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                  <text>As TIC e o desenvolvimento social na Biblioteca Municipal Dolor
Barreira

João Yuri Fernandes Silva Nóbrega (UFC) - yurinbg@gmail.com
Camila Leite (UFC) - camila.cmsl@gmail.com
Ives Mateus Valente do nascimento (UFC) - ivesvalent@gmail.com
Francisco Rômulo dos Santos Benevides (UFC) - rombenevides@gmail.com
Resumo:
Com o desenvolvimento e facilidade de alcance das novas tecnologias da informação e
comunicação (TIC), as bibliotecas vêm renovando seu papel de mediadoras do acesso da
população a essas tecnologias, cada vez mais presentes em nossas atividades diárias. Além de
mudar as formas de comunicação e compartilhamento da informação, as TIC motivam o
usuário a ser continuamente mais independente na busca pela informação. Esse usuário vem
se tornando gradativamente mais analítico e se vale de diversas fontes para obter sucesso em
sua pesquisa. Explorando estas questões e após visita e entrevista semiestruturada à
Biblioteca Municipal Dolor Barreira, o presente trabalho avalia o empreendimento da dita
unidade de informação em relação a sua infraestrutura tecnológica e sua missão, não apenas
de atrair, mas de também tornar seus usuários, principalmente os que não possuem fácil
acesso à informação, aptos a manejar de forma eficaz as tecnologias que se atualizam
rapidamente e que, portanto, exigem usuários igualmente atualizados.
Palavras-chave: Tecnologias da Informação e Comunicação. Biblioteca Municipal Dolor
Barreira. Acessibilidade.
Eixo temático: Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência,
inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem. Biblioteconomia Social.

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�RESUMO EXPANDIDO
Introdução: A ideia para a elaboração do presente trabalho surgiu a partir da crença
de que as novas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) foram incorporadas
de tal maneira nas mais diversas atividades do nosso cotidiano que não é mais
possível pensar em conceber um programa, serviço ou produto sem levar em conta
sua vertente digital. Com a expansão do uso e da facilidade de acesso às TIC no
século XXI, os governos mundiais e locais voltam a atenção para a elaboração de
políticas públicas que possam combater a exclusão digital na sociedade.
Inserida nesse contexto, a biblioteca pública tem o potencial para ser a
ponte entre o estágio no qual nos encontramos – onde grande parcela da população,
em especial aqueles com menor poder aquisitivo, tem acesso apenas à informação
veiculada pela televisão – para uma sociedade onde o indivíduo seja
informacionalmente letrado e plenamente capaz de buscar a informação que deseja
com precisão.
Considerados aspectos importantes para a completa integração e
participação ativa do indivíduo, ou de grupos organizados de pessoas, na vida sóciopolítica da comunidade, bem como de suporte educacional de seus usuários, na
chamada sociedade do conhecimento (ou sociedade da informação), as TIC são
peças cruciais no quebra-cabeça desta “nova” sociedade.
A partir dos pontos supracitados, observamos a infraestrutura tecnológica
(Tecnologias da Informação e Comunicação) com o objetivo de identificar o uso que
dela é feito pela Biblioteca Municipal Dolor Barreira, localizada em Fortaleza – CE,
para aprimorar seus serviços, atender às demandas informacionais de seus usuários
e cumprir seu papel social junto à comunidade a quem deve servir à luz da literatura
que trata das TIC, do acesso à informação e das Bibliotecas Públicas.
As TIC seriam, então, tecnologias que interferem e mediam o processo de
comunicação dos indivíduos, agindo “como forças propulsoras que modelam as
relações sociais, econômicas e políticas” e que são responsáveis por uma
“reestruturação econômica do emprego e das relações de trabalho.” (MORIGI;
PAVAN, 2004, p. 119).
Olinto (2010) aborda a relação entre o uso das TIC e o desenvolvimento
social e destaca o “empoderamento de grupos em desvantagem social, a formação
de redes sociais na defesa de interesses de grupo, o desenvolvimento comunitário”
como pontos positivos. Olinto (2010, p. 78) sugere ainda que a biblioteca pública “pode
passar a se destacar como ‘instituição facilitadora’ de uso das TIC”, considerando a
internet como “parte inseparável ou ‘imanente’ da vida diária na atualidade.” (OLINTO,
2010, p. 79).
É importante destacar o papel desempenhado pelas novas TIC tanto em
nossa vida profissional e pessoal quanto na relação indivíduo-informação. Hoje temos
abundância de informação de todos os tipos e podem ser encontradas em sites, blogs,
vlogs, jornais eletrônicos, portais de transparência etc., ao mesmo tempo em que os
indivíduos estão pouco ou quase nada familiarizados com essa quantidade enorme
de dados, sendo incapazes de interpretá-los.
Diversos órgãos nacionais e internacionais reconhecem o acesso à
informação como direito fundamental do cidadão, garantindo-lhe, quando bem
informado, condições de conhecer e acessar outros direitos essenciais ao bem-estar
social, tais como saúde, educação e benefícios sociais. É equivalente a importância
de ter acesso à informação, assim como é próprio o direito de transmitir sua opinião.

