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                  <text>A experiência do SiBIFRS na implantação de um sistema de
gerenciamento e integração das bibliotecas do IFRS

Luciane Alves Santini (IFRS) - lua.santini@gmail.com
Núbia Marta Laux (IFRS) - nubia.laux@feliz.ifrs.edu.br
Resumo:
O presente trabalho baseia-se no relato de experiência do grupo de Bibliotecários do IFRS,
com objetivo de compartilhar como foi feito todo o processo de implantação do Sistema
Pergamum. Procura demonstrar a importância desse sistema para proporcionar às bibliotecas
uma maior racionalidade no trabalho, o aumento de produção devido a catalogação
cooperativa, melhor controle e uma maior facilidade de armazenamento e disseminação da
informação. Enfatiza a importância da organização dos bibliotecários em Comissões e a
cooperação desses profissionais enquanto um sistema de bibliotecas.
Palavras-chave: Sistema de informação; Sistema de bibliotecas; IFRS; Gerenciamento de
bibliotecas
Eixo temático: Eixo 3: Gestão de bibliotecas: aquisição e tratamento de materiais no
ambiente físico e virtual, curadoria digital, coleções especiais,
desenvolvimento de serviços e produtos inovadores, bibliotecas digitais e
virtuais, portais e repositórios, acesso aberto.

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�A experiência do SiBIFRS na implantação de um sistema de gerenciamento e
integração das bibliotecas do IFRS
Introdução
Este trabalho pretende oportunizar o compartilhamento de experiências na
implantação de um sistema automatizado de gerenciamento de bibliotecas,
especificamente o sistema Pergamum e como o grupo de bibliotecários se
organizou para realizar a implantação desse.
Acreditando que a biblioteca desempenha um papel relevante em uma
instituição de educação e que “[...] não se concebe mais à educação apenas
transmitir conhecimentos, mas sim, a fornecer subsídios para que cada
indivíduo construa suas idéias e descubra/desenvolva seu potencial.”
(DZIEKANIAK, 2008, p.2)”, as bibliotecas que deram início ao Sistema de
Bibliotecas do IFRS perceberam a necessidade de buscar um sistema de
gerenciamento que possibilitasse a integração de seus acervos.
Além disso, a utilização de um mesmo software dentro do Sistema de
Bibliotecas do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (SiBIFRS) proporciona às
bibliotecas uma maior racionalidade no trabalho, o aumento de produção
devido a catalogação cooperativa, melhor controle e uma maior facilidade de
armazenamento e disseminação da informação. Cabe destacar que, o software
auxilia a biblioteca a desempenhar seu papel social dentro da instituição,
conforme destaca Tarapanoff (1993, p.56), “A finalidade social dos serviços
bibliotecários é dar ao indivíduo, comunidades e sociedade a possibilidade do
acesso às informações armazenadas”. Dessa forma, deu-se início a procura
por um software que atendesse as necessidades do sistema de bibliotecas.
O esforço para a implantação de um sistema automatizado de gerenciamento
de bibliotecas se deu, pelo grupo de bibliotecários, a partir de 2010 e foi
concretizado com a aquisição do Pergamum em 2013. Dessa forma, este relato
procurará descrever como foi realizado o processo de implantação desse
software a partir do ponto de vista do grupo de bibliotecários que constituem o
SiBIFRS e como esse grupo se estruturou para que essa tarefa.
Relato da experiência
Este relato se refere ao Sistema de Bibliotecas do Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (SiBIFRS), composto
atualmente, por 17 bibliotecas espalhadas pelo estado. O Instituto Federal do
Rio Grande do Sul (IFRS) é uma instituição participante da Rede Federal de
Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Rede Federal EPCT) que foi
criada a partir da promulgação da Lei 11892, de 2008. Inicialmente, o IFRS foi
constituído pela união do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) de
Bento Gonçalves, da Escola Agrotécnica Federal de Sertão, da Escola Técnica
Federal de Canoas, da Escola Técnica Federal da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul (UFRGS), do Colégio Técnico Industrial Prof. Mário Alquati, de
Rio Grande. Além dessas instituições iniciais, também passaram a constituir o
IFRS, após serem federalizadas, as unidades de ensino técnico nos municípios
de Farroupilha, Feliz e Ibirubá. Após deu-se início a expansão e foram criados

