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                  <text>A Biblioteca Universitária e as Tecnologias Assistivas na
democratização do acesso à informação

Giulianne Monteiro Pereira (UEPB) - giulianne.monteiro@gmail.com
Rosana Amâncio Pereira (UFCG) - rosanabiblioarq@gmail.com
Resumo:
Discorre sobre o conceito de tecnologia assistiva, bem como, as categorias e
produtos/ferramentas existentes. Tem como objetivo apresentar tecnologias assistivas que
podem ser utilizadas no âmbito das bibliotecas universitárias que podem auxiliar no acesso à
informação às pessoas com deficiência, bem como, apresentar setores e serviços
propostos/realizados por bibliotecas universitárias do Nordeste brasileiro para efetivar o
direito de acesso à informação dos usuários com deficiência.
Palavras-chave: Biblioteca universitária. Tecnologias
Democratização da informação.

assistivas.

Eixo temático: Eixo 4: A expansão desenfreada das tecnologias

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

Acesso

à

informação.

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Introdução: A informação, a transmissão do conhecimento, bem como as
habilidades dos bibliotecários e o papel da biblioteca na democratização do acesso
à informação vem sendo objeto de estudos há muitos anos por parte dos
profissionais da informação. Quando falamos em acesso, muitas pessoas ainda
remetem a questão da acessibilidade do espaço físico, no entanto, existem muitos
outros aspectos a se considerar sobre a acessibilidade, como por exemplo, recursos
ou dispositivos que auxiliam na vida cotidiana da pessoa com deficiência (PcD).
Muitos desses recursos foram desenvolvidos com o intuito de atender necessidades
básicas do indivíduo, como se comunicar, se locomover, se alimentar, etc. Apesar
do acesso à informação não estar entre aquelas necessidades básicas elencadas
por Maslow em 1954, pode-se dizer que nos dias atuais, o acesso à informação é
de fato uma necessidade básica e além disso um direito. “O acesso à informação,
[...], é um direito social garantido constitucionalmente. Portanto, a garantia deste
direito está relacionada à democratização da sociedade como um todo e exercício
da cidadania.” (MARTINS, 2002, p. 158). É fato e já tido como “clichê”, por alguns
pesquisadores, que “informação é poder”. Mas, no caso da PcD, como ter acesso à
informação se nem sempre ela está disponível em suportes acessíveis? Dessa
forma, na atual conjuntura democrática de acesso à informação, faz-se necessário
que os bibliotecários e as bibliotecas disponibilizem aos seus usuários,
recursos/dispositivos/ações que diminuam ou excluam as barreiras que possam
existir entre a informação e o usuário, cumprindo inclusive, o seu papel de suporte
informacional. A esses recursos/dispositivos, damos o nome de Tecnologias
assistivas/adaptativas/assistidas/ajudas técnicas, tecnologia de apoio, etc. Essas
ferramentas, sejam elas móveis ou arquitetônicas, tem como principal função
promover acessibilidade, independência e autonomia àqueles que por alguma
deficiência não sejam capazes de efetuar determinado tipo de atividade. (PEREIRA,
2013). Cook e Hussey (1995, apud BERSCH; SARTORETTO, 2019, s.p.) define
Tecnologia Assistiva (TA) como “uma ampla gama de equipamentos, serviços,
estratégias e práticas concebidas aplicadas para minorar os problemas funcionais
encontrados pelos indivíduos com deficiências”. Dessa forma, existem TAs que
auxiliam na locomoção, na comunicação e também no acesso e uso da informação.
Nesse ínterim, uma vez que a informação tornou-se algo universal e é um direito de
todos, pretende-se com este artigo, apresentar algumas tecnologias assistivas que
podem ser utilizadas no âmbito das bibliotecas universitárias que auxiliam no
acesso à informação às pessoas com deficiência, bem como, apresentar setores e
serviços propostos/realizados por bibliotecas universitárias do Nordeste brasileiro
para efetivar o direito de acesso à informação de seus usuários com deficiência.

