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CDU 017.11

CATÁLOGO COLETIVO E COMUTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA*

Leila Magalhães Zerlotti Mercadante*
Tereza da Silva Freitas Oliveira ***

RESUMO

Analisa, a partir de dados obtidos através de questionários enviados a um
grupo de bibliotecas universitárias do país, a Comutação Bibliográfica no
que se refere à: Catálogos Coletivos; condições reprográficas; áreas do conhecimento humano de maior carência e interdependência bibliográfica;
instituições atuantes. Destaca a importância do Programa de Comutação
Bibliográfica (COMUT) e sua implantação. Preconiza o estabelecimento de
uma rede de bibliotecas universitárias através de acordos e/ou convênios,
atualização do Catálogo Coletivo Nacional de Periódicos, e a inserção no
mesmo da totalidade dos acervos das bibliotecas universitárias.

* Documento básico apresentado ao grupo de trabalho sobre Catálogo Coletivo e
Comutação.
m
Diretoria da Biblioteca Central da UNESP e Coordenadora do Curso de Biblioteconomia da Faculdade de Educação, Filosofia, Ciências Sociais e da Documentação de Marília - UNESP.
** Diretor Técnico do Serviço de Documentação e Informática da Biblioteca Central
da UNESP e Professora do Curso de Biblioteconomia da Faculdade de Educação,
Filosofia, Ciências Sociais e da Documentação de Marília - UNESP.

�1. INTRODUÇÃO
Um problema que aflige todos os que dirigem bibliotecas é a impossibilidade de se colocar à disposição da comunidade a que serve, a literatura necessária. Não
analisando aqui a explosão bibliográfica, a produção acelerada de literatura científica,
os recursos ilimitados que nenhuma biblioteca poderia conseguir, ficariam ainda as
preocupações mais próximas, existentes principalmente em nosso país, mais especificamente no que se refere às bibliotecas universitárias. Aqui, onde as dificuldades de
importação e de orçamento se somam às altas sucessivas da moeda estrangeira, a dificuldade em cada período se torna maior tanto para a continuidade de assinaturas
de uma coleção mínima de periódicos, como impossível para um aumento de títulos
que corresponda aos anseios de professores e pesquisadores.
Não se pretende, nesse trabalho, esgotar ou resolver o assunto. Muito mais,
o que se considera importante é discutir a situação atual e encontrar algumas propostas
~ue conduzam à solução dos problemas.
Esforços vem se desenvolvendo para, através da Comutação Bibliográfica,
facilitar o acesso aos documentos. Entende-se aqui por Comutação Bibliográfica "uma
sistemática operacional mediante a qual, por procedimentos reprográficos de qualquer
índole (cópias eletrostáticas, micrográficas, etc), os usuários de uma biblioteca ou centro de documentação, têm acesso ao acervo de outra instituição similar participante de
uma mesma rede, conforme as normas previstas na lei de direitos autorais". (COMUT)
Cada vez de forma mais intensa, existe a idéia de formação de redes, de
sistemas que se propõem servir de maneira mais adequada seus usuários, numa tentativa de aglutinar, de somar, para extrair um maior número de informações.
Partindo desses esforços, convênios são firmados, projetos são montados,
sendo possível, atualmente, medir à que ponto as bibliotecas estão se valendo dos acervos que não os próprios.
A despeito da crise que atravessa hoje a Universidade brasileira, sentida e
conhecida por todos, as bibliotecas universitárias constituem ainda, o núcleo mais forte
de acervos, sendo suportes ou auxiliares de sistemas especializados como a BI REME,
BICENGE, etc.
Somos dos que acreditam que a união e o fortalecimento dos acervos das
bibliotecas universitárias, constitui medida acertada para o estabelecimento de serviços
que possam atender á demanda de professores, pesquisadores, estudiosos em geral,
como também capaz de criar ou ativar tal demanda. Assim, através de questionários
distribuídos, tentamos levantar dados entre 150 bibliotecas universitárias brasileiras
para traçar algumas coordenadas do panorama de Comutação Bibliográfica (CB) e

�Catálogo Coletivo (CC), levando em consideração os quesitos abaixo discriminados, os
quais consideramos fundamentais para o desenvolvimento de serviços desse teor:
— catálogos coletivos;
— condições reprográficas;
— áreas do conhecimento humano de maior carência e interdependência
bibliográfica;
— instituições atuantes.
2. DISCUSSÃO DOS DADOS OBTIDOS
Dos 150 questionários enviados, recebemos 68 respostas, e é sobre esse
total que nos basearemos para as proposições.

