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                  <text>Hora do conto, semana da biblioteca e da arte e a Kombi de livros:
relato de experiência da biblioteca do colégio La Salle Núcleo
Bandeirante (DF).

Yaciara Mendes Duarte (UnB) - yaciara18@gmail.com
Miqueli Lucas Vieira e Silva (UCB DF) - miqueli@gmail.com
Cláudio Gottschalg-Duque (UnB) - klaussherzog@gmail.com
Resumo:
Este trabalho apresenta as atividades realizadas na biblioteca do Colégio La Salle Núcleo
Bandeirante: Semana da biblioteca, Semana da Arte, Hora do conto e a Kombi de livros que
apesar de possuírem propostas diferenciadas, possuem o elo comum de tentar proporcionar
vivências marcantes e agradáveis aos alunos, buscando a aproximação e afeição com a
biblioteca através da criação de vínculo emocional e dos sentimentos gerados a partir destes
momentos. São iniciativas simples, com baixo custo, mas que oferecerem diferentes
perspectivas aos serviços da biblioteca, contribuindo para dinamizar a transmissão de
mensagens importantes para o contexto pedagógico, além de abordar temas culturais
diversificados. Com isso, busca-se também criar uma nova imagem da biblioteca e do
bibliotecário.
Palavras-chave: Biblioteca escolar. Hora do conto. Semana da biblioteca. Estereótipo
profissional.
Área temática: Bibliotecas Escolares

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07 a 10 de julho de 2013

Hora do conto, semana da biblioteca e da arte e a Kombi de livros: relato de
experiência da biblioteca do colégio La Salle Núcleo Bandeirante (DF).
Resumo:
Este trabalho apresenta as atividades realizadas na biblioteca do Colégio La Salle
Núcleo Bandeirante: Semana da biblioteca, Semana da Arte, Hora do conto e a
Kombi de livros que apesar de possuírem propostas diferenciadas, possuem o elo
comum de tentar proporcionar vivências marcantes e agradáveis aos alunos,
buscando a aproximação e afeição com a biblioteca através da criação de vínculo
emocional e dos sentimentos gerados a partir destes momentos. São iniciativas
simples, com baixo custo, mas que oferecerem diferentes perspectivas aos serviços
da biblioteca, contribuindo para dinamizar a transmissão de mensagens importantes
para o contexto pedagógico, além de abordar temas culturais diversificados. Com
isso, busca-se também criar uma nova imagem da biblioteca e do bibliotecário.
Palavras-chave: Biblioteca escolar. Hora do conto. Estereótipo profissional.
Área Temática: Biblioteca escolar.

1 INTRODUÇÃO
Através da missão de fomentar o acesso à informação, a biblioteca constituise em um ambiente que coopera para a formação de potenciais usuários, pois reúne
em seus produtos e serviços o objetivo de sanar lacunas informacionais a partir da
necessidade do indivíduo, tendo também a capacidade de estimular a aprendizagem
permanente e a curiosidade.
Além dos serviços básicos como empréstimo e devolução, a biblioteca
escolar, deve realizar atividades que incentivem os alunos ao hábito prazeroso da
leitura e a construção de conhecimento para a vida fora do contexto escolar;
disseminar informações pertinentes ao público que frequenta o espaço; ser
instrumento de ações culturais, sociais e éticas.
Atualmente, as tecnologias disputam espaço com a biblioteca, com os seus
recursos mais simplificados, mas cheios de encantos: o livro, como principal
destaque. Como atrair leitores numa época onde os apetrechos digitais são cada
vez mais coloridos e atraentes e detêm as crianças e adolescentes por horas?
O colégio La Salle Núcleo Bandeirante (DF) realiza algumas atividades com o
objetivo de proporcionar diferentes experiências no espaço da biblioteca, através de
momentos marcantes para que o aluno crie vínculos com o espaço, buscando no
futuro uma maior familiaridade em outros espaços informacionais, remetendo a
sentimentos positivos nascidos por vivências na biblioteca.
2 BIBLIOTECA ESCOLAR

