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                  <text>ASPECTOS DO PLANEJAMENTO E

O DE BIBLIOTECAS
S NO BRASIL*

Mafra Mosqueira
MEC/PREMESU
O

Neste trabalho procuramos levantar a
o atual do planejamento e
o de
s de bibliotecas
s no Brasil e de como se comportam
, os
s
m
s para este fim. Temos a
do ponto de vista
s aspectos distintos do problema: a fase de planejamento, a fase de projeto e conso e a fase de
o e uso.
Na primeira destaca-se a necessidade de se elaborar um programa adequado
; na segunda
o
como resultado de um trabalho conjunto de arquiteto e
bem caracterizadas as metas funcionais e
s na medida em que o projeto deve preo em termos de mateencher as necessidades do programa e refletir a cultura da
riais e
s construtivas,
m de, naturalmente, constituir
o
l do
o e ambiental; na terceira fase, temos a
o e uso do
,
ponto de vista
testando-o na
a em
o do objetivo para o qual foi projetado e procedendo
aos
s ajustes.
Procuramos discorrer sobre aspectos bem objetivos do problema deixando
, problemas
s cuja
o requer
de lado, sempre que
se subjetiva. Da mesma forma, o nos detivemos na
e de elementos que obrigatoriamente devem comparecer no processo de projetamento
.
oa
o de detalhes,
s que o
Procuramos evitar neste
tomariam longo e cansativo. Pretendemos o uma lista de qualidade e defeitos, mas
colocar este documento como um alerta para os profissionais envolvidos neste trabalho.
1. ASPECTOS

S

s UniversiUniversidade no Brasil coisa relativamente recente.
s integradas em Campi somente
m a ser pensadas a partir de 1930 com a
o do
o da
o e Cultura e
e
.
* Documento

o do

o sobre Arquitetura de Bibliotecas

.

�Consequentemente, Biblioteca Central
a
m
recente
pois, refletindo sempre a estrutura das universidades, as bibliotecas cresceram e
o com a
o de
ram com elas. A grande maioria das nossas universidades teve
faculdades isoladas que j
m suas bibliotecas. Assim as bibliotecas
rias eram setoriais e vinculadas a cada faculdade. Com o advento da Reforma Univera em 1968, procurou-se recionalizar a
,
s da
o dos
meios s atividades-fim de Universidades, conceitos com o da
o
o de
meios" e outros. Ficou evidente que as bibliotecas deveriam se reorganizar de forma a
s definitivamente ao
minimizar custos e conseguir um desempenho capaz de
Ensino, Pesquisa e
o pois a
o destas atividades gerou a necessidade
de
o dos
s oferecidos aos
, at
o limitados ao
o
domiciliar e ao oferecimento de uma sala de leitura. Em resumo, a Reforma gerou os
Campi e com eles surgiram as Bibliotecas Centrais que passaram a conviver, pelo menos
, com as bibliotecas setoriais localizadas em unidades isoladas
nesta fase de
Universidade,
m objetivando
s em um
o corpo administrativo e
mesmo
.
2.

O DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO

O ATUAL

a vive hoje uma
o de
o mesmo nas Universidades
onde os campi j se consolidaram pois ainda persiste a dicotomia biblioteca central
a
a de
o de livros" para "cenversus biblioteca setorial e a
tro de
. Do ponto de vista do
, ela ainda
o mudou muito pois
geralmente professores e alunos desconhecem as potencialidades da biblioteca atual.
s que a Biblioteca tem as seguintes
s dentro da UniverEm linhas gerais
sidade:
manter a
o tradicional de
o de
,
s e pesquisas, mas j de maneira
, com
oe
o com
outras Bibliotecas, expandindo as suas potencialidades de uso;
apoio s atividades
,
do acervo tradicional, seja
audio-visual);

s de auto-aprendizado, seja
s
s de novos sistemas (microformas e

apoio s atividades de pesquisa,
a)

b)

s de:

,
o e
o
sistema inter-regional de dados;
o de
o seletiva de

s

;

o de bibliotecas de um

sa

l individual (dissemi-

�c)

o de banco de dados sobre as pesquisa realizadas em realio na Universidade;

apoiar atividades de
, levando a cultura
, diretamente ou
s de programas de
o desenvolvidos pela Universidade;
pesquisar e desenvolver novos
promovam a melhoria de seus
acesso
.

