<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="2886" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/2886?output=omeka-xml" accessDate="2026-04-13T23:50:48-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="1968">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/23/2886/2000-2017-1-PB.pdf</src>
      <authentication>2d9fcd6c0136cbb814d098ef04f8df4b</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="33760">
                  <text>Preservação digital de documentos: um olhar para o futuro
Cibele Araújo Camargo Marques dos Santos (ECA/USP) - cibeleac@usp.br
Daniela Pereira de Sousa Manfre (CMSP) - danicrb8@gmail.com
Resumo:
Com o crescente aumento do uso dos documentos digitais nas empresas públicas e privadas,
nas bibliotecas, arquivos e museus, surge cada vez mais a preocupação em como esses
documentos estão sendo preparados para serem recuperados, e se essa recuperação é possível
agora no presente e se será possível no futuro, com as inovações tecnológicas e mudanças em
softwares, hardwares e nos suportes informacionais.
Palavras-chave: Preservação digital. Documentos digitais. Documentos arquivísticos digitais.
Eixo temático: Eixo 9: Bibliotecas, Preservação e Memória.(Gestão de Preservação em
Bibliotecas; Gestão de Coleções Especiais e Livros Raros; História dos
Bibliotecários e da Biblioteconomia no Brasil; Sustentabilidade, preservação e
baixo recursos; Democratização, acesso e preservação de acervos
patrimoniais).

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.
Introdução: Os avanços tecnológicos têm trazido benefícios à sociedade e ao
mercado de trabalho. A facilidade e agilidade na comunicação são fatores
fundamentais e decisivos no atual cenário profissional dos bibliotecários. Muito se
tem falado sobre as vantagens e desvantagens da implantação de processos
digitais, nas instituições públicas e privadas, nas bibliotecas, arquivos e museus
bem como a importância da digitalização no desempenho das atividades nessas
instituições no que se refere à economia de papel, agilidade, celeridade, e por fim,
economia de recursos. Porém, o foco da discussão aparece no processo em si, de
forma que uma questão fundamental como a conservação e preservação da
informação digital é um pouco esquecida. Torna-se necessário pensar na
preservação, para que esses documentos possam ser recuperados daqui há 20, 30
anos ou mais.
Innarelli (2016) destaca o problema da perda de informações, e que a história e a
memória estão sendo perdidas em virtude da obsolescência das tecnologias, da
deterioração das mídias digitais e principalmente pela falta de políticas de
preservação digital e que isso ocorre devido ao fato de que as pessoas ainda não
tem a prática e nem experiência para a memória digital. Diante do exposto é
possível observar a importância de pensar em meios de preservação e recuperação
dessas informações e de documentos a curto, médio e longo prazo.
Trata-se de um assunto complexo, e de uma área que está em crescimento e
aprimoramento no Brasil. Pensando nisso, este trabalho tem por objetivo analisar
os posicionamentos de alguns autores sobre preservação digital, inclusive no que
se refere às orientações para garantir a preservação de documentos digitais em
longo prazo.
Método da pesquisa: A metodologia utilizada foi análise exploratória e descritiva
da literatura referente à preservação de documentos arquivísticos digitais. Foi
analisado o que está sendo estudado e como estão sendo utilizadas as tecnologias
da informação e da comunicação para a preservação destes documentos.
Documento e documento digital: O documento é o objeto de estudo da
preservação e da memória, então, é necessário definir o que é documento para
entendimento sobre o que é preservação e como fazê-la. Para Bellotto (2007, p. 35)
“documento é qualquer elemento gráfico, iconográfico, plástico ou fônico pelo qual
o homem se expressa. [...] enfim, tudo o que seja produzido por motivos funcionais,
jurídicos, científicos, técnicos, culturais ou artísticos, pela atividade humana”. O

�Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, elaborado pelo Arquivo Nacional
(2005), complementa descrevendo documento como uma “unidade de registro de
informações, qualquer que seja o suporte ou formato”. Portanto, o documento está
relacionado ao registro de informações em um suporte, que poderá apresentar
diversos formatos.
No entanto o documento digital, de acordo com o Arquivo Nacional (2005), é o
“documento codificado em dígitos binários, acessível por meio de sistema
computacional”, podendo se apresentar como documento nato-digital, criado
originariamente em meio eletrônico ou, documento digitalizado que é obtido a partir
da conversão de um documento não digital, gerando uma fiel representação em
código digital.
É importante fazer a diferenciação em relação ao documento eletrônico, que é
gênero documental, integrado por documentos em meio eletrônico, e somente é
acessível por equipamento eletrônico, como cartão perfurado, CDs, pen drives,
dentre outros (ARQUIVO NACIONAL, 2005, p. 75). Conforme aponta Innarelli
(2016) embora seja necessário continuar discutindo sobre documento digital
enquanto isto ocorre, muitos documentos podem estar sendo perdidos, assim
entendemos que para evitar que informação e documentos sejam perdidos, é
indispensável pensar com mais afinco a questão da preservação.
Preservação e preservação digital: Conforme Belloto e Camargo (1996, p. 69),
“preservação é a função arquivística destinada a assegurar as atividades de
acondicionamento, armazenamento, conservação e restauração de documentos”.
Segundo o Arquivo Nacional (2005, p. 135) preservação é “a prevenção da
deterioração de danos em documentos, por meio de adequado controle ambiental
e/ou tratamento físico e/ ou químico”. Para o projeto INTERPARES (2007-2012) “é
o conjunto de princípios, políticas e estratégias que orienta as atividades prestadas
para assegurar a estabilidade física e tecnológica”, bem como a proteção do
conteúdo intelectual dos materiais, dados, documentos e documentos arquivísticos.
Analisando estas definições, é possível observar que elas destacam a importância
de assegurar as atividades de estabilidade física do documento, fator fundamental
para a recuperação da informação. Porém, não cita a importância de ter
mecanismos capazes de interoperar com os formatos dos documentos.
Com o advento das tecnologias informacionais, os documentos estão sendo
elaborados cada vez mais nos meios digitais, e com isso surge a necessidade de
pensar em meios para a preservação destes. Segundo Santos e Flores (2015a), “a
preservação digital pode ser definida como a atividade que objetiva garantir o
acesso à informação em meio digital, efetuando a manutenção de sua integridade

�e autenticidade”. Esta informação registrada, o documento, deverá ser interpretada
por plataformas tecnológicas desconhecidas, mas existentes no futuro. Ou seja, a
plataforma futura será diferente daquela utilizada no momento de criação do
documento (SANTOS; FLORES, 2015a apud CONARQ, 2004a; FERREIRA, 2006).
Portanto, a preservação digital tem o objetivo de garantir o acesso e recuperação
da informação, assegurando que o documento permaneça íntegro e autêntico.
Porém, a dificuldade está em identificar uma plataforma capaz de atender a
demanda atual e futura. O CONARQ, como principal órgão nacional regulador de
arquivos, está preocupado com o futuro da preservação manifestando que o
patrimônio arquivístico digital pode desaparecer ou perder a confiabilidade.
Preocupados com isso, vários estudiosos como Innarelli (2016), apontam as
fragilidades dos acervos digitais, tais como: obsolescência do hardware,
obsolescência do software e fragilidade do suporte digital.
Diante do exposto, para qualquer instituição com objetivo de preservar objetos
digitais, as seleções de estratégias de preservação podem variar em relação a sua
aplicabilidade, pois, envolve questões como a quantidade e variedade de objetos a
serem preservados. Algumas estratégias aplicam-se apenas para plataformas
específicas de hardware ou software, outros apenas para os tipos de dados
individuais (SANTOS; FLORES, 2015a apud THIBODEAU, 2002).
É importante destacar que preservar não é simplesmente garantir o acesso, mas
também oferecer uma descrição do objeto a ser preservado (CONWAY, 2001).
Sendo assim, para o bom andamento das estratégias de emulação é preciso dispor
de informações que descrevam os componentes digitais que compõem o
documento. Essa informação descritiva deverá informar o sistema operacional
utilizado, a versão do software que produziu os formatos de arquivo, entre outras
informações que sejam necessárias para a correta interpretação dos documentos
digitais. Para realizar esta descrição deve-se implementar padrões de metadados
que contemplem os campos de informação requeridos. A informação descritiva sob
a forma de metadados será fundamental para se compreender o contexto onde os
documentos digitais foram criados e o que é necessário para sua representação.
(SANTOS; FLORES, 2015b).
Visando solucionar alguns desses problemas, Innarelli (2016), apresentou os 10
mandamentos da preservação digital, destacando os itens que considera mais
importantes para o processo de preservação: manter uma política de preservação,
não depender de hardware específico, não depender de software específico, não
confiar em sistemas gerenciadores como única forma de acesso ao documento
digital, migrar os documentos de suporte e formato periodicamente, replicar os

