou aos serviços centrais
de bibliotecas já existentes em algumas universidades, um levantamen
to dos recursos da Universidade a que pertencera quanto ãs duplicatas
ou outro material de que dispõem para permutas.
9. Que sejam encaminhas ãs associações estaduais de bibliotecários ofí
cios solicitando sua colaboração no sentido de padronização de entra
das de nomes de autores brasileiros.
10. Que seja organizado e incentivado o empréstimo inter-bibliotecário a
bem da economia geral e do melhor aproveitamento de verSas
indivi
duais.
11. Que sejam as Bibliotecas centrais ou os serviços centrais de bibliote
cas existentes em universidades brasileiras designados como Sede dos
catálogos coletivos de livros e de publicações periõdicas do Estado a
que pertencem.
12. Que sejam as Bibliotecas centrais ou os serviços centrais de bibliote
cas universitárias incumbidos do levantamento das publicações
ofi
ciais de sua Universidade.
13. Que sejam as cidades universitárias do Brasil dotadas de prtoio con£
truido especialmente para a instalação da Biblioteca Central univer^
sitãria, a fim de que esta possa abrigar convenientemente as coleções
que lhe sãg próprias e centralizar os processos técnicos de cataloya^
ção, classificação, empréstimo e permutas de material bibliográfico.
14. Que seja criada junto a cada Biblioteca Central ou Serviço Central de
Bibliotecas Universitárias uma Comissão Central de Bibliotecas Univer
sitárias constituída por cinco membros, dos quais quatro serão repre
sentantes do Corpo Docente da Universidade e o quinto, o Biblioteca
rio chefe ou Diretor da Biblioteca Central (ou Serviço equivalente) .

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^
0

11

�A Comissão Central de Bibliotecas Universitárias terá caráter cônsul
tivo. com exceção do bibliotecário chefe, ou Diretor de
Biblioteca
Central, que será o membro executivo. 0 Magnífico Reitor será
mem
bro ex-oficio da Comissão Central de Bibliotecas Universitárias.
15. Que sejam as Bibliotecas Centrais ou Serviços Centrais de Bibliotecas
universitárias subordinados diretamente ao Gabinete do Reitor.

bl ÍLN.Ü2B. ministro- OA FAZCWDA
- que seja pedida uma resolução rápida e definitva, em beneficio de
futuras importações por Institutos pertencentes a Universidade, de livros,
assinaturas de revistas e publicações técnicas, destinadas ãs suas Biblio
tecas:
16. Considerando existir a facilidade de importação ao cámbio oficial, de
livros aos estudantes, por intermédio de seus Diretórios Acadêmicos,
Cooperativas e outras Associações Estudantis, que por equidade,se con
ceda 0 mesmo direito de importação, aos Senhores Professores dos Ins
titutos de Universidades, juntamente cora as importações de suas res
pectivas bibliotecas, faturadas separadamente destas.
17. Concessão ao câmbio oficial para a importação de assinatura de Rovi^
tas Técnicas, destinadas ãs Bibliotecas de Entidades Oficiais,
ei
igualdade de condições com as importações de livros, como eram feitas
anteriormente ao novo sistema cambial.
18. Abaixamento do valor do ágio que vem de ser cobrado nas importações
de livros, assinaturas de revistas técnicas, etc., possibilitando
maior aproveitamento das verbas oficiais e que são distribuidas ãs Bi
bliotecas dos Institutos Universitários.

GOicKiiO
19. Que facilite por todos os modos possíveis a entrada no paTs, ou aqui_
sição, por parte dos interessados, de todo o material necessário ã im
pressão e disseminação de livros.

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�21. Que facilite a construção e manutenção de biolintocns públicas, em nú
mero cada vez maior, em todos os recantos de tcdo o território naciô
nai.
22. Que facilite ao máximo, com apoio certo e ajuda efetiva, o intereãm
bio com as bibliotecas nacionais, e destas co.i as estrangeiras.
23. Que impeça que as nossas bibliotecas sejam devassadas, expurgadas ou
de alguma maneira fiquem sujeitas ã ação policial.
Z^. Que impeça que se estabeleça, em tempo algum, em nome de queu. u» to
que quer que seja, sob não importa que pretexto, qualquer forma
de
ceisura, por mais leve que seja, do que pode ser adquirido por biblio
tecas brasileiras e nelas conservado para leitura e consulta dos inte
ressades.
25. Que seja bonida para sempre - para todo o sempre - qualquer idéia de
discriminação ou intolerância, para com os que escrevem ou liem
os
livros que constituem o acervo das nossas bibliotecas. Todos os ho
mens são igu,-.is perante Deus. E o pensamento vem de Deus.
26. Que seja oferecica
nossos bibliotecários - servos dos servos da
cultura nacional - a :&gt;ais ampla garauitia , no exercício de sua futi
ção, na integridade dos 'eus cargos, e em tudo que de alguma maneira
concorra para formar a sua oersonalidade perante os colegas nacibnais
e estrangeiros, e manter incc^ume a sua dignidade, de tal modo
que
cargo'e ocupante representem dignamente o nosso povo e a sua cultura
no concerto mundial das coisas.
27. Que se assegure aos bibliotecários nacionais, tanto quanto possível ,
uma subsistência alheia aos azares ó^ sorte, para o bom andamento e
continuidade do movimento, amparando as suas organizações, e apoiar)
do-as toda a vez que precisarem desse apoio.

I
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�26. Que deem aos nossos bibliotecários voz ativa nas coisas que se refe
rem ã cultura em geral, na medida em que saibam compreender a impO£
tãncia das suas funções c a grandeza da sua missão.
29

je se criem condições propT.ías ao d;senvolviraento de um alto espTri^
to de patriotismo por parte aos nossos bibliotecários.

.*0 ewsino da biblioteconomia

brasil

30. Que se aconselhe a reunião de uma comissão composta de representantes
de todos os Cursos de Biblioteconomia (regulares), para o estabeleci
mento de um currículo único, com a presença de um representante
da
Diretoria do Ensino Superior do Ministério da Educação e Cultura (õr
gão que concede registro aos diplomas expedidos pelas Escolas
Supe
riores).
31. Que se aconselhe a reunião de uma comissão composta de professores da
disciplina "Catalogação e Classificação" dos Cursos de Bibliotecono
.aia (reguJares), era funcionamento, para o fim de unificar os métodos
de ensino, principalraente no que se refere ã catalogação de nomes pu£
tugueses e brasileiros.
32. Que se aconselhe o apoio ã “Associaciõn Latinoamericana de Escuelas y
Professores de Bibliotecologia", com sede em Havana.
33. Que se aconselhe o intercâmbio entre professores e alunos das
sas Escolas brasileiras.

diver

34. Que se solicite das autoridades competentes a concessão de maiores re
cursos financeiros para o fortalecimento das escolas de bibliotecon£
mia (remuneração de professores, concessão de bolsas de estudo e rea
lização de excursões, visitas projeções, palestras e conferências).
35. Que se sconselhe,quando as ciTimstãncias ferera favoráveis, o estabe
lecimento das Escolas e Cursos de Biblioteconomia, como parte
inte
grante das Universidades .

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�36. Que se aconselhe o emprego de projeçòes, como medida dç rotina, no cn
sino das disciplinas constantes do currículo.
37. Que se aconselhe a gratuidade absoluta nas Escolas e Cursos de Biblio
tecononia.
38. Que se crie uma nova mentalidade entre os bibliotecários, entre todos
quantos servem na Biblioteca. C necessário que todos se
convençam
da beleia da sua missão e se disponham a vivi-la, com elevação e entu
siasmo. Se o bibliotecário não tem uma autêntica vocação e não po£
sui entusiasmo pela sua função - é inútil todo o esforço. E nccessã
rio que ele se capacite de que o seu destino ê o de servir e o de aju
dar. Convença-se de que a biblioteca não ê sua pertença, sua proprie
dade privada e que a sua tarefa não é propriamente a de fazer obra de
erudição ou de pesquisa, mas a de ajudar os outros. Quando o leitor
sentir isso e tiver a certeza de que encontrará no bibliotecário um
autêntico colaborador, com certeza há de aumentar o gosto pela lei tu
Ta e de desenvolver-se esse hábito fecundo.

2

3

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�A H E X 0

-

II

II CONGRE^^SO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

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0

�II CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

T E M A R I O

1. AMORIH, H. José Theresa de.
gistro.

Oinanizindo os processos técnicos e re

2. AMORIM, H. José Theresa de. Encorajemos as investigações na biblio
teconomia e na documentação.
3. CONCA, Celestina.

Biblioteca Infantil.

A. DELEGACIA DO CNE. A Diretoria de Documentação e Divulgação da Secre
taria Geral do Conselho Nacional de Estatística como centro de docu
mentação especializada.
5. ORUCK, Elida de Freitas e Castro.
6. FERRAZ, Maria Cecília da Cunha.
til.
7. GOOINHO, Noemia.
tado da Bahia.

Biblioteconomia como profissão.
A sala Braille da Biblioteca Infan

Breves informes sobre a Biblioteca do Musey do E£

8. GONÇALVES, Maria Mãder. Organização do serviço de Bibliotecas Ambu
lantes do SESC do Paraná.
9. GREGOL, Lourdes Catharina. Organização e Atividade das Bibliotecas
Ambulantes e Circulantes do SESC do Rio Grande do Sul.
10. LIMA, Etelvina.

Atendimento de escolares em Bibliotecas Públicas.

11. LIMA, M. Lecticia de Andrade.
educação da comunidade.

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Biblioteca Infantil como centro

de

�12. PEREGRINI, Umberto (Cel.).

Bibliotecas em conjuntos residenciais.

13. PEREGRINI, Umberto (Cel.).
públicas.

Biblioteca como instrumento de relações

14. PIEDADE, Maria Antonietta Requião. Sugestões para acréscimos e raod2
ficações necessárias ao Código do Vaticano.
15. PRADO, Rubens Accioli.

Intercâmbio Biblioteconõmico - pennuta.

16. RUSSO, Laura G. M. e ROCHA JUNIOR, Rodolfo.
ções Brasileiras de Bibliotecários.

Federação das

Associa^

17. TCHAICOVSKI, Fany Malin e outros. Uma experiência de resumos indic£
tivos para técnicos especializados.
18. VICENTINI, Abner lellis Corrêa.

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A Documentação no Brasil.

�I1 CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

RECOMENDAÇÕES

A PROLoSÃo ^ bibliotecário
1. Que os Cursos de Biblioteconomia incluam disciplina que habilite o Bi
bliotecirio a reger Bibliotecas especiais, dinamizando-as de .acordo
cora as características que lhe forem peculiares en razão dos pressu
postos de seu funcionamento.
2. Que os salários do Bibliotecário com curso universitário regular, se
jam fixados era níveis de paridade cora os atribuídos ao pessoal técni
co-científico.
3. Que seja a documentação incluída definitivamente nos currículos
Escolas de Biblioteconomia.

das

4. Que seja totalmente reestruturada a formação profissional do bibliote
cário e documentalista, em curso superior, com quatro anos, no mínimo
de duração, a exeraplo dos Currículos universitários de outras especia
1 idades.
5. Que seja regulamentado em lei o exercício da profissão de biblioteca
rio e documentalista.

GOVERNOS MUNICIPAIS, ESTADUAIS. E FEDERAIS
6. Que todos os Municípios mantenham uma Biblioteca Pública, com o mesmo
interesse que põem na alfabetização.

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�7. Que tfiis Bibliotecas sejam confiadas à organização e orientação de
pessoas portadores de diploma de Curso de Biblioteconomia ou de cur
sos que incluam esta Cadeira no seu currTculo.
8

Oue os Estados, nas capitais enos Municípios, considerem a oportunida
le da criação de Bibliotecas Circulantes, como serviço de extensão de
suas Bibliotecas Públicas Enciclopédicas.

9. Que as Bibliotecas Infantis das grandes unidades escolares, mantenham
uma secção para os pais dos alunos, orientada por elemento especiali^
zado.

A PROPAGANDA E PUBLICIDADE
10. Que como medidas de propaganda e publicidade, as grandes Bibliotecas
adotem as seguintes providências:
a) edição e distribuição ao público de pequenas biografias de auto
res nacionais, com ilustrações sugestiva', bem como de boletins
periódicos de difusão, com o movimento dos leitores e livros;
b) programação e projeção de filmes educativos que façam propaganda
da leitura e de Bibliotecas, filmes esses que deverão ser proje
tados nos cinemas como complemento nacional educativo.
11. Que as livrarias facilitem aos seus balconistas a aquisição de conlie
cimentos que os preparem para atender eficientemente ao público lei^
tor.

AOS CONJUNTOS RESIDENCIAIS
12. Que os Bibliotecários de todo o Brasil ofereçam sugestões quanto ãs
características que devam ter as Bibliotecas instaladas era conjuntos
residenciais (vilas ou blocos de apartamentos).

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�13. Que os Diretores de Bibliotecas em todo o Brasil propugneni pela insta
lação de pequenas "bibliotecas-femi1iares" no âmbito dos agrupamentos
residenciais criados pelas condições da vida moderna, principalmente
nas grandes cidades.
14. Que se faça sentir ao Governo (Federal, Estadual e Municipal) a neces^
sidade de contemplar com uma “biblioteca-familiar" todas as constru
ções residenciais de sua responsabilidade, capazes de abrigar de 200
famílias para cima.
1B. Que essa exigência seja expressamente imposta ã Fundação da Casa Po
pular, inclusive quanto ãs suas construções já inauguradas, ãs quais
diligenciará por incorporar instalações de bibliotecas-familiares, cu
jo funcionamento ficará a cargo do Instituto Nacional de Livro.
16. Que nos contratos de financiamento de construções residenciais-coletj^
vas (além de 200 unidades familiares) pela Caixa Econômica,Institutos
ou quaisquer estabelecimentos bancários controlados pelo Estado, seja
incluída uma cláusula de obrigatoriedade da existência de dependência
destinada a receber uma biblioteca-familiar, cuja instalação e funcio
namento caberão ao Ministério da Educação e Cultura, através do lnst_[
tuto Nacional de Livro.

^ BIBLIOTECAS POBLICAS
17. Que as bibliotecas públicas brasileiras estudem a possibilidade
de
realizar o trabalho de atendimento a escolares, em caráter supletivo
ãs bibliotecas escolares.
18. Que se estabeleça amplo entendimento entre professores e bib1iotec£
rios, promovidos pelos últimos, a fim de que os escolares sejam enc£
minhados ãs bibliotecas públicas e estimulados no uso da leitura v^
riada, em contraposição ao uso do texto único como base de estudos.
19. Que sempre que as condições o permitam, que seja designado um biblio
tecário para, nas bibliotecas públicas, encarregar-se da realização
dos trabalhos de referência a escolares.

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�20. Que os regulamentos das bibliotecas públicas sejam ampliados a fim de
permitirem o acesso de menores, desde os 12 anos, ãs salas de leitura
e ao serviço de empréstimos domiciliar para que possam desde cedo, se
habituar ao uso da biblioteca para ampliar seus estudos.
21. Que os serviços de extensão bibliotecária, quando existentes em
bi^
bliotecas públicas, considerem a possibilidade de incluir os estabele
cimentos de ensino entre os pontos de distribuição de seus recursos.

*P. GOVERNO
22. Que 0 governo crie Bibliotecas Infantis era todas as capitais e
des brasileiras.

cida

23. Necessidade de funcionários capazes a fim de que os pequenos leitores
sejam convenientemente orientados.
24. Que haja critério rigoroso na seleção dos livros e revistas era quadri
nhos, nara.que não conste do ac°rvo das Bibliotecas Infantis literatu
ra nociva ã fonnação mental da criança.

AOS BIBLlOTOCARIOS
25. Que cm toda biblioteca infantil seja dada importância especial
ajustamento social dos pequenos leitores, aproveitando-se todas
oportunidades que surgirem para a formação de clubes infantis.

ao
as

26. Que sejam usados todos os recursos favoráveis a aproximação das crian
ças, aproveitando-se a atração representada pela "hora do conto", pe
Ias projeções cinematográficas e pelas atividades teatrais.
27. Que sejam organizados "Clubes de Leitura" em todas as bibliotecas In
fantis, quer sejam bibliotecas escolares, quer-departamentos de
bi^
bliotecas públicas.

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�28. Que todas as bibliotecas infantis, organizem uma sala'Brail1e, ou po^
suara livros para crianças cegas.
29. Que procurem transcrever livros da literatura infantil no próprio re
cinto da Biblioteca, visto não estarem as Imprensas Braille existen
tes em condições de atender ãs necessidades de todas Bibliotecas In
fantis.
30. Que procurem fazer com que a criança cega tome parte ativa na Biblio
teca,quer em festas, comemorações, etc.

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�ANEXO

III

III CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

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0

�111 CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

T E M A R I O

I. ARAGAO, Esmerdida Maria de. A Profssão de bibliotecário- documenta
rista. Situação e Perspectivas no Brasil.
Z. ASSOCIAÇAO Brasileira de Bibliotecários. Comissão Carioca de Catalo
gação. Projeto de regras de catalogação para os nomes brasiTeiros
e portugueses.
3. BRODBECK, Sully.
4. CARDIM, Voline.

A informação bibliográfica em Porto Alegre.
A formação de bibliotecários.

5. CARVALHO, Felisbela Liberato de Mattos. Necessitamos urgentenicnte ,
de um código Brasileiro de Catalogação.
6. CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira.
7. CORUJEIRA, Lindaura Alban.
cunentos.

Cabeçalhos de assunto.

Conservação e restauração de livros e do

8. CUNHA, Lilia Gaivão Caldas da.
so industrial.

Informação técnica, base do progre^

9. CUNHA, Maria Luisa Monteiro da. Formaciõn de bibliotecário y docu
mentalistas en America Latina.
10. FIGUEIREDO, Adelpha S. R.
nai.
II. FIGUEIREDO, Laura Haia de.

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Processos técnicos e formação

profissio

Bibliografia corrente brasileira.

�12. 1-iGUEIREDO, Nice Menezes de.

0 bibliotecário este desconhecido.

13. GROISMAN, Minda e GREGOL, Lourdes Catharina. Relações públicas e in
tercimbio nas bibliotecas do Rio Grande do Sul.
14. JUNQUEIRA, Nancy Meirelles. Relações públicas e publicidade em
bliotecas públicas brasileiras.
15. LIMA, Maria LectTcia de Andrade.
bliotecãrio.
16. MEDEIROS, Heloisa.
tecãrios.

OJ

Aspectos Sociais da formaçáo do b1

0 ensino de iTnguas estrangeiras para os biblio

17. MORTE, Lais da Boa. A documentação no Brasil. 0 Instituto Brasilei
ro de Bibliografia e Documentação.
18. MOREIRA, Júlio e GARZUZE, Rosala.

Bibliotecas satélites.

19. PENMA, Odette. Ante-projeto de lei. Código Nacional de empréstimo
interbibliotecãrio.
20. PIEDADE, Maria Antonietta Requião.
leiros e portugueses.
21. PRADO, Heloisa de Almeida.
profissional.
22. RIBEIRO, Fernanda Leite.
mentação.

A catalogação dos autores brasi^

0 auxiliar de biblioteca e sua formação

Comissões técnicas de bibliografia e Oocu

23. RUSSO, Laura Moreno.

Deontologia e ética profissional.

24. RUSSO, Laura Moreno.

A FEBAB e suas associações filiadas.

25. SIQUEIRA, Lourdes Mesquita.
sil.

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A Semana Nacional da Biblioteca e o Br£

�26. SOBRAL, Elvira Barcelos. Infon;iações sobre Bibliotecas escolares da
Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul.
27. TITO, Haria de Lourdes.
res.

Plano de assistincia is bibliotecas escola

28. VIAL. Annaiz Maria Pereira.
Horizonte.

Atual situação das bibliotecas em Belo

29. VICENTIMI, Abner Lellis Corrêa. Informe sobre a Comissão Brasileira
de Classificação Decimal Universal (IBBD/CDU).
30. VICENTINI, Abner Lellis Corrêa. Considerações sobre o currículo uni^
vcrsitãrio de bioiioteconomia.
31. ZAHER, Célia Ribeiro.
ção cientifica.

Diversidade de línguas, obstáculo ã

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informa

�III

CONGRESSO BRASILEIRO OE

BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

RECOMENDAÇÕES

^ EWSINO de BIBLIOTECONOMIA
1. Que as escolas oe Biblioteconomia incluam definitivamente a documenU
ção, não só no seus nomes, mas também nos seus currículos.
2. Que a Documentação não seja apenas uma cadeira a ser lecionada no Ú1
tinio ano, mas sim um conjunto de disciplinas e técnicas que abranjam
a totalidade de seu campo, quais sejam: Produção de Documentos, Reu
nião de Documentos, Seleção de Documentos e Reprodução de Documentos.
3. Que as matérias subsidiárias da Documentação na medida das possibili^
dades e
condições locais bia'ileiraã, scjam induTdas no curso.
A. Que a duração do curso seja no inTnirao de quatro anos, a fim de que to
das essas disciplinas possam ser ministradas convenientemente, e para
nivelã-lo aos demais cursos universitários do País.
5. Que as escolas de Biblioteconomia tenham em mente que estão preparan
do elites de técnicos e não fornadas de bibliotecários, não devendo
subordinar a restruturação do currTculo de quatro anos ã possibilid^
de de diminuição do número de alunos. Devemos levantar o nTvel das
escolas de Biblioteconomia tendo em vista, única e tão somente, os su
periores interesses de unificar no Brasil, a formação de Biblioteca
rio e Documental ista.
6. Que as escolas de Biblioteconomia, com seus currTculos bem reestrutu
rados, em nível universitãric, permit.'m que os bibliotecários jã for
mados voltem aos bancos escolares para se atualizarem nas técnicas da
Documentação.

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�7. Que este Congresso notifique a FIO e a IFLA de que os brasileiros são
contrários i foi-mação em separado de bibliotecários e documentalista,
e que as escolas brasileiras de biblioteconomia e dorumentação estão
aptas a ministrar as suas técnicas.
8. Que intensifiquem, em seus currículos, o estudo das ciências necessá
rias a uma melhor compreensão do leitor, seus interesses e hábitos.
9. Que preocupem-se cora o conhecimento da comunidade, treinando os futu
ros bibliotecários na observação do meio social, para dar base sêllda
ao planejamento do seu trabalho junto ao público.
10. Que proporcionem aos seus alunos conhecimentos atualizados de
Rela
ções Públicas e Publicidade, para um melhor aparelhamento da bibliote
ra, em sua ação educativo-social.

