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                  <text>Biblioteca do Museu Nacional: casos de sucesso, desafios e
perspectivas futuras na Seção de Desenvolvimento de Coleções

Leonardo Soares dos Santos de Santana (MN/UFRJ) - leosoares@mn.ufrj.br
Mariana Acorse Lins de Andrade (Unirio) - mariacorse@hotmail.com
Soraia Santana Capello (UFRJ) - sorasantana@gmail.com
Leandra Pereira de Oliveira (UFRJ) - biblioteca@mn.ufrj.br
monique rodrigues dos santos (Rio de janeiro) - moniquesantos86@hotmail.com
Resumo:
Apresenta um breve relato de experiência sobre o Intercâmbio realizado na Biblioteca do
Museu Nacional. Apresenta resumidamente o histórico da biblioteca e como seu acervo é
constituído. Aborda as formas de aquisição, com ênfase em permuta ou intercâmbio. Relata o
histórico da atividade de permuta da biblioteca. Mostra como a biblioteca superou as
dificuldades para manter a atividade de permuta e sua iniciativa de realizar a automação para
facilitar as atividades. Conclui apresentando suas perspectivas futuras para a Seção de
Desenvolvimento de Coleções.
Palavras-chave: Desenvolvimento de Coleções.
Biblioteca do Museu Nacional.

Permuta.

Programa

de

intercâmbio.

Eixo temático: Eixo 3: Gestão de bibliotecas: aquisição e tratamento de materiais no
ambiente físico e virtual, curadoria digital, coleções especiais,
desenvolvimento de serviços e produtos inovadores, bibliotecas digitais e
virtuais, portais e repositórios, acesso aberto.

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�Introdução
O Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro desde 1946 e
parte integrante da estrutura acadêmica desta, é considerado a mais antiga instituição
científica do país e é um dos maiores museus sobre História natural e antropológica da
América Latina. A Biblioteca do Museu Nacional (BMN) é especializada em Ciências
Naturais e Antropológicas, seu acervo é composto por CDs, DVDs, E-books, folhetos, livros,
materiais iconográficos e cartográficos, obras raras, periódicos, teses e dissertações. A criação
da biblioteca foi oficializada no decreto de 11 de julho de 1863, assinado pelo ministro do
império Manoel de Araújo Lima, Marquês de Olinda. Originalmente seu acervo se iniciou
pela doação de coleções especiais e doações de pesquisadores e diretores do Museu Nacional,
além do intercâmbio da revista Arquivos do Museu Nacional, mantido até hoje com outras
instituições brasileiras e estrangeiras.
A aquisição de materiais pode ser feita por compra, permuta ou doação. Na BMN a
forma de aquisição mais utilizada é a permuta, também chamada de intercâmbio. Permuta é a
troca de publicações entre entidades, na forma de intercâmbio. Algumas vantagens desta
forma de aquisição são a economia da verba e a possiblidade de conseguir adquirir materiais
que não estejam disponíveis para compra; nesses casos, um programa de intercâmbio de
publicações é bastante útil (ANDRADE; VERGUEIRO, 1996).
Andrade e Vergueiro (1996) definem programa de permuta como um acordo
preestabelecido entre duas instituições, com o compromisso mútuo de fornecimento de
publicações das próprias entidades, de obras duplicadas ou retiradas do acervo ou de obras
recebidas em doação, mas sem interesse para incorporação ao acervo.

