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                  <text>Caracterização da pesquisa escolar na Biblioteca do IFAM –
Campus Manaus Zona Leste (CMZL) na perspectiva do
usuário-aluno

Cristiane Sinimbu Sanchez (IFAM) - cpsinimbu@hotmail.com
Resumo:
Este trabalho busca caracterizar a pesquisa realizada na Biblioteca Escolar do Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM), Campus Manaus Zona Leste
(CMZL), a partir do olhar do usuário-aluno. Discute teoricamente a conceituação de pesquisa
escolar e das ferramentas de pesquisa. Analisa as escolhas e preferências por determinadas
ferramentas de pesquisa, a relação do usuário-aluno com o profissional bibliotecário no
momento de suas pesquisas, assim como o uso das tecnologias midiáticas no processo de
pesquisa escolar. Por fim, apresenta uma proposta de melhorias para a pesquisa escolar para
as dez Bibliotecas Escolares do IFAM.
Palavras-chave: Pesquisa Escolar; Ferramentas de Pesquisa; Biblioteca Escolar – referência.
Área temática: Bibliotecas Escolares

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�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documento e Ciência da Informação – Florianópolis, SC, Brasil,
07 a 10 de julho de 2013

Caracterização da pesquisa escolar na Biblioteca do IFAM – Campus Manaus
Zona Leste (CMZL) na perspectiva do usuário-aluno

Resumo: Este trabalho busca caracterizar a pesquisa realizada na Biblioteca
Escolar do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas
(IFAM), Campus Manaus Zona Leste (CMZL), a partir do olhar do usuário-aluno.
Discute teoricamente a conceituação de pesquisa escolar e das ferramentas de
pesquisa. Analisa as escolhas e preferências por determinadas ferramentas de
pesquisa, a relação do usuário-aluno com o profissional bibliotecário no momento de
suas pesquisas, assim como o uso das tecnologias midiáticas no processo de
pesquisa escolar. Por fim, apresenta uma proposta de melhorias para a pesquisa
escolar para as dez Bibliotecas Escolares do IFAM.
Palavras-chave: Pesquisa Escolar; Ferramentas de Pesquisa; Biblioteca Escolar –
referência.
Área Temática V: Bibliotecas Escolares.
1 INTRODUÇÃO
A pesquisa se apresenta como um dos serviços mais importantes prestados
pela Biblioteca Escolar, visto que é em função dela que se desenvolvem coleções,
prestação de serviços diferenciados, ferramentas de pesquisa, disponibilização de
recursos humanos e capacitação profissional. De fato, por meio da pesquisa a
Biblioteca cumpre seu papel de subsidiar com referencial teórico o processo de
ensino-aprendizagem.
As experiências em pesquisa escolar, vividas pelos alunos da educação
básica, os auxiliam em pesquisas futuras, em quaisquer níveis ou modalidades de
ensino em que se encontrem. O que se aprende, tanto no que tange aos assuntos
pesquisados, quanto no percurso metodológico da pesquisa, corrobora para a
criação de um perfil de aluno pesquisador. Por meio da pesquisa, busca-se
informações para solução de problemas, tomadas de decisão, procura-se ampliar os
conhecimentos prévios acerca de determinado assunto, conforme salienta Kuhlthau
(2010, p. 29): “[...] em geral, as pessoas começam a buscar informações porque
desejam saber mais sobre algo interessante ou problemático”.
Neste cenário, surgem dois atores imprescindíveis: o professor e o
bibliotecário, os quais conduzem os alunos em suas pesquisas, e devem ter
sincronia em seus trabalhos para que o processo ocorra de forma satisfatória tanto
para os alunos, quanto para os profissionais. Ademais, a Biblioteca precisa
disponibilizar excelente acervo, profissionais capacitados e ferramentas que

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viabilizem a pesquisa de forma a satisfazer as demandas informacionais dos
usuários.
Para o sucesso da pesquisa escolar é necessário conhecer os alunos –
também denominados neste texto de usuários – suas escolhas, suas preferências,
sua linguagem, suas experiências prévias, para, a partir disto, constituir políticas de
formação de coleções, investimentos em multimeios, em profissionais, buscando a
satisfação dos usuários e o melhor uso da Biblioteca. Conforme Kuhlthau (2010, p.
36) “[...] os trabalhos devem ser planejados sob medida, considerando-se a
habilidade, a experiência e o interesse de cada estudante [...]”, isto influencia
diretamente na qualidade dos serviços e no êxito da pesquisa escolar.
Neste contexto, conhecer o usuário, sua interação com o ambiente e com as
ferramentas de pesquisa, é cada vez mais necessário na tomada de decisão sobre
investimentos em acervo e melhor uso do espaço da Biblioteca Escolar. Ademais,
conhecer o princípio do processo, ou seja, o momento em que o professor indica,
sorteia ou solicita um tema a ser estudado, assim como a participação do
profissional bibliotecário em seu planejamento, pode implicar em resultado
satisfatório ou não para a pesquisa escolar.
Desta forma, este trabalho caracteriza o processo de pesquisa escolar,
levando em consideração o entendimento do usuário-aluno acerca deste,
discorrendo sobre seu início, quais as ferramentas de pesquisa possíveis de serem
escolhidas pelos usuários, o uso das tecnologias e páginas da internet mais
acessadas, a relação entre o bibliotecário e os alunos e, por fim, pretende propor
melhorias para o processo de pesquisa escolar realizado nas dez Bibliotecas
Escolares do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas
(IFAM).