MM formaçao

auxiliar de^ biblioteca

11. Que seja organizado nas Escolas de Biblioteconomia o curso para auxi
1iar de Biblioteca.
12. Que seja determinado o programa e a duração para esse curso, a. fim de,
haver uniformidade.
13. Que seja fornecido, aos aprovados no curso, o certificado de ãuxiliar
de biblioteca.
U. Que seja pedida ás autoridades competentes a criação, no quadro
funcionalismo, do cargo de auxiliar de biblioteca.

do

PAM A PROFISSÃO OE BIBLIOTECÁRIO
15. Que todas as Associações da classe que mantenham entendimentos com os
representantes de seus Estados, na Câmara Federal, através ofícios ou
pessoalmente, para a aprovação mais rápida dos dois projetos de lei
sobre a Regulamentação da Profissão e do ensino, respectivamente.

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�16. Que a KEBAB e demais Associações da Classe-que enviem Memoriais
ao
Presidente da República, ã Câmara dos Deputados e ao Senado, reivindi
cando para o bibliotecário o N.U. o que, injustamente lhe negou a Lei
3780, de 12.07.1960.
17. Que este Congresso telegrafe imediatamente ao Presidente da República,
ã Assembléia Legislativa Federal e ao Senado sobre o assunto do Ttem
anterior, ou seja: inclusão dos Bibliotecários entre os profissionais
N.U.

00 ENSINO DAS LiNGUAS
18. Que a necessidade de aprendizado de línguas é Imprescindível para os
Bibliotecários, sobretudo o da língua inglesa.
19. Que é urgente a inclusão do ensino de línguas estrangeiras nos Cursos
de Biblioteconomia, pela deficiência em conhecimentos
linguísticos
apresentada, em geral, pelos candidatos aos referidos Cursos.
20. Que achamos ser esta deficiência causada, sobretudo, pelos «êtodos de
ensino de línguas, mal orientados para as finalidades a que se desti
nam; para os Bibliotecários seriam suficientes conhecimentos do idio
ma que permitissem o domínio dd mesmo pela leitura e o método de ens1_
no deveria visar primordialmente este objetivo. Por conseguinte S£
ria ura método que daria apenas os rudimentos de gramática e vocabul£
rio, incluindo.o especializado em Biblioteconomia, para esse rápido
domínio da língua pela leitura.
21. Que após a língua inglesa devan ser consideradas em ordem de importán
cia decrescente para o Bibliotecário as línguas russa e alemã; outras
como 0 espanhol, o italiano e o francês, não apresentam maior difleul
dade para o Bibliotecário brasileiro.
22. Que a profissão de bibliotecário exige mais do que qualquer outra o
aprendizado de línguas para que ele se encontre apto a levar, sob v£
rias formas, ao técnico, ao cientista, e ao leitor, o conteúdo
do
acervo dos livros sob sua guarda, tornando-se assim un elemento sem
pre mais útil ã comunidade.

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�OA Etica profissional
23. Que se crie um Código de Etica Profissional do Bibliotecário.

A PARTE TECNICA
24. Que se crie uma Comissão Brasileira ie Catalogação, incumbida de dis
cutir e redigir as regras necessárias ã catalogação de nomes brasilei
ros e |.o''fdgueses, que passarão a constituir norma nacional.

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�ANEXO

IV

IV CONORESSO BRASILEIRO OE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

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�IV CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

T E M Ã R 1 O

PROCESSOS TECNICOS E INTERCAMBIO
a) aquisição planificada;
b) catálogos coletivos; catalogação cooperativa e centralizada;
c) novas tendincias de normalização dos trabalhos de catalogação e cla£
sificação;
d) enpristimos entre bibliotecas.

BIBLIOTECAS POBLICAS. 1 NFANTO-JUVEN1S . AMBULANTES E ESCOLARES
a) sistemas regionais de bibliotecas públicas e municipais; seus
ços e atividades;

servi

b) papel da biblioteca no plano nacional de educação;
c) o Instituto Nacional do Livro e programa nacional para o
mento dos serviços das bibliotecas públicas;

desenvolvi_

d) 0 SESC, o SESI e suas bibliotecas ambulantes.

INFORMAÇAO CIENTIFICA
a) Bibliotecas Universitárias. Função das bibliotecas centrais uni
versitãrias;

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�b) bibliotecas especializadas;
c) centros de documentação e informação técnico cientifica;
d) te’etipos na ii.formaçãc
e) organização da bibliografia nacional;
f) mecanizaçao bibliogrãfica;
g) centros de reprodução de documentos: organização e apareihamento;
h) normalização da documentação;
i) terminologia’científica.

y. bibliotecário DOCUHENTALISTA
a) tendE-nrias modernas doj currículos;
b)

intercâmbio entre ã": escolas de Biblioteconomia;

c) movimento associativo nacional c internacional: FEBAB, associações na
cionais, FID, FID/CIA, ISO e IFLA;
d) ética profissional.

ARQUIVOLOGIA

A E^UÇA^A^ ATRAVES da BIBLIOTECA (tema central)

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�RELAÇAO GERAL DOS TRABALHOS APRESEHTAOOS

1. ALBUQUERQUE, Francisco Figueiredo Luna de. A Diretoria do
Ensino Superior, A Biblioteconomia e a Documentação (in
clui a bibliografia preli minar inédita de Teses Brasilei^
ras ) . (Tema III).
2. ANDRADE, Marinha de. Considerações sõbre o sistema
aquisição planificada (Comunicação Oficial).

de

3. ARAGA0, Esmeralda Maria de. Sistemas regionais de b&gt;blio
tecas: seu entrosamento com o serviço Nacional de Biblio
teca. (Tema II).
4. BRAIOATO, Zilda Therezinha Braga. Bibliotecas especializai
das. (Tema 111).
5. BRANOAO, Maria Helena &amp; Boccatelli, Philomena. A
Nacional da Biblioteca. (Tema II).

Semana

6. BRANOAO, Maria Helena &amp; Leite, Maria Alice Toledo. 0 SESI
e suas bibliotecas. (Tema II).
7. BORGES, Esteia Maris. 0 SESC de Minas Gerais e suas
bliotecas ambulantes. (Tema II).

bj^

E. CABRAL, Aline de Miranda. Mapas: tombamento, registro, ca
talogação, classificação, número de chamada, arranjo das
peças, organização de catálogos, glossário e
bibliogr£
fia. (Tema I).
9. CARDIM, Voline. Etica profissional. Nova sugestão para os
currículos das Escolas de Biblioteconomia e Documentação.
(Tema IV).
10. CARVALHO, FeHsbela Liberato de Matos. Educação do biblio
tccãrio documentarista. (Tema IV).

Digitalizado
gentilmente por:

�11. CONCEIÇÃO, Maria.de Lcurdes do Carmo. A CDU no Arquivo Pü
blico da Bahia. (Tema V).
12. CUNHA, Lilia Gaivão Caldas da. Tele impressores nos
logos coletivos (Comunicação Oficial do Tema I.II).

cati

13. CUNHA, Lyqia da Fonseca Fernandes da. 0 setor Retratos na
Secção de Iconografia. (Tema I).
14. CUNHA, Maria Luiza Monteiro da. Novas tendências de norC£
lização dos trabalhos de catalogação. (Tema I).
ANEXOS: 1) Nomes brasileiros c portugueses: problemas e
soluções (Documento de base n? 13 apresentada
a CIC).
15. CUNHA. Maria Luiza Monteiro da. Informe acirca do Semin^
rio sôbre o desenvolvimento das bibliotecas
universitã
rias na America Latina. (Tema III).
16. DAMASIO. Çonsuelo Godjy. Biblioteca a:r.tulante do Serviço
Social do Comércio. (Administração Regional no Estado de
São Paulo). (Tema II).
17

DIAS, Antônio Caetano. Tendências modernas do curriculo no
ensino da Biblioteconomia. (Tema IV).

18. FERRAZ, Marta Mouro. 0 SESC, o SESI e suas bibliotecas am
bü 1 antes . (Tema II).
19. FERREIRA, Havilah Cunha Pinto. Uma experiência em
çao coordenada. (Tema III).

indexa

20. GREGOL, Lourdes" Catharina. As bibliotecas ambulantes
SESC e SESI do Rio Grande do Sul. (Tema II).

do

21. GONOIM, Sylvia Pedrosa. Oas moléculas conceituadas ã
formação. (Tema III).

in

Digitalizado
gentilmente por:

�22. GUARMIERl, Alice Camargo. Motas sôhrc o proliloma d,\ infor
mação nas bibliotecas espec i a 1 izadas. (Tema III).
23. GUARNIERI, Alice Camargo. Utilidades dos centros de docu
mentação: fundação de um Centro de Documentação Infanto-Juveni1. (Tema III).
24. HAHAR. Alfredo Américo. 0 Ensino da Biblioteconomia na ci^
dade de São Carlos. (Tema IV).
25. HEMRIQUES, Thais Caldeira. Sistema de aquisição planifica
da. (Tema 1).
26. LEITE, Maria Alice Toledo A Pinheiro, Maria CecTcia. Coni
gressos Brasileiros de Biblioteconomia e
Documentação;
estudo comparativo das suas resoluções cora o que foi re^
lizado. (Tema IV).
27. LIMA, Maria Letícia de Andrade. A Biblioteca escolar e
ensino primário. (Tema II).
28. LUHA, Oinorá de Mendonça. Problemas das bibliotecas
cia 1izadas . (Tema III).
29. MACEDO, Neusa Dias. Movimento associativo nacional e
ternacional: consciência associativa. (Tema IV).

o

espe

i'n

3h. MACEDO, Neusa Dias. Formação integral do bibliotecário do
cumentalista brasileiro (Comunicação Oficia 1).(Tema IV).
31. MARTINS, Myriam Gusmão de. A Biblioteca Pública do Estado
da Paraíba. (Tema II).
32. MARTINS, Myriam Gusmão de. Estabelecimento de serviços bj^
bliotecários do Estado da Paraíba através da Biblioteca
Pública, situada em João Pessoa. (Tema II).
33. MARTINS, Myriam Gusmão de. Notação de documentos oficiais.
(Tema I).

Digitalizado
gentilmente por:

�34. HEDFIROS, Heloísa. 0 especialista em informação
ca. (Tema 111).

cientTf_i^

35. PENNA, Carlos Victor. Los Servicios bibliotecários y
planeaniiento de 1a EJucaciõn. (Comuricaçao Especial
ema Central).

el
ao

36. PRADO, Flãvia Rubens Accioli. Os Arquivos como fonte futi
damental de documentação. (Comunicação Oficial do
Tema
V).
37. REIS, Cacilda Basílio de Sousa. 0 Instituto Nacional
do
Livro e o seu programa para o desenvolvimento das biblto
tecas brasileiras. (Tema 11).
38. RIBEIRO, Fernanda Leite. A propósito do programa da
/CLA. (Tema IV).
39. RUSSO, Laura Garcia Moreno. Catalogação de entidades
vernameníais do Brasil. (Tema P.

FIO/

go

40. RUSSO, Laura Garcia Moreno. Código de Etíca do Biblictocã
rio Brasileiro. (Tema IV).
41. RUSSO. Laura Garcia Moreno. A FEBAB: histórico, estrutura
c funcionamento. (Tema IV).
47. RUSSO, Laura Garcia Moreno. A-FIAB/SAL: histórico e atfv^
dades . (Tema IV ) .
4.3.. RUSSO, Laura Garcia Moreno. A IFLA: histórico e
des. (Tema IV).

ativida

44. RUSSO, Laura Garcia Moreno. As Escolas de Biblioteconomia
do Brasi1 . (Tema IV ) .
45. SANTANA, Eurídice Pires A Oliveira. Margarida Pinto. 0 Te
letipo na informação científica. (Tema III).

Digitalizado
gentilmente por:

�46. SEIXAS, Maria Orlando de Andrade Bezerra. Integração e de
senvolviniento das bibliotecas na vida nacional. { Comuni^
cação Oficial do Tema II),
47. VERRl, Gilda Maria Hhitaker. Documentos na indústria
ti 1 . (Tema 111).

tex

48. VICENTIHl, Abner Lellis Corrêa. Situação atual da permuta
de publicações no Brasil. (Tema I).
49. VICENTINI, Abner Lellis Corrêa. Tendências de
norma1iz£
ção dos trabalhos de classificação; histórico e ativid£
des da Comissão Brasileira de Classificação Decimal Uni^
versai (IBBD/CDU). (Tema I).
50. VICENTINI, Abner Lellis Corrêa. Relatório sôbre as provJ[
dências tomadas em adoação ãs resoluções do III Congre£
SO Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (Sessão
prepara tória ).
51. VOLPINI, Elton Eugênio. Bibliotecas departamentais. (Tema
III).

Digitalizado
gentilmente por:

Sc a n
st em
Càereflclanmta

�IV CONGRESSO BRASILEIRO OE
BIBLIOTECONOMIA E OOCUHENTAÇAO

RECOMENDAÇÕES

AOS MAGNÍFICOS REITORES:
1. Que sejam criadas em todas as Universidades brasileiras cursos ou es
colas de Biblioteconomia.
2. Que seja realizado uma reorganização de base nas-Bibliotecas Universj^
tãrias.

M SENHOR PRESIDENTE DA REPOBLICA
3. Que seja dada maior atenção para o problema das Bibliotecas brasHej^
ras de modo geral e para o ensino da Biblioteconomia nas Universida
des brasileiras de modo especial.

AO SENHOR MINISTRO DA EDUCAÇAO E CULTURA
4. que seja nomeada uma comissão composta de diretores e professores de
Escolas de Biblioteconomia, para uma revisão no currículo mínimo (re
comendando o ensino de Arquivologia).

As AUTORIDADES
5. que seja dado um cumprimento ã Lei 4084, que regulamenta a profissão
do Bibliotecário e di ao Bacharel de Biblioteconomia o direito de di^
rigir as Bibliotecas e centros ce documentação em todo o território
nacional.

Digitalizado
gentilmente por:

�PARA AS BIBLIOTECAS UN1VERSITfiRIAS
6. Que em todas as universidades brasileiras exista uma perfeita rede de
bibliotecas universitárias coordenada por uma Biblioteca Central
e
orientada por regulamentos que estabeleçam a estrutura interna das bi
bliotecas e suas várias funções técnicas e administrativas;
7. que haja uniformização dos procesios técnicos em todas as bibliotecas
universitárias para melhor aproveitamento de verbas, de tempo e
de
pesscal;
8. que se incentive a aquisição planificada do material bibliográfico e
documentário;
9. que se organizem cursos de utilização e manejo de bibliotecas, assim
rnmo os de ensino da técnica de trabalho intelectual;
10. que as escolas de Biblioteconomia e Documentação formem parte da Uni
versidade e que se fixe como meta para os próximos dez anos uma hie
rarquização nos estudos que permita outorga de graus de licenciado ou
doutor;
11. que haja cursos para pós-graduados em Biblioteconomia e Documentação
a fim de se manter era constante melhoria o exercício da profissão;
1B. que os pianos para a construção de edifícios para bibliotecas univer
sitãrias sejam preparados pelos arquitetos em estreita colaboração e
consulta cora os bibliotecários;
13. que 0 recomendado no item acima, se aplique também com relação ã adap
tação de edifícios para instalação de bibliotecas universitárias;
14. que sejam ratificadas as Convenções Internacionais de Perrauta de
b1icações;

Pu

15. que o orçamento total de cada universidade ou instituição se destine
não menos de 5S para os serviços bibliotecários;

Digitalizado
gentilmente por:

�16. que nas solicitações de ajuda exterior, formuladas pelas universida
des, figurem as dotações econômicas e os auxílios técnicos destinados
ao aperfeiçoamento e desenvolvimento das bibliotecas universitárias;
17. |iie os vencimentos dos b bliotecãrios diretores de bibliotecas univer
sitãrias não devem ser inferiores aos dos professores titulares con
tratados em regime de dedicação exclusiva e, em proporção a esses sa^
lãrios, sejam estabelecidos os do restante do pessoal em
exercício
nas bibliotecas;
18. que haja participação do bibliotecãrio-dicetor no organismo de gover
no da universidade ou faculdade;
19. que em todas as universidades se estabeleçam Comissões Centrais de BJ
bliotecas integradas por bibliotecários (2/3) e membros do Corpo Do
cente (1/3);
20. que sejam criadas Juntas Nacionais de bibliotecários universitários;
21. que o: bibliotecários diretores de bibliotecas façam parte das Comis
sões de Planejamento das Universidades.

Pi. Aquisição e intercâmbio
22. que sejam aproximadas as Bibliotecas Públicas Brasileiras atrabes ue
um encontro ou atendimento entre os seus dirigentes,
eliminando-se
conjunções políticas, a fim de tornar a cultura acessível a todos e
facilitar a pennuta das infoniiações;
23. que, ao escolher o tema ou assunto que se propõem a cobrir integral
mente, as bibliotecárias determinem aquele que, dentro de suas possi
bilidades, poderá ser, realmente, atendido pelo acervo das mesmas. Já
existentes ou a adquirir;
24. que em cada unidade da Federação, uma Biblioteca seja depositária da
coleção especializada em assuntos referentes ao Estado em que se loca
liza.

Digitalizado
gentilmente por:

�ANEXO

V

V CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

^Scan
Digitalizado
gentilmente por:

3ÊÊÊ^

�V

CONGRCSSO BRASILEIRO OE

BIBLIOTECONOMIA E OOCUHENTAÇAO
T E M A R I O

TEMA CENTRAL
TEMA I■
1.1
1.2
1.3
l.A
l.S
TEMA 2.

-

-

A BIBLIOTECA COMO FATOR DE PROGRESSO

FORMAÇAO PROFISSIONAL
Currículo mínimo
Graduação, põs-graduação e doutoramento
Cursos de atualização
Cursos intensivos
Formação de professores

- PROCESSOS TÉCNICOS

2.1 - Atualização, mecanização
2.2 - Aquisição cooperativa e planificada
2.3 - Problemas de catalogação sistemático nas bibliote
cas especializadas. O emprigo das fichas
perfur^
das em bibliotecas c na documentação.
2.4 - Permuta nacional e internacional de publicações
2.5 - As classificações hierárquicas e a indexação coor
denada. Revisão e atualização da CDU.
TEMA 3.
3.1
3.2
3.3
3.4
3.S
3.6

TEMA 4.

- BIBLIOTECAS GERAIS
-

Bibliotecas nacionais
Bibliotecas públicas estaduais e municipais
Bibliotecas infanto-juvenis
Bibliotecas circulantes e ambulantes
Cooperação entre Bibliotecas
Sistemas regionais de bibliotecas (INL - Comissões
Regionais)

- BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS E ESPECIALIZADAS

4.1 - Bibliotecas Universitárias

Digitalizado
gentilmente por:

�4.2
4.3
4.4
4.5
TEHA 5.

-

Bibliotecas Especializadas
Bibliotecas Escolares
A Biblioteca e os deficientes da visão
Cooperação entre Bibliotecas

- INFORMAÇÃO CIENTIFICA

5.1 - Centros de documentação e informação técnico- cien
tTfica
5.2 - Coordenação dos serviços bibliográficos de resumos
e indexação
5.3 - Registro e recuperação de informação
5.4 - Terminologia científica
5.5 - Coordenação dos serviços de tradução
5.6 - Normalização da documentação (especialmente das pu
blicações primárias).
TEHA 6.
6.1
6.2
6.3
6.4
TEHA 1.

- REPR06RAF1A
-

Microfilme, microficha
Xerografia
Instrumentos fotográficos
Métodos modernos de reprodução

- INSTRUMENTOS AUOlO-VISUAIS

7.1 - Aparelhagem audio-visual
TEHA 8.

- MOVIMENTO ASSOCIATIVO

8.1 - Movimento associativo nacional: Conselhos Nacional
e Regionais de Biblioteconomia, FEBAB e
Associa
ções fi1iadas.
8.2 - Movimento associativo internacional: FIAB,
FIAB/
/GRAL, FI0,F10/CLA, FIO/CCC, ISO.
8.3 - Organização de Seminários e Congressos

Digitalizado
gentilmente por:

�V

COKGRESSO BRASILEIRO DE

BIBLIOTECONOMIA E OOCUHENTAÇAO

T E M A R I O

DOCUMENTO BASICO
1. OIAS, Antonio Caetano.

Fomação Profissional. DOCUMENTO BASICO

2. ARAGAO, Esnieralda Maria de.

Estágio Planificado.

3. AZEVEDO, Celeste de Oliveira.
rios?

Como supriremos a falta de biblioteca

4. CARVALHO, Maria Hartha de. Formação integral do bibliotecário em FH
nas Gerais: uma experiência vitoriosa.
5. SILVA, Antonio Vieira da; BARRETO, Clara Maria Weber; SAMPAIO,
Celeste Figueiredo. A formação do bibliotecário.
6. TAVEIRA, Zilda Machado.
nTvel pós-graduação.

Elza

Cursos de Biblioteconomia e Oocumentação em

CURSOS INTENSIVOS
7. FONTES, Maria Nazareth de Mello.
mã para bibliotecários.

Curso intensivo de ortografia ale

PROCESSOS TÉCNICOS
B. CUNHA, Maria Luisa Monteiro da.

Processos Técnicos.

9. AQUINO, Aida Nery de. Catálogo sistemático nas bibliotecas especia
lizadas: suas dificuldades e seu arranjo.

Digitalizado
gentilmente por:

�10. CAMARGO, Harla de Lourdes Sampaio Cintra de.
çoes perl5d1cas numa biblioteca.

Tratamento de publica

11. CUNHA, Lygla F. F. Documentação Iconogrãfica: seus problemas na sec
ção de Iconografia.
12. LIMA, Harla LetTcia de Andrade; PIMENTEL, Clea Dubeux Pinto; VIEIRA,
Maria do Carmo. Uso de índices compostos na classificação das pu^
blicações da Imprensa Universitária.
13. MARQUES, Silvia Augusta.

