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                  <text>Lydia Sambaquy e suas contribuições para a Biblioteconomia e
Ciência da Informação no cenário brasileiro

Ana Cristina Guimarães Carvalho (UFCA) - anacarvalho.biblio@gmail.com
Maria Gezilda Silva Nascimento (UFCA) - gezildasilva@hotmail.com
Resumo:
Sob uma perspectiva histórica, este estudo tem como objetivo identificar e apresentar as
contribuições de Lydia de Queiroz Sambaquy para a Biblioteconomia e a Ciência da
Informação no âmbito nacional. Adotando uma estrutura narrativa, trataremos inicialmente
dos aspectos pessoais que permeiaram a vida de Lydia e de seus familiares, num esforço de
compreender o contexto em que se afirmou a nossa personagem. Em seguida, relataremos o
nascimento e o desenvolvimento gradativo da profissional Lydia, sua produção e atuação, suas
conquistas e projeções que marcaram a Biblioteconomia e a Ciência da Informação.
Finalmente, teceremos algumas reflexões acerca do legado de Lydia para a Biblioteconomia e
a Ciência da Informação.
Palavras-chave: Biblioteconomia. Ciência da informação – Brasil. Lydia Sambaquy
Eixo temático: Eixo 9: Bibliotecas, Preservação e Memória.(Gestão de Preservação em
Bibliotecas; Gestão de Coleções Especiais e Livros Raros; História dos
Bibliotecários e da Biblioteconomia no Brasil; Sustentabilidade, preservação e
baixo recursos; Democratização, acesso e preservação de acervos
patrimoniais).

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�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.
Eixo Temático 9: Bibliotecas, Preservação e Memória. (Gestão de Preservação em
Bibliotecas; Gestão de Coleções Especiais e Livros Raros; História dos Bibliotecários
e da Biblioteconomia no Brasil; Sustentabilidade, preservação e baixo recursos;
Democratização, acesso e preservação de acervos patrimoniais).
Introdução
A reflexão do percurso histórico da Biblioteconomia se faz necessário para
que possamos entender como foi construída a identidade da área. Mesmo diante
das dificuldades é necessária a abordagem acerca da história da Biblioteconomia, a
fim de compreender o caminhar e evolução da Biblioteconomia até chegar a Ciência
da Informação. (CARVALHO, 2010). Uma trajetória de transformações marcadas
por grandes personalidades da Biblioteconomia brasileira dentre elas a memorável
Lydia Queiroz Sambaquy que com uma visão futurista percebeu dentre outras coisas
a necessidade do “Bibliotecário ‘profissional ideal’ a serviço da ciência. ” (CASTRO,
2000, p.116).
Nestas perspectivas este trabalho delineia as contribuições de Lydia
Sambaquy para a Biblioteconomia e Ciência da Informação no cenário brasileiro.
Percebeu-se nos debates da disciplina de Fundamentos históricos, epistemológicos
em Biblioteconomia do Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia – PPG da
Universidade Federal do Cariri - UFCA, a falta de referencial teórico sobre a
bibliotecária que tanto contribuiu para o avanço dessa ciência. Portanto a questão
que norteia a pesquisa é entender: como os aportes da bibliotecária Lydia
Sambaquy conseguiu romper paradigmas da biblioteconomia e marcar o
desenvolvimento da Ciência da Informação? com o objetivo de acrescentar
informações e dar embasamento teórico a futuras pesquisas sobre o tema
resolvemos buscar mais subsídios e posterior elaboração do artigo, considerando a
hipótese de que a produção científica de Lydia Sambaquy muito contribuiu para o
fortalecimento da Biblioteconomia, posto que, se constituiu em torno de temáticas
essencialmente típicas da Biblioteconomia, em sua maioria direcionadas a
profissionais e estudiosos da área, objetivando analisar e discutir assuntos inerentes
ao campo, além de, compartilhar experiências e práticas cotidianas da biblioteca do
DASP que pudessem servir de apoio e modelo para outras bibliotecas institucionais
em processo de (re)estruturação.
De origem tradicionalmente cearense, a família em que nascera Lydia de
Queiroz Sambaquy, trouxe à sociedade, gerações de admiráveis brasileiros, dentre
os quais podemos citar: Eusébio de Queiroz Lima, grande referência na área do
direito e Rachel de Queiroz, prima de Lydia em primeiro grau e escritora consagrada
na literatura brasileira, cuja imagem alcançou considerável projeção pública em
consequência, principalmente, de sua participação na Academia Brasileira de Letras,
estreando a atuação feminina em movimentos e instituições desta natureza
(ODDONE, 2013).
Foi durante a permanência do seu pai Esperidião de Queiroz Lima no norte
do país, mais precisamente no Pará que, em 23 de março de 1913, nasce Lydia de
Queiroz Sambaquy, que se tornará outra grande personalidade da família Queiroz,
evidenciando-se nas áreas da Biblioteconomia e Ciência da Informação.