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A biblioteca escolar possui em sua essência, uma função primordial dentro do
contexto educacional, pois é onde se dispõe de uma maior oferta de informações,
que complementam as diferentes temáticas abordadas em sala de aula. De acordo
com Fonseca (2007, p.53), a finalidade da biblioteca escolar é “fornecer livros e
materiais didáticos tanto a estudantes como a professores. Ela oferece a
infraestrutura bibliográfica e audiovisual do ensino fundamental e médio”.
A biblioteca é vital dentro da escola porque é parte integrante do processo
educativo ao colaborar para o crescimento intelectual dos seus usuários. Kieser
(2000, p.2) reforça a importância da biblioteca como fonte importante à pesquisa
afirmando que a “biblioteca é uma das forças educativas mais poderosas de que
dispõem estudantes, professores e pesquisadores. O aluno deve investigar, e a
biblioteca é centro de investigação tanto como o é um laboratório para os cientistas.”
Segundo Pimentel (2007, p. 25):
a biblioteca escolar não deve ser só um espaço de ação pedagógica,
servindo como apoio à construção do conhecimento e de suporte a
pesquisas. Deve ser, sim, um espaço perfeito para que todos que nela
atuam possam utilizá- la como uma fonte de experiência, exercício da
cidadania e formação para toda a vida.

É importante também que no contexto escolar que a equipe da biblioteca seja
multidisciplinar, para lidar melhor com a pluralidade de necessidades informacionais
e explorar diversos olhares sobre a mesma realidade.
3 IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES NA BIBLIOTECA ESCOLAR

Culturalmente, o Brasil tem baixo índice de leitores e de frequentadores de
biblioteca. Segundo a pesquisa Retrato da Leitura no Brasil (2012), temos metade
da população brasileira considerada como não leitor1 (88,2 milhões). Por várias
razões, temos este índice alarmante: falta de bibliotecas que atendam comunidade,
hábito não desenvolvido durante a infância, ojeriza ao ambiente, dentre outros.
De acordo com esta mesma pesquisa, o professor é o que mais influencia a
construção do hábito de leitura, sendo assim, de fundamental importância o papel da
biblioteca dentro do contexto escolar, sendo o elo entre o aluno e a leitura.

1

De acordo com a publicação Retratos da Leitura no Brasil (2011, p.24), “não-leitor é aquele que
não leu, nenhum livro nos últimos 3 meses, mesmo que tenha lido nos últimos 12”

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Por muito tempo, a biblioteca foi vista como um lugar obscuro e os livros,
intocáveis. O estereótipo do bibliotecário também colaborou para que as pessoas se
distanciassem ainda mais do mundo da informação. De acordo com estudos sobre o
tema, é possível afirmar que:
os bibliotecários estão comumente vinculados a diversos tipos de
estereótipos como o de gênero, o de comportamento e o de imagem
física. Essas associações, mesmo quando compreendidas sob o
aspecto positivo de mediação e facilitação de comunicação interna
nos grupos e externa, com a sociedade, podem igualmente ser
limitantes para uma profissão como a dos bibliotecários que ainda
luta pelos espaços de trabalho, pelo reconhecimento social e pela
modernização de sua imagem. (WALTER; BAPTISTA, 2007, p. 27)

A imagem retrógrada do bibliotecário que permeia a imaginação de alguns e
muitas vezes é reforçada pela mídia, leva tais aspectos negativos para a própria
biblioteca, como um lugar que não se deve frequentar. Com isso, utilizando aspectos
da psicologia ambiental que por meio de seus conceitos, busca mudanças destas
visões distorcidas, se preocupando:
[...] desde a percepção e cognição do ambiente; efeito do
ambiente no comportamento; ambientes diferenciados (de
crianças, jovens, adultos, trabalhadores etc.); ambientes
específicos (como cidades); construção de determinados ambientes
para obter determinados efeitos sobre o comportamento; mudanças
de atitudes; percepções e comportamento frente ao ambiente; até
mudanças e planejamento do ambiente e preservação do meio
ambiente. (GÜNTHER; ROZESTRATEN, 2004, p. 4, grifo nosso)

