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                  <text>Preferências de leitura dos estudantes de Ensino Médio
Raquel Pinto Correia (IASBE) - raquel.correia@educadventista.org.br
Poliana Fragatti Cristovam (IAP) - poliana.fragatti@educadventista.org.br
Gisele Tosi de Santa Clara (Instituição - a informar) - gisele.tosi@adventistas.org.br
Gisele Tosi de Santa Clara (IASBE) - gitosi@hotmail.com
Resumo:
Mapeia as preferências de leitura dos estudantes do Ensino Médio de uma rede confessional
no Paraná. Apresenta uma análise das características da adolescência e como o adolescente da
Geração Z está se comportando quanto ao uso dos recursos digitais em relação a leitura. A
pesquisa realizada é quantitativa e coletou a opinião de um grupo de 350 estudantes. Para a
coleta de dados foi utilizado um questionário feito no formulário do Google, onde os alunos
puderam responder online. Dos resultados foi possível traçar o seguinte perfil destes
estudantes: tem a idade de 15 anos, em plena adolescência, ainda preferem ler no suporte
impresso, sendo os livros os mais indicados e leem de 1 ou 2 livros por bimestre. No ambiente
digital leem livros no formato PDF, tendo como preferência a leitura de romances e séries e
51% deles possui aplicativos de leitura nos dispositivos móveis. Ainda foi possível constatar
que os estudantes veem a leitura em suportes digitais como um meio de aumentar a cultura e
melhorar as notas. Com este perfil o bibliotecário pode planejar novas atividades que
envolvam estes adolescentes e incentive o hábito da leitura.
Palavras-chave: Leitura - Ensino Médio; Leitura - Adolescentes; Biblioteca escolar - Estudo
de interagentes
Eixo temático: Eixo 2: 3º Fórum Brasileiro de Biblioteconomia Escolar: pesquisa e prática.

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.
Resumo expandido de comunicação científica
Eixo Temático: 2: 3º Fórum Brasileiro de Biblioteconomia Escolar: pesquisa e
prática
Resumo expandido
Mapeia as preferências de leitura dos estudantes do Ensino Médio de uma rede
confessional no Paraná. Apresenta uma análise das características da adolescência
e como o adolescente da Geração Z está se comportando quanto ao uso dos
recursos digitais em relação a leitura. A pesquisa realizada é quantitativa e coletou
a opinião de um grupo de 350 estudantes. Para a coleta de dados foi utilizado um
questionário feito no formulário do Google, onde os alunos puderam responder
online. Dos resultados foi possível traçar o seguinte perfil destes estudantes: tem a
idade de 15 anos, em plena adolescência, ainda preferem ler no suporte impresso,
sendo os livros os mais indicados e leem de 1 ou 2 livros por bimestre. No ambiente
digital leem livros no formato PDF, tendo como preferência a leitura de romances e
séries e 51% deles possui aplicativos de leitura nos dispositivos móveis. Ainda foi
possível constatar que os estudantes veem a leitura em suportes digitais como um
meio de aumentar a cultura e melhorar as notas. Com este perfil o bibliotecário pode
planejar novas atividades que envolvam estes adolescentes e incentive o hábito da
leitura.
Introdução
Ler é fundamental para a aprendizagem dos estudantes e cabe à escola
proporcionar atividades que desenvolvam esta habilidade, juntamente com o
trabalho do professor. E para auxiliar neste processo, a escola precisa contar com
serviços e atividades da biblioteca escolar, pois esta é uma difusora do
conhecimento e tem como uma de suas funções básicas o incentivo à leitura.
Para desenvolver atividades que despertem o gosto pela leitura, o
bibliotecário precisa conhecer o perfil dos estudantes da sua unidade escolar, ainda
mais agora que os avanços tecnológicos trazem outras opções de suporte para a
leitura. Então, qual é a preferência de leitura destes usuários, ou como coloca
Correa (2016), destes interagentes? Gostam de ler no suporte impresso ou digital?
Utilizam aplicativos de leitura em seus dispositivos móveis? Quais materiais gostam
de ler? Qual a quantidade de livros que conseguem ler? Os estudantes conseguem
identificar a contribuição da leitura no ambiente digital? Com base nestas
indagações, este estudo visa traçar o perfil de leitura de estudantes do Ensino Médio
de uma rede confessional no Estado do Paraná. Ao mapear estas características, o
bibliotecário terá condições de desenvolver ações práticas e organizadas que sejam
mais interativas e compatíveis com as características dos adolescentes e, assim,
aproximá-los da biblioteca.
Como são caracterizados os adolescentes hoje em dia? Primeiro é preciso
entender que a adolescência é a fase da vida que se interpõem entre a infância e a