2 REFERENCIAL TEÓRICO
O referencial teórico está dividido em duas seções. A primeira trata da
conceituação da pesquisa, especificamente a pesquisa realizada no âmbito escolar,
assim como os atores envolvidos em seu processo, quais sejam: o professor, o
aluno e o bibliotecário. Na segunda seção, traz-se a conceituação das ferramentas
de pesquisa, assim como exemplificação das mesmas.

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2.1 A pesquisa escolar
A pesquisa escolar é apontada como ferramenta indispensável ao processo
de ensino-aprendizagem, conforme corroborado por Abreu (2008, p. 25) ao destacar
que “[...] a pesquisa escolar é uma excelente estratégia de aprendizagem, pois
permite maior participação do aluno nesse processo, o que o leva a construir seu
próprio conhecimento [...]”. Não obstante os percursos metodológicos, a interação
professor e bibliotecário, os acervos das bibliotecas escolares, assim como o
entendimento dos alunos, professores e bibliotecários acerca deste processo, está
muito aquém do esperado.
Segundo Moro e Estabel (2004, p. 1) “[...] a pesquisa é um procedimento
racional e sistemático, com método de pensamento reflexivo que requer um
tratamento científico e tem como objetivo buscar respostas aos problemas”. A
pesquisa escolar, portanto, busca respostas para além dos conhecimentos que se
encontram nos livros didáticos e nas aulas expositivas dos professores.
Parece ser uma prática comum alunos fazerem cópias dos textos que leem,
apropriando-se de conhecimentos e ideias de outros como se fossem suas, sem
fazer as devidas citações ou reflexões. Ademais, o início da pesquisa escolar, com a
indicação do professor, por vezes, ocorre de forma errônea e conturbada, causando
dúvidas nos alunos, que ficam sem saber ao certo como pesquisar. Nesta
circunstância, o bibliotecário que, na maioria das vezes, desconhece os assuntos a
serem pesquisados, não participa do planejamento da pesquisa, não sabe de que
forma deve ocorrer o processo, pouco pode contribuir para o sucesso da pesquisa
escolar.
Neste contexto, é preciso verificar os conceitos de pesquisa escolar, que perfil
de

pesquisador

se

pretende

alcançar, quais

contribuições

professores

e

bibliotecários têm a oferecer se trabalharem em conjunto. Tais considerações podem
implicar diretamente no envolvimento dos alunos no processo de pesquisa.
Conforme Kuhlthau (2010, p. 32), todo processo de pesquisa compreende
três elementos:
Primeiro, deve existir uma questão ou assunto que requeira
informação não disponível no livro texto da disciplina. Segundo, os
estudantes devem localizar e utilizar informações. Terceiro, os
resultados devem ser apresentados para uma audiência [...].

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Assim, o processo se inicia com a indicação do professor, ainda na sala de
aula, ou por inciativa do próprio aluno em pesquisar algo de seu interesse. Escolhido
o tema da pesquisa, os alunos passam a localizar e selecionar informações sobre o
assunto, tendo a Biblioteca e as variadas fontes de informação como ferramentas de
pesquisa. Concluída esta etapa, ele deve efetuar a redação do trabalho e a
discussão e divulgação dos resultados da sua pesquisa.
É válido ressaltar que nem toda pesquisa culmina em trabalho escrito,
podendo ser apresentado em seminários, conversas informais, debates em sala de
aula, entre outras possibilidades. A indicação do produto final do trabalho parte,
sumariamente, do professor que conduz o processo.
A pesquisa escolar pressupõe um mínimo de habilidades, tanto do professor
ao iniciar o processo, quanto do aluno, principal agente da pesquisa. Abreu (2008, p.
27) salienta que:
O estudante deve ter familiaridade com a biblioteca, com a
localização dos materiais ali reunidos e com os meios existentes para
se recuperar informações: catálogos, Internet etc. Precisa saber
escolher e consultar diferentes fontes de informação, usando mais de
uma fonte, dominando técnicas para esquematizar, resumir e
parafrasear.

