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                  <text>TENDÊNCIAS ATUAIS DO PROCESSAMENTO TÉCNICO
EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS 1 *
Cordélia R. Cavalcanti
Professor Titular
Universidade de Brasília
Análise das respostas a 271 questionários sobre
o processamento técnico em bibliotecas universitárias brasileiras. Problemas emergentes. Problemas
aparentemente solucionados. Catalogação, classificação, catálogos, pessoal técnico e pessoal auxiliar.

1. INTRODUÇÃO
A evolução das ciências, das técnicas e das tecnologias nos últimos 50 anos
superou o conjunto significativo de inovações que recebemos do passado.
E as bibliotecas universitárias como se posicionam face ao problema da informação imprescindível ao desenvolvimento científico e tecnológico?
Selecionando e adquirindo documentos de acordo com um planejamento
adequado? Dinamizando os processos técnicos? Dando ao usuário a informação que ele
deseja, quando a deseja e como a deseja?
A realidade é bem outra:
— não há aquisição planificada,
— não há processos técnicos dinamizados,
— não há atendimento adequado ao usuário;
as exceções existentes confirmam a verdade destas afirmações.
O processamento técnico, como entendido neste Documento Básico, refere-se à
catalogação, à classificação e à preparação de catálogos. Seleção e aquisição são
objetos de dois estudos separados.
* Documento básico apresentado ao grupo de trabalho sobre Processos Técnicos.

�Nossas bibliotecas universitárias ainda estâo na idade do carro Ford,
modelo T — a datilografia para a duplicação de fichas — enquanto no horizonte já se
desenham etapas do duelo entre as tradicionais fichas de 7,5 x 12,5 cm (3x5") e seus
concorrentes, os tubos de raios catódicos (ou terminais vídeo), os relatórios emitidos
pelo computador, as microformas.
As palavras acima não devem ser entendidas como uma crítica às bibliotecas ou àqueles que nelas trabalham: o exame das respostas contidas no Questionário relativo aos Processos Técnicos em Bibliotecas Universitárias Brasileiras, forneceu elementos que levaram à conclusão da existência de uma séria defasagem entre tipos diversos de bibliotecas universitárias, conforme estejam situadas em capitais, em grandes
cidades ou em pequenas cidades do interior. Há exceções, e várias.
Não parece ter havido uma evolução marcante no processo técnico
denominado "catalogação". Houve, porém, evolução do nome: descrição bibliográfica,
representação bibliográfica. Da mesma forma, o termo "classificação", na literatura específica, vem sendo às vezes substituído pela expressão "representação temática".
Mudam os nomes. Mudarão também as pessoas? Mudarão as técnicas?
O que se vê ainda hoje, como se via há 25 anos, é a tentativa de transformação de um processo simples — a catalogação — em um complicado mito: o mito de
uma pseudo-ciência que nada mais é do que uma técnica para representar e recuperar
informações bibliográficas.
A função do catálogo é a de comunicar aos usuários, de modo simples e
direto, o que existe na biblioteca e sobre o que. Não é a de servir como fonte de informação para o bibliógrafo do futuro. Não é a de substituir o exame do documento pelo
usuário.
Como instrumento de comunicação, o catálogo deve se basear em hábitos
existentes, que variam de acordo com a especialidade do usuário: aos pesquisadores
científicos interessa particularmente a data de publicação de uma determinada edição,
enquanto ao erudito interessa o autor, por exemplo.

bibliógrafo.