s no campo da
, que
, principalmente a facilidade de

3. DESENVOLVIMENTO DA METODOLOGIA DE PROJETAMENTO

A
o do conceito de Biblioteca Central levou
o dos
,
s e
s quantitativos para projetamento arquicorrespondentes
,
s de consultores estrangeiros, sem
a dos problemas e
s
locais.
A partir da
o de alguns
s de Biblioteca Central no Brasil,
o de seu uso s
s locais
tanto no aspecto
o quanto no de
o
j existe, e continua se expandindo, a
a nacional no planejamento
o e manejo das Bibliotecas Centrais. importante que os
s
s originais, as
s geradas pelo uso, pela
o s
analisem os
s locais e as novas
s de uso, para que, na
o de programas
, possam contar com
s de projetamento mais
s da
para novos
nossa realidade
, cultural e
.
s o s de aproveitar
a de outros
s mas
m de procurar contribuir para um novo
aqui a
modelo de Biblioteca
a Central no Brasil, atendendo para a necessidade de
se considerar para cada
, as
s locais.
e da

o
o
arquiteto na montagem de um projeto de
A
Biblioteca Central, essencial para se chegar a um resultado
o na
o
. O
o deve ser capaz de analisar criticamente o programa
gerado
do
s da Universidade
o grau de
o dos equipamenpelas necessidades
o a ser atendido, o pessoal a ser empregado nos
s etc. A
tos e tarefas, o
solidez e a
o de tais dados, aliados a um suporte
o das
s de
o na
Universidade,
o um solo firme onde o arquiteto pode caminhar sem atropelos no desenvolvimento do projeto.
importante que, ao se programar um
conte com sistemas modernos e sofisticados de
seja prevista uma

o

o de Biblioteca Central que
o de
s
,

inclusive com espacos determinados

de treina-

�mento e
o dos
s para as potencialidades de uso do
, pois
o cultural local concebe, de
, a possibilidade de
o
nem sempre o
s de estudo, pesquisa e
o da
, fora do
de equipamentos e
tradicional.
4. ASPECTOS MAIS RELEVANTES E DISCUTIDOS DOS
S
S NO BRASIL
CAS

S DE BIBLIOTE-

A despeito do grande
o que vem sendo realizado pelas
s
,
s do governo e pelas
s
s das bibliotecas,
de
verifica-se que em certos aspectos o processo de planejamento e
o de bibliotecas continua apresentando alguns pontos controvertidos, como por exemplo:
que quando o chega
a) verifica-se um certo culto monumental idade
a comprometer funcionalmente
o faz em termos de custo de constru, de
o e de desarmonia com a da realidade
ca local;
o impostos pelo mercado e de
b) uso de materiais de
construtivas nem sempre condizentes com as disponibilidades de
de-obra e equipamentos da
;

s
-

o em segundo plano, de
s
s tais como locao e
o adequadas, paisagismo do entorno do
o ou
sistema estrutural
, o que fatalmente acaba gerando solus mais complicadas tecnicamente e, portanto, mais caras e de manuo mais
;

c) a

o mais ampla e profunda por parte da maiod) a falta de uma
ria das
s das universidades do processo de
,
o e do
o papel da Biblioteca Unifuncionamento e
, gerando dificuldades, deseconomias e
s de toda a
ordem, principalmente
s a
, quando o
o
aa
ser utilizado, parcialmente por falta de equipamentos, materiais e fun;
e) falta de uma
o mais consciente e detalhada das
s
s s bibliotecas a fim de evitar
o onde os meios convencionais seriam suficientes e provavelmente mais adequados.