Termos Coordenados.

%
14. POBLACION, Oinah Aguiar. Integração e centralização dos processos
técnicos no campo das ciências bio-mêdicas.
15. HAHAR, Alfredo Américo; APPY, Rosmarle Luthold.
de periódicos de São Paulo e sua mecanização.

0 catálogo coletivo

16. HAMAR, Alfredo Américo; FERREIRA, Oscar Manuel de Castro. Aquisição
planificada e cooperativa era bibliotecas universitárias do centro
do Estado de São Paulo.
17. LENTINO, Noemia. A classificação decimal universal e a
ção decimal de Melvil Dewey: prós e contras.
18. ZINK, Ernesto Manoel.
ções.

c1ass1fic£

Permuta nacional e Internacional de

publica

BIBLIOTECAS GERAIS
19. GREGOL. Lourdes Catharina.
ção atual.

Bibliotecas públicas; histórico e sltu^

20. ATIENZA, Cecília Andreotti; MELLO, Elza Lyrlo; RUSSO, Laura Garcia Ho
reno; RAMOS, Maria Ester; ANTUNES, Maria Regina.
Equipamentos de
Bibliotecas.

Digitalizado
gentilmente por:

�21. BRODBECK, Sully.

Bibliotecas Depositárias Regionais.

22. DANTUR DE LA ROCHA, Miriam Mara. Informe sobre o serviço de biblio
tecas escolares ambulantes da superintendência da fronteira sudocs
tfc do pais.
23. 6REG0L, Lourdes Catharina; FINKELSTEIN, Gladis. 0 serviço de biblio
tecas do SESC do Rio Grande do Sul como um dos veículos promotores
do aprimoramento cultural da classe comerciaria do Rio Grande
do
Sul.
2A. MELLO, Elza Lyrio. Condicionamento de ar e sua utilidade na preser
vação do material bibliográfico.
25. RAHDE, Maria de Lourdes Furtado; ENGLERT, Beatrice. 0 serviço
bibliotecas ambulantes do SCSI do Rio Grande do Sul.

de

26. REIS, Cacilda Basilio do Sousa. A Comissão Regional do Estado
São Paulo, do Instituto Nacional do Livro.

de

27. RODRIGUES, Licia Frazão; CARVALHO, Maria de Fátima Freitas de; COSTA
H. Lucia de Góes Americano; PALMA, Maryvonne Ribeiro; BRASILEIRO,
Hoema Figueiredo. Pesquisa entre os leitores da Biblioteca Públi^
ca da Bahia.

BIBLIOTECAS POBLICAS ESTADUAIS E MUNICIPAIS
28.

BLANES, Francisca Barros Penna Firme.
ficas no Estado da Guanabara.

Criação de bib

29. FERREIRA, Oscar Manuel de Castro. Bibliotecas públicas: sua dinami^
zação e a divulgação da biblioteconomia.

BIBLIOTECAS INFANTO-JUVENIS
30. WERNER, Ruth.

Literatura Infantil e sua difusão.

Digitalizado
gentilmente por:

�BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS E ESPECIALIZADAS
31. CARVALHO, Felisbela LIberato de Mattos. Panorama das bibliotecas es
colares brasileiras nos vários nTvels.
32. GUARNIERI, Alice Camargo.

Bibliotecas Especializadas.

33. FERREIRA, Oscar Manuel de Castro. Bibliotecas universitárias: orlen
tação bibliográfica nas escolas superiores.
34. FONSECA, Gulomar Pinto da. Empristimo entre bibliotecas e cSdlgo p^
ra as bibliotecas blo-médicas do Estado de São Paulo.
35. HAMAR, Alfredo Américo. Bibliotecas universitárias: análise da
tuação brasileira e sugestões.
36. CARVALHO, Carmen Pinheiro de.

s1

Bibliotecas em prisões.

37. AQUINO, Alda Nery de; PACOMIO, Maria Teresa Amorim. Biblioteca espe
clalizada numa área em desenvolvimento: uma experiência.
33. PACOMIO, Maria Teresa Amorim; AQUINO, Alda Nery de.
bibliotecas especializadas no Recife..

Informe

sobre

BIBLIOTECAS ESCOLARES
39. TAVARES, Oenise Fernandes.

A biblioteca escolar.

40. HAMAR, Alfredo Américo, CORRÊA, Sonia Custódio. Bibliotecas escola
res em São Paulo: situação atual e aperfeiçoamento.

A BIBLIOTECA E OS DEFICIENTES DA VISAO
41. FERRAZ, Maria Cecília da Cunha.

Digitalizado
gentilmente por:

A biblioteca e os deficientes visuais.

�IHFORHAÇAO CIEMTTFICA
12. RIBEIRO, Fernanda Leite.

A ciência da informação.

43. COURREbc, Zula P. de Valenzteia.
44. FERREIRA, Havilah Cunha Pinto.
COS nacionais.

Ti abalho intelectual na indústria.
Sugestões para melhoria dos periõdi^

45. MARTINS, Myriam Gusmão de.

Desenvolvimento e documentação.

46. PAULA, Affonso Celso M. de.

A documentação na Petrobrís.

47. VERRI, Gilda Maria Whitaker.
estatística.

Cnetro de documentação e

informação

48. VICENTINI, Abner Leilis Corrêa. Mecanização da classificação
inal universal para a disseminação da informação cientifica.
4S. MOUPA, Washington Josi d: Almeida.
vos jornalísticos.

dec_^

Serviços de bibliotecas e arquj^

REfROGRAF U
50. CUNHA, Lêlia Galvão Caldas da.

Panorama da reprografia no Brasil.

51. SANVANNA, Eurydice Pires de; OLIVEIRA-, Margarida Pinto.
fia - contribuição ao seu estudo.

Reprogra

INSTRUMENTOS AUDIOVISUAIS
52. MARTINS, Myriam Gusmão de.

Instrumentosaudiovisuais.

53. AMARAL, Sylvio do Valle. Instrumentos audiovisuais: estudo compar^
tivo de alguns projetores cinematográficos sonoros de 16mm.

Digitalizado
gentilmente por:

�54. AMARAL, Sylvio do Valle.

Filmografia de Biblioteconomia.

MOVIMENTO ASSOCIATIVO
55. RUSSO, Laura Garcia Moreno.

A FEBAB e suas realizações.

56. FERREIRA, Camiinda Nogueira de Castro.
Nacional de Biblioteca

Alteração da data da Semana

57. OLIVEIRA, Azenate Senna de; CAMARGO, Maria Victoria de Menezes.
Re
lação das teses e informações apresentadas nos Congressos Brasilei
ros de Biblioteconomia e Documentação.

INFORMAÇÃO CIENTIFICA
(faltou na sequência alfabética, o trabalho):
- SIQUEIRA, Lourdes Mesquita. Informe sobre o curso do documentação ci^
entifica no Instituto Tecnolõgico da Aeronáutica.

Digitalizado
gentilmente por:

�V

CONGRESSO BRASILEIRO OE

BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

RECOMENDAÇÕES

FORMAÇAO PROFISSIONAL
1. As Universidades para enfatizar a importância da formação profissio
na1 do bibliotecário na conjuntura cultural brasileira, solicitando
maiores recursos que permitmmaior número de graduação das
Escolas
de Biblioteconomia e Documentação.
2. Ao Ministério da Educação para sugerir a criação de novas Escolas de
Biblioteconomia e Documentação como unidades universitárias dos Esta
dos ainda não atingidos pe1a formação profissional.
3. As direções das Escolas de Biblioteconomia e Documentação existentes
no sentido de que aumentem recursos para concessão de bolsas de estu
dos.
A. A CAPES ( Centro Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino
Superior) sugerindo programas de assistência de recursos para as Esco
Ias de Biblioteconomia e Documentação que estejam em condições de im
plantar cursos de p5s-graduação, aperfeiçoamento e extensão de acordo
com 0 parecer Newton Sucupira, do Conselho Federal de Educação.
5. Ao Ministério da Educação e Cultura no sentido de promover a incorpo
ração das Escolas de Biblioteconomia e Documentação nas Universidades,
de acordo com o Estatuto do Magistérib.
t. As direções das Escolas de Biblioteconomia e Documentação e ao Insti
tuto Nacional do Livro, sugestão para implantação de convênios
que
permitam estágios remunerados de estudantes de biblioteconomia e docu
mentação nas Bibliotecas Oficiais.

Digitalizado
gentilmente por:

�Dirigir ao Ministério da Educação e Cultura mensaguni lembrando a necessidade da criação de Comissão de Biblioteconomia e Documentação na
Diretoria do Ensino Superior.
8. Dirigir ã Universidade de São Paulo um protesto pela separação do en
sino da Biblioteconomia e Documentação na estruturação da Escola de
Comunicações Culturais, em desobediência ã Lei nQ 4084, Decreto S6725
e Parecer nõ 326 do Conselho Federa' de Educação.
9. Recome.idar ãs Escolas de Biblioteconomia e Documentação o intercâmbio
de professores e estudantes, através de viagens de estudos.
10. Recomendar ãs Escolas de Biblioteconomia e Documentação
nomenclatura das disciplinas e seriação curricular.

uniformiiar

PROCESSOS TECNKOS
11. Que as sedes dos Catálogos Coletivos das diversas regiões do Brasil
realizem estudos para aplicar equipamentos mecanizados em seu; trab£
Ihos e publicações dos catálogos.
12. Que as Associações de Bibliotecários organizem grupos de trabalho pa
ra estudos da mecanização nas bibliotecas
13. Que a Reitoria da Universidade de São Paulo ofereça as condições in
dispensáveis de verba, equipamento e material para mecanização do ca
tálogo coletivo de periódicos
14. Que as Universidades e outras instituições apliquem a mecanização em
seus serviços bibliográficos.
15. Que as Comissões específicas da FEBAB estudem normas catalográfic»'
para aplicar em sistemas mecanizados.
16. Que as sedes dos catálogos coletivos organizem e mantenham um acervo
de obras sobre mecanização.

Digitalizado
gentilmente por:

�17. Que as Bibliotecas, principalmente universitirias, da região Centro
do Estado de São Paulo adotem o sistema de aquisição planificada.
18. Que seja solicitado ãs administrações das Escolas Superiores da
Re
gião Centro do Estado de São Paulo, ao Conselho Estadual de Educação,
a Universidade de São Paulo, a constituição de grupo de trabalho, com
posto de bibliotecários da região, com a finalidade de estudar
e
aplicar a aquisição planificada e cooperativa.
19. Que cada Biblioteca da região Centro do Estado de São Paulo estabele
ça acordos para a i -ganização de coleções especializadas em assuntos
referentes aos municípios da região.
20. Que 0 Conselho Nacional de Pesquisas, Fundação de Amparo ã Pesquisa
do Estado de São Paulo, Instituto Brasileiro de Bibliografia e Docu
mentação. Diretoria do Ensino Superior do MEC e Escolas Superiores da
região coisifnemem seus orçamentos verbas para aplicar em
bibliote
cas universitárias que possuam sistemas de aquisição planificada
e
cooperativa.
21. Que as Universidades oficiais e particulares do Brasil adotem em suas
Bibliotecas o sistema de aquisição planificada, principalmente para
os periódicos.
22. Que seja encarecido junto ao Governo do Estado e Governo Federal
a
criaçao de um Centro de Permutas, que se incumba de receber as listas
"Procura-se" e reuni-las em listas trimestrais que devem ser distrt
buidas a todas bibliotecas interessadas.
23. Que as Secretarias de Estados, autarquias e outros órgãos
oficiais
apoiem a criação de centros de pennuta de duplicatas de bibliotecas
especializadas, escolhidas para tai
2A. Que as Bibliotecas sejam estimuladas a organizar o seu setor de dupH
ratas oara facilitar o funcionamento da permuta; essa promoção será
feita pela FEBAB e associações de bibliotecários.

Digitalizado
gentilmente por:

�ZS. Que o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação restaure a
Comissão Brasileira de Classificação Decimal Universal e dê andamento
rápido ã publicação das classes da CDU jã traduzidas e revistas: na
hipótese de não poder atender ã proposição que transfira essa prerro
gativa a outra entidade, a fim de não protelar mais a publicação das
tabelas em português.
26. Que a Comissão Brasileira de Classificação Decimal Universal tenha em
e.sposição no IBBD ou em outra entidade, todas as últimas edições tra
duzidas em inglês, francês, ou espanhol, das tabelas da CDU, além das
portuguêsas autorizadas pela FID e que as divulgue entre os bibliote
cãrios brasileiros interessados nesse assunto.
27. Que através de pequenas publicações ou mesmo folhas avulsas sejam da
das ao conhecimento das bibliotecas brasileiras, a relação das séries
da publicação "Extensões e Correções", também ultimamente publicadas
ressaltando os pontos de maior interesse; essa incumbência caberá ã
Comissão Brasileira de Classificação Decimal Universal.
?8. Que os editores da Classificação Decimal de Dewey, em New York.
in
cluam na 18a. edição, jã anunciada, extensões para Literatura Brasj^
leira. História e Geografia do Brasil, a fim de que a uniformidade do
sistema não seja prejudicada, com o aparecimento de extensões múlti
pias e diferentes, nesses ramos da atividade intelectual.
?9. Que a Cãmàra Brasileira do Livro aconselhe aos livreiros das capitais
brasileiras maior destaque ã classe dos bibliotecários e ampliem seus
estoques, ainda paupérrimos ou nulos, salvo honrosas exceções,
com
obras atuais e atualizadas de Biblioteconomia.
30. Que 0 IBBD promova a impressão da classe 55 da CDU, cora Tndice.
31. Que seja solicitado ao IBBD e Instituto de Alta Cultura de Lisboa a
reedição da tabela abreviada da CDU em Hngua portuguesa, cuja falta
se faz sentir, principalmente entre alunos das Escolas de Biblioteco
nomia e Documentação, incluindo a classe 8, em sua nova estrutura.

Digitalizado
gentilmente por:

�32. Que a FEBAB promova a criação de um Centro Regional de Processos Tic
nicos no campo bio-midico em São Paulo.
33.

Que as Escolas de Biblioteconomia e Documentação crie
-graduaçóo para bibliotecários bomédicos.

34. Que a FEBAB promova a criação de vários Centros neglonais de Bibliote
cas Bio-médicas para desenvolver o Intercâmbio de publicações e
du
plicatas, a pesquisa bibliográfica, e empréstimo através da
fotodi£
plicação e o treinamento de pessoal técnico especializado, para servi
ços de rotina e mecanização.
35. Que 0 V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação e
a
Associação Brasileira de Escolas de Biblioteconomia e
Documentação
encareçam Junto ãs Escolas a importância do ensino do sistema de "Ter
mos coordenados”.
36. A SUDENE que promova reunião de âmbito nacional para divulgar os re
sultados obtidos com a aplicação do sistema de indexação por termos
coorderjdds aos serviços de (íocumentação do grupo de estudos para o
desenvolvimento da pesca.
37.

Que 0 V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e D
te congratulações, através do Superintendente da SUDENE ao grupo Co
ordenador do Desenvolvimento dc Pesca, pela implantação do sistema de
"Termos Coordenados", com novas perspectivas ao controle da informa
ção.

38. Que o V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação se di^
rija ãs Bibliotecas Centrais de todas as Universidades brasileiras,re
comendando o uso da CDU na classificação na fonte, mesmo quando o uso
local não permita o abandono da CDD; solicita-se ainda o uso de sTmbo
los mais adequados ao plano das idéias, aproveitando as possibilida des de uma notação facetada, para mais fácil recuperação da inform^
ção.
39. Que os Serviços Centrais de Bibliotecas ou Centros de Documentação
além de orientar, divulguem a técnica do trabalho fntelectual objeti
vo nas bibliotecas universitárias.

Digitalizado
gentilmente por:

�40. Que os autores de sistemas novos de classificação e. catálogos de enti^
dades de uma mesma região divulguem seus sistemas por meio de cursos
Junto is Associações de Classe.

imiOTECAS GERAIS
41. Que as Escolas de Biblioteconomia e as Associações de Classe:
a)

procurem contribuir para a difusão das iniciativas do Instituto
Nacional do Livro;

b)

resolvam colaborar com o trabalho das comissões regionais est£
duais e das delegações municipais do Instituto Nacional do
Li^
vro;

c)

decidam apresentar sugestões relativas ã seleção de novos
ceji
tros propícios ã instalação das futuras comissões regionais esU
duais e delegações municipais do Instituto Nacional do Livro.

SZ. Que o Conselho federal de Biblioteconomia, ouvindo os Conselhos Regio
nais, se dirija ao Senado Federal encarecendo a necessidade de eraen
dar 0 projeto-de-lei do depósito leqal, criando Bibliotecas Deposita
rias Regionais, habilitadas a receber uni exemplar de publicação lite
riria impressa no Brasil, sem caráter seletivo;
a)

que na fixação do número de bibliotecas depositárias regionais
se tenha em vista a Resolução n? 4, do CFB, que cria os CRB, e
que seja adotado o critério de avaliação qualitativa dos servi^
ços prestados pelas bibliotecas, e permitida a revisão periódica
do número das bibliotecas depositárias regionais sejam encoraj^
das a selecionar e distribuir as contribuições recebidas por for
ça da lei;

b)

que os CRB demonstrem aos representantes de seus Estados, no Con
gresso Nacional, a repercussão cultural e educativa dessa lei,
aprataando sua aprovação e colaborando na implantação da mesma.

Digitalizado
gentilmente por:

�43. Que as Administrações Regionais do SESC instalem serviço semelhante
ao Serviço de Bibliotecas Ambulantes do SESC/RGSul, em tuas Adminls^
trações Regionais.
44. Que or Conselhos Regionais ue Bibllo.economia e as Associações
Classe conscientizem os bibliotecários de que:

de

a)

tomem consciência de sua função de "professores" da "universida
de do povo";

b)

passem a fazer programas de realizações para atingir os fins a
que se propõe, e que esses programas sejam organizados de
tal
forma que atinjam as camadas sociais da comunidade;

c)

facilitem e não dificultem o acesso do leitor ao livro;

d)

procurem tornar a biblioteca o "centro cultural-da-comualdade-";

e)

promovam por todos os meios ao seu alcance a divulgação do livro
da leitura e da pe quisa bibliográfica;

f)

procurem se integrar na sociedade, levando com isso a Integração
da biblioteca como elemento ativo da vida social da comunidade.

45. Que a FEBAB realize novo levantamento das bibliotecas públicas do
pais, através das Associações de Classe:
a)

que as Associações de classe conscientizem seus associados da ira
portãncia de tal empreendimento, orientando-os na resposta
ao
questionários;

b)

que 0 Ministério de Educação e Cultura, os Governos Estaduais e
as Prefeituras Municipais, a que se Subordinam, dotem de recur
sos as bibliotecas públicas, objetivando renovação de equiparoeii
tos e ampliação de seus qmdros ■'unc'ai&gt;ais;

c)

que 0 Instituto Nacional do Livro fiscalize suas bibliotecas fi^
liadas a fim de acompanhar suas atividades e melhorar a utiliza
ção de doações.

Digitalizado
gentilmente por:

�BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS E ESPECIALIZADAS
46. Aos Poderes Públicos: Municipal, Estadual e Federal da necessidade de
ser considerado:
a)

0 problema da construção dos edifícios destinados ã instalação
de bibliotecas especializadas, cujo planejamento deve ser elabo
rado por arquitetos e bibliotecários, em trabalho conjunto, vj
sando a funcionalidade da biblioteca, dentro dos princípios e m£
dernos conceitos;

b)

modernização dos equipamentos, com padronização que facilite
automação futura;

c)

centralização dos processos técnicos nas capitais dc Estados em
bibliotecas especializadas, qualificadas como centros regionais;

d)

que 0 pessoal seja graduado em biblioteconomia e especializado
em informação cientifica, com a incumbência principal da compila
ção bibliográfica e análise de documentos, aplicando fichas per
furadas e desenvolvendo sistemas de automação;

e)

sejam os bibliotecários treinados no processamento de dados, el£
borando-se também códigos e análise dos possíveis campos de apli
cação;

f)

fncentivo ao espirito de colaboração entre as empresas, tanto fi
nanceira como de uso dos acervos, num verdadeiro espirito de coo
peração;

g)

que no Instituto de Pesquisas das diversas regiões brasileiras,
quando tenham assuntos correlatos, seja mantido intercâmbio docu
mentário;

h)

que os dirigentes dos Institutos de Pesquisas sejam cientifica
dos da necessidade de verbas e pagamento de projetos e programas
•tpeciallzados;

Digitalizado
gentilmente por:

a

�i)

seja facilitado o uso de nialas diplomáticas de consulados e cm
baixadas no intercâmbio cora o exterior;

J)

reforço das dotações se destinem ã imprensa Braille;

1)

aos Juristas incumbidos do estudo do novo código penal brasilei^
ro, salientar a criação de bibliotecas nos estabelecimentos pe
nais brasileiros, organizadas e administradas por profissionais
habilitados, supervisionados pelos Conselhos penitenciários;

ra)

ã Câmara Federal, que prepare projeto de lei obrigando doação pe
Ias editoras nacionais de dez exemplares do suas edições ãs bj^
bliotecas de estabelecimentos federais;

n)

aos poderes municipais, das capitais, para criação de Centros mu
nicipais de leitura destinados a deficientes visuais;

o)

isenção da taxa de importação para máquinas e outras
tos necessários ã imprensa Braille.

equipameii

47. Aos bibliotecários que estudem a diferença entre bibliotecas especia^
lizadas e especiais, defendida por Alice Camargo Guarnieri neste
V
Congresso.
4B. As Secretarias de Educação dos Estados para que entreguem aos Biblio
lecários o planejamento de Bibliotecas Centrais de'Educação, a fim de
atender todo o seu público escolar
49. As Universidades, onde ainda não é possível reunir geograficamente to
dar. as unidades, que pelo menos centralizem desde já as fontes de re^
ferência, as raridades bibliográficas, e pesquisa bibliográfica, os
serviços de foto-documentação, a aquisição e os processos técnicos.
50. Que sejam renovados e-revitalizados os serviços do Instituto Brasilei
ro de Bibliografia e Documentação como Centro que i, nacional, capaz
de coordenar a atividade bibliográfica científica e técnica no país,
no melhor entrosamento com as universidades brasileiras

Digitalizado
gentilmente por:

�51. Que as atividades desse Centro restrinjam-se ãs obras de cunho geral
e outras que se tornem necessárias nas regiões.
i'i. Que as bibliotecas especializadas ou de um mesmo sistema estabeleçam
seus regulamentos e determinem seus centros de coordenadores a exem
pio do Grupo de Bibliotecas Bio-mêdicas do Estado de São Paulo.
53. Que, apoiadas nos respectivos cõdigos, as transações sejam feitas di
retamente entre biblioteca solicitante e a que possui a obra. rese£
vando-se a atuação dos centros para os casos que exijam uma interfe
rincia.
54. Que seja criado no Ministério da Educação e Cultura, um õrgão que se
incumba, unicamente, de estudos, análise e orientação das bibliotecas
universitárias, visando real integração e melhor aproveitamento dos
acervos bibliográficos, com o indispensável aparelhamento das unida
\
des.
55. Que a distribuição de recursos federais e estaduais, bem como de par
ticulares, seja feita mediante um planejamento que vise o desenvolvj^
mento das bibliotecas universitárias, dentro de programas exequíveis
e de eficiente aproveitamento para suprir as deficiências.
56. Que na política de pessoal se aplique a legislação prevista na
(.ei
4084/62 e Decreto n9 56725/64, a fim de que, contando com profissio
nais verdadeiramente
preparados,^ se obtenha a dinamização e elevação
0
do nível dos serviços bibliotecários no Brasil.
57. Que a direção das bibliotecas universitárias tenha participação na Ad
ministração Universitária, ou seja nas Congregações e Conselhos, das
Instituições de Ensino Superior
58. Que, para aplicação de um programa de desenvolvimento, haja uma refor
mulação da estrutura da biblioteca universitária, implantando o siste
ma de Biblioteca Central, bem equipada, principalmente para os proces
sos técnicos e aquisição centralizada, e bibliotecas setoriais espe
cializadas, junto aos Institutos, acompanhando, assim, a reformulação
que se implanta em toda a estrutura universitária.