Para tanto, faz-se necessário o envolvimento do bibliotecário com o professor
ainda no planejamento da pesquisa, visto ser este o profissional que orienta os
alunos e os capacita para melhor uso das ferramentas de busca e recuperação da
informação, conforme elencado pela autora.
Com o advento das tecnologias, mais especificamente com a popularização
da Internet, a pesquisa escolar ganhou imensa malha de possibilidades que
ultrapassam os limites do acervo da Biblioteca. Por meio da Internet, os alunos
podem ter acesso a variados conteúdos, desde os mais específicos até os mais
gerais, apropriando-se de um arsenal de dados a serem interpretados e
transformados em conhecimentos.
Apesar disso, a Internet é, nas palavras de Vianna (2008, p. 37),
[...] um espaço cibernético, onde as informações não são
selecionadas, como ocorre nas bibliotecas. Conseqüentemente, a
internet disponibiliza sites de qualidade e sites que não apresentam
qualquer contribuição para a formação do aluno.

Sendo assim, cabe ao bibliotecário vivenciar com o discente todo o processo
de pesquisa escolar, acompanhando a evolução da pesquisa, as dificuldades dos

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alunos, a seleção das melhores fontes, entre outros elementos essenciais para o
sucesso do uso de informações em ambientes virtuais.
Conforme Carvalho (2008, p. 36), o bibliotecário deve assumir para si a
responsabilidade de atuar como mediador de saberes entre aluno e informação
disponível tanto no acervo da Biblioteca, quanto no mundo virtual da Internet. A
autora salienta que:
Transferindo para o universo virtual as competências desenvolvidas
na sua prática com o mundo do impresso, o profissional bibliotecário
estará numa posição privilegiada para exercer sua função de
mediador nesse meio de comunicação, que veio para ficar.

Neste contexto, o bibliotecário deve estar em constante atualização de suas
habilidades no uso das tecnologias, o que pode possibilitar o melhor aproveitamento
das ferramentas para otimizar a pesquisa nas bibliotecas escolares. Tal profissional
deve ter o entendimento de que as tecnologias midiáticas, especificamente o mundo
virtual, são bastante voláteis, sendo necessária, portanto, incessante capacitação.
Diante do exposto, é evidenciado, portanto, que a pesquisa escolar depende
de três atores, quais sejam: o professor, o aluno e o bibliotecário. Além disso, o
acervo, assim como a definição do percurso metodológico a ser desenvolvido na
pesquisa e as variadas fontes de informação podem assegurar o êxito da pesquisa
escolar e a produção de novos conhecimentos.
Para tanto, há que se pensar não somente no processo, mas também nas
ferramentas e mecanismos indispensáveis à pesquisa escolar. A partir do
planejamento, da constituição do percurso metodológico da pesquisa, deve-se
pensar em mecanismos e ferramentas para que se efetue, com sucesso, a busca
pelo conhecimento e a resolução dos problemas questionados no início da pesquisa.
Tais conceitos serão elucidados em tópico a seguir.

2.2 As ferramentas de pesquisa em Bibliotecas Escolares
Para que o processo de pesquisa escolar se efetive de forma satisfatória, é
necessário dispor de uma série de ferramentas, fontes de informação, acervo
atualizado, prestação de serviços e profissionais qualificados. Entretanto, as
ferramentas de pesquisa apresentadas atualmente podem, por vezes, trazer mais
confusões aos alunos, visto que existe um vasto número de informações
disponíveis,

principalmente

no

meio

virtual,

que

não

estão

selecionadas

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adequadamente. Ademais, jovens e crianças estão apresentando uma nova postura
ante ao meio virtual que é a de navegar superficialmente de página em página,
depreendendo apenas informações fugazes, com pouco conteúdo e criticidade.
Pieruccini (2008, p. 49) afirma que:
No quadro de explosão de informações que caracteriza nosso tempo,
pesquisar traz inusitadas e sérias questões, sobretudo em se
tratando de crianças e jovens. O chamado dilúvio informacional é
uma realidade que afeta a todos e cujo enfrentamento exige novas
propostas
educacionais,
implicando
saberes
e
fazeres
(informacionais), nos quais se inclui, de forma privilegiada, um novo
enfoque para a pesquisa escolar.

Sendo assim, cabe à escola e seus educadores apontar novas ferramentas,
novas fontes, novos caminhos para a pesquisa escolar. Percebe-se que o advento
das tecnologias midiáticas oportunizaram o aparecimento de novas fontes de
informação, conforme salientam Moro e Estabel (2004, p. 4):
Até a década passada, para a realização da pesquisa escolar, os
alunos buscavam as informações diretamente no material impresso,
através das fontes bibliográficas disponíveis na biblioteca ou nas
fontes pessoais, através da oralidade utilizando instrumentos como
entrevistas, relatos, entre outros. Hoje, as fontes se diversificaram e
se multiplicaram, através da internet, considerada um facilitador
inconteste do acesso à informação.

