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                  <text>A IMPORTÂNCIA DAS PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS DOS NEABS
PARA A ORGANIZAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO

Graziela dos Santos Lima (UNESP) - graziela.dsl@gmail.com
FRANCIELE CARNEIRO GARCÊS DA SILVA (PPGCI-UFMG) - francigarces@yahoo.com.br
Andreia Sousa Da Silva (UDESC) - andreia.ssilva@gmail.com
Dirnele Carneiro Garcez (UFSC) - dirnele.garcez@yahoo.com.br
Priscila Rufino Fevrier (UFSC) - priscila.fevrier@gmail.com
Resumo:
Este trabalho consiste em uma reflexão teórica sobre a produção científica realizada pelos
intelectuais negros que desenvolvem pesquisas científicas dentro dos Núcleos de Estudos
Afro-brasileiros existentes no Brasil. Como problema de pesquisa, percebe-se que os termos e
conceitos trabalhados nas publicações do NEABs são limitados nos Sistemas de Organização
do Conhecimento (SOCs). A partir disso, refletimos sobre a produção do conhecimento desses
pesquisadores e o fortalecimento que a mesma promove na identidade intelectual negra no
campo da Organização e Representação do Conhecimento, onde, por vezes, muitos
pesquisadores acabam produzindo um conhecimento pautado não mais no olhar do intelectual
branco comprometido (ou não) com a luta antirracista, mas pelo olhar crítico e analítico do
próprio negro como pesquisador da temática racial.
Palavras-chave: Ciência da Informação. Organização e Representação do Conhecimento.
Temática Africana e Afro-Brasileira. NEABs.
Eixo temático: Eixo 8: Ciência da Informação

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Eixo xx: Ciência da Informação
A IMPORTÂNCIA DAS PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS DOS NEABS PARA A
ORGANIZAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DO CONHECIMENTO
Resumo: Este trabalho consiste em uma reflexão teórica sobre a produção científica
realizada pelos intelectuais negros que desenvolvem pesquisas científicas dentro dos
Núcleos de Estudos Afro-brasileiros (NEABs) existentes no Brasil. Como problema de
pesquisa, percebe-se que os termos e conceitos trabalhados nas publicações do NEABs são
limitados nos Sistemas de Organização do Conhecimento (SOCs). A partir disso, refletimos
sobre a produção do conhecimento desses pesquisadores e o fortalecimento que a mesma
promove na identidade intelectual negra no campo da Organização e Representação do
Conhecimento, onde, por vezes, muitos pesquisadores acabam produzindo um
conhecimento pautado não mais no olhar do intelectual branco comprometido (ou não) com a
luta antirracista, mas pelo olhar crítico e analítico do próprio negro como pesquisador da
temática racial.
Palavras-chave: Ciência da Informação. Organização e Representação do Conhecimento.
Temática Africana e Afro-Brasileira. NEABs.
Videografia: ( ) Sim ( x) Não

1 Introdução
As publicações em torno da temática africana e Afro-Brasileira produzidas por pessoas
negras surgiram quando estes se tornaram pesquisadores/as e adentraram às universidades.
Com o advento da Lei Federal nº 10.639/03, que trata da obrigatoriedade da história e cultura
africana e afro-brasileira nas redes de ensino, as publicações em torno dos estudos africanos
e afro-brasileiros aumentaram com o intuito de prestar suporte aos professores e alunos das
redes de ensino. Neste sentido, tendo como base as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação para Relações Étnico Raciais e para o Ensino de História Afro-Brasileira, ações e
parâmetros para viabilidades das culturas africana e afro-brasileiras em diversos âmbitos,
incluindo os educacionais, foram desenvolvidas.
As publicações científicas possuem expressivo papel na divulgação dos
conhecimentos registrados por pesquisadores/as. No que concerne à temática africana e
afro-brasileira, as publicações surgiram com maior profusão com a entrada de pessoas
negras nas universidades e com a promulgação da Lei Federal nº 10.639/03. Essas
produções científicas relatam experiências, vivências e luta pelo reconhecimento das