�Método da pesquisa: Fora realizada uma pesquisa exploratória em bases
bibliográficas e eletrônicas como ainda a utilização de relatos de experiência,
podendo assim entender e conhecer terminologias e conceitos voltados às pessoas
com deficiência. Além da pesquisa em bases, analisou-se os portais das Bibliotecas
universitárias de Instituições de Ensino Superior Federais, para investigar possíveis
setores e serviços propostos para facilitar o acesso e uso da informação para
usuários com deficiência; ao todo foram analisados 11 portais de bibliotecas
universitárias. Ressalta-se que para essa coleta de dados fora analisado todo o site
das bibliotecas à procura de setores, serviços, ações, materiais disponíveis voltados
para os usuários com deficiência.
Resultados e Discussão: Bersch e Sortoretto (2019) classificam as Tecnologias
Assistivas em 11 categorias: Auxílios para a vida diária, CAA (CSA) Comunicação
aumentativa (suplementar) e alternativa, Recursos de acessibilidade ao
computador, Sistemas de controle de ambiente, Projetos arquitetônicos para
acessibilidade, Órteses e próteses, Adequação Postural, Auxílios de mobilidade,
Auxílios para cegos ou com visão subnormal, Auxílios para surdos ou com déficit
auditivo e Adaptações em veículos. Para o Comitê de Ajudas técnicas (BRASIL,
2009), a leitura e a escrita que estão diretamente ligadas ao acesso à informação,
estão dentro do componente técnico “Comunicação”. Baseando-se nas categorias
supracitadas e na bibliografia disponível a respeito da temática, elencamos no
quadro abaixo, recursos/dispositivos que as bibliotecas podem utilizar para facilitar
o acesso e uso da informação aos usuários com deficiência.
Quadro 1- Tecnologias Assistivas para facilitar o acesso à informação
Recursos
Livros adaptados

Livro acessível

Lupas eletrônicas
Rotuladora Braille
Dispositivos apontadores
alternativos
Teclados alternativos
Sistemas para entrada de voz
(speech recognition)
Ampliadores de tela
Linhas Braille

Informações
Fundação Dorina Norwill para Cegos desenvolve projetos de inclusão
social das pessoas com deficiência visual, por meio da produção e
distribuição gratuita de livros Braille, falados e digitais acessíveis.
Em consonância com a Lei Brasileira de Inclusão, o Portal do Livro
Acessível reúne em um só lugar leitores e editoras, fomentando a
promoção da acessibilidade e da igualdade de oportunidades. A LBI no
seu Art. 68 diz que o poder público deve adotar mecanismos de incentivo
à produção, à edição, à difusão, à distribuição e à comercialização de
livros em formatos acessíveis, [...]. Nos editais de compras de livros,
inclusive para o abastecimento ou a atualização de acervos de bibliotecas
em todos os níveis e modalidades de educação e de bibliotecas públicas,
o poder público deverá adotar cláusulas de impedimento à participação de
editoras que não ofertem sua produção também em formatos acessíveis.
(BRASIL, 2015)
Desenvolvidas para auxiliar pessoas com baixa visão, que necessitam
grande ampliação de textos e imagens, na leitura e na escrita.
Máquina mecânica para rotular em Braille, pode ser utilizada para a
confecção de etiquetas
Alternativas que viabilizam o acionamento de elementos de uma interface
gráfica e a seleção de seu conteúdo, acionamento com os olhos, etc.
Podem ser dispositivos físicos ou programas de computador que oferecem
uma alternativa para o acionamento das teclas, simulando o
funcionamento do teclado convencional.
Viabilizam a utilização do computador por comando de voz e assim podem
ser utilizados por pessoas que estejam com a mobilidade dos membros
superiores comprometida.
Aplicativos que ampliam parte do conteúdo apresentado na tela do
computador e assim podem facilitar seu uso por pessoas com baixa visão.
Dispositivos de saída compostos por fileira(s) de células Braille
eletrônicas, que reproduzem informações codificadas em texto para o

