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                  <text>Proposta de instrumento para avaliação de BDTD e sua aplicação à
BDTD/UFSCar

Ronildo Santos Prado (UFSCar) - ronildo.prado@gmail.com
Roniberto Morato do Amaral (UFSCar) - roniberto@nit.ufscar.br
Leandro Innocentini Lopes de Faria (UFSCar) - leandro@ufscar.br
Resumo:
Esta pesquisa traz uma contribuição para as universidades e bibliotecas visando o
aperfeiçoamento das bibliotecas digitais, aprimorando-as para que possa beneficiar seus
usuários, auxiliando-os a encontrarem os documentos necessários para o desenvolvimento de
suas pesquisas. O objetivo principal é avaliar a Biblioteca Digital
de Teses e Dissertações da UFSCar – BDTD/UFSCar, no sentido de entender
conceitos teóricos de um modelo ideal de biblioteca digital em comparação com o
modelo implantado na UFSCar. A metodologia utilizada é a investigação em
documentos científicos para identificar critérios de avaliação aliado ao entendimento
das propriedades e realidade existente naquela BDTD. As áreas de Biblioteconomia
e Ciência da Informação aliada à Ciência da Computação estão entre as principais
que atuam neste contexto, além da área de Gestão que possui ferramentas para
planejamento e avaliação e podem auxiliar as bibliotecas digitais e seus
administradores no sentido de aprimorá-las. O Instituto Brasileiro de Informação em
Ciência e Tecnologia – IBICT ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia é o órgão
fomentador no Brasil dos sistemas de acesso aberto e consequentemente dentro
desta filosofia incentiva e auxilia financeiramente às instituições de ensino e
pesquisa a implantar suas bibliotecas digitais. A UFSCar e a sua Biblioteca
Comunitária encamparam esta ideia no ano de 2004 e vêm mantendo o sistema em
funcionamento deste esta época. Os resultados encontrados remetem ao
entendimento de que a BDTD/UFSCar possui os requisitos mínimos para seu
funcionamento, porém, foram detectados pontos em que podem ocorrer intervenções, criando
novas possibilidades para melhorar o sistema.
Palavras-chave: Bibliotecas digitais.
informação.

Avaliação.

Serviços

de

informação.

Gestão

Área temática: Temática I: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

da

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Proposta de instrumento para avaliação de BDTD e sua aplicação à
BDTD/UFSCar
Resumo:
Esta pesquisa traz uma contribuição para as universidades e bibliotecas visando o
aperfeiçoamento das bibliotecas digitais, aprimorando-as para que possa beneficiar
seus usuários, auxiliando-os a encontrarem os documentos necessários para o
desenvolvimento de suas pesquisas. O objetivo principal é avaliar a Biblioteca Digital
de Teses e Dissertações da UFSCar – BDTD/UFSCar, no sentido de entender
conceitos teóricos de um modelo ideal de biblioteca digital em comparação com o
modelo implantado na UFSCar. A metodologia utilizada é a investigação em
documentos científicos para identificar critérios de avaliação aliado ao entendimento
das propriedades e realidade existente naquela BDTD. As áreas de Biblioteconomia
e Ciência da Informação aliada à Ciência da Computação estão entre as principais
que atuam neste contexto, além da área de Gestão que possui ferramentas para
planejamento e avaliação e podem auxiliar as bibliotecas digitais e seus
administradores no sentido de aprimorá-las. O Instituto Brasileiro de Informação em
Ciência e Tecnologia – IBICT ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia é o órgão
fomentador no Brasil dos sistemas de acesso aberto e consequentemente dentro
desta filosofia incentiva e auxilia financeiramente às instituições de ensino e
pesquisa a implantar suas bibliotecas digitais. A UFSCar e a sua Biblioteca
Comunitária encamparam esta ideia no ano de 2004 e vêm mantendo o sistema em
funcionamento deste esta época. Os resultados encontrados remetem ao
entendimento de que a BDTD/UFSCar possui os requisitos mínimos para seu
funcionamento, porém, foram detectados pontos em que podem ocorrer
intervenções, criando novas possibilidades para melhorar o sistema.
Palavras-chave: Bibliotecas digitais. Avaliação. Serviços de informação. Gestão da
informação.
Área Temática: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente.