Não obstante, é preciso que, antes mesmo de se acessar às fontes
disponíveis, o aluno tenha um mínimo de familiaridade com as ferramentas de
busca, componha estratégias e faça o planejamento da pesquisa. De fato, a
pesquisa não é o simples “olhar” quantos textos forem possíveis, mas sim a
compreensão e crítica daquilo que foi lido, o que torna necessário que professores,
bibliotecários e alunos trabalhem em conjunto neste processo de construção de
conhecimentos a partir da pesquisa.
As ferramentas de pesquisa são, portanto, o catálogo manual e/ou online da
Biblioteca e Internet, manuais/guias do usuário, os treinamentos realizados com os
usuários, o computador, o colega da sala de aula, os educadores da escola, os
programas de televisão, entre outras tantas possibilidades disponíveis. Ademais, a
pesquisa deve ser entendida como uma maneira de obter mais conhecimentos, por
meio da captação, geração e disseminação das informações. Para tanto,
professores e bibliotecários devem trabalhar de modo a garantir que os alunos
sejam capazes de escolher as melhores fontes, utilizar as ferramentas de pesquisa,

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elaborar estratégias de busca e redigir seus trabalhos.
No entanto, o que se percebe é que os profissionais trabalham, em sua
maioria, de forma isolada. A pesquisa é indicada apenas pelo professor que, por
vezes, desconhece o acervo da Biblioteca e, até mesmo, o bibliotecário. Este, por
sua vez, não interage com a equipe pedagógica e não evidencia sua contribuição no
processo de ensino-aprendizagem.
Em um cenário de precariedade das bibliotecas escolares, com acervos
desatualizados e profissionais pouco qualificados, os educadores recorrem às TIC’s,
como ferramentas de pesquisa escolar. Moro e Estabel (2004, p. 5) afirmam que:
As TIC’s facilitam a aquisição de conhecimento permitindo o acesso
às fontes de informação, o cruzamento de informação de diferentes
fontes e áreas, a comunicação em tempo real ou virtual com outras
pessoas e a disponibilização de meios rápidos e eficientes de
processamento da informação.

Deste modo, os educadores indicam aos seus alunos o uso das tecnologias
midiáticas para acesso a maior quantidade de conteúdos atualizados. No entanto,
faz-se necessário que estes mesmos educadores participem ativamente de todo o
processo de pesquisa, desempenhado pelo aluno, acompanhando o real
aproveitamento do conteúdo diponível na Internet.
Percebe-se, portanto, que as ferramentas de pesquisa das Bibliotecas
Escolares e as TIC’s constituem mecanismos apropriados ao processo de pesquisa
escolar. Professores e bibliotecários devem possuir um mínimo de conhecimento
acerca destas ferramentas, o que poderá facilitar a indicação aos alunos das
melhores possibilidades de uso das mesmas.
Neste contexto, questiona-se se na prática o percurso metodológico, com a
participação do bibliotecário no processo, assim como o uso das ferramentas, são
levados em consideração, visto que, em tese, poderiam possibilitar o melhor
aproveitamento das fontes de informação, assim como a construção de novos
saberes. Neste sentido, propõe-se um estudo que caracterize a pesquisa, as
ferramentas utilizadas e os profissionais envolvidos nesse processo, na Biblioteca
Escolar do IFAM – Campus Manaus Zona Leste (IFAM – CMZL).

3 MATERIAIS E MÉTODOS
A pesquisa foi realizada no Campus Manaus Zona Leste (CMZL), pertencente

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ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM), que
tem como missão contribuir para a formação de cidadãos críticos e profissionais,
aptos a construírem e compartilharem conhecimento, tornando-os capazes de
interagirem nos arranjos produtivos do setor primário de serviços, atuando como
agentes de desenvolvimento sustentável na Amazônia.
O Campus oferece os cursos de Agroecologia, Agropecuária, Comércio,
Florestas, Manutenção e Suporte em Informática, Meio Ambiente, Paisagismo,
Recursos Pesqueiros e Secretariado, nos níveis PROEJA, Técnico Integrado ao
Ensino Médio, Técnico Subsequente e Tecnólogo, nas modalidades presenciais
(diurno e noturno) e a distância (EaD), perfazendo um total de 1.241 (um mil,
duzentos e quarenta e um) alunos.
O universo da pesquisa foi de 471 (quatrocentos e setenta e um) alunos,
distribuídos nas três séries do Ensino Técnico Integrado ao Ensino Médio. Tais
alunos permanecem no Campus no turno diurno, onde, pela manhã, participam de
aulas de formação geral (disciplinas propedêuticas) e, pela tarde, de aulas de
formação profissional (disciplinas técnicas).
Para esta pesquisa, foram coletados dados de uma amostra de 10% do
quantitativo geral do universo da pesquisa, perfazendo cerca de 47 (quarenta e sete)
alunos entrevistados. Os alunos foram escolhidos aleatoriamente nas três séries. Os
questionários foram aplicados fora da Biblioteca, com a ajuda do professor.
O instrumento de coleta foi composto por um questionário com 15 (quinze)
questões, abertas e fechadas. Após a tabulação dos dados, prosseguiu-se com as
discussões e apresentação dos resultados, com elaboração de proposta de
melhorias para a pesquisa escolar.