2.1

CATÁLOGOS COLETIVOS

A estratégia de um Sistema de Comutação Bibliográfica (SCB) pressupõe a
existência dos instrumentos básicos de consultas — os Catálogos Coletivos — objetivando a localização de Instituições que possuam em seus acervos os recursos bibliográficos
de que os usuários de outras entidades necessitam.
Assim, apesar das críticas feitas aos Catálogos Coletivos, são ainda eles os instrumentos essenciais para descrição e localização de coleções, sejam elas dentro de um
país, de uma rede, ou sistema especializado.

detectar:

No tocante aos Catálogos Coletivos, procurou-se através dos questionários

a) existência ou não de CD impressos e próprios;
b) inserção ou não dos acervos em CCR e/ou CCN.
Em relação ao item a verificou-se que um total inferior a 15% das bibliotecas
universitárias possuem CC próprios e impressos.
No que se refere ao item b constatou-se que aproximadamente 48% apenas
dessas bibliotecas apresentam os seus acervos incluídos em CCR e/ou CCN.
É evidente que para um SCB, o mais indicado não está em cada biblioteca ter
o seu próprio CC e sim no registro dos acervos em CCR ou CCN, sendo que neste último está a forma ideal de transposição de informação que esses instrumentos bibliográficos propiciam.

�Sob esse particular, esforços não deveriam ser medidos no sentido de que
todas as bibliotecas universitárias brasileiras engajassem os seus acervos ao CCN e/ou
CCR- O que preconizamos com a participação de todos no CCN é o princípio da universalidade de bens bibliográficos, ou seja, tornar de todos o que prevalece até então
restrito a uma elite privilegiada de usuários.
São as oportunidades de acesso para os menos favorecidos por bens bibliográficos que serão aumentadas, à medida que dirigentes e bibliotecários se conscientizarem da necessidade premente de fixação de acervos no CCN.
Por outro lado, os dados a seguir expostos evidenciam o nível do não aproveitamento de bens bibliográficos em nosso país, ocasionado pela falta de registro das
coleções de publicações peródicas em CC.
Dos dados obtidos, retiramos três exemplos: Universidades A, B e C, demonstrando a parcial, ou total ausência de inserção no CCN.
Nesse sentido, chamamos a atenção para os bloqueios estabelecidos:
Na Universidade A, as 6.650 assinaturas estão limitados à demanda de aproximadamente 20.000 usuários enquanto esse mesmo potencial hemerográfico estaria implicitamente, à disponibilidade de 1.550.000* usuários se consubstanciado ao CCN.
Por outro lado, se levarmos em consideração que 90% das assinaturas requerem importação e a média por título no ano/79 foi de Cr$ 5.000,00, constatamos que
um investimento da ordem de Cr$ 33.000.000,00 se destinou a atender apenas 1,2%
da clientela universitária em nosso país.

* Miranda, A. - Comut.

�UNIVERSIDADE (A) - ANO 1979

Unidades

BC

Título de Publicações Periódicas assinadas
Acervo inserido no CCN

Acervo não inserido no
CCN

50

Bd 1

400

Bd2

300

Bd3

200

Bd4

900

Bd5

900

Bd6

800

Bd7

1.200

Bd8

400

Bd9

700

Bd 10

800

Total

50

6.600

�UNIVERSIDADE (B) - ANO 1979

Unidades

Títulos de Publicações Periódicas assinadas
Acervo inserido no CCN

Acervo não inserido no
CCN

BC

500

Bd 1

600

Bd2

300

Bd3

100

Bd4

100

Bd5

60

Total

1.660

�UNIVERSIDADE (C) - ANO 1979

Unidades

Título de Publicações Periódicas assinadas
Acervo inserido no CCN

Acervo não inserido no
CCN

BC

30

Bd1

100

Bd2

180

Bd3

100

Bd4

20

Bd5

100

Bd6

900

Bd7

30

Total

280

1.180

Obs.: Os dados foram remanejados e aproximados para não identificação e/ou comprometimento.