�A abordagem destes
s e o levantamento das
sa
s
mais detalhados exige um posicionamento
o isento de
se
s de
ordem pessoal, por parte dos profissionais envolvidos em todas as fases do processo.
o que ser desenvolvido a partir de
,
o apresentados, analisados
No
e discutidos os principais aspectos de projeto e
, bem como os problemas
.
surgidos no decorrer do uso dos
o
a dos
s de biCom o objetivo de delinear o quadro da
bliotecas
s no
s
principalmente as centrais
passamos a expor, sumariamente, a resposta
ao
l de
a
dos
s existentes s principais exis que devem cumprir visando um bom funcionamento.
4.1

Aspectos Locacionais

, tem observado a
o do
Alguns dos projetos j realizados entre
o no centro de gravidade das grandes
s de
s nos campi. Eno
tretanto, outros elementos importantes tais como facilidade de acesso,
l e principalmente
o com o sistema de transportes interno e externo
o o tratados com o devido cuidado.
Encontramos bibliotecas relativamente isoladas, a margem das grandes
o de
s e s vezes sem nenhum atrativo externo em termos
. Acesso e estacionamentos
s e ensolarados o fatores que tem
ocorrido como um dos elementos da
a que atinge o
o (outros elementos
desta
a referem-se a:
a quanto aos
s prestados pela biblioteca e
desconhecimento do funcionamento da mesma).
s de

4.2

o

o efeNeste aspecto temos a registrar que nem sempre ocorre a
tiva do
o na
o dos programas
. Verifica-se, s vezes,
grande desarmonia entre a estrutura da biblioteca e a da Universidade. Como consea temos a
o de
s
s ou subutilizados ou a o
o
de outros que seriam essenciais.
a base para um projeto
Evidentemente, um bom programa constitui
o adequado. Infelizmente, constatamos que nem sempre se procede
lise e
o de elementos tais como aspectos culturais locais,
l de
o
,
o da biblioteca de acordo com as reais necessidades do
o
local e
o dos graus de flexibilidade para
oe
. Insistimos na
necessidade de estarmos sempre com os s no
o na
o do programa afim
de evitarmos males s vezes
s depois do
o pronto.

�4.3

Dimensionamento e

o dos

s

o dos
se
s de dimenVerifica-se a necessidade de estudo
sionamento ainda em etapa inicial de planejamento afim de evitar
s sobre o
o do projeto, com
s atrasos e imassunto em fases posteriores da
.
m as futuras
s deveriam tanto quanto
l serem previstas qualitativa e quantitativamente. Convivemos ainda com a falta de
se
metros nacionais e com as dificuldades no dimensionamento de ambientes relativamente novos nas bibliotecas como por exemplo o audio-visual.

4.4

Sistema

s Construtivas/Materiais

Grande parte dos atuais
apresentam um sistema estrutural
s com facilidade e prev o
causar grandes transtornos.

s de bibliotecas
s brasileiras
. Isto significa que a estrutura permite
o de novas
s no futuro, sem

Por outro lado, do ponto de vista de
s construtivas e de materiais, o
panorama o dos melhores. Constata-se o uso de
s construtivas e estranhas
, ocasionando a necessidade de
o de
a e equipamentos de
outros estados, o que contribui para uma
l
o do custo final do
dio. Algo semelhante ocorre com os materiais utilizados: geralmente
o condizem
o em clima muito quente), o dicom o clima ( o caso de excesso de vidro e
s de serem encontrados na
o e exigem
a especializada para sua ins.
m disso, usa-se muitas vezes materiais
termos funcionais ou que sejam excessivamente
4.5

o condizentes com o uso em
.

Controle Ambiental/Conforto

s de biblioteca convivem com
oe
De maneira geral, nossos
, e com o desconforto e risco
s
umidade excessivas, ventos
e outros como por exemplo:
s provenientes de
s (bomba
, subeso
, centrais de ar condicionado etc),
s externos,
s ruidosas pertubando
s de
o etc.
, muitos desses problemas foram sanados. Alguns, no enNos atuais
tanto, persistem principalmente os de controle da
o e do vento, (h casos de
janelas que batem quebrando o vidro). 0 problema de controle ambiental torna-se parm de
ticularmente grave se consideramos que as universidades geralmente o

�recursos para

o de elementos de

, depois do

como cortinas e persianas e que, em
zem

,

o feitas

o executado, tais
, que produ-

o aspecto, co mo: pintar os vidros ou mesmo colocar papel para evitar o sol.

