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                  <text>FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DIGITAIS: uma
breve revisão da literatura

Fabíola da Silva Costa (UFCA) - fabiolacosts@outlook.com
David Vernon Vieira (UFCA) - david.vieira@ufca.edu.br
Resumo:
As bibliotecas têm passado por diversas transformações ao longo dos séculos, antes, possuíam
características de depósito, onde só se acumulavam livros sem parâmetro algum. Atualmente,
a realidade apresenta transformações significativas, que vão desde o emprego das Tecnologias
da Informação e Comunicação (TICs) ao ambiente da biblioteca, ao formato do livro. Através
de uma breve revisão da literatura, esta pesquisa tem como premissa discorrer sobre o novo
papel que o bibliotecário assume dentro de uma biblioteca, agora em espaço
digital/virtual/eletrônico. Conclui-se que, apesar da literatura voltada à formação e
desenvolvimento de coleções digitais se apresentar de forma sutil, é possível criar uma política
de formação e desenvolvimento de coleções digitais baseando-se na proposta apresentada por
Vergueiro (1989), sobre formação e desenvolvimento de coleções.
Palavras-chave: Coleções digitais. Formação e desenvolvimento de coleções digitais.
Eixo temático: Eixo 3: Gestão de bibliotecas: aquisição e tratamento de materiais no
ambiente físico e virtual, curadoria digital, coleções especiais,
desenvolvimento de serviços e produtos inovadores, bibliotecas digitais e
virtuais, portais e repositórios, acesso aberto.

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�FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DIGITAIS: uma breve
revisão da literatura
Introdução
As Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) transformaram o
mundo da informação. Antes, o usuário tinha que sair de casa para buscar a
informação a qual necessitasse, atualmente, basta usar o celular com acesso à
internet ou o computador pessoal que terá acesso a informação a qual necessita.
A bibliotecas, por sua vez, precisam acompanhar essa “explosão digital” e
subsidiar as necessidades informacionais dos seus usuários (PIZZORNO et. al.,
2005).
As bibliotecas por muito tempo foram sinônimos de depósito de livros por
terem a função cumulativa. Atualmente essa visão foi desconsiderada e a
biblioteca é mais vista como um espaço de disseminação de informação, tendo seu
acervo planejado de acordo com a missão institucional e o perfil de seus usuários.
Seu acervo, antes, não exigia parâmetro algum, hoje, a formação e
desenvolvimento de um acervo é uma atividade que requer planejamento e envolve
seis etapas básicas, são elas: estudo da comunidade; política de seleção; seleção;
aquisição; avaliação; desbastamento e descarte (WEITZEL, 2006).
Na formação e desenvolvimento de um acervo físico são levadas em
consideração essas seis etapas, mas e se o acervo for digital? O que deve ser
levado em consideração? Andrade e Araújo (2013, p. 2) destacam que “ o papel
das bibliotecas digitais é disponibilizar objetos digitais aos seus usuários, como o
objetivo de atender as necessidades informacionais destes, permitindo uma melhor
recuperação, acesso e uso da informação”. Antes o bibliotecário teria de planejar
um acervo físico, agora as barreiras são outras: como planejar o acervo se ele está
em meio digital? Como armazenar esse tipo de informação?
Tem-se a partir desta perspectiva de que administrar coleções digitais não
é uma tarefa tão simples, pois o bibliotecário terá também que estar atento ao
planejamento, assim como na formação de coleções convencionais, ter
conhecimento do objeto (livros digitais) e das necessidades informacionais da
comunidade de usuários. Para isso é necessário também, que tenha conhecimento
de gerenciamento de recursos financeiros, outros que envolvam e garantam a
integridade, preservação e o acesso à informação. Dois pontos importantes na
administração de coleções eletrônicas, e que merecem atenção são: as garantias
legais e as contratuais de serviços e produtos eletrônicos (FAGUNDES, 2012).
Martins (2016a) dialogando com Cunha (1999) acredita que alguns aspectos
devem ser pensados em relação aos objetos digitais (e-books), sendo eles: a)
variedade de formatos; b) conceito de biblioteca; c) modalidades de contratação
dos serviços; d) esforços cooperativos; e, e) novas mídias e equipamentos. Logo,

�constata-se o modelo para este tipo de coleção tem como base a política de
desenvolvimento de coleções apresentada por Vergueiro.