�Impressoras Braille

Softwares especializados para
produção de material em
Braille
Virtual Vision
Jaws
NonVisual Desktop Access
(NVDA)
DOSVOX
Openbook
Tradutores de texto para
Libras
VLibras
Repositórios de Informação
Acessível

sistema Braille e assim podem ser utilizadas como alternativa aos leitores
de tela pelos usuários com algum grau de deficiência visual.
Imprimem em papel informações codificadas em texto para o sistema
Braille, já existem impressoras Braille que utilizam um sistema
denominado interpontos, viabilizando a impressão nos dois lados do
papel.
São programas de computador que digitalizam imagens e fazem a sua
conversão para a grafia Braille, assim como aqueles voltados à
digitalização de partituras musicais e sua impressão em Braille, exemplo:
Braille Music Editor Goodfeel Sharpeye. Braille fácil e Braille Creator
também são exemplos de softwares que permitem criar textos em Braille
no computador.
Leitor de tela que auxilia o usuário na utilização do sistema operacional
Windows e seus aplicativos.
Auxilia o usuário trabalhar com diferentes versões do sistema operacional
Windows e seus aplicativos. É um produto americano, mas consegue
sintetizar o texto em nove idiomas.
É um leitor de tela livre, aberto e portátil para a Microsoft Windows.
Sistema operacional que oferece ao usuário um ambiente de trabalho com
tarefas semelhantes às oferecidas pelo ambiente Windows e seus
aplicativos (jogos adultos e infantis, editor de textos, calculadora,
navegador para Internet, lente de aumento, etc).
Converte o texto scanneado em texto eletrônico para ser lido pelo
sintetizador de voz ou convertido em MP3.
Hand Talk, ProDeaf, Rybená são alguns exemplos de softwares que fazem
a tradução do texto escrito para a Lingua Brasileira de Sinais.
Consiste em um conjunto de ferramentas computacionais de código
aberto, responsável por traduzir conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo)
para a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, tornando computadores,
dispositivos móveis e plataformas Web acessíveis para pessoas surdas.
Disponibilizam acervo de textos digitalizados, adaptados pela Biblioteca
ou setores específicos na Instituição de Ensino Superior.

Fonte: Atualizado e adaptado de Pereira (2013).

Verifica-se que a maioria das tecnologias são voltadas às pessoas com deficiência
visual, possivelmente, por se apresentar como uma deficiência mais severa
principalmente no que tange ao acesso à informação. Muito embora todas as
deficiências imponham limites a quem as tem, entende-se que a visão é um
elemento que auxilia muito nesse processo. Pode-se perceber que muitos são os
recursos disponíveis para facilitar esse acesso e a tendência é de sempre surgir
algo novo, cabendo ao bibliotecário e aos gestores de bibliotecas ficarem sempre
atentos quanto a esses recursos. A publicação da Lei Brasileira de Inclusão da
Pessoa com deficiência em 2015 vem contribuindo bastante para democratizar o
acesso à informação uma vez que traz um capítulo à parte que trata do “Acesso à
informação e à comunicação”. No quadro 2, apresentamos a coleta dos dados
referentes a identificação de setores, serviços e ações voltadas ao acesso à
informação para pessoas com deficiência dentro/oferecido pela Biblioteca
Universitária.
Quadro 2- Setores/Serviços disponibilizados por Bibliotecas Universitárias do Nordeste
IES
Universidade Federal de Alagoas

Universidade Federal da Bahia

Setores, Serviços e ações
Nenhuma informação sobre serviço/setor encontrado através do
site.
Núcleo de Acessibilidade (NASIBI) do Sistema Integrado de
Bibliotecas da UFBA que tem como objetivo Implementar as
políticas públicas de acessibilidade desenvolvidas pela UFBA;
Tornar acessível a todos o acervo do SIBI através do uso de
Tecnologias Assistivas; Disponibilizar material bibliográfico
adaptado em bases de dados disponibilizado pelo SIBI, de forma

