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                  <text>Biblioteca escolar, nativos digitais e vínculos presentes: memória,
modos existir e avançar.

Marcelo Calderari MIGUEL (IFES) - marcelocalderari@yahoo.com.br
Sandra Maria Souza de Carvalho (COTEMAR) - sandramsc@hotmail.com
Resumo:
Os estudos sobre a biblioteca escolar no Brasil remontam á década de 1970, onde um grande
número de reflexões discutem as dificuldades enfrentadas no espaço do contexto escolar.
Nesse cenário, destacamos a função do bibliotecário em ser o mediador, fazendo a interação
do nativo digital com a biblioteca escolar, tornando o conhecimento dinâmico, prazeroso,
dentro da influência tecnológica que os alunos já vivenciam em seu cotidiano. Os alunos da
atualidade que são considerados nativos digitais, nasceram na era digital e dominam quase
que em sua maioria as questões tecnológicas de forma simples e descomplicada. Sendo assim,
o objetivo dessa pesquisa é reconhecer os interesses do nativo digital (alunos) com a biblioteca
escolar Dr Tuffy Nader, da rede municipal de educação de Vila Velha, ES. Neste estudo
guia-se por uma pesquisa etnográfica – com a técnica de entrevistas em profundidade – com os
nativos digitais, a fim de adequar seu funcionamento a estes novos alunos, nascidos na era
tecnológica. Trata-se assim de uma pesquisa descritiva com abordagem qualitativa, e traz
como instrumento de coleta de dados tendo como objetivo reconhecer os interesses do nativo
digital, mas as respostas estão vagas dessa geração. Esses paradoxos podem ser
administrados – e talvez resolvidos – mas por meio de um esforço comunitário muito aberto,
todos interagentes da escola em ação, começando pelos próprios jovens. A discussão sobre a
ambiência e imagem da biblioteca escolar é fundamental para compreendermos a atual
conjuntura do processo de ensinar e aprender contemporâneo.
Palavras-chave: Biblioteca escolar. Nativos digital. Etnografia. Geração Alpha.
Eixo temático: Eixo 4: A expansão desenfreada das tecnologias

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�XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação
2019.
Vitória, 01 a 04 de outubro de 201

Eixo Temático 11 – Evento paralelo IV Fórum de Biblioteconomia Escolar
Nativos Digitais e Biblioteca Escolar: Pesquisa, Representação e Práticas
Ao se analisar os conceitos de biblioteca presentes na literatura da década
de 1970 até os anos 2000 percebe-se
percebe se uma evolução que vai “desde sua
compreensão como depósito de livros até como centro de informações, sendo
eu aspecto tecnológico valorizado”
que, a cada dia mais, esse espaço deve ter sseu
(PAIVA; DUARTE, 2016, p. 2). E com a explosão informacional, a sociedade
contemporânea necessita de profissionais bibliotecários atuando em biblioteca
escolar com competências que atendam ás novas demandas de produtos e
serviços de informação
rmação (CAST
(CASTRO FILHO, 2016).
O conceito sobre biblioteca escolar ainda está sendo objeto de estudo com o
objetivo de adequar essa definição ao contexto educacional moderno. E atingir as
metas educacionais ao funcionar como elemento de apoio no desenvolvimento
das atividades curriculares, motivando e formando consequentemente o hábito do
uso da biblioteca, deve sinalizar um processo contínuo (PEREIRA et al., 1991).
ssim que o ideal para o bom desempenho processo de educação seria que cada
Assim
ca
escola possuísse uma biblioteca participativa e ativa nas atividades da instituição
de ensino.
Segundo o pesquisador Prensky (2001, p.15) a expressão “nativos digitais”
faz referência a crianças e jovens de hoje, que desde muito cedo começaram a
lidar com a internet e dispositivos tecnológicos. Enquanto que aqueles que
começaram
omeçaram a ter acesso a essas tecnologias já em fase adulta, são chamados de
imigrantes digitais.
Destaca-se em
m suma que a internet chegou trazendo revolução, novas
formas de comunicação, e amplas possibilidades de acesso fácil e imediato a
conteúdos (PRENSKY,
SKY, 2001). Em meio a essa revolução temos os nativos
nasceram depois de 1980, quando as tecnologias digitais,
digitais, todos que “nasceram
como a Usenet e os Bulletin Board Systems
Systems, chegaram online. Todos eles têm
acesso ás tecnologias digitais. E todos têm habilidades para usar essas
tecnologias” (PALFREY, GASSER, 2011, p.11).
Método da pesquisa
A biblioteca escolar é um espaço para o desenvolvimento
desenvolvimento do indivíduo para
o convívio na sociedade da informação. E é por meio do debate cientifico que o
homem moderno entra em contato com as diversas formas de conhecimento,
capacitando para atuar e participar da sociedade, e assim se introduz no mundo

