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                  <text>Uma discussão sobre políticas de acesso aberto para universidades
brasileiras

Ivanilma de Oliveira Gama (CEFET/RJ) - ivanilmagama@gmail.com
Lidiane dos Santos Carvalho (Instituição - a informar) - lidiane.carvalho@unirio.br
Resumo:
Essa pesquisa propõe os elementos necessários para construção de políticas de acesso aberto
em universidades brasileiras através de um debate crítico utilizando o conceito de Regime de
Informação trazido por Sandra Braman e demais teóricos para análise dos Repositórios
Institucionais (RIs) e discute, a partir do conceito de Política de Informação, as políticas de
acesso aberto em instituições de ensino superior e pesquisa no Brasil. Como procedimento
metodológico adotado tem-se o levantamento bibliográfico
da literatura do campo da
Biblioteconomia e Ciência da Informação em bases de dados científicas e repositórios sobre os
seguintes temas: Repositórios, Políticas, Regime e Política de Informação. Além disso, nos
diretórios OpenDOAR e ROAR MAP, selecionou-se os repositórios institucionais no Brasil que
compuseram o corpus empírico desse estudo. Examinou as políticas desses RIs em função das
quatro características das políticas de informação. Foram realizadas entrevistas aos gestores
dos repositórios a fim de compreender o processo de construção das políticas e da
implantação dos seus repositórios. Conclui-se que os formuladores das políticas de acesso
aberto devem seguir quatro diretrizes, a saber: Priorização da transparência informacional;
reconhecer que a política institucional é fruto do diálogo entre os diversos setores da
Universidade; construir um diálogo da Universidade e os setores privados; mostrar que o
poder informacional tem regido as ações institucionais.
Palavras-chave: Repositórios institucionais; Políticas de informação; Regime de informação;
Universidades brasileiras.
Eixo temático: Eixo 4: A expansão desenfreada das tecnologias

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�1 INTRODUÇÃO
A ciência, entre outras funcionalidades, se dedica a proporcionar a
qualidade da vida humana. Para a concretização desse fim, a informação constróise como elemento constitutivo para que ela consiga progredir e promover,
consequentemente, o avanço político, social e econômico de um País. Ao longo
dos séculos, percebe-se que os avanços científicos alicerçaram mudanças
significativas no processo cognitivo do conhecimento científico.
No século XX, o desenvolvimento das Tecnologias de Informação e
Comunicação (TICs), mais precisamente com o surgimento da Internet e,
posteriormente, da Web 2.0 viabilizaram uma mudança nos padrões de
comunicação dentro da comunidade acadêmica que almejava a busca de meios
que rompessem paradigmas já cristalizados dentro da Ciência que, nos meados
do século XX, foram atraídos por uma lógica capitalista cujo foco passou a ser a
comercialização das pesquisas ao invés de melhora no estilo de vida humana.
O modo de comunicar os resultados das pesquisas entre os pares começou
a ser direcionado a uma prática liberal de interação entre pesquisador e mercado
editorial. Esse foi o marco para a elevação dos custos das revistas indexadas pela
Science Citation Index (SCI). Com o renome que o SCI passou a apresentar entre
as instituições de pesquisa, as revistas indexadas por ela assumiram maior
prestígio. As bibliotecas e pesquisadores começam a ter o acesso a essas
publicações limitado já que estas aumentaram os seus valores motivadas pela alta
procura e a valorização de seu capital intelectual perante a academia. Isso
ocasionou a chamada “crise do periódico” que começou nos anos 1970.
Esse cenário incentivou que, no final dos anos 1990, eclodisse a Iniciativa
de Arquivos Abertos e o Movimento de Acesso Aberto. A ideia central desse
movimento parte de uma retomada à construção democrática da propagação do
conhecimento científico. Para isso, retorna-se ao fundamento de que Ciência é
fruto do bem comum e, assim sendo, os resultados de suas pesquisas deveriam
ser acessados por todos. Diante disto, inicia-se um processo entre os países
norte-americanos e europeus, majoritariamente, para a afirmação desse