Não se deve confundir o catalogador com o pesquisador, nem com o

A pesquisa científica tem por finalidade trazer à tona um conhecimento
novo, ou até mesmo um conhecimento esquecido. A bibliografia, segundo Zoltowski,
tem por objetivo "recensear o mundo dos livros na sua totalidade, tal como a demografia procede com o recenseamento da população" (V. Zoltowski, Le cycle de Ia creation
intellectuelle et artistique. L'Année Sociologique, 1952, p. 163-206):

�Enquanto o pesquisador pode dedicar horas, dias, meses e anos às cogitações, e o bibliógrafo pode se dedicar às buscas infindas, relativas a "seu" autor, ou a
"seu" tema, o bibliotecário, responsável pelos processos técnicos, tem obrigação de
colocar os documentos aos alcance do usuário, no menor espaço de tempo.
O catálogo é um instrumento de busca e de encontro e não um repertório
bibliográfico.
Enquanto os processos técnicos permanecerem sob a sedução de esquemas
que brotam, florescem e até fenecem com certas plantas, os problemas de atraso e de
atualização das informações bibliográficas através dos catálogos, também vão permanecer.
Enquanto a classificação dos documentos especializados permenacer sob a
responsabilidade — em grande número de casos — de meros curiosos da matéria, que
têm boa vontade e até mesmo conhecimentos outros, mas não os requeridos pelo
assunto, também vão permanecer e aumentar, não só as classificações extravagantes e
esquisitas, mas também as longas temporadas nas prateleiras das salas de trabalho.
Enquanto a análise temática — ou classificação — se basear única e exclusivamente no conhecimento perfeito das tabelas de classificação, o pessoal que trabalha
nos processos técnicos vai continuar com o mesmo problema, ou seja, desconhecimento dos assuntos.
Enquanto todos os administradores não se compenetrarem da importância
da biblioteca universitária e não lhe derem o apoio que merecem, vão permanecer os
problemas das bibliotecas que não possuem livros, nem a infra-estrutura mínima indispensável a seu funcionamento; vão permanecer bibliotecas universitárias que utilizam
caixas de sapato como "fichários".
Esta rápida pincelada pode parecer pessimista, mas não é. Os exemplos
citados representam extremos de informações colhidos, não só em dados compilados
recentemente, mas sobretudo em conversas informais, em visitas, numa longa experiência didática e de trabalho.
Há inúmeros pontos positivos nos setores do processamento:
— há bibliotecários dedicados à solução dos problemas decorrentes dos
esquemas sofisticados;
— há bibliotecários especialistas em assuntos os mais diversos;
— há bibliotecários que questionam, estudam e aprofundam seus conhecimentos das técnicas de classificação e, ao mesmo tempo, procuram
conhecer mais sobre as áreas específicas que devem classificar;

�— há administradores que conhecem e reconhecem a importância da
biblioteca universitária.
Um ponto aparece com bastante claridade depois da análise das respostas
contidas no questionário sobre processos técnicos em bibliotecas universitárias brasileiras: não foi identificada, no conjunto das 271 respostas, uma tendência que fugisse aos
padrões já estabelecidos.
Uma pergunta porém se impõe: as coisas permanecem como estão porque
as bibliotecas e os bibliotecários se acomodaram na conhecida lei do menor esforço?
Ou permanecem como estão porque os administradores não fornecem os meios necessários ao exame, diagnóstico e solução dos problemas?
Impõe-se, também, um outro tema para reflexão pelo Grupo de Trabalho
que vai estudar os processos técnicos: nas condições atuais, as bibliotecas universitárias,
em sua grande maioria, podem ser consideradas como universitárias (ou acadêmicas) no
sentido mais rigoroso da palavra? Até que ponto essas bibliotecas vão ao encontro das
necessidades de seus usuários — alunos, professores, pesquisadores, funcionários? Até
que ponto a disponibilidade dos documentos necessários engloba, não somente a
seleção e a aquisição, mas sobretudo a rapidez em colocá-los ao alcance do usuário?
Até que ponto os profissionais mais qualificados estão engajados em tarefas rotineiras
e repetitivas? Até que ponto estão esses mesmos bibliotecários engajados na catalogação, na classificação e na elaboração dos catálogos essenciais aos usuários? Até que
ponto estão eles engajados no atendimento aos usuários?
São perguntas para debate.
2. ANÁLISE DAS RESPOSTAS DOS QUESTIONÁRIOS
2.1 Este informe abrange apenas 271 bibliotecas universitárias: do total de 280
questionário que foram respondidos e devolvidos, 9 (nove) não foram analisados por
não conterem dados válidos.
2.1.1 O Guia de biblitoecas universitárias brasileiras, editado pela CAPES
(Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) em 1979, relaciona
487 (quatrocentos e oitenta e sete) bibliotecas.
2.1.2 Portanto, a "Pesquisa sobre processos técnicos em bibliotecas universitárias brasileiras" vai levar em consideração um pouco mais do que a metade das referidas bibliotecas.