�populações de origem africana dentro dos espaços acadêmicos. O presente trabalho, de
caráter bibliográfico, versa sobre a importância das publicações relacionadas à temática
africana e afro-brasileira nos Núcleos de Estudos Afro-brasileiros (NEABs) e traz a reflexão
para a área da Organização e representação do conhecimento, uma das áreas de estudos
da Ciência da Informação.
A Organização e Representação do Conhecimento é um campo de estudos que
sistematiza os conceitos de um determinado domínio, cria instrumento de organização e
representação do conhecimento e desenvolve métodos e técnicas de indexação para
recuperar informações. Os NEABs se concretizam como uma comunidade discursiva dentro
de um domínio chamado Campo de Estudos Afro-Brasileiros, que congrega pesquisadores
de diferentes áreas do conhecimento promovendo atividades teóricas e metodológicas
relacionadas à produção do conhecimento. São atividades que se conectam com o ensino,
pesquisa e extensão nas universidades públicas que tem a intenção de combater o racismo,
promovendo a equidade e igualdade racial.
3 Revisão de Literatura
3.1 Organização e Produção do Conhecimento: breve contextualização
A organização do conhecimento na Biblioteconomia e na Ciência da Informação está
conectada às fontes físicas de materiais com base científica. Seu surgimento enquanto
organização em biblioteca se dá por meio da Biblioteca de Alexandria com a organização de
livros em catálogos que na época era voltado para custódia. Com o advento da informação,
relacionado ao seu crescimento exponencial em ciência e tecnologia a preocupação com a
informação e sua organização para melhor recuperação, datam-se no século XIX. Neste
período, foram criados instrumentos de organização tais como: Sistema de Classificação
Decimal de Dewey (CDD) e o Sistema de Classificação Decimal Universal (CDU). Neste
sentido, segundo Pinho (2006), os estudos relacionados a organização do conhecimento ao
longo do tempo com Ami Cutter (1837-1903), Melvil Dewey (1851-1931), Henry E. Bliss
(1870- 1955), S.R. Ranganathan (1892-1972), entre outros. Foi neste período também que
por meio da Biblioteca de Chicago que os acervos se tornaram públicos originado por meio
deste o serviço de referência, que auxilia os usuários a terem acesso as obras. No entanto,
para o cumprimento e eficiência da área, a base da Organização do conhecimento está
fundamentada em uma ciência que dá vazão ao conceito.
Para Dahlberg (1978) e Barité (2001), o conceito é uma unidade do conhecimento.
Nele estão estruturadas conjuntos de características conectadas e interligadas por meio de
um contexto de um determinado domínio. Portanto, organizar conhecimento é construir
modelos de mundo que retratam a realidade (BRASCHER; CAFÉ, 2008). No entanto, o
produto gerado serve para representar o conhecimento, tornando-se em um substituto
documental (MILANI; GUIMARÃES, 2017).
Para Dahlberg (2006), a Organização do Conhecimento é um campo científico que
estrutura e sistematiza os conceitos conforme suas características. Para Brascher (2012, p.
11), a Organização do Conhecimento “[...] implica lidar com aspectos intrínsecos e
extrínsecos à cognição humana, e, mais diretamente, àqueles relacionados ao uso da
linguagem natural, como principal veículo de comunicação” e seu campo de estudos está
direcionado aos aspectos semânticos do conceito e seus relacionamentos (CAFÉ;
BRASCHER, 2011).
Na Ciência da Informação e na Biblioteconomia, os conceitos estão por trás das
perguntas feitas pelo usuário no processo de busca de informações. Neste sentido, para uma