�globalizado, desenvolvendo não apenas sua sensibilidade e seu senso crítico,
mas também ampliando sua maneira de entender o mundo.
Para tentar compreender como se pode pensar a relação entre os
significados atribuídos ao espaço institucional da biblioteca escolar pelos "nativos
digitais", e quais sociabilidades organizacionais que se dão em tal espaço? Assim
diante esse desafio realizou-se
realizou se além de uma fase exploratória de investigação,
profundidade – com
uma pesquisa etnográfica1 – com a técnica de entrevistas em profundidad
os nativos digitais da biblioteca escolar Dr Tuffy Nader da rede municipal de
educação do município de Vila Velha/ES, tendo o intuito de adequar seu
funcionamento a estes nativos digitais.
Assim, a educação vem se renovando e, logo é imprescindível
usar/saber/fazer tecnologias e comunicação, e se de um lado a internet tem suas
necessário
vantagens, pelo mesmo
mo lado – em sintonia e sincronia – faz-se
faz
destacar que a biblioteca escolar enquanto espaço físico tem uma função social
amplamente reconhecida na simbiose com o tema educação.

Resultados
A biblioteca escolar é um instrumento fundamental de apoio às atividades
pedagógicas através da leitura. Como resultado dessa imersão de crianças e
jovens na cultura digital, surge um tipo de estudante distinto daquela época
alam a linguagem digital e pensam em lógica distinta com
predigital, em que falam
relação à informação (PRENSKY, 2001).
Ass questões aplicadas a pesquisa basearam-se
basearam se nas seguintes propostas: o
que o aluno nativo digital acha da biblioteca Dr Tuffy Nader e qual o
significado/adjetivo a biblioteca escolar expressa/representa para ele? O que falta
naquele espaço e o que deveria ter ou fazer a nova biblioteca do futuro?
Como esses novos alunos pensam e lidam com a biblioteca
biblioteca e com as
informações? A seguir apresentamos o destaque para as principais falas dos
entrevistados sobre a esfera da biblioteca escolar nesse espaço.
Figura 1 – Nuvem
uvem de palavras com falas dos entrevistados

os autores, com base na análise e contagem de discursos, 2019.
Fonte: elaborado pelos
1

Cavedon (1999, p. 143) aponta que uma etnografia consiste em um “levantamento de todos os
dados possíveis de uma determinada comunidade com a finalidade de conhecer o estilo de vida ou
a cultura específica da mesma".