1 INTRODUÇÃO

A evolução da internet e das ferramentas tecnológicas permitem novas
formas de interação entre as pessoas, sendo que podemos perceber isto no
crescimento das redes sociais, na evolução da internet com o surgimento da web 2.0
e seus conceitos de “computação em nuvem”, criação de blogs, a ferramenta wiki,
entre outros.
As Bibliotecas, como é o caso da Biblioteca Comunitária da Universidade
Federal de São Carlos – BCo/UFSCar, estão inseridas neste novo contexto, e
passaram por mudanças significativas na oferta de seus produtos e serviços,
implementando as bibliotecas digitais, como aquela que é nosso objeto de estudo, a
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFSCar – BDTD/UFSCar.

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A criação da BDTD/UFSCar visa atender a preservação do conhecimento, a
divulgação científica, o acesso aberto, a recuperação da informação de forma rápida
e eficiente, da produção (teses e dissertações) originária das pesquisas nos diversos
cursos de pós-graduação da UFSCar.
Esta pesquisa tem como objetivo principal avaliar as bibliotecas digitais, mais
especificamente a BDTD/UFSCar, em comparação com um modelo de BD ideal
identificado a partir de um referencial teórico. A intenção é que o conhecimento
gerado nesta pesquisa possa permitir aos gestores da unidade estudada identificar
possíveis correções na manutenção e melhoria dessa BD, otimizando seu bom
funcionamento.

2 ABORDAGEM E MÉTODO DE PESQUISA

Esta pesquisa utiliza a metodologia de estudo de caso descritivo possuindo
como objeto de estudo a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFSCar –
BDTD/UFSCar na qual serão aplicados elementos da teoria para sua avaliação a
partir de critérios oriundos de fontes de informação científica, visando sua melhoria e
adequação com o modelo teórico proposto, pois, como afirma Yin (2005) utiliza-se o
estudo de caso como estratégia de pesquisa contribuindo para o conhecimento
acerca de fenômenos individuais, organizacionais, sociais, políticos e de grupos,
sendo que o foco desta pesquisa está em um estudo organizacional.
Conferimos abaixo uma definição para estudo de caso.
... a essência de um estudo de caso, a principal tendência em todos os tipos
de estudo de caso, é que ela tenta esclarecer uma decisão ou um conjunto
de decisões: o motivo pelo qual foram tomadas, como foram implementadas
e com quais resultados. (Schramm, 1971 apud Yin 2005).

Neste estudo pretende-se identificar e analisar na Biblioteca Digital de Teses
e Dissertações da UFSCar – BDTD/UFSCar quais os resultados alcançados por ela,
buscando entender como aprimorá-la a partir da comparação com o modelo teórico
estudado.
Outra característica da pesquisa é ser teórico-aplicada já que se pretende a
partir dos conceitos e critérios identificados visualizar um modelo teórico ideal para
compará-lo com o modelo implantado atual. Pelas características percebemos

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também que deve ser entendida como uma pesquisa qualitativa, já que trabalha
identificando relações entre o modelo teórico e o prático, não se preocupando com a
quantificação de dados ou de questionamentos, mas, fazendo comparações para
identificar as propriedades e dimensões dos questionamentos que forem levantados.
Refletindo sobre este tema é importante entendermos que,
... usamos comparações teóricas na análise para os mesmos fins que
usamos na vida diária. Quando ficamos confusos ou atrapalhados com o
significado de um incidente ou evento em nossos dados, ou quando
queremos pensar sobre um fato ou objeto de formas diferentes (leque de
possíveis significados), voltamo-nos para as comparações teóricas. O uso
de comparações dá origem a propriedades, que, por sua vez, podem ser
usadas para examinar o incidente ou objeto nos dados. Os incidentes, os
objetos ou as ações específicos que usamos ao fazer nossas comparações
teóricas podem ser derivados da literatura ou da experiência. Não significa
que usamos experiência ou literatura como dados, mas sim, que usamos as
propriedades e as dimensões derivadas dos incidentes comparativos para
examinar os dados à nossa frente. Assim como não reinventamos o mundo
à nossa volta a cada dia, em análise nos baseamos naquilo que sabemos
para nos ajudar a entender aquilo que não sabemos. (STRAUSS e
CORBIN, 2008).

