<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="3346" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/3346?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-12T09:17:57-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="2428">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/24/3346/2381-2398-1-PB.pdf</src>
      <authentication>8466f3ee11018efdccc79ace4c8686d3</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="38867">
                  <text>Por um advocacy contra a desinformação: entendendo a
disseminação das fake news e reconfigurando o papel do
profissional da informação

Leonardo Ripoll (UFSC) - leonardo_ripoll@hotmail.com
Resumo:
Apresenta o cenário da desinformação que envolve, entre outros termos, as fake news e a
pós-verdade. Distingue os conceitos de misinformation e disinformation para responder as
perguntas: por que ser mal informado? Por que desinformar? Tais questões apontam
mudanças nas relações que os indivíduos estão tendo com a informação e que estão
relacionadas à sobrecarga informacional, ao tempo, às crenças, à relativização dos discursos,
à necessidade de participação online, ao lucro, à guerra informacional, ao capital social, entre
outros. Diante de tal panorama, entende-se que um advocacy contra a desinformação se faz
necessário: é preciso mudar a forma como os profissionais da informação lidam com a
desinformação, assumindo que ela não pode ser considerada, diante de tal cenário, uma forma
de informação.
Palavras-chave: Desinformação. Fake news. Disseminação da informação. Misinformation.
Disinformation
Eixo temático: Eixo 7: Construção e identidade profissional

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Videografia: ( ) Sim (X) Não
Introdução
O crescimento da desinformação, principalmente através das fake news, tem
demonstrado certa urgência de se repensar as formas de consumo e
disseminação da informação na internet. Tal demanda, afeta diretamente o
trabalho de todos os profissionais da informação, incluindo, portanto, os
bibliotecários e cientistas da informação.
Se antes se buscava o acesso a todo e qualquer conteúdo informacional
(procurando a democratização e o enriquecimento do saber), hoje, a quantidade
massiva de informações acabou justamente criando alguns fenômenos contrários
ao desenvolvimento do conhecimento (como relatam, por exemplo, Moretzsohn
(2017) e Ripoll e Matos (2017)). Por meio de uma pesquisa bibliográfica e
exploratória, o objetivo deste trabalho é demonstrar brevemente porque a
desinformação é tão propagada atualmente e porque é importante repensar o
paradigma dos profissionais da informação em relação à disseminação e acesso
das informações.
Desinformação: por que ser mal informado (misinformation)?
A desinformação, entendida aqui como a ação informacional de dados não
verdadeiros (FLORIDI, 2010), está representada no atual contexto pela
repercussão de vários termos como “pós-verdade”, “fatos alternativos”, “deepfake”
e, principalmente “fake news”. No entanto, a desinformação ocorre em duas vias
terminológicas um pouco diferentes entre si: a misinformation e a disinformation.
Na misinformation, tal ação ocorre por engano, ou seja, o indivíduo repassa
desinformação sem saber que ela não é uma informação verdadeira.
Do ponto de vista sociológico, a misinformation estaria associada a
comportamentos que o indivíduo assumiu desde a revolução causada pelas
Tecnologias de Comunicação e Informação (TIC), principalmente após a criação
da internet e da web 2.0 (que permitiu que processos de interação instantânea

�começassem a ocorrer e que o conteúdo fosse criado por qualquer pessoa
conectada a rede (PRIMO, 2007)). Como indica Floridi (2010), tal revolução
conduziu a sociedade a desenvolver suas ações e artefatos em torno de questões
informacionais. É a partir deste panorama que termos como “sociedade da
informação”, “ciberespaço” ou “infosfera” (do próprio Floridi (2010)), surgem para
descrever este novo cenário onde a informação assume o papel central no
cotidiano do indivíduo.
O crescimento das redes sociais (como Facebook, Twitter, Instagram), aliado à
expansão das bandas de conexão (wi-fi, 4G, cabo de alta velocidade) e à
popularização dos smartphones, por fim, fizeram com que uma produção
constante e massiva de informação começasse a tomar conta do cotidiano do
indivíduo de tal forma, que já se fala em fenômenos relacionados à sobrecarga
cognitiva de informações, como a “hiperinformação” apresentada por Moretzsohn
(2017).
Para Bauman (2001), este contexto permitiu uma mudança radical nas estruturas
sociais de tempo e espaço, de forma que houve uma aceleração dos
acontecimentos e relações, que já se dão na duração do “instantâneo”. Além
disso, presencia-se uma descrença pelas instituições e grande mídia e uma
relativização generalizada, que parecem fazer parte do que Lyotard (2004) definiu
como características da “pós-modernidade”. Questionar informações é uma forma
de ação essencial para se informar com mais profundidade e para desenvolver o
pensamento crítico. Contudo, buscar um caminho para uma informação mais
“pura” e “verdadeira” está influenciado pelas crenças e emoções do sujeito que o
percorre e, sendo assim, ele facilmente chega ao cenário informacional construído
pelos discursos de “pós-verdade”.
Junto a estes fenômenos, surge o egocentrismo das redes sociais na forma de
participações que acumulem o “capital social” do indivíduo (RECUERO, 2009). A
necessidade de participação nas interações de tais redes parece estar acima de
qualquer outra finalidade: segundo Leite e Ardigo (2018) há indivíduos que
compartilham informações que sequer leram. Viver é, cada vez mais, interagir
online (conforme Floridi (2010) relata, a vida está migrando de tal forma para
dentro da “infosfera” que, cada vez mais, as pessoas se sentirão “deslocadas”
quando ficarem offline por algum tempo).
Sendo assim, a propagação de misinformation parece estar relacionada com a
combinação dos seguintes fatores: sobrecarga informacional, aceleração do
tempo, reforço de crenças individuais, relativização dos discursos, descrenças nas
instituições e na grande mídia e necessidade de participação online.

