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                  <text>Navegação Social em websites de bibliotecas digitais: um
diferencial a ser agregado

Bruna Laís Campos do Nascimento (UFRN) - brunalays2009@hotmail.com
Carla Beatriz Marques Felipe (UFRN) - kbeatriz_13@hotmail.com
Jacqueline Ap. Souza (UFRN) - jackebci@gmail.com
Malkene Wytiza Freire e Medeiros Noronha (UFRN) - malw8@hotmail.com
Patrícia Severiano Barbosa de Souza (UFRN) - patricias_barbosa@hotmail.com
Resumo:
Apresenta a aplicabilidade da Navegação Social em websites de bibliotecas digitais, enfocando
suas principais vantagens. Objetiva mostrar como a navegação social pode contribuir para a
usabilidade de websites de bibliotecas digitais e como esta pode auxiliar os usuários no
momento das pesquisas e/ou estudos. Relata a importância de se fazer um estudo a respeito
do comportamento informacional no âmbito digital. Conceitua a Navegação Social, enfatiza
suas principais vantagens e exemplifica-a. Analisa como a Navegação Social pode ser utilizada
em websites de bibliotecas digitais e apresenta como esta pode auxiliar os usuários no
momento da busca. Utilizou-se como metodologia a revisão de literatura acerca da temática
em questão. Considera-se ao final da análise que, a disponibilização destes serviços em
websites proporcionará as bibliotecas digitais o oferecimento de um serviço atrativo, com
informação de valor agregado.
Palavras-chave: Biblioteca Digital. Navegação Social. Necessidade de Informação
Área temática: Temática I: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis,
SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

Navegação Social em websites de bibliotecas digitais: um diferencial a
ser agregado
Temática I: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente

1 INTRODUÇÃO

No mundo globalizado há um excesso de informação disponibilizada por toda
parte, impedindo o usuário de encontrá-la de forma rápida e precisa. Neste contexto
é necessário que estas informações estejam armazenadas de forma adequada e
tratadas no âmbito descritivo e temático, desta forma surgem às bibliotecas digitais e
mecanismos que auxiliam nas buscas.
Assim a presente pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de mostrar como a
Navegação Social pode contribuir para a usabilidade de websites de bibliotecas
digitais e como pode auxiliar os usuários no momento da pesquisa e estudo.
Com o avanço das tecnologias o número de informações circulando no
mundo aumentou, principalmente com o advento da internet. Assim tornou-se
necessário criar mecanismos que facilitasse a chegada das informações ao usuário,
de modo a atender suas reais necessidades. Line (1974 apud REIS, 2007) conceitua
necessidade como a informação que um indivíduo precisa ter, ou ainda, algo que irá
favorecer sua pesquisa.
Para saber como atender a necessidade informacional do usuário e como a
informação deve ser transmitida via internet é necessário um estudo. “Como não é
possível imaginar toda e qualquer necessidade dos usuários ao acessarem um
website, é melhor perguntar a eles do que eles precisam.” (AMSTEL, 2004).
Atualmente, os estudos centrados no usuário têm novas abordagens, dinamizando a
forma como o profissional da informação conheça o comportamento dos usuários.
Neste sentido, estudar o comportamento informacional é de suma importância
para as unidades de informação, pois permitirá descobrir qual a melhor forma de
fornecer fontes de informação e de pesquisa para o usuário. Conforme Silveira e
Oddone (2007) comportamento informacional é todo comportamento humano
relacionado às fontes e canais de informação, incluindo a busca ativa e passiva, bem
como o uso da informação.
O comportamento informacional engloba a Interação do usuário com o
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ambiente virtual, pois sempre há uma troca entre eles. Cabe ao profissional da
informação estudar e entender de qual forma a informação no website irá interagir
com o usuário através da arquitetura do site, e se este site conseguirá atingir seus
objetivos.
No contexto que atualmente está sendo utilizado o ambiente web se faz
necessário, utilizar estratégias que melhor se adequem às necessidades dos
usuários. Neste sentido, uma das práticas que está sendo utilizada atualmente é a
Navegação Social, a qual surge como um sistema de navegação avançado que
indica o comportamento de outros usuários diante do uso de determinado site.
Rosenfeld e Morville (2002 apud REIS, 2007) definem como Navegação Social, o
valor derivado da observação da navegação de outros usuários. A idéia consiste em
apresentar para um usuário o que outros usuários com os mesmos interesses
encontraram ao navegar pelo website. De acordo com Agner (2009) a Navegação
Social constrói valor para o usuário a partir da observação de outros.
Este modelo de navegação está sendo utilizado por vários websites, sendo
que o exemplo mais conhecido de navegação social está no filtro colaborativo da
Livraria Virtual Amazon (www.amazon.com). Neste site cada página que detalha um
produto, abaixo possui uma lista de links, a qual é chamada de “Customers who
bought this also bought”, que quer dizer, “clientes que compraram este produto
também compraram estes”. Nessa lista são apresentados os produtos que
interessaram também a outros usuários. Neste contexto, pode-se perceber o real
papel da Navegação Social, que é apresentar a determinado usuário que procura um
produto, outros produtos que outro usuário na mesma situação adquiriu. Em outras
palavras, consiste em mostrar o comportamento de outros usuários diante do uso do
website.
A navegação social tem grande valor porque cria correlações
entre os conteúdos baseadas nos interesses dos usuários e
não nas suposições do arquiteto de informação. Por isso é uma
boa ferramenta para superar as dificuldades do projeto do
sistema de navegação, especialmente para se melhorar a
contextualização. [..] o caminho construtivista de um usuário
resulta uma padronização que pode ser compartilhada para
auxiliar outros usuários em seus processos de busca de
informação. (REIS, 2007, p. 94)