As referências utilizadas nesta pesquisa na escolha de critérios para
avaliação da BDTD/UFSCar foram o artigo de Sayão (2007) e a monografia de
Prestes (2010).
Este último, mesmo tendo como foco a análise de repositórios institucionais
ficou entendido, a partir da análise de seu referencial teórico, que possui
características e propriedades semelhantes a de uma biblioteca digital, tendo
utilizado para levantamento das categorias de análise dos instrumentos do
OpenDOAR, os trabalhos de Leite (2009), Tomáel e Silva (2007) e Viana e Márdero
Arellano (2006).
Desta forma, os critérios aqui adotados se respaldam em uma base científica
fundamentada e legitimamente validada, dentro dos preceitos básicos da ciência,
que exigem confiabilidade nas fontes de informação que balizam a pesquisa
científica.

3 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A NISO (2004) apud Sayão (2007) afirma que existem dois tipos de objetos
digitais adequados que são os objetos produzidos como representação de outro
objeto físico, como no caso dos digitalizados, tendo como exemplo, livros impressos,

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manuscritos e outros e objetos originalmente “nascidos digitais”, como por exemplo
as fotografias digitais, os ebooks, base de dados científicas, etc.
No caso da BDTD/UFSCar os objetos depositados estão inseridos no
segundo caso, sendo produzidos em documentos do tipo DOC ou DOCX que são
criados originalmente pelo autor no formato digital e que podem ser entregues no
formato PDF, que é o padrão para inserção na BDTD/UFSCar, sendo que a
conversão pode ser feita no momento do depósito, pelo bibliotecário responsável ou
pelo próprio autor.
Segundo Sayão (2007) o PDF - Portable Document Interface, da empresa
Adobe (www.adobe.com), mesmo sendo um software proprietário, possui um nível
básico de licença para seu uso e se notabilizou como formato padrão para depósito
em bibliotecas digitais, porém, ele não possui as características necessárias para
uma preservação do documento a longo prazo, o que resultou em uma união de
empresas no ano de 2002 em busca de um formato padrão, baseado no PDF que
suprisse esta necessidade, o que resultou em uma norma ISO 1905-1 – Documento
management - Electronic file format for long-term preservation – Part 1: use of PDF
1.4 (PDF/A-1) que originou o formato de arquivo PDF/A que tem como intuito
preservar a aparência visual dos arquivos neste formato por longos anos.
A internet funciona com recursos que permitem a interligação entre diferentes
fontes, seja

de um artigo de periódico ou de uma página da internet, com a

utilização de links que permitem navegar dentro de um único ou até mesmo entre
vários documentos, como, quando é colocado um link de acesso em uma referência
que leva a fonte original do documento citado.
O sucesso de um sistema de informações distribuídas – tal como é
caracterizada a própria Web – depende fortemente da vinculação
consistente entre os recursos que estão disponibilizados on-line. Isto se
concretiza por intermédio da estabilidade dos links que estão presentes nos
catálogos, nos índices e nas listas que constituem os diversos serviços de
descoberta de recursos. Contudo, para que isso se efetive é necessário que
para cada recurso seja atribuído um nome que o identifique
permanentemente, sem ambigüidades e independente de localização.
Sayão (2007)