�Universidade Federal do Ceará

Universidade Federal de Campina
Grande
Universidade Federal do Maranhão

Universidade Federal da Paraíba

Universidade Federal de Pernambuco
Universidade Federal do Piauí

Universidade Federal do Rio Grande
do Norte

Universidade Federal do Semiárido

Universidade Federal de Sergipe

a contribuir para a inclusão da pessoa com deficiência no
ambiente acadêmico.
Seção de Atendimento a Pessoas com Deficiência (SAPD) tem
como objetivo atender à comunidade acadêmica com deficiência
em suas demandas por informação científica, durante seu
processo de ensino-aprendizagem, através de ações que
efetivam a acessibilidade no Sistema de Bibliotecas da UFC, em
parceria com os núcleos de atendimento conforme sua
singularidade e demais unidades acadêmicas envolvidas no
processo de inclusão. As bibliotecas oferecem os serviços de:
edição e digitalização de textos acadêmicos (livros e artigos
científicos) em formato acessível, levantamento bibliográfico de
literatura acadêmica e orientação à pesquisa bibliográfica.
Nenhuma informação sobre serviço/setor encontrado através do
site.
Página estava fora de comunicação.
Seção de Inclusão de Usuário com Necessidades Especiais
(SIUNE) tem como missão atender aos usuários deficientes da
comunidade em geral. Alguns dos serviços oferecidos são:
Informações aos usuários; Empréstimo, renovação e devolução
de livros em braille e em áudio; Empréstimo, renovação e
devolução de periódicos em braille; Digitalização de textos e
livros; Impressão de apostilas e/ou outros materiais em braille; e
Consulta ao acervo, através do catálogo em braille. Dispõe de
computador com dois leitores de tela (Dosvox e NVDA), uma
impressora braille e um scanner ledor Sara CE.
Nenhuma informação sobre serviço/setor encontrado através do
site.
Laboratório para deficientes visuais tem como objetivo facilitar a
integração dos usuários de necessidades especiais com novas
tecnologias.
Laboratório de Acessibilidade tem como objetivo promover e
disseminar acessibilidade e usabilidade da informação,
sobretudo, a técnico-científica, às pessoas com Necessidades
Educacionais Especiais (NEE), contribuindo em igualdade de
oportunidades para sua inclusão social e acadêmica, por meio de
recursos tecnológicos. Os principais serviços oferecidos pelo
Laboratório de Acessibilidade (LA) da UFRN são: Digitalização
de textos (conforme Lei 9.610/98 de Direitos Autorais); Descrição
de imagens; Conversão de materiais em formatos acessíveis
(fonte ampliada, Braille, áudio); Empréstimo e treinamento de
tecnologias assistivas; Orientação à pesquisa bibliográfica e
normalização de trabalhos acadêmicos; Orientação e mobilidade;
Visita guiada; Repositório de Informação Acessível (RIA);
Revisão de textos em Braille; Consultoria em acessibilidade;
Treinamento em tecnologias assistivas; Revisão e impressão
Braille;
Nenhuma informação sobre serviço/setor encontrado através do
site.
Espaço Acessibilidade tem como objetivo promover e/ou facilitar
o acesso a informação por parte dos portadores de deficiência.
São serviços e produtos: Coleção de obras literárias impressas
em Braille; Coleção de CDs contendo livros em áudio (formato
MP3); Empréstimo de livros em Braille e Áudio-livro; Impressão
Braille; Disponibilização de computador com DOSVOX para
áudio-leitura; Disponibilização de lupa eletrônica (Monitor 19pol.
com câmera acoplada) para pessoas com baixa visão; Lupa
eletrônica portátil para pessoas com baixa visão; Escaneamento
e conversão de texto impresso em tinta para formato digital.
Tradutor e intérprete de LIBRAS com competência para realizar
interpretação das 2 (duas) línguas de maneira simultânea ou
consecutiva e proficiência em tradução e interpretação da Libras
e da Língua Portuguesa.

