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                  <text>Bibliotecas e pessoas: interligações positivas na Universidade de
Lisboa

Luiza Baptista Melo (LIS) - luiza.baptista@fmd.ulisboa.pt
Tatiana Sanches (IE, Ulisboa) - tsanches@fpie.ul.pt
Gaspar Manuel de Matos (FPIEUL) - gmmatos@fpie.ulisboa.pt
Resumo:
O atendimento nas bibliotecas tem vindo a transformar-se ao ritmo da tecnologia, supondo-se
que a mediação entre informação e utilizadores de bibliotecas tem vindo a perder o seu lugar.
No entanto, nas bibliotecas de ensino superior, as mudanças decorrentes da implementação
de tecnologias de uma forma ubíqua não retirou importância do contacto direto dos utentes
com os profissionais. O presente estudo analisa de que forma as interações dos profissionais
têm impacto nos utilizadores. O estudo insere-se numa análise mais abrangente e consiste
numa avaliação transversal levada a cabo em três instituições de ensino superior, em Portugal,
relativa ao atendimento das suas bibliotecas. Para tal foi realizado um inquérito aplicado a
uma amostra de utilizadores, alinhado com indicadores das normas ISO 16439, que permitem
aferir a qualidade do atendimento em bibliotecas, possibilitando medir os fatores que
influenciam e afetam os comportamentos dos utilizadores.
Palavras-chave: Bibliotecas académicas, Atendimento, Indicadores de impacto, ISO16439
Eixo temático: Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

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�Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) Nº 4 - Assegurar a
educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de
aprendizagem ao longo da vida para todos. As bibliotecas apoiam esse objetivo
mediante a provisão de: Equipes dedicadas que apoiem a educação na primeira
infância (early literacy) e para o longo da vida (educação continuada); Acesso à
informação e a pesquisa para estudantes em todo o mundo; Espaços inclusivos
onde o custo não seja uma barreira para adquirir novos conhecimentos e
habilidades.
Introdução: A interação dos utilizadores com os técnicos das bibliotecas
académicas permite aproximar uns de outros, estabelecendo o primeiro dos passos
que concretizam as práticas de caráter pedagógico para que os utilizadores
beneficiem dos recursos disponíveis. Alguns estudos apontam para uma
discrepância entre a perceção que os utilizadores têm relativamente à sua autonomia
e a verdadeira capacidade de se situarem no espaço e procederem às pesquisas de
forma proficiente (por ex., HILBERG &amp; MEISELWITZ, 2008), relevando daí a
necessidade de acederem a práticas ou instruções de caráter educativo, no âmbito da
biblioteca. Para que o conhecimento da biblioteca e dos seus recursos possa chegar
ao utilizador de forma mais célere e eficaz é habitual o desenvolvimento de algumas
ações de esclarecimento por parte dos técnicos, que se podem revestir de várias
modalidades (da visita guiada individual ou em grupo à entrevista de referência,
normalmente de caráter individual). Estas interações dos técnicos com o utilizador
têm como primeiro objetivo dar a conhecer os espaços, serviços, regras de
funcionamento e utilização dos mesmos e os principais procedimentos
desenvolvidos na biblioteca. Muitas vezes esta conversa é dirigida a não
frequentadores do espaço, precisamente com o objetivo de fazer com que o venham
a frequentar e utilizar. Importa pois, desde logo, estabelecer uma empatia entre
quem recebe e quem visita, e ao mesmo tempo transparecer o compromisso e a
identidade institucional que o profissional tem com o serviço que representa
(OBOLER, 1977: 148). Numa fase posterior, conhecido que é o espaço e a sua
organização, conhecidas as regras de funcionamento e os procedimentos de rotina
para a utilização dos recursos documentais, os utilizadores podem frequentar os
serviços, previsivelmente, com maior benefício. Contudo, nem sempre encontram o
que procuram. É nesta situação que se dirigem aos profissionais da biblioteca. Nesta
altura sucede a entrevista de referência, um momento iminentemente pedagógico,
em que se põe em curso um diálogo entre bibliotecário e utilizador, com vista a
esclarecer e focar a pesquisa, de forma a obter a informação mais adequada e
pertinente para o utilizador. Fernández y Fernández-Cuesta (2005: 51) descreve este
processo como um trabalho intelectual e científico de mediação, referindo que para
o mediador o principal trabalho é o de escutar, captar ideias, perguntar quem, como
e onde se investiga determinado assunto, colocar especialistas em contacto,