�os campi de Caxias do Sul, Erechim, Osório e Restinga. Em 2015 aconteceu
uma nova fase de expansão com a criação dos campi de Alvorada, Rolante,
Vacaria, Viamão e Veranópolis.
As instituições participantes da Rede Federal EPCT possuem algumas
particularidades que impactam diretamente nas bibliotecas como, por exemplo,
o fato de atuarem em cursos técnicos (integrado, subsequente, concomitante),
licenciaturas, graduações tecnológicas, engenharias, especializações,
mestrados profissionais e doutorados, além de cursos profissionalizantes de
Formação Inicial e Continuada (FIC) e o Programa de Educação de Jovens e
Adultos (PROEJA). Dessa forma, as bibliotecas transitam entre biblioteca
universitária e biblioteca escolar, não se limitando a nenhuma das duas, mas
atuando em ambas, gerando assim um tipo misto de biblioteca. Esse tipo de
funcionamento é esclarecido por Teixeira (2015, p. 72), “No Instituto coexistem,
no mesmo espaço físico, dois tipos de bibliotecas sendo: as bibliotecas
universitárias que atendem, principalmente, o público universitário; e as
bibliotecas escolares, que são voltadas para os usuários oriundos do ensino
médio-técnico.”.
Quando o IFRS foi constituído, algumas unidades já existentes contavam com
uma biblioteca e utilizam algum software para o gerenciamento do acervo. No
entanto, nenhum desses softwares possibilitava a integração dos acervos
dessas bibliotecas, fator esse que impossibilitava a formação de um sistema de
bibliotecas com catalogação cooperativa. Desta forma, percebeu-se a
necessidade de um software que possibilitasse uma melhoria tanto no acesso
ao acervo das bibliotecas permitindo “[...] localizar, filtrar, organizar e resumir
informações que sejam úteis ao usuário independente do lugar em que eles se
encontrem.” (SANTOS, [2012], p.9), quanto na cooperação do trabalho técnico
de forma a estabelecer um padrão para todas as bibliotecas do IFRS.
Dessa forma, após um período de seleção, análise e reflexão referente as
necessidades estabelecidas pelo Sistema de bibliotecas e da comunidade
acadêmica, optou-se pelo Sistema Pergamum. Após essa escolha, o grupo de
bibliotecários organizou-se para que a implantação tivesse êxito. Para isso,
contamos com a colaboração de técnicos em informática da reitoria que
ficaram responsáveis pela parte da instalação e da importação dos acervos
para o Pergamum. As bibliotecas que já existiam e tinham seus acervos
informatizados foram migradas para o novo sistema. E para que as demais
começassem a inserir seus acervos foi necessário criar comissões que
padronizassem esses procedimentos.
Inicialmente, os bibliotecários se dividiram de forma espontânea para a
formação dos grupos, tentando aproveitar aqueles que tinham mais experiência
ou interesse em assuntos afins. Assim, criou-se as Comissões de Catalogação,
de Autoridades e de Circulação. Cada uma dessas comissões teve como tarefa
estabelecer padrões que deveriam ser seguidos por todos para possibilitar a
cooperação dos registros.
As Comissões de Catalogação e de Autoridades ficaram responsáveis por
organizar manuais a fim de padronizar tanto a catalogação quanto as
autoridades. Para isso, optou-se pela criação de templates específicas para
cada tipo material e cada tipo de autoridades para orientar na criação de novos
registros. A utilização de templates permite demonstrar visualmente as formas