�vida adulta, compreende a faixa etária de 12 a 18 anos. Essa fase da vida também
é conhecida como a idade da rebeldia e dos desentendimentos, pois o adolescente
está revendo valores e ampliando a sua visão de mundo. Por isso se torna
questionador em relação as instituições, autoridade, dinheiro, família, carreira e
ainda tem as mudanças de natureza sexual, cognitiva, psicológica e social.
Outra questão que deve ser considerada é o uso das tecnologias da
informação e da comunicação (TICs) na vida destes adolescentes. Esta geração é
conhecida como a Geração Z, pois nasceu e cresceu na era da comunicação
instantânea. De acordo com Veras (2011), estes jovens apresentam tem como
características o imediatismo, o desempenho de multitarefas, são dinâmicos,
inovadores, defensores do meio ambiente, versáteis e flexíveis. Em contrapartida,
são individualistas, pessimistas, com dificuldades de relacionamento, aficionados
por entretenimento e seguem seus próprios valores morais. Esta geração de nativos
digitais não concebe o mundo sem tecnologia, são criados dentro de redes sociais,
entendem muito mais de tecnologia que seus pais, buscam todos os assuntos no
Google e utilizam todos os tipos de software. Eles estão conectados o tempo todo
e a tecnologia é vista como uma extensão do cérebro. Preferem informações
rápidas de múltiplas fontes, e preferem trabalhar com imagem, som, vídeo ao invés
do texto. Preferem aprender de forma instantânea as coisas relevantes e úteis,
explorando um aprendizado lúdico e divertido. Não veem o mundo com fronteiras
geográficas, mas como uma aldeia global. Como são multitarefas, conseguem ouvir
TV, rádio e se conectar na Internet, porém sem muito foco naquilo que fazem. Falam
com os pais de igual para igual, sem respeitar hierarquia e, com isso, não tem a
dimensão dos seus erros, uma vez que consideram a vida como um videogame,
onde podem reverter facilmente o que fizeram.
No aspecto educacional o adolescente estará cursando o Ensino Médio, que
é a etapa final de uma educação de caráter geral, que envolve a construção de
competências básicas, onde o estudante passa a ser sujeito produtor de
conhecimento, participante do mundo do trabalho, se tornando um cidadão mais
consciente e atuante na sociedade. Por isso ainda tem como desafio aprender a
selecionar a informação e transformá-la em conhecimento para a tomada de
decisão.
Apesar de várias competências que o estudante do Ensino Médio deve
aprender, neste estudo o foco será na competência leitora, pois é um dos meios
para a consecução de novas aprendizagens. A leitura é para o desenvolvimento do
intelecto, bem como o caminho mais curto para adquirir conhecimento (PORTO,
2017), portanto, a leitura é a possibilidade de um diálogo que extrapola o tempo e o
espaço, um alargamento de mundo. Maria (2008, p.25) acrescenta que a leitura
também auxilia na formação do leitor como cidadão, e Rezende (2007, p.8) coloca
que é preciso olhar o mundo de “maneira descortinada [...] para ver melhor, para
ver mais bonito e mais completo”. Então, para o estudante do Ensino Médio, a leitura
percorre dois caminhos: um é o desenvolvimento da habilidade leitora, literária e
cultural; e outro é a leitura de novos conteúdos nas diversas áreas do conhecimento.
Neste contexto é possível observar os adolescentes utilizando as TICs e elas
vêm transformando o processo de leitura, pois de acordo com Chartier (1999, p.77)
“os gestos mudam segundo os tempos e lugares, os objetos lidos e as razões de
ler. Novas atitudes são inventadas, outras se extinguem”. Por isso no ambiente
educacional é possível ver muitos estudantes do Ensino Médio fazendo leituras e
pesquisas no suporte digital. Com o avanço da tecnologia e o aparecimento de
novas plataformas, as mídias tradicionais estão se adaptando às necessidades de