�Em 1985, interpretando o Artigo 13 do Parecer Consultivo, a Corte
Interamericana de Direitos Humanos inferiu que o direito de liberdade de expressão
salvaguarda tanto do direito de transmitir como de buscar e receber informações e
ideias (MENDEL, 2009).
Houve iniciativas na comunidade internacional para reconhecer o direito à
informação de forma integrada aos direitos humanos. Mendel (2009) apresenta que,
em 1998, uma Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) adota a
Declaração sobre o Direito e a Responsabilidade dos Indivíduos, Grupos e Órgãos da
Sociedade de Promover e Proteger os Direitos Humanos e as Liberdades
Fundamentais Reconhecidos Universalmente. O Artigo 6 considera que o direito ao
saber, de buscar, adquirir, receber, reter e de promover informações sobre direitos
humanos é fundamental para divulgação e proteção dos direitos humanos.
No Brasil, o acesso à informação pública está regulamentado conforme o
capítulo I da Constituição – dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos –
especificamente no artigo 5, em conjunto com os incisos dos artigos 37 e 216, que
formam a Lei 12.527, também conhecida como Lei de Acesso à Informação Pública.
Essa lei foi sancionada em 18 de novembro de 2011 e estabelece que o acesso à
informação pública é a regra e o sigilo, a exceção (BRASIL, 2011).
É de senso comum pensar na biblioteca pública como uma instituição que
apenas disponibiliza um acervo livre para todos os tipos de usuários, e que seus
serviços se limitam a essa função em conjunto com a ação de oferecer um ambiente
adequado para o estudo.
Dizer que a biblioteca pública é para todos não é um erro, é parte dela ter
essa função, como diz Martins (2002, p. 325) ao afirmar que “[...] o adjetivo pública,
que contemporaneamente se juntou ao nome da biblioteca, não corresponde apenas
ao desejo de identificá-la como organismo mantido pelo governo ou por entidades
particulares, mas aberto a todos os interessados”, porém desfocar os seus objetivos
e limitar os serviços apenas a empréstimos de livros é ter uma visão bastante
minimalista, pois a biblioteca pública está longe de ser apenas um depósito de livros
ou uma instituição com objetivos desfocados, existindo toda uma função social que a
envolve, não sendo sua existência um mero enfeite, pois ela tem um propósito e ele é
determinado de acordo com os usuários que a frequentam.
A realidade é que a biblioteca pública deve se moldar de acordo com o local
em que ela está localizada, é necessário que as pessoas que estão à frente do projeto
se empenhem em inicialmente identificar as necessidades informacionais do ambiente
que a biblioteca se encontra para poder oferecer a demanda necessária aos usuários,
pois ela não é feita sem um motivo específico, o objetivo dela é suprir uma demanda
informacional.
A biblioteca pública ficou, então, em uma posição delicada, em que tem de
conciliar a árdua missão de atrair novos usuários e a de capacitar esses indivíduos na
educação informacional.
Como vemos em Suaiden (2000), a história do acesso à informação no
Brasil – e da própria biblioteca pública enquanto instituição – tem sido uma história
marcada pela ausência de decisões que de fato dotem o povo da capacidade de usar
a informação para seu benefício e que pouco contribuem para a democratização da
informação.
Campello (2006, p. 64) discute a origem do termo competência
informacional (information literacy) nos Estados Unidos, apresentando uma
perspectiva de escolarização desta competência, devendo ser trabalhada e
experimentada pelos indivíduos desde a infância, além de discutir algumas ideias “que

