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                  <text>Bibliotecas e aquisição de arquivos privados: a experiência da
UNIRIO com a Coleção Especial Guilherme Figueiredo

Durval Vieira Pereira (UNIRIO) - durval.pereira@unirio.br
Márcia Valéria Brito Costa (UNIRIO) - marciavc@unirio.br
Resumo:
Estuda a importância de arquivos privados unidos a acervos de bibliotecas, como forma de
integrar e relacionar as diversas formas e suportes de informação, resaltando a questão
contratual, necessária para a gestão desses documentos. Aborda a aquisição, por bibliotecas,
de arquivos privados e sua relação com a formação e desenvolvimento de coleções especiais.
Relata a experiência com a aquisição do acervo privado de Guilherme Figueiredo pela
Biblioteca Central da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Conclui que
falta discutir a multiplicidade de documentos atualmente encontrada em bibliotecas. Há a
necessidade de complementar a literatura sobre aquisição de materiais de informação, com
pragmática proporcionada pelas experiências de trabalho.
Palavras-chave: Desenvolvimento de coleções; Coleção especial; Arquivo privado
Eixo temático: Eixo 9: Bibliotecas, Preservação e Memória.(Gestão de Preservação em
Bibliotecas; Gestão de Coleções Especiais e Livros Raros; História dos
Bibliotecários e da Biblioteconomia no Brasil; Sustentabilidade, preservação e
baixo recursos; Democratização, acesso e preservação de acervos
patrimoniais).

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�Eixo 9: Bibliotecas, Preservação e Memória. (Gestão de Preservação em Bibliotecas; Gestão
de Coleções Especiais e Livros Raros; História dos Bibliotecários e da Biblioteconomia no
Brasil; Sustentabilidade, preservação e baixo recursos; Democratização, acesso e preservação de
acervos patrimoniais).

INTRODUÇÃO
O contato com documentos privados é comum em instituições de arquivos, porém muitas
bibliotecas também recebem documentos constitutivos de arquivos pessoais. E, em função da
natureza destes itens, é comum os bibliotecários não estarem preparados para receber e gerir tais
documentos.
O objetivo deste estudo é mostrar a importância de arquivos privados unidos a acervos de
bibliotecas, como forma de integrar e relacionar as diversas formas e suportes de informação.
Além de mostrar a questão contratual, necessária para a gestão desses documentos.
A maioria da literatura sobre formação e desenvolvimento de coleções está, desde sua
origem, dedicada a aquisição de livros (impressos ou eletrônicos) (WEITZEL, 2012; 2002).
Andrade e Vergueiro (1996) tratam sobre aquisição de materiais de informação, mas, no decorrer
de sua obra, as descrições e exemplos dados nos levam a interpretar, de forma geral, os materiais
informacionais também como livros. Logo, este estudo se justifica por notarmos uma carência de
estudos de aquisição de materiais informacionais que inclua documentos privados como
elementos presentes em coleções especiais de bibliotecas.
Coleções especiais são aquelas coleções de livros e arquivos considerados
importantes (ou "especiais") suficientes para serem preservados para futuras
gerações. Muitas vezes são muito velhos, raros ou únicos, ou são frágeis.
Geralmente, eles têm pesquisa significativa e/ou valor cultural. (UNIVERSITY
OF GLASGOW, [2010]).

Araújo e Reis (2016, p. 184) nos lembram que “as coleções especiais em bibliotecas
institucionais são distintas dos demais acervos de uma biblioteca por sua constituição temática,
finalidade, características materiais e significados patrimoniais para a instituição que as
preservam”.
São, justamente, essas distinções entre coleções especiais e os demais acervos que
acarretam problemáticas específicas no que tange a aquisição de “materiais de informação”
(ANDRADE, VERGUEIRO, 1996) em bibliotecas. Maciel e Mendonça (2006 p. 21)
acrescentam que “o nível de complexidade das atividades de aquisição naturalmente varia
conforme as características das instituições onde ocorrem. Diferentes estruturas administrativas,
e diferentes objetivos, exigirão procedimentos também diferenciados”.

�METODOLOGIA
Realizou-se um levantamento bibliográfico, para verificar o estado da arte referente a
aquisição, por bibliotecas, de arquivos privados e sua relação com a formação e desenvolvimento
de coleções especiais.
Relatou-se a experiência ocorrida com a aquisição do acervo privado de Guilherme
Figueiredo pela Biblioteca Central da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
(UNIRIO).

