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                  <text>INSTITUCIONALIZAÇÃO DO CURSO DE BACHARELADO EM
BIBLIOTECONOMIA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA NAS
UNIVERSIDADES FEDERAIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO :
SOB A PERCEPÇÃO DE DISCENTES E DOCENTES

Esther de Sá Bento (UNIRIO) - esther.sa.1994@gmail.com
Dayanne da Silva Prudencio (UNIRIO) - dayanneprudencio@gmail.com
Resumo:
Trata-se de uma pesquisa documental, de natureza exploratória e de campo, com o objetivo de
investigar as percepções e expectativas dos discentes e docentes dos cursos presenciais de
Biblioteconomia, acerca da institucionalização do curso de bacharelado em Biblioteconomia na
modalidade a distância, bem como da utilização de recursos típicos do ensino a distância na
graduação presencial. Para alcançar o objetivo proposto foi realizada uma coleta de dados a
partir da aplicação do questionário aos discentes e docentes nos cursos presenciais de
bacharelado de biblioteconomia de três universidades federais do estado do Rio de Janeiro, a
saber: Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do Rio de Janeiro
(UFRJ) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Os resultados obtidos
apontam que ambos os grupos são favoráveis à oferta do curso de bacharelado na modalidade
EAD e acreditam que o curso trará benefícios ao país. Conclui-se que embora os grupos
pesquisados sejam favoráveis à institucionalização do curso, se mostram preocupados com os
avanços do EAD no Brasil e que ainda existem desafios para a plena aceitação da EAD e a
utilização de seus aportes na graduação presencial.
Palavras-chave: Educação a Distância. Biblioteconomia. Biblioteconomia a Distância.
Eixo temático: Eixo 7: Construção e identidade profissional

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Modelo 1: resumo expandido de comunicação científica
Eixo Temático: Construção e identidade profissional

Introdução
A pesquisa em tela é um recorte de um estudo mais abrangente desenvolvido
no âmbito do curso de bacharelado em Biblioteconomia da Universidade Federal do
Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Este objetivou tratar do projeto de desenvolvimento
do Curso de Bacharelado em Biblioteconomia na modalidade de educação a distância,
a partir daqui denominado BibEAD. O curso BibEAD é um curso do Sistema
Universidade Aberta do Brasil (UAB), com Projeto Pedagógico de Curso nacional de
Bacharelado em Biblioteconomia na modalidade a distância e representa uma relevante
parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
(CAPES) e o Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB) (BRASIL, 2017).
O projeto nacional foi lançado oficialmente em março de 2018 e contou com
adesão de 11 instituições, a saber: Universidade Federal de Rio Grande (RS),
Universidade do Estado de Santa Catarina, Universidade Federal do Amazonas,
Universidade Federal da Bahia, Universidade Federal Fluminense, Universidade
Federal de Goiás, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal da Paraíba,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Federal de Sergipe e
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.
Nesta comunicação apresentamos as expectativas e percepções dos docentes
e discentes dos cursos presenciais de Bacharelado em Biblioteconomia do Estado do
Rio de Janeiro, acerca do uso do ensino a distância (EAD) nos cursos de
Biblioteconomia, bem como, a expectativa dos discentes e docentes com a futura
implementação do curso da UAB nas instituições públicas de ensino superior (IPES).
Partimos da premissa que a proposta do curso é mais uma das manifestações e
efeitos da evolução das tecnologias de informação e comunicação sobre os ambientes
de ensino, modelos de ensino e aprendizagem, prática pedagógica e metodologia
adotadas. Neste sentido, cabe as instituições reexaminar os seus modos de formação,
ofertar novas propostas e democratizar o ensino universitário.
Uma destas propostas de reconfigurações é o ensino a distância (EAD). Tratase de um processo de ensino, mediado por tecnologias, em que professor e aluno
encontram-se separados. (MORAN, 2002).

