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                  <text>O Catálogo do Patrimônio Bibliográfico Nacional da FBN/PLANOR
como instrumento de identificação e preservação do patrimônio
bibliográfico institucional como bem cultural

Silvia Fernandes Pereira (FBN) - silviafpereira62@gmail.com
Rosângela Rocha Von Helde (FBN) - rosangelavonhelde@gmail.com
Resumo:
Apresenta a relevância do Catálogo do Patrimônio Bibliográfico Nacional (CPBN) como fonte
de pesquisa e identificação do patrimônio bibliográfico identificado no país. Descreve
resumidamente a criação e objetivos do Plano Nacional de Recuperação de Obras Raras
(PLANOR) da Fundação Biblioteca Nacional (FBN) com ênfase em sua ação precípua de
identificação, preservação e difusão do patrimônio bibliográfico nacional. Elenca as
dificuldades para a captação de instituições para a composição deste catálogo coletivo. Arrola
as ações implementadas pelo PLANOR, que subsidiam aos gestores envolvidos ferramentas
que podem proporcionar além da visibilidade dos acervos em âmbito internacional, também
chancela para submissão das coleções à projetos de fomento e cooperação para a implantação
de ações de inventário, tratamento técnico, automação, digitalização, bem como implantação
de políticas de segurança, acesso, preservação e reprodução de seus acervos.
Palavras-chave: Biblioteca Nacional. Catálogos Coletivos. Patrimônio Bibliográfico Nacional.
Plano Nacional de Recuperação de Obras Raras.
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

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�INTRODUÇÃO
Os Catálogos Coletivos são instrumentos de cooperação, criados para reunir em
uma única base, informações acerca de documentos impressos de mais de uma
biblioteca a fim de identificar, preservar e difundir o seu patrimônio bibliográfico e
documental. É de responsabilidade dos gestores dos catálogos coletivos subsidiar
recursos científicos, técnicos e informacionais para que as instituições possam
identificar e descrever os itens que deverão compor o catálogo.
A definição de catálogo coletivo é dada por Faria e Pericão (2008) como:
[...] catálogo das existências parciais ou totais, comum a várias bibliotecas,
arquivos ou serviços de documentação. [...] podem ser nacionais, regionais,
locais, especializados ou enciclopédicos. A sua elaboração implica a
aceitação de regras comuns de catalogação e descrição bibliográfica e/ou de
formatação dos dados e de uma normalização dos princípios a seguir.
(FARIA; PERICÃO, 2008, p. 147).

O conceito de patrimônio bibliográfico é dado por Santos e Reis (2018) como:
o conjunto de bens culturais de natureza bibliográfica (manuscritos,
incunábulos, livros, periódicos, mapas, folhetos e obras de referência), cuja
raridade a eles atribuída reconhece o seu valor para à história e à memória
deste País ao longo dos séculos, os quais foram elaborados, publicados e
utilizados por seus cidadãos dentro do próprio território. Também integram o
patrimônio bibliográfico nacional as criações impressas que tratam do Brasil,
elaboradas neste País por autores estrangeiros e publicadas no exterior, bem
como as criações impressas de origem estrangeiras, incorporadas aos acervos
das primeiras bibliotecas brasileiras, que colaboraram diretamente para o
desenvolvimento intelectual desta nação. (SANTOS; REIS, 2018)

O Catálogo do Patrimônio Bibliográfico Nacional (CPBN) da Fundação
Biblioteca Nacional é gerenciado pelo Plano Nacional de Recuperação de Obras Raras –
PLANOR. O PLANOR, foi criado em 31 de outubro de 1983 pela portaria nº 19 da
Secretaria da Cultura, do então Ministério da Educação e Cultura com o nome de Plano
Nacional de Restauração de Obras Raras. Em 1994, pela Decisão Executiva nº 4 de 08
de novembro e para atender às necessidades da Fundação Biblioteca Nacional (FBN),
tem sua nomenclatura modificada para Plano Nacional de Recuperação de Obras Raras.
A partir de 2004, com a nova estrutura organizacional da Fundação Biblioteca Nacional,
o PLANOR passou a ter gerência própria, e hoje é subordinado à Coordenadoria de
Acervo Especial – CAE – do Centro de Coleções e Serviços aos Leitores – CCSL. O
PLANOR tem como objetivo principal, identificar, coletar, reunir e disseminar
informações sobre acervos raros existentes no Brasil.