Relato de experiência
A atividade de permuta da Biblioteca do Museu Nacional iniciou-se em 1876, exatamente
no ano em que o primeiro periódico científico dedicado exclusivamente às Ciências Naturais,
Arquivos do Museu Nacional, foi publicado. Inclusive, há relatos de que a criação dessa
publicação periódica foi estrategicamente intencional para se iniciar a atividade de permuta na
BMN, resultando-se assim no pleno desenvolvimento da coleção com produtos
intercambiados de qualidade.
Enviava-se grande número de exemplares do periódico Arquivos do Museu Nacional para
instituições da mesma área do conhecimento, museus e bibliotecas que, em parceria,
enviavam em troca muitos periódicos que auxiliaram no enriquecimento do acervo da
Biblioteca do Museu Nacional. Em 1878, Ladislau Neto, diretor do Museu Nacional na época,

�organizou um serviço gráfico anexo ao museu com o intuito de facilitar e minimizar os custos
da impressão da publicação, visando atingir em grande escala geográfica a divulgação desse
periódico e a captação de instituições científicas para a realização de permuta.
As publicações do Museu Nacional constituem matéria-prima para a realização de
acordos de permuta com instituições científicas nacionais e estrangeiras, que contribuem
sobremaneira para o desenvolvimento do acervo da Biblioteca com custos bastante reduzidos.
Além dos Arquivos do Museu Nacional, a biblioteca envia como permuta mais 8 principais
publicações para 457 instituições São elas: Publicações Avulsas, Boletins (Série Antropologia,
Botânica, Geologia e Zoologia), Série Livros, Documentos de Trabalho e Relatórios do
Museu Nacional. O quadro 1 a seguir mostra o quantitativo de instituições que recebem as
publicações do Museu Nacional.
Quadro 1 - Instituições que recebem publicações do Museu nacional
N. total
de

ARQ.

PUB.

ANTR.

BOT.

GEOL.

ZOOL.

SÉRIE
LIVROS

DOC.
TRAB.

REL.

AVULSAS

Instituiçõe
s

BRASIL

137

115

83

58

84

51

86

52

44

55

ÁFRICA

12

12

10

6

7

7

10

10

6

6

AMÉRICAS

115

115

91

55

78

58

92

48

34

39

ÁSIA

28

28

19

3

16

6

21

7

2

3

EUROPA

155

148

122

61

99

70

115

43

34

42

OCEANIA

10

10

9

4

6

5

9

10

2

5

TOTAL

457

428

334

187

290

197

333

170

122

150

Fonte: Relatório interno do Setor de Permuta, 2017.

A Biblioteca do Museu Nacional, ao longo dos anos, tem mantido grandes parcerias com
institutos, museus e universidades renomados no Brasil e instituições no exterior como, por
exemplo, as bibliotecas de botânica da Harvard University e do Smithsonian Institution, nos
Estados Unidos, e com o Senckenberg Research Institute and Natural History Museum, na
Alemanha. No total, são 457 instituições parceiras em 45 países, incluindo o Brasil. Recebe
554 títulos como permuta, conforme quadro a seguir.

�Quadro 2 – Quantidade de títulos na permuta
No de INSTITUIÇÕES
que mantém Permuta
com o Museu Nacional

No de TÍTULOS que o
Museu Nacional recebe
como Permuta

No de PAÍSES que
mantém Permuta com o
Museu Nacional

BRASIL (20
ESTADOS)

137

122

1

ÁFRICA

12

13

1

AMÉRICAS

115

153

13

ÁSIA

28

38

6

EUROPA

155

214

22

OCEANIA

10

14

2

TOTAL
457
554
Fonte: Relatório interno do Setor de Permuta, 2017.

45

Recentemente, a Seção de Desenvolvimento de Coleções, antigo Setor de Permuta,
passou a ter ajuda de um programa de automação que auxilia as atividades relacionadas à
aquisição. O Ladislau, nome atribuído em homenagem ao ex-diretor do Museu, é uma
aplicação web que foi desenvolvida pelos bibliotecários da seção em parceria com o Setor de
Informática da Instituição para gerenciar as atividades de permuta e doações da Biblioteca. É
utilizada para controlar o envio e o recebimento de publicações seriadas pelas instituições
parceiras. Além de o sistema manter o cadastro atualizado de editoras nacionais e estrangeiras
que participam do sistema de intercâmbio da BMN, ele permite que o operador insira a data
mais recente de chegada do documento, mantendo um cadastro ativo de instituições,
otimizando o envio das publicações produzidas pelo Museu Nacional às outras instituições. O
sistema permite gerar relatórios que informam a relação de editoras parceiras e as revistas
recebidas pela BMN, separadas pela localização geográfica desses editores. O sistema
possibilitou, também, um melhor monitoramento de entrada e saída de publicações,
agilizando o processo de recuperação da informação. O Ladislau pode ser acessado
remotamente de qualquer lugar com acesso à internet, por um navegador, dispensando sua
instalação.
Ao longo dos anos, manter o acordo de permuta com as instituições tem sido uma tarefa
árdua. O principal problema enfrentado é no envio das publicações, sobretudo as
internacionais. O Museu Nacional tem operado com verbas reduzidas destinadas aos serviços
de postagem pelos Correios. Isso acaba acarretando na demora no envio de publicações da

