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                  <text>aspectos econômicos da informação
CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
ALDO ALBUQUERQUE BARRETO
(Pesquisador da Divisão de Estudos e Projetos
ao Departamento de Apoio Técnico
do IBICT)

RESUMO
A utilização de metologia econômica para a análise de
custos em sistemas de informação é apresentada como o
instrumento mais eficaz para a tomada de decisões. Normalmente, custos em sistemas de informação são compi•ados por processos contábeis tradicionais, que possuem
pouco valor informativo para o nível de decisões estratégicas. O custo unitário, ou custo médio, tendo como base
unicamente o volume de serviços prestados pelo sistema,
parece ser uma visão simplificada do problema de custos em
sistemas de informação. O comportamento dos custos em
sistemas de informação sofre efeitos de outras variáveis e não
somente do volume de produção. Essas variáveis constituem
as condições operacionais do sistema, específicas para cada
tipo de sistema de informação documentária. O conhecimento dessas condições operacionais e a identificação dos
custos marginais associados fornecerão melhores indicadores
no processo decisõrio, redução de custos e política de preços.
I

A necessidade de uma Base Teórica para Análise

A Ciência da Informação vem sofrendo por longo tempo
um exagerado otimismo experimental. Acredita-se que os
Piocessos experimentais de medição de seus fenômenos
podem ser sempre elaborados independentes da construção
de uma base teórica apropriada. Entretanto, ao se utilizar
Uma aproximação metodológica pertencente a uma outra
disciplina, como no caso da economia, os cientistas da inform.ação precisam em primeiro lugar estar de acordo com as
associações a serem feitas entre a base teórica escolhida e os
problemas da informação. Essa associação de conceitos
— 117 —

�düveria preceder sempre os processos experimentais e o testo
de hipótese. O teste de hipóteses é feito em uma linguagem
e o pensamento do pesquisador opera em uma outra linguagem.
A procura por uma base teórica para a análise econômica de sistemas de informação documentária foi induzido,
principalmente, pelo fato de que os estudos de custos em
sistemas de informação estão orientados basicamente para
o enfoque financeiro ou contábil e não o econômico.
O custo contábil detalha a alocação de fundos entre os
sub-sistemas do sistema total e é essencial para a confecção,
apresentação e acompanhamento do orçamento anual do
sistema; não tem maior valor, entretanto, como informação
para o processo decisório, ponto de primordial importância
na administração desses sistemas. O custo médio (ou unitário), calculado a partir do processamento contábil, é
apresentado na bibliografia existente sobre o assunto, como
urna medida para previsão e planejamento. Nessa mesma
literatura a avaliação econômica é baseada no custo contábil, o que pensamos ser um grave erro de interpretação
de conceitos.
2.

A Análise dos Custos e a Análise Econômica

A análise do comportamento dos custos em sistemas de
informação é praticamente recente e aparece como subproduto de análises de custo-eficácia, análise custo-benefícic.
ou tentativas de fixação de uma política de preços para
serviços de informação.
Numerosos estudos sobre custo médio são encontrados
na literatura sobre o assunto. Praticamente nenhum estudo
se encontra fundamentado em uma base econômica específica e adaptada para sistemas de informação.
O conceito de custo econômico, como custo realizado
(sunk cost), custo de oportunidade, custo marginal ou
incrementai não foi adotado como metodologia para o
estudo do comportamento dos custos em sistemas da informação.
Vale aqui definir os tipos de custos mencionados anteriormente .
— 118 —

