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                  <text>O

A DO PLANEJAMENTO DE SISTEMAS DE BIBLIOTECAS
*

LUIZ
DA SILVA
UFPb.
Ex-Diretor da Biblioteca Central
Professor do Departamento de Biblioteconomia e
UFPb.
do IBICT e Coordenador do Programa de
e
do Conselho Nacional de Desene
- CNPq.
volvimento

o do planejamento
O presente trabalho o pretende diagnosticar a
de sistemas de bibliotecas
s no Brasil
o este que s poder ser
levado a efeito por um grupo de trabalho especialmente
o
mas o somente um levantamento e
o de pontos para uma
o sobre o assunto, que
.
se encontram de certa forma, j registrados na literatura sobre a

Documento

.

o do

o sobre Planejamento de Sistemas de Bibliotecas

�1. AMBIENTE DO SISTEMA

Para efeito do presente trabalho considera-se como ambiente do sistema,
o interno de cada Universidade, o se abordando portanto sistemas nacionais
o
ou regionais.
2.

O IDEAL

s pode ser entendido, teoricamente,
Um sistema de bibliotecas
como um conjunto de bibliotecas que se dispuseram a obedecer um plano comum, vio ou objetivo, mantendo
o regular, interdependensando determinado
do entre si para
o do sistema. Cada uma delas pode ter sua estrutura
pria, propriedades e
s mas, desde que se constituem em sistema, passam a interagir dentro de normas estabelecidas pelo plano comum, sob a
o de uma unia do sistema. (8:16)
dade aceita como

3.

O REAL

Analisando-se o comportamento das bibliotecas
observa-se que o seu desenvolvimento em muito divergiu da
acima exposta.

s no Brasil,
o de sistema

o das bibliotecas
s seguiu o modelo da
a
A
o das diversas universidades do
s que foram formadas a partir da
o
, estaduais e federais,
o exisde Faculdades e Escolas de ensino superior
s a respeito da
o das diversas universidades no
s
o repletentes, As
s que, conscientes da sua autotas de fatos pitorescos a respeito das diversas
nomia anterior, resistiram ou impuseram
s
o
a proposta.
o conhecidos os exemplos das tradicionais e
s Faculdades de Direito
que hoje em algumas universidades federais, constituem verdadeiras anomalias dentro
da estrutura
.
Se entre as
s de ensino houve
a
o univer, o que dizer das bibliotecas? Elas se
m em baluarte da
a
uma
o central, passando a representar a antiga autonomia perdida de suas
.
Segundo Hamar em
e sobre a
o das bibliotecas
s
brasileiras, apresentada durante o V Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docu, "a
,
o e
o das bibliotecas
s se fez de
s de
a e uso imediato, sob o aspecto
maneira isolada, para atender

�de literatura operacional. O desenvolvimento, portanto, se estabeleceu de maneira
, alheio as
s
s de
, em qualquer fase, com
programas que tendessem para uma
a
, visando um estreito
culo de
" (5:1)

que:

Comparando-se a

a)
o houve
decer um plano comum;

o real com o modelo

o de sistema verifica-se

o das bibliotecas das Escolas e Faculdades para obe-

b) apesar das Faculdades e Escolas terem se organizado em Universidades,
o de uma Reitoria, as bibliotecas funcionaram de uma maneira estansob a
que evitando qualquer forma de
;
a por parte das bibliotecas, sempre com o respalc) houve grande
do dos diretores das unidades
,
o de uma
o
s de
o central. CUNHA em trabalho apresentado no 1? Congresso de Biblioteconomia,
o brasileiro ainda o
realizado em Recife, em 1954, informa que "no meio
devidamente apreciada a vantagem de uma
o central que coordene os
s
das bibliotecas" (2:229)
5. AS PRIMEIRAS TENTATIVAS DE

O

As primeiras tentativas de
o de Bibliotecas pertencentes a
mesma Universidade foram verificadas com a
o de Bibliotecas Centrais na Universidade de o Paulo e na antiga Universidade do Brasil, hoje no antigo Distrito Feo Central de Bibliotecas na
o Universidade do Recife, hoje Univerderal e do
sidade Federal de Pernambuco.
Na USP, apesar dos
, a Biblioteca Central o conseguiu uma efeti. 0 caso da Universidade de o Paulo um exemplo claro da estrutuo de uma Universidade a partir da
o de
s unidades existentes com as
suas respectivas bibliotecas.