DISCUSSÃO E RELATO DE EXPERIÊNCIA
Guilherme Figueiredo doou, em vida, sua biblioteca particular à Biblioteca Central da
UNIRIO. Esta doação ocorreu ao longo do período em que ele deixou o cargo de Reitor da
Universidade e passou a exercer a função de assessor da reitoria lotado na Biblioteca Central
(1988 a maio de 1997, período de sua morte). Guilherme Figueiredo nasceu em 1915 e completa
em 2017 vinte anos de seu falecimento. Durante sua carreira exerceu diversas atividades como:
dramaturgo, tradutor, professor, crítico literário e teatral, colunista de jornais, diretor geral da TV
Tupi, compositor, adido cultural e idealizador da Biblioteca Central que comemora, neste ano, 40
anos de sua fundação.
Após o seu falecimento, a família de Guilherme Figueiredo doou à Biblioteca Central o
seu arquivo privado. Uma das exigências era que os documentos doados ficassem na biblioteca
que já continha a biblioteca particular, algumas peças de sua coleção museológicas e foi local de
trabalho de Guilherme Figueiredo até o final da vida.
Além da exigência da família, podemos utilizar os valores utilizados por Lino, Hannesch
e Azevedo (2007, p. 56-58) para justificar a permanência do arquivo doado à Biblioteca Central
e não direcionado ao Arquivo Central da referida instituição. Esses autores buscaram argumentar
sobre a definição do conceito de especial dentro de uma dada coleção. Baseados em Zuñiga
(2002)1, os autores consideraram a ponderação de quatro valores:
1.Valor institucional: importância para cumprimento da missão institucional.
2. Valor histórico: valor para pesquisa histórica e contexto de criação.
3. Valor intrínseco: valor monetário ou simbólico.
4. Valor associativo: complementaridade de temas, reunião de conjuntos.
(ZUÑIGA, 2002 apud LINO, HANNESCH, AZEVEDO, 2007, p. 58).

Sobre o valor institucional, destacamos a importância do próprio produtor do arquivo
como reitor, professor e articulador político-educacional, contribuindo para a origem e
1

ZUÑIGA, Solange. A importância de um programa de preservação em arquivos públicos privados. Rev. registro,
Indaiatuba, a. 1, n. 1, p. 2002, jul. 2002.

�desenvolvimento da UNIRIO. Já sobre o valor histórico, justificamos pela variedade de
documentos, que refletem as múltiplas atividades exercidas pelo Guilherme Figueiredo. Esta
documentação pode recontar partes da história política, editorial e televisiva, teatral, artística e
literária, além de tantos outros pontos abordados. Em relação ao valor intrínseco, são
documentos originais, manuscritos, particularidades cujo valor simbólico, para a família e para a
instituição, é incalculável. E, por fim, o valor associativo, que é o principal foco deste estudo. As
relações entre os documentos do arquivo privado, a biblioteca particular e outros objetos e
temáticas.
Dentre essas relações podemos citar a obra dramatúrgica “A raposa e as uvas”, a qual
temos no acervo geral as diversas edições da peça. Variações do mesmo item: na coleção
especial, especificamente, na biblioteca doada pelo Guilherme Figueiredo há a referida obra com
dedicatória e em suas diversas traduções. E no arquivo privado há fotografias das várias
apresentações da peça ao longo do mundo, programas das apresentações, cartazes, propagandas e
críticas da peça publicadas em vários jornais. Ademais, todos esses documentos rompem as
paredes da biblioteca ao se relacionem com documentos presentes em outras instituições e com
vídeos das apresentações da peça disponíveis, por exemplo, na Web.
A rede social de autores, as marcas intrínsecas de propriedade, de circulação e tantos
outros vestígios presentes nos livros estão extremamente associados e/ou complementados pelos
documentos presentes no arquivo privado. É este caráter de conjunto informacional que
possibilita aos pesquisadores construírem caminhos que os levem a repostas ou outras questões
de pesquisa.
Entretanto, como lidamos com documentos particulares que revelam parte da história
familiar é importante ficarmos atentos sobre os termos de doação. De forma que a guarda e o uso
dos documentos passem a ser de total propriedade da instituição que a recebeu. Para isso, faz-se
necessário a utilização de instrumentos jurídicos, como um contrato para firmar tais acordos de
doação.
No caso especifico desta doação muitas idas e vindas entre a Universidade e a família
ocorreram. Questões financeiras, políticas e legais sempre estiveram presentes na negociação
desta coleção, principalmente os aspectos legais de doação iniciados em 2006. Esta parte inicial
do processo foi conduzida pelo Arquivo Central da UNIRIO, que providenciou uma avaliação do
acervo por dois professores da Universidade, estes baseados na relevância e importância do
acervo recomendaram o recebimento. Em função deste aceite inicial foi solicitado, pela direção
do Arquivo Central, à Procuradoria da Universidade a elaboração de um contrato inicial de