�2.1.3 Pode-se afirmar, entretanto, que esta amostragem é suficiente para indicar padrões já estabelecidos e para indicar alguns dos problemas que as afligem.
2.1.4 Nos 271 questionários, as regiões geográficas estão assim representadas
e aqui confrontadas com as informações do Guia: (cf Quadro 1)
Questionário
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Subtotal
Sem indicação de local
Total Geral

Guia

15

4
59
134
37
7
241
30
271

127
235
92

18

487

2.1.5 Observe-se de imediato que os totais obtidos em cada item, quando somados, nem sempre atingem o número total de 271 — aliás poucos o atingiram —
porque várias bibliotecas não os assinalaram, enquanto que, em outros casos, aquele
número foi excedido, por terem sido indicadas, por uma só biblioteca, mais de uma das
respostas.
2.1.6 Dos 17 itens do questionário — e respectivas subdivisões — alguns
deixarão de ser analisados porque várias bibliotecas não os assinalaram.
2).

2.1.7 A análise foi iniciada pelo item 4, Sistema de Classificação (Quadro

2.1.8 A Classificação Decimal Universal é a mais utilizada nas bibliotecas
universitárias (147), sendo que a preferência recai na edição média (70 bibliotecas).
2.1.9 A Classificação Decimal de Melvil Dewey é aplicada em 137 bibliotecas, destacando-se a 18a edição, usada em 85 bibliotecas. Algumas, porém, já utilizam a 19a edição (cf. Quadro 2).
2.1.10

Entre as classificações especializadas foram citadas:
— Black, para odontologia
— Doris de Queiroz Carvalho (direito)
— National Library of Medicine (USA)
— American Mathematical Society
— Oceanografia

5
4
4
2
2

bibliotecas
bibliotecas
bibliotecas
bibliotecas
bibliotecas

�2.1.10.1 Foram mencionadas também, uma vez cada, as classificações especializadas de enfermagem e de veterinária (cf Quadro 2).
2.1.10.2 Uma biblioteca informou que utiliza a localização fixa.
2.1.11

Alguns pontos devem ser salientados:

2.1.11.1 várias bibliotecas usuárias da CDU assinalaram as três
edições: abreviada, média e desenvolvida;
2.1.11.2 várias bibliotecas utilizam duas edições da CDD, principalmente 17. e 18., ou 18. e 19.;
2.1.11.3 várias bibliotecas não assinalaram nem a CDU, nem a CDD,
nem outros sistemas.
2.2

Catalogação adotada (Quadro 3)

2.2.1 Neste setor, a preferência se fixou no Código de catalogação anglo-americano, edição de 1967, traduzida e adaptada por A.L.C. Vicentini, com a colaboração
de Astério Campos (Brasília, Edição dos Tradutores, 1969), que é adotado por 166
bibliotecas.
2.2.2 A catalogação simplificada é adotada por 101 bibliotecas e o processo
de simplificação foi também indicado conjuntamente com a tradução da edição do
CCAA-1967 em vários casos.
2.2.3 Outro aspecto digno de nota, é o fato de 75 bibliotecas efetuarem alterações "adaptações na catalogação escolhida (cf Quadro 3).
2.2.4 Foram assinaladas, também, as seguintes regras:
-

Anglo American cataloging rules, 1967
Normas para catalogação de impressos (Vaticana)
Anglo-American cataloging rules, 1978

'.