�Portanto, conhecer as necessidades de informação dos usuários se torna
fator indispensável para habilitar o profissional da informação a oferecer um
serviço de excelência a essa nova geração digital (ALVES, 2008, p.105). O
bibliotecário na escola reforça um papel que é primordial para projeção da leitura,
da cultura, da educação, da vivência escolar, da comunidade integrada e atuante
para a promoção da cidadania e o estudante toma consciência da importância de
seu papel enquanto cidadão atuante em e para uma sociedade igualitária e
humanista.
Diante da necessidade da biblioteca se fazer presente no contexto escolar,
assumir sua função pedagógica e se preparar para atuar com os nativos digitais, o
presente trabalho, acredita ser fundamental conhecer/compreender como esse
novo público se encontra inserido na Sociedade da Informação e imerso em
tecnologias digitais. Convém ainda destacar que o ambiente da biblioteca escolar,
como afirma Campello (2003, p.7), é “mais do que um estoque de conhecimentos,
pode constituir-se em um espaço adequado para desenvolver nos alunos o melhor
entendimento do complexo ambiente informacional da sociedade contemporânea”.
Conforme reporta a ‘nuvem de palavras’ e principalmente considerando-se
posteriores diálogos e o aprofundamento das entrevistas, há que se notar que
muitos nativos digitais evidenciam uma maior preocupação quanto a manutenção
e avanços de imobiliários do que a própria tecnologia – haja visto que nem todos
os alunos ‘nascidos na era digital’, possuem de fato acesso as tecnologias e
mesmo porque a ambiência de inovação na sociedade e nos espaços de
informação envolvem transformações – sendo assim, é pelo olhar de quem utiliza
esse ambiência que de certo contribui para aperfeiçoá-la.
Discussão
Entendemos que é na infância que se adquire o hábito de ler; é na criança
que estão todas as potencialidades e disponibilidades para o prazer da leitura. E é
evidente também que se torna necessário abrir para a criança as janelas desse
mundo maravilhoso. Mas é preciso saber fazê-lo.
Nesse contexto, e destacando as fala dos entrevistados (Figura 1) percebese que os livros são e continuam essenciais ao espaço de informação,
independente do suporte. A biblioteca escolar não é simplesmente um cantinho de
leitura, e sim espaços que assumem cada vez mais sua função social junto à
população como lar para o conhecimento, vivência e transformação.
Assim concluímos que o ideal para o bom desempenho processo de
educação seria que cada escola possuísse uma biblioteca participativa e ativa nas
atividades da instituição de ensino. A pesquisa na biblioteca da escola Dr Tuffy
Nader realizada com os alunos nativos digitais, destacam que:
Quadro 1 – Síntese dos discursos de alunos do 1 a 9 anos sobre a biblioteca
Imagem
Papel
Lacunas (gaps)
Sociabilidades
Lugar legal / feliz
Educa - Criatividade
Ar condicionado
Amizade
Espaço de leituras
Lazer - Informação
Cadeiras e Mesas
Aprendizado
Boa estrutura
Formação - cidadania
Estantes e Lâmpadas,
Ensino
Ambiente lindo
Livros novos,
Cultura
Fonte: os autores, base da pesquisa na Umef Dr Tuffy Nader, Vila Velha/ES (2019).

�Nesse cenário, a biblioteca escolar (Umef Dr Tuffy Nader - Vila Velha-ES),
perpassa por uma esfera a ser perspectivada, abrangendo um espaço socializante
de encontros entre diferentes gerações, do nativo ao imigrante digital, do livro
impresso ao digital, o importante é saber ler e utilizar esse espaço por prazer, e
isso ‘na biblioteca’ acontece – entender significados e significantes desse espaço
é primordial para se pensar nas ações e continuidade dessas instituições e em
seus vindouros.
Considerações Finais
O profissional bibliotecário com atuação na escola é o profissional
qualificado, responsável pelo planejamento e gestão da biblioteca escolar e isso é
reportado no Manifesto Ifla/Unesco para biblioteca escolar desde de 2005. Cabe
destacar que a atividade do bibliotecário está vinculada ao ‘exercício da cidadania’
e passa a ideia do papel do bibliotecário na escola como um profissional
preocupado não apenas com o acervo mas com a qualidade dos livros e
informações, com o valor dos direitos e promoção da cidadania, com a integração
e valorização de toda a comunidade – e isso não é apenas a escolar, mas a
comunidade em torno da escola, as ações de extensão e ação cultural de uma
comunidade.
Os novos tempos os indivíduos convivem com um crescimento exponencial
de artefatos tecnoculturais; nesse contexto a biblioteca escolar deve ser
reconhecida como um equipamento cultural – uma instituição social que integrar a
sociedade de informação e que estabelece novos parâmetros adequando as
realidades sociais, culturais, educativas e tecnológicas (CASTRO FILHO, 2016).
Assim, diante da atual realidade cultural das crianças e adolescentes dessa nova
geração, observa-se com muita facilidade a pré-disposição cognitiva dessas
crianças para o mundo digital e suas vertentes.
Aos bibliotecários na biblioteca da escola é oportuno para dar valor ao
acervo da biblioteca e promover a prática de inclusão das informações para toda
ambiência da escola, para docentes e discentes, para pais e circunvizinhos
obterem competência em informação e, além disso, cultura, entretenimento, lazer,
pacificação social.
Cabe então ao profissional bibliotecário fazer a mediação (ser a ponte) para
que os ‘nativos digitais’ também desenvolvam estruturas cognitivas na
competência leitora e no pensamento reflexivo. Pensa-se agora em uma biblioteca
escolar como um instrumento de suma importância de apoio às atividades
pedagógicas (CAMPELLO, 2003), onde através da leitura, os sujeitos poderão
desenvolver sua criatividade, imaginação e também seu senso critico –
características fundamentais para o convívio em sociedade.
O objetivo do trabalho foi reconhecer os interesses do nativo digital, mas as
respostas aparentemente são vagas. Por que isso parece forma tão evidente? A
resposta pode parecer simplória: nunca foram antes ouvidos em pesquisa. Como
este fato, aparentemente banal, pode ser elevado à categoria de elemento de
explicação da realidade posta? Destarte, estudar os nativos digitais e a sua
sociabilidade no espaço organizacional da biblioteca escolar significar pesquisar
algo de suma relevância na área da Ciência da Informação – tais diagnósticos

