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                  <text>A CAPACIDADE DE RECONHECER O PLÁGIO E O DOMÍNIO DAS
TECNICAS DE REFERENCIAS E CITAÇÃO DE PROFESSORES DE
ENSINO BÁSICO E FUNDAMENTAL

Suely Henrique Gomes (FIC - UFG) - suelyhenriquegomes@gmail.com
Geisa Müller de Campos Ribeiro (UFG) - geisamuller@hotmail.com
Hevellin Estrela (IF Goiano) - hevellin.estrela@ifgoiano.edu.br
Mayllon Lyggon Oliveira (UFG) - mayllon.lyggon@gmail.com
Resumo:
O objetivo do trabalho é identificar a capacidade de cento e oitenta professores da rede
pública de ensino básico e fundamental participantes do curso de letramento informacional: a
educação para a informação em reconhecer e corrigir equívocos na prática de citação e
referenciação que podem ser caracterizadas como plágio. Para tal, uma série de exercícios
foram apresentados aos participantes da pesquisa para emissão de veredito sobre se aquela
forma de apropriação de textos alheios constituíam plágio e, se fosse o caso, como corrigi-la.
Todas as situações apresentadas tinham problemas de citação. A fundamentação teórica do
presente trabalho aponta aspectos relevantes na proteção de obras intelectuais nos termos da
lei brasileira de direitos autorais; indica
caminhos para o uso ético da informação, principalmente como tipificar e evitar situações que
caracterizem plágio; apresenta medidas voltadas para prevenir, diagnosticar e corrigir o
plágio. Argumenta que a prática de plágio é um problema tanto legal quanto ético. Conclui-se
que os professores tem dificuldades em identificar situações de plágio e apresentam limitações
no domínio de ferramentas e técnicas próprias da escrita acadêmica, incluindo o entendimento
das regras para citação e referências estabelecidas pela Associação Brasileira de Norma
Técnica.
Palavras-chave: Citação. Referência. Plágio. Professores da educação básica e fundamental.
Lei brasileira de direitos autorais.
Eixo temático: Eixo 8: Ciência da Informação

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

INTRODUÇÃO: O plágio é um comportamento que assombra o meio acadêmico.
A prática de copiar e/ou se apropriar de pensamentos alheios sem citar e
referenciar a fonte é comum na graduação e pós-graduação e tem sua origem
ainda nas primeiras fases da vida escolar da maioria dos brasileiros.
No nosso percurso como docentes e bibliotecários, constatamos que nem
sempre o plágio é intencional – apesar desse fato não minimizar a questão legal
envolvida no ato – e que, apesar da familiaridade com o processo de busca de
informações e produção do conhecimento, nem sempre nossos alunos, usuários e
muitos professores não têm clareza quanto aos direitos que são garantidos por lei
a leitores e a autores que recorremos para fundamentar todo o processo de
produção de conhecimento. Na nossa prática cotidiana, observamos um certo
descaso em relação aos procedimentos e regras para desenvolvimento de
trabalhos de natureza acadêmico-científica, como o domínio da escrita científica,
da citação e da referência. A perpetuação da situação fere as determinações
apresentadas na Lei Brasileira de Direitos Autorais (LDA): lei 9.610/1998, dentre
elas, destacamos o direito do autor de ser citado e referenciado (BRASIL, 1998).
O plágio fere os direitos morais do autor e decorre da ausência de citação da fonte
(DIFERENÇA..., 2014).
Mesmo citando, incorrem em plágio aqueles omitem ou fazem referências
incompletas ou incorretas da obra utilizada o que dificulta a sua identificação e
localização; citam corretamente uma fonte, mas ao dispensarem as aspas para
indicar a citação direta de parte de uma obra dão a falsa impressão de que é de
autoria própria o trecho reproduzido; citam corretamente todas as fontes,
parafraseando e usando citações adequadas, mas o autor se atém apenas a citar
conteúdos, sem acrescentar nada novo; citam corretamente diversas fontes, mas