�Numa perspectiva geral, a EAD pode ser compreendida como uma estratégia
desenvolvida por sistemas educativos para oferecer educação a setores ou grupos da
população que, por razões diversas, têm dificuldade de acesso a serviços educativos
regulares. Entre essas razões, destacam-se situações geográficas ou sociais, falta de
oferta de determinados níveis de ensino ou cursos, na região onde residem ou, ainda,
as condições familiares, profissionais ou econômicas que, de um modo ou de outro,
impedem o acesso e/ou a permanência no processo educativo (ALVES, 2011).
No Brasil, a EAD é legitimada pela Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996,
que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional (LBD). Especificamente é
tratada no artigo 80 do normativo, que traz definições e apontamentos a respeito do
desenvolvimento e da veiculação de programas de ensino a distância, bem como,
fornece diretrizes sobre a regulamentação, os requisitos para a realização de exames
e registro de diploma relativos a cursos de educação a distância, as normas para
produção, controle e avaliação de programas de educação a distância e condições para
autorização e implementação. Outro importante normativo é a Portaria nº 4.059, de 10
de dezembro de 2004, do Ministério da Educação (MEC) que irá permitir que, as
instituições ofereçam 20% dos cursos a distância (LEMGRUBER, 2008).
Apesar de seu marco legal datar da década de 90, desde os anos 40 verificamse aportes da EAD no Brasil. É bem verdade que sua historiografia é marcada por
contratempos, erros e acertos, todavia, é nos últimos 20 anos que se vivencia a sua
popularização.
No contexto da Biblioteconomia, a EAD no setor privado já é uma realidade e
mantém-se regularmente. Contudo, no âmbito público ainda é incipiente e portanto,
BibEAD representa um grande esforço que merece ser debatido, sobretudo no que
tange a seu alcance e contribuições.
Método da pesquisa
O estudo consiste em uma pesquisa documental e de campo. Foi realizada coleta
de dados a partir da aplicação de um questionário aos discentes e docentes dos cursos
de Biblioteconomia das seguintes universidades federais: UNIRIO, UFRJ e UFF.
Cumpre informar que os aspectos éticos previstos pela Resolução nº 466/2012 do
Conselho Nacional de Saúde foram adotados e, portanto, todos os participantes receberam
informações adequadas e previstas no dispositivo, bem como, a privacidade dos sujeitos
envolvidos na pesquisa.
O instrumento foi construído via Google Formulários e disponibilizados de duas
formas distintas. O questionário aplicado aos discentes foi postado nos grupos virtuais
privados dos estudantes destas universidades e inseridos na rede social Facebook, a
saber: Agitando a Unibib, destinado aos alunos da UNIRIO; Biblioteconomia e Gestão
de Unidade de Informação – UFRJ, destinados aos alunos da UFRJ; e Biblioteconomia
– UFF, destinado aos alunos da UFF. Juntos, estes grupos reúnem um total de 4.615
alunos, porém deve se considerar que alguns podem ser ex-alunos e que por razões
diversas estão nestes espaços virtuais. Já os para os docentes a aplicação aconteceu
por e-mail.
Foi realizado pré-teste, a tabulação dos dados das questões objetivas foi
concretizada no Excel e as respostas discursivas transpostas para o formato Word.
Ambos foram analisados utilizando a técnica de análise de conteúdo segundo Bardim
(2011).

�Resultados
O questionário dos discentes obteve uma taxa de 127 respostas e foi dividido
em quatro seções, a saber: identificação da população, do qual 65% pertenciam a
UNIRIO, 18% a UFF e 17% a UFRJ. Devido ao escopo desta comunicação
apresentamos apenas alguns resultados:
No que tange a experiência dos discentes com recursos midiáticos e EAD
verificou-se que 34,6% já havia cursado e 65,4% ainda não tiveram esta experiência.
Em relação a percepção sobre o curso da biblioteconomia presencial,
evidenciou-se que: 1,6% está totalmente insatisfeito; 14,2% está parcialmente
insatisfeito; 18,1% não satisfeito, nem insatisfeito; 53,5% está parcialmente satisfeito e
12,6% está totalmente satisfeito
Quando questionados se pudessem trocariam a graduação presencial por uma
a distância, verificou-se que 70% responderam talvez, 19% não e 11% sim. Sugere-se,
certa incerteza dos discentes. Motivos como distância da universidade e necessidade
de trabalhar no período das aulas foram alguns dos motivos apontados pelos discentes.
Analisamos se os alunos tinham conhecimento do projeto BibEAD, sendo assim
temos: 38,6% responderam que sim, 37% parcialmente e 24,4% não. Portanto, foi possível
constatar que o projeto ainda é desconhecido por muitos alunos e por tratar-se de uma
grande inovação no ensino da área sugerimos que este seja mais divulgado.
Contudo, investigamos o grau de concordância com o oferecimento do BibEaD,
sendo assim verificamos que a maior parte da população concorda, como demonstra o
quadro a seguir:
Tabela 1 – Nível de concordância dos alunos com a institucionalização do
BibEAD
Nível de concordância
discordam totalmente
discordam parcialmente
não concordam, nem discordam
concordam parcialmente
concordam totalmente
Fonte: Autoras (2018).

Média de respostas
10,2%
15,7%
19,7%
26,8%
27,6%

Acerca da implantação do BibEAD na sua universidade, verificamos que 64,6%
dos respondentes concordam com a implantação e 35,4% responderam não.

Fonte: Autora (2018).

