<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="2799" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/2799?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-27T05:18:08-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="1881">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/23/2799/1913-1930-1-PB.pdf</src>
      <authentication>c3f35aacf354855625aba1a9ce925ee1</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="32943">
                  <text>Vamos falar de nova Biblioteconomia?
Emanuelle Geórgia Amaral Ferreira (UFMG) - emanuelle.gaf@gmail.com
Carlos Alberto Ávila Araújo (UFMG) - casalavila@yahoo.com.br
Resumo:
A conferência de abertura do XXVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
nos fez o seguinte convite: “Vamos pensar juntos uma nova Biblioteconomia?”. No mesmo ano,
acompanhando algumas das postagens do grupo fechado da rede social Facebook intitulado
"Bibliotecários do Brasil", a seguinte chamou atenção: tratava-se do compartilhamento da
noticia de que em Praga está localizada a livraria “mais bonita do mundo”. O participante do
grupo que divulgou, colocou no enunciado "E no Brasil faltam livrarias, bibliotecas e gente
interessada em ler. Cenário para a Nova Biblioteconomia resolver". Em outras postagens
semelhantes, destaca-se a mesma frase "para a Nova Biblioteconomia resolver”. Afinal, o que é
a nova Biblioteconomia? É por meio dela que resolveremos tais questões no contexto
brasileiro? O presente trabalho apresenta uma discussão inicial sobre alguns aspectos que
serão contemplados ao longo da tese de doutorado em Ciência da Informação que pretende
abordar a “nova Biblioteconomia” no contexto brasileiro.
Palavras-chave: Nova Biblioteconomia. Facilitação do conhecimento.
conhecimento. Comunidade. Missão do bibliotecário.

Construção

do

Eixo temático: Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência,
inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem. Biblioteconomia Social.

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�Introdução: O XXVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação nos
fez o seguinte convite: “Vamos pensar juntos uma nova Biblioteconomia?”. O
referido convite nos foi feito pelo professor R. David Lankes ao proferir sua
videoconferência com algumas ideias de sua obra publicada em 2012 “Expect More:
Demanding Better Libraries for Today’s Complex World”. No mesmo ano,
acompanhando algumas das postagens do grupo fechado da rede social Facebook
intitulado "Bibliotecários do Brasil", algumas postagens começaram a aparecer com
enunciados semelhantes – pode ser que em decorrência do referido convite na
ocasião do XXVI CBBD – o que chamaram atenção. Uma das postagens tratava-se
do compartilhamento da noticia de que em Praga está localizada a livraria “mais
bonita do mundo”. O participante do grupo que divulgou, colocou no enunciado "E no
Brasil faltam livrarias, bibliotecas e gente interessada em ler. Cenário para a Nova
Biblioteconomia resolver". Em outras postagens semelhantes, destaca-se a mesma
frase "para a Nova Biblioteconomia resolver”. Afinal, o que é a nova
Biblioteconomia? É por meio dela que resolveremos tais questões no contexto
brasileiro? A “nova Biblioteconomia”, termo cunhado e defendido por R. David
Lankes em 2011, com a publicação do Atlas of New Librarianship, postula que o
papel do bibliotecário nas sociedades contemporâneas é o de estimular a criação de
conhecimento colaborativo entre os diferentes membros das comunidades, a
promoção de ampla circulação dessa produção e, sobretudo, a atuação por uma
apropriação crítica e plural desse conhecimento. Assim, o presente trabalho
apresenta uma discussão inicial sobre alguns aspectos que serão contemplados ao
longo da tese de doutorado em Ciência da Informação que pretende abordar a “nova
Biblioteconomia” no contexto brasileiro.
Método da pesquisa: Análise da própria obra de R. David Lankes relacionada a
nova Biblioteconomia e obras que ajudem a elucidar os conceitos com os quais ele
trabalha. Desse modo, nesta fase inicial, vem sendo realizada uma pesquisa
exploratória acerca do conceito de nova Biblioteconomia e da problematização do
percurso teórico de alguns dos conceitos abordados por Lankes (2011), tais como
comunidade e a “teoria da conversação”.
Resultados: O “Atlas da Nova Biblioteconomia” está organizado em torno de seis
grandes conceitos da missão das bibliotecas (Missão, Criação de Conhecimento,
Facilitação, Comunidades, Melhorar a Sociedade, e Bibliotecários), visto que o
destaque que norteia cada tópico é a missão do bibliotecário: “melhorar a sociedade
por meio de facilitação da criação de conhecimento em suas comunidades”
(LANKES, 2011, p. 13). O ponto principal para o desenvolvimento de uma nova
Biblioteconomia é a relação da biblioteca diretamente com a sua comunidade.
Embora o enfoque sobre a comunidade já tenha sido destacado por alguns autores
como Mukherjee (1966) e Lasso de La Vega (1952), Lankes (2011) aborda este
aspecto dos membros da comunidade como protagonistas de maneira mais incisiva.
Neste sentido, independentemente da tipologia, Lankes (2012) aponta que a missão
das bibliotecas é criar uma nação de cidadãos proativos e informados, porque o
futuro da comunidade está nas decisões e nos talentos dos cidadãos. O conceito
amplo utilizado por Lankes (2011, 2016) para situar a atuação da nova
Biblioteconomia, no tocante a apropriação da informação e construção do
conhecimento coletivo, corrobora com o conceito de comunidade que Bauman
(2003) apresenta no último capítulo do livro “Comunidade: a busca por segurança no
mundo atual”. O autor, desacreditado da existência de uma comunidade em virtude