4 RESULTADOS E DISCUSSÕES
Foram entrevistados 47 (quarenta e sete) alunos, 16 (dezesseis) alunos do 1º
e 3º anos e 15 (quinze) do 2º ano. O instrumento de coleta continha 15 (quinze)
perguntas fechadas e abertas e/ou que solicitavam justificativa. Para as questões
abertas, foram tabuladas variáveis e somadas as respostas para retirar o percentual
de cada uma.
O primeiro questionamento feito aos alunos foi quando seria o início da
pesquisa, uma pergunta aberta, a qual parte considerável das respostas, ficou em

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branco. Isto se deve ao fato de que nem todos os alunos, ou mesmo profissionais da
educação, conhecem os passos da pesquisa e que esta envolve uma série de
etapas, conforme apontado por Abreu (2008, p. 27): “É fundamental que o aluno, o
professor e o bibliotecário compreendam que a concretização efetiva da pesquisa
escolar ocorre por etapas e não em bloco único [...]”. Sendo assim, os alunos
ignoram a possibilidade de, eles mesmos, estabelecerem um processo de pesquisa
e acabam atribuindo aos professores a responsabilidade pelo início deste. Poucos
indicaram que o processo se inicia por interesse próprio em determinado assunto, ou
por outras causas, conforme pode-se verificar no Quadro 1.
Quadro 1 – Quando começa uma pesquisa na escola?

Quando começa uma pesquisa na escola?
Palavras-chave
Percentual (%)
Quando o professor solicita
40,7
Em branco
31,48
Curiosidade-iniciativa própria
18,7
Outros
9,2
Fonte: Autoria própria, 2012.

Quanto à utilização da Biblioteca para realização de pesquisas, 91,66% dos
entrevistados afirmaram fazer uso do espaço. No entanto, o uso mais frequente não
é do acervo de livros ou multimeios, mas sim do acesso à Internet, visto que cerca
de 62,74% ressaltaram encontrar as informações no ambiente virtual, em detrimento
do catálogo, acervo ou ajuda de profissionais. Estes dados contrastam com o que
comenta Carvalho (2008, p. 34), ao afirmar que:
A internet não é a única fonte de informação para a maioria dos
alunos. Eles consultam também livros que têm em casa e na
Biblioteca da escola, e em CD-ROMs, sendo poucos (cerca de 7%)
os que consultam apenas a rede.

Ademais, um dado contraditório foi que 8,34% dos alunos afirmaram não usar
a Biblioteca, mas responderam à questão de como localizavam informações na
Biblioteca, apontando a Internet como resposta. Deduz-se que estes alunos
consideram que só os livros compõem a “biblioteca” e que as ferramentas de
pesquisa online são separadas da Biblioteca, mesmo estando no referido espaço.
Em relação aos itens do acervo da Biblioteca mais utilizados pelos alunos, as
respostas variaram de acordo com as séries em que se encontravam. Os alunos do
1º ano indicaram as obras de referências como mais utilizadas. Os alunos do 2º e 3º

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anos indicaram as obras das disciplinas propedêuticas e obras técnicas
(relacionadas a cada curso técnico) como mais utilizadas.
Questionados sobre as preferências de ferramentas de pesquisa na
Biblioteca, a Internet foi apontada como a mais escolhida, seguido do acervo de
livros e, em terceiro lugar, o acervo de multimeios, apontado no Quadro 2.
Quadro 2 – Preferência de ferramentas de pesquisa

Quais ferramentas de pesquisa da Biblioteca você utiliza
com mais freqüência?
Palavras-chave
Percentual (%)
Internet
58,92
Acervo de Livros
33,92
Acervo de Multimeios
7,14
Fonte: Autoria própria, 2012.

