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                  <text>Projeto PETI da Biblioteca Pública Municipal do Ipojuca - PE
Marcia Maria Rodrigues da Silva (PMI/SESC) - marcyynha@gmail.com
Ana Paula de Santana (Pref.Mun.do Ipojuca) - anapas1@yahoo.com.br
Natália Francisca Nascimento Silva (PMI) - natalianascimento7@hotmail.com
Resumo:
Este trabalho apresenta a experiência do Projeto PETI – Na Biblioteca, no município de
Ipojuca – Pernambuco, ação que visou o aumento do número de atendimento da biblioteca,
além de dinamizar o espaço, levando para crianças e adolescentes atendidos pelo
Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, a oportunidade de conhecer uma outra
faceta do espaço bibliotecas, com momentos lúdicos e atividades voltadas ao desenvolvimento
do gosto pela leitura.
Palavras-chave: Biblioteca Pública. Atividade Lúdica. Programa de Erradicação do Trabalho
Infantil.
Área temática: Bibliotecas Públicas

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�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Projeto PETI da Biblioteca Pública Municipal do Ipojuca - PE
Resumo:
Este trabalho apresenta a experiência do Projeto PETI – Na Biblioteca, no município de
Ipojuca – Pernambuco, ação que visou o aumento do número de atendimento da biblioteca,
além de dinamizar o espaço, levando para crianças e adolescentes atendidos pelo
Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, a oportunidade de conhecer uma outra
faceta do espaço bibliotecas, com momentos lúdicos e atividades voltadas ao
desenvolvimento do gosto pela leitura.

Palavras-chave: Biblioteca Pública. Atividade Lúdica. Programa de Erradicação do
Trabalho Infantil.
Área Temática: Bibliotecas Públicas
1 INTRODUÇÃO
A boa utilização da biblioteca constitui uma vertente imprescindível da educação. É
dever da biblioteca pública apresentar novas possibilidades de leitura, atuação e ação
educativa para seu público. As bibliotecas devem proporcionar o contato com a informação
e ideias fundamentais para sua clientela.
A biblioteca pública tem papel fundamental na vida da comunidade a qual pertence,
buscando oferecer serviços e produtos que influenciem os aspectos cultural e social além de
gerar possibilidades de mudança das realidades sociais com a prestação desses serviços.
No manifesto da UNESCO para as bibliotecas públicas sua primeira missão é “Criar e
fortalecer os hábitos de leitura nas crianças, desde a primeira infância. Além de estimular a
imaginação e criatividade das crianças e dos jovens.” Com estas importantes missões a
biblioteca pública tem como um de seus principais pilares de sustentação - as ações
culturais.
A Rede de Bibliotecas Públicas do Município de Ipojuca criada no ano de 2003 é
composta por uma biblioteca sede e outras 03 (três) distritais que desenvolvem desde sua
concepção ações culturais voltadas para todas as faixas etárias e públicos advindos da
comunidade circundante. Porém, no ano de 2011, foi observado que maior parte do público
frequentador das unidades era composto pela comunidade urbana, tendo em vista a grande
extensão rural do município, tornou-se óbvio a necessidade das bibliotecas fazerem-se
presentes também para este segmento social.

Neste trabalho trataremos da Biblioteca Pública Municipal Joaquim Nabuco,
localizada na sede do município e também unidade informacional sede da rede de
bibliotecas. A ela compete manter, conservar e desenvolver a memória cultural do
município, promovendo a divulgação da cultura e estimulando práticas leitoras.

