<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="2173" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/2173?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-25T05:18:28-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="1255">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/8/2173/1283-1296-1-PB.pdf</src>
      <authentication>f40e0268ead8669182b4f0a86f39a9f4</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="26711">
                  <text>Mapeamento das ferramentas colaborativas das Bibliotecas
Públicas
Estaduais

Gabriela de Jesus Lauzana Almendra (UNIRIO) - gabrielaalmendra@gmail.com
Alberto Calil Junior (UNIRIO) - caliljr@gmail.com
Resumo:
Apresenta o mapeamento das ferramentas colaborativas das Bibliotecas Públicas
Estaduais no ciberespaço realizado entre os meses de agosto de 2011 e dezembro
de 2012. Indica as etapas utilizadas para fazer tal mapeamento. Constata a
existência de 26 Bibliotecas Públicas físicas através de pesquisas feitas em páginas
das Secretarias de Cultura e/ou Educação de cada estado. Estabelece quatro
categorias para identificar o status dos ambientes virtuais das unidades
informacionais: ambiente não-existente; informações dentro da Secretaria de
Cultura/Educação; ambiente dentro da Secretaria de Cultura/Educação e ambiente
próprio. Revela que as Bibliotecas Públicas Estaduais ainda não marcaram presença
no ciberespaço. Conclui que as BPEs vêm ocupando timidamente esses espaços,
bem como explorando pouco as possibilidades de interlocução e de mediação da
informação.
Palavras-chave: Biblioteca pública. Mídias sociais. Ciberespaço. Web 2.0.
Área temática: Bibliotecas Públicas

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Mapeamento das ferramentas colaborativas das Bibliotecas Públicas
Estaduais

Resumo:
Apresenta o mapeamento das ferramentas colaborativas das Bibliotecas Públicas
Estaduais no ciberespaço realizado entre os meses de agosto de 2011 e dezembro
de 2012. Indica as etapas utilizadas para fazer tal mapeamento. Constata a
existência de 26 Bibliotecas Públicas físicas através de pesquisas feitas em páginas
das Secretarias de Cultura e/ou Educação de cada estado. Estabelece quatro
categorias para identificar o status dos ambientes virtuais das unidades
informacionais: ambiente não-existente; informações dentro da Secretaria de
Cultura/Educação; ambiente dentro da Secretaria de Cultura/Educação e ambiente
próprio. Revela que as Bibliotecas Públicas Estaduais ainda não marcaram presença
no ciberespaço. Conclui que as BPEs vêm ocupando timidamente esses espaços,
bem como explorando pouco as possibilidades de interlocução e de mediação da
informação.
Palavras-chave: Biblioteca pública. Ferramenta colaborativa. Ciberespaço. Web
2.0.
Área temática: Temática IV: Bibliotecas Públicas.

1 INTRODUÇÃO
As modificações promovidas pela incorporação da web nos serviços
prestados pelas bibliotecas podem ser analisadas sob a perspectiva da quinta Lei de
Ranganathan (2009): a Biblioteca é um organismo em crescimento. A unidade de
informação vai além do aspecto material, de suas paredes e portas. Ademais,
vivenciamos, atualmente, o paradigma informacional, cuja principal característica se
baseia no compartilhamento de informações mediadas através da linguagem digital
(CASTELLS, 1999). Tendo como base o projeto “Bibliotecas e bibliotecários no
ciberespaço a construção da web 2.0”, em andamento, que promove uma
investigação em torno das relações que as bibliotecas, os bibliotecários e outros
atores ligados à Biblioteconomia brasileira vêm construindo com as novas
tecnologias da informação e da comunicação, em particular a web 2.0, alguns
questionamentos surgem: será que as Bibliotecas fazem uso dos dispositivos da
web 2.0?
A isso, adiciona-se a relevância de se estudar as Bibliotecas Públicas, uma
vez que seu conceito “baseia-se na igualdade de acesso para todos [...] e na

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

disponibilização à comunidade de todo o tipo de conhecimento” (FUNDAÇÃO
BIBLIOTECA NACIONAL, 2010). A partir das afirmações sobre o paradigma
informacional, a importância do papel das Bibliotecas Públicas na sociedade e o
projeto acima citado, originou-se o mapeamento das ferramentas colaborativas das
Bibliotecas Públicas estaduais.

2 OBJETIVOS
Os objetivos da pesquisa foram: fazer um mapeamento de Bibliotecas
Públicas Estaduais (BPEs) no ciberespaço além de identificar a utilização das
ferramentas colaborativas pelas Bibliotecas Públicas, apontando quais delas, tais
como RSS, Blogs, Wikis, Tagging, Twitter etc., são mais utilizadas por essas
instituições.