Digitalizado
gentilmente por:

�59. Que dos orçamentos das Universidades e Escolas Superiores se consigne,
no mínimo 5% das verbas totais para aplicação no desenvolvimento e ma
nutenção das bibliotecas.
60. Qie as 'Jiiiversidade.. mantenha,, cursos de graduação, pósespecialização e doutoramento para bibliotecário.

graduação,

61. Que sejam elaboradas regulamentações próprias para os serviços biblio
tecãrios, estabelecendo medidas que proporcionem colaboração e rãpi^
do desenvolvimento nas diversas unidades bibliotecárias das Universi^
dades.
62. Que sejam constituídos, pelas Universidades, grupos de trabalho
1o
cais e regionais, para estudo permanente e aperfeiçoamento de servi^
ços, inclusive prevendo a aplicação da mecanização e automação.
63. Que 0 Conselho Federal de Biblioteconomia se empenhe num trabalho jun
to ao Conselho Federal de Educação, a fim de tornar obrigatória era to
dos os cursos além dos universitários do paTs, a cadeira de "Orientarão Bibliográfica".
64. Que a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB)
todas as Associações de Classe e Escolas de Biblioteconomia do pais
se dirijam ao Ministro da Educação e ao Presidente do Conselho Fede
ral de Educação, ressaltando a necessidade de tal medida.
65. Que, dada a aprovação destas recomendações, seja constituída uma co
missão organizadora de um programa básico da referida cadeira, comi£
são essa que poderá, tamliim, se responsabilizar pela divulgação do mo
vimento e justamente com o Conselho Federal de Biblioteconomia esfor
çar-se para conseguir os fins desejados.
66. Que a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, assessorado por
um bibliotecário diplomado crie uma Divisão de Bibliotecas, com atrj
buição de orientar, organizar o supervisionar o funcionamento das bi^
bliotecas escolares das instituições oficiais do ensino secundário,
dentro do moderno conceito de instrumento básico para a educação.

Digitalizado
gentilmente por:

♦

0

11

12

�67. Que amplie o quadro de bibliotecários e lote urgenteniente as biblio
tecas que não possuam pessoal especializado regularmente diplomado.
68. Que permita o comissionamento de professores primários a fim de cursa
rem as Escolas de Biblioteconomia, suprindo assim a deficiência
de
pessoal especializado e o contemplado permanecerá durante dois anos
na unidade de origem.
69. Que observe as determinações contidas na Lei Federal nÇ 4084/65, In
clusivo reestruturando os vencimentos dos bibliotecários nos mesmos
padrões do magistério secundário.
70. Que seja efetuado, com urgência, um planejamento e programas de rec^
peração das bibliotecas escolares, inclusive implantando legislação
sobre organização, funcionamento e objetivo dessas unidades, fixando-Ihes os padrões mínimos assessorados de acordo com a Lei nÇ 4084/62
e Decreto 56725/65.
71. Que nos programas de ensino sejam previsto cursos de orientação
bliográfica aos estudantes secundários.

bi

72. Que só bacharéis em Biblioteconomia sejam aproveitados nos serviços
técnicos, direção e chefia da futura Biblioteca Central Escolar da Se
cretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul, na forma da Lei.
73. Que o Centro de Pesquisas de Orientação Educacionais congregue esfO£
ços com a Associação Rio-Grandense de Bibliotecários ou CRB-10,
no
sentido de quesejamcriados cargos de bibliotecários para o próprio
Centro e para as escolas estaduais de níveis primário e médio.
74. Que 0 Centro de Pesquisas e Orientação Educacionais usando a influên
cia que lhe é conferida por um crédito dc longos anos de trabalho, am
pile 0 número de bolsas de estudo de Biblioteconomia destinadas ã Es
cola de Biblioteconomia e Documentação da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, para que nas várias regiões do interior haja pessoas
realmente habilitadas ao exercício da profissão em bibliotecas escol£
res.

Digitalizado
gentilmente por:

�75. Que 0 V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação diri
ja-se ã Universidade Federal de Santa Maria no Rio Grande do Sul, no
sentido de ser alT criada uma Escola de Biblioteconomia, que viria re
solver, em grande parte, os problemas bibiioteconõmicos no interior
do Estado.
76. A Secretaria da Educação deve exigir dos bibliotecários de ginásios
e colégios façam exposições aos alunos de como fazer uso da Bibliote
ca durante a Semana Nacional da Biblioteca.
77. Que a Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul, crie, no
Centro de Pesquisas e Orientação Educacionais (CPOE), o Serviço Ce£
trai de Processamentos Técnicos de Bibliotecas Escolares, e,reformule
0 atual Curso Básico de Biblioteconomia, ministrado em um ano letivo,
em cursos de treinamento de duração inferior ao do curso atual, que
face ã Lei Federal 4084/62 e Decreto 56725/65 não mais poderá funci£
nar nas atuais bases.

INFORMAÇÃO CIENTIFICA
78. Ao Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação:
a)

que, através da IBBO/COU e em estreita colaboração com a sub-co
missão especializada da FID, estude a possibilidade da aplicação
mecanizada do sistema de Classificação Decimal Universal no Bra
sil;

b)

que intensifique a campanha que vem desenvolvendo no sentido de
fomentar a instalação de serviços documentários e especialmente
no aproveitamento do esforço intelectual dispendido nas
indús^
trias e outras instituições especializadas;

c)

que promova a publicação, dentro do menor prazo possível, da se
gunda edição de Periódicos Brasileiros dp Cultura;

d)

que divulgue, entre os editores de periódicos técnicos e cienH
ficos, as resoluções da UNESCO a respeito dos problemas inerer^
tes ã publicação de revistas na América Latina;

Digitalizado
gentilmente por:

�e)

que envide esforços no sentido de cumprir a recomendação jã fei
ta pelo Seminário dc Informação Cientifica, realizada no Rio de
Janeiro, em novembro de 1966, no sentido de acelerar a publica
ção da bibliografia cientifica nacional.

79. A Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários e ãs Associa
ções de classe:
a)

que promovam a melhor divulgação das normas sobre documentação
elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, em fa
se de projeto, de modo a receber contribuição mais efetivo de bi^
bliotccários e documentalistas.

*0. A Confederação Nacional das Indústrias:
a)

que se empenhe no sentido de estabelecer e desenvolver serviços
documentários isolados ou setoriais;

b)

que fomente a racionalização e coordenação das atividades corres^
pendentes entre entidades da mesma especialização, visando apro
veitamento comum da informação, adequaçao e o mínimo de dispen
dio econômico.

REPROGRAMA
81. As Universidades Brasileiras:
a)

que divulguem, entre seus professores, alunos e pesquisadores,as
vantagens da utilização, sob forma de cópia, das informações e
dados necessários a seus estudos, e pesquisas;

b)

que promovam, com urgência, a adequada instalação de equipamen
to de reprodução documentária, pelo menos, nos respectivos serv^
ços de informações bibliogrãficas, a fim de facilitar o intereãm
bio no Pais.

Digitalizado
gentilmente por:

�82. As Escolas brasileiras de Biblioteconomia e Documentação;
- que promovam o ensino das técnicas e da organização reprogrãficas,
em disciplina independente, dispensando a máxima atenção para pro
porcionai a bibliotecários t -&lt;ocumencariiU5 a desejada canpetincia
profissional no assunto.
83. As Associações de classe e ã FEBAB;
- que, com a colaboração das entidades brasileiras públicas e priva
das que realizam trabalhos reorogrâficos ou neles estejam interessa \
das, estimulei) e promovam a realização de seminários e
reuniões,
para debates sobre as técnicas de reprografia, e formação de comis
sões especiais de estudo, para discussão dos modernos métodos de re
produção de documentos e aplicação.
84. A Comissão de Juristas dedicada á reformulação do Código Civil Brasi^
leiro:
- que elabore o projeto final do novr Código Civil Brasileiro, no ca
pitulo referente a direitos autorais, visando as necessidades
da
pesquisa e do estudo no que diz respeito á reprodução de
docunen
tos considerados indispensáveis ao progresso técnico-cientifico do
Pais.

INSTRUMENTOS AUDIOVISUAIS
ti‘j. As Escolas de Biblioteconomia e Documentação sob o regime do
currículo;

atual

a)

para oferecerem cursos sobre aplicação de recursos audiovisuais,
adotando-os nas diversas cadeiras;

h)

organizem rursos ipt^ensivos extra-curriculares no assunto;

c)

proporcionem bolsas e estágios em Centro Audiovisuais para
nos e professores da Escola.

Digitalizado
gentilmente por:

alu

^
0

11

�86. Em visti da reforma universitária na reformulação do currículo de Bi
blloteco.nomia e Documentação, seja considerada a instituição de cur
sos de técnicas audiovisuais, sob a forma dc cadeira independente.
87. Xs Escolas de Biblioteconomia e Documentação era geral para que. atra
vis dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia, enfatizem a necessida^
de de:
a]

alunos se inscreverem no curso de didática da Faculdade de Filo
sofia;

b)

de professores, escolhidos sempre entre os que sejam biblioteca
rios, frequentem curso de didática especial.

MOVIMENTO ASSOCIATIVO
88. A FEBAB e suas realizações:
a)

que não se instalem Associações de Bibliotecários em cidades on
de já existe uma entidade dessa natureza;

b)

que a Associação dc Bibliotecários Municipais de São Paulo, estu
de a possibilidade de se fundir com a Associação Paulista de Bi^
bliotecários, a do Paraná com a Paranaense; a dos Bacharéis em
Biblioteconomia coro a Bahiana de Bibliotecários;

c)

que as Escolas de Biblioteconomia e Documentação, que ainda não
0 fazem, passem a estimular seus alunos a se interessarem pelos
problemas profissionais, orientando-os para o movimento associa
tivo;

d)

que sejam prorrogados os mandatos das atuais diretorias das Asso
ciações de Bibliotecários, até junho de 1969, para completar a
renovação dos quadros que elegerão os futuros Conselhos
Regio
nais de Biblioteconomia;

e)

que as Associações procurem unificar, a'partir de junho de 1969,
os mandatos de suas diretorias, em três anos, em data igual para
todo 0 Brasil;

Digitalizado
gentilmente por:

�f)

que as teses a serem apresentadas ao VI Congresso sejam encami
nhadas ã Secretaria, devidamente reproduzidas em número de exem
piares previamente estabelecido pelo Congresso, e por ele subven
cionado;

g)

que seja desdobrada a comei.ioração da Semana Nacional da Bibliote
ca, dia 12 de março, dia do bibliotecário, em homenagem a Manuel
Bastos Tigre; 1 a 7 de outubro, conemoração da Semana Nacional
da Biblioteca;

h)

que as associações de Bibliotecários, que ainda não o fazem,
apoiem a categoria de Assoeiado-estudante, com os direitos e de
veres que seus estatutos determinarem;

i)

que os prazos de apresentação de trabalhos, fixados no regulamen
to, sejam rigorosamente obedecidos. Os trabalhos apresentados
fora do prazo serão considerados como comunicações;

j)

que as reuniões de Associações, Escolas de Biblioteconomia e Do
cumçntacáo. Conselhos Federal e Regionais de Biblioteconomia se
jani realizadas durante a Semana que antecede ao inicio dos Co£
gressos;

k)

as inscrições aos Congressos serão aceitas até o primeiro dia de
inicio de seus trabalhos;

l)

ã FEBAB, dirigir apelo aos Magníficos Reitores das Universidades
Federais de Pernambuco, Bahia, Paraná, Ceará e São Paulo, para
que imprimam os Ana.is dos Congressos realizados.

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gentilmente por:

�ANEXO

-

V]

VI CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

^Scan
Digitalizado
gentilmente por:

3ÊÊÊ^

�VI CONC.RESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E OOCUHENTAÇAO

TEHÃRIO

E RELATORES

TEMA CENTRAL - "BIBLIOTECA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E
CIAL"

^

- Bibliotecária Jannice de Mello Monte-Mor
Diretora da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.

TEMA 1 - ATIVIDADES PROFISSIONAIS
- Formação Profissional
Bibliotecária Maria Martha de Carvalho, Diretora da Escola de
b1 ioteoinomia da Lniversidode Feder,.1 de Minas Gerais.
- Movimento Associativo e Normas para Reuniões
Bibliotecária Laura Garcia Moreno Russo, Presidente da
Brasileira de Associações de Bibliotecários

Bi^

Federação

IEM_A_Z - ORGANIZAÇAO BIBLIOGRÁFICA
- Bibliotecária Jussara Pansardi da Cunha, Chefe do Serviço de Infor
mações Bibliográficas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

TEMA 3 - MECANIZAÇAO
- Bibliotecário Mfredo .'''lirico Hamar, Coordenador do Departamento de
Biblioteconomia e Documentação da Escola de Comunicações e Artes da
Universidade de São Paulo.

Digitalizado
gentilmente por:

�TfMA 4 - PLANEJAMENTO E INSTALAÇAO
' Bibliotecário Elton Eugênio Volpini, Diretor da Biblioteca Central
da Universidade de Brasília.

ttHA 5 - COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO
- Bibliotecária Cêlla Ribeiro Záher, Presidente do Instituto Brasllel^
ro de Bibliografia e Documentação.

TEMA 6 - COOPERAÇÃO HACION^ E REGIONAL
- Bibliotecária Maria José Thereza do Amorim, Professora do Curso de
Biblioteconomia da Universidade Federal do Paraná.

PMm A CARGO 00 INSTITUTO NACIONAL M LIVRO
- Tema: "Atividades recentes do INL"
Moderador; Cacilda BasTlio de Sousa Reis
1. A Bibliografia Brasileira Mensal - Aureo Ottoni Mendonça Junior
2. 0 Programa de Coedições - Maria Hangel Geordano
3. 0 Programa das Salas de Leitura - Eliane Saboia Ribeiro.

PAINEL A CARGO 00 INSTITUTO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCU
MENTAÇAO
a
- Tema: "0 Projeto HARC e as possibilidades de sua utilização em Bi
bliotecas Brasileiras”
Moderador: Celia Ribeiro Zaher
Participantes: Alice Príncipe Barbosa
Lia Hanhaes de Andrade Frota
La Vahn Ovennyer.da Case-Vestern Reserve University

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gentilmente por:

�- Convidada especial do Congresso.

PRESIDENTE: Bibliotecária Maria Alice Barroso
RElATOR GERAL: Bibliotecário Abner Lellis Corrêa Vicentini
secretaria GERAL: Bibliotecária Nara Maldonado de Carvalho.

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gentilmente por:

�VI CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

RELAÇAO DAS TESES

TEMA 1
1. FERREIRA, Carminda Nogueira de Castro. A Formação
professor de biblioteconomia.

do

2. GOMES, Maria de Lourdes 0. AZEVEDO, Celeste de O.A bi^
blioteca; elemento indispensável para a
alfabetiza^
ção funcional e a educação continuada.
3. REIS, Cacilda Basílio de Sousa. SANTOS, Marelene Sou
sa. Atualização profissional e abertura de
mercado
de trabalho para bibliotecários e documenta 1istas.
4. RUSSO, Laura Garcia Moreno. A legislação profissional
necessita mudar ?
5. RUSSO, Laura Garcia Moreno. 0 que é FEBAB e o que ela
necessita ser.
6. TROMBELLI, Sonia Maria. SANTORO, Maria Isabe 1 .Estágio.
7. VIEIRA, Anna da Soledade. A automação no currículo de
Bib11oteconomia.
TEMA 2
1. AHARANTE, Nylma Thereza de Salles Velloso. Cabeçalhos
de assuntos para catalogação de coleções bio-biblio
gráficas de Rui Barbosa-Ruianas ; para emprego em do
cumentaçáo de Arquivos, Bibliotecas, Centros de Docu
oentação. Museus, etc.

Digitalizado
gentilmente por:

�2. BAPTISTA, Regina Cilia Silva. A seleção bibliográfica
nas bibliotecas públicas.
3. HEHL, Regina Rosa. OLIVEIRA, Oiva Rosa Halucelli
de
Adaptação manual do sistema Kwic para bibliotecas e£
oecia 1izadas.
4. SANTOS, Lenira. Fontes bibliográficas em energia
clear.

nu

TEHA 3
1. GARCIA, Cora Cordeiro. Bibliografia de metais não fer
rosos: uma esperiência da mecanização na Biblioteca
Central do ITA.
2. HAMAR, Alfredo Américo. Mecanização.
3. MACHADO, Norma. Automatização - dos trabalhos
da biblioteca.

técnicos

4. MIRANDA, Nair da Rocha. Plano para a automação da
b 1 ioteca do CNEC.

bi^

5. SANTOS, Maria Virginia Ruas. LEAL, Antonina de Mello.
Mecanização dos serviços de bibliotecas.
TEHA _4
1. ATIENZA, Cecília Andreotti , CARREIRA, Maria Alice Fer^
nandes. Bibliotecas e Centros de Documentação: Estu
dos e observações para planejamento e instalação.
2. FERREIRA, Isabel Maria de Castro. Bibliotecas especi£
lizadas - Escola de Emgenharia de S. Carlos.
3. GOMES, Valdice Pereira Universidade Federal de Sergi^
pe e a Faculdade Católica de Filosofia de Sergipe.

Digitalizado
gentilmente por:

�4. RUSSO, Laura Garcia Moreno. A documentação administra
ti va.
5. SANTORO, Maria Isabel. Padrões mínimos para
ção de bibliotecas públicas nos municípios.

instai^

6. SILVA, lonel Guimuzzi . da Biblioteca Pública
pai Honúrio Armond. A etperiência vivida em
na.

Hunici^
Barbace

7. VOLPINI, Elton Eugênio. Roteiro para um programa
de
construção do edifício de biblioteca universitãria centraI .
TEMA 5
1. HAMAR, Alfredo Américo. 0 treinamento de
bibliotecã
rios como técnicos de informação e a organização de
núcleos de. informação.
2. HENRIQUES, Thaís Caldeira. A informação e os meios de
comun1 cação.
3. MACEDO, Vera Amãlia Amarante. Proposta para a organj^
zação da documentação legislativa e
administrativa
brasileira.
4. MARQUES, Silvia Augusta. Documentação técnico-admini^
trativa e seu controle com térmos coordenados.
5. MELLO, Elza Lyrio. A documentação administrativa.
6. VICENTINI. Abner Lellis Corrêa. Informática jurídica.
TEMA 6
1. CUHHA, Jussara Pansardi da Catálogo coletivo de periõ
dicos do Rio Grande do Sul: seção Bio-Médica.

Digitalizado
gentilmente por:

�Z. NOVACK, Harleta Pestana. O jurista e a informação.
3. OLIVEIRA, Yvove Rocha 0'. Importância da biblioteca e£
colar no Brasi1.
A. SILVA, Antonio Hunes da Avaliação estatística em
bliotecas especializadas.

bi^

5. SILVA, Antonio Nunes da índices estatísticos de dez bi^
bliotecas especializadas da Universidade Federal
de
Pernambuco.
6. VILLAÇA, Magaly França. Bibliotecas em industrias
São Paulo (Capital): Pesquisa.
7. VILLAÇA, Magaly França. Biblioteca Roberto
da FIESP/CIESP a serviço da industria.