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Uma das preocupações da Rede de Bibliotecas de Ipojuca é com a contribuição na
preparação de cidadãos capazes de participar de forma ativa dos processos de
desenvolvimento e modernização do mundo atual. Acreditamos que o caminho é oferecer
instruções básicas a respeito de seu município, de sua cidade, região e principalmente país.
Um pressuposto refere-se à significação de um ambiente cultural na formação do leitor.
Sabemos que a escola tem um plano fundamental no desenvolvimento do gosto pela leitura.
Ensinar a ler com prazer, para que cada indivíduo aprenda a tirar proveito pessoal da leitura,
para construção de uma nova visão de mundo.
Fala-se muito em cidadania, porém no momento de executar alguma atividade
relacionada à ela , as ações ficam no meio do caminho. Talvez isso se deva a dois fatos: a
complexidade do tema em questão ou a falta de coragem para enfrentar as dificuldades
advindas.
Segundo Marshall (1967), “a cidadania é um status concedido àqueles que são
membros integrais de uma comunidade”. Na Grécia antiga, ela era exercida por uma minoria
da população, pré-requisitos eram necessários para que as pessoas pudessem exercer
alguns direitos. Porém com o passar do tempo foi dado o direito civil e político a todos os
indivíduos membros de um estado que desempenha os deveres que nessa condição lhe são
atribuídos.
Existem três níveis de conquista da cidadania: a conquista de novos direitos, o
reconhecimento do direito de ter direitos (exclusão social), e o cumprimento dos direitos, das
leis estabelecidas e não observadas.
O fim da desigualdade, da exclusão social, depende de mudanças de padrões, da
construção de um novo tipo de cuidado com os indivíduos. Os avanços técnicos precisam
adaptar-se à realidade e às necessidades das novas sociedades. As bibliotecas públicas
devem estar preparadas para atender não só a demanda pelo conhecimento, mas
principalmente ter competência em diagnosticar e solucionar falhas informacionais, sendo
esta a forma pela qual conseguirá ocupar lugar de destaque diante da sociedade.
A atuação em projetos sociais foi o caminho escolhido pela Rede de Bibliotecas, para
se tornar uma instituição ativa e presente na transformação da realidade local da
comunidade a qual pertence. Buscou-se um meio de atingir públicos ainda inexistentes no
âmbito da biblioteca, crianças e adolescentes sem nenhum contato anterior com o mundo da
leitura, além de outras que tinham arraigadas a velha imagem de biblioteca como lugar
sisudo e morto.

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2. O PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL DO MUNICÍPIO DE
IPOJUCA
O PETI de Ipojuca conta com 59 núcleos, sendo 54 situados na área rural e 05 na
área urbana. Atendendo cerca de 2.300 crianças e adolescentes. O Programa é constituído
por 321 funcionários, sendo 117 educadores sociais, 101 merendeiras e 103 auxiliares de
serviços gerais. A coordenação do PETI é formada por uma coordenadora, 04 auxiliares
administrativos e 3 apoios pedagógicos. Em todos os núcleos do PETI, no ano de 2012,
foram desenvolvidas atividades desportivas, artísticas, cênicas, lúdicas e reforço escolar.
As atividades esportivas, as artes plásticas, cênicas e as apresentações culturais
foram inseridas dentro do contexto mais amplo do planejamento sócio-educativo,
consistindo em jogos desportivos, confecção de trabalhos artesanais, apresentação de
peças teatrais com temas folclóricos e uso de fantoches, danças regionais, entre outras. As
atividades lúdicas envolvem diversos tipos de brincadeiras e recreação. O reforço escolar
tem sido de grande importância para auxiliar no desempenho da aprendizagem das crianças
e adolescentes no ensino fundamental. Nos núcleos do PETI, a capacidade de ler e
escrever é enfatizada, tornando-se principais ações desenvolvidas nas atividades sócioeducativas do programa.
A parceria com a Biblioteca Pública Joaquim Nabuco buscou oferecer atividades
voltadas para as necessidades das crianças. O PETI é mais do que uma simples
transferência de renda e combate ao trabalho infantil, é, sobretudo, um programa preventivo
e proativo, centrado na defesa e afirmação dos direitos da criança e adolescente carente e
no desenvolvimento de suas capacidades e potencialidades, aspectos fundamentais para
elevar a sua qualidade de vida e redundar na melhoria das suas condições de existência.
Pensando em uma educação inovadora e construtivista, com foco no desenvolvimento
de habilidades e competências, busca-se a promoção da sociabilidade de cada um dos
educandos através da realização de atividades colaborativas.
O pensamento Freiriano indica que quando há uma troca social com outros indivíduos,
os conhecimentos individuais se somam e propiciam o surgimento de outros novos
aprendizados, valorizando o saber colaborativo. Para Paulo Freire “Ninguém educa
ninguém, ninguém educa a si mesmo. Os homens se educam entre si, mediatizados pelo
mundo. (FREIRE.2005.p.78)