A busca por mecanismos permanentes de identificação nas bibliotecas
digitais é um objetivo que vem sendo buscado por parte de vários atores, que
incluem principalmente as organizações responsáveis pelo ordenamento da Internet,
as organizações internacionais de normalização e as organizações voltadas para o

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desenvolvimento de arquivos e bibliotecas digitais.
Nomes são blocos de estrutura vitais para as bibliotecas digitais. Eles são
necessários para identificar objetos digitais, para registrar propriedade
intelectual vinculada a esses objetos e para registrar mudanças na
propriedade dos objetos digitais. Eles são necessários para citação, para
recuperação de informação, e são usados como links entre objetos. (ARMS,
1995 apud SAYÃO, 2007).

A unicidade e a persistência são requisitos essenciais para os nomes
representarem este papel, sendo compreendido, nas bibliotecas digitais, como um
identificador único que perdurará por um longo tempo, existindo ainda mesmo que a
organização que o gerou seja extinta, sendo criado sistemas automáticos para
geração destes nomes.
Atualmente o mecanismo mais comum é o URL - Uniform Resource Locator,
que pode ser constantemente alterado, não possuindo formas que garantam a sua
persistência, como ocorre no caso de um livro catalogado em uma biblioteca que
raramente muda sua classificação.
Os URLs possuem nomes baseados na estrutura do número da máquina em
que se encontram e o caminho onde se encontram, o que significa que são
colocados a sua localização e o nome que foi dado a ele.
Existe uma fragilidade neste tipo de link, apesar dele ser apresentado
constantemente como um identificador formal de um objeto digital, o que denota
instabilidade e aparece como causa frequente para encontrarmos os links quebrados
na internet cuja mensagem é frustrante para quem busca um objeto necessário para
sua pesquisa científica (Erro HTTP - 404 Arquivo não encontrado).
Numa medida ao longo do tempo, tendo como objeto de estudo uma
amostra aleatoriamente selecionada de URL´s, foi demonstrado que
somente cerca de 34% dos URL´s permaneciam ativos depois de um
período de quatro anos (KOEHLER, 2002 apud SAYÃO, 2007)

Segundo Sayão (2007) como solução para este problema surgiram três
diferentes soluções técnicas que são o URN – Uniform Resource Name, o PURL –
Persistent URL e o Handle System cada um com suas características próprias.
O URI – Uniform Resource Identifiers está relacionado como o esquema de
identificadores usados na internet, sendo descrito pelo documento publicado em
1988 intitulado “RFC 2396 – Uniform Resouce Identifiers (URI): Generic Syntax”

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(Berners-Lee et al, 1988 apud SAYÃO, 2007), que o divide em duas grandes
categorias, URL (Uniform Resource Locator) e o URN (Uniform Resource Name). O
URL é o mecanismo que identifica o recurso de uma forma primária, enquanto que o
URN permite que o objeto digital adquira características de persistência devido ao
seu objetivo que é criar mecanismos de permanência do documento, mesmo quando
o recurso deixa de existir ou fica indisponível.
Ainda segundo Sayão (2007) o URN possui requisitos básicos para sua
validação, que são ter um nome único em escala global, atender com um
determinado nome a um único recurso, ter a propriedade de ser persistente, deve
ser assinalada para qualquer recurso mesmo que este dure por centenas de anos,
deve permitir a incorporação de sistemas de identificação já existentes, deve permitir
extensões futuras para o esquema, ser independente, devem poder ser traduzidos
em URL.
O PURL foi desenvolvido pela OCLC – Online Computer Library Center
(http://www.oclc.org/) como um esquema que permite a quem navega acessar um
recurso a partir de uma URL que busca em um servidor intermediário a localização
atual do link procurado.
Conforme Sayão (2007) o "O Handle System foi desenvolvido pelo CNRI Corporate for National Research Initiatives (http://www.cnri.reston.va.us/) - e teve
sua origem no projeto NCSTRL - Networked Computer Science Technical Report
Library (http://www.ncstrl.org/)."
Este se configura como um sistema de apoio para apoiar o desenvolvimento
de bibliotecas digitais abertas e interoperáveis, tendo como referência principal no
Brasil o software Dspace.
O Handle System, ainda segundo Sayão (2007) é "um sistema distribuído de
computadores concebido para assinalar, armazenar, administrar e resolver
identificadores ou nomes persistentes de objetos digitais conhecidos como handles".
Seu exemplo mais conhecido em escala global é o DOI system.
O Digital Object Identifier (http://www.doi.org) é uma aplicação específica do
Handle System voltada para a identificação persistente de recursos digitais
sobre os quais possam ser atribuídos direitos de propriedade intelectual,
bem como para o intercâmbio de informações sobre essas propriedades em
um ambiente de rede. (Sayão, 2007)