�da configuração atual da sociedade, pontua que se ela existir deve ser construída
em prol da defesa dos direitos sociais e do compartilhamento de interesses comuns.
Neste sentido, Lankes (2016) afirma que a biblioteca não deve só ajudar a
comunidade a solucionar os problemas e desafios, como, também, documentar a
maneira como ajuda. Ou seja, as bibliotecas devem ressignificar sua atuação e sua
“imagem estereotipada”: não se trata de acumular somente o conhecimento
registrado, trata-se de apresentar-se como uma plataforma comunitária para a
criação e o compartilhamento do conhecimento. Desse modo, os serviços das
bibliotecas são para atender as necessidades da comunidade e não para a
comunidade. Todas as atividades desenvolvidas pela biblioteca devem estar
alinhadas com os objetivos da comunidade. Assim sendo, devemos reconhecer que
os membros de uma comunidade não consumidores passivos de informação e que
eles são a razão das bibliotecas existir. No entanto, o autor chama a atenção para o
fato de que mesmo o melhor conceito de biblioteca é abstrato, porque as bibliotecas
não fazem ou deixam de fazer, tampouco, devem ou não fazer. Quem faz, deve ou
não nas bibliotecas, são os bibliotecários que são os responsáveis pelos resultados
e impactos das bibliotecas nas comunidades. A nova Biblioteconomia não é definida
pela maneira como fazemos as coisas (visão funcional), mas sim pelo motivo que
nos levou a fazer (visão de mundo que norteia). “Com o tempo, as ferramentas de
hoje vão desaparecer, e as habilidades que nós prezamos então irão evoluir, mas a
missão? A missão continua” (LANKES, 2011, p. 185).
Discussão: Para Lankes (2011), o poder de ser um bibliotecário está em não ver as
pessoas como problemas, mas como membros em necessidades - necessidade de
serviços, suporte, alfabetização e, sobretudo, o poder de criar e aprender, não
simplesmente para sobreviver. O bibliotecário nem sempre esteve consciente de
todo o poder e da responsabilidade em fazer uso do poder. Sempre imerso em suas
tarefas cotidianas de organizar e preservar, o bibliotecário pouco se dá conta de sua
importância na sociedade contemporânea. “Muitos bibliotecários revivem a história e
estão presos num conservadorismo profissional que privilegia o que eles fazem em
detrimento das razões por que o fazem” (LANKES, 2016, p. 23). Corroborando a
esta afirmativa, Macedo (1986, p. 219) pontuou que “apesar de todo o progresso
científico, a Biblioteconomia e seus profissionais ainda teimam por manter a velha
atitude de encarar o conhecimento como algo pronto a ser adquirido e reproduzido”.
Eis o grande diferencial da Nova Biblioteconomia. O conhecimento não é um algo
pronto para adquirir e reproduzir, o conhecimento é uma construção social e a
missão do bibliotecário é facilitar a criação do conhecimento com os membros da
comunidade e não para a comunidade. A comunidade é o verdadeiro acervo. O
bibliotecário é capaz de contribuir com a solução de problemas sociais da
comunidade se tornar-se parte da comunidade, não um prestador de serviços
informacionais. Samek (2007, p. 4) afirma que os bibliotecários desempenham um
papel importante na preservação e no apoio aos ideais de tolerância, democracia,
direitos humanos, direitos e memória coletiva em muitas partes do mundo. Por meio
de uma visão de mundo de uma Biblioteconomia que transcenda as ferramentas
para a organização da informação e manter o conhecimento registrado, o
bibliotecário pode contribuir com a erradicação do analfabetismo e facilitar a
integração de sociedades multiculturais, por exemplo. O bibliotecário deve ajudar a
promover o livre acesso democrático e socialmente igualitário as informações. “[...]
nas mãos de bibliotecários, o poder é a capacidade de fazer as nossas comunidades
e, finalmente, a nossa sociedade, um lugar melhor” (LANKES, 2011, p. 80). O