�Desinformação: por que desinformar (disinformation)?
Na disinformation, a ação informacional de dados não verdadeiros ocorre de forma
intencional (FLORIDI, 2010). Ou seja, o indivíduo repassa desinformação porque
ele pretende desinformar alguém. Existe, assim, uma intenção de perverter a
realidade e instaurar algum grau de mentira na transmissão dos dados
informacionais.
Pensar em razões que envolvam processos de desinformação como finalidade de
ação é evocar, primeiramente, o seu contexto de criação. De acordo com Pinheiro
e Brito (2014), este contexto é apresentado na Segunda Guerra Mundial, quando a
desinformação foi usada enquanto estratégia para enganar o inimigo em relação a
informações vitais das tropas e suas ações. Aplicado aos dias de hoje, o conceito
envolveria conflito de interesses políticos e econômicos entre as nações e
instituições que disputam território e “poder informacional” (BRITO; PINHEIRO,
2015) sobre o mundo e sua sociedade. Pode-se supor então que, dentro da
sociedade da informação, toda guerra, seja ela política, ideológica, econômica ou
militar, em nível maior ou menor, é uma “guerra informacional”. Portanto, é
concebível admitir que a desinformação, antes de tudo, é um mecanismo de
controle e poder das instituições que regem a sociedade.
Dentro do contexto das redes sociais, ela assume uma ação fortemente política,
proliferando fake news e discursos de pós-verdade para confrontar ou enaltecer
ideologias partidárias e institucionais. Associado a este fenômeno, surge
novamente a questão do “capital social” proveniente das formas com as quais as
redes sociais se desenvolveram em sua “cibercultura”. A partir da existência de
processos de “monetização” para a criação de conteúdos informacionais, a
disseminação de informação também vira uma questão de lucro individual e
profissão. Surgem os “influenciadores digitais” (digital influencers) que são
remunerados para divulgarem (des)informações específicas, num jogo de
marketing, mercado e manipulação. Neste mesmo caminho ocorre o “clickbait”,
conteúdo criado com a finalidade de atingir o maior número possível de pessoas,
pois cada clique em seu link garante retorno financeiro ao seu criador (ROCHLIN,
2017). É pelo clickbait que a desinformação vira estratégia de negócio: apelar às
crenças e emoções do público é uma forma também de conseguir visibilidade em
tempos de “viralizações”.
Portanto, a criação de disinformation, por sua vez, ocorre por motivos que
envolvem: lucro (clickbait, “monetização”), guerra informacional (política,
ideológica, econômica), mecanismos de controle e poder e acúmulo de capital
social para se autopromover na rede.

�Reconfigurando o papel do profissional: desinformação não é informação
Ainda que as medidas de information e media literacy sejam extremamente
importantes para combater à desinformação, acredita-se que é preciso uma nova
forma de se delimitar a informação também. Tal delimitação, baseada em Floridi
(2011), inclui dizer que a desinformação não pode ser considerada um tipo de
informação. Conforme argumenta o autor, a desinformação é invalidada do ponto
de vista lógico-epistemológico ao ser destituída da ação de informar a verdade.
Para o autor, a informação se constitui de dados e busca conduzir ao
conhecimento, e o conhecimento não é possível de ser atingido se não estiver
composto pela verdade.
Portanto, em meio ao cenário crescente da desinformação, o papel do profissional
da informação não deve mais ser o de considerar válido qualquer tipo de conteúdo
informacional, e sim, ter o compromisso com o exercício do pensamento crítico e
com a busca pela verdade ou pela informação confiável. E se a verdade em
tempos pós-modernos for difícil de ser encontrada, que pelo menos aquilo que
condiz com a mentira e com a desinformação, seja descartado em seu papel de
mediador e disseminador do conhecimento. O advocacy contra a desinformação
se traduz numa nova demanda de uma sociedade que não mais carece de
quantidade de informação, mas de qualidade. Tal advocacy é, assim, uma
releitura da missão do bibliotecário de Ortega y Gasset (2006): orientar o leitor no
caos constante da “infosfera” é, sobretudo, saber o que realmente é informação na
selva informacional.
Referências
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