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3. ATIVIDADES REALIZADAS NO PROJETO PETI NA BIBLIOTECA

3.1 Roda da Leitura
É um momento dinâmico em que os alunos interagem com livros e revistas e
socializam com os outros colegas. A atividade ocorrerá com diversas temáticas envolvendo
obras como Revistas em Quadrinhos, Literatura de Cordel, Literatura Juvenil, Literatura
Infantil, Contos e Poesias.
A Roda da Leitura tem como objetivo, mostrar ao aluno a diversidade Literária,
despertando o prazer pela leitura.No primeiro momento, os alunos serão apresentados e
incentivados ao desenvolvimento de leitura de revistas em quadrinhos, desenvolvendo o
hábito e gosto pela leitura.
3.2 Hora do Conto (contação de história, fantoche)
Contação de História é um momento de promoção da leitura, um encontro fantástico
que foca a leitura de forma prazerosa e encantadora. É sempre abordada como um objeto
de prazer e de educação, para despertar na criança o prazer pela leitura e dentro dela
descobrir novas informações, estimulando a criatividade e a imaginação.
A Contação de Histórias tem por objetivo de desenvolver nas crianças a capacidade
e a compreensão, com a certeza de tornar um sujeito leitor, crítico, autônomo e formador de
opinião. A biblioteca ainda dispunha de um acervo de fantoches onde as crianças eram
estimuladas a recontar as histórias como elas entendiam e conheciam a versão.
3.3 Sala de Vídeos
A utilização deste recurso pedagógico é de grande importância para a formação de
personalidade dos alunos, proporcionando uma nova maneira de olhar para o mundo,
construindo valores e permitindo o entendimento de outras realidades e de valorização de
cultura. Desenhos, filmes e documentários serão apresentados ao grupo para trabalhar um
tema específico pré-estabelecidos anteriormente. Ao fim de cada exibição, os alunos serão
estimulados a apresentarem um trabalho e/ou apresentação de sobre o tema ou
compartilhar sua experiência oralmente com o grupo. Durante o ano trabalhamos os
temas:cidadania, dia do livro, folguedos juninos, reciclagem, poluição, a escola que eu
quero, higiene, cuidados no transito, direito das crianças, importância da leitura além de
dinâmicas que mostravam a importância dos estudos na vida da criança.

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3.4 Jogos Educativos
Nos momentos de designados para jogos educativos, pensamos em realizar ações
onde os alunos podiam aprender brincando, tornando a aprendizagem mais compreensível
e de fácil entendimento. Trabalhou-se com materiais oriundos de sucata para mostrar a
importância da reciclagem e reaproveitamento de materiais.
O momento permitiu que os alunos interagissem com os jogos, despertando o
raciocínio lógico, comunicação, trabalho em equipe, coordenação motora, construção de
novos conhecimentos. A atividade seguia objetivos didáticos e sociais, com o
desenvolvimento de habilidade e competências específicas, permitindo ao orientador
observar e compreender o desenvolvimento sócio-interativo e sócio-cultural do grupo.
3.5 Trilha do Conhecimento
Dentro desta concepção, os alunos serão estimulados em jogos, estilo Gincana,
numa dinâmica de rodízio de perguntas e respostas, estimulando-os a pesquisar
informações, interagindo, quando necessário com as fontes de informações disponíveis na
biblioteca.
3.5.1 Metodologia
Os alunos serão divididos em equipe (a denominação das equipes é de livre escolha
dos alunos) e um representante de cada equipe será o volante móvel, cujo objetivo é
avançar na trilha de acordo com os acertos de respostas do resto de sua equipe, que
contará com os recursos da Biblioteca.
De acordo com um dado lançado, cada volante deverá avançar pela Trilha do
Conhecimento, sendo possível alcançar as seguintes áreas da trilha, no qual o volante será
submetido a perguntas, sendo possível à interação com sua equipe. Para cada categoria de
área alcançada, o volante escolherá um cartão Desafio:
 “Pense Rápido”: Para esta categoria de desafio, os alunos deverão
realizavam cálculos algébricos que os estimulem a resolver pequenos
problemas matemáticos.
 “O que é isso?”: Os alunos foram estimulados a interpretar o significado de
expressões e pesquisar o significado de palavras em Dicionários da Língua
Portuguesa e revistas.
 “Descubra por que”: Os alunos procediam pesquisando o significado de
fenômenos e ações políticas e sociais contemporâneas, incluindo utilizando
como recursos as revistas (Super Interessante), Jornais, Mapas Geográficos,
desenvolvendo habilidade e competências de pesquisa.

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3.6 Oficina de Construção: Faça Você Mesmo!
3.6.1 Origamis e Tangram
Os alunos serão estimulados no desenvolvimento de competências com atividades que
reforcem o conhecimento de formas geométricas, planas e sólidas com a construção de
Origamis e com o uso do Tangam.
3.6.2 Quebra-cabeça
Serão contempladas atividades com quebra-cabeças cujos temas estimulem o senso crítico
voltado para a preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
3.7 Lego
Também serão utilizados como recurso pedagógico de construção de conhecimento e
desenvolvimento de competências com kits LEGO para a construção de réplicas de objetos
tecnológicos, explorando conceitos de sentido de rotação e frequência de uma hélice na
turbina.
A metodologia aplicada busca o equilíbrio entre habilidade e desafio já que quando essa
proporção se dá de forma negativa, em que o desafio é maior que a habilidade, o resultado
gerado no aluno é a ansiedade, no caso oposto o resultado é o tédio. Por isso a importância
e cuidado durante todo o processo.O trabalho com Lego, além de todas essas
características, também visa à formação integral do aluno, conforme os quatro pilares de
aprendizagem sugeridos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência
e a Cultura- Unesco:
1- Aprender a conhecer: Quando através de situações-problema, estimula o aprendizado
de mobilizar recursos, tomar decisões e ativar sistemas mentais.
2- Aprender a fazer: Partindo da elaboração e desenvolvimento de projetos, incorporando
diversas habilidades e capacidades psicomotoras.
3- Aprender a conviver: Estimulando o grupo a trabalhar junto, proporcionados pela
necessidade do trabalho em equipe demandando cooperação para realização de uma
atividade coletiva.
4- Aprender a ser: Oportunizando ao grupo um meio de trabalhar qualidades pessoais
buscando desenvolver atitudes e habilidades intelectuais complexas.