�portabilidade e conexão. Uma delas é o livro de papel, que, em sua versão mais
moderna, tornou-se um e-book, também chamado de livro eletrônico ou livro digital
(ARAÚJO, 2017).
Para Martins (2016), o e-book é o termo americano para “livro digital”, só que
na verdade ele não passa de um termo e com diversos formatos, sendo os mais
comuns o ePub, o MOBI e o PDF, que serão interpretados de forma diferente pelos
dispositivos (notebook, iPad, iPhone) para sua leitura. Pesquisa realizada pela
Folha de São Paulo mostra que muitas pessoas têm interesse em ler no formato
digital, mas aqui no Brasil, apenas 5% dos livros vendidos são digitais (LOPES,
2017), portanto ainda há um longo caminho a percorrer no uso do livro digital.
Método da pesquisa
A pesquisa se propôs a realizar um estudo descritivo, pois reúne
características de uma população, e quantitativo quanto a sua abordagem. O
instrumento utilizado foi um questionário online, construído no formulário do Google
com questões fechadas sobre a preferência de leitura dos estudantes. A população
estudada é formada por estudantes do Ensino Médio (EM) pertencentes a 5 colégios
de uma Rede Confessional no Paraná, com o total de 756 alunos. Destes colégios,
3 estão na capital e 2 no interior do estado. Delimitou-se a amostragem agregando
como critério aqueles estudantes que fizeram empréstimos na biblioteca, limitando
a aplicação do questionário para 350 alunos.
Resultados
Quanto a reposta dos estudantes foi possível constatar que 98% dos 350
responderam ao questionário. Destes 36% estão cursando o 2º ano do EM, 33% o
1º Ano e 31% o 3º ano. Em relação a idade, 36% tem quinze anos, 29% dezesseis
e 17% dezessete. Foi perguntado aos estudantes para confirmar se realmente
gostam de ler e 80% afirmaram que sim e 20% não gostam. Em relação ao suporte,
61% dos estudantes ainda prefere a leitura impressa, 31% a digital e 8% leem nos
dois tipos. Quanto ao tipo de materiais a leitura de livros (65%) é a preferida, já 13%
prefere ler quadrinhos, 9% revistas e outros materiais e 4% jornais. Quanto a leitura
no ambiente digital, 39% prefere ler as redes sociais, 29% livros, 9% jornais e
revistas, 8% em quadrinhos e 6% em outros recursos. Quando foi perguntado sobre
a quantidade de livros lidos no bimestre no suporte impresso, 52% leram de 1 a 2
livros, 26% de 3 a 4, 14% de 5 a 6 e 8% disseram que não leram nada. Já a leitura
no formato digital teve a seguinte indicação, 35% de 1 a 2 livros por bimestre, 19%
de 3 a 4, 10% de 5 a 6 e 36% não leram nenhum livro. Quanto ao tipo de material,
no formato impresso, 36% gostam de ler romances, 22% séries, 14% quadrinhos,
13% best-seller, 4% poesia e teatro, 3 % jornais e 8% não preferem nenhum tipo.
No digital 20% preferem ler romance, 20% série, 12% quadrinhos, 9% jornal, 9%
best-seller, 6% poesia e teatro. O que chamou a atenção é que 24% não prefere
nenhum tipo de material. Em relação ao tipo de livro digital, 35% gosta de ler em
PDF, 28% em PDF e E-book, 11% Ebook e 26% em nenhum dos dois. Quanto a
forma de aquisição dos livros digitais os estudantes indicaram que preferem ler em
PDF (70%) porque os materiais estão em domínio público, o que é gratuito, 20% lê
no PDF em domínio público e compra e-books e apenas 10% compra só e-books
para leitura. Os estudantes sinalizaram que 51% tem aplicativos de leitura nos
dispositivos móveis e 49% não. Foi perguntado sobre as contribuições da leitura no

�ambiente digital e 56% disseram que ela contribui para aumentar a cultura em geral,
19% para melhorar as notas, 10% por ser mais interativa e facilitar o entendimento
e 15% disseram que não traz contribuição nenhuma.
Discussões
De acordo com os resultados foi possível constatar que os adolescentes têm
interesse pela leitura, pois 80% disseram que gostam de ler, porém quando
respondem sobre a quantidade de livros lido no bimestre a maioria (52%) indicou
que leu de 1 a 2 livros, isto no formato impresso e no digital esse interesse cai, pois
36% dos estudantes não leram nenhum livro no digital neste período, apesar de
estarem sempre conectados.
Outra situação que se destaca é que 51% dos estudantes tem aplicativos de
leitura nos dispositivos móveis, mas pouco utilizado, pois foco da leitura no ambiente
digital é para as redes sociais. Os adolescentes leem mais no formato PDF porque
os materiais estão no domínio público e são gratuito e poucos fazem leituras em ebooks.
Continuando a análise dos dados é possível traçar o perfil deste estudante
de Ensino Médio que frequenta as bibliotecas da Rede com as seguintes
características: 69% estão nas séries iniciais do curso (1º e 2º Ano) e com 15 anos
(36%) de idade. Apesar de ser um nativo digital, 61% ainda prefere ler no suporte
impresso, sendo os livros (65%) os mais lidos e no ambiente digital as redes sociais
(39%). Em relação a quantidade de livros lidos por bimestre, a maioria (52%) indicou
que lê de 1 a 2 livros e, por tipo de material, o romance sai na frente tanto no
impresso (36%) quanto no digital (20%). Destes estudantes, 35% leem em PDF,
51% tem aplicativos de leitura nos dispositivos móveis e 56% disseram que a
tecnologia contribui para aumentar a cultura em geral.