�22

CONDIÇÕES REPROGRÁFICAS

No encadeamento de um SCB não basta ter os bens bibliográficos e incorporálos em CC. É preciso ir mais além, ao campo da Reprografia. Esta se configura como a
condição básica sem a qual não haverá obtenção do material para se colocar ás mãos do
usuário carente.
Assim o esquema pode ser apresentado:

Quanto a esse produto final a que nos referimos, críticas são feitas tendo em
vista que muito da dinâmica de um SCB visa a obtenção de cópias xerográficas, microfilmes, etc. e a validade desses materiais reprográficos.
Quanto a isso, acrescentaríamos que tais trabalhos são justificados:
"a partir de conceitos de que materiais bibliográficos não são meros complementos do livro". Há necessidade de "julgá-los pelo seu próprio valor intrínseco". (Maria Pulcheria do Amaral). E o valor intrínseco está na informação em si e não na nova
roupagem sob a qual a mesma é apresentada.
Por outro lado, considerando que em CB as instituições interagentes devem
estar bem equipadas reprograficamente, questionamos sobre:
a) Tipo e capacidade das máquinas e âmbito de atendimento;
b) Formas de pagamento e preço por unidade reprográfica.
Numa prognose sobre essas condições de reprografia as perspectivas já nos
apontavam que dentre as bibliotecas universitárias que possuem máquinas e/ou equipamentos, a maioria está na capacidade apenas do "xerox", operando comumente com
uma só unidade copiadora por contrato e/ou aluguel e visando a atender não os
serviços exclusivos da biblioteca, e sim de toda uma Universidade (Biblioteca + Admi-

�tração + Corpo Docente e Discente + Diretórios Acadêmicos, etc).
Através dos questionários viu-se em um número aproximado de 10 a 15% das
bibliotecas universitárias não contam com quaisquer modalidades de reprodução, usufruindo da prestação de serviços de terceiros, geralmente de entidades comerciais ou
então facultando o empréstimo mais facilmente para sanar a referida ausência.
Um fator que em primeira instância, consideramos bastante favorável para um
SCB foi a amostra que evidenciou 90% dessas entidades não têm limite pré-fixado para
cópias xerográficas especificamente para os serviços de bibliotecas ao mês, sendo as
mesmas solicitadas à medida das necessidades.
Entretanto, esse aspecto positivo, constatado a grosso modo, no início da análise, se desfaz à proporção que se conhece informações mais precisas de algumas bibliotecas universitárias. Verificou-se que não há necessidade de se fixar limites, pois as
quantidades de cópias requeridas para atender aos serviços das bibliotecas são irrisórias e ficam restritas aos serviços burocráticos das mesmas. Isto porque não há entrosamento em um programa maior de intercâmbio que passa a exigir número elevado de
cópias bibliográficas e até mesmo máquinas e/ou equipamentos próprios, sem o vínculo do contrato e/ou aluguel.
Na prática temos conhecimento que as entidades que desenvolvem atividades
bastante satisfatórias no âmbito da comutação, enfrentam problemas graves em razão
da estruturação e manutenção desses equipamentos, e não têm condições de subsistência se cerceados por um marco delimitado de cópias.
Procuramos computar esse limite e ele foi bastante desalentador, pois em
nosso país a média de cópias disponíveis pelas bibliotecas universitárias varia entre
50 a 500 unidades para a grande maioria.
Acrescenta-se ainda que esse limite sendo mensal é de imediato atingido, normalmente, pelos próprios trabalhos de rotina. Surge então um entrave para a Comutação ficando o fornecimento de artigos científicos muito a desejar e para ocasiões oportunas, sempre após a satisfação das necessidades da Administração.
No que diz respeito ao preço cobrado por cópia xerográfica e à maneira de se
processar o respectivo pagamento não existe eqüidade, nem padrões comuns a fim de
se prever o quanto um SCB, por exemplo, teria que investir ao mês para conseguir um
total x de cópias.