Além de ser um identificador o DOI system, traz em seu escopo a facilitação
do comércio eletrônico, fazendo interagir clientes e gerentes de editoras, permitindo

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o gerenciamento de direitos para objetos digitais, o controle de transações e a
comunicação entre editores e clientes.
Por ser um número único permite criar uma identidade única para o objeto e
facilita desta forma a sua identificação, sem a necessidade de colocação de diversos
campos para pesquisa e recuperação do documento na internet.
Os metadados são importantes representações para as bibliotecas em geral e
também para as bibliotecas digitais, pois a consistência do sistema relaciona-se com
a correta representação das informações e dos documentos ali inseridos, bem como,
as políticas de uso, direitos autorais, entre outras, também são inseridas no sistema
a partir dos metadados, ou seja, estão diretamente associados com o gerenciamento
das informações.
Castro e Santos (2007), afirmam que os bibliotecários trabalham metadados
há muitos séculos, desde a época em que teve início as primeiras tentativas de
organização da informação a partir da descrição de documentos, e nos dias atuais
profissionais de várias áreas tentam descrever documentos, porém, por não levar
em conta as técnicas criadas na biblioteconomia, não tem obtido respostas
adequadas.
Alves (2005, p. 111) afirma que “apesar das tecnologias de informação e
comunicação modificarem a concepção de organização, tratamento e acesso às
informações, a essência do tratamento da informação vem de métodos tradicionais
já estabelecidos na área da Biblioteconomia”.
Para elevar o nível de recuperação da informação, torna-se necessário fazer
o tratamento da informação, utilizando-se de técnicas da biblioteconomia como a
catalogação e a indexação e principalmente deve-se trabalhar com a padronização,
sendo que todas estas técnicas servirão como fonte para garantir a confiabilidade e
a consistência da biblioteca digital.
Para Alves (2005) a catalogação vem evoluindo ao longo dos anos e com o
surgimento do recurso eletrônico passou a se preocupar em conseguir formas de
representação melhor adequadas a esta realidade e encontrou nos metadados a
ferramenta ideal para fazer este trabalho, encontrando neste a forma de
proporcionar um meio de localização do item digital pelo usuário.
Os metadados se dividem em vários tipos conforme sua função, abaixo, no
quadro 1, observamos alguns tipos de metadados e podemos perceber então, que
as funções variam dependendo do tipo de metadado utilizado, permitindo

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visualizarmos como são importantes para a organização da informação, pois fazem
parte do controle administrativo, da descrição, da preservação e no uso e
recuperação da informação.