�visam a adaptação, sobrevivência e multiplicação da biblioteca em múltiplos
espaços e âmbitos.
Referências
ALVES, Mirian Clavico. Biblioteca escolar e leitura na escola: caminhos para sua
dinamização. In: ______. SILVA, Ezequiel Theodoro (Org.). Leitura na escola.
São Paulo: Global, 2008. p. 99-106.
CAMPELLO, Bernadete. Santos A competência informacional na educação para o
Século XXI. In:______.et al. A Biblioteca escolar: temas para uma prática
pedagógica. 2.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2003. 62 p.
CASTRO FILHO, Marcondes Claudio de. As competências, os perfis e os
aspectos sociais do bibliotecário na educação. Revista Digital de
Biblioteconomia e Ciência da Informação. Campinas, v.14, n.2, maio/ago. 2016.
Disponível em: &lt;https://doi.org/10.20396/rdbci.v14i2.8643650&gt;. Acesso em: 25 de
jan. de 2019.
CAVEDON, Neusa Rolita. O método etnográfico em estudos sobre a cultura
organizacional: implicações positivas e negativas. In: Anais... ENCONTRO
NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO,
23, 1999, Foz do Iguaçu, PR. ANPAD [S.I.]: 1999. CD-ROM.
PAIVA, Raquel Miranda Vilela; DUARTE, Adriana Bogliolo Sirihal. Nativos digitais
e bibliotecas escolares: breve análise. Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência
da Informação, 17. Anais... ENANCIB, Mediação, Circulação e Apropriação da
Informação. 2016. Portal de Conferências do Laboratório de Tecnologias
Intelectuais. Bahia. Disponível em:
&lt;www.ufpb.br/evento/index.php/enancib2016/enancib2016/paper/view/3710&gt;.
Acesso em: 16 jan. de 2019.
PALFREY, John; GASSER, Urs. Nascidos na era digital: entendendo a primeira
geração de nativos digitais. Porto Alegre: Grupo A, 2011. 352 p.
PEREIRA, Ana Maria Gonçalves dos Santos et al. Reestruturação e/ou
implementação das bibliotecas escolares do Estado da Paraíba da rede pública de
ensino de 1º e 2º graus. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA
E DOCUMENTAÇÃO, 16,1991, Salvador. Anais... Salvador: Associação
Profissional dos Bibliotecários do Estado da Bahia,1991.p. 362-379.
PRENSKY, Marc. Nativos digitais, Imigrantes digitais. 2001. Disponível em:
&lt;http://crisgorete.pbworks.com/wfile/fetch/58325978/nativos.pdf&gt;. Acesso em: 19
jan. de 2019.

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