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4 CONCLUSÃO
Ser um colaborador em trabalhos que visem minimizar prejuízos e exclusão de
populações carentes é abraçar seu papel de cidadão. Ação cultural não é uma atividade
possível de ser desenvolvida se a biblioteca não possuir um acervo onde determinadas
informações estejam disponíveis. Para cada atividade cultural é necessário que todos os
registros sobre o tema da ação sejam conhecidos. Como ação cultural e criatividade são
elementos que se integram, é requisito básico conhecer o que já foi criado numa tentativa de
encurtar o caminho entre o já visto e o novo.
A ação cultural deve mostrar para seu público todas as informações sobre o assunto
abordado, para que os envolvidos possam a partir daí dialogar obtendo suas próprias
conclusões sobre o tema apresentado. Podemos afirmar que a ação cultural tem início
determinado, mas não tem final determinado, pois cada indivíduo sai da atividade com um
pensamento final, cada indivíduo forma o seu banco de dados e assimila a ação de acordo
com sua bagagem cultural.
O grande desafio de trabalhar ação cultural na biblioteca é não contar com acervo
especializado na área. Para tanto, o grupo “Contadeiras de Qim Qim”, busca atualização
profissional em seminários, encontro de contadores, oficinas e eventos da área. A
importância de fazer um estudo prévio é o diferencial do grupo.
A ação cultural é uma atividade ligada intimamente com uma das principais funções
da biblioteca pública, a função cultural. É a atividade de cultura importante para o
desenvolvimento humano, proporcionando a ele interação com a sua comunidade, fazendo
com que o indivíduo atue no seu contexto e se torne parte do que é apresentado.
O desenvolvimento de ações culturais voltadas ao público específico do PETI teve
como principais resultados, o aumento de público leitor regular tanto na Biblioteca pública
onde maior parte das ações foram desenvolvidas quanto nas demais bibliotecas distritais,
além de relatos de educadores que atestaram o aumento na procura das crianças por suas
bibliotecas escolares. Alertando ainda para a necessidade de reciclagem dos responsáveis
por estes espaços informacionais integrados mais diretamente às escolas.
Portanto, a Biblioteca Pública ganha força de atuação quando trabalha em parceria e
desempenha sua missão provando que apesar das dificuldades é sempre possível realizar
ações prazerosas para pessoas de todas as idades.

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REFERÊNCIAS

BARBOSA, J.J. Alfabetização e leitura. São Paulo: Cortez, 1992.
BRANDÃO. A. C; ROSA, E. (Orgs.) Leitura e produção de textos na alfabetização. Belo
Horizonte: Autentica, 2005.
COELHO, Francisco Teixeira. O que é ação cultural. São Paulo: Brasiliense, 2001.
(Coleção primeiros passos; 216).

CUNHA, Vanda Angélica. Profissional da informação na biblioteca pública
contemporânea: o bibliotecário e a demanda por educação continuada. 2002. 191f.
Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Universidade Federal da Bahia –
Instituto de Ciência da Informação. Salvador, 2002.

FREIRE, P. Ação cultural para a liberdade: e outros escritos. 8. ed. Rio de Janeiro: Paz
e Terra, 1982. (O mundo hoje; 10).
_. Pedagogia do Oprimido. 48. ed. PAZ E TERRA. São Paulo. 2009
FLUSSER. Victor. A biblioteca como instrumento de ação cultural. In: CONGRESSO
BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 16., 1991, Salvador. Anais.
Salvador: Associação profissional dos bibliotecários do Estado da Bahia, 1991.
MARSHALL, T.H.Cidadania, classe social e stratus. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.
MILANESI, L. Ordenar para desordenar: centros de cultura e bibliotecas públicas.
São Paulo: Brasiliense, 1986.

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