3 METODOLOGIA
Foi necessário organizar a pesquisa em algumas etapas. Ao longo dos meses
de agosto de 2011 a dezembro de 2012 as atividades executadas foram, a saber:
Levantamento Bibliográfico: foram pesquisados artigos nos principais periódicos da
área de Biblioteconomia e Ciência da Informação;
Mapeamentos dos Ambientes Virtuais das BPEs: a próxima atividade a ser feita foi o
mapeamento dos ambientes mencionados através de visitas constantes aos seus
ambientes virtuais. A opção de se trabalhar com as Bibliotecas Públicas Estaduais
surgiu da análise já realizada por Blattmann (2006). Para encontrar os ambientes
virtuais recorreu-se à pesquisa por palavra-chave no mecanismo de busca Google,
além da visita às páginas das Secretarias de Cultura e/ou Educação de cada estado,
num total de 26. Foram encontradas as seguintes bibliotecas: Biblioteca Pública
Estadual Adonay Barbosa dos Santos (Acre), Biblioteca Pública Estadual de
Alagoas, Biblioteca Pública Estadual Elcy Lacerda (Amapá), Biblioteca Pública do
Amazonas, Biblioteca Pública do Estado da Bahia, Biblioteca Governador Menezes
Pimentel (Ceará), Biblioteca Pública Estadual do Espírito Santo, Biblioteca Pública
Estadual Escritor Pio Vargas (Goiás), Biblioteca Pública Benedito Leite (Maranhão),

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Biblioteca Estadual Estevão de Mendonça (Mato Grosso), Biblioteca Pública
Estadual Dr. Isaías Paim (Mato Grosso do Sul), Biblioteca Pública Estadual Luiz de
Bessa (Minas Gerais), Biblioteca Pública Arthur Vianna (Pará), Biblioteca Estadual
Juarez da Gama Batista (Paraíba), Biblioteca Pública do Paraná, Biblioteca Estadual
de Pernambuco, Biblioteca Estadual Desembargador Cromwell Carvalho (Piauí),
Biblioteca Pública do Estado do Rio de Janeiro, Biblioteca Pública Câmara Cascudo
(Rio Grande do Norte), Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul,
Biblioteca Pública Estadual Dr. José Pontes Pinto (Rondônia), Biblioteca Pública do
Estado de Roraima, Biblioteca Pública de Santa Catarina, Biblioteca de São Paulo e
Biblioteca Pública do Estado Epifânio Dórea (Sergipe), Biblioteca Darcy Cardeal
(Tocantins), formando um total de 26 instituições. Tal atividade ocorreu entre os
meses de fevereiro a abril de 2012;
Verificação e visitas aos Ambientes Virtuais das Bibliotecas: posteriormente ao
mapeamento dos ambientes virtuais das Bibliotecas Públicas, durante os meses de
fevereiro a maio de 2012, foram feitas visitas aos ambientes virtuais dessas
unidades informacionais para ver se faziam ou não o uso das ferramentas
colaborativas;
Análise e Interpretação de Resultados: nesta etapa, que aconteceu nos meses de
março e maio de 2012, ocorreram a análise de todos os dados obtidos e a
interpretação dos resultados. Foi necessário criar categorias de classificação das
Bibliotecas Públicas no ciberespaço, além de averiguar quais ferramentas eram as
mais utilizadas por elas.

4 RESULTADOS
Antes de fazer o mapeamento das ferramentas 2.0 nas BPEs, é preciso
pesquisar se estas estão presentes no ciberespaço. Como mostrado anteriormente,
encontramos os ambientes virtuais das Bibliotecas Públicas Estaduais por meio de
pesquisa por palavra-chave no mecanismo de busca Google, além de visitar as
páginas das Secretarias de Cultura e/ou Educação de cada estado. O total de
Bibliotecas encontradas é de 26. Para trabalharmos com dados sólidos, adotamos a
estratégia de capturar as telas tanto das Bibliotecas como do caminho que é