�em alguns pontos, reproduzem ideias das fontes, mesclando trechos com aspas e
sem aspas, confundindo a identificação do que é de autoria própria daquilo que foi
apropriado (ENFRENTAMENTO..., 2018).
É consenso que o conhecimento novo, em geral, se constrói com base no
conhecimento já produzido. O uso de obras intelectuais para fins educacionais já é
previsto na lei, mas tal apropriação demanda alguns cuidados e ações preventivas
que devem ser tomadas durante a trajetória educacional dos alunos. O site
plágio.net.br recomenda que as ações preventivas do plágio estejam voltadas para
se garantir a integridade acadêmica o que implica incentivar “os esforços para a
promoção de atitudes fundamentadas em valores morais, como a observação e
cumprimento de regras” (ENFRENTAMENTO..., 2018, sem paginação). Também
é recomentado que as instituições deixem claras e tornem públicas as suas
regras, princípios e consequências na ocorrência de plágio e que orientação e
esclarecimento - há muito desconhecimento sobre o assunto – sejam recorrentes.
Capacitação de escrita acadêmica voltada para instrumentalizar o autor no
domínio das ferramentas e técnicas próprias da escrita acadêmica é outra medida
que deve ser tomada. Adicionalmente, pode-se exigir que se anexe uma
declaração de autoria aos trabalhos produzidos.
Constata-se que o enfrentamento ao plágio passa, necessariamente, pela
educação e, consequentemente, pelos professores. Nesse sentido, o objetivo do
presente trabalho foi identificar a capacidade da rede pública de ensino básico e
fundamental

participantes

do

curso

de

especialização

em

Letramento

Informacional: a educação para a informação, em reconhecer e corrigir e usar as
regras de citação e referenciação cujo domínio poderia evitar o plágio.
Método da pesquisa: Trata-se de pesquisa qualitativa, exploratória com noventa
e sete (97) professores da rede pública de ensino básico e fundamental
participantes do curso de especialização em Letramento Informacional (CELI): a
educação para a informação, ofertado pela Universidade Federal de Goiás (UFG).
Desenvolveu-se uma série de exercícios (questões abertas e fechadas) que foram
apresentados aos participantes da pesquisa para: a) emissão de veredito sobre

�diferentes formas de apropriação de textos alheios constituíam plágio e, se fosse o
caso, como corrigi-la, as situações apresentadas diziam respeito as formas de
citar (ou não) trabalhos alheios; b) fazer uma citação direta curta, uma citação
direta longa, uma citação indireta e uma citação de citação; c) referências de livros
(no todo e em parte), trabalhos monográficos e periódicos (no todo e em parte) documentos considerados como os mais citados em trabalhos acadêmicos e mais
utilizados no ensino médio e fundamental. Os exercícios foram realizados na
plataforma Moodle, no período de maio a agosto de 2017, como parte das
atividades avaliativas do CELI.
Resultados e Discussão: Dos participantes que conseguiram responder todas as
questões: os que identificaram a situação de plágio e apresentaram conhecimento
em como corrigir, correspondente a 19,44%. Já 37,77% dos pesquisados
conseguiram resolver parte das questões, ou seja, identificaram o plágio, mas não
apresentaram conhecimento em como corrigir. E, alarmantemente, 42,79% dos
pesquisados não conseguiram resolver nenhuma das questões: não conseguiram
identificar se era plágio ou não e consequentemente, não apresentaram
conhecimento em como corrigir. As maiores dificultadas estão nas citações
indiretas e nas citações das citações.
A segunda série de exercícios, quando o pesquisador foi solicitado a fazer
citações diretas (curta e longa), indireta e citação de citação, os resultados são
mais animadores: 12 (12%) alunos obtiveram nota máxima no exercício (100),
enquanto 37 (37%) ficaram com notas no intervalo de 99 a 90, 40 alunos
obtiveram entre 80 e 70 pontos no exercício; 11 alunos não realizaram o exercício.
Parte do bom desempenho dos pesquisados pode te sido devido ao fato de as
normas terem sido disponibilizadas para consulta. O intuito era não só verificar o
domínio das normas, mas também incentivá-los a consultá-las em caso de
dúvidas. Mesmo assim, alguns problemas ainda persistiram como: distinção de
grafia de autoria quando informada na estrutura da frase e entre parênteses (18
ocorrências); citações diretas de documentos não paginados (10 ocorrências);
quatro ocorrências no uso da expressão “et al.”(ora pela ausência do ponto, ora