A partir disso, é possível abordar superficialmente sobre a Teoria do Apego,
desenvolvida por Bowlby (2002 apud LIMA; BOMFIM, 2009) que trata inicialmente
sobre o apego infantil à mãe para que o seu desenvolvimento social, cognitivo e
afetivo seja satisfatório nas fases de crescimento que se seguem. Contudo, o apego
em si, permeia outras áreas da vida do ser humano, remetendo a lugares, sabores,
comportamentos, sensações, dentre outros.
Dentro destas ideias de aproximação e identificação com o local é que os
projetos e atividades da biblioteca são desenvolvidos, buscando despertar
sensações prazerosas, experiências marcantes, além de criar uma proximidade
entre o aluno e a ideia de biblioteca como um espaço de cultura, prazer, diversão e
informação,

almejando

que

em

momentos

futuros,

em

outros

espaços

informacionais, as lembranças de um passado alegre dentro da biblioteca seja
convidativa a conhecer outros locais. Será visto a seguir um pouco das atividades
realizadas na biblioteca nos anos de 2011 e 2012.

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Semana do Livro e da Biblioteca

A Semana do livro foi idealizada em 2011 pela bibliotecária Yaciara Mendes,
a psicóloga e auxiliar de biblioteca Miqueli Lucas, a professora e contadora de
histórias Neli Lopes e a estudante de pedagogia e auxiliar de biblioteca Claudiane
Santana, buscando além de dinamizar o espaço da biblioteca, mostrar a importância
da leitura para a formação intelectual e cidadã, aproximar os alunos da biblioteca e
estimular a criatividade, a imaginação, coordenação motora através das atividades
propostas.
No ano de 2011, o autor homenageado foi Monteiro Lobato, onde se mostrou
suas obras, personagens e importância deste autor para história brasileira. Foram
realizadas diversas atividades com os estudantes. Dentre elas:
a. Exposição de obras do autor;
b. Informações sobre os principais personagens do Monteiro Lobato;
c. Marca páginas temáticos;
d. Feira de troca de livros;
e. Confecção de livro digital;
f. Criação do vídeo: falando de leitura com Monteiro Lobato;
g. Jogos com a temática do Sítio do Pica-pau Amarelo.
Figura 1 – Semana do livro 2011.

Fonte: Arquivo pessoal.

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Em 2012, foi a vez de Maurício de Sousa ter sua história contada na
biblioteca. Além de mostrar a história dos personagens e do próprio autor, explorouse a relação dos quadrinhos com as diversas formas de expressão artística, como
pintura, esculturas e na própria literatura. A equipe neste ano estava formada pela
bibliotecária *, a psicóloga e contadora de histórias * e as auxiliares ** e **. As
atividades realizadas foram:
a. Exposição com as obras dos autor;
b. Evolução dos personagens da turma da Mônica;
c. Exibição de filmes;
d. Varal de gibis;
e. Pintura de desenhos da turma da Mônica;
f. Jogos e desafios;
g. Confecção de quadrinhos.

Figura 2 – Varal de gibis. Semana do livro 2012.

Fonte: Arquivo pessoal.

A semana do livro tenta aproximar a história dos autores com outros
contextos como a arte, música, cinema, entre outros, trazendo uma pluralidade de
manifestações possíveis de uma mesma temática.