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

necessário fazer dentro da página do governo de cada estado para encontrar a
unidade informacional. Tal prática se coloca como importante nas pesquisas com
ambientes virtuais, tendo em vista que a efemeridade destas podem passar por
modificações, problemas técnicos ou até mesmo serem retiradas do ciberespaço a
qualquer momento. Após capturar as telas, sentimos a necessidade de criar
algumas categorias que identificassem o status dos ambientes virtuais dessas
unidades informacionais no ciberespaço. Foram elas:
Ambiente não-existente: a Biblioteca não possui ambiente virtual no ciberespaço e
não há nenhuma informação sobre ela na Secretaria de Cultura/Educação;
Informações dentro da Secretaria de Cultura/Educação: é possível encontrar
informações básicas sobre a Biblioteca, como histórico, horário de funcionamento,
localização e acervo, dentro da Secretaria de Cultura/Educação do estado a que
pertence;
Ambiente dentro da Secretaria de Cultura/Educação: consegue-se chegar a ele a
partir do ambiente virtual do governo do estado;
Ambiente próprio: através de outros caminhos, como a procura através do
mecanismo de busca Google, é possível encontrá-lo ou o link presente na Secretaria
de Cultura/Educação leva a outro ambiente.
De acordo com o levantamento, dessas 26 BPEs, 9 não possuem ambiente virtual, 8
possuem informações dentro da Secretaria de Cultura/Educação, 2 possuem
ambiente dentro da Secretaria de Cultura/Educação e 8 possuem ambiente próprio.
Como algumas BPEs se encaixam em mais de uma categoria, elas aparecem
repetidas na contagem. Esses resultados são ilustrados nos quadros a seguir,
separados por Unidades da Federação:

UF

GO

Quadro 1 – Bibliotecas Públicas Estaduais da Região Centro-Oeste
Ambiente Informações
Ambiente dentro Ambiente
nãodentro da Sec. da
Sec.
de próprio
existente de Cult./ Educ.
Cult./Educ.
x

MT
MS

x
x

Fonte: adaptado das visitas às páginas das Secretarias de Cultura/Educação (2012)

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

UF

Quadro 2 – Bibliotecas Públicas Estaduais da Região Sudeste
Ambiente
Informações
Ambiente
Ambiente
nãodentro da Sec. dentro da Sec. próprio
existente
de Cult./ Educ.
de Cult./Educ.

ES

x

MG

x

RJ

x

x

SP

x

Fonte: adaptado das visitas às páginas das Secretarias de Cultura/Educação (2012)

UF

Quadro 3 – Bibliotecas Públicas Estaduais da Região Sul
Ambiente
Informações Ambiente dentro da Ambiente
nãodentro
da Sec. de Cult./Educ.
próprio
Sec.
de
existente
Cult./ Educ.

PR

x

RS

x

SC

x

Fonte: adaptado das visitas às páginas das Secretarias de Cultura/Educação (2012)

UF

Quadro 4 – Bibliotecas Públicas Estaduais da Região Nordeste
Ambiente Informações
Ambiente dentro Ambiente
nãodentro da Sec. da
Sec.
de próprio
existente de Cult./ Educ.
Cult./Educ.

AL

x

BA

x

CE

x

MA
PB

x
x

PE
PI

x
x

RN
SE

x
x

Fonte: adaptado das visitas às páginas das Secretarias de Cultura/Educação (2012)

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

UF

Quadro 5 – Bibliotecas Públicas Estaduais da Região Norte
Ambiente
Informações
Ambiente
dentro Ambiente
nãodentro
da da
Sec.
de próprio
Sec. de Cult./ Cult./Educ.
existente
Educ.

AC

x

AP

x

AM

x

PA

x

RO

x

RR

x

TO

x

Fonte: adaptado das visitas às páginas das Secretarias de Cultura/Educação (2012)

O número total de ambientes das Bibliotecas excede 1 porque a Biblioteca do
Espírito Santo possui tanto Informações na Secretaria de Cultura/Educação quanto
ambiente próprio.
Em seguida, foi mapeada a presença das ferramentas 2.0 nessas instituições.
Na região Centro-Oeste, nenhuma BPE faz uso de tais ferramentas. Já nas regiões
Nordeste, Sudeste e Sul, 2 Bibliotecas de cada região utilizam ferramentas 2.0: a
Biblioteca Pública do Estado da Bahia, Câmara Cascudo (RN), Biblioteca Pública
Estadual do Espírito Santo, Biblioteca de São Paulo, Biblioteca Pública do Estado
do Rio Grande do Sul e Biblioteca Pública de Santa Catarina, respectivamente. Na
região Norte, somente a Biblioteca Arthur Vianna utiliza alguma dessas ferramentas.
Com isso, temos um total de 7 instituições que fazem uso das ferramentas
colaborativas.
Finalmente, pudemos realizar o mapeamento das ferramentas 2.0 que são
mais utilizadas pelas instituições. De acordo com o que vemos na tabela a seguir:
Quadro 6: Utilização das ferramentas 2.0 pelas Bibliotecas Públicas Estaduais
Ferramentas colaborativas
Utilização
BPE da BA
Ferramentas de Redes Sociais na Internet
Biblioteca de São Paulo