�No momento atual, disparidades no preço pago por cópias são enormes, chegando a desestimular os que procuram desenvolver a Comutação a contento.
As flutuações estão entre Cr$ 1,50 e Cr$ 5,00 por unidade xerográfica.
Outros fatores determinantes dos altos custos das cópias são originários da discriminação estabelecida para usuários de outras instituições e nas taxas acrescidas às importâncias correspondentes às cópias em si.
Nota-se intenção lucrativa quando do fornecimento de artigos científicos para
usuários de outras Universidades, configurada no dobro dos preços pagos pelos usuários da Biblioteca.
Na tramitação em apreço vejamos os acréscimos ocorridos:
Usuários da Biblioteca

Usuários de outras Instituições

Cr$ 2,50 por cópia
x 10 artº de 10 cópias
Cr$ 25,00 total

*5,00 por cópia
x 10 art? de 10 cópias
50,00
10,00 + taxa/pesquisa
*10,00 + taxa/serviço
30,00 + taxa/correio
100,00 total

Cr$
* acréscimo que poderiam ser extintos

No exemplo acima, consideramos que falta a intervenção do bibliotecário
que através de uma política de conscientização dos fins para que se destinam tais
cópias junto à direção dos serviços reprográficos, à administração das Universidades ou
a quem de direito, poderia tentar eliminar esses acréscimos fixados para a categoria do
não usuário da instituição.
Não propomos com isso a gratuidade do material reprográfico e sim consideramos perfeitamente viável diminuir os preços sem prejuízo da unidade atendente.
No caso em questão teríamos reduzido o total a ser pago por esse usuário de
"fora" nos seguintes moldes:

2,50
x 10
25,00

2,50
x10
25,00
10,00 + taxa de pesquisa
30,00 + taxa de correio
65,00

�Ainda, dentre as taxas que oneram sobremaneira o processo aquisitivo num
SCB está a relativa ao Correio, taxa essa cobrada com justa razão por 90% das bibliotecas universitárias. No entanto, sabendo de antemão da quase impossibilidade de se
conseguir tal franquia em nosso país, somos pelos esforços para obtenção da mesma.
O que nos afigura como fator decisivo para baratear os custos é compartilhar dos bens bibliográficos, através do estabelecimento de convênios e/ou acordos.
3. ÁREAS DO CONHECIMENTO HUMANO DE MAIOR CARÊNCIA E INTERDEPENDÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Outro aspecto do qual procuramos extrair dados mais precisos, foi o das
áreas do conhecimento mais carentes de recursos bibliográficos e que poderiam ser
amparados em maior grau pela Comutação.
Cuidados foram tomados para se evitar desníveis, distribuindo os questionários igualmente entre as bibliotecas das três grandes áreas - Ciências Humanas e Sociais, Ciências Exatas e Tecnologia e Ciências Biomédicas. Outra
providência
nesse
sentido foi procurar arguir sempre a Biblioteca Central e algumas Bibliotecas Departamentais das Universidades brasileira. Deste modo as questões foram elaboradas objetivando aferir o quanto possível o atendimento atribuído aos acervos, mediante a solicitação de artigos científicos. As bibliotecas da área de Ciências Humanas são as que
conseguem atender uma porcentagem maior de pedidos, geralmente na casa de 60 a
80%. As de Ciências Exatas e Biomédicas atendem, com seu próprio acervo, 40 e 50%
dos pedidos.
Apesar das reproduções de artigos científicos apresentarem maiores problemas na área de Ciências Biomédicas, pelo grande número de lâminas nos trabalhos, são
as bibliotecas dessa área que apresentam um fluxo maior de solicitação, e passam a exigir serviços mais eficientes de CB.
É interessante notar que a dinâmica desse processo de transferência caracterizado em termos de comutação não está nas mãos das bibliotecas universitárias em
nosso país, mas de alguns sistemas especializados e/ou empresas, como EMBRAPA,
BIREME, IBICT, etc. que se apoiam nos acervos daquelas.
Também o itinirário e/ou contato para obtenção dos artigos científicos
não é direto entre as bibliotecas universitárias, colocando na situação de intermediários os sistemas aludidos. Por exemplo: Universidade X da Região Norte não solicita
à Universidade Y da Região Sul.