�Aos 25 anos, Lydia de Queiroz Sambaquy já era uma jovem senhora,
casada e mãe de três filhos. Seu marido, Julio Furquim Sambaquy, também
proprietário na região de São José do Rio Preto, se viu prejudicado pela crise
econômica de 1929, tomando o mesmo caminho que Esperidião, pai de Lydia e
fixando residência na capital federal à época, o Rio de Janeiro (ODDONE, 2013).
Em 1938, por incentivo de sua irmã Sylvia, Lydia começa a participar dos
treinamentos ministrados na Biblioteca do DASP e, vislumbrando abraçar a
biblioteconomia, matricula-se no curso mantido pela Biblioteca Nacional. Quando
recebe seu diploma de bibliotecária, em 1941, ela já trabalhava regularmente na
Biblioteca do DASP, primeiro como assistente técnico e mais tarde como técnico de
administração, assumindo, posteriormente a direção da Biblioteca do DASP, quando
do afastamento de sua irmã Sylvia (ODDONE, 2004).
Os esforços empreendidos pelas irmãs Sambaquy, Sylvia e Lydia, em prol
da biblioteca do Departamento Administrativo do Serviço Público, DASP,
contribuíram demasiadamente para elevar a notoriedade desta biblioteca na
conjuntura biblioteconômica brasileira. A biblioteca do DASP representou “uma das
mais importantes instituições de coleta, tratamento e disseminação da informação
técnico-científica que já existiram no Brasil” (ODDONE, p. 78, 2013). É neste
cenário, tendo como plano de fundo a biblioteca do DASP, que Lydia Sambaquy
inicia seu percurso na biblioteconomia.
Em 1939, com o afastamento de Sylvia Sambaquy da direção da biblioteca
do DASP, Lydia Sambaquy, que já atuava na biblioteca, assume o cargo, dando
prosseguimento ao trabalho iniciado por sua irmã, estruturando os serviços e o
acervo que constituiam aquela biblioteca. Para tanto, estabelece parcerias, dentre
elas, com os bibliotecários da Biblioteca Nacional, que à época representava a única
instituição formadora de bibliotecários no Brasil. Nos contatos instituídos, Lydia
demonstrava preocupação no que se referia à qualificação de pessoal para atuar
nas bibliotecas brasileiras e sinalizava total apoio à ideia, ainda semeada por sua
antecessora, de implantar cursos que viessem preencher essa lacuna. Delineava-se
a partir daí, um contexto favorável à implantação de novos cursos de
biblioteconomia no país.
Sob a gestão de Lydia, a biblioteca do DASP exerceu importante papel na
formação de novos bibliotecários no Brasil. Compondo uma política institucional de
capacitação de servidores públicos, idealizada pelo DASP, a biblioteca implanta, em
1941, o curso preparatório para bibliotecários, que, atrelado à reordenação da
carreira, tinha como objetivo primeiro oportunizar aos servidores públicos recémcontratados, a chance de ascender à qualificação de bibliotecário (ODDONE, 2013).
Estas transformações não seriam possíveis sem o engajamento e a
articulação de sua principal mentora: Lydia Sambaquy. A partir de suas concepções
e ações, a biblioteca do DASP se fortalece, tornando-se uma referência para as
demais bibliotecas do serviço público, tendo em vista que bibliotecas vinculadas à
instituições privadas eram quase inexistentes no início de século XX (ODDONE,
2004).
Ainda em 1942, Lydia Sambaquy cria o SIC, Serviço de Intercâmbio de
Catalogação, tendo como principal objetivo construir uma rede cooperativa de
bibliotecas para catalogação de livros (ODDONE, 2004). Considerada uma iniciativa
inovadora e audaciosa, o SIC contava com o laboratório experimental em que se
transformara a biblioteca do DASP, além de outros recursos.
Motivada pelo entendimento de que ações cooperativas poderiam alinhar
tecnicamente as disparidades existentes nas diversas unidades de informação,