BRITO, Vladimir de Paula; PINHEIRO, Marta Macedo Kerr. Poder informacional e
desinformação. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação,
v. 8, n. 2, jul./dez. 2015. Disponível em:
&lt;http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci/article/view/203/268&gt;. Acesso em: 10
jan. 2018.
FLORIDI, Luciano. Information: a very short introduction. Oxford: Oxford
University Press, 2010.
FLORIDI, Luciano. The philosophy of information. Oxford: Oxford University
Press, 2011.
LEITE, Leonardo Ripoll Tavares; ARDIGO, Julibio David. Confiabilidade
informacional nos conteúdos online: perfil dos estudantes de Biblioteconomia da
UDESC. Revista ACB, [S.l.], v. 23, n. 2, p. 267-288, jul. 2018. ISSN 1414-0594.

�Disponível em: &lt;https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/1412&gt;. Acesso em:
06 nov. 2018.
LYOTARD, Jean François. A condição pós-moderna. 8. ed. Rio de Janeiro: J.
Olympio, 2004.
MORETZSOHN, Sylvia Debossan. "Uma legião de imbecis": hiperinformação,
alienação e o fetichismo da tecnologia libertária. Liinc em Revista, Rio de Janeiro,
v. 13, n. 2, p. 294-306, nov. 2017. Disponível em:
&lt;revista.ibict.br/liinc/article/view/4088&gt;. Acesso em: 05 jan. 2018.
ORTEGA Y GASSET, José. Missão do bibliotecário. Brasília, DF: Briquet de
Lemos/Livros, 2006.
PINHEIRO, Marta Macedo Kerr; BRITO, Vladimir de Paula. Em busca do
significado da desinformação. DataGramaZero, v. 15, n. 6, p. A05, 2014.
Disponível em: &lt;http://www.brapci.inf.br/index.php/article/download/51758&gt;.
Acesso em: 26 Jan. 2018.
PRIMO, Alex. O aspecto relacional das interações na Web 2.0. E- Compós
(Brasília), v. 9, p. 1-21, 2007. Disponível em:
&lt;http://www.ufrgs.br/limc/PDFs/web2.pdf&gt;. Acesso em: 15 maio 2018.
RECUERO, Raquel. Redes sociais na internet. Porto Alegre: Sulina, 2009.
Disponível em: &lt;http://www.ichca.ufal.br/graduacao/biblioteconomia/v1/wpcontent/uploads/redessociaisnainternetrecuero.pdf&gt;. Acesso em: 18 nov. 2018.
RIPOLL, Leonardo; MATOS, José Claudio Morelli. Zumbificação da informação: a
desinformação e o caos informacional. Revista brasileira de biblioteconomia e
documentação, São Paulo, v. 13, p. 2334-2349, dez. 2018. ISSN 1980-6949.
Disponível em: &lt;https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/918&gt;. Acesso em: 07
dez. 2018.
ROCHLIN, Nick. Fake news: belief in post-truth. Library high tech, v. 35, n. 3, p.
386-392, 2017. Disponível em:
&lt;https://www.emeraldinsight.com/doi/pdfplus/10.1108/LHT-03-2017-0062&gt;.
Acesso em: 10 jan. 2019.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="24">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26064">
                <text>CBBD - Edição: 28 - Ano: 2019 (Vitória/ES)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26065">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26066">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26067">
                <text>2019</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26068">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26069">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26070">
                <text>Vitória (Espírito Santo)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="38858">
              <text>Por um advocacy contra a desinformação: entendendo a disseminação das fake news e reconfigurando o papel do profissional da informação</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="38859">
              <text>Leonardo Ripoll</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="38860">
              <text>Vitória (Espírito Santo)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="38861">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="38862">
              <text>2019</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="38864">
              <text>Eixo 7: Construção e identidade profissional</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="38865">
              <text>Apresenta o cenário da desinformação que envolve, entre outros termos, as fake news e a pós-verdade. Distingue os conceitos de misinformation e disinformation para responder as perguntas: por que ser mal informado? Por que desinformar? Tais questões apontam  mudanças nas relações que os indivíduos estão tendo com a informação e que estão relacionadas à sobrecarga informacional, ao tempo, às crenças, à relativização dos discursos, à necessidade de participação online, ao lucro, à guerra informacional, ao capital social, entre outros. Diante de tal panorama, entende-se que um advocacy contra a desinformação se faz necessário: é preciso mudar a forma como os profissionais da informação lidam com a desinformação, assumindo que ela não pode ser considerada, diante de tal cenário, uma forma de informação.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="38866">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="67228">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="17">
      <name>cbbd2019</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