Fonte: Gilliland-Swetland (2002, p.5) retirado de Lourenço (2007)

Os padrões de metadados mais conhecidos são o Dublin Core e o Marc 21, e
Alves e Souza (2007, p. 24), definem o dublin core como “um padrão de metadados,
composto por 15 elementos, planejado para facilitar a descrição de recursos
eletrônicos”. O dublin core é simples e pode ser inserido em uma página HTML
(Hypertext Markup Language)

e utiliza a linguagem XML (eXtensible Markup

Language). Possui um conjunto de 15 elementos básicos (DUBLIN CORE
METADATA INITIATIVE, 2004), que podem ser implementados livremente para
atender as necessidades de cada usuário, e, ainda é um formato padrão adotado
para efetuar a interoperabilidade entre outros formatos.
Alves e Souza (2007), definem o Marc 21 como um acrônimo de MachineReadable Cataloging sendo um conjunto de padrões que servem para identificar,
armazenar e comunicar informações bibliográficas em formato legível por máquina,
permitindo o reconhecimento por outros computadores e programas e permitindo
estabelecer pontos de acesso dos elementos da descrição bibliográfica.
Utiliza uma estrutura que possui campos fixos e variáveis, subcampos e
indicadores, trabalhando essencialmente com campos, possuindo um campo para
título, outro para assunto e assim sucessivamente.

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Estes são elementos básicos que definem e demonstram o que são
metadados e como influenciaram e ainda influenciam na descrição e recuperação da
informação, sendo elementos importantes para a evolução das bibliotecas digitais.
A interoperabilidade na área de biblioteconomia torna-se mais
complexa exprimindo não somente a simples troca de dados, mas, envolvendo
também, além do sistema físico, toda a cultura, a gestão, a forma de pensar, o
envolvimento de cada biblioteca com sua comunidade, permitindo entender não
somente os dados, mas, também o pensamento e o modo de ser da instituição,
integrando culturas e modos diferentes de organização, que devem se adequar para
permitir a integração para o uso e reuso da informação.
Para Marcondes e Sayão (2008), existem três níveis de interoperabilidade,
que em seu nível mais alto é definido como federação, cuja principal característica é
ser bem robusto, porém, com maior nível de exigência para os seus participantes,
pois, é necessário um alto grau de envolvimento para se conseguir implementar os
acordos e manter o sistema atualizado, o nível heterogêneo ou federado como
também é chamado, permite acesso conjunto a diversos sites ou sistemas
diferenciados e utiliza o protocolo z39.50 para compartilhamento.
Este protocolo tem como características principais permitir trabalhar sobre
qualquer plataforma, tendo sido feito para recuperação da informação, facilitando a
pesquisa, pois, esta pode ser feita sobre uma única interface que recuperará a
informação em várias fontes diferentes.
A interoperabilidade é um mecanismo fundamental para o planejamento e
implantação das bibliotecas digitais e para o uso comum da internet, pois, este
“diálogo” entre os diversos sistemas, sites, redes sociais, entre outros, é o que está
na essência da criação e do desenvolvimento de todos estes itens citados.

4 RESULTADOS
No Quadro II, podemos observar os resultados da avaliação dos aspectos de
qualificação de uma biblioteca digital em relação direta com a BDTD/UFSCar:

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Quadro
II:
Critérios
utilizados
para
diagnóstico e avaliação da BDTD/UFSCar de
acordo com os conceitos teóricos abordados
por Sayão (2007) visando a manutenção e
aprimoramento de uma biblioteca digital
aberta e interoperável
CRITÉRIO

Política de conteúdo

Direito Autoral

SIM

NÃO

X*

Existe uma definição de que serão depositados documentos do tipo teses e
dissertações no formato PDF, mas, não existe uma política escrita, nem uma
definição quanto a outros formatos. Por exemplo, as instruções de como
incluir um vídeo como anexo ou um campo para inserir links para anexos
disponíveis na web.

X*

Existe um campo nos metadados que define se o conteúdo fica disponível
para acesso ou se o texto fica retido pelo tempo determinado pelo usuário.
Sugere-se que seja feito um estudo visando uma mudança, em relação aos
direitos autorais, para o tipo de licença do Creative Commons
(http://www.creativecommons.org.br/), melhor adaptada aos sistemas abertos
e com um número maior de alternativas para a escolha do autor. Para maiores
informações sobre o Creative Commons fica a sugestão de consulta aos
títulos publicados pelo autor Mizukami (2009, 2011).