�boa recuperação, os conceitos devem estar relacionados entre si formando o que se chama
na atualidade de Sistema de Organização do Conhecimento.
Os Sistemas de Organização do Conhecimento “são sistemas conceituais
semanticamente estruturados que contemplam termos, definições, relacionamentos e
propriedades dos conceitos” (CARLAN; MEDEIROS, 2011, p. 54). É um sistema que abrange
“todos os tipos de esquemas que possibilitam a organização do conhecimento, a gestão,
além de sua disseminação” (CERVANTES, 2009, p. 30). No entanto, as produções
construídas por pesquisadores/as negro/as e antirracistas participantes dos Núcleos de
Estudos Afro-Brasileiros constituem-se de termos e conceitos próprios do campo de estudos,
na qual, designamos de domínio que dão vazão para organização desses conhecimentos.
3.2 Os Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros e sua Produção do Conhecimento
Os Núcleos de Estudos Afro-brasileiros (NEABs), são entidades presentes e
legitimadas dentro de instituições de ensino superior, por meio de portarias e resoluções
internas e compostos por pesquisadoras e pesquisadores, que tematizam a diversidade
étnico-racial através de ações de ensino, pesquisa e extensão nas universidades. Tem entre
seus objetivos e finalidades a promoção de ações com caráter acadêmico, político e social
de combate ao racismo e à discriminação.
De acordo com Silva (2018), estas instituições visam também a preservação da
história e cultura afro-brasileira e africana, o fortalecimento das políticas públicas implantadas
e da diversidade étnica. Foram e continuam sendo criados pelos intelectuais negros, também
militantes do movimento negro, que se organizaram e criaram essas entidades científicas
que surgiram em meados dos anos 1990 nas universidades brasileiras. Também podem ser
considerados centros de referência que articulam e promovem atividades relacionadas ao
campo de estudos afro-brasileiros, visando produzir conhecimentos neste campo, além de
promover intercâmbios de informações, constituírem fóruns de articulação e discussão das
ações desenvolvidas nas universidades onde estão instalados sobre África e africanidades
no Brasil.
Com o aumento do número dos NEABS, foi criado o Consórcio Nacional de NEABs, o
CONNEAB, que a partir de iniciativas acadêmicas implantadas podem construir meios para
combater o racismo e outros tipos de discriminação em todos os espaços sociais. Nesse
sentido, podemos afirmar que esses núcleos atuam em prol da luta histórica contra o racismo
que, uma vez instauradas em instituições governamentais, ultrapassa as fronteiras do próprio
movimento negro. Silva diz que:
Por conta de suas características, os NEABs produzem informações que são
disponibilizadas através de artigos científicos, anais de eventos, trabalhos de
conclusão de curso, dissertações, teses e capítulos de livros, voltadas às
relações étnico-raciais, à promoção da igualdade racial e às lutas antirracistas.
Informações que oportunizem discussões sobre o preconceito e discriminação
social contra a população negra e também pela defesa das ações afirmativas,
além de informações sobre a memória, história e cultura afro-brasileira e
indígena, sobre a saúde dessas populações, políticas públicas e educação.
(SILVA, 2018, p. 40)

Silva apud Oliveira (2018, p.40) “diz que a inserção das negras e negras no campo da
pesquisa científica e da produção do conhecimento faz parte da história das lutas sociais do
movimento social negro, na luta pela superação do racismo em prol do direito à educação e
ao conhecimento”.