�Entidade para as outras instituições. A Biblioteca procura entrar em contato com elas por
e-mail, reduzindo a chance de perder as parcerias.
A Biblioteca do Museu Nacional, visando cumprir o compromisso da Instituição em
preservar o valioso patrimônio científico e cultural sob sua guarda, e afim de possibilitar
acesso rápido às suas publicações, tem a intenção de digitalizar sua produção interna e
disseminá-la às instituições parceiras no acordo de intercâmbio. A digitalização das
publicações do Museu teve início entre os anos 2004 e 2010, com a revista Arquivos do
Museu Nacional, através do projeto "Implantação do laboratório de digitalização, edição e
disponibilização em meio eletrônico de In-Fólios e Obras Raras do Museu Nacional/UFRJ",
financiado pela FINEP, com apoio da Fundação José Bonifácio. As publicações estão
disponíveis na página de obras raras da BMN. As informações sobre as obras são
apresentadas na forma de metadados utilizando o padrão Dublin Core. A ideia da Biblioteca é
continuar com essa proposta e disponibilizar o acesso online a os outros documentos,
chancelados pelo Museu Nacional, aos usuários internos e externos.

Considerações finais
Apesar das adversidades enfrentadas para a manutenção das atividades de permuta da
BMN, como a falta de verba para os Correios e os problemas com os meios de comunicação,
a Seção de Desenvolvimento de Coleções da BMN continua buscando novas formas de
trabalho para superar estes desafios, como exemplo a automação das atividades através da
aplicação web – Ladislau.
Destacam-se como perspectivas futuras a necessidade de um novo levantamento, a fim de
atualizar os dados fazendo link com os já disponíveis no sistema da biblioteca, bem como dar
continuidade ao projeto de digitalização das publicações do Museu Nacional e assim fazer
permuta com os documentos digitais, gerando economia de recursos, como gastos com papel e
com os Correios, e garantindo agilidade no intercâmbio de publicações.

Referências
AGOSTINHO, M. A revista Arquivos e a Biblioteca do museu Nacional: espações de
circulação e conservação das ciências naturais no Brasil Imperial. Acervo, Rio de Janeiro, v.
26, n. 1, jan./jun., p. 81-92, 2013. Disponível em:
&lt;http://revista.arquivonacional.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/492/491&gt;. Acesso
em: 11 jul. 2017.
ANDRADE, D.; VERGUEIRO, W. Permuta. In: ______. Aquisição de materiais de
informação. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 1996. p. 55-67.

�CUNHA, D. F. F. A Biblioteca do Museu Nacional do Rio de Janeiro: 1863-1963. Rio de
Janeiro: Museu Nacional, 1966. Série Livros III.
RANGEL, M. Os periódicos científicos e os museus de história natural no Brasil do século
XIX. In: ENANCIB, 10, 2009, Anais... João Pessoa: ANCIB, 2009. Disponível em:
&lt;http://enancib.ibict.br/index.php/enancib/xenancib/paper/viewFile/3309/2435&gt;. Acesso em:
11 jul. 2017.
MUSEU NACIONAL (Brasil). Relatório interno de atividades do Setor de Permuta da
Biblioteca do Museu Nacional, 2016. Rio de Janeiro, 2017.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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