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SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

Mediante tais considerações percebe-se que a Navegação Social é um
mecanismo bastante interessante, e que pode ser aplicado em websites de
bibliotecas digitais, com vistas a facilitar para o usuário o compartilhamento de
informações referentes a outros usuários, como também auxiliá-lo na busca de
outras informações que lhes sejam pertinentes. As bibliotecas digitais são
importantes fontes de informação tanto para as universidades quanto para a
sociedade em geral, e pode e deve ser considerada ferramenta essencial de
possibilidade de acesso à informação no ponto de vista do novo paradigma da
Ciência da Informação – fundamentado no acesso (DIAS, 2002).
Ao criar websites de bibliotecas digitais é preciso que haja uma grande
preocupação com a arquitetura da informação e implementação de seus elementos,
pois esses irão garantir que a arquitetura do conteúdo informacional seja
plenamente organizada e estruturada de modo a facilitar a navegação e o acesso a
informação por parte dos usuários. Para a elaboração do website é necessário que
se utilize um sistema de navegação simples, pois é a forma de interação do usuário
com o conteúdo informacional disposto no site.
A Navegação Social quando aplicada aos websites das bibliotecas digitais é
um mecanismo bastante conveniente aos usuários durante a pesquisa informacional,
pois auxilia na usabilidade do website, como também, contribui para pesquisas,
estudos, etc. que serão feitas por esses. Exemplificando, ao adotar esse sistema de
navegação nos websites das bibliotecas digitais, quando o usuário efetuar uma
pesquisa referente a determinado assunto, aparecerá uma lista com materiais que
outros usuários ao pesquisar o assunto em foco também adotaram como parte da
pesquisa realizada. Desta forma, é possível contribuir de maneira efetiva para
pesquisas futuras evitando a repetência e referenciando informações anteriormente
pesquisadas, otimizando assim a pesquisa de maneira satisfatória e dinâmica.

2 MATERIAIS E MÉTODOS

A metodologia empregada para o desenvolvimento desta pesquisa está
alicerçada na revisão de literatura acerca das seguintes temáticas: Comportamento
Informacional, Arquitetura da Informação e Navegação Social.

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SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

As ferramentas tecnológicas utilizadas nas unidades de informação são
excelentes recursos para uma melhor interação e comunicação com os seus
usuários. Desta forma, faz-se necessário que estas unidades explorem ao máximo
as ferramentas com vistas a facilitar a comunicação entre o usuário e a biblioteca.
Uma maneira bastante inteligente de se utilizar os recursos da arquitetura da
informação é fazer uso do sistema de navegação avançada, Navegação Social, em
websites de bibliotecas digitais. Esta dinâmica de uso e aplicabilidade apresenta
resultados anteriormente pesquisados por usuários, que fizeram uso da mesma
busca a qual está sendo realizada.
Após os estudos realizados percebeu-se o quanto pode ser atrativo oferecer
esta estratégia nos websites das bibliotecas digitais, pois esse proporcionará uma
melhor usabilidade do site, oferecendo um serviço atrativo aos seus clientes, como
também disponibilizando informação com valor agregado.

REFERÊNCIAS

AGNER, Luiz. Ergodesign e arquitetura de informação: trabalhando com o
usuário. 2. ed. Rio de Janeiro: Quartet, 2009.
AMSTEL, Frederick Van. Design Centrado no Usuário para o Website da
Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2004. Disponível em:
&lt;http://usabilidoido.com.br/arquivos/projeto_tcc_portal_ufpr.doc&gt;. Acesso em: 30
nov. 2012.
DIAS, Eduardo Wense. O específico da ciência da informação. In: AQUINO, Mirian
de Albuquerque (Org.). O campo da ciência da informação: gênese, conexões e
especificidades. João Pessoa, PB: Universitária, 2002. p. 87-99.
REIS, Guilhermo Almeida dos. Centrando a arquitetura de informação no
usuário. 2007. 250 p. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) –
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007.
SILVEIRA, Martha Martínez; ODDONE, Nanci. Necessidades e comportamento
informacional: conceituação e modelos. Revista Ciência da Informação, Brasília, v.
36, n. 2, maio/ago. 2007. Disponível em:
&lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S010019652007000200012&gt;. Acesso em: 3 dez. 2012.

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