�movimento, culminando com a assinatura de macro-políticas que visavam unificar
as práticas do grupo.
Uma das estratégias estabelecida pela BOAI é o acesso aberto verde que
se realiza por meio da implantação de Repositórios Institucionais (RI) (via verde ou
Green Road). Os RIs possibilitaram a reestruturação do fluxo informacional dentro
da comunicação científica. Entretanto, o seu bom funcionamento dentro das
Instituições demanda algumas questões quanto ao seu gerenciamento, uma
destas é a adoção de políticas institucionais para a implantação e funcionamento
dos Repositórios.
O estudo proposto tem por objetivo geral investigar quais elementos são
necessários para a construção de políticas de acesso aberto tendo em vista a
implantação

de

Repositórios

nas

universidades

brasileiras.

Buscando

a

compreensão dos macros - elementos (economia, cultura, formas jurídicas, entre
outros) envolvidos na dinâmica social de implantação de um RI, apoiamo-nos na
abordagem

teórica

crítica

de

Regime

e

Política

Informação

trazidos,

principalmente, por Sandra Braman, Maria Nélida González de Goméz, Bernard
Frohmann e Hamld R. Ekbia.

2 REFERENCIAL TEÓRICO
Lynch (2003, p. 2, tradução nossa) define os repositórios institucionais
como:
(...) um conjunto de serviços que a universidade oferece para os
membros de sua comunidade para o gerenciamento e a disseminação de
conteúdos digitais, criados pela instituição e membros da sua
comunidade. É essencialmente um compromisso organizacional com a
gestão, desses conteúdos digitais, inclusive preservação de longo prazo,
quando apropriado, bem como organização e acesso ou distribuição.

Relatado isso, propõe-se que Repositórios Institucionais, devido as suas
funções sociais, podem ser designados como um meio informacional que regula,
por meio de um meta-acordo, menos rígido e formal que um tradicional, e que
objetiva vincular, por meio de normas, princípios, regras e procedimentos de
tomada de decisão, as relações construídas pelos atores envolvidos, construindo

�uma estabilização dos processos de lutas existentes entre estes (FROHMANN,
1995; BRAMAN, 2004; GONZÁLEZ DE GOMÉZ, 2012).
Essa pesquisa compreende que RIs vinculados a universidades brasileiras
se constituem como Regime de Informação em seus macrocosmos (CARVALHO,
2014), ou seja, nas instituições os quais pertencem; consequentemente é
necessária a regulamentação destes por meio de Políticas de Informação
(BRAMAN, 2004) que visem meios transparentes, princípios organizacionais
consolidados, coparticiparem setores públicos e privados em virtude do
desenvolvimento da Ciência e consolidação do poder informacional como agente
motivador dentro do sistema.

3 PROPOSTA METODOLÓGICA
A pesquisa partiu de uma análise bibliográfica na área de Biblioteconomia e
Ciência da Informação nas bases de dados, como Web of Science, Scopus e
LISA, e em alguns repositórios através de um recorte temporal entre os anos de
2002 a 2017. Delimitou-se o corpus empírico de repositórios por meio dos sites
OpenDOAR e ROAR MAP, selecionando 16 Repositórios Institucionais dividido
entre as cinco regiões do Brasil. Para análise documental das políticas, adotou-se
o método comparativo com as quatro características apresentadas no marco
teórico desse estudo sobre política de informação. De modo complementar, optouse pela aplicação de entrevistas aos gestores dos Repositórios selecionados,
visando investigar o processo de construção de suas políticas. A análise dos dois
métodos permitiu definir os elementos necessários a uma política de acesso
aberto para universidades brasileiras.