Quanto a
o nota-se a necessidade de maior
o no sent id o de tornar a biblioteca um local o mais
l
, apesar dos
s atuais
apresentarem elementos novos com este objetivo. Acreditamos ser
l quebrar a
monotonia utilizando-se formas, cores e materiais que propiciem este efeito. Enfatizam disso falta nas bibliotecas ambientes onde as pessoas possam falar mais
mos que
o de estarem pertubando. Verifica-se
ma
alto, sem sentirem a
cia de
, e outros elementos naturais como madeira, pedra, etc. Nota-se, ainda,
certo descaso com o paisagismo do entorno do
o o que contribui para tornar o
m de ter
s negativas a
l de
aspecto da biblioteca desinteressante,
controle ambiental.
4.6

a

motivo de muita
o mas
o se chegou ainda a um
Este aspecto
consenso. No caso de
a de janelas contra roubo de material
o
o
l do ponto de vista
o usar um fechamento com tela ou
nos parece
materiais semelhantes.
o se verifica a
o de meios modernos de
o de
pessoas ou objetos que funcionam bem mas o de custo muit o elevado.
O que ocorre de mais grave em termos de
a diz respeito a falta de
s adequadas para
o e combate a
.
o raros os
s que
m este tipo de
o em boas
s de funcionamento.
Por outro lado, reconhecemos que se trata de uma
o
. Esta uma
o que, esperamos sair deste
, pois ser amplamente discutida no
o de Arquitetura.
4.7

o cara e de
o com uma

s Especiais
Neste item englobamos
o e outras que

s prediais tais como ar condicionado e

o de apoio imediato

s atividades da biblioteca como sejam,

audio-visual, microfilmagem, etc.
Verifica-se, em algumas bibliotecas, um excesso de
s que se
. Perguntadevem evidentemente ao desejo de servir melhor a comunidade
se at que ponto a biblioteca pode prescindir delas e continuar adotando os meios

�convencionais sem
o do seu funcionamento e de que maneira seria
l evitar que o rigor e o formalismo
s de
s de tecnologia
a prejudi. Acreditamos que exista o risco de um "corpo"
que o relacionamento com os
s excessivamente preocupado com a
a do sistema e ao mesmo
de
tempo frio e distante no relacionamento com as pessoas.
Consideramos ser este um desafio que dever ser vencido pelos
rios e demais profissionais envolvidos pois, assim como
l o calor humano no
, em muitos casos
l o uso da
oe
relacionamento com o
outras tecnologias
.
O
De modo geral acreditamos que o problema de se projetar bibliotecas unis dentro da mais nova
o de universidade e dentro da tecnologia mais
moderna est sendo enfrentado corretamente e tem obtido na maioria dos casos bons
resultados. Entretanto o podemos fechar os olhos ao fato de que existem problemas
. Insistimos em que devem ser revistos
no planejamento e projetamento
os atuais programas no aspectos de
o dos
s mais especializados e na
s de dimensionamento.
o podemos esquecer que os projetos o
escolha dos
devem ser executados num clima de
s administrativas ou de o participao dos
s no processo de
o do programa e acompanhamento da exe.
E mais uma vez voltamos a defender o uso tanto quanto
, de
cas e materiais locais. Uma biblioteca, que tem que estar culturalmente comprometida
o que a utiliza,
o pode conviver com uma arquitetura totalmente
com a
contrastante, o que infelizmente tem ocorrido em nosso
. Acreditamos que ela
deva incorporar os costumes, os
, o folclore e os elementos construtivos e
s da cultura local.
decorativos
Por fim, consideramos a fase de projeto
em particular aquela de
o do programa e
o
com a etapa mais importante para o
desenvolvimento futuro do trabalho. Nesta fase, a
o do
o e do
o e dos
s
importante, principalmente quando se
administrador
busca um
o que ser o centro cultural do
o
, para onde
o
de convergir as
s e incertezas em busca da
a do conhecimento humano e
s capazes de dinamizar todo o processo de ensino, pesquisa e
o
das
da universidade.

�O

-

Arquiteto

o Mafra Mosqueira - PREMESU

Arquiteto Fernando Jos Fahel
-

UFBA

Arquiteto Ricardo Orlandi

a - UFMG

Arquiteto Jos Freire Ferreira

UFPA

- Antonio Miranda

CAPES

�</text>
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        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Este trabalho procurou levantar a situação atual do planejamento e construção de prédios de bibliotecas universitárias no Brasil e de como se comportam do ponto de vista arquitetônico, os prédios recém construídos para este fim. Abordando três aspectos distintos do problema: a fase de planejamento, a fase de projeto e construção e a fase de ocupação e uso.</text>
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