�corretas de cada campo e subcampo do formato MARC 21 a partir da norma
catalográfica AACR2, de forma prática e rápida. As templates foram
organizadas de forma a indicar a descrição do campo, o número do campo, o
indicador 1, o indicador 2 e o subcampo. Além disso também traz definições,
exemplos, regras da AACR2 e faz apontamentos de condutas acordadas
dentro do grupo. Para facilitar o manuseio, foi decidido criar tantas templates
de catalogação quanto os formatos de matérias definidos no tipo de acervo do
Pergamum, isto é, formato livro, periódico, normas técnicas, trabalhos de
conclusão de curso, entre outros. Para a autoridade foi criada uma template
que engloba tanto a autoridade pessoal (campos 1XX) quanto para os assuntos
(6XX). Dessa forma, todo material processado deve ter o mesmo rigor técnico
independente da biblioteca que fez o processamento. Além disso, esse formato
também favorece a elevação do nível de padronização dos novos registros
facilitando para os colegas menos experientes a resolução de dúvidas de forma
mais ágil.
Cabe destacar, que devido a importação dos acervos existentes em algumas
das bibliotecas e da diversidade de softwares utilizados anteriormente, o
SiBIFRS tem uma demanda reprimida de adequar esses acervos no padrão
estabelecido pelo grupo, isso acontece tanto nos requisitos estabelecidos pela
catalogação quanto pela autoridade. Recentemente, estabeleceu-se o
procedimento para a unificação de acervos duplicados, assim como a
unificação e padronização das autoridades. As Comissões de Catalogação e
Autoridades tornaram-se comissões permanentes em 2016 e são responsáveis
pelas revisões periódicas dos manuais, por auxiliarem os colegas nas dúvidas,
elaborarem novas templates que tenham sido solicitadas pelos colegas, entre
outras atividades.
Além desses grupos responsáveis pelos procedimentos relacionados ao fazer
biblioteconômico de catalogação e indexação, criamos no momento da
implantação a Comissão de Circulação para auxiliar nas questões relativas a
circulação de materiais no novo sistema. Essa Comissão de Circulação deveria
ser responsável pela parametrização do sistema, mas percebeu-se que para
essa atividade seria necessário um maior conhecimento sobre o sistema e seu
funcionamento. Assim, optamos por centralizar essa atividade em uma colega
bibliotecária que tinha os conhecimentos necessários para fazer as
parametrizações iniciais do sistema.
Após processo inicial da implantação, percebeu-se a necessidade de que esta
colega bibliotecária ficasse responsável pelo suporte do sistema aos demais
bibliotecários do SiBIFRS, ou seja, responder dúvidas, fazer parametrizações
no sistema, solicitar atualizações do software, e quando necessário fazer
contato diretamente com a equipe do Pergamum. Desta forma, para garantir
uma boa utilização do Sistema Pergamum nas bibliotecas do IFRS, o SiBIFRS
conta atualmente com o apoio e trabalho da Comissão de Catalogação,
Comissão de Autoridades e um bibliotecário responsável pelo suporte do
sistema.
Por ocasião dos encaminhamentos, para a formalização do SiBIFRS, foi
necessária a constituição da Comissão de Políticas e Conteúdo que ficou
responsável pela formulação do Regimento, do Plano de Desenvolvimento de
Coleções e demais documentos necessários para o sistema. Comissão esta
que também participa da sistematização do relatório anual do SiBIFRS, da

�elaboração da estatística de uso das bibliotecas, entre outras ações que sejam
necessárias para o sistema.
Considerações finais
Ainda temos um longo percurso pela frente, cada biblioteca integrante do
SiBIFRS encontra-se numa fase diferente de implantação seja por problemas
técnicos, por falta de pessoal ou por ser parte de um campus novo. Tentamos
acolher e auxiliar os novos colegas, mas a distância e a dificuldade de realizar
reuniões presenciais e treinamentos faz com que esse processo seja mais
lento. As participações nas comissões são voluntárias e, aqueles que se
habilitam a participar, precisam conciliar suas atividades, tornando o avanço no
desenvolvimento do sistema mais lento.
Procuramos nesse relato compartilhar as experiências do SiBIFRS e como nos
organizamos para enfrentar os desafios de trabalhar em sistema com
catalogação cooperativa. As comissões permanentes são essenciais na
elaboração e aperfeiçoamento das práticas do sistema. Também consideramos
essencial para o bom funcionamento e compreensão do sistema contarmos
com um responsável pelo suporte do sistema e referência na resolução das
dúvidas desse sistema. O processo de implantação de um novo software é
longo e trabalhoso, por isso o respeito e parceria entre os bibliotecários do
SiBIFRS é o que torna possível trabalharmos de forma cooperativa, sem isso
dificilmente conseguiríamos trabalhar em forma de sistema.
Referências
DZIEKANIAK, Cibele Vasconcelos. Sistema de gestão para biblioteca
universitária (SGBU): teoria e aplicação. Biblios, n. 31, abr./jun. 2008.
Disponível em:
&lt;http://sisbib.unmsm.edu.pe/bibvirtualdata/publicaciones/biblios/n31/a04n31.pd
f&gt;. Acesso em: 08 jul. 2017.
SANTOS, Marivaldina Bulcão dos. Biblioteca universitária: acesso à informação
e conhecimento. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 17., Gramado, 2012. Anais eletrônicos... Disponível em:
&lt;http://www.snbu2012.com.br/anais/&gt;. Acesso em: 2 maio 2017.
TARAPANOFF, Kira. Políticas de planejamento de sistemas de informação
para o desenvolvimento: a experiência da America Latina. Ciência da
Informação, Brasília, v. 22, n. 1, p. 53-59, jan./abr 1993.
TEIXEIRA, Cristiane da Cunha. A cultura organizacional e informacional em
ambiente técnico-acadêmico. 2015. 161 f. Dissertação (Mestrado em Ciência
da Informação) – Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2015.

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