4 RESULTADOS
Percebeu-se que 31,25% não contemplam a característica de “redes como
princípios organizacionais”. Além disso, notou-se que, em apenas alguns casos,
houve um tímido diálogo dos RIs e o setor privado. Em relação à transparência
informacional, verificou-se que em 70% dos casos houve a preocupação com a
transparência informacional, embora a formulação da política institucional de

�acesso aberto tenha ocorrido após a implantação dos RIs. Em relação ao poder
informacional, constatou-se que ele está presente dentro das novas práticas de
acesso a informação científica (BRAMAN, 2004) e ações dentro destas instituições
são direcionadas a predominância desse poder.
Os entrevistados sinalizaram que houve a atenção em sistematizar a
organização em rede. Quanto às responsabilidades compartilhadas entre os
setores públicos e privados na elaboração de políticas, 55% não consideram que
deva haver um diálogo com o setor privado. Todos sinalizaram que as direções
das universidades responderam positivamente para a implantação do RI e de suas
políticas. Por fim, 60% dos entrevistados são otimistas quanto ao cumprimento da
missão das suas políticas.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Esta investigação, de caráter quali-qualitativo e exploratório, visa apresentar
os Repositórios Institucionais das universidades brasileiras como lugares
informacionais que legitimam, por meio de um meta-acordo com aspectos próprios,
e que objetiva vincular, por meio de normas, princípios, regras e procedimentos de
tomada de decisão, as relações construídas pelos atores envolvidos dentro das
instituições de ensino superior do Brasil, tais como docentes, discentes, técnicoadministrativos, departamentos, faculdades, entre outras esferas institucionais,
construindo, assim, uma estabilização dos processos de lutas existentes entre estes
(FROHMANN, 1995; BRAMAN, 2004; GONZÁLEZ DE GOMÉZ, 2012).
Atrelado a isso, esta pesquisa analisou as políticas de acesso aberto dentro
das universidades brasileiras a fim identificar os elementos necessários à sua
construção. Tendo estas como elementos primordiais para a implantação dos RIs;
por isso, se faz preciso que haja coerência institucional para que a sua implantação
seja bem sucedida e, por consequência, haja mecanismos para elaborar as demais
políticas de gerenciamento dos Repositórios. Para tal finalidade, utilizou-se o
conceito de Política de Informação para sistematização das diretrizes para políticas
institucionais de acesso aberto.

�O estudo construiu um instrumento aos gestores de Repositórios
Institucionais que, no primeiro momento, precisam criar meios para viabilizar os
princípios de seus trabalhos dentro das instituições e também ser um método de
revisão das políticas já existentes com o intuito de aprimorar os Repositórios e a
difusão da Ciência no país.

REFERÊNCIAS

BRAMAN, Sandra. The emergente global information policy regime. In: BRAMAN,
Sandra (ed.). The emergente global information policy regime. Houndsmills,
UK: Palgrave Macmillan, 2004. p. 12-37.
CARVALHO, Lidiane dos Santos. Informação e genética humana: o
sequenciamento de uma cultura científica. 2014. 238f. Tese (Programa de PósGraduação em Ciência da Informação) – Universidade Federal do Rio de Janeiro,
Rio de Janeiro, 2014.

EKBIA, Hamid R. Information in action: a situated view. Proceedings of the
Association for Information Science and Technology, Silver Spring, v. 46,
issue 1, p. 1-11, 2009.
FROHMANN, Bernd. Taking information policy beyond information science:
applying the actor network theory. In: ANNUAL CONFERENCE CANADIAN
ASSOCIATION FOR INFORMATION SCIENCE, 23, 1995, Edmond,
Alberta. Proceeddings... Alberta,
1995.
Disponível
em:&lt;http://www.caisacsi.ca/proceedings/1995/frohmann_1995.pdf &gt;. Acesso em: 13 jun. 2017.
GONZÁLEZ DE GOMÉZ, Maria Nélida. Regime de informação: construção de um
conceito. Informação &amp; Sociedade: Estudos, João Pessoa, v. 22, n.3, p. 43-60,
set./dez. 2012.
LYNCH, Clifford A. Institucional repositories: essential infrastructure for scholarship
in the digital age. ARL Bimonthly, n. 226, Feb. 2003. Disponível em: https://www.
cni.org/publications/cliffs-pubs/institutional-repositories-infrastructure-forscholarship. Acesso em: 16 out. 2017.

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