�relacionar fontes e investigadores e, entre outras, conhecer tendências, estabelecer
relações, cultivar conversas para que delas germinem ideias. Este processo de
facilitação é amplamente reconhecido como indispensável, quer para as bibliotecas
físicas, quer virtuais, permitindo uma aproximação intermediada entre o utilizador
e os recursos informativos. É interessante sublinhar a ideia de que a interação neste
momento é, além de pedagógica, de útil partilha de conhecimento das necessidades,
de forma recíproca, isto é, tanto o aluno expõe o que pretende, como o bibliotecário
obtém o conhecimento acerca do que precisa para prover a biblioteca de informação
adequada para os seus utilizadores, ideia aliás já aflorada por outros bibliotecários
(KING, 1977: 39). As linhas de orientação preconizadas para esta interação, e
emanadas da American Library Association (ALA), constituem-se como uma
moldura conceptual e uma ética de serviço que ajuda os profissionais de informação
a definirem padrões de qualidade neste atendimento específico e especializado. No
documento orientador Guidelines for Behavioral Performance of Reference and
Information Service Providers, é afirmado (ALA, 2008) que em todas as formas de
serviços de referência, o sucesso da transação é medido não apenas pela informação
transmitida, mas também pelo impacto positivo ou negativo da interação. O
comportamento positivo ou negativo do membro da equipa de referência (conforme
observado pelo utilizador) torna-se um fator significativo no sucesso ou falha
percebida. A entrevista de referência significa pois uma experiência positiva ou
negativa de acordo com a maior atenção e disponibilidade do bibliotecário para esta
interação, já que, segundo os estudos citados pela ALA (2008), um maior empenho
por parte dos técnicos resulta numa maior satisfação por parte dos utilizadores, até
mesmo quando não encontram aquilo que procuram. Este momento obedece a
etapas muito bem estruturadas, em torno de cinco eixos principais: a acessibilidade
dos técnicos; o interesse demonstrado; a forma de escutar/ perguntar; a realização
da pesquisa; e o seguimento ou follow up. De facto, nesta interação personalizada, é
muito importante estabelecer o contacto visual e manter o interesse ao longo de todo
o processo, averiguando se as necessidades de informação do utilizador ficaram
satisfeitas no final. Conclui-se, pela revisão da literatura, que a entrevista de
referência é, pelas suas características intrínsecas de apoio personalizado, uma
prática muito bem acolhida pelos utilizadores, podendo ser um excelente indicador
da qualidade percebida dos serviços.
Método da pesquisa: Este estudo recorre a análises quantitativa e qualitativa para
descrever e explicar como as interações entre profissionais e utilizadores das
bibliotecas universitárias podem afetar o comportamento destes últimos perante a
informação. O estudo de caso envolve um universo de cerca de 2760 potenciais
utilizadores de duas bibliotecas académicas da Universidade de Lisboa. O universo
é constituído por docentes, investigadores, estudantes e funcionários da Faculdade
de Medicina Dentária (FMD), da Faculdade de Psicologia (FP) e do Instituto de

�Educação (IE). Os dados têm origem num estudo mais alargado de Melo, Matos,
Torres e Sanches (2017) e foram obtidos por um inquérito via Internet e em suporte
papel, que foi criado de acordo com os seguintes objetivos – identificar o utilizador,
avaliar o impacto da biblioteca na instituição, o impacto das instalações da biblioteca
no bem-estar do utilizador, o sucesso nos processos de investigação, aprendizagem
e desempenho profissional e, finalmente, estimar a qualidade do serviço prestado
pelos funcionários. Essas questões foram convertidas em indicadores de impacto
definidos pelas normas internacionais ISO 16439: 2014(E) - Information and
documentation -- Methods and procedures for assessing the impact of libraries
(ISO, 2014), nomeadamente: Obtenção de informação útil para o estudo e
investigação; Grau da empatia dos funcionários; Utilidade das respostas dos
funcionários. Para o presente estudo foram selecionadas as questões concretas que
envolvem as interações dos profissionais com os utilizadores (relativas a Efeitos do
impacto da biblioteca ISO16439:2014 (4.4.2.3) - Indicador do maior sucesso na
pesquisa, estudo e carreira; Desempenho da biblioteca ISO16439:2014 (6.3.2.3)).
Resultados: O universo investigado é constituído por cerca de 600 estudantes, 128
docentes e investigadores e 63 funcionários da FMD e 959 estudantes, 58 docentes,
5 investigadores e 27 funcionários da FP e 827 estudantes, 61 docentes, 4
investigadores e 27 funcionários do IE. A tabela seguinte ilustra o universo, a
amostra e os dados recolhidos:

Género
Feminino
Masculino
Frequenta a Biblioteca?
Sim
Não
Com que frequência?
Diariamente
Semanalmente
Mensalmente
Menos de uma vez por mês
Nunca
Instituição a que pertence?
Faculdade de Psicologia
Instituto de Educação
Faculdade de Medicina Dentária
Outra
Situação na Instituição?
Docente

%
75.86
24.14
%
80.70
19.30
%
15.19
41.99
20.44
14.64
7.73
%
21.65
6.19
70.88
1.29
%
11.02