Considerações finais ou conclusões
Neste momento pode-se perceber que, apesar deste estudante viver na
sociedade dos conectados, a sua relação com a leitura ainda é tradicional, pois
prefere a leitura em materiais impressos. Com a pesquisa ainda foi possível verificar
que essa tendência logo vai mudar, pois os livros no formato digital já são uma
realidade no cotidiano destes alunos. Para essa mudança também se deve
considerar o aumento do uso de dispositivos móveis e a disponibilidade de
aplicativos.
Observou-se que mais da metade da população consultada possui aplicativo
de leitura em dispositivos móveis, confirmando o entendimento que as
possibilidades de leitura estão ao alcance das mãos, favorecendo o
amadurecimento do hábito de leitura junto a este público. Apesar do livro digital já
existir, ele ainda não é encontrado com frequência nos acervos das bibliotecas. Isto
é decorrente da carência de fornecedores de conteúdo para bibliotecas, visto que a
oferta existente é centrada no consumidor individual e não nas unidades de
informação. Evidentemente, ao ter possibilidades de inclusão de conteúdo atrativo
e de interesse de estudantes do Ensino Médio, espera-se que os níveis de leitura
sejam superiores aos observados.
O fato de adolescentes demonstrarem maior interesse pelo livro impresso em
relação ao digital (61% e 31% respectivamente) reforça o desconhecimento das

�possibilidades e mobilidades ofertadas pelo suporte digital. Como ainda é um
produto novo e pouco explorado por escolas e bibliotecas, este comportamento é
compreensível. Este cenário tende a sofrer alterações com ampliação da oferta de
conteúdo e a inclusão destes recursos no apoio da educação.
Outra característica que deve ser destacada é que esses estudantes
frequentam a biblioteca e são independentes nas escolhas de suas leituras, então
este ambiente faz parte da sua rotina e por isso passam a interagir mais com os
serviços e atividades que são disponibilizados, são, assim, os novos interagentes.
Neste contexto o bibliotecário deve ficar a atento para organizar ações
práticas e interativas que levem cada vez mais os estudantes a gostarem de ler,
não apenas por obrigação e sim para a construção do seu conhecimento.

Referências
ARAÚJO,
Felipe.
Livro
eletrônico.
Disponível
em:
&lt;http://www.infoescola.com/literatura/livro-eletronico/&gt;. Acesso em: 29 maio 2017.
CHARTIER, Roger. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Unesp,
1999.
CORREA, Elisa Cristina Delfini. Gestão de estoque da informação: novos termos
e novas posturas para um novo contexto. São Paulo: FEBAB, 2016. PDF
LOPES, Reinaldo José. Estudos comparam compreensão de texto de quem lê livros
eletrônicos e de papel. Folha de São Paulo, 2014. Disponível em:
&lt;http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/09/1516515-estudoscomparam-compreensao-de-texto-de-quem-le-livros-eletronicos-e-depapel.shtml&gt;. Acesso em: 29 maio 2017.
MARIA, Luiza de. Leitura e colheita: livros, leitura e formação de leitores. 2. ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
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http://www.folhetimonline.com.br/2012/04/19/o-que-e-um-livro-digital/&gt;. Acesso em:
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PORTO, Gabriella. A importância da leitura. Disponível em:
&lt;http://www.infoescola.com/educacao/a-importancia-da-leitura/&gt;. Acesso em: 29
maio 2017.
REZENDE, Lucinea Aparecida. Leitura e visão de mundo: peças de um quebracabeça. Londrina, PR: Eduel, 2007.
VERAS, Marcelo (Org.). Inovação e métodos para nativos digitais. São Paulo:
Atlas, 2011.

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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Mapeia as preferências de leitura dos estudantes do Ensino Médio de uma rede confessional no Paraná. Apresenta uma análise das características da adolescência e como o adolescente da Geração Z está se comportando quanto ao uso dos recursos digitais em relação a leitura. A pesquisa realizada é quantitativa e coletou a opinião de um grupo de 350 estudantes. Para a coleta de dados foi utilizado um questionário feito no formulário do Google, onde os alunos puderam responder online. Dos resultados foi possível traçar o seguinte perfil destes estudantes: tem a idade de 15 anos, em plena adolescência, ainda preferem ler no suporte impresso, sendo os livros os mais indicados e leem de 1 ou 2 livros por bimestre. No ambiente digital leem livros no formato PDF, tendo como preferência a leitura de romances e séries e 51% deles possui aplicativos de leitura nos dispositivos móveis. Ainda foi possível constatar que os estudantes veem a leitura em suportes digitais como um meio de aumentar a cultura e melhorar as notas. Com este perfil o bibliotecário pode planejar novas atividades que envolvam estes adolescentes e incentive o hábito da leitura.</text>
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          <description>A language of the resource</description>
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