�pela omissão do termo apresentando somente o sobrenome do primeiro autor);
espaçamento entrelinhas das citações longas; citação de autorias de pessoas
jurídicas. Teve ainda dez (10) ocorrências que apontam para dificuldades no uso
do apud que estão relacionadas à inversão da ordem (ex: (SILVA, 2017 apud
GOMES, 2015; Gasque e Barros (s/d, p.15 apud DEWEY 1938)), ou à forma (ex:
Amiel (2011) citado por Amiel in SANTANA; ROSSINI; PRETTO, 2012); ou
Mattoso Câmara (1977) apud Armando Lacerda (1941, p.7,8).); 20 ocorrências
para documentos sem datas nesse caso, há erro duplo).
O desempenho dos pesquisados na última série de exercícios – referências
de livros (em parte e no todo), monografias e periódicos (em parte e no todo) foi:
10,3% (10) obtiveram notas no intervalo de 70-69; a nota no exercício de 32,99%
dos alunos ficaram entre 68-67; a nota de 1 aluno foi 65; a nota de 4 foi 60; 5
ficaram com nota 55; outros três discentes tiraram 50, e 3 alunos ficaram com
notas entre 45 e 40 – lembrando que o exercício valia 70 pontos. Um total de 42
alunos (42%) não realizaram o exercício. A análise qualitativa dos dados mostrou
que os principais equívocos dos pesquisados foram: omissões dos tipos de
responsabilidade

(organizador,

tradutor,

revisor,

ilustrador

entre

outros);

dificuldades com a indicação da edição da obra; indicação do endereço eletrônico
e a data de acesso. Isso mostra que os participantes da pesquisa tiveram menos
dificuldades na prática da referência daqueles documentos mais citados como
livros, periódicos e monografias. No entanto, fica a dúvida sobre a capacidade
para citação e referência de outros tipos de material como entrevistas, fontes
orais, leis e legislações, reportagem, etc.
Conclusões: Os resultados alcançados nessa pesquisa apontam para uma
situação já conhecida no processo educacional brasileiro que perpetua: a
apropriação indevida de trabalhos de terceiros. A pesquisa evidenciou que os
professores têm dificuldades em identificar situações de plágio e apresentam
limitações no domínio de ferramentas e técnicas próprias da escrita acadêmica
incluindo o entendimento das regras para citação e referências estabelecidas pela
Associação Brasileira de Norma Técnica - ABNT.

�Mesmo tendo acesso às normas da ABNT de citação e referência, os
pesquisados tiveram dificuldades em aplicá-las. Isso nos faz questionar a linguagem
adotada para redação das normas, se elas não poderiam ser apresentadas de forma
mais simples e acessível à comunidade de discentes e docentes nas séries iniciais.
Constata-se que a solução do problema passa pela capacitação e sensibilização
dos professores quanto aos direitos autorais e também quanto aos diferentes tipos de
plágios e meios de evitá-los. A promoção de uma educação para informação em uma
sociedade cunhada como informacional torna-se urgente para que possamos lidar com
a produção intelectual de nossa sociedade de forma ética e crítica.
Referências:
BRASIL. Lei n. 12. 965 de 23 de abril de 2014. Estabelece princípios, garantias, direitos
e deveres para o uso da internet no Brasil. Diário Oficial da União, Brasília, 24 de abril
de 2014. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L12965.htm. Acesso
em: 4 jan. 2019.
DIFERENÇA entre plágio e contrafação. Pinheiro Advocacia, 2014. Disponível em:
https://rezendepinheiroassessoriajuridica.blogspot.com/2014/02/diferenca-de-plagio-econtrafacao.html. Acesso em: 12 jan. 2019.
ENFRENTAMENTO do plágio: evitar, detectar e disciplinar. Disponível em:
http://www.plagio.net.br/index-2.html. Acesso em: 15 jan. 2019.
FISHMAN, Teresa; CHU, Jason. Desenvolvendo políticas efetivas de integridade
acadêmica. 2017. Disponível em: https://www.plagiarism.org/video/policy-to-practice.
Acesso em: 12 jan. 2019.

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