Auto-arquivamento
X

Interoperabilidade

Descrição

X*

Não existe o auto-arquivamento existindo um processo de depósito baseado
na confecção da ficha catalográfica sem a qual não ocorre a homologação do
diploma, o que faz com que o autor necessariamente passe pela BDTD para
fazer o depósito do arquivo digital, exigindo o controle deste processo no
momento da entrega da versão final da pós-graduação.
Existe a interoperabilidade com a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e
Dissertações do IBICT, e consequentemente com a NDLTD - Networked
Digital Library of Theses and Dissertations, porém, não existe
interoperabilidade com o catálogo interno. Sugere-se que as

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teses/dissertações contidas na BDTD/UFSCar fiquem disponíveis no catálogo
PHL, para que o usuário em uma única busca, encontre o documento
procurado no formato papel e digital. Sugere-se também a criação de um
formato de disponibilização que contemple a interação entre links, para que o
usuário navegue dentro do sistema, utilizando os hiperlinks, bem como, para
outros sites que contenham referências citadas, por exemplo. Fica como
sugestão o modelo HTML utilizado pelo Scielo da Fapesp. É importante
também, que sejam seguidas as recomendações encontradas em Sayão
(2007), em relação aos cuidados com a persistência do documento na web.
Persistência e
identificadores únicos

Autenticidade, integridade,
proveniência e contexto

Metadados

Política de Marketing

X

Diante do que foi citado por Sayão (2007) a BDTD/UFSCar segue o padrão de
links baseado no URL que são mais frágeis e passíveis de erros do tipo HTTP
404 – arquivo não encontrado, necessitando um estudo aprofundado visando
entender os novos modelos propostos, como por exemplo o URN e implantálos, como uma política específica de quem será responsável por criá-los.

X

Estes itens são contemplados pela garantia de conter documentos produzidos
na instituição Universidade Federal de São Carlos, que possuí um conceito
elevado em pesquisa no país, os documentos são revisados e aprovados por
banca de avaliação, bem como, no ato da entrega existe um documento que é
assinado pelo orientador autenticando a versão entregue como sendo a matriz
final do trabalho. Sugere-se que se crie um sistema de certificação que
garante todos as propriedades citadas neste critério, validando e dando
integridade e garantia de proveniência do documento depositado.

X

Estão de acordo com o padrão estabelecido pelo IBICT. Atualmente a
BDTD/UFSCar possui os seguintes requisitos: Versão do protocolo atualizada
para ted_oai/oai3.php. Versão do TeDe Simplificado. Que é a versão mais
recente disponibilizada pelo IBICT.

X

Não existe uma política de marketing e nenhum projeto visando sua
implantação. Sugere-se a criação de um projeto deste tipo, pois, a política de
marketing é importante para o sistema, pois, garante a divulgação da
BDTD/UFSCar, o seu entendimento pelo usuário, e garante a visibilidade da

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produção científica da UFSCar, bem como seu uso, o que serve como
garantia de continuidade e manutenção do sistema, justificando sua
existência.

Gerenciamento

Padrões de formatos para a
preservação de objetos
digitais

A BDTD/UFSCar possui em sua estrutura atual três bibliotecários, sendo um a
Chefe do Departamento de Processamento Técnico que coordena a
BDTD/UFSCar enquanto Seção dentro do Departamento, um bibliotecário que
trabalha diretamente na Seção e mais uma bibliotecária que atua substituindo
quando necessário. Um analista de sistema que dá suporte na área de
informática, quando necessário. Possui ainda mais três estagiários que ficam
no máximo por 2 anos na Seção.

X*

X

Em relação ao uso do padrão, citado por Sayão (2007) e indicado
anteriormente na página 36 deste documento, em relação ao uso do formato
de arquivo PDF/A, que foi criado visando a preservação de documentos
eletrônicos, podemos afirmar que, esta solução ainda não é utilizada na
BDTD/UFSCar e seria um importante recurso a ser implantado para garantir a
preservação dos documentos ali disponibilizados.