�Em seu âmbito de ação, o PLANOR fornece orientações e presta assessoria
técnica para a gestão de acervos raros, realiza visitas com emissão de pareceres
técnicos, promove eventos e cursos de capacitação profissional e gerencia o Catálogo do
Patrimônio Bibliográfico Nacional – CPBN.
A ideia de criação do CPBN teve início em novembro em 1994, quando a
gestora do PLANOR, a bibliotecária Vera Lúcia Faillace, trabalhou no Catálogo
Coletivo do Patrimônio Bibliográfico Espanhol, na Biblioteca Nacional da Espanha
(Madri), a fim de trazer subsídios para a criação do catálogo coletivo brasileiro.
Em maio de 1995, a Biblioteca Nacional do Brasil, através do PLANOR, iniciou
de forma efetiva os trabalhos para organização do CPBN que reúne registros
bibliográficos dos séculos XV-XVIII (obras estrangeiras até 1799) e XIX (obras
nacionais até 1900) ou de períodos subsequentes, que tenham sua raridade justificada de
acordo com os critérios adotados por cada instituição.
Em 2005 o CPBN sofreu uma reestruturação, onde foram retiradas instituições
que apesar do cadastramento, não haviam efetivamente incluído seus registros
bibliográficos na base bibliográfica. Em dezembro de 2018, o CPBN contava com 235
instituições cadastradas, com um montante de 32.667 registros.
Atualmente o CPBN está abrigado na Rede Memória Virtual Brasileira – BN
Digital, onde poderá expandir suas ações para contemplar a inclusão dos objetos digitais
dos registros bibliográficos.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
O objetivo deste trabalho é divulgar a relevância do CPBN, como instrumento de
salvaguarda e difusão do patrimônio bibliográfico mais precioso do País, que também se
constitui em alicerce para a construção da identidade coletiva nacional.
O CPBN foi criado com o objetivo de reunir em um só catálogo as instituições
possuidoras de acervo raro no Brasil, entretanto devido a vários problemas econômicos
e sociais ainda não conseguimos contemplar neste catálogo boa parte das instituições
mapeadas pela equipe do PLANOR. Nossas principais dificuldades estão relacionadas
a:


Dimensão territorial do Brasil;

�






Instituições com dificuldades em manter e salvaguardar seus acervos;
Falta de profissionais qualificados no processo de identificação e processamento
técnico;
Ausência de políticas, de acesso, segurança, preservação, reprodução dos
acervos;
Deficiências tecnológicas;
Fusão ou extinção de bibliotecas;
Descontinuidade de alimentação do Catálogo devido à mudanças de gestores.

Com o objetivo de oferecer suporte aos bibliotecários, profissionais e gestores de
acervos raros e especiais, o PLANOR promove anualmente cursos e eventos. Outra
ação desempenhada é a assessoria técnica prestada à instituições solicitantes, estando ou
não a mesma cadastrada no CPBN.
Para legitimar algumas das sugestões prestadas às instituições através da emissão do
parecer técnico, encaminhado posteriormente à visita técnica, a equipe do PLANOR
toma como base as orientações das Instruções de Serviços da Fundação Biblioteca
Nacional:
•

Nº 04 – Procedimentos de acesso e circulação de 2016;

•

Nº 06 – Normas para registro patrimonial de acervo e atribuição de marca de

propriedade de 2016;
•

Nº 02 – Normas para reprodução de 2018.

São indicadas bibliografias especializadas, bem como documentos gerados a partir
dos eventos de capacitação promovidos pelo PLANOR.
Para o tratamento técnico da coleção são sugeridos:


Descrição bibliográfica minuciosa, apontando todas as marcas intrínsecas e
extrínsecas, que o descreva de um modo único não ambíguo e que possibilite a
sua identificação e localização.