Percebeu-se que os alunos recorrem à Internet para complementar as
informações, visto que o acervo da Biblioteca não os auxilia da maneira demandada,
uma vez que, questionados sobre o nível de auxílio do acervo, os alunos indicaram
que este o ajuda em partes, conforme ilustrado no Quadro 3:
Quadro 3 – Nível de auxílio do acervo

Como você classificaria o acervo da Biblioteca segundo
o nível de auxílio em suas pesquisas?
Palavras-chave
Percentual (%)
Ajuda em partes
65,95
É de excelente ajuda
27,65
Não me ajuda
6,38
Fonte: Autoria própria, 2012.

Em relação às ferramentas de pesquisa online utilizadas em pesquisas na
Biblioteca, os alunos indicaram o maciço uso dos chamados motores de busca, tais
como Google, Wikipedia, Yahoo. Os alunos elencaram, ainda, sites de jornais,
educativos, portal do IFAM, sites institucionais, blogs, entre outros. Apenas 03 (três)
respostas indicavam o uso do Portal de Periódicos da CAPES, assinado pelo IFAM,
como ferramenta de pesquisa, conforme ilustrado no Quadro 4:
Quadro 4 – Sites utilizados em pesquisas na Biblioteca

Quais sites você utiliza na Biblioteca com mais
freqüência?
Palavras-chave
Indicação (respostas)
Google
40
Wikipedia
16
Yahoo
08
Portal de Periódicos da CAPES
03
Fonte: Autoria própria, 2012.

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Aparecem outros sites, com maior destaque para as redes sociais, quando os
alunos fazem a pesquisa fora do ambiente da Biblioteca. Este dado, contrastado
com a política de uso da Internet na Biblioteca – que proíbe o acesso às redes
sociais – sugere que os alunos podem estar perdendo informações ao ser negado o
acesso a tais ferramentas de pesquisa. Dependendo do assunto a ser pesquisado,
ou da coleta de dados a ser empregada na pesquisa, o uso das redes sociais faz-se
necessário, conforme apontado por Hor (2012, p. 285):
Existem várias abordagens para uso da mídia social como fonte de
amostra; por exemplo, os sistemas baseados em uma ampla
variedade de redes sociais, com seus membros dirigidos para a
amostra de pesquisas convencionais.
Uma série de produtos populares de mídia social pode atrair
entrevistados e um grande número de fãs, como é o caso do
Facebook, Orkut, Twitter, Windows Live Profile, SlideShare [...].

Não obstante, é preciso levar-se em consideração a idade dos alunos, bem
como o alto grau de dispersão da atenção que as redes sociais podem oferecê-los.
Faz-se necessário que os profissionais envolvidos estejam atentos a esta nova
realidade e sejam capazes de orientar os alunos de forma mais proveitosa.
Questionados sobre a avaliação da credibilidade dos sites utilizados nas
pesquisas, os alunos demonstraram preocupar-se com a segurança das
informações, apontando que se baseiam em indicação de outras pessoas para
acesso aos referidos sites, a autoria dos artigos, bem como o número de acessos,
conforme ilustrado no Quadro 5:
Quadro 5 – Avaliação da credibilidade dos sites visitados pelos alunos

Como você observa/avalia a credibilidade dos site visitado?
Palavras-chave
Percentual (%)
Indicação de terceiros
37,25
Nº de acessos ao site
21,56
Autor
19,60
Quantidade de downloads
7,84
Em branco
5,88
Fonte: Autoria própria, 2012.

Estes dados, contrastados com a questão sobre a utilização de várias fontes
de informação para uma mesma pesquisa, sugerem que os alunos compreendem a
importância de se verificar a credibilidade das informações acessadas, bem como
utilizar várias fontes de informação, apropriando-se destas para encetar e produzir
novos conhecimentos, conforme verifica-se em Quadro 6:

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Quadro 6 – Utiliza várias fontes de informação?

Você utiliza várias fontes de informação para uma
mesma pesquisa?
Resposta
Percentual (%)
Sim
70,91
Não
21,27
Em branco
8,51
Fonte: Autoria própria, 2012.

Os alunos que responderam positivamente à questão do Quadro 6,
justificaram que há necessidade de se constatar a veracidade das informações para
ter qualidade no trabalho, comparando as fontes e ampliar os conhecimentos. Tais
entrevistados disseram que, dependendo do autor, as informações precisam ser
complementadas. É necessário ressaltar que estes alunos compreendem que utilizar
várias fontes de informação enriquece o trabalho, visto ser esta uma das
justificativas dadas por eles. Foi citado, ainda, a necessidade de esgotar as fontes
em determinada pesquisa, a fim de se obter a informação mais atualizada e, assim,
êxito no trabalho. Estes dados sugerem que estes alunos têm visão crítica da
Internet e reconhecem a importância de selecionar as informações.
Já os alunos que responderam negativamente, apontaram certo comodismo
ao encontrar uma fonte, parando a pesquisa assim que encontram uma resposta
apenas. Outros alunos indicaram não achar necessário outros autores. Estes dados
reforçam o que considera Vianna (2008, p. 38):
Se as pessoas querem simplesmente acessar informação e navegar
no ciberespaço, a rede é “um barato”. Mas se querem encontrar
informações que possam utilizar, numa forma e num nível de
compreensão adequados, então a internet pode ser uma decepção.
Portanto, para esse segundo grupo de pessoas haverá necessidade
de algo mais do que um amontoado caótico de informações: serão
necessárias
informações
selecionadas
criteriosamente
e
profissionais preparados para ajudá-los com a nova situação.

