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                  <text>IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE BIBLIOTERAPIA NA
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA: RELATOS DE UM
PROJETO DE EXTENSÃO

Ana Lúcia Leite Santos (UEPB) - analuciauepb@gmail.com
Aparecida Deyse Acelino (UFPB) - deyseacelino@gmail.com
Marília Mesquita Guedes Pereira (UFPB) - marilliagp@yahoo.com.br
Raylene Paulino de Souza (UFPB) - raylenepaulino5@gmail.com
Resumo:
Biblioterapia é um programa de leitura planejado e conduzido para ajustamento psicossocial,
sob orientação de uma equipe multidisciplinar, cuja operacionalidade é compreendida através
de sessões de leitura individuais e/ou grupais, com a seleção de biografias , autobiografias e
textos em Braille ou áudio books, considerado um instrumento útil posto que oferece às
pessoas que estão ficando cegas a possibilidade de formação intelectual, necessária ao
desenvolvimento de suas potencialidades, para o que a escola deve ser um espaço dinâmico de
promoção da leitura e socialização do saber, e que o trabalho com textos literários reintroduz
na leitura o lado do prazer, definido pelos atrativos do lúdico, da recreação e da fantasia.
Compreende uma faixa etária entre 5 a 50 anos, atingindo, aproximadamente, 50 alunos do
Instituto dos Cegos da Paraíba "Adalgisa Cunha".
Palavras-chave: Biblioterapia; Cego; Baixa Visão; Leitura Orientada.
Eixo temático: Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência,
inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem. Biblioteconomia Social.

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�INTRODUÇÃO
Em algum momento, lemos um texto que mexeu com nossas emoções. Algum
trecho ou passagem de uma história e nosso dia ficou mais leve. Percebemos algo
escrito em livro ou conto muito parecido com nossa história de vida. Possivelmente, que
foi lido nos fez refletir sobre algum momento presente ou passado. Podemos ter
chorado, ou ficado feliz, lembrado de momentos mágicos, ou recordado sentimentos de
aflição, agora aliviados e superados. Tudo isso porque o texto lido provocou
sentimentos e reflexões pessoais.
Agora reflitamos: Que romance nos faria ficar animados? Que poema nos faz
lembrar com carinho de nosso melhor amigo? Que livro infantil tem uma história tão
engraçada que nos faz rir muito e ficarmos felizes? Ler é importante, sem dúvida
alguma. Lemos para aquisição de conhecimento ou pelo simples prazer de ler e para
escolhermos o livro, bem como entendermos melhor estes sentimentos e permitirmos
reflexões de apoio e mudanças de vida, portanto, podemos fazer uso da Biblioterapia.
Nada melhor e mais oportuno que desenvolver nossa prática, fruto de um curso
de Mestrado em Biblioteconomia com a conclusão e defesa de nossa dissertação
"Biblioterapia em instituições de deficientes visuais: um estudo de caso". (PEREIRA,
1989). Como Bibliotecária do Serviço Braille da Biblioteca Central da Universidade
Federal da Paraíba, nosso trabalho foi submetido mais uma vez à Pró-Reitoria de
Assuntos Comunitários desta instituição, transformado em um Projeto de Extensão no
Instituto dos Cegos da Paraíba "Adalgisa Cunha" (ICPAC).
O referido projeto, em si, tem como objetivo proporcionar aos alunos que
ficaram acidentalmente cegos um maior conhecimento de Biblioterapia, no sentido de
oferecer-lhes embasamentos para uma melhor solução de seus problemas e
necessidades, incentivando o gosto pela leitura, descobrindo e explorando o potencial
que cada um possui sobre poesias, contos, crônicas e música.
Como metas estabelecidas para o êxito do projeto, aplicamos textos com a
temática sustentabilidade, adotando o compromisso da Agenda 2030 e os Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável (ODS), aprovados pela Assembleia Geral da ONU, em
setembro de 2015.
Decidimos trabalhar com adaptações dos textos do livro “A vida que a gente
quer depende do que a gente faz: propostas de sustentabilidade para o planeta”, da
série Leituras do Brasil do Instituto Eco Futuro. É importante destacarmos na