va

Na antiga Universidade do Brasil ocorreu algo semelhante, carecendo a
o coordenadora.
Biblioteca Central de qualquer
Na
o Universidade do Recife partiu-se para uma
o
a com a
, em 1953, do
o Central de Bibliotecas, a primeira
a bem suceo de
s
. O
o passou a administrar toda a
dida de
atividade de biblioteca na Universidade estabelecendo uma filosofia comum de traba-

�Iho, promovendo treinamento de recursos humanos, controlando as verbas para aquio de material
o e padronizando normas e
s de
s de cata,
o e de
s aos
s sem
oa
o de acervos. A
a do Recife passou
, a ser adotada, com
, em outras Universidades.
6. A REFORMA
BLIOTECAS

A E O PLANEJAMENTO DE SISTEMAS DE BI-

A Reforma
a levada a efeito a partir de 1969 o enfocou direo do seu Roteitamente a bilbioteca. 0 Prof. Edson Nery da Fonseca afirma no
ro para
o de Bibliotecas
, elaborado por iniciativa da
o
Diretoria de Ensino Superior do MEC, que nos muitos trabalhos que leu sobre o assunto, o encontrou
a aos problemas das bibliotecas nas universidades brasileiras
o das bibliotecas na lei que trata da nova
o das universi(4:9). A o
dades,
o consiste em uma
o segundo LEMOS e MACEDO mas um consenso
o quanto necessidade da biblioteca
. (6:41)
O enfoque
o no qual a reforma do ensino superior foi considerada,
o dos diversos componentes, visando a maior produtividade do
requer uma
setor, dos quais a biblioteca representa um dos subsistemas mais importante (7:7).
Com efeito foi a partir da Reforma
a que, de acordo com o
o da
o
o de meios para fins
, que as universidades passao de unidades centrais na
o
ram a reorganizar as suas bibliotecas com a
s suplementares dentro da estrutura
, com a finalidade de coordede
nar
s
.
a especial deve ser feita
o da Biblioteca Central da Unia que, de acordo com o primitivo Estatuto da Universidade, aproversidade de
vado pelo Decreto n? 1.872, de 12 de dezembro de 1962, compreenderia "unidade
principal de obras gerais e de consulta, dotada de
s de
,
,
oe
o
o e cultural", coordenando as atividades das bi. Tal
bliotecas especializadas nos Institutos Centrais das demais Unidades
, contudo, influenciada pela Reforma
, foi corrigida no Estatuto seguinte que estabeleceu uma Biblioteca Central
. (336)
a
As bibliotecas centrais, todavia, criadas a partir da Reforma
eram, na maioria dos casos, in nomine. Constituiam-se quase sempre em uma bibliotea para exercer
o
ca a mais na universidade, o dispondo de qualquer
coordenadora.
o centralizavam os
s de
o nem o processamento
nico, faltando
chefia da Biblioteca Central
o
, administrativa

�com

o

s demais bibliotecas setoriais ou departamentais. Em alguns casos havia

apenas uma

o

a que

o produzia resultados devido a falta da vincula-

o administrativa que fizesse com que as
7. FATORES QUE I NI BI RAM A
CAS

s do

o central fossem acatadas.

O DE SISTEMAS DE BIBLI OTE-

s de um breve exame aos mais significativos trabalhos existentes na
o das bibliotecas
s no Brasil, podemos considerar
literatura sobre a
como fatores inibidores do desenvolvimento
o do setor:
7.1

a de
, modelos, ou
s comuns de
o e
o de
s surgidos das necessidades nacionais. Quase sempre se partiu para
o irracional de modelos sempre desvinculados das realidades locais.

7.2
Funcionamento estanque. As bibliotecas permaneceram isoladas dentro das
suas unidades sem estabelecerem um inter-relacionamento na
a Universidade
m com as bibliotecas das outras Universidades. Permaneciam
,
como
a Universidade, desconhecendo, em
apartadas do processo de planejamento da
muitos casos, os programas
s em andamento e as
s futuras.
7.3

Falta de planejamento integrado no qual derivam ser levados em conta o

Plano Setorial de

, o Plano

gico, os planos das

s Universidades e respectivas Unidades e o plano anual de

o de Desenvolvimento

o e

-

trabalho da Biblioteca.
7.4

Falta de
o dos objetivos das bibliotecas
, em
o da
a
o dos objetivos do ensino superior, limitando-se a definir apenas as
o e
o das atividades face demanda.
finalidades do
7.5

, na maioria dos casos, de Regulamentos/Regimentos aprovados

determinando a estrutura e
7.6

s das bibliotecas.

a de recursos materiais e financeiros, colidindo as
o de acervos) com a
a de
s
s ou

s propostas
.