�espalhadas pelo país, Lydia planejou e coordenou o SIC, num movimento pela
valorização da biblioteconomia brasileira (ODDONE, 2004).
Uma das primeiras preocupações de Lydia, quando do início das atividades
do SIC, era estabelecer um código de catalogação próprio, já que os códigos
existentes, como o da American Library Association e o da Biblioteca Apostólica
Vaticana, não atendiam às particularidades e especificidades das questões
linguísticas e bibliográficas nacionais. Entretanto, todas as tentativas de elaboração
desse instrumento esbarraram em inúmeros obstáculos, não resultando em nenhum
acordo (ODDONE, 2004).
Apesar de ter estado, durante toda sua existência, no centro de fortes
conflitos e acirrados embates, o SIC simbolizou um importante passo para o
desenvolvimento da produção técnica da biblioteconomia brasileira, uma vez que
ofereceu “uma resposta precisa para um dos problemas biblioteconômicos que mais
pressionavam essas bibliotecas: a catalogação dos acervos” (ODDONE, 2006, p.
47). O SIC promoveu a integração e capacitação das bibliotecas brasileiras. Até
1968, o sistema produziu fichas catalográficas para mais de cem mil livros,
agregando e atendendo aproximadamente trezentas bibliotecas em todo o país
(LEMOS, 1979 apud ODDONE, 2004).
Esta ideia de cooperação entre bibliotecários e bibliotecas sempre fora
defendida por Lydia e expressa em seus textos e discursos que abraça as propostas
internacionais de trabalho elaboradas pela UNESCO e passa a integrar o Comitê II
do evento, responsável pela ação interamericana necessária ao desenvolvimento
das bibliotecas públicas (ODDONE, 2004). Em pleno exercício de suas novas
atribuições, Lydia produz um relatório que é encaminhado ao Instituto Brasileiro de
Educação, Ciência e Cultura - IBECC, no qual estão presentes ideias que também
irão compor o referencial ideológico do futuro IBBD (ODDONE, 2004).
Neste contexto, o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação - IBBD
é idealizado. Traçado, planejado e escrito por Lydia Sambaquy, numa parceria com
a UNESCO, o órgão, fundado em 1954, propunha capitalizar recursos bibliográficos
para a utilização da comunidade científica, instituindo um novo regime de informação
no Brasil, que logo representaria uma espécie de força motriz para novos
desenvolvimentos (ODDONE, 2006).
Aproximando-se dos conceitos de Documentação, que à época alcançava
cada vez mais notoriedade no cenário nacional, em 1956, Lydia e seus
contemporâneos, como Edson Nery da Fonseca e demais funcionários do IBBD,
juntamente com o bibliotecário Octavio Calazans Rodrigues, da Biblioteca Nacional,
empreenderam esforços para construir um novo arcabouço teórico que
contemplasse as práticas e posturas introduzidas pelo IBBD, disseminando-as entre
bibliotecários e pesquisadores (ODDONE, 2004).
Outra das iniciativas criadas no IBBD, foi a participação da área em eventos
genuinamente científicos (ODDONE, 2004) dos quais se pode ressaltar: Simpósios
de Bibliografia; a participação de bibliotecários nos comitês da ABNT e a
consequente criação do Comitê de Documentação, responsável pela elaboração e
revisão de normas utilizadas até os dias atuais.
Em 1965, após onze anos à frente do IBBD, Lydia deixa a presidência do
órgão que prossegue suas atividades sob os cuidados das bibliotecárias Jannice
Mont-Mór, Celia Ribeiro Zaher e Hagar Espanha Gomes, parceiras de Lydia no
projeto promissor do IBBD.
Em 1976, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
– CNPq, cria pela Resolução 20, de 25 de março, o Instituto Brasileiro de Informação

�em Ciência e Tecnologia, IBICT, que absorve e assume as atividades
desempenhadas pelo IBBD.
Método de pesquisa
Esta pesquisa baseou-se em um levantamento bibliográfico sobre as
contribuições de Lydia Sambaquy para a Biblioteconomia e Ciência da Informação.
Para tanto, observou-se artigos e textos em português que versavam sobre o
assunto. O levantamento abrangeu os periódicos nacionais bem como livros e sites
de internet que tratam do assunto.
Resultados
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1938 – À convite da irmã Sylvia, participa de estágios realizados na Biblioteca do
DASP;
1939 – Assume a direção da Biblioteca do DASP. Inicia sua produção na área
publicando revisões de literatura, boletins informativos, notícias e estatísticas
referentes à Biblioteca do DASP na Revista do Serviço Público;
1941 – Diploma-se bibliotecária, pela Biblioteca Nacional. Cria, com o apoio do
DASP, o curso preparatório para bibliotecários;
1942 – Cria e implementa o SIC, Serviço de Intercâmbio de Catalogação;
1945 – É nomeada professora efetiva da graduação em Biblioteconomia, da
Biblioteca Nacional. Deixa a biblioteca do DASP para dedicar-se ao SIC e ao
trabalho docente;
1954 – Implanta o Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, IBBD;
1965 – Deixa a presidência do IBBD;