�bibliotecário não deve contribuir com a construção do conhecimento pela
comunidade porque é uma boa ideia, mas porque a ideia deve ser essa. Pensar nas
pessoas, no usuário, na comunidade, é uma tendência contemporânea da área que
pode ser observada em diferentes vertentes. A Biblioteconomia que todos queremos
deve ultrapassar fronteiras (LANKES, 2016).
Considerações finais: A construção de uma nova Biblioteconomia sob uma base
sólida de dignidade humana, liberdade, justiça social e diversidade cultural requer
que os bibliotecários atuem de forma constante e implacável sobre as questões
sociais, políticas, culturais, legais, econômicas, tecnológicas e ideológicas (SAMEK,
2007, p. 43). Ou seja, a chave para uma biblioteca bem sucedida e para uma nova
Biblioteconomia é o bibliotecário. Quando Lankes (2011) aponta a importância da
ação e do ativismo para cumprir a missão do bibliotecário na nova Biblioteconomia,
ele quer dizer que se bibliotecários realmente desejam melhorar a sociedade por
meio da facilitação do conhecimento, eles devem não só devem ter suas vozes
ouvidas, como também trabalhar constantemente para melhorar a sociedade através
da ação, assim os bibliotecários serão ativistas. Ser da comunidade no conceito e na
ação é o aspecto que merece destaque e atenção dos bibliotecários. Mais que
oferecer novos serviços e produtos com as tecnologias digitais é a relação com a
comunidade que muda. Trata-se de uma mudança na visão de mundo aliada a
missão do bibliotecário de contribuir com a facilitação da criação do conhecimento
para a melhoria das comunidades. “Vamos trabalhar juntos?” (LANKES, 2016, p.
169).
Referências:
ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Biblioteconomia: fundamentos e desafios
contemporâneos. Folha de Rosto: Revista de Biblioteconomia e Ciência da
Informação, v. 3, n. 1, p. 68-79, jan./jun., 2017. Disponível em:
&lt;https://periodicos.ufca.edu.br/ojs/index.php/folhaderosto/article/view/193/150&gt;.
Acesso em: 03 jul. 2017.
BAUMAN, Zygmunt. Comunidade: a busca por segurança no mundo atual. Rio de
Janeiro: Zahar, 2003.
LANKES, R. David. Expect more: melhores bibliotecas para um mundo complexo.
São Paulo: FEBAB, 2016.
LANKES, R. David. The Atlas of the New Librarianship. Cambridge: MIT Press,
2011.
LASSO DE LA VEGA, Javier. Manual de Biblioteconomia: organização tecnica y
cientifica de las bibliotecas. Madrid: Editorial Mayfe S. L., 1952.
MACEDO, Iara Ferreira de. A ideologia na Biblioteconomia: uma reflexão. Revista
da Escola de Biblioteconomia da UFMG, v. 15, n. 2, p. 210-221, set. 1986.
MUKHERJEE, A. K. Librarianship: its philosophy and history. Bombay: Asia
Publishing House, 1966.

�SAMEK, Toni. Librarianship and human rights: a twenty-first century guide.
Oxford, England: Chandos, 2007.

Agência financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível
Superior (CAPES).

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="23">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26057">
                <text>CBBD - Edição: 27 - Ano: 2017 (Fortaleza/Ceará)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26058">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26059">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26060">
                <text>2017</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26061">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26062">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26063">
                <text>Fortaleza (Ceará)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="32935">
              <text>VAMOS FALAR DE NOVA BIBLIOTECONOMIA?</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="32936">
              <text>Emanuelle Geórgia Amaral Ferreira</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="32937">
              <text>Carlos Alberto Ávila Araújo</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="32938">
              <text>Fortaleza (Ceará)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="32939">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="32941">
              <text>Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência, inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de aprendizagem. Biblioteconomia Social.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="32942">
              <text>A conferência de abertura do XXVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação nos fez o seguinte convite: “Vamos pensar juntos uma nova Biblioteconomia?”. No mesmo ano, acompanhando algumas das postagens do grupo fechado da rede social Facebook intitulado "Bibliotecários do Brasil", a seguinte chamou atenção: tratava-se do compartilhamento da noticia de que em Praga está localizada a livraria “mais bonita do mundo”. O participante do grupo que divulgou, colocou no enunciado "E no Brasil faltam livrarias, bibliotecas e gente interessada em ler. Cenário para a Nova Biblioteconomia resolver". Em outras postagens semelhantes, destaca-se a mesma frase "para a Nova Biblioteconomia resolver”. Afinal, o que é a nova Biblioteconomia? É por meio dela que resolveremos tais questões no contexto brasileiro? O presente trabalho apresenta uma discussão inicial sobre alguns aspectos que serão contemplados ao longo da tese de doutorado em Ciência da Informação que pretende abordar a “nova Biblioteconomia” no contexto brasileiro.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="66762">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="18">
      <name>cbbd2017</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