�o custo médio é definido como o custo por unidade de
serviço, i.e., representa o custo total do período dividido
pelo número de unidades de serviço durante aquele período.
O custo realizado (sunk cost) representa qualquer custo já
efetivado no momento da decisão. Não tem o administrador
do sistema qualquer controle sobre esse custo (a curto
prazo) pois já foi efetuado, sem qualquer importância portanto, no processo decisório. O custo oportunidade representa o custo de uma oportunidade "perdida" pela aplicação
düs recursos em uma outra opção. O custo marginal representa o acréscimo ao custo total causado pela produção de
n\ais uma unidade do produto ou serviço.
O comportamento do custo médio, a curto prazo, é útil
ao administrador de diversas maneiras:
a) para estabelecer padrões de custo com finalidade de
controle;
b) para estabelecer programas de redução nos custos;
c) para dar indicações na estimativa de custos futuros.
Entretanto, para o processo decisório, o importante será
o conhecimento do comportamento do custo marginal.
Cirande parte das decisões gerenciais será feita levando em
(•onsideração o custo adicional, ocasionado por qualquer
n^cdificação (quantitativa ou qualitativa) na estrutura de
serviços do sistema e a receita adicional prevista. No caso
de serviços que não sejam cobrados, o balanço do custo
adicional com o benefício adicional ou o "benefício marginal" constituiria o fator de decisão. Para o administrador
1'acional esta atitude seria aplicável a qualquer tipo de
decisão: introdução de um novo serviço, modificação no
Piocesso de transformação (modificação no processo de
íinálise dos documentos) ou uma nova política em relação
9-os usuários do sistema. Esta é a razão do crescente inte'"esse do administrador de sistemas de informação no estudo
custos incrementais para a análise dos custos operac:ionais do sistema. Ao mesmo tempo, torna-se cada vez
niais reconhecida a baixa relevância que os custos de profíução de serviços de informação, compilados pelos métodos
tradicionais de contabilidade, têm no processo decisório.
A contabilidade tradicional assume que os custos uma vez
I'eduzidos à unidade monetária têm comportamento homo— 119 —

�gêneo e igual importância. A contabilidade ortodoxa pouco
informa a respeito das condições operacionais em que está
operando o sistema. Aliado ao conceito de custos unitários
ícusto médio) a contabilidade ortodoxa fornece pouca, e
muitas vezes incorreta, informação sobre o comportamento
dos custos do sistema. Custos médios, deduzidos de sistemas de informação operando em diferentes condições operacionais, não podem ser generalizados para predições do
futuro ou serem indicadores da eficiência do sistema.
Sistemas de informação utilizando diferentes fatores de
produção ou mesmo uma diferente combinação desses fatores, devem ser analisados isoladamente dentro de sua
ambiência específica, levando sempre em consideração que o
comportamento dos custos é afetado por diversas variáveis
(que formam as condições de operação), das quais o volume
de serviços é apenas uma.
Fatores de Produção;
Ao realizar-se uma análise de produção para estudar o
comportamento dos custos deve-se selecionar certos fatores
cujo efeito na produção e nos custos pretenda-se estudar
mais de perto.
Muitos processos de produção necessitam, a fim de
alcançarem seus objetivos, a utilização de grandes instalações, o que define de maneira precisa a "capacidade" do
sistema. Essa capacidade não pode ser alterada exceto
incorrendo-se em grandes custos e após considerável período
de trabalho construcional. Em tais casos é de interesse
econômico verificar como a quantidade do produto, sua
qualidade e seu custo variam, se os fatores que detemáinam
a capacidade de permanecerem constantes, enquanto outros
fatores possam variar. Os primeiros são chamados fatores
fixos e os segundos variáveis. A combinação desses fatores na
estrutura de produção formam as condições operacionais do
sistema.
Em um processo de produção industrial a utilização de
grandes máquinas, a localização física e a facilidade de
transportes definem de maneira clara a capacidade técnica
da unidade produtiva. Esse conceito de capacidade ainda
— 120 —

�wão foi definido para sistemas de informação. Acreditamos
que a capacidade irá variar de acordo com o sistema espe
cífico e Os serviços oferecidos. Para a biblioteca, a capacidade deve incluir a localização física, equipamentos e o
tamanho da coleção. Para pesquisas retrospectivas o volume
dos dados (em número de itens) e as possibilidades do equipamento podem definir a capacidade do sistema. Para
disseminação seletiva, o número de itens adicionados em
cada período (taxa de entrada) e as possibilidades do equipamento definiriam a capacidade.
Se a linha de raciocínio acima for aceita, poderíamos
presumir que sistemas de informação estão operando em
estado de sub-capacidade ou tendo sempre capacidade
ociosa. Em sistemas como a Biblioteca e a Pesquisa Retrospectiva, essa ociosidade aumenta anualmente para atender
a requisitos de qualidade ligados aos objetivos do sistema.
O conceito de capacidade, constitui, portanto, uma importante linha de investigação, pois podemos modificar o conceito de economia de escla em sistema de informação.
Em uma simplificação exagerada, teríamos basicamente três fatores que executam o processo de transformação
em sistema de informação;
1.
2.
3.

Esforço inicial — custos iniciais de instalação.
Esforço de entrada — incluindo atividades de seleção, análise e armazenamento.
Esforço de saída — incluindo atividades de estratégia de busca, manutenção de perfis, processamento
manual ou mecanizado, distribuição, etc.