Digitalizado
gentilmente por:

de

Simonsen

�VI CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

RECOMENDAÇÕES

A FEDERAÇAO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS
1. Què seja constituído um Grupo de Trabalho permanente, subordinado i
FEBAB, encarregado da preparação e distribuição da bibliografia atu£
lizada de Biblioteconomia e Documentação, competindo ãs Associações o
fornecimento de informações para a elaboração dessa bibliografia.
2. Que a FEBAB organize comissão composta de elementos do Instituto Na
cional do Livro, do HOBRAL e do Instituto Brasileiro para a Educação,
Ciência e Cultura, para estudar, dentro da realidade brasileira, a
aplicação do Curso Audio-Visual de Biblioteconomia da UNESCO, traduzi^
do e aHaptado, ou de curso similar, que permita a formação de pessoal
em número suficiente para atender ãs bibliotecas municipais do paTs.
3. Oue a FEBAB, em colaboração com o Instituto Nacional do Livro, estude
uma política de expansão dos serviços de bibliotecas, diretamente vin
culada ao desenvolvimento do sistema educacional
4. Que a FEBAB promova concurso para escolha do "Hino do Bibliotecário".
5. Que seja constituído, junto ã FEBAB, um secretariado Permanente dos
Congressos Brasileiros de Bibliotecoiiomia e Documentação, com o pro
põsito básico de promover ou envidar esforços para a
concretização
das proposições aprovadas, trazendo ao congresso seguinte um balanço
das consequentes realizações práticas.
6. Que a FEBAB designe uma comissão para elaborar o temário e o
mento do V' Congressr

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regul£

�associações de bibliotecários
7. Que ds Associações de Bibliotecários se registrem nas Delegacias Esta
duais do Ministério do Trabalho e Previdência Social, como
ASSOCIA
COES 'ROFISSIONAIS, para adquirir o 'status* de que estão carecendo.
8. Oue as Associações de Bibliotecários, que ainda não o fizeram.admitam
em seu quadro social os alunos regularmente matriculados em Escola de
Biblioteconomia, com direitos e deveres correspondentes aos dos
de
mais sõcios efetivos, mas sem direito de votar ou de ser votado para
qualquer cargo.
9. Que sejam instalados postos de venda de publicações especializadas em
Biblioteconomia junto ãs Associações, principalmente de publicações
oficiais não encontradas em casas comerciais, bem como, sempre
que
possível, sejam fornecidas informações sobre aquisição das obras re
gistradas na bibliografia de Biblioteconomia e Documentação, a cargo
das Associações.
10. Que sejav instalada, junto a cada Associação, uma biblioteca incluindo
coleção especializada era Biblioteconomia e Documentação.
Havendo
mais de uma Associação na mesma localidade, devem-se somar esforços a
favor de uma sõ biblioteca,
11. Que as Associações, com a colaboração das Esolas de Biblioteconomia
procurem programar pelo menos um curso de Atualização
Profissional
por semestre,para bibliotecários e documental istas.
12. Que as Associações de Bibliotecários de todos os estados promovam cur
sos de Estatística aplicada ã Biblioteconomia e Documentação.
13. Que as Associações de Classe se empenhem no sentido de tornar conhecí
das as atividades profissionais desenvolvidas por bibliotecários e do
cuiiientalistas.
14. Que as Associações de Bibliotecários criem grupos de trabalho de b^
bliotecários que exerçam a profissão em campos afins, tais como tecno
logia, medicina, documentação Jurídica, etc.

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11

12

13

�15. Que as Associações se preocupem com a abertura do mercado de trabalho;
para Bibiiotecirios e Documentalistas. mantendo um cadastro de
pe^
soai em busca de emprego e publicando, periodicamente, anúncios nas
suas circulares e era Jornais de expressiva circulação, para oferecer
os serviços desses profissionais, bem como de candidatos a estágios
remunerados.
16. Que as Associações de Bibliotecários recomendem aos seus associados a
elaboração de plano pormenorizado sempre que cogitem de instalar ou
reorganizar as bibliotecas ou serviços de documentação. Tais planos
deverão estabelecer as metas prioritárias, indicando os serviços que
serão executados a curto, médio e longo prazo, assim como o equipamen
to e material necessário ãs diversas fases.
17. Que os planos a serem elaborados considerem as possibilidades de coo
peração entre bibliotecas para evitar duplicidade de serviços e dis^
persão de equipamento e pessoal técnico especializado.
18. Que se congreguem esforços dos profissionais das Associações de
Bi
bliotecários, dos Conselhos Regionais e Federal de Biblioteconomia,da
Federação Brasileira de Bibliotecários, do Instituto Nacional do U
vro, do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, junto ãs
autoridades governamentais no sent do‘de que se instalem Bibliotecas.
Centros e/ou Serviços de Documentação e Informação, dentro das condi^
çòes mTnimas exigTveis para o funcionamento desses serviços,.

R ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DE ESCOLAS DJ^ BIBLIOTECONOMIA E
MEHTAÇÃO

DOCU

19. Que as recomendações do Congresso, referentes ao ensino e ã formação
profissional sejam dirigidas ã Associação Brasileira de Escolas
de
Biblioteconomia e não ao Conselho Federal de Educação e ao Ministro
de Educação.
20. Que as escolas de Biblioteconomia solicitem ãs Universidades a reali^
zação de Cursos de Formação de Professores de Biblioteconomia.

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�21. Que, apôs a realização de Cursos de Formação de Professores, as Esco
Ias de Biblioteconomia dêem preferência i contratação de professores
por eles habilitados.
22. Que, -'lém do Curse para Prefessores de Biblioteconomia, as Escolas es^
tudem também as possibilidades de realização de outros cursos de espe
cialização de bibliotecários e documental istas.
23. Que se inclua no currículo mínimo de Biblioteconomia, no ciclo
co, a disciplina Estatística.

bãsi^

2&lt;. Que seja enviada moção ao Conselho Federal de Educação sobre a inciu
são, no currículo das escolas secundárias, da disciplina Orientação
Bibliográfica.
25. Que seja excluída dos futuros congressos brasileiros de Bibliotecono
mia e Documentação a discussão de assuntos referentes ao ensino e ã
formação profissional, os quais deverão ser examinados pela ABEBO em
suas reuniões e encontros, e posteriormente relatados aos plenários
dc' congressos profissionais.
26. Que a ABEBD, juntamente com as Escolas de Biblioteconomia, promova en
contros de Estudantes de Biblioteconomia, para discussão de teses e
trabalhos de interesse do grupo.
27. Que se recomende ã Associação Brasileira de Escolas de Bibliotecono mia e Documentação a realização do 1 Congresso Brasileiro de Estudan
tes de Biblioteconomia em São Carlos, em 1972.
28. Que os trabalhos de autoria de estudantes de Biblioteconomia
sejam
apresentados e discutidos en reuniões da classe estudantil e não em
congressos regulares de Biblioteconomia e Documentação.
29. Que a ABEBD estude novo currículo mínimo, para submeter ao Conselho
Federal de Educação, incluindo no ciclo bísico, entre outras, as dis
ciplinas Metodologia do Trabalho Intelectual, Linguística, Fundamen
tos de Matemática, Estatística e Introdução aos Computadores.

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0

11

�30. Que a mesma ABBBD estabeleça um programa-base de "Automação em Serviços de Biblioteca e Tratamento de Informações", determinando nível e objetivos desejáveis, a ser
cumprido nas Escolas de Biblioteconomia do País.
M INSTITUTO NACIONAL 00 LIVRO
31. Que 0 Instituto Nacional do Livro crie uma comissão encarregada de es^
tabelecer normas e requisitos para o funcionamento de Bibliotecas e
Serviços de Oocumentação.
32. Que o Instituto Nacional do Livro promova anualmcnte, em comum acordo
com a TEBAB, o concurso "Bibliotecário do Ano".
33. Que 0 Instituto Nacional do Livro publique os Anais de todos os Con
gressos de Biblioteconomia e os divulgue em todo o País e no Exterior.

^ INSTITUTO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO
34. Que 0 IBBO divulgue, através de sua comissão especializada,a IBBO/COU
a possibilidade do uso da Classificação Decimal Universal (CDU) na in
dexação e recuperação mecanizada da informação, assim como as experi
ências apresentadas aos três seminários promovidos pe1a FIO - na Oi
namarca em 1968, na Alemanha em 1970 e Iugoslávia era 1971, respectiv£
mente - para estudar o emprego da CDU e™ sistemas mecanizados de recu
peração de informações.
35. Que a Comissão Brasileira de Catálogos Coletivos (IBBO/CBC) estude as
informações que devem constar das fichas dos catálogos coletivos de
periódicos, e a forma era que deverão ser apresentadas, visando a pa
dronização e mecanização.
36. Que OS catálogos coletivos regionais prestem assistência técnica ãs
bibliotecas cooperantes, no que se refere ao tratamento de
publica
ções periódicas e seriadas.
37. Que as entidades mantenedoras dos catálogos coletivos re^
gionais promovam reuniões de estudos, seminários,
painéis etc, para revisão e atualização dos conhecimentoss^
bro publicações periódicas e seriadas.

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�M ministério 00 PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO GERAL
38. Que se solicite ao Ministério do Planejamento e Coordenação Geral con
siderar o apoio efetivo ãs Bibliotecas, Centros e/ou Serviços de Oocu
mentaçâo, visto que, bem capacitados, esses órgãos se tornarão o es
teio do desenvolvimento sõcio-econôroico do PaTs.
39. Que se recomende ao Ministério do Planejamento e Coordenação Geral a
inclusão da Biblioteconomia e Documentação entre as áreas
prioritã
rias para o desenvolvimento do PaTs.

AO ministério da justiça
40. Que se recomende ao Ministério dá Justiça estudar a possibilidade de
instituição do Sistema Nacional de Documentação Administrativa,
de
acordo com o que determina o Decreto-Lei 200, incluindo um sistema de
Documentação Jurídica.

AO CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇAO
41. Que 0 Conselho Federal de Educação somente reconheça e autorize o fun
cionamento de escolas superiores que contem com Bibliotecas com
o
acervo mínimo de 4000 volumes e trabalho de bibliotecirio registrado
em Conselho Regional de Biblioteconomia.

M DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL CIVIL (DASP)
A2, Que o Departamento de Administração do Pessoal Civil pr_o
mova concursos públicos para o preenchimento de vagas de
bibliotecários no Serviço Público Federal, inclusive na
área das Universidades.

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�AO CONSELHO NACIONAL DE PESQUISAS
^3. Que o Conselho Nacional de Pesquisas recomende às instituições que apoiam a pesquisa no Brasil a inclusão da in
rormação como suporte básico de qualquer projeto, e proporcionem os recursos complementares para a or^nizaçao
du documentação especializada, da recuperação e da dlss^
minação da informação.
AO departamento de imprensa nacional e As imprensas
OFICIAIS DOS ESTADOS
hk, Que promovam a mlcroTllmagem retrospectiva e
corrente
de todas as coleções de "Diários Oficiais'* para
venda
aos interessados.
AO GOVÊRNO DO ESTADO DE sAO PA JLO
^3* Que seja enviada recomendação ao Govejmador do Estado de
são Paulo, Senhor Laudo Notei, no sentido do serem criados os cargos do bibliotecário em Colégios que já
possuem bibliotecas,em todo o Estado.

AO GOVÊRNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
Que seja enviada moção ao Senhor Governador do Estado do
Espírito Santo recomendando o cumprimento da Lei
kOHU,
de ^O/oC/1062, no que se refere à direção da Biblioteca
£s tadual.
AO GOVÊRNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
47- Que se recomende ao Senhor Governador do Estado de Pernambuco a observáncda da Lei ^084, do 30/06/1962, no que
se refere à direção das bibliotecas escolares naquele
tado.

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�48. Oue seja enviado telegrama ao Senhor Governador do Estado de Pernambu
CO, Doutor Eraldo Gueiros Leite, recoeiendando seja cuinpridaa Lei 4084,
no que se refere ã direção da Biblioteca Pública de Recife.

AO GOy^^ 00 E^^ 00 RJJi DE JANEIRO
49. Que se recomende ao Senhor Governador do Estado do Rio de Janeiro,Dou
tor Raimundo Padilha, a reconsideração do ato que nomeou o Senhor Os^
waldo Rego Assumpção Filho para Diretor da Biblioteca Pública do Esta
do. em desacordo com a Lei 4084, de 30.06.196?.

AO GOVERNO OjO ESTADO DO PA^
50. Que seja enviada moção ao Excelentíssimo Senhor Doutor Fernando Guy
Ihom, Governador do Estado do Pará, recuni.endando a observância da Lei
4034, de 30.06.196?, no que se refere ã direção das bibliotecas esco
lares e da Biblioteca Pública e Arquivo do Pará.

A PREFEITURA D£ BELEH Dd) PARA
51. Que seja enviada moção ao Senhor Prefeito de Belém, Coronel Nélio Lo
bato, recomendando a criação de uma Biblioteca Infanto-Juveni,! no mu
cipío de Belém.

A assehblEia legislativa do PARA
5?. Que se recomende ao Senhor Presidente da Assembléia Legislativa do P£
rã, 0 cumprimento da Lei 4084, de 30.06.196?, no que se refere ã dire
ção da Biblioteca daquela Assembléia.

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^
0

11

�AO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO - 8a. REGIAO
53. Que seja enviada moção ao Presidente do Tribunal Regional do Trabalho
da 8a. Região recomendando o cumprimento da Lei 4084, de 30.06.1962 ,
no gue se refere ã direção da Oihlioteta drguele Tribunal.

» DELEGACIA 00 J[BG£ NO ESTADO 00 PARA
54. Que seja enviada moção ao Senhor Delegado do IBGE, no Estado do Pará
recomendando seja observada a Lei 4084, de 30.06.1962, no que se refe
rc ã direção da Seção de Documentação e Divulgação da Fundação IBGE
Instituto Brasileiro de Estatística, no Parã.

AO IDESP
55. Que seja enviada moção ao Senhor Secretário Geral ou IDESP, Doutor
Adriano de Castro Menezes, recomendando seja observada a Lei 4084, de
33.06.19C2, nu que ",e refere ; direçrn do Centro de Documentação e Pu
b1icação daquele Instituto.

AO GRÊMIO literário PORTUGUES DO PARA
56. Que Seja enviada moção ao Senhor Presidente do Grêmio Literário Portu
guês do Pará, recoenendando seja observada a Lei 4084, de 30.0b. 1962,
no que se refere ã direção da Biblioteca daquele grêmio.

M SETIMO congresso brasileiro D£ BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTA
ÇAO
57. Que 0 VII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação seja
realizado em Be’im do Parã, em 1973.

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�58. Que 0 tema central do próximo congresso seja: "As bibliotecas e cen
tros de documentação e o sistema nacional de informações cientificas
e tecnológicas".
59. Que sejam realizadas nos próximos congressos, paralelamente ãs
sões plenárias, debates em grupos de temas de interesse comum.

ses^

60. Que os programas impressos dos próxin&gt;os congressos contenham, coiao
apêndice, notas informativas sobre as bibliotecas e centros de doci£
mentação de interesse na cidade-sede do congresso, de modo que os pa£
ticipantes, através de informações atualizadas, possam realizar visi^
tas proveitosas para seu aperfeiçoamento profissional.

*2 conselho federal de biblioteconomia
61. Que seja enviado ao Ministério do Trabalho e Previdência Social, para
que encaminhe ao Congresso Nacional o texto da tese apresentada ao
VI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,aprovada em
Sessão Plenária, com a emenda de permanecer no texto da Lei 4084/62,
a designação de Bacharel em Biblioteconomia.

KTCOHEriDAÇOES DE ORDEM GERAL
62. Que seja observado um minuto de silêncio como homenagem póstuma aos
bibliotecários já falecidos e que prestaram grande colaboração ao de
senvolvimento da biblioteconomia brasileira, a saber: Adelpha Silva
Rodrigues de Figueiredo, de São Paulo; Ernesto Manoel Zink, de Campi
nas; Bernadete Sinai Neves, de Salvador e Lucilla Mílnsen, de
Porto
Alegre.
63. Os bibliotecários reunidos pelo VI Congresso Brasileiro de Biblioteco
nomia e Documentação fazem voto de pronto restabelecimento ã ilustre
colega Maria Luiza Monteiro da Cunha e lastimam sinceramente sua at£
sência nesta reunião, porque soube sempre, com o brilho de sua viva
inteligência e o valor dc seus trabalhos e de sua experiência, contri

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�bulr, de maneira eficaz, para o sucesso das reuniões de
rios anteriorraente realizadas.

bibliotecã

64. A Delegação da Bahia apresenta ã Comissão Organizadora do VI Congre£
'O Brasileiro de Bibliotr-onoraia e Documentação votos de congratula
ções pelos magníficos resultados de congraçamento da classe bibliote
ciria brasileira, reflexo da capacidade de organização dos Bibliotec£
rios mineiros.
65. A Associação Bibliotecária do Paraná congratula-se com a Comissão Or
ganizadora do VI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e DocumenU
ção pelo êxito de sua realização.
66. 0 Departamento Industrial da Petrobrãs e aS bibliotecárias das Refina
rias congratulam-se com a Comissão Organizadora do Congresso pelo seu
incansável atendimento aos congressistas e brilhante apresentação.

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�ANEXO

VII

VII CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

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�VII

CONGRESSO BRASILEIRO OL

BIBLIOTECONOMIA E OOCUMENTAÇAO

T E M A R 1 O

IEMA_J^ - AGRÍCOLA
CARVALHO, Alzira E. F. de e PADIM, Maria T. Botelho. Método audiovisual
para difusão de normas de referências bibliográficas.
MATTOS, Carmélia R. de e GUIMARÃES, Luiza P. A informação agrícola para
0 desenvolvimento nacional: situação atual da informação agrícola
no
Brasil.
PORTO, Angela Maria Lyra.
cuirias brasileiras.

Recursos reprogrãficos nas bibliotecas agrope

VICENTINI, Abner L. C. e ROSINHA, Raul C.
agrícola.

0 sub-sistema de informação

TEMA 11 - BIOHEOICA
AGUIAR Poblaciõn, Dinah A, Serviço de informação aos especialistas; pes
quisâ bibliográfica no currículo das Escolas da Ciência da Saúde.
ANDRADE, Maria T. Dias de e NORONHA, Daisy P. Técnica da pesquisa
bliogrãfica para alunos da Faculdade de Saúde Pública da USP; experiên
cia didática.
DELLA FUENTE, Mercedes e Silveira, Maria C. F. da.
to para bibliotecas biomêdicas brasileiras.

Cabeçalhos de assun

DELLA FUENTE, Mercedes e Pastores, Elga de S. Cabeçalhos de assunto,uni^
termos e indexação: uma tentativa em livros.

Digitalizado
gentilmente por:

�MACHADO, Maria Matilde Dias.

Organização de bibliotecas biomidicas.

MELLO, Maria Pompéia Sampaio de et a1. Implantação de um sistema
de
aquisição planificada e cooperativa de periódicos nas bibliotecas biomi
dicas do Estado de São Paulo.
PARLATORl, Sonia M. P. et al.
ficos.

Guia biomédico de levantamentos bibliogr£

PASTORE, Elga de S. e DELLA FUENTE, Mercedes. Registro e controle de pu
blicações seriadas pelo sistema de arquivamento com margem vertical vj
sível, visi-record: uma experiência da catalogação retrospectiva da co
leção do Instituto Adolfo Lutz.

TEMA III - INFORMAÇÃO
BOTELHO, Tãna M. G. e Lima, CARDOSO, Ida Maria. Estudo da dispersão de
artigos de periódicos, baseado numa análise matemática da Bibliografia
Brasileira de Documentação, 1966/70.
CAMARGO, Maria de L.S. Cintra de; e APPY Rosmarie L.
cia para periódicos.
CARVALHO, Helena M. Santos et al.
rizada.

Fontes de Referin

0 bibliocentro e a aquisição^ comput^

FONSECA, Edson Nery da. Condição esseiicial para o estabelecimento
uma rede nacional de informação cientTfica e técnica.

de

GABRIEL, Antonio. 0 catálogo coletivo de livros em tecnologia.
KIRIHATA, Meusa Keiko Imano.

Arquivo de dados hidrolõgicos.

LAGE, Lúcia Maria de Oliveira. Processos de aquisição e disseminação de
informações no Centro de Informações Técnicas da USIMINAS.
MARQUES, STlvia Augusta.
quivos mortos.

Indexação por desdobramento; um modelo para ar

Digitalizado
gentilmente por:

�HARTINELLI, Pedro Luiz. Uma aplicação de computação eletrônica no arquj
vamento de plantas e matas: recuperação através de palavras-chaves.
MONTE, Severino S. do e BARGETZI, Carmem R. de Carvalho.
gero na dncijmcntação.
PINTO, Cigii Bins.

A

m1crofilm£

Tndices de monografias.

SCHLEYER, Judith R. e PASSOS, Inara F. Martins. Racionalização de
cessos técnicos para a disseminação de informações.

pro

SCHREINER, Heloísa B. e LUBISCO, Maria da G. Lienert. Um centro de in
formações para as indústrias da construção civil. 0 setor de documenU
ção do núcleo orientado para a industrialização da edificação: NORIE.
SENATORE, Therezinha Bacchiega et a1.
mentação.

Automatização do sistema de doci£

SIQUEIRA, Lourdes Mesquita, 0 sistema centralizado de aquisição e
de
trftamentc.oo ir.ateri’1 biblionrifico do Centro Técnico Aeroespacial.
SOUSA, João Laurentino de.
SOUZA, Sebastião de.

0 usuário brasileiro e o SNICT.

A biblioteconomia frente i informática.

VEIGA, Evangelina de A. e JAKOBSON, Sara Roitman. índice em cadela.
VICENTINI, Abner L. Corrêa et a1. 0 centro de informática M. M. E.
sua contribuição para o dosenvolvimento tecnológico do Brasil.

e

TEMA IV - JURlDlCA
ALEGRIA, Iza Araújo. 0 conjunto das bibliotecas militares como
mento representativo no desenvoviroento nacional.
AMARANTE, Nylroa Thereza de Salles Velloso.
talistas: análise profissiográfica.

Digitalizado
gentilmente por:

instru

Biblioteconoraistas e Documen

�ANORADt. Ruth de e SILVA, Tânia M. U. da. Serviço de permuta entre
bibliotecas JurTdicas do Estado de São Paulo.

as

ATIENZA, Cecília Andreotti. Plano de organização da seção de documenU
ção e Biblioteca da Câmara Municipal de São Paulo.
COUTINHO, Maria Laura. 0 catálogo de referência legislativa da Seção de
Legislação Brasileira, do Centro de Documentação e Informação da Câmara
dos Deputados.
LION, Maria Laura da Cunha. Assessoramento técnico na Câmara dos OepuU
dos: depoimento de uma bibliotecária como assessora.
MENDONÇA, Maria de L. A. e TEIXEIRA, Maria R. Marques.
ministrativa.

