<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="2675" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/2675?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-27T05:21:21-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="1757">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/23/2675/1789-1806-1-PB.pdf</src>
      <authentication>ced3f47cb9ad44d7f5f7443e87737be8</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="31737">
                  <text>AQUISIÇÃO DE LIVROS ELETRÔNICOS, UMA NEGOCIAÇÃO A SER
FEITA

Ana Rosa dos Santos (UFF) - anarosa@ndc.uff.br
Simone da Rocha Weitzel (UNIRIO) - sweitzel@unirio.br
Resumo:
Oferece síntese das boas práticas em negociações para aquisição de livros eletrônicos. Realiza
pesquisa descritiva, por meio de revisão de literatura. Pontua aspectos da negociação na
gestão de coleções eletrônicas. Ressalta que a negociação deve ser exercida com
responsabilidade e coragem. Sugere a preparação para as negociações através de colegas da
área, mercado editorial, literatura, etc. Recomenda que os contratos permitam o acesso por
meio da afiliação, e não por localização. Indica que os consórcios podem ser o caminho para
boas negociações. Conclui que ainda são poucos os trabalhos na área sobre o tema. Propõe
estudos para implantação de consórcios e compartilhamento de coleções. Estimula a
divulgação das boas práticas entre os bibliotecários universitários, e treinamentos para a
preparação para negociação.
Palavras-chave: Desenvolvimento de coleções; gestão de coleções; livros eletrônicos;
documentos eletrônicos; aquisição; negociações.
Eixo temático: Eixo 3: Gestão de bibliotecas: aquisição e tratamento de materiais no
ambiente físico e virtual, curadoria digital, coleções especiais,
desenvolvimento de serviços e produtos inovadores, bibliotecas digitais e
virtuais, portais e repositórios, acesso aberto.

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação. Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.

INTRODUÇÃO
O trabalho tem por objetivo apresentar as boas práticas que podem ser
aplicadas na negociação na aquisição de livros eletrônicos (Ebooks, E-books,
electronic books) em bibliotecas universitárias. A necessidade premente dos
bibliotecários se adaptarem as novas formas de aquisição que o ambiente
digital traz justifica o estudo, uma vez que se impõem cada vez mais novas
competências, incluindo a negociação de contratos.
Nesse contexto, o aumento dos preços, a incapacidade de comprar tudo o que
é publicado, e a redução orçamentária nas bibliotecas universitárias
valorizaram aspectos inerentes à negociação no campo da “gestão de
coleções”1 (COGSWELL, 1987; BRANIN, 2003; FLOWERS, 2004; JOHNSON,
2014, tradução nossa).
De acordo com Flowers (2003, 2004) o poder de negociação dos bibliotecários
deve ser exercido com responsabilidade, coragem e planejamento, de forma a
obter o máximo de economia em todos os aspectos da negociação,
principalmente em relação ao custo final da aquisição. É uma atividade
desafiadora que requer o conhecimento dos modelos de negócio, das
especificidades dos produtos disponíveis, bem como da reputação dos
fornecedores. Muitas dessas informações estão disponíveis na literatura, no
mercado editorial e entre os profissionais da área. Flowers (2003) apresenta
um quadro pontuando as qualidades para o sucesso da relação entre os
bibliotecários e os fornecedores:
Quadro 1 – Pontos para o sucesso de uma negociação
Qualidades

Importância

Boa comunicação:

Evitar mal-entendidos e erros

Interesse comum:

O sucesso de cada um é fundamental para os negócios.

Compreensão
das
necessidades de cada um:

Ajuda a alcançar um acordo benéfico;

Compreensão
das
restrições de cada um:

Ajuda a alcançar um acordo realista;

Confiança:

É essencial na relação e implementação das decisões negociadas;

Flexibilidade:

Nenhum dos lados está no controle completo da situação. Eventos
externos resultam em alterações. Por exemplo, os cortes no
orçamento afetam os pedidos [que as bibliotecas solicitam] aos
fornecedores. Da mesma forma, as fusões e aquisições afetam os
fornecedores.

Orgulho pelo trabalho:

Ajuda a cada um alcançar metas e manter a boa relação.

Fonte: Flowers (2003, p. 104, tradução e acréscimos nossos).

1

A chamada gestão de coleções foi proposta na década de 1980, e inclui as funções
tradicionais do desenvolvimento de coleções, e também: Manutenção (preservação) de
coleções; a gestão fiscal; o relacionamento com o usuário; o compartilhamento de coleções e
outras, e os aspectos eletrônicos dessa gestão (COGSWELL, 1987; JOHNSON, 2014,
tradução e grifos nossos).

�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação. Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.

Nos primeiros anos da década de 2000, o modelo de negócio preponderante,
no Brasil, era denominado “pacote”. Nesse modelo as coleções eram
compradas sem qualquer interferência do cliente. Com o aumento da demanda,
e das exigências dos bibliotecários nas negociações, os fornecedores
precisaram se adequar às necessidades dessas universidades, surgindo assim
outros modelos menos fechados (ZATTAR; DOURADO, 2014). Assim, o
conhecimento detalhado dos modelos de negócio que estão sendo praticados
pelo mundo, bem como da legislação brasileira poderão proporcionar maior
poder de negociação.
Em uma negociação para aquisição de ebooks, por exemplo, os termos dos
contratos devem garantir maior proveito (custo-benefício) para todos os
usuários. Um dos principais tópicos encontrados em contratos são os
chamados "usuários autorizados". Neste item deve ser previsto todos os
usuários possíveis, tais como: Professores afiliados, funcionários, estudantes,
contratados, etc. A inclusão do acesso remoto é recomendada, e deve-se evitar
assim a limitação geográfica. Ou seja, os usuários autorizados devem ser
definidos por afiliação com universidade, e não por sua localização (DYGERT;
LANGENDORFER, 2014; DYGERT; VAN RENNES, 2015, tradução nossa). Os
autores também apresentam outros pontos que devem ser considerados nas
negociações:
a) a solicitação de orientação dos advogados da instituição na negociação dos
termos do contrato;
b) a ação moderada, mas sem medo;
c) a criação de uma rede de apoio, com colegas da área, visando à preparação
para negociações;
e) a preparação através da literatura, congressos, etc.;
f) a solicitação ao fornecedor de uma cópia editável do contrato, para que suas
alterações sejam controladas até a aprovação final dos termos;
g) a redação de diretrizes para as negociações;
h) prestação de informações aos superiores sobre o andamento das
negociações;
i) a inclusão das exigências de acessibilidade digital nos contratos, para
garantir que os conteúdos possam ser acessíveis a todos; 2
j) a definição de expectativas altas, visando atender as necessidades do
usuário (DYGERT; LANGENDORFER, 2014; DYGERT; VAN RENNES,
2015, tradução nossa).
Ressalta-se também que a negociação deve ser baseada em princípios,
deslocando o foco pessoal para o objetivo, removendo dessa forma “parte do
elemento humano do processo para que ambos os lados possam trabalhar e
fazer um acordo mutuamente aceitável”. A “negociação com princípios” é
baseada em quatro pilares (FISHER; URY; PATTON, 2005 apud DYGERT;
RENNES, 2015, tradução nossa)3:

2

3

No Brasil o “Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMAG) ” busca oferecer a
garantia da acessibilidade virtual a todos, se baseia no Modelo internacional Web Content
Accessibility Guidelines (WCAG) (BRASIL, 2011).
Claire Dygert tem mais de 16 anos de experiência na área, recomenda-se a leitura completa
dos trabalhos citados, e outros.

�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação. Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.

a) separar as pessoas do problema ou da questão;
b) focar em interesses, e não em posições;
c) criar oportunidades para os negociadores;
d) utilizar critérios objetivos.

Assim, o bibliotecário precisa conhecer a sua Instituição, suas coleções, seus
usuários, seus fornecedores, os produtos, bem como os preços oferecidos às
outras instituições, agindo de forma moderada, mas sem medo (DYGERT;
LANGENDORFER, 2014; DYGERT; RENNES, 2015). O bibliotecário deve
estar pronto para defender os interesses dos usuários e da sua Instituição,
utilizando todos os recursos possíveis, mas mantendo a ética.
A literatura indica que os consórcios podem ser a melhor alternativa para boas
negociações de livros eletrônicos, uma vez que as negociações realizadas de
forma compartilhada podem ser mais eficientes em função do poder de
barganha (FLOWERS, 2004, VASSILOU, et al, 2012; RADNOR, SHRAUGER,
2012; MACEVICIUTE, 2014; DRESSELHAUS, 2016; CARTER, OSTENDORF,
2017). No Brasil, o melhor exemplo desse tipo de Consórcio é o Conselho de
Reitores das Universidades Estaduais de São Paulo (CRUESP), que desde
2007 adquire livros eletrônicos, atendendo às Bibliotecas das Universidades de
São Paulo, Universidade Estadual Paulista, Universidade Estadual de
Campinas (KASSAB, 2007).
MÉTODO DA PESQUISA
Pesquisa descritiva e bibliográfica, com cobertura nacional através dos: Anais
do XVIII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitária - 2014; Anais do XIX
Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias - 2016; Anais do Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação - 2013; Trabalhos apresentados Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 2015; e Trabalhos
Defendidos Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia, da Universidade
Federal do Estado do Rio de Janeiro - Trabalhos . E cobertura estrangeira foi
realizada através das bases: Library and Information Science Abstracts; e
Library, Information Science &amp; Technology Abstracts, no Portal Capes. As
palavras chaves adotadas foram: livro eletrônico, digital; aquisição; negociação;
electronic book; Ebook; e-books; acquisition; negotiation; no período entre
2013-2017. Foram selecionados os trabalhos mais identificados com o tema,
suas referências, e a esses foram acrescentados clássicos da área.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Com a explosão bibliográfica e a falta de recursos financeiros, os bibliotecários
se viram obrigados a buscar soluções mais eficientes para responder às
questões e desafios relativos à gestão de suas coleções, e especialmente a
pratica da arte da negociação. A negociação é parte fundamental da gestão de
coleções eletrônicas. O despreparo dos bibliotecários em relação à negociação
pode ser a força dos fornecedores. Desse modo, a negociação é um dos
alicerces de uma boa gestão de coleções eletrônicas, de forma a garantir
economia de recursos financeiros para a instituição, e mais benefícios para os
usuários. O quadro abaixo sintetiza os pontos necessários para a preparação
para a negociação:

�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação. Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.

Quadro 2 – Pontos a destacar na preparação dos bibliotecários para as negociações
AUTORES
Flowers (2003)
Flowers (2003); Dygert; Van Rennes
(2015).
Flowers (2003, 2004); Dygert; Van
Rennes (2015).
Dygert; Langendorfer (2014); Dygert;
Van Rennes (2015).
Flowers (2003); Dygert; Van Rennes
(2015).
Dygert; Langendorfer (2014); Dygert;
Van Rennes (2015).
Dygert; Langendorfer (2014)
Dygert; Langendorfer (2014); Dygert;
Van Rennes (2015).
Flowers (2004); Dygert; Langendorfer
(2014).
Dygert; Langendorfer (2014); Dygert;
Van Rennes (2015).
Dygert; Langendorfer (2014); Dygert;
Van Rennes (2015).
Dygert; Langendorfer (2014)
Dygert; Langendorfer (2014)
Dygert; Langendorfer (2014)
Fonte: As autoras

PONTOS PARA NEGOCIAÇÕES
Conhecer dos modelos de negócio;
Conhecer as especificidades dos produtos disponíveis;
Conhecer a reputação do fornecedor;
Conhecer a sua Instituição e as necessidades do seu
usuário;
Buscar informações na literatura, no mercado editorial,
e colegas da área;
Buscar incluir todos os usuários prováveis nas
cláusulas de acesso dos contratos;
Criar uma rede e grupo de apoio com colegas da área;
Solicitar orientação dos advogados da instituição na
negociação dos termos do contrato;
Agir com moderação, mas sem medo;
Solicitar ao fornecedor uma cópia editável do contrato,
para que suas alterações possam ser controladas até a
aprovação final dos termos;
Redigir diretrizes para as negociações;
Manter os superiores informados sobre o andamento
das negociações;
Incluir a questão da acessibilidade digital;
Definir expectativas altas.

A literatura vem recomendando a formação de consórcios para aquisição de
livros e outros documentos eletrônicos para aumentar a capacidade de
negociação e garantir o compartilhamento de coleções (FLOWERS, 2004,
VASSILOU, et al, 2012; RADNOR, SHRAUGER, 2012; MACEVICIUTE, 2014).
No Brasil, essa modalidade é pouco praticada, a exceção mais conhecida é o
Consórcio CRUESP. Desse modo, as bibliotecas vêm perdendo oportunidades
de garantir melhores contratos, por falta de negociação.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Foram identificados poucos trabalhos sobre o assunto no período analisado.
Dessa forma, novas pesquisas são propostas visando uma cobertura mais
exaustiva, de um período maior. Já que a necessidade de preparação dos
bibliotecários para a negociação é cada vez mais indispensável na sociedade
contemporânea. E a busca da competência de negociação pode garantir a
defesa dos interesses das Instituições Universitárias e da comunidade
acadêmica. Assim, estudos para implantação de Consórcios para compra de
livros eletrônicos devem ser realizados, e as negociações bem-sucedidas
devem divulgadas como casos de sucesso, buscando incentivar as boas
práticas de negociação, que são primordiais à gestão de coleções eletrônicas.
Conforme dito, a falta de competência dos bibliotecários para negociações
fortalece os fornecedores. Destarte, é imperativo reagir.

�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação. Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.

