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                  <text>Elaboração de termo de referência para assinaturas de bases de
dados em Bibliotecas Universitárias: sugestão de parâmetros

Marianna Zattar Barra Ribeiro (UNIRIO) - mariannazattar@gmail.com
Resumo:
O trabalho propõe uma abordagem complementar aos parâmetros de aquisição utilizados em
bibliotecas universitárias públicas federais. Apresenta a aquisição na Administração Pública.
Utiliza como abordagem um relato de experiência do trabalho na formação e no
desenvolvimento de coleções. Observa especificamente a questão das assinaturas de bases de
dados. Apresenta a análise de parte da literatura corrente em Biblioteconomia com o objetivo
de identificar autores que abordassem essa temática e texto que oferecessem suporte teórico
para a sugestão de tópicos. Indica a necessidade de estudos sobre o assunto.
Palavras-chave: Bases de dados. Serviços de informação. Bibliotecas universitárias.
Área temática: Temática III: Bibliotecas, serviços de informação &amp; sustentabilidade

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Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Elaboração de termo de referência para assinaturas de bases de dados em
Bibliotecas Universitárias: sugestão de parâmetros
Resumo
O trabalho propõe uma abordagem complementar aos parâmetros de aquisição
utilizados em bibliotecas universitárias públicas federais. Apresenta a aquisição na
Administração Pública. Utiliza como abordagem um relato de experiência do trabalho
na formação e no desenvolvimento de coleções. Observa especificamente a questão
das assinaturas de bases de dados. Apresenta a análise de parte da literatura
corrente em Biblioteconomia com o objetivo de identificar autores que abordassem
essa temática e texto que oferecessem suporte teórico para a sugestão de tópicos.
Indica a necessidade de estudos sobre o assunto.
Palavras-chave:

Bases

de

dados.

Serviços

de

informação.

Bibliotecas

universitárias.
Área temática: Bibliotecas, serviços de informação &amp; sustentabilidade.
1 INTRODUÇÃO
É notável a modificação da chamada natureza do objeto nas áreas de
formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias. Isto porque
os chamados objetos dos processos de aquisição dos elementos que compõe os
acervos universitários são cada vez mais denominados serviços (contratação,
assinatura etc.), em contraposição ao que anteriormente possuía maior incidência,
ou seja, a compra de produtos. Por exemplo, é crescente o número de universidades
públicas que fazem a contratação de fornecedor para aquisição de livros impressos,
a contratação de empresa que oferece serviço de encadernação, a assinatura de
bases de dados etc. ao invés de comprar o livro ou comprar materiais para
encadernar.
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Essa mudança coloca em xeque a necessidade de uma maior padronização
das atividades envolvidas nestes processos. Isto porque seleção em qualquer
biblioteca é um de item de transparência em primeiro plano, além de ser imbuída dos
princípios constitucionais que regem as atividades da Administração Pública:
legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficácia.
Dessa forma, a elaboração deste trabalho parte das necessidades
constatadas na aquisição de bases de dados em bibliotecas universitárias1,
especificamente na descrição dos critérios utilizados para a elaboração dos termos
de referência. Espera-se com isso uma maior discussão em torno dos parâmetros
utilizados na composição/elaboração dos termos de referência do sistema de
Bibliotecas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).
2 MATERIAIS E MÉTODOS
Os procedimentos utilizados para a elaboração deste trabalho estão em
consonância com o método de pesquisa chamado “pesquisa exploratória” com
dados de natureza qualitativa. Para Gil (2002) o objetivo desse tipo de pesquisa é
proporcionar maior familiaridade com o problema, para torná-lo mais explícito ou
construir hipóteses.
3 AQUISIÇÃO NAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS FEDERAIS
Atualmente a aquisição de bases de dados, nos moldes da Administração
Pública, é feita na modalide de assinatura, isto é, contratação de serviços. O que faz
do bibliotecário (responsável pela aquisição da unidade de informação), um gestor
de contratos.
No âmbito da Administração Pública Federal, têm-se como direcionadora a lei
8.666 de 1993 (que regulamenta o artigo 37, inciso XXI, da Constituição Federal,
institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras
1

Já que é cada vez mais evidente o número de bases de dados que possuem o mesmo
foco/área do conhecimento/público.