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

BPE do Rio Grande do Sul
BPE da BA
Câmara Cascudo (RN)
Blogs
Arthur Vianna (PA)
Biblioteca de São Paulo
BPE da BA
Streaming Media
BPE do Espírito Santo
Serviços de alerta / RSS

Biblioteca de São Paulo
BPE de Santa Catarina

Outras Ferramentas Colaborativas

-

Fonte: os autores

Os blogs são a ferramenta mais utilizada pelas Bibliotecas Públicas
Estaduais. Logo em seguida são as ferramentas de Redes Sociais juntamente com
os Serviços de alerta/RSS. Em último lugar, apenas a Biblioteca Pública do Estado
da Bahia faz uso do streaming media. Um fato interessante que surgiu no
mapeamento foi a presença da Biblioteca Epifânio Dórea (SE) em uma das
ferramentas de Rede Social. Contudo, não consta essa informação nem no site da
própria instituição, nem a página da Secretaria de Cultura. Ou seja, o usuário
necessita procurar primeiramente na referida Rede Social pela presença da
Biblioteca ao invés da instituição ser clara e mostrar onde ela se faz presente.
Através do mapeamento, conseguimos chegar a algumas conclusões:
De acordo com a análise de Blattmann (2006), 16 Bibliotecas Públicas possuíam
uma página na internet. Segundo o nosso mapeamento e as categorias que
elaboramos, esse número cai para 9 instituições;
Dessas 11 unidades informacionais, somente 7 fazem uso de alguma ferramenta
colaborativa. Com o acesso à internet crescendo – segundo dados do Ibope Nielsen
online (O GLOBO, 2012), são quase 80% dos brasileiros conectados – as
Bibliotecas precisam estar onde seus usuários estão. Portanto, é possível
encontrarmos contradição existente entre o número substancial e significativo de

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

brasileiros presentes nas redes sociais no ciberespaço contra a pequena inserção
das bibliotecas nesse ambiente;
Encontrar as Bibliotecas nas páginas dos governos não foi simples. Foi necessário
passar por vários links até chegar a elas. Cabe ressaltar que nem todas as
Secretarias possuem informações e/ou links sobre as BPEs.

5 CONCLUSÃO
Nos últimos cinco anos, temos assistido a crescente penetração da internet
no cotidiano de milhões de brasileiros. Leitura de jornais, acesso a portais de
comunicação, compras on-line, matrículas em escolas públicas, operações
bancárias, ensino a distância são apenas alguns dos exemplos de práticas sociais
que acontecem também no ciberespaço e que movem milhões de internautas.
Segundo dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br (PESQUISA, 2011),
entre os anos de 2009 e 2010, a proporção de lares conectados à internet passou de
24% para 27%, o que sinaliza na direção do crescimento desse acesso, mesmo que
ainda restrito a algumas camadas da população.
Nesse contexto, torna-se importante que as Bibliotecas Públicas estejam
inseridas nesse universo, ou seja, no ciberespaço. Dessa forma, o presente
subprojeto teve como a realização de uma análise quantitativa a fim de fornecer
subsídios para futuras investigações, de cunho qualitativo, sobre a relação entre as
Bibliotecas Públicas e as tecnologias da informação e da comunicação, em
particular, as ferramentas colaborativas.
A pesquisa realizada até o momento sinaliza que as Bibliotecas Públicas
Estaduais ainda não marcaram presença no ciberespaço. O mapeamento mostra
que as BPEs vêm ocupando timidamente esses espaços, bem como explorando
pouco as possibilidades de interlocução e de mediação da informação. Nesse
sentido, conforme colocado, é importante que se realizem novos estudos sobre a
relação entre as BPEs e as TICs.