REFERÊNCIAS
BRANIN, Joseph; GROEN, Frances; THORIN, Suzanne. The changing nature of collection
management in research libraries. Library resources &amp; technical services, Chicago, v. 44, n.
1, p. 23-32, 2000.
BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de Logística e
Tecnologia da Informação. EMAG-Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico.
Brasília, 2011.
CARTER, Sunshine; OSTENDORF, Danielle. Processes and Strategies for Collaboratively
Purchasing Electronic Resources. Collaborative Librarianship, v. 9: n. 1, p. 58-71, 2017.
COGSWELL, James A. The Organization of Collection Management Functions in Academic
Research Libraries. Journal of Academic Librarianship, Ann Arbor, v. 13, n. 5, p. 268-76,
1987.
DYGERT, Claire; LANGENDORFER, Jeanne M. Fundamentals of E-resource licensing. The
Serials Librarian, New York, v. 66, n. 1-4, p. 289-297, 2014.
DYGERT, Claire; VAN RENNES, Robert. Building your licensing and negotiation skills toolkit.
The Serials Librarian, New York, v. 68, n. 1-4, p. 17-25, 2015.
DRESSELHAUS, A. Literature of Acquisitions in Review, 2012-13. Library Resources &amp;
Technical Services, Chicago, v. 60, n. 3, p. 169-181, July 2016. ISSN: 00242527.
FISHER, Roger; URY, William; PATTON, Bruce. Como chegar ao sim: negociação de acordos
sem concessões. Rio de Janeiro: Imago, 2005.
FLOWERS, Janet L. Negotiations with library materials vendors: preparation and tips. The
Bottom Line, Bingley, v. 16, n. 3, p. 100-105, 2003.
FLOWERS, Janet L. Specific tips for negotiations with library materials vendors depending upon
acquisitions method. Library Collections, Acquisitions, and Technical Services, New York,
v. 28, n. 4, p. 433-448, 2004.
JOHNSON, Peggy. Fundamentals of collection development and management. Chicago:
American Library Association, 2014.
KASSAB, Álvaro. Biblioteca do futuro disponibiliza 188 mil livros eletrônicos. Jornal da
Unicamp, São Paulo, n. 367, 13 a 19 de agosto de 2007.
MACEVICIUTE, Elena. Research libraries in a modern environment. Journal of
Documentation, London, v. 70, n. 2, p. 282-302, 2014.
VASILEIOU, Magdalini; HARTLEY, Richard; ROWLEY, Jennifer. Choosing e-books: a
perspective from academic libraries. Online information review, Bradford, v. 36, n. 1, p. 21-39,
2012.
ZATTAR, M.; DOURADO, S. Desenvolvimento de coleções eletrônicas: questões de aquisição.
In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 18., 2014, Belo Horizonte.
Anais... Belo Horizonte: UFMG, 2014. p. 1-12.
Agências financiadoras: Este projeto não foi financiado por nenhuma agência.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="23">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26057">
                <text>CBBD - Edição: 27 - Ano: 2017 (Fortaleza/Ceará)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26058">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26059">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26060">
                <text>2017</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26061">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26062">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26063">
                <text>Fortaleza (Ceará)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="31729">
              <text>AQUISIÇÃO DE LIVROS ELETRÔNICOS, UMA NEGOCIAÇÃO A SER FEITA</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="31730">
              <text>Ana Rosa dos Santos</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="31731">
              <text>Simone da Rocha Weitzel</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="31732">
              <text>Fortaleza (Ceará)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="31733">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="31735">
              <text>Eixo 3: Gestão de bibliotecas: aquisição e tratamento de materiais no ambiente físico e virtual, curadoria digital, coleções especiais, desenvolvimento de serviços e produtos inovadores, bibliotecas digitais e virtuais, portais e repositórios, acesso aberto.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="31736">
              <text>Oferece síntese das boas práticas em negociações para aquisição de livros eletrônicos. Realiza pesquisa descritiva, por meio de revisão de literatura. Pontua aspectos da negociação na gestão de coleções eletrônicas. Ressalta que a negociação deve ser exercida com responsabilidade e coragem. Sugere a preparação para as negociações através de colegas da área, mercado editorial, literatura, etc. Recomenda que os contratos permitam o acesso por meio da afiliação, e não por localização. Indica que os consórcios podem ser o caminho para boas negociações. Conclui que ainda são poucos os trabalhos na área sobre o tema. Propõe estudos para implantação de consórcios e compartilhamento de coleções. Estimula a divulgação das boas práticas entre os bibliotecários universitários, e treinamentos para a preparação para negociação.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="66638">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="18">
      <name>cbbd2017</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