�construção deste objeto a relação de valorizar a leitura orientada e crítica como um
elemento de libertação e de engrandecimento humano, de auto-realização e
aperfeiçoamento, destacando-se um alerta de importância fundamental. Se bem
estimulada, toda criança tem condições de transformar-se em um bom leitor,
independentemente de suas limitações sociais e econômicas (AMARILHA, 1995).
É válido salientarmos que Roberts (1996) começou a usar livros sobre cegos
para facilitar a aceitação à cegueira. O autor aludido define a Biblioterapia como um
programa de leitura planejado e conduzido para ajustamento psicossocial sob orientação
de uma equipe multidisciplinar, cuja operacionalidade é compreendida através de
sessões de leitura individuais e/ou grupais, com seleção de biografias, autobiografias e
textos em Braille ou áudio books, devendo ser um instrumento útil uma vez que oferece
às pessoas que estão ficando cegas a possibilidade de formação intelectual, necessária
ao desenvolvimento de suas potencialidades. O processo básico da Biblioterapia usado
pelo referido estudioso com um estudante de Illinois, em 1960, está sumarizado na
citação do seu livro "Psicossocial Rehabilitation of the Blind".
Levando-se em conta o que estamos expondo, podemos questionar se a
Biblioterapia deve ser usada para descrever um processo por meio do qual a pessoa com
deficiência visual lê material biográfico e autobiográfico sobre cegos e pessoas não
deficientes, com o objetivo de examinar a situação de sua própria vida, tendo em vista o
que esta pessoa tem lido.
O material básico para realizar um programa de leitura orientada poderá incluir
trabalhos em geral sobre cegueira, podendo utilizar perguntas para ajudar os clientes a
fazer comparações e a delinear situações de vivência literária dos cegos. Desta forma,
questionamos o posicionamento de Roberts (1996) quando refere que "o livro certo na
hora certa, pode muitas vezes acentuar o ajustamento à cegueira".
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Antes de iniciarmos a contação de histórias e aplicação dos textos, destacamos
que foi de importância fundamental conhecermos os alunos do Instituto dos Cegos da
Paraíba “Adalgisa Cunha” e conversarmos com os professores e a psicóloga, para
avaliarmos quais os textos mais adequados, como era o desempenho de cada aluno
individualmente e o que seria necessário para trabalharmos com cada turma.
Os dias e horários dos encontros foram definidos pela direção do ICPAC,
disponibilizando as segundas, terças e quintas das 10:00 às 11:00. Em cada um dos dias

�os encontros eram realizados em turma diferente, sendo nas segundas, os adolescentes
acima de 11 anos; nas terças, os menores na faixa etária de 5 a 10 anos, e nas quintas, a
turma da Educação dos Jovens e Adultos (EJA I), com alunos de 16 a 71 anos.
Concordamos que nas primeiras semanas seria essencial que os encontros
fossem para nos conhecermos melhor. Decidimos, então, apresentar alguns textos curtos
para que, no final pudéssemos conversar sobre o tema e sobre cada um dos alunos,
assim sendo, foram escolhidas histórias como: A árvore de pirulitos, Os três
porquinhos, Chapeuzinho Vermelho, entre outras para a turma dos menores; para os
adolescentes, a história era trabalhada de modo diferente, de acordo com a faixa etária
de cada turma. Já com a turma da EJA I, ao invés de se trabalharmos histórias infantis,
optamos por levar textos, como: Eficiência, Torrada queimada, A rosa e o sapo,
Frederico e Catarina, entre outros que pudessem trazer lições para o dia-a-dia de cada
um.
No inicio, cada turma apresentou alguma barreira, os menores tinham
dificuldade para escutar a história, pois sempre queriam brincar ou conversar sobre
assuntos aleatórios que lhes vinham à cabeça. Os adolescentes escutavam bem, mas
tinham uma timidez enorme que não lhes permitia participarem da história e quando
algo lhes era perguntado, os mesmos se limitavam apenas a pronunciar sim ou não. Os
alunos do EJA I, por não saberem o que esperar no primeiro encontro, não tiveram
muita interação ou questionamento, apenas escutaram calados o texto lido, e a cada
pergunta feita, um ou outro aluno respondia de forma curta.
No decorrer dos encontros, mudamos um pouco a metodologia utilizada com as
crianças e os adolescentes. Passamos a fazer brincadeiras com temáticas voltadas a
datas comemorativas ou à história do dia, a dar reforçadores, de modo a fazermos com
que tais alunos interagissem mais durante os encontros. Os menores começaram a
escutar mais a história e a fazer comentários acerca de sua narrativa, prestando atenção
em palavras desconhecidas e questionando seu significado. Percebemos que os
adolescentes respondiam às perguntas feitas e que havia muito interesse com o tema da
história.
Na turma do EJA I vimos que a abordagem que fizemos não precisava mudar,
apenas era necessário ganhar a confiança dos alunos para que os mesmos estivessem
dispostos a participar e, assim, foi realizado. A partir de outros encontros, quando
levamos o texto “Torrada Queimada”, a participação da professora junto à reflexão
feita pela Bibliotecária e Coordenadora do Projeto sobre o texto foi de extrema