Nº
286
91
Nº
301
72
Nº
55
152
74
53
28
Nº
84
24
275
5
Nº
42

�Investigador
Aluno
Funcionário
Externo
Obteve informação útil para as suas tarefas, nas
instalações da Biblioteca?
Não
Sim
Grau de empatia dos funcionários?
1 (Nada empático)
2
3
4
5 (Bastante empático)
Grau de utilidades das respostas dos funcionários?
1 (Inútil)
2
3
4
5 (Utilíssimo)

1.84
7
77.95 297
8.66 33
0.52
2
%

Nº

20.70 71
79.30 272
%
Nº
2.60
9
2.89 10
26.88 93
26.88 93
40.75 141
%
Nº
2.05
7
5.28 18
27.27 93
26.10 89
39.30 134

Dos resultados obtidos podem sublinhar-se: existe uma tendência semelhante ao
universo dos alunos de ensino superior português, no que se relaciona com o género,
(feminino 55% - masculino 45%, aproximadamente, no panorama nacional; 75% 25% nas nossas respostas); a taxa de frequência encontra-se nos 80% e é
maioritariamente semanal, mensal e diária (estes três itens com mais de 75% das
respostas). Quanto aos objetivos, 80% reconhecem utilidade na Biblioteca, ao
afirmar encontrar lá os recursos de que necessitam. Por outro lado, o grau de
empatia dos funcionários para com os públicos que servem é bastante positivo (52%
para Empático e Muito Empático e 40% para Bastante Empático) e as respostas dos
funcionários são consideradas Úteis ou Muito Úteis por mais de 53% dos inquiridos,
e Bastante Úteis por quase 40% dos indivíduos.
Discussão: Em suma pode-se afirmar que se valida, nas Bibliotecas analisadas (e
nomeadamente cruzando os indicadores Obteve Informação Útil, Grau de Empatia
e Utilidade das Respostas dos Funcionários) a tese que dá título a este artigo, ou
seja, que as interações entre técnicos e utilizadores têm um reflexo positivo não só
no desempenho académico dos segundos mas também que, obviamente, refletem a
competência e utilidade dos primeiros, confirmando-se as ideias expressas na
revisão da literatura.

�Considerações Finais ou Conclusões: A análise da biblioteca académica como
um espaço que propícia impacto e valor melhorando o processo de ensino e
aprendizagem é confirmada nas várias escolas de ensino superior estudadas,
independentemente, de um ensino mais teórico ou mais prático. A investigação foi
baseada em vários indicadores das normas internacionais ISO16439(E). Este
instrumento de aferição correspondeu bem às necessidades do estudo concretizado.
As evidências observadas suportam a hipótese que as interações com os profissionais
influenciam os comportamentos dos docentes, investigadores e estudantes e
desempenham um papel fundamental no processo de ensino, aprendizagem e
investigação, revelando-se positivas no caso em análise.
Referências:
ALA. Guidelines for Behavioral Performance of Reference and Information Service Providers,
Chicago: Reference and User Services Association, American Library Association. 2008. Acesso em:
http://www.ala.org/rusa/resources/guidelines/guidelinesbehavioral
FERNÁNDEZ Y FERNÁNDEZ-CUESTA, P. Bibliotecas y personas: hacia un nuevo enfoque en
biblioteconomía. Gijón: Trea. 2005.
HILBERG, J. S. &amp; MEISELWITZ, G. Undergraduate fluency with information and communication
technology: perceptions and reality. In Association for Computing Machinery. Information
technology education: Proceedings of the 9th ACM SIGITE conference, (SIGITE '08), 2008, pp.5-10.
DOI:10.1145/1414558.1414562
ISO - International Organization for Standardization. Information and documentation — Methods
and procedures for assessing the impact of libraries: Information et documentation — Méthodes et
procédures pour évaluer l’impact des bibliothèques. Genebra, 2014. Disponível em:
https://www.iso.org/obp/ui/#iso:std:iso:16439:ed-1:v1:en
KING T. A. Serviços para o leitor em bibliotecas. In: Cadernos de biblioteconomia, arquivística e
documentação. Coimbra, 13 (1) Jan.-Jun. 1977, pp. 34-41.
MELO, L.B.; MATOS, G.; TORRES, P.; SANCHES, T. Assessing the impact of academic library spaces
on users’ behavior with the ISO16439:2014(E). In 9th Qualitative and Quantitative Methods in
Libraries International Conference, Limerick, Ireland, 23-26 May 2017.
OBOLER, E. M. Ideas and the university library: essays of an unorthodox academic librarian, London,
Greenwood, 1977.

Agências financiadoras - Este trabalho é co-financiado pela União Europeia através do
Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, enquadrado no COMPETE 2020 (Programa
Operacional da Competitividade e Internacionalização) através do projeto CIDEHUS –
UID/HIS/00057/2013 (POCI-01-0145-FEDER-007702)

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Documentação&#13;
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