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

REFERÊNCIAS
BRASILEIROS com acesso à internet já são quase 80 milhões. O Globo. Rio de
Janeiro, 10 abr. 2012. Disponível em: http://oglobo.globo.com/tecnologia/brasileiroscom-acesso-internet-ja-sao-quase-80-milhoes-4609514. Acesso em: 06 maio 2012.
BLATTMANN, Ursula; FRAGOSO, Graça Maria; VIAPIANA, Noeli. Bibliotecas
Públicas Estaduais Brasileiras na Internet. Revista ACB Biblioteconomia em Santa
Catarina, Florianópolis, v. 11, n. 2, p.315-332,ago./ dez. 2006;
BLATTMANN, Ursula; SILVA, Fabiano Couto Correa. Colaboração e Integração na
web 2.0 e Biblioteca 2.0. Revista ACB Biblioteconomia em Santa Catarina,
Florianópolis, v. 12, n. 2, p.191-215, jul./ dez. 2007;
BRITO, Jorgivânia Lopes; SILVA, Patrícia Maria. A biblioteca 2.0 e suas ferramentas
de colaboração e interação: como aplicá-las no fazer bibliotecário? Biblionline, João
Pessoa, v.6, n.1, p.149-159, 2010;
CASTELLS, Manuel. O prólogo: a rede e o ser. In:____. A sociedade em rede. 8
ed. rev. e ampl. v 1. São Paulo: Paz e Terra, 1999;
CASEY, Michael E. Library 2.0: service for the next-genaration library. Library
Journal, [s.l.], set. 2006;
DODEBEI, Vera; GOUVEIA, Inês. Memória do futuro no ciberespaço: entre lembrar e
esquecer. DataGramaZero-Revista de Ciência da Informação, v.9, n.5, out. 2008;
FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Biblioteca Pública: princípios e diretrizes. 2
ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional: Sistema Nacional de
Bibliotecas Públicas, 2010. 173 p. (Documentos Técnicos, 6)
GRACIOSO, Luciana de Souza. Biblioteca, web 2.0, biblioteca 2.0. In: SEMINÁRIO
INTERNACIONAL DE BIBLIOTECAS DIGITAIS. 1, São Paulo, 2007. Anais... São
Paulo: UNICAMP, 2007;
IFLA. Manifesto da IFLA/UNESCO sobre bibliotecas públicas. [S.l.]: IFLA. Disponível
em: &lt; http://archive.ifla.org/VII/s8/unesco/port.htm&gt;. Acesso em: 4 out. 2011;
MANESS, Jack M. Teoria da biblioteca 2.0: web 2.0 e suas implicações para as
bibliotecas. Inf. &amp; Soc.: Est. , João Pessoa, v.17, n.1, p.43 – 51, jan./abr. 2007;
MIRANDA, Antonio. A missão da biblioteca pública no Brasil. Revista de
Biblioteconomia de Brasília, v. 6, n. 1, jan./jun. 1978, p. 69-75. Disponível em :
&lt;http://repositorio.bce.unb.br/handle/10482/594&gt;. Acesso em: 4 out. 2011;
PESQUISA sobre o uso das tecnologias de informação e de comunicação no Brasil :
TIC domicílios e TIC empresas 2010. São Paulo : Comitê Gestor da Internet no
Brasil, 2011.

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

SUAIDEN, Emir José. A biblioteca pública no contexto da sociedade da informação.
Ciência da Informação, Brasília, v.29, p. 52-60, maio/ago., 2000. Disponível em: &lt;
http://www.scielo.br/pdf/ci/v29n2/a07v29n2.pdf&gt;. Acesso em: 4 out. 2011.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="8">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7176">
                <text>CBBD - Edição: 25 - Ano: 2013 (Florianópolis/SC)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7177">
                <text>Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7178">
                <text>7-10 de Julho de 2013</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8556">
                <text>Florianópolis/SC</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="26703">
              <text>Mapeamento das ferramentas colaborativas das Bibliotecas PúblicasEstaduais</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="26704">
              <text>Gabriela de Jesus Lauzana</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="26705">
              <text>Alberto Calil Junior</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="26706">
              <text>Florianópolis (Santa Catarina)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="26707">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="26708">
              <text>2013</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="26710">
              <text>Apresenta o mapeamento das ferramentas colaborativas das Bibliotecas PúblicasEstaduais no ciberespaço realizado entre os meses de agosto de 2011 e dezembrode 2012. Indica as etapas utilizadas para fazer tal mapeamento. Constata aexistência de 26 Bibliotecas Públicas físicas através de pesquisas feitas em páginasdas Secretarias de Cultura e/ou Educação de cada estado. Estabelece quatrocategorias para identificar o status dos ambientes virtuais das unidadesinformacionais: ambiente não-existente; informações dentro da Secretaria deCultura/Educação; ambiente dentro da Secretaria de Cultura/Educação e ambientepróprio. Revela que as Bibliotecas Públicas Estaduais ainda não marcaram presençano ciberespaço. Conclui que as BPEs vêm ocupando timidamente esses espaços,bem como explorando pouco as possibilidades de interlocução e de mediação dainformação. </text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="66136">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="2">
      <name>cbbd2013</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