Utilização do campo de notas (ex. campos 500 e 590 do MARC) para inclusão
das informações geradas a partir da descrição bibliográfica e outras informações
complementares;



Inclusão de marcas de propriedade, por meio de registros, ex-libris e da
carimbagem com a utilização de tinta especial para não danificar a obra.



Elaborar políticas de desenvolvimento de coleções, de acesso, preservação,
segurança, reprodução e elaboração dos critérios de raridade.

�Para a elaboração das políticas de desenvolvimento de coleções Araújo e Reis
mencionam que:
As coleções especiais em bibliotecas institucionais são distintas dos demais
acervos de uma biblioteca por sua constituição temática, finalidade,
características materiais e significados patrimoniais para a instituição que as
preservam. A política de desenvolvimento de acervo é outro fator que
proporciona distinção para essas coleções ao estabelecer planos normativos
para sistematizar formas de organização, conservação, aquisição, acesso,
segurança, pesquisas e avaliação de coleção(ões) formada(s)ou em formação
com o objetivo de garantir preservação e acesso ao público. (ARAÚJO;
REIS, 2016)

Para a elaboração dos critérios de raridade, Pinheiro diz que:
Para definir critérios de raridade para uma coleção especial, é preciso
conhecê-la muito bem. Esse conhecimento é um recurso fundamental para a
identificação da coleção, desenvolvido a partir de sua catalogação, mediante
análise bibliológica, que é o exame item a item, página a página, para
descrever sua materialidade, e de pesquisa bibliográfica, que envolve o
levantamento de fontes que citam a obra em estudo, para registrar a
importância de sua edição, de seu autor, de seu conteúdo, de sua história.
(PINHEIRO, 2015, p. 35)



Construir plano de gerenciamento de riscos. A FBN disponibiliza em sua página
o Plano de Gerenciamento de Riscos elaborado por Spinelli e Pederzoli. O
documento

encontra-se

disponível

para

download

no

link:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasgerais/drg_plano_risco_por/drg_
plano_risco_por.pdf


Atribuir valores às obras.

Tais medidas colaboram para salvaguardar o acervo e coibir atos ilícitos e são
recomendadas pela Polícia Federal.
CONCLUSÃO
Mesmo diante dos desafios e adversidades ao gerenciar o CPBN, reconhecemos
os esforços de várias instituições brasileiras que lutam para garantir a manutenção, a
guarda, a preservação de seus bens mais preciosos, muitos dos quais se constituem da
coleção formadora das instituições. O PLANOR através do CPBN busca interagir com
as instituições curadoras do patrimônio bibliográfico mais precioso brasileiro, a fim de
proporcionar assessoria e ferramentas para uma gestão em parceria.

�REFERÊNCIAS
ARAÚJO, Diná M. P.; REIS, Alcenir Soares dos. Bibliotecas, Bibliofilia e Bibliografia:
alguns apontamentos. R. Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v.
7,
n.
esp.,
p.
183-201,
ago.
2016.
Disponível
em:
&lt;
http://www.revistas.usp.br/incid/article/view/118770/116241&gt;. Acesso em: 13 mar.
2019.
FARIA, Maria Isabel. PERICÃO, Maria da Graça. Dicionário do livro: da escrita ao
livro eletrônico. São Paulo: EdUSP, 2008.
PINHEIRO, Ana Virgínia. História, memória e patrimônio: convergências para o futuro
dos acervos especiais. In: VIEIRA, Bruno V. G.; ALVES, Ana Paula M. (org.).
Acervos especiais: memórias e diálogos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015.
Disponível
em:
&lt;
https://www.fclar.unesp.br/Home/Instituicao/Administracao/DivisaoTecnicaAcademica/
ApoioaoEnsino/LaboratorioEditorial/colecao-memoria-da-fcl-n9.pdf&gt;. Acesso em: 13
mar. 2019.
SANTOS, Renata; REIS, Alcenir Soares. O patrimônio bibliográfico no Brasil:
trajetória de leis, políticas e instrumentos de proteção legal. México, Investigácion
Bibliotecológica, v. 32, n. 75, abril/junio, 2018. Disponível em:
http://www.scielo.org.mx/pdf/ib/v32n75/2448-8321-ib-32-75-223.pdf&gt;. Acesso em: 11
abr. 2019.

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