Método da pesquisa
Trata-se de uma pesquisa de revisão bibliográfica, onde são analisadas as
obras mais recentes que abordam o mesmo assunto, sendo também explicitados
os principais conceitos utilizados na pesquisa (PRODANOV; FREITAS, 2013).
De acordo com Gil (2002) a pesquisa é também de caráter exploratório, por
ser um método flexível, onde é apontado o problema e posteriormente
apresentado hipóteses para a solução e/o entendimento.

Resultados
Como evidenciado a partir da pesquisa bibliográfica, a literatura (recente)
apresenta de forma sutil um modelo de formação e desenvolvimento de coleções
digitais, baseado nos parâmetros da coleção física. Apontado por Vergueiro (1989)
o processo de formação e desenvolvimento de coleções teve início no Brasil a partir
do final das décadas de 1960 e início da década de 1970, como o movimento
denominado “Movimento para o desenvolvimento de coleções” (VERGUEIRO,
1989).
O processo de desenvolvimento vai depender também do tipo de biblioteca,
pois cada uma tem sua ênfase voltada à sua clientela e seu objetivo institucional.
É necessário que se realize um estudo da comunidade, elencando quais são seus
clientes e quais suas necessidades (VERGUEIRO, 1989).
Partindo destas premissas, cabe ao bibliotecário a avaliação da instituição
a qual a biblioteca digital irá atender, a sua clientela e a ênfase da biblioteca. É
necessário também, a elaboração de uma política para o desenvolvimento desta
coleção.
Para a elaboração desta política Vergueiro (1989) aponta que o bibliotecário
deverá elencar algumas variações de dados: a) o estado atual da coleção, seus
pontos fortes e fracos; b) a comunidade a ser servida; c) outros recursos
disponíveis, tanto localmente como através de empréstimo entre bibliotecas.
Adaptando para a biblioteca digital o bibliotecário deverá estar ciente no item “c”,
principalmente em relação à adoção e compra de títulos com editoras.
Além dos itens citados acima, é necessário contar na política quem é o
responsável pela tomada de decisões, que deverá ser constituída pela comissão
de seleção. Após os processos de estudo da comunidade e política de seleção, é
necessária a realização da seleção dos materiais. Dependendo da tipologia da

�biblioteca, da comunidade e da missão institucional, o material a compor este
acervo digital deverá atender às necessidades informacionais dos seus usuários.
Para a seleção dos títulos é necessário que o bibliotecário avalie os modelos
de negócio existentes no mercado editorial, os modelos de aquisição (compra
definitiva, licença, pacotes de atualizações) e as formas de acesso ao conteúdo
(acesso simultâneos) para melhor atender à sua comunidade de usuários(SERRA,
2015).
Miranda e Carvalho (2014) discorrem sobre a necessidade das bibliotecas
traçarem estratégias para acompanhar esse manancial de informações eletrônicas
disponíveis em rede, e aponta que a biblioteca tem de se antecipar as
necessidades dos seus usuários, adotando, assim, um posicionamento proativo. A
fim de realizar um projeto de planejamento mais adequado às necessidades dos
usuários e ao constante fluxo de informação.

Discussão
Como apresentado acima, não existe literatura exclusiva para a formação e
desenvolvimento de coleções digitais, porém, as diretrizes apontadas por
Vergueiro (1989) podem ser adaptadas e utilizadas para a criação de uma política
para coleções digitais.
Martins (2016a) aponta que no acervo com livros físicos os usuários se
deparam com a situação de posse, ocorrendo apenas um único processo de
aprendizado. Com os e-books, essa realidade é diferente, pois o usuário encontra
diversas possibilidades de aprendizado, a multissensorialidade.
Nota-se a política de desenvolvimento de coleções digitais vai contemplar
quesitos além dos apresentados por Vergueiro, pois o suporte da informação se
encontra em ambiente digital. Martins (2016b) traçou alguns pontos relevantes
para este tipo de coleção, como: a) procedimentos políticos, tecnológicos, de
gerenciamento dos conteúdos; b) recursos e acesso; formas de suporte e os
responsáveis por sua aplicação.