�importância para que os alunos começassem a interagir, dividindo conosco histórias do
dia-a-dia com a temática do texto trabalhado. O mesmo se repetiu ao longo dos
encontros seguintes, o que proporcionou momentos de riso e emoção com os textos
abordados nos quais todos os alunos presentes tinham a chance de participar e tornar a
experiência daquele encontro mais rica com suas contribuições.
É oportuno destacarmos um episódio ocorrido durante a aplicação da
Biblioterapia, com o texto "Uma Historia de Natal", quando um dos alunos se
emocionou e pediu para sair da sala porque a história estava mexendo muito com seus
sentimentos. Em virtude do clima tenso que se formou pela rejeição do mesmo ao texto,
tivemos de fazer uma mudança repentina no tema trabalhado, utilizando um texto de
reserva.
No dia 21/07, levamos uma professora especialista em Meio Ambiente para
palestrar sobre os cuidados com a natureza. A mesma fez uma retrospectiva sobre a
fauna e a flora brasileira, desde o descobrimento do Brasil até os dias atuais, como o
homem vem desrespeitando a natureza em nome do dinheiro e do poder e as
consequências destas atitudes impensadas. E falando sobre a natureza, não tem como
não falar dos animais que ficam sem lar e terminam por invadir as cidades, sendo
castigados por isso, a importância de cuidar e não abandonar o seu bichinho de
estimação. Para encerrar, a professora fez a leitura do poema “A árvore da serra” de
Augusto dos Anjos. A palestra foi de extrema importância na questão de
conscientização ecológica e reuniu todos os alunos e professores presentes no Instituto
dos Cegos da Paraíba “Adalgisa Cunha”, destacando que a palestra trouxe momentos de
reflexão para os professores daquela Instituição.
No decorrer de nosso trabalho, tivemos alguns contratempos no tocante ao
local do encontro com as crianças e os adolescentes. A contação com as crianças ocorria
na sala de aula das mesmas, enquanto com os adolescentes ocorria na biblioteca. As
crianças então começaram a pedir para que os encontros fossem na biblioteca, que as
mesmas ainda não conheciam. A partir do mês de agosto, o encontro da segunda e da
terça passou a ser na biblioteca. Ressaltamos que, junto com a responsável pela
biblioteca, as crianças passaram a ser acomodadas ao redor da mesa e a terem mais
contato com os livros da biblioteca do ICPAC.
Sempre contando com a participação das professoras dos alunos e da
responsável pela biblioteca, os encontros foram bem participativos e recebidos com
entusiasmo por todos os alunos.

�Os encontros tiveram uma boa recepção entre os alunos do ICPAC. Durante a
contação de histórias como “A semente da verdade”, tivemos a chance de aprender
sobre a importância de valores como a honestidade e como bonito e rentável é o fruto
desta semente. A Biblioteca do Instituto contava com vários exemplares deste livro, que
além de ser escrito em Braille, contém alto-relevo, possibilitando aos alunos
acompanharem os detalhes descritos na narrativa.
CONCLUSÃO
Durante o Curso de Biblioteconomia da UFPB, vemos em sala de aula
conceitos teóricos sobre: como lidar com o usuário e de que forma é possível
atendermos suas necessidades. A aplicação da Biblioterapia, a contação de histórias ou a
interação com os usuários da biblioteca do ICPAC, proporcionou-nos pôr em prática
muitas teorias que foram apresentadas desde o início do curso, bem como perceber que
nem todas as soluções para os problemas enfrentados no dia a dia de uma biblioteca são
vistos em sala de aula. Em especial, quando se trata de uma biblioteca especializada,
utilizada por pessoas com deficiência visual como a biblioteca do ICPAC, a
especialização do profissional é imprescindível para que este possa atender seu usuário.
Finalmente, ressaltamos que nesta pesquisa a Biblioterapia tem sido de maior
significância pois foi detectada, entre as pessoas envolvidas, mudanças de
comportamento saindo da zona de conflito para o seu ajustamento psicossocial.
REFERÊNCIAS
AMARILHA, Marly (Org.) Anais do Seminário A criança e a Leitura. Natal:
VERGN/CCSA/Depto de Educação , 1995 . 67p.
INSTITUTO ECO FUTURO. A vida que a gente quer depende do que a gente faz:
propostas de sustentabilidade para o planeta. São Paulo: Instituto Eco Futuro, 2007.
Série Leituras do Brasil.
ONU. ONU declara 2017 o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o
Desenvolvimento. 2016. Disponível em:&lt; https://nacoesunidas.org/onu-declara-2017-oano-internacional-do-turismo-sustentavel-para-o-desenvolvimento/&gt; Acesso em: 19 abr.
2017.
PEREIRA, Marília Mesquita Guedes. A Biblioterapia em Instituições de Deficientes
Visuais: um estudo de caso. João Pessoa, 1989. 318p. (Mestrado em Biblioteconomia Centro de Ciências Sociais Aplicadas.) Universidade Federal da Paraíba.
ROBERT, Alvin. Reabilitação Psicossocial do Cego. João Pessoa: Editora
Universitária, 1996. 111p.

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