Documentação Ad

ROCHA, Juracy Feitosa. Publicações oficiais brasileiras: um tema para o
VII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação.
SANTOS, VergTnia Astrid Albuquerque de Sã. A organização das
publica
ções das Nações Unidas, lia Seção de Coleções Especiais, da Divisão de
Biblioteca, do Centro de Documentação e Informação da Câmara dos DepuU
dos.
WEIS, Hilcke F. e OLIVEIRA, Laura Corrêa. Legislação Federal de Biblio
teconania e assuntos correlatos: 1964-72.

IEMA_V - SDCIO-ECONOMICA
FERREIRA, Maria Nazareth.
cada em fascTculos.

Projeto de índice para uma enciclopédia publj^

MESQUITA, Elyanna de N. e BOTELHO, Tânia H. G. A Divisão de Documenta
ção do Departamento de Administração do Ministério da Fazenda face ao
SNICT.
SOUZA, Francisca Ribeiro Salgueiro F. et a1.
ção de seus hábitos e interesses.

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0 usuário e a caracteriza

0

11

12

13

�VICENTINI, Abner L. Corrêa.
econômico.

Informática para o desenvolvimento s5cio-

TEMA VI - POBLICAS
LEITE. Maria de L. e NASCIMENTO, Mirian S.
tilogo coletivo da região do grande ABC.

Criação e implantação do ca

RUSSO, Laura Garcia Moreno. BibUotecas públicas municipais do Estado
de São Paulo: situação e sugestões.

TEMA Vll - ESCOLARES
BEJES, Nylzamira C. e DIAS, Marly S. Orientação de pesquisa bibliogrãfi
ca sistematizada em Bibliotecas escolares.
CUNHA, Inicia Rodrigues dos Santos. 0 sistema de bibliotecas escolares
da Fundação Educacional do Distrito Federal.

TEMA Vlll - UNIVERSITÃRIAS
CORUJEIRA, Lindaura Alban. Projeto de instalação da Biblioteca Anísio
Teixeira da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia.
CUNHA, Maria Luisa Monteiro da. Bibliotecas Universitárias: algumas con
siderações acerca da situação no Brasil.
PIRES, Maria Celeste Firmo et al. Participação das bibliotecas universj^
tãrias e escolas de biblioteconomia nas atividades do CRUTAC.
QUEMEL, Maria A. R. e MEDEIROS, Olímpio J. de.
automatizado de duplicatas.

Projeto CAD:

controle

TEMA IX - AUTOMAÇAO
ESPÍRITO SANTO, Alexandre do.

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Sistema de aquisição computarizada.

�FROTA, Lia Manhães de Andrade. Catalogação na fonte: resultado da cola
boração entre editores e bibliotecários.
SIBEIJIN, Jan.
via aérea.

Autanação de um sistema de assinaturas de revistas

MIRANDA, Normanda Santos et al.
vencionais.

A CDU no controle de documentos não con

TEMA X - MOVIMENTO DA CLASSE
RUSSO, Laura Garcia Moreno.

A FEBAB: estrutura e funcionamento.

RUSSO, Laura Garcia Moreno. 0 CFB: organização e legislação.
RUSSO, Laura Garcia Moreno.

Mercado de trabalho.

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por

�1
VII

CONGRESSO BRASILEIRO DE

BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

RECOMENDAÇÕES

A FEB^, ^ ASSOCIAÇÕES ^ BIBLIOTECÁRIOS. M CONSELHO
PJ. biblioteconomia E conselhos REGIONAIS:

FEDE

1. Que os bibliotecários encaminhem reivindicações de interesse da c1a£
se por intennédio do CFB e da FEBAB a Deputados de sua escolha, soli^
citando-lhes seja consultada a Assessoria Técnica Especializada
da
Câmara dos Deputados para estudos de viabilidade e elaboração de Ante
projeto de lei.
2. Que usem de todos os meios de comunicação de massa para divulgação da
importância da leitura através das bibliotecas e centros de documenta
çao.
3. Que se incumbam de melhor esclarecer aos órgãos de Administração do
Pesscal que os campos de atuação dos bacharéis em Biblioteconomia e
Documentação - contidos na Lei nÇ A.084/62 - tanto nos órgãos governa
mentais como particulares abrangem chefias, direções,
assessorias,
consultorias técnicas, bem como as diferentes denominações a eles re
lati vas.

^0 INSTITUTO NACIONAL M LIVRO:
4. Que prepare uma publicação destinada â organização de grupos ou socie
dados de "Amigos da Biblioteca", para orientação dos prefeitos munici^
pais e diretores de estabelecimentos de ensino na promoção dos meios
*:idi;.pensâveis - Legislaçjo e Recursos Financeiros - ã
implantação
de bibliotecas públicas e escolares.

cm

2

3

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gentilmente por:

�5. Que 0 treinamento de Atendentes de Bibliotecas seja ministrado por Bi^
bliotecãrios, e em São Paulo, pelo Departamento Estadual de Bibliote
cas, luja criação foi proposta no 79 CBBD.
6. Que mantenha bibliotecários itinerantes vinculados ãs Representações
Estaduais a fim de dar assistência técnica aos atendentes das biblio
tecas e salas de leitura em cada Estado.

A BIBLIOTECA NACIONAL E OEHAIS INSTITUIÇÕES:
7. Que promovam a adoção obrigatória, pelos órgãos oficiais editores, do
número do livro (ISBN), cuja implantação no Pais vem sendo estudada
por Comissão instituída durante o II Encontro de Editores de Livros.

W INSTITUTO BRASILEIRO DE BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO:
8. Que a Comissão Nacional do Catálogo dê ênfase a um sistema
de Aquisição Planificada de material estrangeiro.

Nacional

9. Que seja fortalecido o Sistema Nacional de Catalogação Cooperativa.
10. Que organize, em colaboração com as Universidade e Instituições espe
cializ,.das, um cadastro de tradutores e promova o acesso ãs traduções
elaboradas pelas diversas instituições especializadas.
11. Que as redes regionais de bibliotecas e os subsistemas de informação
se articulem com o Catálogo Coletivo Nacional a fim de ser evitado dij
plicação de esforços.

^ UNIVERSIDADES BRASILEIRAS:
12. Que consignem em seus orçamentos verba não inferior a 5* do o.çamento
total da Entidade ãs suas bibliotecas.

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�U. IJue concedam autonòmia técnica e administrativa ãs suas bibliotecas

M CONSCLHO FFDERAL de EDUCAÇAO:
14. Que estude um novo currículo mínimo para cursos de graduação em
bi
blioteconomia, mais condizente com o desenvolvimento científico e tec
nolõgico que o País atravessa.
15. Que seja incluída como disciplina obrigatória, nos currículos do 19
e 29 graus e do ensino superior, a disciplina “Pesquisa Bibliogrãfi^
ca" a ser ministrada por Bibliotecários.
16. Que estude a possibilidade de se aumentar a duração dos cursos de Bi
blioteconomia para 8 semestres ou equivalentes em horas-aula.
17. Que reforce a fiscalização dos Estabelecimentos de Ensino, no que res
peita ã exigência de possuírem bibliotecas próprias, a fim de
obte
rem autorização para funcionamento ou reconhecimento por parte
do
CFC.
18. Que constitua um grupo de especialistas, representantes das Escolas e
Cursos de Biblioteconomia do País, para assessoramento ã Comissão pre
sidida pela Prof. Ester de Figueiredo Ferraz, encarregada de estudar
0 novo currículo mínimo de biblioteconomia.

^0 CONSELHO NACIONAL DE PESQUISAS:
19. Que a Comissão de Coordenação do SNICT constitua um grupo de trabalho
para estabelecer as normas de referência documentária compatíveis com
o UNISIST.
20. Que seja estudada a possibilidade de inclusão do PRODASEN como órgão
de apoio do SNICT.
21. Que estude a possibilidade de inclusão no SNICT de ura Subsistema
Informações Sócio-Económica e Financeiras, a cargo do Ministério
Fazenda.

Digitalizado
gentilmente por:

de
da

�22. Que consigne recursos para um projeto destinado a experimentar em cin,"
CO anos, um sistema nacional de Aquisição Planificada de material es^
trangeiro, dentro do SNICT.

M HlNlSTgRlO DA EDUCAÇAO E CULTURA:
23. Que estude um programa de incentivo e assistência ãs bibliotecas esco
lares visando a tornã-las aptas a desempenhar sua missão.
24, Que estude a inclusão da técnica de pesquisa bibliográfica em progra
mas de formação de professores de todos os graus, para prepará-los a
conduzir seus alunos á prática dessa mesma técnica e que a mesma soja
ministrada por Bibliotecários.

^0 ministério das relações EXTERIORES:
25. Que 0 Subsistema de coleta e disseminação no Exterior do SNICT propor^
cione cobertura adequada, inclusive acompanhamento sistemático, dos
pedidos de patentes depositados por empresas brasileiras em
outros
países.

^ HINISTERIO 00 INTERIOR:
26. Que crie outras Redes de Bibliotecas, a exemplo da REBAM, nas demais
Superintendências, sob sua jurisdição e dentro do Projeto SIPLAN.

AOS ministérios da fazenda E 00 PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO GE
RAL :
27. Que estudem a possibilidade de se criar ura rubrica especial nos orça^
mentos públicos para a aquisição de material bibliográfico, ur.a vez
que esse material tem características distintas de demais consider^
dos permanentes.

Digitalizado
gentilmente por:

�AO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA;
28. Que mantenha permanente apoio ã Coordenadoria do Subsistema de Infor
mação Agrícola.

A superintendência 00 DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA:
29. Que di apoio financeiro e permanente ã REBAM a fim de que a mesma pos
sa realizar e concretizar seu programa de trabalho, constante do seu
Protocolo de Intenções e do seu Regulamento.

ENTIDADES DE APERFEIÇOAMENTO D£ PESSOAL ^ NiVEL
(CAPES . CEPES. etc. ) :

SUPERIOR

30. Que incluam os bibliotecários entre os beneficiados com bolsas de es
tudo para aperfeiçoamento no Exterior, onde além dos estudos superio
res, terão oportunidade de estagiar em bibliotecas e centros de doct£
mentação.*

AOS GOVERNOS ESTADUAIS :
31. Recomenda-se a criação de "Cursos de orientação do uso da Biblioteca"
nas escolas primárias, ginásios e escolas normais, a serem ministr^
dos por bibliotecários, destinados aos alunos e professores,
para
que seja criada uma conscientização a respeito de Biblioteca, não sõ
para que haja rendimento para o leitor, despreparado para a realiza
ção de pesquisa, como preservar o acervo bibliográfico que vem sendo
terrivelmente danificado.
32. Recomenda-se a necessidade de instalarem Bibliotecas Públicas Infan
to-Juvenis porque crianças e jovens se constituem um público importar^
te, dfc necessidade irreversível e imediata.

Digitalizado
gentilmente por:

�33. Recaicnda-se a instalação de Bibliotecas Públicas Infanto-Juvenis,fun
cionando como agências de cultura com o objetivo de formarem o hábito
de leitura c de servirem de centro de estudos e pesquisas para ateti
der ãs necessidades atuais da criança e do jovem.

« GOVERNADOR DO ESTADO DE

PAULO:

34. Que seja constituído um grupo de trabalho para elaborar Projeto, v1
sando ã criação do Departamento Estadual de Bibliotecas, vinculado ã
Secretaria de Educação.
35. Oue nas sedes das Regiões Administrativas do Estado de São Paulo se
jan criadas Bibliotecas Públicas Regionais, vinculadas ao Departamen
to Estadual de Bibliotecas, da Secretaria de Educação, cuja criação
foi proposta no 79 CBBD.

M prefeito do HUNlClPlO DE ^0 PAULO:
36. Que seja constituído um grupo de trabalho, do qual participem Arquite
tos e Bibliotecários, a fim de ser elaborado um Projeto Global
da
construção de novas Bibliotecas nos Distritos e Subdistritos de São
Paulo.
37. Que
pio
ção
que

as 35 Bibliotecas-Ramais dos Distritos e Subdistritos do Municí
de íio Paulo passem a ser dirigidas por Bibliotecários, em aten
ã Lei Federal n9 4.084/62 e para melhor atendimento ao
público
as procura.

AOS ORGAOS EDITORES DE^ PERIDDICOS ESPECIALIZADOS EM
CONOHIA E 00CUMENTAÇA0:

BIBLIOTE

38. Que divulguem instruções ou que forneçam informações sobre a ut11iz£
ção em publicações do International Standard Book Numbers.

Digitalizado
gentilmente por:

�A EMPRESA BRASILEIRA OE PESQUISA AGROPECUARIA - EMBRAPA
39. Que inclua em seus programas orçamentários e técnicos, recursos ade
quados para o desenvolvimento das bibliotecas agrícolas brasileiras,
atra''é' da criação de um Oepartanento de Documentação e Informação.

A^ bibliotecários de
VEIS:

bibliotecas

ESCOLARES EH TODOS

AO. Que procurem estimular a realização de cursos de treinamento em
quisa bibliográfica em suas instituições.

OS Nj

pes

Al. Que aceitem os encargos de ministrar cursos de treinamento em pesquj^
sa bibliográfica.

AOS bibliotecários M AREA BIOMEDICA:
A2. Que partiaipem dos trabalhos c dos prcgraraas dos Grupos de Trabalho
das Associações de Bibliotecários, cuja coordenação i de responsabilj^
dade da Comissão Nacional de Documentação Biomidica, da FEBAB.

AOS bibliotecários da AREA TECNOLOGICA:
A3. Que participem dos trabalhos e dos Programas dos Grupos de Trabalho
das Associações de Bibliotecários, cuja Coordenação é de responsabilj^
dade da Comissão Nacional de Documentação Tecnológica, da FEBAB.

AOS bibliotecários da

AGRÍCOLA:

AA. Que participem dos trabalhos e dos programas dos Grupos de Trabalho
das Associações de Bibliotecários, cuja coordenação i de responsabili
dade da Comissão Brasileira de Documentação Agrícola, da FEBAB.

Digitalizado
gentilmente por:

�? CQ?'nSSAO ORGANIZADORA DO 79 CONGRESSO BRASILEIRO DE
TECONOMlA E DOCUMENTAÇÃO:

BIBLIO

45. Que encaminhe oficio ã Mesa Diretora da Câmara dos Deputados enfatj^
zando a importância dos projetos de lei sobre "Catalogação na fonte"
de autoria do Deputado Faria Lima.

^ BIBLIOTECAS BRASILEIRAS:
46. Que todas as Bibliotecas do Brasil procurem participar ativamente do
Projeto REBAI-1, auxiliando o levantamento da Bibliografia da Amazônia.

A COMISSÃO ORGANIZADORA DOS CONGRESSOS BRASILEIROS DE
TECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO:

BIBLIO

47. Que em todos os Congressos sejam incluídos os temas "Bibliotecas
blicas" e "Bibliotecas Escolares".

Pú

48. Que seja incluído nos temârios dos próximos Congressos o assunto espe
cTfico "Movimento Associativo".
49. Que os Regulamentos dos próximos Congressos estabeleçam as normas. p£
ra a elaboração de trabalhos-base para cada tema ou subtcma, ■ devendo
os mesmos ser confiados a bibliotecários de comprovada experiência no
campo especifico, e que só sejam aceitos como documentos oficiais os
trabalhos assim encomendados.
50. Que nos Congressos Brasileiros de Biblioteconomia e Documentação s£
ja permitida somente a inscrição de profissionais.
51. Que nos próximos Congressos, as atividades do Conselho Federal de Bi
blioteconomia passe a fazer parte do temârio a fim de tornar a classe
melhor informada das atividades de sua representação máxima.

Digitalizado
gentilmente por:

�VOTOS OE PESAR:
52. 0$ participantes do 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docu
mentação manifestam seu pesar pelo desaparecimento dos Bibliotecários
OLINDA HEHPEL n£ CAHARRO (do Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo), e
JEANETTE ALBUQUERQUE (aposentada do OASP, e ex-diretora da Biblioteca
Volante da Universidade de Brasília), e do Prof. DAVID LEONI, da Esco
1a de Biblioteconomia de São Paulo.

CONGRATULAÇÕES:
53. Que se encaminhe ao Deputado Faria Lima congratulações pela apresenta
ção do Projeto de Lei sobre a "Catalogação na Fonte".
54. Os participantes do 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docu
mentação formulam um voto de louvor ã Professora HAGAR ESPANHA GOMES
pelo trabalho que vem desempenhando ã frente do Instituto Brasileiro
de Bibliografia e Documentação no sentido de integração dos serviços
de informação.
55. Os participantes do 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docu
mentação congratulam-se com o Ministro JARBAS PASSARINHO pela nomea
ção para o Conselho Federal de Cultura, da Bibliotecária MARIA ALICE
BARROSO.
56. Os participantes do 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docu
mentação congratulam-se com o Ministro JARBAS PASSARINHO pela Condeco
ração da Bibliotecária JANNICE DE MELLO MONTE-MOR, com a Ordem Nacio
nal do Mérito Educativo.
57. Os participantes do 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docu
mentação congratulam-se com a Bibliotecária MARIA ALICE BARROSO pelo
magnífico trabalho que vem realizando como Diretora do Instituto N£
cional do Livro.
58. Os participantes do 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docu

Digitalizado
gentilmente por:

�nentação congratulan-se com a Bibliotecária JANNICE DE MELLO MONTE-HOR, pelo notável trabalho que vem realizando como Diretora da
Bi^
blioteca Nacional do Rio de Janeiro.
59. 0$ participantes do 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Oocu
mentação congratulam-se com IBBD, UFMG, ABDF e FEBAB pelo lançamento
de revistas especializadas de alto nível e que vêm representando con
dignamente a biblioteconomia brasi1ei'a.
60. Os participantes do 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docu
mentação congratulam-se com o Bibliotecário MURILO BASTOS DA CUNHA,pe^
lo trabalho que vem realizando no desempenho das funções de Presideri
te do Conselho Federal de Biblioteconomia.
61. Os participantes do 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Oocu
mentação congratulam-se com o INL, SUDAM, BASA, Universidade Federal
do Pará, IDESP, IPEAN, Museu Paraense EmTlio Goeldi e Faculdade de Cj
incias Agrárias do Pará, pelo patrocínio e pelo apoio dado ao 79 Con
gresso.
67. A FEBAB e suas Associações filiadas congratulam-se com os Bibiiotecã
rios Paraenses, pelo êxito obtido com a realização do 79
Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação.

89 CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO:
63. Os participantes do 79 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Oocu
mentação aceitam o oferecimento da Associação de Bibliotecários
do
Distrito Federal, do Conselho Regional de Biblioteconomia da la. Re
gião, do Departamento de Biblioteconomia da Universidade de BrasTiia.
para a realização do 89 Congresso em BrasTiia, DF, em 1975.
64. Que 0 tema Central do 89 Congresso seja: “RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS
BIBLIOTECAS NO PLANO EDUCACIONAL DO BRASIL".

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�65. Que sejam incluído no Temãrio do 89 Congresso os assuntos "Bibliote
cas Especializadas","Bibliotecas de Órgãos Legislativos" e “Publica
ções Oficiais Brasileiras", "Conceituação de Biblioteconomia e Docu
mentação", "Ciência da Informação e Informãtica".

^ CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO:
66. 0 Presidente da Associação Rio-Grandense de Bibliotecários congratu
la-se com a Associação de Bibliotecários do Distrito Federal pela e£
colha de Brasília para sede do prõximo Congresso, e oferece o
Rio
Grande do Sul para a realização do 99 Congresso.

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gentilmente por:

�ANEXO

-

VIll

VII CONGRESSO BRASILEIRO OE
BIBLIOTECONOMIA E OOCUHENTAÇRO

Digitalizado
gentilmente por:

�VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

T E M A R I O

TRABALHOS APRESENTADOS NAS SESSÕES DE ESTUDOS

1. ALMEIDA, Maria do Carmo í FALKENBACK, Adelaide Barata. Estudo
do
perfil do usuário das empresas de energia elétrica: CBEE, CELF, EL£
TROBRAS, ELETROSUL e LIGHT.
2. AMARAL, Denise. A classificação na cartografia da Companhia de Pe£
quisa de Recursos Minerais.
3. AHARANTE, Nylma Thereza de Salles Velloso, Programa básico da cria
ção da rede (PCBR) de bibliotecas do Ministério da Fazenda (BMFs).
4. ANOERSON, Dorothy.

Controle Bibliográfico Universal.

5. ANDRAOEi Oiví; GEBARA, Laila; CINTRA, Maria Antonia de Ulhôa &amp; CAUSIIL
Maria Itália. Roteiro para o desenvolvimento de um guia de obras
de referência cm ciências sociais e humanas.
6

AQUINO, Prudência Yolita; ESTEVES, Maria Cecília de Queiroz, MULHOL
LAND, Elda Aparecida Sampaio; CARDOSO, Maria Matilde Carone de A.
0 Centro de Informações Técnicas da Companhia Vale do Rio Doce - es^
trutura e funções.

T

BELLOTTO, Heloísa Liberalli. As bibliotecas especializadas em estu
dos brasileiros no exterior: características e responsabilidade.

8. BERTO, Zuleika &amp; COSTA Jr., Moacir índio da. Arquivamento em disco
magnético e controle de periódicos através de um minicomputador.

Digitalizado
gentilmente por:

�Nina
9. BISCAIA, Maria Celia M., LACERDA, Maria Thcreza B. i LACERDA,
Braga. Uma experiência era indexação de artigos de periódicos.
10. BISCAIA, Maria Cilia Maranhão; VARGAS, Maria Ernestina de Oliveira &amp;
DIAS, Marly Schaffer. Levantamento era bibliotecas.
11. BORGES, Maria Alice Guimarães &amp; BONIFÁCIO, Nelroa Cavalcante.
Plane
jamento e desenvolvimento de um sistema de informação documentária
para o HINTER.
12. BUENO, Nancy.

A disseminação da informação em artesanato.

13. BURSTEIN, Sara; SCHULT, Maria da Luz Falce i DELATTRE, Dulcinéia Go
mes. A biblioteca na cnipresa: atualização, auto-educação e espe
cialização do pessoal.
14. CARDOSO, Antonio Sodri C.

Cor em documentação cientifica.