�documentos em locais fisicamente separados, não confiar cegamente no suporte
de armazenamento, não deixar de fazer backup e cópias de segurança, não
preservar lixo digital e garantir autenticidade dos documentos arquivísticos digitais.
Esses princípios são significativos, porque abrangem de modo geral todos os
softwares e hardwares, englobando todos os documentos digitais.
Outra solução apontada por Flores (2013) é a utilização de softwares livres como o
RODA e Archivematica que são diferentes de bancos de dados com objetos digitais
inseridos. Esses sistemas possuem mecanismos próprios de preservação digital e
levam em consideração os requisitos para Repositórios Arquivísticos digitais
confiáveis, RDC-Arq, definidos pelo CTDE/CONARQ, além de apresentar
navegação multinível, fixidez e estratégias de preservação digital.
Considerações Finais
Como foi possível perceber a preservação digital deve garantir o acesso à
informação, assegurar a integridade e autenticidade dos documentos arquivísticos
no futuro e permitir a recuperação da informação através de sistemas que permitam
a representação e descrição destes documentos.
Observou-se na literatura que já existem indicações de processos e de tecnologias
para preservação digital de documentos a pequeno, médio e longo prazo, com
ênfase no desenvolvimento dos Repositórios Arquivísticos Digitais Confiáveis.
Referências
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Dicionário brasileiro de terminologia
arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2005. 232p.; 30cm. – Publicações
Técnicas; nº 51. Disponível em: &lt;
http://www.arquivonacional.gov.br/images/pdf/Dicion_Term_Arquiv.pdf &gt;. Acesso
em: 23 out. 2016.
BELLOTTO, H. L. Arquivos Permanentes: tratamento documental. Rio de
Janeiro: FGV, 2007. 318p.
BELLOTTO, H. L., CAMARGO, A. M. de A. Dicionário de Terminologia
Arquivística. São Paulo: AAB-Núcleo Regional de São Paulo, Secretaria de
Estado da Cultura, Departamento de Museus e Arquivos, 1996.
CONWAY, Paul. Preservação no universo digital. 2. ed. Rio de Janeiro: Projeto
Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos: Arquivo Nacional, 2001. 35 p.
Disponível em: &lt;
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/upload/cpba_52_1253284406.pdf&gt;. Acesso
em: 10 abr. 2017.

�FLORES, D. Os repositórios arquivísticos digitais. Ciência da Informação, v. 42, n.
1, 2013. Disponível em: &lt;http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/16748&gt;. Acesso em:
10 jul. 2017.
INNARELLI, Humberto Celeste. Introdução aos dez mandamentos da preservação
digital. Sínteses: Revista Eletrônica do SIMTEC, Campinas, SP, n. 2, p. 178178, set. 2016. Disponível em:
&lt;http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/simtec/article/view/8483/3842&gt;.
Acesso em 29 abr. 2017.
INTERPARES 2 PROJECT. Diretrizes do Preservador. A preservação de
documentos arquivísticos digitais: diretrizes para organizações. TEAM Brasil.
Tradução: Arquivo Nacional e Câmara dos Deputados. 2007–2012. Disponível em:
&lt;http://www.interpares.org/ip3/ip3_index.cfm?team=4&gt;. Acesso em 17 jan. 2017.
SANTOS, H. M., FLORES, D. Preservação de documentos arquivísticos digitais:
reflexões sobre as estratégias de emulação. Revista IBICT, v. 11, n. 1, 2015a.
Disponível em: &lt; https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/viewFile/15182924.2015v20n43p3/30007&gt;. Acesso em 29 de jul. 2016.
SANTOS, H. M.; FLORES, D. Repositórios digitais confiáveis para documentos
arquivísticos: ponderações sobre a preservação em longo prazo. Perspectivas
em Ciência da Informação, [S.l.], v. 20, n. 2, p. 198-218, jun. 2015b. ISSN
19815344. Disponível em:
&lt;http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/2341&gt;. Acesso em:
09 jul. 2017.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="23">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26057">
                <text>CBBD - Edição: 27 - Ano: 2017 (Fortaleza/Ceará)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26058">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26059">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26060">
                <text>2017</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26061">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26062">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26063">
                <text>Fortaleza (Ceará)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="33752">
              <text>PRESERVAÇÃO DIGITAL DE DOCUMENTOS: UM OLHAR PARA O FUTURO</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="33753">
              <text>Cibele Araújo Camargo Marques dos Santos</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="33754">
              <text>Daniela Pereira de Sousa Manfre</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="33755">
              <text>Fortaleza (Ceará)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="33756">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="33758">
              <text>Eixo 9: Bibliotecas, Preservação e Memória.(Gestão de Preservação em Bibliotecas; Gestão de Coleções Especiais e Livros Raros; História dos Bibliotecários e da Biblioteconomia no Brasil; Sustentabilidade, preservação e baixo recursos; Democratização, acesso e preservação de acervos patrimoniais).</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="33759">
              <text>Com o crescente aumento do uso dos documentos digitais nas empresas públicas e privadas, nas bibliotecas, arquivos e museus, surge cada vez mais a preocupação em como esses documentos estão sendo preparados para serem recuperados, e se essa recuperação é possível agora no presente e se será possível no futuro, com as inovações tecnológicas e mudanças em softwares, hardwares e nos suportes informacionais.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="66849">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="18">
      <name>cbbd2017</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