Quando questionados sobre a necessidade de ajuda na seleção das
informações disponíveis na Internet, os alunos indicaram não precisar de auxílio em
suas pesquisas, ressaltando que eram autossuficientes em suas buscas no
ambiente virtual, conforme se verifica no Quadro 7:
Quadro 7 – Auxílio de profissional na seleção das informações

Na Internet há grande quantidade de informações disponíveis. Você
solicita ajuda de algum profissional, seja professor ou da Biblioteca,
para seleção das informações?
Resposta
Percentual (%)

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�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documento e Ciência da Informação – Florianópolis, SC, Brasil,
07 a 10 de julho de 2013

Não
Sim
Em branco

57,42
40,42
2,12

Fonte: Autoria própria, 2012.

Cerca de 68% dos alunos, quando questionados sobre se fariam algum
treinamento para uso das ferramentas de pesquisa online, reponderam que sim. Tal
dado demonstra que os entrevistados acreditam saber pesquisar em ambientes
virtuais, mas compreendem que há necessidade de constante atualização para
melhor uso deste recurso.
O Quadro 8 mostra que os alunos ainda não reconhecem o profissional
bibliotecário como orientador do processo de pesquisa, apontando amigos e
professores como orientadores:
Quadro 8 – Quem orienta as pesquisas

Quem, comumente, orienta suas pesquisas?
Responsável
Percentual (%)
Amigos
39,58
Professores
35,41
Outros
14,57
Bibliotecários
8,33
Pais
2,08
Fonte: Autoria própria, 2012.

Estes dados, reforçados pelo estudo de Carvalho (2008, p. 33), que afirma
que “[...] quem influencia mesmo o jovem internauta na escolha dos sites mais
visitados são os colegas, amigos e irmãos, numa troca informal [...]”, sugere que o
processo de pesquisa deve ser planejado, em trabalho conjunto entre professores e
bibliotecários, para que a seleção das informações se dê de forma clara, objetiva e
satisfatória aos alunos. Neste processo, deve ficar claro aos alunos que os
profissionais, seja professor ou bibliotecário, poderão ajudar e orientá-los na
pesquisa, reafirmando a importância destes em todas as etapas do processo.
O estudo apontou que os alunos compreendem a importância de fazer as
devidas anotações de referências, indicar os autores utilizados nas pesquisas, visto
que 72,34% dos entrevistados responderam que anotam/relatam as referências no
trabalho escrito. Justificaram ressaltando que as referências podem auxiliar outras
pessoas em pesquisas posteriores, assim como validar a qualidade do trabalho
apresentado. Alguns alunos citaram, inclusive, a necessidade de assegurar os
direitos autorais das informações copiadas. Ademais, salientaram que os

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�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documento e Ciência da Informação – Florianópolis, SC, Brasil,
07 a 10 de julho de 2013

professores impõem a obrigatoriedade das referências no produto final das
pesquisas. Estes dados são bastante siginificativos, no entanto, um estudo mais
aprofundado deve ser feito para se verificar se, mesmo havendo citações e
referências, há cópia de textos sem discussão crítica, se as referências estão dentro
das normas padrões, entre outros, os quais não foram objetos desta pesquisa.
Desta forma, foi possível verificar que a pesquisa escolar realizada na
Biblioteca do IFAM Campus Manaus Zona Leste, faz-se, em sua maioria, por meio
da Internet sem, contudo, haver controle por parte dos profissionais da educação –
professores e bibliotecários. Verificou-se a necessidade, urgente, de planejamento
em conjunto, para elaboração de mecanismos, percursos e recursos para o
processo, a fim de garantir o sucesso da pesquisa escolar.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A pesquisa é a porta de entrada para o amadurecimento de ideias, discussão
de pensamentos e opiniões, assim como de construção e divulgação de
conhecimentos. Não há novos saberes sem pesquisa, sem indagações, sem
percurso de busca e recuperação de informações. A escola, neste contexto, deve
promover a iniciação científica de seus alunos por meio da pesquisa, possibilitanto o
contato com as fontes de informação e ferramentas de pesquisa, sem esquecer os
profissionais que dela participam (professores e bibliotecários).
Neste contexto, uma proposta imprescindível à melhoria do processo de
pesquisa nas bibliotecas escolares do IFAM, será o trabalho em conjunto entre os
bibliotecários e o quadro docente, bem como com a equipe pedagógica dos dez
Campi. Esta equipe multidisciplinar deve planejar, executar e avaliar as etapas do
processo de pesquisa, colaborando para a construção de alunos autônomos e
independentes na busca pelo conhecimento.
Ademais, é imprescindível que se faça alto investimento em acervo, nos mais
diversos formatos e suportes, e ferramentas de pesquisa, tais como catálogos online
e impresso, bases de dados, Internet com maior velocidade, entre outros. Tal
investimento tornará o espaço da Biblioteca atraente e propício ao processo de
pesquisa escolar.
Recomenda-se, ainda, que os assuntos a ser pesquisados possam estar
presentes na realidade dos alunos, contribuindo para que sejam interessantes aos