15. CARVALHO,"^Alfredo Veiga de. Um sistema conversacional de
para artigos de periódicos.

consulta

16. CASTILHO, Rosane Tele Lins. Implantação do Banco de Dados SCAP no
Núcleo de Computação da PUC/RJ.
17. CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISAS EDUCACIONAIS. Coordenadoria de Oocu
mentação e Informações Educacionais. Resumo de estudo era dijicumenU
ção sobre o perfil do usuário. Pesquisadora principal: Mariangela
Telles Capistrano.
18. CERDEIRA, Theodolindo.
cional.

A biblioteca escolar no planejamento

19. CUNHA, Lilia Gaivão Caldas da.
informação.

Sistemas de bibliotecas e redes

educa

de

20. CUNHA, Maria Luisa Monteiro da. Planejamento e normalização, supor
tes indispensáveis ao controle bibliográfico universal.

Digitalizado
gentilmente por:

^

0

11

�21. CUNHA, Maria Luisa Monteiro da. Controle bibliográfico universa1.no
vo desafio ãs bibliotecas universitárias.
22. DIMITROV, Theodore D.
nai understanding.

The role of libraries in inparting internatio

23. OUTRA, Maria Riza Baptista; DUTRA, Yamil de Souza &amp; NOGUEIRA, Octaci^
no. 0 thesaurus experimental da Constituição.
2A. FROTA, Lia Manháes &amp; CARNEIRO, Regina.

Catalogação na fonte.

25. GALVES, Marly Novarese, WIESEL, Astrid Breuel; NASCIMENTO, Carraem A.;
MOREIRA, Dulce Dias; PASSOS, Inara M. S PACHECO, Vera Maria R. R.
Teses, folhetos e separatas nas bibliotecas biomédicas.
26. GEBARA, Laila.
educacional.

Proposta para a composição de um acervo era pesquisa

27. GRUPO DE TRABALHO EM DOCUMENTAÇÃO JURTDICA DE MINAS GERAlS. Catálogo
coletivo de periódicos em ciências ju-Tdiras.
28. GUIMARAES, Leda Maria &amp; CAMPOS, Maria Dulce Linhares da Fonseca.
Ensaio de um sistema de classificação para engenheiros navais.
29. HAMAR, Alfredo Américo. Automação dos serviços de documentação e de
bibliotecas no Brasil.
30. HANAI, Sonia Maria Trombelli.
31. LIMA, Etelvina.

A biblioteca no ensino universitário.

32. LIMA, Lauro de Oliveira.
33. LOPES, Arlindo.
tos.

Nomes brasileiros: revisão das regras

0 livro como instrumento civi1izatório.

A biblioLeca nos programas de alfabetização de adul

34. LOPES, Jeanete da Silveira; NASCIMENTO, CecTiia Maria Pereira &amp; DENJ^
ZOT, Eliane Ribeiro. Aplicação de recursos de processamento de da
dos a sistemas de documentação.

Digitalizado
gentilmente por:

�3S. LOFES, Jeanete da Silveira; DENIZOT, Eliane Ribeirn í NASCIMENTO, Ce
Cl lia Maria Pereira do. Biblioteca de empresa com função educacio
nal, social e cultur&gt;’
35. LODDO, Maria Eliza Nogueira; LEMOS, Maria Lucia Vilar de &amp; ISHIE. M^
sami. Automação da Biblioteca do Senado Federal.
37. MAGRISSO, Maria Olinda Cozza, coord. Anteprojeto dos serviços de
cooperação das bibliotecas agrícolas do Rio Grande do Sul
38. MARESKl, Sofia 4 SARUBl, Vicente. Una experiencia paraguaya en
discminaciõn en entrenamiento en servicio.

la

39. MAYRINK, Paulo Tarcísio. 0 catálogo de periódicos sistemático auto
matizado da Biblioteca Central da Universidade Federal de Viçosa.
40. ministério DA EDUCAÇAO E CULTURA. Departamento de Assuntos Universi
tários. Comissão de Especialistas do Ensino de Engenharia. Contrj
buição para melhorar as bibliotecas nas instituições de ensino.
41. MONTE-MÕR, Jannice.

Bibliotecas nacionais e atividades de pesquisa.

42. MORETTI, Dina Maria Bueno; ALESSl, Clõrjs; ROCHA, Sonia Corrêa
da;
CARVALHO, Maria Elisabcth Ferreira de 4 SIMAO, Odette. GIEB; uma
experiência de integração escola-bibiioteca.
43. NOCETTI', Milton A. Análise bibiiomêtrica dos perfis das publicações
periódicas e seriadas brasileiras correntes em ciências agrícolas e
afins.
44. PASQUARELLI, Maria Luiza Rigo 4 BARONE, Ana Maria Silveira.
grafia brasileira de veterinária.

Biblio

45. PASQUARELLI, Maria Luiza Rigo; FIGUEIREDO, Maria Cecília F. de; PIN
TO, Marisa Signorelli Teixeira 4 VITOLS, Thelma. Processamento
técnico das monografias biomédias nas bibliotecas de São Paulo.
46. PASQUARELLI, Maria Luiza Rigo 4 BARONE, Ana Maria Silveira.
Progra
ma de disseminação seletiva de informação (SOI) da Faculdade de He
dicina Veterinária e Zootecnia da USP.

Digitalizado
gentilmente por:

�47. PENNA, Carlos Víctor. , .í^vicios bibliotecários y de informaciõn pa
ra ias zonas rurales de América Latina.
48. PENNA, Carlos Vlctor. Estúdio preliminar,para 1a organizaciõn de un
sor&lt;'icio nacional de info.nnaciõn educativa en el Paraguay.
49. PIMENTEL, Clia Dubeux. Programa para criação e instalação de biblio
tecas escolares na rede de ensino oficial.
50. POBLACION, Dinah Aguiar. Necessidades da pesquisa no ensino e
prática da bioncdicina no Brasil.

na

51. POLKE, Ana Maria Athayde; ARAÚJO, Elisabeth Melo &amp; CESARINO,
Maria
Augusta da Nõbrega. Anãçise do mercado de trabalho do bibliotecário em Belo Horizonte.
52. PUPPO, João Jesus de Salles. Documentação e planejamento: uma expe
riência setorial da Administração Pública.
53 QUEMEL, Baria Angélica .. &amp; EVRARD, Francisca Pimenta.
Diagnóstico
das bibliotecas de ciências sociais e humanas do Estado de São Pau
1o.
54. RENDWANSKI, Ana Ladislava; MENONl, Maria Benedita &amp; NICKLAS, Ursula.
Integração dã biblioteca com o laboratório de ensino.
55. SABOR, Josefa Emilia.
América Latina.
56. SANTOS, Francisco Ruas.

Desarrollo dei planeamiento bibliotecário en

Ura método de análise de documentação.

57. SOUZA, Ferdinando Bastos de. 0 desenvolvimento das bibliotecas pú
blicas e sua influência sobre a indústria editorial brasileira.
58. URATSiHt».. Josefa Naoco; QUEMEL, Maria Angélica Rodrigues; FONTENELE,
Maria do Socorro; ALMEIDA, Marina dos Santos S QUADRELLI, Thereza
Oiácoli. Listagem de periódicos em ciências sociais e humanas.

Digitalizado
gentilmente por:

�59. VASCONCELLOS, l''lian G. de. Audiovisuais era biblioteca especializ£
da: produção, tratamento técnico, arranjo, circulação e ensino.
60. VASCONCELLOS, Lylian G. de. Coordenação e publicação de eventos bio
médicos como atividade do bibliotecário.
61. ZAHER, Célia Ribeiro. Planejamento das bibliotecas no contexto ed^
cacional: contribuirão dos organismos internacionais.

TRABALHOS APRESENTAnOS NOS PAINEIS
62. ALBUQUERQUE, Francisco Figueiredo Luna de. coord. A participação do
Brasil no International Standard Book Number (ISBN).
63. ALMEIDA, J. J. Cabral de.
tal moderno.

A documentação médida essencial no hospi

64. ALVES, Elza Nascimento, coord.
logia para pesquisa.

Hábitos e níveis de leitura: método

65. CENTRO LATINO-AMERICANO DE PESQUISAS EM CIÊNCIAS SOCIAIS.
Hábitos
de leitura, uma análise sociológica. Apresentador: MEDINA, Carlos
Alberto de.
66. FUNDAÇAO CARLOS CHAGAS. A análise de conteúdo: conceitos básicos pa
ra sua "utilização na literatura infanto-juvenil. Pesquisadora pri£
cipal: ROSEMBERG, Fulvia Maria Barros Mott.
67. HARGREAVES, Milson Ferreira, coord.
e as bibliotecas municipais.

0 Instituto Nacional do

Livro

68. INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS PEOAGÕGICOS. Literatura consumida pe
los alunos de 19 grau do Estado da Guanabara (atual município
do
Rio de Janeiro). Pesquisadora principal: PIRES, Nise.
69. LEITÃO, Carmen Lilia de Melo.
de.

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gentilmente por:

A documentação médica na : n maternida

�70. MACtOO, Neus.i üias de.

1
!

Hábitos de leitura e pesquisa.

71. MORTINHO. Uladimir do Amaral (Embaixador), coord. A participação da
biblioteca na infra-estrutura cultural de Brasília.
72. NASCIMENTO, Anna Maria do.

0 arquivo médico na comunidade.

73. NAYLOR, Leda Ticiano Walker. coord.

Arquivo médico e estatística.

74. PENTEADO, José Figueiredo; DUARTE, Francisco Ricardo de Castro; ABRA
HOFF, Sérgio &amp; ANTUNES, Roberto Santana. Arquivo médico em mediei^
na.
75. SCHREIBER, Maria Romano.
to-juvenil brasileira.

As minorias étnicas na literatura

76. VALÍRIO, Araarita Gonçalves.

infan

Serviço Social e a documentação médica.

IRAj^UiCS An^ESENTADOS NdS SEMINÁRIOS
77. AMERICANO, Renato Pacheco.

IBGE: 39 anos divulgando o Brasil.

7B. ATIEN7A, Cecília Andreotti. Infoimação parlamentar no Centro de Do
cumentação e Informática da Câmara Municipal de São Paulo.
79. BARBOSA, Milton Sebastião.
ciai.

Os direitos autorais e a publicação ofi

80. BEHQUERER, Mozart. Problemas de editoração, divulgação.distribuição
e comercialização de publicações oficiais.
81. BIASOTTI, Myriam Mara Oantur de la Rocha.
ções oficiais.

Normalização de

publica

82. BOA MORTE, tais. A informação legislativa posicionada na infra- es^
trutura do trabalho de assessoramento.

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gentilmente por:

�C3. CUNHA, Inãcia Rod&gt;'igues dos Santos.
ciais.
84. FERREIRA, Vera Regina.
bibiiogrãfica.

A divulgação de pbulicações ofi

Documentação oficial brasileira eni forma não

85. FREITAS. Edna Gondim de; BRAGA, Hilda Soares &amp; COUTINHO, Maria Laura.
Os serviços de informação do Centro de Documentação e
Informação
da Câmara dos Deputados.
86. GROBA, MaurTlio Penna. A consolidação do direito legislado brasilei^
ro: uma proposta para facilitar sua viabilização.
87. GRUPO DE DOCUHENTAÇAO JURlOlCA. Rua e logradouros públicos de Salva
dor; levantamento da legislação que os denominam.
88. LINS. Maria Inês de Bessa.

Diários oficiais dos estados brasileiros.

89. LION, Maria Laura da Cunha, coord. Seminário de Bibliotecas de
gãos Legislativos e o Assessoramento na Elaboração das Leis.

Or

90. MACIEL, Marco, Deputado. Ação conjunta dos tris poderes no sentido
da produção de normas legais consolidadas.
91. MANSO, Eduardo J. V.

A obra de autor assalariado.

92. HEURER, Carmen Torelly. A Library of Congress e a aquisição de
blicações oficiais brasileiras.

pu

93. NEVES, Angela Maria Crespo Queiroz; FARIA, Eladir de 4 FREIRE. Neusa
Dourado. Organização e controle das publicações oficiais do Mini£
tério do Interior (HINTER).
94. NAVES, Lúcia Flãvio Cambraia. Relacionamento entre os poderes 1egi£
lativo e executivo no processo de elaboração das leis.
95. RANGEL, Leyla Castello Branco. 0 Boletim Informativo da Subsecreta
ria de Edições Técnicas do Senado Federal e sua importância no a£
soramento legislativo.

Digitalizado
gentilmente por:

�96. RANGEL, Leyla Castello Branco.
ral.

Publicações oficiais do Senado Fede

97. RAULINO. Pérola Cardoso A DUTRA, Maria Riza Baptista.
de Infnmação do Senado Federal.
98. RIBAS, Antonio Neuber.

A Secretaria

Proliferação legislativa.

99. RIBEIRO, Antonia Mota de Castro Mcinõria. Esquematização da
grafia brasileira de publicações oficiais.
100.

biblio

ROCHA, Juracy Feitosa. coord. Seminário sobre Public
Brasileiras.

101.ROSAS, Roberto Ferreira. Serviços de biblioteca e documentação uti^
lizados pelo professor de Direito, pelo advogado e pelo procurador
do Tribunal de Contas.
102.SIMÕES, Antonio Carlos.

A biblioteca no assessoramento legislativo.

103.SOARES, Nilza Teixeira.

Publicações oficiais, arquivos impressos.

104.SOUSA, João Laurentino de. Novo enfoque sobre serviços de bibliote
cas legislativas e necessidades de entrosamento.
105.SOUSA, João Laurentino de. Levantamento parcial das publicações ofi
ciais, periódicas e seriadas, dos órgãos do Poder Executivo.
106.Y0SHINAGA, Oaikichi.
Federal.

0. Serviço de Processamento de Dados do Senado

Digitalizado
gentilmente por:

�VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

RECOMENDAÇÕES

1. Não ê mais admissível que o desenvolvimento de serviços de bibliote
cas e documentação permaneça ã margem do processo de planejamento e
e desenvolvimento integrado do Pais. Diante da decisão governamental
de promover um desenvolvimento social harmônico, valorizando o homem
brasileiro e melhorando a qualidade de vida em todo o território n^
cional, a existência de um sistema nacional de bibliotecas adquire im
portãncia fundamental. Esse sistema deve ser incluído nos Planos de
Desenvolvimento e vincular-se estreitamente ao planejamento educacio
nal e cultural, seguindo, na medida do possível, as recomendações fi
nais da Conferência Intergovernamental sobre o Planejamento de Infra
-Estruturas Nacionais de Documentação, Bibliotecas e Arquivos, reali
zada pela UNESCO em setembro de 1974.
2. Para atingir esses objetivos, os bibliotecários deverão articular -se
de forma ativa com as administrações, federal, estaduais e municipais,
bem ccmo com as empresas privadas, levando-lhes projetos e concepções,
atuais e factíveis, de desenvolvimento de bibliotecas públicas, esco
lares, especializadas e universitárias. A meta de interiorização dat
bibliotecas públicas deve ser prioritária no processo de expansão dos
serviços de bibliotecas.
3. Esses projetos deverão organizar-se de forma sistêmica, baseados na
realidade concreta de cada situação especifica dando importância não
apenas ã construção de prédios, mas, principalmente, á formação de co
leçõps bibliográficas e não-bibliográficas que correspondam ás reais
necessidades dos usuários existentes e potenciais.
A otimização do uso das publicações oficiais nas bibliotecas deve ser
um dos objetivos de bibliotecários e editores oficiais, tendo em vis
ta que esses documentos são elementos indispensáveis não sõ ao proce£
so decisório, na Administração, mas também á reconstituição da
pró
pria história nacional.

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�4. A atual fase de desenvolviuento do País exige uma radical mudança de
atitudes dos bibliotecários em face dos usuários, objetivo
primor
dial da própria profissão. Eles devem preocupar-se de forma
mais
criativa com os consulentes, atuais e potenciais, de tal forma
que
as tér.nicas se to nem um r-io efetivo de realização dos objetivos so
ciais da Biblioteconomia.
5. A fim de se efetivar a mudança de atitudes e o desenvolvimento que se
almejam, faz-se inadiavel a reformulação do ensino de Biblioteconomia,
de modo que se assegure a formação de bibliotecários com
aptidões
técnicas e base cultural adequadas não sõ ao planejamento biblioteca
rio, mas também ã prestação de serviços eficazes. A imediata
cri^
ção, no Departamento de Assuntos Universitários do Ministério da Edu
cação e Cultura, de uma comissão de especialistas em ensino de
B_[
blioteconomia, podcria realizar trabalho idêntico ao já executado p^
ra Medicina e Engenharia, proporcionando um diagnóstico completo de
formação do bibliotecário e elaboração de currículos ás diferentes re
giões.
Iiiipõe-sc, também, a implantação urgente de cursos de pós- graduação,
visando 3 formação de recursos humanos de a’to nTvel, em base inter
disciplinar.
6. 0 conceito de sistema integrado de bibliotecas não se desvinvula do
desenvolvimento de um sistema nacional de arquivos e deve ser a infra
-estrutura do sistema nacional de informação cientTfica e tecnológi^
ca.
7. 0 desenvolvimento de serviços bibliotecários deve ser encarado pelas
autoridades cano suporte essencial do desenvolvimento de uma indústró
editorial forte e independente. As entidades representativas dos bi^
bliotecários devem articular-se com os representantes da
indústria
editorial, visando, inclusive, a influir na expansão dos
serviços
editoriais, para'que estes possam atender ã demanda diversificada de
todas as camadas da população. Os bibliotecários apoiam a política
das representantes da indústria editorial no sentido de que seja apro
vada uma lei básica para todos os problemas ligados ao livro no País.

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�0 sistema de co-edições do Instituto Nacioiial do Livro e da Editora
da Universidade de São Paulo deve ser adotado, na medida do possível,
por outros órgãos públicos, universidades e instituições de
pesqui
sas, ampliando a distribuição de suas publicações e tornando-as mais
acessíveis.
Devem ser reforçadas as relações de colaboração entre editoras e grã
ficas envolvidas na edição de publicações oficiais e os
biblioteca
rios.
8. E urgente a regulamentação da Lei nO 5988, de 14 de dezembro de 1973.
0 Conselho Nacional de Direito Autoral, criado pelo referido diploma
legal, deve estar estreitamente vinculado aos órgãos incumbidos da pu
blicação de registros correntes da produção intelectual e artística
do País.
9. As metas de um desenvolvimento educacional que forme recursos humanos
qualificados não serão alcançadas sem a implantação, em todo o terri
tório nacional, de um ensino que tenha por base o uso efetivo dos re
cursos de informação existentes. Isso implica na criação de biblio
tecas que se vinculem ã própria metodologia do ensino, era toBos os ní
veis, inclusive nos programas de alfabetização de adultos.
Cora o apoio das pesquisas realizadas pelo Instituto Nacional de Estu
dos Pedagógicos e pelo Cnetro Latino-Americano de Pesquisas em Ciên
cias Sociais, bibliotecários, educadores e editores deverão traçar e
implantar uma política de desenvolvimento de hábitos de leitura era to
das as pamadas da população.
10. Considerando-se as limitações de recursos existentes, os biblioteca
rios deverão desencadear uma política eficaz de coordenação de esfo£
ços entre bibliotecas, de integração ou fusão de bibliotecas que se
situem muito próximas e atendam ao mesmo tipo de clientela, de colabo
ração efetiva em todos os níveis.
11. Os bibliotecários devem lutar pela adoção, em todo o País, de padrões
mínimos para os serviços, de normas técnicas adequadas, e de compati
bilização de procedimentos e rotinas, seguindo, na medida do possível,
as recomendações da Federaçqo Internacional de Associações de Biblio
tecas.

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�12. As associações profissionais devem assumir imediatamente o papel que
lhes compete, pois são elas o foro apropriado para debate e estudo de
soluções que atendam ã melhoria dos serviços bibliotecários no Pais.
As associações deverão também manter programas de educação continuada
para bibliotecários e auxiliares técnicos de bibliotecas.
13. Para o detalhamento do que se acha consubstanciado na presente decla
ração é necessário que uma entidade de âmbito nacional, assessorada
por profissionais experientes, analise estas proposições,
traduzin
do-as em sugestões especificas e. planos viáveis a serem apresentados
ás autoridades e outros setores profissionais. Essa entidade
deve
ser forte e dinâmica, ter uma direção que represente uma autêntica 1i^
derança da classe bibliotecária e estãr sediada cm Brasília, no pr£
prio centro das decisões nacionais.

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�VIII CONGRESSÜ BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

RECOMENDAÇÕES

IP SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS DE PRGAOS LEGISLATIVOS E O
SORAMENTO ^ ELABORAÇAO DAS

ASSES

A PRESIDÊNCIA DA CAMARA DOS DEPUT.iDOS:
RECCMENOAÇAO NP 1 - A iniciativa de gestões junto ao Senado Federal e aos
Poderes Executivo e Judiciário a criação de Comissão
Mista integrada por representantes de cada um
dos
três Poderes, com a finalidade de disciplinar o pro
cesso de elaboração legislativa, visando ã solução do
problema da proliferação legislativa, encaminhando,
nesse sentido, a proposta de autoria do advogado Mau^
rilio Penna Groba, sobre sistema de numeração de arti
gos.

AO SENADO FEDERAL:
RECOMENDAÇÃO NP 2 - O exame da possibilidade da majoração da fonte de cus
teio da Sub-secretaria de Edições Técnicas cora o obje
.
tivo de aumentar a tiragem das publicações do Senado
para divulgação dos estudos em todo o Territõrio N^
cional.

AOS CENTROS DE. PROCESSAMENTO DE DADOS DOS ORGAOS LEGISLATIVOS
RECOMENDAÇÃO NP 3 - Que se dediquem prioritamente ao atendimento das ne
cessidades de informação dos legisladores, submete^
do-se i vontade política dos legislativos e usando a
tecnologia existente para atendê-las.

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�As INSTITUIÇÕES DE ENSINO DE NlVXL SUPERIOR:
RECOMENDAÇÃO NO 4 - Inclusão, no currículo dos cursos de Direito, do ensi
no da técnica legislativa.

^ INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR E ^ BIBLIOTECAS OE ORGAOS
LEGISLATIVOS:
RECOMEt3AÇAC NO 5 - O aperfeiçoamento, a especialização e atualização do
bibliotecário dedicado ã área Jurídica.