Considerações finais
Percebe-se que as bibliotecas são importantes fontes de informação e que
ao longo dos anos, graças a evolução das TICs, as bibliotecas se apresentam
também em outros suportes, não deixando de cumprir seu dever de disseminadora
e mediadora da informação. O livro, por sua vez, apresenta-se cada vez mais como
tecnologia aprimorada e vem ganhando espaço no ambiente digital.
Apesar de tantas transformações, a biblioteca continua cumprindo seu papel
e cabe ao bibliotecário se adequar aos suportes que venham compor o acervo. É

�notório que mesmo que de forma sutil já existem propostas de políticas de
formação e desenvolvimento de coleções digitais.
Fica em pauta a seguinte indagação: Por quê, mesmo com a evolução das
TICs não existe, ainda, nenhuma literatura específica, direcionada apenas à
formação e o desenvolvimento das coleções digitais? Essa é uma questão, dentre
tantas outras existentes na área da Biblioteconomia, que merece atenção em
outras pesquisas.
REFERÊNCIAS
ANDRADE, Robéria de Lourdes de Vasconcelos; ARAÚJO, Wagner Junqueira de.
Política de Desenvolvimento de Coleções em Bibliotecas Digitais: relato de
experiência. In.: XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e
Ciência da Informação – Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013, Anais
eletrônicos...
Florianópolis, SC: UFSC, 2013. Disponível em: &lt;
https://portal.febab.org.br/anais/article/view/1351/1352&gt;. Acesso em: 20 nov. 2016.
FAGUNDES, Silvana Aparecida. Formação e desenvolvimento de coleções de livros
eletrônicos: tendo como critério o uso do acervo impresso. In: XVII Seminário
Nacional de Bibliotecas Universitárias – Gramado, RS, 16 a 21 de setembro de
2012, Anais eletrônicos… Gramado, RS: UFRS, 2012. Disponível em: &lt;
http://bogliolo.eci.ufmg.br/downloads/TGI061%20FAGUNDES.pdf&gt;. Acesso em: 15
jun. 2017.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed., São Paulo:
Atlas, 2002.
MARTINS, Robson Dias. Formação e desenvolvimento de coleções para e-books.
In: XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias – Manaus, AM, 15 a 21
de outubro de 2016, Anais eletrônicos… Manaus, AM: UFAM, 2016a. Disponível
em: &lt;http://periodicos.ufam.edu.br/anaissnbu/article/view/3216&gt;. Acesso em: 29
maio 2017.
MARTINS, Robson Dias. Proposta teórica de criação de plataforma de
gerenciamento de e-books. 2016. 144f. Dissertação. (Mestrado profissional em
Biblioteconomia) – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de
Janeiro, 2016b.
MIRANDA, Ana Cláudia Carvalho de; CARVALHO, Mônica Marques.
Desenvolvimento de coleções de fontes de informação eletrônicas em bibliotecas
universitárias. Biblionline, João Pessoa, v. 10, n. 1, p. 15-28, 2014. Disponível
em:&lt;http://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/17030/11097&gt;. Acesso
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�PIZZORNO, Ana Claudia Philippi; MACHADO, Cristiane Selvan; BACK, Eliane;
KUÊSTRE, Hadra Mônica; MOREIRA, Márcio João Oliari; MOREIRA, Teresinha
da Graça. Buscando soluções para trabalhar o acervo físico, digital e virtual num
mesmo ambiente: utilizando o software pergamum. Rev. ACB: Biblioteconomia em
Santa Catarina, v.10, n.1, p. 40- 49, jan./dez., 2005. Disponível em:
&lt;https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/420&gt;. Acesso em: 20 nov. 2016.
PRODANOV, Cleber C.; FREITAS, Erani C. Metodologia do trabalho científico:
métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed., Novo Hamburgo:
Fevale, 2013. Disponível em: &lt; https://www.feevale.br/cultura/editorafeevale/metodologia-do-trabalhocientifico---2-edicao&gt;. Acesso em: 06 fev. 2017.
SERRA, Liliana Giusti. Os livros eletrônicos e as bibliotecas. 2015. Dissertação
(Mestrado em Cultura e Informação) - Escola de Comunicações e Artes,
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. Disponível em:
&lt;http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27151/tde-01122015-101516/&gt;.
Acesso em: 29 maio 2017.
VERGUEIRO, Valdomiro. Desenvolvimento de coleções. São Paulo: Polis: APB,
1989. 96 p.
WEITZEL, Simone da Rocha. Desenvolvimento de coleções: origem dos
fundamentos contemporâneos. TransInformação, Campinas, v. 24, n.3, p.179190, set./dez., 2012 . Disponível em: &lt; http://periodicos.puccampinas.edu.br/seer/index.php/transinfo/article/view/1201&gt;. Acesso em: 20 nov.
2016.

AGÊNCIAS FINANCIADORAS
Agradecimento ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
(CNPq), à Pró Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI) da Universidade Federal do
Cariri (UFCA) pelo fomento e incentivo à pesquisa.

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