�A colocação desses sistemas BIREME, BICENGE, etc. como intermediários
supõe:
a) que as bibliotecas universitárias não possuem CC para a devida localização da literatura desejada;
b) que as possibilidades para obtenção de literatura no exterior são
maiores se descartadas por esses sistemas;
c) que determinadas bibliotecas universitárias criam barreiras ao condicionarem o atendimento somente se o pedido for efetuado através dos
formulários próprios desses sistemas pois somente com eles mantêm
convênios.
Consideramos válida a posição desses sistemas como intermediários somente quando da alternativa " b " , pois realmente os serviços prestados são excelentes e
constituem órgãos canalizadores desse processo junto a NAL, NLM, BLL, e outras bibliotecas do exterior.
Nas demais situações diríamos que as barreiras para transações diretas em
bibliotecas universitárias são geradas por condicionamento e porque não dizer desinteresse ou indiferença dos próprios bibliotecários.
CONCLUSÃO
O que se pode propor como diretriz de trabalho em relação à CB no Brasil,
já foi, quase que totalmente demonstrado no Programa de Comutação Bibliográfica
(COMUT), instituído junto à CAPES, por Portaria do Ministro da Educação, em 08/
08/1980. Na reunião realizada a 21 de agosto de 1980, na CAPES, que reuniu um grupo de profissionais ligados ao assunto, foram levantados e discutidos aspectos da maior
importância para viabilizar a implantação do Projeto.

�Podemos, no entanto, discutir como medidas imediatas, calcados nas
proposições do Projeto, que na falta de um sistema de bibliotecas universitárias, se
organize "uma rede de bibliotecas compromissadas através de convênios". Com base
no CCNP, e mediante protocolos firmados pelas Instituições, poder-se-ia intensificar
e melhorar a CB.
Para que tal "rede" possa prestar serviços no que se refere à CB, passariam as bibliotecas universitárias à inserir o acervo total,, tanto Biblioteca Central
como bibliotecas departamentais ou setoriais no CCN. Representadas no Catálogo Coletivo, as bibliotecas deveriam oferecer serviços de cópias. Caberia aos bibliotecários,
conscientes da importância desses serviços, agir junto às autoridades para obter tais
condições de trabalho.
Necessário e urgente é que o Catálogo Coletivo Nacional de Periódicos se
constitua em instrumento efetivos de indicador das coleções existentes no país. Para
tanto, sua atualização é imprescindível.
Os convênios ou acordos de participação e cooperação recíproca facilitam
muito o problema burocrático de pagamento, uma vez que o acerto de contas é realizado somente uma vez por ano. Experiências nesse sentido têm sido realizadas por bibliotecas universitárias, trazendo benefícios comuns.
As soluções mais uma vez, cabem aos bibliotecários. Seja através da conscientização das autoridades, para a implantação do Sistema de Bibliotecas Universitárias, seja através de ações conjuntas visando tal criação.

�BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

BETTIOL, Eugenia Maranhão. Comutação Bibliográfica. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 9., Porto Alegre, 1977,
3-8, julho 1977. 21 p.
CUNHA, Maria Luisa Monteiro da. Bibliotecas universitárias em sistemas nacionais de
informação. São Paulo, USP, 1977. 31 p.
Catálogo Coletivo de periódicos no campo de ciências médicas e afins. São
Paulo, Biblioteca Central da USP, 1968. 20p. (fotocópia).
FERREIRA, Lusimar Silva. Bibliotecas universitárias brasileiras: análise de estruturas
centralizadas e descentralizadas. São Paulo, Pioneira, 1980. 119p.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Cooordenação de Aperfeiçoamento de
Pessoal de Nível Superior. Projeto: programa de comutação bibliográfica COMUT. Brasília, MEC/CAPES/s.d. (fotocópia).
MIRANDA, Antonio. Biblioteca Uuniversitária no Brasil: reflexões sobre a problemática. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 1.
Niterói, RJ, 23-29, julho 1978. Brasília, CAPES/DAU/MEC, 1978. 36p.
MIRANDA, Antonio. Bibliotecas dos cursos de pós-graduação em educação no Brasil:
estudo comparado. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA
E DOCUMENTAÇÃO, 9., Porto Alegre, 1977. Anais... Porto Alegre, 1977. v.2,
p. 268-333.
OLIVEIRA, Tereza da Silva Freitas. Serviço de comutação documentária da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho". In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 10., Curitiba, 1979.
Anais...