A ÇAH/.RA MUNICIPAL DE^ ^ PAULO:
RECOMEtlDAÇAO NO 6 - A realização naquele Estado, em 1977, do 20 Seminário
de Bibliotecas de Órgãos Legislativos e o Assessora
mento na Elaboração das Leis, sob os auspícios e coor
denação do Senado Federal e da Câmara dos Deputados ,
com a participação de representantes do Poder rxecuU
vo e Poder Judiciário, sugerindo-se a realização bie
nal dos Seminários.

AO ^ seminário de BIBLIOTECAS DE^ DRGAOS LEGISLATIVOS £ 0
SESSOrAMENTO
ELABORAÇAO DAS LEIS:

«

RECOME .DAÇAO N9 7 - Prioridade ã apresentação de teses que levantam pro
blemas presentes, sobre as exposições que apresentam
relatório das atividades realizadas pelas entidades
participantes.

AS BIBLIOTECAS DOS ORGAOS LEGISLATIVOS ESTADUAIS E MUNICIPAIS
RECOMENDAÇÃO NÇ 8 - A criação de um Arquivo Vertical de Recortes de Jor
nais, cobrindo cada um sua área de interesse regional,-

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�mantendo, porém intercâmbio entre si de modo a form^
rcm uma nxle de informações recíprocas.

AO SENADO FEDERAL
RECOMENDAÇÃO NO 9 - Que seja constituída Comissão ou Grupo de Trabalho na
Secretaria de Informação do Senado Federal, para estu
do da unificação da terminologia de conceitos hierar
quizados, usados pelos órgãos coOvenientes com
o
PROOASEN, a fim de que possam eles colaborar na ali^
mentação do computador através de dados bibliográfi^
COS e legislativos.

presidências da CAMARA dos deputados E senado FEDERAL:
RECOMENDAÇÃO N9 10- Que façam constituir Comissão ou Grupo de
Trabalho
com a incumbência de estruturar uma Rede Nacional de
Infomiaçces Leoislativas e Parlamentares a ser fonw
da por redes regionais, estabelecendo a sede princi
pai cm cada região, que poderá ser ura Centro de Docu
mentação, ou uma Biblioteca, ou um Serviço de Oocumen
tação que jã tenha infra-estrutura regional com
as
funções de: centralização da indexação da legislação
federal, estadual e municipal, integração e maior co
laboração entre as Bibliotecas e Serviços de Docuraer^
tação e/ou Centros de Documentação de Assembléias Le
gislativas e Câmaras Municipais; centralização da in
dexação de Jurisprudência, através de integração
e
maior colaboração entre os Tribunais Superiores e Re
gionais; maior divulgação das coleções existentes nos
respectivos órgãos, de diários oficiais e coletâneas
de legislação; maior facilidade de empréstimo entre
bibliotecas parlamentares.
RECOMENDAÇÃO N9 11- Estudos tendentes ã unificação dos Serviços Documentários das duas Casas do Congresso Nacional.

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�VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

RECOMENDAÇÕES

22 seminário sobre publicações oficiais brasileiras - de
A 25 DE JULHO DE 1975, EH BRASÍLIA .

20

- Documentos bibliográficos e não/bibliogrãficos produzidos e/ou edi
tados sob a responsabilidade, ãs expensas, ou por ordem dos órgãos
dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, como também de eii
tidades dotadas de personalidade jurídica própria - de qualquer for
ma vinculadas ã administração pública - nos níveis federal,estadual,
municipal, incluindo os Territórios e o Distrito Federal.

2. QUANTO ^ ATIVIDADES DOCUMENTARIAS E A NORMAL 1ZAÇAO■
2.1 - a análise, a indexação e a divulgação, a curto prazo, pelos órgãos pú
blicos, dos respectivos atos e realizações, evitando a duplicação de
serviços e favorecendo a implementação do NATIS (Sistema Nacional de
Informações).
2.2 - a observância, pelas editoras oficiais, das normas específicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT;
2.3 - a rnãxima divulgação, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas.
de suas normas e projetos concernentes a publicações;
2.4 - a criação, no âmbito da Comissão Brasileira de Documentação em Proce^
sos Técnicos, de grupo de trabalho para coordenar meiHdas capazes de
promover a uniformização dos critérios e normas de cataiogação-na-fO£
te de publicações oficiais;

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imaiiiMâhÉiriÉ

1. A ADOÇAO 00 SEGUINTE CONCEITO 0£ PUBLICAÇAO OFICIAL:

�Z.5 0 uso, pelos õrgãos editores oficiais, de códigos numéricos que
facilitem o controle de suas publicações como o ISBN (Internatio
nal Standa.d Book lamber) e o ISSN (International Standard
Se
rial Number);
2.6 a integração, no corpo editorial dos õrgãos públicos, de biblio
tecãrios que se responsabilizem pela catalogação-na-fonte, norma
lização de publicações, pesquisas e levantamentos bibliográficos,
indexações e outras atividades documentárias;
2.1 a adequação ãs normas documentárias da Associação Brasileira de
Nonnas Técnicas - ABNT - quanto á divulgação de atos e de ativi^
dades dos õrgãos, nos diários oficiais:
2.7.1 a inclusão, na primeira página dos diários oficiais.de um
expediente, de sumário e da indicação da existência do s^
plemento, quando couber;
2.7.2 0 encaminhamento, pelos õrgãos públicos, doS elementos
que identificarão, no sumário, cada matéria a ser publica^
da nos diários oficiais;
2.7.3 a apresentação, antes do texto de todo ato adrainistraU
vo a ser publicado, de ementa que sintetize seu conteúdo;
2.7.4 0 levantamento e a análise dos atos oficiais pelos õrgãos
dos quais emanam, com vistas ã publicação periódica de Tn
dices, cora indicação das respectivas páginas dos õrgãos
oficiais de divulgação (diários oficiais), a fim de fac2
litar 0 acompanhamento da atividade do órgão e o
traba
lho'de referência realizado pelos serviços de documenta
ção de bibliotecas, de arquivos e de assessorias.
28 0 reconhecimento pelos õrgãos públicos, que desenvolvam ativid^
des de documentação, da existência de dois acervos distintos: o
da documentação oficial do próprio órgão e o da documentação e£
terna ao órgão, formando, respectivamente, arquivos e bibliote
cas.

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�3. QUANTO M DEPOSITO LEGAL E ^ DIREITOS AUTORAIS:
3.1 a observância do disposto no decreto vigente que estabelece o &lt;ie
pósito legal, na Biblioteca Nacional, de dois exemplares
de
qualquer publicação produzida no território nacional;
3.2 a análise das prescrições legais pertinentes is
publicações
oficiais, tanto na legislação interna quanto em acordos e
con
venções internacionais a que o Brasil tenha aderido;
3.3 a instituição de uma comissão constituTda por representantes da
Biblioteca Nacional, do Instituto Nacional do Livro e de outras
entidades interessadas na revisão das prescrições relativas ao
depósito leqal;
3.4 a expressa designação de biblioteca central depositária no âmbj
to de órgãos supervisores da administração federal, estadual, ou
municipal, de oublicações emanadas das respectivas unidades inte
grantes ou vinculadas, na mesma área de competência;
3.5 0 depósito corrente obrigatório no arquivo geral dos respectivos
órgãos públicos, dos "arquivos impressos" - publicações oficiais
que refletem suas atividades.

4

QUAMTO A DlVTtLGACAO E S CQHERCIALIZAOO:
4.1 a divulgação periõdica, pelas editoras oficiais, de listas e ca^
tálogos de suas respectivas publicações;
4.2 a padronização uo formato dos catálogos e listas de publicações
oficiais brasileiras, com o fim de facilitar a composição do ca
tilogo geral dessas publicações;
4.3 a divulgação das publicações oficiais o-travis da permuta de anún
cios em periódicos congêneres;
4.4 a reserva, nos diários oficiais, de espaço especlalmente destina
do ã divulgação de publicações oficiais;

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�4.5 a divulgação, pelo programa ‘A Voz do Brasil*, da Agência Nacio
nai, de noticiário relativo is publicações oficiais, enviado por
seus respectivos editores;
1.6 a comercializ,iÇão, qua:iuO coube , de cota da tiragem das publica
ções oficiais, fator de melhor planejamento editorial e
garan
tia de acesso por parte do grande público a esses documentos;
4.7 a centralização, sem exclusividade, da venda de publicações ofi^
ciais em órgão que disponha de infra-estrutura adequada, em todo
0 território nacional, como a Fundação IBGE, a Fundação Nacional
de Material Escolar, Departamento de Imprensa Nacional, ou
ou
tro;
4.8 a coordenação, pelo Instituto Nacional do Livro, da participação
■•os órgãos editores oficiais na Bienal Internacional do Livro.

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�ANEXO

IX

IX CONGRESSO BRASILEIRO OE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

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r

�IX CONGKESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

T E M A R I O

Mlítíl “INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS
MENTO NACIONAL"

^ INFORHAÇAO

DESENVOLVÍ

1. ALBUQUERQUE, Carlos Augusto de.
gia e o IBICT.

A Informação era Ciência e Tecnolo

2. CUNHA, Maria Luisa Monteiro da.
mas Nacionais de Informação.

Bibliotecas Universitárias em Siste

3. CUNHA, Murilo Bastos da.
ra 0 Desenvolvimento.
4. HONTE-MOR, Jannice.

Controle Bibliográfico Nacional.

5. SOARES, Nilza Teixeira.
ção.
6. SUAIDEN, Emir José.
Informação.

Sistemas de Informação no Planejamento pa

Arquivos em Sistemas Nacionais de

Inform^

Bibliotecas Públicas era Sistemas Nacionais

de

'. VIEIRA, Anna de Soledade. Automação em Sistemas de Informação.
8. ZAHER, Célia Ribeiro.
mação.

PAINEL "EDUCAÇAO

Sistemas Nacionais e Internacionais de Infor

BIBLIOTECONOMIA"

9. ARAGAO, Esmeralda Maria de.
leiro.

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A FEBAB e o Movimento Associativo Brasi

�10. BIASOTTI, Míriam Mara Dantur de Ia Rocha.
11. CUNHA, Murilo Bastos da.
12. HORETTl, Dina Bueno.

Atuaçao (Jas Associaçõés.

Mercado de Trabalho para o Bibliotecário.

Comissões Nacionais.

PAINEL “EDUCAÇAO PARA BIBLIOTECONOMIA”
13. CARVALHO, Maria Martha de. Educação para Biblioteconomia a nTvel de
Pós-Graduação, no Brasil.
14. KAEGBEIN, Paul. Library Science and Library Education in the Fede
ral Republic of Germany, some observations on the contemporary si
tuation.
15. MATTOS, Maria Antonia Ribas Pinke Belfort de.
teconomia a nível de Graduaçao, no Brasil.

Educação para Biblio

16. SHEPARD,Marietta Daniels. Diagnóstico para e1 Planeamiento de
Sistema de Adiestraraiento Bibliotecário en Brasil.

un

conferências proferidas POR CONVIDADOS ESPECIAIS
17. ALBUQUERQUE, Martha.
cacionais do INEP.
18. BAKEWELL, K. G. B.
19. BIGGS, Janet H.
Congress.

0 Subsistema de Documentação e Informações Edu

Developments in Indexing.
0 Serviço de Pesquisas do Congresso na Library of

20. COUTINHO, Maria Esther de Araújo. Sistema de Informação CientTfica
e Tecnológica do Exterior (SICTEX).
21. DUNÍI, Hary Joan. The Automated Bilingual Cataloguing Support at the
National Library of Canada.

Digitalizado
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�22. MIRANDA, Antonio. Bibliotecas dos Cursos de Pós-Graduação cni . Educa
çao no Brasil, estudo comparado.
23. SMEPARD, Marietta Daniels. Planeamiento de Sistema de Bibliotecas
en Am&lt;’-ica Latina, segunda 'ase.
RESUMOS DO PAINEL "EMBRAPA E 0 SISTEMA DIE INFORMAÇÃO CIEIITTFI
CA
24. BETTIOL, Eugenia Maranhão.
25. BETTIOL, Osmar.

Comutação Bibliogrãfica.

Aquisição Centralizada.

26. MACHADO, Ubaldino Dantas.
da EHBRAPA-SITCE.

Sistema de Informação técnico- científica

27. PEDREIRA, Rosa Edite L. Alves.
23. PiNTO, Aloizio dc Arruda.

Periódicos.

Resumos Informativos.

29. SALVIATI, Maria Elisabeth e ALBINO, Luiz Paulo.
Catalogação e Indexação Automatizado.

Sistema Nacional de

RESUMOS 00 PAINEL "EMBRATER"
30. CMASTINET, Yone S.; LOBO, M. Fátima D.; CAHARA, Marli A.; CEZAR,Ignez
R. Implantação da Rede de Coleta e Registro Bibliográfico do sis
tema Nacional de Informação e Documentação Agrícola - SNIDA,
uma
avaliação.
31. ROBREDO, Jaime; FINKELSTEIN, Gladis e PEREIRA, Renata N. Uma Avali^
ção da Base de Dados AGRIS como fonte de Referência Bibliográfica.
32. ROBREDO, Jaime; CHASTINET, Yone S; LOBO, Paulo R. A.; TSUKAOA, Yukio;
OLIVEIRA, Marlene de. Uma Avaliação do Serviço de Bibliografias
Personalizadas em Agricultura (BIP/AGRI).
33. ROBREDO, Jaime; e CURVO FILHO, Plácido F. 0 Projeto Bracaris como
Base do Sistema Brasileiro de Informação sobre Pesquisa Agrícola em
Andamento.

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�IX CONGRESSO BRASILEIRO DE
BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
RECOMENDAÇÕES

A PRESIDÊNCIA DA REPOBLICA

- Voto de Louvor ao Governo Federal e, em particular, ao Ministério
de Educação e Cultura, pela e&lt;c1usão do material bibliográfico das quo
tas 0e importação, medida de capital importância para a atualização e de
senvolvimento dos acervos de bibliotecas e centros de documentação
do
paTs.
- que seja estabelecida política global, concernente ã informação pa
ra 0 desenvolvimento, considerando em igualdade de condições as diferen
tes áreas da atividade humana: arquivos, bibliotecas públicas, bibliote
cas especializadas, centros de documentação e serviços de informação.
- que seja implantado, de fato, o sistema nacional de informação
ra o Brasil (NATIS/BRASIL).

p£

- que o Governo Federal libere as Instituições de Pesquisa e Ensino e
os livreiros da necessidade de apresentação da Declaração de Importação
para a liberação do material bibliográfico no Serviço de Encomendas Pos
tais Internacionais da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos(EBCT),
barateando, assim, o custo e agilizando a operação em beneficio da cuitu
ra e do ensino no' pais.
- que 0 Governo Federal isente as Instituições de Pesquisa e Ensino
da censura de publicações importadas do exterior, considerando a recomen
dação da UNESCO/NATIS, de cujo programa o Brasil i signatário, e que pro
pugna um fluxo livre e desimpedido de informação entre as nações.
- que seja realizado estudo para a retirada dos materiais bibliográfi^
toa da rubrica "Material Permanente", criando rubrica especifica, onde se
jam incluídos, também, todos os novos tipos de materiais de registros bi
bliogrãficos.

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�R SECRETARIA DE PIANEJAHENTO OA PRESIDÊNCIA DA REPOBLICA
- que seja estabelecida política global, concernente ã informação
ra o desenvolvimento, considerando em igualdade de condiçqes as difereni
tes áreas da atividade humana: arquivos, bibliotecas públicas,bibliotecas
especializadas, centros de documentação e serviços de documentação.
- que seja implantado, de fato, o sistema nacional de informação para
0 Brasil (NATIS/BRASIL).
- que 0 Governo Federal libere as Instituições de Pesquisa e Ensino e
os livreiros da necessidade de apresentação da Declaração de Importação
para liberação de material bibliográfico no Serviço de Encomendas Postais
Internacionais da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT), ba^
rateando, assim, o custo e agilizando a operação em beneficio da cultura
e do ensino no pais.
- que 0 Governo Federal isente as Instituições de Pesquisa e Ensino
da censura de publicações importadas do exterior, considerando a recomen
dação da UNESCO/NATJS, de cujo programa o Brasil é signatário, e que pro
pugna um fluxo livre e desimpedido de informação entre as nações.
- que seja realizado estudo para a retirada dos materiais bibliográfj
COS dz rubrica “Material Permanente", criando rubrica especifica, onde M
jam incluídos, também, todos os novos tipos de materiais de registros b1_
bl iográf icqs.

AO ministério de EDUCAÇAO E cultura (MEC)
- Voto de louvor a Sua Excelência, Senhor Ministro de Educação e Cul
tura. Senador Ney Braga, pela instituição do prêmio MEC de Bibliotecono
mia e Documentação, resolução nP 256/77.
- Voto de louvor ao Governo Federal e, em particular, ao Ministro de
Educação e Culturá pela exclusão do material bibliográfico das quotas de
iliipurtaçãoi medida de capital importância para a atualização e desenvolvi
mento dos acervos de bibliotecas e centros de documentação no pais.

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�- que o Governo Federal libere as Instituições dc Pesquisa e Ensino e
os livreiros da necessidade de apresentação da Declaração de Ir.iportação
para liberação de material bibliográfico no serviço dp Encon'endas Postais
Internacionais da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT), ba
rateando, assim, o custo e agilizando a operação em beneficio da cultura
e ensino no pais.
- que 0 Governo Federal isente as Instituições de Pesquisa e Ensino
da censura de publicações importadas do exterior, considerando a recomen
dação da U'!ESCO/NATIS, de cujo programa o Brasil é signatário, e que pro
pugna um fluxo livre e desimpedido de informação entre as nações.

M DEPARTAHEtiTO DE ASSUNTOS UNIVERSITÁRIOS 00 HINISTERIO
EDUCAÇAO E CULTURA (MEC/DAU)

T^

- que seja instituída comissão ligada ã Associação Brasileira de Esco
Ias de Biblioteconomia e Documentação (ABEBO), para avaliar o ensino de
Biblioteconomia.

AO MINISTÉRIO DA FAZENDA
■ que seja realizado estudo para a retirada dos materiais bibliográfi
tos da .ubricB "Material Per ..anente", criando rubrica específica onde se
jam incluídos, também, todos os novos tipos de materiais de registros bi
bliogrãficos.

As SECRETARIAS DE EDUCAÇAO E CULTURA (ESTADUAIS)
- que examinem a situação do professor integrante do plano de carrej^
ra do magistério, possuidor do grau de bacharel em biblioteconomia, para
que seja classificado no mesmo nível dos demais possuidores de titulação
universitária.

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�?. ?55|KIA5Ao brasileira oe escqus de biblioteconomia e
hlniai;Aü (abebd)
- qiip a ABEBD realize, a curto prazo, um estudo para a
do currículo mínimo do curso de biblioteconomia.

docu

reformulação

- que seja introduzida a disciplina de "métodos quantitativos aplica^
dos ã biblioteconomia" e que, a exemplo da Faculdade de Biblioteconomia
da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, sejam criados cursos de
licenciatura era biblioteconomia.

As BIBLIOTECAS CENl^S UNIVERSITÁRIAS
- que entrem cm contato com o órgão universitário responsável para as
sumireis o encargo da catalogaçao na fonte, das obras editadas pela
UnJ^
versidade a que estão vinculadas.
- que contribuam para o controle bibliográfico nacional, fazendo o re
gistro de todo o material bibliográfico (leses, catálogos,
estatutos,
etc...) que documenta a produção científica e literária da Universidade e
relata os principais aspectos de sua existência.
- que enviem ã Biblioteca Nacional, para fins de Depósito legal, exem
piar de cada publicação da Universidade.

conselho f^o^^al oe; biblioteconomia (ÇFB)
- que 0 CFB promova, em Brasília, reunião da Federação Brasileira de
Escolas de Biblioteconomia (FEBAB), do Conselho Federal de Bibliotecono
mia (CFB) e da Associação Brasileira de Escolas de Biblioteconomia e Docu
mentação (ABEBD), levando comunicado conjunto, respectivamente, das asso
ciações, conselhos regionais e diretores de Escolas para sistematizar as
atribuições de suas entidades representativas.

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�conselho nacional oe desenvolvimento cientifico e
GICO (CNP£)

tecnolO

que 0 CNPq crie uma comissão para unificar e coordenar os diversos
esforços inálviduais no campo da clíncia e tecnologia, e, mais significa
tivamente, a unificação e coordenação dos diversos sistemas de
informa
ção existentes no Brasil.

A FEDERAÇAO brasileira de ASS~OC1AÇOES de BIBLIOTECARIOS(FEBAB)
- que a FEBAB estude quais as providências que os Estados devem tomar
para a sindicalização do bibliotecário, recomendando diretrizes a serem
adotadas.

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�t
BIBLIOGRAFIA

BOLETIM INFORMATIVO DA FFBAB. São Paulo, v.I, jan./fev. 1960.
BOLETIM INFORMATIVO DA FEBAB. São Paulo. V.3, Jan.fev.196I .
BOLETIM INFORMATIVO DA FEBAB. São Paulo, v.8, jul./ago. 1963 .
BOLETIM INFORMATIVO DA FEBAB. São Paulo, v.l5, jan./fev. 1967.
BOLETIM INFORMATIVO OA FEBAB. São Paulo, v.24, jul./ago.1971.
REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. São Paulo, 6(4/6),
out./dez. 1975 .
REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. São Paulo, 10(1/3),
jul./set. 1977.

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                <text>CBBD - Edição: 10 - Ano: 1979 (Curitiba/PR)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
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          <name>Title</name>
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              <text>1957 - 1979 Jubileu dos Congressos de Biblioteconomia e documentação, temários, autores, trabalhos apresentados e recomendações</text>
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              <text> Toledo, Maria do Rosário de Castro Ferreira </text>
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              <text> Ferreira, Ruthe Helena Camargo</text>
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              <text>Evento</text>
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              <text>Eventos (congresso)</text>
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              <text>Enumera os temas e títulos dos trabalhos apresentados e recomendações feitas desde o I - C.B.B.D. ao IX - C.B.B.D. Destaca os aspectos mais relevantes, recomenda a adoção de normas para apresentação dos Congressos e dos Temas e a criação de um Secretariado Permanente dos C.B.B.D. junto à FEBAB.</text>
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