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Semana da Arte

A biblioteca como centro de informação e cultura, amplia sua atuação ao
promover a Semana da Arte, levando os alunos ao contato com outras
manifestações culturais, proporcionando o acesso à outras realidades e vivências.
Buscando aproximar e valorizar os estudantes à cultura brasileira, em 2012,
este evento foi realizado valorizando a música brasileira desde 1950 aos dias atuais.
Além de uma exposição com fotos, informações, trechos de músicas, a biblioteca
ofereceu um karaokê na hora do intervalo com músicas de todos os estilos, além do
som ambiente de acordo com cada época. As atividades realizadas foram:
a. Linha do tempo com instrumentos musicais;
b. Exposição de vinis;
c. Festival de música que contou com a participação dos alunos apresentando seus
talentos musicais.
Figura 3 - Exposição de vinis

Fonte: Arquivo pessoal.

Kombi da Leitura

A Kombi da leitura é uma iniciativa que visa incentivar a leitura entre os
colaboradores do Colégio La Salle. Quinzenalmente, as auxiliares visitam os setores

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com livros diversos para empréstimo, almejando desenvolver o gosto pela leitura. O
empréstimo é realizado também com maior prazo para dar tempo hábil aos
colaboradores fazerem a leitura.
Figura 4- Kombi de livros.

Fonte: Arquivo pessoal

Hora do conto

A Hora do Conto foi iniciada no Colégio La Salle do Núcleo Bandeirante pela
professora Neli. Desde então, existe um espaço na biblioteca onde os alunos do Pré
I ao 5º ano vão para ouvir histórias. O objetivo primordial desse projeto é despertar
as crianças para a beleza das histórias e o gosto pela leitura, mas o processo que
ocorre nesse momento vai além e, se dá tão naturalmente, que muitas vezes parece
imperceptível.
Atualmente a psicóloga Miqueli Lucas é responsável em conduzir este
momento tão especial. Caracterização, baralho da história, varal da história, história
participativa, dedoches, fantoches, encenação, reconto, tapete da história, vídeos,

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criação coletiva de histórias fazem parte da metodologia que a profissional adota em
suas performances com as crianças.
As histórias infantis são representações fantasiosas de elementos existentes
no mundo real. Através delas as crianças podem elaborar conceitos como morte,
crescimento, violência, medo, amizade, família, de forma segura, pois geralmente
apresentam um final conclusivo ou uma lição de moral, que é trabalhada
internamente de forma diferenciada por cada criança.
Figura 5 – Hora do conto.

Fonte: Arquivo pessoal.

A forma que a criança percebe o mundo e lida com seus problemas é
diferente da forma que o adulto o faz. Como a criança está aprendendo a nomear
seus sentimentos, e nem sempre sabe como expressar o que está sentindo e
pensando, ela necessita de um estímulo que realize a mediação entre seus
conteúdos internos e a expressão ou resolução deles. As histórias tem exatamente
esse propósito: de trazer à tona os pensamentos infantis, de forma lúdica e menos
conflituosa.
Mesmo em um contexto “não-clínico”, as crianças elaboram conteúdos e
trabalham conflitos através das brincadeiras e das histórias infantis. Por isso a

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importância da caracterização, do cenário e variedades de recursos para se contar
histórias, para que a criança perceba o real valor do trabalho.
Para que a Hora do Conto não seja um momento passivo, as crianças
também são convidadas a recontar as histórias ouvidas, ou a fazer parte (como uma
das personagens) durante a contação. Dessa forma a criança pode realmente
experienciar o momento e ressignificá-lo.
No ano de 2012 vários temas foram abordados: aceitação e auto aceitação,
bullying, criatividade, ecologia, transformação, etapas da vida, mentira, paciência,
importância e expressão dos sentimentos, identificação, variedade cultural e
miscigenação, sentimentos, importância da leitura e incentivo a produção de textos.