Fonte: Dados da pesquisa, 2019.

Dos 11 sites de Biblioteca Universitárias que foram analisados, em 4 não existiam
nenhuma informação sobre a existência de setores e serviços voltados a PcD e 1
dos sites estava com problemas de comunicação. Ressalta-se que não é possível

�inferir de fato a inexistência desses setores e serviços nestas, uma vez que os sites
podem estar com suas informações desatualizadas. É sabido ainda que em
algumas Instituições existem os próprios Núcleos de Acessibilidade independentes
da BU que disponibilizam serviços como o de transcrição em Braille, adaptação de
texto, entre outros, assumindo o papel de suporte informacional para esses alunos
com deficiência.
Considerações Finais: Pode-se verificar que já existem uma gama de recursos
que podem auxiliar no acesso e o uso da informação, contudo, o investimento para
adquirir algumas dessas tecnologias ainda é bastante alto. Ainda nesse sentido,
percebeu-se que mesmo tendo algumas dessas tecnologias sendo pagas, existem
as gratuitas que o bibliotecário pode estar utilizando com o intuito de facilitar o
acesso e o uso da informação às PcD. Quanto aos setores e serviços, percebeu-se
que nem todos os sites das bibliotecas possuem informações quanto a existência
de serviços especializados voltados a esses usuários. Mesmo não encontrando
essas informações nos sites das bibliotecas, não podemos inferir a inexistência
desses serviços nestas, pois pode ocorrer das informações dos sites estarem
desatualizadas. Devido a isso, pretende-se dar continuidade à pesquisa, utilizando
outra forma de coleta de dados, para confrontar com os dados já coletados. Não
podemos deixar de reconhecer que os avanços realmente estão ajudando a vida de
muitas pessoas, pois a cada dia vemos a indústria da informática desenvolver
softwares cada vez mais avançados para auxiliar a vida da PcD. Faz-se necessária
uma postura enérgica e consciente dos Bibliotecários e dos Gestores de Bibliotecas
para de fato democratizar cada vez mais a leitura, a informação, a biblioteca, como
ainda democratizar a mentalidade e atitude dos demais profissionais da biblioteca,
rompendo com estereótipos e com paradigmas de essência tecnicistas.
Referências:
BERSCH, Rita; SARTORETTO, Maria Lúcia. Tecnologia assistiva. c2019.
Disponível em: http://www.assistiva.com.br/tassistiva.html. Acesso em: 20 abr. 2019.
BRASIL. Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Tecnologia Assistiva.
Brasília: SEDH; CORDE, 2009.
BRASIL. Lei no 13.146, de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de
Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato20152018/2015/Lei/L13146.htm. Acesso em: 10 abr. 2019.
MARTINS, Leoneide Maria Brito. O profissional da informação e o processo de
mediação da leitura. In: CASTRO, César Augusto. (org.) Ciência da informação e
biblioteconomia: múltiplos discursos. São Luís: EDFAMA; EDUFMA. 2002.
PEREIRA, Giulianne Monteiro. Acessibilidade em Bibliotecas universitárias:
aplicação do checklist na Biblioteca Central da Universidade Federal da Paraíba.
2013. Monografia (Graduação em Biblioteconomia) – Centro de Ciência Sociais
Aplicadas, Departamento de Ciência da informação, Universidade Federal da
Paraíba, João Pessoa, 2013.

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              <text>Eixo 4: A expansão desenfreada das tecnologias</text>
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Discorre sobre o conceito de tecnologia assistiva, bem como, as categorias e produtos/ferramentas existentes. Tem como objetivo apresentar tecnologias assistivas que podem ser utilizadas no âmbito das bibliotecas universitárias que podem auxiliar no acesso à informação às pessoas com deficiência, bem como, apresentar setores e serviços propostos/realizados por bibliotecas universitárias do Nordeste brasileiro para efetivar o direito de acesso à informação dos usuários com deficiência.</text>
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          <description>The nature or genre of the resource</description>
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