�De acordo com Oliveira (2017), pode-se falar de intelectualidade negra no campo da
educação brasileira quando se visualiza o conjunto de pensamento social antirracista
mediante a produção de conhecimentos sistematizados. Estes, por sua vez, traduzem não
apenas reflexões, mas formas de atuação capazes de reverter a situação do
afrodescendente no interior da sociedade brasileira marcado por uma lógica perversa de um
sistema social estratificado e estruturalmente racializado. (SILVA apud OLIVEIRA, 2018).
Segundo Gomes (2010) esses intelectuais ao realizarem suas pesquisas e tematizar a
questão racial nas mais diversas áreas do conhecimento, com ênfase nas ciências sociais e
humanas, acabam produzindo um conhecimento pautado não mais no olhar do intelectual
branco comprometido (ou não) com a luta antirracista, mas pelo olhar crítico e analítico do
próprio negro como pesquisador da temática racial.
Diante do exposto, pode-se dizer que esses intelectuais negras e negros são
intelectuais que desenvolvem e produzem conhecimentos que tem como objetivos visibilizar
às subjetividades, as desigualdades, os silenciamentos e também as omissões em relação a
determinados grupos sócio-raciais e suas realidades.
4 Considerações finais
Verificou-se que a produção de conhecimento científico dentro dos NEABs auxilia na
promoção de uma reflexão sobre os instrumentos de organização e representação do
conhecimento que podem atender as necessidades dos pesquisadores/as e da população
afro-brasileira.
Referências
BARITÉ, M. Organización del conocimiento: un nuevo marco teórico-conceptual en Bibliotecología y
Documentación. In: CARRARA, K. (Org.). Educação, universidade e pesquisa. Marília: Unesp; São
Paulo: FAPESP, 2001.
BRASCHER, M. Prefácio. In: ALVARES, L. (Org.). Organização da informação e do
conhecimento: conceitos, subsídios interdisciplinares e aplicações. São Paulo: B4, 2012.
BRASCHER; M.; CAFÉ, L.. Organização da informação ou organização do conhecimento? In:
ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO – ENANCIB, 9., 2008, São
Paulo.
Anais...
São
Paulo:
ECA/USP,
ENANCIB,
2008.
Disponível
em:
&lt;http://enancib.ibict.br/index.php/enancib/ixenancib/paper/view/3016&gt;. Acesso em: 21 dez 2018
CAFÉ, L.; BRÄSCHER, M.. Organização do conhecimento: teorias semânticas como base para
estudos e representação de conceitos. Inf. Inf., Londrina, v.16. n.3. p. 25-51, jan./jun.
2011.Disponivel em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/10388. Acesso
em:12 dez.2018.
CARLAN, E.; MEDEIROS, M. B. B.. Sistemas de Organização do Conhecimento na visão da Ciência
da Informação. RICI: R.Ibero-amer. Ci. Inf., Brasília,v. 4, n. 2, p. 53-73, ago./dez.2011. Disponível
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http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/12867/1/ARTGO_SistemasOrganizacaoConhecimento.pdf.
Acesso em: 12 dez. 2018.
CERVANTES, B. M. N.. A Construção de Tesauros com a Integração de Procedimentos
Terminográficos. 2009. 209 f. Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Filosofia e Ciências,
Marília,
2009.
Disponível
em:
&lt;https://www.marilia.unesp.br/Home/PosGraduacao/CienciadaInformacao/ Dissertacoes/cervantes_bmn_do_mar.pdf&gt;. Acesso em: 10 nov.
2016.

�DAHLBERG, I. Teoria do conceito. Ciência da informação. Rio de Janeiro, v. 7, n. 2, p. 101-107,
Jul./Dez. 1978. Dispoível em:&lt; revista.ibict.br/ciinf/article/view/115%3E.&gt; Acesso em:07 jun. 2018.
GOMES, Nilma Lino. Intelectuais negros e produção do conhecimento: algumas reflexões sobre a
realidade brasileira. In: SANTOS, Boaventura de Sousa; MENESES, Maria Paula (Org.).
Epistemologias do Sul.São Paulo: Cortez, 2010. 637 p.
MILANI, Suellen Oliveira; GUIMARÃES, José Augusto Chaves. Problemas relacionados a biases em
sistemas de organização do conhecimento: perspectivas para a representação de assunto. Revista
IRIS - Informação, Memória e Tecnologia, v. 3, p. 72-92, 2018. Disponível em:
&lt;https://periodicos.ufpe.br/revistas/IRIS/article/view/236189/29018&gt;. Acesso em: 23 nov. 2018.
SILVA, Andréia Sousa da. Os núcleos de estudos afro-brasileiros de Santa Catarina e o contexto
informacional: análise sobre o facebook como uma fonte de informação étnico-racial. 2018. 136 p.
Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Educação, Programa
Pós-Graduação em Ciência da Informação, Florianópolis, 2018.

Agências financiadoras
As autoras agradecem à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível
Superior pela concessão de bolsas de mestrado e doutorado.

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              <text>Este trabalho consiste em uma reflexão teórica sobre a produção científica realizada pelos intelectuais negros que desenvolvem pesquisas científicas dentro dos Núcleos de Estudos Afro-brasileiros existentes no Brasil. Como problema de pesquisa, percebe-se que os termos e conceitos trabalhados nas publicações do NEABs são limitados nos Sistemas de Organização do Conhecimento (SOCs). A partir disso, refletimos sobre a produção do conhecimento desses pesquisadores e o fortalecimento que a mesma promove na identidade intelectual negra no campo da Organização e Representação do Conhecimento, onde, por vezes, muitos pesquisadores acabam produzindo um conhecimento pautado não mais no olhar do intelectual branco comprometido (ou não) com a luta antirracista, mas pelo olhar crítico e analítico do próprio negro como pesquisador da temática racial.</text>
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