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providências). Esta lei indica em seu artigo terceiro que a licitação destina-se a
observância, dentre outras, da seleção da proposta mais vantajosa2 para a
administração.
Na leitura desta lei nota-se a importância de um termo de referência que por
um lado não fira os princípios constitucionais, e por outro não deixe de apresentar as
reais necessidades do órgão solicitante.
A atividade relacionada à gestão de contratos de serviços é feito sob a
perspectiva dos interesses do órgão público e deve ser pautada nas informações
contidas nos termos de referência (e, por conseguinte nos editais). O que torna
necessária uma visão baseada nos princípios da Administração Pública desde a
seleção dos serviços de informação, passando pela elaboração do termo de
referência para a formação do processo até a fase em que se atesta o recebimento
dos itens constantes na nota fiscal (o que significa a comprovação da conferência
dos produtos fornecidos com a requisição efetuada e encaminhados pelo
recebedor).
3.1 BASES DE DADOS
Segundo Cunha e Cavalcanti (2008, p. 43), pode-se definir bases de dados
como:
2. INF conjunto de arquivos e programas de computador
coordenados e estruturados que constituem um depósito de
informações que podem ser acessados por diversos utilizadores. A
base de dados contém: a) os arquivos ou depósitos de informação;
b) os programas de tratamento que são colocados à disposição do
usuário com o intuito de lhe assegurar serviços básicos de acesso,
interrogação, apresentação dos resultados e, em alguns casos,
tratamento da informação contida na base de dados.

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Proposta mais vantajosa não significando a proposta com menor custo direto, e sim a
proposta que traga maior eficiência na prestação dos serviços prestados pela
Administração Pública.

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Para Cendón (2005), as bases de dados são parte dos sistemas de
informação (SRIs) e podem ser categorizados como referenciais ou de fonte.
Segundo a autora as “bases referenciais” são bases de dados que incluem
referências ou informações secundárias. Subdividem-se em Bibliográficas ou
Diretórios. Já as bases de dados de fontes incluem a informação completa ou os
dados primários. Subdividem-se em: bases de texto completo, bases de dicionários,
bases numéricas e bases de Imagens/Dados Gráficos.
De acordo com Rowley (2002) as bases de dados podem ser vistas sob a
perspectiva do tipo: “base de dados de referências e de fontes”. As bases de dados
de referência encaminham o usuário à outra fonte de informação. Enquanto que as
bases de dados de fonte disponibilizam os dados originais e integrais. Ainda
segundo a autora deve-se considerar os formatos de registro, uma vez que eles
visam facilitar o intercâmbio de registros entre diferentes sistemas (ROWLEY, 2002).
3.2 A ELABORAÇÃO DE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA ASSINATURAS DE
BASES DE DADOS
A literatura em Biblioteconomia e Ciência da Informação apresenta inúmeras
sugestões quanto à qualidade da informação. Contudo, considerando a crescente
necessidade das bibliotecas universitárias em todo mundo no que tange a aquisição
de materiais informacionais em formato eletrônico, torna-se de suma importância a o
estabelecimento de parâmetros para a elaboração de termos de referência e para a
gestão de contratos de serviços das bases de dados tanto com relação à forma
quanto ao conteúdo.
3.3 SUGESTÃO DE PARÂMETROS PARA A ELABORAÇÃO DE TERMOS DE
REFERÊNCIA PARA ASSINATURAS DE BASES DE DADOS
Utilizando a prática do profissional bibliotecário em torno da formação e do
desenvolvimento de coleções da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro,

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buscou-se a criação de uma estrutura para a avaliação das bases de dados
solicitadas por usuários e/ou apresentadas por fornecedores.
Os critérios foram levantados na literatura corrente da Biblioteconomia, onde
foram empreendidas buscas para identificar os principais parâmetros propostos e
selecionados àqueles que melhor respondiam às necessidades da Divisão de
Desenvolvimento de Acervo (DDA) da Biblioteca Central de nossa universidade3.
Segundo Lancaster (2004), uma base de dados bibliográficos deve ser
avaliada pela sua utilidade ao responder as necessidades de informação, de acordo
com quatro critérios principais:
a) cobertura;
b) recuperação;
c) previsibilidade;
d) atualidade;
No item cobertura deve ser ponderada a completude da base, ou seja, o quão
completo é o conteúdo da base de dados em relação a um assunto. (MESQUITA,
2005).
Na recuperação deve-se observar se os itens estão passíveis de recuperação
através de uma estratégia de busca não muito complexa. (MESQUITA, 2005). Para
Araújo Junior (2007, p. 65) “A recuperação da informação se dá pela comparação do
que se solicitou com o que está armazenado, bem como com o conjunto de
procedimentos que este processo envolve (Belkin &amp; Croft 1987)”.
Enquanto que a previsibilidade verifica se um documento é reconhecido como
relevante a partir das informações contidas na base de dados. (MESQUITA, 2005).
Já a atualidade é medida na velocidade com que novas publicações são
incluídas na base. (MESQUITA, 2005).