Considerações Finais
Sob uma perspectiva histórica, tendo como eixo central a vida e a carreira de
Lydia Sambaquy, refletimos acerca das práticas documentárias, do despontar da
informação científica e da ampliação dos cursos de formação de bibliotecários,
fatores bastante pertinentes ao desenvolvimento da Biblioteconomia e da Ciência da
Informação no Brasil.
Um novo olhar para a Biblioteconomia, o delineamento de novas ideias,
baseadas nas primeiras iniciativas de processamento técnico de acervos e na
concepção de disseminação da informação para a comunidade pesquisadora,
compõe parte do legado deixado por Lydia, que promoveu uma transformação no
campo a partir de suas ações. Preocupações com a organização de acervos e sua
ordenação nas estantes dão lugar a outras mais amplas, como a organização de
sistemas de bibliotecas, os catálogos coletivos e a criação de bibliotecas públicas.
Em síntese, a liderança exercida por Lydia no decorrer de seu exercício
profissional, fosse à frente da biblioteca do DASP, implantando o SIC ou na direção
do IBBD, contribuiu para a constituição da Biblioteconomia enquanto campo de
atuação. Lydia demonstrava curiosidade em saber como seriam as bibliotecas do
futuro, inquietando-se com a perspectiva da relação entre a evolução da tecnologia
da informação e as bibliotecas. Além da adoção de procedimentos técnicos mais
uniformes, Lydia entoou discursos em defesa de competências profissionais
especializadas, influenciando a implementação de estratégias de legitimação social,
como o surgimento de associações profissionais, novos cursos de graduação e a

�própria legislação profissional (ODDONE, 2013), marcando assim, a sua passagem
pela Biblioteconomia brasileira.
Contudo, podemos afirmar que estudar a biblioteconomia historicamente, a
partir dos atores situados neste cenário profissional, significa conhecer o passado,
que com todas as suas fundações, oferece uma compreensão melhor do presente e
dá sentidos à percepção e à construção de uma identidade para a área.
REFERÊNCIAS
SILVA, Jonathas Luiz Carvalho. Uma análise sobre a identidade da
Biblioteconomia: perspectivas históricas e objeto de estudo. 1. ed. Olinda: Edições
Baluarte, 2010. p.
Castro, César Augusto. Bibliotecário: do generalista ao servo da ciência. In. História
da biblioteconomia brasileira. Brasília: Thesaurus Editora, 2000. 287 p. 115 -150.
ODDONE, Nanci Elizabeth. Ciência da informação em perspectiva histórica:
Lydia de Queiroz Sambaquy e o aporte da Documentação (Brasil 1930-1970). 2004.
161 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação)–Instituto Brasileiro de Informação
em Ciência e Tecnologia; Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de
Janeiro,
Brasília;
Rio
de
Janeiro,
2004.
Disponível
em:
&lt;
http://ridi.ibict.br/handle/123456789/691&gt;. Acesso em: 25 maio 2017.
ODDONE, Nanci Elizabeth. O IBBD e a informação científica: uma perspectiva
histórica para a ciência da informação no Brasil. Ciência da Informação, Brasília, v.
35,
n.
1,
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45-56,
jan./abr.
2006.
Disponível
em:
&lt;http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/1152&gt;. Acesso em: 3 jul. 2017.
ODDONE, Nanci Elizabeth. Lydia Sambaquy e a Biblioteca do DASP: contribuições
para o campo biblioteconômico no Brasil. Acervo, Rio de Janeiro, v. 26, n. 2, p. 7791,
jul./dez.
2013.
Disponível
em:
&lt;http://revista.arquivonacional.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/515&gt;.
Acesso em: 3 jul. 2017.

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              <text>Sob uma perspectiva histórica, este estudo tem como objetivo identificar e apresentar as contribuições de Lydia de Queiroz Sambaquy para a Biblioteconomia e a Ciência da Informação no âmbito nacional. Adotando uma estrutura narrativa, trataremos inicialmente dos aspectos pessoais que permeiaram a vida de Lydia e de seus familiares, num esforço de compreender o contexto em que se afirmou a nossa personagem. Em seguida, relataremos o nascimento e o desenvolvimento gradativo da profissional Lydia, sua produção e atuação, suas conquistas e projeções que marcaram a Biblioteconomia e a Ciência da Informação. Finalmente, teceremos algumas reflexões acerca do legado de Lydia para a Biblioteconomia e a Ciência da Informação.</text>
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