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�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documento e Ciência da Informação – Florianópolis, SC, Brasil,
07 a 10 de julho de 2013

estudantes e que possam envolvê-los da melhor forma, possibilitando o gosto pela
prática da pesquisa. A escolha do tema deve, portanto, abarcar os alunos,
permitindo que os mesmos façam parte do processo e construam suas próprias
indagações, sem esquecer, no entanto, o currículo escolar.
Desta forma, o êxito da pesquisa escolar depende da condução deste
processo, por uma equipe multi e interdisciplinar, composta por professores,
bibliotecários, pedagogos, que envolva os alunos e que possa aguçar o gosto pela
prática da pesquisa. São necessários empenho e dedicação por parte da equipe
pedagógica, contando com seus diversos atores, para que se construa um sólido
processo de pesquisa, engajando os alunos, tornando-o atraente e, sobretudo,
colaborando para a construção de novos conhecimentos.
REFERÊNCIAS
ABREU, Vera Lúcia Furst Gonçalves. Pesquisa escolar. In: CAMPELLO, Bernadete
Santos et al. A biblioteca escolar: temas para uma prática pedagógica. Belo
Horizonte, MG : Autêntica, 2008. p. 25 – 28.
CARVALHO, Maria da Conceição. Internet e pesquisa escolar. In: ______. A
biblioteca escolar: temas para uma prática pedagógica. Belo Horizonte, MG :
Autêntica, 2008. p. 33 – 36.
HOR, Paulo. Novas tecnologias em pesquisa quantitativa. In: PERDIGÃO, Dulce
Mantella; HERLINGER, Maximiliano; WHITE, Oriana Monarca (Org.). Teoria e
prática da pesquisa aplicada. Rio de Janeiro, RJ : Elsevier, 2012. p. 278 – 290.
KUHLTHAU, Carol. Como orientar a pesquisa escolar: estratégias para o
processo de aprendizagem. Belo Horizonte, MG : Autêntica, 2010.
MORO, Eliane Lourdes da Silva; ESTABEL, Lizandra Brasil. A pesquisa escolar
propiciando a integração dos atores – alunos, educadores e bibliotecários –
irradiando o benefício coletivo e a cidadania em um ambiente de aprendizagem
mediado por computador. Revista Renole. Rio Grande do Sul, v. 4, n. 1, 2004.
Disponível em: &lt;http://seer.ufrgs.br/renote/article/view/13662&gt;. Acesso em: 07 de jul.
2012, 14:33.
PIERUCCINI, Ivete. A busca do conhecimento na escola: a pesquisa escolar e a
construção do conhecimento. Salto para o Futuro. Rio de Janeiro, v. 15, 2008. p.
49 – 64. Disponível em:
&lt;http://tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/173714Aventura.pdf#page=49&gt; . Acesso em:
07 de jul. 2012, 17:30.
VIANNA, Márcia Milton. A internet na biblioteca escolar. In: CAMPELLO, Bernadete
Santos et al. A biblioteca escolar: temas para uma prática pedagógica. Belo
Horizonte, MG : Autêntica, 2008. p. 37 – 41.

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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Este trabalho busca caracterizar a pesquisa realizada na Biblioteca Escolar do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM), Campus Manaus Zona Leste (CMZL), a partir do olhar do usuário-aluno. Discute teoricamente a conceituação de pesquisa escolar e das ferramentas de pesquisa. Analisa as escolhas e preferências por determinadas ferramentas de pesquisa, a relação do usuário-aluno com o profissional bibliotecário no momento de suas pesquisas, assim como o uso das tecnologias midiáticas no processo de pesquisa escolar. Por fim, apresenta uma proposta de melhorias para a pesquisa escolar para as dez Bibliotecas Escolares do IFAM.</text>
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