Em termos de capacidade e custo, esses fatores seriam
classificados como:
1.

Esforço inicial

2.

Esforço de Entrada

3.

Esforço de saída

custo fixo, inescapável depois
de efetuado, determina a capacidade .
custo fixo, e inescapável após
efetuado, determina a capacidade.
custo variável em unidades
do serviço até atingir a capacidade do sistema.

— 121 —

�3

CONCLUSÃO

Condições operacionais — variáveis relacionadas ao custo
de produção do serviço.
Utilizando-se dados reais de estudos de custo em sistemas de informação realizados por Vickers (1) e Peeters (2),
procurou-se determinar as variáveis que influenciam o comportamento do custo nesses sistemas. Ambos os estudos utilizam o conceito de custo unitário ou custo médio onde o"
volume de serviços seria a única variável a explicar o comportamento do custo de produção do serviço. Esses estudos
indicam, ainda, a existência de uma relação inversa entre o
custo e o volume de produção. O custo total decresce com
o aumento no volume de produção do serviço.
A análise dos dados indicados permitiu as seguintes conclusões:
a)

Para pesquisa retrospectiva está parcialmente errada a relação inversa entre custos e volume de produção de serviços. A menos que os custos fixos do
esforço de entrada dos dados no sistema (inescapável depois de incorrido, e, portanto, sem valor para
o processo decisório a curto prazo) sejam considerados não existe indicação de que a relação inversa
se apresenta. Existem, contudo, indicações de que o
custo variável e, provavelmente, o custo marginal é
função crescente (aumento do custo com aumento
no volume de serviço) de condições operacionais
tais como;
Esforço de entrada
Tamanho do banco de dados (número de itens)
Esforço empregado na pesquisa

b)

Para serviços de disseminação seletiva existem também evidências de que o volume de serviço (número
de pesquisas efetuadas, número de perfis por pesquisa, número de itens recuperados) não é a única
variável explicando o comportamento do custo de
produção do serviço. As variáveis relacionadas abai'
xo foram identificados como influenciando o comportamento do custo de produção de serviços de disseminação seletiva em sistemas mecanizados:
— 122 —

�1) número de pesquisas por ano
2) número de execuções ("run") por ano
3) número de registros por ano
4) número de termos de pesquisa por perfil
5) número de itens recuperados por execução
6) número de registros por execução
7) tamanlio do arquivo por pesquisa
8) número de perfis por pesquisa
9) custo do processamento mecanizado pov
execução
10) manutenção de perfis do usuário
11) número de termos de pesquisa por execução
O conhecimento dessas variáveis e sua atuação no comportamento do custo permitirão a construção de um modelo
e&lt;"onômico para o administrador utilizar, e de forma mais
racional, tomar decisões e formular políticas para o seu sistema de informações.

Í^ITAÇÕES BmLlOGlíAFlCAS
1

PIOWERDEW, A.D.J. and WHITEHEAD. Cost-Effetiveness and Cost Benefit. Analysis in iniormation Science. Report to OSTI (Project SI/97 03). London,
School of Economics and Political Science, 1974,

2

PEETERS, E. Coots du traitment automatique del information documentaire. Bruxelles, Association Beige do
Documentation, Mai. 1974.

3

VICKERS, P. The Cost of RIeclianized Information Systems. Paris, Directorate for Scientific Affrairs, Organization for Economic Co-operation and Development,
1974.
— 123 —

�DEBATES
ANTONIO MIRANDA: Uma das coisas que têm desmerecido o trabalho bibliotecário no Brasil é, justamente, a falta de indicadores econômicos sobre o custo dos serviços que
eles organizam. Os serviços de informação são caros e nós
não sabemos determinar o custo e o retorne do capital. Informação per capita. Os investimentos de capital são altos
e é muito difícil justificar para nossos administradores o
custo dos serviços dos quais não se tem retorno quantificável, como é o caso da informação.
NEUZA DIAS MACEDO (Professora de Biblioteconomia
da USP): Como e onde introduzir no currículo de graduação
de bibliotecário unidades sobre custo de informação?
ALDO DE ALBIQUERQUE BARRETO: Acho que deveria
ser introduzida como uma cadeira que temos aqui no IBICT:
Administração de sistemas de Informação, porque custo é
uma forma de avaliação, custo é planejamento e, planejamento é uma das funções administrativas.

— 124 —

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