�Questionamos os discentes sobre quais os benefícios que o BibEAD oferecerá
ao país, e como demonstra o gráfico acima, a maior parte da população espera
resultados positivos.
Assim, conclui-se que os alunos acreditam que o BibEAD é uma iniciativa que
trará avanços e benefícios para o campo de biblioteconomia. É oportuno informar que
este curso oportunizará criação de novos espaços de trabalho, tais como: bibliotecários
das unidades de informação existentes nos polos, licenciados e bacharéis que poderão
atuar como tutores, conteudistas e professores das disciplinas.
O questionário dos docentes obteve uma taxa de 25 respostas e também foi
dividido em 4 seções: identificação, referindo-se à universidade de origem, em que 56%
declarou atuar na UNIRIO, 28% na UFF e 16% na UFRJ.
No que se refere a experiência com a EAD, 72% já fizeram alguma capacitação
a distância e 28% não. Outro ponto abordado foi a adequação da disciplina que o
docente ministra na modalidade a EAD, em que 84% concordam e outros 16%
discordam.
No tocante ao projeto BibEAD, analisamos qual o grau de concordância com a
oferta do mesmo. A partir dos dados levantados, observa-se que os percentuais de
repostas estão equilibrados.
Tabela 2 – Nível de concordância dos docentes com a institucionalização do BibEAD
Nível de concordância
Média de respostas
Discordam totalmente
Discordam parcialmente
Não concordam, nem discordam
Concordam parcialmente
Concordam totalmente
Fonte: Autora (2018).

8%
16%
20%
32%
24%

Solicitamos aos docentes que tivessem indicado que não concordavam com o
curso ou que concordavam parcialmente que justificassem sua resposta. No entanto,
para nossa surpresa todos os respondentes responderam à questão e os dados são
sistematizados abaixo:
Tabela 3 – Motivos para não concordância com a institucionalização do BibEAD
Motivo para não concordância
Média de
respostas
Consideram o crescimento da EAD uma ameaça ao ensino
12,5%
presencial e a figura da universidade pública, gratuita e de
qualidade;
Ementário das disciplinas;
4,2%
Perfil esperado para o egresso
4,2%
Indicação das competências técnico-científicas, gerenciais e
4,2%
sociais e políticas
Não é contra, concorda parcialmente
4,2%
Nenhuma das alternativas acima
41,7%
Não há garantia da qualidade de ensino e outros
4,2%
A proposta não é adequada
4,2%

�Não considera que o momento político do país seja adequado
Todas as alternativas acima
Fonte: Autora (2018).

4,2%
4,2%

Quando perguntado se os docentes concordam com a institucionalização do
curso BibEAD na universidade em que atuam, 52% das respostas foram positivas e
48% negativas. Observa que apesar da pequena diferença, a maior parte dos docentes
concorda tanto com a institucionalização do projeto, quanto sua oferta na universidade
em que atuam.
Considerações Finais
Concluiu-se que apesar do avanço da EAD no país, o sistema presencial ainda
utiliza pouco os aportes da EAD como recurso auxiliar no ensino. Poucos discentes
realizam já realizaram intervenções em cursos de formação continuada ou como parte
do ensino presencial. Docentes e discentes se mostram receptivos com o BibEAD,
mesmo com os grandes desafios. Entretanto, para os docentes o crescimento da EAD
pode figurar como uma ameaça ao ensino presencial e a figura da universidade pública,
gratuita e de qualidade
O estudo constatou que muitos ainda desconheciam BibEAD e objetivo de
evidenciá-lo e debater sobre o mesmo foi cumprido. Entendemos que o curso
contribuirá para a formação de mais bibliotecários, sobretudo no contexto da Lei
12.244/2010 que dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de
ensino do país e é sabido que há uma grande lacuna de profissionais formados face a
demanda. Portanto, o BibEAD terá um papel fundamental na formação dos
bibliotecários que atuarão na organização e gestão das bibliotecas escolares
brasileiras. Sugere-se que o estudo seja replicado as 09 universidades que optaram
pela adoção do projeto.
Referências:
ALVES, Lucineia. Educação a distância: conceitos e história no Brasil e no mundo.
Revista da Associação Brasileira de Educação a Distância, Rio de Janeiro,
v.10, p. 84-96, 2011.
Bardin, Laurence. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011. 279 p.
BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº 12.244, 24 de maio de 2010. Dispõe sobre a
universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País. Diário Oficial da
União, Brasília, DF, 25 mai. 2010.
MORAN, José Manuel. O que é educação a distância. Universidade de São Paulo,
2002. Disponível em:
&lt;http://www.eca.usp.br/prof/moran/site/textos/educacao_online/dist.pdf.&gt;. Acesso em:
13 jun. 2018.

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