14
10
5

2.2.5 Algumas bibliotecas informaram utilizar normas próprias.
2.2.6 A ISBD (International Standard Bibliographic Description) está sendo
aplicada em 16 bibliotecas, sendo 10 no Sudeste, 1, no Sul e 5 em bibliotecas cuja
localização não fora indicada (cf Quadro 3).

�2.2.7 Com referência aos processos técnicos, deve-se notar que, onde há
biblioteca central e bibliotecas setoriais, a aquisição por compra é processada na biblioteca central, na maioria dos casos. As doações ficam sob a responsabilidade das setoriais.
2.2.8 Convém ressaltar que uma das bibliotecas adota o método "Fast Cat"
para dinamização do processamento técnico.
2.3

Pesquisa para identificação de autoria e/ou nome correto do autor (Quadro 4)

2.3.1 observamos neste item que 104 bibliotecas nunca fazem pesquisa, enquanto 83 as realizam às vezes e 58, sempre.
2.3.2 As fontes para pesquisa citadas foram:
2.4

catálogo coletivo da biblioteca central,
catálogo da biblioteca,
National Union Catalog (LC) (8 bibliotecas),
Boletim Bibliográfico da Biblioteca Nacional
dicionários biográficos,
enciclopédias.

Reprodução/desdobramento de fichas (Quadro 5 e 6)

2.4.1 Neste item, identifica-se, imediatamente, um dos problemas que aguardam solução.
2.4.2 Das 271 bibliotecas, 197 utilizam a datilografia para o desdobramento
de suas fichas e como a média de fichas por documento catalogado é de 6,01, podemos
avaliar o tempo empregado nesta tarefa.
2.4.3 Observe-se mais adiante que o método não parece prejudicar a catalogação, pois 63 bibliotecas informam que é de 100% o volume de obras catalogadas, com
relação ao acervo total, enquanto 86 assinalaram 90% de obras catalogadas, 41 indicaram 80%, 21 marcaram 70% e assim por diante, como se verá no Quadro 7.
2.5

Desdobramento das fichas do catálogo para o público

2.5.1 A análise do Quadro 6 permite a visão global do número de fichas
correspondentes a cada documento catalogado; foi encontrada a média de 6,01, sendo
que as bibliotecas do Sudeste e as do Centro-Oeste apresentam 6,4 fichas por documento, e o Nordeste 5,1.

�2.6

Localização da obra na estante

2.6.1 Neste item, as respostas não foram significativas, exceto quanto ao
emprego da tabela de Cutter para composição do número de chamada.
2.7

Situação do catálogo para o usuário

2.7.1 A análise do Quadro 7 permite-nos afirmar que, aparentemente, não há
problemas, visto que 63, 86 e 41 bibliotecas assinalaram como o volume de obras catalogadas, com relação ao acervo total, o de 100%, 90% e 80% respectivamente. Com
70% ficaram 2 1 , com 60% 17 e assim por diante até se chegar a 4 bibliotecas com 10%
e 1 com 01%.
2.8

Obras adquiridas por compra/doação/permuta
2.8.1 Apreciando o Quadro 8, observam-se os seguintes resultados:

2.8.1.1 As obras são catalogadas imediatamente por 165 bibliotecas,
mais do que a metade daquelas que aguardam de 1 a 2 meses, em 60 bibliotecas.
2.8.1.2

No referido Quadro 8 poderão ser analisados os demais resulta-

dos.

2.8.1.3 Note-se que, em 11 bibliotecas, os documentos aguardam mais
de um ano para incorporação ao acervo.
2.8.2 As obras adquiridas por compra são processadas mais rapidamente do
que aquelas adquiridas por doação. Estas são selecionadas e as de maior interesse
entram no esquema de uma preparação mais rápida.
2.9

Intercalação de fichas nos catálogos para os usuários

2.9.1 Quanto a este item (Quadro 9) verifica-se que 127 bibliotecas apresenam a intercalação razoalvemente em dia, enquanto 89 assinalaram a resposta "rigorosamente em dia".
2.9.2 "Com atraso" e "com muito atraso", foram as respostas indicadas por
32 e 12 bibliotecas, respectivamente.