4 CONCLUSÃO

A biblioteca tem uma grande responsabilidade no processo educativo, pois é
onde acontece o primeiro contato dos estudantes com diferentes fontes de
informação e no período escolar deve-se incentivar a leitura e a pesquisa para que
futuramente já estejam habituados com estas atividades e possam utilizar dos
serviços oferecidos pelos centros de informação, um meio para crescimento pessoal
e intelectual no decorrer das atividades futuras.
Sabendo disso, é necessário oferecer atividades que aproximem o estudante,
quebrando qualquer estereótipo anterior sobre bibliotecas e suas atividades, criando
lembranças agradáveis, fazendo que eles vejam qualquer ambiente informacional
com uma áurea convidativa e aconchegante.
As atividades realizadas na Biblioteca do Colégio La Salle são feitas com
custo mínimo para a escola, podendo assim serem aplicadas em instituições
públicas que sofrem com falta de recursos.
As transformações não são muitas vezes percebidas a curto prazo. O que se
busca é marcar o imaginário dessas crianças com vivências não esperadas dentro
da biblioteca. Os colaboradores também se envolvem ao organizar todas estas
atividades, se identificando com os personagens, despertando o lado infantil e
divertido que todos temos, se apaixonando por livros e por histórias.
A biblioteca deve ser um espaço democrático, agradável que agregue
conhecimento. Que em um futuro próximo, pequenas iniciativas sejam comuns em
toda escola, seja ela particular ou pública. Ao lidar com a fantasia e com o lúdico,

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espera-se que ao enfrentar o mundo real com seus desafios e problemas, seja
possível, em algum momento, lembrar-se de alguma história, de algum personagem
e através de exemplos vistos seja possível novos olhares sobre a própria existência.
REFERÊNCIAS

FONSECA, Edson Nery da. Introdução à biblioteconomia. 2. ed. Brasília: Briquet
de Lemos, 2007.
GÜNTHER, Hartmut; ROZESTRATEN, Reinier J. A.. Psicologia ambiental: algumas
considerações sobre sua área de pesquisa e ensino. Textos de Psicologia
Ambiental, Brasília, n. 10, p.1-7, 2005.
INSTITUTO PRÓ-LIVRO. Retratos da leitura no Brasil. São Paulo: Instituto Pró Livro, 2011. Disponível em:
&lt;http://www.prolivro.org.br/ipl/publier4.0/dados/anexos/2834_10.pdf&gt;. Acesso em: 10
fev. 2013.
KIESER, Herta; FACHIN, Gleisy Regina Bóries. Biblioteca escolar: espaço de
interação entre bibliotecário-professor-aluno-informação – um relato. Disponível em:
&lt;http://dici.ibict.br/archive/00000743/01/T083.pdf&gt;. Acesso em: 12 mar. 2013.
LIMA, Deyseane Maria Araújo; BOMFIM, Zulmira Áurea Cruz. Vinculação afetiva
pessoa-ambiente: diálogos na psicologia comunitária e psicologia ambiental. Psico,
Rio Grande do Sul, v. 40, n. 4, p.491-497, dez. 2009. Disponível em:
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PIMENTEL, Graça; BERNARDES, Liliane; SANTANA, Marcelo. Biblioteca escolar.
Brasília: Unb, 2007. (Profuncionário : curso técnico de formação para funcionários da
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WALTER, Maria Tereza Machado Teles; BAPTISTA, Sofia Galvão. A força dos
estereótipos na construção da imagem profissional dos bibliotecários. Inf. &amp; Soc.,
João Pessoa, v.17, n.3, p.27-38, set./dez. 2007.

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              <text>Este trabalho apresenta as atividades realizadas na biblioteca do Colégio La Salle Núcleo Bandeirante: Semana da biblioteca, Semana da Arte, Hora do conto e a Kombi de livros que apesar de possuírem propostas diferenciadas, possuem o elo comum de tentar proporcionar vivências marcantes e agradáveis aos alunos, buscando a aproximação e afeição com a biblioteca através da criação de vínculo emocional e dos sentimentos gerados a partir destes momentos. São iniciativas simples, com baixo custo, mas que oferecerem diferentes perspectivas aos serviços da biblioteca, contribuindo para dinamizar a transmissão de mensagens importantes para o contexto pedagógico, além de abordar temas culturais diversificados. Com isso, busca-se também criar uma nova imagem da biblioteca e do bibliotecário. </text>
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