�possam ajudar a encontrar uma perspectiva brasileira para a competência
informacional”.
Relato de experiência: A Biblioteca Pública Municipal Dolor Barreira, cenário de
nosso estudo, foi fundada em 1º de fevereiro de 1971 e contava, inicialmente, com um
acervo de 3.000 livros, resultado de uma doação feita pela família do jurista cearense
Dolor Barreira.
Atualmente a biblioteca coloca à disposição do público mais de 20.000
exemplares sobre diversos temas nas mais diversas áreas de conhecimento,
destacando-se psicologia, filosofia e literatura estrangeira (americana, peruana,
chilena e alemã), a maioria traduzida, além da literatura brasileira e também uma
gibiteca e um acervo em braile.
Em 2009, passou a fazer parte da Rede Municipal de Bibliotecas e, além
do acervo literário, o espaço oferece atividades de contação de histórias para o público
infantil, oficinas e visitas guiadas. O funcionamento ocorre de segunda a sexta, das
08h às 21h, e aos sábados, das 08h às 17h. A biblioteca está localizada na Avenida
da Universidade, 2572, no bairro Benfica, em Fortaleza – CE.
Para ter acesso ao serviço de empréstimo é preciso efetuar um cadastro
com documento de identidade e comprovante de endereço atualizado, e ainda pagar
uma taxa anual de R$ 3,00.
Corroborando com o pensamento dos autores supracitados e acreditando
no papel da biblioteca pública de instituição facilitadora do acesso e uso das TIC,
visitamos a Biblioteca Municipal de Fortaleza Dolor Barreira, e buscamos fazer uma
avaliação abordando a temática das novas tecnologias de informação, como a
biblioteca faz uso delas para capacitar seus usuários e de que forma os usuários as
utilizam.
Fomos atendidos pela então diretora da biblioteca, Herbênia Gurgel, que
nos guiou em uma visita onde foi constatado que o estabelecimento dispõe de uma
sala com dez computadores (Telecentro), monitorados por um estagiário, com acesso
livre à internet, excetuando-se “sites indevidos” e sendo sugerido aos usuários que
não se estude na sala dos computadores, apesar do acesso sem limite de tempo. A
sala é fruto da parceria entre a Secultfor e o Ministério das Comunicações.
Herbênia informou-nos que a biblioteca já possui todo o seu acervo
informatizado, sendo feitas atualizações à medida que novos materiais são adquiridos.
O acervo é registrado no Biblivre, com coordenação de Pedro Henrique (graduado em
administração), numa ação em parceria com a Biblioteca Nacional. O acesso ao
acervo
da
biblioteca
pode
ser
feito
através
do
site
http://bibliotecadolorbarreira.com.br/biblivre3/, e está limitado apenas a consulta (no
aguardo da implementação no sistema do recurso de renovação online).
O catálogo conta com cerca de 600 livros digitais, sendo eles de domínio
público ou de acesso liberado pelo próprio autor, disponibilizados também em parceria
com a Biblioteca Nacional. O coordenador da plataforma, Pedro Henrique, informou
que o site teve mais de 12.000 acessos ao longo dos seis primeiros meses. Por estar
vinculada à Secultfor, a Biblioteca Municipal Dolor Barreira não possui um website
próprio, entretanto, a comunicação biblioteca-usuário é feita a partir de um perfil no
Facebook (https://www.facebook.com/bibliotecadolor?fref=ts).
Considerações finais: Diante da constatação do fato de que a presença da
tecnologia é uma realidade crescente e irreversível no cotidiano das pessoas, as

�novas TIC também conquistaram seu espaço e tem proporcionado uma revolução no
processo de comunicação, facilitando a interação dos indivíduos com o mundo.
Políticas públicas vêm sendo elaboradas para que haja integração da
sociedade com o meio tecnológico, e as Bibliotecas Públicas têm papel fundamental
nesse processo de inclusão digital. A Biblioteca Municipal Dolor Barreira, aos poucos,
vem adequando sua infraestrutura tecnológica, a fim de cumprir seu papel social
perante a comunidade.
Algumas medidas vêm sendo adotadas pela diretoria da biblioteca com o
intuito de popularizar a comunidade com as TIC, como o Telecentro, os cursos de
informática para a terceira idade, a informatização do acervo com acesso disponível
na web, o catálogo com livros digitais, além da comunicação biblioteca-usuário, feita
a partir das redes sociais.
O processo de fazer com que a comunidade se sinta parte da biblioteca e
familiarizada com as tecnologias vem ocorrendo de forma ainda acanhada na
Biblioteca Municipal Dolor Barreira, porém, é visível o empenho de seus
colaboradores a fim de fazer o melhor aproveitamento dos poucos recursos
disponíveis. Muito ainda há a ser realizado, e nós, como usuários desses serviços,
podemos e devemos deixar nossa contribuição.
Referências
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico:
elaboração de trabalho na graduação. 7. ed. – São Paulo: Atlas, 2005.
BRASIL. Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011. Regula o acesso a informações
previsto no inciso XXXIII do art. 5º, no inciso II do §3º do art. 37 e no § 2º do art. 216
da Constituição Federal; altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; revoga a
Lei no 11.111, de 5 de maio de 2005, e dispositivos da Lei no 8.159, de 8 de janeiro
de 1991; e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 18 nov.
2011. Seção 1, Edição Extra, p. 1. Disponível em:
&lt;http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1000&amp;pagina=1&amp;d
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CAMPELLO, Bernadete. A Escolarização da competência informacional. Revista
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ISSN 1980-6949. Disponível em: &lt;http://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/18&gt;.
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GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas,
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MARTINS, W. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca. 3. ed.
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MENDEL, Toby. Liberdade de informação: um estudo de direito comparado. 2 ed.
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comunicação para o desenvolvimento social. InCIC: Revista de Ciência da
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