�Nome da Biblitoeca:
Instituição:
Endereço:
Responsável:

Cargo:

1. A biblioteca possui catálogo impresso e próprio:
D Sim
D Não
2. Que tipo(s) de publicação(ões) esse(s) catálogo(s) registra(m):
D Livros e obras avulsas
D publicações periódicas
D Outros. Especique:

3. O acervo de publicações periódicas está inserido:
D Catálogo Coletivo Nacional de Publicações Periódicas publicado pelo
IBICT
D Catálogo Coletivo de Periódicos/NE (MEC/DAU/CAPES)
D Outros. Especifique:

4. Possui condições reprográficas para:
D xerox
D microfilmes
D microfichas
D outros. Espeficique:

5. As máquinas e/ou equipamentos reprográficos destinam-se a atender os serviços:
D
D
D
D
D
D
D

Exclusivos da biblioteca
Bibliteca (+ ) mais:
Administração
Corpo docente
Corpo discente
Diretórios acadêmicos
Outros. Especifique:

6. Quanto à(s) máqunia(s) xerox, para uso da biblioteca complete os seguintes dados:
Total de máquinas

�Marca
Capacidade
Própria
Alugada e/ou por contato
7. Existe um limite préfixado de cópias xerográficas especificamente para os serviços
de bibliotecas ao mês?
D Sim

D Não

8. Caso positivo, atualmente, qual o total de cópias?

9. Caso negativo, especifique como funciona:

10.

No momento, qual o preço pago por cópia xerográfica pelo(s):
Usuário(s) da instituição
Usuário(s) de outras instituições

11.

O pagamento de cópias xerográficas para os não residentes no local é efetuado
através de:
D
D
D
D
D

12.

Espécie
Cheque visado
Ordem de pagamento
Vale postal
Outros. Especifique:.

Além do pagamento das respectivas cópias, essa instituição, acrescenta a(s) importância(s) correspondente(s) à
D
D
D
D

Taxa de pesquisa
Taxa de serviço
Taxa de correio
Outros. Especifique:

�13.

Essa biblioteca mantém convênio(s) com outra(s) instituição(ões) para fornecimento e/ou recebimento de cópias xerográficas:
D Sim

14.

D Não

Dentro das 3 áreas discriminadas a seguir situe a especialização dessa biblioteca:
D Ciências Humanas e Sociais
D Ciências Exatas e Tecnologia
D Ciências Biomédicas

15.

Da(s) área(s) acima indique o(s) assunto(s) específico(s), em ordem de prioridade:

16.

Conforme resposta anterior, em quais assuntos há maior solicitaçâfo de artigos
científicos para outras instituições:

17.

Indique estabelecendo prioridade, as instituições às quais essa biblioteca mais
solicita artigos científicos:

�18.

Indique estabelecendo prioridade as instituições as quais essa biblioteca mais
fornece artigos científicos

19.

Qual o "índice de atendimento" a atribuir ao seu acervo mediante solicitações de
artigos científicos:
D
D
D
D

20.

80
60
40
20

a
a
a
a

100%
79%
59%
39%

Não encontrando em âmbito nacional o artigo científico desejado, faz-se a solicitação ao exterior:
D Sim

D Não

21.

Caso positivo, discrimine o(s) nome(s) da(s) instituição(ões) estrangeira(s)

22.

Quando a obtenção das cópias eletrostaticas e/ou micrográficas, etc, é feita no
exterior o pagamento é processado através de:
D remessa
D cupons
D outros:

23.

No caso de utilização dos cupons quais seriam?
D Bonus da UNESCO
D British Library
D Outros:

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Analisa, a partir de dados obtidos através de questionários enviados a um grupo de bibliotecas universitárias do país, a Comutação Bibliográfica no que se refere à: catálogos coletivos, condições reprográficas, áreas do conhecimento humano de maior carência e interdependência bibliográfica; instituições atuantes. Destaca a importância do Programa de Comutação Bibliográfica (COMUT) e sua implantação. Preconiza o estabelecimento de uma rede de bibliotecas universitárias através de acordos e/ou convênios, atualização do Catálogo Coletivo Nacional de Periódicos, e a inserção no mesmo da totalidade dos acervos das bibliotecas universitárias.</text>
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