*Sim, porém com restrições.
Quadro II – Sistemática para diagnóstico e avaliação de iniciativas de Bibliotecas Digitais
Fonte: Adaptado de Conway (1994), Sant´Anna (2001), Arellano (2004, 2005), Sayão (2007), Ferreira (2007), BDTD (2009), Saramago (2004),
Tammaro e Salarelli (2008), IBICT (2009), Moreno e Arellano (2005), Gracio e Fadel (2008), apud Lança (2010).

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5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este trabalho trouxe como contribuição avaliar e identificar possíveis
aprimoramentos e mudanças que visam oferecer melhores condições nos usos das
bibliotecas digitais com a atualização destes sistemas devendo ser medido pela
velocidade de aprimoramento dos sistemas de informática, da melhoria nos sistemas
de computação, nos lançamentos de novos produtos tecnológicos, devendo todos
profissionais que atuam nesta área, estar atentos para identificar novas
possibilidades e buscar aperfeiçoamento constante.
O aperfeiçoamento dos produtos e serviços da Biblioteca Comunitária é algo
que pode melhorar o acesso para o usuário e garantir novas possibilidades de
serviço para os profissionais responsáveis por seu funcionamento.
O desenvolvimento de novas pesquisas é algo totalmente viável e necessário
para que as questões que envolvem bibliotecas digitais e sua avaliação e
aperfeiçoamento sejam atendidas, visando um aprofundamento nestas questões,
auxiliando gestores, bibliotecários, técnicos, analistas enfim, todos os atores
envolvidos a melhorar estes sistemas e aperfeiçoar seu serviço, trazendo novas
motivações em seu trabalho.
Novas pesquisas podem ser desenvolvidas sobre o tema estudado abarcando
linhas de estudo como as de gestão e planejamento, prospecção de informações,
desenvolvimento tecnológico e computação voltados para BDTDs, direitos do
usuário e do autor, e sobre novos rumos para o movimento de acesso aberto.

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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Proposta de instrumento para avaliação de BDTD e sua aplicação à BDTD/UFSCar</text>
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              <text>Roniberto Morato do Amaral</text>
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              <text>Leandro Innocentini Lopes de Faria</text>
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              <text>Esta pesquisa traz uma contribuição para as universidades e bibliotecas visando o aperfeiçoamento das bibliotecas digitais, aprimorando-as para que possa beneficiar seus usuários, auxiliando-os a encontrarem os documentos necessários para o desenvolvimento de suas pesquisas. O objetivo principal é avaliar a Biblioteca Digitalde Teses e Dissertações da UFSCar – BDTD/UFSCar, no sentido de entenderconceitos teóricos de um modelo ideal de biblioteca digital em comparação com omodelo implantado na UFSCar. A metodologia utilizada é a investigação emdocumentos científicos para identificar critérios de avaliação aliado ao entendimentodas propriedades e realidade existente naquela BDTD. As áreas de Biblioteconomiae Ciência da Informação aliada à Ciência da Computação estão entre as principaisque atuam neste contexto, além da área de Gestão que possui ferramentas paraplanejamento e avaliação e podem auxiliar as bibliotecas digitais e seusadministradores no sentido de aprimorá-las. O Instituto Brasileiro de Informação emCiência e Tecnologia – IBICT ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia é o órgãofomentador no Brasil dos sistemas de acesso aberto e consequentemente dentrodesta filosofia incentiva e auxilia financeiramente às instituições de ensino epesquisa a implantar suas bibliotecas digitais. A UFSCar e a sua BibliotecaComunitária encamparam esta ideia no ano de 2004 e vêm mantendo o sistema emfuncionamento deste esta época. Os resultados encontrados remetem aoentendimento de que a BDTD/UFSCar possui os requisitos mínimos para seufuncionamento, porém, foram detectados pontos em que podem ocorrer intervenções, criando novas possibilidades para melhorar o sistema.</text>
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