7.7
o de
s sem base em
s resultantes de pesquisa institucional, das peculiaridades e necessidades locais e regionais.
7.8
a face a
rio.

a de recursos humanos capacitados para o planejamento e
o de ensinamento

o nesta

a na

o do

o progra-

�7.9 Falta de
o por parte da
papel da Biblioteca no ensino aprendizagem e da

a administrativa da Universidade do
o
a do
.

7.10 Falta de recursos institucionais para que o
efetiva
o coordenadora.
8.

O ATUAL - EM BUSCA DE UMA

o central pudesse exercer uma

A PLANEJADORA

Na
a
a pode-se dizer que uma
a planejadora passou a
. As
s do Semi-'
orientar o desenvolvimento das Bibliotecas
o para Estudo dos Problemas de
o e Funcionamento das Bibliotecas
, realizado em 1973, sob o
o do Conselho de Reitores das Unio Brasileira de Bibliotecas
,
versidades Brasileiras e da extinta
enfocaram a abordagem
a na qual os
s de
o das Universidades
. Salientaram a
devem ser colocadas, integrando a biblioteca no sistema
necessidade de haver um
o central coordenador da rede de biblioteca, da Universidade. (9:115)
Merece destaque os
estudos para
o de uma
, promovendo a
cas
s de
oe

s da
o ABBU que visava a
o de
a nacional de desenvolvimento para as biblioteoea
o de
sea
o de
.

O Plano Setorial de
o e Cultura, elaborado para o
o 1975/
1979, estabeleceu no Projeto 21 a
o dos
s de
a
, destinaa para
r a estrutura e
s das Universidades, vidos a fornecer
o da reforsando um melhor desempenho face s necessidades criadas pela
ma
. (1:483) Dentro desta filosofia foi criado o
o de
a
a em Sistemas de Bibliotecas
s
NAT-08 que teve como objetivo
oferecer
o a profissionais de biblioteconomia de
s de Ensino Superior
s e prestar consultoria s IES deninteressados em Sistemas de Bibliotecas
tro dessa
o com vistas melhoria do desempenho e da produtividade e a
maior
a e
a no uso dos recursos documentais
s e consequente
o no
l de atendimento dos
. O NAT-08
m se propunha a estudar a forma mais apropriada de definir um modelo de Sistemas de Bibliotecas para as
se
s colhidas pelos estauniversidades brasileiras, com base nas
s e durante as visitas dos consultores as IES.
Outro fator que vem contribuindo para uma
a de mentalidade
o de recursos humanos especializados em planejamento de sistemas de bibliotecas
s de diversos cursos de
o organizados em diversas Universidades e nos cursos de mestrado existentes. Vale
m mencionar a
o da disci.
plina Planejamento e estudo de sistema nos cursos de

�Finalmente merece destacar o apoio de organismos como o MEC/SESu/
CAPES e PREMESU que muito vem contribuindo para um melhor estudo das biblio. A CAPES,
s da Assessoria de Planejamento
o
tecas
s chamar de
o institucional, para
contribuiu com trabalho que
um trabalho planejado.

Este
o um exemplo de que a busca de uma
a planejadora para orientar as atividades de nossas bibliotecas est clara e definida e que j sabemos encontrar o nosso caminho.

�REFERENCIAS

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o da
1975-1979.

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, 1975.

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              <text>Visão panorâmica do planejamento de sistemas de bibliotecas universitárias. (Simpósio sobre o planejamento de sistemas de bibliotecas universitárias - Painel sobre Planejamento de Sistemas de Bibliotecas Universitárias)</text>
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              <text>O presente trabalho não pretende diagnosticar a situação do planejamento e sistemas de bibliotecas universitárias no Brasil — diagnóstico este que só poderá ser levado a efeito por um grupo de trabalho especialmente constituído — mas tão somente um levantamento e sistematização de pontos para uma reflexão sobre o assunto, que se encontram de certa forma, já registrados na literatura sobre a área.</text>
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