�2.10 Utilização de processos técnicos automatizados (Quadro 10)
2.10.1 Apenas 12 bibliotecas assinalaram a utilização desse tipo de processamento, sendo que 2 utilizam o formato CALCO, 5 aplicam o CALCO adaptado e
5 usam um formato próprio. Este aspecto será abordado, sem dúvida, no Simpósio
sobre Automação de Serviços Bibliotecários, mas parece apropriado observar que
alguns desses formatos próprios baseiam-se no formato MARC.
2.11 0 processamento técnico automatizado (Quadro 10) é utilizado em 7 bibliotecas para a produção de fichas e listagens/relatórios, em 3, para a produção de listagens/relatórios e em 2, para a produção de fichas.
2.12 Catálogos para o usuário (Quadro 11)
2.12.1 Este item não foi, aparentemente, bem compreendido. Grande
número de bibliotecas assinalou as subseções relativas ao catálogo dividido, mas deixou
de assinalar o próprio catálogo dividido.
2.12.2 Outras bibliotecas assinalaram a subseção relativa ao "índice do
catálogo sistemático sob a forma convencional", mas não assinalaram o catálogo sistemático.
2.12.3 O catálogo dividido é utilizado por 119 bibliotecas, enquanto 99 preferem o catálogo sistemático e 36, optaram pelo catálogo dicionário.
2.12.4 No Quadro 11, podem ser observados os totais das preferências pelos
catálogos de assunto, autor e títulos.
2.12.4.1 Verificou-se que, embora o catálogo dividido tenha sido
indicado por 119 bibliotecas, os seus componentes não apresentam o mesmo total.
2.13 Problemas nos setores de processos técnicos (Quadro 12)
2.13.1 Os usuários de 63 bibliotecas não podem consultar um catálogo atualizado, enquanto que em 14 bibliotecas não há catálogo público.
2.13.2 Em algumas bibliotecas há catálogo público apenas de autores, e/ou
de títulos, e/ou de assuntos.
2.14 Recursos humanos no processamento técnico (Quadros 13 e 14a/b)
2.14.1 O processamento técnico constitui setor específico em 91 bibliotecas
e não constitui setor específico em 106 (cf Quadro 13)

�2.14.2 Quanto ao pessoal que trabalha no processamento técnico, observase que em 123 bibliotecas trabalha apenas 1 bibliotecário e que este, em 144 casos,
desempenha também outras tarefas (cf Quadro 14)
2.14.3 Cinco bibliotecas informaram não ter bibliotecário no setor de processamento técnico.
2.14.4 No que se refere a pessoal de apoio (Quadro 14a), constata-se que
em 57 casos, este é representado por 1 auxiliar e, em caso, por 11 auxiliares. Os números entre estes extremos podem ser verificados no Quadro 14.
2.14.5 No Quadro 14b pode-se observar como se apresenta a situação do
pessoal nas bibliotecas universitárias:
2.14.5.1 Para 271 bibliotecas, há 232 bibliotecários
Portanto, a cada BIBLIOTECA CABE 0.85 de um bibliotecário
2.14.5.2 Para 271 bibliotecas há 162 auxiliares
portanto, a cada BIBLIOTECA CABE 0.59 de um auxiliar

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4

15

NORDESTE

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127

SUDESTE

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2
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2

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Norde st e
Su deste

1
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Sudeste

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RE LATÓRIOS
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NORTE

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NORTE

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DE CATAlOGOS PARA USUARIOS

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SUDESTE

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19

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CENTRO-OESTE
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71

8 1 BLIOT€CAS

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