3

Cabe aqui ressaltar que critérios relacionados à usabilidade e/ou à arquitetura da
informação não foram apresentados, pois são considerados que tais elementos podem
ser observados como critérios de restrição no processo de elaboração dos chamados
termos de referências. O que poderia direcionar determinada empresa ou marca.

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Além desses critérios, foram observados outros itens que podem influenciar
no uso e no acesso à informação, tais como:
a) dispositivo (tecnologias);
b) suporte técnico;
c) treinamento;
Com relação à avaliação do dispositivo (tecnologia), deve ter ciência das
possibilidades de acesso/leitura/disponibilidade dos documentos que compõe a base
de dados em suportes que possam ser lidos/consultados na integra seja em
computador, seja em tablet seja com celular.
O critério suporte técnico deve apresentar se há apoio e atendimento nas
dúvidas e manutenção das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs)
Já o treinamento deve ser observado sob a perspectiva da formação de
bibliotecários multiplicadores e/ou demonstração aos usuários das diferentes
possibilidades que a base oferece.
Segundo Sayão (2000) alguns aspectos impelem os usuários à compra de
bases de dados:
a) necessidade/desejo;
b) percepção do benefício;
c) preço;
d) risco.
Quanto aos aspectos “necessidade/desejo” e “percepção do benefício”, neste
caso, podem ser relacionados aos critérios de seleção do conteúdo. Além disto,
sabendo que o preço não deve entrar na elaboração do termo de referência e sim na
pesquisa de preço (orçamento) para a elaboração do edital (e/ou do contrato), temse a relação entre valor e benefício em outras etapas da aquisição. Já o risco, que
está diretamente relacionada à incerteza da efetividade, é um ponto que deve ser

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considerado no conhecimento das necessidades da comunidade, isto é, dos
usuários externos e, principalmente, internos.
Além desses critérios, outras questões deverão ser consideradas na seleção
das bases de dados. A primeira é com relação à disponibilidade da informação (e o
acesso) em diferentes navegadores web. A segunda questão é quanto a
acessibilidade, isto porque, a informação ainda que em formato digital, assume
várias formas de apresentação. O que pode ampliar o alcance do número de
usuários atendidos.
De forma geral, apresenta-se aqui uma base para a sugestão de parâmetros
que devem constar na elaboração de termos de referência na aquisição de bases de
dados:
a) cobertura;
b) recuperação;
c) previsibilidade;
d) atualidade;
e) dispositivo (tecnologias);
g) suporte técnico;
h) treinamento;
i) necessidade/desejo;
j) percepção do benefício;
k) preço;
l) risco;
m) disponibilidade da informação;
n) acessibilidade.
4 CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
Ressalta-se que este trabalho não se encerra nesta publicação, ele tem como
propósito o estímulo à discussão e padronização de parâmetros básicos para
aquisição de bases de dados em bibliotecas universitárias públicas federais. De tal
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forma que a proposta aqui é evidenciar a necessidade de parâmetros na elaboração
dos termos de referência feitos nas dependências da Biblioteca da UNIRIO (órgão
requisitante) para aquisição de bases de dados e, com isso, ter subsídios suficientes
para promover a abertura do procedimento licitatório.
Destaca-se a não contemplação da apresentação dos critérios utilizados para
a seleção dos materiais informacionais contidos nas bases de dados. Eles não foram
tratados de forma particular, pois não condiziam com a finalidade desta publicação.
Contudo, para fins de encaminhamento, indica-se o texto de Weitzel (2000) para os
trabalhos que tenham como finalidade a avaliação de materiais informacionais em
formato eletrônico/digital.
Espera-se que essa publicação estimule o aumento quantitativo e qualitativo
das discussões até hoje elaboradas em torno deste tema. Por exemplo, com estudos
biblioteconômicos que possuam embasamento a partir do arcabouço legislativo.
REFERÊNCIAS
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recuperação da informação. Brasília, DF: Thesaurus, 2007.
BRASIL. Lei 8.666 de 21 de junho de 1993. Regulamenta o art. 37, inciso XXI, da
Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração
Pública e dá outras providências. Diário Oficial [da] União, Brasília, DF, 22 jun.
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Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia. Brasília, DF: Briquet de Lemos,
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CENDÓN, Beatriz Valadares de. Sistemas e redes de informação. In: OLIVEIRA,
Marlene (Coord.). Ciência da informação e Biblioteconomia: novos conteúdos e
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FARIA, Maria Isabel Ribeiro de. Dicionário do livro: da escrita ao livro eletrônico.
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Campinas, v. 13, n. 2, p. 13-23, 2001.
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LANCASTER, F. W. Indexação e Resumos: teoria e prática. Brasília: Briquet de
Lemos, 2004.
MACIEL, Alba Costa; MENDONÇA, Marília Alvarenga Rocha. Bibliotecas como
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