�consignação, até que o termo de doação, que amparasse a Universidade em possíveis
reivindicações legais futuras, fosse elaborado e assinado pelas partes.
Para tanto, foi necessário estudar alguns modelos de instrumentos legais para doação que
amparasse a Universidade de possíveis problemas futuros tendo em vista que a universidade
pública não é um depósito estático de memórias, mas sim um local de acesso a acervos públicos
cujo uso em pesquisas, além de gerar novos conhecimentos pode gerar produtos, de inteira
responsabilidade de terceiros, que apresentem valor financeiro agregado.
Paralelo a este estudo legal foi encaminhado à família doadora os procedimentos a serem
observados no recolhimento de documentos ao Arquivo Central, OS GR n° 001/2006. Neste
instrumento legal da Universidade em seu Artigo primeiro é estabelecido as condições de aceite
da documentação:
Art.1° - Os acervos documentais a serem recolhidos para o Arquivo Central
deverão estar higienizados, organizados, avaliados, acondicionados e
acompanhados de listagem descritiva, conforme o Anexo, que permita sua
identificação e controle.

Em função desta exigência, que obrigou a família a um tratamento inicial do acervo
arquivístico, que foi realizado por empresa contratada que procedeu a organização e classificação
inicial do acervo finalizando o trabalho em 2013 e, em função do aspecto de valor agregado
desta coleção com as demais coleções existentes na Biblioteca Central recebemos legalmente o
referido acervo na Biblioteca Central em 2015.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Sobre a literatura sobre formação e desenvolvimento de coleções, acreditamos que falta
discutir a multiplicidade de documentos atualmente encontrada em bibliotecas. A própria
Biblioteca Central da UNIRIO possui desde livros (impressos e eletrônicos) a objetos
museológicos (máscaras, por exemplo), perpassando por documentos de arquivos e audiovisuais.
É necessária uma maior troca de relatos entre os profissionais, de forma que o
bibliotecário consiga complementar a literatura sobre aquisição de materiais de informação, com
pragmática proporcionada pelas experiências de trabalho.
No que se refere aos bibliotecários curadores de coleções especiais, entendemos que a
dedicação com esses acervos exige uma formação permanente que lhes proporcione criar em si e
na equipe uma consciência da importância, da preciosidade e das potencialidades que os acervos
especiais possuem.

�REFERÊNCIAS
ANDRADE, Diva; VERGUEIRO, Waldomiro. Aquisição de materiais de informação.
Brasília: Briquet de Lemos, 1996.
ARAÚJO, Diná Marques Pereira; REIS, Alcenir Soares dos. Bibliotecas, Bibliofilia e
Bibliografia: alguns apontamentos. InCID: R. Ci. Inf. e Doc., Ribeirão Preto, v. 7, n. esp., p.
183-201, ago. 2016. Disponível em: &lt;http://www.revistas.usp.br/incid/article/view/118770&gt;.
Acesso em: 2 jul. 2017.
LINO, Lucia Alves da Silva; HANNESCH, Ozana; AZEVEDO, Fabiano Cataldo de. Política de
Preservação no âmbito do gerenciamento de Coleções Especiais: um estudo de caso no Museu de
Astronomia e Ciências Afins. In: ENCONTRO NACIONAL DE ACERVOS RAROS (7., 2006,
Rio de Janeiro, RJ). Proceedings... Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2007. p. 59-76.
Disponível em: &lt;http://planorweb.bn.br/documentos/Lucia_Alves.pdf&gt;. Acesso em: 2 jul. 2017.
MACIEL, Alba Costa; MENDONÇA, Marilia Alvarenga Rocha. Bibliotecas como
organizações. Rio de Janeiro: Interciência, 2006.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Arquivo central. Ordem
de Serviço GR n. 001, de 24/06/2006. Dispõe sobre os procedimentos a serem observados no
recolhimento de documentos para o Arquivo Central. Disponível em:
&lt;http://www2.unirio.br/unirio/arqcent/legislacao-arquivistica-e-normas/normas-do-arquivocentral/ordens-de-servico/ordem-de-servico-01-2006/view&gt;. Acesso em: 11 jul. 2017.
UNIVERSITY OF GLASGOW. What are Special Collections. [2010]. Disponível em:
&lt;http://www.gla.ac.uk/services/specialcollections/whatarespecialcollections/&gt;. Acesso em: 2 jul.
2017.
WEITZEL, Simone da Rocha. Desenvolvimento de coleções: origem dos fundamentos
contemporâneos. TransInformação, Campinas, v. 24, n. 3, p. 179-190, set./dez., 2012.
Disponível em: &lt;http://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/transinfo/article/view/
1201/1176&gt;. Acesso em: 2 jul. 2017.
WEITZEL, Simone da Rocha. O desenvolvimento de coleções e a organização do conhecimento:
suas origens e desafios. Perspect. cienc. inf., Belo Horizonte, v. 7, n. 1, p. 61 - 67, jan./jun.
2002. Disponível em: &lt;http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/
article/view/414/227&gt;. Acesso: 2 jul. 2017.

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